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GUIAMAIS


Editorial

Expediente

Até chegar aqui depois da segunda edição, conseguimos várias conquistas. Votos de aplauso da Câmara municipal de João Pessoa pelo vereador Aristavora Santos, Apoio Institucional do Convention Visitour Bureaux, incentivo da Setur, na pessoa do secretario Euzário Junior, Diploma de mérito turístico dado pelos deputados da Paraíba ao nosso guia,tudo isso como reconhecimento pelo trabalho realizado que o Guia Mais João Pessoa assumiu com o estado da Paraíba. Apesar de ainda existirem muitas dificuldades por parte de alguns gestores do governo do estado em não dar atenção ao Guias, e entender que é um instrumento de divulgação da nossa região, mesmo assim a nossa luta continua e temos o apoio dos nobres empresários da iniciativa privada, pela prefeitura de João Pessoa, que pela terceira vez está nos apoiando e por colaboradores importantes que fortalecem o nosso trabalho.Acreditamos no potencial desta terra valente, linda e cheia de oportunidades, e o GUIA tem a missão de mostrar o que temos de bom. A capital ganhou muito com novas estruturas que atendem à população,recebeu investimentos empreendedores de empresários que acreditam também na força econômica do estado, com isso, passo a passo, começamos a desmistificar que somos pobres como estado. Mas entendemos que o trabalho tem que continuar ainda mais forte, e o que mais vai beneficiar a nossa região são projetos de infraestrutura,programas de capacitação para sermos cada vez mais hospitaleiros e compromisso de continuidade,deixemos de lado politicagem, grupos, alianças que apenas vão beneficiar a poucos, vamos falar do coletivo paraibano.Vamos dar valor a uma discussão mais ampla, no sentido de dinamizar a nossa economia, cultura, educação e muito mais. O Guia Mais João Pessoa, se preocupa sim com o crescimento do estado, por que não? Nessa edição, alem da estrutura que a nossa capital oferece, trazemos como destaque roteiros que são as riquezas da Paraíba. São muitas fotos novas que Cácio Murilo selecionou para mostrar que o nosso destino é especial e um pouco da nossa história que é riquíssima, afinal somos a terceira capital mais antiga do País e podemos ser um estado estratégico para o Brasil.

Guia Mais João Pessoa 3ª Edição ISSN 2176-8072 Carlos Macedo Publish Departamento comercial Equipe Guia Mais Comunicação Digitação Contexto e Equipe Guia Mais Design gráfico e diagramação Junior lira (83) 8827 1403 Consultoria de cores e Design Alena Sá (83) 8853-5356 Pesquisa e conteúdo Carlos Macedo Equipe Guia Mais Dados históricos/paleontológicos Profª. Rosa Godoy Profº. Ângelo Emílio Profº. José Augusto Jornalistas Leiza Medeiros Isabel Fonseca Carlos Macedo Ana Felippe Jurídico Monteiro, Sodré e Sena associadas (83) 3225-6223 Cartografia Pictórico João Pessoa: Gilton Lira Pictórico Praias: Sidney Coutinho/Macrofoto Cartográfico: Cartomap Fotos: Cácio Murilo Estúdio Fotográfico (83) 3224-0136 Todos os direitos reservados ao Guia Mais Comunicação.

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Carlos Macedo | Editor GuiaMais João Pessoa Há 25 anos valorizando sua imaginação

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INDÍCE

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ÍNDICE

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HISTÓRIA

ARTES

TRANSPORTES | INTINERÁRIOS

JUSTIÇA

MAPAS E PRAIAS

ATRATIVOS TURÍSTICOS

GASTRONOMIA

SERVIÇOS


João Pessoa Marcos históricos Por: Profª Rosa Godoy

Após um difícil processo de conquista, que demandou cinco expedições, a atual cidade de João Pessoa foi fundada em 1585, em uma colina à margem esquerda do Rio Sanhauá. Já nasceu cidade, sem nunca ter passado pela designação de vila, que era, usualmente, a categoria políticoadministrativa das povoações fundadas por colonos, ou seja, por particulares, na América Portuguesa.

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No caso, é considerada a terceira cidade – e não povoação - mais antiga do Brasil, criada por iniciativa oficial do Estado Português, depois das cidades de São Salvador-Bahia (1549) e São Sebastião do Rio de Janeiro-Rio de Janeiro (1565). Sua criação, no contexto do sistema colonial em implantação na América, teve intenções administrativas e comerciais, para fazer avançar e consolidar a colonização lusitana ao norte de Pernambuco.

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A cidade recebeu, inicialmente, a denominação de Povoação de Nossa Senhora das Neves, em homenagem à santa do dia – 05 de agosto de 1585 – em que foi celebrada a paz e a aliança entre os índios tabajara e os portugueses comandados por João Tavares. Essa data acabou se oficializando como a de sua fundação, que, no entanto, se concretizou

alguns meses depois. Posteriormente, passou a Cidade de Nossa Senhora das Neves, em 1589, e Cidade de Filipéia de Nossa Senhora das Neves, em 1600, em homenagem ao rei da Espanha, D. Filipe II (Felipe I de Portugal), pois, desde 1580, Portugal estava sob domínio espanhol. A Paraíba, por sua vez, era uma Capitania da Coroa, diferentemente das capitanias criadas para donatários, entre 1534 e 1536. Antes de 1585, grande parte do atual território paraibano se situava na, então, capitania de Itamaracá, da qual foi desmembrado. Em 1534, a cidade foi invadida e ocupada pelos holandeses, como parte de seu plano de se apossarem da riqueza açucareira dos domínios então espanhóis, uma vez que os Países Baixos (da qual a Holanda era integrante) estavam em guerra contra a Espanha na Europa. O domínio holandês na Paraíba durou vinte anos, tendo a cidade sido rebatizada, em 1635, com o nome de Frederikstadt, em homenagem ao príncipe Frederick Henrik de Nassau-Orange, chefe político das Províncias Unidas dos Países Baixos. Com a expulsão dos holandeses, a cidade passou a ser denominada de Cidade de Nossa Senhora das Neves (1655). A capitania ficou em uma difícil


Acervo Biblioteca Nacional

estendeu até municípios do litoral. Nesse período, foram realizadas algumas reformas na capital, tendo à frente o presidente de província BeaurepaireRohan. Com a instalação do regime republicano, idéias de modernização urbana, que circulavam em todo o Brasil, repercutiram no, agora, estado da Paraíba, sobretudo na capital. As três primeiras décadas do século XX (de modo marcante, as gestões dos presidentes de estado João Machado, Camilo de Holanda, Solon de Lucena e João Pessoa e do prefeito Guedes Pereira, com a inspiração de um projeto de Saturnino de Brito), são marcadas pela implementação de vários serviços urbanos: abastecimento de água, sistema de iluminação, bonde elétrico, abertura e pavimentação de ruas e avenidas (a exemplo da Avenida Maximiliano de Figueiredo), abertura de jardins e praças (praças Vidal de Negreiros e Independência), construção de coretos, belvederes e da balaustrada das Trincheiras. Novos bairros iam se constituindo. Até então, a expansão do núcleo urbano para o litoral estava travada pela lagoa existente no Parque Sólon de Lucena, problema contornado com o saneamento da bacia da lagoa, a arborização do seu entorno e a conversão da área em parque público. Também foi criado o Serviço de Higiene. Na mesma época, também, foi construído o Parque Arruda Câmara (Bica). O avanço do espaço urbano passou a ser orientado da Lagoa em direção à Praça Independência. Decorrentes de um novo período de crescimento da economia algodoeira e, também, de certa modernização da economia açucareira (com as usinas), geram-se riquezas e formam-se fortunas, materializadas na capital com a edificação de belas

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situação de crise econômica, tanto que, em 1755, durante o governo do Marquês de Pombal, em Portugal, foi anexada à capitania de Pernambuco, condição em que permaneceu até 1799, quando recuperou a sua autonomia. Em 1817, a capital passou a ser nomeada de Cidade da Paraíba, nome de origem indígena, que permaneceu até 1930. A dependência comercial do porto do Recife, para escoamento dos seus produtos (pau Brasil, cana de açúcar, algodão) e para o comércio de escravos), fez com que a capitania e depois província tivesse um desenvolvimento demográfico- urbano bastante lento: dos cerca de 3.000 habitantes, no início do século XIX, passou a 25.000 em 1859. Durante esta última década, a população paraibana foi significativamente dizimada, devido a epidemias, que atingiram, sobretudo, a população escrava. Outro forte impacto foi o afluxo à capital de retirantes fugidos da famosa seca de 1877. A cidade tinha uma fisionomia bastante rural, cercada pelos engenhos situados na Várzea do Rio Paraíba. Desde seu início colonial, fora se constituindo com uma certa organização espacial bastante demarcada: na parte baixa, próximo ao Rio Sanhauá, que escoava as mercadorias até Cabedelo e daí (por mar) até o Recife, situavam-se a Alfândega, armazéns e casas comerciais (no Varadouro), em edifícios ainda hoje existentes, embora em ruínas; na parte alta, situavam-se as instituições administrativas, as igrejas e conventos, as residências dos habitantes mais bem situados socialmente. Essa ocupação colonial deixou um significativo patrimônio arquitetônico, visível no belo conjunto da Igreja de São Francisco/Convento de Santo Antônio, na Igreja da Misericórdia (restaurada), no Colégio dos Jesuítas (Faculdade de Direito, na praça João Pessoa) e no Casarão dos Azulejos (restaurado, rua Conselheiro Henriques, em frente à Praça Dom Adauto), entre outros monumentos. Já na década de 1860, a província teve um surto econômico bastante favorável, com a alta do seu algodão nos mercados internacionais, em decorrência da guerra civil nos Estados Unidos, que desorganizara a cotonicultura norte-americana. Produzido basicamente no sertão, o algodão se

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residências de proprietários, na Avenida João Machado e no bairro de Tambiá. Já a população mais pobre, instalava-se fora desse núcleo central, para além da Rua das Trincheiras, onde ia se configurando o bairro de Cruz das Armas. Estas reformas urbanas projetam muitos arquitetos mais modernos: os Fiorilos, Di Lascio, Olavo Freire e Clodoaldo Gouveia, inspirados em idéias européias, como a art nouveau, o que também estava acontecendo em outras capitais do país. No entanto, tais mudanças tiveram um preço: a remoção de significativo conjunto colonial, como as Mercês (atual Praça 1817) e a igreja do Rosário (no Ponto do Cem Réis). Parte desse patrimônio, do chamado Centro Histórico, vem sendo restaurado nos últimos vinte anos. Com o assassinato do presidente de estado João Pessoa, a Cidade da Paraíba, por aprovação da Assembléia Legislativa, a 04 de setembro de 1930, passou à atual denominação – João Pessoa. Uma nova orientação urbana, alterando o antigo padrão colonial da urbe, até então, nucleada pelo rio Sanhauá, foi dada com a abertura da Avenida Epitácio Pessoa, no sentido da orla marítima.

A acanhada população da cidade do século XIX foi crescendo no século seguinte: de 52.990 habitantes em 1920, passou a 119.326 em 1950, a 329.942 em 1980, a 702.235 em 2009. Dos anos de 1970 em diante, a cidade passou por uma urbanização mais intensa, em duas direções principais: a orla marítima, no sentido Avenida Epitácio Pessoa-Cabedelo, Av. Epitácio-PessoaCabo Branco e Altiplano, em que se situam os principais equipamentos turísticos; e a sua área sul, para além da Cidade Universitária da Universidade Federal da Paraíba, com a implantação de muitos conjuntos habitacionais, no sentido da saída para o Recife, onde se localiza o Distrito Industrial. Nos últimos anos, a cidade vem adquirindo novos equipamentos urbanos, com vistas ao atendimento de sua vocação turística, proporcionada por suas belezas naturais e sua cultura histórica, de que são exemplos a Estação Ciência (no Altiplano do Cabo Branco) e o Jardim Botânico, este, situado na popularmente chamada Mata do Buraquinho, uma das maiores reservas de Mata Atlântica urbana do país.


A conquista da Paraíba Por: Profª Rosa Godoy

Capitania da Paraíba - 1689 (Biblioteca Nacional - através do site)

Precedentes da Conquista

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Entre 1534 e 1536, o Estado Português implantou o sistema de capitanias hereditárias no seu domínio na América (Brasil), concedendo enormes faixas territoriais a particulares, para que as explorassem. Essa medida, de um lado, visava conservar o território americano de Portugal, acossado por corsários estrangeiros ingleses, holandeses e, principalmente, franceses. Estes últimos, utilizandose dos índios Potiguara, faziam enorme contrabando de pau-brasil para a Europa, com vistas ao seu emprego na tintura de tecidos.

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Uma dessas capitanias era Itamaracá, território delimitado entre os atuais Baía da Traição (Paraíba) e Igaraçu (Pernambuco), e concedido a Pero Lopes de Sousa, irmão de Martim Afonso de Sousa, o famoso chefe da expedição ao Brasil, em 1530, da qual resultaria a decisão portuguesa de ocupar o seu domínio americano de forma mais efetiva, através do sistema de capitanias hereditárias. A constante presença francesa na área, os frequentes ataques dos índios Potiguara aos portugueses, que tentavam fazer avançar a colonização ao norte de Olinda, e mais o abandono

da capitania de Itamaracá por seu donatário, descendentes e prepostos, foram alvo de preocupação do governo metropolitano português. A situação impedia o avanço da conquista lusitana para além de Pernambuco. Tentativas de instalar engenhos em uma área de ocupação indígena encontraram forte resistência dos nativos, a exemplo do chamado “massacre de Tracunhaem” (região de Goiana, Pernambuco), em que os Potiguara reagiram ao rapto de uma índia por um colono. Mais além desse fato, na verdade, estava em disputa o território entre nativos e conquistadores. Como resposta, a Coroa portuguesa (o rei Dom Sebastião) ordenou ao governador-geral do Brasil, Dom Luís de Brito, a expulsão dos franceses, a punição dos índios envolvidos no episódio de Tracunhaem e o desmembramento de Itamaracá, com a fundação de uma cidade e a criação de uma nova capitania, de iniciativa real, diferentemente das capitanias concedidas à iniciativa privada. O que estava em jogo, era a preservação do território pernambucano, onde se implantara a economia açucareira, e, assim, por extensão, o próprio projeto colonizador lusitano. Em 1574, por decreto, Itamaracá foi desmembrada e criada a Capitania


Real da Paraíba, com um território definido entre o rio Abiaí, ao sul, e a Baía da Traição (em língua indígena, Acejutibiró), ao norte. No entanto, para se efetivar esta medida real, ou seja, da Coroa portuguesa, foram necessários onze anos e cinco expedições oficiais, irradiadas a partir do governo geral sediado na Bahia e de Olinda, até que o território da nova capitania fosse assegurado e incorporado ao Estado metropolitano, mediante a fundação da Povoação de Nossa Senhora das Neves, em 1585, hoje João Pessoa. A conquista foi sangrenta devido à resistência oferecida pelos Potiguara, em aliança com os franceses que frequentavam a costa paraibana traficando paubrasil, madeira da qual o território era abundantemente provido.

