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Capítulo 1 do livro Reflected in You – Crossfire 2. Sequência de Toda Sua Tradução sem fins lucrativos por: Larissa Reeden - @lary_reeden Todos os direitos reservados. Dia Sylvia. O capítulo original se encontra em http://www.goodreads.com/story/show/313285reflected-in-you-a-crossfire-novel?chapter= A SAGA SENSUAL DE EVA e GIDEON CONTINUA na ardentemente e aguardada sequencia de TODA SUA... O Best-seller do New York Times "romance erótico que você não deve perder." Gideon Cruz. É tão bonito e perfeito do lado de fora quanto é danificado e atormentado no interior. Ele era uma chama brilhante e ardente que me chamuscou com o mais escuro dos prazeres. Eu não poderia ficar longe. Eu não queria. Ele era o meu vício... meu desejo... todo meu. Meu passado foi tão violento quanto o dele, e eu estava tão quebrada. Nós nunca iríamos ser normais. Era muito difícil, muito doloroso... exceto quando era perfeito. Aqueles momentos em que a fome da condução e amor desesperado eram, a loucura mais requintada. Fomos obrigados pela nossa necessidade. E a nossa paixão nos levaria além dos nossos limites para a mais doce borda, da mais nítida obsessão...


Capítulo 1 Eu amava Nova York, com o tipo de paixão louca que eu reservava apenas para somente outra coisa em minha vida. A cidade era um microcosmo, do mundo das novas oportunidades e das tradições do velho mundo. Conservadores esfregavam os ombros com boêmios. Extravagâncias coexistiam com raridades de valor inestimáveis. A energia pulsante da cidade alimentava linhagens de negócios internacionais e atrai as pessoas de todo o mundo. E a personificação de toda essa vibração, condução de ambições, e de renome mundial de energia tinha acabado de me foder em dois inebriantes orgasmos incríveis. Enquanto eu caminhava até o seu enorme closet, olhei de relance para a cama amarrotada de sexo de Gideon Cross e estremeci de prazer ao lembrar. Meu cabelo ainda estava úmido do banho e a toalha enrolada em volta de mim era o meu único artigo de vestuário. Eu tinha uma hora e meia, antes de ter que estar no trabalho, e isso era quase perto do desconforto. Obviamente, eu ia ter que colocar tempo, na minha rotina matinal de sexo, caso contrário, eu lutaria contra ele sempre. Gideon acorda pronto para dominar o mundo e gosta de começar essa dominação comigo. Quanta sorte a minha? Porque julho estava acabando, em Nova York e a temperatura estava esquentando, eu escolhi um par de calças compridas justa, cor de linho natural e blusa sem mangas, cinza suave que combinava com meus olhos. Como eu não tinha talento para arrumar o cabelo, eu puxei meus longos cabelos loiros para trás em um rabo de cavalo simples, e então me maquiei. Quando eu estava apresentável, saí do quarto. Eu ouvi a voz de Gideon no momento em que entrei no corredor. Um pequeno tremor moveu-se através de mim quando eu percebi que ele estava com raiva, sua voz estava baixa e cortada. Ele não se irrita facilmente... a menos que ele estivesse incomodado comigo. Eu poderia levá-lo a levantar a voz e amaldiçoar e até mesmo enfiar as mãos pela juba gloriosa de cabelos negros como tinta. Mas na maior parte do tempo, porém, Gideon era um testamento ao poder controlado. Não havia necessidade dele gritar quando ele poderia fazer as pessoas tremerem em seus sapatos com apenas um olhar ou uma palavra laconicamente falada. Encontrei-o em seu escritório em casa. Ele estava de costas para a porta com um receptor de fone em seu ouvido. Seus braços estavam cruzados e ele estava olhando para fora das janelas de seu apartamento, uma cobertura na Quinta Avenida, dando a impressão de um homem muito solitário, um indivíduo que estava separado do mundo ao seu redor, ainda inteiramente capaz de governá-lo. Inclinando-me no batente da porta, observei dentro, certa de que minha vista para o horizonte era mais imponente do que a sua. Meu ponto de vista incluía, ele sobreposto sob os arranha-céus, uma presença igualmente poderosa e impressionante. Ele terminou seu banho antes de eu conseguiu rastejar para fora da cama. Seu corpo estava seriamente viciante agora vestido em um terno de três peças com colete de botão que


para mim parecia quente. A visão traseira dele apresentava uma bunda perfeita e costas poderosas envoltas em um colete. Na parede estava uma colagem massiva de fotos de nós como um casal e uma muito íntima que ele tinha tirado de mim enquanto eu estava dormindo. A maioria eram fotografias tiradas pelos paparazzi que seguiam cada movimento seu. Ele era Gideon Cross, das Indústrias Cross, e com a ridícula idade de 28 anos, era uma das 25 pessoas mais ricas do mundo. Eu tinha certeza que ele tinha um pedaço significativo de Manhattan, eu tinha ainda mais certeza de que ele era o homem mais quente do planeta. E ele mantém fotos minhas em todos os lugares que ele trabalha, como se eu pudesse ser tão divertida de se olhar como ele era. Ele se virou, girando graciosamente para me pegar com seu olhar azul gelado. É claro que ele sabia que eu estava lá, observando-o. Há um ruído no ar, quando estamos perto um do outro, um sentido de antecipação como o silêncio que se estala antes do boom do trovão. Ele provavelmente esperou, deliberadamente um pouco antes de enfrentar-me, dando-me a oportunidade de examiná-lo, porque ele sabia que eu gostava de olhar para ele. Escuro e perigoso. E o meu tudo. Deus... Eu nunca me acostumarei com o impacto do seu rosto. Essas maçãs do rosto esculpidas e sobrancelhas escuras aladas, espessamente amarradas a olhos azuis e os lábios... perfeitamente desenhados para ser ao mesmo tempo sensuais e perversos. Eu adorava quando eles sorriram com o convite sexual e eu tremo quando eles se diluem em uma linha severa. E quando ele aperta os lábios no meu corpo, eu queimo por ele. Eita, ouça a si mesma. Minha boca se curvou, lembrando de quão irritada eu costumava ficar quando meus amigos ficavam todos poéticos sobre a aparência de seus bons namorados. Mas aqui estava eu, constantemente impressionada com o deslumbramento do complicado, frustrante, confuso, sexy, e pecaminoso homem por quem eu me apaixonava cada dia mais. Quando olhamos um para o outro, sua carranca não diminui e ele nem sequer deixou de falar com a pobre alma do outro lado da linha, mas seu olhar se aqueceu, partindo sua irritação fria para um calor escaldante. Eu deveria ter me acostumado com a mudança que vinha sobre ele quando ele olha para mim, mas isso ainda me atingi com uma força, forte o suficiente para me deixar bamba. Aquele olhar transmitiu o quão duro e profundo ele queria transar comigo, o que ele faz sempre que podia e ele também me proporcionou um vislumbre de sua força, crua e implacável de vontade. Um núcleo de força e comando marca tudo o que Gideon faz na vida. "Vejo você às oito no sábado", completou, antes de arrancar o fone de ouvido fora e joga-lo sobre a mesa. "Venha aqui, Eva". Outro tremor deslizou através de mim na maneira como ele disse meu nome, com a mesma mordida de autoridade que ele usa quando diz venha, Eva, enquanto eu estava debaixo dele... preenchida com ele ... desesperada pelo clímax por ele...


"Não há tempo para isso, campeão." Eu voltei para o corredor, porque eu era fraca onde ele era interessado. A grosseria suave em sua voz macia e culta era quase capaz de me fazer ter um orgasmo só de ouvi-la. E sempre que ele me toca, eu cedo. Corri para a cozinha para fazer-nos um pouco de café. Ele murmurou alguma coisa, baixinho e me seguiu, seu passo longo ganhou facilmente dos meus. Eu encontrei-me presa à parede do corredor por um metro e noventa de macho, duro e quente. "Você sabe o que acontece quando você corre, anjo." Gideon beliscou meu lábio inferior com os dentes, e então acalmou o ferrão com uma carícia de sua língua. "Eu te pego". Dentro de mim, algo suspirou com a rendição feliz e meu corpo ficou negligente com o prazer de ser pressionado tão perto dele. Eu ansiava por ele constantemente, tão profundamente que era uma dor física. O que senti foi à luxúria, mas também era muito mais. Algo tão precioso e profundo que a luxúria de Gideon para mim não era o gatilho que teria sido com outro homem. Se mais alguém tentasse me subjugar com o peso de seu corpo, eu teria me apavorado. Mas nunca tinha sido um problema com Gideon. Ele sabia o que eu precisava e quanto eu poderia tomar. O súbito lampejo de seu sorriso parou meu coração. Confrontada com esse rosto de tirar o fôlego emoldurado por que o cabelo brilhante escuro, senti meus joelhos enfraquecem um pouco. Ele era tão polido e cortês, exceto pelo comprimento decadente desses fios sedosos. Ele esfregou seu nariz contra o meu. "Você não pode sorrir para mim desse jeito, e depois ir embora. Diga o que você estava pensando quando eu estava no telefone." Meus lábios se torceram ironicamente. "Como você é lindo. É revoltante quantas vezes eu penso sobre isso. Eu preciso superar isso já." Ele segurou a parte de trás da minha coxa e me deixou mais apertada contra ele, provocando-me com reboladas precisas de seu quadril contra o meu. Ele era escandalosamente dotado na cama. E ele sabia disso. "Dane-se eu vou deixar você." "Ah?" Calor deslizou sinuosamente pelas minhas veias, meu corpo muito ganancioso pelas sensações do seu. "Você não pode dizer-me que quer outra mulher deslumbrada, pendurada em você, Sr. Odeio Exageros e Expectativas." "O que eu quero”, ele ronronou, erguendo meu queixo, e esfregando meu lábio inferior com a ponta do polegar ", é que o seu pensamento esteja ocupado demais sobre mim para pensar em qualquer outra pessoa." Eu puxei uma respiração lenta e instável. Eu estava completamente seduzida pelo olhar ardente em seus olhos, o tom provocativo de sua voz, o calor do seu corpo, e o aroma apetitoso de sua pele. Ele era minha droga, e eu não tinha vontade de largar o vício.


"Gideon", eu respirei, extasiada. Com um gemido suave, ele selou sua boca cinzelada sobre a minha, roubando pensamentos de que horas eram com um beijo, exuberantemente profundo... um beijo que quase conseguiu distrair-me de ver a insegurança que ele revelou. Eu empurrei meus dedos em seu cabelo para mantê-lo e o beijei de volta, minha língua deslizando ao longo da sua, acariciando. Estávamos juntos como um casal a pouco tempo. Menos de um mês. O pior, é que nenhum de nós sabia como ter um relacionamento e dessa forma estávamos tentando construir, uma relação em que recusávamos fingir que ambos não éramos gravemente quebrados. Seus braços se uniram em torno de mim e me apertaram possessivamente. "Eu queria passar o fim de semana com você na Flórida Keys*, nu." * As Florida Keys são um arquipélago composto por cerca de 1700 ilhas no Sudeste dos Estados Unidos. "Umm, parece bom." Mais do que bom. Tão gostoso quanto eu achava Gideon em um terno de três peças, eu preferia muito mais ele despojado e mostrando pele. Evitei apontar que eu não estaria disponível neste fim de semana... "Mas eu tenho que passar o fim de semana cuidando dos negócios", ele murmurou, seus lábios se movendo contra os meus. "As empresas adiam para você ficar comigo?" Ele havia estado saindo mais cedo do trabalho para passar o tempo comigo e eu sabia que isso tinha que lhe custar. Minha mãe estava em seu terceiro casamento e todos os seus cônjuges foram bem sucedidos, ricos magnatas de um tipo ou de outro. Eu sabia que o preço pela ambição era caro. "Eu pago há outras pessoas um salário generoso para que eu possa estar com você." Ele se esquivou bem, mas observando o flash de irritação em seu olhar, eu me distraí. "Obrigado. Vamos tomar o café antes de correr para o trabalho." Gideon acariciou sua língua ao longo do meu lábio inferior, e em seguida, me liberou. "Eu gostaria de decolar as oito amanhã à noite. Com a cabeça fresca e luz. O Arizona tem um calor seco." "O que?" Eu pisquei, recuando enquanto ele desaparecia em seu escritório. "Sua empresa fica no Arizona?" "Infelizmente". Uh... opa. Em vez de arriscar a minha chance de tomar café, eu adiei a discussão e segui para a cozinha. Passei pelo apartamento espaçoso de Gideon, com sua arquitetura préguerra impressionante e esbeltas janelas arqueadas, meus calcanhares alternadamente clicando sobre a reluzente madeira e sendo abafados por tapetes Aubusson. Decorado em madeira escura e tecidos neutros, o espaço luxuoso foi amenizado por toques de


