Page 159

“Comigo.” “Só com você”, ele concordou. Ele passou o dedo bem de leve sobre o meu mamilo. “Hoje e sempre.” Eu gemi e peguei no pau dele, acariciando-o de cima a baixo. “Eu olho pra você, meu anjo, e não consigo pensar em mais nada. Quero estar com você, ouvir você, conversar com você. Quero ouvir a sua risada e oferecer o meu ombro quando você chorar. Quero sentar ao seu lado, respirando o mesmo ar, compartilhando a mesma vida. Quero acordar todos os dias ao seu lado. Eu quero você.” “Gideon.” Eu me inclinei para a frente e o beijei de leve. “Eu também te quero .” Ele provocou o bico do meu peito, beliscando e remexendo com os dedos. Eu soltei um leve gemido quando ele voltou a massagear meu clitóris. O pau de Gideon endureceu ainda mais na minha mão, reagindo ao meu desejo cada vez mais aguçado. À medida que o sol nascia, o quarto se iluminava, mas o mundo lá fora parecia mais do que distante. A intimidade que dividíamos naquele momento era ao mesmo tempo romântica e erótica, o que me encheu de alegria. Acariciei seu membro ereto com uma reverência carinhosa. Minha única intenção era agradá-lo e mostrar como eu o amava. Gideon me tocou da mesma forma, revelando em seu olhar uma alma ferida que precisava de mim tanto quanto eu precisava dele. “Fico feliz quando estou com você, Eva. Você me faz feliz.” “Vou fazer você feliz pelo resto da sua vida”, eu prometi. Meus quadris começaram a se remexer quando o desejo invadiu de vez as minhas veias. “Não existe nada que eu queira mais.” Gideon se inclinou para a ente e passou a língua pelo meu mamilo, fazendo meus seios se comprimirem dolorosamente. “Eu adoro os seus peitos. Sabia disso?” “Ah, então é só nisso que você está interessado... no meu corpo.” “Continua me provocando, meu anjo. Me dá uma desculpa pra dar uns bons tapas em você. Eu adoro a sua bunda também.” Ele pôs uma das mãos abertas nas minhas costas e me puxou na direção de sua boca. Senti sua língua úmida circulando a ponta enrijecida do mamilo. Depois ele sugou com força, fazendo suas bochechas se contraírem, assim como o meu sexo, faminto para receber seu pau. Eu o sentia intensamente, por dentro e por fora. Seu calor e sua afeição. Sua paixão. Seu pau duro pulsava nas minhas mãos, com a cabecinha umedecida pelo líquido pré-ejaculatório. “Diz que me ama”, eu pedi. Ele me olhou nos olhos. “Você sabe que sim.” “Imagina só como seria se eu nunca dissesse isso pra você. Se você nunca ouvisse essas palavras saindo da minha boca.” Ele respirou fundo. “Crossfire.”

Profile for Cláudia Tressoldi

Crossfire 3 para sempre sua  

Crossfire 3 para sempre sua  

Advertisement