Os primeiros habitantes do litoral paraibano

Dois povos indígenas ocupavam a área litorânea do atual território paraibano no momento da chegada dos portugueses: - os TABAJARA (“senhor da aldeia”, em língua indígena) – haviam chegado ao território hoje paraibano pouco antes da conquista definitiva dos lusitanos e se instalaram na Zona da Mata, desde Itamaracá até a foz do rio Paraíba (batizado, no início da colonização, como rio São Domingos), estendendo - se ao Agreste paraibano e pernambucano, no vale do rio Pajeú, afluente do rio São Francisco. Estimados em 40.000 pessoas, eram procedentes da Bahia, onde haviam auxiliado os conquistadores em algumas ofensivas, mas, enganados por estes, haviam fugido, através do São Francisco e seus afluentes, até alcançarem os afluentes do rio Paraíba, na altura da cidade de Monteiro, descendo rumo ao litoral. Todavia, confrontados com os Potiguara, formaram uma aliança com os portugueses contra seus inimigos

As Expedições

O processo da conquista da Paraíba foi árduo e demandou muitas tentativas: - 1ª Expedição (1574): Designado pelo rei Dom Sebastião, o comandante da expedição, D. Fernão Silva, tomou posse das terras em nome do rei, sem nenhuma resistência indígena aparente. Todavia, surpreendido pelos nativos, teve que recuar suas forças para Itamaracá (Pernambuco), e depois, para a Bahia; - 2ª Expedição (1575): comandada pelo próprio Governador-geral do Brasil, D. Luís de Brito, a expedição não chegou sequer ao território paraibano, devido a ventos desfavoráveis à navegação. Outro Governador- geral (Lourenço Veiga) tentou conquistar o Rio Paraíba, sem êxito; - 3ª Expedição (1581): comandada pelo comerciante português Frutuoso Barbosa, este condicionou a conquista da Paraíba à obtenção de seu governo por dez anos, ao título de capitão-mor e

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Brasão da Capitania da Paraíba

étnicos; - os POTIGUARA (palavra indígena que significa “comedores de camarão”) – habitantes da terra antes dos Tabajara, os Potiguara foram estimados em 90.000 pessoas, distribuídas desde a costa do Maranhão até as margens do rio Parnaíba (Piauí) e do rio Acaraú (Ceará) ao rio Paraíba (Paraíba). Defenderam bravamente o seu território na parte norte do rio Paraíba (Baía da Traição), curso do rio Mamanguape e serra da Copaoba (hoje Serra da Raiz), contra os portugueses, desde a capitania de Itamaracá, durante as várias expedições de conquista, e mesmo depois de criada a capitania da Paraíba. Em sua organização social, as terras constituíam propriedade comunal, em que se produzia mandioca e farinha, milho, feijão, inhame, batata, utilizando-se da coivara (queimada); também viviam da pesca e do extrativismo vegetal. Aceitavam a autoridade dos mais velhos. Marca forte da sua cultura era a honra guerreira, tendo a antropofagia (o sacrifício dos seus inimigos) um valor ritualístico; acreditavam em um deus criador; em seus rituais, dançavam (e ainda dançam) o toré, celebrando a amizade entre as aldeias, e utilizavam o cauim (uma bebida feita de mandioca cozida e fermentada, mas que podia ser preparada com caju, milho e outros vegetais).

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de foral para usufruto da terra. Apesar do alvará nesse sentido ter-lhe sido concedido em 1579, Barbosa só saiu de Portugal em 1581. Contudo, a caminho, a sua frota sofreu forte tormenta que a desviou para as Índias de Castela (Cuba). Frutuoso perdeu a sua esposa e retornou a Portugal; - 4ª Expedição (1582): A essas alturas, Portugal passara ao domínio espanhol. Frutuoso Barbosa retorna à Paraíba, com as mesmas exigências da expedição anterior. Porém, enreda-se nas armadilhas dos índios e dos franceses e perde um filho em combate; - 5ª Expedição (1584): as forças unidas espanholas-portuguesas, lideradas por Flores Valdez, Francisco Castejon, Felipe de Moura e o insistente Frutuoso Barbosa, expulsam os franceses. Os combates aconteceram no estuário do rio Paraíba. Foi construído o forte de São Felipe e São Tiago, em uma localidade depois denominada de Forte Velho, hoje um local turístico. Mas as desavenças entre espanhóis e portugueses e, ainda, a inadequada localização do forte, contribuíam para o cerco indígena.

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Em 1585, o Ouvidor Geral de Olinda, Martim Leitão, enviou à Paraíba uma tropa de 1.000 homens, a cavalo e a pé, incluindo índios, escravos e religiosos, sob o comando de João Tavares. Depois de tentativas anteriores infrutíferas, os portugueses de Tavares firmam uma aliança com os Tabajara, inimigos dos Potiguara e liderados pelo cacique Piragibe (“braço de peixe”, na língua dos indígenas). A conquista foi, pois, assegurada mediante a exploração, pelos conquistadores, das diferenças e desavenças entre os povos habitantes originários do território americano. A par da violência dos combates, também as doenças trazidas pelos homens brancos, como varíola, sarampo, bexiga e sífilis, dizimaram milhares de índios.

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Tendo sido firmada a aliança portuguesa-tabajara a 05 de agosto de 1585, essa data acabou se convertendo na data de fundação da Povoação de Nossa Senhora das Neves, santa do dia. No entanto, a fundação propriamente dita ocorreria algum tempo depois.

A Povoação de Nossa Senhora das Neves (atual João Pessoa)

Em outubro seguinte, foi escolhido o local da nova povoação, no alto de uma colina, onde se encontra hoje a catedral de Nossa Senhora das Neves. Martim Leitão foi à Paraíba com o mestre de obras del-Rei, Manoel Fernandes, pedreiros, carpinteiros e outros trabalhadores, além de jesuítas, para a edificação da Cidade de Nossa Senhora das Neves, que teve início com a elevação de um forte no Varadouro, a 04 de novembro de 1585, considerada por alguns historiadores como a data efetiva de fundação da cidade.. Com o início das obras, o Ouvidor Geral foi à Baía da Traição para expulsar os franceses remanescentes e, até 1587, continuou incursionando pelo território (na Serra da Copaoba e na área de Mamanguape), em luta contra os Potiguara. João Tavares foi nomeado capitão do Forte da cidade. Foi fundado o primeiro engenho – Tibiri – e o forte de São Sebastião, para defesa daquele empreendimento. Iniciou-se a catequização dos índios. Tavares foi o primeiro capitão-mor, entre 1585 e 1588. Duarte Gomes da Silveira, natural de Olinda, e um rico senhor de engenho, teve uma participação vultosa ajudando financeiramente na construção da nova povoação. A vitória dos portugueses não arrefeceu a resistência dos Potiguara, liderados pelos caciques Pao Seco e Zorobabé. Até o final do século XVI, travaram-se guerras marcadas por enorme violência, destruindo-se aldeias inteiras, na área atualmente correspondente aos municípios de Caiçara, Serra da Raiz, Pirpirituba, Duas Estradas, Belém. Os Potiguara sobreviventes vão recuando para o norte, em direção ao território que depois constituiria a capitania do Rio Grande (atual Rio Grande do Norte). Em 1599, o capitão-mor Feliciano Coelho (1592-1600) impôs aos Potiguara a paz pela força. Estes, de forma semelhante ao que havia ocorrido com os Tabajara, foram agrupados em aldeias militarmente fiscalizadas pela Coroa, e entregues a ordens religiosas catequizadoras, passando a sofrer um profundo processo de desaculturação e fragilização de sua identidade étnica. O deslocamento territorial determinado por Feliciano Coelho, da aldeia tabajara de Piragibe para o interior, nas cercanias dos engenhos e lavouras,

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propiciando a utilização dos índios como mão-deobra, acabou provocando, inclusive, a reação dos jesuítas, que acabaram sendo expulsos da capitania. A ordem franciscana, incumbida, então, da catequese, também entrou em atritos com o capitão-mor pelas mesmas razões. A já denominada Cidade de Nossa Senhora das Neves fora a terceira cidade fundada no Brasil, depois de Salvador e Rio de Janeiro. Já nasceu assim. A criação de cidades era prerrogativa da Coroa portuguesa. No final do século XVI, 15 anos de fundada, a Paraíba era a terceira capitania do Brasil em ordem de grandeza, devido à qualidade do seu pau-brasil, seguindo-se a Pernambuco e Bahia, posição que conservou até a invasão holandesa. No início do século XVII, crescia o número de engenhos de açúcar, na área do rio Mamanguape e seus afluentes. Canaviais, lavouras de subsistência e criação de gado foram se irradiando. Com a conquista da Paraíba, a expansão colonizadora para o norte avançou rápido: em 1598, era

conquistado o território do atual Rio Grande do Norte; em 1612, o do Ceará. Hoje, os remanescentes Potiguara vivem em cerca de 32 aldeias, com uma população estimada de mais de 12.000 pessoas distribuídas em um território de mais de 33.000 hectares, espraiado nos municípios de Baía da Traição, Marcação e Rio Tinto, além de muitos outros índios dispersos nas áreas urbanas das duas primeiras localidades. Essa área corresponde a três Terras Indígenas contíguas: Potiguara, Jacaré de São Domingos e Potiguara de Monte-Mor (este, originário da destruição do aldeamento de Mamanguape). Desde a década de 1970, vem se processando a luta dos Potiguara pela demarcação de suas terras: a Terra Indígena (TI) Potiguara foi demarcada (1981) e homologada (1983); a TI Jacaré de São Domingos foi homologada em 1993; a TI Potiguara de Monte-Mor está em processo de demarcação. Quanto aos Tabajara, depois de séculos de sua dispersão na população paraibana, vêm, mais recentemente, reconstruindo a sua identidade étnico-cultural.


Frans Post - 1638 - Cidade Frederica - Coleção Privada - Nova York

Domínio holandês A Paraíba em tempos de guerra

Esse trecho da letra de uma música de Milton Nascimento e Leila Diniz, de 1980, reflete um conflito de grandes proporções, uma série de longas guerras travadas em escala mundial, entre os fins do século XVI e ao longo de boa parte do XVII. Os impérios coloniais europeus, que se formaram a partir da expansão comercial desde fins do século XV, com Portugal e Espanha à frente, disputavam acirradamente o domínio de terras, rotas marítimas e portos em partes distintas do globo, que garantissem o poder econômico e militar de suas burguesias e nobrezas. França, Inglaterra e Holanda, que iniciaram seu movimento expansionista mais tarde, buscaram obter parte desse bolo e não hesitaram em atacar as posições espanholas e portuguesas na Ásia, África e América. Após a união dinástica entre Espanha e Portugal, a partir de 1580, com a coroação de Filipe II, de Espanha como Filipe I, de Portugal, que ficou conhecida como União

Por: Profº Ângelo Emílio da Silva Pessoa

Ibérica (1580-1640), o reino lusitano herdou as inimizades espanholas e pagou um duro preço, com a perda de boa parte de suas possessões coloniais nesse período. Essa expansão comercial não foi pacífica nem linear, nela intervieram práticas como guerras, saques, butins, pirataria e corso, que alastravam os conflitos pelos Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico. Esses conflitos foram ainda mais radicais, por envolverem um combustível bastante inflamável, que eram as disputas religiosas, acirradas com os movimentos protestantes, que sacudiram a Europa desde o início do século XVI, e abalaram a antiga hegemonia da Igreja Católica Romana, gerando uma reação dessa última, através do que ficou conhecido como Contra-Reforma. Guerra comercial e guerra religiosa; a busca feroz das riquezas se tornou ainda mais sangrenta com a intolerância religiosa que marcava os oponentes. Nada de respeito aos

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“Brigam Espanha e Holanda pelos direitos do mar o mar é das gaivotas que nele sabem voar”

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direitos humanos, isso foi coisa de tempos bem posteriores.

dura repressão aos rebelados, que ficou celebrizada como o massacre de Baía da Traição.

Nesse mesmo contexto, nas ricas terras baixas situadas ao norte da Europa – que integravam o vasto Império espanhol e que hoje compõem o território da Holanda – o movimento protestante ganhou rápida e massiva adesão ao norte, enquanto o sul permaneceu majoritariamente católico. Essa rivalidade alimentou uma guerra de independência travada pelas províncias locais, que se prolongou por décadas e ganhou contornos globais.

Não tardaram os holandeses a tentarem novamente estabelecer o domínio nas terras do açúcar. Em 1630, atacaram Pernambuco, de onde só se retiraram 24 anos depois. A Paraíba sofreu várias tentativas de ocupação holandesa, até que, em 1634, obtiveram esse sucesso, mudando o nome da capital para Frederica, como referido anteriormente.(ver no Guia o texto sobre João Pessoa – marcos históricos).

Sob a primazia da Holanda, as Províncias Unidas dos Países Baixos, que se libertavam do domínio espanhol, emergiam como uma forte potência comercial e marítima. Com forte vocação comercial desde o medievo, estavam envolvidas, desde há décadas, nos negócios do açúcar produzido pelas colônias portuguesas na América, e, com a União Ibérica, tiveram bloqueado seu acesso a esse comércio. Dessa forma, criaram a Companhia das Índias Ocidentais (W.I.C.), com o fito de atacar as posições luso-espanholas no Atlântico.

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Em 1624 atacaram Salvador, se estabelecendo por cerca de um ano na cidade, mas não conseguiram firmar sua conquista e acabaram se retirando da Bahia, em maio de 1625. Naquela ocasião, a frota comandada pelo Almirante Hendrykszoon aportou em Baía da Traição, norte da Paraíba, e ganhou a adesão de diversas lideranças potiguara locais, que se rebelaram, desejosas de se livrarem da opressão portuguesa. Com a retirada dos holandeses, os portugueses promoveram uma

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Para manter esse domínio, tiveram de contar com colaboração de parte da população local, seja de ascendência lusitana, seja indígena. Ficou celebrizado o Padre jesuíta de origem paulista Manoel de Moraes, que missionava na Paraíba por essa época e colaborou com a resistência contra os holandeses. Após a derrota e sua prisão, aderiu aos holandeses, converteu-se ao calvinismo (uma das denominações protestantes) e obteve benesses da W.I.C. Se esse foi o caso mais notório, não faltaram casos de adesão de importantes proprietários locais, de Pernambuco e Paraíba, aos novos ocupantes, especialmente depois que a W.I.C. providenciou créditos para a produção açucareira e a importação de escravos africanos. Seja como for, os holandeses acabaram se apoderando das ricas várzeas paraibanas, nas quais os engenhos produziam esse açúcar que custava um preço bastante amargo. Mesmo custando sangue e vidas, o açúcar paraibano era reputado de ótima qualidade e permitia negócios lucrativos, o célebre governador da conquista holandesa, entre 1637 e 1644, o Conde João Maurício de Nassau-Siegen, dotou a Paraíba

Cidade Frederica vista do rio Paraíba Gravura baseada em desenho de Frans Post


holandesa de um brasão no qual constavam seis pães de açúcar, atestando a notória qualidade do valioso produto. Entre os potiguara, a memória do massacre de 1625 estimulou as lideranças de Pedro Poty (que chegou a viver vários anos na Holanda) e Antônio Paraupaba a se juntarem aos holandeses e aderirem ao cristianismo reformado, na esperança de se livrarem do jugo português. O cenário era conturbado e a conquista, precária, com lances de batalhas sangrentas, assassinatos e tocaias de lado a lado, o que deixou profundas cicatrizes na região, mesmo após a expulsão definitiva dos holandeses do território paraibano, nas guerras que se deram até 1654. Guerra em terra, guerra também no mar; em janeiro de 1640, um renhido combate naval entre uma frota luso-espanhola e outra holandesa, foi travado em frente ao Cabo Branco, com saldo de muitos mortos e navios afundados, que esperam maiores pesquisas para o futuro. Após vários anos de domínio holandês e de um precário equilíbrio de forças, as coisas começaram a mudar: estimulados pelo fim da união entre as coroas de Portugal e Espanha, em 1640, e pelo aperto das cobranças dos empréstimos

concedidos pela W.I.C., os luso-brasileiros promoveram um levante geral, conhecido na memória como guerra de restauração, ou guerra da liberdade divina, segundo seus mais aguerridos defensores. Liderados por homens João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, o índio Felipe Camarão e o negro Henrique Dias, os lusobrasileiros conquistaram vitórias consecutivas nos anos seguintes contra os holandeses, até a sua expulsão. Esses homens, cujas memórias foram celebradas como heróis nacionais, têm em Vidal de Negreiros um destaque especial no que diz respeito à Paraíba, devido ao mesmo ser natural dessa capitania e, depois da expulsão dos holandeses, ter assumido os governos do Maranhão, Pernambuco (duas vezes) e Angola, mostrando o alto grau de seus merecimentos frente à Coroa de Portugal. Na sua cidade natal ganhou diversas homenagens como o nome do 15º Batalhão de Infantaria Motorizada do Exército e de uma das principais praças do centro – popularmente conhecido como Ponto de Cem Réis – onde seu busto é exibido com grande destaque. Na cidade de Frederica, os holandeses não deixaram obras arquitetônicas de vulto, mas parte da cultura local ficou impregnada com lendas

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Vista da foz do rio Paraíba na área do Cabedelo tendo ao fundo o Forte Margarida e outros fortins - Gravura baseada em desenho de Frans Post

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de túneis supostamente feitos por portugueses ou holandeses nessas guerras. Também as diversas versões da construção de igrejas católicas pelos holandeses não se sustenta, particularmente pela fé calvinista professada por eles. Uma das mais importantes construções portuguesas na Paraíba, o conjunto franciscano, hoje tão admirado pelos visitantes, foi transformado em instalação militar. Herança mais concreta e de grande importância foi a minuciosa descrição da Paraíba elaborada pelo holandês Elias Herckmans, que governou o território entre 1636 e 1639, e que promoveu explorações pelo território paraibano, ainda marcado pela condição provisória de ser objeto de disputa entre portugueses, holandeses e populações indígenas. Também as célebres imagens produzidas pelo pintor holandês Frans Post, transformaram-se em testemunhos da maior importância para retratar a região nos primeiros tempos da conquista e algumas delas integram os principais acervos do mundo, como uma obra que retrata uma casa de plantadores na beira do rio Paraíba e integra o acervo do Museu do Louvre, em Paris. Outra importante pintura é a obra Paraiba em Brasil, de Jan van Kessel, elaborada pouco depois do fim da ocupação holandesa, e que retrata, de maneira

Cidade Frederica vista do rio Paraíba - Gravura baseada em desenho de Frans Post

alegórica, o continente americano, junto com outros três quadros, que representam os outros continentes sobre os quais as Províncias Unidas estabeleceram seus domínios, integrante do acervo da Pinacoteca de Munique, na Alemanha. Após o período holandês, a capitania, esgotada pelas guerras de resistência e libertação e pela concorrência da produção açucareira promovida pelos holandeses, franceses e ingleses no Caribe, a partir da segunda metade do século XVII, enfrentou novos tempos, de muita dureza e crise econômica.