pedras preciosas. Tanto quanto o seu lugar gritava dinheiro, ele conseguia manter-se quente e acolhedor, um lugar confortável para relaxar e se sentir mimado. Quando cheguei na cozinha, eu não perdi tempo, e enfiei uma caneca personalizada para viajem sob o lugar onde ia a xícara da cafeteira. Gideon se juntou a mim com o paletó já colocado sobre um braço e seu telefone celular na outra mão. Eu coloquei outra caneca portátil sob o bico para ele antes de colocar a minha no refrigerador por cerca de quinze minutos. "Pode ser sorte depois de tudo." Eu enfrentei ele e lembrei do problema com meu colega de quarto. "Mas eu preciso resolver algumas coisas com Cary neste fim de semana." Gideon largou o celular no bolso interno do paletó, depois colocou a roupa em cima de uma das banquetas da ilha. "Você vai comigo, Eva". Expirando rapidamente, eu adicionei mais quinze minutos no meu café. "Para fazer o que? Deitar-me nua, esperando você terminar o trabalho e vir me foder?" Seu olhar segurou a meu enquanto ele pegava sua caneca e tomava um gole de café fumegante com demasiada calma deliberante. "Será que vamos discutir?" "Vai ser difícil? Nós conversamos sobre isso. Você sabe que não posso deixar Cary depois do que aconteceu na noite passada." O emaranhado de multi corpos que eu tinha encontrado na minha sala deu um novo significado à expressão "Desastre fodido". Eu coloquei a embalagem de volta na geladeira e absorvi a sensação de ser atraída por ele, inexoravelmente, pela força da sua vontade. Tinha sido assim desde o início. Quando ele me escolheu, Gideon pode me fazer sentir suas demandas. E era muito, muito difícil ignorar a parte de mim que pedia para dar-lhe tudo o que ele queria. "Você está indo para cuidar dos negócios e eu vou cuidar do meu melhor amigo, então vamos voltar a cuidar um do outro." "Eu não vou estar de volta até domingo à noite, Eva". Ah... eu senti uma pontada aguda na barriga ao ouvir que estaria distante por tanto tempo. A maioria dos casais não gastar todos os momentos livres juntos, mas nós não éramos como a maioria das pessoas. Nós dois tínhamos problemas emocionais, inseguranças, e um vício pelo outro que o contato regular era necessário para nos manter funcionando corretamente. Eu odiava ser separada dele. Eu raramente ficava mais do que um par de horas sem pensar nele. "Você não pode suportar está ideia também", disse ele calmamente, estudando-me de uma forma cortante. "No domingo vamos ser ambos inúteis." Eu soprei a superfície do meu café, e depois tomei um gole rápido. Eu estava inquieta com o pensamento de ficar toda a semana sem ele. Pior, eu odiava a ideia dele gastando essa quantidade de tempo longe de mim. Ele tinha um mundo de escolhas e possibilidades lá fora, mulheres que não estragavam tudo e que eram menos penosas de se estar.


Ainda assim, eu consegui dizer: "Nós dois sabemos que não é exatamente saudável, Gideon." "Quem disse? Ninguém mais sabe o que é ser como nós." Ok, eu daria isso a ele. "Precisamos ir trabalhar", eu disse, sabendo que este impasse iria impulsionar ambos a ficarem loucos durante todo o dia. Nós resolveríamos isso mais tarde, mas por agora nós ficaríamos presos a isso. Descansando seu quadril contra o balcão, ele cruzou os tornozelos e prosseguiu teimosamente "O que precisamos, é que você venha comigo." "Gideon". Meu pé começou a bater contra o azulejo de mármore travertino. "Eu não posso dar a minha vida por você. Se eu transformar uma mulher troféu, você vai se cansar muito rápido. Inferno, eu mesma iria ficar doente comigo mesma. Passar alguns dias arrumando outras partes de nossa vida, não vai nos matar mesmo que odiemos a fazer isso." Seu olhar capturou o meu. "Você da muito trabalho para ser uma mulher troféu." "Arrume um encrenqueiro para conhecer um encrenqueiro." Gideon se endireitou, jogando fora sua chocante sensualidade e instantaneamente capturou-me com a sua severa intensidade. E então ficou tão volúvel quanto eu. "Você apareceu bastante na imprensa ultimamente, Eva. Não é nenhum segredo que você está em Nova York. Eu não posso deixar você aqui enquanto eu estiver fora. Traga Cary conosco se você tiver que fazer isso. Você pode bater de frente com ele, enquanto você está esperando que eu termine o trabalho e foda você. " "Ha". Mesmo que eu reconheça sua tentativa de aliviar a tensão com humor, percebi que sua verdadeira objeção a se separar de mim era, Nathan . Meu meio-irmão anterior. O pesadelo que vivi no meu passado que Gideon parecia ter medo de poder reaparecer no meu presente. Assustou-me admitir que ele não estava totalmente errado. O escudo de anonimato, que tinha me protegido por anos tinha sido destruído pela nossa relação altamente pública. Deus... Estamos totalmente sem tempo para entrar nessa sujeira, mas eu sabia que não era um ponto que Gideon concederia. Ele era um homem que alega suas posses totalmente, lutando contra seus concorrentes com precisão implacável, e nunca permitiria que qualquer dano partisse de mim. Eu era o seu lugar seguro, o que me fez rara e valiosa para ele. Gideon olhou para o relógio. "Hora de ir, meu anjo." Ele pegou o paletó, e depois fez um gesto para eu precedê-lo através de sua luxuosa sala onde eu peguei minha bolsa e a mala onde eu guardava meus sapatos e outras necessidades. Alguns momentos depois, nós terminamos a descida para o andar térreo em seu elevador privativo e ele deslizou para o fundo de seu Bentley escuro.


"Oi, Angus", eu cumprimentei o motorista, que tocou a aba do seu quepe. "Bom dia, Senhorita Tramell", respondeu ele, sorrindo. Ele era um senhor mais velho, com uma pitada generosa de branco em seu cabelo ruivo. Eu gostava dele por uma série de razões, mas o fato principal era que ele dirigia para o Gideon desde a escola primária e era realmente fiel a ele. Um rápido olhar sobre o Rolex que minha mãe e padrasto tinha me dado me disse que eu tinha que fazer o tempo trabalhar ao meu favor... se não eu iria ficar travada no trânsito. Mesmo quando eu achava que isso fosse impossível, Angus deslizou habilmente no mar de táxis e carros na rua. Após o silêncio tenso do apartamento de Gideon, o ruído de Manhattan me acordou tão eficazmente como um choque de cafeína. O barulho estridente de buzinas e o barulho dos pneus sobre uma tampa de bueiro me revigoraram. Rápidos fluxos de movimento de pedestres ladeavam ambos os lados da rua entupida, enquanto edifícios se esticavam ambiciosamente no céu, mantendo-nos na sombra, mesmo que o sol subisse. Deus, eu seriamente amava Nova York. Aproveitei o tempo todos os dias para absorvêla, para tentar desenhá-la dentro de mim. Eu estabeleci-me no encosto de couro e peguei a mão de Gideon, dando-lhe um aperto. "Você vai se sentir melhor se Cary e eu sairmos da cidade no fim de semana? Talvez uma rápida viagem para Las Vegas?" O olhar de Gideon se estreitou. "Eu sou uma ameaça para Cary? É por isso que você não vai considerar o Arizona?" "O quê? Não. Eu não penso assim." Me movi no banco, e o enfrentei. "Às vezes é preciso uma noite inteira antes que eu possa levá-lo a se abrir." "Você pensa assim?" ele repetiu a minha resposta, ignorando tudo, além das primeiras palavras da minha boca. "Ele pode sentir que não pode chegar até mim, quando ele precisa falar porque eu estou sempre com você", esclareci, firmando minha caneca com as duas mãos enquanto nós seguíamos através da manada. "Olha, você vai ter que superar qualquer ciúme de Cary. Quando eu digo que ele é como um irmão para mim, Gideon, eu não estou brincando. Você não tem que gostar dele, mas você tem que entender que ele é uma parte permanente da minha vida." "Você diz a ele a mesma coisa sobre mim?" "Eu não preciso. Ele sabe. Estou tentando chegar a um compromisso aqui" "Eu nunca me comprometo." Minhas sobrancelhas se levantaram. "Nos negócios, eu tenho certeza que você não se compromete. Mas esta é uma relação, Gideon. Elas exigem dar e-"


O rosnado de Gideon me cortou. "Meu avião, meu hotel, e se você sair desses locais uma equipe de segurança vai com você." Sua capitulação, e súbita relutância me surpreendeu e eu fiquei em silêncio por um longo minuto. Isso foi tempo suficiente para que suas sobrancelhas se arqueassem sobre os olhos azuis penetrantes, em um olhar que disse é pegar ou largar. "Você não acha que é um pouco extremo?" Eu cutuquei. "Eu vou ter Cary comigo." "Você vai me perdoar se eu não confiar nele com sua segurança após a noite passada." Ele bebeu seu café, e sua postura deixou muito claro que a conversa estava terminada em sua mente. Ele tinha me dado as suas opções aceitáveis. Eu poderia ter ficado magoada com esse tipo de prepotência, se eu não entendesse que cuidar de mim era a sua motivação. Meu passado tinha esqueletos viciosos e namorar Gideon tinha me colocado nos holofotes da mídia, o que poderia trazer Nathan Barker direito à minha porta. Além disso, controlar tudo à sua volta era apenas parte do que Gideon era. Ele veio com o pacote e eu tinha que fazer acomodações para isso. "Tudo bem", eu concordei. "Que hotel é seu?" "Eu tenho alguns. Você pode escolher." Ele virou a cabeça para olhar pela janela. "Scott lhe enviará a lista. Quando você decidir, deixe que ele saiba e ele vai fazer os arranjos. Vamos voar juntos e voltar juntos." Inclinando meu ombro para o banco, tomei um gole de meu café e observei o modo como sua mão estava cerrada sob sua coxa. No reflexo da janela fumê, o rosto de Gideon era impassível, mas eu podia sentir seu mau humor. "Obrigada", eu murmurei. "Não faça isso. Eu não estou feliz com isso, Eva". Um músculo em sua mandíbula se contraiu. "O seu colega de quarto se fode e eu tenho que passar o fim de semana sem você." Odiando que ele estava infeliz, eu tomei o café com ele e coloquei nossas canecas de viagem no porta-copos do banco de trás. Então eu subi em seu colo, abrangendo ele. Eu envolvi meus braços ao redor de seus ombros. "Eu aprecio sua flexão sobre isso, Gideon. Isso significa muito para mim." Ele me pegou em seu olhar feroz azul. "Eu sabia que você ia me deixar louco no momento que eu te vi." Eu sorri, lembrando de como nos conhecemos. "Quando esparramei minha bunda no chão do lobby do edifício Crossfire?" "Antes. Lá fora."


Franzindo a testa, eu perguntei, "Fora onde?" "Na calçada." Gideon agarrou meus quadris, apertando daquela forma, possessiva e comandante dele que me fez doer por ele. "Eu estava saindo para uma reunião. Um minuto depois, e vi você. Eu tinha acabado de entrar no carro quando você surgiu ao virar da esquina." Lembrei-me do Bentley em marcha lenta no meio-fio naquele dia. Eu tinha ficado muito impressionada com o prédio para tomar nota disso quando cheguei. "Você me acertou no instante em que te vi", ele disse rispidamente. "Eu não conseguia desviar o olhar. Eu queria você imediatamente. Excessivamente. Quase violentamente." Como eu poderia não ter sabido que tinha havido mais em nossa primeira reunião que eu percebi? Pensei que havia tropeçado nele por acidente. Mas ele estava saindo para trabalhar... o que significava que havia voltado deliberadamente. Para mim. "Você parou ao lado do Bentley", ele continuou, "e sua cabeça se inclinou para trás. Você estava olhando para o edifício e imaginei você de joelhos, olhando para mim desse mesmo jeito." O rosnado baixo na voz de Gideon tinha me feito contorcer em seu colo. "De que jeito?" Eu sussurrei, hipnotizada pelo fogo em seus olhos. "Com emoção. Com uma pequena reverência... e um pouco de intimidação". Colocando me sentada, ele me apertou mais contra ele. "Não havia nenhuma maneira de não te seguir para dentro. E lá estava você, exatamente onde eu queria que você estivesse, malditamente perto de joelhos diante de mim. Nesse minuto, eu tive meia dúzia de fantasias sobre o que eu faria com você quando eu tivesse você nua. " Engoli em seco, lembrando da minha reação semelhante a ele. "Olhar para você pela primeira vez, me fez pensar em sexo. Gritos, e lençóis emaranhados pelo sexo." "Eu percebi isso." Suas mãos deslizaram de cada lado da minha espinha. "E eu sabia que você também tinha me visto. Viu quem eu sou... o que eu tenho dentro de mim. Você viu através de mim." E foi isso que me bateu na bunda, literalmente. Eu olhei em seus olhos e percebi o quanto ele estava sob o rígido controle, da alma sombria que ele tinha. Eu tinha visto o poder e a fome de controle e cobrança. Em algum lugar dentro de mim, eu sabia que ele iria me controlar. Foi um alívio saber que ele sentiu a mesma agitação sobre mim. As mãos de Gideon abraçaram meus ombros e me puxaram para mais perto, até que nossas testas se tocaram. "Ninguém nunca me viu assim antes, Eva. Você é o único." Minha garganta se apertou dolorosamente. Em muitas maneiras, Gideon era um homem duro, mas ele poderia ser tão doce para mim. Quase tão infantilmente, que eu adorava porque ele era puro e descontrolado. Se ninguém se preocupou em olhar além de sua conta marcante e impressionante rosto no banco, eles não merecem a conhecê-lo. "Eu não tinha ideia. Você era tão... frio. Que eu parecia não ter te afetado na verdade."


