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A N O XCII - N.

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9.777

S A B A D O , 1 8 d e Janeiro d e 1992

A COMARCA DE ARGANIL

3300 MtGANIL Taxo

PORTE PAGO

TRISSEMANARIO REGIONALISTA COM GRANDE EXPANSAO NO PAfS E NO ESTRANGEIRO REDAC?AO, ADMINISTRAQAO E TIPOGRAFIA Rua Oliveira Matos, 1 Ayartado 6

3300 A R G A N I L

Tele/one ( 0 3 5 ) 2 2 2 0 2 - Telefax ( 0 3 5 ) 2 2 2 8 4

FUNDADORES: A. Josi Rodrigues e Eugtnio Moreira CONTINUADORES: Jose Castanhelra Nunes e Joao Castanhelra Nunes Director F R A N C I S C O C A R V A L H O D A C R U Z Redactor e m Lisboa: A N T O N I O LOPES M A C H A D O

Nos u l t i m o s dias, a estrada Arganil-Sarzedo tem s i d o m u i t o badalada n o s m e i o s sociais d e Arganil e a volta dela se levanta uma certa c o n t r o v e r s i a d e v i d o aos acidentes m o r t a i s q u e m u i t o recentemente a l i ocorreram. Com efeito, a l i p e r d e r a m j a a vida algumas pessoas, n a s u a maioria jovens. O tragado d a via e m q u e s t a o nao e n e m s i n u o s o n e m acidentado, de m o d o a p r o p i c i a r tais acidentes. E a n t e s u m tragado Praticamente recto, p i a n o e c o m alguma largura d e faixa d e rodagem. P o r i s s o , u m tragado que, P°r si, nao c o n s t i t u i r i a q u a l q u e r Perigo. Mas, talvez p o risso, alguns automobilistas o e s c o l h a m p a r a Pista de rati, s e m r e s p e i t o p o r s i e Pe/os outros, s o b r e t u d o p e l o s Pedes que p o r a l i transitam e m Stride numero. E bom l e m b r a r q u e aquela via a°e uma mera estrada, p o r entre ' n hais o u c a m p o s desertos; e

u m a via urbana, u m a r u a ladeada de habitagdes, templos, unidades industrials e p o s t o s d e abastecim e n t o d e combustiveis. E u m a arteria c o n c o r r i d a tan to d e veicul o s c o m o d e pedes. Utiliza-la d e forma leviana e u m verdadeiro atentado a vida p r o p r i a e d o semelhante. Que fazer p a r a o b v i a r a tal situagao? Que m e d i d a s p a r a e v i t a r o s acidentes, m o r t a i s o u nao, naquela via? A q u i esta, talvez, o c o m p l i c a d o d o problema. M a s n a o t a o c o m p l i c a d o q u e n a o tenha s o lugao, o u que n a o haja m e d i d a s que, p a r a ja, p o s s a m s e r tomadas para encontrar uma solugao a c u r t o prazo. Parece-me q u e e d e i m p o r u m limite maximo de velocidade baixo, a o l o n g o d e toda aquela via, a t e a o cemiterio d o Sarzedo, e exerc e r vigilancia r i g o r o s a n e s t e p a r t i c u l a r e p u n i r o s prevarica-

(Continua na ultima p£gina)

. A s s i n a t u r a - 1.850$00 p o r semestre. Preqo a v u l s o - 40$00

da Camara Municipal die Oliveira do Hospital em entrevista a «A Comarca»

- Pelo DR. F. CORREIA DAS NEVES

Nota da Semana

Propriedade da Empresa de «A Comarca de Arganil», L.da

O presidente

I - apontamento a mesa do cafe Estava eu de novo a tomar aminha bica no «Doce Fino», aqui perto da Pra?a da Republica, que ja foi «de D. Manuel", por sinal bem bonita, com incrustagoes rsnascentistas, e onde D. Sebastiao assistiu a uma tourada pouco antes de desandar para Alcacer-Quibir. E, com efeito, enquanto saboreava o cafe, apreciava tambem a conversa de urn grupo, que, pelo teor do discurso, me levou a concluir tratar-se de representantes sindlcais. - Ja estivemos esta semana em varios sitios e hoje ainda vamos ficar a Portalegre - ouvi a um dos falantes, em certo momento. E fiquei-me a pensar como realmente temos corrldo muito, de ha anos para ca, em Portugal. Os Portugueses nao descansam. Ha meses, num jantar de homenagem a um titular politico, meu amigo, ao usar da palavra, um euro-deputado nosso salientava: «Ja hoje sai de Estrasburgo, estive em Bruxelas, cheguei a tardinha ao aeroporto da Portela, tomei ai o meu automovel e parti para Beja, onde cheguei ha pouco, pois nao podia faltar a esta homenagem ao meu grande amigo dr. B. M.». Muito se tem corrido, na verdade. A correr se destronou o «fascismo» - o national, claro - e tao a pressa que a maior parte das pessoas nao chegou a perceber nada... A fugir, quer dizer, a correr fomos para a ilha de Atauro, deixando Dili (Timor). De repente, saimos do Ultramar, descolonizamos a correr e a correr tratamos de nos meter na CEE. Ocupamos e nacionalizamos acorrer. Democratizamos a correr. Criaram-se partidos, sindicatos, cooperativas, muitas asso­ ciates, comissoes, tambem muitos centros de cultura e animacao - e tudo a correr. As entidades, oficiais e particulars, deslocam-se a toda a hora. Ha reunifies, convivios, dialogos, seminarios, encontros, visitas, por toda a parte e sem descanso. E uma roda viva... Corremos para votar e votamos a correr, para ir ver quem ganhou... Corremos muito nos corredores, nas ruas e nas estradas e dai a desgraca portuguesa dos acidentes. Corremos ao subsidio e ao credito, perigoso sedutor... Corremos para o fim-de-semana, que e um amor... Tem graca: as vezes logo a quinta-feira me estao a desejar «bom fim-de-semana, sr. dr.». Que gente boa! A gaita e que, como sou trabalhador independente, as mais das vezes passo-os a trabalhar. 0 que se tem corrido, meu Deus! Mas e preciso dialogo, accao, sem duvida. Algumas coisas se vao resolvendo, outras nao ou mal. Reina muita confusao em tanta azafama. Perdeu-se o norte, o fio condutor, em muitos dominios, ate morais ou civicos. E estava eu assim cogitando quando me veio a lembranga o que ha anos ouvi no tribunal de Reguengos de Monsaraz a uma testemunha, o Fale, homem esperto, exacto, no decurso da audiencia de julgamento do pedido de declara?ao de insolvencia dum agricultor, por sinal antigo pegador de touros, em resposta a esta nossa pergunta: - Mas afinal o sr. P. R. F. era ou nao um individuo trabalhador, ele nao se mexia pela vida? Com efeito, rematou o Fale: - Bom, la correr, corria ele, ma andava pouco... Sera que nos vai acontecer o mesmo?

PU&LICA-SE AS TERRAS, QUINTAS E SABADOS

faz o baiango de dois anos do seu primeiro mandato - O prof. Cesar Oliveira exclui qualquer hipotese de se recandidatar a novo mandato

D. Eurico Dias Nogueira homenageado pela Galiza Mais uma h o n r o s a distincao f o i conferida ao sr. D. Eurico Dias Nogueira, n o s s o ilustre conterraneo e A r c e b i s p o Primaz d e Braga. C o m efeito, o presidente d o G o v e r n o A u t o n o m o da Gaiiza entregou a o sr. D. Eurico a s insignias d e m e m b r a honorario d o Instituto Cultural Galaico-Minhoto. Na ocasiao f o r a m tecidas ajustadas consideracoes acerca d o s latjos comuns existentes entre a Galiza e Portugal, particularmente c o m o Minho, e f o r a m dirigidas palavras d e muito aprego a o preiteado. Congratulamo-nos pela distingao conferida a o sr. D. Eurico Nogueira e aqui Ihe deixamos a s n o s s a s sinceras felicitacoes.

Sao frequentes os nossos contac­ t s com o presidente da Camara Mu­ nicipal de Oliveira do Hospital, prof. Cesar Oliveira, um homem que sempre teve r e d o e s cordiais com A Comarca, tal como os seus antecessores. E mais uma vez aconteceu um encontro, quase casual. Nao quisemos, porem, deixar passar a oportunidade sem Ihe pedir para nos falar das coisas do concelho de

comemorou festivamente o Feriado Municipal

Treze d e Janeiro de 1989. Noventa e quatro a n o s e s t a o passados desde a Restauracao definitiva d o C o n c e l h o d e Poiares. A edilidade c o m e m o r o u m a i s uma vez esta i m p o r t a n t e data.

festejaram mais um aniversario

PENACOVA

inaigvra installs

do Tribunal e outros servic0os Amanha, domingo, na vizinha vila de Penacova serao inauguradas as novas instalacoes das Conservatdrias de Registo Civil, Predial, Comercial e Cartorio Notarial, bem como do edificio do Tribunal, recentemente remodelado. Para o efeito, desloca-se aquela vila o Ministro da Justica, que devera ser recebido na Camara Municipal, as 11-30 horas.

Cesar Oliveira respondeu: - Plenamente, plenamente. 0 ba­ lanco destes dois anos julgo que e amplamente positivo. Por um lado, fizeram-se algumas realiza9des importantes, quer de obras que vieram do ante-

Vila Nova de Poiara

O s Amn ios de Arganil Embora c o m u m p o u c o d e atraso, d e v i d o a extravio d e c o r respondencia alusiva, nao querem o s d e i x a r d e i n s i s t i r na publicagao desta noticia, p o i s ela e necessaria, sabendo-se q u e

Oliveira do Hospital, um concelho e uma vila que tem progredido a olhos vistos, merce de uma louvavel congregacao de esforcos. Em jeito de balanco do que foi feito no concelho nos dois primeiros anos do seu mandato, pedimos ao prof. Cesar Oliveira que nos dissesse se neste espago de tempo estao alcangados os objectivos a que se propos.

«quem n a o aparece, esquece». E o s Amigos de Arganil aparec e r a m u m a vez m a i s a c o m e m o rar o seu aniversario, nao s e esquecendo p o i s d e erguer m a i s u m m a r c o na sua existencia atraves d e u m p r o g r a m a simples. Assim, recentemente, num dia em q u e o sol c o n v i d a v a ao passeio, m a i s d e meia centena d e «amigos» juntaram-se n o R o s s i o para, i s s o m e s m o , passear a n t e s d o mais. E, pela marginal, c o n h e cida pela Costa d o Sol, u m luxuoso a u t o c a r r o levava a c o m i t i v a a apreciar, parando a q u i e acola, as belas i m a g e n s q u e a regiao oferece. Destacamos a paragem na B o c a d o Inferno e Cabo d a Roca, c o m o se sabe o p o n t o m a i s ocidental da Europa. A l g u n s a m i g o s deslocaram-se n o s seus automoveis, p o i s a lotacao d o autocarro estava c o m pleta. O p o n t o de chegada era Mafra, o n d e o Restaurante Castelao esperava, c o m o s e u belo s e r v i c o para contentar a todos. Realmente, ja n a o e a primeira vez q u e aquele estabelecimento hoteleiro e irnpecavel n o seu servi90, apresen(Continua na ultima pAgirta)

O p r o g r a m a iniciou-se c o m uma salva d e f o g u e t e s pelas 8 h o r a s da manha, t e n d o r e u n i d o mais tarde t o d o o elenco camarario, juntamente c o m a l g u n s cidadaos. Cerca d a s 11 h o r a s e, i n s e r i d o na data c o m e m o r a t i v a , f o r a m descerradas q u a t r o p l a c a s alusivas a o concelho, c o l o c a d a s n o s limites d o m e s m o , designadamente na EN 17 (Ponte da Mucela e Vale d e Vaz) e EN 2 (Olho Mar i n h o e Louredo), q u e servem d e a c e s s o a Vila Nova d e Poiares. Nestas placas podem ler-se diver(Continua na 2." pagina)

P r o f, d o u t o r C e s a r O l i v e i r a rior executivo, quer de prepara^o doutros projectos e obras que se esperava fazer. E referindo-se as obras que vieram do anterior executivo e agora executadas, Cesar Oliveira disse-nos: - Executamos as escolas primarias da vila, a estrada S. Giao-Rio Mel, a estrada Penalva-Carvalha, a estrada Chao Sobral-Vale de Maceira, para alem de inumeras obras nas freguesias. Continuando no sector obras, o autarca oliveirense adiantou: - Esta agora a completar-se o sa(Continua na 7 J pdgina)

Cronka do Porto

Torre dos Clerigos • Por ANiBAL PACHECO

R E G I O N A L I S M O S E R R A N O ( C L X X V I ) : Casal de S. Jose - U m f i m de ano diferente (2) Habito ja implantado ha alguns a n o s m a s q u e agora se v i u refor5ado c o m u m consideravel n u m e r o d e n o v a s adesoes, u m g r u p o d e casalenses c o s t u m a reunir-se para celebrar a passagem d o a n o n u m jantar cuja ementa t a m b e m e tradicional - b a c a l h a u c o m batatas e hortalica r e g a d o s c o m azeite e... muita amizade. A tradicao l o c a l t a m b e m reza q u e estes r e p a s t o s c o m u n i t a r i o s

estao reservados a o s casalenses d o s e x o masculino, o q u e parece estar a g e r a r a l g u m a c o n t e s t a g a o p o r parte d o s e l e m e n t o s d o s e x o feminino, que este a n o resolveram r o m p e r c o m tal d i s c r i m i n a g a o e organizar t a m b e m i d e n t i c o en­ contro d e convivio, que decorreu e m local p r o x i m o daquele o n d e se verificou o reservado a o s homens. Sao, verdadeiramente, d u a s


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A C O M A R C A DE

VILARINHO & SOBRINHO, S.A.

