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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Centro de Comunicação e Letras Curso de Propaganda, Publicidade e Criação Habilitação em Criação

Clemente Manoel de Almeida Filho

Daniel Hazan Bernardo

Jorge Coppini Lopes

Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica do Estado de São Paulo

São Paulo 2012


Clemente Manoel de Almeida Filho Daniel Hazan Bernardo Jorge Coppini Lopes

Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica do Estado de São Paulo

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie como requisito à obtenção do grau de Bacharel em Propaganda, Publicidade e Criação – Habilitação em Criação, sob a orientação da Professora Ma. Rosana Schwartz.

São Paulo 2012


REITOR DA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE PROF. DR.- ING. BENEDITO GUIMARÃES AGUIAR NETO DIRETORA DO CENTRO DE COMUNICAÇÃO E LETRAS PROF. DR. ALEXANDRE HUADY COORDENADOR DO CURSO DE PROPAGANDA, PUBLICIDADE E CRIAÇÃO PROF. DR. PERROTTI P. PASQUALE COORDENADORA DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO INTERDISCIPLINAR – PPC PROFa. DRa. LILIAN CRISTINA CORREA


Agradecimentos

O primeiro nome que vem em mente no momento de agradecer é Zé Maurício, professor e amigo que ofereceu enorme interesse e dedicação ao nosso estudo. Mais que isso, que acreditou do começo ao fim no potencial do grupo e sucesso do trabalho. Agradecemos aos nossos familiares que tornaram possível a atual situação e, além de todo o amor e apoio, nos deram a liberdade e a confiança da escolha de cursar Propaganda. A eles, principalmente, pela chance de provar que esse curso não é só para vagabundos. Queremos agradecer também a cada integrante deste grupo. De modo que cada um, reconhecendo suas forças e fraquezas, foi fiel ao compromisso e capaz de transformar a vontade de arrebentar a cara do outro em sorrisos. Todas as noites mal dormidas, sabugadas perdidas e tretas internas fizeram com que este trabalho alcançasse a meta que estipulamos. Obrigado às 501 mackenzistas que, principalmente no verão, nos deram disposição para levantar e ir à faculdade. Obrigado, Rosana Schwartz, nossa orientadora. Você é parceira. Obrigado à molecada do handebol, não ajudaram em nada, mas deu vontade de agradecer. Um agradecimento especial à Zm2 Comunicação (Zé, Terra, Marília Aninha, Claudinha e Lúcia) por todo conhecimento transmitido. Valeu, Fer. Não poderia ser um companheiro melhor. Encrenca, agradecemos os quitutes e a compreensão. Obrigado aos integrantes do Projeto de Ecoturismo por fornecer as informações, por não implicar com os detalhes (só que o contrário) e por fornecer o tempo necessário para o desenvolvimento desta bagaça. Obrigado a todos os nossos amigos, só para garantir que ninguém que nós gostamos diga que não foi citado. Valeu!


RESUMO O presente estudo tem como finalidade segmentar o público, que é psicográfico, do Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica do Estado de São Paulo. Este Projeto é uma iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo por meio de um contrato firmado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que investiu US$15 milhões em seis parques estaduais na região da Mata Atlântica. O público foi segmentado para os jovens brasileiros, deste modo, tal estudo elabora duas pesquisas. Uma coletando 118 amostras sobre o perfil de viagens do jovem, subdividindo entre os que já praticaram o ecoturismo e os que nunca praticaram. Mais 100 amostras são coletadas para definir quais meios de comunicação influenciam o jovem de forma mais impactante, elaborando, desta maneira, a segunda pesquisa. A primeira pesquisa é elaborada de forma quantitativa havendo dois questionários, um com o intuito exploratório (para os jovens que nunca praticaram o ecoturismo) e o outro descritivo (para jovens ecoturistas). A segunda pesquisa também é quantitativa, além de exploratória. Feitas as pesquisas, as mesmas são analisadas e, junto com a análise do macro e microambiente, são definidos problemas de marketing e de comunicação existentes no Projeto. Desta forma, é concluído medidas a serem tomadas pelo Projeto para que aumente a visitação nos parques de forma a consolidar a vocação do turismo sustentável em sua área de influência como estratégia de conservação da natureza e apoio ao desenvolvimento socio-econômico da região.

Palavras-chave: Publicidade, Ecoturismo, Mata Atlântica, Sustentabilidade, Parques Estaduais, BID.


ABSTRACT The present study aims to segment the audience, which is psychographic, Project Development of Ecotourism in the Atlantic Region of the State of S達o Paulo. This project is an initiative of the Department of the Environment from Sao Paulo State through a contract with the Interamerican Development Bank (IDB), which invested $ 15 million in six state parks in the region of the Atlantic forest. The public was targeted for Brazilian young, thus this study develops two surveys. A collecting 118 samples on the profile of the university travel, subdivided between those who have already practiced ecotourism and those who have never practiced. Over 100 samples are collected to define which media influence the university in a more impactful, elaborating in this way, the second survey. The first survey is designed, so there are two quantitative questionnaires, with an exploratory purpose (for young who never practiced ecotourism) and the other descriptive (for young ecotourists). The second study is also quantitative, as well as exploratory. Done the research, the same is analyzed and, along with the analysis of macro and micro environment, marketing and communication existing problems are defined on the Project. Thus is completed the measures to be taken by the Project to increase visitation to the parks in order to consolidate the vocation of sustainable tourism in their area of influence as a strategy for nature conservation and support socioeconomic development in the region.

Keywords: Publicity, Ecotourism, Atlantic Rainforest, Sustainability, State Parks, BID.


LISTA DE TABELAS

Tabela 1: Distância Parques Estaduais...................................................................................................................Pág.41 Tabela2: Distância Parques Nacionais...................................................................................................................Pág.41 Tabela 3: Distância litoral paulista..........................................................................................................................Pág.41 Tabela 4: Cronograma de eventos..........................................................................................................................Pág.70 Tabela 5: Inserção dos materiais de divulgação..................................................................................................Pág.70 Tabela 6: Inserção nas mídias....................................................................................................................................Pág.113 Tabela 7: Planilha de produção...............................................................................................................................Pág.114 Tabela 8: Valores de revista.......................................................................................................................................Pág.115 Tabela 9: Valores de Mica..........................................................................................................................................Pág.115 Tabela 10: Valores de Elemídia.................................................................................................................................Pág.115 Tabela 11: Valores de brindes.....................................................................................................................................Pág.116 Tabela 12: Valores de materiais de divulgação....................................................................................................Pág.116 Tabela 13: Valores de banner digital.......................................................................................................................Pág.116 Tabela 14: Valores de mídia indoor banheiro.......................................................................................................Pág.116 Tabela 15: Valores de eventos...................................................................................................................................Pág.116 Tabela 16: Investimento total e comissão...............................................................................................................Pág.117


LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1: Amostragem Programa Trilhas de São Paulo................................................................................. Pág.38t Gráfico 2: Amostragem ABETA.............................................................................................................................. Pág.39 Gráfico 3: Segmentação da ABETA...................................................................................................................... Pág.44 Gráfico 4: Sexo- questionário 1................................................................................................................................ Pág.48 Gráfico 5: Faixa- etária questionário 1.................................................................................................................. Pág.48 Gráfico 6: Como começou a praticar o ecoturismo- questionário 1............................................................. Pág.49 Gráfico 7: Qual sua intenção nesse tipo de viagem- questionário 1............................................................. Pág.49 Gráfico 8: Quando pratica, é você que costuma decidir o destino- questionário 1................................. Pág.49 Gráfico 9: Grau de relevância dos aspectos na decisão do destino- questionário 1................................. Pág.50 Gráfico 10: Melhorias para que o ecoturismo se popularize- questionário 1.............................................. Pág.50 Gráfico 11: Porque opta pelo ecoturismo- questionário 1................................................................................ Pág.50 Gráfico 12: Sexo – questionário 2............................................................................................................................ Pág.51 Gráfico 13: Faixa etária – questionário 2............................................................................................................. Pág.51 Gráfico 14: Quantas vezes você costuma viajar ao ano – questionário 2.................................................. Pág.51 Gráfico 15: Destino preferido – questionário 2.................................................................................................... Pág.51 Gráfico 16: Prioridades em uma viagem de lazer – questionário 2............................................................. Pág.52 Gráfico 17: O que faz para a sustentabilidade – questionário 2................................................................... Pág.52 Gráfico 18: Sabe o que é ecoturismo – questionário 2...................................................................................... Pág.52 Gráfico 19: Quais fatores o impediram de praticar – questionário 2........................................................... Pág.52 Gráfico 20: O que imagina de um passeio como esse – questionário 2...................................................... Pág.53 Gráfico 21: O que faria você se sentir satisfeito em um Parque de Ecoturismo – questionário 2........ Pág.53 Gráfico 22: Sexo- mídia............................................................................................................................................. Pág.53 Gráfico 23: Quais redes sociais você utiliza- mídia............................................................................................ Pág.53 Gráfico 24: O que costuma fazer nos horários de lazer- mídia..................................................................... Pág.54 Gráfico 25: Meio de divulgação- mídia................................................................................................................ Pág.54 Gráfico 26: Mídia de maior contato- mídia........................................................................................................ Pág.54 Gráfico 27: Lugares para mídia e/ou ações de marketing- mídia............................................................... Pág.55


LISTA DE FIGURAS Figura 1 Parque Estadual Carlos Botelho - Fonte Secretaria do Meio Ambiente (SMA).................. Pág.24 Figura 2 Parque Estadual da Caverna do Diabo - Fonte SMA............................................................... Pág.25 Figura 3 Parque Estadual da Ilha do Cardoso - Fonte SMA..................................................................... Pág.26 Figura 4 Parque Estadual de Ilhabela - Fonte SMA................................................................................... Pág.27 Figura 5 Parque Estadual de Intervales - Fonte SMA................................................................................. Pág.28 Figura 6 PETAR - Fonte SMA............................................................................................................................. Pág.29 Figura 7 Kotler Ph. E Amstrong G...................................................................................................................... Pág.31 Figura 8 Mapa dos Parques - Fonte SMA....................................................................................................... Pág.31 Figuras 9 Adventure Sports Fair 2011 - Fonte SMA...................................................................................... Pág.32 Figuras 10 Adventure Sports Fair 2011 - Fonte SMA..................................................................................... Pág.32 Figura 11 Logotipos dos Parques - Fonte SMA............................................................................................... Pág.39 Figuras 12 e 13 Padronização das Placas de Sinalização Fonte SMA...................................................... Pág.39 Figuras 14 e 15 Padronização das Placas de Sinalização Fonte SMA...................................................... Pág.39 Figura 16 Trilha Adaptada - Fonte SMA......................................................................................................... Pág.39 Figura 17 Centro de Vizitantes de Intervales - Fonte SMA......................................................................... Pág.40 Figuras 18, 19, 20, e 21 Fauna e Flora - Fonte SMA....................................................................................... Pág.40 Figura 22 - Logo Timberland - Fonte Alpargatas online........................................................................... Pág.60 Figura 23 - Logo Adventure Sports Fair - Fonte Adventure online........................................................ Pág.61 Figura 24 - Logo Cia Lazer - Fonte CiaLazer online.................................................................................... Pág.61 Figura 25 - Logo Breda - Fonte Breda online................................................................................................ Pág.61 Figura 26 - Logo Viagem e Turismo - Fonte Abril online........................................................................... Pág.62 Figura 27 - Logo revista Trip - Fonte trip online........................................................................................... Pág.62 Figura 28 - Logo Go Outside - Fonte Rocky Mounatin online.................................................................. Pág.62 Figura 29 e 30 - Logo Facebook - Fonte Google image............................................................................ Pág.63 Figura 31 - Logo Twitter - Fonte Google image............................................................................................ Pág.63 Figura 32 - Logo Mica - Fonte Google image................................................................................................ Pág.65 Figura 33 Página dupla........................................................................................................................................ Pág.72 Figura 34 Página simples..................................................................................................................................... Pág.73 Figura 35 Página simples..................................................................................................................................... Pág.75 Figura 36 Página Dupla....................................................................................................................................... Pág.76 Figura 37 Página Dupla....................................................................................................................................... Pág.77 Figura 38 Página Simple...................................................................................................................................... Pág.80 Figura 39 Folheto Institucional Frente.............................................................................................................. Pág. 81 Figura 40 Folheto Institucional Verso............................................................................................................... Pág.81 Figura 41 Folheto Institucional Frente............................................................................................................... Pág.82 Figura 42 Folheto Institucional Verso................................................................................................................ Pág.82


Figura 43 Folheto Institucional Frente.............................................................................................................. Pág.83 Figura 44 Folheto Institucional Verso................................................................................................................ Pág.83 Figura 45 Facebook............................................................................................................................................... Pág.84 Figura 46 Twitter.................................................................................................................................................... Pág.84 Figura 47 Email Marketing Eco Circuito.......................................................................................................... Pág.85 Figura 48 Email Marketing Eco Experience.................................................................................................... Pág.86 Figura 49 Banner Institucional............................................................................................................................ Pág.87 Figura 50 Banner Eco Circuito............................................................................................................................ Pág.88 Figura 51 Banner Experience............................................................................................................................... Pág.89 Figura 52 Broadside formato fechado............................................................................................................. Pág.90 Figura 53 Broadside formato meio aberto..................................................................................................... Pág.90 Figura 54 Broadside formato aberto................................................................................................................ Pág.90 Figura 55 Broadside contra capa....................................................................................................................... Pág.90 Figura 56 Camiseta Eco Circuito........................................................................................................................ Pág.91 Figura 57 Camiseta Eco Experience.................................................................................................................. Pág.91 Figura 58 Boné Institucional................................................................................................................................ Pág.91 Figura 59 Chaveiro Institucional........................................................................................................................ Pág.91 Figura 60 Banner Digital - Frame 1.................................................................................................................. Pág.92 Figura 61 Banner Digital - Frame 2.................................................................................................................. Pág.92 Figura 62 Banner Digital - Frame 3.................................................................................................................. Pág.92 Figura 63 Banner Digital - Frame 4.................................................................................................................. Pág.92 Figura 64 Banner Digital - Frame 5................................................................................................................. Pág.92 Figura 65 Banner Digital 2 - Frame 1............................................................................................................... Pág.92 Figura 66 Banner Digital 2 - Frame 2.............................................................................................................. Pág.92 Figura 67 Iphone 1.................................................................................................................................................. Pág.92 Figura 68 Iphone 2................................................................................................................................................. Pág.92 Figura 69 Iphone 3................................................................................................................................................. Pág.92 Figura 70 Iphone Aplicação................................................................................................................................ Pág.92 Figura 71 Ipad 1........................................................................................................................................................ Pág.93 Figura 72 Ipad 2...................................................................................................................................................... Pág.93 Figura 73 Ipad 3...................................................................................................................................................... Pág.93 Figura 74 Ipad Aplicação..................................................................................................................................... Pág.93 Figura 75 Aplicativo Mobile................................................................................................................................. Pág.94 Figura 76 Site........................................................................................................................................................... Pág.94 Figura 77 Midia indoor banheiro 1..................................................................................................................... Pág.95 Figura 78 Midia indoor banheiro 2.................................................................................................................... Pág.96 Figura 79 Midia indoor banheiro aplicação.................................................................................................... Pág.97 Figura 80 Elemídia 1 - Frame 1........................................................................................................................... Pág.98


Figura 81 Elemídia 1 - Frame 2.............................................................................................................................Pág.98 Figura 82 Elemídia 1 - Frame 3.............................................................................................................................Pág.98 Figura 83 Elemídia 1 - Frame 4............................................................................................................................Pág.98 Figura 84 Elemídia 2 - Frame 1............................................................................................................................Pág.99 Figura 85 Elemídia 2 - Frame 2............................................................................................................................Pág.99 Figura 86 Elemídia 2 - Frame 3...........................................................................................................................Pág.99 Figura 87 Elemídia 2 - Frame 4............................................................................................................................Pág.99 Figura 88 Adesivo de bike......................................................................................................................................Pág.100 Figura 89 Adesivo Institucional.............................................................................................................................Pág.100 Figura 90 Adesivo aplicação.................................................................................................................................Pág.100 Figura 91 Mala direta Eco Experience frente....................................................................................................Pág.101 Figura 92 Mala direta Eco Experience verso....................................................................................................Pág.102 Figura 93 Mala direta Eco Circuito ....................................................................................................................Pág.103 Figura 94 Mica Intervales frente..........................................................................................................................Pág.105 Figura 95 Mica Intervales verso............................................................................................................................Pág.105 Figura 96 Mica Caverna do Diabo frente.........................................................................................................Pág.106 Figura 97 Mica Caverna do Diabo verso...........................................................................................................Pág.106 Figura 98 Mica Ilha do Cardoso frente...............................................................................................................Pág.107 Figura 99 Mica Ilha do Cardoso verso................................................................................................................Pág.107 Figura 100 Mica Carlos Botelho frente...............................................................................................................Pág.108 Figura 101 Mica Carlos Botelho verso..................................................................................................................Pág.108 Figura 102 Mica PETAR frente..............................................................................................................................Pág.109 Figura 103 Mica PETAR verso...............................................................................................................................Pág.109 Figura 104 Mica Ilhabela frente............................................................................................................................Pág.110 Figura 105 Mica Ilhabela verso.............................................................................................................................Pág.110


SUMÀRIO

1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................................................................Pág.20 2. EMPRESA................................................................................................................................................................Pág.21 2.1 Recursos Humanos.................................................................................................................................................Pág.22 2.1.1 Políticas – Contratação................................................................................................................................Pág.22 2.1.2 Benefícios.........................................................................................................................................................Pág.22 2.1.2.1 Assistência médica......................................................................................................................................Pág.22 2.1.2.2 Refeição........................................................................................................................................................Pág.22 2.1.2.3 Férias.............................................................................................................................................................Pág.22 2.1.2.4 Transporte....................................................................................................................................................Pág.22 3. PRODUTO/SERVIÇO.........................................................................................................................................Pág.23 4. PREÇO.....................................................................................................................................................................Pág.30 5. DISTRIBUIÇÃO E LOGÍSTICA.......................................................................................................................Pág.31 6. COMUNICAÇÃO................................................................................................................................................Pág.32 7. MACROAMBIENTE............................................................................................................................................Pág.33 8. MICROAMBIENTE..............................................................................................................................................Pág.38 9. MERCADO E CONCORRÊNCIA...................................................................................................................Pág.42 10. SEGMENTAÇÃO E PÚBLICO ALVO........................................................................................................Pág.44 11. PESQUISA MERCADOLÓGICA E ANÁLISES.........................................................................................Pág.45 11.1. Pesquisa 1................................................................................................................................................................Pág.45 11.1.1. Problema de Pesquisa.................................................................................................................................Pág.45 11.1.1. Hipóteses..........................................................................................................................................................Pág.45 11.1.3. Objetivo da Pesquisa...................................................................................................................................Pág.45 11.1.3.1. Objetivo Primário.......................................................................................................................................Pág.45 11.1.3.2. Objetivos Secundários..............................................................................................................................Pág.45 11.1.4. Questionário 1................................................................................................................................................Pág.46 11.1.5. Questionário 2................................................................................................................................................Pág.46 11.2. Pesquisa 2..............................................................................................................................................................Pág. 47 11.2.1 Problema de Pesquisa.................................................................................................................................Pág.47 11.2.2. Hipóteses........................................................................................................................................................Pág.47 11.2.3. Objetivos de Pesquisa.................................................................................................................................Pág.47 11.2.3.1. Objetivo Primário......................................................................................................................................Pág.47 11.2.3.2 Objetivos Secundários..............................................................................................................................Pág.47 11.2.4. Questionário..................................................................................................................................................Pág.47 11.3. Análise e Interpretações.....................................................................................................................................Pág.48 11.3.1 Análise de dados da Pesquisa 1.................................................................................................................Pág.48 11.3.1.1. Análise de dados do Questionário 1.......................................................................................................Pág.48


