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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 09/09/2012

VEÍCULO: Agência Brasil

ASSUNTO: Mostra Nacional de Robótica vai premiar trabalhos de estudantes brasileiros de todos os níveis de escolaridade EDITORIA: Pesquisa Inovação

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http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-09-09/mostranacional-de-robotica-vai-premiar-trabalhos-de-estudantes-brasileiros-detodos-os-niveis-de-esc

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Mostra Nacional de Robótica vai premiar trabalhos de estudantes brasileiros de todos os níveis de escolaridade Rio de Janeiro - A Mostra Nacional de Robótica está programada para o período de 17 a 21 de outubro, em Fortaleza (CE), e ocorrerá simultaneamente às competições Brasileira e LatinoAmericana de Robótica, voltadas para estudantes de nível superior; às finais da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que envolvem 50 mil alunos do ensino fundamental, médio e técnico de todo o país; ao Simpósio Latino-Americano de Robótica e ao 1º Simpósio Brasileiro de Robótica. De acordo com o professor Alexandre Simões, da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), um dos coordenadores da mostra, o objetivo é “que a gente divulgue ciência e tecnologia para os jovens, de uma forma geral, e promova o reconhecimento dos jovens talentos”. O evento pretende também estimular os jovens para a área da engenharia “que, sabidamente, não vai ter profissionais em número suficiente na próxima década, ante o crescimento do Brasil”. O interesse demonstrado pelo público levou à prorrogação, até a próxima sexta-feira (14), das inscrições para a mostra, que se encerrariam ontem (8). As inscrições devem ser feitas no endereço eletrônico www.mnr.org.br. Esta é a segunda vez que o evento ocorre no país, ressaltou Simões.

Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


As inscrições estão abertas a estudantes dos níveis fundamental, médio, técnico, superior, pós-graduandos ou pesquisadores de qualquer instituição do país com trabalhos na área da robótica. A ideia, acrescentou o professor, é que a mostra seja o mais inclusiva possível, funcionando como um fórum para professores e alunos. Podem ser inscritos trabalhos sob vários formatos, como vídeo, por exemplo, e também no modelo tradicional de artigos científicos, mais usado por estudantes do ensino superior e da pós-graduação, informou o coordenador. Os prêmios para os melhores trabalhos englobam desde certificados de menção honrosa até a distribuição de 48 bolsas de iniciação científica júnior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no valor de R$ 100 por mês, para estudantes do ensino fundamental e médio. São distribuídas também passagens para que grupos possam participar da mostra presencial. Simões esclareceu que os alunos que forem contemplados com as bolsas do CNPq terão um ano para aprimorarem seus trabalhos, para apresentá-los na mostra de 2013. A Mostra Nacional de Robótica é promovida pelo CNPq, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica (SEB) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), com apoio da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e da Sociedade Brasileira de Automática (SBA). De acordo com o professor, a expectativa é que a edição deste ano supere o resultado registrado no ano passado, quando 200 instituições e mais de 300 estudantes participaram da mostra, realizada em São João del-Rei, em Minas Gerais.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 05/09/2012

VEÍCULO: Agência Brasil

ASSUNTO: Consumidores brasileiros testam botijão de gás feito de fibra de vidro EDITORIA: Pesquisa Inovação

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Consumidores brasileiros testam botijão de gás feito de fibra de vidro Rio de Janeiro – Cerca de 12 mil consumidores das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre estão testando novas embalagens de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) feitas de fibra de vidro termoplástico e polietileno de alta densidade, mais leves que as tradicionais embalagens de aço. O produto é inédito no Brasil e foi trazido ao país pela Liquigás Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Os testes começaram a ser feitos em fevereiro. De acordo com o diretor de GLP Envasado da Liquigás, Paolo Ditta, a nova embalagem, batizada pela empresa de LEV, é uma inovação no mercado brasileiro. O novo botijão já é sucesso nos mercados americano, europeu e asiático. Ele se destina, principalmente, ao consumidor residencial “e também a consumidores específicos, para os quais o peso, o material e as dimensões do vasilhame fazem diferença, como os usuários de trailers e embarcações”. Segundo Ditta, o produto é sustentável já que a cobertura rígida é confeccionada com material reciclável. Os botijões LEV foram importados da empresa Amtrol Alfa, maior fabricante de botijões do mundo, que responde pelo desenvolvimento e fabricação do produto em Portugal. O projeto está sendo conduzido no Brasil em parceria da Liquigás com a Amtrol Alfa e a Braskem.

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A Liquigás informou que, após a avaliação dos resultados dos testes, será elaborado um relatório sobre a viabilidade da comercialização e a instalação de uma fábrica para produção das embalagens de fibra de vidro no país. A empresa informou também, por meio de sua assessoria, que a certificação do produto é dada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Além disso, segundo a subsidiária da Petrobras, os resultados dos testes serão encaminhados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que regula o mercado de GLP quanto à armazenagem e distribuição. A avaliação da nova embalagem, porém, será feita pelos próprios consumidores, que irão constatar ou não a eficiência do novo botijão de fibra de vidro termoplástico. Se aprovado pelos consumidores, o novo botijão poderá ser comercializado em todo o país. Sua adoção, entretanto, não será obrigatória pelas distribuidoras de GLP. O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), Sergio Bandeira de Mello, disse à Agência Brasil que, desde que foram introduzidos no país, há 75 anos, os botijões de aço vêm experimentando inovações contínuas, mudando inclusive de tamanho e volume. Ele acredita que a adoção maciça do botijão de fibra de vidro vai depender muito mais do mercado. Mello disse não ver problema em relação aos botijões de aço, “que são muito seguros e amplamente utilizados no mercado mundial”. Para ele, a nova embalagem não substituirá o velho botijão de aço porque eles foram desenvolvidos “de forma tão eficiente, que são retornáveis e recicláveis ao final de sua vida útil”. As vantagens apontadas por Mello em relação ao botijão de fibra de vidro são a leveza e o fato de não enferrujarem, sujando o chão.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO:05/09/ 2012

VEÍCULO: Agência Brasil

ASSUNTO: Resolução estabelece atuação de comissões que utilizam animais em pesquisas EDITORIA: Pesquisa Inovação

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Resolução estabelece atuação de comissões que utilizam animais em pesquisas Brasília – As instituições que fazem pesquisas utilizando animais terão prazo de um ano para adaptação a uma série de normas fixadas pelo Conselho Nacional de Controle Animal (Concea) para o funcionamento das comissões de ética. As regras estão publicadas no Diário Oficial da União, Seção 1, na edição de hoje (5). A resolução normativa fixa o funcionamento das comissões e determina o cumprimento de medidas regulamentadas há quatro anos. O uso de animais em pesquisas é um tema polêmico e estimula debates no Brasil e no exterior. No Brasil, não há dados oficiais sobre o total de animais utilizados nas pesquisas. Porém, os mais utilizados são os ratos e os camundongos, seguidos de coelhos, hamsters e aves. Pela resolução, as comissões de ética devem ter entre os membros médicos veterinários, biólogos e professores. Será cobrado um cadastro atualizado dos protocolos pedagógicos e científicos do órgão. O texto determina ainda que pode será paralisada e até suspensa uma pesquisa se houver irregularidade no uso dos animais. O documento estabelece também que é possível substituir os integrantes de uma determinada comissão de ética de uso animal, se houver necessidade. Não esclarece que necessidade pode ser essa.

