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56

museu municipal de faro

Editorial A Vereadora da Cultura Alexandra Rodrigues

56 Agosto’11

newslette

Largo D. Afonso III, 8000_167 Faro

No âmbito do 30.º Aniversário da Concentração de Faro, o Município de Faro associa-se a estas comemorações promovendo em parceria com o Moto Clube de Faro uma exposição comemorativa alusiva ao evento. Desta forma homenageia-se o trabalho desenvolvido por esta associação, no concelho de Faro. Visite a(s) nossa(s) História(s)...

A concentração de Motos em Faro é um dos mais reconhecidos eventos realizados na Cidade. Para comemorar os 30 anos de concentrações, o Museu Municipal de Faro uniu-se ao Moto Clube de Faro para apresentar a exposição Live to Ride – Ride to Live. Pretende-se, assim, dar a conhecer e valorizar o excelente trabalho desenvolvido por este Clube, que ao longo destes anos contribuiu para a promoção da região, através de diversas iniciativas realizadas a nível nacional e internacional. A exposição no Museu Municipal relata um pouco da história dos 30 anos da concentração e do que tem sido a vida do Moto Clube de Faro; estão presentes, também, motos antigas. Patente até ao próximo dia 11 de Setembro, no Museu Municipal de Faro.

Museu Municipal e Galeria Trem 3.ª a 6.ª das 10:00 às 19:00 Fim-de-semana das 11:30 às 18:00 Encerra à 2.ª feira

Museu Regional do Algarve 2.ª a 6.ª das 10:00 às 13:30 e das 14:30 às 18:00 Encerra ao Fim-de-semana


EXPERIÊNCIAS QUE MARCAM A Colecção de Arte da Fundação EDP constituiu-se a partir do ano 2000 com objectivo de acompanhar, enriquecer e dar sentido histórico às duas linhas de acção da Fundação EDP na área das artes: os prémios (Prémio EDP Novos Artistas e Grande Prémio EDP) e as exposições que tem promovido desde então, quer em diversos espaços do país (Lagos, Tavira, Sines, Castelo Branco, Lisboa, Leiria, Coimbra, Porto) quer nas suas próprias instalações em Lisboa (Museu de Electricidade). Os artistas que compõem a Colecção de Arte da Fundação EDP são portugueses e estrangeiros, todos com carreiras internacionais ou com perspectivas de as virem a constituir; e as obras seleccionadas, pertencendo a todo o tipo de linguagens contemporâneas, desenvolvem-se da década de 1960 até à actualidade. A Colecção prossegue assim um triplo objectivo: permitir uma panorâmica da criação histórica nacional, apoiar a criação nacional actual e dar testemunho da contribuição específica da Fundação EDP para o desenvolvimento dessa criação.

MUSEU MUNICIPAL DE FARO

O tempo configura-se como uma das principais questões da produção artística. As peças que constituem a instalação "Farol" – duas lanternas de projecção que nos remetem para os tempos da infância do cinema –, colocam inexoravelmente o tempo no centro da representação e da formação da imagem. O nosso olhar testemunha a formação da imagem como se esta se desvelasse pela primeira vez, nua, sem outro significado que não seja o de tornar palpável o tempo que se escoa. Francisco Tropa é um dos principais protagonistas do contexto artístico português. Representante, este ano, de Portugal na Bienal de Veneza, a mais prestigiada de todas as bienais de arte, tem vindo a construir uma obra que convoca o espectador para uma experiência que integra noções remotas e centrais como "memória, infância, origem, mistério, magia". Frequentemente, como no caso de "Farol" o trabalho de Francisco Tropa oferece-se como um acontecimento e não como uma representação. Apresentadas em sessões, como se de cinema se tratasse, as acções simples que documenta - a formação e queda de uma gota ou o esvaimento de areia ganham uma aura extraordinária e única.

Museu Municipal e Galeria Trem 3.ª a 6.ª das 10:00 às 19:00 Fim-de-semana das 11:30 às 18:00 Encerra à 2.ª feira

Galeria TREM

Várias são as fotografias de Eduardo Gageiro (1935) que marcam o nosso imaginário colectivo. Particularmente marcantes aquelas que, mais do que documentar, dão substância à revolução de Abril, mas também os belíssimos retratos que nos legou de figuras incontornáveis e icónicas da nossa identidade cultural. As imagens aqui mostradas são de natureza radicalmente diversa. Anónimas, constroem a realidade ora de forma narrativa veja-se a série de cinco fotografias em torno de um banco de jardim -, ora poética - repare-se nos diferentes velamentos, adensamentos ou graus de transparência que o autor convoca para a percepção da imagem -, ora, finalmente, dramática - os cenários industriais sob céus carregados. Percebemos, ao percorrer estas imagens que pertencem à Colecção de Arte Contemporânea da Fundação EDP, que o trabalho de Eduardo Gageiro demandou e explorou um território muito mais amplo que aquele do fotojornalismo, articulando também a imagem como forma de indagação da complexidade do mundo e da percepção que temos do nosso lugar e significado nele.

