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portfolio Clรกudio Sousa


http://claudiosousaartwork.wordpress.com/


*actualizado a Maio de 2014


Gratuït  A arte quando nasce já não se pode fazer nada, e também não é para todos. Quem estiver interessado leva alguma coisinha para casa, o caso contrário, não. Gratuït, é a antítese da fórmula Ikea, do ‘produto’ que se torna mais apetecível por se acrescentar mais um zero é, no fundo o retirar qualquer valor comercial a um objecto e esperar. Esperar pelo contacto, pela curiosidade, pela aproximação, pelo interesse. Esperar que o seu valor seja outro.

-É pegar ou largar freguesa! Venha, venha que aqui os desenhos são “Gratuït”. -Pode escolher à vontade que não paga mais por isso. São desenhos de primeira qualidade! Importados! -É só escolher e levar! Não paga nada por ser arte... Gratuït, onde a mancha sugere o desenho, onde o desenho coexiste com a mancha, onde a estética é um juízo de valor.

2014, Desenho/Performance Gratuït desenho s/ papel, Terrassa & Barcelona Cláudio Sousa


Bandido Art Tattoo


(c) Clรกudio Sousa 2013

facebook.com/BandidoArtTattoo


leitmotiv


Art al Parc “O parque de Vallparadís será o palco central da primeira edição do evento Art al Parc, evento multicultural promovido pelo Ajuntamento de Terrassa a realizar durante os meses de Agosto, Setembro e Outubro. Foram convidados vários artistas nacionais e internacionais que no decorrer do evento irão intervir no espaço púlico do parque, sendo que a cada artista ou colectivo artístico será atribuida uma quinzena para o efeito. O evento promociona encontros multidisciplinares de intervenção urbana, arte de rua, site specific, performance art e video apresentando uma seleção de obras, que se poderão

encontrar um pouco por todo o parque, e que revelam o olhar atento à sociedade actual e particularmente às questões de espaço público e cidadania. Mais do que proporcionar ao visitante a redescoberta do parque, este evento será um ponto de aproximação do artista ao transeunde, uma quebra na rotina e na vivência dos espaços públicos, um confronto com o quotidiano do lugar comum, promovendo o encontro, a comunicação e a partilha de ARTE.”

2013, Intervenção leitmotiv, Ciclo Art al Parc diversos materiais, Terrassa Mr. Lazy & Mme. Leisure


Original Skin


Original Skin Original Skin é um projecto fotográfico em torno do corpo. Fragmentado, retalhado, exposto em detalhes. Serão 365 pedaços de um todo que tanto pode ser nosso como teu. A construção final deste “corpo” poderá respeitar ou não a numeração, o importante irá ser fazer aparecer o mesmo corpo mas com uma outra forma. Original Skin in supergorrila.blogspot.com starting 29 of February 2012 / ending 28 of February 2013 Original Skin - One year project, Cláudio Sousa, Barcelona Fotografia de AIsa Araújo


biTRIgOde


Bitrigode Trio, g’noc noc, Guimarães, 2011 Fotografia de AIsa Araújo

A Bri Tri lateralidade do sistema proposto, faz antever pontos nos is, is de Bis, Tris e Godes. A terceira parte do binário está liberta de marcação, pode assim deambular entre insanidade e genialidade.

Bitrigode Trio, Hardclub, Porto, 2012 Fotografia de AIsa Araújo

Acção que se pretende aberta, mas fechada, e que se transfigura vira e gira com a velocidade do vento, levanta e assenta que nem uma luva na actualidade artística internacional. (...)

Bitrigode Trio, Espaço Arquivo, Porto, 2013 Fotografia de AIsa Araújo

Bitrigode, a estético-mismática debaixo do seu nariz. http://bitrigode.wordpress.com/


L’art de espigolar


“A Arte de Respigar”Ciclo de Intervenções Artísticas nas ruas de Terrassa

O Pintor da Vida Contemporânea a fase cor-de-rosa

Admitindo a figura do artista como um colector do mundo, como um indivíduo que recolhe peças e fragmentos que já ninguém quer ou usa, como um oportunista atento ao que é considerado excedente, conseguimos facilmente adoptar uma imagem do artista como respigador. Este ciclo – A Arte de Respigar – nasceu do lixo, daquilo que outrora foi e representou um bem mas que se esgotou, perdeu funções ou pura e simplesmente foi substituído por algo novo. Surgiu da vontade de trabalhar sobre o excesso, o supérfluo, o desnecessário. De usar o “velho”, o “partido”, aquilo que “já não fica bem com as cortinas novas lá de casa, temos de comprar outro!”, de utilizar o que sobra para fazer obra. “A Arte de Respigar” é uma proposta de associar a experiência do mundo, do quotidiano ao acto criativo tendo em conta um dos aspetos fundamentais da arte, o seu impulso – a realidade não é só uma soma de representações, é transformar o conhecido num ponto de vista inédito, multiplicar percepções do mundo, recusar o imediato,suspeitar das próprias evidências. Aqui, procurou-se fazer pequenos inventários do mundo, de fazer o reconhecimento desse mundo. O artista respigador, como alegorista, como um coleccionador, paranóico obsessivo que cria micro cosmos de uma ideia do mundo, um coleccionador que recolhe do mundo os objetos que marcam a identidade da humanidade, que conta a história da humanidade com os restos, com os próprios despojos da humanidade, que cria uma coleção que resista ao desaparecimento da memória.

“Ao artista não lhe é exigido que saiba falar sobre a sua obra. Essa tarefa é incumbida ao crítico/pensador. As duas figuras não podem coabitar na mesma persona.” O “pintor” e o “poeta”, a obra e a mensagem, a pintura e a ideia. No título “O Pintor da Vida Contemporânea – a fase cor-de-rosa” estão presentes duas figuras colossais do pensar e trabalhar arte – Charles Baudelaire e Pablo Picasso. Assume-se misturar o pensador e o artista como agente social e político capaz de apresentar e defender a ideia por detrás da obra. Bom, posto isto, o meu statment pensado e feito é: Eu já não acredito em “Fazer Arte”, já não acredito em comunicação, eu já não acredito em perceber aquilo que nos rodeia, no relacional, no blá-blá-blá. Eu não acredito em fazer coisas para pessoas. A partir de agora só faço, retratos, a grafite. Pronto, encomendas. Nisso eu acredito! Vou começar a fazer fotografia de casamentos, exposições para galerias, consultadoria estética, publicidade ou dar aulas.

2012, O Pintor da Vida Contemporânea - a fase cor-de-rosa diversos materiais, Terrassa, Cláudio Sousa Fotografia de AIsa Araújo


Benviguts a si us plau mercè


2011-2012, Benvingut a si us plau mercè Sr. Perezoso & Sra. Ocio en: viajes en la tierra de nosotros Catalunya


Els viatges all meu paĂ­s


2011-2013, Els viatges all meu país Instalações Site non-specific, Mr. Lazy & Mme. Leisure Portugal-Espanhã


Diálogos Crónicos de Duarte & Ca. Diálogos Crónicos é uma lavagem de barretes que não servem a ninguém mas ficam bem a todo a gente. Porque há mais gente que pessoas e o ninguém já não leva a mal. Diálogos surdos, incompetentes, ultrapassados, mórbidos, caóticos, inconsequentes e crónicos das crónicas de vidas separadas.  Como quem diz béu béu béu pardais ao ninho... As Ilustrações imitam a realidade mas qualquer aproximação à mesma é pura ficção. Ou então, as conversas de café e o BigBrother fundem-se para fazer uma foto-novela ilustrada que ironiza, expõem, troca papéis entre as várias ideias do que é ser social e a grande fronteira do não fazer nada. Texto: Ricardo Sousa Fotografia: AIsa Araújo Ilustração: Cláudio Sousa

2012, Barcelona


VestĂ­gios de Noiva


Vestígios de Noiva “Do you need to own? To possess? To show? To exhibit? Do you need because you want? Or maybe just because? Because everybody has one? Or because no one has it for to long? Do you need it to prove that you can? Or to be sure that you can't either? Do you need to say the I do? Or because saying I love you it's not enough for you anymore? Do you need it because he demands it or because she can't wait no more? So you can hear some uau, oh? Hum, uouww, ai, ai, huuuummm? Oh yes, yes, yes, more, more, more, uhhhhh? You really need that safeguard, the assurance that you are two? Do you need and you are not sure why? Because you're tired to fill in the Single box? So you wouldn't die alone? To define yourself? So you'll always be plus one? You're looking for that stability no matter what the statistics say? But if you really need something go out and buy it, in your size and measure so you don't have to worry.” - in lazy-leisure.blogspot.com

2011, Desenho, Fanzine Porto


Isso atĂŠ Eu fazia!


