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Orgão Oficial da Junta Regional da Guarda

Nº 71

- junho 2012

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Especia

2 1 0 2 s Eleiçõe

http://guarda.cne-escutismo.pt/


Neste Número

2 4 5 6 7 8 11 Boletim Informativo da Junta Regional da Guarda

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junho de 2012 N.º 71 Publicação trimestral

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Grafismo e Paginação

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Gabinete de Comunicação e Imagem Capa Tomada de Posse Junta Regional 2012 foto de Gonçalo Crespo Colaboradores neste número António Bento, Pe. Hugo Martins, Diogo Ribeiro, Patrícia Fazenda Contactos

Junta Regional da Guarda Apartado325 6200 Covilhã Telf./Fax.: 275 313 486 jr@guarda.cne-escutismo.pt

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Editorial Entrevista do chefe Regional ao Jornal “O INTERIOR” Porque será o mês de maio o mês de Nossa Senhora? Formação Conselho de Guias

Reuniões Eficazes - O Secretário

O que são as árvores? Tema de Capa Eleições Junta Regional e Conselho Fiscal Secções Dia Regional do Explorador

Atividade Regional do Pioneiro

Ordenação Episcopal de D. António Manuel Moiteiro Ramos XXII ACANAC Idanha-a-Nova 2012 Atos Oficiais Ordem de serviço Regional n.º 03/2012


editorial “A minha missão é preparar dirigentes que assumam a chefia regional daqui a três anos” (Entrevista do chefe Regional ao Jornal “O INTERIOR” da Guarda no dia 18 de Maio de 2012)

António Bento Chefe Regional

P- O que o levou a recandidatar-se à chefia da Junta regional da Guarda do Corpo nacional de Escutas? R- Estou no cargo há 20 anos, o que é imenso tempo, demasiado até, para se estar à frente de uma organização ou de uma associação. Era, por isso, meu desejo não me recandidatar, mas o Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, pediu-me que avançasse para mais um mandato. Eu manifestei disponibilidade para tal, mas só se não fosse apresentada mais nenhuma lista. Como, de facto, ninguém se apresentou, constitui uma lista e recandidatei-me para não deixar cair a Junta regional da Guarda numa situação de vazio diretivo. Acabei por obter mais votos nesta eleição do que nas anteriores, a que concorri, o que mostra o apoio não só da diocese, como também do corpo escutista (dirigentes e caminheiros), para que eu continue a ser o dirigente máximo do escutismo na região. P- Quais são os principais objetivos para este ano mandato? R- Na tomada de posse, que decorreu no passado dia 06, apontei sete caminhos que considero importantíssimos para que o escutismo na diocese continue a crescer e a desenvolver-se e que podem ser considerados como os objetivos

fundamentais para este mandato. São eles: O aprofundar da vivência cristã e da dinâmica espiritual; Um maior empenho dos assistentes e chefes de Agrupamento; Uma maior aposta na formação; A procura e o recrutamento de novos dirigentes; Uma orientação no sentido de inovar e modernizar a região; Enaltecer o papel do dirigente como educador da fé e, finalmente, destacar a importância do diálogo, da partilha e da confiança. Estes sete caminhos consubstanciam-se na nossa missão de ajudar os jovens a crescer, para que, com o Ser, o saber e o agir, se tornem homens e mulheres responsáveis e membros ativos das comunidades, contribuindo para um mundo melhor. Outro objectivo passa por alargar a Junta Regional da Guarda do CNE com a criação de mais um Agrupamento, que planeamos abrir na Guarda Gare, onde nunca houve escutismo. É uma decisão que depende do aval do pároco da freguesia de S. Miguel e tenho esperança que se concretize. Se possível, gostaríamos também de reativar os Agrupamentos de Pinhel e Celorico da Beira. Escolhemos estas áreas porque têm alguma juventude e sublinho que o escutismo é dos jovens e para os jovens. P- Referiu que pretende apostar na “formação de dirigentes”. Qual o objetivo? R- O objetivo passa por criar no jovem a missão de ser, mais tarde, um dirigente do CNE. Quando o senhor Bispo me pediu para avançar com uma recandidatura, incumbiume da missão de preparar, organizar e incentivar jovens, e também adultos, que tenham força, coragem e valores para serem, daqui a três anos, candidatos ao cargo de chefe Regional da Guarda do CNE. Como disse, já não tencionava recandidatar-me e este mandato será muito provavelmente o meu último, e espero, quando sair, deixar aqui gente capaz de assumir a chefia regional e de A pista junho de 2012