Ghave cTOuro cafes Rua das Janelas Verdes, 34 a 82 66 44 33 • 66 42 78 • 66 12 01 — USBOA Telex 6 28 88 VICAFE P Fax: 67 34 42

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t Esiolt M o n o «do Um»

e a sua situagao

Parece-nos ponto controverso a situacao d a futura Escola Se­ c u n d a r i a a instalar n o «Vale d o Rio Alva». Defende-sea « P o n t e d a s T r e s ' Entradas» , c o m o s e a r g u m e n t a m as vantagens d e «Avo». Neste u l t i m o c a s o (Avo), apontam-se c o m o p o n t o s principais para a s u a instalagao, as belezas naturais, o correio, a farmacia, o medico, etc., etc.. Evidente se torna que sao f a c t o r e s p o s i t i v o s a considerar, m a s parece-nos nao serem totalmente prioritarios. Existem Escolas p o r este pais fora q u e nao chegam, em localizagao, a o s <<calcanhares da «Ponte»... A meu ver, a situacao geografica d o local em relagao a s povoagdes limitrofes devera ser, s i m , o p o n t o dediscussao, para a instalagao da Escola. Argumente-se, ponderem-se o s p r o s e o s c o n t r a s e encontre-se a situacao ideal, que, a o f i m e a o cabo, seja d o interesse de todas as popu­ l a t e s q u e irao frequentar a fu­ tura Escola. A r g u m e n t a r p o r razoes bair-

festas d e caracteristicas semeIhantes e iguais n o s seus objectivos, m u i t o c o n t r i b u i n d o , uma e outra, para reforgar o s sentiment o s de amizade que ligam o s casalenses e para cimentar ainda m a i s u m a uniao que, ao nivel d o reginalismo, tem p r o d u z i d o assinalaveis f r u t o s n o que respeita ao desenvolvimento da sua terra. Bern p r o x i m o d o s locais o n d e aqueles e n c o n t r o s de c o n v i v i o decorriam, uma m o n u m e n t a l fogueira, n o c e n t r a d o p e q u e n o largo que encima a povoacao e o n d e velhas cepas para ali trazidas pelo e n t u s i a s m o de m u i t o s casalenses crep:tavam ruidosamente e aqueciam o ambiente f r i o da ultima noite d o ano, dava l o g o a nota agradavel de que n o Casal de S. J o s e as velhas tradigoes nao morrem, antes pelo contrario, o seu p o v o esforga-se n o sentido d e q u e elas se mantenham pelos t e m p o s fora e, s e possivel, cada vez mais v i v a s e participadas. No que toca a o c o n v i v i o masculino, e m q u e n o s foi d a d o participar, mais d e meia centena d e convivas distribuiram-se por duas amplas mesas preparadas para o efeito na extensa garagem que o seu proprietario, Angelo Amorim, u m d o s p r o m o t o r e s desta interessante iniciativa, havia franqueado aos seus conterraneos para cenario de tal confraternizagao. Com Jose d e Almeida, na s u a contagiante boa disposigao, a dir i g i r u m servigo esmerado e s e m margem a reclamagoes, a animagao depressa se instalou n o espirito d e t o d o s o s convivas. A nosso lado, o dr. Hans, u m medico holandes que tambem ja e casalense, manifestava-nos o s e u regozijo p o r partilhar d e tal am­ biente de confraternizagao, sublin h a n d o o caracter genuino destas manifestagdes simples m a s cheias d e significado e m t e r m o s de convivencia fraterna. A N I B A L PACHECO

risticas parece-me nao ser a melhor solugao. Sou de A l v o c o d e Varzeas e, embora n a o seja u m residente permanente por razoes profissionais, nao fica a m i n h a terra a dever nada em belezas naturais a Avo... e longe de m i m a ideia de a Escola ser construida na minha terra, p o r precisamente nao ser o local ideal para a sua implantagao. Penso que tanto na «Ponte» c o m o na estrada para «Penalva» havera locais para a implantacao da Escola. De qualquer modo, discuta-se o q u e se discutir, nao s e esquegam de construir a Escola!! Porto, 13 de Janeiro de 1992 EUGENIO OSORIO CARVALHEIRA

Pc FfllflO 0 tempo Depois do bom tempo que tivemos, com lindos dias de sol a brilhar, aquecendo-nos nos dias festivos de Natal e Ano Novo, chegou inesperadamente um terrivel temporal. Assim, a meio da semana passada tivemos grande ciclone de vento, chuva, neve e a noite ouviram-se mesmo enormes trovoes. Entretanto, a chuva estava a fazer muita falta, nomeadamente as hortas e pastagens para os animais, assim como os nascentes estavam completamente secos, mas agora parece-nos que vamos ter invemo a serio.

Falecimentos A nossa freguesia viveu ha dias momentos de grande e profunda tristeza, merce da realizagao de dois funerais: da sr.® D. Maria do Ceu Nunes de Almeida, do lugar de Mata, e do sr. Eduardo Alves Custodio, natural do Ceiroquinho, tendo este ja sido referido em A Comarca. Eram 14-30 horas quando os feretros deram entrada na nossa igreja, ficando lado a lado durante os oficios funebres, presididos pelo nosso paroco. Apos a missa de corpo presente teve lugar o grande e triste cortejo para o cemiterio, nele se incorporando muitas pessoas vindas de Lisboa e de localidades da freguesia. A sr.3 D. Maria do Ceu Nunes contava 81 anos, era viuva e mae de D. Maria Alice Nunes de Almeida, com quem residia. Era avo dos srs. Carlos Alberto, D. Maria Helena e Fernando Almeida Dias; e irma de D. Maria dos Prazeres Bernardo. Sentidos pesames a toda a familia.

1ECN0C0NTA

Vila Nova do Ceira em

PIQUENIQUE EM LISBOA A FAVOR DA FILARMONICA DE VILA NOVA DO CEIRA. - De fonte fidedigna, foi-nos informado e confirmado que no proximo dia 5 de Julho se vai realizar em Lisboa, na Serra do Monsanto, junto ao Moinho do Penedo, um piquenique com a exclusiva finalidade de angariar fundos para a sobrevivencia eauxiliar a Associagao Desportiva Educativa e Recreativa Filarmonica Varzeense, de Vila Nova do Ceira. Organizada pelo sr. Mario Simoes, natural de Passd, julgamos nao ser demais salientar que esta iniciativa deve merecer a todos os varzeenses, pelo menos aqueles que amam a sua e nossa terra, o melhor acolhimento e carinho, porque so um varzeense que dedique muito carinho, amor e inte­ resse a sua terra se arroja a uma tarefa desta natureza. A organizacao de um piquenique implica nao so muito trabalho mas tambem uma concertada orientacao e grande dispendio, a que o seu mentor ja esta habituado, mas por tudo isto nao podemos, nem devemos ficar de bragos cruzados, ate porque esta em jogo a sobrevivencia da menina dos olhos bonitos da linda Varzea do Ceira. Temos que, dentro das nossas possibilidades, apoiarmos esta bonita inicia­ tiva e comparecermos todos no Mon­ santo, com as nossas familias, no dia 5 de Julho. Finalizando, aqui fica o nosso reconhecimento aosr. Mario Simoes, um grande amigo da nossa Filarmonica, pelo piquenique que se vai reallizar em favor desta. Que linda ligao de bairrismo nos da. DESASTRES NO TRABALHO. Esteve internado durante alguns dias no Hospital Novo de Coimbra, por ter sido apanhado pela serra mecanica com que trabalhava na Serragao e Carpintaria Mecanica Varzeense, o sr. Jose Duarte Carvalho, casado com D. Ilda Marta Ferreira, natural da Varzea Grande (Vila Nova do Ceira). Do acidente, que podia ter conse­ q u e n t s mais graves, o que felizmente nao aconteceu, resultou-lhe a perda das falanges dos primeiros tres dedos da mao direita, estando tambem sujeito a perder o dedo minimo da mesma mao em virtude da forma em que ele se encontra, pelo que tera de ser novamente submetido a uma operacao cirurgica. Desejamos ao sr. Jose Duarte Car­ valho muito boas melhoras e uma boa recuperagao. - Tambem esteve internado no Hospital da Universidade de Coimbra, por ter sofrido um desastre no trabalho, de que Ihe resultaram graves ferimentos, o sr. Alcindo Martins Leal, casado com a sr.3 D. Cidalia Rodrigues Martins, trabalhador da Camara Municipal de Gois, natural e residente na Varzea Grande (Vila Nova do Ceira. Desejamos ao sr. Alcindo Martins Leal a melhor recuperagao e boas me­ lhoras.

Lisboa QUEDA DESASTROSA. - Ha dias, o sr. Antonio Fernandes iVIarta dirigiu-se as oficinas de automoveis da Sore! para ali mandar proceder a uma revisao ao seu automovel, revisao essa que se tornava indispensavel. Uma vez ali e por determinagao dos mecanicos, procura colocar o seu au­ tomovel na fossa das oficinas e, comegados os necessarios trabalhos, quando o sr. Antonio saia para fora do seu automovel, sem se aperceber do perigo que o espreitava, caiu desamparadamente na referida fossa, resultando-lhe a fractura de tres costelas e varias contusoes. Conduzido de urgencia a uma clinica, onde foi observado e tratado, recolheu ao leito, onde permaneceu cerca de tres semanas. Desejamos-lhe as mais rapidas melhoras, com uma boa recuperacao. DR.A ISABEL MARIA DE MATOS GOUVElA. • Em viagem de servigo do Banco Fonseca & Burnay, esteve em Macau a nossa estimada conterranea sr.8 dr.3 D. Isabel Maria de Matos Gouveia, funcionaria superior daquela instituigao. A dr.8 Isabel Maria, embora tenha nascido em Lisboa, e oriunda de Vila Nova do Ceira e de Venda do Vale (Mouronho), sendo filha da sr.8 D. Maria Bertilde da Conceigao de Matos Gouveia, de Vila Nova do Ceira, e do sr. Fernando Martins Gouveia, natural da Venda do Vale, residentes em Lisboa. Entretanto e com muito prazer que registamos a passagem, no dia 15 do corrente mes, de mais um aniversario natalicio da dr.3 D. Isabel, enquanto no dia 1 de Fevereiro tambem se assinala o primeiro aniversario natalicio de sua filhinha. Por tao felizes acontecimentos, enderecamos a dr.3 Isabel os nossos sinceros parabens, com votos de mui­ tas felicidades. QUEM VIAJA. - Estiveram em Vila Nova do Ceira as seguintes familias, que ali foram passar as festividades do Natal: dr. Octavio Dias Garcia e esposa D. Maria Luisa Garcia Travassos Garcia; Mario Simoes, esposa D. Maria Fer­ nanda de Matos Ferreira, filho Vitor Manuel Figueiredo Simoes, filha Carla de Figueiredo Simoes e nora D. Maria Teresa Ferreira; Jose Augusto Carneiro Martins, esposa D. Maria Manuela Fer­ nandes e filha, estudante do 1.s ano de Direito. - De visita a sua mae, D. Laurinda dos Prazeres Barata, tambem estive­ ram em Vila Nova do Ceira o sr. Jose Barata Costa e irma D. Maria Bertilde Barata Costa. - Igualmente de visita a sua mae, bem como a sua esposa, tambem esteve em Vila Nova do Ceira o nosso conterraneo sr. Jose Serra Fernandes. A todos desejamos que tivessem tido uma boa estadia na sua e nossa terra, com gratas recordagoes natalicias. - D. A. F.

0 nosso jornal em Lisboa Toda a correspondencia e quaisquer outras comunicagdes destinadas ao nosso redactor em Lisboa, ANT6NIO LOPES MACHADO, devem ser entregues na Pastelaria Monsanto, na Rua Condes de Monsanto, 1-A e 1-B (a Praga da Figueira), ou na Rua Rodrigo da Fonseca, 133-r/c, d.to (ao Liceu Maria Amelia). Qualquer comunicagSo pode ser feita, durante o dia, pelo telefone 689458 - Machado & Dias, L.da, ou pelo fax 3874436, e de noite, em caso de urggncia, pelo telefone de casa, 833430, na Rua Carvalho Araujo, 112-1.9.

Gabinete de Contabilidade D e

J o s i Ferreira Serra

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18-1-1992

ARGANIL

Vila Nova de Poiares

comemorou o Feriado Municipal

(Continuado da 1." pAgina) s o s elementos s o b r e o c o n c e l h o de Poiares. Depois seria a vez da s e s s a o solene n o salao nobre da Camara Municipal. O d i s c u r s o d e abertura pertenceu a o presidente d a Camara, s u b l i n h a n d o o signifi­ cado da data comemorativa. Jaime Soares alertou para a n e c e s s i dade de a populagao partilhar activamente e m t u d o o q u e sao o s s e u s valores, l a m e n t a n d o a ausencia d o s j o v e n s nesta manifestagao d e c o m e m o r a g a o d o s 94 anos da restauragao d o c o n c e l h o e acrescentando s e r e m eles o s p r i n c i p a i s r e s p o n s a v e i s pela c o n t i n u i d a d e d o s e n t i d o d e respeito pela nossa terra. « 0 nosso concelho e u m concelho im-

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c u r i o s a narrativa recuada n o t e m p o , t r a n s c r e v e n d o minucio. s a m e n t e o p u l s a r d o concelho aquando da sua chegada em 1935 U m d o c u m e n t o vivo da trans! formagao q u e o desenvolvimento imprimiu ao concelho, testemunho p r e c i o s o d o patrimonio socio- e c o n o m i c o e cultural da altura A encerrar esta cerimonia solene f i c a r a m as palavras d o dr. Anto^ n i n o Henriques, n u m a exposiga0 b r i l h a n t e s u b o r d i n a d a a diferentes aspectos da vida do concelho d e s d e o s t e m p o s mais remotos a o s d i a s d e hoje. Uma resenha perspicaz, percorrendo rigorosamente a historia d o concelho, num d o c u m e n t o d e elevado valor h i s t o r i c o , d i g n o de rasgados e l o g i o s a o s e u autor, dr. Anto-

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m paravel, pociera nao ser pelas obras que n o s c o n s t a t a m o s n o d i a a d i a e se v a o desenvolvendo, q u e v a o acontecendo t o d o s dias, m a s tambem p o r todo o interior deste espago deste terreno q u e e o n o s s o ; da area geografica q u e o c u p a m o s e q u e fertiliza d e tal f o r m a q u e p e r m i t e q u e e s s e inte­ rior se veja, se m o v i m e n t e e s e sinta crescer, atraves d e cada u m d o s seus cidadaos» - referiu. Para Jaime Soares, a riqueza d o c o n ­ celho nao reside s o m e n t e n a beleza natural e n v o l v e n t e e n a expressao d e d e s e n v o l v i m e n t o que caracteriza o c o n c e l h o , m a s , sobretudo, n o s p r o p r i o s poiarenses e n u m a participagao a c tiva d o s m e s m o s na c o n s t r u g a o d e u m Poiares m e l h o r .

Poiares cinquenta anos depois Seguidamente, usou da palavra o p r o f e s s o r J o s e M o r a i s , que brindou todos o s presentes c o m o retrato d e « 0 q u e era Poia­ res ha c i n q u e n t a anos»». U m a

n i n o Henriques, ilustre poiarense q u e m u i t o t e m v i n d o a dedicarao seu concelho bergo. Um discurso notavel q u e esperamos venha a m e r e c e r t r a t a m e n t o mais adequado, merecendo com justo valor publicagao posterior, inserida nao s o na data comemorativa, como p e l o p r o p r i o documento que representa. A assinalar as comemoragoes, foi ainda inaugurada pelas 14 horas uma exposigao de pintura de Hans G e o r g S c h u s s l e r nosalaodoedif i c i o d o M e r c a d o Municipal, uma d a s p r i m e i r a s realizagoes agend a d a s p e l o s servigos culturais d a a u t a r q u i a para o ano de 1992. Schussler, d e naturalidade alema, esta radicado n o pais desde 1987, t e n d o ate a o m o m e n t o realizado ja i n u m e r a s exposicoes indivi­ d u a l s e colectivas, um pouco por t o d o o pais. Esta mostra ira estar aberta ao publico ate 23 de Janeiro, n o h o r a r i o 14 - 1 9 horas e, ao fim-de-semana, d a s 16 as 21, P0' dendo ali ser apreciadas inumeras telas n o domi'nio d o foto-realismo, n u m c o n j u n t o d e reconhecido valor.