Isso até Eu fazia! Não digo mas conto: 49 horas 5 dias 1 técnico a fazer de assistente 1 queda do escadote abaixo 1/2 directas 2 grades de SB 1 holofote fundido 3 latas de fixante 13 minas 0.5 2B

1 mina 2.0 HB 435 subidas ao escadote 434 descidas (a que falta contou como queda) 329 comentários (o mais ‘interessante’: isso até eu fazia - que acabou como título da obra) 1 shot de tequilla no final do trabalho

2011, Desenho, Cláudio Sousa inserido na Exposição “Eu Sou a Primeira Feminista”, Espaço Compasso, Porto


Slide Drawings


Slide drawings Slide a slide traz-se à luz uma incógnita. Slide a slide traz-se à acção um outro tempo. Slide a slide traz-se à sombra a figura. A figura nunca é o objectivo final, até pelo contrário, apesar do que possa parecer. O desenho aponta sempre para condições de uso, impulsos visuais, estratégias, narrativas e gestos/ eventos dos mais variados. Neste projecto o acumular de acções através do desenho produz um registo visual que não é mais que um amontoado de linhas, caóticas, divergentes e ilógicas. Caóticas, porque o impulso que as origina não obedece a uma ordem comum, a regras ou sentidos estéticos. A imagem dá o impulso para o que a mão quiser desenhar. Pode ser um ponto, um contorno, uma linha de força, um pormenor, uma mancha. A decisão sobre o que se escolheu desenhar é tão fugaz quanto a imagem que impulsionou essa vontade. Cada linha desenhada apenas “encaixa” momentaneamente na imagem/referente que a origina para logo a seguir, quando a imagem é substituída por outra, ser uma ténue memória daquilo que já lá não está. Divergentes no seu sentido, na sua força e na intensidade com que foram inscritas na superfície que serve de suporte, estes registos afastam-se da capacidade, melhor, da possibilidade de reter a imagem. No final, são uma não-comunicação entre todas as imagens usadas, uma irracionalidade visual que empilha elementos no mesmo plano sem respeitar o registo anterior. Ideologicamente, este processo de saturar progressivamente uma superfície com registos residuais de imagens conduziria a um ponto de sobrecarga imagética, a um negro, a uma não-imagem. Seria o contraponto pictórico de toda a luz usada pelas imagens projectadas. A rigor, seriam duas não-imagens. A do negro que nada mostra e a do branco total que nada deixa ver. Slide a slide traz-se à imagem um desenho.

http://vimeo.com/24842848

2011, Desenho/Performance Evento PechaKucha, Lisboa


Trabalho Temporรกrio


Trabalho temporário

2011, Desenho, Cláudio Sousa Fotografia de AIsa Araújo, Porto

LADO A

LADO B

LADO C

Mal pago. Insignificante. Pouco apreciado. Substituível.

Gratificante. Reconhecido. Pertinente. Inigualável.

Em tempo de fartura toda a gente tem roulotte.

Nós somos menos do que aquilo que produzimos.

A relevância das coisas tem a utilidade que dá-mos às mesmas.

Não se justifica fazer algo se depois vem alguém desfazer.

O valor das nossas acções tem que estar taxadas.

A criatividade não tem apreço pelo preço.

Limpar para sujar, arrumar para desmanchar.

Não se pode fazer nem mais nem menos daquilo que foi

Produz-se por tudo e por nada, para tudo e para nada.

Falar para esquecer, desenhar para apagar.

estipulado.

Fazer igual mas de maneira diferente. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Trabalho temporário é aquele que está lá mas ninguém vê.

As nossas funções são as nossas funções. O ser insubstituível é uma irrealidade.

É o T.P.C. para nós próprios, a acção que só nós sabemos fazer, o registo que não confiamos a ninguém.


Perfect city


Projecto Perfect City Desenhar no molhado Desenhar no molhado é a execução de um trabalho improdutivo, um esforço laboral que nada produz para além da experiência de tentar fixar algo sabendo de antemão que se trata de uma missão inexequível. O resultado é portanto secundário e o processo sublinha o carácter inglório e irónico de uma construção obsoleta logo à partida. Ao transferir uma acção para os meios e contextos de uma outra acção estou antes de mais a criar um deslocamento de um acto performativo para outro plano de acção que não é o seu, de modo a desempenhar diferentes funções e albergar outros assuntos. Ao acto de lavar, esfregar, torcer e estender, geralmente associados a práticas corporais e de manutenção das memórias gestuais do espaço (tanque), introduzi o acto de desenhar por entre cada uma das funções automatizadas quebrando com o ciclo lógico de um comportamento quotidiano. Criou-se um novo ciclo mas onde o conjunto das acções anulam-se umas às outras, onde as tarefas são interrompidas pela tentativa de “construir” desenho que é imediatamente destruído pela execução da tarefa seguinte. As acções contextuais de origem (lavar, esfregar, torcer,estender) são portanto antagónicas à acção desviante (desenhar) e consequentemente, a tentativa de fixar imagens boicota o esforço maquinal das tarefas antecedentes. No final de todo o processo não existe lençol lavado nem desenho. (...) http://vimeo.com/20431012

2011, Desenho, Cláudio Sousa Fotografia de Sara Coutinho, Porto

Desenhar Lavar Desenhar Estender Desenhar Torcer Desenhar


Desenho Folheando


Desenho Folheando Para existir Performance tem que haver público. A Performance só existe se for documentada. O Documento não é um substituto do real, é visto como um fragmento da realidade tal como a Performance. O evento é encenado tanto para a sua documentação como para a audiência. A Performance/Documento é o único espaço onde a Performance ocorre. A Performance é o equivalente virtual das suas representações. As imagens produzem provas. O Documento produz um evento como Performance. A presença de uma audiência não valida um evento como Performance. Desenho/Performance - Cláudio Sousa Vídeo - Isa Araújo Sonoplastia – Cláudio Sousa http://vimeo.com/20784007 2010, Desenho/Performance Parque de São Roque , Porto


Arte o Muerte


Arte o Muerte O tempo é plástico. Pode ser trabalhado. O processo criativo é um processo processual. Experiência temporal de um processo. A forma como a percepção apreende algo que se desenvolve no tempo. A percepção do tempo nunca pode

1’ minuto pode ser distorcido para que faça sentido. Quando se desenha, enquanto processo mutante, o desenho é um evento. Uma arvore genealógica que representa tempo e espaço com regularidades em coisas distintas. Hierárquica.

ser separada da percepção espacial. O desenho é um plano temporal. Intervalo. Espaço entre dois corpos. O tempo que passa é uma das experiências mais aborrecidas de sempre. O que se passou em 24 horas pode ser contado num minuto.