"Frio?" ele zombou. "Eu estava pegando fogo por você. Estive fodido desde então." "Caramba, obrigado.". "Você me faz precisar de você", ele respondeu asperamente. "Agora eu não posso suportar a ideia de dois dias sem você." Segurando seu queixo em minhas mãos, beijei-o ternamente, meus lábios persuasivos e apologéticos. "Eu também te amo", eu sussurrei contra sua boca bonita. "Eu não aguento ficar longe de você, também." Seu beijo em retorno era ganancioso, devorador, e ainda assim da forma como ele me segurou perto dele era suave e reverente. Como se eu fosse preciosa. Quando ele se afastou, nós dois estávamos respirando com dificuldade. "Eu não sou mesmo o seu tipo," eu provoquei, tentando aliviar o clima antes de irmos para o trabalho. Gideon tinha a preferência por morenas bem conhecida e bem documentada. Eu senti o Bentley encostar e parar. Angus saiu do carro para nos dar privacidade, deixando o motor e ar condicionado funcionando. Olhei pela janela e vi a Crossfire ao nosso lado. "Sobre isso" a cabeça de Gideon caiu para descansar contra o assento. Ele tomou uma respiração profunda. "Corinne ficou surpresa por você. Você não era o que ela esperava." Minha mandíbula se apertou com a menção da ex-noiva de Gideon. Mesmo sabendo que sua relação tinha sido sobre amizade e solidão para ele, não amor, as garras da inveja não paravam de cavar em mim. O ciúme era um dos meus defeitos virulentos. "Porque eu sou loira?" "Porque... você não se parece com ela." Minha respiração ficou presa. Eu não tinha considerado que Corinne tinha definido o padrão para ele. Mesmo Madalena Perez, uma das amigas de Gideon que gostava dela, me disse que ela manteve seu cabelo escuro e longo para se parecer com Corinne. Mas eu não tinha entendido a complexidade dessa observação. Meu Deus... se era verdade, Corinne tinha um enorme poder sobre Gideon, muito mais do que eu poderia suportar. Minha frequência cardíaca se acelerou e meu estômago se agitou. Eu a odiava irracionalmente. Odiava que ela tivesse até mesmo um pedaço dele. Odiava cada mulher que tinha conhecido o seu toque... sua luxúria... seu corpo incrível. Eu comecei a deslizar para longe dele. "Eva". Ele ficou apertando o controle sobre minhas coxas. "Eu não sei se ela está certa." Olhei para onde ele me segurou e vendo meu anel de compromisso no dedo de sua mão direita, a minha marca de propriedade, me acalmou. O mesmo olhar de confusão em seu rosto refletia o meu quando me encontrei com seu olhar. "Você não sabe?"


"Se isso era assim, não era consciente. Eu não estava procurando ela em outras mulheres. Eu não sabia que eu estava procurando alguma coisa até que eu te vi." Minhas mãos deslizaram para baixo pelas suas lapelas enquanto o alívio me encheu. Talvez ele não tivesse procurado por ela conscientemente, mas mesmo se tivesse, eu não poderia ser mais diferente de Corinne na aparência e temperamento. Eu era única para ele, uma mulher além de todas as outros em todos os sentidos. Eu desejei que poder ser suficiente para matar o meu ciúme. "Talvez não tenha sido uma preferência tanto como um padrão." Alisei sua carranca com a ponta do dedo. "Você deve perguntar ao Dr. Petersen quando vê-lo esta noite. Eu gostaria de ter mais respostas depois de todos os meus anos de terapia, mas eu não tenho. Há muito que é inexplicável entre nós, não é mesmo? Eu ainda não tenho ideia do que você vê em mim, que me prende a você. " "É o que você vê em mim, meu anjo", ele disse em voz baixa, suas feições se amolecendo. "Você pode saber o que eu tenho em mim, e ainda me quer tanto quanto eu quero você. Vou dormir toda noite com medo de acordar e você ter ido embora. Ou que assuste você para longe... eu sonhei que você..." "Não. Gideon". Jesus . Ele quebra meu coração todos os dias. Me quebra. "Eu sei que eu não lhe digo o que sinto por você, da mesma forma que você me diz, mas você me tem. Você sabe disso." "Sim, eu sei que você me ama, Gideon." Insanamente. Escandalosamente. Obsessivamente. Assim como eu me sinto por ele. "Eu estou preso a você, Eva". Com a cabeça inclinada para trás, Gideon me puxou para baixo para o mais doce dos beijos, seus lábios firmes movendo suavemente sob os meus. "Eu mataria por você", ele sussurrou, "daria tudo o que tenho por você... mas eu não vou te deixar. Dois dias é o meu limite. Não peça mais do que isso, pois eu não posso dar a você. " Eu não tomei suas palavras de ânimo leve. Sua riqueza isolada, deu-lhe o poder e controle que havia sido roubado dele em algum momento de sua vida. Ele sofreu brutalidade e violação, como eu tinha sofrido. E ele considerar que vale a pena perder a sua paz de espírito só para me manter, significava mais do que as palavras, eu te amo . "Eu só preciso de dois dias, ás, e eu vou fazê-los valer a pena." A aridez do seu olhar sangrou a distancia para longe, substituída pelo calor sexual. "Oh? Você planeja me pacificar com sexo, anjo?" "Sim", eu admiti descaradamente. "Muito sexo. Afinal, a tática parece funcionar bem para você." Sua boca se curvou, mas seu olhar tinha uma nitidez que acelerou minha respiração. O olhar sombrio que ele me deu me fez lembrar, como se eu pudesse esquecer, que Gideon não era um homem que poderia ser gerenciado ou domesticado.


"Ah, Eva," ele ronronou, se esparramado contra o assento com a despreocupação predatória de uma pantera elegante que tinha nitidamente um rato preso em sua toca. Um tremor delicioso se moveu através de mim. Quando isso vinha Gideon, eu estava mais do que disposta a ser devorada. Copyright © 2012 Sylvia Day- Todos os direitos reservados. Nota da Tradutora: Não sou tradutora profissional, perdoem qualquer eventual erro.


Capítulo 2

Antes de eu sair do elevador no vestíbulo da Waters Field & Leaman, a empresa de publicidade para qual eu trabalhava no vigésimo andar, Gideon sussurrou no meu ouvido, "Pense em mim o dia todo.”. Eu apertei sua mão disfarçadamente no elevador lotado. "Eu sempre penso." Ele continuou subindo até o piso superior, que abrigava a sede das indústrias Cross. O Crossfire era seu, uma das muitas propriedades que possuía por toda a cidade, incluindo o complexo de apartamentos em que eu morava. Eu tentava não prestar atenção a isso. Minha mãe foi uma esposa troféu de carreira. Ela tinha desistido do amor do meu pai para uma vida rica, com a qual eu não poderia concordar totalmente. Eu prefiro o amor sobre riqueza sempre, mas eu suponho que era algo fácil para eu dizer, por que eu tinha dinheiro - uma carteira de investimentos considerável — só minha. Não que eu já tenha tocado nesse dinheiro. Eu não faria isso. Eu tinha pagado um preço muito alto e não conseguia imaginar nada que valesse esse custo. Megumi, a recepcionista, liberou minha entrada através da porta de segurança de vidro e me cumprimentou com um grande sorriso. Ela era uma mulher bonita, jovem como eu, com um elegante cabelo preto lustroso e com impressionantes características asiáticas. “Oi, "eu disse, parando na sua mesa. "Tem planos para o almoço?" "Posso fazer agora." "Impressionante". Meu sorriso foi amplo e verdadeiro. Tanto quanto eu amava Cary e gostava de passar meu tempo com ele, eu precisava de amigas mulheres também. Cary já tinha começado a construir uma rede de conhecidos e amigos na cidade que adotamos, mas eu tinha sido sugada pelo vórtice de Gideon quase desde o início. Mesmo quando eu preferiria passar cada momento com ele, eu sabia que isso não era saudável. Amigas do sexo feminino me dariam exatamente o que eu precisava delas, e eu ia ter que cultivar essas amizades se eu as quisesse. Desencadeando isso, eu segui pelo longo corredor até o meu cubículo. Quando cheguei a minha mesa, eu coloquei minha sacola e a bolsa na gaveta inferior, mantendo meu smartphone, e colocando ele no silencioso. Encontrei uma mensagem de Cary: Desculpe, baby . "Cary Taylor," eu suspirei. "Eu te amo... mesmo quando você está me irritando." E ele tinha me irritado regiamente. Nenhuma mulher deseja chegar em casa e encontrar uma suruba em andamento no chão de sua sala. Especialmente não, enquanto estava no meio de uma briga com seu novo namorado.


Eu mandei uma mensagem de volta, Reserve seu fds pra mim se puder. Houve uma longa pausa e imaginei ele absorvendo o meu pedido. Porra, ele respondeu finalmente. Você deve ter planejado dar um chute na minha bunda. "Talvez um pouco," eu murmurei, estremecendo enquanto eu me lembrava da... orgia na qual eu tinha pisado em cima. Mas eu pensei que, principalmente, Cary e eu precisávamos para passar um tempo de qualidade juntos e sem fazer nada. Nós não vivíamos em Manhattan há muito tempo. Era uma cidade nova para nós, apartamento novo, novos trabalhos e experiências, namorados novos para nós dois. Nós estávamos fora do nosso elemento e lutando, e uma vez que ambos tínhamos uma bagagem pesada em nosso passado, e não estávamos lidando bem com isso. Geralmente nós chegávamos a um o equilíbrio, mas não estávamos tendo muito tempo para isso ultimamente. Nós realmente precisávamos resolver isso. Para uma viagem até Las Vegas? Apenas você e eu? Foda-se, sim! Ok... até mais tarde. Assim que eu coloquei meu telefone no silencioso e deixei ele de lado, meu olhar passou brevemente sobre os dois portaretratos com colagens de fotos ao lado do meu monitor — um cheio de fotos de meus pais e uma de Cary, e o outro cheio de fotos minhas com Gideon. Gideon tinha, ele mesmo, feito uma colagem de nós dois, querendo que eu tivesse uma lembrança dele na minha mesa, assim como ele tinha uma de mim na mesa dele. Como se eu precisasse... Eu gostava de ter essas imagens das pessoas que eu amava por perto: minha mãe com sua moldura dourada de cachos e seu sorriso cintilante, seu corpo curvilíneo, mal coberto por um biquíni minúsculo, do jeito que ela gostava, na Riviera Francesa, a bordo do iate do meu padrasto; meu padrasto, Richard Stanton, com sua aparência regia e distinta, seu cabelo prata estranhamente complementando o visual de sua esposa muito mais jovem; e Cary, que foi capturado em toda a sua glória fotogênica, com seu cabelo castanho lustroso e olhos verdes brilhantes, seu sorriso largo e malicioso. Aquele rosto de um milhão de dólares estava começando a aparecer em revistas, em todos os lugares e em breve apareceria em pontos de ônibus e outdoors, fazendo a publicidade das roupas Grey Isle. Eu olhei através do corredor e através da parede de vidro que envolvia o pequeno escritório Mark Garrity e vi seu casaco pendurado sobre o encosto de sua cadeira Aeron, apesar de que ele mesmo não estava à vista. Eu não ficaria surpresa se o encontrasse na copa abraçado em sua caneca de café; ele e eu compartilhávamos essa dependência. "Eu pensei que você tinha pegado o jeito", disse, referindo-me a sua dificuldade com a máquina de café. "Eu aprendi, graças a você." Mark levantou a cabeça e me oferecendo um sorriso torto encantador. Ele tinha uma pele escura reluzente, um


cavanhaque bem aparado e suaves olhos castanhos. Além de ser um colírio para os olhos, ele era um grande chefe — sempre aberto a me ensinar tudo sobre propaganda, ele rapidamente percebeu que não precisaria me mostrar como fazer algo duas vezes. Nós trabalhamos bem juntos, e eu esperava que fosse assim por um longo tempo. "Experimente isso", disse ele, alcançando outro copo fumegante que estava no balcão. Ele me entregou e eu aceitei com gratidão, apreciando o quanto ele tinha sido precavido ao adicionar de creme de leite e adoçante, da maneira eu gostava. Tomei um gole cauteloso, já que estava quente, em seguida, tossi com o sabor inesperado — e desagradável. "O que é isso?" "Café com sabor de blueberry." Abruptamente, fiquei com a boca amarrada. "Quem diabos iria querer beber isso?" "Ah, veja... nosso trabalho é descobrir quem gosta, em seguida, vender isso para eles." Ele levantou a sua caneca em um brinde. "Aqui está a nossa próxima conta!" Estremecendo, eu endireitei minhas costas e tomei outro gole. *** Eu tinha certeza que o sabor doce, doentio e artificial de blueberry ainda estaria cobrindo minha língua duas horas mais tarde. Assim que chegou a hora de minha pausa, iniciei uma pesquisa na Internet a respeito do Dr. Terrence Lucas, o homem que claramente tinha perturbado Gideon, quando eu vi dois homens juntos no jantar da noite anterior. Eu não tinha conseguido mais do que digitar o nome do médico no mecanismo de busca, quando tocou o telefone da minha mesa. "Escritório de Mark Garrity," respondi. "Eva Tramell falando." "Você está falando sério sobre Vegas?" Cary perguntou sem preâmbulos. "Totalmente". Houve uma pausa. "Essa é a hora você vai me dizer que você está se mudando com seu namorado bilionário e eu tenho que ir embora?" "O quê? Não. Você está louco?" Eu fechei meus olhos, entendendo como Cary era inseguro, mas esse tipo de dúvida acontecia porque estávamos distantes um do outro. "Você está preso comigo para a vida toda, você sabe disso." "E você apenas acordou e decidiu que deveria ir para Las Vegas?" "Exatamente. Percebi que podemos saborear uns mojitos à beira da piscina e viver de serviço de quarto por um par de dias." "Não sei quanto eu poderia gastar." "Não se preocupe, é por conta do Gideon. Seu avião, seu hotel. Nós vamos gastar apenas com nossa comida e bebida." Uma mentira, já que eu planejava pagar por tudo, exceto a passagem aérea, mas Cary não precisava saber disso.


