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9 A N O X C - N . 9.598

TERQA-FEIRA, 6 de Novembro de 1990

AC O M A E C AE D AEGANILI

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TRISSEMANARIO REGIONAUSTA COM GRANDE EXPANSAO NO PAIS E NO ESTRANGEIRO

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REDACgAO, ADMINISTRAQAO E TIPOGRAFIA Rua Oliveira Matos, 1

Apartado 6

"Hi!,

3 3 0 0

A R G A N I L

Telefone n. s 22202 ( i n d i c a t i v o 035)

FUNDADORES: A. ] o s i Rodrigues e Eug&iio M o r e i r a CONTINUADORES: Jose Castanheira Nunes e Joao Caatanheira Nunes

Director. FRANCISCO CARVALHO DA CRUZ Redactor em Lisboa: ANTONIO LOPES MACHADO

PUBLICA-SE AS TERQAS, QUINTAS E SABADOS Propriedade da Empresa d e «A Comarca de Arganil», L.da Assinatiira - 1.500S00 p o r setnestre. Preqo avulso - 35$00 MI

Oliveira d p Hospital

st grandes projectos e opcoes para o desenvolvimento e progresso do (oncelho

Kftin el n i.

as pequenas obras e tambem outros assuntos foram t e m a da conversa entre o presidente da Camara e o representarite do nosso jornal Como vimos fazendo d e s d e ha muitos anos. mais uma vez esteve AComarca em Oliveira d o Hospital para saber de algo que possa interessaraos oliveirenses n o q u e d i z respeito ao progresso e d e s e n ­ volvimento do concelho. Etivemos breve conversa c o m o presidente do Municfpio, prof.

Portugues

mJo nit s[punk

e castelhano

em Portugal

Os M i n i s t r o s d a E d u c a 9 a o de Portugal e d e E s p a n b a d e cldiram p r o m o v e r , n o p r a z o de u m a n o , « u m a c m a l i a e e x fensa e r i g o r o s a » d o s m a n u a l s escolares, c o m v i s t a s , d e s i gnadamente, a e l i m i n a q a o d e eventuais e r r o a o u p r e c o n celtos hiatoricos e x i s t e n t e s n o s Hvros e s c o l a r e s u t i l i z a d o s e m •mbog os p a i s e s .

Por o u t r o I a d o , o s d o i s 8°vernantes a c o r d a r a m a m P"ar mais as r e d e s d e e n s i n o ( as n ' '' gua9 p o r t u g u e s a e c a s (Contlnua n a 5 . ! p a g i n a )

C6sar d e Oliveira, o q u a l n o s disse q u e o d e s e n v o l v i m e n t o s 6 pode ter §xito se f o r integrado n u m pi ano regional e nacional. Q u i s e m o s saber quais eram agora o s grandes projectos para o c o n c e l h o de Oliveira d o Hospital. E o presidente da C i m a r a disse-nos serem: - A c o n a t r u c a o d o Centro de Saude de Oliveira d o Hospital; o Centro d e Neg6cios da Acibeira, e m Lagares da Beira, prevendo-se a s u a comparticipaqao pelo PEDIP e m 263.842.000$00; o projecto d o desenvolvimento turfstico do con­ celho, da responsabilidade exciusiva da iniciativa privada, c o m o o Vale d o s S o n h o s , A r e S o l , Digueifel, Quinta da Fontanheira (Lageosa), etc.. Confessando-se n a o s e r u m presidente da Cdmara d o f o n tanario, Cesar de Oliveira admite que a s criticas q u e Ihe p ossam fazer 6 n a o t e r grande sensibilidade para as pequenas c o i s a s , c o m o a torneira, o fontenario, o murete e para tantas o b r a s q u e perpetuam o c o n f i n a m e n t o e isolamento e m q u e se e s t i .

problemas, que se tornam grandes para o povo. Mas ti vemos acesso a u m caderno em que a Camara fez um levantamento desses problemas p o r freguesias, c o m o aguas e saneamento, vias de comunicaqao, urbanismo e planeamento, obras municipals, e que e s t i a ser f e i t o por prioridades, rentabilizando o equlpamento da C&mara. Relativamente a aestao mu(Contirwa na ultima pagina)

Oct# i k M s

para as Bombeiras de Arganil

esta a despertar grande entusiasmo A m e d i d a q u e se a p r o x i m a a d a t a d o c o r t e j o de oferendas a f a v o r dos Bombeiros d e A r ­ ganil, m a r c a d o para 1 8 d o corrente, cresce o e n t u s i a s m o e n t r e a populacao d a zona por eles m a i s d i r e c t a m e n t e s e r vida. D e facto, chegou a o nosso c o n h e c i m e n t o que, nas m a i s v a r i a d a s t e r r a s , se t r a b a l h a a c t i v a m e n t e n a angariacao d e ofertas, e m dinheiro, generos agricolas o u outras especies, n o sentido d e cada freguesia m a r c a r condigna presen^a. Alias, este m o v i m e n t o n a o (Continua n a 5 . s pagina)

Os concelhos de Oleiros e Serta

vao benefidar de importantes empreendimentos

Primeiro Ministro g a r a n t e o desenvolvimento do Interior

- O

E m vlsita ao distrlto d e Castelo Branco, o Primeiro Ministro esteve e m varios concelhos, entre eles o s d e O l e i r o s e Serta. Verificando as carencias e realidades d a q u e l e s c o n c e l h o s , o p r o f . C a v a c o Silva f e z q u e s t a o e m afirmar q u e o Governo aposta n o desenvolvimento d o interior, c u j o isolamento esta esperan^ado acabe dentro de c i n c o anos. E, c o m o f a c t o s c o n c r e t o s , houve agsinatura d e protocolos, a n u n c i a r a m - s e o b r a s e fez -s e a inauguraqao d e outras, alem d a c o n c e s s a o d e u m s u b s i d l o d e 10 mil contos as vitimas d o s incendios d o c o n c e l h o de Oleiros. Recebido festlvamente e m Ol ei ros , o P r i m e i r o M i n i s t r o f o i saudado pelo presidente d a Camara Municipal, J o s e Santos Marques, q u e a p o n t o u c o m o prin­ cipals problemas d o munlcipio a f a l t a d e el ec tri fi c aqao, d e a g u a e d e boas vias de comunlcagao. P o r s u a vez, o c h e f e d o Governo agradeceu a recepqao, o f e r e c e u 10 m i l c o n t o s para a s vitimas d o s Incendios e anunc i o u o im'cio d a c o n s t r u q a o d a estrada Olelros-lsna, orcada e m

A filarmonica de Coja ossn i oo l u o sen 11V anivmm c o m vaiias realiza^oes

- Estrndo um novo fardamento

A d m i t i u ainda este autarca q u e e ssa s pequenas coisas sao i m p o r tantes, m a s exlstem serviqos na Camara q u e o s asseguram. No entanto, e durante a nossa estadia e m Oliveira d o Hospital, o u v i m o s crfticas a CSmara, p o r falta de sarjetas, existencia d e b u r a c o s e t a n t o s o u t r o s pequenos

No proximo fim de semana

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« S. Maitinho da Cortina

j . '*a"se n o Proximo f i m d e a I V ^ 1 0 e 11 d e Novembro, eira q F r a n c a e I Felra d e ovin ° , e m S. M a r t i n h o d a Cort° ® •ado' P r o 9 r a m a esta assim e l a b o ras | ' A l 0 ( s A » A D O ) - A s 8 h o tert6neira d e G a d o Bovino, n o s do C ° S a n e x o s a o s b a l n e a r i o s 0b6rtarnpo 0

Dosl^'V dern as

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tebol; as 9 , Felraf uFranca EX

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°quinasagr(colat; • bertura d a q u e r m e s s e ; Q

mais de 500 mil contos, afl rmando que Oleiros tera ligaqoes m a i s f a c e i s a Serta e a o s e i x o s IC 8 (Itinerario C o m p l e m e n t e r 8) e IP 6 ( I t i n e r a r i o P r i n c i p a l 6). Na o p o r t u n i d a d e , o p r o f . Cavaco Silva presldiu a assinatura de tres protocolos q u e preveem a construcao de u m a residencia para (Continua na 2.' pagina)

Custo cercQ de 40.000 contos

Aconsfra^ao do Centro Cultural de Avo foi posta a concurso A V O , 2. - Dada a g r a n d e n e cessidade de albergar c o m dignidade as colectividades cultur a i s e d e s p o r t l v a s d a vila, a S o ­ c i e d a d e d e Defesa e P r o p a g a n d a d e A v o , e m 1983, r e s o l v e u m e t e r o m b r o s a construpao d e uma Casa d e Cultura. Feito o p r o j e c t o p e l o G A T d e Seia. desde entao ate agora varias dlllgencias e esforqos t e m s i d o desenvolvldosparaseconseguir , a sua construqao e consequente comparticipaqao. Varias pessoas e entidades se interessaram p o r esta obra, m a s j u s t o e destacar, alem d o GAT, a u t o r d o projecto, o ex-presidente da Camara Municipal d o n o s s o c o n c e l h o , dr. A n t o n i o (Continua n a 2.' pagina)

Franco tie Cado Bovino

Tal c o m o j a p r e n o t l c i a m o s ,

mli

a s 15, e x i b i q a o d o R a n c h o Folclorico Nossa Senhora d o s Altos C e u s , d e A n t a (Esplnho); a s 16, magusto n o c a m p o d e futebol; e as 21, b a i l e c o m o c o n j u n t o «Contraponto». D I A 11 ( D O M I N G O ) - A s 9 h o r a s , a b e r t u r a d a Feira; a s 11, m issa ; a s 16, Festival d e F o l c l o r e c o m a p a r t i c i p a q a o d o s Ranc h o s Folclorico e Cultural d a C a s a d o P o v o d e S. P e d r o d e A l v a , Folclorico S a m p a e n s e e Folclorico d e Zagalho e Vale d o Conde; e a s 21, b a i l e c o m o g r u p o m u s i c a l «Termogenio».

Revestiram-se d e b i l l h a n t i s m o a s c o m e m o r a q o e s d o 122. 9 a n i versario da Sociedade Filarmonica «Patria Nova», d e Co]a. Enriquecidas c o m a presenqa da Filarmonica de Branca (Albergarla-a-Velha), a s c o m e m o r a q o e s i n i c l a r a m - s e n o d o m i n g o , 28 d e Outubro. Recebidos o s visitantes pela aniversariante, a s duas Filarmon i c a s d e s f i l a r a m pela v i l a e d e pois reuniram-se n u m almoqo-convivio, durante o qual s e estrelt a r a m relaqoes entre a s d u a s bandas e as d u a s terras. U m c o n c e r t o pelas d u a s Fllarmonlcas n o Pavllhao Gimnodesportivo foi multo apreclado, deixando optima impressao a d e B ranca, q u e r p e l o nfvel d e e x e cuqao musical d e peqas d e alto nfvel, q u e r p e l o n u m e r o d e e x e cutantes. N o dia 1 d e N o v e m b r o , d e p o i s d e r o m a g e m ao cemiterio e arruada, f o i a m i s s a na i grej a m a -

triz, t e n d o o c e l e b r a n t e , p a d r e d r . A n t o n i o Dinis, f e i t o r e f e r e n d a a e f e m e r i d e na h o m i l l a . F e l i c i t o u a Filarmonica pela s u a actividade, q u e leva l o n g e o n o m e d e C o j a , abrilhantando festas aquem e alem, ob|ectivo, afinai, destes agrupamentos, Acrescentou q u e naquele dia se recordavam o s que partiram e homenageavam aqueles q u e estao a o servlqo. E fez v o t o s para que amanha o s mais n o v o s possam Ingressar na Filarmonica, para valorizar u m d o s maiores baluartes da vida cojense, incitando t o d o s a continuarem. De n o t a r q u e a «Patria N o v a » estreou preclsamente n o dia d e Todos-os-Santos o seu nov o farda­ mento, merce d e grandes esfortjos da direcqao e da ajuda d o comercio e industria cojenses e de alguns amigos. Finda a missa, foi s e r v i d o o

(Continua na 5.' pagina)

I Into I. Pedro Ja (unh Apontamentos para a historia cultural de Arganil A o ler o « b i l h e t e p o s t a l " d e Reglna Anacleto sobre as comemorapoes d a descoberta d o caminho maritlmo para a I n d i a , e m A r g a n i l , n o s fins d o s e c u l o XIX (1898), l e m b r e i - m e duns apontamentos' q u e e m t e m p o s recolhi p a r a u m a public a q a o d e m a i o r sustento sobre o teatro e m Arganil. Arganil, q u e e terra d e muslcos, t a m b e m d e c e r t o n a o e r e fractarla a o teatro e a outras artes, j d q u e as musas se q u e r e m u m a s c o m a s outras, e e s o v e r q u e a q u i nasceu Emilia das Neves,

primeirisslma actrlz d o p a n o r a m a teatral d o seculo passado, d e ­ pois Aives Coelho, e a g o r a o s a c t o r e s S l n d e Flllpe, d e C o j a , e J o s e Martins, d a B e n f e l t a . Q u a n d o Arganil vlveu, d a das as circunstdnclas especlais, u m n o t d v e l a m b l e n t e cultural,' c o m presenqa d e homens d e a c q a o e d e cultura c o m o dr. E d u a r d o R a l h a e dr. F e r n a n d o V a l e e m u i t o s outros, c o n s t r u i u Arganil o c a m p o d e futebol e o seu teatro. d a m a n e l r a l a p l d a r c o m o escreveu Miguel Torga. Antes, p o r e m , V e l g a S i m d e s


C O M A R C A

VILARINHO & SOBRINHO, S.A.