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No Brasil, existem normas que fixam critérios para o uso de animais em pesquisas, como a que determina o número máximo de animais a ser utilizado. Não é permitido usar mais animais que o necessário, por exemplo.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 06/09/2012

VEÍCULO: Jornal do Brasil

ASSUNTO: Empresa israelense desenvolve o primeiro smartphone médico EDITORIA: Ciência Tecnologia

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Empresa israelense desenvolve o primeiro smartphone médico Uma empresa israelense desenvolveu um aplicativo com gadget para smartphone que permite à pessoa obter dados médicos como pressão arterial, temperatura, pulsação e níveis de glicose no sangue. A novidade, criada pela empresa LifeWatch Technologies, é um celular com base Android com sensores embutidos para analisar dados corporais. O sistema permite até a realização de eletrocardiograma. A tecnologia está em fase de aprovação pelas autoridades em Israel, na Europa e Estados Unidos. O dispositivo, denominado Lifewatch V, envia todos os dados por algoritmos a um servidor remoto. Os resultados podem ser compartilhados por terceiros, o médico, por exemplo, por meio de SMS ou e-mail. Para o dr. Yacov Geva, CEO da LifeWatch Technologies, o dispositivo será muito útil para monitorar doenças crônicas, como o diabetes.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 2012

VEÍCULO: Consecti

ASSUNTO: Defesa quer reduzir importações e comprar TI nacional EDITORIA: Notícias

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http://www.consecti.org.br/2012/09/05/defesa-quer-reduzirimportacoes-e-comprar-ti-nacional/

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Defesa quer reduzir importações e comprar TI nacional A Política Nacional de Defesa, a Estratégia Nacional de Defesa e o Livro Branco da Defesa Nacional – três principais documentos que vão dar origem a uma lei que vai viabilizar o Plano de Articulação e Equipamento da Defesa Nacional, com investimentos previstos de R$ 561 bilhões nos próximos anos – já estão no Congresso Nacional, à espera de votação.O valor, revelou o vice-almirante Sérgio Roberto Fernandes dos Santos, diretor do departamento de Ciência e Tecnologia Industrial do Ministério da Defesa, inclui investimentos para a renovação das frotas de navios e aeronaves e o submarino nuclear, que somam R$ 466 bilhões. Parte dos R$ 95 bilhões restantes envolve investimentos maciços em equipamentos e sistemas de informação, acrescentou o vice-almirante, ao participar de painel nesta terça-feira, 04/09, na 10ª edição do Rio Info. “Em todas essas aquisições estão previstas a transferência de tecnologia e existe uma gama de possibilidades para as nossas empresas. Um país que quer ter um papel importante no mundo tem que ser dono da sua defesa e ser capaz de projetar, construir, manter e operar seus sistemas. Temos que ter independência tecnológica. Como o Plano de Articulação e Equipamento da Defesa Nacional queremos alavancar a nossa indústria”, resumiu Santos. A orientação estratégica do ministério é privilegiar o desenvolvimento de tecnologia de defesa nacional. Ele observa que o montante global em investimentos militares é de R$ 1,5 trilhão e as importações somam R$ 1 bilhão, valor considerado elevado. A intenção com a nova Lei é fomentar a criação de uma indústria nacional voltada para a defesa, capacitada para substituir os equipamentos importados.O departamento de produtos de defesa do ministério, sustentou ainda o vice-almirante, trabalha na elaboração de leis e normas capazes de alavancar o crescimento dessa indústria nacional. Atualmente a Lei 12.598 já estabelece condições especiais para o fornecimento de material de defesa, entre elas, a adoção do regime de preferência de 25% para empresas nacionais. O objetivo é fazer com que o Brasil, em 20 anos, possa dominar uma série de tecnologias. “Esse processo não tem volta. A Marinha vinha estudando o submarino nuclear desde 1979 e a partir de 2008 o projeto deslanchou. O plano de equipamento da defesa terá o mesmo destino, pois o Brasil está crescendo e enriquecendo. Quanto maiores os interesses envolvidos, maior a necessidade de defesa. Não podemos ficar dependentes de terceiros”, concluiu. Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 2012

VEÍCULO: Consecti

ASSUNTO: EUA querem importar mais estudantes contra a crise EDITORIA: Notícias

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http://www.consecti.org.br/2012/09/06/eua-querem-importarmais-estudantes-contra-a-crise/

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EUA querem importar mais estudantes contra a crise A educação é a mais nova arma do governo americano contra a crise. Com uma receita de US$ 21 bilhões gerada por estudantes estrangeiros no país no ano acadêmico de 2010-2011, os EUA já incluíram o setor entre seus dez principais “serviços de exportação”. “Educação é um dos nossos produtos de exportação mais importantes. Temos um ambiente acadêmico de ponta, várias boas faculdades e universidades, e estamos muito satisfeitos em oferecer isso ao mundo”, disse à Folha o subsecretário de Comércio Francisco Sanchez, em São Paulo. Escolhido pelo governo americano para promover nesta semana as universidades do país na Feira EducationUSA em três cidades brasileiras (Brasília, São Paulo e Rio), Sanchez destaca os impactos dos estudantes estrangeiros na economia americana. “Cada estudante que vai estudar nos EUA gasta com a instituição, moradia, despesas pessoais. Então, no curto prazo, o impacto é o de deixar dinheiro no nosso país”, afirma. A longo prazo, o resultado, segundo ele, seria um fortalecimento das relações entre os dois países por meio dos estudantes. Os brasileiros são vistos como um grande potencial a ser explorado. Hoje, pouco mais de 8.700 alunos do país estudam em universidades americanas –o que representa apenas 1,2% dos 723 mil estudantes estrangeiros nos EUA. Na frente do Brasil, estão países como o Nepal e o Vietnã. Dos US$ 21 bilhões gastos por universitários estrangeiros no país, US$257 milhões vieram de estudantes brasileiros. Mas o governo americano acredita que a cifra pode aumentar. “O Brasil tem crescido em importância econômica, geopolítica. É um mercado muito importante, e podemos conectá-lo a um importante setor [de educação]“, avalia Sanchez. Os EUA calculam que 63,4% dos alunos estrangeiros têm seus estudos bancados por eles mesmos ou pela família. Considerando o aumento do poder de compra dos brasileiros, os jovens daqui se tornam ainda mais atraentes.

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Segundo um estudo divulgado em julho pela consultoria Bain & Company, um terço das faculdades e universidades americanas enfrentam “problemas financeiros reais”, resultado de um maior endividamento e menos receita –já que, com a crise, as famílias americanas têm encontrado mais dificuldade para mandar seus filhos para a faculdade. Até a conceituada Harvard divulgou, em seu último balanço, um deficit de US$ 130 milhões no ano fiscal 2010-2011. BARREIRAS Uma das apostas para acelerar o envio de brasileiros aos EUA seria o Ciência sem Fronteiras. No entanto, além de o programa –principal bandeira da presidente Dilma Rousseff durante sua viagem a Washington, em abril– caminhar a passos lentos, os estudantes brasileiros têm esbarrado em um obstáculo: o domínio da língua do país de destino. “Nosso problema não é a falta de vaga, mas de proficiência da língua, porque as próprias universidades não aceitam o aluno com um nível de proficiência menor”, observa o diretor de cooperação institucional do CNPq, Manoel Barral. Para tentar driblar isso, o governo conseguiu acordar com algumas universidades o envio de futuros alunos para um intensivo do idioma dois meses antes do início do curso. Até julho, foram implementadas 5.978 bolsas, cerca de 6% das 101 mil bolsas que o governo pretende aplicar em quatro anos. Segundo o CNPq, se forem contadas as “concedidas”, que estão em fase de implementação, o número sobe para 15.796 até agosto. Das já implementadas, 1.919 foram para cursos em 303 instituições americanas

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 06/09/2012

VEÍCULO: Exame.com

ASSUNTO: Amazon lança 4 tablets com preços desde 159 dólares EDITORIA: Tecnologia

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/amazon-lanca-4tablets-com-precos-desde-159-dolares

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Amazon lança 4 tablets com preços desde 159 dólares Novos modelos do Kindle Fire, da Amazon, trazem tela em HD, entre 7 e 8,9 polegadas de tamanho e até suporte para 4G LTE

Amazon: empresa anunciou hoje três novos modelos de Kindle Fire com tela HD de 7 ou 8,9 polegadas de tamanho e opção de conexão Wi-Fi ou 4G LTE São Paulo – Em uma clara demonstração de que está pronta para a briga, a Amazon anunciou hoje quatro novas versões do Kindle Fire. A empresa expandiu a família de tablets,

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ampliou a faixa de preço e apostou em configurações avançadas. Agora, o valor do aparelho começa em apenas 159 dólares para a versão mais básica e chega até 499 dólares. O tablet mais caro, Kindle Fire HD 4G, conta com 32 GB de capacidade de armazenamento, tela de 8,9 polegadas e virá equipado com áudio Dolby Digital plus, saída HDMI, Bluetooth e uma câmera frontal HD. Além disso, terá 8,8 milímetros de espessura. O tablet, que virá com conexão 4G, estará disponível a partir do dia 20 de novembro. Na faixa de preço intermediária, o Kindle Fire HD custará 199 dólares para sua versão de 7 polegadas e 299 dólares o modelo maior, com tela 8,9. Ambos têm 16 Gb de capacidade de armazenamento e suporte apenas para Wi-Fi. O menor estará disponível no dia 14 de setembro, já o de 8,9 polegadas começará a ser vendido na mesma data que a versão 4G. Em relação ao modelo mais básico do tablet, chamado apenas Kindle Fire, a Amazon optou por baixar ainda mais o preço deste que por meses foi celebrado como um dos mais baratos do mercado. De 199 dólares, preço fixado na época do seu lançamento no ano passado, o Kindle Fire irá agora custar apenas 159 dólares.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 09/09/012

VEÍCULO: Exame.com

ASSUNTO: Patente brasileira de identificador de chamada é reconhecida EDITORIA: Tecnologia

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/patente-brasileira-

de-identificador-de-chamada-e-reconhecida

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Patente brasileira de identificador de chamada é reconhecida Nélio Nicolai, que inventou o Bina, demorou 20 anos para ter patente reconhecida na Justiça

Usuário com celular: identificador de chamada levou 20 anos para ter paternidade brasileira reconhecida São Paulo – O identificador de chamadas, que permite a quem recebe uma ligação saber, previamente, que o procura, é alvo de uma disputa judicial há 20 anos. Seu inventor, o brasileiro Nélio Nicolai, conseguiu, agora, que a Justiça reconhecesse sua patente.

