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COMISSÃO DE HONRA Sua Excelência o Presidente da República S. E. o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural | S.E. a Secretária de Estado do Turismo Excelentíssimos Senhores Presidentes dos Municípios EuroEquus (Jerez de La Frontera, Pardubice, Waregem e Wroclaw) Presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo Director Geral de Alimentação e Veterinária Presidente do Conselho de Administração da Companhia das Lezírias Presidente da Fundação do Desporto Presidente da Federação Equestre Portuguesa Presidente da Associação Portuguesa do Puro Sangue Lusitano (APSL) Presidente da Associação Portuguesa de Criadores de Raças Selectas (APCRS) Comandante do Comando Territorial do Distrito de Santarém da Guarda Nacional Republicana Presidente da Assembleia Municipal da Golegã

PRESIDENTE DE HONRA DO LVIII CONCURSO NACIONAL DE APRESENTAÇÃO DO CAVALO DE SELA DA FEIRA NACIONAL DO CAVALO E DA XIX FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO

Don Álvaro Domecq Romero

in memoriam Carlos Tavares Veiga, Fernando Sommer d’ Andrade, Manuel Tavares Veiga, José Jorge Canelas D. Francisco de Vasconcellos e Souza (Castelo Melhor)

ORGÃOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO FEIRA NACIONAL DO CAVALO ASSEMBLEIA GERAL

DIRECÇÃO

CONSELHO FISCAL

Presidente

Presidente

Presidente

Dr. Vitor Amaral Vergamota

Dr. José Veiga Maltez

Eng.º João Carlos Tavares Veiga Maltez

Vice-Presidente

(Presidente da Câmara Municipal da Golegã)

Vice-Presidente

Dr. Miguel Canelas Sanches Baêna

Vice-Presidentes

Dr. Rui Sommer d’Andrade

Secretário

Eng.º Luís de Vasconcellos e Souza Manuel de Castro Tavares Veiga

Secretário

José Dias Vieira

Pedro Álvaro Ribeiro Terré Rodrigues

Secretário

Eng.º José de Castro Canelas Tesoureiro

António Carlos da Costa Camilo

CORPO TÉCNICO CORPO MÉDICO Prof. Dr. João Pedro Gorjão Clara Dr. Rui Melancia Dr.a Teresa Monteiro CORPO MÉDICO-VETERINÁRIO Dr. Jorge Travassos Dr. Ricardo Agrícola (Med. Vet. Residente Hippos) Dr. Bruno Miranda Dr. José Miranda Veiga COORDENAÇÃO TÉCNICA Eng.º André Ponces de Carvalho

SECRETARIADO Maria Irene Simões Baptista Duarte António Manuel Alves de Sousa Riachos FERRADOR José Vicente Rodrigues

Dr.a Sónia Valadares (DIS) Eng.º Francisco Duarte (DOUA) Eng.º Paulo Rodrigues (DOUA) Eng.ª Cidália Pereirinha (DOUA) José Bispo (DOUA)

INSTALAÇÃO DE EQUINOS Arnaldo Correia de Matos

SANIDADE ANIMAL E HIGIENE PÚBLICA VETERINÁRIA Dr.a Lina Veiga Maltez

ASSUNTOS MUNICIPAIS / FNC António Pires Cardoso

GABINETE DE IMPRENSA/PRESS Nuno Matos

(Vice-Presidente da Câmara Municipal da Golegã)

DESIGN E PAGINAÇÃO Feliciano Cunha

Eng.º Acácio Galrinho Nunes Chefe da Divisão Municipal de Obras, Urbanismo e Ambiente

Dr.ª Elsa Lourenço Chefe da Divisão Municipal de Intervenção Social Organização: Patrocinadores Oficiais:

Apoios:


XLII FEIRA NACIONAL DO CAVALO NATIONAL HORSE FAIR FEIRA DE SÃO MARTINHO, DESDE 1571 XIX FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO

MENSAGEM DO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DA GOLEGÃ, DA FEIRA NACIONAL DO CAVALO E ROMEIRO-MOR DE SÃO MARTINHO

Eis-nos de novo, aqui, à frente dos desígnios do Concelho da Golegã e

pré-programada, não deixámos de lhe introduzir regras e condutas que a

por inerência da Feira Nacional do Cavalo, após um interregno de quatro

elevem e dignifiquem tal como, numa semana, elevámos e dignificámos

anos, pela força da Lei do Limite de Mandatos.

a Manga e o seu Picadeiro Central, com um novo piso, num sobreesforço

Quiseram os nossos Munícipes, os nossos Concidadãos, que o modelo

financeiro, numa manifesta atitude de bem receber, de respeitar quem

por nós delineado e executado, ao longo de dezasseis anos, de 1998 a

procura a Golegã, Capital do Cavalo, para dela fruir e com ela partilhar o

2013, no Município da Golegã, voltasse a ser uma realidade. A realidade

seu gosto pela arte equestre. Tão só, o mesmo respeito, que para com

da simbiose da tradição com a modernidade, da dignificação do mundo

Ela queremos!

rural, do respeito pela nossa história, pelos nossos hábitos, pelos nossos

Ao finalizarmos o Programa desta Feira de 2017, integrámos, entre

costumes , pela nossa identidade cultural, como factores de sustento,

outros, o I Troféu Tradição, completando ainda, a sua vertente cultural

desenvolvimento e progresso das nossas urbes, da sua envolvência e do

com o lançamento dos Livros “As Coudelarias do Lusitano”, “O Cavalo

campo que as rodeia. Não somos passadistas, mas somos o que fomos!

Lusitano-Tradição, Cultura e Património Equestre”, “A Arte Equestre

E a Feira de São Martinho, que ao passado pertence, já que acontece há

Portuguesa-Património Cultural” e ainda a Exposição “Carvão Lusitano” ,

quase meio milénio, desde de 1571, é no presente, este ano, também,

numa expressão do interesse que a história e evolução do Puro-Sangue

a quadragésima segunda Feira Nacional do Cavalo e a décima nona

Lusitano vem suscitando, por muitos que o querem descobrir. E o Arneiro

Feira Internacional do Cavalo Lusitano. Um acontecimento, um evento

da Feira deverá ser sempre o palco ideal e o epicentro destas apresen-

que sobreviveu, ao longo de séculos, de gerações e de regimes, pela sua

tações, antes de correrem o seu mundo, sendo ainda espaço, também,

essência e pela génese do que é intrínseco. É um espectáculo lídimo, um

para receber este ano, D. Álvaro Domecq Romero, a quem solicitámos

desfile da portugalidade e da nossa memória! É tempo de festa, é tempo

que nos desse o gosto e o prazer da Sua presença, como Presidente de

de descontracção, sobretudo de convívio e de partilha por todos os que

Honra do LVIII Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela FNC

têm uma paixão comum: o Cavalo e o seu mundo. Uma celebração que

e XIX Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira

desde antanho se realiza sempre no mesmo espaço, o qual se foi adap-

Internacional do Cavalo Lusitano.

tando à evolução dos tempos. Mas, nos últimos tempos, sentimos, que por vezes, vem sendo invadido pela insensatez, pela irresponsabilidade,

Sejam bem-vindos à nossa Feira!

num manifesto desrespeito pela sua “forma” e “conteúdo” e ainda, pelos princípios e valores, que o “construíram”, numa total descortesia, como muitos nele se apresentam! Porque repudiamos essas formas de ser e de estar, já que, entre outros, põem em causa a segurança das pessoas e o bem-estar do cavalo, apesar de termos tomado posse recentemente, de só cá estarmos há cerca de quinze dias (!), e termos a Feira já

Paços do Concelho da Golegã, aos 31 de Outubro de 2017


. . . magic and symbolism, emblematic spaces plenty of customs and traditions

Golegã - “The Capital of the Horse” - in the heart of the meado-

Golegã, a “Capital do Cavalo”, insere-se na lezíria, na qual cor-

wlands where Tagus, Almonda and Alviela rivers flow and the na-

rem os rios Tejo, Almonda, e Alviela onde a natureza bordou a

ture embroidered the landscape and the horizon snipped by the

paisagem e horizontes recortados pela charneca, pelo bairro e

moorland, the borough and espargal, «broken» here and there by

pelo espargal, que se interrompem aqui e ali pelo casario branco

white or light brown-yellow houses beyond the marsh, the dike, the

e ocre, logo mostrando mais além os mouchões, os chaboucos, a

fish-pond…well…our countryside - privileged scenery of horse,

maracha, as alvercas, cenário privilegiado do cavalo e outrora do

formerly of the bull and the people whom they deal with. Golegã

touro e das gentes com quem eles lidam. Eis o campo da Golegã

Azinhaga, Pombalinho countryside fettered by its urban spots bre-

da Azinhaga e do Pombalinho, limitado pelas suas urbes que lhe

aking its silence and taking away its liberty… The artistic heritage

quebram o silêncio e a liberdade! Urbes rurais, cujo património

and its monuments consists in churches, chapels, ceramic tiles,

artístico e monumental é integrado por igrejas, capelas, azulejos,

stones, sculptures, bridges, manors and farms telling us about our

pedras, esculturas, pontes, solares e quintas, que falam da nossa

identity. Here there is a world we want to preserve and that the

identidade. Aqui existe um mundo, que todos queremos que o

«development» will not extinguish. In here among others there are

“desenvolvimento” não o extinga. Nele vivem ainda, entre outros,

the people who love the truth of the field who breed, teach and train

as gentes que amam a verdade do campo, que criam, desbastam

the foals and ride horses.

os poldros e montam a cavalo. Aqui, desde há séculos, o Homem

Here for centuries the Man has developed a culture in the sun, in

formou uma cultura ao sol, ao calor e ao som das cigarras, ou sob

hot weather listening to the cicada or in the cold weather when

o frio e a chuva, que quando cai forte, inunda a lezíria, separando

the rain falls hard and flood the flatlands separating Golegã from

a Golegã da Azinhaga, só unidas então pelos costumes da borda

Azinhaga and then, both just standing together by the water’s edge

d’ água. Essa cultura e essa forma de viver, são salvaguardadas

customs.

pela simbiose da tradição com a modernidade, que aqui se elege

This culture and this way of living are protected by the symbiosis

no dia-a-dia.

between tradition and modernity picked day after day.

Visitar a Golegã, os seus recantos e lugares, é percorrer páginas

Visiting Golegã and its nooks is going through pages of a remarka-

de uma história antiga, secular, marcante e influenciadora do

ble history of centuries which influences the present!

presente!

… magia e simbolismo, em espaços e lugares emblemáticos, plenos de tradições e costumes


DON ÁLVARO DOMECQ ROMERO PRESIDENTE DE HONRA 2017 DO CONCURSO NACIONAL DE APRESENTAÇÃO DO CAVALO DE SELA DA XLII FEIRA NACIONAL DO CAVALO E DA XIX FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO

“El escritor tienne dos amigos caballeros que se llaman Alvaro Domecq: uno es el padre, Alvaro Domecq Díez, y otro el hijo, Alvaro Domecq Romero, y ambos aman el silencio del campo, la libertad del campo, y el arte y la verdad del campo a caballo y entre toros. En espanõl se llama caballero a quien va a caballo y también al hombre de buen porte y estampa, al que se conduce con generosidad y nobleza, lo que quiere decir que a pie también se distingue al caballero.” Camilo José Cela Prémio Nobel da Literatura 1989

“Y hablando de rejonero habrá que decir lo que el mundo sabe: que los Domecq han marcado época y que sus caballhos de rejonero son de los más vistosos. Que para algo está la elegancia. Y que eso los Domecq saben mucho. Y han sentado plaza.” Pedro Soler

Álvaro Domecq Romero nasceu no ano de 1940, em Jerez de la Frontera (Cádiz), no seio de uma família aristocrata vitivinicultora e criadora de cavalos e de touros, da qual é o continuador. Resultaria quase impossivel, resumir em poucas linhas o percurso deste Maestro do rejoneo e da doma clásica. Tomou a alternativa das mãos de seu pai (à velha usança portuguesa), em 1960, na Praça de Touros de El Puerto de Santa Maria, iniciando uma carreira brilhante, vindo a tourear mais de dois mil touros em Espanha, França, Portugal e por toda a América do Sul. Com seu pai iniciou um novo ciclo do mundo tauromáquico espanhol, ao afirmar e ao distinguir o toureio a cavalo, dando-lhe um espaço próprio, que não tinha em relação à lide a pé, utilizando sempre o Cavalo Peninsular, quer o Andaluz, quer o Lusitano, o qual admira e considera, assim como a Arte Equestre Portuguesa, na qual também cimentou a sua formação, a par da Escola Espanhola de Equitação de Viena. Com um espírito inovador e criativo, além do seu saber e conhecimento, preparou uma exibição, à qual chamou Como Bailan los Caballos Andaluces, que deu sequência à criação da célebre Real Escuela de Arte Ecuestre, na qual integrou então também, jovens Cavaleiros portugueses, sendo dela Director, nos primeiros 25 anos da sua história. Nunca ninguém havia apresentado um Cavalo Peninsular Andaluz, no “Ensino”, como Álvaro Domecq Romero ao levá-lo às mais altas competições internacionais, na Bélgica, Dinamarca, Alemanha e às Olimpíadas de Atlanta, Sidney e Atenas. Álvaro Domecq Romero, ao longo da sua vasta trajectória, foi distinguido com inúmeros galardões e prémios, tais como, o Trofeo Maestranza (1966, 1967, 1970), tendo em 1973, recebido da mão de Don Juan Carlos de Borbón, então Príncipe das Astúrias, o célebre Prémio El Caballo de Oro. Nos anos 1979 e 1999, foi Campeão de Espanha de Acoso y de Derribo, sendo-lhe atribuído ainda, em 1975, o El Trofeo del Gobierno de Sevilla, entre outros reconhecimentos, a Puya de Oro de Madrid e o Premio de la Crítica del Rejoneo. A Golegã, a Capital Portuguesa do Cavalo, homenageia assim, de forma justa e pertinente, durante a Sua Feira, Don Álvaro Domecq, pelo seu labor, pelo seu dinamismo e empreededorismo, pelo seu amor ao nosso Cavalo Lusitano e pela sua ampla visão sobre o mundo equestre ibérico.