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continuar o trabalho que tem vindo a ser feito em prol do escutismo. Além disso, se concretizarmos a criação desse Agrupamento na Guarda Gare e a reabertura dos de Pinhel e Celorico da Beira, vamos precisar de dirigentes com capacidade para formar as crianças e os jovens e para serem uma referência para eles. E, nesse sentido, devemos ser capazes de encontrar esses dirigentes primeiramente dentro dos escuteiros, e concretamente na sua IV Secção, os caminheiros. Daí também essa aposta na formação. P- Há algum fator que identifique como potencial comprometedor de medidas e atividades? R - Por enquanto não encontro qualquer fator que colida com os objetivos que pretendo levar avante neste mandato. O único senão é em relação aos dirigentes, que cada vez são menos, e também no que diz respeito à parte monetária para frequentar os cursos de formação, pois estamos em crise económica, que também afeta os escuteiros. Muitos deles perderam o emprego e não têm disponibilidades financeiras para frequentar essas formações. A nível Regional da Guarda do CNE, estamos razoavelmente bem em finanças. Aquando da tomada de posse em conselho Regional foi aprovado o relatório e contas,

que mostra um saldo positivo, o que também nos dá alegria e vontade para levarmos por diante os nossos objetivos. P. Finalmente, como avalia o estado atual do escutismo na região e no País? R- A nível nacional está muito bom. Estive recentemente com o chefe nacional, que me disse existirem cerca 7º mil escuteiros, um número muito interessante e que se tem mantido ao longo dos últimos dez anos, e até com algum crescimento. Em contra ciclo, a nível local, temos baixado um pouco, porque alguns agrupamentos de áreas rurais deixaram de ter crianças, jovens e tiveram de fechar. Já tivemos cerca de 1600 escuteiros distribuídos por 28 agrupamentos, agora temos 23 agrupamentos e cerca de 1 200 escuteiros, excluindo cerca de duas centenas de dirigentes. Isto não significa necessariamente que o escutismo não esteja em crescimento, mas transparece a nossa maior aposta nas cidades, e nas vilas, onde ainda há muitas crianças. Sempre alerta para Servir

Porque será o mês de maio o mês de Nossa Senhora Pe. Hugo Martins Assistente Regional Ajunto

omo a maioria das grandes tradições populares, a “Mariana” não tem um único inventor mas é fruto do resultado de diversas tradições. A este respeito, podemos escrever: Maria é um fruto de Maio, uma forma feliz de inculturação, entendido na sua beleza e na sua totalidade: há aqui um encontro entre as intuições do povo e naturais e a verdade revelada que completa a verdade do homem quando se deixa guiar pelo Espírito Santo. Vejamos então alguns elementos que se fundem para que Maio possa ser “ o mês de Nossa Senhora”. Maio é o mês do Amor. Está longe de ser passado não só pela beleza da estação que sugere pensamentos “românticos”, mas por uma razão mais assertiva e pragmática; depois do rigor e austeridade da Quaresma celebra-se a partilha e grandeza da Páscoa do Senhor. Maio é tempo para grandes encontros e peregrinações, por exemplo: a peregrinação de Vila Cova à cova da Iria, o mercado aberto de Sandomil, o “Fátima Jovem”, a “ peregrinação aniversária à Cova da Iria.

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São estes momentos, oportunidades para o nascimento de planos de Amor, ou até mesmo o matrimónio. ( A nossa cultura com a anuência de boa literatura isso consagra). Maria é a mulher amada por excelência. Ao ser a escolhida por Deus, para acolher o maior sinal do Amor pela humanidade, ela é também aquela que com a sua resposta nos ensina a Amar o seu Filho Jesus Cristo. Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Rogai por nós.

imagem cartaz da peregrinação a Fátima das crianças 2012 - Rui Mendes


formação

Conselho de Guias O que é? O conselho de guias é o elemento mais importante do Sistema de Patrulhas. É o orgão permanente que, sob a coordenação do chefe, orienta a vida da unidade e onde cada guia é efetivamente o responsável da sua patrulha.