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18-1-1992

A

Restauro

da igreja do Barril de Alva para as propriedades que possui, mas aguarda-se a c o n c l u s a o d u m a promessa que fez para o s barrilenses que v a o ao b a n h o n o Colago, e nao so, que e a recuperacao total d o agude. Para o a m i g o eng. Joao Manuel, o bem-haja de todos nos.

As obras de restauro da nossa igreja prosseguem de acordo c o m as previsoes e o prazo esta a terminar dentro e m breve. Presentemente, estao em vias de conclusao as o b r a s na sacristia e nas instalagoes sanitarias. Os bancos n o v o s ja f o r a m encomendados, mas dinheiro para satisfazer o seu c u s t o ainda n a o sabemos onde esta. Mas chegara com certeza, porque o s bamlenses e os n o s s o s a m i g o s tern acorrido, embora - repetimos - s e m a pressa necessaria, para colaborar nesta obra que e de t o d o s nos. Hoje registamos a s ofertas de Maria Teresa Neves Nunes d o s Santos, Fernando M. C. A u g u s t o e eng. Joao Manuel R o d r i g u e s d e Oliveira, com 10.000$00 cada; Jose Apolinario Nunes d e Brito e J o s e da Silva Tavares, 5.000$00 cada; e Fernando Paulo Antunes, 1.000$00. Abilio Vicente da Fonseca, sempre p r o n t o a ajudar e m t o d a s as iniciativas Ioca is. ofereceu seis dias de trabalho no forro da nossa igreja. Salientamos este gesto d o Abilio Vicente, q u e infelizmente nao foi seguido p o r mais ninguem, e agradecemos-lhe, a s s i m como a esposa, a Etelvina, disponivel sempre a estar presente nas «coisas» d a nossa terra. E para finalizar, t e m o s hoje a registara oferta d o n o s s o a m i g o Joao Manuel Rodrigues de Oli­ veira, n o s s o v i z i n h o de Coja e grande industrial na nossa regiao, mas m u i t o l i g a d o a o Barril d e Alva, onde e p r o p r i e t a r y . Aqui p r o m o v e u ha a n o s u m a iniciativa no Colaco, recuperando interiormente a m o e n d a e o s acessorios e m a n t e n d o exteriormente t u d o c o m o a s p e c t o primitivo. Aqui passa c o m a sua famflia algumas h o r a s d e lazer, as poucas que a sua vida laboriosa Ihe deixa livres. Sabemos d o s s e u s p r o j e c t o s

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Aniversario natalicio Completou ha dias as suas 65 primaveras o n o s s o conterraneo sr. A r m a n d o d o s Santos, aqui residente. Os n o s s o s parabens, c o m v o t o s d e que esta data se repita p o r m u i t o s anos.

Conterraneos continuam a responder com generosidade ao apelo da sua Comissao • 468 contos aj subscritos anonimo ceiroquinhense, 50.000$00; a n o n i m o ceiroqui­ nhense, 15.000$00; Aurelio dos Santos, 10.000$00; VTtor Manuel Santos Moreira, 1.000$00; e Antonio A l m e i d a Santos, 38.000$00. Total, 468.900$00. Assim vai a c a m p a n h a para pagamento d a 1.g fase das obras j a realizada na nossa Casa d e Cultura e Recreio. Vamos publicando todas as dadivas recebidas para que haja transparencia nos nossos actos, c o m o e timbre dos ceiroquinhenses. A d i r e c c a o a g r a d e c e reconhecida a todos, desejando-lhes um A n o Novo prospero. Pela direccao, - Antonio de Jesus Fer-

nandes

Dr. Adelino Marques PROFESSOR DA FACULDADE DE MEDICINA

Director dos Servigos de Nefrologie (doengas renals-hipertensao) dos H.U.C. Telef. 29086-3000 COIMBRA R u a d a Sofia, 139, 4.® (elev.) Consultas: 2.8$ e 6.as-felras

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Dr. Vasco d e C a m p o s

Chegou ao f i m 1991. A n o s e m duvidafatidico, p o i s n u m e s p a g o de p o u c o mais d e d o i s m e s e s desapareceram d o m u n d o d o s vi­ v o s duas figuras de grande relevo na nossa regiao, especialmente na Beira-Serra. Refiro-me, c o m o e obvio, a o dr. Vasco d e C a m p o s e a J o s e Cabral. Com a morte deles, estas serranias perderam dois d o s seus mais dilectos filhos. A c u l t u r a e a medicina portuguesa ficaram mais pobres, A Comarca de A r g a n i l ficou sem dois d o s seus mais apreciados colaboradores. Enfim, f o i d u r o d e m a i s para t o d o s n o s . O Piodao hoje, toda a g e n t e sabe, e u m M o n u m e n t o Nacional d e grande importancia, mas, o que nem toda a gente sabe e q u e para isso ter a c o n t e c i d o m u i t o c o n t r i b u i r a m estes d o i s h o m e n s , p o i s f o r a m eles o s p i o n e i r o s n a divulgagao de m e s m o ao m u n d o exterior. Primeiro, e ja na d i s t a n t e decada d e trinta, p o u c o d e p o i s d e o dr. V a s c o d e C a m p o s se ter f o r m a d o e m Medicina, e s t a n d o c o m o m e d i c o e m Avo, u m dia f o i c h a m a d o a o Piodao para s o c o r rer u m paciente e m e s t a d o grave. Ele n u n c a ca tinha vindo, e nessa altura o Piodao, d e v i d o a o s e u isolamento, era praticamente desconhecido, mas, nesse dia, alguem precisava d o s seus prestimos e como medico e Homem «ao servigo d a humanidade», ele ai vem, s u b i n d o m o n t e s e v a l e s na mula, e claro, pois carros nessa altura nem pensar. E eis que chega as Portas d o Inferno: «Fiquei deslumbrado» dizia ele, c o n t e m p l a n d o aquilo q u e o s s e u s o l h o s viam. H o m e m d e rara e impressionante sensibilidade para este t i p o d e situagoes, amante d e s t a s serras e d a s s u a s belezas natu-

rais, eis que o Piodao surge n a s u a frente e dizia ainda ele: «Foi a m o r a primeira vista». A partir d e entao, n a o m a i s parou d e d i v u l g a r o Piodao, cham a n d o a atencao para o v a l o r d u m patrimonio e s c o n d i d o na ilharga da montanha. P o r t o d o o lado ele fazia eco disso, e o n d e nao tinha possibilidades de o fazer pessoalmente recorria aos m e i o s ao seu alcance, tais c o m o a comunicagao social, espe­ cialmente atraves deste n o s s o e s t i m a d o e prestigiado trissemanario A Comarca d e Arganil. A l g u n s a n o s m a i s tarde, e talvez atraves d o dr. Vasco d e Campos, que era um grande amigo seu, apareceu J o s e Cabral. O Piodao acabava de ganhar m a i s u m i n t i m o e prestigiado admirad o r e a m i g o e, tal c o m o o d r . Vasco, t a m b e m ele, s e g u n d o a s suas palavras, se «apaixonou pelo Piodao». Muito ele lutou para q u e o Piodao f o s s e classificado d e «imovel de interesse p u b l i c o " , c h a m a n d o a atencao d a s entidades competentes nessa materia. A Comarca e d i s s o testemunha, p o i s m u i t a s vezes era o «porta-voz» d a s s u a s c r o n i c a s a e s s e respeito. Mais tarde outros apareceram c o m capital importancia e m materia d e t u r i s m o , e que m u i t o fizeram pelo Piodao, mas tiveram a felicidade «apanhar a carruagem e m andamento». P o s s o citar, p o r exemplo, o arquitecto Eugenio Correia, t a m b e m ele u m defensor ferreo das belezas naturais d o Piodao e q u e c o n t r i b u i u para a sua classificagao. Dois Homens, uma ideologia so! O progresso, o desenvolvimento, o bem-estar c o m u m . Pessoas c o m uma l i n g u a g e m s i m p l e s e humilde, mas pratica e objectiva, d o i s predestinados inquestionaveis que foram e serao

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sempre para nos, jovens, d o i s si'mbolos e duas referencias a ter e m conta nas n o s s a s vidas. A Serra esta m o r i b u n d a m a s , espalhada p o r eles, «A s e m e n t e ha-de d a r f r u t o » e n o a l v o r e c e r d a Primavera a s c o t o v i a s hao-de c a n t a r «aleluias d e triunfo». Em n o m e d o Piodao, q u e r o aqui prestar-lhes a m i n h a homenagem pelo que, desinteressadamente, fizeram p o r nos. E n f i m , bem-hajam e la n o Alem que Deus de paz a s s u a s a l m a s e Ihes pague t u d o a q u i l o q u e eles merecem. J o s e d a Conceigao L o p e s (Fontinha)

do Grupo Juvenil Aguas Altas LISBOA, 16. - O G r u p o J u ­ venil Aguas Altas, de Agua d'Alte, vai realizar n o d i a 11 d o p r o x i m o m e s d e Abril, pelas 21 horas, n a Casa d a Comarca d e Arganil, a s u a f e s t a r e g i o n a l i s t a , a q u a l sera abrilhantada pelo g r u p o m u s i c a l «Clave», d e Almada. Desde ja se espera a c o m parencia d o s conterraneos e amigos, q u e viverao m a i s u m a noite d e agradavel e alegre convivio.

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Ceiroqulnho e noticia O apelo d a direccao d a nossa Comissao de Melhoramentos tem sido ouvido pelos nossos c o n ­ terraneos residentes e m Lisboa, Porto e nas mais diversas localidades o n d e residem. Na primeira noticia q u e divulgamos, a subscrigao fotalizava ja 224.260$00 e, hoje, temos o prazerde l e v a r a publico mais os seguintes donativos: Manuel dos Santos Graija, 5.000$00; Amelia d e Almeida, 1.000$00; Carlos Alberto Alves Santos, 1.140$00; Antonio dos Santos, 1.000$00; Eduardo dos Santos (Sanfarriscas), ]0.000$00; Jose Francisco dos Santos, 5.000$00; Deolinda d e Jesus Martins, 1.000$00; A m e r i c o Pereira, 3.000$00; Augusto Nunes dos Santos, 5.000$00; Renato dos Santos Machado, 5.000$00; Irene Bernardino Santos, 5.000$00; Eduardo Bernardino V. Ramos, 1,500$00; Maria dos Anjos Ber­ nardino, 2.000$00; Maria Augusta Bernardino, 2.500$00; Jose A l m e i d a Alexandre, 5.000$00; A b e l Leal e Aida Campos, 10.000$00; Fernando Vicente Nunes, 7.500$00; a n o n i m o c e i roquinhense, 10.000$00; anoni­ m o ceiroquinhense, 50.000$00;

DE

PROGRAM DA TtlEVlSAO TERQA-FEIRA, 21

QUARTA-FEIRA, 22

1° Programs - 7-31, Bom dia; 9-30, Rua Sesamo; 10, Bom Dia; 11-15, Ricardina e Marta; 11-40, Jogo de Cartas; 12-05, Culinaria; 12-20, Final Feliz; 13, Jornal da tarde; 13-25, Bolsa dia a dia; 13-27, 0 tempo; 13-30, Nave Terra; 14, Brinca brincando; 14-35, Primeira matine; 16-40, Ponto por ponto; 17-05, Brinca brincando; 17-35, Rua Sesamo; 18-05, Caderno Diario; 18-10, Riviera; 18-40, Roda da sorte; 19-20, Boletim Agrario; 19-30, Telejornal; 20-05, 0 tempo; 20-10, Desenhos animados/ /Boa noite; 20-25, Rainha da Sucata; 21-20, A lei De Murphy; 22-55, Primeira Pagina; 23-55, Carol & companhia; 0-30, 24 Horas; 1, 0 tempo; 1-05, Remate.

1° Programa- 7-30, Bom Dia; 9-30, Rua Sesamo; 10, Bom Dia; 11 -15, Ricardina e Marta; 11-40, Jogo de Artas; 12, Noticias; 12-05, Culinaria; 12-20, Final Feliz; 13, Jornal da tarde; 13-25, Bolsa dia a dia; 13-27, 0 tempo; 13-30, Paragem no tempo; 14-30, Primeira matine; 16-45, Tu ca, tu la; 17-05, Brinca brin­ cando; 17-35, Rua Sesamo; 18-05, Ca­ derno Diario; 18-10, Riviera; 18-40, Roda da sorte; 19-30, Telejornal; 20, Bolsa dia a dia; 20-05,0 tempo; 20-10, Desenhos animados/Boa noite; 20-25, Rainha da Sucata; 21-20, Totobola; 21-30, Lotagao esgotada; e 23-40, 24 horas; 0-10, 0 tempo; 0-15, Remate

2.s Programa - 8-45, Mira Radio; 9, Videotexto; 12, Primeiro jornal; 12-10, Goolies; 12-30, Frances; 12-45, Sonhos deRock; 12-55, Filhos e filhas; 13-20, Agora, Escolha!; 14, Jornal das duas; 14-20,0 tempo; 14-30, Agora, Escolha!; 15-30, Recreio do 2; 16-30, Ferias Aquaticas; 17-30, Tribunal de Juri; 17-55, Clip club; 18-30, Eterno feminino; 19-30, Cinemagazine; 20, 0 grande sonho; 20-45, Zas Tras; 21, Jornal das nove; 21-25, 0 tempo; 21-30, 0 senhor Almaniaco; 21-35,1000 imagens; 22-10, Cinemadois; 23-40, Pop-off; e 0-10, 0 tempo.

2 ° Programa -9, Recreio do 2; 12, Primeiro jornal; 12-07,2020 policias em acgao; 12-30, Frances; 12-45, Sonhos de rock; 12-55, Filhos e filhas; 13-20, Agora, escolha!; 14, Jornal das duas; 14-30, Agora, escolha!; 15-30, Recreio do 2; 16-40, A Caminho das Estrelas; 17-30, The famine with him; 17-55, Clip Club; 18-30, Eterno feminino; 19-30, Uma questao de palavras; 19-55, Con­ certo para jovens; 20-45, Zas Tras; 21, Jornal das nove; 21-25,0 tempo; 21-30, 0 sr. Almaniaco; 21-35, Carlos Cruz; e 0 , 0 Tempo.

Faz saber pelos autos de inventario pendentes na Secretaria deste Tribunal, por falecimento de Vitorino Marques Goncalves e mulher, Maria do Rosario dos Prazeres, que foram residentes em Vila Pouca da Beira - Oliveira do Hospital, no qual exerce o cargo de cabe^a de casal MARIA AURORA SILVA GONQALVES MARQUES, casada, domestica, residente em Recta da Salinha - Oliveira do Hospi­ tal, correm editos de trinta dias, contados da segunda e ultima publicagao do Anuncio, citando o interessado ANTONIO MARIA GONQALVES, com ultima residencia conhecida no Pais, em Vila Pouca da Beira e actualmente em parte incerta da Argentina, para assisitir aos termos do referido processo. Oliveira do Hospital, 9 de Janeiro de 1992. 0 Juiz de Direito, - Luis Adriano de Assungao. 0 Escrivao-Adjunto, - Antonio Fer­ nando Ferreira Brito. (Tem aposto o respeotivo selo branco) (A COMARCA DE ARGANIL, n. ! 9.777, de 18-1-1992)

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Janeiro de Baixo

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Actividade^ regionalistas Comissao de Melhoramentos do Povo de Amieiros/Cabecada s

A Comissao de Melhoramentos da Simantorta

realizou uma festa de convhio

- A l m o c o d e aniversario

ABERTURA Povoagao muito antiga, c o m o sede d e freguesia, perde-se n o s t e m p o s a s u a c r i a g a o , s e n d o u m a d a s m a i s velhas d e t o d a a Beira Serra. Terra i m p o r tante, t e v e c o m o anexas, e m tempos q u e j a v a o longe, J a n e i r o d e C i m a e Bogas d e Baixo, d o c o n c e l h o d o Fundao, e Orvalho, d o c o n c e l h o d e Oleiros. O surto d a e m i g r a g a o t a m b e m a t i n g i u a a l d e i a e assim, a p a r t i r d o s a n o s sessenta, toram ficando algumas casas desabitadas e muitos c a m p o s p o r cultivar. A p o p u l a g a o residente vive d u m a agricultura tradicional. Em t e m p o s r e c u a d o s toi terra tarta e m azeite e produtos florestais.