Don Ă lvaro Domecq Romero


dignificando ESTABELECENDO NORMAS, REGULAMENTOS, PELA SEGURANÇA DAS PESSOAS, DOS ANIMAIS E NO RESPEITO PELA NOSSA MEMÓRIA E IDENTIDADE CULTURAL!

O Traje Dress Code

TRAJE CAVALEIROS De maneira a dignificar a Feira Nacional do Cavalo solicita-se, a todos

Traje, que não o seja (p. ex. à Inglesa ou à Espanhola, etc.), mas que

os Cavaleiros e Condutores de Carro de Cavalos que acorrem à Feira

deverá ser o de apresentação, Traje de Festa, um Traje condigno de ir

nos dias 9, 10, 11, e 12 de Novembro, que se apresentem no Recinto

à Feira.

do Arneiro, com Traje de Equitação correcto, o qual será obrigatório no

Não deverão apresentar-se com o traje de trabalho diário dos cavalos, em

Picadeiro Central da Feira.

mangas de camisa ou em colete (exceptua-se o de Campino), com calças

Pretende-se que esse Traje, que poderá ser à Portuguesa ou outro

que não sejam de equitação ou outra forma menos digna de se apresentar.

Cavaleiros

Qualquer Cavaleiro, que não esteja trajado correctamente no Picadeiro Central, será convidado a sair daquele espaço.


a feira! TRAJE DE CONDUTORES DE CARROS DE CAVALOS

DRESS CODE

Os Condutores de Carro de Cavalos que acorrem à Feira nos dias 9, 10,

During the Feira Nacional do Cavalo event, the 9th to the 12th of November riders

11, e 12 de Novembro, que se apresentem no Recinto do Arneiro, deverão

and carriage drivers are requested to dress properly, i.e. , the occasion riding costume.

trajar com correcção e no Picadeiro Central da Feira, terão de exibir um

These costumes should be either Traditional Portuguese or other suitable ones like

traje condigno.

National, Regional, Spanish or English and other adequate styles.

É interdita a circulação de todos os tipos de Carros de Cavalos

Is not also allowed the daily casual working riding clothes.

(Atrelagens), na Manga da Feira das 17h00 às 21h30, nos dias 9 (Quinta-

WELFARE OF THE HORSE

Feira) 10 (Sexta-Feira) e 11 de Novembro (Sábado).

The riders and carriage drivers must pay attention to basic rules of Horse Welfare. It should be ridden or driven having in mind its possibilities and aptitudes, respecting

BEM-ESTAR DO CAVALO

overuse and fatigue.

Os Cavaleiros e Condutores de Carro de Cavalos deverão ter em atenção

Suitable harnesses are also requested.

as regras elementares do Bem-estar do Cavalo, que deverá ser utilizado

All Horses and Carriages should be officially identified.

dentro das suas possibilidades, com respeito pelo animal evitando a sobre

All riders and Carriage Drivers are kindly requested to adopt the paces according to the

utilização e o cansaço.

number of the riders in the show grounds.

Deverão apresentar-se com arreios apropriados. Todos os cavalos ou Atrelagens deverão estar obrigatoriamente identificados com o número oficial. Os cavaleiros e condutores deverão respeitar os demais participantes na Feira, deslocando-se em andamento próprio, em função do número de participantes no recinto.

Carros de Cavalos Os Condutores de Carro de Cavalos que acorrem à Feira nos dias 9, 10, 11 e 12 de Novembro, que se apresentem no Recinto do Arneiro, deverão trajar com correcção e no Picadeiro Central da Feira, terão de exibir um traje condigno.

É interdita a circulação de todos os tipos de Carros de Cavalos (Atrelagens), na Manga da Feira das 17h00 às 21h30, nos dias 9 (Quinta-Feira) 10 (Sexta-Feira) e 11 (Sábado).

Esta sinalização que se encontra nas principais entradas da manga, terá de ser respeitada! (Sinal homologado, que as Forças de Segurança farão cumprir)

dias 9, 10 e 11 de novembro das 17h00 às 21h30


DELIBERAÇÕES, POSTURAS E REGULAMENTOS MUNICIPAIS DA FEIRA NACIONAL DO CAVALO A SEREM ESTRITAMENTE CUMPRIDAS

A Feira é organizada pela Associação Feira Nacional do Cavalo,

Animal, em cumprimento do regulamento nº1/2005 e do Dec-

designada neste Regulamento por Organização.

Lei nº265/2007 de 24/7, devendo o condutor/tratador exibir

O proprietário ou detentor dos animais deve:

o Certificado de Aptidão Profissional, bem como o Registo

• Tomar as medidas necessárias para assegurar o bem-estar

de Transportador (proprietário do veículo) e Declaração de

dos seus animais e salvaguardar que os mesmos não causem

Lavagem, Desinfecção e Desinsectização do veículo emitida

quaisquer danos em pessoas ou noutros animais;

por posto de desinfecção (Estaleiro Municipal).

• Tomar as devidas precauções para que os animais tenham

Certificados para Trocas Intra-Comunitárias

acesso à alimentação e abeberamento a intervalos apropriados

Documentos Necessários:

às suas necessidades fisiológicas.

Equídeos Registados

CONDIÇÕES SANITÁRIAS

-Documento de Identificação de Equídeos (Livro Azul)

Só são admitidos na Feira Nacional do Cavalo, quer para estadia,

-Documento Europeu equivalente

exposição, concursos ou corridas, os animais que obedeçam às

-Passaporte FEI

seguintes condições:

Equídeos não Registados

Todos os Equídeos devem estar em boas condições higio-

-Livro Verde ou Documento Europeu equivalente:

sanitárias, recomendando-se a vacinação anual contra a Gripe

Estes documentos devem ser acompanhados para ambas as

Equina (Influenza) e Tétano nos seguintes modos:

situações de:

1- Vacinação Base - duas doses aplicadas com um intervalo

-Atestado Sanitário do Médico Veterinário onde conste

mínimo de 21 dias e de máximo de 92 dias;

expressamente que os animais se encontram bem de saúde e

2- Revacinações - uma dose, cuja data de aplicação não

aptos para o transporte ( Regulamento 1/2005);

ultrapasse 1 ano sobre a 2ª dose referida no ponto 1, devendo

-Fotocópia da autorização de transportador:

as revacinações subsequentes respeitar rigorosamente o

Tipo I - Curta duração, viagens inferiores a 8 horas ou

intervalo de 1 ano ou menos sobre a anterior.

Tipo II - Longa duração, viagens superiores a 8 horas;

3- Devem ser sempre seguidas as instruções e conselhos do

-Certificado de Aprovação do meio de transporte (para

Médico Veterinário Assistente, o qual terá, em consideração as

transportes de longa duração)

instruções dos laboratórios produtores, bem como, as condições

-Declaração de Limpeza e Desinfecção da viatura emitida por

sanitárias da região e os contactos internacionais estabelecidos

posto de desinfecção (Estaleiro Municipal - Câmara Municipal

ou a estabelecer, quanto a mais frequentes revacinações;

Golegã).

4- Nenhum Equídeo poderá ser admitido na Feira nos 10 dias

INSCRIÇÕES

seguintes da aplicação da vacina;

1- Qualquer proprietário ou concorrente que se inscreva numa

5- O registo das vacinações deve ser feito em folha própria

ou mais provas, submete-se desde esse instante, às normas da

existente nos passaportes e noutros documentos de

Organização e a todas as disposições constantes no programa;

identificação com idêntica função;

As inscrições para as provas, terão de ser entregues 10 dias

6- Os Equídeos oriundos do território português a admitir

antes da realização das mesmas (formulário FEP ou impresso

no Recinto da Feira Nacional do Cavalo, para exposição,

FNC) (Lg. Marquês de Pombal, 25, apartado 70, 2150-

atividades equestres ou outras devem obrigatoriamente estar

130 Golegã / E-mail: feiranacavalo@sapo.pt e fnc@

acompanhados de DIE (Documento de Identificação de

cm-golega.pt. Os inscritos submetem-se, desde logo, às

Equídeos), de acordo com o Decreto-Lei nº142/2006, de 27

normas da Organização e às disposições constantes no

de julho na sua redação atual, e com o Decreto-Lei nº123/2013,

programa e regulamentos.

de 28 de agosto, da seguinte forma:

A FNC reserva o direito de admissão aos recintos e locais onde

Equídeos Registados – Documento de Identificação de

se desenrolam os concursos.

Equídeo (DIE) / Passaporte (Livro Azul).

Os Prémios monetários atribuídos pela Feira Nacional do Cavalo

Equídeos não Registados – Livro Verde

poderão ser levantados no Secretariado, num prazo máximo de

Não serão admitidos Equídeos acompanhados por

60 dias após a distribuição de Prémios, mediante apresentação

Resenho Oficial de Substituição ou outro Documento de

do respectivo recibo, já que, de acordo com a Lei em vigor a

Identificação diferente dos acima referidos.

FNC reterá uma taxa sobre os prémios obtidos: no valor de 35%.

TRANSPORTE

Nos concursos realizados no âmbito da Feira Nacional do

O transporte dos animais deve respeitar as regras do Bem-Estar

Cavalo só serão atribuídos prémios monetários quando se


apresentaram pelo menos 3 animais a concurso. Para as provas

de campino), com calças que não sejam de equitação ou outra

federadas dever-se-à consultar o regulamento próprio.

forma menos digna de se apresentar.

4-As condições sanitárias para admissão, são as mencionadas

BEM-ESTAR DO CAVALO

anteriormente;

Os cavaleiros e condutores deverão ter em atenção as regras

5- Os Serviços Médico, Médico-Veterinário e Ferrador, estarão

elementares do bem-estar do Cavalo, que deverá ser utilizado

assegurados e serão gratuitos apenas durante o decorrer das

dentro das suas possibilidades, com respeito pelo animal

provas, fora delas serão da responsabilidade dos concorrentes.

evitando a sobre utilização e o cansaço.

SEGURO OBRIGATÓRIO

Deverão vir com arreios apropriados.

1º Aquando do pagamento da inscrição obrigatória para

Todos os Cavalos ou Atrelagem deverão estar obrigatoriamente

circulação no Largo da Feira é aditada a taxa do seguro de

identificados.

responsabilidade civil obrigatório emitido pela FNC.

Os cavaleiros e condutores deverão respeitar os demais

2º Em caso de apresentação da apólice de seguro de

participantes na Feira, deslocando-se em andamento próprio,

responsabilidade civil válida e com cobertura para eventos e

em função do número de participantes no recinto.

manifestações do tipo da Feira Nacional do Cavalo, esta isenta

CIRCULAÇÃO AUTOMÓVEL NO LARGO DA FEIRA

o pagamento do seguro à FNC.

É expressamente proibida a circulação e estacionamento

CIRCULAÇÃO NA MANGA

automóvel no Largo da Feira e respectivos acessos, excepto:

1º Deverá respeitar o sentido expresso na sinalização vertical,

- Viaturas oficiais, das forças de segurança e de protecção civil,

sendo proibido inverter a marcha.

as quais deverão estar devidamente identificadas, pela Câmara

2º Os condutores das Atrelagens deverão evitar o

Municipal e pelo Secretariado FNC.

estacionamento na manga, com o objectivo de não prejudicar

- Viaturas de Comerciantes e Expositores que só poderão

o fluxo dos cavaleiros, amazonas e equipagens. É proibido

circular devidamente identificados e para fins de abastecimento,

a circulação de Carros de Cavalo (qualquer tipo de

entre a meia-noite e as dez horas.