DE

6-11-1990

A R S A N I L

R

COIMBRA VENDEM-SE ANDARES

Uma desgraqa nunca vem so

Telef. 039/35500

Figueira da Fez

cafes Rua das Janelas Verdes, 34 a 82 66 44 33 - 66 42 78 - 66 12 01 — LISBOA Telex: 6 28 88 VICAFE P Fax: 67 34 42

pensou n u m Teatro e m Arganil, e p a r a t a l m o v e u esforgos j u n t o d o a r q u i t e c t o Raul Lino e f o i p e n a o p r o j e c t o n a o se ter c o n c r e t i z a d o , pols assim p o d e r i a m o s p o s suir u m a o b r a n o t a v e l d o g r a n d e a r q u i t e c t o , c l a r o ! Se a i g n o r a n c i a n a o otivesse j a demolido, c o m o f i z e r a m a u m a e s c o l a e m Gois. Mas t e v e Arganil u m p e q u e n o t e a t r o , D. P e d r o d a C u n h a , q u e d e v e ter sido i n a u g u r a d o p o u c o ant es d e 1898, d a i q u e os festejos d e 1898 e t o d a a r e c i t a d e g a l a d e v a m t e r sido d a s primeiras g r a n d e s festas r e a l i z a d a s n o T e a t r o D. P e d r o d a C u n h a . A « M a l a d a Europa», j o r n a l d l r i g i d o p o r T h o m a z Rlbeiro, publicava u m a correspondent:ia d e Arganil d e 23 d e Agosto d e 1847. « V a i h a v e r a q u i u m e l e ­ gante teatro conquanto pequeno, e m harmonia c o m o presumido numero d e espectadores. O e n c a r r e g a d o d a d e c o r a g a o e o c e n o g r a f o Elizeu d e Coimbra». A 8 d e Novembro d o m e s m o a n o o mesmo jornal n o t i c i a v a «realiza-se b r e v e m e n t e n ' e s t a Vila a I n a u g u r a g a o d o T e a t r o D. P e d r o d a C u n h a » . A p e s a r d e j a ter lido q u e este Teatro e r a u m palheiro f o r a d a vila, tinha, c o m o j a v i m o s , c e n a r i o s d e Eliseu, artista c o n s i d e r a d o n o m e i o c o i m b r a o . Era p r o p r i e d a d e d e A n t o n i o d e Souto G a m a , q u e dirigiu a construgao. Tlnha g a l e r i a , p l a t e i a , s u p e r i o r e geral. Possuia vistas d e s a l a e d e bosque. O seu rendimento era d e 50. 000 reis. Representaram diversas c o m p a n h i a s portuguesas, neste a n t i g o Teatro. A q u i f i c a este p e q u e n o a p o n t a m e n t o p a r a a historia cultural d e Arganil e p r o m e t e m o s b r e v e m e n t e mais noticias s o b r e a historia d o T e a t r o e m Arganil.

Carlos d a Capela.

Estao presentemente a ser enviados para o corr e i o , p a r a co'.< a n c a , o s referentes

corrente

da

assi­

n a t u r a d o nosso j o r n a l . A t e n d e n d o as elevadas taxas d e cobranca q u e os j o r n a i s s u p o r t a m (cerca d e 2OOSOO p o r c a d a r e c i bo!),

gratissimos

cariamos

aos

fi-

nossos

prezados assinantes que se d i g n a s s e m l i q u i d a r ' o s respectlvos recibos logo n a ocasiao d o p r i m e i r o aviso. Assim, pagando o l .

Telef. 033/26521

Cartorio Notarial de Arganil Notarlo Interino: Lie. Maria Bernardete Pedrosa Oliveira Marques Leal Ajudante do Cart6rio: Antonio da Silva Moreira Gomes. Escrlturaria Superior: Maria Helena Soares Carvalho Reis. 0 Signatario certifica: UM - Que a fotocopla apensa a esta certidao esta conforme com o original. DOIS • Que foi extraida neste Cart6rio, da escritura exarada de folhas oitenta e um, verso, a folhas oitenta e dols, verso, do livro de notas para escrituras diversas TRINTA E SETE-C. TR&S - Que ocupa trfes folhas que tdm aposto o selo branco deste Cartorio e ^estao todas elas, numeradas e por ele, rubrlcadas. Arganil, tres de Outubro de mil novecentos e noventa. A Escrlturaria Superior, - Maria He­ lena Soares Carvalho Reis. CONSTITUigAO DE SOCIEDADE

No dia dois de Outubro de mil novecentos e noventa, no Cartorio No tarial de Arganil, perante mim, Lie. Maria Bemardete Pedrosa Oliveira Marques Leal, respectiva Notaria, interina, compareceram como outorgantes: • ORLINDO ALVES PAULINO e mulher MARIA DO CEU BRITO COELHO ALVES PAULINO, casados sob o regime da comunhao de adquiridos, naturals, ele da freguesia de Gouveias, concelho de Pinhel, e ela da freguesia de Sao Pedro de Alva, concelho de Penacova, residentes nesta vila, freguesia e concelho de Ar­ ganil. Verifiquei a identidade dos outor­ gantes por conhecimento pessoal. E DISSERAM: Que, pela presente escritura, constituem entre si. uma sociedade comercial por quotas nos termos constantes dos artigos seguintes: 1. ! A sociedade adopta a firma «AGENCIA AUTOMOBILlSTICA ESTRELA DAS BE IRAS, LDA», tem a sua sede nesta vila, freguesia e concelho de Arganil. § unico - Por simples delibera$ao da gerdncia, a sociedade podera mudar a sua sede dentro da mesma localidade ou para concelho limltrofe.

A gerencia da sociedade fica a cargo de todos os socios, desde ja nomeados gerentes. § unico - Para que a sociedade fique valldamente obrigada, e necessaria e auficlente a assinatura dum gerente. 5.9

ao

SEGUNDO semestre do ano

Trata: PRABITAR

0 capital social integralmente subscrito e ja realizado, em dinheiro, i de QUATROCENTOS MIL ESCUDOS e corresponde a soma de duas quotas de duzentos mil escudos cada, uma de cada um dos socios, ORLINDO ALVES PAULINO e MARIA DO C£U BRITO COELHO ALVES PAULINO. 4.9

do nosso jornal recibos,

VENDEM-SE ANDARES

2.? 0 objecto social consiste na presta?ao de servicos de agenda automobilistica, revenda de valores selados e impressos exclusivos da Imprensa Nacional Casa da Moeda. 3.9

A cobranga da assinatura

!

aviso, os nossos p r e za d o s

Asociedade entra imediatamente em actividade, para o que a gerencia e correspondentemente autorizada a celebrar quaisquer neg6cios, desde j<itomar de arrfcndamentos bens imoveis, bem como a levantar as entradas para pagar ou sinalizar os velculos a adquirir. A sociedade assumirS todas as despesas derivadas da sua constltui$ao, designadamente actos preparatories, escritura notarial, reglsto e outras inerentes. ASSIM 0UT0RGARAM.

s

(A COMARCA DE ARGANIL, n . ! 9.598, de 6-11-1990)

assinantes n a o s e r i a m i m portunados

com

pesas m a i o r e s .

As c h a g a s a b e r t a s p e l a s chamas q u e devastaram u m a g r a n d e p a r t e d o nosso patrimonlo florestalja e s t a o a cicatrizar, pois os matos e m c r e s c i m e n t o c o m e g a m a retirar a p a i s a g e m aquele aspecto desolador d e terra q u e i m a d a , o n d e a q u e m e a l e m a i n d a se v i s l u m b r a m a l g u m a s arvores s e m v i d a , c o m o q u e p a r a t e s t e m u n h a r o rasto d e m o r t e q u e p o r al i p a s s o u . Infelizmente, p o r e m e p a r a d a r forga a expressao q u e diz « u m a d e s g r a g a n u n c a v e m so», n o v a c a l a m i d a d e se a b a t e u , desta vez sobre a apicultura d a n o s s a r e g i a o , t e n d o a tern'vel e p i d e m i a d i z i m a d o as a b e l h a s , t r a n s f o r m a n d o as c o l m e i a s e m v e r d a d e i r o s c a i x o e s d a s suas ocupantes. S e n d o a nossa r e g i a o l u g a r por excelencia para a apicul­ tura, c o m u m a flora rica e v a riada, j a a a b e l h a c o m e p a v a a o c u p a r o lugar q u e e m tempos o c u p o u . Estava a t e r u m a e x p a n s a o r a z o a v e l , c o m os c o n sequentes beneficios d a i a d v i n dos, e s p e c i a l m e n t e a t r a v e s d o mel, t a o r i c o p a r a a nossa alim e n t d g a o , sendo por isso d e notar o entusiasmo d e muitos pro­ prietaries p e l a f a i n a a p i c o l a , q u e d e c e r t a m a n e i r a os a j u d a v a a e s q u e c e r a q u e l a s horas negras e m q u e a r d e r a m os seus p i nheiros, c a s t a n h e i r o s , e t c . . Mas neste c a s o c o n c r e t o , n a o f o i s o o a p i c u l t o r a ser a t i n g i d o , m a s sim t o d a a nossa p o b r e e dificil agricultura, p o r q u e d e s e m penhando a abelha um papel fundamental n a polinizagao d a s flores, c o m o s e u d e s a p a r e c i -

Magusto dos Franciscos do Piodao P IOD A O, 5. - O s F r a n c i s c o s d e s t a freguesia v a o l e v a r a e f e i t o n o p r o x i m o s a b a d o , d i a 10, u m magusto-convi'vio, o q u a l tera lugar e m Casas Piodao e nele participarao, a l e m dos organiz a d o r e s , os h o m o n i m o s d a v i zinha p o v o a g a o d e V i d e e t o d o s os q u e s e Ihes q u e i r a m j u n t a r . C o m o e obvio, n a o faltara a castanha assada, b e m assim c o m o o v i n h o d a regiao, e s t a n d o e m perspectiva u m a jornada d e intenso convivio, p e l o q u e s e apela a presenga d o maior n u m e r o possivei d e Franciscos.

CARIMBOS DE BORRACHA n a Tipografla de A C O M A R C A D E ARGANIL

m e n t o sera f o r t e m e n t e a f e c t a d a toda a economia agricola desta regiao, p o r q u e n u n c a o v e n t o o u a c h u v a a s p o d e m substituir n u m a t a r e f a t a o i mportante, princ i p a l m e n t e p a r a os frutos. Cientes desta realidade, entendemos q u e todos aqueles q u e p e r d e r a m a s suas a b e l h a s d e v i a m r e c e b e r u m subsi'dio o f i c i a l , q u e os e s t i m u l a s s e a r e c o m e g a r e q u e a t r a v e s d o s servigos c o m p e t e n t e s d o Estado e por tecnicos abalizados fossem devidamente informados atra­ ves d e reunioes, a l e v a r a e f e i t o n a nossa freguesia, d a m a n e i r a d e melhor combaterem a varrose e o u t r a s d o e n g a s , q u e embora e m menor escala, t a m b e m as a f e c t a m .

J constriifao do Centra Cultural de Avo foi posta a concurso (Continuado da 1.s pagina) S i m o e s Saraiva, e o M i n i s t r o Fernando Nogueira. E hoj e, f i n a l m e n t e e c o m alegria, p o d e m o s i n f o r m a r q u e a construgao d o Centro Cultural de A v o foi posta a concurso. O c u s t o d e s t a o b r a , q u e i ra ficar situada junto aos terrenos d a feira da sardinha, e de cerca d e 40.000 c o n t o s . Inclui'da n o PIDAC/90, e c o m p a r t i c i p a d a a t r a ­ ves deste Programa em 18.346.000$ 00. De p a r a b e n s e s t a o o s avoenses, e nomeadamente a S o c i e d a d e d e Defesa e P r o p a ­ g a n d a d e A v o , alem da Sociedade d e Recreio Filarmonica Avoense, o Rancho Folclorico «Camponesas d o Alva» e o G r u p o Desportivo, p o r q u e f i c a m n o f u t u r o c o m uma sede condigna e funcional, onde poderao desenvolver c o m mais dignidade o s objectivos para que foram criados.