"E ele não vem com a gente?" Eu me inclinei na cadeira e olhei para uma das fotos de Gideon. Eu já sentia sua falta, e fazia apenas duas horas que estávamos separados. "Ele tem negócios no Arizona, assim vamos ir e voltar juntos, mas vamos ser só eu e você em Las Vegas. Acho que precisamos disso." "Sim". Ele suspirou pesadamente. "Eu poderia fazer com uma mudança de cenário e ter algum tempo de qualidade com minha melhor amiga." "Ok, então. Ele quer voar as oito amanhã à noite.” "Eu vou começar a fazer as malas. Quer eu faça as suas para você também?" "Você faria? Isso seria ótimo!" Cary poderia ter sido um estilista ou personal shopper. Ele tinha grande talento quando se tratava de roupas. “Eva?” "Sim?" Ele suspirou. "Obrigado por aturar minha merda." "Cale a boca." Depois que desligamos, eu fiquei encarando o telefone por um longo tempo, odiando que Cary fosse tão infeliz quando tudo em sua vida estava indo tão bem. Ele era um especialista em auto sabotagem, nunca realmente acreditando que ele era digno da felicidade. Assim que voltei minha atenção para o trabalho, a busca do Google no meu monitor me lembrou do meu interesse no Dr. Terry Lucas. Alguns artigos sobre ele tinham sido postados na Web, completos com fotos que ajudaram na pesquisa. Pediatra. Quarenta e cinco anos de idade. Casado há vinte anos. Nervosamente, eu procurei por "Dr. Terrence Lucas e esposa," interiormente adulando o pensamento de ver uma morena de pele dourada, cabelo comprido. Eu expirei com alívio quando vi que a Sra. Lucas era uma mulher de pele clara com cabelo ruivo curto e brilhante. Mas isso me deixou com mais dúvidas. Tinha percebido que tinha sido uma mulher que tinha causado o problema entre os dois homens. O fato era, Gideon e eu realmente não sabíamos muito um sobre o outro. Nós sabíamos sobre as coisas feias — pelo menos ele sabia as minhas; eu tinha principalmente adivinhado as dele a partir de algumas pistas bastante óbvias. Sabíamos algumas coisas básicas um sobre o outro depois de passar tantas noites dormindo juntos em nossos respectivos apartamentos. Ele conheceu metade da minha família e eu conheci toda a sua. Mas nós não estávamos juntos tempo suficiente para tocar em um monte de coisas periféricas. E francamente, eu acho que nós não estávamos tão próximos ou curiosos como deveríamos, como se estivéssemos com medo de acumular qualquer porcaria a mais em uma relação que já era difícil.


Estávamos juntos porque éramos viciados um no outro. Nunca fiquei tão embriagada como eu ficava quando estávamos felizes juntos, e eu sabia que ele sentia a mesma coisa. Nós nos colocamos através de um espremedor naqueles momentos de perfeição entre nós, mas eles eram tão tênues que só nossa teimosia, determinação e amor nos faziam lutar por eles. O suficiente para me deixar louca. Eu verifiquei meu e-mail e encontrei meu alerta diário do Google sobre "Gideon Cross." Resumo do dia, de links liderados, principalmente, por fotos de Gideon, em black-tie sem gravata, e eu, no jantar de caridade no Waldorf Astoria na noite anterior. "Deus". Não ajudava em nada lembrar da minha mãe quando olhava as fotos minhas em um vestido de coquetel champanhe Vera Wang. Não apenas por causa de quanto eu me parecia minha mãe — além de meu cabelo longo e reto — mas também por causa do mega-magnata com quem eu estava de braços dados. Monica Tramell Barker Mitchell Stanton era muito, muito boa em ser uma esposa troféu. Ela sabia exatamente o que era esperado dela e fazia isso sem falhas. Embora ela tivesse sido divorciada duas vezes, todas as duas tinham sido por sua escolha e os dois divórcios tinham deixado seus ex desesperados por perdê-la. Não penso pouco de minha mãe, porque ela deu tudo de bom que ela tinha e não tomou de ninguém aquilo que não foi concedido, mas eu tinha crescido me esforçando para ser independente. Meu direito de dizer não era minha posse mais valiosa. Minimizando a janela do meu email, eu coloquei de lado minha vida pessoal e voltei para a busca de comparações do mercado de café frutado. Eu coordenei alguns encontros iniciais entre os estrategistas e Mark e ajudei Mark com uma campanha para um restaurante de alimentos sem glúten . Meio-dia se aproximou e eu estava começando a ficar seriamente faminta quando meu telefone tocou. Eu respondi com minha saudação habitual. "Eva?" uma voz acentuadamente feminina me cumprimentou. "É a Magdalene. Você tem um minuto?" Eu me inclinei para trás na minha cadeira, alerta. Magdalene e eu compartilhamos uma vez um momento de simpatia após reaparição inesperada e indesejada de Corinne na vida de Gideon, mas eu nunca iria esquecer o quão perversa Magdalene tinha sido comigo na primeira vez em que nos encontramos. "Apenas um minuto. O que aconteceu?" Ela suspirou e, em seguida, falou rapidamente, suas palavras fluindo num jato. "Eu estava sentada na mesa atrás de Corinne ontem à noite. Eu pude ouvir um pouco da conversa entre ela e Gideon durante o jantar." Meu estômago se contraiu, preparando-se para um golpe emocional. Magdalene sabia exatamente como explorar minhas inseguranças sobre


Gideon. "Vir com essa porcaria enquanto estou no trabalho é um golpe baixo", disse friamente. "Eu não —" "Ele não estava ignorando você." Minha boca ficou aberta um segundo, e ela rapidamente preencheu o silêncio. "Ele estava manejando ela, Eva. Ela estava fazendo sugestões onde levar você por Nova York pelo fato de você ser nova na cidade, mas ela estava fazendo isso para jogar o velho jogo lembra-quando-você-e-eu-estivemoslá" "Um passeio pela linha da memória," murmurei, grata agora por eu não ter sido capaz de ouvir muito da conversa em voz baixa de Gideon com sua ex. 'Sim'. Magdalene tomou uma respiração profunda. "Você foi embora porque você pensou que ele estava ignorando você, por causa ela. Eu só quero que saiba que ele parecia estar pensando em você, tentando impedir a Corinne de perturbar você." "Por que você se importa?" "Quem disse que eu me importo? Eu te devo uma, Eva, pela forma como eu me apresentei." Eu pensei sobre isso. Sim, ela me devia por ela ter me encurralado no banheiro, com sua merda ciumenta e maliciosa. Não que eu acreditasse que essa era sua única motivação. Talvez eu fosse apenas o menor de dois males. Talvez ela estivesse mantendo seus inimigos próximos. "Tudo bem. Obrigada." Não há como negar que eu me senti melhor. Um peso que eu não tinha percebido que eu estava carregando, de repente, se aliviou. "Outra coisa", Magdalene continuou. "Ele foi depois de você." Meu aperto aumentou ao redor do receptor do telefone. Gideon sempre vinha atrás de mim... porque eu estava sempre fugindo. Minha recuperação era tão frágil que eu tinha aprendido a protegê-la a todo custo. Quando algo ameaçava minha estabilidade, eu abandonava. "Houve outras mulheres em sua vida que tentaram ultimatos como esse, Eva. Eles se cansou, ou elas queriam sua atenção, ou algum tipo de grande gesto ... Assim que saíam , esperavam que ele viesse depois delas. Você sabe o que ele fazia?" "Nada", eu disse baixinho, conhecendo meu homem. Um homem que nunca se relacionava socialmente com as mulheres com quem ele dormia e nunca dormiu com mulheres com quem se associou socialmente. Corinne e eu éramos as únicas exceções a essa regra, o que era ainda outra razão por que sua ex me causava tanto ciúme. "Nada mais do que se assegurar que Angus as levasse com segurança," ela confirmou, me fazendo pensar que tinha sido uma tática que ela tinha tentado em algum momento. "Mas quando você saiu, ele não pode correr


atrás de você rápido o suficiente. E ele não era ele mesmo quando ele disse adeus. Ele parecia... ausente." Porque ele sentiu medo. Meus olhos se fecharam e eu me chutei mentalmente. Forte. Gideon tinha me dito, mais de uma vez, que ele ficava apavorado quando eu fugia, porque ele não conseguia lidar com o pensamento de que eu poderia não voltar. O quão bom isso seria, para dizer a ele que eu não poderia imaginar a vida sem ele, quando tantas vezes eu mostrei a ele o contrário com minhas atitudes? Não era de se admirar que ele ainda não tivesse se aberto comigo sobre seu passado! Eu tinha que parar de fugir. Gideon e eu tínhamos que ficar e lutar por isso, por nós, se nós tivéssemos alguma esperança de fazer o nosso relacionamento dar certo. "Eu estou te devendo agora?" Perguntei de forma neutra, acenando de volta para Mark quando ele saiu para o almoço. Magdalene suspirou rapidamente. "Gideon e eu nos conhecemos há muito tempo. Nossas mães são as melhores amigas. Você e eu vamos nos ver muito por ai, Eva, e eu estou esperando que nós possamos encontrar uma maneira de evitar qualquer constrangimento.” A mulher tinha vindo até mim, me dizer que no minuto em que Gideon "empurrasse seu pau" em mim, tudo estaria “acabado”. E ela me pegou em um momento em que eu estava especialmente vulnerável. "Ouça, Magdalene, se você não causar drama, vamos recomeçar". E desde que ela estivesse sendo realmente franca... "Eu posso estragar o meu relacionamento com Gideon sozinha, confie em mim. Não preciso de nenhuma ajuda." Ela riu baixinho. "Esse foi meu erro, eu acho — eu era muito cuidadosa e demasiado complacente. Ele tem que trabalhar com isso, com você. Enfim... Eu tive o meu minuto. Eu vou te deixar em paz." "Aproveite seu fim de semana," eu disse, ao invés de agradecer. Eu ainda não podia confiar na sua motivação. "Você, também." Assim que desliguei o telefone, meu olhar foi para as fotos minhas com Gideon. Eu estava abruptamente oprimida por sentimentos de ganância e posse. Ele era meu, mas eu não poderia estar certa de que, de um dia para o outro ele pudesse ficar na minha. E o pensamento de que qualquer outra mulher poderia tê-lo me deixava insana. Eu abri minha gaveta inferior e tirei meu smartphone da minha bolsa. Impulsionada pela necessidade de tê-lo pensando tão ferozmente em mim, eu mandei uma mensagem para ele, sobre a minha súbita fome desesperada de devorá-lo todo: Eu daria qualquer coisa para chupar seu pau agora. Apenas pensando em como ele me olhou quando eu o coloquei em minha boca... os sons selvagens ele fez quando ele estava prestes a gozar...