Um pouco de histbria PovocKjao sede d e freguesia d o c o n c e l h o d e Pampilhosa d a Serra, distrito e diocese d e Coimbra, Janeiro d e Baixo tinha 1.652 habitantes e m 402 logos, e m 1960. O seg o r a g o e S. Domingos. Situada a c e r c a d e 22 quilometros d a sede d o concetio, a p o v o a s a o localiza-se junto a m a r g e m direita d o rio Zezere. Possui industrias d e agua-ras, pez e resina. A antiga freguesia era u m a vigararia d a apresenta9ao d o p a d r o a d o Real e C o m e n d a d a Ordem d e Cristo. Fez parte d o antigo c o n c e l h o d e Fajao a t e a extin<jao deste, e m 24-10-1655. Em 1981 Janeiro d e Baixo tinha 1169 habitantes, e m 479 fog os.

Ponte sobre o Zezere As gentes d a aldeia viveram anos apos anos na esperansa d e um dia terem a ponte. Finalmente ela a l v e m e o p o v o d a regiao passa a usufruir d u m grande melhoramento. C o m a ponte a c a b a m os problemas das travessias e m barcos d e remos ou vara, t a o

perigosasem d i a s d e cheia, q u e por vezes os seus utentes tinham a vida por u m fio. Janeiro d e Baixo liga pela nova ponte a Janeiro d e Cima, estreitando num a b r a c o os c o n celhosde Pampilhosa d a Serra e Fundao.

Estrada Porto de Vacas-Esteiro Ja esta aberta. Passamos la e gostamos d o tragado. C h e g a a o Esteiro e estamos esperan^ados, q u e um dia, q u e certamente n a o vira longe, ela chegara a Janeiro d e Baixo. Assim o esperamos, confiand o na proficua a c g a o d o sr. presidente d a Camara.

Dr. Luis Torres Barateiro Figura destacada c o m o m e ­ d i c o e c o m o cidadao, durante muitos anos exerceu a medicina e m Pampilhosa d a Serra, sendo o unico m e d i c o d o concelho. Este ilustre filho d e Janeiro d e Baixo b e m mereceu, e m vida, q u e os janeirenses Ihe perpetuassem o n o m e numa rua d a localidade.

Farmacia Faz falta u m a farmacia n o alto c o n c e l h o d e Pampilhosa d a Serra e a sua implantagdo ficaria, a nosso ver, muito b e m localizada no Casal d a Lapa o u entdo na Portela d e Unhais. Deste modo, as pessoas, para aviarem as receitas, n a o teriam q u e a n d a r 20-30 quilometros e por vezes mais.

Liga de Melhoramentos Janeiro d e Baixo n a o t e m e m actividade u m a Liga o u Comissao d e Melhoramentos. Sabendo-se q u e as colectividades regionalistas sao uma escola d e valores e q u e t e m sido o p o l o d o desenvolvimento material e t a m b e m social d a nossa regiao, se e m muitas cotsas estamos mal, pior estariamos se nao fosse o regionalismo

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LISBOA, 13. - Realiza-se no proximo dia 2 de Fevereiro o almoco comemorativo do 48.2 aniversario da Comissao de Melhoramentos do Povo de Amieiros/Cabegadas. 0 almoco realizar-se-a no Restaurante do Hotel Santa Cruz, junto a praia de Santa Cruz. A ementa sera oportunamente divulgada, mas certamente optaremos pelo tipo da do ano passado. 0 prego do almogo, incluindo o transpose, e de 2.750$00 por pessoa e as criancas dos 4 aos 10 anos pagam pelo almoco 1.250$00. Se eventualmente ocuparem um lugar na camioneta, pagam mais 600$00.

A partida e da Avenida Rio de Janeiro, junto ao quartel dos Bombeiros, em Alvalade, pelas 10 horas, e o almoco tera o seu inicio as 13 horas.

Toda a organizacao do almogo e da responsabilidade da direcgao da Comissao, tendo na coordenagao geral Jose Carlos, com o telefone 9215889.0 transporte sera assegurado por duas camionetas, cuja lotagao sera de 110 lugares. As inscribes devem ser feitas da seguinte forma: camioneta A, Orlando Baeta (telefone 7580957); e camio­ neta B, Francisco Silva (telefone 4187258). Apelam-se a todos os socios e amigos que fagam a sua inscrigao o mais rapidamente possivel e no acto da ins­ crigao confirmem o lugar na camioneta, que sera numerado de 1 a 55 em cada uma das camionetas. A partir da lotacao das camionetas, o transporte podera eventualmente ser assegurado por viaturas particulares de membros da direccao e outros. - 4 direccao.

Comissao de Melhoramentos de Sobral Gordo - Excursao pela Pascoa - Almogo de confraternizagao C0VA DA PIEDADE, 14. - Reuniu a direccao da Comissao de Melhoramen­ tos de Sobral Gordo, iniciando-se os trabalhos com a leitura da acta da sessao anterior, que foi aprovada por unanimidade. Seguidamente foram lidos alguns oficios recebidos, dos quais destacamos os da delegagao em Sobral Gordo e da Camara Municipal de Arganil. Dos assuntos apreciados e devidamente discutidos, destacamos os seguintes: Obras no Largo da Courela - Como ja e do conhecimento geral, decorrem desde ha algum tempo as obras de balnearios e bar no referido largo. Neste momento vao comecar os preparativos para a fase de acabamento de parte dos sanitarios, gradeamento da esplanada e parte do bar, contando-se concluir a obra pouco a pouco. Pavimentagao da estrada - Enossa preocupacao analisar este problema em todas as reunioes efectuadas. Quando dizemos problema, referimo-nos a preocupacao dos proprietaries dos carros que passam frequentemente por aquela estrada, em precarias condicoes, nomeadamente pedras que cortam pneus, pedras soltas que batem por baixo dos carros ou esmurram a chapa, o po que se entranha nas fechaduras e as estraga, etc.. Esperamos que um dia isso tenha um fim mediante a respectiva pavimen­ tagao, dando gosto transitar por ali, para o que contamos com a colaboracao da Camara Municipal de Arganil. £sfa/ufos-Finaimente,estaoprontos, contando-se dentro de pouco tempo ter o assunto encerrado e apresenta-los aos associados ja na proxima assembleia geral. Lixo - Continuamos empenhados em que a recolha de lixo se faga e se isso nao se verificar teremos de

resolver o problema com valas. Sobre este assunto aguardamos o parecer da nossa delegagao. Excursao pela Pascoa - Conforme ja foi noticiado, vai esta colectividade organizar uma excursao a Sobral Gordo nos dias 17,18 e 19 de Abril proximo, com partida da Cova da Piedade, junto as instalagoes da Beira Rio, no dia 17, pelas 6 horas, com paragem na Praga de Espanha (junto ao Teatro Aberto) para recolha dos passageiros de Lisboa, sendo a saida de Sobral Gordo no dia 19, depois do almogo. 0 prego e de 2.500$00 por pessoa e os interessados devem fazer a sua inscricao o mais urgentemente possivel. Almogo da colectividade - Como ja e do conhecimento dos nossos asso­ ciados e amigos, o almogo de confraternizagao sobralgordense realiza-se na Casa da Comarca de Arganil, no proximo dia 1 de Margo, pelas 13 horas, contando-se como habitualmente com muita gente a conviver num ambiente festivo e de verdadeiro bairrismo. 0 prego de cada almogo e de 2.500$00, o qual esperamos estar ao alcance de qualquer bolsa, ja que esta direcgao tudo fez para tentar obter o melhor prego possivel. Todas as pessoas interessadas em fazerem marcagoes, quer para a excur­ sao quer para o almogo, devem contac­ tar qualquer membro da colectividade, ou ainda no local habitual, "Cafe Cidinha», junto ao mercado da Cova da Piedade, o sr. Jose Lopes Nunes. Tambem estao disponiveis para tal efeito os telefones 4945402 (Fernando Costa), 7970592 (Armindo Filipe ou Jose Carlos) e 2766495 (Jose Lopes Nunes. A direcgao agradece o favor de fazerem as marcagoes com a devida antecedencia, para nossa orientagao. A direcgao.

Liga de Melhoramentos de Pescanseco - Assembleia geral LISBOA, 16. - A Liga de Melhora­ mentos de Pescanseco vai reunir em assembleia geral, na sua sede, Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, Rua das Escolas Gerais, 82, no dia 2 de Fevereiro proximo (domingo), pelas 14-30 horas, com a seguinte ordem de trabalhos: discussao e aprovagao do relatorio e contas referentes ao ano de

e vai realizar um almo$o de confraterniza§ao LISBOA, 16. - A Comissao de Me­ lhoramentos de Simantorta vai realizar no proximo dia 17 de Maio, na Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, o seu almogo de aniversario, que espera­ mos va decorrer com muita animagao. No passado dia 4, na Casa do Concelho de Gois, realizou-se o tradi­ cional magusto e torresmada a moda da Beira. Foi uma «parodia» animada para todos quantos ali compareceram para comer, beber e dangar, nao faltando a bela castanha assada e cozida, pao de milho etrigo caseiro, o apetitoso caldo verde e a boa «pinga» vinda de Simantorta, oferecida pelo presidente da direcgao, Alcindo de Almeida. Houve tambem as filhos e pao de lo, delicioso, oferecido e confeccionado pelas sr.as D. Silvina Alves, D. Armandina Baeta e D. Gracinda Moreira. Foi para esta colectividade uma honra a actuagao do Rancho Folclorico da Ribeira de Celavisa, que ali actuou com os seus acordeons e demais instrumentos, e se exibiu com dangas e cantares regionais. A Comissao de Me­ lhoramentos da Simantorta esta de parabens, e muito tem a agradecer aos srs. Chico, Marcelo, Valentim da Serra e Arlindo Moreira, que foram os tocadores ate a uma hora depois da meia noite. Nao faltaram as ofertas vindas de Simantorta, assim como vieram algumas pessoas ali residentes, como

o sr. Americo Alves e esposa e o sf Anibal Alves e esposa. 0 nosso Regedor nao compareceu so porque se encontrava doente. Alem de pessoas que faltaram por razoes justificadas tivemos a presenga de muitos amigos designadamente o sr. Jose Lourenco presidente da Casa da Comarca de Arganil, o sr. Lopes Machado, de A Comarca de Arganil, o sr. Antonio Carvalho das Neves, da Comissao de HeIhoramentos do Vale do Ceira (Costa de Gois), bem como o sr. Rodrigues, da direcgao da Casa do Concelho deGois os srs. Silverio Rosa, Jaime Rosa e Manuel Rosa e esposas, dos Algares em representagao das Comissoes de Melhoramentos dos Algares e da Telhada, e ainda os srs. Antonio Lopes e Afonso Nazare Alves Moreira, da Comissao de Melhoramentos da Fonle Limpa.

Homenagem a titulo postumo ao professor Brito de Figueiredo

Assembleia de Freguesia aprova orgamento da Junta

Como ja foi tornado pu­ blico, u m g r u p o d e a m i g o s d o professor Brito d e Figueiredo d e c i d i u organizar-lhe u m a h o ­ menagem a titulo postumo, para que a s u a o b r a e m f a v o r da sua freguesia n a o seja esquecida.

A A s s e m b l e i a de Freguesia d e V i d e a p r o v o u , n o passado dia 12, o p i a n o e o r ^ a m e n t o da Junta d e Freguesia. C o m u m montante significativo, e s t e or§amento tem as m a i o r e s f a t i a s para as despesas d e conserva<jao e beneficiagao d e estradas, arruamentos e cam i n h o s , r e d e s deabastecimento de agua ao domicilio e iluminacac p u b l i c s d e recintos e edificios, comparticipacoes e apoio a obras novas, nomeadamente abertura e p a v i m e n t a g a o d e estradas, ar­ ruamentos e pequenos caminhos, etc.. Estas o p g o e s vem no seguimento da preocupagao da Junta e m melhorar as condigoes de vida a p o p u l a c a o d a freguesia, como d i s s e o presidente Joao Dias. O autarca adiantou ainda que, c o m base n o orgamento e c o m o a p o i o d a Camara e do P a r q u e Natural da Serra da Estrela (que e m muito tem c o n t r i b u i d o ) , podera vir a ser c o n s t r u i d a uma capela junto ao d e Barriosa e um cemiterio a l p e n d r e na escola primariada m e s m a povoagao, de maneira q u e a s criangas possam brincar s e m a p a n h a r chuva.

A h o m e n a g e m traduzir-se-a n o erigir de u m busto e m frente da sua residencia ( j u n t o a Horta d a Cadeia) e, para q u e esta iniciativa t e n h a o sentido e a importancia que to­ dos Ihe atribuimos, o pagamento do busto e das respectivas o b r a s sera f e i t o atraves d e donativos das p o p u l a t e s da freguesia d e Vide e d o s s e u s amigos, q u e p o d e r a o s e r entregues a q u a l q u e r m e m b r o d a Comissao. A comissao de honra desta h o m e n a g e m e c o n s t i t u i d a pelos seguintes elementos: d r . Antonio de Almeida Santos, J o a o M e n d e s Dias, Mario R o s a Nunes da Silva e J o a o A n d r a d e de Sousa. A data d a h o m e n a g e m e d o respectivo programa serao divulgados oportunamente.

