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proteção. Apenas no condomínio que moramos tem guarita armada e isso me deixa um pouco mais segura, mas, ainda assim, ele tenta informações minhas por meio de terceiros, mesmo estando preso. O que você diria para as mulheres que estão passando por situação semelhante?

Denunciem no primeiro empurrão, pois é certo que as agressões podem piorar. O caminho é longo, difícil e traumático. Vivo hoje represálias da família dele e de recados dele para mim. Não durmo mais que duas horas e tenho pesadelos e medo de morrer. Mas precisamos ter coragem e denunciar.

“As mulheres precisam denunciar a violência doméstica no primeiro empurrão, pois é cer to que as agressões podem piorar” Quais são os seus próximos projetos?

Vou lançar um filme em Hollywood, com o título provisório “Fear”, que eu já tinha filmado em Los Angeles antes de me casar. Eu já tinha trabalhado com o diretor americano Josh Taft e ele queria uma atriz brasileira e me convidou para participar do longa. Você também participou do filme “Quando chega a hora de esquecer” (  2018  ). Como foi a experiência de falar sobre o Mal de Alzheimer?

Esse trabalho foi um presente. É um filme lindo, poético e delicado, mesmo tratando-se de um assunto difícil. Fico feliz de poder contribuir de alguma forma para chamar a atenção das pessoas e do nosso governo para a necessidade de incentivar mais estudos e proporcionar melhores condições aos pacientes e à família. A minha personagem, Lívia, é um amor antigo da juventude do Edu [Edivaldo Azevedo], e chega o momento que a família está destroçada porque a Martha [ Jeanne Viterbo] começa a apresentar os primeiros sintomas da doença. Ela acaba sendo o ponto de equilíbrio, o esteio da família.

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