Levantando, apaguei o texto no momento que eu vi que ele tinha sido enviado, então coloquei meu telefone em minha bolsa. Uma vez que era meio-dia, fechei todas as janelas no meu computador e me dirigi à recepção para encontrar Megumi. “Você está com fome de alguma coisa em particular?" ela perguntou, se levantando e me dando a chance de admirar seu vestido lavanda com cinto e sem mangas. Eu tossi porque sua pergunta veio logo após aquela mensagem. "Não. Você escolhe. Eu não sou exigente." Nós empurramos as portas de vidro para alcançar os elevadores. "Estou tão pronta para o fim de semana", Megumi disse com um gemido quando ela apertou o botão de acrílico para chamar o elevador. “Falta um dia e meio." "Tem algo divertido planejado?" "Eu estou programando ainda." Ela suspirou e colocou seu cabelo atrás da sua orelha. "Encontro às cegas", ela explicou com tristeza. "Ah. Você confia na pessoa que arrumou pra você?" "Minha companheira de quarto. Eu espero que o cara pelo menos seja fisicamente atraente, porque eu sei onde ela dorme à noite e vai ter retorno pra cadela." Eu estava sorrindo quando o elevador chegou no nosso piso e nós entramos. "Bem, isso melhora suas chances por um bom tempo." "Não realmente, ela foi em um encontro às cegas com ele primeiro. Ela jura que ele é legal, apenas mais meu tipo do que o dela.” "Hmm." "Eu sei, certo?" Megumi abanou a cabeça e olhou para a agulha decorativa antiquada acima das portas do elevador que marcava os pisos em que passávamos. "Você vai ter que me deixar saber como foi." "Oh, sim. Deseje-me sorte." "Com certeza". Nós tínhamos apenas pisou no saguão quando senti minha bolsa vibrar sob meu braço. Passamos pelas catracas, e eu procurei pelo meu telefone e senti meu estômago apertar com a visão do nome de Gideon. Ele me ligou , não me mandou uma mensagem de texto sexy de volta . "Dê-me licença," disse a Megumi antes de responder. Ela acenou ele indiferente. "Pode atender." "Oi,” eu cumprimentei alegremente. “Eva.” Eu perdi um passo ao ouvir a forma como ele rosnou meu nome. Havia promessa de luxúria na aspereza de sua voz. Lentamente, eu estava sem palavras, eu ansiava por ele só de ouvi-lo dizer meu nome com esse nervosismo — a mordida afiada que me dizia que ele


queria estar dentro de mim mais do que ele queria qualquer outra coisa no mundo. Enquanto as pessoas corriam em volta de mim, entrando e saindo do prédio, fui interrompida pelo pesado silêncio no meu celular. A exigência silenciosa e quase irresistível. Ele não fez absolutamente nenhum som — eu nem mesmo poderia ouvi-lo respirar — mas senti sua fome. Se eu não tivesse Megumi esperando pacientemente por mim, eu iria de elevador para o andar superior para satisfazer seu comando surdo de cumprir com minha oferta. A lembrança de quando eu que tinha chupado ele em seu escritório fervilhou através de mim, me dando água na boca. Eu engoli. "Gideon..." "Você queria minha atenção — agora você tem. Eu quero ouvir você dizer aquelas palavras." Senti meu rosto enrubescer. "Eu não posso. Aqui não. Deixe-me ligar para você mais tarde." "Dê um passo pra trás da coluna e você fica fora do caminho." Assustada, olhei em volta procurando por ele. Então me lembrei que o identificador de chamadas era do telefone do seu escritório. Levantei meu olhar, procurando pelas câmeras de segurança. Imediatamente, senti seus olhos em mim, quentes e me querendo. A excitação subiu através de mim, estimulada pelo seu desejo. "Se apresse, anjo. Sua amiga está esperando.” Fui para trás da coluna, minha respiração rápida e audível. "Agora me diga. Sua mensagem deixou meu pau duro, Eva. O que você vai fazer a respeito disso?”. Minha mão foi para a minha garganta, meu olhar impotente deslizando até Megumi, que me olhou com as sobrancelhas levantadas. Levantei um dedo pra cima, pedindo por mais um minuto, em seguida, virei de costas para ela e sussurrei, "Eu quero você na minha boca." "Por quê? Para brincar comigo? Para fazer pouco de mim como você está fazendo agora?" Não havia nenhum calor em sua voz, apenas uma calma inflexível. Eu sabia que tinha que tomar cuidado quando Gideon falava sério sobre sexo. "Não." Eu levantei meu rosto para a aquarela da cúpula no teto onde estava escondida a câmera de segurança mais próxima. "Para fazer você gozar. Eu adoro fazer você gozar, Gideon." Ele expirou rudemente. “É um presente, então." Só eu sabia o que significava para Gideon, ver um ato sexual como um presente. Para ele, o sexo tinha sido, anteriormente, somente dor e degradação, ou luxúria e necessidade. Agora, comigo, significava prazer e amor. "Sempre".


"Bom. Porque eu valorizo você, Eva, e o que temos. Até mesmo nossa vontade constante de foder um com o outro, é preciosa para mim, porque é importante.” Eu me apoiei na coluna, admitindo para mim mesma que tinha caído num velho hábito destrutivo — eu estava explorando a atração sexual para aliviar minhas inseguranças. Se Gideon estava me cobiçando, ele não poderia cobiçar mais ninguém. De que forma ele sempre sabia o que estava acontecendo em minha mente? "Sim," eu respirei, fechando meus olhos. "Importa". Houve um tempo em que eu usava o sexo para sentir afeição, confundindo desejo momentâneo com carinho genuíno. Era por isso que eu, agora, insistia em ter algum tipo de relacionamento amigável com um homem, antes de ir para a cama com ele. Eu nunca mais queria sair da cama de um amante me sentindo desprezível e suja. E com certeza eu não queria baratear o que partilhava com Gideon, só porque eu tinha um medo irracional de perdê-lo. Ele me atingiu quando eu estava fora de equilíbrio. Eu tinha este sentimento doentio no meu intimo, como se algo terrível fosse acontecer. "Você pode ter o que quiser depois do trabalho, anjo." Sua voz ficou profunda, ríspida. "Nesse meio tempo, desfrute de seu almoço com sua colega de trabalho. Eu vou pensar em você. E em sua boca." "Eu te amo, Gideon." Depois que eu desliguei, me recompus o suficiente para juntar-me novamente a Megumi, dando duas respirações profundas. "Me desculpe por isso." “Está tudo bem?”. "Sim, tudo bem." "As coisas ainda estão quentes e pesadas entre você e Gideon Cross?" Ela olhou para mim com um sorriso leve. "Umm..." Ah sim. "Sim, ele é ótimo, também." E eu desejava desesperadamente que eu pudesse falar sobre isso. Eu desejava que eu pudesse, simplesmente, abrir a válvula e jorrar pra fora meus sentimentos esmagadores a respeito dele. Como os pensamentos sobre ele me consumiam, como sentir dele sob minhas mãos me deixava selvagem, como a paixão pela sua alma torturada me cortava como uma lâmina afiada. Mas eu não podia. Nem nunca poderia. Ele era muito visível, muito conhecido. Boatos sobre sua vida privada valiam uma pequena fortuna. Eu não poderia me arriscar. "Ele com certeza é," Megumi concordou. “Maldição como é ótimo. Você conhecia ele antes de você começar a trabalhar aqui?" "Não. Entretanto eu suponho que teríamos nos encontrado eventualmente." Por causa de nossos passados. Minha mãe doava generosamente para


instituições de caridade, de vítimas de abuso infantil, assim como Gideon. Era inevitável que Gideon e eu nos encontrássemos em algum momento. Gostaria de saber como esse encontro teria sido — ele de braços dados com uma morena linda e eu com Cary. Nós teríamos tido a mesma reação visceral, um com o outro, à distância, que tivemos quando tão próximos no saguão do Crossfire? Ele me quis no momento em que ele me viu na rua. "Eu queria saber." Megumi passou através da porta de entrada giratória. "Eu li que isso estava sério entre vocês dois," ela acrescentou quando me juntei a ela na calçada. "Então eu pensei que talvez você já conhecesse ele antes." "Não acredite em tudo que você lê nesses blogs de fofoca." "Então não é sério?" "Eu não disse isso." Às vezes era muito sério. Dolorosamente, brutalmente sério. Ela abanou a cabeça. "Deus...olha eu aqui bisbilhotando. Desculpe. Fofoca é um dos meus vícios. Assim como homens extremamente quentes como Gideon Cross. Eu não poderia saber, mas me pergunto como seria estar com um cara cujo corpo grita sexo como o dele. Diga-me que ele é incrível na cama." Eu sorri. Era bom sair com outra garota. Não que Cary não poderia também apreciar um cara quente, mas nada era melhor que uma conversa entre garotas. "Você não vai me ouvir reclamando." "Cadela sortuda." Batendo os ombros nos meus para mostrar que ela estava me provocando, ela disse, "Qual é a do seu companheiro de quarto? Pelas fotos que eu vi, ele é lindo, também. Ele é solteiro? Se ligaria em mim?" Virando minha cabeça rapidamente, escondi um estremecimento. Eu tinha aprendido da pior maneira , nunca expor um conhecido ou amigo ao Cary. Ele era tão fácil de amar, que deixou um monte de corações partidos, porque ele não conseguia retribuir da mesma maneira. As coisas inicialmente começavam muito bem, até Cary sabotá-las. "Não sei se ele está solteiro ou não. As coisas estão... complicadas em sua vida neste momento.” "Bem, se a oportunidade se apresentar, eu certamente não sou contra. Só estou te avisando. Você gosta de tacos?" "Adoro." "Eu sei de um ótimo lugar há algunas quadras daqui. Venha." *** As coisas estavam indo bem no meu mundo quando Megumi e eu voltamos do almoço. Quarenta minutos de fofoca, paquerando os caras e depois de três maravilhosos tacos de carne assada, estava me sentindo muito bem. E nós estávamos voltando para trabalhar, um pouco mais de dez minutos


mais cedo, o que me deixava feliz porque eu não tinha sido a empregada mais pontual ultimamente, mesmo que Mark nunca tenha se queixado. A cidade sibilava ao nosso redor, táxis e pessoas surgindo através do calor e umidade crescentes, tão superlotados que eles pareciam insuficientes o dia todo. Eu observava as pessoas descaradamente, meus olhos passando de relance sobre tudo e todos. Homens em ternos de negócio caminharam ao lado de mulheres com saias fluidas e chinelos de dedo. Senhoras vestidas com alta costura e sapatos de quinhentos dólares, cambaleando ao passar por carrinhos fumegantes de cachorro-quente, e gritos de vendedores ambulantes. A mistura eclética de Nova York era o céu para mim, me comovendo e excitando de um jeito que me fazia sentir mais vibrante aqui do que em qualquer outro lugar em que eu tinha vivido. Nós paramos em um semáforo em frente ao Crossfire, e meu olhar foi imediatamente atraído para o Bentley preto parado na frente dele. Gideon devia ter acabado de voltar do almoço. Eu não pude deixar de pensar nele sentado em seu carro no dia que tínhamos nos encontrado, me observando enquanto eu me deixava levar pela imponente beleza de seu edifício Crossfire. Só de pensar nisso senti um formigamento – De repente, me senti esfriar. Porque uma morena marcante saiu, de forma esvoaçante, pelas portas giratórias naquele instante e parou, dando-me um bom tempo olhar para ela —a mulher ideal de Gideon, apesar de ele estar consciente disso ou não. Uma mulher que eu tinha testemunhado ele fixar o olhar no momento em que ele a tinha visto, no salão de baile do Waldorf Astoria. Uma mulher cujo porte e domínio sobre Gideon, traziam a tona todas as minhas piores inseguranças. Corinne Giroux parecia uma lufada de ar fresco, em um vestido de cor creme e saltos altos vermelho cereja. Ela correu a mão sobre o cabelo escuro comprido, que ia até a cintura, que não parecia tão completamente elegante como ele tinha parecido na noite passada, quando eu a conheci. Na verdade, parecia um pouco despenteado. E ela esfregava os dedos em sua boca, limpando ao longo do contorno dos lábios. Puxei o meu smartphone, ativando a câmera e tirei uma foto. Com a proximidade do zoom, eu podia ver por que ela estava mexendo com seu batom — ele estava manchado. Não, parecia mais borrado. Como depois de um beijo apaixonado. O sinal abriu. Megumi e eu nos movemos com o fluxo, diminuindo a distância entre mim e a mulher que uma vez tinha tido a promessa de Gideon de se casar com ela. Angus saiu do Bentley e deu a volta, falando brevemente com ela antes de abrir a porta para ela entrar. O sentimento de traição — de Angus e Gideon — era tão feroz, que eu perdi a minha respiração. Eu balancei nos meus pés.


"Ei". Megumi pegou meu braço e me segurou. "E nós só bebemos somete margaritas sem álcool!" Eu assisti o corpo esbelto de Corinne deslizar na parte de trás do carro de Gideon, com uma graça premeditada. Meus punhos se fecharam com a fúria que subiu através de mim. Através da névoa de minhas lágrimas de raiva, o Bentley se afastou da calçada e desapareceu.


Capítulo 3 Quando Megumi e eu entramos no elevador, eu apertei o botão para o andar superior. “Eu vou estar de volta em cinco minutos, se alguém perguntar”, eu disse a ela, quando ela foi em direção de Waters Field & Leaman “Dê-lhe um beijo por mim, ok?” ela disse, dramaticamente abanando a si mesma. “Fico quente só de pensar em viver através de você”. Eu sorri antes das portas se fecharem e o elevador continuou a subir. Quando chegou no último andar, eu fui em direção a um hall de entrada ornamentado em um bom gosto inegavelmente masculino. Portas de segurança de vidro nubladas foram marcadas com CROSS INDÚSTRIAS e suavizadas por cestos de samambaias e lírios. A recepcionista ruiva de Gideon foi invulgarmente cooperativa e conversou comigo antes de eu alcançar a porta. Então ela sorriu pra mim de forma que eu endireito minhas costas. Eu sempre tive a impressão de que ela não gostava de mim, então eu não confiei em seu sorriso por um minuto. Isso me deixou nervosa. Ainda assim, eu acenei e disse olá, porque não era uma vadia escrota – a menos que me dessem uma boa razão para ser. Peguei o longo corredor que levava a Gideon, parando em uma grande área de recepção secundária, onde o seu secretário, Scott, equipou a mesa. Scott parou quando me aproximei. “Olá, Eva”, ele me cumprimentou, estendendo a mão para o telefone. “Vou avisá-lo que está aqui.” A parede de vidro que separava o escritório de Gideon do resto do andas era usualmente de cristal claro, mas poderia ficar opaco apertando um botão. Estava fosco agora, o que aumentou minha inquietação. “Ele está sozinho?” “Sim, mas-“ Qualquer outra coisa que ele disse foi perdido quando eu empurrei a porta de vidro para dentro do escritório de Gideon. Era um espaço grande, com três áreas de sentar distintas, cada uma maior que o escritório do meu chefe Mark. Em contraste com o calor elegante do apartamento de Gideon, seu escritório foi decorado em uma paleta de cores frias, preto, cinza e branco quebrados apenas pelos decantadores de cristal que decorava a parede atrás do bar. Janelas do chão ao teto com vista para a cidade em dois lados. A parede oposta a imensa mesa estava coberta de telas planas mostrando canais de notícias do mundo inteiro. Meu olhar varreu a sala e pegou o travesseiro jogado que tinha sido descuidadamente derrubado no chão. Ao lado dele estavam travam travessões na área do tapete que mostrava onde o pé do sofá estava.