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Cidade Frederica vista da extensão do rio Paraíba Gravura baseada em desenho de Frans Post

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Frans Janszoon Post - Foi um pintor dos países baixos, junto com Albert Eckhout, é considerado o mais relevante artista neerlandês a serviço do Conde Maurício de Nassau na comitiva que o acompanhou ao nordeste do Brasil. Chegou ao Brasil em 1637, com 24 anos de idade, e tomou parte em diversas expedições, com o objetivo de montar uma grande coleção de desenhos com motivos brasileiros, segundo historiadores são dezoito obras, boa parte delas encontra-se em Recife-PE, no Instituto Ricardo Brennand - Telefone (81) 2121.0352

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Cidade de João Pessoa já esteve coberta pelo mar. José Augusto Costa de Almeida1

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Os terrenos onde crescem todos os bairros de João Pessoa escondem camadas rochosas, calcários, depositadas há mais de 65 milhões, a partir das águas do então jovem Oceano Atlântico. A história da formação do Atlântico começou há cerca de 150 milhões de anos, no período Jurássico, com o início de um grande vale tectônico que viria a ser a ruptura do megacontinente Gondwana. Alguns milhões de anos depois, já existia um longo golfo separando as partes norte e sul dos continentes sul-americano e africano, mas o Nordeste continuava ligado por uma ponte de terra à África até cerca de 115 milhões de anos. Este golfo inicial deixou de receber água do mar e secou, depositando espessas camadas de sal (mais conhecido pela Geologia como evaporitos). Tais camadas de evaporitos atualmente estão muito famosas, pois escondem abaixo delas rochas muito petrolíferas, o famoso petróleo Pré-sal. Apenas nos momentos finais da história da abertura do Atlântico, a costa da Paraíba separou-se da costa da África, permitindo a entrada do mar em sua borda, que afundou logo após a separação. Toda essa história é contada através das camadas de rochas das bacias sedimentares ao

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longo da costa da América do Sul e África. Os registros de vida antiga contidos nestas camadas, os fósseis, podem ser comparados som formas de vida atuais e ajudam muito na compreensão da história das bacias. A parte marinha representada pelos calcários de João Pessoa é conhecida como Bacia Sedimentar da Paraíba e se estende por toda a costa paraibana, numa faixa de largura variável. Os calcários que praticamente afloram nos declives da cidade, especialmente entre a cidade alta e a cidade baixa, foram fundamentais para as primeiras construções, já que os calcários serviram para erguer obras fundamentais, como os conventos, muralhas e fortalezas. Além disso, as camadas calcárias tiveram importante papel no modelado natural da cidade. A lagoa (Parque Solon de Lucena), por exemplo, foi formada pela dissolução dos calcários e as diversas fontes antigas da cidade, existem porque a água infiltra nas camadas porosas e escorre por cima ou pelas cavidades dos calcários, aflorando na Bica (Parque Arruda Câmara) e na fonte do Convento de São Francisco. Muitos naturalistas importantes

Doutor em Geociências e professor de Paleontologia do Departamento de Geociências da Universidade Federal da Paraíba; pesquisador do Instituto Nacional de Arqueologia, Paleontologia e Ambiente do Semi-Árido do Nordeste.


passaram pelas pedreiras dos bairros de Mandacaru e Róger, como o famoso estudioso de peixes e glaciações o suíço Jean Louis Agassis em 1865. Estes pesquisadores, já no século XIX, identificaram seus fósseis como sendo marinhos e de idade cretácea (cerca de 66 milhões de anos). Um grande conjunto de fósseis destes calcários foi coletado por um cidadão apaixonado por fósseis, João Domingues dos Santos, que chegou a morar no velho Hotel Globo, muito perto das antigas pedreiras de calcário. A coleção de João Domingues terminou sendo enviada para os Estados Unidos e foi descrita pela paleontóloga Carlota Joaquina Maury. Este grande trabalho de Paleontologia resultou na publicação de inúmeras espécies novas de moluscos, apresentados na rara monografia de 1930 “O Cretáceo da Paraíba do Norte”. Mais de 50 anos depois da publicação de Maury, os fósseis de João Pessoa foram revisados e novas formas foram descritas pelo paleontólogo da

Universidade Federal de Pernambuco Geraldo da Costa Barros Muniz. O conhecimento paleontológico dos calcários de João Pessoa já está bastante avançado, mas ainda há muito a ser descoberto e descrito. Atualmente são conhecidas dezenas espécies fósseis de moluscos das classes Bivalvia (os mariscos e ostras), Gastropoda (os caracóis) e Cephalopoda (que inclui as lulas e polvos). Conchas fósseis diminutas e de até cerca de 1m de diâmetro já foram encontradas nas pedreiras da cidade. A esta fauna juntam-se dentes de tubarão e de outros peixes, fragmentos de tartarugas, ouriços, caranguejos e siris. Das mesmas camadas já saíram ossos dos extintos répteis voadores, os pterossauros; dentes de enormes répteis marinhos, mosassauros e plesiossauros e também de crocodilianos. Também são conhecidos os frutos de palmeiras e muitas espécies de microorganismos, incluindo polens e esporos.

Os depósitos fossilíferos do Brasil são protegidos por lei federal e são regulamentados pelo Departamento Nacional de Produção Mineral. Os fósseis são propriedade da União e só podem ser coletados por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa e projetos devidamente oficializados. Outras legislações ambientais e de preservação do patrimônio cultural nacional também têm servido para proteger o patrimônio paleontológico nacional.

Reconstituição de mar do Cretáceo com plesiossauro, tubarão e crocodiliano. http://www.fossilien.de/seiten/saurier/plesiosaurus_lebensbild.jpg

Visão artística de pterossauros em voo sobre praia do Cretáceo. http://z.about.com/d/dinosaurs/1/0/6/C/-/-/pteranodonSD.jpg

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Reconstituição artística de um mosassauro no fundo marinho. http://www.worldwidebase.com/science/Mosasaurus1.jpg

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Eventos movimentam a Paraíba o ano inteiro.

Uma cidade onde o sol brilha durante quase o ano inteiro. É essa a imagem que os turistas têm de João Pessoa que, nos últimos anos, vem conseguindo atrair a atenção dos visitantes pelo seu calendário de eventos. A programação cultural começa durante verão, com uma maratona de eventos e projetos realizados pela prefeitura e iniciativa privada. O ponta-pé inicial é dado com o Reveillon, onde governo estadual e prefeitura realizam shows com grandes nomes da música nacional e internacional nas praias de João Pessoa. Em seguida, tem início o projeto Estação Nordeste, com shows semanais gratuitos na praia patrocinados pela prefeitura. No mesmo período, é realizado o Fest-Verão – evento que reúne rock, pop e axé na praia de Intermares, em Cabedelo - município que faz parte da região metropolitana. Nas semanas que antecedem o Carnaval, a capital paraibana se agita com o projeto Folia de Rua. A maratona de prévias carnavalescas tem início com o desfile do Anjo Azul e tem, na programação, o segundo maior bloco de arrasto do país, o Muriçocas de Miramar. Entre os mais populares também estão Virgens de Tambaú e Cafuçu. Durante os dias de Momo, a programação oficial conta com o desfile do chamado Carnaval Tradição que inclui agremiações como escolas de samba e tribos indígenas. Na Semana Santa, João Pessoa e Cabedelo têm como tradição a encenação do espetáculo da Paixão de Cristo em praças públicas. O exemplo é seguido por várias outras do interior.

Para este ano, a novidade é a retomada do Festival Nacional de Artes (Fenarte), que será realizado em maio no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa. A edição de 2010 do evento vai homenagear o músico Sivuca. É na terra que tem tradição em forró que a sanfona não tira folga durante um mês inteiro. É quando acontece, no mês de junho, o Maior São João do Mundo, em Campina Grande, a 120 km de João Pessoa. Mas a capital paraibana não fica de fora do circuito. A festa é menor, mas movimenta o Centro Histórico da cidade. Em agosto, João Pessoa sedia a festa de Nossa Senhora das Neves, padroeira da cidade. Outras festas religiosas tradicionais na cidade são a de Nossa Senhora da Penha, a procissão marítima em homenagem a São Pedro Pescador, a de Nossa Senhora da Conceição e Iemanjá, que acontecem na mesma data. Durante o mês de dezembro, o calendário oficial da capital paraibana dá início a uma série de concertos natalinos e o projeto “Música do Mundo” – ambos com ênfase na música instrumental. Em período de baixa temporada, quando os turistas se afastam das cidades litorâneas devido às chuvas, a saída encontrada para aquecer o turismo local foi a implementação do projeto “Caminhos do Frio”, que dá mais atenção às cidades da região do Brejo e Borborema com programação cultural que envolve passeios, gastronomia e arte. Dessa maneira, os turistas que visitarem a Paraíba terão atrativos durante todo o ano.


O artesanato paraibano

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A atividade artesanal além de gerar renda e ocupação para muitos paraibanos vem sendo caminho muito eficaz de divulgação da cultura regional e cultural, a exemplo do algodão, do barro, das pedras e de outros materiais utilizados. A arte de criar peças que revelam traços e costumes da história e do cotidiano da Paraíba, atravessa gerações, e é um dos pilares que contribui para o aumento no fluxo de turismo e de garantia de renda para muitas famílias. Os trabalhos artesanais produzidos na Paraíba já ganharam o cenário nacional com aparições de rendeiras em novelas, mini-séries e como temas de grandes reportagens. Também no exterior, a diversidade cultural paraibana é bem representada em exposições de artistas locais que percorrem as mais diversas feira do ramo em vários paises. Além de encanta pela beleza, riqueza de elementos, ainda surpreende na diversidade de técnicas, garantindo assim a manutenção de um povo guerreiro e que sempre busca superar suas dificuldades através de muito trabalho. Os vários tipos de expressões artesanais guardam características das tradições sócio-culturais da Paraíba, sem esquecer da melhoria dos processos que são exigidas pelo mercado consumidor.

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Destaque para e Algodão colorido

Os principais fios usados na produção do artesanato são provenientes do algodão, sendo que nas rendas e crochê, as peças são feitas, a partir do fio; no labirinto ou crivo, a partir do tecido; e, os bordados que são feitos sobre o tecido .

O berço da renda nordestina é o agreste, e na Paraíba destacam- se os municípios localizados no Cariri e Agreste, fonte de pesquisa constantes por vários pesquisadores do mundo fashion e damos destaque para Ronaldo Fraga que utilizou as bordadeira de renda em uma de suas coleções, onde apresentou no São Paulo Fashion Week. Nestas áreas, aprender a rendar é quase um ritual de passagem, pois, quando chega a adolescência, as meninas são introduzidas na arte da renda. Mas o destaque no artesanato dos fios é o algodão colorido, desenvolvido pela primeira vez na Paraíba através de pesquisa desenvolvida pela EMBRAPA,o Algodão já nasce nas cores bege, marron, verde e vermelho, sem nenhuma intervenção química e isso foi um avanço para as pesquisas bem sucedidas,a cor do algodão está contida na semente que não sofre qualquer alteração genética. Hoje os produtos derivados do algodão colorido ganharam o mundo e cada vez mais esta conquistado seu espaço no mercado, com ele são produzidos roupas, sapatos e bolsa.


ARTESANATO DA PARAÍBA

Entre Fios

Av. Almirante Tamandaré, 100 - Tambaú Fone: (83) 3247-5151

Virgulino

Av. Almirante Tamandaré, 664 – Tambaú Fone: (83) 3247-1418

Curiosidade: Você sabia que as sandálias havaianas que são vendidas no nosso estado, são produzidas na fabrica de Campina Grande? E que boa parte da produção do Brasil e do Mundo sai daqui?

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Arte em fibra

Entalhe em madeira

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ANTIQUÁRIOS

Dogge Antiguidades Dispõe de imagens sacras, relógios, prataria, cristais, móveis, bronze e porcelana. Funciona de domingo a domingo, das 8h ao meio-dia, e das 14h às 17h, na Praça São Pedro Gonçalves, 22, Centro Histórico. Fone: (83) 8804 2008

Antiquárius 548 Peças restauradas em prata, bronze e dourado. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h, e nos sábados, das 9 às 16h. Fone: (83) 3043 8508

Augusto Antiguidades Jóias, moedas e objetos Funciona de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h, e nos sábados, das 9 às 16h, na Av. Esperança, 1127, Manaíra. Fone: (83) 3246 3973 BIBLIOTECAS

Biblioteca Central da UFPB Com um rico acervo de todas as áreas do conhecimento, a Biblioteca fica localizada no campus I da Universidade Federal da Paraíba. Funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 21h30, e aos sábados, das 7h30 ao meio-dia. Fone: (83) 3216 7105

Biblioteca do SESC Com um vasto acervo sobre Literatura, com destaque para Literatura Infantil, a Biblioteca ainda dispõe de material referente ao Ensino Médio e Fundamental. Localizada na Av. Desembargador Souto Maior, 281, Centro. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h, e aos sábados, das 9h às 15h. Fone: (83) 3208 3154 / 3208 3151

Biblioteca do Museu José Américo de Almeida A Biblioteca do Museu José Américo de Almeida possui cerca de dez mil volumes, permanentemente enriquecida com aquisições e doações. Autor de "A Bagaceira" (1928), José Américo é considerado o pai do romance regionalista brasileiro. Localizado na Av. Cabo Branco, 3.336, na Praia do Cabo Branco. O museu está aberto à visitação, de terça à sexta-feira, das 9h ao meio-dia, e das 14 às 17h. Fone: (83) 3214 5802

Biblioteca Irineu Pinto Acervo composto por várias áreas do conhecimento. Funciona na rua Barão do Abiaí, 64, Centro, das 8h ao meio-dia, e das 14 às 17h. Fone: (83) 3222 0513

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Biblioteca Infantil

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Com um acervo de livros e revistas em quadrinhos, a Biblioteca está localizada no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, na rua Abdias Gomes de Almeida, 800, no bairro de Tambauzinho. Funciona de segunda a sexta, das 8 às 18h, sem intervalo para almoço. Fone: (83) 3211 6268

Biblioteca do Casarão 34 Com um acervo de livros, catálogos e revistas, além de uma vídeoteca. R. Visconde de Pelotas, 34, Praça Dom Adauto, Centro Funciona de segunda a sexta, das 8 às 20h. Fone: (83) 3218 9707


CINEMAS

Box Cinemas

Localizado no 3° andar do Manaíra Shopping, na Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 805, em Manaíra, o Box Cinemas dispõe de 8 salas, a maior, com capacidade para cerca de 300 pessoas, e com telas consideradas as maiores entre os cinemas da América Latina. No que diz respeito à programação, os filmes e horários variam toda semana e podem ser consultados através do telefone: 3621 8008 e pelo site www.boxcinemas.com.br

Centro Cultural Zarinha

Av. Nego, 140, Tambaú. Horários de Exibição: quartas, às 17h30, sextas, às 18h30 e nos sábados, às16h. Fone: 4009 1111 - www.zarinha.com.br

Cine Multiplex Tambiá

Localizado no Tambiá Shopping, na R. Deputado Odon Bezerra, 184, Tambiá, o Cine Multiplex possui 6 salas, a maior com capacidade para aproximadamente 150 pessoas. Os horários e os filmes variam toda semana. Por isso para conferir a programação basta ligar para 3621 8002 (Tambiá Shopping) ou ainda acessar o site www.cinemultiplex5.com.br

Cine Banguê

Situado no Espaço Cultural, na R. Abdias Gomes de Almeida, 800, em Tambauzinho, o Cine Banguê funciona de sexta a domingo, das 18h30 às 20h30. Para saber informações sobre programação basta ligar para 3211 6281 ou 3221 6285

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GALERIAS DE ARTE

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GALERIA GAMELA Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 756/101 (esquina com a Av. Olinda) Tambaú Fone: (83) 3226-1436/8815-5944/9968-7969 Exposição permanente Horário de funcionamento: Diariamente ou Marcado www.galeriagamelaarte.com.br

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Incertae Sedis, 2007 Obra do artista José Rufino no hall do Hotel Verde Green. Rufino é conhecido por suas referências às memórias pessoais e institucionais. O artista vive e trabalha em João Pessoa e cumpre sua agenda de exposições no Brasil e exterior. “A maioria dos trabalhos de Rufino diz respeito à vida comum de todos nós, em um mundo perpassado por uma lógica instrumental que regula nossa maneira de ser e de viver em sociedade. Daí sua fascinação pela memória sofrida e mecânica que se impregna nos arquivos burocráticos. Ou seja, Rufino traz o que há de mais ordinário, embrutecido, mecânico e repetitivo, para a ordem propriamente poética do extraordinário, do surpreendente, do incomum.” (Luiz Guilherme Vergara, crítico e curador carioca).