Atralegem) na Manga da Feira, entre as 17h00 e as

Na Equitação e na Condução de Atrelagens as regras e os

21h30, nos dias 9, 10 e 11 de Novembro.

regulamentos nacionais e internacionais do desporto equestre,

3º À Feira Nacional do Cavalo reserva-se o direito de, em

que respeitem á saúde e ao bem-estar do Cavalo, devem ser

caso de sobrecarga do tráfego, de restringir a circulação das

tidas em conta, aconselhando a Direcção da FNC que a recolha

atrelagens à manga exterior.

dos animais, por razões de sanidade e segurança, deverá

4º À Direcção da Feira reserva-se o direito através das forças

iniciar-se a partir da 1h00. Os seus proprietários deverão

de segurança de retirar do recinto cavaleiros ou condutores

pugnar pelo cumprimento desta indicação evitando a sua

de atrelagens que indiciem níveis de alcoolémia ou práticas

circulação no recinto e nas ruas da Vila da Golegã.

que ponham em risco a segurança de pessoas, de bens, assim

ACIDENTES

como o “bem-estar” dos animais.

A Organização e os proprietários dos terrenos e infra-estruturas,

É expressamente proíbido prender animais às vedações da

não se responsabilizam por acidentes de qualquer tipo que

Manga e do Picadeiro Central, ou a outra estrutura no recinto.

possam ocorrer a cavaleiros, condutores e seus passageiros,

UTILIZAÇÃO DO PICADEIRO CENTRAL 1º Só poderá ser utilizado por apresentadores de cavalos à mão e cavaleiros trajados a rigor, com os seus animais correctamente aparelhados. 2º Devido à estrutura e características do piso é reservado o direito de expulsão a quem não o utilize nas condições ideais. TRAJE De maneira a dignificar a Feira Nacional do Cavalo pede-se, no ano de 2017, a todos os Cavaleiros e Condutores de Carros de Cavalos que acorrem à Feira nos dias 9, 10 e 11 de Novembro, que se apresentem no Recinto do Arneiro, com Traje de Equitação correcto. Pretende-se que esse Traje, que poderá ser à Portuguesa ou outro Traje Nacional ou Regional (p. ex. à Inglesa ou à Espanhola, etc.), seja o de apresentação, o Traje de Festa, o Traje condigno de ir à Feira. Não deverão apresentar-se com o traje de trabalho diário dos cavalos, em mangas de camisa ou em colete (exceptua-se o

tratadores e cavalos, viaturas, ou que estes possam provocar a terceiros, antes, durante e depois dos eventos. É da responsabilidade dos proprietários dos cavalos terem seguro da responsabilidade civil dos mesmos. DISPOSIÇÕES FINAIS As inscrições nas provas e concursos, bem como, a participação em qualquer modalidade: cavaleiro, proprietário, tratador, trabalhador, etc, determinam a aceitação das condições do presente Regulamento, dos programas especificos dos Concursos e, ainda, dos Regulamentos e outras determinações da FEP e Associações que protelem os mesmos. As provas federadas são organizadas de acordo com os Estatutos da FEP, aprovados em 23 de Junho de 2010, Regulamento Geral da FEP, aprovado em 27 de Janeiro de 2015, Regulamento de Disciplina, aprovado em 27 de Setembro 1994, Regulamento Anti-Dopagem, aprovado em 13 de Maio de 2013, Regulamento de Controlo de Medicação Equestre,aprovado em 25 de Março de 2010


TRAJE PORTUGUÊS DE EQUITAÇÃO

ÀS AMAZONAS E AOS CAVALEIROS TRAJADOS À PORTUGUESA O Traje Português de Equitação exigirá: Para as Amazonas que se apresentem não escarranchadas: Chapéu de aba larga e lisa, igual ao do cavaleiro mas de aba revirada (Chapéu Dona Amélia), ou de aba menos larga que a do chapéu do cavaleiro (Chapéu Serrano), ambos adornados com pompons de preferência de seda. A copa é ligeiramente convexa; Camisa branca, pregueada ou com folhos; com laço de seda, ou com pregadeira ou com abotoadura dupla no colarinho; Jaqueta curta, sem colete, cortada a direito nas costas; no restante o modelo é livre seguindo a moda feminina do Sec.XIX, com característacas que a tornam fácilmente distinguível da jaqueta masculina; cinta de cetim, seda, lã ou algodão; calções que apertam, dos dois lados da cintura, por botões e que terminam num canhão no tornozelo, também fechado por botões; saia larga de roda; botinas de “calf” ou verniz com salto, fechadas por botões em casas; esporas de braços rectos e pua direita, ou de “lira”, (assentes na vira do tacão) ou espora de encaixe; luvas de pele; capa curta, como abafo. Para as Amazonas que montem escarranchadas:

ca, de pregas e ou folhos, fechada no colarinho por abotoadura dupla; jaqueta curta, cortada a direito nas costas fechada por alamares de prata, ou de passamanaria, ou por botões (de pé) forrados, ou botões de osso, de marfim ou de metal (nunca de plástico); colete; cinta preta ou castanha de acordo com o tom do conjunto; calções ou calças. Os calções são justos à coxa, fechados na face externa do joelho por botões em casas. Altos de cós e presos por suspensórios. Com os calções usam-se botas altas, de “calf” ou verniz, abertas em “V” na extremidade superior e anterior do cano. O tacão raso é de prateleira, onde assenta a espora. Usa-se meia branca lisa subindo acima da rótula, cobrindo a extremidade inferior dos calções. As calças são cortadas a direito ao nível do tornozelo, sem dobra, de cor uniforme (sem padrão dito de fantasia), de cós alto, bem acima da cintura, presas por suspensórios. Com as calças usam-se botins de “calf” ou verniz, de salto de prateleira onde assenta a espora. Com a calça podem também usar-se polainas sobre bota de cano curto. As polainas podem fechar com: cordão de cabedal, folha de oliveira ou travincas (não com pregos de metal, como era de uso na caça); esporas de braços rectos e de pua direita ou de

Chapéu de aba larga e lisa, igual ao do cavaleiro mas de aba revirada, (Chapéu Dona Amélia), ou de aba menos larga que a do chapéu do cavaleiro (Chapéu Serrano), ambos adornados com pompons de preferência de seda. A copa é ligeiramente convexa; camisa branca, pregueada ou com folhos, com laço de seda, ou com pregadeira ou com abotoadura dupla no colarinho; jaqueta curta, sem colete, cortada a direito nas costas; No restante o modelo é livre seguindo a moda feminina do Sec.XIX com característacas que a tornam fácilmente distinguível da jaqueta masculina; cinta de cetim, seda, lã ou algodão; calções que apertam, dos dois lados da cintura, por botões e que terminam num canhão no tornozelo, também fechado por botões; saia, mais comprida que os calções, aberta à frente e atrás, numa prega fingida. A saia é larga perpassando o suficiente para que a amazona possa andar sem mostrar os calções; botins de “calf” ou de verniz, iguais aos dos cavaleiros, ou com salto igual ao da botina de amazona, mas em ambas as opções com “prateleira” para suporte da espora; esporas de braços rectos e pua direita, ou de “lira”assentes no salto de prateleira ou espora de encaixe; luvas de pele; como abafo: capa curta, jaqueta de abafo, samarra, capote alentejano. Para os Cavaleiros (podendo também ser usados pelas amazonas que montem escarranchadas) Chapéu de aba larga e lisa, de copa levemente convexa; camisa bran-

lira ou esporas de encaixe; luvas de pele; safões de couro liso, com decoração simples em todo o seu contorno, cortados nas extremidades inferiores a direito ou em redondo (neste caso ditos em “orelha de mula”) apertados atrás, na cintura, com fivela; como abafo: jaqueta de abafo, samarra, capote alentejano. Nota: O colete é uma peça da indumentária masculina, não sendo por isso recomendado no traje da amazona. No Traje Português de equitação é incorrecto: O uso de gravata, camisas em moda no sec. XVIII, dobra nas calças, calças de fantasia, safões ditos “Zahones” de luxo à espanhola, chapéu à Mazzantini, esporas colocadas na região do tendão de Aquiles, botões de plástico, polainas fechadas com pregos de metal, ausência, no traje masculino, de colete, de cinta ou a sua substituição por lenço do traje andaluz. Nos Arreios: Os cavalos serão ajaezados com sela à Portuguesa ou selim “à Relvas”; constituirão parte indispensável do arreio a rabicheira, o xairel e o peitoral; os estribos poderão ser de caixa ou de argola com pegada redonda; não deverá usar-se suadouro nem a capa de protecção da sela; a cabeçada deverá ser de freio, com um ou dois pares de rédeas e a sela “à Amazona” poderá ter peitoral, rabicheira, xairel ou suadouro. Nos arreios é incorrecto: O uso de “rodelas” de borracha, bridão, ligaduras, caneleiras, serreta, gamarra, ou qualquer martingala.


I Troféu tradição a atribuir no último dia da Feira ao binómio, Cavaleiro/amazona melhor trajado e Cavalo melhor arreado, “aparelhado”

Depois de inúmeros Concursos do Traje, depois do Livro do Traje, depois da publicação, anos seguidos, no catálogo do Feira Nacional do Cavalo das características do Traje Português de Equitação, julguei que nunca mais assistiria ao que vem sendo costume na Feira de São Martinho. Vejo Amazonas vestidas à Cavaleiro, com uma saia curta e estreita “a fingir” que estão vestidas à Amazona. Quando falei ao Alfaiate que assim as veste, com colete, com jaqueta sem caixa de peito e de corte indistinguível da jaqueta de cavaleiro (excepto às vezes pela cor berrante e de mau gosto), com calças de cós alto, com braguilha (!) e bolsos, respondeu-me que tínhamos de evoluir. Percebi que perdi tempo se lhe explicasse que o Traje Português de Equitação que queremos preservar é o usado nos finais do século XIX, início do século XX, quando as Senhoras nunca vestiam “à homem” e que se evoluísse descaracterizava-se. Vejo Cavaleiros com boné, sem cinta, ou com cinta estampada, com polainas de caça, de blusão, vestidos como se estivessem no picadeiro onde é de presumir que montem todo o ano. Por causa disto, o Dr. José Veiga Maltez sugeriu que voltássemos a realizar os Concursos do Traje, que na década de 90 do século passado, durante quase dez anos, aconteceram em várias feiras de cavalos por todos país, recuperando o nosso traje e o gosto de trajar à Portuguesa. Os Concursos do Traje demoram meses a organizar e tínhamos pouco mais de um mês até à próxima Feira de São Martinho. Propus ao Presidente da Câmara da Golegã que este ano atribuísse-mos um Troféu à Amazona e ao Cavaleiro que se distinguissem durante a Feira, pelo rigor no trajar, pela harmonia com o Cavalo, pelo garbo e pela beleza que transmitissem a um Júri de algumas pessoas ligadas aos Cavalos, à estética, à arte. Poderíamos reproduzir o que era uso fazer em Santarém, na Feira do Ribatejo.

Professor Doutor João Pedro Gorjão Clara Presidente de Júri do Troféu de Tradição

Está então assente. Este ano, na Golegã, na Feira que se aproxima, teremos troféus para Amazona e para o Cavaleiro que sejam modelos de como se deve estar a cavalo nas nossas feiras. Propus, ao Dr. Veiga Maltez, denominá-lo “Troféu Tradição”.

Não há inscrição para este Troféu! As Amazonas e os Cavaleiros serão observados pelo Júri, durante o período da Feira, o qual decidirá no último dia (Domingo, 12 de Novembro), quem será distinguido.

Espero que muitas Amazonas e muitos Cavaleiros tentem ganhar o troféu e dificultem o julgamento ao Júri, e que muitos se apresentem bem trajados à Portuguesa. in Revista Equitação SET/OUT 2017, João Pedro Gorjão Clara


RUAS COM ESTACIONAMENTO PROIBIDO

RESERVADO AOS UTENTES DA USF E MORADORES

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PROIBIDO A ATRELAGEM NOS DIAS 9, 10 E 11 DE NOVEMBRO DAS 17H00 ÀS 21H30

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PROIBIDO A ROULOTES ATRELADOS E LIGEIROS DE MERCADORIAS

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RUAS DE ACESSO RESERVADO, SÓ AUTORIZADAS A RESIDENTES E A SERVIÇOS ESPECIAIS DOTADOS DE LIVRE TRÂNSITO

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MUNICÍPIO DE GOLEGÃ | PELOUROS DA CULTURA E DO TURISMO

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XLII FEIRA NACIONAL DO CAVALO | 2017