O sofá aparentemente foi empurrado por alguns centímetros. Minha frequência cardíaca acelerou e minhas palmas ficaram úmidas. A ansiedade terrível que eu senti mais cedo intensificada. Eu só percebi a porta aberta para o banheiro quando Gideon saiu dele, roubando minha respiração com a beleza de seu torso exposto. Seu cabelo estava úmido, de seu banho recente, e seu pescoço e seu peito ainda estavam vermelhos, de seu esforço físico.

Ele congelou quando me viu, seu olhar escurecido por um instante antes de sua máscara deslizar no lugar. “Não é uma boa hora, Eva”, ele disse, vestindo uma camisa que estava sobre o balcão do bar... uma camisa diferente da que ele estava vestindo essa manhã. “Eu estou atrasado para um compromisso”. Agarrei minha bolsa com força. Vendo-o tão intimamente me trouxe a tona o quanto eu o queria. Eu o amava insanamente, precisava dele como eu preciso respirar.. o que apenas me fez perceber mais facilmente como Magdalene e Corinne se sentiam, e que fariam qualquer coisa para o tira-lo para longe de mim. “Por que você está semi-vestido”? Não consegui me segurar. Meu corpo respondeu instintivamente à visão dele, o que tornou ainda mais difícil para eu controlar minhas tumultuosas emoções. Sua camisa justa aberta revelava sua pele dourada perfeitamente esticada sobre seu abdômen e peitorais definidos. Havia um pouco de cabelo escuro em direção à parte mais baixa de seu peito, levando a um pênis envolto em cuecas boxer e calças. Só de pensar da sensação dele dentro de mim, me fazia dor de saudade. “Cai uma coisa na minha camisa”. Ele começou a abotoa-la, flexionando o abdômen com os seus movimentos quando ele foi em direção ao bar, onde estavam os abotoadores do punho de sua camisa. “Eu preciso ir. Se você precisa de alguma coisa, avise Scott e ele te ajudará. Ou eu mesmo cuido disso quando eu voltar. Eu não vou demorar mais do que duas horas.” “Por que você esta atrasado?” Ele não olhou para mim quando respondeu : “Eu tive que ir a uma reunião de última hora”. Agora é isso? “Você tomou banho de manhã.” Após fazer amor comigo por uma hora. “Por que a necessidade de tomar banho novamente?” “Por que está me interrogando?” Sedenta por respostas, fui em direção ao banheiro. A ligeira humidade era opressiva.


Ignorando a voz da minha cabeça me dizendo para não procurar problemas que eu não gostaria de achar, eu peguei sua camisa do cesto de roupa suja... e vi a marca de batom como sangue em um dos punhos. Dor torceu pelo meus peito. Jogando a roupa no chão, eu girei e sai, precisando ir o mais longe possível de Gideon. Antes que eu vomitasse ou começasse a soluçar. “Eva!” ele gritou quando eu passei rapidamente por ele. “O que diabos está acontecendo com você?” “Vai se foder, seu filho da puta.” “Perdão?” Minha mão estava na maçaneta da porta quando ele me pegou, me puxando para trás pelos cotovelos. Girando, eu lhe dei um tapa com força o suficiente para virar seu rosto e deixar minha palma ardendo. “Maldição!” ele rosnou, me agarrando pelo braço e me sacudindo. “Não me bata, porra!” “Não me toque!” A sensação de suas mãos na pele dos meus braços já tinha sido demais. Ele foi para trás e longe de mim. “ Que merda deu em você?” “Eu a vi, Gideon”. “Viu quem!” Ele me encarou “Do que você está falando?”. Pegando meu smartphone, esfreguei a foto em seu rosto. “Flagrado.” Gideon olhou para a tela e então sua expressão se suavizou. “Flagrado fazendo o que exatamente?” ele perguntou, muito suavemente. “Ah, vai se foder.” Eu me virei em direção a porta, empurrando meu celular em minha bolsa. “Eu não vou soletrar para você” Sua mão bateu contra o vidro, mantendo a porta fechada. Prendendo-me com seu corpo, ele se inclinou e sussurrou em meu ouvido “Sim. Sim, você irá soletrar essa porra para mim.” Eu fechei meus olhos quando nossa posição na porta me lembrou de lembranças quentes da primeira vez que eu vim ao escritório de Gideon. Ele havia me prendido do mesmo jeito, me seduzindo habilmente, conduzindo-nos em um abraço apaixonado no mesmo sofá que recentemente sofreu alguma ação forte o suficiente para mudá-lo de posição. “Uma imagem não diz mais do que mil palavras?” eu disse entredentes. “Então Corinne foi maltratada. O que isso tem a ver comigo?” “Você está brincando comigo? Deixe-me sair.”


“Eu não acho isso nem ao menos remotamente engraçado. Na verdade, eu não acho que já fui tão maltratado por uma mulher. Você vem aqui com suas acusações meia-bocas e besteiras – “ “Besteira!” Eu virei e abaixei debaixo de seu braço, colocando uma distância muito necessária entre nós. Estar perto dele doía muito. “Eu nunca te trairia! Se eu quisesse foder por aí, eu terminaria com você primeiro” Inclinando-se para a porta, Gideon cruzou os braços. Sua camisa continuou para fora da calça e o colarinho aberto, um look que eu achei sexy e tentador, o que só me deixou mais irritada. “Você acha que eu te trai?” Seu tom era cortado e frio. Chupei uma respiração profunda para suportar a dor de imaginar ele com Corinne no sofá atrás de mim. “Explique-me por que ela estava aqui no Crossfire, desse jeito. Por que o seu escritório está assim. Por que você está assim.” Ele encarou o sofá, depois para a almofada no chão, em seguida de volta para mim. “Eu não sei por que Corinne estava aqui ou por que ela estava desse jeito. Eu não a vi desde noite passada quando você estava comigo.” Noite passada parecia ter acontecido há uma eternidade. Eu queria que nunca tivesse acontecido. “Mas eu não estava com você,” eu apontei. “Ela piscou os cílios e disse que queria te apresentar a alguém e você me deixou lá em pé”. “Cristo.” Seus olhos brilharam. “ Isso de novo não”. Eu limpei com raiva uma lágrima que deslizou pela minha bochecha. Ele rosnou. “Você acha que eu fui com ela porque eu não via a hora de ficar com ela e ficar longe de você?” “Eu não sei, Gideon. Você me abandonou. Você é o único com as respostas aqui.” “Você me abandonou em primeiro lugar.” Meu queixo caiu. “Eu não!” “O caralho que não. Quase no mesmo segundo em que chegamos, você sumiu. Eu tive que caçá-la e quando achei, estava dançando com aquele babaca.” “Martin é o sobrinho de Stanton!” E desde que Stanton era meu padrasto, eu considerava Martin da família. “Eu não me importo que ele é um merda de um padre. Ele quer se dar bem com você” “Oh meu Deus. Isso é um absurdo! Para de desviar do assunto. Você estava conversando sobre negócios com seus associados. Era estranho ficar parada lá. Tanto para mim quanto para eles.” “Esse é o seu lugar, estranho ou não.”


Minha cabeça foi para trás como se ele tivesse me dado um tapa. “O que você disse?” “Como você se sentiria se eu fugisse de você na Festa de Waters Fiels e Leaman porque você começou a falar sobre uma campanha? Então, quando você me encontrasse, eu estivesse dançando música lenta com Magdalene?” “Eu – “ Deus. Eu não tinha pensado desse jeito. Gideon parecia suave e sereno com seu corpo apoiado contra a porta, mas eu conseguia sentir a raiva vibrando sob a superfície calma. Ela sempre estava rebitando, mas especialmente quando ele estava em ebulição com paixão. “É o meu lugar ficar ao lado de você e apoia-la, e sim, ás vezes apenas ficar lindo com os braços dados a você. É o meu direito, meu dever e o meu privilégio, Eva, assim como você.” “Eu pensei que estava fazendo um favor a você ficando fora do seu caminho.” Sua sobrancelha arqueada era uma silenciosa resposta. Meus braços se cruzaram em frente do meu corpo. “É por isso que saiu com Corinne? Você está me punindo?” “Se eu quisesse puni-la, Eva, teria te colocado de joelhos.” Meus olhos se estreitaram. Isso nunca iria acontecer. “Eu sei como entendeu”, ele disse secamente. “Eu não a queria toda ciumenta sobre Corinne antes que eu tivesse a chance de explicar. Eu precisava de alguns minutos para ter certeza que ela tinha entendido como você e eu estamos sérios, e como era importante para mim que você aproveitasse a noite. Essa foi a única razão pela qual eu me afastei de você”. “Você disse para ela não contar sobre vocês dois, não é mesmo? Você disse para ela ficar calada sobre o que ela é para você. Pena que Magdalene contou isso para mim.” E talvez Corinne e Magdalene planejaram tudo isso. Corinne conhecia Gideon bem o suficiente para antecipar seus movimentos, o que facilitou para ela planejar em torno de sua reação à sua inesperada aparição em Nova York. O que explicaria por que Magdalene me ligou hoje. Ela e Corinne se falaram no Waldorf quando Gideon as viram. Duas mulheres que queriam um homem que estava com outra mulher. Nada iam acontecer a elas enquanto eu estivesse no jogo, e por causa disso, eu não podia descartar a possibilidade delas estarem trabalhando juntas. “Eu queria que você ouvisse isso de mim” ele disse firmemente. Eu o ignorei, mais preocupada sobre o que estava acontecendo agora. “ Eu vi Corinne entrar no Bentley, Gideon. Um pouco antes de eu vir até aqui.” Sua outra sobrancelha levantou combinando com a outra. “Você viu?” “Sim, eu vi. Você pode explicar isso?” “Eu não posso não.”


Fúria queimou através de mim. De repente eu não podia suportar nem olhar para ele. “Então saia do meu caminho, eu tenho que voltar ao trabalho.” Ele não se moveu, “Eu só quer esclarecer algo antes de você ir: Você acredita que eu transei com ela?”. Ao ouvi-lo dizer isso em voz alta, estremeci. “Eu não sei em que acreditar. A evidência certamente-“ “Eu não quero saber se a ‘evidência’ fosse você me encontrar eu e ela pelados na cama juntos.” Ele disse tão rapidamente, que eu tropecei para trás de surpresa. Ele veio mais para perto. “Eu quero saber se você acha que eu transei com ela. Se você acha que eu faria isso. Ou que eu poderia. Você acha?” Meu pé começou a bater, mas eu não recuei. “Explique o batom em sua camisa, Gideon.” Sua mandíbula se apertou. “Não.” “O quê?” A recusa passou por mim em parafuso. “Responda minha pergunta.” Eu estudei seu rosto e vi a máscara que ele usa perto das pessoas mas que nunca usa comigo. Ele estendeu a mão para mim, como se fosse escovar minhas bochechas com as pontas de seus dedos, em seguida os puxou de volta no último minuto. Nesse breve instante em que ele se afastou, ouvi o ranger de seus dentes como se não me tocar fosse uma luta. Agoniada, eu estava grata que não estivesse me tocando. “Eu preciso que você me explique”, sussurrei, me perguntando se eu imaginei o estremecimento que atravessou seu rosto. Às vezes eu queria acreditar tanto em algo, que eu deliberadamente fabricava desculpas e ignorava as dolorosas verdades. “Eu não te dei razão alguma para duvidar de mim.” “Você está me dando uma agora, Gideon.” Eu exalei rapidamente. Ele estava em pé na minha frente, mas ele parecia quilômetros de distância. “Eu entendo que você precisa de tempo antes de compartilhar comigo os segredos dolorosos para você. Eu já estive no seu lugar, sabendo que precisava falar o que aconteceu comigo, mas eu simplesmente não estava pronta. É por isso que eu nunca o forcei ou o apressei. Mas esse segredo está me machucando, e isso é diferente. Você não vê?”. Praguejando sobre a respiração, ele segurou meu rosto com as mãos frias. “Eu faço qualquer coisa para ter certeza que você não tenha nenhuma razão para sentir ciúmes, mas quando fica possessiva, eu gosto. Eu quero que você lute por mim. Eu quero que você se importe comigo. Eu quero que seja louca por mim. Mas possessividade sem confiança é o inferno. Se não tem confiança em mim, não temos nada.” “Confiança é uma via de mão dupla, Gideon”. Ele chupou a respiração. “Merda, não me olhe desse jeito”.