A Dniao e Progresso de Barril de Alva lmi ser retutivada

Conservatoria do Registo Predial de Arganil Firma: «J. SOUSA & CARVALHO, LIMITADA» Sede: Arganil. Capital Social: 1.000.000$00. N.9 da Matricula: 00246/860220. CERTIDAO Maria Clarisse dos Santos Fernandes Teixeira Leao Serra, 1.* Ajudante da Conservatdria do Registo Comercial de Arganil. CERTIFICA para os fins do disposto nos artigos n.os 7 1 e 72.? do Codigo do Reg. Comercial; que porescrltura publica outorgada em 9/8/90, afls. 87 v.?, do livro n.5125-B, do Cartorio Notarial de Arganil, o ex-socio ARSENIO MANUEL DE JESUS CARVALHO, por ter cedido a sua quota a Maria Deolinda de Jesus CarvalhoSoi:sa, renunciou i gerencia que na sociedade supra, vinha exercendo. MAIS CERTIFICA que a cession^ria MARIA DEOLINDA DE JESUS CAR­ VALHO SOUSA, unifica a quota que agora Ihe foi cedida de 250.000$00 por Arsenio Manuel de Jesus Carvalho a que ]i pos­ suia, tambem de 250.000$00, numa s6 de 500.000$00. ESTA CONFORME. Arganil, 30 de Outubro de 1990.

estes

servicos e p o u p a r i a m des-

A

NUMEROS PREMIADOS

Trata: PRABITAR

Ghave dDuro

I

0 1.9 Ajudante em exercicio, - Maria Clarisse dos Santos Fernandes Teixeira Leao Serra. (A COMARCA DE ARGANIL, n . ' 9.598, de 6-11-1990)

BARRIL DE ALVA, 4 . - G e r a -se u m m o v i m e n t o p a r a r e a c t i v a r a Uniao e Progresso d o Barril d e A l v a , u m a d a s p i o n e i r a s d o Regionalismo arganilense. Na z o n a d a G r a n d e L i s b o a vao desenvolver-se diligencias para m o t i v a r o s barrilenses, d e forma a q u e a colectividade retome a actividade o mais depressa possivei. Pensa-se q u e e m prinefpio a sede ficara e m Almada, zona o n d e se concentra o maior numero d e barrilenses, d e v e n d o s e r criada u m a delega§ao n o Barril d e A l v a .

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Os concelhos

de Oleiros e Serta

vao benefidar de importantes empreendimentos (CONTINUADO estudantes, d e u m a escola C+S e de u m a quartel da GNR. De r e g i s t a r a i n d a o a g r a d e c i merrto d o Governo a o c o m e n d a d o r Horacio Roque pela oferta d e 10 mil c o n t o s para a c o n s t r u g a o d o lar para estudantes. S e g u i n d o d e p o i s para a Serta, o Primeiro Ministro foi recebido c o m todas as honras, juntando-se-lhe o u t r o s m e m b r o s d o Governo. Foi m u l t i d a o q u e r e c e b e u o p r o f . C a v a c o Silva, a q u e m o presidente d o Municfpio sertanense, A n g e l o Pedro Farinha, saudaria e agradeceria a visita, c o m a qual se congratulava, t a l c o m o t o d o o concelho. Apreciou favoravelmente a acgao d o Governo, m a s aproveitou para apontar carencias. O Primeiro Ministro a p r o v e i t o u para d i z e r q u e «es te c o n c e l h o e u m b o m exemplo d o dinamismo r e i n a n t e e m t o d o o Pai's». O u t r a a frase a reter: «Nao q u e r o q u e o jovens d o Interior se s i n t a m marginalizados». De a c o r d o c o m o p r o g r a m a , foram visitadas a s instalagoes d a E s c o l a C+S, s e g u i n d o - s e i n a u guragao das novas instalagoes d o Centro d e Seguranga Social d a Serta, l a n g a m e n t o d a p r i m e i r a pedra nas futuras Instalagoes d o Centro de Formagao Tecnico-Profissional Agrario e visita a s futuras instalagoes d o Centro d e Saude e a Zona Industrial. Um d o s pontos mais altos f o i o langamento da primeira pedra d o Centro d e Formagao, q u e ocupara cerca d e oito mil metros quadrados, esta orgado e m cerca d e 120 m i l c o n t o s , s e n d o 75 p o r

DA

l.B

PAGINA)

c e n t o d e s t a v e r b a partlcipados p e l a CEE, e atendera toda a popul a g a o a g r a r i a d a parte sudoeste d a B e i r a Interior, nomeadamente a d o s c o n c e l h o s de Serta, Oleiros, Proenga-a-Nova, Magao, Vila Velha d o R o d a o e Vila d e Rei. Era visi'vel a satisfagao do pre­ s i d e n t e d a Camara e outros resp o n s a v e i s d o concelho, tal como d o P r i m e i r o M i n i s t r o e restantes m e m b r o s d o Governo. 0 povo, p o r si, e x u l t a v a e continuamente aplaudia. F i n d a s a s v i s i t a s a sede do c o n c e l h o , a caravana seguiu para C e r n a c h e d o Bonjardim, ondefoi i n a u g u r a d o o q u a r t e l dos B o m b e i r o s V o l u n t a r i o s de Cer­ n a c h e d o B o n j a r d i m , com o cerlmonial adequado e perante o jubilo d o s S o l d a d o s d a Paz e da populagao e m geral. O u l t i m o a c t o desta visita do P r i m e i r o M i n i s t r o , e u m dos mais i m p o r t a n t e s , foi a adjudicagao do l a n g o d o IC 8 entre Pedrogao G r a n d e e Serta, o qual tem uma e x t e n s a o d e 15 quilometros, cust a r a d o i s m i l h o e s d e contos e d e v e r a e s t a r p r o n t o em finals de 1992. O IC 8 i i gara a Figueira da F o z a C a s t e l o B r a n c o e a fronteira luso-espanhola.

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JQIQBOLA chave do c o n c u r s o d e an -

tgontew' 2

F a m alicao-Sporting

porto

Braga; Setubal-Benfica

2

1 ^ 1 2 1 X X X

galgueiros-Farense Boavista-Penafiel gelenenses-Guimaraes E Amadora-Gil Vicente U, Madelra-Beira Mar

jjacional-Marttimo

Chaves-Tirsense ....L e i x o e s - P . Ferreira

1

E storil-B.C.

Branco Torreense-Louletano

1

1

0 nosso p r o g n d s t i c o p a r a o prdximo concurso:

Penafiel-Belenenses

1 1 1 X 1

Guimaraes-E. Amadora

1

Madeira Beira Mar-Nacional

1 X

Marltimo-Setubal Farense-Tirsense

1

p. Ferreira-Aves

X

Varzim-Acad6mica

2

Elvas-Espinho

X

Sporling-Braga

Porto-Chaves Benfica-Famalicao Salgueiros-Boavista

Gil Vicente-U.

X

0 nosso p r o g n d s t i c o para o concurso extraordindrio: Chaves-Sporting Braga-Benfica Boavista-Farense E. Amadora-Penafiel U. Madeira-Guimaraes Naclonal-Gil Vicente Setubal-Beira Mar Famalicao-Marftimo Feirense-Leixoes Portlmonense-Torreense Agueda-A. Viseu Freamunde-U. Leiria Barreirense-Maia

X 2 1 1 X 1 1 1 X 1 X X 1

Compeonatos Nacionais de Futebol J

\.~ Divisao

deira Beira Mar-Nacional Marftimo-Setubal e Farense-Tirsense.

.2.- Divisao dp H o n r a

Continua mat o Belenenses, que nem em casa c o n s e g u e ganhar. Beira Mar, Maritimo e Tirsense, na qualidade de visitantes (embora os •madeirenses» t a m b e m t e n h a m jogado -em casa»), destacaram-se pelos empates alcangados. Heatce para a s g o l e a d a s d e Boavista e Estreia da A m a d o r a .

C o m u m b o m triunfo, a Acade­ m i c s de Coimbra, afastou-se m a i s d o s s e u s d i r e c t o s perseguidores q u e perderam. Resultados: Acadtemica-Agueda Leixoes-P. Ferreira

2-0

L u s i t a n o V.R.-Feirense . Estoril-B. C . B r a n c o Torreense-Louletano A. V i s e u - P o r t i m o n e n s e Espinho-Varzim Maia-Elvas

1-0 1-0 5-1 i-o 2-1 -j_ 2

'ir$ense Maritime

Si Vicente

^ Madeira

•"arense

National Amadora Setubal | a 'gueiros

famalicao Chaves Penafiel

BeleiSenses

V E D

10 10 0 0 10 9 0 1 10 8 1 1 10 3 6 1

10 10 10

11

10 10

11 10

10 10 10 10 10 . 10

10 10

5 4 3 4 4 4 4 .2 3 2 3 2 1 2 1 1

2 3 5 3 3 2 2 5 2 4 2 3 5 1

2 1-

1-1

Classificagao J 11 11 11 12 11 11 11 11 11 12 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11

Academica Aves B.C.Branco Feirense P Ferreira Torreense Acad. Viseu Louletano U. Leiria Estoril Loixoes Elvas Portimonense Espinho Varzim Lusitano Maia Agueda Barreirense Freamunde

V 8 5 5 5 6 4 4 5 4 4 5 5 5 3 3 2 4 3 1 1

E 1 4 4 4 2 5 5 2 4 4 2 2 1 3 3 5 0 0 4 3

0 2 2 2 3 3 2 2 4 3 4 4 4 5 5 5 4 7 8 6 7

F-C 16- 7 15-11 13- 9 11- 7 16-14 16-10 13-11 20-17 10- 7 10-10 9- 9 12-13 24-15 11-11 11-13 3- 8 13-15 9-20 10-26 11-20

P 17 14 14 14 14 13 13 12 12 12 12 12 11 9 I 9 9 8 6 6 5

A p r d x i m a j o r n a d a : Varzim- A c a d e m i c a , P. F e r r e i r a - A v e s , Feirense-Leixoes, B.C. Branco-Lus i t a n o V.R., Louletano-Estoril, Por­ timonense-Torreense, Agueda-A. Viseu, Elvas-Espinho, Bar­ reirense-Maia e Freamunde-U. Leiria.

Divisao B

2.-

Oliveira d o H o s p i t a l esta a s e r u m c a s o serio, c o m o o d e m o n s t r o u t a m b e m nesta jornada, na q u a l o Uniao d e C o i m b r a (tao p o r baixo) f o i i m p o r u m empate ao favoriti'ssimo Lousanense. O Mirand e n s e f o i naturalmente derrotado. Resultados: Estarreja-O. Hospital Lousanense-U. Coimbra U. Santarem-Mirandense Marialvas-Santacomb Mirense-Alcoba^a Ovarense-Oliveirense .„. Covilha-Guarda Anadia-Mangualde Caldas-Naval Sanjoanense-U. T o m a r

1-3 0-0 1-0 1-1 3-1 1-0 3-0 0-0 1-1 2-0

Classificagao 0-1 2-0 0-1 1-0 5-0 0-1 5-2 2-2 1:1 0-0

Classificagao J

ZZZ Z..

U. L e i r i a - B a r r e i r e n s e Aves-Freamunde

Resultados: Famalicao-Sporting Setubal-Benfica Braga-Porto Salgueiros-Farense Boavista-Penafiel Belenenses-Guimaraes E- Amadora-Gil Vicente U. Madeira-Beira Mar Chaves-Tirsense Nacional-Marftimo

Sporting Porto Benfica Beira Mar Boavista Guimaraes

Resultados

ZONA CENTRO

0 resultado de m a i s i m p a c t o nestajornada f o i a d e r r o t a d o Benfica no Bonfim, o q u e d e u u m a certa folga ao Sporting, p o i s o s «encarnados» ameacavam-no d e perto. Sporting que c o n t a p o r triunfos os j o g o s ate agora d i s p u lados.

F-C 25- 4 20- 5 22- 3 15-10 13-11 9- 8 9- 6

P 20

18 17 12 12 3 11 3 11 2 4 12-12 11 3 11-12 11 4 11-14 10 5 10-13 10 3 6-10 9 5 14-17 8 4 8-11 8 5 8-15 8 5 9-12 7 4 9-14 7 7 8-24 5 7 7-16 4 8- 6-13 3

4 prdxima j o r n a d a : S p o r t i n g r *9a, Benfica-Famalicao, P o r t o p "aves, — < Salgueiros-Boavista, na, iel-Belenenses, GuimaraesAmadora, Gil Vicente-U. Ma-

evidencia, mas M o r t i g u a confirm o u o s e u b o m momento.