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De acordo com O Estado de S.Paulo, a 2ª Vara Cível de Brasília determinou que a operadora de telefonia celular Vivo pague, em juízo, 25% do valor cobrado pelo serviço de identificação de chamadas, para cada usuário em cada aparelho. Segundo o jornal, o Bina, como o invento é conhecido, rende um faturamento de 2,56 bilhões de reais por mês para as operadoras no Brasil, que cobram 10 reais de cada assinante pelo serviço. Outra consequência da decisão envolveu a Claro/Americel. Por uma composição judicial, foi extinto o processo movido pela Lune, a empresa criada por Nicolai. De acordo com o jornal, o Bina é o segundo invento brasileiro mundialmente adotado, após o avião, desenvolvido por Santos Dumont. Nicolai é autor, ainda, de outros quatro inventos amplamente adotados pelas operadoras em todo o mundo: o Salto, aquele sinal sonoro que avisa que há outra ligação, enquanto você está conversando com alguém; o Bina-Lo, que identifica chamadas perdidas; o telefone fixo celular e o sistema de mensagens financeiras para celulares.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 05/09/2012 VEÍCULO: Terra.com ASSUNTO: Cientistas divulgam maior estudo do DNA desde o projeto genoma EDITORIA: PÁGINA: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6132626Ciência EI8147,00Cientistas+divulgam+maior+estudo+do+DNA+desde+o+projeto+geno ma.html MATÉRIA

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Cientistas divulgam maior estudo do DNA desde o projeto genoma Na maior série de descobertas sobre o DNA humano desde a realização do projeto genoma humano em 2003, 442 cientistas em laboratórios de três continentes divulgaram um pacote de 30 estudos nesta quarta-feira. As descobertas, representando o que a revista Nature classificou de "guia para o genoma humano", vão do mais genérico - o que é um gene? - ao prático - que apenas 20 mudanças genéticas podem estar por trás de 17 tipos de câncer aparentemente não relacionados, dando às empresas um número exequível de metas para drogas. Os estudos vêm de um projeto de US$ 196 milhões chamado Enciclopédia dos Elementos do DNA, ou Encode, cujo objetivo é dar sentido à babel produzida pelo projeto do genoma humano - a sequência das 3,2 bilhões de "bases" químicas ou "letras" que constituem o genoma humano. "Nós compreendemos apenas uma pequena porcentagem das letras do genoma", disse Eric Green, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa sobre o Genoma Humano, que pagou pela maior parte do estudo. Lista para o Homo sapiens – O Encode foi lançado em 2003 para desenvolver uma "lista de peças" completa para o Homo sapiens ao identificar e apontar a localização de todas as partes do genoma que fazem algo - "um mapa de referência de todos os elementos funcionais no genoma humano", disse o geneticista Joseph Ecker, do Instituto Salk para Estudos Biológicos, de La Jolla, na Califórnia (EUA). Os elementos mais bem conhecidos do genoma são os cerca de 21 mil genes que especificam quais proteínas são feitas por uma célula. O gene de receptor de dopamina produz receptores de dopamina em células do cérebro, por exemplo, e o gene da insulina produz insulina no pâncreas.

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Apenas cerca de 1% do genoma, no entanto, codifica para proteínas e o desafio é descobrir a função dos outros 99%, que durante anos foram chamados de "junk DNA" por não codificar para proteínas.

CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 05/09/2012

VEÍCULO: Terra.com

ASSUNTO: Chuvas na Amazônia diminuirão de 12% a 21% até 2050 EDITORIA: Ciência

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http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6133051EI8147,00-Chuvas+na+Amazonia+diminuirao+de+a+ate.html

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Amazônia

diminuirão

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até

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O desmatamento em grande escala da Floresta Amazônica provocará uma diminuição das chuvas de até 12% durante a estação úmida e de até 21% durante a estação seca, com previsão para o ano de 2050, segundo estudo britânico publicado nesta quarta-feira pela revista Nature. "As florestas aumentam a quantidade de chuva que gera o vento, e com nosso trabalho observamos que o desmatamento na Amazônia pode causar uma grande redução do volume de chuva no Brasil", explicou à agência Efe Dominick Spracklen, químico e autor do artigo principal da publicação. Spracklen e sua equipe de cientistas da Universidade de Leeds, da Inglaterra, estudaram como a densidade das florestas afeta o volume de chuvas entre os trópicos, a partir de dados obtidos por satélite. A vegetação leva a umidade da terra em direção à atmosfera, no processo conhecido como evapotranspiração, influenciando na quantidade de chuva. O grupo de Spracklen descobriu que o vento que atravessa áreas densas da floresta produz, dias depois, o dobro de chuvas que o ar que circula entre uma vegetação menos espessa. A Floresta Amazônica e as florestas tropicais do Congo são os lugares onde a vegetação tem maior efeito sobre o regime de chuvas, detalhou Spracklen. Quando as florestas são substituídas por gramados ou plantações, a umidade do solo diminui, reduzindo a quantidade de chuvas. Ao combinar os dados do estudo com o ritmo de desmatamento atual da Floresta Amazônica, Spracklen disse que as chuvas devem ser reduzidas em até 12% na bacia amazônica durante a estação úmida e até 21% durante a estação seca no ano de 2050. O desmatamento de algumas partes da Floresta Amazônica reduzirá as chuvas tanto ali como em outras regiões, como a bacia do rio da Prata, onde segundo o especialista, as chuvas diminuirão 4%. Os especialistas temem que essas mudanças prejudiquem o setor agrícola,

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que gera US$ 15 bilhões por ano na Amazônia, assim como à indústria hidrelétrica, que produz na região 65% da eletricidade do Brasil. Estima-se que a cada ano sejam desmatados 50 mil km² de mata entre os trópicos.

CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 06/09/2012

VEÍCULO: Terra.com

ASSUNTO: Após cirurgia pioneira, menino com paralisia dá primeiros passos EDITORIA: Ciência

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http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6134177-

EI238,00Apos+cirurgia+pioneira+menino+com+paralisia+da+primeiros+passos.ht ml

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Após cirurgia pioneira, menino com paralisia dá primeiros passos

O menino Joel Rogers, 8 anos, que sofre de paralisia cerebral, deu seus primeiros passos Foto: BBC Brasil Depois de um ano de fisioterapia intensiva, o menino Joel Rogers, de 8 anos, que sofre de paralisia cerebral, deu seus primeiros passos. Há cerca de um ano, ele foi submetido a uma operação inovadora, que corta as ligações nervosas que provocavam convulsões nas pernas. Ele nasceu dez semanas prematuro e sofreu uma hemorragia na cabeça que provocou paralisia cerebral. A inovadora técnica cirúrgica britânica corta os nervos que causam convulsões nas pernas. A mãe conta que o processo foi mais intenso que imaginava, uma grande jornada para toda a família.

Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


Joel faz fisioterapia no hospital de Chesterfield, no norte da Grã-Bretanha, toda semana, mas ele também tem uma bateria de exercícios para fazer em casa. Mas o caminho ainda é longo: os médicos calculam que o menino tem mais dois anos de fisioterapia pela frente para conseguir os melhores resultados.