Linear. Paralela. Zig-zag. Concêntrica. No caos, por norma encontramos seres organizados. Multi-tasking. Primários. A base de todo o discurso é hierárquica. O processo é desenvolvido a partir de uma predisposição/ experiência/ imagem

seminal, com o propósito de criar um contexto onde a imagem faça sentido. Circular é retornar ao ponto de partida. Sobrepor principio e fim, ou encontrar no fim aquilo que se deixou no principio. Ausência de finalidade. Roubo. http://vimeo.com/20432235 2010, Desenho/Performance Inaugurações Miguel Bombarda, Porto


C. C. T. V.


CCTV - Closed Circuit Trans Voyer Ver, é essencialmente uma busca activa de essenciais, um processo activo em que o cérebro na sua busca de conhecimento acerca do mundo visível, descarta, selecciona e ao comparar a informação seleccionada com as suas memórias armazenadas gera a imagem visual no cérebro, um processo notavelmente semelhante àquilo que o artista faz. Hoje, com a televisão e as marcas comerciais, toda a nossa sociedade produz imagens. O estúdio artístico perdeu a sua função inicial de ser “O” sítio onde as imagens eram produzidas. Como resultado os artistas movimentam-se, deslocam-se para onde as imagens são feitas, colocando-se a eles próprios como ligações na cadeia económica na tentativa de a interceptar. Toda esta avalanche de imagens produzidas diariamente cria uma distância cada vez maior entre o mundo visível e o mundo visualmente fabricado, entre a imprevisibilidade da rua e o conforto do sofá, criando em nós uma faceta voyeurista sem precedentes. Câmaras de vigilância, reality shows, vídeos caseiros, fotos privadas, manipulações digitais, alimentam a sociedade contemporânea e a sua crescente necessidade de observar e de ser observada, sustentam esse universo voyeur onde a identidade camuflada é tida como real. A nossa vida, o nosso corpo estão cada vez mais “publicitados”. A qualquer lado que vamos estamos a ser filmados. O nosso percurso pode sempre ser registado e posteriormente reproduzido, criando relações sociais através de imagens, como se a vida fosse representada pela lógica do espectáculo onde a experiência do real vivido fosse já uma substituição do vivo pelo não vivo. Vivemos povoados desses fantasmas, de realidades ficcionadas, de produtos secundários que tomamos como reais, onde a representação do verdadeiro é um movimento do falso, onde a vida é apanhada pelas próprias abstracções. Começamos por perder a nossa identidade, a nossa memória individual. Começamos também, a perder a nossa memória colectiva porque esta última vive numa estreita relação com a primeira e sem a memória dos outros, sem esse mundo de relações sociais mais directas, a condição humana deixa de existir, deixa de ser possível reconhecer vida. Neste panorama têm surgido diversas abordagens artísticas que se afirmam contra a sociedade vigiada, chamam a atenção do espectador para as questões de controlo e da falta de privacidade tornando frases como “Big Brother is watching you” em dados que pertencem hoje à nossa consciência social. Sabemos que estamos a ser observados e vivemos segundo essa condicionante. Adaptámo-nos e convencemo-nos de que é confortável essa consciência de nos sabermos filmados. Apropriámo-nos de tal forma desta ideia que agrada-nos principalmente a possibilidade de nos ser autorizado assistir. O público assiste a uma acto performativo criado especificamente para ser observado por uma câmera de vigilância, para provocar e testar a capacidade de reacção de quem está do outro lado da mesma. Os performers criam o seu próprio reality show. O público é assim, e à imagem do que se passa no seu dia-a-dia, um voyer, um observador de um acto que não está a ser feito directamente para si mas que lhe é permitido testemunhar.

http://lazy-leisure-projects.blogspot.com

2010, Video - Performance Caldas da Rainha


Super Gorrilas Fan Club É um clube. É um clube de fanáticos. É o clube de fanáticos dos Super Gorrila. É um subproduto subversivo de propaganda virtual, onde para cada imagem criada ficciona-se uma identidade através de um formulário comum. Crê-se que alguns deles sejam produtos do real mas nada ainda não foi confirmado pelos Serviços de Identificação Civil do Ministério da Justiça Português. Pensa-se que certos indivíduos tenham respondido ao formulário com rigor mas essa verdade está no segredo dos deuses.

2009-2011, Desenho e Fotografia, Cláudio Sousa supergorrilafanclub.blogspot.com Existem testemunhos que relatam terem vistos personagens deste clube a deambular por centros comerciais e estádios de futebol mas isso é um mito urbano. Acredita-se que o clube tem origem hermafrodita mas, e porque existe sempre um mas nos assuntos mais sensíveis, é tudo más-línguas de boatos infundados. Diz-se isto e aquilo, fala-se, estipula-se sem o mínimo fundamento. A realidade é que os fans de Super Gorrila não existem.


M & m - Mulheres & machistas


M & m - Mulheres & machistas Mulheres tradicionais exibem buço porque foi assim que deus as fez. Mulheres modernas empregam luvas de látex porque são aquela máquina. Mulheres contemporâneas usam tudo porque se afirmam orgulhosamente machistas. 2010, Desenho Porto


Coronel (de) Zé Ninguém


Coronel (de) Zé Ninguém Ele era as memórias que tinha de si prórprio. Mas as memórias, descobriu, eram um mutante fugidio. Não conseguia nem engavetá-las como gostaria ou aceder-lhes quando queria. Eram uma colecção viva de sobreposições, confusões e influências impostas de umas para as outras. Chegavam novas que modificavam as antigas, trocavam as datas, os nomes e ateviam-se até a substituir caras obrigando-o a não se lembrar das coisas. Combateu essa guerra durante meses a fim, anos sem fio até que se esqueceu de perder. 2010, Instalação Alma em Formol - Porto


2 em 1


2 em 1 Eu não sei desenhar mas produzir desenhos e oferecer isso eu sei. Integramo-nos, falamos com as pessoas, forçamos o contacto próprio. Ficaremos com uma coisa nossa. Unilateral. Promover encontros e no final oferecer qualquer coisa. Remedeia qualquer coisa. Trocar segredos numa barraquinha feita à mão. Manter o anonimato das pessoas para terem o trabalho todo. A Marina falou dos desejos. Explorar as janelas é bom se houver a questão do contacto. Era para falarmos um bocadinho. A Dalila está a trabalhar. Todas as casas têm a Dalida à mistura como moradora. OK. Mais conversa. Intervenção fotográfica. O que fazemos com isto, com este material todo? A igreja bem lá no fundo podia servir de ginásio. Vamos fazer alguma coisa no sábado. Lugar de passagem. Tou a ficar sem bateria. Ele é 93, para isso mando do meu 91. Se quisermos fazer alguma coisa vamos lá. Está muita coisa a passar no meio. Ganhar consciência. Uma espécie de loja portátil, com montes de ferramentas especiais de eventos sociais. Alemanha em intervenção pública. Posso ouvir a gravação? Tenho de ir lá outra vez. Tou só a senti-las, não estou a roê-las. Estás a ouvir em momo. Bonito. Isto incha. Olho para o tanque e faço um projecto de arquitectura doméstica. Não sei como é o processo legal. Passa pela junta. É directo, tem os serviços todos. Alvará grava som. Audio é muito interessante. Se vocês não quiserem fazer não há problema. Gabinete de recepção para melhorar. Em obras. Com uma ficha e logótipo. Estas histórias parecem muito interessantes. Nunca lá fui ao S. João. Saber o que as pessoas tem para dizer. Muita gente acabar por dispensar. Fazemos uma coisa ambulante, um carrinho. Uma estrutura. Uma mesa. Duas ripas. No fim do dia dispensa-se. É barato. Um megafone. Para as pessoas jogarem as coisas. Barulhinhos de guerra. Deposite aqui a sua reforma. Trabalhar. Vai trabalhar no papelinho.

Seus sonhos, suas vontades, suas preocupações, suas reclamações. Fala olha. Preciso de férias. Mais calma, mais tempo, mais relaxados. Mais gente na rua. Podemos sempre lá voltar. Lavar roupa suja na brincadeira. Mas como é que fazemos isso a sério? 2010, Fotografia FBAUP / Porto


Pronto -a- Consumir


Pronto -a- Consumir Numa época em que o individuo se parece diluir na multidão, onde a identidade não passa de um número e as vontades próprias são sonegadas por uma sociedade cada vez mais de controlo, vivemos o processo de crescente anestesia perante a vida. As sociedades contemporâneas promovem a liberdade ante uma congelação dissimulada do mundo; a sociedade acorrentada, que não exprime senão o seu desejo de dormir.

A sociedade tanto produz e administra a vida, como produz e administra os corpos. E ao fazer uma coisa e outra, ela faz bloco, cada vez mais, com a estética, com os sentidos, com as emoções, com a sensibilidade. A sociedade, que é um artefacto da razão, faz bloco com a emoção. Ela exprime, é verdade, a racionalidade contemporânea, a razão como controle da existência.