J 11 11 11 •11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11 11

Ovarense Caldas Lousanense Sanjoanense Mirandense Oliveirense

0. Hospital Naval Covilha Mirense U. Santarem Santacombad Anadia Mangualde Alcobaga U. Tomar Estarreja Marialvas U. Coimbra Guarda

V 9 7 6 6 5 7 4 5 4 4 4 4 3 3 3 3

E 2 '3 5 3 5 0 6 3 3 3 3 3 2 2 2 1 ? 3 1 4 1 ? 1 1

D 0 1 0 2 1 4 1 3 4 4 4 4 6 6 6 7 6 6 8 9

F-C 20- 6 18- 7 16- 6 17- / 9- 3 18- 9 17-12 12- 9 11-10 19-19 10-10 10-10 13-14 7-14 7-15 10-15 12-21 7-16 •5-19 5-21

P 20

M

17 15 15 14 14 13 11 11 11 11 8 8 8

I

/

2-0 2-0 1-4 2-1 1-0 1-1

1-0 3-2

0-0

Classificagao Oliveirinha Mealhada Mortagua 0. Bairro Alba Brasfemes Lourosa Avanca Gouveia Valonguense Penalva Nelas Viseu FC Tabuense Argus Ala Arriba Pinhel Luso

J TB 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10

V 8 6 5 5 5 4 4 5 5 4 2 3 3 2 2 2 2 1

E 1 3 3 2 1 3 3 1 1 1 5 3 2 4 3 3 2 3

D F-C 1 16- 7 1 13- 7 2 16-15 3 17-11 4 14-9 3 11- 9 3 9- 8 4 8- 8 4 14-15 5 12-9 3 7- 7 4 8-1T 5 11-10 4 8-13 5 16-19 5 11-16 6 7-12 6 7-19

P 17 15 13 12 11 11 11 11 11 9 9 9 8 8 7 7 6 5

A prdxima jornada: Pinhel-Argus, Tabuense-Brasfemes, Mortagua-Alba, Lourosa-Luso, P. Castelo-Viseu F.C., Nelas-Oliveirinha, Valonguense-Gouveia, O. Bairro-Aia Arriba e Mealhada-Avanca.

3 § Divisao SERIE C fora, Argus e Tabuense tiveram d e s e render a

O Sertanense, j o g a n d o ainda p o r cima e m casa, m o s t r o u a s ua superioridade sobre o Poiares.

Realizou-se n o passado dia 1 (feriado nacional), n o c a m p o Dr. Costa Junior, o encontro d e fute­ b o l entre o Tabuense e o Luso, para o Campeonato Nacional da 3 ' Divisao, Serie C, q u e terminou c o m o resultado d e 2-1 a f a v o r d o s d o n o s d a casa. S o b a arbitragem de J. Martins Neves, d e Leiria, auxiliado p o r Jorge Gongalves e A n t o n i o Serra, a s equipas alinharam: TABUENSE - Mario; Filipe, Costa, Td Tavares e Sampaio; D6, Nelito I, Geraldes e Garcia; Neiito II e Gaivota (Rui Silva). LUSO - A g u i a r ; M. A d r i a n o , Joao Carlos, J o a o Paulo I e Pirolo (Abel); Dinis, Cardeira, Lela e Ma­ n u e l (Jorge); Varandas e Miguel. M a r c a r a m : p e l o Tabuense, Gaivota a o s 15 m i n u t o s e D6 a o s 45; e p e l o Luso, Adriano, a o s 75. Na primeira parte o Tabuense fez j o g a d a s b e m delineadas e n u m livre directo a bola entra na baliza. A p o s este goto o L u s o cri ou algumas situagdes de apuro para a baliza d e Mario. M e s m o e m cima d a hora, e m jogada bonita de Ger­ aldes, a o s e r v i r D e , este «fuzilou» o guardiao d o Luso. Na segunda parte o cariz d o j o g o n a o se alterou, tendo pertenc i d o ao Tabuense a s melhores ocasioes de goto, v i n d o o L u s o a m a rear o s e u p o n t o de honra n u m a c o n f u s a o d e n t r o d a Area d o Tabuense. O resultado e escasso pelas oportunidades criadas, mas, p e l o brio d o Luso, aceita-se perfeitamente. A arbitragem esteve bem.

T O T O L O T O 15-22-27-29-35-45+20

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2.

Sertanense-Poiares 3-1 Marinhense-Alcains 4-0 Marrazes-Pombal 3-1 Lourinha-Portalegrense 3-1 Fatima-T. Novas 1-0 Alcanenense-V. Gama 2-0 Fundao-Peniche 1-2 E. Portalegre-Beneditense .... 3-0 Bombarralense-Nazarenos .... 2-0

Marmhense Lounnha Alcanena Portalegre Pemche Estreia Fatima Marrazes T. Novas Sertanense Benedita Alcains Bombarral Sp Pombal Fundao Vasco Gama Poiares Nazarenos

V 8 5 6 5 6 4 5 5 4 5 3 2 2 2 0 0 1 1

E 2 5 2 4 1 5 3 2 2 0 2 4 2 2 4 4 2 2

D 0 0 2 1 3 1 1 3 3 4 5 4 6 6 6 5 7 7

f-C 19- 3 18- 5 13- 5 14- 7 18-7 11- 4 11- 5 14-11 15- 6 12- 8 8-11 7-12 9-17 6-16 9-19 3-13 7-23 3-25

P 18 15 14 14 13 13 13 12 10 10 8 8 6 6 4 4 4 4

A p r d x i m a jornada: Poiares-Fitima, Portalegrense-Sertanense, Marinhense-Marrazes, Pombal-Lourinha, T. Novas-AIcanenense, V. Gama-Fundao, Peniche-E. Portalegre, Beneditense-Bombarralense e Alcains-Nazarenos.

Juniores SERIE B Resultados: S^tao-O. Hospital Beira Mar-A. Viseu U. Coimbra-Porto Mangualde-Maia Leixoes-Boavista Lourosa-R6gua Almeida-Salgueiros

1-3 0-2 1-2 0-1 0-0 3-2 0-4

Classificagao Porto Salgueiros Lourosa Boavista Maia Leixoes 0. Hospital Acad. Viseu Ftegua Beira Mar U. Coimbra Mangualde Almeida Satao

J "5 8 8 7 8 • 7 8 8 7 8 8 8 7 8

V 7 6 6 5 5 3 2 3 2 2 2 1 1 1

E 1 1 0 1 1 3 3 0 1 1 0 2 1 1

D F-C 0 41- 1 1 22- 4 2 24-13 1 17-3 2 18-15 1 14- 6 3 13-14 5 10-31 4 9-16 5 6-13 6 9-21 5 6-20 5 6-17 6 6-27

P 15 13 12 11 11 9 7 6 5 5 4 4 3 3

A p r d x i m a jornada: A. Viseu-O. Hospital, Beira Mar-Mangualde, Maia-U. Coimbra, Porto-Leixoes, Boavista-Lou rosa, R6gua-AImeida e Salgueiros-Sitao.

Cqmpeonatos Distritais de Coimbra SERIE A Resultados: 1-0 2-0 2-0 1-0 4-0 3-2 1-0 0-2

» Classificagao Acad. Pa?o Condeixa Tourizense Moinhos Mocidade Lorvanense Uniao FC Esperanga Cernache L Beira Casalense Souselas Taveirense Coja Ribeirense Pedrulhense

J 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7 7

V 5 5 3 4 4 4 3 4 3 3 2 3 2 0 0 0

E D 11 1 1 4 0 1 2 1 2 1 2 2 2 0 3 1 3 1 3 2 3 0 4 1 4 3 4 2 5 1 6

F-C 14- 5 13- 8 10- 4 16- 7 10- 3 10- 7 12- 8 15-14 11- 9 10- 9 6-10 6-14 5-11 4-13 3-12 3-14

SERIE A

Divisao

Resultados: C.O.J.A.-Mirandense G6is-Lousanense Tabuense-Acad6mica A Condeixa-Poiares

Resultados: Serpinense-Nogueirense Salgis-S. Pedro de Alva V. Gama-S. Mamede Chelo-G£ndaras

0-2 1-0 0-0 4-1

Classificagao J 4 4 3 3 4 3 4 3 4

Nogueirense Chelo Gois SaJgis Vasco Gama S Mamede S PDAIva Gandaras Serpinense

V 4 3 2 2 1 0 1 0 0

E 0 1 0 0 1 3 0 1 0

A p r d x i m a jornada: Gdis-Salgis, S. Pedro de Alva-Nogueirense, Gandaras-V. Gama e S. Mamede-Serpinense.

P 18 18 17 16 16 16 15 15 14 14 13 13 12 10 9 8

A p r d x i m a jornada: C.O.J.A.-Uniao F. C., Souselas-Tourizense,

E 1 0 2 1 0 0 0 0

D 0 2 0 2 3 3 5 6

SERIE A

J 2 2 2 2 2 1 2 2 2 1

V 2 1 0 0 1 1 0 0 0 0

E 0 1 2 2 0 0 1 1 1 0

D 0 0 0 0 1 0 1 1 1 1

F-C

P

3- 1 3-1 5- 5 4- 4 2-4 3- 0 2-3 1-2 0-2 1-2

6 5 4 4 4 3 3 3 3 1

Poiares-C.O.J.A Tourizense-Almalagues U. Coimbra-Academica

D F-C 0 13-0 0 6-0 0 4- 0 0 1-0 2 0-10 2 0-14

P 5 5 3 3 2 2

Comissao de Melhoramentos de Mouronho Convocatoria

Resultados: Argus-O. Hospital 0-3 Nogueirens«-Lousanense 0-1 Mirandense-Podentes 3-1 S. P. Alva-Cas6vel (adiado)

Convocam-se os mouronhenses (s6cios e nao sdeios), para a reuniao da Assemble!! Geral Extraordinaria, que ter4 lugarnodla lOde Novembrode 1990, pelas 14 boras (duas horas da tarde), na sede em Mouronho, com a seguinte: ORDEM DE TRABALHOS

Classificagao D 0 1 0 0 2 1 1 0 0

r 1 1 0 0 0 0

A p r d x i m a j o r n a d a : C.O.J.A.-Tourizense, Poiares-U. Coimbra e Almalagues- Academica.

SfiRlEA

E 0 0 0 0 0 0 Q. 0 0

r 2 1 2 1 1 1 1 1 2 0 2 0

Academica U Coimbra Poiares Almalagues Coja Tourizense

Juvenis

V 2 1 1 1 0 0 0 0 0

4-0 0-1 0-0

Classificagao

A p r d x i m a jornada: A r g u s -Souseias, Tabuense-Poiares, Mlrandense-E. Pedrinha, Sourense-Lousanense e Pereira-Casense.

J 2 2 1 1 2 1 1 0 0

P 17 14 13 13 12 9 8 6

Infantis Resultados:

1-1 3-0 1-1 0-0

F-C 32- 1 23- 6 13- 2 14- 8 13-10 7-14 4-25 0-40

A prdxima jornada: Aca­ demica A-C.O.J.A., Mirandense-Gdis, Lousanense-Condeixa e Poiares-Tabuense.

SERIE A

Classificagao:

Lousanense Mirandense 0. Hospital Lorvanense Nogueirense Podentes Argus Casevel S.P.DAIva

V 5 4 3 3 3 2 1 0

Juniores Resultados:

Poiares Mirandense Casaense Souselas Tabuense E Pedrinha Lousanense Argus Sourense Pereira

J 6 6 5 6 6 5 6 6

Academica A Coja Condeixa Poiares Lousanense Mirandense Gois Tabuense

D F-C P 0 9- 0 12 0 11-3 11 1 6- 5 7 1 3- 2 7 2 3-5 ^ 0 2- 2 6 3 3- 5 6 2 2- 8 4 4 1-10 4

Casaense-Argus E. Pedrinha-Tabuense Lousanense-Mirandense Sourense-Souselas

3-0 0-1 0-11 0-0

Classificagao

F-C 5-0 3-5 3- 0 1-0 0- 2 1-3 0-3 0- 0 0- 0

1.'- Prestagao de contas. 2.' - Outros nssuntos de interesse para a colectKtiade.

P 6 4 3 3 2 1 1 0 0

A g u a r d a n d o a presen^a dos mouronhenses, a fim de tomarem conhecimento da situa^ao em causa, agradecendo toda a atenijao que os mouro­ nhenses tfcm prestado a esta eolectivldade, com os mais respeltosos cumprimentos, nos subscrevemos. Mouronho, 27 de Outubro de 1990. 0 Presldente da Assembled Geral, -

A p r d x i m a j o r n a d a : 0 . Hospital-S.P. Alva, Lousanense-Lorva-

1.a Divisao

Casalense-C.O.J.A Tourizense-Cernache A. Pa50-L. Beira Moinhos-Lorvanense Uniao F. C.-Esperancja Condeixa-Ribeirense Taveirense-Mocidade Pedrulhense-Souselas

Iniciados

SERIE A

Classificagao J TO 10 10 10 10 10 9 10 9 9 10 10 10 10 10 5 10 10

nense, Podentes-Nogueirense e Cas^vel-Mirandense.

L. Beira-Pedrulhense, Lorvanense-Casalense, Ribeirense-A. Pago, Etperanga-Condeixa, Mocidade-Moinhos e Cernache-Taveirense.

8

Resultados:

Tabuense, 2-Luso, 1

6 4 3

A p r d x i m a j o r n a d a : O. Hospital-Mirense, Mirandense-Lousanense, S a n t a c o m b a d e n s e - A n a d i a U. Coimbra-Covilha, Aicobaga-Sanjoanense, Olivelrense-Estarreja, Guarda-Ovarense, Mangualde-U. Santardm, Naval-Marialvas e U. Tomar-Caldas.