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R&H LUSITANOS, LDA

31 COUDELARIA JOÃO PEDRO RODRIGUES

30 COUDELARIA FRANCISCO BESSA DE CARVALHO

29 COUDELARIA DANY LAHAYE

28 CASA AGRICOLA LEONARDO FRANCO

27 COUDELARIA HELENA NABEIRO

26 SOCIEDADE AGRÍCOLA DAS SALGADAS

QUINTA DA FERRARIA

25 SOCIEDADE DAS SILVEIRAS

24 COUDELARIA DA COMPANHIA DAS LEZÍRIAS

23 COUDELARIA SENHORA DE ALCAMÉ

COUDELARIA COIMBRA DE CASTRO CANELAS

22 COUDELARIA HER. DE FERNANDO SOMMER DE ANDRADE

COUD. Mª. MANUELA F. BONACHO DOS ANJOS SANTANA MARTINS

21 COUDELARIA FREDERICO BONACHO DOS ANJOS

COUDELARIA LUIS BASTOS

20 COUDELARIA DE STª MARGARIDA

19 CASA AGRICOLA PIMENTEL DA FONSECA

18 COUDELARIA CASA CADAVAL

COUDELARIA TELES DE CARVALHO

COUDELARIA PEDRO FERRAZ DA COSTA

17 COUDELARIA MARQUÊS DA GRACIOSA

COUDELARIA ORNELAS E VASCONCELLOS

16 COUDELARIA BRITO PAES

COUDELARIA VILHENA D'ANDRADE

15 COUDELARIA MARIA EMILIA D'ANDRADE OLIVEIRA E SOUSA

14 SOC. AGRICOLA FONTE DO PINHEIRO (ORTIGÃO COSTA)

13 COUDELARIA MANUEL ASSUNÇÃO COIMBRA

12 COUDELARIA RESINA ANTUNES

11 COUDELARIA JOÃO PEREIRA LYNCE

10 COUDELARIA FERNANDO CALADO CARVALHO

09 COUDELARIA HERDADE DA CANICEIRA

08 SOCIEDADE AGRICOLA QUINTA DA LAGOALVA DE CIMA

07 COUDELARIA JOSÉ E JOÃO VEIGA MALTEZ

06 COUDELARIA AMARAL VERGAMOTA

05 LUÍS VALENÇA RODRIGUES - CENTRO EQUESTRE DA LEZÍRIA GRANDE

COUDELARIA VAZ MONTEIRO

04 COUDELARIA FRANCISCO LOBO DE VASCONCELOS

SOCIEDADE AGRICOLA DOS MOINHOS VALEFLORES

SOCIEDADE AGRICOLA DE S.JOÃO DE BRITO

03 SOCIEDADE AGRICOLA QUINTA DA LABRUJA

COUDELARIA FÉLIX DA COSTA

02 COUDELARIA MADALENA ABECASSIS

01 MANUEL TAVARES VEIGA

COUDELARIAS


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QUARTOS DO LAGAR R. D. João IV, n.º138 Golegã T: +351 917 591 833 E: josefinoredol@gmail.com Facebook: Quartos do Lagar

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QUINTA DE SÃO JOÃO Quinta de São João - R. D. João IV Golegã T: +351 961 015 131 T: +351 249 070 125 E: correiodaquinta@gmail.com CASAS DA PIEDADE Quinta da Piedade (Brôa) Azinhaga T: +351 249 957 154 E: casasdapiedade@quintadabroa.com

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ONDE COMER CAPRIOLA (HOTEL LUSITANO) R. Gil Vicente, n.º4 Golegã H: 12h30 – 15h00 | 19h30 – 22h30 T: +351 249 979 170 S: www.hotellusitano.com

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Museu Municipal da Máquina de Escrever Biblioteca Municipal da Golegã ■ Rua da Oliveira


PROVA D. JOSÉ DE SIQUEIRA (S. MARTINHO)

CONCURSO DE ATRELAGEM NACIONAL 2  E CAR 1  3, 4 E 5 DE NOVEMBRO DE 2017

JÚRI DO TERRENO Tiago Gomes – Presidente Maria João Fradinho Miguel Brandão DELEGADO TÉCNICO Miguel Brandão DIRECTOR DE CAMPO Nuno Duque | ngfduque@hotmail.com COMISSÁRIO Gaspar Penha SECRETARIADO Feira Nacional do Cavalo GABINETE DE CÁLCULOS Paulo Costa VETERINÁRIO José Miranda Veiga CONCURSO DE ATRELAGEM NACIONAL 2* e CAR1* Classe A – 1 Cavalo | Classe B – 2 Cavalos | Classe C – 4 Cavalos | Classe D – 1 Pónei | Classe E – Parelha de Póneis – Classe F – 4 Póneis | Iniciados Os concorrentes iniciados e CAR poderão participar com carro de maratona nas provas de Ensino e Cones. Esta prova rege-se pelo Regulamento Nacional de Atrelagem da FEP (2017) e aditamentos, pelo Regulamento Internacional da FEI (2017) e circulares de alteração. Este concurso está aberto a concorrentes estrangeiros que deverão ter a sua situação regularizada perante a FEP e ainda de acordo com o Regulamento da Feira Nacional do Cavalo. CALENDÁRIO DIA 2 de Novembro 11.30 horas – Reconhecimento Oficial – Maratona DIA 3 NOV. – PROVA A – Hippos Golegã 10.00 horas – Inspecção Veterinária (Boxes) A – Ensino: 15.00 horas – 1 Cavalo/Pónei Prova FEI nº. 3*B HP1; Parelhas Cavalos/Póneis Prova FEI nº.3* B HP2; 4 Cavalos/4 Póneis Prova FEI nº. 3* BHP4; Iniciados e CAR FEI 1*B. Piso sintético (100 x 40 m). Campo de aquecimento (70 x 40 m) - Piso sintético Tipo de carro: Carro de Ensino | Carro Maratona CAR e Iniciados. DIA 4 NOV. – PROVA B – Quinta da Labruja B - MARATONA: 14H00 – Com 6 obstáculos, e Iniciados 4 obstáculos. Secção A

Distância Máx. Andamento 7 Km Livre

Transfer

1 Km

Livre

B

6 Km

Livre

Veloc. Máx. 15 Km/h

14 Km/h

DIA 5 NOV. - PROVA C – Arneiro C - PERCURSO DE OBSTÁCULOS (Cones) 11H30 Máximo - 20 obstáculos, campo piso sintético (40x80m)

INSCRIÇÕES Classe A e D.... 50€ Classe B e E....80€ Classe C e F.....120€ Iniciados e CAR...10€. Inscrições em www.fep.pt até ao dia 1 de Novembro. INSTALAÇÕES: Para instalação dos cavalos deverá ser assinalado na ficha de inscrição. Boxes 50€ /cavalo. ACIDENTES: A Feira Nacional do Cavalo não se responsabiliza por possíveis acidentes com os cavalos concorrentes, “grooms” ou carruagens. ALTERAÇÕES: De acordo com o Presidente do Júri e o Delegado Técnico poderá este programa ser alterado. PRÉMIOS: Haverá troféus para o primeiro classificado de cada classe. Prémios monetários de acordo com o Regulamento Geral da FNC. CLASSE A e D 1 CAVALO / PONEI Ensino

Maratona

Cones

Geral

75€

55€

20€

150€

50€

38€

13€

100€

25€

15€

10€

50€

CLASSE B e E – PARELHAS CAVALOS / PÓNEIS Ensino

Maratona

Cones

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100€

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CLASSE C - 4 CAVALOS – F - 4 PÓNEIS Ensino

Maratona

Cones

Geral

125€

75€

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250€

100€

63€

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CLASSE INICIADOS e CLASSE CAVALOS NOVOS Ensino

Maratona

Cones

Geral

60€

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20€

15€

10€

30€

PROTESTOS: As eventuais reclamações deverão ser feitas até 30 minutos após a publicação dos resultados da prova acompanhadas de: a) 25€€ se destinadas ao Presidente do Júri. b) 50€€se destinadas à F.E.P. Caso a reclamação seja procedente o dinheiro será devolvido. DISPOSIÇÕES FINAIS: 1- A FNC reserva o direito de admissão ao recintos e locais


onde se desenrolam os concursos. A inscrição no Concurso bem como a participação em qualquer qualidade – cavaleiro, proprietário, tratador, etc – determina a aceitação das condições deste programa e do programa geral da Feira Nacional do Cavalo, bem como dos regulamentos e outras determinações da FEP. CONSULTAR REGULAMENTO APROVADO PELA FEP EM 19.10.2017 em www.fnc.cm-golega.pt e em www.fep.pt

FEIRA NACIONAL DO CAVALO

CAMPEONATO NACIONAL DE ATRELAGEM - CM1* 10 E 11 DE NOVEMBRO DE 2017 1 - Denominação do Concurso Campeonato Nacional de Atrelagem de CM1* 2 - Organização Feira Nacional do Cavalo 3 - Condições do Concurso O concurso rege-se pelo Regulamento Geral da FEP e Regulamento Veterinário da FEI (2017) e de acordo com o Regulamento da Feira Nacional do Cavalo. Regulamento de Atrelagem da FEI (2014) com alterações de 1 de Janeiro de 2017. Regulamento do Campeonato de CM da FEP 2017 4 - Elenco Técnico Júri – António Figueiredo (Presidente) – Daniel Teles Director de Campo – José Branco Secretariado Feira Nacional do Cavalo Comissão Veterinária da Feira Nacional do Cavalo Assistência de Emergência Bombeiros Voluntários da Golegã 5 - Condições Técnicas Piso sintético 80x40 m 6 - Categorias do Campeonato 1 Cavalo - Cavalos - Póneis Parelhas - Cavalos - Póneis Quatro

- Cavalos - Póneis - Juvenis 7- Calendário das Provas Dia 10/11 10.30 horas – Inspecção Veterinária 15.00 horas – Início da Final do Campeonato (1ª Mão) Dia 11/11 – 10.00 horas Abertura da Pista 11.00 horas – Início da Final do Campeonato (2ª Mão) 8 - Generalidades Os concorrentes que se inscrevam para o Campeonato deverão ter cumprido as regras de selecção do respectivo regulamento e circulares conexas. Prémios Medalhas da FEP para os 3 primeiros lugares. Troféus da Feira Nacional do Cavalo para os 3 primeiros lugares. 9 - Inscrições €10,00 Boxes (de 10 a 12 de Novembro) - €50,00/cavalo. Todas as inscrições deverão ser feitas em www.fep.pt até ao dia 8 de Novembro. 10- Reclamações De acordo com o Regulamento de Atrelagem CONSULTAR REGULAMENTO APROVADO PELA FEP em www.fnc.cm-golega.pt e em www.fep.pt


CONCURSO DE SALTOS NACIONAL C.S.N. E 3 A 5 DE NOVEMBRO DE 2017

ORGANIZAÇÃO Câmara Municipal da Golegã / Feira Nacional do Cavalo / Tempus de Ficção COMISSÃO ORGANIZADORA Presidente do Concurso: Presidente da CMG e da FNC, Dr. José Veiga Maltez | Secretaria Tempus de Ficção | Gabinete de Imprensa: FNC DIRECTOR DO CONCURSO: Eng. André Ponces de Carvalho (Telf. 91 445 01 70) JÚRI DO TERRENO: (ART. 259.1) Presidente: Dra. Anabela Reis (Lic. FEP 911 – Nac. N3) Membros: Dra. Cristina Alves (Lic. FEP 9619 – Int. 2* e Dr. João Reinas (Lic. FEP 373 – Int. 2* DIRECTOR DE PISTA: (ART. 259.4) José Santos (Lic. FEP 765 – Nac. N3) COMISSÁRIOS: (ART. 259.6) Comissário Chefe, Dinário Seromenho ASSISTÊNCIA MÉDICA: (ART. 313) Prof. Doutor Gorjão Clara | AMBULÂNCIA A CARGO DOS BVG ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA: (ART. 314) Dr. Bruno Miranda | Tel. 918 604 135 CRONOMETRAGEM: (ART. 229) Tipo: Disparo automático | CRONOMETRISTA: João Nuno Camacho (Points & Times) INFORMÁTICA: Dr. João Reinas SECRETARIADO: (ART. 312) Tempus de Ficção INSCRIÇÕES: www.fep.pt - Tel. 914 450 170 Fax: 21 401 91 08 e-mail: a.ponces@sapo.pt PRAZOS: até 2 de Novembro 2017 às 10 horas LOCAL DAS PROVAS – Exterior CAMPO DE PROVAS: Dimensões: 180x80m Piso: Areia de Silica Branca + Fibra Geotextil CAMPO DE AQUECIMENTO: Dimensões: 70x35m Piso: Areia de Silica Branca + Fibra Geotextil BOXES: Dimensões: 3x3m Condições: Entrada a partir de quinta-feira, dia 02/11 às 10 horas. Preço: 55€ (3 noites: de 02/11 a 5/11) INSCRIÇÕES/PRÉMIOS (ART. 307) Valores das inscrições por provas

Classe: 0,50m - 20€€| Classe: 0,80m - 20€ | Classe: 0,90m - 20€€ | Classe: 1,00m - 25€ | Classe: 1,10m - 45€ € Classe: 1,20m - 50€ | Classe: 1,30m - 60€ | Classe: Potência | 6 barras - 60€ | Ao valor indicado acresce o IVA à taxa legal em vigor. Limite de cavalos - No concurso: 220 | Por prova: 3 | Por cavaleiro: 6 Observações: Cada cavalo pode realizar duas provas diferentes por dia, com o mesmo cavaleiro ou com cavaleiros diferentes. PROVAS | PRIMEIRO DIA: Sexta-feira – 3 de Novembro Prova nº 1 – 0,50m | Tabela A c/tempo ideal | Anexo VI do RNSO | Velocidade – 325m/min | Altura dos Obstáculos – 0.50m (aprox.) Prova nº 2 – 0,80m | Tabela A c/tempo ideal | Anexo VI do RNSO | Velocidade – 325m/min | Altura dos Obstáculos – 0.80m (aprox.) Prova nº 3 – 0.90m | Tabela A c/tempo ideal | Anexo VI do RNSO | Velocidade – 325 m/min | Altura dos Obstáculos – 0.90m (aprox.) Prova nº 4 – Prova de 1.00m | Tabela A ao cronómetro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 350m/min 1º 125.00