Pronto -a- Consumir, é uma fachada visual que utiliza os meios, técnicas e estética da sociedade actual, para criar subprodutos virtuais, montras ecrã, onde aquilo que se vende não é senão, a capacidade de relembrar a condição humana de individualidade. 2010, Instalação Fátima / Porto


Dumas e Outras


Dumas e Outras “Vou sair ao encontro do acaso”. Por vezes acreditamos em coisas tão parvas e impossíveis. Por vezes é necessário que essa impotência tome conta do nosso desejo. Por vezes esse encontro está na nossa memória.

Este trabalho, surgiu enquanto revisitava a obra de Marlene Dumas e da vontade de reproduzir a impossibilidade do acaso. Partindo do referente “Young boy pale skin”, e tendo a perfeita consciência da sua irreprodutibilidade técnica, criei uma série de 20 desenhos onde, e progressivamente, cada desenho era uma memória deteriorada do anterior.

A memória vai-se desgastando mas aquilo que fazemos dela, não. O desgaste sobrepõe-se à imagem original.

2010, Desenho FBAUP / Porto


Hirondelle Chinoise


Hirondelle Chinoise Eu acho que às vezes há sítios que não vale a pena. Não interessa ir a um sítio só para fazer mais um. Bem... Acho que vou pedir mais uma. E aí sim, há conflito, há diálogo e discussão. Detesto fazer coisas para o museu, para o encaixe, para agradar. Os artistas quando encontram uma fórmula, vendem-se. Quando muda essa fórmula, deixa de ter pertinência e saem todos de cima. Deixem o pessoal experimentar. Quando tu és arrogante, quando queres provocar, as pessoas confundem o trabalho com a pessoa. Pessoalmente gosto de, és como és. Podes ser completamente fechado e o teu trabalho ser aberto. Adoro o confronto. Eu sei que não faço música para agradar massas. Toco desde os doze. A minha mãe era cantora. Agarrava na guitarra, partia aquilo tudo, era até sacar som. Se me soa bem a mim, há-de soar bem a alguém. Transpirar. Processo. Definir. Trabalho. Aura. Não faz sentido. Género. Quatro paredes. Janela. Tu. Medo. Branco. É isto! Tuga vs pânico. 51/49. Vou morrer, é hoje que vou morrer. Estou a respirar bem? Só quero que metas o serrote aí. Estávamos a falar do teu nariz ainda. Está a crescer uma planta aqui. Gostava que viesses tocar comigo. Não importa que vás e toques só uma cena, desde que vás comigo. Alinho! Alinho em qualquer coisa. Vai. Giro. Afinava. Arco a falhar. Que se foda. Muito bom. Segue o meu conselho. Apaixonaste, vives o momento e pronto. Há bué que não me apaixono. Sou apaixonado por aquilo que faço. Sozinho irrita. Estás a ver o cravo? Mais agudo, mas no meio de tudo, é divinal. La la la, parece um sininho. Para bailar la bamba, let’s twist again. Foi uma surpresa agradável. O que se diz a estes gajos? Venero-te? Horrível. És uma inspiração para mim. Man, estás lá. Fiquei efectivamente nervoso. Bizarro. Ar psicótico do caralho, corpo de guarda-costas. Virei-me para o vocalista e disse: fora a religião, és bué ordinário”. O gajo esteve a fazer som com o puto ao colo. Este maço de tabaco saiu caro. Deixa-me fotografar o teu sorriso. Voltava para a idade que pensava ser Tom Sawyer. Desculpa interromper mas tinha mesmo de fazer isto. Tenho esse efeito nas mulheres. Melhor, agora que cá estás. Loira? Falsa. Gosto bué das tuas amigas. Lutar contra o corpo? Funky...

2009, Desenho s/tela Zona 2 / Caldas da Rainha


Sabonete Anti-Galeriano


Sabonete Anti-Galeriano Sabonete Anti-Galeriano, é materialização de uma das ilustrações criadas para o livro “Do Proscénio de Plauto ao Plateau da Playboy”, inserido no Projecto PiloCaldas da turma finalista de Animação Cultural da ESAD -CR 2007. No entanto, a construção e apresentação desta peça, fez-se na 1ª Mostra Erótica-Paródica das Caldas da Rainha, evento que proponha uma reinterpretação em torno da tradição fálica existente na cidade, com o intuito de dar uma nova imagem à memória colectiva Caldense, tão subejamente conhecida em todo o país. Misturando elementos desse o universo popular com o de uso corrente, Sabonete Anti-Galeriano, é uma peça Kitch para toda e qualquer familia Portuguesa, ter na sua casa de banho. Sem preconceitos.

Materiais: Fibra de vidro, látex, aço inox, tinta

2009, Escultura Galeria Osíris / Caldas da Rainha


Gum Faces


Gum Faces, é o mais recente produto Super Gorrila. Produzido com a melhor selecção de pastilhas elásticas previamente mascadas, esta série de rostos em goma-arábica já se encontra na parede ou passeio mais perto de si! Não perca a excelente oportunidade de levar consigo um magnifico exemplar de Gum Faces. Na sola do seu sapato ou debaixo da mesa de jantar, uma Gum Face é o que está a dar!

Já disponíveis em: Porto, Alcobaça, Caldas da Rainha, Peniche, Lisboa, Ilha de S. Miguel - Açores, Barcelona, Tokyo, Rio de Janeiro e Allgarve.

Para produção do seu retrato em goma-arábica, por favor contacte: supergorrilas@gmail.com Gum Faces é mais um exclusivo Super Gorrila Products. 2009, Escultura, Plasticina e Goma Arábica


Vota SPUM


Campanha SPUM Partidos partidários das partes que repartes pelos burros e pelas Artes. Reunimos aqui entre os demais, coisas e tais, com a perfeita consciência de um trabalho quase impossível. Mas, não sendo fácil, é extremamente difícil, realizar esta missão sem passar pela casa de partida e começar de novo, o jogo, que se quer sem truques na manga, com toques de bola e sons polifónicos. Manga essa meus amigos que tem o carimbo de qualidade nacional. Sim! Já produzimos manga em fartura, nas roulotes da feira popular mas, desenganem-se aqueles que pensam que vamos de modas. As lantejoulas são bonitas mas prejudiciais às cataratas. Falamos de tudo um pouco mas o mais pertinente fica um pouco ao lado de tudo, e se vasculhar-mos bem, todos nós já encontramos coisas debaixo do colchão. Bigodes há muitos e palhaços também! Por isso usamos cartola na expectativa de criar ilusões no imaginário pseudo-politico-infanto-anárquico existente em Portugal. Estamos fartos de queques carecas. Desculpem! Cheques... Cheques que não chegam para as encomendas e vem em tons de mate, porque o brilho faz-nos sonhar para além das nossas capacidades e obriga-nos a ultrapassar o verdadeiro sentido das coisas. E, como vocês sabem, uma cois é uma coisa e outra coisa é outra coisa, sendo coisa usado para defenir qualquer coisa. Spum, Super Partido Universalista Minimal, veio para misturar e não para tricotar porque gostamos de pastéis de nata e queremos a liberalização da gripe A.

Performance SPUM Colectivo Super Gorrila Evento Rabiscuits 09 / Alcobaça


Oh! Meu Deus?


