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interessava em saber como estava minha cabeça antes de se apossar do meu corpo. “Está tudo tranquilo.” Gideon puxou meus quadris até a beirada do sofá, com as pernas abertas, expondo minha abertura sedenta. “Então me diz o que deixou essa bocetinha linda tão gulosa hoje.” “Você.” “Ótima resposta.” Eu dei um empurrão em seu ombro. “Você está usando o mesmo terno de quando a gente se viu pela primeira vez. Fiquei morrendo de vontade de dar pra você naquele dia, mas não podia. Agora eu posso.” Ele escancarou gentilmente as minhas pernas, acariciando meu clitóris com o polegar. Meu sexo estremeceu com uma onda de prazer que se espalhou pelo meu corpo. “E agora eu também posso”, ele murmurou, baixando a cabeça. Agarrei desesperadamente o estofado do sofá, sentindo minha barriga se contrair enquanto sua língua percorria meu sexo. Ele contornou minha abertura trêmula, me provocando antes de enfiar a língua profundamente em mim. Arqueei o corpo com violência enquanto ele torturava minha carne frágil. “Vou contar pra você o que imaginei naquele dia”, ele provocou, passando a língua no meu clitóris com movimentos circulares, me segurando com as mãos quando eu não parecia mais suportar suas carícias. “Você deitada debaixo de mim sobre lençóis de cetim, toda descabelada, com os olhos arregalados de tesão, sentindo meu pau entrando com força na sua bocetinha apertadinha e macia.” “Minha nossa, Gideon”, eu gemi, seduzida por vê-lo me saborear tão intimamente. Era uma fantasia que se tornava realidade — o deus do sexo moreno e perigoso naquele terno de tirar o fôlego, me dando prazer com sua boca feita especialmente para levar as mulheres à loucura. “Eu me imaginei segurando seus pulsos com as mãos”, ele continuou, com a voz áspera, “comendo você sem parar. Seus peitos durinhos inchando na minha boca. Seus lábios vermelhos e úmidos chupando o meu pau. Os seus gemidos gostosos preenchendo o ar... Você gritando de desespero porque não conseguia parar de gozar.” Eu gemi bem alto, mordendo o lábio enquanto ele acariciava meu clitóris com os movimentos lascivos de sua língua. Apoiei uma das pernas sobre seu ombro nu, sentindo o calor de seu corpo na pele sensível da parte posterior do joelho. “Eu quero o que você quiser.” Ele sorriu. “Eu sei.” Gideon me chupou com força, comprimindo ainda mais minhas tensas terminações nervosas. Eu gozei com um grito abafado, sentindo as minhas pernas tremerem. Ainda estava estremecendo de prazer quando ele me deitou no sofá, posicionou seu corpo sobre o meu e abaixou a cueca apenas o suficiente para pôr o pau para fora. Eu estendi o braço para pegá-lo, senti-lo na minha mão, mas ele agarrou os

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