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VEÍCULO: Agência CTI

ASSUNTO: MCTI vai apoiar projetos na área de bioprocessos e bioprodutos EDITORIA: Notícias

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http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=articl e&id=2563:mcti-vai-apoiar-projetos-na-area-de-bioprocessos-ebioprodutos&catid=3:newsflash

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MCTI vai apoiar projetos na área de bioprocessos e bioprodutos

Foto: Cecília Bastos/Jornal da USPO MCTI divulgou o edital para selecionar projetos de pesquisa na áreas de bioprodutos e bioprocessos. A chamada pública irá aplicar R$ 1,5 milhão nos estudos. A submissão das propostas pode ser feita até 18 de outubro. Entre os critérios exigidos para os interessados em participar da seleção estão: título de doutor, currículo cadastrado na Plataforma Lattes e vínculo com a instituição executora do estudo proposto. Cada projeto deverá ter valor mínimo de R$ 300 mil e os estudos devem ser executados em até 24 meses. Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


As propostas devem estar associadas a produto dos grupos: vacinas preventivas e terapêuticas; e outras substâncias terapêuticas de base biotecnológica, como anticorpos monoclonais, citocinas, e enzimas.

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VEÍCULO: Agência CTI

ASSUNTO: USP cria centro de pesquisa com Embaixada da França EDITORIA: Notícias

PÁGINA:

http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=articl e&id=2552:usp-cria-centro-de-pesquisa-com-embaixada-dafranca&catid=1:latest-news

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USP cria centro de pesquisa com Embaixada da França A Universidade de São Paulo (USP) e a Embaixada da França no Brasil lançaram o Centro de Reflexão franco-brasileiro Claude Lévi-Strauss. O objetivo é reunir personalidades das duas regiões, de diversas áreas do conhecimento, para organizar encontros, e promover debates sobre temas que interessem diretamente às relações franco-brasileiras. Os encontros poderão ser abertos para a participação do público. O primeiro seminário ocorrerá em Marselha (França), nos dias 17 e 18 de setembro. Os participantes vão fazer uma comparação dos modelos de laicidade na França e no Brasil. O segundo seminário está previsto para o fim de novembro, em São Paulo, com o tema “Responsabilidade de proteger X responsabilidade ao proteger”. O Centro de Reflexão franco-brasileiro Claude Lévi-Strauss foi concebido como um espaço livre de debates. A unidade terá um conselho de orientação que deverá se reunir ao menos uma vez por ano a fim de selecionar os eixos de trabalho e o planejamento das atividades.

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VEÍCULO: Agência CTI

ASSUNTO: UEA promove simpósio de educação em ciências na Amazônia EDITORIA: Notícias

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http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=articl e&id=2551:uea-promove-simposio-de-educacao-em-ciencias-naamazonia&catid=144:noticias

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UEA promove simpósio de educação em ciências na Amazônia A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realiza entre os dias 17 e 21 de setembro a segunda edição do Simpósio de Educação em Ciências na Amazônia (Secam) e o sétimo Seminário de Ensino de Ciências com a temática “Educação em Ciências: Um horizonte de possibilidades para o Ensino de Ciências no cenário Amazônico”. O evento acontece em duas etapas, sendo que o turno matutino será realizado no auditório da reitoria da UEA, e as atividades no turno vespertino acontecem na Escola Normal Superior. A data limite para realizar as inscrições é até o dia 17 de setembro. O simpósio visa gerar um ambiente capaz de aprofundar e estimular a pesquisa e a formação de educadores nas áreas de educação e ensino de ciências, discutindo a inclusão e democratização do conhecimento científico. Durante o encontro serão apresentados os resultados da produção científica dos grupos de pesquisa vinculados ao Programa de PósGraduação em Educação e Ensino de Ciências na Amazônia (PPGEC) da UEA. As inscrições podem ser feitas via formulário on line pelo endereço eletrônico http://secamuea.webnode.com/. O participante que quiser colaborar com o pagamento simbólico de R$ 10,00 ou levar 1 kg de alimento não perecível ou, ainda, uma lata de leite, pode entregar a

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contribuição no credenciamento. Os alimentos arrecadados serão doados a um abrigo infantil e fazem parte do projeto social da turma de mestrado de 2010 que tem como tema: “Ciência gerando solidariedade”.

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VEÍCULO: Agência CTI

ASSUNTO: Abertas as inscrições para o 2º Simpósio da Jornalismo Científico EDITORIA: Notícias

PÁGINA:

http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=articl e&id=2562:abertas-as-inscricoes-para-o-2o-simposio-da-jornalismocientifico&catid=144:noticias

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Abertas as inscrições para o 2º Simpósio da Jornalismo Científico Até 30 de setembro, estão abertas as inscrições para o 2º Simpósio Nacional de Jornalismo Científico. O evento será realizado, nos dias 28 e 29 de novembro, no Centro de Convenções da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf), em Campos dos Goytacazes (RJ). Os interessados devem fazer a pré-inscrição no site do evento e os trabalhos selecionados para apresentação oral serão divulgados no dia 19 de outubro. Promovido pela Uenf, o evento irá reunir jornalistas, pesquisadores e membros de governos federal e estadual para discutir o papel da mídia na participação da sociedade em questões de política científica e tecnológica. A palestra de abertura será ministrada pelo diretor do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do MCTI, Ildeu de Castro Moreira. Formado em física, ele vai abordar o tema ‘Por que o cientista agora tem que se comunicar?’. A temática foi proposta por causa da nova Plataforma Lattes que criou um espaço nos Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


currículos dos pesquisadores publicados na internet para registrar ações de divulgação da ciência. As inscrições podem ser feitas no site www.uenf.br.

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VEÍCULO: Confap

ASSUNTO: Inpa sedia reunião internacional para criar Observatório da Amazônia EDITORIA: Notícias

PÁGINA: http://www.confap.org.br/noticia.php?noticia=3064

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Inpa sedia reunião internacional para criar Observatório da Amazônia Trata-se de um fórum permanente de instituições voltado à elaboração de estudos de interesse para a região, com ênfase em biodiversidade Representantes dos oito países da Organização do Tratado da Cooperação Amazônica (OTCA) estarão no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) para reunião nos dias 11 e 12 de setembro. O encontro na unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em Manaus estabelece o Observatório Regional da Amazônia, um fórum permanente de instituições voltado à elaboração de

estudos

de

interesse

para

a

região,

com

ênfase

em

biodiversidade.

No primeiro dia, a diretora de Políticas e Programas Temáticos do MCTI, Mercedes Bustamante, apresenta o Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr), projeto lançado em

abril

Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade

pelo ministro Marco Antonio Raupp. “O


observatório seria uma forma de agregar a informação ambiental da Bacia Amazônica”, explica a diretora. “Há iniciativas semelhantes na Colômbia e nos países andinos, mas o modelo brasileiro chama atenção pela escala em termos de extensão territorial e pelo avanço que o país tem em algumas áreas de informatização

das

coleções,

de

catalogação

dos

dados.”

Além de Mercedes, representantes das outras sete nações apresentam seus avanços na área. “Vamos levar as ideias do SiBBr e, de repente, começar a transformar algumas ferramentas do sistema, para que ele possa também ser útil para os outros países”, diz. “Onde não existe nenhum modelo bem apoiado, podemos propor o desenho de algo novo, ou, caso já exista sistema implementado, vamos discutir de que

forma

eles

podem

interagir.”

Firmado em 1978, o Tratado de Cooperação Amazônica tem como signatários Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, com o compromisso de “promover ações conjuntas para o desenvolvimento harmônico da Bacia

Amazônica”.

Em

1995,

as

oito

nações

criaram

a

OTCA.

Em reunião de 13 de agosto, na sede do MCTI, em Brasília, o diretor executivo da OTCA, Mauricio Dofler, afirmou que o Observatório da Amazônia deve dinamizar a entidade. Segundo ele, as prioridades são constituir, além de um sistema integrado de

informação,

cursos

de

intercâmbio

e

seminários

regionais.

Mobilidade na pesquisa “Há uma ideia de promover um grande intercâmbio de estudantes dentro da OTCA, que hoje tem mecanismos e muito espaço para crescer”, diz Mercedes Bustamante. “Costurar isso seria realmente uma forma de dar mobilidade aos bolsistas, com possibilidade de comparar problemas semelhantes entre os diferentes países.” Já o documento base para a reunião de Manaus aponta para a missão de incentivar o debate sobre o desenvolvimento amazônico e a construção de uma rede de pesquisa

capaz

de

propor

políticas

públicas

consistentes.