Jogando

Avanca-Argus Alba-Tabuense Luso-Mortagua Lourosa-Pinhel Brasfemes-P. Castelo Viseu F.C.-Nelas Oliveirinha-Valonguense Gouveia-O. Bairro Ala Arriba-Mealhada

SERIE D

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A R G A N I L

Hotidas de Corqas (Seifl) De Vila Franca da Beira Tempo de Termas

Ouvir, entender e distinguir (2) O assunto e m epigrafe nao s e esgota facilmente, t a n t o m a i s q u e , a todo o momento, cada hora e c a d a dia, s e r e n o v a e s e r e f o r 5 a c o m aquiio que dizem as pessoas, t a n t a s e t a n t a s c o i s a s s o b r e o s mais variados assuntos d a vida!... Se p e n s a r m o s a b o r d a r u m o u outro problema mais directamente, m u i t o s o u t r o s f i c a m d e fora, podendo, o u nao, surgir-nos aigum consoante a nossa i m a g i n a c a o e, t a m b e m , s e g u n d o as questoes que mais n o s afectam. Versamos a o d e leve a l g u n s probiemas, havendo muitos mais de q u e falar e c o m a s mais divers a s I m p l i c a q o e s q u e tern. Q u a s e s e m p r e s a o diferentes a s v e r s d e s que ouvimos sobre o mesmo .assunto, apresentam-se diferen­ tes a s linhas de perspective para s e i n i c i a r a o b r a q u e Ihe d i z r e s peit o, b e m c o m o m u i t a s v e z e s para a concluir. Aceitamos q u e a s s i m seja, s o q t * a i g u m a s d i s cordancias e div«w j d n c i a s atrasam muitas vezes » « N c t u a g a o d e s s a s o b r a s o u rriesmo s i m p l e s trabaihos, c o m g r a n d e s prejufzos para a s c o m u n i d a d e s e para o s povos que muito carecem d e melhoramentos essenciais para melhorarem a s u a vida, independentemente d o s i s t e m a o u re­ gime que adoptem. Q u e m muitas vezes n o s fala, e nos ouvimos, sabe d o s milhoes d e anos que o homem vivea face d a Terra e q u e t u d o o q u e agora se discute ja d e u m e outro m o d o foi experimentado p o r geraqoes d o s mais recuados tempos. A s ­ sim, a primeira vista n o s sabem o s q u e o acucar adoca as coisas, m a s outras c o i s a s h a para o substituir, s e n d o q u e n e m s e m p r e e p e l a v o z m a i s a l t a (a r a z a o ) q u e a s coisas, certas coisas, s e resolvem. Nem t u d o e c o m o parece, n e m n o s d e s e j a r i a m o s q u e fosse, p o i s

cada caso e cada pessoa p o d e m ser u m a questao de caracteristic a s m u i t o diferentes. E a i o n o s s o o u v i d o d e v e e s t a r atento, o n o s s o entendimento ha-de s e r m a i o r para podermos distinguir aquiio que importa c o m m a i o r precisao. Se tivermos isso e m conta no des e m p e n h o d o n o s s o t r a b a l h o certamente q u e surgirao alteragoes na sociedade, ate porque acreditamos q u e e p o r u m a destas vias, sejam quais forem as nossas actividades, q u e podera modificar-se para m e l h o r a n o s s a m e n talidade. Se c a d a u m d e n o s o u v i r b e m e tiver a devida atengao para o nosso companheiro de trabalho e para c o m outros homens, i s s o sera benefico e o efeito d e tais circunstancias, d a d o o s e u relacionamento, podera melhorar a sociedade. Parece certo q u e t o d o s o s homens desejam melhor vida, a r e c l a m a m p o r t o d a a parte, s o que se esquecem que e indispensavel o u v i r s e m turbulencia, entender s e m perturbar e distin­ g u i r o c a m i n h o m e n o s materializa d o , q u e p o d e r a c o n d u z i r o s homens ao verdadeiro destino. A o falarmos aqui d e trabalho, parece q u e estamos a desviar-nos daquilo q u e s e poderia esperar a o i n i c i a r m o s estas li­ nhas, m a s p e n s a m o s q u e a relagao das palavras permite-nos tal entendimento, v i s t o q u e t o das as actividades d o h o m e m p o d e r a o s e r e n g l o b a d a s gene-* ricamente n o trabalho, d e o n d e qualquer d o s n o s s o s sentidos n a o pode estar ausente, q u e r seja manual, intelectual, individual, s o c i a l , etc., e t c . . Por isso, j u l g a m o s q u e estas n o s s a q u e s t o e s s e j a m uteis, q u e este n o s s o aproveitar de t e m p o e n c o n t r e a l g u m a razao d e ser, e que assim possamos dar a nossa quota parte para b e m d a sociedade q u e d e s e j a m o s . - J. P a t r o c i n i o Cardoso.

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O homem e u m animal d e habitos e desde cedo q u e ele s e habituou a frequentar as termas. Termas que sao centro de c o n v i v i o e local de recuperagao da saude. A avaliar pelo numero s e m p r e crescente de utentes das t e r m a s de S. Pedro d o Sul, p o d e m o s s e r levados a pensar que o s doentes d o f o r o reumatologico em Portugal t e m aumentado e que a maioria encontra aqui alivio para o s s e u s achaques, v i s t o q u e o balneario inaugurado ha d o i s a n o s rebenta pelas costuras em meses q u e antigamente ja eram de acalmia. A s termas estao em expansao, o que q u e r dizer que cada vez ha mais alojamentos para receber tantos aquistas e que, apesar desse esforgo de acompanhamento, meses hd e m q u e nao hci u m q u a r t o vago. VerifiCcimos, este ano pela pri­ meira vez e m Outubro, que v ^ r i o s frequentadores de A v e i r o v a o e v e m diariamente de a u t o m o v e l fazer o s s e u s tratamentos. Geralmente s a o h o m e n s de negocios, mas estamos c o n v e n c i d o s q u e a razao principal que o s leva a pratic a r a modalidade, q u a n t o a nos desaconselhavel, sao o s pregos exagerados praticados pelos hoteis e pensoes, motivados pela forte procura. Mas este a n o o s q u e escolheram o mes de Outubro, mormente a s e g u n d a quinzena, nao tiveram sorte. Dissemos acima q u e termas s a o centro de c o n v i v i o e decerto o seriam ja no t e m p o d o s Romanos, sendo, pois, esta vertente que pret e n d e m o s desenvolver aqui hoje, porque, c o m o ja tem a c o n t e c i d o e m anos anteriores, aproveitamos este periodo para matar saudades c o m a m i g o s de perto e de longe • que v i m o s e n c o n t r a r a fazer a m e s m o q u e nos. Um desses ami­ gos, c o m o jci t e m o s referido e m outras ocasioes, e o nosso q u e r i d o conterraneo Manuel Escada Almeida, que este ano esteve mais ocupado c o m outros amigos d o que era costume, m a s a p e s a r d i s s o fizemos u m passeio c o m ele e o tambem n o s s o c o m u m a m i g o A n t o n i o Roque Fontes, de Seixas da Beira, c o m o orgul hosamente faz sempre questao de sublinhar, ja que a s u a vida decorre normalmente entre Carregal d o Sal e Coimbra. Esse passeio teve c o m o meta Vila Franca e Aldeia Formosa, o s dois amores d o Manuel. Efectuou-se a 25 de Outubro. s o b u m c 6 u cinzento bastante carregado, «a v o l d'oiseu». mas nao obstante esses dois senoes. t e m o s moti vos de sobra para g o s t a r d e s t e passeio relampago. Em primeiro lugar porque rev i m o s Vila Franca, onde ja n a o lamos desde Margo, no dia d o ciclone que assol ou a regiao e prejudicou a emissao radiofonica da Radio Boa Nova de Oliveira d o Hospital, razao principal da nossa

visita, a pedido d o q u e r i d o a m i g o dr. A n t o n i o Marques Frade, emis­ sao que f o i superiormente programada pelo n o s s o prezado a m i g o dr. Tarquinio Hall, de Lagos da Beira, a q u e m a q u i s a u d a m o s c o m simpatia. Em s e g u n d o lugar, porque desejavamos visitar pessoas d e famflia e amigas a q u e m naturalmente n o s ligam lagos de solidariedade, e m b o r a de a n t e m a o s o u b e s s e m o s q u e teria de s e r visita de medico. Quem se a i u g a a o S. Miguel nao 6 livre q u a n d o q u e r , diz-se. E por ultimo, porque gostarfamos de v e r c o m o (am a s obras da sede da J unta de Vila Franca. C o m certeza, f i c a m o s satisfeitfssimos e para n o s receber j a estava a porta o s e u presidente, o n o s s o amigo A r t u r Tavares, o q u a l , c o m o s restantes elementos, t e m s i d o incansavel para que as o b r a s nao parem. Quem conhecia a casa do t i o Manuel Martins e agora a torna a ver, reconhece-a porque esta no mesmo lugar e ainda c o n serva elementos arqui tec t6ni c os antigos, se nao, principalmente percorrendo a parte interior, nao diria que era o mesmo ediffcio. Sem favor. Esta uma bonita e f u n cional sede de J unta de Freguesia, Acabado s 6 esta ainda o res-do-chao, o n d e ir6 ser instalado u m posto medico, dizem que para a terceira idade, e c o m entrada pelo lado s u l uma sala para as activida­ des d o ATL, que f o m o s enc ontrar em plena actividade e e dirigida p o r uma j o v e m de cabelos l ouros de q u e m nao c o l h e m o s o nome para nao interromper a aula de tra­ baihos manuals c o m que a pequenada se entretinha quan­ do entramos um tanto bruscamente. E u m a nov a g e r a g a o d e vilafranquenses que, gragas a o s esforgos de muitos mas princi­ palmente a ajuda financeira d o Manuel Escada Almeida, beneficia d u m a preparacao q u e no f u t u r o Ihes ira ser mui to util. Vendo-os, s e m querer d i s s e m o s para c o n nosco: «nascemos c edo demais». Mas no intimo g o s t a m o s de v e r felizes aquelas duas dezenas de avezitas metidas na sua pequena gaiola dourada, assistidas por uma mestra risonha e amoravel, enquanto ca fora a tarde se apresentava cinzenta e carrancuda. Quando esta c o r r e s p o n d e n c i a estava quase pronta s o u b e m o s pelo «Diario de Aveiro» que t i n h a morrido nesta cldade u m ilustre oliveirense e vice-reitor da s u a Universidade, o prof. dr. Aristides Hall, pelo q u e termina aqui, inesperadamente e c o m esta nota triste, a nossa mensagem, para nos i rmos incorporar no prestito funebre, apresentando a s u a d i s t i n t a f a m i l i a , mas p a r t i c u larmente ao nosso q u e r i d o a m i g o dr. Tarquinio Hall, o s n o s s o s pesames. - JML.

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^artorio N o t a r i a l d e A r g a n i l Viuva Mathias & F'ilhos, L d a r rtidao extralda da escritura exara70 a fl» 72 v.s do livrode notas ^ I ' c r l t u r a s Diverts n.° 126-B, do Notarial de Arganil, a cargo da ^ i n t e r i n a , L i e . Maria Bernardete o l i v e i r a Marques Leal, e com^ «,r seis folhas anexas, em or pcW ) f ^Iwconforme ao original. Arganil, 2S de Setembro de 1990. 0

Ajudante, • Antonio da Silva Mo-

^ somes. u i MENT0

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TOTAL DO PACTO

Nodia Vintee seis de Setembro de mil ent0s e novent^, no Cartorio Nota" | de Arganil, perante mim, Lie. Maria £ ,dete Pedrosa Oliveira Marques Liil respectiva Notaria, interina, com' c , r a m como outorgantes: 0

Himiiro • ANTONIO MANUEL noRGES MATIAS, casado com Ana Maria F i q u e i r e d o d e Pereira Machado Borges I W l a s s o b o regime da eomunhao de i d q u i r i d o s , natural e residente no lugar to vale de Matouco, treguesla de Sao M a r t i n h o d a Cortina, concelhode Arganil; Sigunda-ANA MARIA FIGUEIREDO O E PEREIRA MACHADO BORGES MA-