11.3.1.2. Análise de dados do Questionário 2....................................................................................................Pág.50 11.3.2 Análise de dados da Pesquisa 2...............................................................................................................Pág.53 12. ANÁLISES............................................................................................................................................................Pág.56 12.1 Análise Swot.........................................................................................................................................................Pág.56 12.1.1. Macroambiente............................................................................................................................................Pág.56 12.1.1.1. Oportunidades...........................................................................................................................................Pág.56 12.1.1.2. Ameaças......................................................................................................................................................Pág.56 12.1.2. Microambiente............................................................................................................................................Pág.56 12.1.2.1. Forças...........................................................................................................................................................Pág.56 1

2.1.2.2 Fraquezas ..................................................................................................................................................Pág.57

12.2. Definição do Problema de Marketing.........................................................................................................Pág.57 12.3. Definição de Problema de Comunicação...................................................................................................Pág.57 13. ESTRATÉGIAS....................................................................................................................................................Pág.58 13.1. Marketing.............................................................................................................................................................Pág.58 13.1.1. Objetivos de Marketing.............................................................................................................................Pág.58 13.1.2. Definição das estratégias de Marketing...............................................................................................Pág.58 13.1.3. Plano de captação de recursos ou financiamento da campanha...............................................Pág.58 13.2. Comunicação......................................................................................................................................................Pág.58 13.2.1. Objetivos sugeridos de Comunicação...................................................................................................Pág.58 13.2.2. Definição das estratégias de Comunicação sugeridas.....................................................................Pág.59 14. PLANO DE AÇÕES..........................................................................................................................................Pág.60 14.1. Marketing.............................................................................................................................................................Pág.60 14.1.1. Associação com a marca Timberland Company................................................................................Pág.60 14.1.2. Feiras de Esportes Radicais......................................................................................................................Pág.61 14.1.3. Parceria com Agência de Turismo.........................................................................................................Pág.61 14.1.4. Ação “EcoExperience”. Contratação de Empresa de Transporte.................................................Pág.61 14.2. Comunicação......................................................................................................................................................Pág.61 14.2.1. Revistas..........................................................................................................................................................Pág.61 14.2.1.1. Viagem e Turismo....................................................................................................................................Pág.62 14.2.1.2. Trip...............................................................................................................................................................Pág.62 14.2.1.3. Go Outside.................................................................................................................................................Pág.62 14.2.2. Folheto..........................................................................................................................................................Pág.62 14.2.3. Redes Sociais................................................................................................................................................Pág.63 14.2.3.1. Facebook...................................................................................................................................................Pág.63 14.2.3.2. Twitter........................................................................................................................................................Pág.63 14.2.4. Email Marketing........................................................................................................................................Pág.63 14.2.5. Banner..........................................................................................................................................................Pág.64 14.2.6. Broadside.....................................................................................................................................................Pág.64


14.2.7. Brindes............................................................................................................................................................Pág.64 14.2.8. Banner Digital.............................................................................................................................................. Pág.64 14.2.9. Aplicativo Mobile........................................................................................................................................ Pág.64 14.2.10. Site.................................................................................................................................................................Pág.64 14.2.11. Mídia Indoor Banheiro.............................................................................................................................. Pág.65 14.2.12. Elemídia.......................................................................................................................................................Pág.65 14.2.13. Adesivos........................................................................................................................................................Pág.65 14.2.14. Mala Direta................................................................................................................................................. Pág.65 14.2.15. Mica...............................................................................................................................................................Pág.65 14.2.16. Assessoria de Imprensa............................................................................................................................. Pág.66 14.3. Cronograma Síntese das Ações de Marketing e Comunicação............................................................. Pág.70 14.3.1. Eventos............................................................................................................................................................Pág.70 14.3.2. Materiais de Divulgação........................................................................................................................... Pág.70 14.3.3. Mídia...............................................................................................................................................................Pág.70 15. CRIAÇÃO..............................................................................................................................................................Pág.71 15.1. Campanha.............................................................................................................................................................Pág.71 15.2. Diferencial.............................................................................................................................................................Pág.71 15.3. Afirmação Básica................................................................................................................................................ Pág.71 15.4. Conceito Criativo................................................................................................................................................ Pág.71 15.5. Peças.......................................................................................................................................................................Pág.71 15.5.1. Revista.............................................................................................................................................................Pág.72 15.5.2. Folheto...........................................................................................................................................................Pág.81 15.5.3. Redes Sociais................................................................................................................................................. Pág.84 15.5.3.1. Facebook....................................................................................................................................................Pág.84 15.5.3.2. Twitter.........................................................................................................................................................Pág.84 15.5.4. Email Marketing......................................................................................................................................... Pág.85 15.5.5. Banner............................................................................................................................................................Pág.87 15.5.6. Broadside......................................................................................................................................................Pág.90 15.5.7. Brindes............................................................................................................................................................Pág.91 15.5.7.1. Camiseta......................................................................................................................................................Pág.91 15.5.7.2. Boné.............................................................................................................................................................Pág.91 15.5.7.3. Chaveiro.....................................................................................................................................................Pág.91 15.5.8. Banner Digital.............................................................................................................................................. Pág.92 15.5.8.1. Sites...............................................................................................................................................................Pág.92 15.5.8.2. Revistas móbiles........................................................................................................................................ Pág.92 15.5.9. Aplicativo Mobile........................................................................................................................................ Pág.94 15.5.10. Site.................................................................................................................................................................Pág.94 15.5.11. Mídia Indoor Banheiro.............................................................................................................................. Pág.95


15.5.12. Elemídia.......................................................................................................................................................Pág.98 15.5.13. Adesivos........................................................................................................................................................Pág.100 15.5.14. Mala Direta................................................................................................................................................. Pág.101 15.5.15. Mica...............................................................................................................................................................Pág.105 16.MÍDIA......................................................................................................................................................................Pág.111 16.1. Objetivos de Mídia.............................................................................................................................................. Pág.111 16.2. Estratégias e Justificativas................................................................................................................................ Pág.111 16.2.1. Revistas...........................................................................................................................................................Pág.111 16.2.2. Mica................................................................................................................................................................Pág.111 16.2.3. Elemídia.........................................................................................................................................................Pág.112 16.2.4. Banner Digital............................................................................................................................................. Pág.112 16.2.5. Mídia Indoor Banheiro.............................................................................................................................. Pág.112 16.3. Verba Definida....................................................................................................................................................Pág.112 16.4. Praça......................................................................................................................................................................Pág.112 16.5. Planilha de Veiculação..................................................................................................................................... Pág.113 17. PRODUÇÃO.........................................................................................................................................................Pág.114 18. INVESTIMENTOS...............................................................................................................................................Pág.115 18.1. Revista.....................................................................................................................................................................Pág.115 18.2. Mica........................................................................................................................................................................Pág.115 18.3. Elemídia.................................................................................................................................................................Pág.115 18.4. Brindes...................................................................................................................................................................Pág.116 18.5. Materiais de Divulgação................................................................................................................................... Pág.116 18.6. Banner Digital.....................................................................................................................................................Pág.116 18.7. Indoor Banheiro...................................................................................................................................................Pág.116 18.8. Eventos...................................................................................................................................................................Pág.116 18.9. Investimento total e comissão......................................................................................................................... Pág.117 19. CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................................................... Pág.118 Referências.....................................................................................................................................................................Pág.119


E

ste estudo acadêmico tem o objetivo de analisar se o jovem brasileiro em geral deve ser focado como público a ser atingido pelo Projeto de Desenvolvimento do Ecoturismo na Região da Mata Atlântica do Estado de São Paulo, que é uma iniciativa da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), por intermédio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Esta instituição investiu cerca de 15 milhões de dólares neste Projeto com o objetivo de:

• Estruturar e promover serviços e atividades de lazer para a visitação pública nos seis Parques Estaduais abrangidos pelo Projeto, incrementando seu potencial atrativo para diferentes públicos; 20 • Apoiar a consolidação de uma cadeia de serviços turísticos no entorno dos Parques, com a participação das comunidades locais;

•Fortalecer a gestão pública para o ecoturismo nas Unidades de Conservação, por meio de capacitação de pessoal, estabelecendo normas de controle e regulamentação da atividade turística;

• Revitalização ou construção de equipamentos para a prática de atividades ecoturísticas, tais como trilhas terrestres, trilhas suspensas, mirantes, centros de interação ambiental entre outros; • Melhoria e/ou ampliação de meios de hospedagem, serviços de alimentação, venda de artesanatos e outros serviços turísticos.

Tendo em vista estes objetivos o estudo busca divulgar os 6 parques estaduais incluídos no Projeto: Intervales, Ilha do Cardoso, Ilhabela, Carlos Botelho, Caverna do Diabo e Turístico do Alto Ribeira (PETAR).


B

reve histórico; Produtos/Serviços oferecidos; Instalações e Equipamentos; Missão e Filosofia da empresa; Posicionamento Estratégico; Recursos Humanos; Venda e força de vendas (ecommerce); Pós-venda (database, atendimento ao consumidor, assistência técnica); Finanças.

gião, abrangendo seis unidades de conservação do Estado: cinco delas localizadas no Vale do Ribeira e no Alto Paranapanema (Parques Estaduais Carlos Botelho, Ilha do Cardoso, Intervales, Caverna do Diabo e Turístico do Alto Ribeira – PETAR) e uma no litoral norte, o Parque Estadual de Ilhabela.

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) foi criada em 1986 com o intuito de melhorar, preservar e recuperar a qualidade ambiental, organizando, agregando e incorporando atividades ligadas à proteção do meio ambiente. Três anos depois elaborou a Política Estadual do Meio Ambiente, implantando-a em 1997.

A realização é possível a partir de uma parceria do Estado de São Paulo, por intermédio da Se-cretaria de Estado do Meio Ambiente (UCP), com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que investiu US$15.000.000,00. As ações são diversas:

- execução de obras de estrutura nos referidos Parques Estaduais; Em 2008, conforme decreto estadual, a estrutura - desenvolvimento de estudos visando à estruturada SMA foi reorganizada, tornando-se responsável ção das unidades de negócio e à criação de produpela análise e acompanhamento de políticas públi- tos para serem comercializados; cas que tenham impacto ao meio ambiente, com - capacitação das comunidades locais, dos agentes objetivos voltados a articular e coordenar os planos municipais e dos micro e pequenos empresários das e ações relacionados à área ambiental. áreas de influência do Projeto, visando o fortalecimento da cadeia produtiva regional; - desenvolvimento de roteiros de ecoturismo para Dentre essas articulações e coordenações foi criada serem divulgados; a Unidade de Coordenação do Projeto (UCP), refe- - articulação institucional, assegurando o apoio de rente ao Projeto de Desenvolvimento do Ecoturis- demais órgãos do Governo do Estado de São Paulo mo na Região da Mata Atlântica do Estado de São e dos governos municipais, bem como de ONGs, coPaulo. munidades organizadas e iniciativa privada; - reorganização do setor público, visando o aperfeiçoamento do planejamento e da gestão do ecoO projeto tem como objetivo consolidar a voca- turismo em Unidades de Conservação, capacitando ção do turismo sustentável em sua área de influ- os funcionários dos Parques para melhor atender os ência como estratégia de conservação da natureza visitantes. e apoio ao desenvolvimento socioeconômico da re-

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2.1- RECURSOS HUMANOS 2.1.1- Políticas de Contratação A contratação na SMA, como em todos os órgãos públicos, acontece a partir de concurso público e cargos em comissão ou função de confiança. 2.1.2- Benefícios 2.1.2.1- Assistência médica A Assistência Médica e Hospitalar no Estado é prestada pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual-IAMSPE

Para prestação de serviços o servidor e o inativo recolhe, obrigatoriamente, na folha de pagamento 2% (dois por cento) de seus vencimentos, salários ou proventos mensais 2.1.2.2- Refeição Ticket Sodexo. Quem recebe menos de R$2.300,00 de salário tem o direito a R$14,00 para refeição por 22 dia. 2.1.2.3- Férias Normal. Mas apenas 1/3 do salário é antecipado e o restante só no final do mês das férias. 2.1.2.4- Transporte O valor do auxílio para o transporte é de 6% do salário, porém se esses 6% forem superiores a R$180,00 o funcionário não recebe aditivo e, se for menor, recebe a diferença entre os 6% e os R$180,00.


C

aracterísticas (nome, cores, modelos, tamanhos); embalagem e logomarca; categoria; uso e formas de uso; sazonalidade.

Os Parques estão localizados em importantes regiões de conservação da Mata Atlântica, um dos mais ricos ecossistemas em biodiversidade do planeta, reconhecido pela UNESCO como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade e como Reserva da Biosfera.

Apenas 8% da cobertura florestal da Mata Atlântica mantém suas características originais, sendo que 18% desse remanescente estão no Estado de São Paulo, o que o torna um destino turístico privilegiado para o desenvolvimento do ecoturismo.

Apesar de um contexto único, os seis parques oferecem diferentes particularidades:

O Parque Estadual “Carlos Botelho” forma, juntamente com os Parques Estaduais do Mosaico de Unidades de Conservação de Jacupiranga, Intervales, o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira e a Estação Ecológica de Xitué, um grande complexo ecológico da Mata Atlântica, que abriga inúmeras espécies em extinção da fauna e flora, tais como o palmito juçara, o Muriqui ou Mono Carvoeiro, o Bugio, a onça pintada, etc.

Apresenta uma rica diversidade de animais e plantas, muitos dos quais ameaçados de extinção, como a jacutinga (Aburria jacutinga), a onça-pintada (Panthera onca), a anta (Tapirus terrestris), e o palmito juçara (Euterpe edulis).

Além disso, encontra-se abrigada no Parque a maior população de muriquis (Brachyteles arachnoides), os maiores primatas das Américas (Fundação Florestal)

Dos aproximadamente 1.200 monos-carvoeiro existentes no Brasil, mais da metade habita as matas do Parque Estadual “Carlos Botelho”. Essa espécie, ao lado de outras como a onça pintada, evidencia o grau de conservação dos ecossistemas abrigados nessa reserva da natureza. É também nesse Parque que se encontra uma das mais significativas populações de jacutinga, ave que vive exclusivamente em matas de serra e que se alimenta, principalmente, de sementes do palmito juçara.

Um passeio no Parque Estadual “Carlos Botelho” propicia o contato direto com a natureza, onde sobrevive uma fauna cuja taxa de diversidade é uma das mais altas no país. Já foram identificadas mais de 220 espécies de aves, número este que, segundo as estimativas científicas, pode chegar a 400. A presença de algumas espécies como o papagaio, o sabiá-cica, o gavião-pomba e o gavião-pega-macaco, também indica a boa conservação das matas,

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Com uma área de 37.644 hectares, localizada na região sudoeste do Estado, essa Unidade de Conservação se estende pelos municípios de São Miguel Arcanjo, Capão Bonito, Sete Barras e Tapiraí, ocupando as porções territoriais mais altas da Serra de Paranapiacaba, com altitudes de até 975 m acima do nível do mar, e chegando até o Planalto de Guapiara. Morros e morretes de alta declividade determinam a ocorrência de um grande número de rios e cachoeiras.

Ações predatórias, como a extração ilegal do pal-

mito juçara e a caça, causam impactos ambientais graves e devem ser combatidos através da educação ambiental e do fortalecimento da cadeia produtiva da região.

O parque conta com área para piquenique, Mini Museu de Zoologia, sala de leitura e um auditório.

Tem como principais atrativos trilhas, cachoeiras, a Estrada Parque, operação de boia cross, ciclismo, mirantes, birdwatching e uma figueira milenar;

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Figura 1 Parque Estadual Carlos Botelho - Fonte Secretaria do Meio Ambiente (SMA)

O Parque Estadual da Caverna do Diabo possui Na época em que a estrutura para visitação da Cauma área de 40.219,66 ha e abrange os municípios verna do Diabo foi construída, a lógica que orientou os investimentos em infraestrutura era baseada na de Barra do Turvo, Cajati, Eldorado e Iporanga. idéia de proporcionar fácil acessibilidade, conforto e segurança para o visitante, atraindo assim, o maior Possui um rico ecossistema, tendo como principal número de turistas possível, sem a preocupação atrativo a Caverna do Diabo, que recebe visitantes com os impactos ambientais que seriam causados. do mundo inteiro. O Parque faz divisa com a APA Hoje, a visitação é movida pelo princípio do mínimo Quilombos do Médio Ribeira, Parque Estadual do impacto. Ou seja, em um ambiente natural como Rio Turvo e Reserva do Desenvolvimento Sustentá- aquele, deve ser feita uma quantidade mínima de adaptações ou alterações, mantendo o ambiente o vel de Lavras. mais natural possível.


As escadarias, corrimões e iluminação da Caverna permitem uma visitação segura, mesmo para turistas que têm dificuldade de locomoção e que não teriam condições de conhecer outras cavernas de difícil acesso. Além da Caverna do Diabo, o parque conta com mais dois grandes atrativos que são a Trilha do Araçá e a Trilha do Mirante do Governador.

No parque, há estacionamento, loja de souvenires e artesanatos, restaurante, área para piquenique, Centro de Visitantes (interação ambiental), acomodação para pesquisadores e serviços de monitoramento;

Figura 2 Parque Estadual da Caverna do Diabo - Fonte SMA

O Parque Estadual da Ilha do Cardoso integra o Complexo Estuarino Lagunar de Iguape-Cananéia -Paranaguá, que se estende pelo litoral desde Peruíbe (SP) até Paranaguá (PR). É considerado um dos maiores criadouros de espécies marinhas do Atlântico Sul, o que faz com que a conservação ambiental nessa região seja uma prioridade.