Para criar o observatório, a OTCA tem assessoria técnica do Inpa, do Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP) e do Instituto Amazónico de Investigaciones Científicas Sinchi, da Colômbia. Trata-se de um fórum permanente de instituições voltado à elaboração de estudos de interesse para a região, com ênfase em biodiversidade

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Representantes dos oito países da Organização do Tratado da Cooperação Amazônica (OTCA) estarão no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) para reunião nos dias 11 e 12 de setembro. O encontro na unidade do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em Manaus estabelece o Observatório Regional da Amazônia, um fórum permanente de instituições voltado à elaboração de

estudos

de

interesse

para

a

região,

com

ênfase

em

biodiversidade.

No primeiro dia, a diretora de Políticas e Programas Temáticos do MCTI, Mercedes Bustamante, apresenta o Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr), projeto lançado em

abril

pelo ministro Marco Antonio Raupp. “O

observatório seria uma forma de agregar a informação ambiental da Bacia Amazônica”, explica a diretora. “Há iniciativas semelhantes na Colômbia e nos países andinos, mas o modelo brasileiro chama atenção pela escala em termos de extensão territorial e pelo avanço que o país tem em algumas áreas de informatização

das

coleções,

de

catalogação

dos

dados.”

Além de Mercedes, representantes das outras sete nações apresentam seus avanços na área. “Vamos levar as ideias do SiBBr e, de repente, começar a transformar algumas ferramentas do sistema, para que ele possa também ser útil para os outros países”, diz. “Onde não existe nenhum modelo bem apoiado, podemos propor o desenho de algo novo, ou, caso já exista sistema implementado, vamos discutir de que

forma

eles

podem

interagir.”

Firmado em 1978, o Tratado de Cooperação Amazônica tem como signatários Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, com o compromisso de “promover ações conjuntas para o desenvolvimento harmônico da Bacia

Amazônica”.

Em

1995,

as

oito

nações

criaram

a

OTCA.

Em reunião de 13 de agosto, na sede do MCTI, em Brasília, o diretor executivo da OTCA, Mauricio Dofler, afirmou que o Observatório da Amazônia deve dinamizar a entidade. Segundo ele, as prioridades são constituir, além de um sistema integrado de

informação,

cursos

de

intercâmbio

e

seminários

regionais.

Mobilidade na pesquisa - “Há uma ideia de promover um grande intercâmbio de estudantes dentro da OTCA, que hoje tem mecanismos e muito espaço para crescer”, diz Mercedes Bustamante. “Costurar isso seria realmente uma forma de dar mobilidade aos bolsistas, com possibilidade de comparar problemas semelhantes entre

os

diferentes

países.”

Já o documento base para a reunião de Manaus aponta para a missão de incentivar o debate sobre o desenvolvimento amazônico e a construção de uma rede de Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


pesquisa

capaz

de

propor

políticas

públicas

consistentes.

Para criar o observatório, a OTCA tem assessoria técnica do Inpa, do Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP) e do Instituto Amazónico de Investigaciones Científicas Sinchi, da Colômbia.

CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO:06/09/ 2012

VEÍCULO: Confap

ASSUNTO: MCTI quer criar programa de apoio a projetos na fase de pré-incubação EDITORIA: Notícias

PÁGINA: http://www.confap.org.br/noticia.php?noticia=3062

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MCTI quer criar programa de apoio a projetos na fase de préincubação O processo de capacitação se concentraria nos núcleos de inovação tecnológica (NITs) das universidades O novo coordenador de Serviços Tecnológicos da Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Setec), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Jorge Mario Campagnolo, antecipou que estuda elaborar um programa voltado para o financiamento de novos projetos na fase de pré-incubação. A novidade consistiria em aportar recursos na fase inicial, com o objetivo de aumentar a eficácia dos bens aplicados nas incubadoras e evitar que boas iniciativas deixem de se transformar em empresas incubadas por falta de investimento, criando mecanismos de aceleração da inovação.

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O processo de capacitação se concentraria nos núcleos de inovação tecnológica (NITs) das universidades. “Tem que apoiar as incubadoras, mas também não podemos nos esquecer de apoiar as ideias criativas”, diz Campagnolo. Segundo ele, a otimização de recursos públicos decorreria do amadurecimento dos projetos na fase de pré-incubação, pois investir em empresas já incubadas é mais custoso. “Inovação não significa necessariamente grandes investimentos. Uma boa ideia e poucos recursos podem resultar em um projeto genial com alto valor de mercado”, pondera. “Sabidamente o Brasil é um país empreendedor. Entretanto, grande parcela das empresas morre no primeiro ano de funcionamento”, observa. “As incubadoras e os parques podem ser mais eficientes na redução desta mortalidade. O fortalecimento do Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos é fundamental”, finaliza.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 06/09/2012

VEÍCULO: MCTI

ASSUNTO: Seminário de propriedade Intelectual e Esporte discute inovação EDITORIA: Notícias

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http://www.mcti.gov.br/index.php/content/view/342252/Seminario_de_pro priedade_Intelectual_e_Esporte_discute_inovacao.html

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Seminário de propriedade Intelectual e Esporte discute inovação 06/09/2012 - 18:52 Inovação é um dos principais temas do Seminário Internacional Propriedade Intelectual e Esporte (PI & Esportes), que reunirá, no Rio, de 12 a 13 de setembro, especialistas nacionais e estrangeiros, das principais instituições esportivas mundiais. Para o presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), Jorge Ávila, “a inovação é fundamental para o desenvolvimento, tanto do esporte quanto da economia em geral. Inovar é o caminho para vencer, gerar renda e emprego no Brasil, daí a importância desta discussão”. Estarão presentes ao evento, representantes do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Federação Internacional de Futebol (Fifa), INPI, Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) e da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham-Rio). Com inscrições gratuitas e tradução simultânea, o seminário tem patrocínio da FINEP. Números Os números da economia esportiva são impressionantes. De acordo com a OMPI, o faturamento global da indústria do esporte está previsto para chegar a 133 bilhões de dólares em 2013 (mais de R$ 260 bilhões). Já o volume global de negócios de artigos esportivos

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(roupas, equipamentos e calçados) é estimado em cerca de 300 bilhões de dólares ao ano (mais de R$ 600 bilhões). Segundo o estudo “Brasil Sustentável – Impactos Socioeconômicos da Copa do Mundo 2014”, produzido pela Ernst & Young Terco, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, só a Copa do Mundo de 2014 deverá injetar R$ 112 bilhões na economia nacional. Parte dessas cifras depende de ativos protegidos por propriedade intelectual, como patentes para tecnologias esportivas e marcas de eventos, além de assuntos como direitos de imagem, por exemplo. Para discutir esses temas, o seminário terá, entre seus palestrantes, o diretor-geral da OMPI, Francis Gurry, o presidente do INPI, Jorge Avila, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, e o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman. Maurício França, superintendente da Área de Tecnologia para o Desenvolvimento Social, da FINEP, representará o presidente da Financiadora, Glauco Arbix. Veja aqui a programação completa do evento. Serviço Seminário PI & Esportes 12 e 13 de setembro de 2012, das 9h às 18h (no dia 12) e das 9h30 às 18h (no dia 13) Local: Rio Othon Palace Avenida Atlântica, 3264 – salões Copacabana A e B – 1º piso. Copacabana – Rio de Janeiro

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 050/9/2012

VEÍCULO: Portal Amazônia

ASSUNTO: Startup Meetup Manaus vai reunir empreendedores EDITORIA: Ciência Tecnologia

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http://www.portalamazonia.com.br/editoria/atualidades/startupmeetup-vai-reunir-propostas-de-jovens-empreendedores-em-manaus/

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Startup Meetup Manaus vai reunir empreendedores O evento tem como objetivo fomentar o empreendedorismo digital na região. Startup Meetup Manaus acontece dia 10 de outubro.