MUSEUS

MUSEU E CRÍPITA DE EPITÁCIO PESSOA Instalado no prédio do Tribunal de Justiça, localizado na Praça Epitácio Pessoa, no Centro da Capital paraibana, o museu guarda objetos utilizados pelo ex-presidente. O horário para visitação é de segunda a sexta, das 8h ao meio-dia, e das 14h às 18h. Fone: (83) 3216 1644 MUSEU ESPAÇO ENERGIA Museu interativo sobre tudo o que se diz respeito à eletricidade. Localizado na Usina Cultural Saelpa, na Av. Presidente Epitácio Pessoa, S/N, no bairro de Tambiá. O Espaço Energia está aberto de terça a sexta das 8 às 11h, e das 14 às 17h. Já nos finais de semana, o museu encontra-se aberto das 15 às 17h15. Fone: (83) 3221 5346 ARQUIVO HISTÓRICO DO ESTADO DA PARAÍBA Restaura e preserva documentos históricos sobre a Paraíba e o Brasil. Localizado no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, na rua Abdias Gomes de Almeida, 800, no bairro de Tambauzinho, o Arquivo está aberto para pesquisas das 8 às 17h30. Fone: (83) 3211 6259 MUSEU JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA Transformada em Museu, a casa onde morou o Ministro José Américo reúne objetos de uso pessoal, comendas e parte da mobília da antiga residência, além de um vasto arquivo fotográfico e biográfico. Localizado na Av. Cabo Branco, 3.336, na Praia do Cabo Branco, o museu está aberto à visitação, de terça a sexta-feira, das 9h ao meio-dia, e das 14 às 17h. Fone: (83) 3214 5802 MUSEU JOSÉ LINS DO RÊGO Além de ser centro de documentação e pesquisa, o museu abriga objetos pessoais, uma vasta biblioteca particular e obras do escritor paraibano José Lins do Rêgo. Instalado no Espaço Cultural, encontra-se aberto de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h, sem intervalo para almoço. Aos sábados e domingos, das 15 às 19h. Fone: (83) 3211 6270 DA TERRA E DO HOMEM Campus da UNIPÊ BR 230 - Km 22 - Água Fria Telefone: (83) 3221-1418 - Fax: (83) 3231-1130 ESTAÇÃO CIÊNCIA Rua Abdias Gomes de Almeida, 800 Espaço Cultural José Lins do Rêgo - Tambauzinho Fone: (83) 3211-6294 / (83) 3211-6207 MEMORIAL AUGUSTO DOS ANJOS Rua Duque de Caxias, 25 Academia Paraibana de Letras - Centro Fone: (83) 3221-8741

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MUSEU DA CULTURA POPULAR Campus Universitário da UFPB Fone: (83) 3216-7070 - Fa x: (83) 3225-1901


Museu da rapadura Por Antonio Augusto de Almeida

A iniciativa da criação do Museu da Rapadura coube ao engenheiro e professor Luiz José de Almeida que, em 1977, ocupando o cargo de Prefeito do Campus da UFPB,encaminhou ao então Reitor Lynaldo Cavalcante de Albuquerque um documento em que demonstrava a necessidade de se preservar os testemunhos da cultura gerada pela agroindústria da rapadura no Brejo Paraibano.Com mais de quatrocentos engenhos, a região foi principal pólo rapadureiro do Nordeste, dominando o mercado dos sertões da Paraíba, Pernambuco,Rio Grande do Norte e parte do Ceará, durante quase todo o século dezenove e primeiras décadas do século vinte.com o intercâmbio,proporcionado pelos tropeiros de rapadura e aguardente, o brejo difundiu a tecnologia do fabrico desses produtos e exerceu influencia cultural nessa região. Em seu arrazoado, o professor alertava para a urgência da criação do Museu em face das grandes transformações sócio-conômicas que ocorriam no país, naquela época,e a celeridade de suas conseqüências na região, com o débâcle dessa atividade econômica.Concluía, sugerido como oportuna, a instalação desse equipamento cultural no Campus do Centro de Ciências Ararias da UFPB, em Areia, aproveitando os prédios da casa-grande e da fabrica do antigo Engenho da Várzea ali existentes,construídos no século XIX e que ainda guardavam as características arquitetônicas originais.

Com larga visão administrativa que caracterizou, o Reitor Lynaldo aprovou e endossou a idéia do Museu.Em 1979/80 os prédios foram restaurados e a maior parte do arcervo adquirido, com o aporte de recursos federais. O Museu ocupa os dois prédios. Na casa-grande, procurou-se reproduzir essa unidade simbólica do poder sócio -político rural guardando as características próprias do Brejo.Ao contrario dos engenhos-de-açúcar do litoral nordestino, em que as casas-grandes, alem do poder, ostentava riqueza, as do Brejo erma simplórias e despojadas.Assim, o prédio preserva as características arquitetônicas típicas e abriga moveis, utensílios,apetrechos e iconografias que bem documentam essa fase da formação cultural nordestina. No prédio do engenho, alem de se preservar as características típicas dessa unidade produtiva do inicio do século XX, o acervo contem equipamentos de moagem e transporte da cana-de-açúcar e do fabrico da rapadura e do açúcar, ou miniaturas e desenhos explicativos que demonstram a evolução tecnológica desde primeiras engenhocas e gangorras instaladas na região, a partir da primeira metade do setecentos até a decadência da atividade econômica, no século passado.


TEATROS

Teatro Santa Roza

Ariano Suassuna

R. Abdias Gomes de Almeida, 800, Espaço Cultural, no bairro de Tambauzinho Funcionamento: das 8h ao meio-dia e das 14 às 18h. Fone: (83) 3244 1360 / 3211 6232

Ednaldo do Egyto

Santa Roza

R. Maria Rosa, 284, Manaíra Funcionamento: apenas dias de exibição de peças teatrais. Fone: (83) 3247 1449

Praça Pedro Américo, s/n, Centro Funcionamento: domingo a domingo, das 14 às 17h. Fone: (83) 3218 4382

Lima Penante

Teatro de Arena

Av. João Machado, 67, Centro Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 8 às 18h. Aos sábados e domingos apenas quando houver espetáculos. Fone: (83) 3221 5835

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Paulo Pontes

Av. Monsenhor Walfredo Leal, Colégio Pio X, no bairro de Tambiá Funcionamento: visitação e apresentações apenas com agendamento prévio. Fone: (83) 4009 2700

R. Abdias Gomes de Almeida, 800, Espaço Cultural, no bairro de Tambauzinho Funcionamento: domingo a domingo, das 14 às 17h. Fone: (83) 3211 6220


Acesse www.joaopessoaconvention.com.br e saiba os eventos que est達o acontecendo em Jo達o Pessoa


IGREJAS CATÓLICAS

ARQUIDIOCESE DA PARAÍBA - JOÃO PESSOA Palácio do Carmo - Praça Dom Adauto, s/n - Centro Horário de funcionamento: segunda a sexta das 08h00 as 12h00 e 13h30 as 17h30 Telefone: (83) 3241-3048

Telefone: (83) 3221-2503

Telefone: (83) 3224-1690

Telefone: (83) 3247-5260

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Telefone: (83) 3245-3469

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IGREJAS CATÓLICAS

Telefone: (83) 3241-1433

Telefone: (83) 3246-1520

Telefone: (83) 3247-5850

Telefone: (83) 3224-6993

Telefone: (83) 3221-2163

Telefone: (83) 3513-8184

Telefone: (83) 3235-5120

Telefone: (83) 3246-5048

Telefone: (83) 3226-9182 IGREJA DE SÃO GONÇALO - PASTORAL Telefone: (83) 3222-7671

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SANTUÁRIO NOSSA SENHORA DA PENHA Praça Nossa senhora da Penha, S/N Telefone: (83) 3251-1539

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Comunidade Servos de Maria do Coração de Jesus Fundada em 21 de Setembro de 1997 O nosso carisma é a vivência e o testemunho do amor infinito do Coração de Jesus com a ternura do Coração Imaculado da Nossa Mãe, levando a consolação e a paz de Deus nas famílias, nas escolas, nos hospitais, nos abrigos, em muitas cidades, distritos e sítios do Brasil, como também no exterior: Itália, França, Colômbia, México, Panamá, Nicarágua e Ruanda. Temos atualmente 9 casas: 4 na Paraíba: 3 em João Pessoa e uma em Condado; uma casa em Bonança-PE, uma em Parnamirim-RN, duas no Estado de São Paulo: Guararema e Itápolis e duas na Itália.

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Acolhemos e acompanhamos gratuitamente doentes não infecto-contagiosos para os tratamentos hospitalares no Complexo “Sião Cidade de Deus” dotado de 80 leitos e situado no centro de João Pessoa. Acolhemos grupos de crianças, idosos, jovens e casais para dias de repouso na nossa casa da praia “Maria Nossa Mãe” em Camboinha. No Santuário Dos

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Sagrados Corações de Jesus e Maria onde se encontre a nossa Casa Mãe, no município do Conde, acolhemos grupos para retiros espirituais e alugamos instalações para este fim. Contato: Ir. Bettina Cel. (83) 9926-1046; Ir Rita cel. (83) 9926-1045; Tel fixo (83) 3234-0685. Horário das SS. Missas no Santuário: Sábado 16hs:00; Domingos e dias festivos: 11hs:00 e 16hs:00.


IGREJAS EVANGÉLICAS

Telefone: (83) 3222-7100 - Tele-Paz: (83) 3222-5161

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- Administrada pela Primeira Igreja Batista

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IGREJA BATISTA DE TAMBAÚ Rua Bezerra Reis, S/N - Manaíra Telefone: (83) 3226-3518 IGREJA BETEL BRASILEIRO Avenida Sapé, 780 - Manaíra Telefone: (83) 3247-1468 IGREJA EVANGÉLICA DO BESSA Rua Doutor Severino Nicolau Melo, S/N - Jardim Oceania Telefone: (83) 3268-5013


IGREJAS EVANGÉLICAS

IGREJA EVANGÉLICA BETEL BRASILEIRO CABO BRANCO Rua Paulino Pinto, 158 - Tambaú Telefone: (83) 3226-2635 Rua Ozélia Lima Silva, Setor 02 - Quadra 35 - Lote 127 - Bessa Telefone: (83) 3246-7471 IGREJA PRESBITERIANA DE JOÃO PESSOA Rua Dep Odon Bezerra, 294 - Centro Telefone: (83) 3241-3058 IGREJA PRESBITERIANA DE TAMBAÚ Avenida Ns Navegantes, 104, S 204 - Tambaú Telefone: (83) 3226-3243 PRIMEIRA IGREJA BATISTA DE TAMBAÚ Rua Bezerra Reis, 42 - Manaíra Telefone: (83) 3227-0482 IGREJA BATISTA DE MANAÍRA Rua Ulrico Oliveira Cavalcante, s/n Telefone: (83) 3246-2346

GUIA MAIS JOÃO PESSOA

IGREJA EVANGÉLICA MANANCIAL DE ÁGUAS VIVAS Rua João Câncio Silva, 182 - Manaíra Telefone: (83) 3247-8511

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Projeto Peixe Boi Marinho Por: Clara Cavalcanti / Diálogo Comunicação

GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Laços fortes atam a relação do Projeto Peixe Boi (PPB) com a Paraíba. Foi aqui que o Projeto começou a traçar, há quase 30 anos, a sua história de luta pela conservação do peixe-boi marinho, com a instalação da sua primeira base, em Barra de Mamanguape, distante 80 km da capital João Pessoa. O Estado é um dos poucos do País a ainda registrar a ocorrência de peixes-bois - reduzidos a uma população estimada de apenas 500 exemplares. Quem passa por aqui tem a oportunidade de contemplar de perto esses raros animais, cuja “simpatia” é proporcional às medidas exuberantes que podem atingir: cerca de 4m de comprimentos e até 600 kg de peso corporal.

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Na Barra, o Projeto está de portas-abertas de janeiro a janeiro para receber os visitantes. Guias locais, orientados pelo PPB, realizam passeios de barcos com os turistas pelo rio Mamanguape, onde está localizado o recinto de readaptação ao ambiente natural do

Projeto. É para lá que vão os animais já reabilitados pela iniciativa e considerados aptos ao retorno à natureza. Dos 23 peixesbois reintroduzidos pelo Projeto até hoje, oito vivenciaram o reencontro com o habitat natural no Estado, sendo quatro deles (Mel, Zelinha, Tico e Artur) somente em 2009. A passagem pelo recinto é a última fase vivenciada pelos peixes-bois, antes da volta definitiva à natureza. O local é circundado por mangue e situa-se a aproximadamente 1km de distância da vila de pescadores da Barra. Possui 36m de largura na sua porção posterior, 30m de largura na parte anterior e 63m de comprimento, resultando em uma área de 2.500m2. Lá, estão presentes fontes de alimento, como folhas de mangue, além de áreas de sombra para o descanso dos animais. Além de contemplar a bela paisagem da Barra de Mamanguape e observar “de pertinho” o peixe-boi, os visitantes também podem conhecer a Eco-Oficina Peixe-Boi & Cia, uma


Barra de Mamanguape

eza

oduzido a natur

Peixe Boi reintr

iniciativa da Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA) – co-gestora do PPB, que emprega mulheres da comunidade na fabricação de bonecos de pelúcia de mamíferos aquáticos ameaçados de extinção. Ao transformar animais selvagens em simpáticos e dengosos bonecos, a Eco-Oficina ajuda a tornar mais conhecidos os mamíferos aquáticos que frequentam as águas do Brasil, como os peixes-bois; divulga as ações de conservação dessas espécies e sensibiliza crianças e adultos sobre a necessidade de cuidar da natureza. Quem tiver sorte, pode ainda acompanhar a reintrodução de um peixe-boi à natureza. Ao longo do ano, o Projeto realiza diversas solturas. As datas são amplamente divulgadas na imprensa local. A devolução de um peixeboi ao habitat natural é considerada o “ponto alto” do trabalho de conservação realizado pelo PPB, que dura, em média, de cinco a seis anos. Para ambientalistas e profissionais envolvidos com o Projeto, a soltura é sinônimo

de esperança: reforça o sonho de livrar esses simpáticos mamíferos da dura situação de ameaça em que se encontram, com a existência estimada de apenas 500 exemplares da espécie no País. Visita ao Projeto Peixe-Boi em Barra de Mamanguape (PB) Onde fica: no município de Rio Tinto Como chegar: Pela BR 101 (João Pessoa Natal), mais ou menos no quilômetro 56, após os pontos de referência "entrada da Usina Miriri e ponte do rio Miriri", seguir 36km de estrada de barro à direita da estrada. Acompanhar as placas de sinalização. Quando ir: todos os dias Qual o horário: das 08h às 16h Quanto custa: R$ 5 (renda voltada para a comunidade participante do programa de visitação)