Oh! Meu Deus? O Anónimo disse que era Ninguém em particular mas Alguém em Especial.Anónimo disse que estudou bem o Manual da Psicologia Invertida das Edições Lello, na sua versão de livros de bolso distribuído na Europa/ América. E disse mais! Disse que costuma sublinhar, dobrar, gatafunhar e opinar nas páginas previamente soltas da vida dos livros, seus e dos outros, e que não compreende como existem pessoas incapazes de se relacionarem com objecto livro dessa forma. O Anónimo disse, quando na realidade escreveu: É desumano ter um livro nas nossas mãos e não registar nele o percurso do nosso pensamento. O contrário também é válido. – Anónimo. Sobre o capítulo 3 “O Sexo e os Anjos”, página 25G57’S/32G35’E do manual, O Anónimo, deixou um apontamento a lápis com a implícita ideia que seria do género feminino, apesar, de o dicionário das mesmas Edições o definirem em contrário. Nós acreditamos que Sim (mesmo achando pouca piada ao Jim Carrey), porque somos apologistas do positivismo e aguerridos activistas do movimento Anti-Não. E parecendo que não, um Anti-Não é diferente dum Sim, pois, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, embora existam casos em que as coisas se relacionam obviamente. Relacionamentos esses com os quais já fomos tomar café para perceber melhor a natureza deste Anónimo o que nos foi muito útil pois toda a conversa se desenrolou em torno do universo do Anónimo, com contornos desconhecidos do grande público. Estamos perante um Ser inteligente que tem opinião, que tem amigos, que tem amigos com opinião e que tem opinião sobre os amigos! Amigos esses que por vezes

divergem nas suas opiniões mas que curiosamente, mas que curiosamente, escrevem com a mesma mão. È o estranho caso de, Alguém de nós deixaste a tampa da sanita levantada e esperavas que Ninguém reparasse! Apesar de todas as palmadas e correctivos quando era novo, o Anónimo tem sempre o dom da opinião própria. Anónimo, não deixa portanto, a sua opinião em mãos alheias a tudo, não deixa Ninguém indiferente à espera de resposta, não deixa que Alguém assuma o seu lugar na beira do prato. Anónimo prefere pastéis de Belém em detrimento dos pastéis de nata embora saiba que são exactamente a mesma coisa, o Anónimo tem amigos imaginários que dão cartas mas não são necessariamente pombos-correios de Ninguém, o Anónimo defende bem as suas causas com unhas e dentes porque Alguém em pequeno o habituou a comer côdeas, o Anónimo vive em terra de Reis mas sabe onde encontrar uma grande Rainha, Anónimo sabe que pode mudar o mundo se não se esquecesse de tomar os comprimidos para a sua alergia aos raios UVA. Mas a culpa disto é de Ninguém, com aquele ar de pirata contemporâneo, de quem está habituado a viver em auto-caravanas e a respirar liberdade por todos os interstícios, de quem muitas vezes passa por Anónimo e não lhe dá boleia porque Alguém lhe disse que era perigoso. E até breve porque, enquanto Fernando Coita Almeida, o Anónimo espreita e Ninguém desconfia que Alguém o observa também… Texto: Cláudio Sousa

2009, Escultura Bar Demodé / Caldas da Rainha


Bengas


Bengas, Ê um conjunto de elementos cÊnicos, criados para fazerem parte da performance musical de Edgar Guerreiro aka Benfas, o front-man dos Gilbert´s Feed Band.

2008-2009, Bengas, materias diversos


Mostra


Mostra In our days, society is addicted to convenience. New technologies, like cellphone cameras are available to everyone, but they´re also the equivalent of fast-food meals. Their ubiquity has multiplied our distance from the pleasure of careful observation, from the need of training our hand as a practical tool, from the simple satisfaction of doing ourselves, disconnecting in that sense, a powerful way of personal and creative expression.

Before box cameras became universal a century or so ago, people drew, for pleasure, but also because it was the best way to preserve a cherished picture, a collective memory or just to communicate small experiences...

2009, Desenho Extreme CaffĂŠ / Caldas da Rainha


SZ


SURFOZ - BodyBoards - Logo O objectivo deste projecto - Logotipo das pranchas SurFoz - foi desenvolver uma simbologia que identificasse umas das mais emblemáticas Surfshop’s do país e que representasse o dinamismo, a energia de um desporto em franca evolução. SZ, foi desenvolvido a pensar na multiplicidade de aplicações e na variedade de modelos de prancha que a marca necessita para se ajustar ao mercado.


Super Gorrila


SUPER GORRILAS

Super gorrilas é um colectivo que possui como objectivo principal objectivar conceitos de terapia de grupo através de métodos não convencionais afastando dessa forma a hipótese de alienação total. Todos os posts resultam de sessões escpolatórias necessárias essencialmente para o equilíbrio e bem-estar de um sector que se pretende pequeno mas coeso, tanto na sua intervenção psicodramatizante e relativizante do estado de pathos como no meio ambiente em que se insere e se movimenta. Resumindo, resume-se tudo e nada à teoria do caos. Bem-haja a todos.

Pull for Help

Pull for Help is a bran-new Super Gorrila Product secretly

developed by our specialists in neurology. It´s main purpose is to provide the user with fresh and original concepts in situations that requires innovation and improvement. Pull for Help is a major step up for creative areas in the Art world but it can also be used in very distinct fields such as politics, military strategy and science. Application and Use Method A simple procedure will connect a small ergonomic lever, just installed outside your mouth, to a tickling device attach to the creative vortex of your brain through a thin silk string. After this procedure, you are immediately gifted with the capacity

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Espalha Brasas


O Estranho Caso de Amor entre Espadinha Antenor e a Senhora Dona Leonor Espadinha Antenor era um homem de palavra. Poucas, mas quentes e boas. A sua voz apaziguava o mais selvagem animal e o seu timbre fazia corar de inveja qualquer som harmónico. Religioso, era de todos o maior. Baptismo feito, Comunhão e Casamento, nunca esquecido no caminho do Senhor. Presença assídua à missa, Católico e crente de alma divina e coração leal. Nunca atrasado em confessar-se ou comungar, fazia tudo para se livrar do mal. Um autêntico beato na terra do cerâmico lagarto. Sua mulher, era Leonor de nome, e para ele a sua alma estava pura, mas lá na aldeia já todos sabiam, que ela não passava de uma miserável criatura. Não era nenhuma santa e julga-se que nunca terá sido virgem.Enquanto Antenor percorria os caminhos da salvação, e no confessionário redimia-se humildemente dos pecados, ela em casa, encornava-o com o vigário. Rallygioso, homem de palavra, Espadinha Antenor era um verdadeiro crente.Assim que soube que a mulher o enganava, ficou insano naquele banco de jardim virado a poente. Dizem na aldeia que ficou fora de si. Fechou-se em casa pelo menos por seis dias, e só ao inicio do sétimo é que saiu para a rua, sujo e barbado, declamando heresias. Os habitantes temendo a sua raiva, julgando estar Antenor amaldiçoado, não arriscaram e mantiveram-se à distância, limitaram-se a segui-lo com cuidado. E assim foram numa espécie de procissão, testemunhar o crime daquele Cristo. Espadinha Antenor pegou fogo à igreja, depois fugiu e nunca mais foi visto.

Proferem aqueles que falam daquilo que não vêem, que Espadinha Antenor refugiou-se a Oriente, para lá do sol-posto abandonando tudo aquilo que o definiam com um devoto crente. Dizem ainda que se tornou num homem verdadeiramente excomungado, indiferente aos valores da caridade, abraçando a astúcia da globalização e do capitalismo exacerbado. Tornou-se no rei da porcelana fina, das cestas de verga e dos produtos com o carimbo Made in China. Por sua vez, Leonor, arrependida de seus pecados e sentindo a falta daquele Amor, dedicou-se a uma vida de compaixão aguardando tranquilamente o regresso esperado. Tal e qual D. Sebastião, o seu Antenor iria regressar em dia nublado e com uma proeminente Tesão. Tornou-se na Rainha do bronze e de todos aqueles que vivem sem tostão, proclamando a todas as terras, mares e ventos que a ideia daquela tesão é o que mantém seus alentos… Nota: A Rainha agradece especialmente aos sobreviventes da Peste e aos doentes com Sida. O Rei, a todos aqueles que compram produtos contrafeitos.

Espalha-Brasas 2009, Escultura, Materiais diversos Rotunda da EDP / Caldas da Rainha Caldas Late Night 13


VentO


VENTO A percepção de tudo aquilo que nos rodeias está directamente ligada às capacidades físicas e psíquicas de cada um de nós. Se a esse factor juntarmos as diferentes bagagens culturais e os mais diversos caminhos até então percorridos por cada indivíduo, teremos certamente um leque muito variado de interpretações. É nessa diferença que eu procuro situar este trabalho.

Todos nós procuramos na comunicação uma via de melhor compreensão do outro mas, no entanto, a mesma palavra pode adquirir sentidos diferentes de individuo para individuo. Tudo reside na questão sensorial da expressão. Para expressar quer plástica quer conceitualmente essa diferença fui ao denominador mais comum a todos nós, o Ar, e desejei dar visibilidade, corpo e sentido ao seu

movimento. Quantas mensagens trás o vento até nós? Muitas, pelo menos... Descrição: Conjunto de 5 bandeiras, onde irá estar a palavra VENTO impressa em lingua gestual. 2008-2009,Instalação, Tinta s/ tecido Escola Secundária da Lourinhã 09 / Lourinhã Evento Rabiscuits 08 / Alcobaça


Botões Há Muitos!.