Foto: Reprodução MANAUS – A dependência de tecnologia uniu os amigos Fabio Marreiros, José Torres e Robson Seleski em torno de um objetivo comum: apresentar e discutir as ideias do novo Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


mundo, totalmente conectado às inovações tecnológicas. Da ideia surgiu o StartUp MeetUp Manaus, evento que acontece no dia 10 de outubro, na cervejaria Fellice, no Studio 5 Shopping, e que vai reunir empreendedores e investidores com a perspectiva de proveitosas parcerias para ambos. “O Startup Meetup Manaus é um encontro de empreendedorismo de alto impacto, voltado para StartUp de base tecnológica. O evento tem estilo happyhour e business”, explica Fábio Marreiros, um dos idealizadores do evento. No encontro, os participantes terão a oportunidade de explicar a um investidor as ideias e, assim, buscar aporte financeiro ou ter a conveniência de conhecer ideias semelhantes e que possam trocar conhecimento, habilidades técnicas e experiência. O Starup Meetup Manaus é voltado para empresários, empresas, faculdades, estudantes, empreendedores, incubadoras, aceleradoras, mídias e interessados. Fabio Marreiros conta que é um público diversificado, justamente para que ocorra a interação entre empresas e ideias inovadoras. “É a melhor oportunidade para tirar o projeto do papel. É uma chance ainda para conseguir subsídio financeiro para formar o melhor planejamento e execução do trabalho”, afirma. Os interessados podem enviar projetos de uma lauda em formato PDF aos organizadores, com informações sobre o projeto, o que é, como funciona, público-alvo, orçamento e a forma como essa ideia dá retorno financeiro. Os melhores projetos avaliados terão oportunidade de conversar exclusivamente com investidores. Entre os convidados para o evento estão o criador do site Ingresse, Gabriel Benarrós, o criador do site Camiseteria, Fábio Seixas, e o inventor da entidade Anjos do Brasil, Cassio Spina, que vai participar por meio de vídeo-conferência. Os amigos e organizadores do evento são jovens empreendedores de diferentes áreas de atuação no mercado. Eles participarão do Desafio Brasil de Startup, um encontro nacional que terá a participação de mais de 560 trabalhos, sendo apenas seis da Região Norte. Entre os selecionados está é o servicelist.com.br, dos amigos Fabio Marreiros, José Torres e Robson Seleski.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 2012

VEÍCULO: CNPq

ASSUNTO: Brasil e China assinam programa de nanotecnologia nesta quarta-feira EDITORIA: Notícias

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http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews//journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/497033

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Brasil e China assinam programa de nanotecnologia nesta quartafeira O Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) e o Centro Nacional de Pesquisa em Engenharia de Nanotecnologia (NERCN), da China, oficializam nesta quarta-feira (5) um programa de cooperação que prevê a pesquisa e o desenvolvimento de produtos com base na nanotecnologia e a divisão dos benefícios das patentes geradas entre os dois países. A proposta inicial é que os institutos desenvolvam projetos de pesquisa de longo prazo, ligados a meio ambiente, conservação de energia e redução de emissões, novos materiais como a biomassa para aplicação em energia, materiais funcionais como sensores para a saúde, além da aplicação de nanotecnologia na agricultura e na meteorologia. A transferência de conhecimento científico e tecnológico, a formação de recursos humanos em ambos os países e a promoção de intercâmbio são outros objetivos do programa. O mercado que envolve nanotecnologia gera no mundo cerca de U$ 300 bilhões anuais, segundo a Fundação Nacional de Ciência (NSF, pela sigla em inglês), agência do governo dos Estados Unidos. A expectativa é que o montante chegue a US$ 1 trilhão em 2015 e ao triplo desse valor em 2020. Estratégia global O documento será assinado durante viagem à China da delegação comandada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), no período desta quarta-feira (5) a sábado (8). O

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grupo é integrado por representantes do Comitê Técnico-Científico do Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBC-Nano), designado por meio da Portaria 612/12. O acordo integra o memorando de entendimento assinado entre o MCTI e o Ministério de Ciência e Tecnologia (Most) da China, durante a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20. Na oportunidade, a presidenta Dilma Rousseff e o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, elevaram o nível da parceria entre as duas nações para “estratégica global” e estabeleceram o Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia, que funcionará de forma virtual e faz parte do Plano Decenal Brasil-China de Cooperação 2012-2021. Inovação “Nós temos que pensar no produto, pois isso é fundamental”, destaca o chefe da missão à China, Adalberto Fazzio, assessor especial do ministro Marco Antonio Raupp. “Queremos desenvolver materiais que tenham funções eficientes. Com esse objetivo maior de produzir a riqueza você chega ao que é necessário, como gerar conhecimento, ter uma boa pesquisa, interagir com os empresários e estruturar laboratórios que possam dar uma dimensão de escala para os produtos.” Segundo Fazzio, a iniciativa do governo brasileiro pretende estimular o aumento do número de empresas que buscam a inovação nos setores têxtil, automotivo, farmacêutico e de plásticos, entre outros. Ao destacar a importância da cooperação com a China, o chefe da missão comenta que as empresas brasileiras necessitam dessa tecnologia para permanecer na vanguarda do desenvolvimento. “A China está com uma política bastante agressiva na área de nanotecnologia e sabe que é uma plataforma tecnológica fundamental para a inovação. As empresas chinesas estão aplicando esses novos recursos em todos os setores e nós temos que acompanhar esse processo”, diz. Adalberto Fazzio ressalta, ainda, que o país asiático está formando uma grande quantidade de mão de obra especializada em áreas como engenharia, física e química, voltada à nanotecnologia, com a intenção de agregar valor à produção, e que o Brasil também deve se preocupar com a educação para ter destaque no setor.

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VEÍCULO: Fapeam

ASSUNTO: Estudantes desenvolvem sabão com óleo de cozinha reciclado EDITORIA: Notícias

PÁGINA: http://www.fapeam.am.gov.br/noticia.php?not=6988

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Estudantes desenvolvem sabão com óleo de cozinha reciclado

Sabão ecológico feito à base de óleo de cozinha (Arquivo: Tv Fapeam) Quando o assunto é reaproveitamento de produtos como o óleo de cozinha usado, a prática de preservação do meio ambiente mostra o quanto é importante reciclar. Um grupo de estudantes da Escola Estadual Professor Samuel Benchimol conseguiu, por meio da química, transformar óleo em sabão. Eles desenvolveram o projeto ‘Química com prazer na escola: A reciclagem do óleo de cozinha na produção de sabão’, uma atividade que faz parte do Programa Ciência na Escola (PCE), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado

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do Amazonas (FAPEAM). Quem apresenta a pesquisa é a professora de química, Maria Madalena Ferreira.

CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 06/09/2012

VEÍCULO: IPT

ASSUNTO: Equipe do IPT desenvolve projeto de encapsulação de ativo usado no tratamento de AIDS por nanotecnologia EDITORIA: Notícias

PÁGINA: http://www.ipt.br/noticia/572-nanotecnologia_na_medicina.htm

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Equipe do IPT desenvolve projeto de encapsulação de ativo usado no tratamento de AIDS por nanotecnologia O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está trabalhando em um projeto para a encapsulação de princípios ativos para o tratamento da AIDS empregando a técnica de spray drying, ou secagem por aspersão. O objetivo é desenvolver, por meio da tecnologia que permite a conversão de soluções em uma forma particulada seca, uma nova fórmula para a administração de um ativo usado no tratamento da doença, denominado antirretroviral, que apresenta uma série de limitações.

Os agentes antirretrovirais costumam apresentar inconvenientes em relação à biodisponibilidade, termo usado em farmacologia para descrever a quantidade e a velocidade na qual o princípio ativo é absorvido e fica disponível para atuação no sítio-alvo. Segundo o engenheiro químico Adriano Marim de Oliveira, responsável pelo projeto no IPT, o maior problema enfrentado pelos ativos em estudo é o ‘ataque’ feito pelo suco gástrico do estômago. “O esperado é o paciente ingerir o medicamento e os ativos serem absorvidos no intestino, chegando à corrente sanguínea e às regiões afetadas”, explica o pesquisador do Centro de Tecnologia de Processos e Produtos do IPT. “Porém, a presença de ácido no suco gástrico do estômago acaba por degradar parte deles e impedir sua chegada em totalidade ao intestino”.

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Equipamento de nanospray drying instalado no IPT permite controlar o tamanho das gotas e diminuir suas dimensões para produzir partículas em escala nanométrica

Uma das saídas empregadas pela indústria farmacêutica é a adição de uma solução tampão na composição do medicamento a fim de minimizar a variação do valor do pH no estômago, mas ela aumenta o tamanho dos comprimidos e dificulta a sua ingestão. Para auxiliar a solucionar o problema, o projeto do IPT está estudando o uso de polímeros ‘inteligentes’, que são sensíveis às variações de acidez e alcalinidade, para encapsular o ativo antirretroviral, produzindo nanopartículas com o auxílio do nanospray dryer e concentrando a sua absorção exclusivamente no intestino.