25 lizando 465 moradores. Com forte influência cultural indígena, estas comunidades desenvolveram um apurado conhecimento da natureza. São formadas em sua maioria por pescadores que atualmente têm o turismo como fonte substancial de renda.

Na Ilha são encontrados numerosos sambaquis (sítios arqueológicos), ruínas da ocupação humana a partir do período colonial e um marco do tratado de pedra com as quinas de Portugal, que também garantem grande importância histórica ao Parque.

As praias, os costões rochosos e as dunas podem ser vistos na face da ilha que recebe as águas do oceano, onde se encontram as praias do Itacuruçá, Ipanema, Cambriú, Fole Pequeno, Foles, Lages e Marujá. Os manguezais se formam no Canal do Ararapira e na Baía de Trapandé, na face ocidental da ilha. Além disso, uma extensa restinga cobre a Suas principais espécies de fauna são: jacaré do maior parte da planície litorânea da Ilha. papo amarelo, onça pintada, onça parda, cachorro Existem seis comunidades caiçaras no Parque, tota- do mato, papagaio da cara roxa, veado mateiro,


jacutinga, colhereiros, etc. E de flora: guapuruvus, choeiras, mas o principal diferencial desse parque é ipês, araçá, palmito juçara, guanandi, cataia, man- a observação de golfinhos. gue vermelho, orquídeas e bromélias, etc. No PEIC, há refeitório, lanchonete, pousada, alojamento, mirantes, trilha suspensa sobre o manguezal, Centro de Visitantes, centro de convivência e camComo grandes atrativos estão as trilhas, praias e ca- ping;

Figura 3 Parque Estadual da Ilha do Cardoso - Fonte SMA

Situado no litoral norte de SP, o arquipélago de 26 Ilhabela é composto por 17 ilhas, ilhotas e lajes, além de um parcel, com um total de aproximadamente 34.754 hectares (IBGE, 2011). A maior ilha é a de São Sebastião, tendo como sede o município de Ilhabela, com área de 33.737 hectares. Os picos mais altos são o de São Sebastião com 1.375m ao sul da Ilha e o do Papagaio com 1.302m.

Na Ilha de São Sebastião, os limites do Parque são definidos por cotas altimétricas que variam de 200m (da Ponta das Canas até a Ponta da Sela), 100m (a partir da Ponta da Sela ao sul até Indaiaúba; e da Ponta do Costão até a Ponta das Canas ao norte) e a 0m (da ponta do Indaiaúba até a Ponta do Costão).

presentes, tais como a Mata Atlântica, a restinga e os manguezais abrigam centenas de espécies aquáticas, mamíferos, répteis e aves, muitas delas endêmicas como o roedor cururuá e outras em processo de extinção. O Parque Estadual conta com um conselho consultivo formado desde 2004, o qual reúne representantes de vários segmentos da sociedade, setor público e comunidades caiçaras para juntos discutirem a gestão e o manejo da Unidade de Conservação.

O PEIb conta com sete trilhas principais, e nelas estão presentes inúmeras cachoeiras, mirantes com belas vistas e lindas praias.

A Estrada dos Castelhanos é um atrativo à parte, As demais ilhas do arquipélago estão integralmen- cruzando a ilha de oeste a leste pelo interior do Parte inseridas nos limites do Parque. Os ecossistemas que, chegando à Praia dos Castelhanos. O trajeto


pode ser percorrido a pé, de bicicleta ou carro, dependendo da condição da estrada. A pé, o percurso demora em torno de 6 horas. A estrada cruza relevo montanhoso da ilha e chega a mais de 800 metros de altitude, proporcionando vistas belíssimas do arquipélago. Ilhabela é muito conhecida pelas histórias de corsários e a Baía dos Castelhanos se tornou famosa

por ter ficado marcada como o refúgio de piratas e ponto estratégico de navios negreiros, que ainda traficavam escravos mesmo após a Abolição.

A comunidade de cerca de 200 pessoas vive até hoje de maneira rústica, sem energia elétrica;

Figura 4 Parque Estadual de Ilhabela - Fonte SMA

27 De fazenda a Parque Estadual.

Fundação Florestal em 1987. Em 1995 foi criado o Parque Estadual de Intervales (PEI) que incluía as terras pertencentes à Fazenda e terras públicas, que Na segunda metade do século XX a Companhia do mais tarde foram desafetadas diante da legitimaIncremento Rural do Altiplano Paulista se instalou ção de terras quilombolas, formando assim, o terrina Serra de Paranapiacaba, para a implantação tório atual do parque com cerca de 41.7000 ha. de um projeto agropecuário. A área escolhida in- Como o nome do Parque indica, Intervales significa cluía a Fazenda Intervales, um grande terreno que “Entre os Vales” dos rios Ribeira de Iguape e Alto somente muitos anos depois passou a constituir o Paranapanema, limitando-se ao norte pela Serra Parque Estadual. de Paranapiacaba, e abrangendo parte dos municípios de Ribeirão Grande, Guapiara, Iporanga, Eldorado e Sete Barras, limitando-se com Capão Práticas de agricultura, mineração e extrativismo Bonito. foram desenvolvidas na fazenda durante o regime militar. A pressão pelo aumento das atividades de extração somada à decretação da Área de Prote- No seu interior, o PEI reúne numerosos atrativos: ção Ambiental da Serra do Mar, em 1984, fizeram cavernas, trilhas para caminhadas, cachoeiras com com que a fazenda fosse considerada prioritária piscinas naturais para banhos, mirantes para obserpara proteção, passando para a administração da vação da região e monumentos históricos. Tudo isso


em meio ao patrimônio natural e rica biodiversidade da Mata Atlântica.

No entorno do parque, diversas comunidades rurais mantém modos de vida tradicionais incluindo extensos territórios de remanescentes de comunidades quilombolas. São encontrados sítios arqueológicos que guardam testemunhos de povos primitivos e também do período colonial, a exemplo dos “Encanados”, canais construídos para garimpo de ouro, ao longo do rio das Almas, afluente do rio Paranapanema.

Além dos atrativos naturais, históricos e arqueológicos, a área da sede do Parque dispõe de pousadas com capacidade de 100 leitos, serviços de restaurante e orientação de visitantes e diversos equipamentos de lazer (piscinas, quiosques para piquenique voltados para visitantes regionais, campo, quadras de futebol, parquinho infantil, dentre outros). Nas bases do Vale do Ribeira o Parque conta com trilhas de acesso a mirantes e cachoeiras de rara beleza;

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Figura 5 Parque Estadual de Intervales - Fonte SMA

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) foi criado em 1958 para garantir a conservação do patrimônio espeleológico, arqueológico e paleontológico e a biodiversidade da Mata Atlântica e das cavernas da região.

O parque abriga mais de 400 cavernas, com ocorrência de dezenas de sítios arqueológicos de diferentes períodos de ocupação, sítios paleontológicos no interior de cavernas (com ossadas de preguiçasgigantes, toxodontes tigres-dente-de-sabre e outros) e espécies ca-racterísticas da Mata Atlântica. A amplitude do relevo, que vai de 60m no rio PiCom área de 35.884,28 hectares, o PETAR reúne lões (afluente do rio Ribeira de Iguape) a mais de áreas dos municípios de Apiaí, Guapiara e Iporan- 1.100m (alto da Serra de Paranapiacaba), condiga. Há quatro núcleos abertos à visitação: Santana, cionou a formação e a manutenção de diferentes Caboclos, Ouro Grosso e Casa de Pedra. As popula- tipos de vegetação, como: canelas, cedros, bucuvas, ções vizinhas do PETAR são diversificadas, incluindo cajaranas, goiabeiras e palmito-juçara. comunidades quilombolas, ribeirinhas e de pequenos e médios agricultores.


Propiciou também, a manutenção de fauna associada, que reúne espécies como a onça-pintada, o mono-carvoeiro ou muriqui, o gavião-real e a lontra.

A Caverna Santana é uma das mais belas e também mais fáceis cavernas do núcleo Santana. A extensão total da caverna é de aproximadamente 7 km. Possui inúmeras formações como estalactites, estalagmites, fatias de bacon e travertinos. A trilha até a caverna mais o percurso aberto à visitação (800 m) corresponde a 1 km. O tempo médio do passeio é de 2 horas para o percurso de ida e volta. Abriga morcegos, lontras e opilhões. É uma das cavernas mais belas do Parque, sendo também o cartão postal, que dá origem ao nome do Núcleo no qual se encontra. Formada a partir do Rio Roncador, esse tem seu nome devido ao som que ecoava no interior da caverna a partir de sua ressurgência. Sua entrada foi explodida para possibilitar a exploração da caverna. Nela encontramos diversos salões, como: São

Paulo, São Jorge, Vulcões, Takeupa, entre outros. Em sua área turística, encontramos diversas estruturas que facilitam o acesso e sua visitação.

A Trilha do Betari é especial para as pessoas que gostam de belas paisagens, com cavernas, rios e cachoeiras. Seus visitantes podem apreciar as cavernas de Água Suja e do Cafezal e a formação do rio Betari, que nomeia a trilha e é resultado da junção dos rios Betarizinho e Passa Vinte. Ótima para fazer fotos da fauna e flora da região, a trilha é considerada nível médio de dificuldade, com poucas subidas e algumas travessas por cursos d’água. Na região é possível avistar bandos de bugios, pacas, lontras e muitas aves. O trajeto de 7,2km (ida e volta) e quatro horas de duração é feito pela mata ciliar que protege o rio Betari, cruzando o rio em alguns pontos e passando em frente às bocas das cavernas. A trilha termina nas cachoeiras das Andorinhas e Beija-flor, onde é permitido o banho;

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Figura 6 PETAR - Fonte SMA


O

preço, segundo Lambin (2000), pode ser definido como uma relação que indica o montante necessário para adquirir uma dada quantidade de bens ou serviços e que, segundo Lovelock (1996), é o único elemento do marketing mix que produz receita. As outras variáveis, apesar de essenciais para o sucesso da empresa, produzem, sobretudo, custos, sendo assim consideradas de mais difícil compressão.

O preço varia bastante de um parque para o outro. Para entrar é cobrado o valor de RS 9,00, porém para a maioria dos atrativos é necessário contratar o serviço de monitoria. Em um dos parques, como é o caso de Ilhabela, é disponível o aluguel de um 30 monitor para guiar uma determinada trilha por R$20,00, enquanto que em outro, por exemplo, no Parque Estadual Ilha do Cardoso, a diária inteira de uma monitoria (o monitor fica disponível para acompanhar inúmeras trilhas e atrativos) chega a R$150,00 em alta temporada, mas esse valor pode ser dividido para um grupo de até 15 pessoas.


D

escrição da operação de fornecimento e distribuição, quantificação e gráficos.

A logística, segundo Kotler (2000), pág. 519, significa:

sul do estado. Considerando que a região sudeste é onde se concentra a maior economia do país, os parques têm excelente logística já que estão próximos da população que mais viaja do país. Ainda mais que a Secretaria do Meio Ambiente está fazendo esforços significativos para melhorar a infraestrutura de cada Parque.

O planejamento, a implementação e o controle dos fluxos físicos de produtos entre os pontos de origem e de destino, com o objetivo de atender às exigências dos clientes. Para a transação de mercadorias, deve-se considerar critérios como velocidade, frequência, confiabilidade, capacidade, disponibilidade, rastreabilidade e custo. No caso do nosso Projeto, não há transação de mercadorias e, a nossa logística se resume na localização dos parques. Analisando o infográfico abaixo, como também não visa o lucro, a satisfação do cliente depende diretamente do local (entre outros). Com exceção de Ilhabela que fica no litoral norte de São Paulo, os outros cinco parques situam-se no

Figura 7 Kotler Ph. E Amstrong G

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Figura 8 Mapa dos Parques - Fonte SMA


A

s viagens ecoturísticas visam principalmente Neste caso a comunicação nunca foi forte, é discrea educação ambiental e integração com os ta: participou da Adventure Sports Fair (feira munpovos que vivem isolados na Mata Atlântica. dial de esportes de aventura que acontece no Ibirapuera) 2009/10/11; mantêm atualizadas suas redes sociais, seu site; participou de eventos científicos e; Não alvejando o lucro como objetivo principal, a foi apresentado em universidades, em congressos e comunicação se torna muito mais eficaz como mos- encontros nas áreas de turismo e ecologia. tra Kotler (1994), pág. 538:

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A razão básica de uma organização que não visa lucro interessar-se pelos princípios formais de marketing é que eles permitem que a organização se torne mais eficaz na obtenção de seus objetivos. Dentre eles, pode-se citar: aperfeiçoar a missão educacional de uma instituição, a relação e satisfação entre seus públicos, a eficiência de suas atividades e a atração de novos recursos Figuras 9 Adventure Sports Fair 2011 - Fonte SMA

A comunicação dos parques deve ser feita com o intuito de popularizar as viagens ecoturísticas, partindo do principio da educação para expandir o conceito da preservação ambiental, foco do nosso projeto. Isso, de forma clara para que nossos objetivos não fiquem distorcidos como aconselha Drucker (1994), pág. 71: A comunicação de uma organização sem fins lucrativos deve ser planejada, tanto para facilitar sua gestão, melhorar a produtividade do ambiente organizacional e conseguir transmitir seus ideais, seu trabalho e valores de forma consistente, quanto para evitar que sua imagem seja construída de forma negativa ou distorcida.

Figuras 10 Adventure Sports Fair 2011 - Fonte SMA

As ações de marketing que realmente atingiram a população de forma eficaz foram feitas minimamente, deixando muitas dúvidas e conceitos precipitados em relação ao ecoturismo.


V

ariáveis políticas, econômicas, culturais, sociais, legais, demográficas, tecnológicas, naturais que atinjam a empresa e/ou produto.

forma sustentável de turismo, mostrando a importância e as riquezas das florestas atlânticas, além de toda a sua exuberância. Os ecoturistas preservam e atuam como embaixadores dessa ideia. Outro público-alvo do projeto são as escolas, que semA consciência ambiental cada vez mais faz parte do pre promovem viagens educativas, criando futuros dia a dia do brasileiro. O que era antes restrito a ecoturistas e também ajudando a difundir a ideia grupos ambientalistas começou a ser um consenso das viagens ecológicas. A iniciativa da GETUECO geral da população. Essa nova maneira de pensar (Grupo de Espeleologia e Turismo Ecológico) com e agir começa a fazer diferença em atitudes cotid- sede em Sorocaba, reforça essa ideia: ianas como não jogar lixo nas ruas, reciclagem e a priorização de produtos e serviços que dão preferênHá cinco anos promove excursões de cia a formas sustentáveis, não agredindo o meio cunho ecológico para as cavernas do PEambiente. TAR incentivando a preservação e educação ambiental além de elaborar projetos de reflorestamento, lazer entre outros que tenham como objetivo a melhoria A preocupação dos brasileiros com o aquecimento do meio ambiente. O GETUECO promove viagens para grupos de empresas, esglobal e problemas ambientais de uma forma geral colas, spas entre muitos outros, seguindo aumentou nos últimos anos, segundo uma pesquisa o interesse de cada grupo, como desafios, nacional realizada pelo Ibope concluída em dezemeducação ambiental, condicionamento físico, explicações sobre geografia, fauna bro de 2011 a pedido da Confederação Nacional da e flora da região, entre outras. A empresa Indústria (CNI). atende tanto a grupos, escolas ou turistas, independente do número de pessoas interessadas. O porcentual de pessoas que se dizem preocupadas com o meio ambiente aumentou de 80%, em 2010, para 94%, em Outro ponto favorável em São Paulo é a tendên2011. Além disso, 44% dos entrevistados cia para o turismo, tanto pelos seus diversos aspecafirmaram que a proteção ao meio ambiente tem prioridade sobre o crescimento tos culturais, como pelas riquezas naturais presentes econômico, comparado a 30% anterior- na região de Mata Atlântica. Como mostra a remente. Só 8% disseram que o crescimento portagem de Fellipe Canale no site viajamos.com econômico é prioritário, e 40% acreditam do dia 29 de junho de 2011: “O site canadense Hub que é possível conciliar ambos. Culture, famoso por disseminar tendências de comportamento, elegeu São Paulo novamente como a Toda essa tendência é uma oportunidade para o metrópole do momento, o lugar onde tudo aconteecoturismo, que prega como um dos seus principais ce e destino obrigatório para os trendsetters e forobjetivos a educação ambiental e outro como uma madores de opinião”.

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Esta tendência faz com que muitos estrangeiros, em viagens de estudo, trabalho ou turismo, avancem além da capital do Estado para outras regiões de riquezas naturais, como mostra a reportagem da Gazeta Digital de 11 de maio de 2012:

de que São Tomé, o apóstolo que duvidou de Jesus Cristo, teria passado pela região numa missão catequizadora e se tornado um dos primeiros “homens do velho mundo a chegar nas Américas. O ponto de partida do trajeto é a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição (Capão Bonito), e a chegada é o Santuário de Bom Jesus de Iguape (Iguape). Durante o caminho, outras três capelas católicas são paradas obrigatórias. Além da fé e espiritualidade, o trajeto oferece uma aventura que passa pela Serra da Macaca, no Vale do Ribeira, onde o revolucionário Lamarca escapou das perseguições militares, e pelo parque estadual Carlos Botelho, com 37 hectares de floresta e belas corredeiras e cachoeiras do Rio Taquaral de Capão Bonito.

Pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e divulgada pelo Ministério do Turismo (MTur) apontou que 26,9% dos turistas estrangeiros que visitam o Brasil optam pelo segmento de natureza, ecoturismo e aventura. A preferência ainda é pelo segmento sol e praia (cerca 60,2%). Estes dados, que são referentes a 2011, mostram ainda que a principal motivação das viagens dos turistas estrangeiros ao Brasil ainda é o lazer (46,1%). Viagens O Projeto de Apoio ao Romeiro, que se iniciou em a negócios ou para participação em fei- 2007 através de uma parceria entre P.E “Carlos Boras e convenções representam 23,3%. telho” e a Prefeitura Municipal de São Miguel Arcanjo, também enfatiza o argumento: A região dos parques é um grande polo de atração também pela questão religiosa. Nela, acontecem inúmeras romarias, existem diversas igrejas e, inclusive, santuários. Histórias como a de que São Miguel Arcanjo evitou que tropas militares agredissem o povo na época da ditadura de Getúlio Vargas valorizaram a força religiosa da região. A visitação com intuito religioso tem um grande público que pode aproveitar a viagem para conhecer os Parques Estaduais.

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O texto a seguir, da agência Porto de Notícias, mostra como o turismo religioso no local ajuda o ecoturismo, já que os objetivos são comuns.