HAS, natural da freguesia e concelho de Bitcelos, casada e residente com o primerio outorgante; e Tereelra - MARIA LIClNIA BORGES MATIAS D E ABREU E VASCONCELOS, •)Sada com Fernando Jos6 Coelho de Abreu e Vasconcelos sob o regime da eomunhao geral de bens, natural da freguesia dita de Sao Ma rtinho da Corti$a, •esidente na cidade de Castelo Branco, na Urbaniza^ao Quinta da Granja, Lote 19 Dt.s. Verlfiquel a identidade dos outor­ gantes por conhecimento pessoal, e a qualldade de socios a seguir invocada, emfacedeuma certldaoda Conservatoria d o Registo Comercial de Arganil, que apresentaram e arquivo. EDISSERAM: Que sao os unicos e actuais sbcios a d sociedade comercial por quotas que lira sob a firma «VIUVA MATHIAS & FlLHOS, SUCESSORES, LDA» Pessoa Colectiva n.s 500294593, com sede no igar de Vale de Matouco, freguesia de So i Martinho da Corti9a, concelho de Arganil, constitulda por escritura de vinte esete de Dezembro de 1974, exarada a folhas dez, verso e seguintes, do livro de Noa l s numero quatrocentos e noventa e see l , do Cartorio Notarial de Seia, matrlculada na Conservatoria referida sob o numero TRES, do livro C-Um. Que o capital social da referida so­ ce i dade de TRES MILHOES DE ESCUD0S, integralmente realizado, em dinWroeoutrosbensconstantes da escrita, dlstribuldo pelas seguintes quatro quotas: Uma no valor de UM MILHAO E TREZENTOS MIL ESCUDOS; Outra no valor de OITOCENTOS E I MIL ESCUDOS, ambas pertencen" ao socio, ANTONIO MANUEL SORGES MATIAS; L 0u,ra no valor de QUATROCENTOS - QUARENTA MIL ESCUDOS, 3

S6CIA

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uEIREDO DE PEREIRA MACHADO BORGES MATIAS; e

Outra no valor de QUATROCENTOS QUARENTA MIL ESCUDOS pertencente a sdcia, MARIA UClNIA CELOSES

MAT AS D E ABREU vasc

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Que, pela presente escritura, deliberam e procedem ao seguinte: A) - Aumentam o capital social de TRES MILHOES DE ESCUDOS para SEIS MILHOES DE ESCUDOS, sendo o , u mento da importancia de TRES MILHOES DE ESCUDOS, realizado por incorpora 9®° de reservas de reavaliacao do activo imobllizado, subscrito por todos os socios na propo^ao das suas quotas. Que, assim.em virtude deste reforco, ficam as referidas quotas com os valores . nominais de: Uma no valor de DOIS MILHOES E SEISCENTOS MIL ESCUDOS; Outra no valor de UM MILHAO SEIS­ CENTOS E QUARENTA MIL ESCUDOS, ambas pertencentes ao socio, ANTONIO MANUEL BORGES MATIAS; Outra no valor de OITOCENTOS E OITENTA MIL ESCUDOS, pertencente & sbcia ANA MARIA FIGUEIREDO DE PEREIRA MACHADO BORGES MATIAS; e Outra no valor de OITOCENTOS E OITENTA MIL ESCUDOS, pertencente a socia MARIA LIClNIA BORGES MATIAS DE ABREU E VASCONCELOS. B) - Que, em consequencia, deste aumento dao nova redac?ao ao Artigo Terceiro do Pacto Social, aproveltando, ainda, para substituirem todos os Artigos do mesmo Pacto, os quals passam a ficar com a seguinte nova redac5ao: 1.®

A sociedade adopta a firma «VIUVA MATHIAS & FILHOS, L.DA», e tem a sua sede no lugar de Vale de Matouco, freguesia de Sao Martinho da Corti5a, concelho de Arganil. Z°A sociedade tem por objecto a industria de serra?ao de madeiras e fabricacao de ceras, e, ainda, o comSrcio de materials de constru$ao civil. 3,? O capital social, ja integralmente realizado em dinheiro eoutros bens constantes da respectiva escritura$ao, i de SEIS MILHOES DE ESCUDOS, e corresponde I soma das seguintes quotas: Uma, no valor de DOIS MILHOES E SEISCENTOS MIL ESCUDOS; Outra, no valor de UM MILHAO SEIS­ CENTOS E QUARENTA MIL ESCUDOS, ambas pertencentes ao s6cio, ANTbNIO MANUEL BORGES MATIAS; Outra, no valor de OITOCENTOS E OITENTA MIL ESCUDOS, pertencente i s6cla ANA MARIA FIGUEIREDO DE PEREIRA MACHADO BORGES MATIAS; e Outra, no valor de OITOCENTOS E OITENTA MIL ESCUDOS, pertencente a socia MARIA LIClNIA BORGES MATIAS DE ABREU E VASCONCELOS. 4.? A gerencia social fica a cargo de todos os socios, desde ja, nomeados gerentes. § UNICO Para obrigar validamente a so­ ciedade i suficiente a asslnatura do socio, ANTONIO MANUEL BORGES MATIAS, ou as de dois outros sbcios, conjuntamente. (A COMARCA DE ARGANIL. n.« 9.598, de 6-11 -1990)

RESTAURANTE

C O M A R C A

Novos donativos para as obras da igreja Estao praticamente prontas a s o b r a s d a n o s s a igreja e e n t r e elas a reparagao da antiga sacristia, o n d e s e r a i n s t a l a d o o f u t u r o m u s e u d o Sarzedo. N o e n t a n t o , a v e r b a ate a g o r a r e c e b i d a a i n d a esta m u i t o a q u e m d o q u e e n e c e s s a r l o para fazer face aos encargos c o m as obras e, p o r Isso, o s s a r z e d e n s e s n a o o esquecem e v a o entregando o s seus donativos. Ultimamente f o r a m recebidos: d o s r . M a r i a n o da Silva T r a v a s sos, 5.000$00; d o sr. A r m a n d o Salvador Dias de Oliveira, 5.000$00; d o sr. J o s e C a r v a l h o d e Matos (mais u m a vez), 20.000$00; e d o dr. J o s e R i c a r d o Neves C a s tanheira, 1,500$00. Amigos, o s vossos donativos serao sempre bem-vindos a fa­ v o r de uma obra que e de t o d o s nos.

Para quando o arranjo do caminho do Loureiro? Ja o aqui dissemos e volta-

Exposigao d e caricaturas no Museu da Lousa A t e a o p r o x i m o d i a 17, e s t a r a o expostos, n o Museu M u ­ n i c i p a l d a Lousa, o s t r a b a l h o s p r e m i a d o s n o IV S a l a o N a c l o n a l d e Caricatura. Entre o s «cartoonistas» f l g u r a m Rui Pimentel, A u g u s t o C i d , A n t o n i o A n t u n e s , Ze B a n d e i r a , A n t o n i o M a i a , Ze M a n e l , P e d r o Palma, A n i c e t o C a r m o n a e C a r ­ los Z i n g a r o . A iniciativa d a e x p o s i g a o d e v e - s e a C o o p e r a t i v a Edltora e C u l t u r a l Trevim e c o n t a c o m o apolo d a organizagao d o cert a m e e d a Camara Municipal d a Lousa.

Cortejo de oferendas para os Bombeiros de Arganil

ADVOGADO uteis. Tel efs. J 2 4 1 4 0 ( C o n s . ) \ 2 2 5 2 2 (Res.)

3300 ARGANIL ^

m o s a falar neste assunto: e que, q u a n d o chove, s o d e «galochas» se pode transitar neste c a m i n h o d o m a i o r i n t e r e s s e n a o s o para o Casal c o m o para a f r e g u e s i a d o Sarzedo. Daqui c o n t i n u a m o s a c h a m a r a atengao da J u n t a d e F r e g u e s i a e d a Camara M u n i c i p a l d e A r g a n i l para este n o s s o a p e l o .

E, quanto a caminhos, o que para af vai... A q u i ha u n s anos , gragas a colaboragao da Junta de Freguesia e de alguns amigos, o s caminhos de acesso aos pinhais da freguesia, q u e s o s e r v l a m para o s c a r r o s d e b o i s trans'itarem o u a pe, p a s saram p o r grandes obras, as quais melhoraram bastante o s referid o s acessos e praticamente qualquer veiculo animal o u m o t o r i z a d o p o r ali t r a n s i t a v a f a c i l mente. S o q u e e necessario repara-los, p o i s a l g u n s ha e m q u e a t e a n d a r a p e j a e u m p o u c o difhcil. A q u i deixamos o reparo.

Pq Barroca (Fundao) Festa de S. Martinho Realiza-se n o s dias 11 e 12 d o corrente mes, nesta localldade, a festa em louvor de S. Martinho patrono da povoagao. A mordomia elaborou o seguinte programa: DIA 11 (DOMINGO) - A s 8 flo­ ras, alvorada pela Filarmdnica d e Silvares, ap6s o que percorrer£ as ruas da localidade, enquanto serao langadas girandolas de foguetes e morteiros; as 12, missa solene, sermao votivo e procissao; as 16, leilao de oferendas e concerto pela referida Banda, que executard vArios numeros d o seu report6rio; e a noite, f o g o de artificio. DIA 12 (SEGUNDA-FEIRA) Alvorada, c o m o langamento d e foguetes, cerim6nias religiosas; e, de tarde, continuagao d o s festejos c o m dangas e cantares regionais, leilao de oferendas, etc.. A s festas terao a colaboragao de conjuntos musicals e apareIhagem sonora.

Reserva de trutas

no rio Ceira

(Contlnuado der 1-.' paglna) se c i r c u n s c r e v e as f r e g u e s i a s m a i s p r o x i m a s d e Arganil, pois outras manifestam t a m b e m o seu desejo de participar. T u d o i n d i c a , pois, q u e o cortejo vai ser u m exito. E e m Arganil reunir-se-ao, a 1 8 d e N o v e m b r o , as c o r t e s gerais da generosldade. O s B o m b e i r o s t e m - s e sacrlflcado por b e m servir e o povo reconhece-o. D a i a certeza d e e s t a r p r e s e n t e c o m as s u a s oferendas.

Consultas todos o s dlas

TABU A

A R G A N I L

DO SARZEDO

Pedro Perafen M n s

VENDA' D O PORCO

D' E

A pedido da Junta de Freguesia d e Fajao, vai ser criada u m a «Zona d e Abrigo» para trutas, j u n t o a p o v o a q a o d e P o n t e d e Fajao, p o r u m peri'odo d e 3 a n o s .

Extra ed Lsibon

a o Sardal

L I S B O A , 4. - N o p r o x i m o f i m d e s e m a n a , realiza-se u m a e x c u r s a o d e s t a c i d a d e a o Sardal, p a r a a s s i s t i r a matan$a d o p o r c o e agradavel convfvio. Inscriqoes pelos telefones 767206,779121,7933380 e 771031.

CART0ES de v i s i t a n«

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LISBOA

Aniversario

da Hlarmdnica de Co)a

(CONTINUADO

D A

l.

e

PAGINA).

a l m o ^ o n o Pavilhao Gimnodesportivo, c o m a p r e s e n q a d e c e r c a d e 400 p e s s o a s , a p o s o q u a l u s o u d a palavra o p r e s i d e n t e d a d i r e c q a o da Filarmonica, professor China. Come^ou p o r agradecer as presen^as, considerando importante ver tantos a m i g o s e m redor da Filarmonica, s e m a ajuda d o s q u a i s s eri a m a i s d i f i c i l o c a m i ­ nho. Recordou o s q u e n a o p u d e r a m e s t a r p r e s e n t e s e, a l u d i n d o a o s 122 a n o s d e s a c r i f i c i o s e algumas desilusoes, disse t e r e m a consciencia d o d e v e r c u m p r i d o . Falou d e a l e g r i a s n a v i d a d a F i ­ larmonica, m a s nao podia esquecer as dificuldades. A s ajudas s a o insuficientes e a s d e s pesas relevantes - acentuou. Revelou d e p o l s q u e este a n o f o i reparado algum Instrumental e se adquiriu u m n o v o fardamento, cujo custo rondou o milhar de contos. Dizendo que apraz regis­ t e r a s a j u d a s locais, a p e l o u a o s autarcas, p o i s e I m p r e s c i n d i v e l «come<jar a o l h a r p o r n o s c o m outros olhos». Que a s ajudas s e repartam p o r t o d o s o s fihos, u m a vez que, desde ha u n s anos a esta parte, t e m a «Patria N ov a» r e c e b i d o s o m i g a l h a s . E, d i r i g i n do-se ao presidente da Camara M u n i c i p a l d e A r g a n i l , dr. Maia Vale, a f i r m o u e s t a r c e r t o d e q u e sabera c o m p r e e n d e r as necessidades das Filarmonicas. Eloglou o s executantes, u m g r u p o c o e s o j humilde. mas eficaz, e teve tambem p a l a v r a s d e apre<;o p a r a o regente. O presidente da assembleia geral, eng. Manuel Dinis Pinheiro, tambem representando o s B o m b e i r o s d e Coja, a g r a d e c e u a direcgao p o r ter realizado m a i s aquela festa de aniversario e d e u o s p a r a b e n s p o r ela e p e l o b r i l h o c o m q u e a «Patria N ov a» c o n ­ t i n u e a h o n r a r a v i l a d e Coja, o concelho de Arganil, o distrito d e C o i m b r a e ate o Pais. A c e n t u o u q u e o presidente da Camara s a b e serem verdadeiras estas afirma$oes. E d e p o i s d e incitar a Filarmonica a prosseguir, apelou ao presidente d o Municipio para que continue o desenvolvlmento da cultura. O d r . Maia V a l e d i s s e s e n t i r a l i uma dupla alegria, p o r s e r cojense e p r e s i d e n t e d a Camara, e s u b l i n h o u q u e a F i l a r m o n i c a «Patria Nova» f a z parte d a a l m a d a n o s s a terra e d o n o s s o c o n c e l h o e q u e p o r ela t e m g r a n d e d e v o ^ a o e grande ternura. Recordou que dizia