Informações: (83) 9131.7466

5


TRANSPORTE RODOVIÁRIO

Terminal Rodoviário Severino Camelo Rua Francisco Londres - Varadouro - (83) 3221.9611

Viagens Intermunicipais Empresa Real - (83) 3221.9510

Para Campina Grande Dia da Semana Segunda-feira De Terça a Quinta-feira Sexta-feira Sábado

Horários de Saída

A partir das 5h ao meio-dia (De meia em meia hora) A partir das 13h às 20h (De hora em hora, com exceção dos seguintes horários: 13h30 / 15h30 / 16h30)

A partir das 5h30 às 10h (De meia em meia hora) A partir das 11h às 20h (De hora em hora) De 5h30 / 6h / 7h / 7h30 / 8h / 9h / 9h30 / 10h / 11h / 12h

Das 13h às 21h (De meia em meia hora) Neste dia os horários são: 6h / 7h / 7h30 / 8h / 8h30 / 9h / 9h30 / 10h / 11h / 11h30 / 12h No período da tarde a partir das 13h às 20h (De hora em hora, com exceção dos horários: 15h30 / 16h30) De 6h / 7h / 7h30

Domingo

Das 8h às 15h (De hora em hora) Das 15h30 às 19h (De meia em meia hora) Ainda às 20h / 21h

Empresa Real

Para Monteiro Diariamente

De 7h30 e 17h

Empresa Bela Vista - (83) 3222.1336

Para Juarez Távora, Alagoa Grande, Areia, Remígio e Arara Diariamente

De 6h / 8h30 / 10h30 / 14h / 15h30 / 18h

Para Ingá Diariamente

De 13h e 15h

Para Serra Redonda Segunda a Sábado

13h

Para Gurinhém

GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Segunda a Sexta

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Sábado e Domingo

De 7h30 e 16h 16h

Viação Guanabara - (83) 3221.7255

Para Patos Diariamente

Das 5h às 22h (De hora em hora)


TRANSPORTE RODOVIÁRIO

Para Pombal Diariamente

De 5h / 6h / 9h / 10h / 12h / 15h / 16h / 17h / 20h30 / 21h / 21h30 / 22h

Para Catolé do Rocha Diariamente

6h (Passando por São Bento)

Diariamente

16h (Passando por Jericó)

Para Conceição do Piancó Diariamente

De 11h e 19h

Para Cajazeiras Diariamente

De 5h / 9h / 10h / 12h / 15h / 17h / 20h30 / 21h

Diariamente

De 21h30 e 22h (Com exceção dos sábados e domingos)

Para Coremas Diariamente

8h (Com exceção dos domingos)

Para Bonito de Santa Fé Diariamente

22h

Expresso Nacional - (83) 3222.8510

Para Taperoá, Desterro e Soledade Segunda a Sábado

De 8h / 11h / 13h / 16h

Domingo e Feriados

De 8h e 16h

Para Princesa Isabel, Água Branca, Tavares, Juru, Maturéia Segunda a Sábado

De 8h / 11h / 16h

Transnorte - (83) 3222.8485

Para Guarabira, Lagoa de Dentro e Sapé Segunda a Sábado

Das 6h às 18h (De 2 em 2 horas)

Domingo e Feriados

De 8h e 14h

Para Itabaiana Segunda a Sábado

Das 6h às 18h (De hora em hora)

Viação Boa Viagem - (83) 3221.3888 Diariamente

De 7h (Via Caaporã) / 11h30h (Pela PB008) / 17h (Via Caaporã)

Para Catolé do Rocha Diariamente

6h (Passando por São Bento)

GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Para Pitimbu

63


GUIA MAIS JOÃO PESSOA

TRANSPORTE RODOVIÁRIO

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GUIA MAIS JOÃO PESSOA

TRANSPORTE RODOVIÁRIO

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AV. EPITテ,IO PESSOA


PROCONS

Conforme o Decreto 2.181/97, cabe aos Procons Estaduais e Municipais, no âmbito de sua jurisdição e competência, Procon-PB a nível estadual, e Procon-JP a nível municipal: •Prestar orientação e incentivar a conscientização dos consumidores sobre seus direitos e garantias; •Apurar denúncias apresentadas por entidades representativas; •Fiscalizar e aplicar as sanções administrativas previstas na Lei nº 8.078/90; •Levar ao conhecimento dos órgãos competentes as infrações de ordem administrativa que violarem os interesse difusos, coletivos ou individuais, bem como ao Ministério Público para adoção das medidas no âmbito de sua atribuição; •Buscar o concurso de órgãos com especialização técnica-cietífica quando necessário; •Celebrar convênios e termos de ajustamento de conduta com entidades; •Elaborar e divulgar o cadastro nacional de reclamações fundamentadas contra fornecedores de produtos e serviços; •Desenvolver atividades compatíveis com sua finalidade. As questões tratadas são as que envolvem relação de consumo, ou seja, buscam a intermediação entre consumidores e fornecedores, tendo como objeto um produto ou serviço. Em João Pessoa você encontra: Procon Estadual (Governo do Estado) Endereço: Parque Solon de Lucena, 234 - Centro – João Pessoa Horário de funcionamento: segunda a quinta-feira, das 08:00 ás 18:00 horas Sexta-feira das 08:00 ás 13:00 horas Telefone: (83)3218-6959/3218-4511 - 0800-281-1512 Site: www.procon.pb.gov.br atendimento especializado ao Turista PB-Tur em João Pessoa Telefone: 0800-281-3180 específico. Procon Municipal (Prefeitura de João Pessoa)

10 | GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Av. Pedro I, nº 331, Centro - CEP: 58013-380 Telefones: (83) 3214-3042 - (83) 3214-3040 / 0800-83-2015 Centro Cultural da Câmaral Municipal de João Pessoa Atendimento de Segunda à Sexta,das 08h00 às 18h00 (sem intervalo para almoço). R. Rodrigues de Aquino, 162 - Centro - CEP: 58013-030 - Telefone: (83) 3218-6371 Site: www.joaopessoa.pb.gov.br/secretarias/procon/


MAPA DAS PRAIAS PARAIBANAS N

RIO GRANDE DO NORTE

O

L

Barra do Guajú Praia da Pavuna

Mataraca

Rio

Praia da Baleia

Praia da Lagoa da Nega

ba

aratu

Cam

101 Baía

da Traição

Barra de Camaratuba Praia da Lagoa Encantada Praia das Cardosas Praia do Giz Branco Praia do Tambá Praia do Forte (Ponta da Jangadinha) Praia da Baía da Traição Praia da Trincheira Praia do Coqueirinho do Norte

Marcação

Praia Ponta de Areia Barra de Mamanguape Praia de Campina

Rio Tinto Mamanguape

Rio

ba

raí

Pa

Barra do Rio Miriri Praia do Bom Sucesso Praia de Lucena Lucena Ponta de Lucena Praia da Gameleira Praia do Fagundes Praia de Costinha Ponta de Sto. Antônio Cabedelo Praia Praia do Miramar Forte Velho Praia da Ponta do Mato Praia do Jacaré (Pôr-do-Sol) Ilha da Restinga Ilha de Areia Vermelha Praia de Camboinha Praia do Poço Praia da Ponta de Campina 230 Praia de Intermares Praia do Bessa Bayeux Praia de Manaíra Praia de Tambaú Picãozinho Praia de Cabo Branco Praia da Ponta do Seixas 230

Santa Rita

230

JOÃO PESSOA

Praia do Camurupim Praia do Amor Praia de Jacumã Praia do Carapibus Praia de Tabatinga

Conde

Rio

me

ma

Gra

Praia de Coqueirinho

101

008 Praia de Tambaba

10 GUIA | GUIA MAIS JOÃO MAISPESSOA JOÃO PESSOA

Alhandra

172

Pitimbu

PERNAMBUCO

(Extremo Oriental)

Praia da Penha Praia de Jacarapé Praia do Sol Barra de Gramame

Praia Barra do Graú Praia Bela Baía de Cima / Barra do Abiaí Praia Ponta de Mato Grosso Praia de Pitimbu Praia do Maceió Praia da Guarita Praia Azul / Santa Rita Praia de Ponta de Coqueirinho Praia dos Coqueiros Praia de Pontinha (Barra do Rio Acaú)

Informação sobre as tábuas de marés e qualidade das praias acesse:

www.guiamaisjp.com.br

LÂNTICO NO AT

101

Praia do Outeiro

A OCE

Mamanguape

Ri o

S


61

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18

76

01 - Fortaleza de Santa Catarina 02 - Igreja de Nossa Senhora da Guia 03 - Porto de Cabedelo 04 - Praia do Poço 05 - Igreja de Nossa Senhora de Nazaré 06 - Ilha de Areia Vermelha 07 - Ferry-boat 08 - Forte Velho 09 - Ilha da Restinga 10 - Praia do Jacaré 11 - Praia de Intermares (Mar dos Macacos) 12 - Praia do Bessa 13 - Iesp Faculdades 14 - Forrock 15 - Aeroclube da Paraíba 16 - Mag Shopping

17 - Mercado de Peixe 18 - Hotel Tambaú 19 - PBTUR - Centro Turístico de Tambaú 20 - Mercado de Artesanato Nº 1 (MAT) 21 - Mercado de Artesanato Paraibano (MAP) 22 - Manaíra Shopping 23 - Praia de Tambaú 24 - Espaço Cultural José Lins do Rego 25 - Hospital da Unimed 26 - Hospital de Trauma 27 - Funad 28 - Shopping Sebrae 29 - Usina Cultural da Saelpa 30 - Praça da Independência 31 - Igreja Batista 32 - Parque Solon de Lucena (Lagoa)

33 - Tambiá Shopping 34 - Parque Zoo Botânico Arruda Câmara (Bica) 35 - Igreja de São Francisco 36 - Conjunto Carmelita 37 - Basílica de Nossa Senhora das Neves 38 - Casa da Pólvora 39 - Igreja de São Frei Pedro Gonçalves 40 - Hotel Globo 41 - Igreja e Mosteiro de São Bento 42 - Praça Antenor Navarro 43 - Theatro Santa Roza 44 - Estação Ferroviária 45 - Terminal Rodoviário 46 - Terminal de Integração do Varadouro 47 - Prefeitura Municipal 48 - Comando Geral da Polícia


Mapa Pictórico de João Pessoa 38 35 37

36 34 33

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49 - Faculdade de Direito 50 - Assembléia Legislativa 51 - Shopping Cidade 52 - Mausóleu do Presidente João Pessoa 53 - Palácio da Redenção 54 - Praça João Pessoa 55 - Tribunal de Justiça (Crípita do Presidente Epitácio Pessoa) 56 - Pavilhão do Chá 57 - Câmara Municipal 58 - Mercado Central 59 - Centro Administrativo Estadual 60 - Igreja de Nossa Senhora das Graças 61 - Aeroporto Internacional Pres. Castro Pinto 62 - Distrito Industrial 63 - Parque de Exposições Henrique Vieira de Melo 64 - Centro Administrativo Municipal

65 - Estádio "Almeidão" 66 - Ginásio de Esportes "O Ronaldão" 67 - Shopping Sul 68 - Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) 69 - Jardim Botânico (Mata do Buraquinho) 70 - Universidade Federal da Paraíba (UFPB) 71 - Praia Naturista de Tambaba 72 - Igreja de Nossa Senhora da Penha 73 - Praia do Seixas 74 - Farol do Cabo Branco 75 - Praia do Cabo Branco 76 - Picãozinho 77 - Casa do Artista Paraibano 78 - Praia de Manaíra 79 - Estação Ciências Cabo Branco

IMPORTANTE:

Este mapa é apenas para referência de localização, sem escala. Nele estão contidos os principais pontos turísticos da cidade de João Pessoa e da região metropolitana.

Principais pontos turísticos


Mapa da Paraíba

Belém do Brejo do Cruz São José do Brejo do Cruz Brejo do Cruz

Catolé do Rocha Poço Dantas Bom Sucesso

Santarém Bernardino Batista Uiraúna Poço de José Moura

Lastro

Triunfo

Santa Cruz

Sousa

São Bentinho Cajazeirinhas

Igaracy

São José de Caiana

Piancó

Junco Serid

Mãe D'Água

Cacimba de Areia

Teixeira

Salgadinho A Passagem Areia de Baraúnas Taperoá

Cacimbas Desterro

Maturéia Livramento

Imaculada Boa Pedra Ventura Branca Curral Velho

Santana de Mangueira

Santana dos Garrotes Nova Olinda

Tavares Santa Inês

São José do Bonfim Olho D'Água

Manaíra

Santa Luzia

Quixaba

Santa Terezinha Catingueira

Itaporanga

Diamante Ibiara

Patos

Coremas

Emas

Monte Horebe Serra Grande

São Mamede

Malta

Aguiar

São José de Piranhas

São José do Sabugi

Várzea São José de Espinharas

Condado

São Domingos de Pombal

São José da Lagoa Tapada Carrapateira

Conceição

Vista Serrana

Aparecida

Nazarezinho

Bonito de Santa Fé

Paulista

Pombal

Marizópolis

Cajazeiras

Mato Grosso

Lagoa São Francisco

São João do Rio do Peixe Santa Helena

Cachoeira dos Índios

São Bento Riacho dos Cavalos

Jericó

Vieirópolis

Bom Jesus

Brejo dos Santos

São José dos Cordeiros Amparo

Água Branca

S

Juru Ouro Velho Sumé Prata

Princesa Isabel

São José de Princesa Monteiro

Informações:

Mais informações sobre a Paraíba no site www.guiamaisjp.com.br

Zabelê

São Sebastião do Umbuzeiro

Camalaú

São João d


Divisão Político Administrativo

NEGO

Frei Martinho Nova Floresta

Picuí

Campo de Santana Araruna

Cuité

Riachão Cacimba de Dentro

Baraúna

Nova Palmeira

Sossego Damião

Barra de Santa Rosa

Cubati Algodão de Jandaíra

Tenório

Olivedos

o do dó Juazeirinho

Soledade

Assunção Santo André

Gurjão

Boa Vista

Lagoa de Dentro Baía da Traição Serra da Raiz Pedro Régis Marcação Belém Duas Estradas Curral de Cima Solânea Bananeiras Sertãozinho Rio Tinto Borborema Pirpirituba Itapororoca Arara Pilõezinhos Araçagi Mamanguape Serraria Guarabira Pilões Cuitegí Cuité de Capim Lucena Mamanguape Remígio Cabedelo Areia Alagoinha

Esperança Mulungu Areial Alagoa Nova Marí Alagoa Grande Sapé Pocinhos São Sebastião Santa Rita de Lagoa de Roça Montadas JOÃO PESSOA Gurinhém Matinhas Caldas Bayeux Puxinanã Cruz do Sobrado Brandão Lagoa Seca Serra Redonda Juarez Espírito Santo Riachão do Tavora Massaranduba Poço São Miguel de Taipu Campina Grande São José dos Riachão do Pilar Conde Mogeiro Ramos Bacamarte Ingá

Pararí

Queimadas Fagundes

São João do Carirí

São Domingos do Carirí Coxixola Barra de São Miguel Congo Caraúbas

Itatuba

Caturité Cabaceiras

Serra Branca

Mataraca Jacaraú

Casserengue

Pedra Lavrada

Seridó

Dona Inês

Caiçara

Logradouro

Boqueirão Barra de Santana

Riacho de Santo Antônio

Itabaiana Juripiranga Salgado de São Félix

Alhandra Caaporã

Aroeiras Gado Bravo

Pedras de Fogo

Natuba Umbuzeiro

LEGENDA

Alcantil Santa Cecília

Limite Interestadual Sede Municipal

MESORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Capital

Mata Paraibana

Rodovias

Agreste Paraibano Borborema

do Tigre

Sertão Paraibano

Distância de João Pessoa para algumas cidades do interior paraibano:

Pitimbu


ALIANÇA FRANCESA


Praias

As praias de João Pessoa são convidativas por suas belezas, águas calmas e limpeza. Lugar ideal para curtir momentos de descanço.

Praia de Manaíra


PRAIAS

10 | GUIA MAIS JOテグ PESSOA

Praias Urbanas - Joテ」o Pessoa

PRAIA DO CABO BRANCO


GUIA MAIS JOテグ PESSOA

PRAIA DE BARRA CAMARATUBA

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ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Igreja Nossa Senhora da Guia Orgulho do Litoral Norte.