2º 100.00

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Supl. 25.00

Total – 500.00€ Prova nº 5 – Prova de 1.10m | Dificuldades Progressivas ao Cronómetro | Art. 269 | Velocidade – 350m/min 1º 250.00

2º 200.00

3º 180.00

4º 120.00

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Supl. 50.00

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Total – 1000.00€ Prova nº 6 – Prova de 1.20m | Tabela A ao cronometro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 350m/min 1º 300.00

2º 240.00

3º 216.00

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Total – 1200.00€ € Prova nº 7 – Prova de 1.30m | Duas Fases ao Cronómetro | Art. 274.5.3.| Velocidade – 350m/min. 1º 500.00

2º 400.00

3º 360.00

4º 240.00

5º 200.00

6º 100.00

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Total – 2000.00€€ SEGUNDO DIA: Sábado – 4 de Novembro Prova nº 8 – 0,50m | Tabela A ao Cronómetro | Art. 238.1.1. | Velocidade – 325m/min | Altura dos Obstáculos – 0.50m (aprox.) Prova nº 9 – 0,80m | Tabela A ao cronómetro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 325 m/min | Altura dos Obstáculos – 0.80m (aprox.) Prova nº 10 – 0.90m | Tabela A ao cronómetro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 325 m/min | Altura dos Obstáculos – 0.90m (aprox.) Prova nº 11 – Prova de 1.00m | Duas Fases ao Cronometro | Art. 274.5.3. | Velocidade – 350 m/min. 1º 125.00

2º 100.00

3º 90.00

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5º 50.00

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Supl. 50.00

Total – 500.00€ Prova nº 12 – Prova de 1.10m | Tabela A ao cronómetro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 350 m/min 1º 250.00

2º 200.00

Total – 1000.00€

3º 180.00

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Prova nº 13 – Prova de 1.20m | Tabela A com cronometro com um desempate ao cronometro Art. 238.2.2. | Velocidade – 350m/min 1º 300.00

2º 240.00

3º 216.00

4º 144.00

5º 120.00

6º 60.00

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Supl. 60.00

Total – 1200.00€ Prova nº 14 – Prova de 1.30m | Tabela A ao cronometro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 350 m/min 1º 500.00

2º 400.00

3º 360.00

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Supl. 100.00

6º 125.00

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Supl. 125.00

Total – 2000.00€ Prova nº 22 – Prova de Potência | 6 barras | altura inícial 1.20m 1º 625.00

2º 500.00

3º 450.00

4º 300.00

5º 250.00

Total – 2500.00€ Nota: esta prova terá lugar no Largo da FNC com inicío às 21h30 TERCEIRO DIA: Domingo – 5 de Novembro Prova nº 15 – 0,50m | Tabela A ao cronometro | Art. 238.1.1. | Velocidade – 325m/min | Altura dos Obstáculos – 0.50m (aprox.) Prova nº 16 – 0,80m | Tabela A ao cronometro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 325 m/min | Altura dos Obstáculos – 0.80m (aprox.) Prova nº 17 – 0.90m | Tabela A ao cronometro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 325 m/min | Altura dos Obstáculos – 0.90m (aprox.) Prova nº 18 – Prova de 1.00m | Tabela A ao cronometro | Art. 238.2.1. | Velocidade – 350 m/min 1º 125.00

2º 100.00

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4º 60.00

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Supl. 25.00

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8º 60.00

Supl. 60.00

Total – 500.00€ Prova nº 19 – Prova de 1.10 m | Duas Fases ao Cronometro | Art. 274.5.3. | Velocidade – 350 m/min 1º 250.00

2º 200.00

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4º 120.00

5º 100.00

6º 50.00

7º 50.00

Total – 1000.00€ Prova nº 20 – Prova de 1.20 m | Dificuldades Progressivas ao Cronometro | Art. 269 | Velocidade – 350m/min 1º 300.00

2º 240.00

3º 216.00

4º 144.00

5º 120.00

6º 60.00

7º 60.00

Total – 1200.00€ € Prova nº 21 – Prova de 1.30 m | Tabela A ao cronometro com um desempate ao cronometro | Art. 238.2.2. | Velocidade – 350 m/min 1º 500.00

2º 400.00

3º 360.00

4º 240.00

5º 200.00

6º 100.00

7º 100.00

8º 100.00

Total – 2000.00€ Os valores apresentados têm o respetivo IVA incluído Pessoas colectadas por rendimentos da categoria B, verba 1323 (desportistas): Retenção de IRS a indicar pelos sujeitos passivos (0 ou 25%); IVA à taxa normal de 23%, salvo se estiverem isentos. Pessoas colectadas por rendimento da categoria B - retenção de IRS 25% e IVA taxa normal salvo se estiverem isentos Pessoas Colectivas: Contra factura/recibo sem retenção na fonte. Sem Recibo - retenção de 35% ENTRADAS EM PISTA Devem estar prontos a entrar em pista, os 3 conjuntos que se seguem ao que está em prova. O júri de terreno pode eliminar qualquer atleta que não esteja pronto no momento da chamada à pista. CONSULTAR REGULAMENTO APROVADO PELA FEP EM 28.09.2017 em www.fnc.cm-golega.pt e no Secretariado da FNC.

Supl. 100.00


PROVA DR. ARTUR LEONARDO

XXXVIII|CEP 40 Km |CEP 80 KM|CEN 1* 80 KM 6 DE NOVEMBRO 2017 I.REGULAMENTOS GERAIS Categoria: CEP 40Km | CEP 80Km | CEN 1* 80km Regulamento Geral da Federação Equestre Portuguesa, de 27 Janeiro de 2015; Regulamento Veterinário da Federação Equestre Internacional, efectivo a partir de 1 de janeiro de 2017; Regulamento Federativo Anti-Dopagem da Federação Equestre Portuguesa, aprovado pela FEP a 28 de abril de 2016; E todas as subsequentes alterações e modificações regulamentares aprovados pela FEP. ORGANIZAÇÃO Nome: Feira Nacional do Cavalo Director do evento: Dr. José Veiga Maltez Morada: Largo Marquês de Pombal, 25 - 2150-130 Golegã Telefone: +351 249 979 122 E-mail: fnc@cm-golega.pt Website: fnc.cm-golega.pt II.OFICIAIS 1. JURI DE TERRENO Presidente: José M Mexia de Almeida Nível: FEI 3* Nacionalidade: POR E-mail: mexiadealmeida@gmail.com Membro: Miguel Pinheiro Nível: FEI 2* Nacionalidade: POR Membro: Francisco Duarte Nível: FEP Nacionalidade: POR Membro: Acácio Nunes Nível: FEP Nacionalidade: POR 2. DELEGADO TÉCNICO FEP Membro: Miguel Pinheiro Nível: FEI 2* Nacionalidade: POR E-mail: gouveiapinheiro@gmail.com 3. COMISSÁRIO CHEFE Nome: Carla Pereira Nível: FEI Nacionalidade: POR E-mail: carocha_pais@gmail.com 4.COMISSÃO VETERINÁRIA Presidente: António Coimbra Nível: FEI 4* Nacionalidade: POR E-mail: antoniocoimbra@netcabo.pt

Membro: António Farrim Nível: FEI 4* Nacionalidade: POR Membro: Constança Moreira Fonseca Nível: FEI 4* Nacionalidade: POR Membro: Antónia Mota Nível: FEI 4* Nacionalidade: POR 5. VETERINARIO DE TRATAMENTO Nome: Ricardo Agrícola Nível: FEP 2* Nacionalidade: POR 6. SERVIÇOS MEDICOS Nome: Teresa Monteiro / Bombeiros Voluntários de Golegã 7. Ferrador Nome: José Vicente Rodrigues III. CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIFICAS COMPETIÇÃO 1. CONCURSOS DE ENDURANCE DE PROMOÇÃO CEP 41 km Tempo Máximo Limite: 03h25 min. 45 seg. + Parag. Obrig. (12 km/h) Tempo Mínimo Limite: 02h33 min. 45 seg. + Parag. Obrig. (16 km/h) CEP 79,5 km Tempo Máximo Limite: 06h37 min. 30 seg. + Parag. Obrig. (12 km/h) Tempo Mínimo Limite: 04h58 min. 15 seg. + Parag. Obrig. (16 km/h) Método de Partida: Em grupos até 6 conjuntos. Tipo de piso: Terra batida com menos de 10% de asfalto Diferenças de altitude: Plano 2.CONCURSO DE ENDURANCE NACIONAL CEN 1* 79,5 km Velocidade Livre. Tempo Máximo Limite: 06h37 min. 30 seg. + Parag. Obrig. (12 km/h) Método de Partida: Em conjunto. Tipo de piso: Terra batida com menos de 10% de asfalto Diferenças de altitude: Plano 3. DISTÂNCIAS 3.1. CEP 41 km Distancia Total: 41,0 Km Numero de fases: 2 Grelhas Veterinárias Km 20,5 com paragem obrigatória de 40 min. Km 20,5 até ao final. 3.2. CEP 79,5 km Distancia Total: 79,5 Km Numero de fases:3 Grelhas Veterinárias Km 39,5 com paragem obrigatória de 40min. Km 39,5 com paragem obrigatória de 40min. Km 20,5 até ao final.


3.3. CEN 1* 79,5 km Distancia Total: 79,5 Km Numero de fases:3 Grelhas Veterinárias Km 39,5 com paragem obrigatória de 40 min. Km 39,5 com paragem obrigatória de 40 min. Km 20,5 até ao final. 4. PESO MÍNIMO CEP 41 km / CEP 80 km: 00 Kg CEN 1* 82 Km 70 Kg Método de Pesagem: Balança Eletrónica 5. Horários Abertura Boxes 03 de Novembro 15h00 Exame de veterinário à chegada Inspeção Veterinária Preliminar 04 de Novembro das 07h00 às 20h30 Inspeção Veterinária Final 30 min depois da chegada Frequência Cardiaca Frequência cardiaca máxima em cada grelha veterinária: 64bpm em 20 minutos. No exame final Frequência cardiaca máxima em cada grelha veterinária: 64 bpm em 20 min. 6. LOCAL E HORA DE PARTIDA Local: Largo Marques de Pombal – Golegã Data: 04 de Novembro de 2017 Hora: CEN 1* 80 Km 09H00 CEP 80 km 9H10 CEP 40 km 9H20

dentro do intervalo de 0,5 Km/Hora, o conjunto será penalizado com o dobro do valor do excedente. Por exemplo: se a velocidade máxima de uma determinada prova for de 14 Km/Hora, e a velocidade do concorrente de 14,3 Km/Hora, será considerada uma velocidade com uma penalização de 0,6 Km/Hora, totalizando uma velocidade final de 13,4 km/Hora. A velocidade será arredondada ao centésimo, para baixo ou para cima conforme a casa das centésimas for inferior a cinco ou igual ou superior a cinco. Se a velocidade determinada for de 16,004 km/h será arredondada para 16,00 km/h. Se for 15,995 km/h será arredondada para 16,0 km/h. 7.2. CONCURSO DE ENDURANCE NACIONAL Individual – Em todos os Concursos, será vencedor aquele concorrente que termine no menor tempo. Para todos os Concursos Nacionais a classificação na Prova é função do tempo gasto até que o concorrente cruze a linha de meta final. O tempo é contado em segundos certos, contando as frações de segundo como o segundo que se segue. 8. PRÉMIOS CONCURSO

1º Classif.

2º 3º Classif. Classif.

4º Classif.

5º Classif.

CEP 41 km

Troféu

Troféu

Troféu

Troféu

Troféu

CEP 80 km

Troféu

Troféu

Troféu

Troféu

Troféu

CEN 1* 80 km

Troféu

Troféu

Troféu

Troféu

Troféu

ESTA INFORMAÇÃO NÃO DISPENSA A CONSULTA DOS PROGRAMAS DESTES CONCURSOS EM: CONSULTAR REGULAMENTOS APROVADOS PELA FEP E FEI EM 24.10.2017 EM: www.fep.pt | www.fnc.cm-golega.pt | e no Secretariado da FNC.