Quem preside? O guia mais velho ou o guia de grupo.

Como se divida quanto à sua função?

Qual a composição?

Em três parte: 1- Tribunal de honra Funções judiciais (trata de problemas disciplinares)

Chefe de grupo Chefe de grupo adjunto Instrutores Guais e sub-guias

2- Conselho de guias Funções executivas (programar actividades, conceder insígnias, etc…);

Qual a periocidade? No mínimo de quinze em quinze dias. Mas se não for possível mês a mês. Competências do conselho de guias: 1- Tratar de assuntos relacionados com o grupo (prémios, castigos, actividades etc,..); 2- Elaborar o plano anual (progresso e actividade: tipo e período) que servirá de base aos ante projetos de patrulha. 3- Estimular o lançamento e período de preparação de ante projetos; 4- Acompanhar a formulação das ideias para as atividades de cada patrulha; 5- Estabelecer a ligação entre o plano anual da unidade e os planos da patrulha; 6- Problemas relacionados com a administração do grupo, etc…; 7- E outros assuntos relacionados com as patrulha.

3- Patrulha de guias Funções educativas (preparar os guias para as funções de chefia).

Como deve ser uma reunião – Conselho de guias Esta deve ter os seguintes pontos: 1- Oração ou uma canção; 2- Umas breves palavras do chefe de grupo; 3- Pontos levantados pelos guias ou sub guias presentes; 4- Programação de actividades; 5- Assuntos disciplinares (louvores ou castigos); 6- Assuntos burocráticos (actas, relatórios, contas etc…); 7- Terminar com uma pequena canção ou oração.

NOTA: Os membros do conselho de guias são obrigados ao sigilo, exceto as decisões que interessam a todo o grupo (nomeações, concursos, etc…). A pista junho de 2012

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formação

Reunioes Eficazes

O Secretário

I

mportantíssimo, nos bastidores da organização, é o secretário da reunião.

Podemos perguntar-nos: A quem compete esta função, quais são as suas qualidades ideais, quais os seus deveres antes, durante e depois da reunião?

A quem compete desempenhar o cargo de secretário. Se se trata de reuniões formais e periódicas, muitas vezes o estatuto ou o regulamento do grupo já o contempla. Pode também ser designado pelos participantes, no início do encontro. Nas reuniões informais, é frequente aceitar-se que quem já exerce funções análogas junto do moderador, seja também secretário da reunião. Para certos encontros, pelo contrário, não tem grande importância se há ou não um secretário. Na maior parte dos casos, a sua presença é útil ou até mesmo necessária, e não importas se tem lugar de honra na mesma da presidência ou na última cadeira da sala tomando, mas quem tenha boas qualidades par isso. Vamos tentar elencá - las? Quais são as qualidades do bom secretário? Temos: 1- Inteligência, memória inclusive a memoria escrita, isto é, o saber documentar-se e saber tomar notas). 2- Um certo gosto pela organização, ou até um certo entusiasmo. 3- O secretário deverá gozar de estima e confiança, de um certo prestígio, no meio, pela sua experiência. 4- Deve ser capaz, também, de ter bom relacionamento e harmonia com o responsável da reunião de modo a ser para este um apoio firme e uma segurança. 5- è seu dever redigir atas e relatórios, por isso precisa de habilidade para tomar apontamentos, capacidade de síntese, ideias claras (perceber aquilo de que se está a falar!), domínio da língua. 6- Exige-se uma presença não avassaladora mas suave, em ponta de pés: não querer ser protagonista, mas saber ocupar o seu lugar.