O Projeto de Apoio ao Romeiro é executado todos os anos, da segunda quinzena de julho até a primeira semana de agosto, quando ocorre o maior fluxo de romeiros, já que a referida prática se estende ao longo do ano. Este projeto tem como objetivo principal apoiar os adeptos a Romaria do Senhor Bom Jesus de Iguape que atravessam a Rodovia SP-139, a Estrada-Parque, localizada no Parque “Estadual Carlos Botelho”, a referida estrada liga o município de São Miguel Arcanjo ao de Sete Barras, buscando atender as solicitações dos romeiros no que tange ao atendimento e estrutura para pernoite e alimentação. Neste ano foram cadastrados 30 grupos de romeiros, entre eles caminhantes, cavaleiros e ciclistas, e mais 05 pessoas que estavam em dupla ou so-zinha, advindos de 09 municípios diferentes. Totalizando então, em 383 pessoas que agendaram previamente os serviços oferecidos no Núcleo Sete Barras. Porém, estima-se que mais de 500 romeiros utilizaram a Estrada Parque neste ano. Vale ressaltar que o fluxo de romeiros é bem maior do que este apresentado, sendo que muitos não agendam por falta de informação e acabam utilizando outros pontos para pernoite e alimentação. Como nos anos anteriores, este trecho é reconhecido pelos romeiros como o mais bonito do percurso, que vai de várias cidades da região do Alto Paranapanema até o município de Iguape, no Litoral Sul de São Paulo.

O Circuito Caminhos de São Tomé, um novo roteiro turístico a partir de Capão Bonito, seguindo por São Miguel, Sete Barras, Registro, Pariquera-Açu até alcançar Iguape, deverá ser em breve a grande opção para o viajante que gosta de aventura e fé. Será um novo de peregrinação, inspirado no notável caminho de Santiago de Compostella na Espanha, e alimentado por lendas religiosas em meio às paisagens da Mata Atlântica. São aproximadamente 200 km que ligam Capão Bonito - município na região sudoeste paulista e a 230km de São Paulo - à cidade histórica de Iguape, no litoral sul paulista. O caminho já começou a ser testado por um grupo de 30 peregrinos. Geograficamente, os Parques estão muito bem loO trajeto pode ser completado em cinco dias á pé, e foi batizado de Caminho de calizados com uma média de 200 km de distância São Tomé, devido a uma lenda histórica da capital paulista, o que permite viagens rápidas


e de curta duração, sendo assim, oportunas para o O fato se comprova num artigo feito pelo viagempadrão de vida, geralmente, corrido e ocupado do hoje.com no dia 24 de março de 2012 chamado Espúblico potencial. tatística do Turismo Brasileiro que mostra alguns dados interessantes: Além disso, no caminho entre duas das principais cidades do país - cultural e economicamente - é onde estão localizados quatro dos seis parques do Projeto. A Rodovia Régis Bittencourt liga São Paulo a Curitiba e corta as cidades de Taboão da Serra, Embu das Artes, Itapecerica da Serra, São Lourenço, Juquitiba, Miracatu, Juquiá, Registro, Pariquera-açu, Jacupiranga, Cajati e Barra do Turvo, no Estado de São Paulo; e Campina Grande do Sul, Quatro Barras, Antonina, Colombo e Curitiba, no Estado do Paraná. Ela tem 402,6 quilômetros de extensão, sendo 30,5 em pista simples e 359,3 em pista dupla. A Régis Bittencourt tem um papel importante na rede rodoviária brasileira, pois faz parte do principal corredor rodoviário de interligação dos mais importantes pólos econômicos das regiões Sudeste e Sul do Brasil e destas com os principais países do Mercosul [...] Todos os municípios cortados pelos 402,6 quilômetros da Régis Bittencourt têm direito a receber o repasse do ISS e, com ele, terão suas receitas ampliadas, podendo reverter em investimentos em áreas sociais e de infraestrutura. No período dos 25 anos de concessão, a previsão da concessionária é repassar cerca de R$ 324 milhões às prefeituras (valor calculado com base na moeda de 2010). Ele é recolhido mensalmente a partir da soma de toda a arrecadação do pedágio e das obras realizadas na BR-116 de São Paulo a Curitiba. O valor é calculado sobre a alíquota de até 5% (variável de 2 a 5% nos municípios) sobre a receita de arrecadação das 6 praças de pedágios ao longo da rodovia, proporcional a testada (extensão) do município na rodovia. As prefeituras utilizam os recursos como julgarem mais conveniente, pois o imposto não precisa de contraprestação.

O setor turístico brasileiro cresce significativamente e alavanca a economia do país. A participação deste setor no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil é de 3,6% (aproximadamente R$ 132 bilhões). De acordo com o artigo “Para onde viajam os brasileiros”, de janeiro/2012, é possível citar alguns dados que embasam “a expansão do mercado consumidor de turismo, que aumentou 16% no país. O número de brasileiros que viajam saltou de 43 para 50 milhões de 2007 para 2010. A principal responsável pelo incremento foi a nova classe média. O número de viagens também cresceu: passou de 156 milhões, em 2007, para 186,5 milhões, em 2010. Esses dados não revelam apenas que os brasileiros adoram viajar, mas também, que na atual conjuntura tal fato tornouse mais acessível. Com a valorização do real perante a fortes moedas estrangeiras, como o dólar e o euro, o brasileiro pôde viabilizar o tão esperado sonho de sair do país. Dados do Banco Central do Brasil revelam que os gastos dos brasileiros no exterior tiveram um aumento de 40%. O país conta agora com uma economia mais estável e, não podemos deixar de mencionar que, os brasileiros recebem uma renda maior do que recebiam tempos atrás, facilitando assim o pagamento e/ou financiamento de suas viagens, principalmente para fora do Brasil. São mais pessoas que querem passar férias com a família, mais casais em busca da perfeita lua de mel, mais pessoas querendo fazer compras, conhecer culturas e idiomas diferentes, participar de um evento, assistir um show de uma banda famosa, mais executivos buscando negócios no exterior, enfim, motivados por razões distintas, o fato é que os brasileiros estão viajando mais. Outro fator que favorece o turismo urbano e desfavorece o ecoturismo é que nos Parques, mesmo de dia, é inevitável a presença e o ataque de insetos.

Em contrapartida a essas oportunidades, o jornal impresso O Estado de S. Paulo informou em seu caderno Economia & Negócios que as despesas no Esse problema é tão frequente que até no site da exterior tiveram alta de 44% em 2011, a maior entre prefeitura de Ilhabela encontram-se dicas para prepaíses monitorados pela Organização Mundial do venção de picadas e orientações de tratamento: Turismo. Significa que a valorização do real ameaça o aumento da visitação nos parques, já que muitos brasileiros preferem destinos internacionais a pontos turísticos situados no Brasil. Está mais barato viajar para o exterior e isso é o sonho de muitos brasileiros.

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O sistema hídrico de Ilhabela é extremamente rico, milhares de torrentes, córregos, nascentes e rios de água pura correm em nossas matas e em nossa implantação urbana. Por este motivo, principalmente próximo às cachoeiras, há um inseto pequeno chamado borrachudo. Sua picada pode incomodar, mas há como prevenir: o uso de repelentes, existentes no mercado evitará maiores problemas. A vitamina B também é uma boa opção para evitar as picadas (deve ser tomada diariamente com 10 dias de antecedência). A quantidade destes insetos diminuiu significativamente nos últimos anos, devido aos tratamentos feitos nas cachoeiras, mas sua existência será preservada, já que ele faz parte do ecossistema local e é sinônimo de água pura e corrente. Mais um problema é o questionamento feito por alguns biólogos sobre a degradação ambiental causada pelo ecoturismo.

Na revista OLAM –Ciência e Tecnologia, Rio Claro (SP), v. 8, n.1, maio/junho, 2007 que mostra os efeitos ambientais da visitação turística em áreas protegidas, um estudo comprova que no Parque Estadual da Ilha Anchieta, a região denominada piscina natural está sendo visivelmente alterada pela visitação turística. Foram estudadas 62 pessoas, sendo a maioria absoluta (73%) de adultos e do sexo masculino (60%). Foram observados 2.277 impactos negativos, sendo o número médio de suspensões de sedimento por pessoa (86% das ocorrências) significativamente maior que o de pisoteamentos (11%), 36 de toque em organismos (2,5%) e de alimentação a animais (0,5%). Observações gerais não numéricas mostraram também crianças fazendo morrinhos de sedimento sobre as rochas, adultos sentando-se ou colocando vestimentas sobre organismos crescendo perto do mar, crianças pulando do alto de rochas em volta da piscina e assim suspendendo o sedimento em quantidades muito acima da correspondente à pisada além da ejeção de urina na água. Essa situação aparentemente propicia uma “deseducação ambiental”, onde os visitantes, embora dentro de uma Unidade de Conservação, têm liberdade para se comportarem da mesma forma que em qualquer praia e, como conseqüência, criam um ambiente empobrecido e com baixo apelo afetivo.

“ONU quer mais investimento em ecoturismo para preservar florestas”

Por outro lado, a ONU , segundo o Portal Terra, na seção “360Graus” (voltada para o turismo), por meio de uma afirmação feita pelo diretor-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT) Taleb Rifai, vê o ecoturismo como um potencial para gerar renda em comunidades e proteger ecossistemas, além de preservar florestas ameaçadas. De acordo com dados registrados na ONU, 95% da renda gerada pelo ecoturismo é destinada às comunidades locais, entretanto esse percentual cai para 20% quando os pacotes são oferecidos por grandes empresas, que absorvem a maior parte do lucro ao lado das redes hoteleiras.

Desta forma, o ecoturismo é um grande aliado da preservação da natureza. Além de todos os atrativos que este tipo de turismo proporciona a seus praticantes, o turismo de aventura consegue aliar diversão com consciência ambiental.

Além disso, esses extrativistas ilegais matam alguns animais para se defender ou mesmo para se alimentar e podem agredir visitantes que flagrá-los, por medo de serem denunciados. Não menos importante, o transporte utilizado para carregar os palmitos (caminhões) também prejudica a mata nativa. A extração clandestina do palmito é atividade altamente predatória, realizada por meio da invasão de áreas privadas e de Parques Estaduais: a planta é extraída sem respeito a sua idade reprodutiva, o que prejudica os animais que dela dependem e a sua condição de dispersor de sementes. Na prática, observa-se que nas áreas em que ocorre extração clandestina são removidas praticamente todas as palmeiras. Não são poupadas de corte nem as plantas jovens (que ainda não frutificaram) e as matrizes (que deveriam ser mantidas para garantir a continuidade da reprodução). Além disso, sucessivas extrações, durante décadas e de forma não manejada, eliminam gradativamente o potencial de regeneração natural do Euterpe edulis, colocando em risco a continuidade da espécie. O Vale do Ribeira, reconhecido por abrigar grande remanescente da floresta de Mata Atlântica ainda preservado [...] Desse modo, hoje não é demais falar em quadrilhas especializadas na exploração clandestina do palmito juçara. Elas se valem de notas fiscais falsas, empresas de “fachada” devidamente licenciadas pelos órgãos ambientais, licenças não fis-


calizadas, bem como da exploração do trabalho das famílias carentes do Vale do Ribeira, as quais não vislumbram outras perspectivas de renda senão a “tradicional” e enraizada exploração ilegal do Euterpe edulis.

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F

oi elaborada uma pesquisa de perfil do turista de aventura e do ecoturista no Brasil, realizada pela ABETA (Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo de Aventura) em parceria com o Governo Federal.

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caderno com informações das trilhas que o programa contempla. Ao total são 40 trilhas distribuídas em 18 Unidades de Conservação espalhadas pelo Estado, totalizando 200 km de trilhas. A pesquisa tem como objetivo caracterizar o perfil dos visitantes dos Parques Estaduais no âmbito do Programa Trilhas de São Paulo, através da análise de Pesquisa de Satisfação pedida aos visitantes na Unidade de Trata-se de um projeto que integra o Programa de Promoção e Comercializa- Conservação após a conclusão da visita. Trata-se de ção Nacional (PPCN). Foi possível, a par- uma pesquisa de natureza quantitativa com 2.408 tir dele, conhecer as características desse questionários aplicados entre outubro de 2008 a turista, de modo a fornecer subsídios para a elaboração do Plano de Comunicação dezembro de 2010. As respostas foram tabuladas para estimular a demanda por Turismo no programa Excel e gerados gráficos e tabelas. de Aventura e Ecoturismo no País. É um Para o presente estudo, foram compiladas todas esforço do Ministério do Turismo e da As- as questões referentes ao perfil do visitante. Os resociação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (ABETA), sultados obtidos trazem dados sobre origem dos visque firmaram convênio para empreen- itantes, faixa etária, sexo, motivo da viagem e tipo der o PPCN, dando sequência ao Pro- de grupo que acompanha. grama Aventura Segura (PAS) apoiado pelo Ministério do Turismo (MTur) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional), A seguir estão os gráficos de ambos os estudos: em parceria com a ABETA, para fortalecimento, qualificação e estruturação do Ecotuismo e do Turismo de Aventura no Brasil.

Outra pesquisa foi elabora pelos membros do Programa Trilhas de São Paulo. O Programa é uma iniciativa da Fundação Florestal em parceria com o Instituto Florestal e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Tem como objetivo oferecer a oportunidade ao visitante de vivenciar experiências em diversos cenários das Unidades de Conservação do Estado, aliando a vivência com a preservação, tornando os Parques Estaduais mais visitados. O Programa foi lançado em agosto de 2008, junto com o “Passaporte Trilhas de São Paulo – Conhecer para Conservar”, que consiste em um

Gráfico 1


Gráfico 2

Constata-se que o ecoturista e os turistas de aventura não tem um público definido demograficamente. Deste modo, o target para o Projeto é psicográfico, ou seja, os ecoturistas buscam uma diversidade de experiências de aventura: desafios, incertezas, intensidade, familiaridade e habilidades pessoais, fatores estes que não podem ser medidos por classe social ou idade. Sendo assim, o target psicográfico para este serviço é um fator positivo, pois não segmenta seu público alvo. Dessa maneira, muitas opções para divulgação se abrem, tornando o Projeto capaz de atingir um grande público, diferente da maioria de produtos e serviços, que são segmentados demograficamente.

Figuras 12 e 13 Padronização das Placas de Sinalização Fonte SMA e Figuras 14 e 15 Padronização das Placas de Sinalização Fonte SMA

A Tecton Soluções Verticais ficou responsável pela implantação das placas, abertura e/ou melhoria das trilhas, inclusive, de gerar acessibilidade para portadores de deficiências físicas.

Uma das principais ações do Projeto foi a implantação do sistema de trilhas e atrativos. Para tal, foram contratadas empresas de comunicação visual, engenharia e marketing.

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A empresa ACXT Arquitectos-IDOM elaborou uma identidade visual, logotipos, fontes, tamanhos e materiais gráficos foram padronizados para todos os Parques.

Figura 16 Trilha Adaptada - Fonte SMA

Figura 11 Logotipos dos Parques - Fonte SMA

As exposições temáticas, a cargo da empresa de marketing, ficam nas sedes dos parques. Foram criadas com o intuito de interagir o visitante com o parque e seu entorno, com educação ecológica, atrativos de fauna e flora e garantir diversão para as crianças.


de animais, 20 mil espécies de plantas, das quais oito mil são exclusivas dessa floresta.

Figura 17 Centro de Vizitantes de Intervales - Fonte SMA

Com essas implantações e melhorias padronizadas nos seis Parques, o visitante tem maior confiança nas informações adquiridas no passeio. Essas melhorias geraram segurança e valorização dos parques em relação aos outros fora do Projeto.

Um fator que causa grande ruído nas redes sociais é a ausência do sinal 3G nos Parques Estaduais. Com o número crescente de aplicativos como o Instagram (aplicativo que compartilha fotos entre os mobiles) o acesso à Internet se tornou um aliado de serviços e produtos. O jornal O Estado de S. Paulo publicou no Caderno de Negócios no dia 14 de fevereiro de 2012 que “a internet móvel deve crescer 70% ao ano”. Além disso, a publicação informa que “o volume de dados trafegados na rede no mundo chegará a 130 exabytes, o equivalente a 33 bilhões de DVD’s”.Qualquer pessoa pode divulgar seu produto sem a empresa pagar por esta divulgação. Segundo 40 matéria do portal UOL, as empresas que oferecem o serviço 3G, adotam uma cláusula onde oferecem apenas 10% do que foi vendido ao consumidor, ou seja, se um cliente fizer a adesão do plano de 1 mbps ele terá direito a 100 kbps. Portanto, pode-se dizer que os Parques Estaduais têm uma grande ferramenta nas mãos porém ainda não explorada. Na era dos SmartPhones, os locais que não proporcionarem o sinal 3G, estarão perdendo uma grande forma de divulgar seu produto/serviço sem custo algum.

Segundo o IBGE, a Mata Atlântica é considerada uma das áreas mais ricas em espécies da fauna e da flora mundial. Infelizmente, só restam cerca de 7,3% de sua cobertura florestal original, fator agravado por se localizarem, nessa região, os recursos hídricos (rios) que abastecem cerca de 70% da população brasileira. Na Mata Atlântica existem 1.361 espécies

Figuras 18, 19, 20, e 21 Fauna e Flora - Fonte SMA

O Vale do Ribeira (região de cinco dos seis Parques do Projeto) abrange a parte sul do estado paulista e a porção norte do estado do Paraná, abrangendo 31 municípios, sendo 22 paulistas e nove paranaenses. O nome da região se dá devido à bacia hidrográfica do Rio Ribeira e ao Complexo Estuarino Lagunar de Cananéia, Iguape e Paranaguá.

Com uma das maiores biodiversidades do planeta, a região é considerada Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, devido ao fato de possuir a maior porção de Mata Atlântica do Brasil. Além da riqueza natural, a região apresenta uma grandiosa riqueza cultural devido à presença de comunidades indígenas, caiçaras e quilombolas.

Portanto, a Mata Atlântica, com toda sua riqueza natural e cultural do seu entorno, é um dos principais destinos dos ecoturistas. O fato dos parques do Projeto estarem localizados neste ambiente é mais uma exclusividade em relação aos Parques espalhados por outros ecossistemas do Brasil.