Lucena, Litoral Norte da PB A Igreja construída no século XVI por Padres Carmelitas é uma das mais antigas do país. Localizada numa área de preservação onde ainda há resquícios de Mata Atlântica, devido a sua localização, chegou a ser utilizada como ponto de observação contra os ataques de invasores, que na época buscavam ocupar a região em busca de riquezas. Da colina onde se localiza pode-se ver ao mesmo tempo mar e zona rural, com plantações de cana-de-açúcar e coqueiros, além de cultivo de hortas e fruteiras,realmente temos uma visão exuberante e tranquila. Construída em estilo barroco, leva traços de plantas silvestres e frutas típicas da região que estão representadas em sua fachada.

GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Em 1763 a igreja foi demolida devido as batalhas para ocupação do espaço, tempos depois foi reconstruída pelos esforços do frei Manuel de Santa Teresa. A partir de 1866 sofreu reformas e depois ficou abandonada por vários períodos. Segundo o Projeto da Fundação Cultural do Estado da Paraíba, a igreja sempre passa por vistorias e manutenção, para preservar o patrimônio.

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Localização: A igreja foi construída num dos pontos mais altos da cidade litorânea de Lucena (ao norte de João Pessoa), a cerca de 30 Km pela Br saída par Natal. Vale a Pena Conhecer A beleza do local é envolvente. Por ser um dos templos católicos mais antigos do país, é um dos monumentos históricos mais relevantes do Estado. A vista surpreende, porque a beleza da natureza e o clima praiano nos remete ao tempo do descobrimento. Quando O local é aberto a visitação. Missas são celebradas todos os domingos, às 7h e as 9h30m. Quem mais Visita Turistas e praticantes de esportes radicais que sempre passam por lá quando fazem roteiros turísticos. Quem leva: Os receptivos e guias credenciados, é um passeio muito agradável.


PRAIAS

Litoral Sul - Conde

Pitimbu

10 | GUIA MAIS JOÃO PESSOA

PRAIA DA BARRA DO ABIAÍ - PITIMBÚ


Para refeições recomendamos: Terraço Tropical Entrada de Carapibus +55 (83) 9128-0404 Arca do Bilú Rodovia PB 008 Km 13 – estrada de Tambaba +55 (83) 9972-2369/3298-1124 Destaque: A deliciosa galinha de capoeira preparada com tempero timicamente nordestino e servido com feijão verde, arroz da terra e macaxeira.O local é rústico sem nenhum luxo, mas vale pela delicia preparada e servida embaixo das mangueiras e fruteiras espalhadas no local. Como chegar: Antes de chegar na Barra de Gramame estrada que dá acesso a Jacumã de quem vai de João Pessoa. Você ira gastar pouco e se alimentar bem. Sítio da Noêmia PB 008 - Telefones: (83) 9911-3611/8830-7235 Bar da Kada PB 008 - Telefone: (83) 9305-1689 GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Vale lembrar:

É inquestionável as belezas das praias do litoral sul,destacamos a praia de Tabatinga e Coqueirinho onde o banho é definitivamente agradável, águas mornas e límpidas, a praia é calma e ainda oferece serviço de bar e refeições em algumas barracas espalhadas por sua extensão. Depois dessas praias você poderá conhecer a mundialmente famosa praia de Tambaba.O acesso é restrito apenas para os praticantes de naturismo, existe uma pequena parte para os curiosos e admiradores onde a visão contempla paisagem de tirar o fôlego,para o acesso a parte de nudismo de Tambaba é preciso saber se a maré estar baixa, quando alta,o acesso a sua principal entrada fica quase impossível. Lembramos que as estradas que dá acesso as praias do litoral sul são de barro e em épocas de verão e feriados é preciso ter muita paciência, pois ainda não comporta um grande fluxo, apenas o acesso a praia de Tambaba é calçada. Para chegar ao litoral sul saindo de João Pessoa a estrada é asfaltado, porem é preciso ficar atento a sinalização é quase inexistente. Tente se organizar, caixas eletrônicos, restaurantes de alto padrão e serviços de informações ao turista são raros por lá. Os meios de hospedagem são muito bons e existem muitas opções, consulte um agente de viagem ou veja alguns endereço na página de meios de hospedagens, na área de serviço deste guia. Para um passeio tranquilo contrate guias e empresas com serviços especializados.

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Em 1856 a Mata do Buraquinho, hoje Jardim Botânico, era chamada de Sítio Jaguaricumbe. O primeiro registro, como terra possuída, tinha como limites do poente até o Palácio da Redenção (atual sede do Governo do Estado), atingindo os arredores da Lagoa do Parque Sólon de Lucena. O serviço de abastecimento d'água da cidade foi inaugurado em 1912 com caldeiras alimentadas pela lenha oriunda Mata do Buraquinho. Em 1939, devido à necessidade de ampliação do fornecimento d'água foi adquirida e anexada à área a Propriedade Paredes, localizada na margem direita do rio Jaguaribe. Em 1940 foi inaugurada a Barragem do Buraquinho. A área original ficou reduzida à cerca de 50%, devido à implantação do projeto de saneamento e abastecimento e a abertura de avenidas e estradas. Com aproximadamente 515 hectares de extensão, é a maior reserva da floresta atlântica natural em área urbana do Brasil. A mata é cortada pelo rio Jaguaribe é totalmente cercada para evitar sua depredação, serve como local de estudo para pesquisadores que se preocupam com a preservação do meio ambiente. O Jardim Botânico, administrado pelo IBAMA, trouxe para João Pessoa o título de cidade mais verde do Brasil. Em 1989, através do Decreto Federal n° 98.181, a mata foi declarada Área de Preservação Permanente, ficando sob a responsabilidade do IBAMA. Em 2000, o Governo do Estado da Paraíba, chamou para si a responsabilidade de criação e implantação do Jardim Botânico de João Pessoa. Assim em 28 de agosto de 2000, foi assinado o Decreto n° 21.264 de criação do referido Jardim Botânico, Localização: Av. Dom Pedro II, bairro da Torre. Jardim Botânico de João Pessoa poderá ser visita do de segunda a sexta-feira, das 8 às 11h30 e das 13 às 17h. Grupos de mais de dez pessoas deverão agendar sua visita, que poderá ser feita através dos telefones: (83) 3218 7880 / 3218 7883.

PARQUE

Jardim Botânico Benjamim Maranhão (Mata do Buraquinho)


GUIA MAIS JOテグ PESSOA

PARQUES

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ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Teatro Minerva - Areia

Recreio Dramático foi o primeiro nome dado ao Teatro Minerva, quando inaugurado em 1859, tornando-se a primeira casa de espetáculos da Paraíba. A idéia de sua construção partiu de um grupo de idealista intelectuais de boa conceituação no cenário sócio-cultural da segunda metade do século XIX. O teatro foi construído no estilo barroco. Após alguns anos passou por reformas, mas sempre buscando preservar a sua originalidade. Hoje o teatro mantém as suas características arquitetônicas, como os seus 53 assentos, o palco e todo o seu interior.

Estação e Túnel da Great Western - Bananeiras

O trem chegou a Bananeiras em 22 de setembro de 1922, após a construção do túnel da serra da viração. Foi na administração estadual de Solon de Lucena, que dizia que “o trem chegaria a Bananeiras nem que fosse por baixo da terra”. Profecia? Quase. A tecnologia anglo-brasileira teve de perfurar um túnel de 202m, na pedra maciça, para que o trem atingisse Bananeiras, após passar pela vila de Camucá (a atual Borborema). Durante o São João, o Túnel é transformado em Salão de Forró e é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade. A antiga estação de trens foi transformada no Hotel Pousada da Estação. Não houve modificação arquitetônica externa. O prédio foi construído pela Great Western of Brazil. O telhado da plataforma guarda o estilo arquitetônico anglo-francês, por se apoiar sobre vigas de ferro comumente chamadas “mãos francesas”. Mesmo sendo inglesa, a Great Western of Brazil empregava operários franceses. O conjunto Arquitetônico da Antiga Estação é tombado pelo IPHAEP – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba. Estação de Trem - Bananeiras

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Casa de Pedro Américo - Areia

Na casa em que nasceu o pintor Pedro Américo, em 1843, hoje funciona um museu que guarda diversas réplicas de seus trabalhos e alguns objetos que pertenceram a sua família. Por incrível que pareça, no Museu não existe nenhuma obra original de Pedro Américo. Todos os quadros são obras feitas por artistas locais que reproduziram quadros famosos do pintor. Pedro Américo foi um dos maiores, se não o maior pintor brasileiro de todos os tempos. Dono de um traço singular, Pedro Américo fez inúmeras obras de artes em toda sua vida. Realizou várias obras a pedido de Dom Pedro II, a mais famosa delas sendo o quadro "O Grito do Ipiranga", de 1888.

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ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Pedra de Itacoatiara

As pedras paraibanas e seus mistérios

Ingá

É no município que se encontra o mais expressivo monumento arqueológico brasileiro, a "Itacoatiara do Ingá". O bloco granítico, de 24 metros de comprimento por 3 de altura, é coberto de enigmáticas gravuras que são inscrições rupestres feitas em pedras, provavelmente pelos indígenas, muito antes dos europeus chegarem ao continente americano. Não se conseguiu ainda decifrar o significado de tais inscrições. Os motivos são geométricos (pontos, círculos, estrelas, cruzes, entre outros), ocorrendo também representações estilizadas de animais.. A formação rochosa foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional - IPHAN. As pedras recebem visitantes do mundo todo, que vem apenas para conhecer o para estudar o fenômeno.

Fagundes

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Um dos principais atrativos do município é a Pedra de Santo Antônio, rocha em formato de coração que foi transformada em ponto de romaria. Durante o período que antecede a data do santo, 12 de junho, a capela que fica ao lado da pedra realiza novenários, casamentos e promessas. A cidade também encanta os turistas com belos cenários de montanha e fontes de água mineral.

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Queimadas

Na cidade, a Pedra do Leiteiro e a Pedra do Touro proporcionam a formação de uma paisagem fantástica e misteriosa, com gigantescos blocos de granito sobre lajedos, resultantes de fenômenos erosivos milenares.


ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Região Turística: Agreste Parque Estadual da Pedra da Boca

O Parque Estadual da Pedra da Boca está situado no município de Araruna. Com uma reserva de 156 hectares, possui um belíssimo patrimônio geológico, repleta de cavernas, rochas com agarras naturais e as mais diferentes formações rochosas, ideais para a prática de esportes de aventura. O local é formado por várias serras de pura rocha que escondem dezenas de cavernas e grutas. Muitas ainda inexploradas, algumas com pinturas rupestres. A região era ocupada primitivamente por várias tribos indígenas da imponente nação Tapuia. Hoje, é freqüentado pelos alpinistas de todo Brasil.


ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Cabaceiras

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Cenário de importantes filmes nacionais como "O Auto da Compadecida" e "Viva São João", a cidade tem como principal atração o Lajedo de Pai Mateus. No local, a formação geológica onde se encontram pedras gigantes que são denominadas de matacões é resultante da ação milenar da temperatura e dos ventos. Em Cabaceiras também é possível encontrar vestígios de animais gigantes e gravuras rupestres.


Lajedo de Pai Mateus

Um imenso mar de granito se destaca na paisagem cinza do lugar. São dezenas de blocos de granito que, há milhares de anos, serviram para que os índios que habitavam o Nordeste deixassem suas marcas. Sítios arqueológicos se multiplicam na região. Pai Mateus na verdade refere-se a um antigo ermitão que vivia sob as pedras e acabou emprestando seu nome ao lugar, hoje invadido por turistas do mundo inteiro. O local já conta com boa estrutura para visitas, a exemplo de hotel e guias capacitados. Engana-se, porém, quem acha que é só isso. Esportes de aventura, cavalgadas e expedições pelos sítios arqueológicos são apenas algumas das atrações oferecidas a quem decide desbravar esse pedaço do Cariri.


Açude Velho - Campina Grande

Considerado um dos principais cartões postais da cidade por sua beleza, teve suas obras iniciadas no ano de 1824, ainda na época do império, responsável por sua construção, sendo concluído em 1830. Hoje, a sua história se confunde com a própria cidade. Possui restaurante com vista panorâmica, quiosques e o monumento Os Pioneiros.Atualmente com suas calçadas ampliadas e com a construção de ciclovias, o Açude Velho também serve para a prática de Cooper. Diariamente centenas de pessoas acorrem àquela área, para fazerem seus exercícios físicos.

Estação Velha

A estação de Campina Grande foi inaugurada pela Great Western, como ponta de linha do ramal de Campina Grande. Até a década de 40, a estação foi ponto de destaque no desenvolvimento econômico e cultural campinense. Hoje, é um dos pontos mais atrativos da história de Campina Grande. Foi lá, precisamente no dia 2 de outubro de 1907, que a primeira "Maria Fumaça" aportou na cidade. É desta estação que sai o trem do forró para o distrito de Galante, no período de São João.


São João de Campina Grande

Em junho acontece a maior evento festivo da Paraíba, são trinta dias de festa com as melhores atrações regionais, cidade cenográfica e gastronomia especializada, vale a pena viver essa grande emoção.


ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Santa Luzia

A 10 km da cidade, encontra-se o Pico do Yayú, com 606 metros de altitude. Além de um excelente local para a prática de escalada e rapel, do alto do Pico é possível acompanhar um inesquecível pôr-do-sol. Outros pontos turísticos são a Serra da Talhada, dos Quintos e do Cabaço, o Monte de São Sebastião e o Museu da Cidade.

Serra de Picotes

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Parada obrigatória para os adeptos do ecoturismo e de esportes de aventura, a Serra de Picotes, localizada na Vila de Picotes, município de São Mamede, é um ponto ideal para a prática de escala e rapel.


ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Guarabira

Na cidade, é possível se aventurar em trilhas na Serra da Jurema ou participar das competições de motocross que acontecem periodicamente. Guarabira também é considerada um dos pontos do Brasil com maior incidência de OVNIs.


Bananeiras

Com um relevo bastante ondulado e montanhoso, a cidade tem como atração de destaque a Serra do Bebedouro, onde é possível fazer caminhadas e praticar o montanhismo. Outro ponto de visitação é o Túnel da Great Western, construído em 1927 sob a Serra da Viração. Outro destaque é o caminhos do frio, que sempre acontece no mês de julho. O clima da cidade é bastante agradável, vale a pena curtir bons momentos aqui.


ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Maturéia

É na cidade que se encontra o ponto mais alto da Paraíba. Situado na Serra do Teixeira, o Pico do Jabre tem 1.197 metros de altitude. A região possui um ecossis-tema exuberante e diversificado, com mata serrana e de caatinga, rios e fontes de água mineral. Do alto do pico é possível ter uma visão privilegiada da topografia do Sertão Paraibano.

Lajedo de Pai Mateus

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Lajedo de Pai Mateus

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Taperoá

A Pedra do Pico, situada no Sítio Serra das Almas, oferece uma visão panorâmica de toda a região. Os visitantes que buscam o turismo rural encontram nas Fazendas Pau Leite e Carnaúbas a produção de queijos, o criatório e o raceamento genético de bovino e caprinocultura regional. No município, é possível fazer uma visita á Casa de Ariano Suasuna, que será transformada em museu. Taperoá ainda apresenta grandes sítios arqueológicos e paleontológicos.


ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Boqueirão

Na região tradicionalmente seca, o principal atrativo é o açude Epitácio Pessoa, cenário ideal para a pesca e passeios de barco. também é possível realizar trilhas ecológicas e passeios a cavalo nas Serras do Cornoió, do Caturité, do Monte, do Facão e do Macaco.

Lajedo de Pai Mateus

Sumé

Nas Serras dos Sucurus, do Gonçalo e Matacões, os turistas podem fazer trilhas e passeios a cavalo. Já no açude de Sumé, as atrações ficam por conta de paseios de barco, da pesca e das trilhas às margens do Rio Sucuru.

Monteiro

São João do Cariri

Para quem busca tranquilidade, a cidade é uma ótima opção. Nas fazendas e nos Serrotes da Jurema e do Picote, os turistas podem fazer trilhas e passeios a cavalo. No Açude dos Namorados, o passeio de barco é um programa imperdível. Mas o município também proporciona aventura. Na muralha do Meio do Mundo, os turistas podem praticar rapel e escalada.