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Os deveres os Secretário? Antes da reunião O secretário deverá: 1- Verificar com o moderador quem são os destinatários, e ter a certeza de que foram convidados e devidamente informados sobre o desenvolvimento da reunião. 2- Colaborar com o organizador na elaboração da ordem de trabalhos; 3- Preparar o material a distribuir (relatórios, planos, ordens de serviço, etc…); 4- Assegurar que o ambiente esteja preparado: locais, mesas, cadeiras, os meios audiovisuais, aquecimento, bebidas… Durante a reunião 1- Imediatamente antes, verificar se tudo o que é necessário está na sala, em ordem e pronto a funcionar; 2- Acolher os participantes, indicando-lhes, se for necessário, os lugares que lhes estão destinados; 3- Ler a ata da reunião anterior e registar as respectivas observações; 4- Tomar notas do andamento da reunião, sobretudo das decisões tomadas, para a elaboração duma nova ata; 5- Se a reunião seguir um rumo muito diferente da Ordem de trabalhos, ou com perdas de tempo comprometedoras, convém que chame a atenção do moderador para este inconveniente, de forma discreta… Depois da reunião 1- Redigir a nova ata, em colaboração com quem conduziu o encontro; 2- Assegurar a recolha da documentação sobre o trabalho desenvolvido; 3- Desempenhar um papel ativo para que as decisões tomadas na reunião sejam, depois, assumidas e levadas à prática… Em conclusão O trabalho do secretário da reunião pode resultar muito amplo e abrangente; e o organizador do encontro pode conseguir, com um bom secretário, um alívio providencial das suas tarefas: antes, durante e depois da reunião. continua...


O que são

as árvores? M. Agricultura – Autoridade Florestal Nacional

A

s árvores têm vida, são seres vivos como nós.

Pertencem ao reino vegetal e portanto têm algumas características que as distinguem dos animais: não têm mobilidade própria nem os cinco sentidos, o que quer dizer que não andam, não pensam, não falam, não vêem, não ouvem e não cheiram. O seu aspeto é bem conhecido. São formadas por: raízes, tronco, ramos e folhas. Têm ainda flores, frutos e sementes. Apesar de estarem escondidas debaixo da terra, as raízes são muito importantes. É através delas que a árvore retira do solo a água e os sais minerais para s e alimentar. As raízes podem ser muito cumpridas e ajudam a árvores a fixar-se ao solo, evitando que tombe. O Tronco e os ramos crescem e elevamse acima do solo. São formados pela madeira e, por serem rijos, ajudam a suportar o peso da árvore de forma a se manter direita. São eles que fornecem madeira para a indústria, a partir da qual se fabricam inúmeros objetos e materiais. São revestidos por uma espécie de pele – a casca – que os protege do exterior. Existem cascas de várias cores e aspectos, umas mais lisas, outras mais rugosas. Algumas são utilizadas pelo homem. A cortiça, a casca do sobreiro é muito conhecida entre nós, pois com ela se fabricam as rolhas e outros objetos do quotidiano. A casca do pinheiro – a carrasca, é usada nos canteiros de jardins e, depois de tratada, como substituto ou complemento da terra em viveiros de plantas. As folhas agarram-se aos pequenos raminhos que saem dos ramos. A sua cor verde deve-se a um pigmento

verde que existe nas folhas – a Clorofila. Ao longo do ano, as folhas de algumas árvores vão perdendo este pigmento e por isso a sua cor vai-se alterando: do verde passam a tons amarelados, avermelhados ou castanhos. As folhas são órgãos muito importantes pois é através delas que a árvore respira, transpira e prepara os seus alimentos. As folhas dos ramos, raminhos e folhas dêem o nome de COPA. As árvores dão Flores, Frutos e Sementes. Alguns frutos e sementes são comestíveis e bem nossos conhecidos: a castanha, a noz, a bolota e a cereja são frutos, o pinhão é uma semente. As sementes são muito importantes pois é a parir delas que nascem as novas árvores. Tal como nós, nem todas as árvores são iguais. Além dos diferentes tipos de folhas, casca, frutos, sementes, as árvores podem ser grossas ou finas, altas ou baixas, arredondadas ou mais bicudas, isto é, podem ter várias formas. Por outro lado, nem todas têm os mesmos “hábitos” preferindo viver em diferentes locais. Há as que gostam de sítios húmidos, junto a rios ou ribeiros, as que preferem os locais mais quentes e secos do sul ou aquelas que não se incomodam com o frio das regiões do norte ou das montanhas. E claro que também as encontramos nas aldeias, vilas e cidades, bordejando as ruas ou embelezando os parques e os jardins. Diz-se então que árvores com aspetos e caraterísticas diferentes pertencem a espécies diferentes. É a partir dessas diferenças que as conseguimos distinguir e identificar.