7.CLASSIFICAÇÃO GERAL 7.1. CONCURSOS DE ENDURANCE DE PROMOÇÃO Individual – A classificação será estabelecida pela velocidade, sendo vencedor o conjunto que mais se aproximar da velocidade máxima estabelecida. Em caso de igualdade será vencedor o cavalo que primeiro se apresente na Grelha Veterinária e se continuarem empatados desempatará a condição física. Se a velocidade máxima ou mínima se afastar do intervalo da velocidade óptima mais do que 0,5 km/Hora, o conjunto é excluído. No caso de exceder a velocidade máxima permitida, mas

9. TAXAS DE INCRIÇÃO CEP 41 km 50,00€€ CEP 80 km 90,00€€ CEN 1* 80km 90,00€€ Data límite de inscrição 1 de Novembro de 2017 em www.fep.pt


PICADEIRO LUSITANUS/CLUBE DO CRIADOR 18h30 Abertura da Exposição “Carvão Lusitano”, de Rui Valente Perfeito | Open Exhibition

QUINTA DA LABRUJA 14h00 CAN Concurso de Atrelagem Nacional 2 – Prova de Maratona | Horse Driving Competition – Marathon

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND 09h00 Concurso de Resistência Equestre – Partida | Departure Endurance Competition 09h00 Taça de Portugal de TREC – POR – Prova de Orientação – Partida | TREC Guidance Portuguese Cup 14h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Prova de Maneabilidade | Portuguese Cup Working Equitation 19h00 Entrega de Prémios do Concurso de Resistência Equestre | Endurance Competition Prize Giving 21h30 Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos – Potência (Prova das 6 barras) II Troféu Pedro Faria | Show Jumping

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 09h00 Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos | Show Jumping

4 DE NOVEMBRO (SÁBADO | SATURDAY)

ARNEIRO DA FEIRA CASA Nº45 18h00 Exposição de Pintura “O Lusitano – Uma Lenda Viva”, de Sabine Marciniak | Painting Exhibition

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND 14h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Prova de Ensino | Portuguese Cup Working Equitation 22h00 Espectáculo Equestre | Equestrian Show

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 08h00 Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos | Show Jumping 15h00 CAN Concurso de Atrelagem Nacional 2 – Prova de Ensino | Horse Driving National Competition

3 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA | FRIDAY)

Poldros de 3 anos, apresentados à mão | 3 Yr. Old Horses (Presented By Hand) Cavalos de 4 anos, apresentados montados | 4 Yr. Old Horses (Presented Under Saddle) Cavalos de 5 anos ou mais, apresentados montados | Stallions (Presented Under Saddle) Espectáculo Equestre “Gala Equestre de São Martinho” | Equestrian Show

18h00 18h30 19h00 21h30 22h00

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND Apresentação da Associação das Amazonas de Portugal | Presentation Apresentação de “Li´l Herc”, por Suzanne Kopp-Moskow e Beatrice Bulteau | Li´l Herc Presentation Apresentação da Raça Sorraia, Escola Superior Agrária de Santarém (ESAS) | Presentation Recordar João Trigueiros de Aragão e D. José d´Athayde | Tribute Apresentação da Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) | Presentation

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 15h00 Final do Campeonato Combinado de Maratona – 1ª Mão | Horse Driving Combined, Marathon Competition

10 DE NOVEMBRO (SEXTA-FEIRA | FRIDAY)

CAMPO DE TÉNIS 09h00 XX Open Golegã FNC | Tennis Open

ANTE 19h00 Apresentação do Livro “O Cavalo Lusitano - Tradição, Cultura e Património Equestre”, de Bruno Caseirão | Book Presentation

CAMPUS MISERICÓRDIA XXI 13h00 Recepção aos Provedores da Região pela Santa Casa de Misericórdia da Golegã | Reception

10h00 14h00 16h00 22h00

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND LVIII Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela FNC e XIX Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Internacional do Cavalo Lusitano

9 DE NOVEMBRO (QUINTA-FEIRA | THURSDAY)


ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND 20h30 Troféu Marquês de Marialva – Concurso de Dressage Nacional – Prova livre com música – Nível Intermediário e Grande Prémio (Free-Style) | National Dressage Competition 22h30 Apresentação das Escolas Profissionais de Gestão Equina | Presentation

PICADEIRO LUSITANUS 18h30 Apresentação do Livro “As Coudelarias do Lusitano”, pintura de José Serrão de Faria e texto de António Marreiros Neto | Book Presentation Recordando Fernando Casquinha | Tribute

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 10h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova P3, E3 e M3 | National Dressage Competition 15h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova C3 e Intermediária I | National Dressage Competition 15h00 Prova de Equitação à Portuguesa – Prova Nível B e A | Portuguese Equitation Tests

Portugal” | Journeys of the Working Group of Equidae Research

09h30 Vas Jornadas do Grupo de Trabalho de Investigação em Equídeos “Panorama da Investigação Equina em

EQUUSPOLIS

8 DE NOVEMBRO (QUARTA-FEIRA | WEDNESDAY)

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 09h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova P2, E2 e M2 | National Dressage Competition 15h00 Concurso de Dressage Nacional – Prova C2, S. Jorge e Intermediária A | National Dressage Competition

7 DE NOVEMBRO (TERÇA-FEIRA | TUESDAY)

CAMPO DE TÉNIS 09h00 XX Open Golegã FNC | Tennis Open

ANTE 15h00 Inauguração da Academia Nacional de Atrelagem “Madalena Sacadura-Botte Abecassis” | Opening

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND 11h30 Concurso de Atrelagem Nacional 2 – Prova de Cones | Horse Driving National Competition Entrega de Prémios do CAN 2 | Prize Giving 15h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Prova de Velocidade | Dressage of Working Equitation Portuguese Cup

QUINTA DA LABRUJA 09h00 Taça de Portugal de TREC – MA (Medição de Andamentos) | TREC Measurement and Movements Portuguese Cup 11h00 Taça de Portugal de TREC – PTV (Percurso em terreno variado) | TREC Portuguese Cup

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 09h00 Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos | Show Jumping

5 DE NOVEMBRO (DOMINGO | SUNDAY)

CAMPO DE TÉNIS 09h00 XX Open Golegã FNC | Tennis Open

CAMPO DE TÉNIS 14h00 XX Open Golegã FNC | Tennis Open

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND 18h00 Horseball – Final da Taça de Portugal (Seniores) 20h15 Horseball – Cerimónia de Entrega de Prémios da Taça de Portugal | Prize awards

12 DE NOVEMBRO (DOMINGO | SUNDAY)

CAMPO DE TÉNIS 09h00 XX Open Golegã FNC | Tennis Open

ANTE 17h00 Apresentação do Livro “A Arte Equestre Portuguesa – Património Cultural”, de Ana Rita Gonçalves | Book Presentation

ARNEIRO DA FEIRA | SHOWGROUND 11h00 Final do Campeonato Combinado de Maratona – 2ª Mão | Horse Driving Combined, Marathon Competition Cerimónia Protocolar de Entrega de Prémios | Prize Giving 13h30 Chegada do Cortejo dos Romeiros de São Martinho | Arrival of Saint Martin’s Pilgrims 15h30 Cerimónia de Entrega de Prémios da Feira de S. Martinho, XLII Feira Nacional do Cavalo e da XIX Feira Internacional do Cavalo Lusitano – Campeões de Raça | Official Award Ceremony of the 2017 Fair - Breed Champions Homenagem ao Presidente de Honra do LVIII Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela FNC e XIX Concurso Nacional de Apresentação do Cavalo de Sela da Feira Internacional do Cavalo Lusitano | Tribute 18h30 Recordar José da Cunha Pereira Palha | Tribute 19h00 Prémios Golegã – Distinção à Excelência Equestre | Golegã Prizes – Distinction of Equestrian Excellence 22h00 Recordando João Ferreira Rosa – Momento de Fado | Tribute 22h45 Cavalhadas – Prova de Perícia e Destreza | Mounted Games – Skill and Expertise Test

HIPPOS - GOLEGÃ - CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES 16h00 Taça de Portugal de Horseball (Meias Finais Seniores) | Horseball Portuguese Cup

IGREJA MATRIZ 13h00 Bênção dos Romeiros de São Martinho | Blessing of the Saint Martin’s Pilgrims

PORTA DE FERNÃO LOURENÇO 12h30 Partida do Cortejo dos Romeiros de São Martinho | Procession of Saint Martin’s Pilgrims

11 DE NOVEMBRO (SÁBADO | SATURDAY) DIA DE SÃO MARTINHO / SAINT MARTIN’S DAY

CAMPO DE TÉNIS 09h00 XX Open Golegã FNC | Tennis Open

QUINTA DOS ÁLAMOS 20h00 Baile da Jaqueta | Traditional Portuguese Equestrian Costume Ball

SALÃO NOBRE DOS PAÇOS DO CONCELHO 19h00 Recepção aos Embaixadores/Corpo Diplomático | Reception


TAÇA DE PORTUGAL DE TREC 4 E 5 DE NOVEMBRO 2017

ORGANIZAÇÃO Nome: APTET – Associação Portuguesa de Turismo Equestre e TREC Morada: Centro Hípico de Stª Bárbara, Quinta de Stª Bárbara, 2250-092 Constância Telefone: +351 935698571/00 +351 914213834 Email: susana.garcia@aptet.pt COMISSÃO ORGANIZADORA Presidente: Exmo. Sr. TCor Joaquim Batuca Vogais: Exmo. Sr. Jorge Delgado Exmo. Sr. SMor António Esperto Secretário do Concurso: Exma. Sra. Susana Garcia COMISSÃO DE HONRA Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal da Golegã Exmo. Sr. Presidente da FEP Exmo. Sr. Comandante dos Bombeiros Voluntários da Golegã ELENCO TÉCNICO JÚRI DE CONCURSO Presidente: Exmo. Sr. TCor Joaquim Batuca Presidente do Júri de Terreno: Exmo. Sr. TCor Joaquim Batuca Júri responsável – P.O.R. – Exmo. Sr. SMor António Esperto Júri responsável – M.A. – Exmo. Sr. Jorge Delgado Júri responsável – P.T.V. – Exmo. Sr. TCor Joaquim Batuca Cronometragem - Exmo. Sra. Susana Garcia Classificações – Exmo. Sr. Daniel Oliveira COMISSÃO DE RECURSO Presidente: Exmo. Sr. TCor Joaquim Batuca Vogais: Exmo. Sr. Jorge Delgado Exmo. Sr. Daniel Oliveira DELEGADO TÉCNICO da FEP A nomear pela FEP ASSISTÊNCIA MÉDICA Médico: Assistência à Feira ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA Veterinário: VETPLUS Nota: Informamos que qualquer intervenção veterinária no decorrer da prova será da responsabilidade de quem a solicitar. ASSISTÊNCIA SIDEROTÉCNICA Ferrador: Assistência à Feira Nota: Informamos que qualquer intervenção siderotécnica no decorrer da prova será da responsabilidade de quem a solicitar. SECRETARIADO/CORRESPONDENCIA Centro Hípico de Stª Bárbara, Quinta de Stª Bárbara. PROVAS Prova I – Open – Destinada a cavaleiros e cavalos federados ou não federados, não contando para a classificação oficial da Taça. Aberto a qualquer escalão etário. Prova II – Iniciados/Juvenis – Destinada a cavaleiros e cavalos portadores de licença da FEP válida. Iniciados, concorrentes entre os 10 e 11 anos. Juvenis, concorrentes entre os 12 e 14 anos. Prova III – Juniores – Destinada a cavaleiros e cavalos portadores de licença da FEP válida. Concorrentes com idade entre os 14 e 18 anos Prova IV – Seniores – Destinada a cavaleiros e cavalos portadores de licença da FEP válida. Concorrentes com mais de 19 anos. INSCRIÇÕES E PRÉMIOS Abertura: 20 de Outubro de 2017 Encerramento: 3 de Novembro de 2017

Recepção de conjuntos: 3 de Novembro de 2017 (a partir das 18h00) Nota: Cavaleiros que não tenham regularizado a sua inscrição no início da prova serão impedidos de participar. Valor de inscrição na prova Iniciados, Juvenis, Juniores, Seniores e Open: 40€ Nota: O valor de inscrição na prova, não inclui alojamento do cavalo. PRÉMIOS Seniores – Troféu/Produtos Regionais e Equestres Juniores – Troféu/Produtos Regionais e Equestres Juvenis/Iniciados – Troféu/Produtos Regionais e Equestres Open – Troféu/Produtos Regionais e Equestres Nota: Estão previstos prémios para os três primeiros classificados de cada categoria e diplomas para todos os participantes. PROGRAMA 4 de Novembro Inspeção Veterinária Junto às Boxes – 8:30H Apresentação de material imediatamente após a Inspeção veterinária – 8:30H Sala de Cartas – 9:00H Início da prova de orientação e regularidade (POR) – 9:20H 5 de Novembro Início da prova de medição de andamentos (MA) – 9:00H Início do percurso em terreno variado (PTV) – 11:00H O reconhecimento dos percursos de MA e PTV poderá ser efetuado a partir das 8:00 horas do dia 5 de Novembro. É proibido, sob pena de eliminação fazer o reconhecimento dos percursos a cavalo. DIVERSOS CERIMÓNIA DE ENTREGA DE PRÉMIOS A cerimónia de entrega de prémios terá lugar no final do PTV e após apuramento de resultados. INDUMENTÁRIA De acordo com o regulamento internacional de TREC. ACIDENTES A Comissão Organizadora não se responsabiliza por quaisquer acidentes/prejuízos sofridos ou causados pelos concorrentes, tratadores ou cavalos, dentro ou fora das instalações, campos de provas e aquecimento, durante as provas ou fora delas. POSSIBILIDADES DE ALOJAMENTO PARA CAVALOS Centro Hípico Stª Barbara: Morada: Quinta de Stª Barbara Email : jlbatuca@gmail.com Centro Hípico Margens D’Tejo Email: clubehipicomargensdotejo@gmail.com ALTERAÇÃO DO PROGRAMA A comissão organizadora pode, de acordo com o presidente do júri, alterar o programa por motivos devidamente fundamentados. DISPOSIÇÕES FINAIS A inscrição no concurso, bem como a participação no mesmo, implica a aceitação das condições deste programa, assim como dos regulamentos e outras determinações da FEP.