De Salgueiral (

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Quem nos visita V i e r a m passar mais u m f l m d e s e m a n a a S a l g u e i r a l , visitor f a m i l i a r e s e a m i g o s , o s srs. A r lindo Trindade A n t u n e s e esposa, D. A l d i n a Trindade G o m e s e fliho, Jose Dias C a m p o s , esposa e filho, G u l e esposa, Jose J o a q u i m F e r n a n d e s , J o s e F e l i c i a n o Floriano e esposa e eng. Jose M a ­ n u e l Soeiro A f o n s o , e s p o s a e flIhos. Este u l t i m o a m i g o , sr. e n g . J o s e M a n u e l S oei ro A f o n s o , o f e receu mais u m a vez a Comlssao d o Salgueiral a q u a n t i a d e 2.000$00, q u e a g r a d e c e m o s r e conhecidos. - T a m b e m se e n c o n t r a s e n t r e n o s o sr. A b i l i o Martins Ferreira, e s p o s a e filhos.

s u a m a e f a z e r a «Patria N o v a » parte d a f a m f l i a e q u e a p r i m e i r a F i l a r m o n i c a d e Coja s e d e v e u a u m s e u familiar. Considerou a s Filarmonicas c o m o uma espant o s a e s c o l a d e educa(;ao, o n d e o povo se procura melhor educar; enfi m, s a o e s c o l a s d e p r o m o ^ a o , de alegria e d e cultura. C u m p r l mentou o s executantes actuais, especialmente a juventude, q u e demonstra q u e o s ideiais s e mantem n o cora(jao d o s c o j e n s e s e a l u m i a m a al ma. C o n c l u i u a f i r m a n d o q u e a Camara t e m i n t e ­ resse e m apoiar as Filarmonicas e, n a o t e n d o s i d o p o s s i v e l , e m b r e v e p r o c u r a r a faze-lo. A i n d a antes de encerrar, o secretario d a direcgao, J o a o L u i s Marques Gonpalves, c h a m o u o s executantes u m p o r u m e entregou-lhes u m a lembran^a da Fi­ larmonica, q u e consistiu n u m p r a t o d e lout;a a r t f s t i c a . U m b o l o d e aniversario, oferta d o sr. F e r n a n d o d o s S a n t o s B ento, f o i d i s t r i b u i d o p e l o s p r e ­ sentes, apos o «Parabens a Voce», cantado e tocado pela Filarmonica.

elncQ i debatida em Coimbra Promovido pela D e l e g a g a o R e g i o n a l d e C o i m b r a d o Instituto d a Juventude, d e c o r r e naquela cidade. ate a o proximo d i a 9, o " C i n e F o r u m p a r a a Juventude». I n t e g r a d a n o a m b l t o d o Projecto Coimbra-Vlda, programa d e prevencjao e c o m b a t e a t o x l c o d e p e n d e n c i a , esta inicia­ tiva c o n t a c o m a colaboracjao d e varias entidades. Tres c o m p o n e n t e s estruturals - cinema, video e debates c o m p o e m o «Fofum», q u e a b o r d a r d c i n c o areas t e m a t i c a s distintas conectadas com a problematica d a toxlcode­ pendencia, designadamente a vlda, a marginalidade/delinquencia, a toxlcodependencia, a Sida e a c o n q u l s t a d o p r a z e r d a vlda.

Porlugues e f i s M o em (spank

e castelhano em

Portugal

(Contlnuado da 1.' pAglna) telhana, e m cada u m dos paises, entrando e m vigor j a este a n o lectivo e m Espanha u m a experiencia piloto de escolha d e Portugues c o m o primeira lingua C8trangeira opcional e m d i v e r s a s escolas p r i m a r i e s , o n d e j a e leccionado, e c o m o segunda l i n g u a e s t r a n g e i r a n a s secundarias. E m escolas portuguesas, o ensino opcional d o castelhano sera objecto d e u m estudo a realizar por u m a comissao mista, c o m vista a sua introdu<;ao n u m r e g i m e d e r e c i p r o cidade e proporcionalidade, a t e n d e n d o as diferentes d i m e n soes d e u n i v e r s o s d e e s t u d a n t e s dos dois paises.

Partidas Partiram d o S a l g u e i r a l p a r a L i s b o a o sr. J o s e G o m e s GonQalves e esposa, Jose Gongalves e esposa e Fernando M o r e i r a M a r q u e s e e s p o s a . - A.

M. C.

Pedreiro p a r a Lisboa

Dd-se alojamento. Rua da Quintinha, 70-B - Tele­ fone 01-670192 - 1 2 0 0 LISBOA.


A COMAHCA DE ARGANIL O s {ramie! projedostop

Devem ser pavm i entados

para o desenvolvimento e progresso os arruamentos do <oncelho de Oliveira do Hospital do cemiterio de Arganil (CONTINUADO

DA

l.

s

nicipal, o prof. C6sar de Oliveira disse-nos q u e ela t e m s i d o u m fexito, m e s m o c o m a divida d o ante­ rior e x e c u t i v o e \k f o r a m adquirid o s maquinaria, viaturas e u m autocarro, a16m de transformagoes e m e l h o r a m e n t o s n o u t r o s sectores, e arrancou-se c o m o Piano Direc­ t o r Municipal. Por o u t r o lado, ird terminar o a n o c o m p o u c o mais d e 100.000 c o n t o s de dividas de c u r t o prazo. Esta recuperagao, s e g u n d o o presidente da Cdmara, s 6 f o i posslvel c o m o abrandamento d a resolugao das pequenas c o i s a s . Mas m e s m o a s s i m f o i praticamente c o n c l u i d a a vedagao d o Mandanelho, o s e u palco p r o n t o em 65 a 70%, o arranjo das estradas municipals, o n d e foram g a s t o s 20.000 contos, faltando apenas arranjar o t r o g o que vai desde o cruzamento d o cemiterio de Ervedal da Beira a P6voa de S. Cosme e tapar u n s buracos em Lagares d a Beira, j u n t o a casa d o dr. Francisco A nt unes . O arranjo d o p o s t o m e d i c o d e Vila Franca e a resolugao d o problema da falta de agua d o c o n celho, salvo u m o u o u t r o problema pontual, f o r a m t a m b 6 m a b o r d a d o s nesta nossa conversa c o m Cdsar de Oliveira, q u e entretanto n o s adiantava estar t a m b e m e m andam e n t o o projecto d a s piscinas m u n i c i p a l s (excelente projecto d o anterior executivo), a n u n c i a n d o em primeira m a o ao nossa j o r n a l que provavelmente serao inauguradas c o m o s campeonatos regionais d e natagao d o distrito d e Coimbra. Ainda relativamente a o s proj e c t o s d o anterior executivo, o a c ­ tual presidente da CSmara d o v i z i n h o c o n c e l h o de Oliveira d o Hospital disse-nos q u e estao e m execugao a estrada S. Giao-Rio d e Mel, a estrada Penalva-Carvalha, a estrada Chao Sobral-Vale d e Maceira. A ligagao da Zona Industrial, a implantagao d a s escolas da vila, o u t r o s d o s projectos d o anterior executivo, sofreram algumas alteragoes, s 6 s e n d o rejeitados frontalmente pelo actual a eventual localizagao d o Centro de Saude a o lado d a s escolas e a concepgao d e u m cine-teatro c o m 300 o u 400 lugares, c o n s i d e r a n d o preferfvel um pe q u e n o auditorio, d a d o o e x e m p l o de o u t r o s c o n c e l h o s . Cesar de Oliveira a n u n c i o u -nos t a m b e m em primeira m a o q u e Ihe f o i prometida pelo Secretario de Estado da Cultura, dr. Pedro Santana Lopes, e pelo Director Geral de Desportos, p r o f e s s o r Mirandela da Costa, a elaboragao d e u m contrato-programa para a c o n s t r u g a o da Casa de Cultura e m Oliveira d o Hospital. Esta Casa irA t e r u m anfi-teatro, sala de exposigoes, atelier, pequena biblioteca, sala de leitura, b a r e um terrago. Pelo p r o f e s s o r Mirandela d a Costa, f o i ainda garantida ao pre­ sidente da edilidade oliveirense a celebragao de u m contrato-programa para o arranque, a partir d e Malo d o prbximo ano, de u m tanque de aprendizagem, coberto e aquecido, ao lado da piscina. Disse-nos t a m b e m q u e v a o a q u i s e r Implantados d o i s c a m p o s d e t6nis. A recuperagao e revitalizagao d o Centro Histbrico d e Oliveira d o Hospital, definido pelo local d a s b o m b a s d e gasolina, da rua d o Cotegio e pelo largo Ribeiro d o Amaral, e espago adjacente, & o u t r o d o s o b j e c t i v o s da a c t u a l Cdmara. Nesta nossa conversa, v o l t a m o s a gestao municipal, para esclarecer c o m o era possivel a recu­ peragao financeira, c o m t o d o s estes investimentos. E Cesar de Oliveira e x p l i c o u -

PAGINA) -nos q u e essa recuperagao f o i posslvel merce de u m certo estllo de governagao, c o m a canalizagao d o m a i o r n u m e r o de recursos possfveis para as dividas a c u r t o prazo. E i s s o f o i feito c o i j i u m a gestao m u i t o rigorosa e cuidada, c o n t r o l a n d o o mais posslvel o s gastos municipals. 457.000 c o n t o s e o Fundo d e Equilibrio Financeiro da Cdmara Municipal para 1990. De Prog r a m a s Operacionais d o Pinhal Interior, irao s e r recebidos cerca de 120.000 contos, que serao canalizados s o para u m projecto. Outras fo n te s de financiamento, \ c o m o contratos-programa; o FEDER, de o n d e irao ser recebidos £ volta de 54.000 contos; 9.000 c o n t o s d o FEOGA; verbas d o PRODAC e d o PRODIATEC (programas de acessibilidade e d o t u rismo), s a o possiveis c o m a fase nova d o p o d e r local, q u e passa pela informagao. Ouem a nao tiver, para p o d e r c o n c o r r e r e c a n d i d a t a r se a programas d i v e r s i s s i m o s q u e ha de financiamento integrados n o Piano de Desenvolvimento Re­ g i o n a l e o u t r o s programas da CEE, esta m u i t o limitado - f r i s o u - n o s Cesar de Oliveira, q u e conta receber de t o d o s estes e o u t r o s p r o ­ gramas, q u a lq u e r coisa c o m o 850 a 900.000 contos, al6m das receitas proprias d o Municipio. A beneficiagao, aiargamento e abertura de aiguns t r o g o s d a estrada, c o m o Oliveira d o Hospital-Nelas, c o m abertura de t r o g o s a Lagares, Seixo e Ervedal, q u e c u s tara 700.000 c o n t o s e m 3 a n o s , outra grande obra e m q u e o execu­ t i v o oliveirense estA empenhado e para o n d e serao canalizadas t o d a s as verbas ao abrigo d o Programa d o Pinhal Interior, q u e serao k volta de 300.000 co n to s. Esta opgao t e m c o m o object i v o principal uma ligagao rapida e eficaz a o c o m b 6 i o , ao IP5, a Viseu e ao norte d o pals e a fronteira, aproveitando a magnffica estrada existente entre as Caldas d a Felgueira e Nelas. Tambem s e g u n d o o edil oli­ veirense, esta nova estrada i r i servir ainda Arganil, G6is, PampiIhosa da Serra e Tabua. E proposito da Cdmara a criagao de uma Escola Profissional Intermunicipal, entre Tdbua e Oli­ veira d o Hospital, o n d e irao f u n cio n a r o s c u r s o s de industria d e madeiras, confecgao, hotelaria e turismo, nesta vila; naquela, ceramica e artes graficas. A Carta Escolar d o Concelho e a criagao d e u m s e g u n d o p o l o in­ dustrial na zona da Cordinha e outras pequenas o b r a s f o r a m ainda tema d o final da conversa c o m o presidente d a CSmara d e Oliveira d o Hospital, que apel ou para u m a maior uniao entre t o d o s , para q u e seja posslvel dar u m empurrao ao p r o g resso e desen­ v o l v i m e n t o desta nossa regiao. Para i s s o 6 preciso coragem, determinagao, querer, fazer o p g o e s e tantas vezes m u d a r a mentalidade d a s pessoas - t e r m i n o u Cesar d e Oliveira.

Baile

nos Bombejros Volun­ taries Argus

Os Bombeiros Voluntarios A r g u s , d e s t a vila, v a o rfeallzar n o p r o x i m o s a b a d o , d i a 10, m a i s u m baile n o s e u quartel, o qual sera abrilhantado pelo conjunto «Musicsom». Desde ja s e espera a partlcipagao de t o d o s o s interessados e m p a s s a r e m u m a nolte aiegre e diverttda, j o v e n s o u nao, a j u d a n d o a s s i m o s S o l d a d o s d a Paz.