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tema de capa

Eleições Junta Regional e Conselho Fiscal

N

o dia 6 de Maio de 2012, no Anfiteatro do Paul ocorreu a tomada de posse da nova equipa regional da Guarda do CNE, com a presença de várias entidades religiosas e civis da região, do chefe Nacional e muitos dirigentes e caminheiros do CNE Regional. A nova equipa tem vários projetos, alguns ambiciosos, que pretende levar a efeito nos próximos 3 anos de mandato. O chefe regional, eleito, no uso da palavra apontou esses projectos, como sete caminhos, caminhos esses, fulcrais e importantíssimos para o crescimento e desenvolvimento do CNE diocesano e também nos jovens e adultos, nas vertentes: Humana, social e cristã.

1Aprofundar a vivência cristã e a dimensão espiritual; 2Assistentes e chefes de Agrupamento; 3Formação; 4 Recrutamento de responsáveis adultos; 5Inovar/Modernizar a Região; 6O dirigente como educador da fé; 7Diálogo/ Partilha e Confiança.

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A equipa regional eleita: Chefe Regional António Bento Duarte

Chefe Regional Adjunto José Rafael Alves Sebastião

Secretário Regional Administrativo e Financeiro Antero Mota Urgeiro

Secretário Regional dos Recursos Adultos Ricardo José Correia Prazeres Fidalgo

Secretária Regional do Projeto Educativo Sandra Cristina Martins Guilherme Bento Duarte

Secretário Inter-Regional Luís Fernando Santos Pereira

Conselho Fiscal e Jurisdicional Regional eleito: Presidente – Nuno Alexandre Paulo Duarte Rocha Vice-presidente – Gonçalo José Batista Pereira Secretário – Raul Pereira Araújo


O chefe Regional terminou as suas palavras, agradecendo a todos os convidados e escuteiros o apoio que lhe têm dado nesta sua longa caminhada escutista, que começou no ano de 1956, no Agrupamento nº 31 do Barco, onde fez a sua promessa de Lobito, passando pelo Agrupamento nº 20 do CNE da Covilhã, e dos 20 anos de Junta Regional da Guarda do CNE. Agradeceu também aos caminheiros e dirigentes que votaram na sua lista, em grande número, traduzido em 90,07% do “SIM”dos votantes e 62,14% que exerceram o seu direito de voto. Estamos todos de parabéns.

Cadernos Eleitorais e Resultados Números gerais da participação e da abstenção total da Região

dirigentes Dirigentes Inscritos

165

Votantes

111

67,27%

Abstenção

54

32,73%

caminheiros Caminheiros Inscritos

78

Votantes

40

Abstenção

38

geral Elementos Inscritos

243

51,28%

Votantes

151

62,14%

48,72%

Abstenção

92

37,86%

Eleição para a Junta Regional

Número de Inscritos Número de Votos entrados na urna

243 Presenciais

28,48%

43

Por correspondência

71,52%

108

Número de descargas cadernos eleitorais

62,14%

151

Abstensão

37,86%

92

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Eleição para a Junta Regional

Boletins de voto entregues à mesa

197

Boletins de voto não utilizados

46

Boletins de voto Inutilizados

0

Boletins de voto utilizados

151

lista única Boletins brancos

1,99%

3

Boletins nulos

0,00%

0

Boletins sim

90,07%

136

Boletins não

7,95%

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Eleição para o Conselho Fiscal Jurisdicional Regional