O Projeto tem cinco principais ações estratégicas:

•Estruturar e promover serviços e atividades de lazer para a visitação pública nos seis Parques Estaduais abrangidos pelo Projeto, incrementando seu potencial atrativo para diferentes públicos;


•Apoiar a consolidação de uma cadeia de serviços turísticos no entorno dos Parques, com a participação das comunidades locais; •Fortalecer a gestão pública para o ecoturismo nas Unidades de Conservação, por meio de capacitação de pessoal, estabelecendo normas de controle e regulamentação da atividade turística; •Revitalização ou construção de equipamentos Tabela 3 Fonte Maplink.com.br para a prática de atividades ecoturísticas, tais como Nas tabelas 1, 2 e 3, foram analisadas três pousatrilhas terrestres, trilhas suspensas, mirantes, centros das para cada destino (Parques Nacionais, litoral de interação ambiental entre outros; paulista e Parques Estaduais). Foram levadas em conta as suítes padrão de cada pousada e o valor •Melhoria e/ou ampliação de meios de hosped- divulgado é com o café da manhã incluso. Os vaagem, serviços de alimentação, venda de artesan- lores podem variar de acordo com feriados ou finais atos e outros serviços turísticos. de semana. Foi levado em consideração o marco zero da cidade de São Paulo, a Praça da Sé, para Levando em consideração que três, dessas cinco obter os valores de distância, gasto médio e pedáações envolvem e beneficiam as comunidades do gio. Para início de análise, pode-se dizer que o preço entorno dos parques agregando-as, assim, à socie- das pousadas relacionadas no Projeto é, disparada, dade, podemos definir tais estratégias do Projeto a melhor opção como destino de viagem de lazer. como mais um diferencial positivo dos nossos par- Os preços em alguns casos são 50% menores em ques. relação aos Parques Nacionais e podem chegar a 80% em relação às praias paulistanas, dependendo As pousadas do entorno dos Parques têm um preço do destino desejado. Há de se salientar que Ilhabela bom com relação ao mercado, comparando-as com é a exceção por estar localizada no litoral, com as as dos Parques Nacionais e com as do litoral paulis- demais cidades da Tabela 3. A tabela 2 expõe um tano, como mostram as tabelas a seguir: enorme custo com locomoção tanto de carro como de avião, o que evidencia, que os Parques Estaduais têm o preço mais acessível comparativamente. A média da diária de cada tabela mostra um total equilíbrio entre as pousadas do litoral paulista e dos Parques Nacionais com R$ 140,00 e R$ 142,00 respectivamente, e R$ 80,00 dos Parques Estaduais. Deste modo, fazendo um balanço geral de todas as tabelas, a relação entre preço e distância pesará a favor de um desses destinos. Apesar da Tabela 3 ter a menor distância entre as outras duas tabelas, deixa a desejar no preço de suas pousadas. Deste Tabela 1 Fonte Maplink.com.br modo, os Parques Nacionais perdem nos dois quesitos: preço e distância, e fazem o Projeto de Ecoturismo na região da Mata Atlântica ter o melhor custo/ benefício dentre as tabelas analisadas.

Tabela 2 Fonte Maplink.com.br

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T

amanho do mercado (dinheiro e volume); tendências e evolução; principais concorrentes (diretos e indiretos) e percentuais de mercado; preços e diferenças entre concorrentes; estratégias da concorrência direta com relação aos 4 p´s (preço, praça, produto e promoção do Mix de Marketing). Fornecedores.

Segundo a pesquisa realizada pela ABETA, já citada em nesse estudo, o fato da ligação do ecoturismo como uma volta à infância, no qual os ecoturistas se emocionam ao praticar, indica que o ecoturismo diminuirá consideravelmente num médio prazo já que as crianças não terão lembranças de vivência na natureza porque sequer a conheceram. Na cidade de São Paulo, que é nosso foco, isso se enfatiza ainda mais e são os paulistanos os que mais Se nosso mercado fosse um produto, ele estaria na viajam pelo Brasil, segundo a ecoviagem.uol em 05 sua fase de maturidade, logo a tendência é declinar. de abril de 2011: “Os brasileiros que mais viajam são os residentes em São Paulo, que também é o estado que mais recebe turistas. O cearense é o que menos Estamos vivendo a popular “era sustentável”, vemos deixa seu Estado para viajar. A pesquisa também nossas riquezas naturais aca-barem de forma muito indica a tendência do viajante de realizar passeios rápida para aumentar a riqueza de uma mínima em seu próprio Estado.” 42 parcela da humanidade, claro que, também para facilitar a vida de todos. O uso do petróleo como combustível dos meios de transportes é um bom, se Apesar da tendência, o mercado é bom porque o não o melhor, exemplo. auge é agora.

Quem nasceu a partir da segunda metade do século XX acompanhou essa evolução tecnológica e, ao mesmo tempo, essa desvastação do meio ambiente. Assim, a maioria dessas pessoas, principalmente os atuais jovens, estão preocupados em preservar o que restou. Tanto quanto preservar, querem também aproveitar, curtir e viver a natureza. Associam o ecoturismo como um resgate à infância, que era muito mais rural do que hoje. Por isso o mercado estaria em sua “maturidade”.

A região de Bonito e Jardim, no Mato Grosso do Sul, foi considerada pelo nono ano consecutivo um dos principais destinos ecoturísticos do Brasil pela maior revista de turismo nacional, a Revista Viagem e Turismo.

Outros principais destinos são Brotas (SP), Fernando de Noronha (PE), Pantanal (MS), Chapada Diamantina (BA), Lençóis Maranhenses (MA), Foz do Iguaçu (PR), entre outros.

Porém, essa infância rural tende a diminuir. Cada vez menos as crianças convivem na/com a natureza. Para ir até os parques do Projeto o custo é menor


do que para todos esses principais concorrentes, principalmente para a população paulistana, como mostramos em microambiente (preço).

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A

pesquisa realizada pela ABETA, sobre o Perfil do Turista de Aventura e do Ecoturista no Brasil comprova que tanto os consumidores atuais como os potenciais não têm uma faixa etária definida, sexo ou classe socioeconômica. O público alvo em questão é psicográfico, ou seja, depende de comportamentos, valores e ideologias da pessoa.

O estudo da ABETA mostra o seguinte:

de fazer e gostam de rotinas. Os Certinhos (18% da amostra), por vez, são parecidos com os receosos, o que marca os certinhos é a indecisão. Por fim, Os Tranquilões (25% da amostra) são os que menos gostam de guias na amostra e os mais jovens.

“A empresa precisa identificar os segmentos de mercado a que poderá atender com eficácia. Essas decisões requerem um profundo entendimento do comportamento do consumidor e uma cuidadosa análise estratégica.” (KOTLER, Philip, 2006, p. 236 – Administração de Marketing 12ª edição) “Os profissionais de marketing não criam os segmentos; sua tarefa é identificá-los e decidir em quais vão se concentrar.” (KOTLER, Philip, 2006, p. 237 – Administração de Marketing 12ª edição)

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Gráfico 3 Fonte ABETA

Segundo a ABETA, o Mandachuva (27% da amostra) significa sem características psicográficas marcantes em relação aos demais grupos, o que realmente os diferencia é o controle da decisão de viajar. Os Engomadinhos (24% da amostra) são pessoas que gostam de leitura, arte, cultura e história, reconhecem que gostam de chamar a atenção, se acham à frente do seu tempo, fashion e de interesses restritos.Os receosos (7% da amostra) são perfeccionistas, controlam seus gastos, planejam antes

A partir da pesquisa realizada pela ABETA e interpretando as citações de Kotler, este estudo resolve segmentar o público jovem para análises. Apesar do estudo, mais adiante, relevar que a amostra pesquisada tem sim uma faixa etária, essa segmentação também é psicográfica. Além disso, é um público que viaja muito e antenado aos problemas ambientais.


11.1- PESQUISA 1 A pesquisa quantitativa foi segmentada da seguinte forma: se o entrevistado já tivesse praticado o ecoturismo responderia o Questionário 1, que é exploratório pela necessidade de precisão, detalhes e aprofundamento sobre o assunto; se nunca houvesse praticado, responderia o Questionário 2, por sua vez, descritivo para levantar opinião, hábitos e costumes do público em questão. Os questionários foram segmentados desta maneira para obtermos maior êxito nas análises. Foram enviadas entrevistas através de e-mail e redes sociais, como método de coleta de dados, elaboradas pelo site surveymonkey.com disponível em 01 de junho de 2012. O instrumento de coleta de dados é representado a partir de perguntas fechadas, com exceção da questão 5 do Questionário 1. 11.1.1- Problema de Pesquisa Os jovens são um público em potencial para aumentar a visitação nos parques do Projeto? 11.1.2- Hipóteses 1- O público jovem, de fato, tem potencial para ser nosso consumidor, porém falta conhecimento sobre o ecoturismo e os Parques Estaduais do Estado de São Paulo.

2- O jovem em geral não é consumidor potencial, a maioria não se interessa por viagens ecológicas, preferem praias e/ou exterior do país.

3- O público jovem já é o nosso principal consumidor, visto que, grande parte dos jovens já visitou pelo menos um dos parques do projeto. 11.1.3 Objetivo da pesquisa 11.1.3.1- Objetivo primário Concluir se os jovens são um público em potencial 45 para aumentar a visitação nos parques do Projeto. 11.1.3.2- Objetivos secundários • Descobrir se o público jovem tem, de fato, potencial para ser nosso consumidor e analisar se falta conhecimento sobre o ecoturismo e sobre a existência dos Parques Estaduais do Estado de São Paulo.

• Saber se a maioria dos jovens se interessam por viagens ecológicas, se eles preferem outros tipos de viagens • Analisar se os jovens já visitaram pelo menos um dos parques do Projeto e descobrir se esses são nossos consumidores principais.


11.1.4- Questionário 1 1) Sexo:

C.Mais equipamentos de apoio (mapas, guias, aplicativos) D. Maior facilidade do acesso E. Disposição de mais atrativos (rafting, tirolesa, rapel)

2) Idade:

3) Como você começou a praticar o ecoturismo ? A. Junto da família B. Através de amigos C. Li matérias sobre o assunto e me interessei D. Vi propagandas E. Outro. (especifique)

4) Qual sua intenção nesse tipo de viagem ? A. Interagir com o meio ambiente B. Aprender mais sobre ecologia C. Auxiliar as comunidades locais e aprender sobre suas culturas D. Aventura E Tranquilidade

9) Porquê você opta pelo Ecoturismo em vez de outro tipo de viagem? A. Sensação de “fuga” do capitalismo B. Busca de um retorno à infância C. Aprender sobre as comunidades locais e ajudá-las D. Me divertir enquanto contribuo para o bem do meio ambiente 11.1.5 Questionário 2 1) Sexo:

2) Idade:

3)Quantas vezes costuma viajar ao ano Não viajo 5) Sabe da existência dos Parques Estaduais no Es- 1 2 1 ou 2 vezes tado de São Paulo? Já visitou? Qual(ais)? 3 3 a 5 vezes 4 6 a 8 vezes Mais de 8 vezes 6) Quem costuma definir o destino quando você 5 pratica? A. Eu decido meu destino 4)Destino preferido (enumere de 1 a 5 sendo 5 o de 46 B. Meus amigos maior preferência) C. Minha família 1 Praia D. Outros (especifique) 2 Campo 3 Outros países 7) Enumere de 1 a 5 o grau de relevância dos seguin- 4 Ambientes urbanos culturais tes aspectos na decisão do destino: (Sendo que 5 significa maior importância) - Atrativos (trilhas, cachoeiras, mirantes, fauna e flo- 5) Enumere de 1 a 4 suas prioridades em uma viagem de lazer ra) (Sendo que 4 significa maior importância) - Preço ___ Infraestrutura - Localização ___ Diversão - Infraestrutura ___ Localização - Nível de dificuldade do passeio ___Tranquilidade 8) Quais melhorias você conseguiria apontar para que o Ecoturismo se popularize? A. Investir em infraestrutura de visitação B. Maior divulgação

6) O que você faz para melhorar a sustentabilidade do nosso planeta ? A. Reciclo/seleciono o lixo


B. Economizo a água C. Me utilizo de fontes renováveis D. Me utilizo de bicicleta como meio de transporte

7) Você sabe o que é ecoturismo? A. Sim B. Não

8) Quais fatores o impediriam de praticar o ecoturismo? A. Parques muito distantes B. Insetos em geral C. Acomodações D. Falta de companhia E. Opto por outros destinos em momentos de lazer F. Medo de animais

de transporte público o influencia de forma impactante. 3- Investir nas mídias impressas atingirá expressivamente nosso público alvo. 11.2.3- Objetivos de pesquisa 11.2.3.1- Objetivo primário Descobrir como atingir o público jovem. 11.2.3.2- Objetivos secundários • Julgar se a melhor maneira de se comunicar com os jovens é através de redes sociais.

9) O que você imagina de um passeio como este ? A. Perigoso B. Desafiador C. Chato D. Entediante E. Apenas mais um momento de lazer

• Saber se as mídias em transportes públicos influenciam no nosso consumidor. 11.2.4- Questionário

10) O que faria você se sentir satisfeito ao visitar um parque de ecoturismo? A. Ótima infraestrutura B. Boa localização C. Poder levar a família toda D. Excelentes atrações E. Animais e plantas exóticas 11.2- PESQUISA 2 11.2.1- Problema de pesquisa Como atingir o público jovem?

1) Sexo:

2) Quais redes sociais você utiliza? (Pode ser mais de uma) A. Facebook ( ) Sim ( ) Não B. Twitter ( ) Sim ( ) Não C. Orkut ( ) Sim ( ) Não D. Instagram ( ) Sim ( ) Não (aplicativo para mobiles) E. Linkedin ( ) Sim ( ) Não F. Outro (especifique)

3) O que você costuma fazer nos seus horários de lazer ? (Numa escala de 1 a 6 sendo 6 o que você mais gos11.2.2- Hipóteses ta) - Cinema - Teatro 1- A melhor maneira de se comunicar com os - Shows jovens é através de redes sociais já que a grande - Balada maioria utiliza pelo menos uma delas. - Parques 2- Comunicar com o nosso público através - Prefere ficar em casa

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4) Enumere os meios de divulgação de 1 a 5 sendo 5 o que mais lhe chama atenção: (Sendo 5 o que mais lhe chama atenção) - Jornal - Revista - TV - Rádio - Internet

11.3.1.1- Análise de dados do Questionário 1

5) Enumere de 1 a 5 as mídias que você tem mais contato no seu dia a dia: (Sendo 5 a mídia que você mais tem contato) - Ônibus - Metrô - Email marketing - Mídias em redes sociais - Outdoor Gráfico 4 Fonte Maria Joana

6) Em quais desses lugares você repara nas mídias e/ou ações de Marketing? (Enumere de 1 a 5 sendo 5 o que você mais repara) - Universidade - Shopping - Supermercado - Cinema - Terminais públicos

De acordo com a pesquisa analisada com os jovens que já praticaram o ecoturismo, 70,6% (24) são homens e 29,4% (10) mulheres. Isso mostra que o público masculino é predominante entre os ecoturistas jovens.

11.3- ANÁLISE E INTERPRETAÇÕES 48

11.3.1- Análise de dados da Pesquisa 1 Numa amostra de 118 jovens brasileiros, 34 deles disseram que já praticaram o ecoturismo, ou seja, aproximadamente 29%.

Gráfico 5 Fonte Maria Joana

A faixa etária deles está entre 18 e 25 anos, 58,8% deles têm de 18 a 21 (20) anos e 41,2% (14) de 22 a 25 anos.


ra, 61,8% (21) praticam para interagir com o meio ambiente, 55,9% (19) almejam tranquilidade, 25,5% (9) buscam o conhecimento cultural ecológico e 14,7% (5) objetivam auxiliar e aprender com as comunidades locais.

Sabe da existência dos Parques Estaduais de São Paulo? Já visitou? Qual(is)?

Do público entrevistado que já praticou ecoturismo, totalizando 34 jovens, oito não sabem da existência dos parques estaduais, oito sabem da existência, porém nunca os visitaram. Entretanto, dos parques Gráfico 6 Fonte Maria Joana que fazem parte do Projeto de Ecoturismo na Mata Atlântica, 4 pessoas conhecem o PETAR, liderando a lista dos mais conhecidos, seguido pelos Parques A questão apontou que 50% (17) dos entrevista- Estaduais da Caverna do Diabo e Ilhabela com dois dos começaram a praticar o ecoturismo através de universitários que os conhecem e por último, P.E. Inamigos. 26,5% (9) junto da família. Interessando por tervales, que apenas um entrevistado disse conheler matérias sobre o assunto foram apenas 9% (3). cer. Os Parques Estaduais “Carlos Botelho” e Ilha do Através de propaganda, apenas uma pessoa, que Cardoso não foram relacionados. Por fim, foram ciresulta 2,5%. Mais quatro pessoas, que representam tados alguns parques que não fazem parte do Pro12% da amostragem, responderam outros e especi- jeto: Parque Estadual da Cantareira, da Serra do ficaram da seguinte maneira: com a escola, convite Mar, Campos do Jordão, Rio do Peixe, Brotas Eco da empresa, clube de desbravadores e escotismo. Parque, Itapetininga e Jaraguá. Assim, conclui-se que o início da prática do ecoturismo, em sua grande maioria (76,5%), é por influência de conhecidos.

49

Gráfico 8 Fonte Maria Joana

Gráfico 7 Fonte Maria Joana

Nessa pergunta, o questionado poderia responder mais de uma alternativa. Sendo assim, os seguintes dados foram coletados: 76,5% (26) buscam aventu-


Na amostra em questão, predominou a divulgação como melhor maneira de popularizar o ecoturismo com 35% (12) de apuração. Logo atrás, os questionados acham que a disposição de mais atrativos (boia cross, tirolesa, rapel), 20,5% (7), é a melhor opção, seguido de melhor infraestrutura com 17,5% (6), mais equipamentos de apoio (mapas, guias, aplicativos móbiles), 15% (5) e, finalmente, maior facilidade de acesso com 12% (4) de opiniões favoráveis.

Gráfico 9 Fonte Maria Joana

A questão apontou que 41% (14) dos entrevistados decidem o próprio destino, 32% (11) tem o destino da viagem decidido pelos amigos, 21% (7) pela família e 6% (2) responderam que outros fatores decidem o destino, (destes, um alegou que foi a empresa que decidiu e outro, o colégio.) Gráfico 11 Fonte Maria Joana

Podemos definir o grau de importância de cada alternativa a partir da média de avaliação. Assim, os atrativos ficam em primeiro lugar com sua média 4,53, seguido de localização com 3,50, preço com A pesquisa alegou que 38% (13) têm como principal 3,44, infraestrutura com 3,32 e por fim, nível de difi- motivo da viagem ecoturística se divertir enquanto culdade do passeio com 3,03. contribui para o bem do meio ambiente, já 35% (12) optam pelo ecoturismo devido à sensação de “fuga” 50 do capitalismo, à medida que 15% (5) buscam um retorno à infância, por último, 12% (4) dos entrevistados têm o intuito de aprender sobre as comunidades locais e ajudá-las. 11.3.1.2- Análise de dados do Questionário 2

Na mesma amostra de 118 jovens, 84 deles declararam que nunca praticaram o ecoturismo.