Botões Há Muitos! “Em tempos de bonança, todos os deuses são menores e, vêem-se gregos para entrar em espectáculos M18. Mas, como quem semeia botões, colhe cordões, a solução é simples: Apresentar-se confiante e em antemão com sapatos de fivela. Entrar. Uma vez lá dentro, todo o cuidado é pouco. Vigie-se. Sempre que lhe oferecerem um aperitivo, aceite educadamente, mas não ingira! Eles contêm niveladores regulares estabilizantes que

depressa o tornarão num deles. Cuspa. O mais delicadamente possível para o chão. Pode ser que alguém pise o mastigado e o leve para longe de si. Escute. Se prestar atenção, todos estão a falar do mesmo mas em tempos diferentes. De um lado chove, do outro verte. Proteja-se. Leve consigo anti-corpos numa pequena botelha de prata. Beba. Whisky tambémserve mas dá mais nas ventas. Disfarce. Veja se é possível interpelar a mulher mais comprometida e bonita da sala. Seduza-a. No meio da confusão, trinque-lhe o

mamilo esquerdo enquanto lhe apalpa o crânio. Sorria. Invoque o Seu nome em vão e dirija-se para as escadas. Espere. Os efeitos secundários depressa se dissiparão. (...)” Excerto do texto “Um Segredo dos Deuses”, de Cláudio Sousa

2009,Instalação, Botões Centro Cultural e de Congressos / Caldas da Rainha


COMARTE


M a n i f e s t o NÃO MEXER SEM LUVA BRANCA Serve este manifesto, o objectivo de denunciar e combater as actividades menos próprias, cobardes e obscuras dos Mexilhões. Seres, que secreta e indiferenciadamente desenvolvem laborações hostis contra a propriedade cultural alheia. Geralmente apático, estúpido e medroso, o Mexilhão, actua em grupo. Age dessa forma para se vangloriar e provar aos demais semelhantes que a cultura e o conhecimento são perigosos, nocivos para a saúde e, por consequentemente, desnecessários. É uma lei colectiva em nome da acalmia geral para que as águas nunca se tornem revoltas. “They represent the slice of society that´s living under the Cave Theory. It´s quite remarkable such a prehistoric behavior still survives in our days!” – Sir David Attenborough in BBC Wild Life. A sua completa inaptidão em compreender e assimilar novos conceitos, tornam-no portanto, obsoleto e preso a uma carapaça de ignorância sobre o que é o Ser Contemporâneo (*). Um dos seus focos preferidos de intervenção é, como seria de esperar, o das Artes. Por este ser um mundo totalmente abstracto para o Mexilhão, este sente-se tentado a fazer aquilo que o melhor caracteriza; Mexer. Mexer indiscriminadamente e apenas com o intuito de destruir é o seu modus operandi. Acções tão ocas de criação correspondem exactamente ao vazio da imaginação nas suas cabeças, e são tão úteis para ao crescimento sócio-cultural quanto as guerras

ou os produtos da tv-shop. No entanto, de forma inconsciente, estas acções criam uma nova percepção visual que infelizmente, por falta de sentido estético e/ou critico, não acrescentam nada de relevante ao nosso valor sensorial. Propomos então com este manifesto, alertar, sensibilizar e propor à comunidade artística que produzam obras inacabadas, e desta forma incutir na espécie do Mexilhão um desejo antagónico à destruição e incentiva-los a dar um toque final. Como incentivo, informamos a comunidade que oferecemos um par de luvas brancas (iguais ás usadas pelos funcionários dos museus) por cada Mexilhão convertido. As luvas vêm nas versões Serralves, Gulbenkian, Louvre e Tate Gallery, tendo, para cada uma delas o respectivo formulário disponível no nosso blog; comarte-pt.blogspot.com. Brevemente outros modelos irão estar associados ao nosso manifesto mas de momento são essas as opções. Agradecemos a atenção despendida e contamos com o apoio de todos. Sem mais assunto de momento, declaramos aberta a caça ao Mexilhão. Atenciosamente, COMARTE (*) Ser Contemporâneo – um Ser atento, actual, activo, que tem a capacidade de (re)produzir e expressar-se criativamente sobre qualquer matéria.


O Eu nos Outros ou os Outros no Eu. Ainda n達o sei.


O Eu nos Outros ou os Outros no Eu. Ainda não sei. Completar uma vida, trazendo alma ás cinzas. Dar asas aos sonhos na insegurança da liberdade. Ser a coragem dum salto que tem receio de cair. Vencer com espada de honra a luta dos humildes. Alcançar paz de espírito guerreando com os medos. Saborear a verdade num momento de engano. Parar num momento e, fazer girar o encravado. Contornar com paixão a obra enchendo o conteúdo. Aplaudir a realidade dos fios das marionetes. Permanente, tinta de caneta a escrever “ocasional”. Dar som às palavras mudas de todas as vozes. Ser primeiras notas músicais dum instrumento usado. Navegar o desconhecido sabendo o rumo certo. Provar lágrimas de fraqueza do heróico rosto. Saciar a sede na fonte do vinho da paixão. Prescrever á dor o antídoto do amor. Na pureza do negro um branco sonhador. Solidificar construções futuras nas ruínas do passado. Preencher o inverno com o vazio da primeira flor. Ser o Outro sem receio que o Outro seja eu.

2009, Desenho Kiwi Surf Shop / Caldas da Rainha


Nananam


Pharmacia Neutro Música sem passaporte Os Nananam, nasceram na 12ª edição do Caldas Late Night, em comunhão com o projecto Vernaculisamentalisador. Juntos, formaram os Pharmacia Neutro, que une músicos de raizes distintas, um conjunto de artistas visuais e um grupo de actores. Com um denominador comum, duas horas de improvisação e experimentalismo sonoro-visual, o processo de explosão criativa, bem como as diferentes raizes e referências, são complementadas pela interactividade com o público, criando dessa forma uma símbiose multicultural e experimental reflectindo-se assim, no espectáculo interdisciplinar apresentado. Em cada actuação, o contexto, o lugar, a relação com o público são os elementos que vão definir toda a performance musico/visual e criar assim o fio condutor de todo o espectáculo.

2008, Desenho em tempo real Caldas Late Night 12, Espaço Mazagran


Sonhos Meus


Sonhos Meus “Quem sabe por tantos barcos navegarem a minha infância herdei essa enorme ânsia por navios, terras e mares. Nesse mar dos meus pesares meu porto é uma ilha perdida e assim naveguei na vida passageiro do horizonte. Hoje pergunto a mim mesmo se não remei sempre a esmo a bordo do meu batel… com meu sonho de criança navegando a esperança num barquinho de papel.”

Manoel de Andrade, “Cantares”

2008, Barcos de papel o Tejo é o Palco, Vila Nova da Barquinha


Consegues ver?


Consegues Ver?

A comunicação, nos dias que correm, faz-se usar dos mais variados meios ao seu dispor para chegar ao maior número de pessoas possível e, usa-os a um ritmo acelerado. Essa rapidez aumenta a nossa capacidade de absorção por um lado, mas por outro pode diminuir a intensidade com que o fazemos. Foi numa, das muitas visitas às muralhas de Óbidos, perante a bela paisagem que estas têm perante si, que desejei que

tempo, demorasse o seu tempo a passar. É nessa percepção da construção de um tempo mais lento que nasce a ideia de desenhar na paisagem, porque ela própria por vezes nos indica sugestões desses mesmos desenhos. Todos nós temos essa capacidade de construção porque somos seres sonhadores e perante os nossos olhares podem sempre nascer novas formas.

2008, Desenhos na paisagem Junho das Artes, Óbidos


21.1.23.9.14


21.1.23.9.14

Exposição Ele é um Corpo em Presença de Outros Corpos, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian O Vazio, aquele que ocupa lugar; aquele que conquistou espaço; aquele que soube usar o tempo para fazer esquecer o sentido das coisas. Na Arte, o vazio é o espaço em branco à espera de ser preenchido por um novo significado.