Para fazer face aos custos de alguns melhoramentos que se encontram em curso na Simantorta, realizou-se o tradicional leilao de ofertas pelo presidente da direcgao, Alcindo de Almeida, e pelo sr. Antonio Carvalho das Neves. Com a boa vo ntade de quan­ tos ali compareceram, conseguiu-se com este leilao a importancia de 330.000$00. Ha agora que ganhar forca para o almogo do dia 17 de Maio proximo. Alcindo de Almeida

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Goradas e s t a s tentativas, a unica e s c o l a d e e n s i n o s u p e ­ rior n a u t i c o e x i s t e n t e n o p a i s inaugurou e m 2 d e A g o s t o d o ano p a s s a d o u m s i m u l a d o r d e navios, c o n j u n t o d e m o d e r n o s equipamentos e l e c t r o n i c o s q u e permite e m t e r r a s i m u l a r

situacdes n o m a r c o m u m realismo impressionante. D o mais m o d e r n o e x i s t e n t e e m qualquer Escola Nautica d o Mundo, p e r m i t e interligar o s simulad o r e s d e navegagao (casas d o l e m e e d e navegagao), o d e m a q u i n a s (sala d e controlo e c a s a d a maquina) e o d e comunica^oes (cabine d e T. S. F.). Destinado a preencher u m a l a c u n a n a formacao dos ofi­ ciais, e s t e sofisticado equip a m e n t o d e p o u c o servira s e efectivamente a s u a utilizacao n a o for a c o m p a n h a d a c o m o desejado relanfamento d a frota mercante, a t i r a d a n o s u l t i m o s anos para uma posipao deveras preocupante. E D V A R D O GONQALVES

Lisboa vista de cima! Lisboa, e n q u a n t o cidade, e encantadora. Aparte a agitacao d o dia a dia, a azafama c o n s t a n t e e o «stress » que provoca, e interessante sentir o pulsar desta cidade. Ignorando-se a indiferenga d o s olhares das pessoas q u e nela circulam, d o s g e s t o s m a q u i n a i s que o quotidiano Ihes impoe, e d e todo ainda assim gratificante fazer dela parte. E uma cidade rica e m m o n u mentos, que n o s c h a m a m a atencao a cada dia q u e passa. E t a o charmosa quanto antiga e tao misteriosa q u a n t o a d i m e n s a o o per­ mite. Estende-se linearmente a o longo de sete colinas, j u n t o d o rio Tejo, e p o r i s s o e envoita d e um tao grande misterio q u e n e m mesmo a noite o consegue desvendar. A sua v i d a n o c t u r n a e bastante animada. Sao o s bares d o famoso Bairro Alto, as d i s c o t e cas e o s «pubs» de Santos a Alcantara, e d e p o i s t o d o o r e s t o de Lisboa e m geral, c o m m a i s incidencia n o centro, o s l o c a i s mais frequentados pelos amantes, ou simplesmente esporadicos amigos da noite. Mas Lisboa deslumbra igualmente a luz d o dia: c o m o j a disse, o s seus lugares h i s t o r i c o s maravilham qualquer um. U m a visita ao Castelo de S. Jorge, d e onde se avista quase tudo; a o Jardim Botanico, onde se realga a vegetagao tropical e nao so; e tantos o u t r o s sitios se aconseIhariam, que nao seriam certamente iriferiores em beleza e prazer desfrutado. Depois, existe o metro, que nos leva num instante d e u m lugar a outro distante. Uma enormidade de «faxis» que ajudam a congestionar ainda mais a s avenidas. Autocarros cheios ate nao haver sequer espago para um sorriso, nem disposigao, nem posigao!... A s i n t e r m i n a v e i s f i l a s de carros a sair e a entrar n a cidade e n o interior. Uma quantidade inimaginavel de pessoas a «usufruir» de t u d o isto e o u t r a s tantas, a pe, pelos passeios e pelo meio d o s carros. Outras tantas. o u talvez menos,

deixam-se levar e m barcos, enf r e n t a n d o as a g u a s calmas, o u n e m tanto, d o rio q u e Ihes separa a casa d o trabalho. A o u t r o s a noite d o dia, a o u t r o s somente o desejo de nao estarem mais perto. Ha t a m b e m aqueles q u e atravessam o Tejo d e carro, deslizando pela m a i o r p o n t e d o mundo. L i s b o a e t u d o isto. E a capital p o r t u d o isto. E t u d o i s t o q u e a faz capital. Nao deixe d e a visitar e admirar. So c o n h e c e na essencia e realmente u m lugar q u e m n a o vive desde sempre o u nunca la viveu. E p o r t u d o i s t o q u e u m n a o alfacinha a suporta e admira mais. Eu acho.

Morte subita S. SEBASTIAO DA FEIRA, 15. - No seu local de trabalho, faieceu d e m o r t e subita o sr. Manuel Mendes, natural e residente nesta freguesia, causando grande consternacao a sua morte. Emigrado durante muitos anos p o r terras d e Franga, regressara ha p o u c o s a n o s para saborear o f r u t o d o s e u trabalho. A inesperada ocorrencia c a u s o u g r a n d e d o r a sua familia e aos s e u s m u i t o s a m i g o s . O e x t i n t o contava 55 a n o s , deixa viuva a sr.® % D. Maria d o Rosario Sousa Matias e era pai d a sr. 3 D. Maria Isabel Matias Men­ des, casada c o m o sr. A n t o n i o Valente, e d a sr.- D. Regina Maria Matias Mendes, casada c o m o sr. A r m e n i o Manuel Dias Angelo. Deixa ainda d o i s netinhos a q u e m m u i t o queria. O seu funeral realizou-se, c o m grande acompanhamento, para o cemiterio de S. Sebastiao da Feira, a c a r g o d a A g e n c i a Brito, d e Oliveira d o Hospital. A p r e s e n t a m o s a familia enlutada os nossos sentidos pesames.

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Ecos de Pessegueiro X I I I - Almogo da Liga E ja n o p r o x i m o dia 2 d e Fevereiro q u e a Liga d e Melhoram e n t o s da Freguesia d e Pessegueiro vai levar a efeito as ceri m o n i a s c o m e m o r a t i v a s d o 53. 2 aniversario da sua fundagao. Tal c o m o nos anos anteriores, a c o m i s s a o de festas d a colectividade elaborou o habitual e seguinte p r o g r a m a f e s t i v o : as 11 horas, missa s u f r a g a n d o a a l m a d o s a s s o c i a d o s ja falecidos e p o r intengao d o s vivos, a celebrar pelo padre dr. B e n j a m i m Alves, na igreja d o Sagrado Coragao d e Jesus, sita a Rua Camilo Castelo Branco, em Lisboa; e as 13, alm o g o d e confraternizagao c o m e m o r a t i v o da efemeride, n o Restaurante «Goa», s i t o a Rua d o Marques d e Fronteira, e m Lis­ boa. No final d o repasto serao agraciados c o m o s respectivos emblemas o s associados q u e t e n h a m c o m p l e t a d o 50 a n o s d e actividade. Muito embora o programa ja seja b e m conhecido, o certo e que t o d o s o s a n o s o s elementos da c o m i s s a o de festas despend e m o m e l h o r d o seu esforgo m u i t a s vezes retirando h o r a s d e lazer a sua actividade q u o t i d i a n a - pela dedicagao a causa q u e desempenham, d e m o d o a prop o r c i o n a r e m a t o d o s o s asso­ ciados uma verdadeira e animada jornada d e c o n v i v i o em c o n ­ fraternizagao, nao h a v e n d o me­ l h o r p r e m i o para q u e m p r o m o v e tais actividades d o q u e a presenga maciga daqueles a q u e m elas se destinam. Nesta conformidade, e d e m o d o a se p o d e r garantir u m esmerado servigo de Restaurante, apelamos a t o d o s o s a s s o c i a d o s ,

familiares e a m i g o s q u e desejem marcar presenga n o almogo d e confraternizagao, que se d i g n e m reservar o s lugares necessarios pelos telefones n.os 3648593 o u 3968917, sr. A m e r i c o Custodio. Fundada a 29 d e Janeiro d e 1939, a Liga d e Melhoramentos da Freguesia d e Pessegueiro sempre tem sabido levar por diante o papel q u e Ihe foi confiado p o r u m p u n h a d o d e pessegueirenses interessados em proceder a o constante engrandecimento e desenvolvimentodafreguesiade Pessegueiro. E p o r i s s o bem j u s t o q u e n e n h u m pessegueirense o u s e f altar a este e n c o n t r o que tem p o r principal objectivo homenagear o s f u n d a d o r e s da colectividade e todos aqueles que passa ram pelos seus quadros n o desempenho das mais variadas fungoes, a s s i m c o m o proporcionar uma alegre jornada d e confraternizagao entre a enorme colonia pessegueirense espalhada pelas sete colinas d a capital e nao so, que muitas vezes passam a n o s sem falarem c o m u m conterraneo. Reviver situagoes de infancia o u analisar o prog r e s s o que se tem f e i t o sentir n a sua terra de o r i g e m e u m b o m m o t i v o para q u e n i n g u e m falte a este encontro. ECOS DE PESSEGUEIRO faz v o t o s para qu e to d o s o s pessegueirenses respondam a chamada que Ihes e solicitada, pois, alem d e s e r a m e l h o r maneira d e incentivar o trabalho a desenvolver pelos actuais dirigentes, constitui, decerto, uma b o a maneira de passar uma tarde d e a n i m a d o c o n v i v i o entre c o n terraneos. Nao falte! - J o r g e Moreira.

A n t o n i o L o p e s Pereira.

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Municipio de Oliveira do Hospital C a m a r a Municipal

AVlSO LOTEAMENTO URBANO Professor Doutor Antonio Cesar Gouveia de Oliveira, Presidente da Camara Municipal de Oliveira do Hospital faz saber em cumprimento do disposto no n.2 3 do art.9 47.9 do D. L. n.5 400/84 de 31 de Dezembro que por delibera^ao tomada em 18/12/91, foi aprovado o projecto de loteamento forma ordinaria e concedido o respectivo alvara a Jose Rodrigues da Silva, do predio rustico sito as Devesas, freguesia de Bobadela sob o n.-188 com a area de 25.200 m2 confrontando de Norte com Miguel Teles, Nascente com Antonio Firmino Madeira, Sul com Amilcar Leitao e de Poente com Herdeiros de Manuel Borges de Brito, tendo sido autorizada a constituicao de 18 lotes destinados a construcao e demais especificacoes do alvara e plantas constantes do processo que podera ser consultado na Camara Municipal. Oliveira do Hospital, 6 de Janeiro de 1992 0 presidente da Camara Municipal de Oliveira do Hospital, - PROF. DOUTOR ANTONIO CESAR GOUVEIA DE OLIVEIRA. T e m aposto o respectivo selo branco (A C O M A R C A D E A R G A N I L , n . s 9.777, d e 18-1-1992)

BOGALHAS

Georgina Gongalves Lopes Faieceu

A g r a d e c i m e n t o e m i s s a d o 7.~ d i a Sua filha, genro, netos, bisnetos, trinetos, s o b r i n h o s e d e m a i s familia, na i m p o s s i b i l i d a d e de o fazer pessoalmente v e m p o r este meio agradecer a t o d a s as p e s s o a s que se interessaram pelo estado de saude da s u a s a u d o s a extinta e se incorporaram n o seu funeral para o cemiterio d e Pinheiro d e Coja, d e s d e j a enderegando a todas a s u a indelevel gratidao. C o m u n i c a m ainda q u e sera rezada missa d o 7: 2 dia na p r o x i m a segunda-feira (dia 20), pelas 18 horas, na capela d a s Bogalhas, desde ja, a g r a d e c e n d o a q u e m se d i g n a r assistir ao p i e d o s o acto.

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Natal ainda!...

Jesus adlou o Seu regressol

Dia 6 de Janeiro: dia dos Reis Magos, em que Jesus costumava regressar depois de ter passado o seu aniver­ sario na Terra. Maria, como de costume, alertou todos os anjos e tambem os novos hospedes que foram chegando (julgando serem convidados por seu filho para com Ele festejar no Ceu o dia de Reis). T udo estava a postos, incluindo a linda mesa com o bolo de anos para todos receberem condignamente Je­ sus, que, com certeza muito cansado, chegaria muito feliz porter estado entre os homens, e estes Ihe terem prometido bom comportamento entre todos, para fazerem um mundo melhor!... Maria, como todas as maes extremosas, esperava seu Filho com ansidade e alegria! Mas, eis que uma linda pomba branca poisa no seu regago e Ihe entrega uma mensagem que trazia no bico. • A tremer, Maria abriu a carta, que era do seu Filho e dizia assim: Minha Mae: nao posso regressar ainda hoje. Sabes, o meu Natal entre os homens tem si do muito complicado. A Terra que nos foi bergo e que tanto amamos, esla numa convulsao tremenda! Tudo o que um ano atras me pareceu ter deixado em perfeita modificagao, especialmente nos paises de Leste, onde tantos paises viveram decadas sob a tirania de um regime totaiitario, e agora aparecia um corajoso irmao que tudo queria ver voltar as suas origens, como seria bom para toda a humanidade, ver reconhecida a sua cidadania! Pois, minha Santa Mae; parece que uma maiorpraga se abateu sobreesses povos que ja tanto sofreram e se pensava que iriam ter aquela felicidade a que tem direito; es tao cada vez mais confusos e ameagados por lome, guerra e tudo o que ha de pior! Eu, desde que cheguei, tenho andado a falarao coragao fechado e duro destes homens que sao os mandoes e donos de todo o povo sofredor; quero leva-los a resolverem estes problemas, com caridade e amor, para todos poderem gozar de paz. Mas... ja ha dois mil anos eu tentei, e sabes bem o que me fizeram. Mas minha Santa Mae, agora lazem uns aos outros ainda pior, e eu sofro cada vez mais por ver que esta terra que Deus meu Pai criou, com tanto amor, para todos serem felizes, esta a apodrecerde maldade, injustiga, ambigao e toda a crueldade que possamos imaginar! Sabes, mae: parece que Lucifer esta por estas bandas, tentando destruir tudo o que meu Pai construiu, mas nao te aflijas, porque eu nao vouabandonaro mundo que me foi bergo para o entregara destruigao! Fico por ca mais uns dias ajudando uns irmaos que tentam com boa vontade apaziguara ira dos mais exaltados com sede de sangue e morte. A esses meu Pai dar-lhes-a o castigo. Eu, antes de regressar, quero dar a volt a a este mundo conturbado para Ihes mostrar que todos somos irmaos e que Deus e Pai de todos. Por fim, quero ir a In­ donesia dar umas ligoes de amor e caridade aqueles vis irmaos mandoes; e dizer-lhes quer o povo timorense e seu irmao mas quer viver a sua identidade e nao merece ser espezinhado e assassinado como tem estado a acontecer desde que foram abandonados pelos irmaos Portugueses. Desculpa, Mae: Eu sei que Portugal te e muito querido, pois ate teelegeusua rainha, e adora-te em Fatima, mas tens que admitir que ai ha muitas e gravissimas culpas que Deus Pai dificilmente perdoara! Lembra-te que ate o Ceu foi insultado com o que por la se passou ha quase duas decadas!... Alguns diziam-se ateus e queriam destruir tudo o que a Nos dizia respeito! Fui la: nao foi dificil mete-los na ordem, eram muito jovens, ambiciosos pouco inteligentes, por isso eu hoje condeno a sua conduta para com os seus irmaos tao ou mais Portugueses do que eles so porque viviam longe. Agora ja reconhecem que erraram e entao estao a trabalhar com outros irmaos de boa vontade para remediar o seu gravissimo erro!