Para o projeto iniciado em maio de 2011 e com previsão de conclusão no próximo mês de outubro, os ensaios tiveram início com estudos em placebo e a compreensão das condições de funcionamento do nanospray dryer. Seis materiais poliméricos sensíveis a variações de pH foram testados para geração e encapsulação das nanopartículas, entre polímeros naturais (goma arábica, carboximetilcelulose e alginato) e sintéticos da família dos acrilatos, todos comumente empregados na indústria farmacêutica.

Concluída a etapa de ensaios em placebo, os testes se voltaram ao uso de um ativo modelo, que funcionou como um substituto às matérias-primas originais de alto custo usadas no tratamento da doença. Os pesquisadores optaram pela encapsulação de uma vitamina do complexo B solúvel em água, de características similares à do ativo antirretroviral, com fácil manipulação e sem riscos de toxicidade. Ensaios foram executados para quantificar a liberação controlada da vitamina em relação ao controle de pH.

NOVAS TECNOLOGIAS – O equipamento de nanospray drying foi instalado no Laboratório de Processos Químicos e Tecnologia de Partículas do IPT em 2010 dentro do processo de modernização do Instituto e possui alguns diferenciais frente aos modelos comercializados usualmente, destinados à fabricação de produtos tão diversos quanto café solúvel, sucos de frutas e leite em pó. Enquanto nos equipamentos clássicos o processo de atomização ocorre por meio da aceleração de um disco para a geração das partículas, o modelo do IPT dispõe de uma membrana piezoelétrica que vibra na velocidade de ultrassom para a geração do spray. “Este recurso permite controlar o tamanho das gotas e diminuir as suas dimensões para produzir partículas em escala nanométrica”, explica o pesquisador.

Outra vantagem do novo modelo, que está disponível atualmente somente em escala laboratorial, é a presença de uma câmara de recuperação das nanopartículas. Os equipamentos comuns têm índices variáveis de perda de material durante o processo Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


produtivo, o que torna necessário ‘prender’ as partículas para evitar sua dispersão nas correntes de ar. O equipamento montado no IPT conta com um sistema controlado por corrente elétrica que, por meio de forças eletrostáticas, armazena o material dentro de uma cuba metálica – isso pode garantir um rendimento de produção acima de 90%, afirma Marim.

ESTÁGIO ATUAL – Após a conclusão dos estudos com o placebo e com o ativo modelo no mês de fevereiro, os pesquisadores partiram para o trabalho com um ativo de interesse. A opção foi pela zidovudina, ou AZT, o mais empregado na fabricação de medicamentos para tratamento da doença. Micrografia obtida no microscópio eletrônico de varredura em amostra com vitamina do complexo B

Testes de encapsulação e de liberação controlada sob diversas condições de pH estão em andamento, em simultâneo a ensaios no microscópio eletrônico de varredura (MEV-FEG) para a caracterização das nanopartículas – outro equipamento adquirido no processo de modernização do IPT. “Tivemos dificuldades em um primeiro momento para medir o tamanho das partículas por técnicas indiretas de espalhamento de luz ou difração a laser; o MEV-FEG foi fundamental para confirmar a produção de partículas pelo nanospray dryer em escala nanométrica”, afirma Marim.

Novas perspectivas de pesquisas e transferência de tecnologia se abrem com o desenvolvimento de um projeto em área com histórico ausente de trabalhos sobre ativos produzidos por nanospray drying para tratamento antirretroviral. “Olhamos para o mundo por meio de publicações. Existem estudos ligados à produção de nanopartículas feitos pelo próprio fabricante dos equipamentos, mas não estão associados a ativos antirretrovirais, assim como encontramos publicações sobre a encapsulação de zidovudina e de outros ativos através de outras rotas. O nanospray drying pode ser uma solução para enfrentar os problemas e, dependendo de nossos resultados, chamar a atenção das indústrias para estabelecer parcerias”, completa Marim.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 04/09/2012

VEÍCULO: Público PT

ASSUNTO: Conferência internacional discute em Lisboa a experiência do bosão de Higgs EDITORIA: Ciências

PÁGINA:

http://www.publico.pt/Ciências/discussao-sobre-o-bosao-dehiggs-decorre-em-lisboa-1561724

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Conferência internacional discute em Lisboa a experiência do bosão de Higgs 04.09.2012 - 23:45 Por Nicolau Ferreira

No LHC podem produzir-se partículas que já não existem naturalmente (Denis Balibouse/Reuters (arquivo)) Em Lisboa discute-se qual é o próximo passo para os cientistas confirmarem se a partícula descoberta em início de Julho é, de facto, o bosão de Higgs. Desde segunda-feira que a equipa da CMS, uma das experiências responsáveis pela descoberta anunciada a 4 de Julho, está na capital portuguesa para a sua conferência internacional CMS Week 2012.

“Os jornais dizem que sim, que descobrimos o bosão de Higgs, mas vamos ver o que os cientistas pensam”, disse Albert De Roeck, investigador do Laboratório Europeu de Física de Partículas (CERN), na Suíça, onde está o maior acelerador de partículas de sempre, o LHC. O investigador sénior da CMS falava numa sessão pública no Pavilhão do Conhecimento, onde

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deu uma palestra, sobre as experiências que estão a decorrer debaixo de terra, na Suíça, intitulada LHC: a máquina do Big Bang. O cientista começou por explicar que os aceleradores de partículas são muito importantes porque permitem “criar partículas que podem estar extintas

muito

tempo,

desde

o

Big

Bang”.

A descoberta de uma partícula que pode ser o bosão de Higgs é um desses casos. O bosão de Higgs foi teorizado há cerca de 50 anos pelo físico teórico Peter Higgs e por outros cientistas. A partícula representaria a existência de um campo que existe no Universo e que dá a massa a todas as outras partículas. A ideia era uma peça fundamental do modelo-padrão, o modelo onde

estão

incluídas

todas

as

partículas

que

se

conhece

do

Universo.

O LHC, que começou a funcionar em 2008, testa esta teoria. A máquina tem um formato de um donut muito fino com uma circunferência de 27 quilómetros, e está debaixo da terra a cem metros de profundidade. O acelerador coloca protões a chocar uns contra outros a energias muito altas. Em teoria, estes choques permitem que apareçam novas partículas como o bosão de Higgs. Os detectores do acelerador não conseguem detectar a partícula, que decai muito rapidamente, mas sim os seus subprodutos. Depois de milhares de milhões de colisões, as duas experiências que estão a decorrer em conjunto no LHC, mas são independentes, – o CMS e o ATLAS –, anunciaram a existência de uma nova partícula com uma massa de cerca de 125 GeV (gigaelectrão-volts). A certeza de ser uma partícula e não um erro de leitura é enorme: há uma hipótese em 550 milhões de ter sido registado um sinal que não existia. Mas será que é mesmo o bosão de Higgs? “Temos que medir todas as características da partícula”, explicou Albert De Roeck. “Será que tem alguma propriedade exótica?”, questiona. Até lá, os cientistas chamam-lhe “uma

partícula

parecida

com

a

do

bosão

Higgs”,

refere

o

cientista.

João Varela, físico do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), vice-director da experiência do CMS, e um dos vários cientistas portugueses que trabalham no CERN, explicou, durante a apresentação da sessão, o que se está a passar na conferência do CMS que decorre no Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) até sexta-feira: “Os cientistas estão a discutir entre eles, estão a apresentar os trabalhos que

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têm desenvolvido e a preparar os próximos passos a seguir à descoberta do bosão.” Querem responder “se é mesmo o bosão de Higgs, se é um parecido, ou se é outra coisa completamente diferente”.

CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO:10/09/ 2012

VEÍCULO: Inovação Tecnológica

ASSUNTO: Processador líquido: gotas de água funcionam como bits EDITORIA: Notícias

PÁGINA:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=proces sador-liquido-gotas-agua-funcionam-como-bits&id=010150120910

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Processador líquido: gotas de água funcionam como bits Bits líquidos Cientistas finlandeses desenvolveram um novo conceito de computação. Em vez de transistores, eles desenvolveram uma técnica que processa os bits de informação digital usando gotas de água. Enquanto elétrons fluem naturalmente em materiais condutores, para guiar as gotículas de água a equipe da Universidade de Aalto usou trilhas construídas com uma superfície altamente repelente à água. O experimento só foi possível depois que eles descobriram que duas gotículas de água correndo por essas trilhas super-hidrofóbicas não se fundem: elas rebatem umas nas outras como se fossem bolhas de bilhar. "Eu fiquei surpreso ao descobrir que esses ricochetes entre duas gotas nunca haviam sido relatados antes, mesmo sendo um fenômeno facilmente acessível: eu fiz os testes iniciais nas folhas de plantas no jardim de minha mãe," contou Henrikki Mertaniemi, descobridor do efeito.

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As trilhas foram construídas em uma superfície de cobre recoberta com prata e quimicamente modificada com um composto fluorado. Para a demonstração do conceito, as gotas moviam se quando a placa em que estavam era inclinada pelos pesquisadores.

Lógica líquida Embora a técnica ainda seja manual, os pesquisadores demonstraram que seu experimento com gotas de água pode virar tecnologia, que eles batizaram de "lógica super -hidrofóbica com gotas". Eles demonstraram isto construindo três circuitos básicos usados em computação.

Porta AND/OR Operação de uma porta AND/OR. Se uma única gota chega à porta lógica da entrada A ou da entrada B, a gotícula irá deixar a porta através da saída inferior esquerda (A + B). Somente se duas gotas chegarem à porta lógica ao mesmo tempo, uma das gotículas irá sair pelo canal no canto inferior direito (A * B).

Porta NOT/FANOUT Operação de uma porta NOT/FANOUT. Uma fonte (1) está ligada à entrada superior esquerda. Assim, se não houver entrada pelo canal de sinal sincronizado A no canto superior direito, gera-se um sinal no canal de saída central. No entanto, se houver uma gota de entrada em A, a saída é disparada nos canais de saída mais à esquerda e mais à direita.

Memória flip-flop Operação de uma memória flip-flop. Depois de colidir com a gota na depressão biestável no centro, as gotas que entram vão para a outra posição possível na depressão de uma maneira alternada. Assim, a saída produzida alterna entre os dois canais de saída.

Processador químico Embora seja lento para competir com um processador eletrônico, o experimento funcionou como um "processador químico".

 Bioeletrônica: Primeiro circuito integrado químico Para isso, a equipe injetou compostos químicos reativos nas gotas, controlando as reações químicas por meio das colisões. A combinação das reações químicas controladas pelas colisões com as operações lógicas realizadas pelas gotículas demonstra um conceito de programação de reações químicas. Av. Mário Ypiranga Monteiro, 3.280 - Prédio I Parque Dez Fones: +55 (92) 4009-8100 Manaus-AM - CEP 69050-030 http://www.secti.am.gov.br Ciência, Tecnologia e Inovação a Serviço da Sociedade


Isso permitiria a criação de biorreatores programáveis, onde as gotas funcionam como transportadores dos ingredientes, como reatores e como bits dessa "computação química".

CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO: 06/09/2012

VEÍCULO: Olhar Digital

ASSUNTO: Cresce quantidade de crianças na internet no Brasil EDITORIA: Notícias

PÁGINA:

http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/crescequantidade-de-criancas-na-internet-no-brasil

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Cresce quantidade de crianças na internet no Brasil Alta dos pequenos é maior que a média geral domiciliar

Enquanto toda a internet domiciliar cresceu apenas 7% no Brasil nos últimos seis meses, a quantidade de internautas entre 2 e 11 aanos registrou alta de 15%. Segundo o Ibope Nielsen Online, as crianças nessa faixa etária já representam 14.1% de toda a comunidade conectada do país, tendo chegado aos 5,9 milhões em maio. Nos últimos 24 meses, a taxa de crescimento dos pequenos na rede foi de 1 milhão ao ano.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO:10/09/ 2012

VEÍCULO: Estadão.com

ASSUNTO: Cientista busca bactérias em cavernas para produzir novos antibióticos EDITORIA: Ciência

PÁGINA:

http://www.estadao.com.br/noticias/geral,cientista-buscabacterias-em-cavernas-para-produzir-novos-antibioticos,928376,0.htm

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Cientista busca bactérias em cavernas para produzir novos antibióticos Hazel Barton diz que micro-organismos isolados podem ajudar a combater 'superbactérias' resistentes a medicamentos atuais Bactérias encontradas em cavernas podem ajudar a produzir os antibióticos necessários contra infecções resistentes a remédios já disponíveis no mercado, segundo a bióloga Hazel Barton, da Universidade americana de Akron.

Max Wisshak/Cortesia Hazel Barton Primeiros resultados mostram que o ambiente pode ajudar na batalha contra as 'superbactérias' Barton faz buscas por bactérias em cavernas profundas, como a de Lechuguilla, no Estado do Novo México.

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Ela diz que os primeiros resultados mostram que o ambiente pode ajudar na batalha contra as "superbactérias". "Há ambientes únicos e pouco explorados, povoados por micro-organismos, que só agora nós estamos começando a entender, que tem a chave para novas drogas", disse Barton ao programa de TV Horizon, da BBC. De acordo com ela, os cientistas costumam buscar novos antibióticos na natureza porque a estrutura complexa desses medicamentos faz com que seja quase impossível sintetizá-los no laboratório. "Da miríade de antibióticos que surgiram no mercado nos últimos 60 anos, 99% são derivados de outros micro-organismos, especialmente bactérias e fungos encontrados no solo", explica. "Mas esta fonte está começando a se tornar escassa e os cientistas estão prestando atenção em ambientes mais exóticos e extremos, como cavernas." Disputa por alimento. De acordo com a pesquisadora, a explicação para o potencial antibiótico dos micro-organismos de cavernas está provavelmente no isolamento. "A caverna de Lechuguilla tem mais de 365 metros de profundidade e exige que a descida até as amostras seja feita em cordas presas ao teto. A coleta (de amostras) acontece em áreas tão remotas que temos que acampar lá dentro por dias, às vezes", diz. "Essa distância também quer dizer que essas bactérias não foram perturbadas por nenhum tipo de atividade em milhões de anos." Por causa da dificuldade de conseguir alimento no ambiente da caverna, os micro-organismos são forçados a competir entre si. Barton explica que, por causa do seu tamanho reduzido, as opções das bactérias das cavernas são limitadas - elas não têm dentes ou patas para lutar. Por isso, elas usam sua capacidade biossintética para produzir antibióticos umas contra as outras. "Quimicamente, antibióticos são muito mais complexos do que drogas antivirais ou anticâncer e se parecem mais com uma teia de aranha, com padrões intricados de conexões", explica. "Eles mimetizam os padrões celulares para bloquear ou mesmo destruir estruturas importantes dentro de uma bactéria." Os micro-organismos encontrados em Lechuguilla foram examinados por Barton em colaboração com cientistas de outras universidades dos Estados Unidos e do Canadá.

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"Só uma (das amostras) produziu 38 componentes antimicrobianos, incluindo o que parece ser um novo antibiótico. Para colocar isso em perspectiva, há menos de 100 antibióticos que já foram descobertos e descritos e uma única cultura isolada de uma caverna produziu quase um terço deles", afirma a pesquisadora. Resistência. Outras avaliações mostraram a Barton que, em 93 das 4 mil culturas isoladas na caverna, as "superbactérias", resistentes a diversos antibióticos, também estavam presentes. "Apesar do fato de que estes organismos estiveram isolados por milhões de anos e nunca foram expostos a antibióticos humanos, eles eram resistentes a praticamente todos os antibióticos usados atualmente." "Assim como algumas de nossas bactérias das cavernas produzem muitos antibióticos, algumas eram resistentes a muitos também - só uma delas era resistente a 14 (tipos)." Mas Barton diz que, nas amostras coletadas, foi possível identificar um mecanismo de resistência antibiótica que não havia sido visto antes. "A resistência aos antibióticos está programada nas bact��rias - sem mudar nosso comportamento em relação à prescrição e ao mal uso de antibióticos, nunca vamos derrotálas." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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CLIPPING DATA DA PUBLICAÇÃO:09/09/ 2012

VEÍCULO: A Crítica

ASSUNTO: Luz do sol purifica água EDITORIA: Cidades

PÁGINA: C2

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Luz do sol purifica água Pesquisador do Inpa desenvolve equipamento que mata germes a partir de raios ultravioletas e será usado no vale Juruá

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