Gráfico 10 Fonte Maria Joana


Gráfico 12 Fonte Maria Joana

Gráfico 14 Fonte Maria Joana

Dentre os pesquisados que não são ecoturistas, 51,2% A pesquisa apontou que 32% (27) viajam de 3 a 5 (43) são homens 48,8% (41) mulheres. vezes ao ano, 28,5% (24) uma ou duas vezes. 24% (20)viajam mais de 8 vezes ao ano, 13% (11) de 6 a 8 e, por fim, 2,5% (2) não viajam. Podemos salientar que o público pesquisado, em sua maioria, viaja poucas vezes ao ano.

51 Gráfico 13 Fonte Maria Joana

A faixa etária entre eles variou de 18 a 25 anos. A faixa etária de 18 a 21 anos correspondeu a 51% (43) e 49% (41) a de 22 a 25 anos.

Gráfico 15 Fonte Maria Joana

A questão relatou que o destino praia foi o que obteve maior preferência: 57,1% (48). “Outros países” segue em segunda posição, com 34,5% (29) dos entrevistados classificando-a como de maior preferência e 27,4% (23) como de segunda maior preferência. O destino campo teve 11,9% (10) como o preferido e 39,3% (33) como segunda opção preferida. Ambientes urbanos tiveram 34,5% (29) como o destino como o de menor importância. Conclui-se então, que a praia é o principal destino dos universitários, seguido por outros países, com pouca dife-rença para o terceiro posicionado, o campo. Ambientes urbanos


culturais é disparado o menos desejado.

sustentabilidade do planeta, não contribuem para que o quadro de descaso com o meio ambiente diminua. O fato de não utilizarem fontes renováveis ou bicicleta como meio de transporte comprova esse argumento.

Gráfico 16 Fonte Maria Joana

Observa-se que 66,7% (56) da amostragem têm como prioridade nas suas viagens de lazer a diversão. A localização, segue com 42,2% (35) ordenando essa prioridade como a segunda mais importante, Gráfico 18 Fonte Maria Joana sendo que 24,1% (20) a ordenaram como a prioritária. Em terceiro lugar segue a infraestrutura com 69% (58) sabem o que é ecoturismo. 31% (26) não 33,7% (28) na ordem secundária e 22,9% (19) como sabem o significado. a mais relevante. Por último, vem tranquilidade. A maioria dos questionados (27,7%), relacionaram esse item como de pouca importância.

52

Gráfico 19 Fonte Maria Joana

Gráfico 17 Fonte Maria Joana

A partir dos resultados obtidos, analisamos que 27% (23) optam por outros destinos em momentos de laPode-se averiguar que 54,8% (46) dos que res- zer. A distância dos parques é declarada por 25% ponderam à pesquisa reciclam/selecionam o lixo. (21) para a não prática do ecoturismo. 19% (16) aleO mesmo percentual apontou quem economiza a gam a falta de companhia como motivo de impeágua. A utilização de fontes renováveis é feita por dimento para a prática do ecoturismo. A acomo23,8% (20) de quem respondeu à pesquisa e bici- dação é a razão afirmada por 9,5% (8). Em seguida cleta como meio de transporte, apenas 9,5% (8) da vêm empatados insetos em geral e outros com 8,5% amostragem. Isso mostra que, apesar dos jovens (7), sendo que, em outros estão especificados preço que não são ecoturistas terem consciência quanto à


e falta de tempo como empecilho. O medo de animais se mostrou pouco relevante, com apenas 2,5% (2).

11.3.2- Análise de Dados da Pesquisa 2 Foram coletados 100 amostras para descobrir as mídias que mais envolvem o público jovem.

Gráfico 20 Fonte Maria Joana

25% (21) acreditam que o passeio seja “desafiador”. Já 22,5% (19) imaginam que é “apenas mais um momento de lazer”, empatados na terceira colocação estão “perigoso” e “entediante” com 18% (15) cada. Finalmente, aparece o “chato” com 16,5% (14).

Gráfico 22 Fonte Maria Joana

60% (60) de quem respondeu à pesquisa foram do sexo masculino. 40% (40) sexo feminino.

53

Gráfico 21 Fonte Maria Joana

Gráfico 23 Fonte Maria Joana

Analisamos que o público sentiria maior satisfação com as excelentes atrações, representando 29% (24), empatados na segunda posição aparecem a boa localização e os animais e plantas exóticas com 20% (17) cada. A seguir está a ótima infraestrutura com 19% (16) e, por fim, o fato de poder levar a família na visitação aparece com 12% (10).

Dentre os pesquisados, 99% (99) afirmaram utilizar o Facebook. Já o Twitter é utilizado por 47% (47). Logo atrás, está o LinkedIn com 45% (45) de utilizadores em nossa amostragem. O Instagram ainda é novidade para muitos, porém 33% (33) alegaram utilizá-lo, dado surpreendente, levando-se em consideração a data de sua criação. Por outro lado, o Orkut está ultrapassado e só 20% (20) ainda o utilizam. Podemos dizer que, em geral, vale a pena di-


vulgar os Parques Estaduais nas redes sociais, salvo o Orkut, que está em plena decadência. O Instagram aponta como uma mídia interessante de divulgação, visto que, há poucos meses, foi comprado pelo Facebook e isso gerou uma enorme exposição de mídia. Além disso, é uma mídia notavelmente crescente e com milhares de seguidores/dia.

Para início de análise, Internet e TV chamam atenção pelo grau 5 que receberem, tendo assim, 69,7% e 48% respectivamente. Continuando a julgar os dois quesitos, nos apontam como menos votados, TV no grau 1 com apenas 1% e Internet no grau 2 com nenhum voto. O rádio foi o meio de comunicação que obteve maior sintonia entre os entrevistados mantendo nos graus de 1 a 5, 22%, 20%, 30%, 19% e 9%, respectivamente. O jornal destaca-se por ter uma escala negativa na atenção do público, deste modo é o meio que menos atrai os olhares do público pesquisado com 28% (28). Por fim, a revista se manteve na média em relação aos graus, sendo que obteve 23% (23), 33% (33) e 28% (28), nos graus de 2 a 4 respectivamente.

Gráfico 24 Fonte Maria Joana

De acordo com a análise da questão, em sua média de avaliação, “shows” obteve 4,35%, sendo apontado como principal destino de lazer dentre os jovens entrevistados. Logo em seguida e com valor aproximado encontra-se “balada”. Um pouco abaixo, revelou-se “cinema”, com 4,09 de média. Posteriormente, aparece “parques”, com 3,57, colado Gráfico 26 Fonte Maria Joana de “prefere ficar em casa” com 3,54. Com grande distância entre os demais encontra-se “teatro”, com Neste caso, entre as mídias que o jovem tem mais 54 2,86, em último lugar. contato desgarrou-se das demais no aspecto positivo (grau 5) com 71% as mídias em redes sociais, e em contrapartida, o outdoor teve maior índice de rejeição com 49% no grau um e média de 2,35. O Email marketing se manteve em segundo na média de avaliação com 3,07 e seus valores nos graus 2,3 e 4 foram os mais elevados de toda a questão, com 19%, 27% e 22%, respectivamente. A mídia metrô obteve dados interessantes, foi, ao lado de ônibus a segunda em número de rejeição, porém a segunda entre todas que o público mais tem atenção, com 20%. Portanto, teve média de 2,80. Pouco atrás do metrô, o ônibus fechou com 2,71 de média e obteve o penúltimo lugar, com percentual de 53% somados os graus 1 e 2.

Gráfico 25 Fonte Maria Joana


Gráfico 27 Fonte Maria Joana

Nesta pergunta, o público alvo optou por Universidade (33%) e Cinema (33%), como mídia que mais repara. O cinema, por manter maior percentual nos graus seguintes, obteve a maior média de avaliação com 3,57. A Universidade atingiu apenas a terceira colocação entre as médias com 3,36, pelo fato de ter ficado com 18% no grau 1, perdendo assim, para o Shopping que conseguiu atingir boa quantidade de respostas nos graus 5 (30%), 4 (22%) e 3 (21%), e alcançou a segunda posição. O supermercado atingiu o maior percentual pesquisado no grau 3 (25%), porém não conseguiu valores expressivos pelo valor elevado de seu grau 2 (23%). Por fim, os terminais públicos alcançaram a pior média com 3,05 e maior valor no grau um com 23%, disparado o local com mídia menos vista dentre os jovens. 55


12.1- ANÁLISE SWOT

Muitas escolas já fazem excursões de lazer e aprendizado. E nas férias os alunos voltam para uma segunda visita.

12.1.1- Macroambiente 12.1.1.1 Oportunidades O mercado de intercâmbio está aquecido. Para muitos estrangeiros, a imagem do Brasil está muito mais ligada com o que os Parques do Projeto oferecem do que com, por exemplo, a cidade de São Paulo. Por isso, a procura dos estrangeiros pelo ecoturismo é grande. Além de que, o Estado de São Paulo tem excelentes universidades, que recebem muitos alu56 nos no intercâmbio cultural, sendo assim, os Parques tornam-se de fácil conhecimento e acesso.

A extinção das matas e a preocupação com o Meio Ambiente nestes novos tempos modernos, faz o interesse ecológico crescer. No turismo, não é diferente.

Na região dos Parques, há bastante turismo ligado à religião, igrejas, santuário de São Miguel Arcanjo e romarias que ajudam no conhecimento do ecoturismo local.

O Vale do Ribeira e Vale do Paranapanema situam-se entre dois grandes polos econômicos - São Paulo e Curitiba - e isso ajuda os Parques a serem conhecidos.

12.1.1.2- Ameaças Devido à valorização do real, ficou mais fácil para os brasileiros as viagens ao exterior, que concorrem com o Projeto.

Insetos em geral atrapalham a estadia, principalmente do sexo feminino. Pessoas deixam de ir aos Parques pelo incômodo que os insetos causam.

Alguns biólogos afirmam que o ecoturismo degrada o meio visitado, pois a presença humana interfere no ciclo natural do Meio Ambiente.

Há extração ilegal de palmitos nos Parques. 12.1.2- Microambiente 12.1.2.1- Forças O target é psicográfico (estilo de vida, cultura), sendo assim, tem amplo potencial para desenvolvimento.

As pousadas do entorno dos Parques tem um pre-


ço bom com relação ao mercado. O aluguel dos em geral, necessita. monitores é dividido entre cada grupo e a entrada do Parque tem baixo custo. Sendo assim, o custo é acessível. 12.3- DEFINIÇÃO DE PROBLEMA DE COMUNICAÇÃO As melhorias de trilhas e sinalizações dão aos Parques maior segurança que os demais fora do Projeto.

A região é um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do mundo. 12.1.2.2- Fraquezas

A situação da comunicação do Projeto peca com a sua ineficiência de falar com o público e de segmentar o mesmo. A partir do segmento de um público, os demais podem se interessar e perceber que o que está sendo comunicado interesse também a eles. Mas que de nada adianta toda a estrutura instalada pelo Projeto se o público determinado como de maior potencial para utilizá-lo não souber, ao menos, da existência dos Parques Estaduais.

Os Parques e o entorno oferecem pouco conforto aos hóspedes.

Não há muita divulgação. Foram poucas apresentações em feiras como a Adventure Sports Fair, pouca divulgação nas redes sociais e pouca distribuição de folhetos.

Por não ter uma infraestrutura de qualidade, não há acesso à internet. Que, nos dias de hoje, é uma poderosa ferramenta de divulgação.

Por alguns Parques terem difícil acesso para chegar, o GPS é um importante equipamento de apoio no trajeto, porém o sinal desse equipamento é inexistente próximo aos Parques. 12.2- DEFINIÇÃO DO PROBLEMA DE MARKETING Baseado nas informações fornecidas pelo Projeto e nas análises das pesquisas, confirma-se que o problema de marketing é a falta de planejamento e de divulgação e, o que deve ser comunicado é que os Parques Estaduais existem e que neles há inúmeros atrativos, que oferecem grandes e novas diversões para o visitante, oportunidades de isolamento da sociedade e também interação com a natureza, transmitindo dessa maneira a sensação de fuga e o “desestress” que o morador de ambientes urbanos,

57


13.1- MARKETING 13.1.1- Objetivos de Marketing A Secretaria do Meio Ambiente dispõe de dados que mostram que 130 mil pessoas visitaram os parques no último ano e projetam uma média de 169 mil (aumento de 30%) visitantes até o final de 2012.

Este é um mercado promissor. Segundo a Organização Mundial do Turismo, o Ecoturismo cresce cerca de três vezes mais que os demais segmentos de turismo em geral.

combinada com preços convidativos e uma massificada tendência à exaltação do ecoturismo, formam um cenário de base ideal para um crescimento rápido e sólido do número de visitantes.

Para tal, a associação do projeto com marcas de grande aceitação no mercado e de perfil “ecoturístico” serão realizadas. Além disso, realização de eventos ciclísticos, comparecimento em feira de esportes radicais e parceria com agências de turismo e de transporte rodoviário. 13.1.3- Plano de capitação de recursos ou financiamento da campanha.

58 Diante desses números, observando que é possível aumentar em 30% a visitação só com as melhorias realizadas pelo Projeto nos Parques, o objetivo da campanha publicitária para o Projeto de Ecoturismo do Estado de São Paulo é um aumento significativo de 40% nas visitas, tendo assim 224.600 visitantes durante o ano de 2013.

O projeto, como dito anteriormente, dispõe de uma intermediação entre o Banco Interamericano de desenvolvimento com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, disponibilizando 15 milhões de dólares para o Projeto como um todo, sendo 10% voltados para área publicitária. 13.2- COMUNICAÇÃO

13.1.2- Definição das estratégias de Marke13.2.1- Objetivos sugeridos de Comunicação ting Até o momento, as ações de marketing realizadas pelo Projeto foram irrelevantes e o aumento do número de visitações só ocorreu graças a um marketing viral dos que passaram pelos Parques. Isto mostra que a experiência de visitação é positiva e,

O objetivo de comunicação tem como foco proporcionar ao público potencial o conhecimento das atratividades que os seis Parques do Projeto de Ecoturismo na Mata Atlântica do estado de São Paulo (Intervales, PETAR, Carlos Botelho, Ilha do Cardo-


so, Ilhabela e Caverna do Diabo) possui. Abordar o Ecoturismo de maneira que explore a consciência ambiental, preservação do meio ambiente, auxílio às comunidades locais e as atrações que possui (trilhas, cachoeiras, rapel, boia cross, dentre outras). Portanto aliar o prazer do momento de lazer com um aprendizado para a vida. 13.2.2- Definição das estratégias de comunicação sugeridas As comunicações serão voltadas a mostrar ao público a existência de riquezas e aventuras naturais próximas.

Estas ações serão efetivas, a fim de comunicar o Projeto com o público selecionado. Deste modo, há uma ferramenta de grande potencial pra atingir esse público: a internet. Tendo em vista que o projeto se torne mais conhecido, um considerável aliado serão as redes sociais, meio diretamente ligado ao público alvo e de acesso simultâneo de informações.

Os mobiles serão explorados, com a criação de um aplicativo que ajudará os visitantes no trajeto aos Parques.

Divulgações através do Marketing Direto serão realizadas com o objetivo de divulgar o ecoturismo nos Parques Estaduais em outros segmentos como na mala direta e email marketing.

59


Com o intuito de aumentar consideravelmente a visitação nos Parques até o final de 2013, a campanha acontecerá de janeiro a julho desse mesmo ano. Dependendo dos veículos utilizados, define-se a praça. Alguns veículos possuem um alcance nacional mas é na cidade de São Paulo que a campanha predominará. Apenas um meio de comunicação utilizado possui âmbito mundial que é a Adventure Sports Fair, mesmo assim, ela acontece em São Paulo.

A realização de eventos, parceria com agência de turismo e associação com marca de acessórios de ecoturismo fazem parte do plano de ações. 14.1- MARKETING 60

14.1.1. Associação com a marca Timberland Company A Timberland Company se destaca por criar produtos com atributos especiais. Foi a criadora da primeira bota verdadeiramente à prova d`água, a Yellow Boot. A partir do sucesso deste produto primoroso a Timberland lançou em 1998 uma coleção de calçados e confecções de perfomance, para atender a crescente demanda por artigos para a prática de ecoturismo e esportes de aventura.

Sem dúvida a marca pode ter envolvimento com o projeto de Ecoturismo do Estado de São Paulo através de seus produtos para consumidores semelhantes. Deste modo a ação na Timberland aconteceria como uma troca de serviços onde agregaria valor

tanto ao Projeto quanto a marca. O Projeto poderá usar as nove lojas da Timberland exclusivas no estado de São Paulo com a divulgação de seus Parques através de banners enquanto a Timberland poderá realizar ações voltadas ao Ecoturismo nos seis Parques do Projeto. As nove lojas exclusivas são Tirberland Oscar Freire, Iguatemi, Iguatemi Campinas, Morumbi, Villa Lobos, Higienópolis, Aeroporto Internacional de São Paulo/ Guarulhos, Alphaville e Granja Vianna.

Sendo Assim haverá ganho em Marketing pelas duas partes. A exposição que as lojas da Timberland oferecerá ao Projeto será imensa, além de impactar diretamente o público alvo. Já, por parte da Timberland, irá gerar valor a marca que desde 1996 no Brasil, se especializa em esportes ao ar livre.

Além disso, será criada um evento esportivo ligado a marca. Uma competição (“EcoCircuito’’) que envolverá os seis Parques Estaduais do Projeto, tendo uma etapa em cada um deles. As provas se alternarão entre corrida e mountain bike. O ganhador será o atleta que somar a maior pontuação em todas as etapas. Como prêmio, serão entregues produtos da Timberland.

Figura 22 - Logo Timberland - Fonte Alpargatas online


14.1.2 Feiras de Esportes Radicais

sultados positivos ao Projeto, a secretaria do Meio Ambiente disponibilizará transporte gratuito a pratir da contratação da empresa Breda para facilitar Stand na Adventure Sport Fair (feira mundial de uma primeira viagem experimental. “A Breda está esportes radicais) que acontece em São Paulo anu- preparada também para atuar em fretamentos almente. Como a Secretaria do Meio Ambiente já eventuais (turismo), nos mais diversos serviços de possui um espaço reservado para seu stand, os gastos viagens curtas, dentro do Estado de São Paulo ou serão apenas destinados aos materiais de comuni- roteiros turísticos por todo país”. Os visitantes gascação. O stand abordará o ecoturismo nos Parques tarão apenas com a sua alimentação e estadia nos do estado de São Paulo. A visitação na Adventure parques. Assim, o marketing viral se fortificará. Sports Fair ultrapassou 50.000 na última edição. Em 2013, o evento acontecerá de 1 a 5 de maio. O evento acontecerá nos três últimos finais de semana de abril tendo dois Parques como destino por final de semana. Dessa forma um mesmo participantes pode ir apenas em três Parques, logo um maior número de pessoas participará.