“Panorama da investigação equina em Portugal” XLII FEIRA NACIONAL DO CAVALO Feira de São Martinho Golegã

Equuspolis

Rita Fernandes for Lusitano World

Vas Jornadas do Grupo de Trabalho de Investigação em Equídeos

8 de Novembro 2017 Organização:

Com o apoio:


TROFEU A.P.S.L. – CAMPEÃO DE RAÇA

XIX FEIRA INTERNACIONAL DO CAVALO LUSITANO CONCURSO MODELO E ANDAMENTOS LARGO DO ARNEIRO, 9 E 11 NOV. 2017

Regulamento Aplica-se o Regulamento do LVIII Concurso Nacional Oficial de Apresentação do Cavalo de Sela, excepto o seguinte:

JÚRI PRESIDENTE: Engº João Ralão Duarte Membros: Membros da lista de Juízes da Raça Lusitana em actividade.

O Júri é constituído por elementos inscritos na lista de Juízes da Raça Lusitana em actividade, assessorados pelo presidente do Júri, que julgarão separadamente e por escrito. A classificação dos animais será feita no Arneiro da Feira no dia 9 de Novembro, às 11.00 horas para animais da Secção I, às 16.00 horas para animais da Secção II, às 17.00 horas para animais da secção III. O Horário poderá ser alterado mediante o número de animais inscritos. Prémios Lusitana

Secção I 3 anos

Secção II 4 anos

Secção III 5 anos ou +

1º 2º

400,00€ 250,00€

400,00€ 250,00€

400,00€ 250,00€

175,00€

175,00€

175,00€

100,00€€

100,00€ €

100,00€ €

Prémios Especiais O título de Campeão e Vice-Campeão Lusitano será disputado entre os vencedores das secções I, II e secção III, que tenham obtido medalha de ouro.

LVIII CONCURSO NACIONAL OFICIAL DE APRESENTAÇÃO DO CAVALO DE SELA - MODELO E ANDAMENTOS LARGO DO ARNEIRO, 9 E 11 NOV. 2017

APCRS

Regulamento

Artº. 2º ALOJAMENTO

O concurso realizar-se-á a 9 e 11 de Novembro de 2017, no Arneiro da Feira Nacional do Cavalo, na Golegã e destina-se a animais inscritos no Livro Genealógico das respectivas Raças.

A Comissão não se responsabiliza pelo alojamento dos animais concorrentes, contudo poderão ser utilizadas as boxes disponíveis no Parque de Boxes ao preço de 25€ / cavalo/dia.

Artº. 1º INSCRIÇÃO

Artº. 3º ADMISSÃO

Será efectuada pelos interessados até às 24h00 do dia 7/11 para a Secretaria da Feira Nacional do Cavalo, em impresso para o efeito, acompanhada da importância de 25€ por animal para inscrição e 16€ para seguro de responsabilidade civil obrigatório. O boletim de inscrição devidamente preenchido deverá ser acompanhado da cópia do boletim de inscrição no Livro Genealógico

São admitidos a Concurso animais das classes descritas no Artº. 6º. e que obedeçam às seguintes condições: Todos os animais têm obrigatoriamente de apresentar o seu DIE (Documento de Identificação de Equídeos), de acordo com o Decreto-Lei nº123/2013, de 28 de agosto.


1º. - Admissão Veterinária

Cavalo de Sela.

Ausência de sinais de traumatismo e de doença, em particular de natureza infecto-contagiosa.

Prémio Especial: Troféu.

Na classe de cavalos montados (Secção II e III) os animais terão de ter o completo desenvolvimento morfológico dos orgãos genitais que será, obrigatoriamente, controlado pelo Júri de Admissão. Nas raças Anglo-Lusa, Português Desporto e Cruzado Português são aceites animais castrados.

Artº. 6º SECÇÕES Secção I - Animais de três anos, apresentados à mão, em condições de desbaste, que lhe permitam ser apreciados em estação e nos andamentos de passo e trote. Secção II - Animais de 4 anos. Secção III – Animais de 5 anos ou mais.

Os animais devem ser apresentados entre as 16.00 horas e as 19.00 horas do dia 8 de Novembro à Comissão de Admissão no Picadeiro da Lusitanus. A admissão respeitará as Deliberações e Posturas/Regulamento FNC 2017.

Apresentados montados em condições de serem apresentados nos três andamentos (Equilíbrio Natural) sem cloches, caneleiras ou ligaduras, assim como sem embocadura especial, gamarras ou rédeas auxiliares.

2º.- Participação no Concurso

Artº. 7º HORÁRIOS

Além do expresso nos regulamentos deverão ser tomados em consideração:

A classificação dos animais será feita no Arneiro da Feira no dia 9 de Novembro no seguinte horário:

Capacidade de serem apresentados à mão, em estação a trote e a passo. Os machos das Classes II e III deverão ser apresentados à mão e montados nos três andamentos; apresentar prova de inscrição no Livro de Nascimentos do Livro Genealógico da respectiva Raça. Os apresentadores deverão apresentar-se devidamente trajados e cavalos aparelhados de acordo com o traje do cavaleiro, recomendando-se o traje e arreios à portuguesa e proibição do uso de auxiliar munido de chicote ou vara, para se poder avaliar a vontade de andar e a energia natural do cavalo. Artº. 4º CLASSIFICAÇÃO 1º.- A classificação será efectuada pelo júri, constituído por três elementos, um dos quais será Presidente. Nas classes em que concorram animais pertencentes às Coudelarias de algum (ou alguns) dos elementos do júri, esse (ou esses) elemento (s) será (serão) substituído (s) por outro (ou outros) Juiz (es), sob pena de desclassificação. 2º.- Proceder-se-á à classificação até ao quarto concorrente ou até ¼ do número de animais presentes à classificação, quando estes forem mais do que dezasseis. 3º.- Os prémios são atribuídos aos proprietários dos animais classificados, com entrega de um diploma. 4º.- Das decisões do Juiz não há recurso, salvo quando aquelas possam ter sido viciadas pelo não cumprimento de determinações expressamente designadas neste regulamento.

Classes

Secção I Secção II Secção III Prémios 3 anos 4 anos 5 anos ou +

Anglo-Lusa Sorraia Port Desporto Cruz.Port.

1º. Lugar €150,00 10H00

15H30

16H30

2º. Lugar €75,00

O Horário poderá ser alterado mediante o número de animais inscritos. Os prémios monetários serão atribuídos pela FNC nas classes e secções respectivas, que tenham pelos menos 3 animais inscritos, e poderão ser levantados no Secretariado e num prazo máximo de 60 dias após a distribuição de prémios, mediante apresentação do respectivo documento de pagamento. De acordo com a lei em vigor a C.O. cobrará uma taxa de 35% sobre os prémios obtidos, quando a não apresentação do recibo: A distribuição de prémios far-se-á no dia 11 de Novembro de 2017 na qual deverão estar presentes os animais premiados. Artº. 8º. Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pelo Presidente do Júri.

5º.- Em caso de recurso, o reclamante indicará a disposição regulamentar infringida e, bem assim quando tal se verificou.

Neste concurso está em vigor “O Regulamento de Concursos Oficiais de Modelo e Andamentos” da A.P.C.R.S.

6º.- As reclamações serão feitas por escrito ao Presidente do Júri, no prazo de uma hora a contar do momento em que foram tornados públicos os resultados da classificação e acompanhadas da importância de 50,00€, que será devolvida no caso de se verificar ter havido lugar a infracção.

Artº. 9º.COMPOSIÇÃO DO JÚRI

Artº. 5º PRÉMIOS Em todas as raças será atribuído o título de Campeão de Raças ao melhor animal de entre os primeiros classificados de cada secção que tenham obtido medalha de ouro. O Júri para esta classificação será composto pelos membros do Júri de cada Secção. O Troféu Raças Selectas será atribuído entre os Campeões de Raça do LVII Concurso Nacional Oficial de Apresentação do

Raças Selectas Presidente do Júri: Dr. José Veiga Maltez Membros: Michael Stilwell Dr. Raúl Telles de Carvalho Engº João Nobre de Oliveira Dr. Nuno Carpinteiro Veterinários: Comissão Veterinária da FNC


XXXVII CONCURSO DRESSAGE ESPECIAL 7 E 8 DE NOVEMBRO 2017

ORGANIZAÇÃO Feira Nacional do Cavalo COMISSÃO ORGANIZADORA PRESIDENTE DO CONCURSO: Dr. José Veiga Maltez SECRETARIA DO CONCURSO E GABINETE DE IMPRENSA Secretariado da Feira Nacional do Cavalo DIRECTOR DO CONCURSO Mário Canas Pimentel Tel. 966 131 483 e-mail: mario.c.pimentel@gmail.com JÚRI DE TERRENO PRESIDENTE: Armindo Caixinha (N3) - FEP nº 16644 MEMBROS: Michele Cristovão (N3) FEP nº 1453, Joaquim Fernandes (N3) FEP nº1152, Cláudia Matos (N3) FEP nº 17334 e Rute Coelho (N1) FEP nº20514 DELEGADO TÉCNICO: a nomear COMISSÃO DE RECURSO PRESIDENTE: a nomear COMISSÁRIO: a nomear ASSISTÊNCIA MÉDICA Dr. Rui Melancia AMBULÂNCIA - BVG ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA Dr. José Miranda Veiga OBSERVAÇÕES: Os serviços de veterenária são da responsabilidade dos concorrentes. ASSISTÊNCIA SIDEROTÉCNICA FERRADOR: José Vicente Rodrigues OBSERVAÇÕES: Os serviços siderotécnicos são da responsabilidade dos concorrentes. INFORMÁTICA FNC CONDIÇÕES TÉCNICAS LOCAL DAS PROVAS: Exterior CAMPO DE PROVAS: Dimensões: 60x20m; Piso: Sintético CAMPO DE AQUECIMENTO: Dimensões: 60x20m Piso: Sintético BOXES 3x3m Condições: A Comissão não se responsabiliza pelo alojamento dos animais concorrentes, contudo poderão ser utilizadas as boxes disponíveis no Parque de Boxes. Preço: 50€€/concurso CONVITE: nº máx. de cavaleiros: 120 | nº máx. de cavalos por cavaleiro, por prova: ilimitado INSCRIÇÕES/PRÉMIOS (Artº 417) INSCRIÇÕES: Todos os Cavaleiros participantes em qualquer Concurso Nacional devem ter a sua licença anual em dia. Bem como da licença dos cavalos, documentos de identificação e certificados de vacinas. Prazos: Até dia 5 de Novembro. Condições: À C.O. reserva-se o direito de cobrar os prejuízos causados pela desistência de um conjunto após a data de fecho das inscrições ou do não comparecimento em prova, no montante correspondente,

no primeiro caso, ao valor da box, no segundo, à(s) inscrição(ões) efectuada(s). IMPORTANTE – As folhas de inscrição deverão conter as seguintes informações: nome, nº FEP, contacto e escalão etário do cavaleiro, nome e nº FEP do cavalo, inscrição/prova para o 1º dia, boxes necessárias. VALOR DA INSCRIÇÃO GERAL NO CONCURSO PROVAS – Preliminar, Elementar e Média, S. George 20€, Intermediária Kur e Grande Prémio Kur 40€, Complementar 30€. VALOR DAS INSCRIÇÕES POR PROVA PROVAS: P2, P3, E2, E3, M2 e M3 - 10€; C2 e C3 - 15€; S. George, Intermidária A 20€€ Intermediária1 20€ | Kur e Grande Prémio Kur 20€. LIMITE DE CAVALOS: A definir pela C.O NO CONCURSO: 330 POR PROVA: Provas nacionais e Internacionais: 30 POR CAVALEIRO: 6 NB: “Fica ao critério da C.O cobrar os prejuízos causados pela desistência de um conjunto depois da data de fecho das inscrições ou o não comparecimento em prova.” (Ex: valor da inscrição e ou box). PRÉMIOS Dotação do Concurso: 4.773,04€ Prova Preliminar 2 Total: 197,12€ Prova Preliminar 3 Total: 197,12€ Prova Elementar 2 Total: 246,40€ Prova Elementar 3 Total: 246,40€ Prova Média 2 Total: 308,00€ Prova Média 3 Total: 308,00€ Prova Complementar 2 Total: 385,00€ Prova Complementar 3 Total: 385,00€ Prova St. Georges Total: 550,00€ Prova Intermediária A Total: 550,00€ Prova Intermediate I Total: 700,00€ Prova Grand Prix Kür Total: 700,00€ Serão atribuídas rosetas a 25% dos participantes em cada prova. DIVERSOS CERIMÓNIA DE ENTREGA DE PRÉMIOS: A cerimónia de entrega de prémios terá lugar no recinto de provas, no final das provas da manhã ou das provas da tarde em que decorrerem. Os cavaleiros apurados terão de se apresentar a cavalo, no local indicado, imediatamente após o anúncio da classificação final da última prova da manhã ou da última prova da tarde, alinhados conforme a sua classificação. ENTRADAS EM PISTA As entradas em pista far-se-ão de acordo com as ordens de entrada publicadas. O conjunto chamado terá que se apresentar imediatamente em pista, sob pena de ser desclassificado. Devem estar preparados os dois conjuntos imediatamente a seguir ao que se encontra em pista. ACIDENTES - A C.O. e os Oficiais não se responsabilizam por quaisquer danos materiais e pessoais causados por acidentes dos concorrentes, dos cavalos, proprietários ou empregados, incluindo danos nos veículos, atrelados, materiais ou outros objectos. Como consequência, os concorrentes renunciam, à partida, qualquer procedimento legal contra a C.O. ALTERAÇÕES AO PROGRAMA Em circunstâncias excepcionais e com a aprovação do Júri de Terreno, à C.O. reserva-se o direito de alterar o programa com vista a