Número de Inscritos Número de Votos entrados na urna

243 Presenciais

28,48%

43

Por correspondência

71,52%

108

Número de descargas cadernos eleitorais

62,14%

151

Abstensão

37,86%

92

Boletins de voto entregues à mesa

197

Boletins de voto não utilizados

46

Boletins de voto Inutilizados

0

Boletins de voto utilizados

151

lista única Boletins brancos

1,99%

3

Boletins nulos

0,00%

0

Boletins sim

90,07%

136

Boletins não

7,95%

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Secções Dia Regional do Explorado

r

N

os dias 29 e 30 do mês de Abril, a Guarda acolheu o "Dia do Explorador", um encontro anual de escuteiros da Região da Guarda. O Agrupamento 134 da Guarda destacou-se, no evento do ano passado, pelo seu empenho, razão pela qual lhe foi confiada a missão de organizar este ano o mesmo evento. Nesta actividade tiveram inscritos 201 elementos dos quais 164 exploradores de vários agrupamentos da Região da Guarda tais como: Agrupamento 506 Paul; 580 Tortosendo; 801 Valverde; 505 Trancoso; 120 Fundão; 1335 Aldeia de Joanes; 153 Teixoso; 232 Manteigas – São Pedro; 231 Manteigas Santa Maria; 1222 Boidobra; 33 Belmonte; 20 Covilhã; 607 Unhais da Serra; 1299 Lajeosa do Mondego; 1141 Alpedrinha.

visam o desenvolvimento Físico, Espiritual e Intelectual, formando assim jovens capazes de serem construtores de uma sociedade melhor e mais saudável, afinal, a razão da existência de um Corpo de Escutas. O Agrupamento 506 do Paul destacou-se, este ano, a sua próxima missão será organizar o próximo "Dia do Explorador".

Estes encontros, para além de um fim-desemana de convívio e troca de conhecimentos, servem para testar as capacidades, tanto individuais como colectivas, através de jogos saudáveis, que A pista junho de 2012

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Secções Actividade Regional do Pio n

eiro

J

á foi há algumas semanas que mais uma Actividade Regional se realizou, no entanto, é certo que esta ainda deve estar no pensamento dos nossos Pioneiros. Foi no fim-desemana de 31 de Março e 1 de Abril que os Pioneiros da Região da Guarda se reuniram em Trancoso para mais uma actividade. Eram cerca de 80 e deslocaram-se dos diferentes pontos da Região. Para surpresa de todos, a actividade não decorreu bem nos modelos dos anos anteriores. A orientação não foi esquecida, mas foi apenas o modo que permitiu aos Pioneiros viverem todo um jogo que os levava até aos alimentos necessários para confeccionarem as suas refeições durante o fim-de-semana. Mas se fosse apenas isto, pouco encontraríamos de novo. Na verdade, todas as refeições foram preparadas em regime de “cozinha selvagem”, isto é, tendo como base a fogueira para cozinhar e não os fogões a gás a que ultimamente nos temos habituado. No almoço de Sábado, tudo parecia estranho, mas ao longo do fim-de-semana os Pioneiros lá se foram habituando à ideia de cozinhar numa fogueira. O dia foi longo, preenchido com um jogo de orientação onde conquistaram todo o material para as suas refeições, desde alimentos à lenha necessária. Com o cair da noite, e após o Fogo de Conselho no centro da Vila, as actividades terminaram com uma Ceia de Pães

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com chouriço cozidos a lenha pelos Pioneiros. O Domingo amanheceu e logo se ouviram os apitos que sinalizavam a alvorada do acampamento. Quase em modo de contagotas, lá se foram completando as Equipas e reunindo todos os participantes. Este segundo dia foi mais ligado à Comunidade, com a participação numa pequena procissão e na Eucaristia Dominical onde se celebrava a Juventude. Por todas as ruas se via esta imensidão azul, se ouviam gargalhadas ou cânticos que os Pioneiros entoavam. Após o almoço, mais uma verdadeira lição de cozinha selvagem, e uma pequena avaliação da actividade, foram divulgadas as Equipas que conquistaram mais pontos durante todos os desafios, sendo que o primeiro lugar foi entregue ao Agrupamento de Valverde. Apesar de todos os desafios e obstáculos, os Pioneiros regressaram a casa, após mais uma aventura, com a mochila carregada de novos conhecimentos, vivências e com vontade de serem melhores. Levam também a vontade de voltar a estar com os novos amigos. Foi mais uma actividade bem conseguida e que, com certeza, ficará na memória de todos os presentes. Caminheiro Diogo Ribeiro – Agr. 505 Trancoso Caminheira Patrícia Fazenda – Agr. 20 Covilhã


