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Eu concordei eneticamente com a cabeça, com a boca seca demais para conseguir falar. O desejo se concentrava como uma mola comprimida dentro do meu ventre, apertando-se um pouco mais a cada movimento do polegar de Gideon contra meu clitóris e dos dedos que estavam dentro de mim. Lembrei do meu amiguinho movido a pilha, meu sempre confiável vibrador, e sabia que, se Gideon tirasse as mãos de mim naquele momento, nada mais seria capaz de me fazer gozar. Minha paixão era toda por ele, meu desejo era inflamado pelo desejo dele por mim. Minhas pernas tremeram. “E-eu vou gozar.” Ele me beijou na boca com seus lábios macios e tentadores. O amor que senti naquele beijo me levou ao clímax. Eu gritei e estremeci em um orgasmo rápido e intenso. Soltei um gemido longo e rasgado, e meu corpo se contorceu violentamente. Enfiei a mão por baixo do paletó dele para puxá-lo mais para perto, só abandonando a boca dele quando a onda de prazer cessou. Lambendo os dedos, ele murmurou: “Me diga no que está pensando”. Tentei controlar os batimentos do meu coração. “Não estou pensando em nada. Eu só quero ficar olhando pra você.” “Não é bem assim. Às vezes você fecha os olhos.” “É porque você fala bastante na cama, e a sua voz é uma delícia.” Eu engoli em seco ao pensar em tudo que havia so ido. “Eu adoro ficar ouvindo você, Gideon. Preciso saber se estou fazendo você se sentir tão bem quanto você me faz.” “Chupa o meu pau agora”, ele sussurrou. “Quero gozar pra você.” Levantei da cama correndo, ofegante, e minhas mãos foram voando até sua braguilha. Seu pau grande e grosso estava bem duro. Afastando a camisa e baixando sua cueca, eu o libertei. Ele caiu pesadamente sobre as minhas mãos, com a ponta já toda úmida. Eu lambi o líquido que comprovava sua excitação, admirando seu controle e a forma como ele colocava a minha satisfação sempre em primeiro lugar. Meus olhos estavam fixos nos dele quando abocanhei a cabeça macia do seu pau. Vi quando seus lábios se abriram, ele respirou fundo e suas pálpebras caíram, como se o prazer que sentisse fosse inebriante. “Eva.” Seus olhos entreabertos estavam direcionados para mim. “Ah... Isso. Assim mesmo. Minha nossa, como eu adoro a sua boca.” O prazer dele me estimulou ainda mais. Tentei enfiar o máximo possível na boca. Eu adorava fazer aquilo com ele, a masculinidade de seu gosto e seu cheiro. Percorri toda a sua extensão com os lábios, sugando-o de levinho. Como se o idolatrasse. Para mim, não havia nada de errado em reverenciar a virilidade dele — eu merecia. “Você adora isso”, ele falou com a voz rouca, enfiando a mão no meio dos meus cabelos e segurando minha cabeça. “Tanto quanto eu.” “Até mais. Eu poderia passar horas fazendo isso. Vendo você gozar uma vez atrás da outra.” Um rugido reverberou em seu peito. “E eu ia gostar. Nunca me canso disso.”

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Crossfire 3 para sempre sua  

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