Por fim vou passar por Fatima, como tu me pediste, mas vai-te preparando para um dia teres que expulsaros vendilhoes que ja la proliferam explorandoo amore a fe que os meus irmaos sentem por ti; tambem esses precisam da nossa ajuda! Passarei tambem pelos tugurios dos menos protegidos e ha por la bastantes; vivendo ao relento, passando fome e toda a desgraga que a crueldade desumana existente Ihes proporciona. A esses irmaos eu vou abragar e dar esperanga em dias meIhores; porque Deus Pai ha -de mudar o mundo. Os vis serao punidos; e eles terao pao e amor, porque o seu coragao e mais puro e mais aberto ao amor e a caridade, conformam-se com a sua triste sorte, e por isso eu nao os abandonarei e a sua estrela um dia brilhara! Ate breve, minha Mae! Ficarei muito triste se a minha vinda a terra nao obtiveros frutos que o Ceu espera. Nao te admires de me veres mais magro; e que eu nao aceitei sentar-me a mesa dos poderosos e dos ricos, mas sim convivi com os pobres que nada possuem, muitos nem tinham sequer um bocado de pao para me dar, por isso passei dias a beber aguas que nao eram proprias para consumo, mas que outras nao tem. E junto desses irmaos que eu me sinto bem porque me dao calor humano, o que em muitos palacios nao existe. Mas, olha, Mae: como a humanidade infetitmente sempre errou, o que e proprio da sua natureza, vai ser muito dificil endireitar esta bola tao danificada pelos meus irmaos. Vamos pois encoraja-los, mostrar-lhes que devem ser todos a traba­ lhar para a reconstruir, com a minha e a tua ajuda pediremos a Deus meu Pai, e de todos eles, que se amem, se perdoem, dando as maos, e sera afinal um mundo belo, feliz e prospero, onde todos possam ter pao e Paz! Eu sei que Deus Pai vai abengoar, perdoar e continuar a amar esta Terra que Ele construiu para haver felicidade. Em especial este pequeno Pais que e Portugal e que tu guardas no coragao, perdoando todos os seus erros, por que o escolheste como oasis terreno, e sabes que es por ele muito amado! Ate breve, minha Mae; e trata como so tu sabes esses meus irmaos que vao chegando tao necessitados de amor e repouso, na nossa sagrada casa. Reparte com eles o bolo do meu aniversario e faz um brinde pela paz entre os homens! Eu espero que para o meu proximo Natal haja mais alegria na Terra, para eu me sentir mais feliz. Se os sinos do Ceu repicarem e os homens na Terra se amarem, com extrema confianga, o universo sera mais belo, e em vez de angustia e desespero o mundo voltara a ter esperanga!!! *

Estimados leitores: Vai para todos vos o meu voto de um Ano Novo cheio de saude, alegria e paz entre todos os povos! Janeiro de 1992

ANGELINA PEREIRA

DECLARAQAO RAUL JOAQUIM DIAS, casado, re­ sidente em Foz dos Birreiros, freguesia do Piodao, declara que nao se responsabiliza por quaisquer dividas contraidas ou a contrair por sua mulher LUCINDA DA CONCEIQAO NUNES, por esta ter abandonado o lar. Foz dos Birreiros, 16 de Janeiro 1992. Raul Joaquim Dias

J. LEITAO COUTO 'Chefe de Servigo de ORTOPEDIA dos H.U.C. Sub-Especialidade das DOEN.QAS D O P E Cons.: 2.as e 5.as-Feiras AI. Caloucte Gulbenkian, n.° 9 - Sala 23 (a Cruz de Celas) - Tel. 34606


6

18-1-1992

A C O M A R C A DE A R G A N I L

Das Gandaras (Lousal 0 tempo

Aniversarios

O s u l t i m o s d i a s tern s i d o d e c h u v a , f o r t e ventania e m u i t o frio. E t e m p o d a epoca, n a o ha q u e estranhar. A g o r a n a o e t e m p o d e praia, a nao s e r para quern n a o t e m nada e m q u e aproveitar o s e u tempo.

Fazem a n o s em Fevereiro: 2. Adozinda d o s Santos (Azere Tabua), Manuel Marques (Vale d e Maceira) e A n t o n i o Teobaldo Rodrigues (Avo); 4, A n t o n i o Mar­ tins Vaz (Ribeira) e Paulo Medeiros (RDP - Lisboa); 5, A u g u s t o Rosa (Ribeira), Felismina Trindade (Coja) e Albano C u s t o d i o Amor i m (Rochel - Arganil); 6, A n t o n i o J o s e L o p e s (Ponte d o Sotam Gois); 7, Joao Madeira Mar^al (Lousa); 8, A n t o n i o Fernandes Gongalves (Ramalhais), Lidia d a Conceigao Martins (Machorro Coja) e A n t o n i o Candido Pratas (Sebal - Condeixa-a-Nova); 9, Americo Correia Mendes (Silhada - Tabua), A c i l i o G o m e s Mota (Vin h o s Clarinha - Bemposta • Anadia), A n t o n i o Alves da Costa (Candosa - Tabua), D. Fernanda Rodrigues (Tabua) e Antonio Jose Dias Curto (Espariz - Tabua); 13, A n t o n i o Francisco Alvarinhas (Papanata); 14, Maria Leticia Silva Santos (Secarias - Arganil); 15, J o s e Concei?ao Lopes (Rama­ lhais), 16, A l b e r t o Bernardo Si­ m o e s (Barril d e Alva); 17, A r l i n d o Vaz (Ceira d o s Vales); 18, Antonio Lopes Martins (Moita), A n t o n i o da Costa (Bobadela - Oliveira d o Hospital); 21, Jose Lopes J o a o (Moita), Carlos Pereira Correia (Candosa - Tabua), Albertino Men­ d e s Bras (Vila Seca - Tabua) e A m e r i c o Simoes Areeiro (Alcabideque - Condeixa); 22, A n t o n i o Conceigao Francisco ( M o n t o i r o Miranda d o Corvo) e Francisco Silva Rodrigues (Chelo - Penacova); 23, Manuel Martins da Silva (Sergudo - Tabua); 24, A n t o n i o J e s u s Lopes Vaz (Ribeira); 24, J o s e Bernardo J u n i o r (Povoa da Lousa); 25, J o a q u i m Pereira d o s Santos (Azere - Tabua); 26, Dom i n g o s Lopes (Portela de Vale d e Maceira); 27, Fernando Correia Ferreira (Moita), J o a q u i m C h o r r o (Sebal - Condeixa), Luis Ferreira C u s t o d i o (Vidual - Miranda d o Corvo) e Clube Academico d a s Gandaras; 28, Manuel Correia e A n t o n i o Lopes (Moita); 29, Al­ b e r t o Barreto (Padrao), A n t o n i o Francisco Ventura (Brasil) e A r m i n d o Simoes Esteves Juliao (Lamas - Miranda d o Corvo). Para todos, as melhores felicidades e m u i t o s mais anos d e vida deseja. - Manuel Vaz.

Presepios C o m o ja ha l o n g o s a n o s s e v e m realizando e e tradigao e m t o d o o m u n d o , t a m b e m na n o s s a terra se c u m p r i u a trradi^ao e q u a s e e m t o d a s as c a s a s foi i n s talado o presepio. Parabens para q u e m vai c u m p r i n d o esta ideia d e ir mant e n d o o q u e n o s legaram o s noss o s antepassados.

Falecimentos Faleceram recentemente: e m Papanata, Antonio Simoes, casado, d e 67 anos; e n o Reguengo, Jose Gongalves Manso, casado, de 75 anos. O s seus funerais realizaram-se para o cemiterio da Lousa, s e n d o bastante c o n c o r r i d o s . A o s familiares, sentidos pesames.

Nao sabia? Pois fica a saber q u e o f a l s o a m i g o e o p i o r inimigo, p o i s a ele se confidencia e e a m e s m a c o i s a q u e publicar u m jornal.

Animais Nao e s o na nossa terra, m a s e m q u a s e t o d o s o s locais, q u e se e n c o n t r a m caes e g a t o s a o abandono. Parte d e s t e s a n i m a i s sao adquiridos p o r amizade, pens a n d o q u e o s pretendentes o s v a o estimar, m a s o q u e se d a o contrario. P o u c o s dias d e p o i s sao abandonados, p o s t o s na rua. Pobres animais, t e m que s e defender mal o u bem. O s primeiros, vagueando, v a o derr u b a n d o o s caixotes d o lixo; o s outros, quando encontram q u a l q u e r buraco p o r o n d e passar, v a o a q u a l q u e r local satisfazer-se. Q u e m nao q u e r tratar b e m o animal nao o leva para casa.

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Deu-nos o prazer d a sua visita, muito breve, o nosso a m i g o sr. Carlos Bernardino, c o m sua esposa, q u e regressavam d e Chas d e Egua para Lisboa, o n d e iam tomar o a v i a o para o Luxemburgo. Ha bastantes anos que vivem naquela linda e bela c i d a d e , c o m vida estabilizada e m c a s a propria e o d e se m p e n h o d e

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fun9oes d e grande importanci a - gerente coordenador da fjrma ••Pizza Hut». - Tambem o nosso amigo sr F e r n a n d o Jorge Moreira Mac h a d o , residente e m Odive|as v i n d o c o m sua famllia passar uns dias as Corgas, sua terra natal, teve a a m a b i l i d a d e de nos visitor. Por tais visitas, os nossos agradecimentos.

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E.U.A., Brasil, V e n e z u e l a , C a n a d a , r a n p a , B e l g i c a , A l e m a n h a , S 1119a e I n g l » t e r r a '


18-M992

A

C O M A R C A

D E

A R G A N I L

0 prof. Cesar Oliveira fala a «A Comarca» ( C o n t i n u a d o neamento

basicoa Povoa deS. Cosme; iiaaCao da zona industrial a E.N. 17; a lerraplenagem dos terrenos da zona S)i industrial; a instalagaodaredeelectrica \ nesta zona onde vamos agora comecar 1 a rede de esgotos, aguas pluviais e \

Sv,

arruamentos.

perspectiva, Cesar Oliveira salientou-nos que se criou uma dinamica relativamente viva, rapida e de grande desenvolvimento, que segundo ere e reconhecida por toda a gente. No entanto, o nosso entrevisfjesta

1 p t i g i n a )

programs da minha candidatura fica substancialmente cumprido. E, aqui, o presidente da Camara oliveirense adiantou que ha presidentes de Junta que querem mais, o que e perfeitamente legitimo, salientando ainda que 1993 sera um ano de recuperacao financeira, permitindo tambem a realizacao de algumas obras nas freguesias. • Senhor presidente, e sua intengao recandidatar-se a novo mandato? quisemos saber.

A Comarca de Arganil presta um belo servigo ao concelho. Tem sido de uma inexcedivel correcgao para a Camara Municipal e certamente assim vai continuar a ser. tado nao deixou de reconhecer as dificuldades de varia ordem, nomeadamente economicas, financeiras e outras que e necessario ultrapassar, e repetia: • Mas, creio eu, o balango e positivo. Referindo-se ao ano em curso, o presidente da Camara de Oliveira d o

- Esta completamente excluida a hipotese de eu me tornar acandidatar a Camara Municipal. E Cesar Oliveira justificou esta sua decisao dizendo que o seu compromisso com o eleitorado era de quatro anos, por isso nada tem a ver com qualquer desencanto, mas sim com a sua vida pessoal, familiar e profis-

pagando as di'vidas. Isso em vez de facilitar o desenvolvimento so o obstaculizarai. E acrescentou: - No final do meu mandato penso que a divida a curto prazo, se actualizar-

mos o valor da inflagao, sera aquela que eu herdei. Por isso nao me preocupa. A divida a longo prazo, obviamente que e ligeiramente maior da que herdei. E, aqui, o presidente da Camara de Oliveira do Hospital recordou por exemplo o contrato «leasing» feito em 1990 no valor de 80.000 contos e que terminara em 1995, para aquisicao de equipamentos, maquinas, transportes, etc., e que se mantem em valores constantes, ao mesmo tempo que adiantou que os valores anuais com os compromissos de amortizacoes, quer do "lea­ sing", quer dos emprestimos a Caixa

Nao sei se reconhecem o u nao o meu esforgo e nao estou muito preocupado com isso. O que me interessa e ter uma pratica politica coerente, democratica e estar de bem com a minha consciencia. sional, e com o ritmo de trabalho que tem, segundo nos disse, nao aguentaria mais quatro anos a trabalhar as­ sim. - Nao e legitimo que estoire com a minha saude fisica ao servigo de Oli­ veira do Hospital - confessou-nos Cesar de Oliveira. Ainda o maior conhecimerrto do pais real, o atraso, o deixar tudo encaminhado para o seu sucessor, foram temas da nossa conversa e depois

Nao e legitimo que estoire com a minha saude fisica ao servigo de Oliveira do Hospital. asduas EB's, na Cordinha e em Lagares da Beira, o que pressupoe um financiamento dessa obra na ordem de 70% do PRODEP, a que se deve juntar um emprestimo de 16.000 contos, ja autorizado pela Assembleia Municipal para cada uma dessas obras. No dominio dos equipamentos de utilizacao colectiva, como sabe, a piscina e os campos de tenis estao a funcionar. Este ano vamos fazer a piscina infantil, que contamos esteja pronta em Agosto; vamos construir polidesportivos em algumas localidades; e iniciar-se-a em Setem'21 bro/Outubro proximos o tanque de w aprendizagem coberto e aquecido no ^ complexo das piscinas. No dominio do saneamento basico, completar a obra que o anterior executivo vinha executando e esperamos neste sector langar as obras em Negrelos e Sobreda por administragao directa e Seixas e Andorinha por concurso publico, esperando ainda este mes apresentar as candidaturas aos programas operacionais; e vai ser ainda langada este ano a ETAR de Santo Antonio do Alva. Depois de enumerar todas estas realizagoes e voltando ao dominio dos equipamentos de utilizagao colectiva, Cesar de Oliveira destacou o la ncamento da obra da Casa da Cultura de Oliveira do Hospital, cujo projecto va i ser tambem financiado pelos programas operacionais, havendo tambem um credito bonificado para esta obra.

/

• Nesta perspectiva, no final do seu dato estara mais que ultrapassado tudo aquilo que se propos fazer pelo Progresso e desenvolvimento do seu c °ncelho? - perguntamos. mar|

•Nao direi ultrapassado, mas devo­ te dizer que do meu ponto de vista o

perguntamos ao presidente da Camara Municipal de Oliveira do Hospital: - Dificuldades, sr. presidente? - As dificuldades maiores sao do ponto de vista financeiro. Ha uma serie de incompreensoes, obstaculos, que sao dificeis de veneer. Por exemplo, acho que o sistema de taxas da Camara Municipal esta altamente ultrapassado. Ha que fazer um esforgo para actualizar as coisas, consensualizar a necessidade da Camara Municipal se dotar com alguns meios de auto-financiamento, porque cada vez sao maiores as exi-

Geral de Depositos, neste instante nao chegam aos 100.000 contos. - Acha que o povo do seu concelho reconhece o seu esforgo a frente dos destinos do Municipio? - foi a nossa pergunta. - Nao sei se reconhecem ou nao. Mas nao estou muito preocupado com isso. O que me interessa e ter uma pratica politica coerente, democratica e estar de bem com a minha consciencia. E como tenho essa politica de­ mocratica, coerente, e procuro realizar um piano de actividades, um projecto politico e concretizar um projecto de desenvolvimento que traz progresso e desenvolvimento para o concelho, eu estou com a minha consciencia tranquila. Cesar Oliveira lembrou o Piano e Orgamento da Camara para o corrente ano que ultrapassa os dois milhoes e duzentos mil contos, que revelam algum esforgo e capacidade de tra­ balho da Camara, prevendo que a taxa de execugao do piano seja na ordem dos 70 a 85%. Recorde-se que o Piano e Orgamento da Camara de Oliveira do Hospital para 1992 foi aprovado na Assembleia Municipal com dois votos contra e cinco abstencoes.