“Estou tentando descobrir quem você é. Onde está o homem que veio em minha direção e disse que queria me foder? O homem que não hesitaria em pedir para que o amarrasse em nós, mesmo que eu estivesse terminando com ele? Eu acreditava que você sempre seria brutalmente honesto desse jeito. Eu contava com isso. Agora – “ eu balancei minha cabeça, minha garganta muito apertada para dizer alguma coisa. Crueldade franziu seus lábios, mas eles permaneceram teimosamente fechados. Pegando seus pulsos, eu puxei suas mãos. Eu estava o quebrando por dentro. “Eu não vou fugir dessa vez, mas você pode me afastar. Você pode querer pensar sobre isso.” Eu saí. Gideon não me impediu. *** Passei o resto da tarde focada no trabalho. Mark amou discutir em voz alta, o que foi um exercício de aprendizagem incrível para mim, e sua confiante e amável maneira de lidar com suas contas foi inspiradora. Eu o vi murmurar através das reuniões de dois clientes, nas quais ele transmitiu um ar de comando que era ao mesmo tempo reconfortante não ameaçadora. Em seguida, abordamos a análise das necessidades de uma empresa de brinquedos de bebê, focalizando as despesas de pobres retornos como também possibilidades inexploradas, como publicidades em blogs de mães. Eu era grata que meu trabalho era uma distração da minha vida pessoal, e eu estava ansiosa para ir para a minha aula de Krav Maga, para eu queimar um pouco dessa minha inquietação. Era um pouco depois das quatro quando o telefone em minha mesa tocou. Eu respondi rapidamente e senti meu coração pular ao som da voz de Gideon. “Devemos sair ás cinco”, ele disse, “para chegar a tempo no Dr. Petersen.” “Ah”. Eu tinha esquecido que nossas sessões de terapia para casais eram às Quintas-feiras, às 6 horas da tarde. Era a nossa primeira. De repente, eu me perguntava se seria também a última. “Eu vou te pegar”, ele continuou rispidamente “quando estiver na hora.” Eu suspirei, me sentido longe de disposta a ir. Eu já estava chata e irritável da nossa briga mais cedo. “Desculpa por ter te batido. Eu não deveria ter feito isso. Eu odeio ter feito isso.” “Anjo”. Gideon exalou duramente. “Você não fez a única pergunta que importa.” Meus olhos se fecharam. Era irritante como ele lia minha mente. “De qualquer forma, isso não muda o fato de que você está mantendo segredos.” “Segredos é algo em que podemos trabalhar. Traição não.” Eu esfreguei a dor em minha testa. “Você está certo sobre isso”. “É apenas você, Eva”. Sua voz era cortada e pesada.


Um tremor passou por mim na fúria subjacente suas palavras. Ele ainda estava com raiva que eu tinha duvidado dele. Oh bem. Eu também estava com raiva. “Eu estarei pronta ás 5”. Ele desligou, como de costume. Enquanto eu colocava meu computador para dormir e pegava meus pertences, ele conversava com Mark sobre o curso do trabalho na conta da Kingsman Vodka. Eu assisti Gideon furtivamente. Ele era uma figura imponente com sua estrutura muscular em seu terno escuro e se postava de uma maneira que projetava impenetrabilidade, ainda que eu o via muito vulnerável. Eu era apaixonada por esse homem sensível e profundamente emocional. E eu me ressentia com sua fachada e com suas tentativas de se esconder de mim. Virando a cabeça, ele me pegou olhando. Eu vi um vislumbre do meu amada Gideon em seu olhar selvagem azul, que brevemente expôs um desejo imponente. Então ele se foi, substituída pela máscara fria. “Pronta?” Era tão óbvio que ele estava escondendo algo, e me matava ter esse abismo entre nós. Saber que ele não confiava em mim o suficiente para contar algo. Quando saímos pela recepção, Megumi descansou a bochecha na palma da mão e deu um suspiro dramático. “Ela está flertando com você, Cross”, eu murmurei enquanto saímos e chamamos o elevador. “Tanto faz.” Ele bufou. “O que ela sabe de mim?” “Eu tenho me perguntado a mesma coisa todos os dias”, eu disse calmamente. Dessa vez, eu tive certeza de que ele estremeceu. *** Dr. Lyle Petersen era alto, com cabelos grisalhos cuidadosamente penteados, e olhos azuis denim afiados. Seu escritório era bem decorado em cores neutras e seu mobiliário era extremamente confortável, algo que observei em todas as minhas consultas a ele. Era estranho vê-lo como meu terapeuta agora. No passado, ele teria me chamado apenas de filha da minha mãe. Ele foi o psiquiatra da minha mãe nos últimos anos. Eu observei enquanto ele se acomodou na poltrona cinza em frente ao sofá onde Gideon e eu estávamos sentados. Seu olhar aguçado mudou entre nós, claramente observando como escolhemos as extremidades do sofá para nos sentar, nossas posturas rígidas revelando nossa defesa. Nós viemos a viagem toda até aqui do mesmo jeito. Abrindo a capa de seu tablete, Dr. Petersen agarrou sua caneta e disse: “Vamos dizer com a causa da tensão entre vocês?” Esperei um instante, para dar a Gideon uma chance de falar primeiro. Eu não fiquei surpresa quando ele ficou lá sentado, em silêncio. “Bem... nas últimas vinte e quatro horas eu encontrei uma noiva de Gideon que eu não sabia que existia.” “Ex-noiva”, Gideon rosnou, “- e eu descobri que a razão por ele namorar morenas exclusivamente é por causa dela-“


“Não era namoro”. “ – e eu a peguei saindo de seu escritório depois do almoço desse jeito –“ eu procurei a foto em meu celular. “Ela estava saindo do prédio”, Gideon disse rispidamente, “Não do meu escritório”. Eu achei a foto e passei o meu celular para o Dr. Petersen. ”E estava entrando em seu carro, Gideon!” “Angus lhe disse antes de chegarmos aqui que ele a viu ali, a reconheceu e estava sendo educado.” “Como se ele pudesse falar algo diferente!” eu respondi. “Ele é seu motorista desde que era um garoto. É claro que ia salvar seu traseiro.” “Ah, é uma conspiração agora?” “O que ele estava fazendo lá, então?” eu o desafiei. “Me levando para almoçar.” “Onde? Vou ver se você estava lá e ela não, e tiramos essa parte”. A mandíbula de Gideon se apertou. “Eu disse a você. Eu tive um compromisso inesperado. Eu não pude ir almoçar.” “Quem era o compromisso?” “Não era Corinne”. “Isso não é uma resposta!” olhei para o Dr.Petersen, que calmamente passou meu celular de volta para mim. “Quando eu fui ao seu escritório para perguntar o que diabos estava acontecendo, eu o achei semi-vestido, recém-banhado, com um de seus sofás fora do lugar e os travesseiros espalhados por todo o chão”. “UM maldito travesseiro!” “- e batom vermelho em sua camisa”. “Há dúzias de empresas em Crossfire”, Gideon disse friamente. “Ela poderia ter ido visitar qualquer uma delas.” “Certo”, eu disse lentamente, minha voz gotejando sarcasmo. “É claro”. “Eu não a teria levado para o hotel?” Eu suguei minha respiração afiada, cambaleando. “Você ainda tem esse quarto?” Sua máscara caiu, revelando uma crise de pânico. A realização de que ele ainda tinha seu sex pad – um quarto de hotel que ele usava exclusivamente pra foder e onde eu nunca irei novamente – me atingiu como um golpe físico, o envio de uma dor aguda em meu peito. Um som baixo me deixou, um gemido de dor que me deixou de olhos fechados.


“Vamos ir devagar,” Dr. Petersen interrompeu, rabiscando rapidamente. “Eu quero voltar um pouco. Gideon, por que você não contou a Eva sobre Corinne?” “Eu tinha a intenção de fazê-lo”, Gideon disse firmemente. “Ele não me diz nada.” Eu sussurrei, procurando por um lenço em minha bolsa para a maquiagem não borrar meu rosto. Por que ele mantém esse quarto? A única explicação era que ele pretendia usá-lo com alguém que não fosse eu. “Sobre o que vocês falam?” Dr. Petersen perguntou, direcionado a pergunta a nós dois. “Eu normalmente peço desculpas.” Gideon murmurou. Dr. Petersen olhou para cima. “Pelo quê?” “Tudo”. Ele passou a mão pelo cabelo. “Você sente que Eva é muito exigente ou espera muito de você?” Eu senti o olhar de Gideon no meu perfil. “Não. Ela nunca pede por nada.” “Exceto pela verdade.” Eu o corrigi, virando-se para ele. Seus olhos brilharam, queimando-me com o calor. “Eu nunca menti para você”. “Você quer que ela peça coisas a você, Gideon?” Dr. Petersen perguntou. Gideon franziu a testa. “Pense sobre isso. Vamos voltar a isso.” Dr. Petersen voltou sua atenção para mim. “Estou intrigado com a foto que você tirou, Eva. Vocês foram confrontados com uma situação que muitas mulheres achariam profundamente perturbadora.” “Não houve nenhuma situação”, Gideon reiterou friamente. “A percepção dela sobre a situação”, Dr. Petersen qualificou. “Uma percepção ridícula, considerando o aspecto físico de nossa relação.” “Tudo bem. Vamos falar sobre isso. Quantas vezes por semana vocês fazem sexo? Em média?” Meu rosto se aqueceu. Olhei para Gideon, que retornou meu olhar com um sorriso. “Umm...” meus lábios torciam com tristeza. “Muito”. “Diariamente?” As sobrancelhas de Dr. Petersen se levantaram quando eu descruzei e cruzei novamente as pernas, consentindo. “Várias vezes por dia?” Gideon entrou na conversa, “Em média”.


Deitando seu tablet em seu colo, Dr. Petersen encontrou o olhar de Gideon. “Este é o nível de atividade sexual habitual para vocês?” “Nada sobre meu relacionamento com Eva é habitual, doutor”. “Qual foi a frequência de suas relações sexuais antes de Eva?” A mandíbula de Gideon ficou tensa e ele olhou para mim. “Está tudo bem”, eu disse a ele, mesmo que eu de jeito nenhum eu responderia essa pergunta na frente dele. Ele estendeu a mão para mim, que media a distância entre nós. Eu coloquei a minha na sua e apreciei o aperto tranquilizador que ele me deu. “Duas vezes por semana”, disse ele firmemente. “Em média”. O número de mulheres foi acrescentado rapidamente em minha mente. Minha mão livre se fechou em um punho no meu colo. Dr. Petersen sentou-se. “Eva trouxe à tona preocupações de infidelidade e falta de comunicação em seu relacionamento. Quantas vezes o sexo é usado para resolver divergências?” A sobrancelha de Gideon se ergueu. “Antes de assumir o sofrimento de Eva debaixo de meu libido hiperativo, você deve saber que ela inicia o sexo pelo menos tão frequentemente quanto eu. Se um de nós temos problemas sobre manter-se, seria eu apenas em virtude de possuir anatomia masculina”. Dr. Petersen olhou para mim para confirmar. “A maioria de nossas interações nos leva ao sexo”, eu confirmei, “incluindo lutas”. “Antes ou depois do conflito é considerado resolvido para vocês dois?” Eu suspirei. “Antes”. Ele largou a caneta e começou a digitar. Eu pensei que ele terminaria escrevendo uma novela com o tempo que levou para digitar. O relacionamento de vocês tem sido altamente sexual desde o início?” questionou. Eu concordei com a cabeça, mesmo que ele não estivesse olhando. “Somos muito atraídos um pelo outro.” “Obviamente”. Ele olhou para cima e deu um sorriso amável. “No entanto, eu gostaria de discutir a possibilidade de abstinência enquanto nós –“ “Não há nenhuma possibilidade”, Gideon interveio. “Isso não é uma possibilidade. Sugiro que se concentre não nas coisas que não estão funcionando, sem eliminar uma das pucas coisas que estão”. “Eu não tenho certeza que isso está funcionando, Gideon”, Dr. Petersen disse uniformemente. “Não é da maneira que devia ser.”