Figura 23 - Logo Adventure Sports Fair - Fonte Adventure online

14.1.3 Parceria com agência de Turismo

Os ônibus fretados cabem 44 pessoas. Por isso serão contratos dois ônibus por Parque para que a quantidade existente de monitores dos Parques supra o auxílio necessário para todos os excursionistas. Serão contratados também dois monitores de viagem para cada ônibus fretado.

Criar uma parceria com a agência de turismo Cia Lazer, afim de facilitar o acesso dos visitantes aos parques. Desta forma, as agências em parceria aumentariam o seu share de produtos e, o Projeto de ecoturismo, a visibilidade para atrair maiores visitantes. Figura 25 - Logo Breda - Fonte Breda online

Serão expostos banners nas agências de turismo da Companhia durante toda a campanha (de janeiro 14.2- COMUNICAÇÃO a julho de 2013). 14.2.1- Revistas

Figura 24 - Logo Cia Lazer - Fonte CiaLazer online

As peças no meio revista serão presentes em todos os meses da campanha, intercalando entre três veículos; Viagem e Turismo, Trip e Go Outside. E em julho, último mês, a propaganda será exibida nos três veículos.

14.1.4 Ação “EcoExperience”. Contratação de empresa de transporte

As três revistas veiculam em todo o país.

Tendo em vista que o Marketing viral já gerou re-

61


14.2.1.1- Viagem e Turismo - Editora Abril

14.2.1.3- Go Outside – Editora Rocky Mountain

É a maior revista de turismo do Brasil, tendo uma tiragem mensal atual de 135.911. Quase 50% de seus “Missão da revista: Inspirar os leitores a procurar leitores estão na faixa etária selecionada como pú- uma vida mais intensa e rica, mais envolvida com o blico alvo em questão. mundo que os espera do lado de fora de suas portas.” As peças serão veiculadas em janeiro, abril e julho.

Deste modo a Revista Go Outside será uma ótima forma de divulgar os parques do Projeto. Há seis anos a revista é a principal publicação brasileira sobre esportes outdoor e de estilo de vida ao ar livre.

A sua tiragem é de 40 mil exemplares e a revista é mensal. Figura 26 - Logo Viagem e Turismo - Fonte Abril online

14.2.1.2- Trip – Editora Trip

A veiculação será realizada em março, junho e julho.

“Com uma linha editorial baseada na diversidade e na inovação, hoje a revista Trip é considerada a mais importante publicação para o público jovem formador de opinião do país.” Figura 28 - Logo Go Outside - Fonte Rocky Mounatin online

Conforme descrição do site da revista Trip, em 25\09\2012, o público da revista está diretamente ligado ao público de 16 a 30 anos. Além de divulgar a cultura pop, viagens, esportes e sustentabilidade, 14.2.2 Folheto 62 ela aborda temas do cotidiano que é de interesse jovem. Ela é uma revista mensal e tem uma tiragem de 44 mil exemplares. Serão feitos três modelos de folhetos. Um divulgando os Parques Estaduais, outro divulgando o evento “EcoExperience” e um terceiro divulgando a ação A veiculação será em fevereiro, maio e julho. “EcoCircuito”.

A divulgação será realizada da seguinte forma:

Figura 27 - Logo revista Trip - Fonte trip online

- Na Avenida Paulista, Praça do Ciclista, onde os ciclistas se reúnem para iniciar suas atividades. Serão distribuídos 500 folhetos por “Bicicletada”, evento que acontece na última sexta-feira de todo mês, em todos os meses de campanha. Portanto serão 3.500 folhetos na Praça do Ciclista, sendo que, 2.500 serão distruibos os folhetos sobre os Parques Estaduais (janeiro, fevereiro, abril, maio e julho), 500 para divulgar a “EcoExperience” (no mês de março já que o


evento ocorre em abril) e 500 para divulgar o “EcoCircuito” (em junho, mês que antecede a ação). - Nas entradas dos parques municipais (Ibirapuera, Villa Lobos e Jardim Botânico). Nesses lugares, serão distribuídos no primeiro final de semana de cada mês 500 folhetos por parque acompanhando a ideia de divulgação da Praça do Ciclista. Deste modo, serão 10.500 folhetos. 7.500 divulgando os Parques e 1.500 divulgando cada uma das duas ações.

Do mesmo modo, acontecerá com a Timberland, que tem quase 100 mil seguidores na página Timberland Brasil e assuntos diretamente ligados ao ecoturismo.

- No Stand na Adventure Sports Fair, feira mun- Figura 29 e 30 - Logo Facebook - Fonte Google image e logo WWF - Fonte Google image dial destinada a esportes radicais ligada à sustentabilidade, na qual a Secretaria do Meio Ambiente já possui um espaço para exposição. A feira se estenderá por cinco dias e contou, na edição de 2012, 14.2.3.2- Twitter com aproximadamente 54.000 visitantes em quatro dias. Nela, serão expostos 5.000 folhetos, mil por dia apenas divulgando os seis Parques. Será criada uma conta no Twitter referente aos seis Parques com notícias e textos convidativos, diariamente. Quando houverem os eventos “EcoExperienSerão impressos no total 19.000 folhetos. 17.000 ce” e “EcoCircuito” eles serão divulgados através para divulgar os seis Paques do Projeto, 1.000 para desse veículo também. divulgar a “EcoExperience” e 1.000 para divulgar o “EcoCircuito” (conforme estratégia). 14.2.3- Redes Sociais 14.2.3.1- Facebook

Figura 31 - Logo Twitter - Fonte Google image

Será realizada a criação de uma página sobre os Parques do Projeto de Ecoturismo na Mata Atlântica. Haverá acompanhamento diário, com posta- 14.2.4 Email Marketing gens, análise de assuntos relacionados ao ecoturismo, compartilhamento de notícias e esclarecimento de dúvidas. Este tipo de Marketing Direto está diretamente ligado ao público jovem. Além de uma mensuração precisa dos resultados é uma ferramenta ágil, perAlém disso, haverá uma parceria com a ONG WWF sonalizada e a partir de mailings bem estruturados Brasil. A ONG conta com impressionantes números consegue atingir precisamente o público desejado. de 352.544 usuários únicos e uma média de 1000 Cria vínculos com o cliente e possibilita que ele connovos seguidores por semana. A página abre seu es- tinue a acessar o website. Ainda possui baixo custo paço para postagem quando identifica que a pro- e resultados imediatos. Através da parceria com a posta atenda aos interesses da WWF Brasil. Sendo WWF será utilizado seu mailing para o envio desta assim, o Ecoturismo poderá ser divulgado na página peça. Além disso serão somados os emails captados da Organização Não Governamental e durante a através das redes sociais (Facebook e Twitter). O campanha toda haverá postagens referentes aos objetivo dessa ferramenta é divulgar os eventos que Parques Estaduais. serão realizados. Portanto, serão enviados em março e junho, meses que antecedem a “EcoExperience”

63


e o “EcoCircuito”, respectivamente. Como o valor da campanha é consideravelmente alto, o e-mail marketing não será cobrado. 14.2.5- Banner

sobre o ecoturismo àqueles que visualizarem-os. Serão produzidos 2000 exemplares de cada um dos brindes. Sendo que as camisetas e os bonés serão produzidos pela Timberland e os chaveiros por conta da campanha do Projeto.

Os banners do Projeto serão expostos nos seguintes 14.2.8- Banner Digital lugares: Os banners digitais serão expostos no site da WWF, - Lojas da Timberland espalhadas pelo estado de no site da revista Trip e nos aplicativos das revistas São Paulo; Trip, Go Outside e Viagem e Turismo. Nos aplicati- Agências de turismo Cia Lazer; vos, os banners serão insersados acompanhando os - Stand na Adventure Sports Fair meses de divulgação nas respectivas revistas. No site da WWF o banner ficará exposto de janeiro à março Cada loja e agência receberá um banner sobre os e no site da Trip entre os meses de abril e julho. seis Parques, um banner para a ação “EcoExperience” e um banner para a ação “EcoCircuito”. Os banners sobre os Parques serão expostos em janei- 14.2.9- Aplicativo Mobile (Android e Iphone) ro, fevereiro, abril maio e julho. Os banners sobre os eventos serão expostos nos meses que os antecedem. Previsões da Strategy Analytics afirmam que durante o ano de 2012, o mercado de aplicativos para mobile deverá crescer 38%, atingindo 32 bilhões de O stand receberá dois banners sobre os Parques. aplicativo baixados em todo o mundo. Além disso, o valor gasto com aplicativos pagos também deve aumentar, movimentando US$ 26,12 bilhões. Por fim, serão produzidos 29 banners do modelo [...] Manter sua empresa fora deste mercado em que divulga o ecoturismo nos Parques e 27 banners crescente ascendência, é fechar-se para a possibide cada um dos dois eventos. Todos no tamanho lidade de atingir o interesse, desejo de compra ou padrão (90 x 120 cm). mesmo divulgar sua marca para a grande maioria do seu provável público-alvo. Se hoje o seu cliente não possui um aparelho mobile, provavelmente ela 64 14.2.6- Broadside sairá desta estatística nos próximos meses. O broadside será entregue à agência de turismo Cia Lazer. Deste modo servirá como um “cartão de conhecimento” do que se trata o Projeto. Suas metas, atrativos, missão e valores serão explicados de maneira clara e objetiva para despertar o interesse da agência para que, por meio de pacotes, ela venha a divulgar os Parques do Projeto. 14.2.7- Brindes Camisetas, chaveiros e bonés serão entregues para os participantes do “EcoCircuito” e “EcoExperience” e para quem visitar o Stand na Adventure Sports Fair. Os brindes ajudarão a despertar curiosidade

É concordando com essas afirmações do site da agência @Mídia publicada no dia 30 de julho de 2012 que foi tomada a decisão de criar um aplicativo para os Parques Estaduais do Projeto. Seu conteúdo contará com informações de hospedagem, alimentação, preços, atrativos, serviços de apoio entre outras facilidades para a visitação. 14.2.10- Site No site do Projeto terá todas as informações detalhadas dos Parques e a região deles. Fotos, vídeos e links com as redes sociais também serão utilizados para aumentar o número de internautas que visitarão o site. Nele, o consumidor e/ou potencial


consumidor esclarecerá todas as suas dúvidas sobre 700 adesivos por loja, totalizando 3.500. as viagens ecoturísticas. Conterá tudo que o interessado em visitar os Parques deve saber. Assim como O stand da Adventure Sports Fair contará com o e-mail marketing, pelo mesmo motivo, o valor do 5.000 adesivos. site não será cobrado. 14.2.11- Mídia indoor banheiro

E, dividindo entre os três parques municipais escolhidos, serão distribuídos 10.500 adesivos já que eles acompanharão os folhetos nesses locais.

O público jovem é um consumidor constante de bares e baladas, portanto a mídia indoor banheiro é Ao todo, serão distribuídos 26.500 adesivos. 13.250 um bom meio para informar esse público. de cada modelo. Nos meses de janeiro e fevereiro as peças serão colocadas nos banheiros da Clash, Studio SP, Studio M e Bar Favela. Serão duas peças, uma para cada mês 14.2.14- Mala Direta intercalando as peças entre os quatro locais. 14.2.12- Elemídia Essa mídia será utilizada através das universidades e shoppings. Ao mesmo tempo que atinge diretamente o público em um momento que este não está fazendo nenhuma outra atividade, o jovem costuma estar acompanhado de seus amigos, assim acontece o compartilhamento do assunto instantaneamente. O período de divulgação será de fevereiro à junho nas universidades, já que em janeiro e julho não há aulas e, de janeiro à julho nos shoppings, para que a peça esteja em divulgação durante a campanha inteira. 14.2.13- Adesivo

A mala direta vai ser enviada para os associados da WWF, para os cadastrados no site do projeto e contatos das redes sociais a fim de divulgar os eventos que serão realizados. Portanto, serão enviados em março e junho, meses que antecedem a “EcoExperience” e o “EcoCircuito”, respectivamente, assim como o Email Marketing. 14.2.15- Mica Existirá um Mica Cards para cada Parque do Projeto que se espalharão por todos os pontos de Mica na cidade de São Paulo. Vincularão 72.000 cartões por 30 dias entre 01 a 30 de fevereiro. Esse número por- 65 que possuem 1200 pontos de Mica na cidade de São Paulo e todos serão utilizados. Desta maneira, cada ponto receberá 60 Micas Cards do Projeto para serem expostos em um mês, como serão seis modelos,

Serão produzidos dois modelos de adesivos. Eles serão distribuídos na Praça do Ciclista toda última sexta-feira dos meses de janeiro a julho antes do início da “Bicicletada”. Além da Praça do Ciclista, serão distribuídos nas lojas da Timberland do estado de São Paulo, no stand da Adventure Sports Fair e na entrada dos três parques municipais de São Paulo junto com os folhetos.

Na Praça do Ciclista, dividindo entre as sete “Bicicletadas”, serão distribuídos 7.500 adesivos. Figura 32 - Logo Mica - Fonte Google image

Nas nove lojas da Timberland, serão distribuídos


cada ponto divulgará 10 cards de cada modelo. 14.2.16- Assessoria de Imprensa Será criada uma assessoria de imprensa com o intuito de aproximar os Parques Estaduais ao universo jornalístico. Serão criados seis releases, um para cada parque. Além disso, a assessoria de imprensa da Secretaria do Meio Ambiente disponibilizará imagens para divulgação. O artigo Assessoria de Imprensa: A importância desse serviço de Júlio Cesar de Sousa realizado em 2010, disponível em http://www.magmaster.com.br/artigos-asse-imprensa.htm e acessado em 6 de novembro de 2012 ressalta a importância do uso da assessoria de imprensa:

O trecho de caminhada, desde a rodovia de acesso até a cachoeira, é de aproximadamente 300m. O atrativo é formado por duas quedas, de grande volume d’água, originadas da união dos rios Travessão e Temível.

Percurso: 15 km de veículo + 300 m a pé.Tempo médio do passeio: 2 horas. Nível de dificuldade: baixo Cachoeira do Ribeirão Branco

Partindo-se da figueira (cujo acesso se dá através da Trilha da Figueira), o visitante segue em trilha mais fechada em meio à Mata Atlântica, atravessando diversos corpos d’água, com caminhada tranquila pela não existência de aclives e declives.

A Assessoria de Imprensa definitivamente deve fazer parte da empresa pois reúne e administra todas as informações que possam se tornar atraentes e publicadas ou divulgadas pelos veículos de comunicação. Também realiza um trabalho de orientação sobre o tratamento que se deve dispensar à Midia em geral, Atrativos: inclusive o relacionamento com os jornalistas.

Releases:

Release do Parque Estadual “Carlos Botelho”

Cachoeira Ribeirão Branco: Bela queda d’água com cerca de 6 metros de altura e 10 metros de diâmetro, propiciando um refrescante banho no poço de aproximadamente 2,5 metros de profundidade. Está localizada em meio a uma clareira na Mata Atlântica que permite a incidência de sol, favorecendo as condições para banho.

O Parque Estadual “Carlos Botelho” conta com tri66 lhas, cachoeiras, boia cross, cicloturismo, mirantes, piscinas naturais e centenas de espécies em extinção Extensão: 10 km. Nível de dificuldade: Médio. Temcomo a onça pintada. po médio do passeio: 4 horas Estrada Parque Trilha das Bromélias Uma peculiaridade do Parque é a Rodovia SP-139, não pavimentada, que o atravessa numa extensão de 33 km, chegando ao Núcleo Sete Barras. Durante o seu percurso há vários atrativos, entre eles: rios, cachoeiras, bicas, mirantes e quiosques, sendo um passeio de dia inteiro. Esta estrada liga a região do Alto Paranapanema com o Vale do Ribeira e Litoral Sul, e também é utilizada como acesso à região sul do País. Esta estrada pode ser percorrida também de bicicleta, que pode ser alugada em operadoras de turismo da região.

Trilha da Cachoeira do Travessão

Uma trilha de curta distância adaptada para Portadores de Necessidades Especiais (PNEs), apresenta caráter recreativo e educativo, com programação desenvolvida para interpretação ambiental.

A trilha adentra a mata, numa área sombreada e com temperatura agradável. Sem maiores dificuldades, o visitante segue o percurso, circundado por inúmeras espécies de bromélias. Há uma área de descanso e de contemplação da natureza.


Extensão: 308 m. Nível de dificuldade: Baixo. Tempo médio do passeio: 30 minutos Release do Parque Estadual Caverna do Diabo

Release do Parque Estaudual Ilha do Cardoso

Caverna do Diabo

Distância: 7.000 m. Caminhada: 3h30min. Dificuldade: Média

O Parque contempla praias, dunas, costões rochosos e manguezais. Nele, é possível realizar inúmeras trilhas mas o seu principal diferencial é a observação O Parque Estadual Caverna do Diabo possui um de golfinhos nas praias e na travessia de barco de rico ecossistemas, sua atração principal é a Caver- Cananéia para a Ilha do Cardoso. na do Diabo, uma das maiores cavernas do mundo. Outras duas grandes atrações são a Trilha do Araçá e a Cachoeira do Dito Salú. Trilha do Poço das Antas

Com o nome original de “Gruta da Tapagem” e conhecida como Caverna do Diabo, passou a atender informalmente por essa nomenclatura devido a diversidade de lendas que cerca o atrativo. Explorada pela primeira vez em 1891 por Richard Krone, foi somente 74 anos mais tarde, em 1965 que teve seu percurso atravessado por inteiro pelo Clube Alpino Paulista. Rica em espeleotemas, estalactites, estalagmites, travertinos, entre outros, a caverna atrai turistas do mundo inteiro devido à sua imponência. Principal atrativo do parque, dando à ele o seu nome, possui uma extensão aproximada de 6340 m, porém, cerca de apenas 600m são abertos à visitação turística. Trilha e cachoeira do Araçá

Tendo como base o portal de entrada da Caverna do Diabo, à direita tem início a Trilha da Cachoeira do Araçá. A trilha segue margeando o Rio da Tapagem. Nesse ponto haverá uma subida íngreme que leva até a cachoeira. A queda d’água forma em sua base uma belíssima piscina natural. Em períodos de seca, a cachoeira diminui demasiadamente seu volume, chegando quase a desaparecer. O trajeto de retorno segue pela mesma trilha.

Esta atividade está inserida no Programa Trilhas de São Paulo têm 7 km de percurso (ida e volta). O principal atrativo da trilha é o Poço das Antas, uma piscina natural em meio à mata atlântica. Na caminhada é possível observar a mata de restinga com sua formação única e singular devido às mudanças da vegetação podendo ter as características do solo e grande variedades de espécies da flora, principalmente de bromélias e orquídeas. Trilha do Manguezal

Distância: 1.400 m (ida e volta). Caminhada: 2h30min. Dificuldade: Média

Essa trilha possui um percurso de 1,4 km (ida e volta), onde os visitantes podem observar o complexo bioma que é o manguezal, sendo um berço de reprodução da vida marinha e área de alimentação e dormitório de espécies de aves endêmicas da região, como o Papagaio da cara roxa (Amazona brasiliensis). Nesta atividade é possível caminhar em meio ao manguezal, conhecer espécies como a Rhizofora mangle (Mangue Vermelho), principal árvore deste bioma.