2008, Instalação, Estanho Jardim Botânico / Lisboa


OV

XOV


XOV Uma Janela Vermelha num Edifício Cinzento Uma Janela Vermelha num Edifício Cinzento foi resultado da vivência intensa dum espaço urbano esquecido que outrora teve grande importância na comunidade caldense mas que agora se tornou uma presença neutra.

com o seu estado de abandono e, ao mesmo tempo, chamar a atenção da população para o movimento criativo que fervia no seu interior.

A simbólica instalação visava por um lado dar um apontamento de cor a todo aquele magnificente edifício rompendo

2007,Instalação, Pano, Pretex, Acrílico Edifício Ceres / Caldas da Rainha

A vida estende-se sempre que abrimos o nosso olhar.


Tesouro


Tesouro Ocupação simbólica do edifício que acolhe a exposição de finalistas da ESAD-CR. Uma chamada de atenção para um edifício que aparenta estar abandonado mas que no seu interior contém muita vida.

2007, Pintura s/ tecido, Edifício Ceres / Caldas da Rainha


Sublime


Sublime Pensava no sublime, nas pequenas coisas. Pensava numa forma de começar este texto. Pensava que iria ser fácil mas nem todos os papeis o são. Cada movimento que fazemos é antecedido por uma decisão. É a reacção natural aos estimulos exteriores. Neste momento existe movimento debaixo dos meus pés. Faz-me tremer e pensar nas coisas que passam despercebidas, que não têm força para quebrar a nossa indiferença quotidiana. O mundo é um local conhecido para aqueles que andam de olhos fechados. Não tem segredos nem surpresas porque a televisão está sempre ligada. Somos estátuas sobre passadeiras rolantes se não repararmos nas coisas que nos rodeiam. E não precisamos ir em sentido contrário ou provocar o choque para sair deste comodismo sedentário que a própria sociedade parece impor. Basta perder o medo de sentir, de partilhar e de comunicar. É dificil perceber se a folha cai por decidir soltar-se do ramo ou se é a árvore que a liberta para mundo. Nós somos essa folha e cabe-nos decidir esse momento mas não o devemos fazer só porque é outono.

2007, Desenho e Intervenção em vídeo, Teatro Malaposta / Lisboa


23h29m “Quem conta um conto, acrescenta-lhe um ponto. O artista dá o ponto no nó, o conto fica a cargo da imaginação. Da capacidade de reinventarmos o mundo em cada instante. De viajarmos na abstracção do Sonho. E, segundo o poeta, é nele que a obra nasce.” Texto de Carolina Rito

2007, Cedro e ferro, Mata dos Sete Montes - Torre da Condessa / Tomar


Cock Sitckers


Cock Sitckers Cock Stickers, nasceu duma interpretação livre em torno da tradição fálica existente nas Caldas da Rainha. O intuíto destes desenhos era dar uma nova imagem e uma visão diferente daquela a que estamos habituados a ver na popular loiça da cidade.

O meu sabonete

Ennis&Ginna

Ilustrações do livro “Do Proscénio de Plauto ao Plateau da Playboy” inserido no Projecto PiloCaldas. 2007, Caldas da Rainha


Metade de ti sou eu


Metade de ti sou eu A função destes desenhos/pormenores era criar no espectador um registo de erro ou anomalia visual, que os permitisse sentir uma outra realidade e questionarem-se eles próprios sobre as várias camadas de interpretação que poderemos ter perante todo e qualquer estimulo visual.

2007, Técnica mista s/ tela G.A.L.P / Caldas da Rainha


Entre-Linhas


Entre-Linhas Linhas. O que se passa entre linhas? É isso que me preocupa quando olho para um mundo de linhas. Quero conhecer esse espaço, torná-lo meu, ambientear-me com ele e esperar que ele me aceite. Não há dialogo possível, apenas a esperança de compreensão. De tempos a tempos suspiro, e o espaço entre linhas parece dilatar. Não é uma relação, não é facil nem dificil. É um conhecimento, onde não se tiram apontamentos e as memórias servem apenas de aperitivo.

As linhas nunca estão tortas, é o espaço entre elas que as fazem ceder conforme a sua densidade. É absurdo pensar nas linhas do meu caderno como um universo específico, pois elas fazem parte de um novelo de uma só linha, que não tem princípio nem fim. O mundo é essa linha, cheia de pontinhos unidos entre si, que se adapta ao nosso movimento constante, move-se e

cria novos espaços em nosso redor. São sempre outros esses espaços, sempre diferentes, sempre… Não são as linhas que moldam o espaço. O espaço defini-se a si próprio. É livre. Não existe nada melhor que uma boa linha de pensamento para poder acabar o raciocínio com clareza, mas neste caso, acho que a perdi. Diluiu-se no espaço, foi-me roubada por ele. O espaço retirou-me a linha debaixo dos pés, mas eu não caì. 2006/07, Fita-adesiva, Tinta acrílica no espaço Arcadas ESAD / Caldas da Rainha


Habitados


Habitados O que acontece a um espaço quando este por nós é habitado? Quando criamos uma familiaridade quotidiana com ele? Quando o nível de intimidade com esse espaço torna-se confortavel? Por outro lado, o que muda em nós para naturalmente se criarem laços de aproximação física, que permita tornar esses lugares estranhos, em locais mais acolhedores? Perante estas questões revisitei, através do desenho e posteriormente com a fotografia, espaços que habitados por mim, no meu percurso de vida. Espaços íntimos e comuns, espaços imaginários, desenhados, fragmentados e reconstruídos, espaços vazios e impessoais, com todos eles reformulei os laços de aproximação.

2006, Técnica mista s/ papel Dimensões variáveis


Derme


Derme Por debaixo de qualquer superficie existe uma outra Ă  espera de ser revelada, e a busca, uma vez iniciada, ĂŠ infinita.

2005, Pintura s/ papel e pedras


Dados Pessoais e Informações Suplementares

Exposições , Workshops e Experiência Profissional

Nome Cláudio Jorge da Conceição e Sousa

2014 Edição e sonoplastia do vídeo Límit & Frontière de Mr. Lazy & Mme. Leisure

Contactos (+351)913022529

pao-de-forma@hotmail.com

Data de Nascimento 23 de Janeiro de 1976

Nacionalidade Português

Estado Civil Solteiro Conhecimentos Complementares Adobe Master Collection CS6, Lightroom, CorelDraw, Resolume, Reason Inglês, Espanhol

Exposição coleciva Arte en Casa, Casa Portuguesa, Barcelona Desenho/Performance Gratuït, Fira del Dibuix, Terrassa Concertos Bitrigode Trio no evento Simplesmente Vinho e no espaço Duas de Letra, Porto

2013 Instalação Cartells, Mr.Lazy & Mme. Leisure, Terrassa Intervenção leitmotiv, Ciclo Art al Parc, Terrassa Vídeo Original Skin - Final Cut, Super Gorrila Criação do projecto artístico Bandido Art Tattoo Vídeo Le Voyage para Aisa Araújo Photography Desenho/Vídeos The sound portraits, http://vimeo.com/42819324 2012 Fotografia Original Skin - One Year Project, Super Gorrila Vídeo A Ritual in 3 Acts para Aisa Araújo Photography

Habilitações Académicas e Formação Complementar

Ilustração O que tu queres sou eu! na MAGA 2012 - Mostra de Artes Visuais e afins, Exposição Colectiva, Caldas da Rainha

2009-2011 Mestrado de Desenho e Técnicas de Impressão, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto com a classificação final de 17 valores.