Ordenação Episcopal de D. António Manuel Moiteiro Ramos

Quem é D. António Manuel Moiteiro Ramos? O escutismo está mais rico. O Assistente do Agrupamento nº 134 do Corpo nacional de Escutas (Escutismo Católico Português), Padre António Manuel Moiteiro Ramos foi nomeado Bispo Auxiliar de Braga. É uma honra para o escutismo a nível nacional e fundamentalmente nível Regional, “ Diocese da Guarda”. O D. António Manuel Moiteiro ramos foi nomeado pelo santo Padre, Bispo Auxiliar de Braga. A sua ordenação será no dia 12 de Agosto, na Sé Catedral da Guarda, numa celebração presidida pelo cardeal da nossa Diocese D. José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as causas dos Santos. Em Braga, juntar-se-á a D. Jorge Ortiga e a D. Manuel Linda, bispo Auxiliar.

Actualmente o D. António Manuel Moiteiro ramos além de assistente do Agrupamento nº 134 CNE da Guarda é professor de teologia pastoral no Instituto Superior de Teologia Beiras e Douro, na cidade de Viseu. É também director do Secretariado da Educação Cristão e pároco da Sé da Guarda. O escutismo deseja a D. António Manuel Moiteiro Ramos muitos êxitos espirituais na nova missão, que vai ser ordenado no dia 12 de Agosto de 2012, na Sé Catedral da Guarda. Com a sua palavra, ajudando os outros a serem sim, e a dizerem sim!… Uma forte canhota. Os escuteiros da Região da Guarda

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O XXII acampamento Nacional realiza-se em Idanha A Nova, nos dias 04 a 10 de Agosto do ano de 2012. A Região da Guarda vai estar presente com os seguintes elementos: Lobitos

Exploradores

Pioneiros

Caminheiros

Chefes

Total

Covilhã - 20

9

33

28

9

8

87

Barco - 31

-

-

6

-

1

7

Seia - 116

-

-

5

-

1

6

Fundão - 120

7

14

5

2

6

34

Guarda - 134

-

9

9

-

3

21

São Pedro - 232

-

-

-

5

1

6

Trancoso - 505

-

-

1

6

2

9

Lageosa - 1299

15

-

-

-

3

18

Aldeia Joanes - 1335

-

-

-

1

-

1

SERVIÇOS

-

-

-

-

6

6

Agrupamento

TOTAL

31

56

59

18

31

195

É um grande orgulho para a Região da Guarda ter um contingente com 190 escuteiros. No último acampamento Nacional estivermos cerca de 90 escuteiros. Vamos estar mais 211% neste XXII acampamento Nacional sob o Lema:

Programa Geral

Educar para a Vida - Escuteirar

mais informações em http://www.acanac2012.org/

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Atos Oficias ORDEM DE SERVIÇO REGIONAL N.º 03/2012 30 DE JUNHO DE 2012 Nos termos do art.º 64, n.º2, alínea c) e do art.º 73 do Regulamento Geral do C.N.E. e para os efeitos convenientes, se publica o seguinte: 1. DETERMINAÇÕES Nada 2. CRIAÇÃO DE ESTRUTURAS E ÓRGÃOS REGIONAIS E LOCAIS Nada 3. EXTINÇÃO / SUSPENSÃO E NOMEAÇÃO DE ESTRUTURAS E ÓRGÃOS REGIONAIS 3.1. ÓRGÃOS REGIONAIS EXONERAÇÕES Junta Regional da Guarda do CNE António Bento Duarte - C. Regional José Rafael Alves Sebastião – C. R. Adjunto José Rafael Alves Sebastião – S.R. R. Adultos Sandra Cristina Martins Bento Duarte S. R. Projeto educativo Antero Mota Urgeiro – S. R. Adm/Financeiro Fernando dos Santos Gabriel – S. Inter Regional Conselho Fiscal Jurisdicional Regional Nuno Alexandre Paulo Duarte Rocha – Presidente Gonçalo José Batista Pereira – Vice Presidente Luís Fernando dos Santos Pereira Secretário Departamentos: 1ª Secção David Luís Leitão Pinheiro 2ª Secção António Luís santos Fernandes Gonçalo Júdice Nunes Vilhena Crespo 3ª Secção Nuno Miguel Martins M. Valério Couto 4ª Secção Gonçalo Manuel Martins Salvado Departamento Comunicação/Imagem Luís Rafael Correia Domingos Departamento Protecção Civil Segurança Vitor Manuel Freire João Paiva Neto caramelo Departamento Jurídico José Antunes Cerdeira NOMEAÇÕES Orgãos Regionais Junta Regional da Guarda CNE António Bento Duarte - C. Regional José Rafael Alves Sebastião – C. R. Adjunto Ricardo José Correia P. Fidalgo – S.R. R. Adultos