Nao so as grandes obras sao a preocupagao da Camara a que presido, mas tambem a resolugao das necessidades basicas que afligem a populagao do seu concelho. gencias de desenvolvimento, bem-estar, vida agradavel da parte do municipe, o que acho justissimo. Mas essas exigencias custam cada vez mais caro, dai a necessidade dos meios de auto-financiamento para suportar es­ sas exigencias. Por isso, ha que rever uma serie de situagdes que importa salvaguardar - disse. - Um dos «cavalos de batalha» de alguns presidentes deCamara foram as dtvidas herdadas de anteriores executivos. Isso preocupou-o? - pergun­ tamos. - Herdamos aqui uma divida de 210.000 contos a curto prazo. Neste instante a divida da Camara e significativamente maior, mas se entrarmos com o valor da inflagao, eu diria que neste momento e a mesma que herdei. E disse mais: - Para a Camara nao dever nada, entao nao fazia rigorosamente nada e ia

O balango destes dois anos julgo que e amplamente Positivo. Por um lado, fizeram-se algumas realizagoes "nportantes, quer de obras que vieram do anterior exe­ cutivo, quer de preparagao doutros projectos e obras que se esperava fazer.

DAS

COMPRAS

Os vereadores da oposigao tern sabido distinguiroque e essencial para o concelho e aquilo que & acessdrio, aquilo que e secundario. E naquilo que e essencial para o concelho, ha uma grande unanimidade na Camara Municipal.

Hospital frisou:

- 0 ano de 1992 vai ser um ano chave no desenvolvimento do con­ celho. Vamos langar obras fundamen­ tals em alguns dominios essenciais, a saber: no dominio dos acessos de e para Oliveira do Hospital, esta aprovada a estrada Oliveira do Hospital-Nelas. Dentro de um mes vamos langar o seu concurso, estando neste momentona fase de negociacoes dos terrenos. Esta obra ronda os 970 mil contos, envolvendo verbas do FEDER/ /PRODAC, da JAE e uma pequenissima verba da Camara Municipal. Neste dominio, esta ainda a decorrer a estrada de Turismo do Vale do Alva ligando a Ponte de S. Giao a Penalva do Alva. No dominio do ensino e completada que esta a escola profissional, vamosem breve langaro concurso para

dades que afligem o concelho, Cesar Oliveira enumerou algumas delas e pensa que em 1993 ficarao solucionadas, acrescentando que, como pode ser constatado, nao so as grandes obras sao a preocupacao da Camara a

A proposito de problemas surgidos com a lixeira municipal e a abertura do aterro camarario, quisemos saber se ainda persistiam, e o prof. Cesar Oliveira respondeu-nos: - Julgo que esta tudo sanado. O problema esta resolvido. Muito em breve serao iniciadas as obras do aterro. Ja esta a ser adquirido um «buldozer» para trabalhar ali em permanencia, portanto esta tudo sanado e resolvido. E relativamente a outros proble-

que preside, mas tambem a resolugao das necessidades basicas que aflige a populagao do seu concelho. Quisemos saber quais eram as relagoes entre a maioria e a oposigao, ao que o nosso entrevistado respondeu: - Os vereadores da oposigao tem sabido distinguiro que e essencial para o concelho e aquilo que e acessorio, aquilo que e secundario. E naquilo que e essencial para o concelho, ha uma grande unanimidade na Camara Municipal. Tambem o relacionamento do pre­ / sidente da Camara Municipal com os presidentes de Juntas de Freguesia do concelho serviu de tema para a nossa conversa. O nosso entrevistado, respondendo a questao, afirmou: - 0 relacionamento com os pre­ sidentes das Juntas de Freguesia e evidente que nao e homogeneo, nem e uniforme. Ha uma ou outra Junta de Freguesia onde o relacionamento e mais dificil, sobretudo porque as vezes nessas Juntas de Freguesia as pessoas confundem interesses politico-partidarios e pessoais com interesses globais e que nao sao partidarizaveis. E Cesar Oliveira adiantou ainda que embora tenha tido alguns problemas neste aspecto do relacionamento com os presidentes de Juntas nao sao contudo questoes que nao possam ser ultrapassaveis, frisando que o seu gabinete esta sempre aberto para dis-

LINGUADO FRITO EM MANTEIGA. - Depois de amanhado o linguado ao modo ordinario, tirase a pete, como ficou indicado, mergulha-se em leite p o r cerca de dez minutos, e depois poe-se a f r i g i r em m a n t e i g a que vai aquecendo gradualmente, ate que o linguado tenha adquirido uma c o r loira. Depois de frito poe-se n u m prato polvilhado com sal, e serve-se com salsa frita e limao, cortado ao meio para tempera-lo. *

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Temperaturas mais ou menos amenas marcaram o tempo que se fez sentir na nossa regiao ao longo da semana que agora termina, chegando algumas noites e dias, estes com sol radioso, a parecerem de autentica primavera. As­ sim, foram tambem estas as condiodes atmostericas que se fizeram sentir na passada quinta-feira, dia do mercado semanal desta vila. No que diz respeito ao mer­ cado, refira-se que o abastecimento era bastante bom em qualquer dos sectores, quer em variedade quer em quantidade. Quanto ao movimento registado no mesmo, tambem foi bastante b o m , t a n t o em t e r m o s d e

E obvio que deixarei algumas questoes p o r solucionar, mas a vida do proximo presidente ficara facilitada, porque algumas das questoes essenciais ficarao resolvidas, sendo apenas necessario geri-las. cutir tudo o que seja de interesse para as freguesias, para encontrarsolugoes. Voltando a questao da sua nao candidatura a presidencia da Camara em 1993, o prof. Cesar Oliveira salientou que este facto nao quer dizer que perca o entusiasmo ou deixe de cumprir, com o maior zelo e empenhamento e brio profissional as suas tarefas ate ao ultimo dia em que estiver na Camara. E a nossa entrevista estava quase a chegar ao fim, mas o nosso entrevis­ tado ainda se referiu ao Piano Director Municipal, em fase muito adiantada de elaboragao; ao equipamento da Camara; a reserva agricola do concelho que ja esta para publicagao; ao corpo

questoes por solucionar, mas a vida do proximo presidente ficara facilitada, porque algumas das questoes essen­ ciais ficarao resolvidas, sendo apenas necessario geri-las. Cesar Oliveira nao deixou no en­ tanto de frisar o apoio da C. C. R. C. e do Governo, tendo ainda palavras amaveis para a Imprensa Regional, nomeadamente ao nosso jornal, afirmando: - A Comnrca de Arganil presta um belo servigo ao concelho. Tem sido de uma inexcedivel correcgao para a Camara Municipal e certamente assim vai continuar a ser. Por isso tambem as portas da Camara Municipal estarao sempre abertas para 4 Comarca de

Continuarei a trabalhar, nao regatearei esforgos, nem empenhamento, nem dedicagao, nem tempo ao servigo do meu concelho, porque entendo que as pessoas que aceitam ser candidatas a presidente da Camara aceitam todos os riscos. tecnico da Camara, que responde as solicitagoes que Ihe sao feitas; as optimas relagoes com a C. C. R. C.; aos pro­ gramas operacionais e contratos-programas, que havia para assegurar e estao assegurados; ao desejo que a

Cesar Oliveira confessa-se optimista quanto a transformagao do concelho e das mentalidades, mais adequadas ao progresso, £ modernidade que se exige de um con­ celho onde os empresarios sao muito dinamicos, que tem gosto pelo risco, gostam de apostar na construgao do futuro. mas, o presidente da Camara de Oli­ veira do Hospital reconhece que eles ainda sao muitos num concelho grande e dificil como e o seu, com cerca de 80 aglomerados populacionais, 21 freguesias, onde havera uns mais prejudicados do que outros, mas serao contemplados em 1993. Ainda falando nalgumas necessi-

Uma receita:

estrada Oliveira do Hospital-Nelas estivesse concluida nos proxmois dois anos; numa palavra e seu desejo que a perspectiva com que ira terminar o mandato, seja uma perspectiva de quase plena realizagao dos projectos que tinha para Oliveira do Hospital. E acrescentou: - E obvio que deixarei algumas

Arganil, como para toda a Imprensa. E mesmo a terminar a nossa con­ versa, Cesar Oliveira mostrou-se op­ timista quanto a transformagao do concelho e das mentalidades, mais adequadas ao progresso, a moder­ nidade que se exige de um concelho onde os empresariossao muito dinami­ cos, que tem gosto pelo risco, gostam de apostar na construgao do futuro, salientando ainda: - Dei o melhor de mim nestes dois anos, continuarei a trabalhar, nao re­ gatearei esforgos, nem empe­ nhamento, nem dedicagao, nem tempo ao servigo do meu concelho, porque entendo que as pessoas que aceitam ser candidatas a presidente da Camara, aceitam todos os riscos. E aceitando todos os riscos, tem que se dedicar empenhadamente, a tempo inteiro, ao servigo dos municipes que o elegeram, que sao a razao de ser das Camaras Municipals. E por isso que aqui estouterminou.

vendedores como de potenciais compradores. Entre tanto, foram os seguintes os pregos de que tomamos nota: No mercado tradicional - Lombardo, 85$00; cenoura, 90$00 e 100$00; tomate, 130$00 e 150$00; cogumelo, 800$00; alface, 350$00 e 380$00; alho, 500$00; couve flor, 200$00; beterraba, 180$00; cebola, 90$00; pimento, 350$00; castanha, 200$00; noz, 500$00; limao, de 80$00 a 150$00; banana, 205$00 e 212$50; uva, 300$00; kiwi, 350$00; laranja, 120$00 e 130$00; tangerina, de 120$00 a 140$00; maga, de 80$00 a 180$00; tangera, 100$0Q; pera, 100$00 e 120$00; Clementina, 180$00; e diospiro, 120$00 - tudo ao quilo. A/a secgao d o pescado - Faneca, 550$00; polvo, 500$00 e 850$00; raia, 900$00; p o t r a , 500$00; ameijoa, 300$00; berbigao, 200$00; tamboril, 1.300$00; corvina, 1.200$00; pombo, 700$00; pargo, 1.700$00; pescadinha, 1.000$00; espada branco, 800$00; petinga, 250S00; carapau, 380$00; sardinha, 250500: truta, 600$00; cavala, 250S00; rabeta, 700$00; dourado, 1.000500; e marmota, 1.050500 - tambem tudo ao quilo.

Vila Nova de Nates Juventude Socialista No passado dia 11 e s o b o lema «Mudar para ganhar», efectuaram-se as eleigdes para o s o r g a o s da J.S. d e Vila Nova d e Poiares, as q u a i s ultrapassaram a previsao d o s m a i s optimistas, tanto na participacao d o s j o v e n s na eleigao d a sua estrutura local, c o m o na maneira ordeira c o m o decorreu o acta, o que vem provar estarem o s j o v e n s a p t o s a desempenhar as m i s s o e s que Ihe sejam confiadas, sejam elas d e q u e indole f o r e m . A lista vencedora tem a seguinte c o m p o s i g a o : Secretariado - L u i s Almeida, presidente; Telmo Reinaldo, vice-presidente; J o s e Guilherme, secretario; Joao Miguel, tesoureiro; Adelino Gouveia, Vasco Espinheiroe Elisabete Almeida, vogais. Assembleia geral - Ines San­ tos, presidente; Pedro N u n o Santos, vice-presidente; Elisa Feteira, secretario. A J u v e n t u d e Socialista, tem a sua sede n o Centro Comercial Paraiso, 1.® andar, e o s j o v e n s interessados na sua inscrigao poderao contactar q u a l q u e r d o s elementos agora eleitos.

LE1A e propague o Jornal A COMARCA DE AR­ GANIL. E, se 6 bom regionalista, envie-nos novos assinantes angariados na roda dos seus conhecidos e amigos.

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Mundos & Fundos

S1NTESE Na passada quarta-feira, os paises d a CEE reconheceram, e m conjunto, as independencias d a Eslovenia e d a Croacia, dependendo agora d e c a d a Estado m e m b r o a implement a q a o d a decisdo, a qu al j a foi contestada p e l o governo fede­ ral d a Jugoslavia. Entretanto, Sui9a, Austria, Noruega e Malta j a reconheceram os novos Estados. X Tendo por objectivo atenuar as situa$des d e tributa^ao diferenciada, o O r 9 a m e n t o d e Es­ t a d o preve a reformulagao das taxas d o Imposto Automovel. Assim, v d o ser criadas taxas incidentes sobre velculos equip a d o s c o m motores n a o - c o n vencionais, n o m e a d a m e n t e os movidos a electricidade, energ i a solar, alcool e d e pistao rotativo. X O Governo vai legislar proximament e sobre efectivos militares, t e n d o e m vista a sua diminuigao. Pretende-se criar medidas conducentes a o aceleramento d o ritmo d e passagens d a situagao d e reserva a d e reforma e criar incentivos para a passagem d a situa9ao d e a c tivo a d e reforma Na Argelia, a Frente isiamica d e Salva9ao a m e a 9 0 u criar u m Pariamento paralelo, c o m os 231 candidatos q u e v e n c e r a m n a primeira volta das elei9des legislativas, dos quais 188 foram eleitos c o m a maioria absoluta. Tal a m e a 9 a v e m na sequencia d a c r i a 9 d o d o Alto Comite d e Es­ tado, q u e d e t e m o poder.

Apontamento B u m habito velho quando a o olhar o que ficou para tras e ao julgar que t u d o poderia ter sido diferente - o h o m e m sentir u m c e r t o remorso por nao ter levado o barco do destino a o porto que a n t e v i u e nao quis tocar. P e n s o que e n e s s e mom e n t o que o h o m e m t o c a a sobrenaturalidade da s u a condi^ao, porque o remorso e , e m s i m e s m o e c o m toda a sua profundidade misteriosa, o D e u s Eterno a falar a inteligencia da obra prima d a Criaijao. O remorso - que e, entao, u m sentimento misto de saudade e desgosto - da, por isso, ao h o m e m tod a a dim e n s a o h u mana da s u a condicao, que e sempre n o inicio feita para a gloria da exaltacao da vida e s e toma, tantas v e z e s , o fracasso dela perante as vicissitudes de alguns d e s t i n o s que, estando a v e r o porto seguro, opt am por rumar para mares desconhecidos, o n d e o s portos n a o t e m a m arras para prender o s navios. Para t i - e para m i m tambem, q u e j a perdi alguns portos - fica e s t a reflezao, c o m a certeza que a t e ao fim d a caminhada o Deus misericordioso perdoara o s por­ t o s que deixamos d e tocar o u abandonamos s e houver o arrependimento d e n o s term o s esquecido d a condigao nuclear da vida, que e sempre a de a tomar como uma dadiva gratuita d e D e u s e , c o m o tal, nao s e poder v e n d e r c o m o s e ela f o s s e u m a s i m p l e s mercadoria. Cuidado, pois, que o remorso maior e quando o h o m e m s e t o m a u m mercador da vida! TAMEN

Os primeiros «capacetes azuis" d a ONU p o d e r a o ser enviados para a Jugoslavia j a n o final d a proximo semana, se os observadores d a o r g a n i z a 9 a o q u e se encontram no territorio fizerem um relatorio favoravel. Entretanto, prosseguem cornbates esporadicos na Croacia e o conflito a m e a 9 a estender-se a Bosnia-Herzegovina.

