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mamilos enrijecidos. Eu gemi, jogando a cabeça para trás e encostando contra o espelho. Estávamos cercados por dezenas de pessoas, mas isso não fazia diferença. Eu precisava sentir suas mãos sobre mim, seu corpo junto ao meu, seu hálito quente na minha pele. “Você quer dar pra mim”, ele sussurrou asperamente, “aqui mesmo.” Eu estremeci só de pensar na ideia. “Você faria isso?” “Você quer que todo mundo veja. Quer todo mundo olhando pro meu pau entrando nessa bocetinha gulosa até ficar cheia de porra. Você quer mostrar que é só minha.” Ele cravou os dentes no meu ombro. “Quer experimentar essa sensação.” “Quero mostrar que você é só meu”, eu respondi, enfiando as mãos nos bolsos traseiros de seu jeans para sentir suas nádegas firmes. “Quero que todo mundo saiba disso.” Gideon posicionou um dos braços sob o meu traseiro e me levantou, espalmando a outra mão contra a parede espelhada. Ouvi o som de um bipe abafado atrás de mim e uma porta se abrindo às minhas costas. Entramos em um ambiente totalmente escuro. A entrada secreta se fechou atrás de nós, calando o ruído da música. Estávamos em um escritório com uma escrivaninha, um sofá e uma vista de 180 graus do clube através dos espelhos. Ele me pôs no chão e virou o meu corpo, me deixando de ente para o vidro, permitindo que eu visse tudo lá fora. O clube estava todo diante de mim, as pessoas dançavam do outro lado do espelho na passarela a poucos centímetros de distância. Gideon enfiou suas mãos por baixo da saia e do corpo do vestido, acariciando minha abertura úmida e beliscando meus seios. Eu estava totalmente entregue. Seu corpo pesado estava apoiado sobre o meu, e ele me envolvia em seus braços, cravando os dentes nos meus ombros para me manter imóvel. Ele estava me possuindo. “Me diga se eu estiver exagerando”, ele murmurou, passando os lábios pelo meu pescoço. “Se ficar assustada, é só dizer a palavra de segurança.” Fiquei comovida, sentindo uma gratidão imensa por aquele homem que sempre — sempre — colocava o meu bem-estar em primeiro lugar. “Fui eu que aticei você. Quero ser possuída. Sem nenhuma restrição.” “Você está com tanto tesão”, ele provocou, enfiando dois dedos em mim. “Parece que foi feita pra foder.” “Sob medida pra você”, respondi ofegante, embaçando o vidro à minha ente. Eu sentia meu corpo todo inflamado, exalando desejo de uma fonte de paixão impossível de conter. “E você esqueceu isso em algum momento hoje?” Ele tirou a mão do meu sexo e abriu a braguilha da calça. “Quando os outros caras estavam passando a mão em você, se esfregando? Mesmo assim você lembrou que era minha?” “O tempo todo. Eu nunca esqueço disso.” Fechei os olhos ao sentir sua ereção rígida e morna, apoiada contra a minha bunda desnuda. Ele também estava morrendo de tesão. Por mim. “Eu liguei pra você. Queria você.”

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Crossfire 3 para sempre sua  

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