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O município é o lugar ideal para os turistas que gostam de aventura. As Serras do Jabitaca, do Fogo, da Rajada e da Bulandeira garantem ótimas trilhas e são perfeitas para a prática do rapel. Outro lugar de destaque na cidade é a Pedra do Peru.

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ATRATIVOS TURÍSTICOS DA PARAÍBA

Sousa e o Vale dos Dinosauros O Vale dos Dinossauros é um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros no mundo. Compreende uma área de mais 1.730 km2, abrangendo aproximadamente 30 localidades no alto sertão da Paraíba (Brasil), entre elas os municípios de Sousa, Aparecida, Marizópolis, Vieirópolis, São Francisco, São José da Lagoa Tapada, Santa Cruz, Santa Helena, Nazarezinho, Triunfo, Uiraúna, São João do Rio do Peixe e Cajazeiras. Os achados mais importantes estão na Bacia do Rio do Peixe, município de Sousa, a 420 km de João Pessoa. Lá, encontram-se rastros e trilhas fossilizadas de mais de 80 espécies em cerca de 20 níveis estratigráficos. Destacam-se as trilhas das localidades da Passagem das Pedras, onde foram descobertas os primeiros indícios de dinossauros brasileiros, no fim do século XIX. Em toda a região, encontram-se rastros fossilizados cujo tamanho varia de 5 cm (de um dinossauro do tamanho de uma galinha), até 40 cm, como as pegadas de iguanodonte de 4 toneladas, 5 metros de comprimento e 3 metros de altura. A maioria das pegadas são de dinossauros carnívoros. Uma trilha com 43 metros em linha reta é a mais longa que se conhece no mundo. De acordo com os paleontólogos, esses rastros têm pelo menos 143 milhões de anos. As marcas deixadas por esses animais pelo sertão paraibano despertam o interesse de cientistas brasileiros e estrangeiros, atraindo também muitos turistas e curiosos de todo o mundo.

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Quando for a cidade de Sousa, aproveite e prove a água de cocô que é distribuido em todo o Brasil, a cidade é a maior produtora deste produto no Nordeste.

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Localização: Alto Sertão paraibano Distância da capital: 444 Km Principal Acesso: BR 230 Centro de Informação ao Turista: (83) 522 2688 ou 522 2682.


GASTRONOMIA

A carne de sol contada pelo Picui Praia. Um dos pratos mais consumidos nos restaurantes do Nordeste é a famosa Carne de sol. Produzida com requintes artesanais, a carne passa por um preparo especial até chegar às mesas dos restaurantes para se transformar nas mais variadas receitas que são criadas na região.

dessas carnes, onde depois de cortadas são ligeiramente salgadas e deixadas em locais cobertos e bem ventilados, passando por um leve processo de desidratação, com acompanhamento constante de seus tratadores, virando e mexendo os lados para dar mais qualidade ao produto.

O hábito de conservar carne usando sal existe desde os egípcios, há quatro mil anos antes de Cristo. Daí surgiram as carnes curadas, as carnes defumadas e a salgação de peixes, especialmente, o bacalhau. Os portugueses, nas suas expedições de colonização pela região nordestina, tinham tradição de conservar alimentos salgando e expondo-os ao sol, de onde surgiu a cultura introduzida em nossa região do consumo da carne salgada.

O resultado dessas etapas é uma carne macia e especial com uma capa protetora que conserva a parte de dentro da carne, obtendo-se um produto com características muito semelhantes à carne fresca (textura e cor) que se conserva de 72 horas a 96 horas em temperatura ambiente tendo umidade de 64-70% e teor de sal de 5 a 6%, daí todo manejo artesanal desenvolvido dar um sabor todo especial quando preparada ao forno, churrasco ou em preparos especiais pelos chefs nordestinos, no restaurante Picui Praia, todas as etapas de conservação no recebimento ao preparo são rigorosamente obedecidos, chegando a ser um ritual.

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Os mais antigos registros históricos a respeito da carne de sol são do século XVII. Em viagem à Bahia, entre agosto e outubro de 1610, Pyrard de Laval aventureiro e explorador, registrou:

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“É impossível terem-se carnes mais gordas e tenras e de melhor sabor. Verdade é que são os mais belos e os maiores bois do mundo. Salgam as carnes, cortam-nas em pedaços bastante largos, mas pouco espessos, quando muito dois dedos de espessura, se tanto. Quando estão bem salgadas, tiram-nas sem lavar, pondo-as a secar ao sol; quando bem secas, podem conservar-se por muito tempo, sem se estragar, contanto que fiquem secas (...)”.

Alguns estados do Nordeste disputam o titulo de maior produtor, mas a Paraíba é um dos estados que mais valoriza essa cultura. Em Picuí, localizado a 240 Km da capital paraibana (João Pessoa), anualmente acontece o festival da Carne de Sol e a cada ano atrai mais turistas e apreciadores. A produção de carne de Picuí ganha dos estados do Brasil e é uma das melhores em qualidade.

A carne de sol também recebeu outros nomes como: carne-de-vento, carne-seca, carne-dosertão, carne serenada, carne-de-viagem, carnemole, cacina ou carne acacinada. Apesar do nome 'carne de sol', ela é raramente exposta ao sol no processo de desidratação a técnica de preparo

Se você quiser apreciar varias receitas com preparos de Carne de Sol, vá ao Picuí Praia e aproveite o lugar, além de um cozinha deliciosa o local é agradável. Confira algumas receitas no site:

www.picuipraia.com.br


BARES, RESTAURANTES E LANCHONETES

COZINHA RÁPIDA BONAPARTE Av. Flavio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6151 Av. Odon Bezerra. Tambiá Shopping Telefone: (83) 3214-4151

RISOTTO MIX Av. Gov. Flávio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra Shopping Telefone: (83) 3246-1163

DONATÁRIO CAPITANIA DOS CAMARÕES Av. Gov. Flavio ribeiro Coutinho, 115 Mag Shopping Telefone: (83) 3048-1088

BUONGUSTAIO Av. Gov. Flávio Ribeiro Coutinho,805 Manaíra Shopping Telefone: (83) 3048-1088

COZINHA CHINESA CHINA IN BOX Rua Epitácio Pessoa, 2458 Tambauzinho Telefone: (83) 3244-0800 CHINA TAYWAN Av. João Câncio, 1240 Manaíra Telefone: (83) 3247-3802 CHINATOWN Av. Flavio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra Telefone: (83) 2106-6059

SAN SUN Rua:Salustiano Ribeiro,178 Tambauzinho Telefone: (83) 3244-4112 Ó CHINA Av: Dr. Seixas Maia,15 Manaíra Telefone: (83) 3246-3005

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BUFFET

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A CUBATA Rua Desportiva Aurélio Rocha, 553 / SL 102 - Pedro Godim Telefone: (83) 3224-1034

DIVINO FOGÃO - COMIDA TIPICA DA FAZENDA Av. Flávio Ribeiro Coutinho,805 Manaira Shopping Telefone: (83) 2106-6121

FRAMBOÁ Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra Shopping Telefone: (83) 3246-5426

SALUTTE Rua: Geraldo Costa, 150 Manaíra Telefone: (83) 3247-4080

PALACE GOURMET Av. Almirante Tamandaré, 150 Tambaú Telefone: (83) 3226-5106

A CABANA DO POSSIDÔNIO Av. Flavio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6152

PALACE GRILL Av. Epitácio Pessoa, 5000 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-2032

SONHO DOCE Praça da Independência, 109 Tambiá Telefone: (83) 5801-3490

O GUIA MAIS RECOMENDA


BARES, RESTAURANTES E LANCHONETES

COELHO'S Rua Djalma Coelho, 20 Bancários Telefone: (83) 3235-2859

BOI BUMBAR Av. Isidro Gomes, 216 Tambaú Telefone: (83) 3226-4542

TOCA DO CAJÚ Rua Helena Meira Lima, 269 Tambaú, Telefone: (83) 3247-3002

SABOR TROPICAL - Forno sem fritura Rua:Juvenal Mario da Silva,1181 Manaira -em frente ao Manaira Shopping Telefone: (83) 3268-0521

COZINHA JAPONESA YOKAN RESTAURANTE JAPONÊS Av. Arabutan, 221 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-5429

IPPON Av. Professora Maria Sales, 314 Manaíra Telefone: (83) 3214-8000

TOYO SUSHI E TEMAQUERIA Av: Flavio Ribeiro Coutinho, 400 Manaíra – térreo Telefone: (83) 3246-7092

SUSHI BESSA Rua Francisco Leocadio Ribeiro Coutinho, 55 Bessa Shopping Telefone: (83) 3246-7200

SASHIMI & GRILL Av. Mons. Odilon Ribeiro Coutinho, 71 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-5150

TANABATA COMENDARIA & LOUNGE Rua José Gomes Sá Filho, 321 Jardim Oceania Telefone: (83) 3246-6008

TÁBUA DE CARNE Av. Rui Carneiro, 648 Tambaú Telefone: (83) 3247-5970

MANGAI Av. Edson Ramalho, 696 Manaíra Telefone: (83) 3226-1615

PICUÍ PRAIA Av. João Maurício, 1395 Manaíra Telefone: (83) 3246-3377

CASA DO SÍTIO RESTAURANTE Av. Juarez Távora, 583 - Torre Telefone: (83) 3243-1848 Av: Antonio Lira, 124 - Tambaú Telefone: (83) 3512-8340

FRUTOS DO MAR BARGAÇO Av. Cabo Branco, 5160 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-5100

CANOA DOS CAMARÕES Av. João Maurício, 121 Manaíra Telefone: (83) 3247-2055

CAMARÃO DA PRAIA Rua São Gonçalo, 361 Manaíra Telefone: (83) 3247-9957

OLHO DE LULA Av. Cabo Branco, 2300 Cabo Branco Telefone: (83) 3226-2328

O GUIA MAIS RECOMENDA

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COZINHA REGIONAL

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BARES, RESTAURANTES E LANCHONETES

COZINHA À LA CARTE (VARIEDADES) ADEGA DO ALFREDO - Cozinha portuguesa e internacional Rua Coração de Jesus, S/N. Tambaú Telefone: (83) 3226-4346

GULLIVER Av. Olinda, 590 Tambaú Telefone: (83) 3247-1495

CASA DO BACALHAU - Cozinha portuguesa Av. Franca Filho, 52 Manaíra Telefone: (83) 3247-6775

L'ATLANTIQUE - HARDMAN PRAIA Av. João Maurício, 1341 Manaíra Telefone: (83) 3246-8811

CASSINO DA LAGOA Rua Parque Solon de Lucena, S/N Centro Telefone: (83) 3221-4275

TANABATA COMENDORIA & LOUNGE Rua José Gomes Sá Filho, 321 Bessa Telefone: (83) 3246-6008

CITRON - VERDEGREEN - Cozinha francesa Av. João Mauricio,255 Manaíra Telefone: (83) 3044-0000

OLHO D'ÁGUA - TROPICAL HOTEL TAMBAÚ Av. Almirante Tamandaré, 229 Tambaú Telefone: (83) 2107-1900

FELLINI RISTORANTE PIANO MAR Av. Cabo Branco. S/N. Cabo Branco Telefone: (83) 3247-2846

PORTO MADEIRO Rua Antonio Carlos Araújo, 60 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-1594

GRAVATÁ ART AMBASSADOR FLAT Av. Cabo Branco, 1890 Cabo Branco Telefone: (83) 3044-6700

FLASH Av. João Maurício, 1651 Manaíra Telefone: (83) 3246-3625

BOULANGE BISTRÔ PARIS - cozinha Francesa Av. Olinda, 292 Tambaú Telefone: (83) 3247-1296

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COZINHA ITALIANA (MASSAS E PIZZAS)

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FAMIGLIA MUCCINI Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 140 Tambaú Telefone: (83) 3226.8588

SAPORE D'ITÁLIA Av. Cabo Branco, 1584 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-3322

APPETITO TRATORIA R.Osório Paes,35 Tambaú Telefone: (83) 3226-6634

PIZZARIA DO PAULISTA Av. João Câncio da Silva, 490 - Manaíra Telefone: (83) 3247-7948 Av: Argemiro de Figueiredo, 447 - Bessa Telefone: (83) 3246-6061

O GUIA MAIS RECOMENDA


BARES, RESTAURANTES E LANCHONETES

CHURRASCARIAS TERERÊ Av. Cabo Branco, 1830 Cabo Branco Telefone: (83) 3226-1717

MANDACARU GRILL Av. Nossa Senhora dos Navegantes Tambaú Telefone: (83) 3247-0075

SAL E BRASA R. Fernando Luiz Henrique dos Santos, 713 Bessa Telefone: (83) 3268-4315

LANCHONETES A SAMARITANA LANCHES Av. Epitácio Pessoa, 3369 Tambauzinho Telefone: (83) 3243-0665

SONHO DOCE Praça da Independência, 109 Tambiá Telefone: (83) 58013-490

BIG DOG LANCHONETE Av. Marcionila da Conceição, 1235 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-1133

ULTRA LEVE - NATURAIS Praça de Alimentação Manaíra Shopping Telefone: (83) 3246-1255

EMPADINHAS BARNABÉ Rua Juvenal Mario da Silva, 670 Manaíra Telefone: (83) 3245-7050

BOB´S Praça de Alimentação Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6100/2106-6024 Av: Nego,476 – Tambaú Telefone: (83) 3226-1083

FINA FATIA Av. Nego, 476 Tambaú Telefone: (83) 3226-1083 MANAÇAÍ Rua Ezely Fabricio de Souza, 681 Praça Alcide Carneiro - Manaíra Telefone: (83) 3246-9207 ROCKABILLY Rua Waldemar Chianca, 139 Bessa Telefone: (83)3246-8840

MC DONALD`S Praça de Alimentação Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6280/2106-6286 Av: Rui Carneiro, 232 - Tambaú Telefone: (83) 3214-8101 SUBWAY Praça de Alimentação Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6486 Av: Cabo Branco,1108 - Cabo Branco Telefone: (83) 35126486

BOTEQUIM VILLA SÃO PAULO Av. Argemiro de Figueiredo, 1029 Bessa Telefone: (83) 3246-2826

O GUIA MAIS RECOMENDA

MARINAS CABO BRANCO Av. Cabo Branco, 2.270 Cabo Branco Telefone: (83) 3226-5734

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BARES

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BARES, RESTAURANTES E LANCHONETES

MR. CAIPIRA Av. João Mauricio, 1533 Manaíra Telefone: (83) 3246-7597

BESSA BRASIL Rua Arthur Monteiro Paiva, 1320 Bessa Telefone: (83) 3245-3742

CACHAÇARIA DONA BRANCA Av. Governador Argemiro de Figueiredo, 1223 Bessa Telefone: (83) 3214-9595

REAL BOTEQUIM Mag Shopping Manaíra Telefone: (83) 3246-9088

VILA CARIRI Rua: Francisco Claudino Pereira, 500 Manaíra Telefone: (83) 3246-7442

BESSA GRILL Av. Artur Monteiro de Paiva, 1190 Bessa Telefone: (83) 3245-3502

TERRAÇO BAR Av. Coração de Jesus,138 Tambaú Telefone: (83) 8852-3452

DORYS BAR Bar fora da rota das praias, sendo de bairro. Com música ao vivo. Rua: Praia de Tambaú, 12 - Água fria Telefone: (83) 8862-0179 / 3231-8273

PONTAL DO CABO Av. Cabo Branco, 4912 Cabo Branco Telefone: (83) 3247-4336

O GUIA MAIS RECOMENDA

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*Lembramos que os horários de funcionamento e telefones, são de inteira responsabilidade dos estabelecimentos aqui listados.

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CAFÉ

Vai um

?

cafezinho ai

Diz a lenda que o café foi descoberto por um jovem pastor de cabras da cidade de Kaffa, região da atual Etiópia, em meados do século III d.C. Conta-se que certa noite ficou ansioso quando suas cabras não retornaram ao rebanho. Quando saiu para procurálas, encontrou-as saltitando próximo a um arbusto cujos frutos estavam mastigando e que obviamente foi o que lhes deu a estranha energia que o homen nunca tinha visto. A palavra "café" vem do árabe Kahoua ou Qahwa que significa 'o excitante'. Os árabes foram os primeiros a cultivar cafezais e pioneiros no hábito de beber café. Porém a bebida que conhecemos hoje surgiu por volta de 1500 a.c, quando os persas começaram torrar grãos. Quando chegou em terras brasileiras, o café encontrou solo propício para seu cultivo, e em 1840, o Brasil já era o maior produtor mundial. Começava então o período áureo do chamado ciclo do café que durou até 1930. O café, além de ser um dos produtos mais consumidos no mundo, é também de grande utilização no ambiente esotérico. Tal fato ocorre devido à tradição, entre muitos povos, de que a

borra formada pelo café pode revelar fatos sobre o futuro de quem o saboreou. A leitura da borra é chamada de cafeomancia. Em João Pessoa temos a fabrica da marca São Braz, que beneficia o grão vindo de varias parte do pais e fica no município de Cabedelo, região metropolitana da nossa capital, alem de outras fabricas que estão espalhadas pela região Nordeste. São vários endereços que podemos desfrutar de momentos descontraídos e cheios de sabor nos endereços que servem Café expresso, preparados, chá e drinks.