Sandra Cristina Martins Bento Duarte S. R. Projeto educativo Antero Mota Urgeiro – S. R. Adm/Financeiro Luís Fernando dos S. Pereira – S. Inter Regional Conselho Fiscal Jurisdicional Regional Nuno Alexandre Paulo Duarte Rocha – Presidente Gonçalo José Batista Pereira – Vice Presidente Raul Pereira Araújo. - Secretário Departamentos 1ª Secção David Luís Leitão Pinheiro Regina Maria de Jesus G. barata Pereira 2ª Secção António Luís Santos Fernandes Gonçalo Júdice Nunes Vilhena Crespo Nuno Miguel Ribeiro Adriano 3ª Secção Gonçalo Manuel Martins Salvado Susana Isabel Cleto Abrantes 4ª Secção Paulo Armando Marques Rodrigues Ana patrícia Costa Ribeiro fazenda Departamento Comunicação/Imagem Luís Rafael Correia Domingos Diana Filomena Cunha Silva Ana Isabel Marques Rosa Nuno Filipe Alexandre Carapito Diogo João Pinto Ribeiro André Filipe Abrantes Duarte Departamento Protecção Civil e Segurança Vitor Manuel Freire João Paiva Neto caramelo Departamento Jurídico José Antunes Cerdeira

Cátia Alexandra Direito Craveiro Patriarca 4.3. SAÍDA DO ACTIVO DE DIRIGENTES NADA 4.4 – TRANSFERÊNCIA Nada 5 – DIVULGAÇÃO DE MOVIMENTO DE DIRIGENTES PARA OS CARGOS 5.1- Exonerações de Dirigentes Nada 5.2- NOMEAÇÃO DE DIRIGENTES Nada 6- JUSTIÇA E DISCIPLINA/ACÇÔES DISCIPLINARES E DEMISSÕES Nada 7. JUSTIÇA E DISCIPLINA/DISTINÇÕES E PRÉMIOS Louvor Regional É concedido, às equipas Projecto do Cenáculo Regional pelo extraordinário serviço prestado à Região, pelo desempenho, missão, exemplo demonstrando, fidelidade à lei, princípios e. sabedoria, aos seguintes elementos: Hugo Martins, Luís Clemente, Gonçalo Salvado, Luís Alberto, Francisco Barata, Guilherme Adriano, Mariana Morais, Susana Abrantes, Miguel Castelo Branco, Cláudio Martins, Luís Mendes, João Lopes. 8. HOMOLOGAÇÕES/ QUALIFICAÇÕES

4. ADMISSÃO – DEMISSÃO TRANSFERÊNCIA – SAÍDA E REGRESSO AO ACTIVO DE DIRIGENTES

8.1 – CI (CURSO DE INTRODUÇÃO) Nada

4.1. ADMISSÃO

8.2. CIP (Curso Iniciação Pedagógico Samuel Filipe da Costa Fernandes

Agrupamento nº 231 CNE – S. Maria Manteigas Serena da Gloria Lopes da Cunha Martins Pedro Tiago Paiva Figueiredo Paulo de Jesus Abrantes Martins

8.3 – CAP (Curso Aprofundamento Pedagógico) Nada

4.2. REGRESSO AO ACTIVO DE DIRIGENTES

Covilhã, sede da Junta Regional, 30 de Junho de 2012 O Chefe Regional

Agrupamento nº 231 CNE – S. Maria Manteigas

9- RECTIFICAÇÕES Nada

(António Bento Duarte)



A Pista | n.º 71