Museu Regional do Algarve 2.ª a 6.ª das 10:00 às 13:30 e das 14:30 às 18:00 Encerra ao Fim-de-semana


notícias

museu regional do

algarve

O Museu Regional do Algarve, anteriormente designado por Museu Etnográfico Regional, foi inaugurado no dia 15 de Dezembro de 1962, sediado no rés do chão do edifício onde funciona a CCDRAlgarve. Carlos Filipe Porfírio (1895-1970), pintor Farense, foi o seu primeiro Conservador. Foi ele quem concebeu e organizou este Museu, com o objectivo de retratar a fidelidade das vivências e costumes dos Algarvios – a nossa identidade cultural. O Museu Regional do Algarve está, desde Janeiro de 2009, sob a tutela da Câmara Municipal de Faro, tendo sido integrado na Divisão de Museu, Arqueologia e Restauro; foi reaberto ao público no dia 18 de Maio, Dia Internacional dos Museus, desse mesmo ano. Foi formada uma equipa multidisciplinar, com técnicos afectos à Divisão, que desde então têm vindo a trabalhar em diferentes áreas, tendo em vista a melhoria do serviço a prestar aos cidadãos. Neste âmbito o serviço de inventário, traçou alguns objectivos para o ano de 2011, que se prendem com o levantamento fotográfico, a numeração e marcação de todo o acervo e o seu lançamento no livro de inventário – Livro de Tombo. Posteriormente, numa Segunda fase dos trabalhos, proceder-se-á à informatização do Inventário. A par deste levantamento, por parte do serviço de inventário, a equipa de conservação e restauro do Museu Municipal de Faro, procede à limpeza superficial de todos os objectos e à avaliação do estado de conservação dos mesmos para uma posterior intervenção mais profunda nos objectos que apresentem essa necessidade. Cientes do longo caminho a percorrer, o Museu Regional do Algarve, pretende assim fazer jus à sua missão de investigação, conservação, documentação, valorização, divulgação, aquisição e difusão dos testemunhos materiais e imateriais do Homem na área do concelho de Faro, numa perspectiva regional.

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SABRE A Colecção Militar resulta de um conjunto variado de objectos fruto de diferentes doações, feitas por diversas pessoas e em distintos

Agosto’11

momentos: 1975, 1981, e 1996; existem também objectos provenientes do fundo antigo do museu. No total a colecção é composta por 262 peças. MUSEU MUNICIPAL DE FARO

No mês de Agosto, o Museu Municipal de Faro apresenta um Sabre

Motoclube de Faro – 30 Anos | Concentração de Faro

com lâmina em metal, punho em cabedal cosido à mão, preto e

Patente até 11 de Setembro Org: CMF e Motoclube de Faro

bordeaux, com extremidade em metal dourado. A peça foi doada pela Sr.ª D. Maria Júlia Dias da Silva Nobre, filha do

– Fotografia da Colecção da Fundação EDP Francisco Tropa Farol Patente até 9 de Outubro Org: Turismo de Portugal-Algarve e Fundação EDP

falecido médico desta cidade, Dr. João da Silva Nobre (1878-1968), desconhecendo-se a data da sua incorporação, no acervo do museu. O sabre, arma branca usada nos exércitos e na prática de esgrima, apresenta lâmina ligeiramente curvada que só corta de um lado. Usam-no as praças dos regimentos de cavalaria sendo utilizado

MUSEU REGIONAL DO ALGARVE

pelos oficiais, subalternos, superiores e generais, como distintivo de

Centenário da Institucionalização do Turismo em Portugal Patente até 30 de Dezembro Org: CMF

mando. A utilização deste objecto vem dos tempos mais antigos. Durante muito tempo, os termos espada e sabre designavam a mesma arma. Começaram a ser fabricados em bronze, depois em ferro e finalmente em aço. Dependendo da largura, espessura e

GALERIA MUNICIPAL TREM

curvatura das lâminas os sabres usados na antiguidade e hoje ainda

– Fotografia da Colecção da Fundação EDP Eduardo Gageiro Fotografias 1955 / 1980 Patente até 9 de Outubro

por vários povos guerreiros, designam-se por diferentes nomes, como iatagans, alfanges, etc. Fonte: Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Editorial Enciclopédia, Lda.,Lisboa/ Rio Janeiro, vol. XXVI, p.495.

Sabre Metal/Pele 87 cm x 3,6 cm Mi-2521 Colecção Militar

Museu Municipal e Galeria Trem 3.ª a 6.ª das 10:00 às 19:00 Fim-de-semana das 11:30 às 18:00 Encerra à 2.ª feira

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mês de Agosto

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