SERVIÇO:

Coffe Shopping São Braz Praça de eventos no Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6491 Coffe Shopping Santa Clara ( uso da marca Santa Clara) Praça da Moda Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6300 Bom Café (quiosque) Mag Shopping Térreo do Mag Shopping Telefone: (83) 3048-1195

Casa do Pão de Queijo Mag Shopping – 1º andar Telefone (83) 3048-1023 Grão Expresso Caiçara Shopping Telefone: (83) 3246-8958 Banana Laounge Av: Flávio Ribeiro Coutinho, 300 Empresarial Praia Shopping Telefone: (83) 3245-8260/2106-0978 Gelateria Parmalat Manaíra Shopping Telefone: (83) 2106-6166 Coffe Shopping Santa Clara Mag Shopping Telefone: (83) 3041-0000

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Açaí Café Av: Cabo Branco, 1686 Telefone: (83) 3226-2432

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MEIOS DE HOSPEDAGEM

JOÃO PESSOA

ANNAMAR HOTEL Praça Santo Antônio, 36 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 247-3011 E-mail: annamarhotel@openline.com.br

ATLÂNTICO PRAIA OTHON Av.Almirante de Tamandaré, 440 – Tambaú Telefone: + 55 (83) 2107-9999 Fax: (83) 2107-9901 E-mail: reservas@atlanticopraiahotel.com.br www.atlanticopraia hotel.com. br HARDMAN PRAIA HOTEL Av. João Maurício, 1341 – Manaíra Telefax: + 55 (83) 3246-8811 E-mail: diretoria@hotelhardman.com.br www.hotelhardman.com.br HOTEL CAIÇARA BEST WESTERN Av. Olinda, 235 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 2106-1000 E-mail: caicara@openline.com.br caicara@hotcaicara.com.br www.hotcaicara.com.br HOTEL IMPERIAL Av. Almirante Tamandaré, 612 – Tambaú Telefone: + 55 (83) 2107-7777 Fax: (83) 2107-7777 E-mail: reervas@imperialhoteis.com.br www.imperialhoteis.com.br

HOTEL FLEX BRISTOL PORTAL DO SOL Av. João Maurício, 1861 – Bessa Telefone: + 55 (83) 2107-5100 Fax: (83) 2107–5107 E-mail: contato@hotelportaldosol.com.br HOTEL VILLAGE Av. Presidente Epitácio Pessoa, 4851 Telefone: + 55 (83) 2107-4000 Fax: (83) 2107-4001 E-mail: hotelvillagejoaopessoa@hoteisvillage.com.br www.hoteisvillage.com.br IBIS JOÃO PESSOA Avenida Cabo Branco, 4350 Cabo Branco Telefone: + 55 (83) 2108-9200 Fax: (83) 2108-9201 E-mail: ibisjoaopessoa@accorhotels.com.br IGATU PRAIA HOTEL Avenida Cabo Branco, 1984 - Cabo Branco Telefones: +55 (83) 3247-8808 / 3247-8804 E-mail: reservas@igatuhotel.com.br LITTORAL HOTEL Av. Cabo Branco, 2172 – Cabo Branco Telefax: + 55 (83) 2106-1100 E-mail: hotel@hotellittoral.com.br www.littoral.com.br

HOTEL COSTA DO ATLÂNTICO Av. João Mauricio, 223 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 3247-6505 E-mail: hotelc.atlantico@uol.com.br www.hotelcostadoatlantico.com.br

LITTORAL EXPRESS HOTEL Av. Almirante Tamandaré, 40 – Tambaú Telefone: + 55 (83) 2106 – 9900 Fax: (83) 2106 -9911 E-mail: express@littoral.com.br www.litoral.com.br

HOTEL POUSADA SOLAR DA PRAIA Rua José Augusto Trindade, 92 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 3247-4145 E-mail: reserva@hotelpousolarpraia.com.br www.hotelpousolarpraia.com.br

TROPICAL TAMBAÚ Av. Almirante Tamandaré, 229 – Tambaú Telefone: + 55 (83) 2107-1919 Fax: (83) 3247-2248 E-mail: gcftht@tropicalhotel.com.br www.tropicalhotel.com.br

HOTEL OURO BRANCO Av. Nossa Senhora dos Navegantes, 431 Tambaú Telefone: + 55 (83) 3247-1010 Fax: (83) 3226-226-6274 E-mail: hotelourobranco@zaitec.com.br www.hotelourobrancohoteis.com

XÊNIUS HOTEL Av. Cabo Branco, 1262 – Cabo Branco Telefone: + 55 (83) 3226-3535 Fax: (83) 3247-5463 E-mail: xeniushotel@terra.com.br www.xeniushotel.com.br

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HOTÉIS

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MEIOS DE HOSPEDAGEM

HOTÉIS

JOÃO PESSOA

JR HOTEL Rua Rodrigues Chaves, 87 – Centro Telefax: + 55 (83) 3241-6262

LAGOA PARK HOTEL Rua Padre Meira, 19 – Centro Telefone: + 55 (83) 3015-1400 BRISTOL MARINAS PRAIA HOTEL Avenida: Cabo Branco NOBILI ROYAL PRAIA HOTEL Rua: Coração de Jesus, S/n Telefax: +55(83) 2106-3000 www.royalhotel.com.br

POUSADAS POUSADA ATLÂNTICA Av. Senador Rui Carneiro, 477 – Tambaú Telefone: + 55 (83) 3226-1501 Fax: (83) 3226-1406 E-mail: reservas@pousadaatlantica.com.br www.pousadaatlantica.com.br

POUSADA BELLA PRAIA Av. Nego, 265 - Tambaú Telefone: + 55 (83) 3226-4739 E-mail: belapraia@yahoo.com.br www.belapraia.com.br POUSADA DO CAJU 1 Rua Helena Meira Lima, 269 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 2107-8700 E-mail: contatos@pousadadocaju.com.br www.pousadadocaju.com.br

AMBASSADOR FLAT Av. Cabo Branco 1890 - Cabo Branco Telefone: + 55 (83) 3044-6700 Fax: (83) 3044-6702 E-mail: comercial@ambassadorflat.com.br www.ambassadorflat.com.br TAMBAÚ FLAT Av. Epitácio Pessoa, 5000 – Cabo Branco Telefax: + 55 (83) 2107-8800 E-mail: flat@tambauflat.com.br www.tambauflat.com.br

JOÃO PESSOA POUSADA DO CAJU 2 Rua Infante Dom Henrique, 750 – Tambaú Telefone: + 55 (83) 3247-3960 E-mail: reservas@pousadadocaju.com.br www.pousadadocaju.com.br POUSADA DO CAJU - FLAT 3 Rua: Antonio Lira, 407 – Tambaú Telefone: +55(83) 3247-3666 POUSADA DO CAJU 4 Rua Helena Meira Lima, 365 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 3247-2086 E-mail: contatos@pousadadocaju.com.br www.pousadadocaju.com.br POUSADA DO CAJU 5 Rua: Nossa Senhora dos Navegantes,775 – Tambaú Telefax: + 55 (83) 2107-8700 E-mail: contatos@pousadadocaju.com.br www.pousadadocaju.com.br

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HOSPEDAGEM

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CABEDELO - LITORAL NORTE

FORMOSA APART HOTEL Av. Cassiano da Cunha Nóbrega, 555 Praia de Formosa Telefone: + 55 (83) 3228-1868 Fax: (83) 3228-2555 E-mail: formosa@netwaybbs.com.br

HOTEL FLAT CAJU INTERMARES Av: Oceano Atlântico, S/n Beira Mar da Praia de Intermares Telefax: + 55 (83) 3248-2300 E-mail: contatos@pousadadocaju.com.br www.pousadadocaju.com.br

POUSADA ENSEADA DO POÇO Rua Carolino Cardoso, 25 – Praia do Poço Telefax: + 55 (83) 3250-1645

INTERMARES POUSADA TÊNIS Rua Golfo de Cook, s/n - Praia de Intermares Telefone: + 55 (83) 3248-3775 www.intermarespousadatenis.com.br


MEIOS DE HOSPEDAGEM

HOSPEDAGEM

POUSADA CAMARATUBA Mataraca Barra de Camaratuba Telefone: + 55 (83) 3297-7029

HOSPEDAGEM POUSADA DAS CORES Av. Beira Mar, S/N Qd L 01 Lote 05 E 16d Praia de Carapibus – Jacumã Telefone: + 55 (83) 3290-1779 E-mail: carapibus@terra.com.br www.pousadadascores.com.br POUSADA ENSEADA DO SOL Av: Beira Mar, s/n Praia de Carapibus - Conde Telefax: + 55 (83) 3290-1732 www.enseadadosol.com.br HOTEL POUSADA VIKING Rua Projetada, 330 - Jacumã Telefone: + 55 (83)3 290-1400 Fax: (83) 3290-1015 E-mail: info@hotelviking.com.br www.hotelviking.com.br

CONDE - LITORAL SUL

HOTEL POUSADA ARUANÃ Av: Beira Mar, 2006 Praia de Carapibus – conde Telefone: + 55 (83) 3290-1234 www.aruanapousada.com.br MUSSULO BEACH RESORT POUSADA DAS CONCHAS Praia de Tabatinga Telefone: + 55 (83) 3290-1303 www.conchaspousada.com.br POUSADA MARIA BONITA PRAIA DE TABATINGA Telefone: + 55 (83) 3290-1668 www.mariabonita.pb.com.br

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POUSADA SAINT-TROPEZ Rua Benjamin de Souza Falcão, s/n -LUCENA Telefone: + 55 (83) 3293-1004

LITORAL NORTE

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TELEFONES ÚTEIS

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ESPAÇO CIDADÃO

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Casa da Cidadania do Manaíra Shopping Endereço: Av; Flávio Ribeiro Coutinho, 805 - Manaira Shopping Fone: 2106-6207 Segunda a sexta 10h00 as 20h00 Apenas DETRAN e Receita Estadual funcionam até as 18h00 Sábados 10h00 as 14h00 Não funcionam Detran/ receitas estadual e municipal Não existe os serviço da: Energisa e TRE

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FEIRAS LIVRES

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UNIVERSIDADES

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DELEGACIAS

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12ª Delegacia Distrital Rua: Manoel Arruda Cavalcante, S/n Fone: (83) 3268.1491 Área de abrangência: Jardim América, jardim Oceania, Bessa e Aeroclube Funcionamento: Segunda a Sexta-feira das 8h00 às 18h00. Não funciona sábado, domingos e feriados passando a responder por essa circunscrição a 10º Delegacia em Tambaú

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Disque Denúncia - 147 Gerência Executiva de Polícia Civil Metropolitana - João Pessoa (83) 3218 5319 Superintendência Regional da Polícia Federal - João Pessoa (83) 3214 2500


ASSISTÊNCIA MÉDICA

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10 | GUIA MAIS JOÃO PESSOA

Hospital Dom Rodrigo Av. Maximiniano Figueiredo, 592 Centro - Fone: (83) 4009.6200

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CAIXAS ELETRÔNICOS, AGÊNCIAS E CASAS DE CÂMBIO

Banco do Brasil

Agência Epitácio Pessoa, 1580 Fone: (83)3224-2138 •Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto •Centro Turístico de Tambaú - Tambaú •Estação Ferroviária - Varadouro •Av: Rui Carneiro - Tambaú •Mag shopping - Manaíra •Manaíra Shopping - Manaíra •Tambia Shopping - Centro •Praça 1817 - Centro •Terminal Rodoviário Severino Camêlo - Varadouro •Pão de Açúcar - Retão de Manaíra •Pão de Açúcar - Epitácio Pessoa •Espaço Cultural José Lins do Rêgo - Tambauzinho

Bradesco

Agência Epitácio Pessoa, 2760 Fone: (83)3244-1471 •Centro Turístico Tambaú - Tambaú •Rua: Duque de Caxias - Centro •Av. Sen. Ruy Carneiro - Tambaú •Av: Flávio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaira)

CASAS DE CÂMBIO

Banco do Brasil

Ag. Centro - Praça 1817, 129 Fone: (83) 3216-1222

Europa Câmbio e Turismo Mag Shopping, s/n - Manaíra Fone: (83) 3048-1070/3048-1060

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Mondeo Tour

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Av. Nego, 46 - Tambaú Fone: (83) 3226-3100

Actual Câmbio

Manaíra Shopping - Manaíra Fones: (83) 3246-2612/2106-6400

Caixa Econômica Federal

Agência Epitácio Pessoa, 1521 Fone: (83) 3216-5200/3224-0288 •Av. Pres. Epitácio Pessoa, 1521 •Av. Sen. Ruy Carneiro, 245 - Tambaú •Manaíra Shopping •Mag Shopping •Tambiá Shopping - Centro •Espaço Cultural

HSBC

•Av. Pres. Epitácio Pessoa, 1797 •Av: Duque de Caxias - Centro

Itaú

Agência Epitácio Pessoa, 1739 Fone: (83) 3244-1334 •Av. Pres. Epitácio Pessoa, •Manaíra Shopping - Manaíra •R. Duque de Caxias, 524 •Av. Gov. Flávio Ribeiro Coutinho •Centro Turístico Tambaú - Tambaú

Banco Real

Agência Epitácio Pessoa, 2869 Fone: (83) 3244-3373/3244-3860 •Parque Solon de Lucena, 563 - Centro •Mag shopping - Manaíra •Manaíra Shopping - Manaíra •Espaço Cultural •Av: Epitacio Pessoa (existem 2 agências)

Terminais de atendimento do Banco 24 Horas. •Pão de Açúcar - Epitácio Pessoa •Pão de Açúcar - Retão de Manaíra •Manaíra Shopping - Térreo •Posto Select - Av: Nego - Tambaú •Hiper Bompreço - BR 230

Unibanco

Agência Epitácio Pessoa, 2234 Fone: (83) 3244-2223/3244-3486 •Av. Pres. Epitácio Pessoa, •Parque Solon de Lucena

1- Os telefones das agências que estão impressos nessa pagina são para auxiliar caso necessário. 2- Existem outras agências dos Bancos aqui citados e outras bandeiras, espalhados na cidade. 3- Telefones que não conferem não são de nossa responsabilidade. 4- Prefira os endereços de maior fluxo a exemplo de shoppings.


Sim Locadora

Tambaú Rent a Car Av. Cabo Branco, 1686 Fone: 3226 2432

Macrophoto Av. Flávio Ribeiro Countinho, 50 Manaíra Fone: (83) 3245 8862

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Boate Level R. Euzely Fabrício de Souza,669 Manaíra Fone: (83) 3246 3746

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2106 6000

Hiper Bombreço (Estrada de Cabedelo) Rua Edgar Sales de Miranda Henrique, 400, Bessa Fone: (83) 3216 8200 Pão de Açúcar Av. Gov. Flávio Ribeiro Coutinho, 600, Manaíra Fone: (83) 3246 1456

Táxis Disk Táxi Fone: 0800 83 1310 (83) 3223 1700 Tele Táxi Fone: 0800 83 2056 (83) 3241 5656

Supermercados

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Carrefuor João Pessoa Rua Bacharel Irenaldo de Albuquerque Chaves, Bessa Fone: (83) 3216 8300

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Rádio Táxi Fone: 0800 285 4449 (83) 3246 1068 Tambaú Táxi Fone: 0800 83 7007 (83) 3241 6666


Horário de funcionamento: Diariamente das 11h às 20h Local: Manaíra Shopping Fone: (83) 8704 1998

Express

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Horário de funcionamento: Diariamente das 11h às 20h Local: Manaíra Shopping Fone: (83) 2106 6151

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DELIVERY

FORNO A LENHA

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gelateria

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parmalat


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