Exposição O Pintor da Vida Contemporânea - a fase cor-de-rosa, Terrassa - Barcelona

2002-2007 Licenciatura em Artes Plásticas, ESAD das Caldas da Rainha do IP de Leiria com a classificação final de 16 valores

Vídeo Lost Souls para Aisa Araújo Photography

1995-1997 Curso de Joalharia/Cravação, Centro de Formação Profissional da Indústria de Ourivesaria e Relojoaria de Gondomar 1991-1994 Curso Técnico-Profissional de Informática de Gestão, Escola Secundária de Gondomar

Vídeo a Aposta, curta metragem de Mr. Lazy & Mme. Leisure

Ilustrações Duarte & Ca., Mr. Lazy & Mme. Leisure Instalações Els viatges al meu país, Mr. Lazy & Mme. Leisure Portugal-Espanhã Intalações Benvingut a si us plau mercii, Mr. Lazy & Mme. Leisure, Barcelona 2011 Exposição Eu Sou a Primeira Feminista, Espaço Compasso, Porto


2011 Concertos com os Bitrigode Trio no evento Noc Noc Guimarães e no espaço HardClub Porto

2010 Performance Arte o Muerte, Miguel Bombarda, Porto http://vimeo.com/20432235

2010 Pronto-a-consumir, desenho, IJUP, Reitoria da Universidade do Porto

Desenho/Performance Slide Drawing - Act II, Pecha Kucha Night #11, Museu da Electricidade, Lisboa http://vimeo.com/24842848

Desenho/Performance Slide Drawing, FBAUP, Porto http://vimeo.com/20783264

Colaborador com a loja Surfoz -Caldas da Rainha desde 2008

PowerPoint Performance, projectos Mr. Lazy & Mme. Leisure

2009 Instalação Supa Fridge, Colectivo Super Gorrila, Evento Le Coq Tuguese, Lisboa

Fotografia, projectos Stain Victim e Urban Targets Super Gorrila Desenho Vestígios de Noiva, Mr. Lazy & Mme. Leisure Co-fundador do Estúdio Bitrigode, Porto Workshop de Performance Art de Manoel Barbosa com o apoio da Fundação de Serralves, Lófte, Porto

Exposição A Arte da Guerra pelos Super Gorrila, Fábrica do Braço de Prata, Lisboa Instalação Gorrila Box pelos Super Gorrila, Hotel 555, Porto Performance 4/4 CLF acabamento especial pelos Super Gorrila, Evento Ficas, Caldas da Rainha

Desenho s/ pele Trabalho temporário , Porto

Performance C.C.T.V. - Close Circuit trans Voyeur Mr. Lazy & Mme Leisure, Evento Ficas, Caldas da Rainha

Acção Perfect city, Desenho, bairro de S. Victor, Porto http://vimeo.com/20125623

Instalação DeTalho, Blank Space Caldas Late Night 14, Caldas da Rainha

Fotografia, Restauranre Road-Burger Mr. Lazy & Mme. Leisure

Poleiro Super Gorrila - Sub mapa Caldas Late Night 14, Caldas da Rainha

Desenho, Exposição Colectiva Amazing Fucking Freak Show

Acção 15 Minutes Music Drawing, FBAUP, Porto http://vimeo.com/21266768

Honorary Croquette na categoria Urban Intervention pela performance Vende-se Alma ao Kilo, Croquette Awards 2011 2010 Desenhos M&m na MAGA 2010 - Mostra de Artes Visuais e afins, Exposição Colectiva, Caldas da Rainha

Performance Creating a creater ,FBAUP, Porto http://vimeo.com/21265815 Performance Vende-se Alma ao Kilo, Mr. Lazy & Mme Leisure, Espaço Alma em formol, Porto

Desenho/Vídeo Drawing non Drawing http://vimeo.com/20801672

Instalação Coronel de Zé Ninguém, Mr. Lazy & Mme Leisure, Espaço Alma em formol, Porto

Vídeo Desenho folheando, Parque de S. Roque, Porto http://vimeo.com/20784007

Co-criação da dupla Artística - Mr. Lazy & Mme Leisure

Escultura Sabonete Anti-Galeriano, Festival Príapo, Caldas da Rainha Exposição “É uma casa Portuguesa com certeza mas poderia ser outra qualquer”, Colectivo Super Gorrila, Espaço Zona 2 do Atelier de Arte e Expressão, Caldas da Rainha Gum Faces, pelos Super Gorrila Produto viral - 09 Performance SPUM Evento Rabiscuits 09, Alcobaça Escultura, Oh! Meu Deus? Bar Demodé, Caldas da Rainha Bengas, Elementos Cénicos Gilbert´s Feed Band Desenho, Mostra Extrene Caffé, Caldas da Rainha Escultura Espalha Brasas, pelos Super Gorrila Caldas Late Night 13, Caldas da Rainha Instalação Botões há muitos! Centro Cultural e de Congressos, Caldas da Rainha


2009 Co-fundador do colectivo artístico Super Gorrila Caldas da Rainha

2007 Exposição de Finalistas, Edifício Ceres - XOV Uma Janela Vermelha num Edifício Cinzento, ESAD-CR, IP Leiria

2002-2003 Workshop Pintura / Gravura / Fotografia ESAD das Caldas da Rainha, IP Leiria

Logótipo e cartaz Revivó Marquês, Escola Secundária Quinta do Marquês, Oeiras

Intervenção Plástica na peça Manifesto iD, Teatro da Malaposta, Lisboa. Inserida no II Festival Internacional de Solos.

Joalheiro/Cravador, Ouropolido, Alcobaça

Criação de figurinos e cenário para a peça teatral Kitschenet, O musical, Auditório AMAL, Lourinhã

Exposição Colectiva Site-Specific, Sete Olhares a Monte, Mata dos Setes Montes, Tomar

Instalação Constelações, Jardim das Torres do Atlântico, Baleal

lustrações do livro “Do Proscénio de Plauto ao Plateau da Playboy” inserido no Projecto PiloCaldas.

Docente na Escola Secundária da Lourinhã Disciplinas de Oficina de Artes e Área Projecto - 12º Ano, Desenho - 10ºAno

Exposição Metade de ti sou eu, GALP - Garagem: Arte e Libertação Plástica; Caldas da Rainha

2008 Desenho, O Eu nos Outros ou os Outros no Eu, ainda não sei. Loja KiwiSurf, Caldas da Rainha

Cartazes Eu é que sou a Floribella, CLN 11, Caldas da Rainha Performance O Outro Lado da Coisa, inserida no exercício solos do 3ºAno do Curso de Teatro, ESAD-CR

Instalação na paisagem, Vento, Rabiscuits 08, Alcobaça

Instalação O Tesouro, Edifício Ceres, Caldas da Rainha

Animação com o Grupo Nomadarte Evento Mercado Medieval, Óbidos

2006 1º Prémio no Concurso Bag to the Future, Promovido pela loja Vanityland e Sonda, Caldas da Rainha

Sonhos Meus, inserido no Evento O Tejo é o Palco, Vila Nova da Barquinha Consegues Ver?, desenho na paisagem, Junho das Artes, Óbidos Vernaculisamentalisadores e os Nananam, projecto Pharmácia Neutro, Caldas Late Night 12, Caldas da Rainha Instalação, 21.1.23.9.14, inserida na Exposição Ele é um Corpo em Presença de Outros Corpos, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, Jardim Botânico, Lisboa

Intervenção Urbana, Cobrir a Rainha em 3 Actos, CLN 10, Caldas da Rainha Intervenção Urbana, Penhorado, CLN 10, Caldas da Rainha 2005 Workshop de Desenho / Pintura de retratos ESAD das Caldas da Rainha, IP Leiria 2004 Exposição do grupo Os Três Magníficos, Participação no Caldas Late Night 09, sede do PCP, Caldas da Rainha

2001 Performaces da Oficina de Cordel, C.A.I.R.T.E. Apresentação nos Maus Hábitos e Café Pinguim (Porto) e Casa das Artes em Estarreja Workshop de Oficina de Literatura de Cordel, Promovido pelo Jornal Universitário do Porto 1999 Mostra Colectiva, Portojoía - CINDOR, Exponor, Matosinhos 1999-2002 Joalheiro/Cravador, ROSIOR - Manuel Rosas, Lda, Porto 1998 Estágio, Joalheiro/Cravador na JoiCastros, Gondomar 1997 Mostra Colectiva, Portojoía - CINDOR, Exponor, Matosinhos Exposição de Finalistas do Curso Joalharia/Cravação CINDOR, Gondomar 1996 Exposição final do 2º Ano do Curso Joalharia/Cravação CINDOR, Gondomar 1994 Estágio, Atendimento Geral/Secção de Empréstimos, Caixa Geral de Depósitos, Agência de Gondomar Links

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