resolver problemas levantados por qualquer omissão ou causados por circunstâncias imprevistas. Tais alterações deverão ser comunicadas a todos os concorrentes e responsáveis logo que possível e relatados ao Delegado Técnico da FEP. RECLAMAÇÕES Ao Júri de Terreno e Comissão de recurso: 25€ Ao Conselho de Disciplina da FEP: 50€ As reclamações terão que ser apresentadas por escrito, acompanhadas pelo respectivo cheque de caução, o qual será devolvido caso seja dado parecer favorável à reclamação. OUTRAS CAVALEIROS e TRATADORES: Balneários e vestiários disponíveis. No recinto da Feira existem instalações sanitárias TRANSPORTES: A C.O não providencia qualquer tipo de transporte. INSPECÇÃO VETERINARIA: Sem inspecção veterinária SORTEIO PARA AS ORDENS DE ENTRADA: Realizado pelo computador, no dia 6 de Novembro, às 17h00, na Secretaria do Concurso. ADVERTISING E PUBLICIDADE NOS CAVALEIROS E CAVALOS E OPEN SCORING - autorizados. DEDUCÇÕES AOS PRÉMIOS Aos prémios pecuniários já foi retirada a importância devida à FEP (5% dos prémios atribuídos). De acordo com a Lei a C. O. retém uma percentagem, estabelecida legalmente. Os valores dos prémios apresentados correspondem ao valor ilíquido. Os prémios são pagos mediante a entrega de recibo/factura respectivo no Secretariado da

FNC. De acordo com a Lei em vigor a C. O. reterá uma taxa 35% sobre os prémios obtidos. SEGUROS Todos os proprietários e concorrentes serão responsabilizados pelos danos causados a terceiros por eles próprios, seus empregados, agentes ou cavalos. No caso de um proprietário ou concorrente não ser portador de uma apólice de seguro válida, não será imputada qualquer responsabilidade, por terceiros, à C.O. Os cavalos e o material dos concorrentes permanecerão sob a sua total responsabilidade. NULIDADES Os casos omissos neste programa serão resolvidos pelo Júri de Terreno. CONTROLO AO ACESSO A entrada no recinto de provas é feito de acordo com as Deliberações e Posturas e Regulamentos Municipais. CONSULTAR REGULAMENTO APROVADO PELA FEP EM 17.10.2017: www.fep.pt | www.fnc.cm-golega.pt e no Secretariado da FNC.


EQUITAÇÃO À PORTUGUESA 08 DE NOVEMBRO 2017

1.º Haverá duas provas: “A” e “B” de diferentes graus de dificuldade.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

2.º As provas estão abertas a todos os cavalos com o mínimo de 6

Pretende-se avaliar as qualidades que caracterizam ao longo dos sécu-

anos de idade.

los o nosso cavalo e a equitação tradicional portuguesa:

3.º Realizam-se num rectângulo de 20x40 m., marcado com vedação

SUBMISSÃO, MANEABILIDADE CONCENTRAÇÃO

baixa.

Assim temos: Submissão e aceitação dos ferros e da espora; disponi-

4.º Terão, obrigatoriamente, que ser julgadas por três juízes indicados

bilidade, flexibilidade, prontidão de resposta às ajudas; grau elevado

pela A.P.S.L.

de entrada dos posteriores nos exercícios de concentração; facilidade

5.º Os enunciados das provas, assim como qualquer alteração, são da

em transitar rapidamente dum andamento curto e concentrado a um

competência exclusiva da A.P.S.L..

andamento largo e vice-versa.

6.º As provas realizadas fora do território nacional serão julgadas por

Os exercícios nestes parâmetros são de coeficiente 2. Os restantes

juízes indicados pela A.P.S.L., sendo no entanto o Presidente, um juiz

deverão ser avaliados tendo em conta a serenidade do cavalo, a re-

nacional.

gularidade dos andamentos, assim como a elasticidade, elevação e

7.º As provas terão o limite de execução de 5 minutos.

extensão dos mesmos.

ORDEM DE ENTRADA

PROVA A

1.º O sorteio da ordem de entrada dos concorrentes deverá ser feito

1. Entrada a galope na linha do meio. Paragem imediata sobre as per-

na presença do júri ou de um seu delegado.

nas. Cumprimento.

2.º Se um cavaleiro concorrer com mais de um cavalo, deve­rá ser

2. Sair a trote. Evoluir no rectângulo em circulos para as duas mãos.

garantido um interlúdio mínimo de 15 minutos entre cada uma das

3. Contrapassagens de mão de frente ao júri.

suas provas.

4. Círculos garupa a dentro para as duas mãos. (círculo apertado 4m)

SECRETARIADO

5. Parar sobre as pernas. Recuar. Saída imediata a trote. Parar.

O Secretariado terá como funções:

6. Saída imediata do parado a galope.

a) Trazer consigo as pastas dos juízes contendo as ordens de entrada,

7. Círculos para as duas mãos, com passagem de mão entre cada

assim como as folhas de classificação;

círculo.

b) Assistir o júri, com um secretário para cada juiz, assim como dois se-

8. Evolução a galope com variação de galope. Paragem imediata sobre

cretários auxiliares encarregados do cálculo e afixação dos resultados e

as pernas. Recuar. Saída imediata ao galope.

ainda a ligação entre o júri e o secretariado.

9. Galope ao revés para as duas mãos.

c) Garantir a instalação sonora para comunicação entre o Presidente

10. Tomar a linha do meio. Citar. Desenhar uma sorte. Rematar pela

do Júri e os concorrentes.

direita (execução com tourinha - facultativo).

EXECUÇÃO DA PROVA

11. Círculos apertados garupa a dentro para as duas mãos com pas-

1.º Os cavalos participantes terão obrigatoriamente de estar inscritos

sagem de mão entre cada círculo.

no Livro Genealógico da Raça Puro Sangue Lusitano.

12. Sobre uma linha recta, galopar nos dois sentidos com meias pirue-

2.º Os Cavalos devem ser portadores de cabeçada “à Portuguesa”,

tas nos extremos e passagem de mão a meio dos percursos.

freio-bridão ou só de freio. Em qualquer dos casos, o cavalo só poderá

13. Passagens de mão aproximadas em linha recta nas diago­nais.

ser conduzido pelo freio com a mão esquerda, podendo no entanto a

14. Sobre a linha do meio, paragem sobre as pernas. Recuar 20

mão direita ajudar sobre a rédea direita.

metros. Sair imediatamente em “passage”, evoluir no rectângulo em

3.º No caso do cavalo ser portador de cabeçada de freio-bridão, deve-

“passage”, com transições ao “piaffer”. Na linha do meio parar. Cum-

rá a rédea do freio passar por uma argola feita com a rédea do bridão.

primentos.

4.º É obrigatório o uso de vara colocada ao alto.

15. Livre (1m30s)

5.º É obrigatório o uso de esporas de roseta.

16. Saída a passo tranquilo.

6.º O não cumprimento de qualquer destas disposições implica a não

PROVA B

admissão do concorrente à prova ou a sua imediata eliminação.

1. Entrada a galope. Paragem. Cumprimento.

7.º Considera-se motivo de eliminação:

2. Sair a trote. Evoluir no rectângulo em circulos para as duas mãos.

a) A saída do rectângulo, durante a prova;

Percorrer uma diagonal variando a amplitude do trote.

b) A queda do cavaleiro;

3. Contrapassagens de mão de frente para o júri.

c) Qualquer claudicação;

4. Círculos garupa para fora para as duas mãos. (8 m).

d) Qualquer defesa do cavalo que impeça o decorrer da prova por mais

5. Saída a galope a partir do trote.

de 20 segundos.

6. Círculos para as duas mãos, com passagem de mão entre cada

APRESENTAÇÃO

círculo.

1.º Cavaleiro - Traje curto à “Portuguesa”;

7. Galope ao revés para as duas mãos.

Cavalo - Entrançado, sela “à Portuguesa” completa, com todos os ele-

8. Variações de galope em linhas rectas (encurtar e alargar)

mentos tradicionais.

9. Tomar o galope ao revés. Seguir pelo lado maior, afastar da teia

2.º Não é permitido o uso de caneleiras, ligaduras, gamarras, serrêtas

antes do canto e voltar para trás pelo lado da teia, ficando em galope

ou rodelas de borracha, em volta do freio.

directo. Executar o mesmo para o outro lado.


10. Transição ao trote, tomar a linha do meio. Paragem. Cumprimento

regulamentação geral.

11. Saída a passo tranquilo.

VALOR DA INSCRIÇÃO: 20€€

OBRIGATÓRIO

PRÉMIOS: PROVA A E B

O uso de vara, cabeçada de freio e bridão, sendo a condução feita com

Prémios monetários de acordo com o Regulamento Geral da FNC

as duas mãos. Em tudo o mais devem ser seguidas as disposições da

1º 200€ | 2º 125€ | 3º 50€

PERÍCIA E DESTREZA 11 DE NOVEMBRO 2017 Prova aberta a cavalos de todas as raças com montagem de surpresa,

O Vencedor receberá Troféu e Prémio de 250€.

destinada a demonstrar a obediência e destreza das montadas.

JÚRI

A prova será disputada por eliminatórias sucessivas com partida simul-

Eng. André Ponces de Carvalho

tânea de dois cavaleiros.

PRÉMIOS

É obrigatório o uso de traje “à Portuguesa”. Valor da Inscrição: 20€.

Monetários de acordo com o Regulamento Geral da FNC

EQUITAÇÃO DE TRABALHO 3, 4 E 5 DE NOVEMBRO 2017 CONSULTAR REGULAMENTO www.cavalo-lusitano.com/cavalo-lusitano e www.fep.pt


HORSE BALL 11 E 12 DE NOVEMBRO 2017

O Horse Ball é um desporto equestre por excelência, que exige um domínio perfeito do cavalo, alcançando através de um treino especial. De facto, é o cavalo, e apenas ele, que permite ao cavaleiro exprimir todo o seu talento de jogador. Um jogador que não seja um cavaleiro será como que um jogador de basket sem pernas Em termos de contributo para o desempenho, estima-se em 60% a equitação e em 40% o desporto com bola. As regras são: Jogadores - Seis jogadores por equipa. No entanto, participam apenas quatro jogadores de cada vez, podendo fazer-se substituições. Protegidos por capacetes e joelheiras, vestem uma camisola com as cores da equipa. Cavalos Igualmente seis por equipa, vulgarmente de raça anglo-árabe, lusitana ou nascidos de cruzamentos Anglo/Hispano/Árabes. O cavalo lusitano é unanimemente considerado como o mais apto para esta modalidade. Relativamente pequenos, medem, em geral, 1.55 a 1.60 m. Árbitros Os jogos de Horse-Ball são dirigidos por dois árbitros, um a cavalo e um de cadeira, chamado juíz-árbitro. Desporto com bola Para passar, receber e lançar, mantendo ao mesmo tempo um equilíbrio perfeito, que lhe permita ter as mãos livres, o jogador de Horse-Ball terá que dominar perfeitamente três posições

básicas: Sentado (posição: sentado na sela); Suspensão (nádegas um pouco levantadas, busto ligeiramente inclinado para a frente). De pé (o cavaleiro fica de pé sobre os estribos: atitude específica do Horse-Ball). Segundo a regra dos Três Passes, um golo só pode ser marcado depois de três passes de bola consecutivos, sem interrupções como furto de bola ou intercepção pelo adversário entre três jogadores da mesma equipa. É esta a regra dos Três Passes que caracteriza o Horse-Ball e o obriga ao colectivo. Campo De forma rectangular, as dimensões ideias são 65x25 metros. Esta área, propositadamente restrita, estimula não só a intensidade do jogo, como também a boa visualização por parte dos espectadores. Cestos/Balizas Constituídos por um círculo de metal com 1 metro de diâmetro, estão fixos nas extremidades do campo, perpendiculares ao chão e a 3.50 mt. de altura. Bola Do tamanho de uma bola de futebol júnior, é em couro de cor, com seis pegas de couro reforçado, que permitem agarrá-la e tirá-la ao adversário, sem ser preciso apear-se. Tempo de jogo Joga-se em dois períodos de 10 minutos cada um, separados por um intervalo de 3 minutos.


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