Cachoeira Dito Salú Trilha da Cachoeira Ipanema A Cachoeira Dito Salú está situado no município de Barra do Turvo. Conta com pequena estrutura como sanitários públicos, área de descanso, localiza- Distância: 22 km (ida e volta). Caminhada: 9h00min. dos fora dos limites da Unidade de Conservação. É Dificuldade: Mèdia-Alta bastante conhecida por moradores locais, uma vez que fica próxima da área urbana. Essa trilha possui percurso de 22 km (ida e Volta), onde grande parte do percurso é feito pela praia de

67


Itacuruçá, Para chegar à praia de Ipanema atravessa-se um pequeno morro onde é possível visualizar as praias Ipanema e Itacuruçá, chegado à praia de Ipanema faz-se uma pequena caminhada pela mata até a bela cachoeira de Ipanema, com aproximadamente 5 metros de queda e poço para banho. Neste atrativo é possível também fazer uma etapa do caminho pela encosta da mata atlântica.

Percurso (ida e volta) 34 Km. Nível: Alto. Atrativos: Mata Atlântica, mirante dos Castelhanos, praia dos Castelhanos. A praia é habitada por uma comunidade tradicional caiçara

Trilha da Cachoeira Grande

Percurso (ida e volta) 4 Km. Nível: Médio. Atrativos: Mata Atlântica, Cachoeira do Gato. Uma das maiores quedas d’água do Parque Estadual. A praia é habitada por uma comunidade tradicional caiçara.

Caminhada: 2h30min. Dificuldade: Média

Esta atividade é feita em meio à mata de encosta e o acesso, feito somente através de barcos. A caminhada na mata tem extensão aproximada de 1,6 km (ida e volta). O principal atrativo é a Cachoeira Grande com seus 11 metros de queda.

Trilha da Cachoeira do Gato

Trilha da Cachoeira do Veloso

Percurso (ida e volta) 2.2 Km. Nível: Médio. Atrativos: Mata Atlântica, Cachoeira do Veloso com queda de mais de 30 metros de altura

Release do Parque Estadual de Ilhabela Trilha da Cachoeira da Pancada D’água (3 Tombos) O Parque Estadual de Ilhabela oferece aos visitantes diversas atividades como caminhada em trilhas de diferentes níveis, subida à pico e mirantes com Percurso (ida e volta) 720 metros. Nível: Baixo. vistas panorâmicas, observação de fauna e flora, Atrativos: Mata Atlântica, 3 quedas d’água banho em cachoeiras e piscinas naturais, além de dar acesso à comunidades tradicionais caiçaras, que Trilha da Água Branca preservam sua rica cultura na arquitetura de suas casas, artesanato, modo de vida e tradições. Percurso (ida e volta) 4 km. Nível: Baixo. Atrativos: 68 Mata Atlântica, cinco poços, torre de observação Trilha do Pico do Baepi Release do Parque Estadual Intervales Percurso (ida e volta)7.4 km. Nível: Alto. Atrativos: Mata Atlântica, vista panorâmica, pico de 1.048 No seu interior, o Parque Estadual Intervales reúne metros de altitude. numerosos atrativos: cavernas, trilhas para caminhadas, cachoeiras com piscinas naturais, mirantes Trilha Bonete onde pode-se contemplar grande parte do Vale do Paranapanema e monumentos históricos. Tudo isso em meio ao patrimônio natural e rica biodiversidaPercurso (ida e volta) 23.4 Km. Nível: Alto. Atrati- de da Mata Atlântica. vos: Mata Atlântica, cachoeira da laje, mirante do Bonete, praia do Bonete. A praia é habitada por uma comunidade tradicional caiçara. Trilha do Arcão Estrada Parque de Castelhanos Distância: 1.400 m (ida e volta). Dificuldade: Alta


Percorre-se 885 metros em área do Parque Estadual Intervales, e 515 metros dentro da propriedade da Empresa Votorantim. Este trecho final é alternado entre trilhas e passagem pelo rio. Finalmente avista-se a cachoeira e para chegar próximo ao local há uma corda para facilitar a passagem pelo rio.

por trecho cortado pela água, chegando-se à piscina natural formada pela queda d´água. Há um acesso levando até a Cachoeira do Mirante caminhando-se pela água.

Release do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR)

Trilha da Cachoeira do Mirante

Distância: 800 m (ida e volta). Dificuldade: Baixa

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira abriga mais de 300 cavernas. Além de cavernas existem outros atrativos.

A trilha inicia com 200 metros, no antigo leito de uma estrada. A seguir caminha-se por mais 309 metros em estrada não cascalhada para então entrar no trecho de uma outra trilha. A trilha termina com uma descida até à cachoeira. Vegetação primária e secundária com bambu em recuperação.

Trilha da Figueira

Trilha Da Gruta do Fendão

Trilha do Betari

Distância: 387 m. Dificuldade: Média

Distância: 3.400 m. Caminhada: 3h00. Dificuldade: Média

A trilha inicia no ponto de encontro da trilha que leva à Gruta da Mão/Fendão com o acesso que vem da Gruta Minotauro. Caminha-se por um trecho de 225 metros pertencente ao Parque Estadual Intervales, e mais 162 metros em área da Empresa Votorantim. No início da trilha observa-se a presença de taquarais. A partir daí a paisagem começa a mudar com o surgimento de árvores de grande porte.

Localizada no núcleo Ouro Grosso, circuito com cerca de 170 m que percorre trecho com a presença de frondosas árvores centenárias

Localizada no núcleo Santana, percurso de 3.400 metros, acesso para Caverna Água Suja, caverna Cafezal, Torre de Pedra e Cachoeiras (Beija-Flor e Andorinhas). A trilha segue o rio Betari que forma 69 ao longo do seu curso diversas piscinas naturais, um cenário indescritível. Inserida no Programa Trilhas de SP, é a trilha mais visitada e uma das mais belas do PETAR

Trilha da Cachoeira da Água Comprida Trilha Portal Casa de Pedra Distância: 89 m. Dificuldade: Baixa Distância: 3.000 m. Tempo estimado: 4h00. Dificuldade: Alta A trilha nasce na estrada que leva à gruta Zé Maneco. Caminha-se aproximadamente 200 metros pela estrada e chega-se ao início da trilha. Esta caracteriza-se por um declive íngreme de 75 metros, com cordas para auxiliar a descida. A trilha foi cavada pela erosão, e em alguns pontos formando praticamente valas. A cachoeira pode ser ouvida durante todo o percurso. Ao final caminha-se mais 14 metros

Localizada no núcleo Casa de Pedra, com aproximadamente 3000 m (acesso por Iporanga) e 5000m (acesso núcleo Caboclos), encontram-se exemplares típicos da Mata Atlântica tais como: Figueiras, Bromélias, Paus-Brasis e Perobas. Um dos mais belos locais do PETAR abriga inúmeros atrativos naturais e


histórico-culturais. Possibilitando atividades de Interpretação Ambiental e Histórica Trilha retorno da caverna Couto

Distância: 600m. Caminhada: 30min. Dificuldade: Baixa

Localizada no núcleo Santana, com aproximadamente 600m, ao retornar da caverna, o visitante contempla um imenso jardim natural, com certo cuidado pode-se avistar e ouvir diversos pássaros. 14.3- CRONOGRAMA SÍNTESE DAS AÇÕES DE MARKETING E COMUNICAÇÃO

14.3.1- Eventos

Tabela 4 - Cronograma de Eventos

14.3.2- Materiais de Divulgação

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Tabela 5 - Materiais de Divulgação

14.3.3- Mídia A tabela de inserções de mídias é exposta em Planilha de Veiculação no capítulo “Mídia”.


15.1- CAMPANHA A campanha acontecerá durante sete meses, toma como base o diferencial que o produto oferece, sua afirmação básica e o conceito criativo definido. A praça é ampla e estabelecida a partir dos meios escolhidos. O alcance da maioria dos meios é nacional, mas existem segmentos por cidade, como os Micas e alcance mundial como a Adventure Sports Fair. 15.2- DIFERENCIAL Prática de aventura na Mata Atlântica, que possui uma das maiores biodiversidades do planeta. 15.3- AFIRMAÇÃO BÁSICA 71 Você vive aventuras que a cidade não pode oferecer. 15.4- CONCEITO CRIATIVO Aventuras além da cidade 15.5- PEÇAS


15.5.1- Revista

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Figura 33 Pรกgina dupla


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Figura 36 Pรกgina Dupla


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Figura 37 Pรกgina Dupla


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Figura 38 Pรกgina Simples


15.5.2- Folheto

Figura 39 Folheto Institucional Frente

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Figura 40 Folheto Institucional Verso


Figura 41 Folheto Institucional Frente

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Figura 42 Folheto Institucional Verso


Figura 43 Folheto Institucional Frente

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Figura 44 Folheto Institucional Verso


15.5.3- Redes Sociais 15.5.3.1- Facebook

Figura 45 Facebook

15.5.3.2- Twitter

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Figura 46 Twitter


15.5.4- Email Marketing

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Figura 47 Email Marketing Eco Circuito


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Figura 48 Email Marketing Eco Circuito


15.5.5- Banner

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Figura 49 Banner Institucional


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Figura 50 Banner Eco Circuito


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Figura 51 Banner Experience


15.5.6- Broadside

Figura 52 Broadside formato fechado

Figura 53 Broadside formato meio aberto

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Figura 54 Broadside formato aberto Figura 55 Broadside contra capa


15.5.7- Brindes 15.5.7.1- Camiseta

Figura 56 Camiseta Eco Circuito

Figura 57 Camiseta Eco Experience

15.5.7.2- BonĂŠ

15.5.7.3- Chaveiro

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Figura 58 BonĂŠ Institucional

Figura 59 Chaveiro Institucional


15.5.8- Banner digital 15.5.8.1- Sites

Figura 60 Banner Digital - Frame 1

Figura 61 Banner Digital - Frame 2

Figura 62 Banner Digital - Frame 3 Figura 68 Iphone 2

Figura 63Banner Digital - Frame 4

Figura 64 Banner Digital - Frame 5

Figura 65 Banner Digital 2 - Frame 1

Figura 66 Banner Digital 2 - Frame 2

92 15.5.8.2- Revistas mobiles

Figura 69 Iphone 3

Figura 67 Iphone 1 Figura 70 Iphone Aplicação


Figura 71 Ipad 1

Figura 73 Ipad 3

93

Figura 72 Ipad 2 Figura 74 Ipad aplicação


15.5.9- Aplicativo mobile

Figura 75 Aplicativo Mobile

15.5.10- Site

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Figura 76 Site


15.5.11- MĂ­dia indoor banheiro

95

Figura 77 Midia indoor banheiro 1


96

Figura 78 Midia indoor banheiro 2


Figura 79 Midia indoor banheiro Aplicação

97


15.5.12- Elemídia

Figura 80 Elemídia 1 - Frame 1

Figura 81 Elemídia 1 - Frame 2

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Figura 82 Elemídia 1 - Frame 3

Figura 83 Elemídia 1 - Frame 4


Figura 84 Elemídia 2 - Frame 1

Figura 85 Elemídia 2 - Frame 2

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Figura 86 Elemídia 2 - Frame 3

Figura 87 Elemídia 2 - Frame 4


15.5.13- Adesivos

Figura 88 Adesivo de bike

Figura 89 Adesivo Institucional

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Figura 90 Adesivo aplica;รกo


15.5.14- Mala Direta

Figura 91 Mala direta Eco Experience frente

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Figura 92 Mala direta Eco Experience verso


Figura 93 Mala direta Eco Circuito frente

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Figura 93 Mala direta Eco Circuito verso


15.5.15- Mica

Figura 94 Mica Intervales frente

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Figura 95 Mica Intervales verso


Figura 96 Mica Caverna do Diabo frente

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Figura 97 Mica Caverna do Diabo verso


Figura 98 Mica Ilha do Cardoso frente

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Figura 99 Mica Ilha do Cardoso verso


Figura 100 Mica Carlos Botelho frente

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Figura 101 Mica Carlos Botelho verso


Figura 102 Mica PETAR frente

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Figura 103 Mica PETAR verso


Figura 104 Mica Ilhabela frente

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Figura 105 Mica Ilhabela verso


É

através da mídia que transmitimos a mensagem publicitária.

Como diz o Professor Rodrigo Duguay em seu Material de Referência Teórica Mídia I: “A mídia é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser entendida como investimento para geração de resultados.” 16.1 OBJETIVOS DE MÍDIA O objetivo de mídia é impactar o público de 15 a 30 anos e atingir o maior número desses jovens, levando em conta a adequação da campanha aos meios e veículos. 16.2- ESTRATÉGIAS E JUSTIFICATIVAS Para o estabelecimento das estratégias de mídia, foram levados em conta os objetivos de marketing e comunicação.

Dessa forma, para atingir o público desejado, serão contemplados no plano de mídia os meios revista, mica, elemídia, banner digital e mictório. 16.2.1- Revistas

Foram escolhidas três revistas para a veiculação impressa e digital mobile de seis propagandas: Viagem e Turismo, Go Outside e Trip. Todas elas possuem grande porcentagem de seus consumidores na mesma faixa etária do público alvo estudado.

A Viagem e Turismo possui mais de 100.000 leitores, é líder absoluta no segmento com 54% share (primeiro semestre de 2012) e uma circulação de 102.914 exemplares (junho de 2012) por mês.

A Go Outside tem uma tiragem de 40 mil exemplares mensais, é a mais importante publicação brasileira sobre esportes outdoor e estilos de vida ao ar livre. Já a revista Trip conta com 45 mil tiragens também mensais, é considerada hoje, mais de 26 anos depois de seu lançamento uma das mais influentes, originais e criativas publicações entre os formadores de opinião do Brasil. 16.2.2- Mica Quanto à mídia Mica, a faixa etária do seu público está entre 18 e 45 anos, formadores de opinião e além de existirem muitos colecionadores dos cartões, muitos enviam como cartão postal, propaganda a ideia a ser transmitida. Possui mais de 1200 pontos de veiculação na cidade de São Paulo.

111


16.2.3- Elemídia

16.4 PRAÇAS

Nenhuma outra mídia atinge o jovem de forma tão direta e impactante quanto à Elemídia dentro das universidades, local onde eles frequentam diariamente. Para sustentar, a Elemídia nos shoppings é a opção certa. O mesmo jovem terá grande chance de ser comunicado pela mensagem em dois períodos no mesmo dia.

A praça das revistas é em todo o país, já que sua veiculação é nacional. Na Mica, foi segmentada a cidade de São Paulo como praça, assim como a Elemídia e a mídia mictório. Os banners digitais também têm como praça todo o país, apesar de que as pessoas podem assessar os sites onde as peças serão veículadas de qualquer lugar do mundo.

16.2.4- Banner Digital Os banners digitais foram escolhidos porque a internet é o meio que o jovem mais tem acesso diariamente. Os banners serão inseridos no site da WWF Brasil que, devido a parceria, a inserção não terá custo além de tratar de assuntos relacionados. Outro banner será inserido no site da Revista Trip. Todo o conteúdo da revista é digitalizado no site, além do conteúdo impresso, o site possui vídeos e outros atrativos que não permite ter em uma revista. Ainda mais, todo esse conteúdo é gratuito. Apesar de não obter o mesmo impacto, a visibilidade no site é maior que na revista impressa. 16.2.5- Mídia indoor banheiro O estilo de vida do público alvo inclui momentos de 112 diversão com amigos que costumam acontecer nos bares e baladas. Para tal, a mídia mictório foi escolhida para comunicar o público alvo nesses momentos. Como pontos de veiculação foram escolhidos Clash, Bar Favela, Studio Sp e Studio M. 16.3 VERBA DEFINIDA O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) viabilizou o Projeto a partir do empréstimo de 15 milhões de dólares. Deste montante, 10% foi definido para a campanha publicitária. Como os gastos serão realizados em reais, a verba definida pode sofrer alterações dependendo do câmbio. O valor gasto especificamente para cada meio de comunicação é exposto nas tabelas do capítulo Investimentos.


Tabela 6: Inserção nas mídias

16.5 PLANILHA DE VEICULAÇÃO

113


Tabela 7

114


O

s investimentos são representados pelas tabelas que seguem. Salientando que, as produções do site e do email marketing não serão cobradas. A agência não terá custo para a produção destes e, como o valor da campanha é expressivo, essas peças serão doadas.

O valor total de investimento e produção não alcança toda a quantia disponível para a campanha. Sendo assim, a verba restante é destinada para a manutenção da campanha e resultados futuros.

18.1- REVISTA

Tabela 8

18.2- MICA

Tabela 9

18.3- ELEMÍDIA

Tabela 10

115


18.4- BRINDES

Tabela 11

18.5- MATERIAIS DE DIVULGAÇÃO

Tabela 11

18.6- BANNER DIGITAL

Tabela 11

18.7- INDOOR BANHEIRO

Tabela 11

116

18.8- EVENTOS

Tabela 11


Tabela 11

18.9- INVESTIMENTO TOTAL E COMISSテグ

117


O

s Parques do Projeto de Ecoturismo na Mata Atlântica, com toda exuberância de suas faunas, floras e atrativos, possuem enorme potencial de visitação. Porém não são bem divulgados.

O público jovem mostrou grande potencial para a prática de ecoturismo, por isso a campanha foi direcionada para esse target. Antes do Projeto, o número de visitantes nos Parques anualmente era de aproximadamente 130.000. Ao decorrer do Projeto, esse número aumentou para 180.000. A meta da campanha é um aumento significativo desse valor, portanto ela se estende por sete meses em uma praça expressiva e utilizando os meios que, baseados na 118 pesquisa do estudo, mais impactam o público alvo. O amplo valor voltado para a campanha publicitária permite que parte dele possa destinar-se para possíveis manutenções e resultados futuros.

A meta, se alcançada, beneficiará a todos. Mas, dessa vez, a recompensa não se trata de verba. A Secretaria de Estado cumpre seu papel de conservar o Meio Ambiente e educar ecologicamente os jovens. Estes, por sua vez, interagem com a natureza e, desta forma, se conscientizam sobre o valor que ela tem, melhoram suas qualidades de vida e, consequentemente, das gerações futuras. Os Parques, devido ao resultado gerado aos jovens, continuarão vivos e, quem sabe, expandam-se.


MALHOTRA, Manoj K; TAYLOR, Robert Brian. Introdução à pesquisa de marke-ting: primeira edição. São Paulo: Pearson/Prentice Hall, 2006.

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Tgi Clemente filho  
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