Dr. Joao Eduardo Gouveia Tomou posse d o lugar d e v o g a l d o Conselho Directivo d o Centro Regional d e S e g u r a n 9 a Social d e Coimbra o dr. J o a o Eduardo Dias Madeira Gouveia. Tem 33 anos, e licenciado e m Economia pela Faculdade d e Economia d a Universidade d e Coimbra e possui pos-graduagao e m Fiscalidade d e Empresa. Foi, a t e a o presente, e c o nomista d o Credito Agricola Mutuo, o n d e exercia fun9des d e Direcgao Financeira e Chefia d e Servi9os.

N o d e c o r r e r d e 1990, morreram no nosso pais 1.279 crian9as c o m menos d e um ano d e idade, ou seja, 7 e m c a d a 48 horas, praticamente 25 por semana e 1 e m c a d a 7 horas. Em 1991 t e r a o morrido 1.100 crian9as, sendo o nosso pals u m d o q u e t e m m e Ihorado mais rapidamente e m termos d e mortalidade infantil.

O Presidente d a Republica, Mario Soares, reafirmou o seu a p o i o a u m a rapida integragao d o escudo n o Mecanismo d e Taxas d e C a m b i o d o Sistema Monetario Europeu, sustentando q u e a convergencia d a nossa e c o n o m i a para a Uniao Monetaria «e u m a meta exigente, q u e implica decisdes corajosas e alguns sacrificios impoitantes».

A Comissao Nacional d e Eleigdes apresentou queixa a o Procurador-Geral d a Republica sobre o Partido Socialista e a FUP. A queixa apresentada prende-se c o m a n a o apresent a g a o das contas d a c a m p a n h a eleitoral para as eleigdes legis­ latives d e 6 d e Outubro passado.

Reunido e m Conselho d e Mhistros, o Governo aprovou uma resolugao, a apresentar a Assembleia d a Republica, que visa a q u e d a progressiva das barreiras q u e i m p e d e m a livre circu10900 d e pessoas na Europa. Assim, vai a c a b a r o bilhete d e identidade d e c i d a d a o estrangeiro, passando o trtulo d e residencia a servir, t a m b e m , c o m o d o c u m e n t o d e identificagao.

Especialista n a a r e a fi­ nanceira, sera t a m b e m essa a sua principal responsabilidade no Centro Regional d e Seguranca Social d e Coimbra. Os nossos votos d o melhor exerclcio das novas fungdes.

Filarmonita

de M i l da Beira

em aniversario C o m u m programa diversific a d o , a Filarmonica d e Ervedal d a Beira c o m e m o r a a m a n h a , domingo, o seu aniversario. Pelas 9-30 horas, a Filar­ monica percorrera as ruas prin­ cipals d e Ervedal d a Beira; as 10-30, sera a missa solene c a n tada pela Filarmonica, seguindo-se, as 13, o almogo-convivio n a sede d a Filarmonica; as 16, presta9do d e contas d o a n o de 1991, na sede d a Sociedade Recreativa Ervedalense; e as 17, c o n ­ certo executado pela Filarmonica na sede d a Sociedade Recreativa Ervedalense.

Nolo do Semana ( C o n t i n u a d o d a 1.® p£gina) dores, dentro d o q u e a lei estabelece e m tais casos. E de fazer u m estudo d e seguranga para o s p e d e s que transitam naquela m e s m a via. E d e imptantar sinais adequados, n o s locais que o s justifiquem, c o m o sejam o s d e stop, d e travessia d e pedes, de cuidados especiais, etc.. Tambem nao e de esquecer uma campanha d e sensibilizagao n o sentido d e se evitar d e fazer da saida m a i s c o n c o r r i d a de Arganil, p o r s e r a que mais directamente leva a sede d o distrito, uma estrada da morte. Nao esquegamos q u e «Circul a r e Viver».

(Continuado da 1." p Agin a) t a n d o u m farto e b e m confeccionado almogo. Tambem, c o m o habitualmente, uma orquestra privativa animou a malta toda a tarde, e, c o m o seu variado reportorio p r o p o r c i o n o u entusiastico baile a q u e m quisesse dangar. A mistura, o s fados fizeram-se o u v i r p o r a l g u n s element o s d o s «Amigos», n a o f a l t a n d o o tao caracteristico f a d o d e Coimbra. Entretanto, c o m o o f a r t o almogo nao bastasse, pela tardinha h o u v e lanche para o s mais c o m i loes e... nao so. Finalmente, pela noite j a avangada t o d o s regressaram a suas casas, felizes e c o n t e n t e s pelo dia de convivio passado entre amigos. A comissao de «Amigos » esta ja pensando na organizagao d e o u t r o almogo-convivio antes d a ida tradicional a Arganil, esperando o m e s m o sucesso q u e este obteve. - C.

SAIAS & V1AGENS PARTIDAS E CHEGADAS Vindo da Africa do Sul, acompanhado de sua esposa e filha, encontra-se em Coimbra o sr. Joaquim Rodrigues de Matos, do Sarzedo (Arganil). - Regressou de Carapinha (Tabua) a Franga, o sr. Henrique Viegas Borges. - Partiram para Lisboa: de S. Giao (Oliveira do Hospital, o sr. Germano Mendes; e de S. Pedro (Arganil), o sr. Fernando Ribeiro. - Tambem partiram: da Paradela da Cortiga para Belem d o Para (Brasil), o sr. Alberto Henriques Viegas; de Laranjeiro (Almada) para Vilela (Oliveira d o Hos­ pital), o sr. Antonio Borges; e de Agor (Colmeal) para Olival Basto ° (Odivelas), o sr. Jaime Martins de Almeida.

O s combae tne ts dasombra D u r a n t e meses, os s a t e l i t e s espioes K H - 1 1 e os cwides TR-1 d e reconhecimento a g r a n d e altitude hcwiam sobrevoado a s defesas a e r e a s d e S a d d a m Hussein, p r o c u r a n d o e m vao abertas no r a d a r . Se os A l i a d o s n a o p u d e s s e m p e n e t r a r nos r o da r e s d e primeira alerta do Iraque, S c h w a r z k o p f receava que u m grande numero d e avides s e perdesse n a p r i ­ m e i r a noite d a b a t a l h a aerea. O coronel Gray, chefe d a principal unidade d e comandos d a Forga A e r e a dos EVA, expos o seu p i a n o . T a s k Force Normandia. Com u m timing defraccoes d e segundos, os helicopteros Pave Low, apoiados p o r helicopteros d e a t a q u e A pache, atravess a r i a m a f r o n t e i r a iraquiana e abririam u m buraco n o dispositivo d e primeiro alerta de Saddam. Eis a historia d e quatro d a s s u a s operagoes: O inicio d a b a t a l h a no a r - O helicoptero Pave Low q u e o m a j o r Bob Leonik primeiro piloto d e Gray i a t r i p u l a r estava repleto d e e q u i p a m e n t o s exoticos e as caixas electronicas d e operagoe s m i l i t a r e s i l u d i a m os r a d a r e s e os misseis inimigos. AS 2-20, hora saudita, d o d i a 1 7 d e Janeiro, o Pave L o w d e Leonik atravessou a f r o n t e i r a i r a q u i a n a . Leonik ziguezagueou p a r a contornar acampamentos d e beduinos e e v i t a r ser ouvido, v o a n d o a b a i x o d o n i v e l e m q u e s e r i a detect a d o pelos radares, e avangpu atraves d e u m l a b i r i n t o d e postos d e observagao iraquianos. A 1 3 k m d o a l v o os P a v e L o w l a n g a r a m sinais quimicos p a r a o solo, a f i m d e posic i o n a r os A p a c h e s . D e subito u m a sentinela i r a q u i a n a d e servico n a p r i n c i p a l estacao d e ra­ d a r avistou os helicopteros e largou a correr e m direcgao a o bunker. 1Vdo conseguiu l a chegar. U m missil Hellfire guiado a laser e lancado d e u m Apache langou a construcao pelos ares. N o espago d e c i n c o segundos, a s e g u n d a estacao d e r a d a r desapareceu tambem no meio d e u m a bola defogo. P a r a l a das linhas F a lt a v a m tres dias p a r a o inicio d a g u e r r a n o solo. Perto de u m a auto-estrada a menos d e 1 5 0 k m d e Bagdade, u m periscopio ergueu-se d e u m b u r a c o . Neste encontravam-se tres membros dos Boinas Verdes d o Exercito - o sargento-chefe J e f f r e y S i m s , o p r i meiro-sargento Ronald T o r b e t t e o segundo-sargento Roy Tabron. Sims, o chefe d a equipa, pegou n o r a d i o d e comunicagoes v i a s a t e l i t e e comegou a enmar mensagens e m codigo p a r a a base n a A r a b i a Saudita. Sem perder d e vista u m a d a s principals estradas do Iraque p a r a o Kuwait e m busca d o movimento d e tropas, p a s s a r a m a noite a c a v a r o seu p r o p r i o refugio. A o s a i r d o buraco, v i r a m a p r o x i m a r se u m a rapariguinha iraquiana. E l a olhou p a r a a f e n d a no solo e ergueu a t a m p a d o b u r a c o . D e olhos a r r e g a l a dos, f i x o u os t r e s b o i n a s verdes, g r i t o u e f u g i u . t i a o t a r d o u que Sims, Tobertt e T a b r o n se vissem rodeados p o r mais d e u m a centena d e soldados iraquianos. S i m s c h a m o u os Falcons F - l 6 e Tabron apontou e d i s p a r o u c o n t r a os soldados iraquianos, alguns dos q u a i s se encontravam a 5 0 metros d a trincheira.

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(Inlormagao do Banco Pinto & Sotto Mayor, de Arganil)

Exposi^ao

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de monsenhor Nunes Pereira

em Franca Na vila d e Neuves-Maisons, perto da c i d a d e d e Nancy, q u e fica na regiao d a Lorena, esta patente a o p u b l i c o d e s d e o d i a 6 d e Janeiro a e x p o s i g a o d o n o s s o grande artista beirao m o n s e n h o r padre A u g u s t o N u n e s Pereira, natural de Mata (Fajao) e residente e m Coimbra. E s t a e x p o s i ? a o e s t a a ser m u i t o visitada e ficara ate ao dia 24 deste mes. A inauguragao teve l u g a r n o dia 6 d e Janeiro, as 18 horas, n o " C e n t r e Culturel Jean-L'Hote» d e Neuves-Maisons, na presenga d e meia centena de convidados, entre o s quais o maire local (presidente da Camara), a v i c e - c o n s u l e s a D. Helena Sereno, p r o f e s s o r e s , representantes d a v i d a a s s o c i a ­ tiva e o s m e m b r o s d a d i r e c g a o d o Centro Cultural e d a A s s o c i a g a o Franco-Portuguesa. O d i r e c t o r d o C e n t r o sr. J e a n -Paul Chariot, a p r e s e n t o u a v i d a e a obra d e m o n s e n h o r N u n e s Pereira, s e g u i n d o - s e a t r a d u c a o d u m c o n t o d e Fajao p o r u m a l u n o de origem portuguesa. No final, foi servido u m «Porto de Honra». A Imprensa Regional f r a n cesa referiu-se a o acontecimento, apresentado u m a f o t o g r a f i a d a inauguragao e u m a r e p o r t a g e m c o m o titulo: " V o y a g e a u Portu-

;

In Seleccoes do Reader's Digest i

g a l a t r a v e r s aquarelles et xylogravures». A v i n d a d e a l g u n s trabalhos d e m o n s e n h o r Nunes Pereira a Franga foi possi'vel gragas ao apoio d a L i v r a r i a « L i v r o e Arte», do L u x e m b u r g o , e a Associacao Franco-Portuguesa, de que e p r e s i d e n t e o sr. Americo Martins. BEIRAO DAS NEVES

Noticias de

TQRROSELO (Sain) Falecimentos T i v e m o s conhecimento que f a l e c e u repentinamente na sua residencia, e m Lisboa, no pas­ s a d o d i a 31, o sr. L u i s Figueiredo, c o m 77 a n o s d e idade e reform a d o d a c o m p a n h i a «Carris». - Faleceu nesta localidade a sr. 3 D. V i t o r i a Cabral Mascarenhas. O s e u funeral realizou-se p a r a o c e m i t e r i o local. A s f a m i l i a s enlutadas aqui deixamos as nossas condolencias

Aniversario Fez a n o s n o passado dia 11, o sr. dr. Manuel Almeida Sousa, actual presidente da Assembleia M u n i c i p a l d e Seia.

Bolsq de Turismo de Lisboa

Boas-Festas

Participacao da Regiao de Turismo do Centro

A t o d o s quantos trabalham n o j o r n a l A Comarca de Arganil d e s e j a m o s u m Novo Ano muito p r o s p e r o . - L u i s Coragem.

Na sequencia d a particip a 9 a o d a Regiao d e Turismo d o Centro n o Festival Internacional d o Cartaz Turistico, p r o m o v i d o n o a m b i t o d a Bolsa d e Turismo d e Lisboa 92, os cartazes deste organismo - apresentados a Imprensa n o passado d i a 11, e m Coimbra - foram premiados c o m u m a m e n 9 a o honrosa. De salientar q u e estiveram presentes neste Concurso 25 paises e dos cartazes a c o n ­ curso d e Portugal, a p e n a s f o r a m cistinguidos pelojuri, e igualmente c o m uma mengao honrosa, para a l e m d a Regiao d e Turismo d o Centro, a TAP Air Portugal e a Regiao d e Turismo d o Nordeste Transmontano (cartaz desenhado). Igualmente p r e m i a d a c o m u m a m e n g a o honrosa foi a Tasquinha desta Regiao d e Tu­ rismo, que nesta edi9ao d a Bolsa d e Turismo d e Lisboa procurou reconstituir u m palheiro d a Tocha e cujo servi9o esteve a c a i g o d o Restaurante Marques d e Manalva - Cantanhede. De refer* ainda, a extraordinarioa colabor a 9 a o q u e a C a m a r a M u n i ci p a l d e Cantanhede prestou a este organismo na materia.

MEMBRO DA

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ASSOCIACAO NACIONAL D AM I PRENSA W O DP

A COMARCA DE ARGANIL Durante o m§s de Dezembro, a tiragem de A COMARCA DE ARGANIL foi de 67.120 exemplares, c o r r e s p o n d e n d o a 11 edigdes. Depdsito legal n.q 2225//S3.

PARA FECHAS O m e u b e m , quando P a r t i " ' s :

Levou meus olhos nos s e Quanto mais nao Valeria Que me nao dissesse a e

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A Comarca de Arganil 18jan92  

Número 9777

A Comarca de Arganil 18jan92  

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