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Ele apoiou os joelhos no chão e me deu o que eu pedi, me penetrando ferozmente. Gideon metia em mim sem parar, soltando grunhidos e traduzindo seu tesão em palavras no meu ouvido. Meu ventre se contraiu, e eu sentia meu clitóris tremer a cada impacto de sua pélvis contra a minha. Seu saco pesado se chocava com força contra a curvatura da minha bunda, e o sofá ia sendo arrastado pelo chão de cimento cru a cada estocada de Gideon, cujos músculos pareciam todos contraídos ao mesmo tempo. Os sons obscenos daquele sexo selvagem fizeram com que a balbúrdia dos operários desaparecesse da minha mente. Nós dois fomos envolvidos pela busca intensa do orgasmo, transformando nossos corpos em veículos transmissores da intensidade de nossos sentimentos. “Eu vou gozar na sua boca”, ele grunhiu, com o suor escorrendo pela testa. Só o fato de pensar que aquilo terminaria desse jeito me fez gozar. Meu sexo se desfez em espasmos, se contraindo em torno de seu pau em movimento, irradiando pulsações incessantes de orgasmo que chegavam até as extremidades do meu corpo. Ele não parava, remexia e impulsionava os quadris incansavelmente, me proporcionando prazer até o meu limite. “Agora, Eva.” Ele recuou um passo e eu o segui, cambaleante, ficando de joelhos e abocanhando seu membro ereto e úmido. À primeira sucção, ele gozou, esguichando na minha língua jorros poderosos. Eu engolia sem parar, bebendo tudinho, me deliciando com os gemidos de satisfação que reverberavam a partir do meu peito. Com as mãos nos meus cabelos, ele baixou a cabeça para me olhar, com o suor escorrendo pelo abdome. Minha boca percorria o pau dele de cima a baixo, sugando com força até minhas bochechas ficarem côncavas. “Para”, ele disse ofegante, me afastando. “Assim você vai me deixar de pau duro de novo.” Ele ainda estava duro, mas preferi não dizer nada. Gideon pegou meu rosto entre as mãos e me beijou, fazendo com que o gosto dos nossos corpos se misturasse. “Obrigado.” “Por que está me agradecendo? Foi você que fez todo o esforço.” “Comer você não é esforço nenhum, meu anjo.” Seu sorriso aberto era de pura satisfação masculina. “Eu tenho que agradecer pelo privilégio.” Eu me sentei sobre os calcanhares. “Você está acabando comigo. Um cara lindo e gostoso como você não pode dizer uma coisa dessas. É um peso gigante pros meus sentidos. O meu cérebro entra em curto-circuito. Eu fico toda mole.” Seu sorriso se abriu ainda mais, e ele me beijou. “Eu sei bem como é isso.”

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Crossfire 3 para sempre sua  

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