Nos r e c e n t e s d i a s d e T o dos-os-Santos e d e Finados, c e n t e n a s d e pessoas v i s i t a r a m o cemiterio de Arganil e not a r a m que seria b o m proceder-se a p a v i m e n t a g a o dos seus arruamentos. N a o e q u e eles e s t e j a m e m m a u estado, m a s o calcet a m e n t o c o m p e d r a m i u d a (de preferencia) o u paralelepipedos d a r - l h e s - i a m a i s d i g n i d a d e e e v i t a v a m o aglomerar d e aguas pluviais. A q u i fica, pois, o a l v i t r e a Camara Municipal de Arganil.

0 cinema volta a Arganil Como A Comarca anunciou, a s p o r t a s d o T e a t r o A l v e s Coel h o v a o voltar a abrir para s e s s o e s semanais de cinema. O antigo concessionary Eduardo Ventura nunca se c o n f o r m o u c o m ver encerradas a s p o r t a s d a sala d e v i s i t a s d e A r ­ ganil q u e e o Teatro A l v e s Coelho. Agora julgou oportuno contactar u m a f i r m a da especialidade e m Lisboa e de c o m u m acordo resolveram comegar c o m a exibigao de filmes. E assim que nos proximos sabado e d o m i n g o vai ser exibido o filme «Dick Tracy» e s a b e m o s estarem ja marcadas grandes fitas para a s s e m a n a s seguintes, a i n d a e m exibigao e m Lisboa e Porto. Esperamos que o publico d e Arganil e arredores va participar n o esforgo feito pela empresa c o n c e s s i o n a l , que, d e a c o r d o c o m a m e s a da Santa Casa d a Miserlcordia, vai c o n s e g u i r p o r o T.A.C. e m f u n c i o n a m e n t o .

Concurso

para Auxiliar de Aqao Educativa

A Delegagao Escolar d e A r ­ ganil vai admitir para o Jardim de Infdncia de Pombeiras, freguesia de S. Martinho da Cortiga, deste concelho, e m regime de Contrato de T r a b a l h o a T e r m o C e r t o , trabalhador(a) para o d e s e m p e n h o de fungoes correspondentes a categoria de Auxiliar de A c g a o Educativa. A s fungoes a desempenhar, o hor£rio semanal e a retribuigao s a o o s correspondentes a o s da respecti va c a t e g o r i a da f u n g a o publica. Este contrato vlgora at6 30 d e J u n h o de 1991, caducando n o t e r m o d o prazo estabelecido, s e n d o celebrado n o s t e r m o s d o Decreto-Lei n. 9 427/89, de 7/12, e regulado pela lei geral sobre contratos de trabalho a t e r m o certo, nao c o n f e r i n d o ao particular outorgante a qualldade de agente admlnistrativo. A s candidaturas deverao ser formalizadas ate ao p r o x i m o dia 9 d o corrente, atraves de i m p r e s s o proprio, q u e sera f o r n e c i d o aos in­ teressados na Delegagao Escolar de Arganil, durante as horas n o r mais de expediente.

ASSOCIACAO NACIONAl O A IMPRENSA NAO DIARIA

MUNDOS & FUNDOS

Acidentes nodoviarios em Portugal

custom 200 milhoes de contos anuais As estatisticas r e v e l a m q u e o nosso p a i s dispende a n u a l mente duzentos mi­ lhoes d e contos c o m a sinistralida.de o c o r r i d a n a s nossas e s t r a d a s . Numero deveras arrep i a n t e este, q u e cont i n u a a a t r i b u i r a Por­ tugal a percentagem m a i s elevada d e aciden­ tes d a E u r o p a . Este tremendo m a l q u e se v e m a g r a v a n d o c a d a vex. m a i s d e a n o p a r a ano, a p r e s e n t a custos e x o r b i t a n t e s e que m e r e c i a m ser gas­ tos noutros sectores d a saude p u b l i c a p a r a u m melhor nivel de v i d a dos Portugueses. «Se p a r a g r a n d e s males, g r a n d e s remedios», n a o e n a d a f a c i l , a p r i m e i r a vista, v i s l u m b r a r u m remedio suficientemente eficaz p a r a evitar tao grande c a l a m i d a d e . «Os p e c a dores d a e s t r a d a » s a o muitos e c a d a vez m a i s . Este e u m triste sendo dos P o r t u g u e s e s ! . . . Para melhorar tal situagao, e c a d a vez mais urgente «apertar o cerco» c o m a l g u m a s medidas, a i n d a que d u r a s , no s e n t i d o d e se c o n s c i e n c i a l i z a r e m to­ dos os c o n d u t o r e s d e veiculos, e b e m a s s i m com u m a informagao cuidadosa e real, p a r a q u e c a d a u m se conv e n g a que, a c o n d u z i r , se t r a n s f o r m a p o t e n cialmente n u m homic i d a e suicida nas estra­ das. H a anos a t r d s e m Franga, no sentido l o u v a v e l d e se e v i t a r e m os a c i d e n t e s d e v i a g a o , f o r a m colocados c a r t a z e s nos c r u z a m e n t o das rodovias com a imagem d u m acidentado colocado e m c a d e i r a d e r o d a s . Escusado sera d i z e r que passou muito nao t e m p o s e m q u e os mesmos c a r t a z e s d e s a parecessem, d a d o que nos mesmos se encontrava a seguinte legenda: «Atengao... A m a n h a este p o d e r a ser o seu carro!...». E s ta s s a o v e r d a d e s eternas: «Os maus habitos cegam o espirito», a s s i m c o m o , * q u e m p e r s i s t e no p e r igo, m o r r e r a nele». Neste s e n t i d o e i n d i s pensavel i n s t i l a r n a m e n t e dos c o n d u t o r e s d e veiculos u m a n o v a disciplina e u m a nova doutrina. Talvez que algumas imagens dignas de apreciagao e de dor contribuam p a r a melhorarem a s ua condugao. A. F . A .

Cambio de moeda estrange^ EM 5 DE NOVEMBRO DE l9g0 Com

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Marco Franco belga Dolar (Canada), 1 e Dolar (Canad*), Restantes Dolar (U.S.A.), 1 • 2 Dolar (U.S.A.), Restantes Peseta Franco francos

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Florim Libra Franco sui'50 Bolivar.....

79$20 261 sao 105$30

256$5

° 104$00 2$10 (Informagao do Banco Pinto & Sotto Mayor, de Arganil)

SINTESE O C o n s e l h o d e Ministros a p r o vou u m decreto-lei q u e i e m por objectivo melhorar as c o n d i t j o e s d e acumulaQao das pensoes d e sobrevivencia d o regime espe­ cial agricola, relativamente as p e n s o e s d e o u t r o s r e g i m e s . Por outro lado, f o r a m a p r o v a d a s a s regras d e a l i e n a p a o d e 33% d o c a p i t a l d o B a n c o Portugues d o Atlantico. X O C o n s e l h o d e Ministros a u torlzou, ainda, o Ministro d a Defesa a o u t o r g a r os c o n t r a t o s n e cessarios a c o m p r a d e 5 h e licopteros, e q u i p a m e n t o s d e sonar e r a d a r p a r a as n o V a s f r a gatas M e k o d a Marinha, c u j o custo total a s c e n d e a 2 0 milhoes d e contos. X E m Bruxelas ( B e l g l c a ) , o s e c r e t a r i o - g e r a l d a NATO a n u n ­ c i o u q u e a A l i a n g a v a i transterir n u m tuturo p r o x i m o e q u i p a m e n t o m o d e r n o p a r a o n o s s o p a i s . Essa t r a n s f e r e n c i a resultara d o a c o r d o sobre torgas convencionais n a Europa, c u j a c o n c l u s a o e s t a prevista p a r a m e a d o s d e s t e m e s .

• M

Por p r o p o s t a d e Angola, 0 P o r t u g u e s f o i a p r o v a d o como a q u a r t a l i n g u a o f i c i a l d o Assem­ b l e d G e r a l d a Uniao d e Radiodifusao e Televisao Nacionais Afric a n a s , t e n d o j a sido pratlcado d u r a n t e a m e s m a AssembWa. X C a r l o s Carvalhas, candldato p r e s i d e n c i a l d o PCP, acusouo P ri mei ro Ministro eoGovernode p r o c u r a r e m esconder-se atrds d e M a r i o Soares, criticandoeste p o r t e r a s s u m i d o u m a atitude e s t a t i c a e silenciosa. Em relacao a s m e s m a s eleigoes, 0 PRD p o d e r a p r o p o r a o s seus apoiantes o v o t o e m branco.

E m Faro, M a r i o Soares ape­ l o u p a r a a r e a l i z a g a o de de­ b a t e s n a t e l e v i s a o entre todos os c a n d i d a t o s as proximas eleigoes p r e s i d e n c i a i s , t a l c o m o acontec e u n a s a n t e r i o r e s eleigoes. En­ t r e t a n t o , o d i r e c t o r nacionalda c a m p a n h a d e Mario Soares vai p r o t e s t o r j u n t o d a RTP pela a u s e n c i a d o s m e s m o s debates.

X De acordo c o m dados d a Direcgao-Geral d e Comercio Externo, o r i t m o d e c r e s c l m e n t o e m valor das exportagoes portuguesas foi superior a o d a s i m p o r t a g o e s (3,2%), c o m p a r a n d o os p e r i o d o s J a n e i r o / A g o s t o d e 1 9 8 9 e d e 1990. A s s i m , a s e x p o r t a g o e s c r e s c e r a m 20% e as i m ­ p o r t a g o e s 16,7%.

D a d o s d o Instituto Nacional d e D e f e s a d o Consumidor r e v e l a m q u e 6 0 a 80% do vo­ l u m e d e n e g o c i o s das segurad o r a s , n o nosso pais, devem-se a o r a m o d o s seguros obrigatorios, q u e e n g l o b a m o ramo automovel e o s s e g u r o s d e trabalho, entre outros.

X M a r c a d a p a r a hoje, t e r g a -feira, a q u i n t a r o n d a d e c o n versagoes para a paz e m A n ­ g o l a , a realizar t a l c o m o as a n t e r i o r e s n o n o s s o pais, a p e n a s d e v e r a c o m e g a r n o d i a 13 o u 1 4 e m virtude d e ' u m a d i a m e n t o s o l i c i t a d o p e l a UNITA, m o t i v a d o por u m melhor estudo das propostas portuguesas. X No final d o seminario minis­ terial luso-espanhol, q u e d e c o r reu n o A l g a r v e , o s g o v e r n a n t e s envolvldos manifestaram a sua satisfdgao pelos resultados a l cangados, q u e mencionaram confirmar o b o m relacionamento existente a c t u a l m e n t e nas relagoes bilaterais entre a m b o s os paises.

Na Lageosa funciona uma creche T o t a l m e n t e e q u i p a d a para f u n c l o n a r , j a h a m u i t o tempo, so e m S e t e m b r o p a s s a d o a creche d e s t a l o c a l i d a d e foi finalmen' e aberta. A o a c t o es ti v eram presentes o p r e s i d e n t e d a Camara Mu­ n i c i p a l , prof. dr. Cesar de Oli­ veira, e esposa. I n i c i a l m e n t e c o m 9 criangas, neste m o m e n t a a sua f r e q u e n c e u l t r a p a s s a as d u a s dezenas, hav e n d o j a n e c e s s i d a d e de construir a l i u m a e s c o l a p r e - p r i m a r i a -

X O Primeiro Ministro, C a v a c o Silva, r e a f i r m o u a i n t e n g a o d o Governo d e baixar o prego dos combustiveis, n o c a s o d o barril d o petroleo descer para pregos estaveis, n a o superiores a 2 6 d o l a r e s . Por o u t r o l a d o , C a v a c o Silva a f i r m o u e s p e r a r q u e n a o haja novos aumentos dos c o m ­ bustiveis. X Tecnicas d a Brisa a n u n c i a r a m q u e os s u b - l a n g o s d a a u t o - e s t r a d a A v ei ras d e C i m a - S a n t a r e m e Santarem-Torres Novas, o r g a d o s e m 13 m i l h o e s d e c o n t o s , v a o ser i n a u g u r a d o s n a s e g u n d a q u i n z e n a d e s t e m e s , isto d e p o i s d e o m a u t e m p o ter atrasado os trabalhos, c u j o prazo d e c o n ­ clusao j aterminou.

A COMARCA DE ARGANIL Durante o mes de 0 " t u b r o , a tiragem de A M A R C A DE ARGANIL f°i d 72.500 exemplares, corresp o n d e n d o a 12 edigoes. Deposito legal n.? 2225/8J-

P A R A FECIIAB Gafttigas, multas c a n , i f ® 1 C o m o eu gosto de can t cantando que reeor . Coisas que fazem chorar

A Comarca de Arganil 6nov90  

Número 9598

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