“Doutor”. Gideon colocou um tornozelo no joelho oposto e se acomodou, criando uma imagem de inflexível determinação. “A única jeito de manter minhas mãos longe dela é se eu tiver morto. Encontre outro jeito de nos ajudar”. *** “Eu sou novo com essa coisa de terapia”, disse Gideon mais tarde, depois que tínhamos chegado em Bentley e estávamos indo para casa. “Então, eu não tenho certeza. Foi a tragédia que eu senti que foi?” “Poderia ter sido melhor”, eu disse, cansada, inclinado a cabeça para trás e fechando os olhos. Eu estava morta. Cansada demais para sequer pensar em ir a uma aula de Krav Maga de oito horas. “Eu mataria por um banho rápido e minha cama”. “Eu tenho coisas a fazer antes de ir para a cama.” “Tudo bem”, eu bocejei. “Por que não tiramos uma noite de folga e nos vemos amanhã?” Silêncio espesso veio em minha sugestão. Depois de um momento, tornou-se tão cheio de tensão que eu estava motivada a levantar minha cabeça e minhas pálpebras pesadas para olhar para ele. Seu olhar estava em meu rosto, seus lábios em uma linha de frustração. “Você está me dispensando”. “O caralho que não está! Você me julgou e me condenou, e agora está me excluindo”. “Estou exausta, Gideon! Há um limite de merdas que eu consigo aguentar antes de ser penetrada. Eu preciso dormir e – “. “Eu preciso de você”, ele disparou. “O que eu preciso fazer para que acredite em mim?” “Eu não acho que me traiu, ok? Mesmo que pareça muito suspeito, não consigo me convencer de que faria isso. É só os seus segredos que estão começando a ser demais. Eu estou dando tudo de mim nisso e você – “. “Você não acha que eu te trai?” ele torceu no banco, deslizando uma perna dobrada entre nós para me encarar diretamente. “Eu nunca lutei tanto por algo na minha vida como eu tenho lutado por você”. “Você não pode fazer esse esforço por mim. Tem que fazer isso por você.” “Não me venha com essa! Eu não precisaria trabalhar nas minhas habilidades de relacionamento para qualquer outra pessoa”. Com um gemido baixo, eu descansei minha bochecha contra o banco e fechei os olhos novamente. “Eu cansei de discutir, Gideon. Eu só quero um pouco de paz e tranquilidade esta noite. Eu estive mal o dia todo.” “Você está doente?” ele mudou de posição, segurando delicadamente a parte de trás do meu pescoço e pressionando seus lábios em minha testa. “Você não está quente. É o seu estômago?”


Eu o respirei, absorvendo o delicioso aroma de sua pele. O desejo de pressionar meu rosto na curva de seu pescoço era quase irresistível. “Não”. Então eu percebi. Eu gemi. “O que é isso?” ele me puxou para o seu colo, me segurando para perto. “O que há de errado? Você precisa de um médico?” “Estou em meu período”, sussurrei, não querendo que Angus ouvisse. “Ele deve começar a qualquer momento. Eu não sei por que não percebi isso antes. Não me admira que eu esteja tão cansada e irritadiça, estou hormonal.” Ele acalmou. Depois de um segundo ou dois, eu inclinei minha cabeça para trás para procurar seu rosto. Com os lábios torcidos com tristeza, ele admitiu: “Isso é novo para mim. Não é algo que surge no curso de uma ida de sexo casual”. “Sorte sua. Você começa a experimentar a inconveniência reservada para homens com namoradas e esposas.” “Eu tenho sorte.” Gideon tirou os cabelos soltos de minha têmpora, seu próprio cabelo luxuriante caindo em torno de seu rosto cinzelado. “ E, talvez, se eu realmente for sortudo, você vai se sentir melhor amanhã e gostar de mim de novo.” Ah, Deus. Meu coração doeu no meu peito. “Eu gosto de você agora, Gideon. Eu só não gosto de você guardar segredos. Vai nos separar.” “Não deixe.” Ele murmurou, traçando minha sobrancelha com a ponta do dedo. “Confie em mim.” “Você tem que confiar em mim também.” Dobrando-se em cima de mim, ele pressionou seus lábios suavemente aos meus. “Você não sabe, meu anjo?”, ele respirou. “Não há alguém em que eu confie mais”. Deslizando meus braços debaixo de seu casaco, eu o abracei, absorvendo o calor de seu corpo magro e rígido. Eu não poderia deixar de me preocupar que estávamos a deriva um do outro. Gideon pressionando a vantagem, sua língua mergulhando em minha boca, tocando levemente e me provocando com lambidas de veludo. Enganosamente sem pressa. Procurei um contato mais profundo, precisando de mais. Sempre mais. Odiando que, além disso, ele me deu tão pouco de si mesmo. Ele gemeu em minha boca, eu som de prazer erótico e desejo que vibrou através de mim. Inclinando a cabeça, ele selou os lábios bem esculpidos sobre os meus. O beijo se aprofundou, nossas línguas se acariciando, nossas respirações apressando-se. O braço que ele tinha em volta de mim apertado, me puxava mais pra perto. Sua outra mão deslizou sob minha camisa, segurando minha coluna com sua palma da mãe quente.


Seus dedos flexionados gentilmente me acariciaram enquanto nosso beijo ficava mais selvagem. Eu arqueei em sua carícia, precisando da tranquilidade de seu toque contra minha pele nua. “Gideon...” Pela primeira vez, a nossa proximidade física não foi suficiente para acalmar o desejo dentro de mim. “Shh”, ele me acalmou. “Estou aqui. Não vou a lugar nenhum”. Fechando os olhos, eu enterrei meu rosto em seu pescoço, me perguntando se nós seríamos teimosos e continuássemos, mesmo que fosse melhor deixar ir.


Capítulo 4 Acordei com um choro abafado por uma mão apertada sob minha boca. Um peso arrebatador tirava o meu ar enquanto a outra mão passava por baixo da minha camisola, apertando e marcando-me. O pânico me sacudiu e batia minhas pernas freneticamente. Não … Por favor, não . . . Não mais. Não de novo. Ofegante como um cachorro, Nathan entreabriu minhas pernas. A coisa dura entre suas pernas me cutucava cegamente, batendo no interior das minhas coxa. Eu lutava com meus pulmões queimando, mas ele era tão forte. Não podia tirá-lo de mim. Não conseguia afastá-lo. Pare! Me larga. Não me toque. Oh, Deus . . . por favor não faça isso comigo . . . não me machuque . . . Mamãe! A mão de Nathan me segurava, apertando minha cabeça contra o travesseiro. Quanto mais eu lutava, mas ele ficava excitado. Arfando palavras sujas e medonhas na minha orelha, ele encontrou o lugar macio entre minhas pernas e sem empurrou em mim, gemendo. Eu fiquei parada, no vértice de uma dor terrível. “Sim,” ele grunia. “. . .mais uma vez em você . . . sua puta gostosa . . . sei que gosta . . .” Eu não conseguia respirar, meus pulmões tremiam com soluços, enquanto minhas narinas estavam bloqueadas pela palma da sua mão. Luzes dançavam por baixo dos meus olhos; meu peito queimava. Lutei novamente precisando de ar . . . desesperada por ar — “Eva! Acorde!” Meus olhos se abriram com o comando. Eu me soltei do aperto das mãos contra meus bíceps, ganhando a liberdade. Eu consegui escapar . . . brigando contra os lençóis ao redor do minhas pernas. . . chutando-os fora . . . O impacto ao bater no chão me acordou totalmente e um som horrível de dor e medo escapou da minha garganta. “Jesus! Eva, porra. Cuidado para não se machucar!” Respirei fundo e me arrastei para o banheiro de quatro. Gideon me apanhou e me segurou contra seu peito. “Eva.” “Estou mal,” Engoli em seco, colocando a mão sobre a minha boca assim que meu estômago se agitou. “Eu lhe seguro,” ele disse severamente, levando-me com passos rápidos e poderosos. Ele me levou para o banheiro e colocou-me no assento. Ajoelhado ao meu lado, ele segurou meu cabelo para trás enquanto eu vomitava, com a mão quente acariciando de cima e para baixo nas minhas costas. “Shh . . . anjo,” murmurou mais de uma vez. “Está bem. Você está segura.” Quando meu estômago se esvaziou, eu dei a descarga e descansei meu rosto suado e encharcado no meu antebraço, tentando focar em tudo menos no que restou do meu sonho. “Garota.” Virei minha cabeça até encontrar Cary parado na porta do banheiro, com seu rosto bonito marcado por uma carranca. Ele estava vestido em um jeans folgado e camisa henley, o que me deixou consciente de que Gideon também estava completamente vestido. Ele estava sem o terno mais cedo quando nós chegamos ao meu apartamento, mas ele não estava usando o moletom que estava vestido. Em vez disso, ele estava em jeans e uma camiseta preta. Desorientado pela aparência deles, olhei para o relógio e vi que já passava da meia-noite. "O que vocês estão fazendo?" “Estava entrando,” Cary disse. “Quando me encontrei com Cross chegando.” Olhei para Gideon, que tinha uma carraca semelhante a de Cary. “Você saiu?”


Gideon me ajudou a levantar. “Eu lhe disse que tinha algumas coisas para resolver.” Até meia-noite? “Que coisas?” “Nada de importante.” Eu me afastei de seu aperto e fui até a pia para escovar os dentes. Um outro segredo. Quantos ele teria? Cary apareceu por trás do meu ombro, com seu olhar se encontrando com o meu através do reflexo do meu espelho. “Você não tem tido um pesadelo há muito tempo.” Observando seus olhos verdes preocupados, deixei que ele percebesse o quanto eu estava cansada. Ele deu um aperto tranquilizador em meu ombro. “Vamos pegar leve nesse fim de semana. Recarregar as baterias. Ambos precisamos disso. Você vai ficar bem agora?” “Eu fico com ela.” Gideon endireitou-se em sua posição próximo a borda da minha banheira, onde ele tinha tirado suas botas. “Isso não significa que não estarei longe.” Cary me deu um beijo rápido na testa. "Grite se precisar de mim." O olhar que ele me deu antes de sair da sala falou volumes – ele não estava confortável com Gideon dormindo aqui. A verdade era que eu tinha algumas reservas também. Eu pensei que minha desconfiança persistente sobre a desordem de sono de Gideon estava contribuindo muito para o meu estado emocional selvagem. Como Cary havia dito recentemente, o homem que eu amava era uma bomba-relógio e eu compartilhava a cama com ele. Enxaguando a boca, coloquei a escova de dentes no seu lugar. “Preciso de um banho.” Tomei um banho antes de desmoronar, mas ainda sim me sentia suja novamente. Um suor frio agarravase na minha pele e quando fechei meus olhos, eu ainda podia sentir o seu cheiro – o cheiro de Nathan – em mim. Gideon ligou o chuveiro e depois se despiu, distraindo-me abençoadamente com a visão de seu corpo gloriosamente rígido. Seus músculos eram duros e bem definidos, com sua estrutura corporal delgada, mas poderosa e elegante. Deixei minhas roupas onde elas caíram e entrei debaixo do jato de água quente com um gemido. Ele entrou ficando atrás de mim, puxando meu cabelo para o lado e deixando um beijo no meu ombro. “Como se sente?” “Melhor.” Porque você está perto de mim. Seus braços me embrulharam delicadamente ao redor do meu corpo enquanto ele exalou pesadamente. “Eu . . . Jesus, Eva. Você estava sonhando com Nathan?” Respirei fundo. “Talvez um dia possamos conversar sobre nossos sonhos, hum?" Ele respirou fundo, flexionando os dedos contra o meu quadril. "É assim, não é?" “Sim,” Eu murmurei. “É assim.” Ficamos lá por um bom tempo, cercado pelo vapor e pelos segredos, fisicamente juntos mas emocionalmente distantes. Eu odiava isso. A vontade de chorar era esmagadora e eu não ia lutar contra isso. Seria melhor deixar isso sair. Toda a pressão do dia parecia fluir para fora de mim enquanto eu soluçava. "Anjo. . ." Gideon estava pressionado contra as minhas costas, com os braços apertados em volta de minha cintura, acalmando-me com o escudo protetor de seu corpo grande. "Não chore. . . Deus. Eu não consigo. Diga-me o que precisa, anjo. Diga-me o que quer que eu faça.”


“Limpe isso de mim.” Eu sussurrei, inclinando-se para ele, precisando do conforto de sua possessividade apaixonada. Meus dedos entrelaçados com os seus contra o meu estômago. "Deixe-me limpa." "Você está." Estremeci numa respiração sôfrega, sacudindo a cabeça. "Ouça-me, Eva. Ninguém pode tocar em você ", disse ele impetuosamente. "Ninguém pode chegar até você. Nunca novamente." Meus dedos se apertaram aos seus. "Eles teriam que passar por mim, Eva. E isso nunca acontecerá. " Eu não podia falar em virtude da dor em minha garganta. Ao pensar em Gideon enfrentando meu pesadelo. . . encontrando-se com o homem que tinha feito essas coisas para mim. . . o nó frio que estava na minha barriga durante o dia se apertou. Gideon pegou o meu shampoo e eu fechei os olhos, deixando tudo lá fora, exceto o homem cujo único foco naquele momento era eu. Eu esperei, sem fôlego, pela sensação de seus dedos mágicos. Quando veio, eu estendi a mão para a parede na minha frente para me equilibrar. Com ambas as palmas contra o azulejo frio, eu saboreava a sensação das pontas dos dedos massageando meu couro cabeludo enquanto eu gemia. “Melhor?” Ele perguntou com uma voz baixa e rouca. “Sempre.” Caí em êxtase enquanto ele lavava e enxaguava meu cabelo, tremendo levemente enquanto ele corria um pente de dentes largos através dos fios encharcados. Fiquei decepcionada quando ele terminou e eu devo ter feito algum som de arrependimento, porque ele se inclinou para frente e prometeu: "Eu ainda não terminei." Senti o cheiro da loção de banho, quando – “Gideon.” Eu arqueei em suas mãos ensaboadas. O seus polegares massageavam suavemente os nós em meus ombros, derretendo-os com a quantidade perfeita de pressão. Em seguida, ele desceu pela minha espinha. . . nádegas. . . pernas. . “Eu vou cair,” Disse embriagada pelo prazer. “Eu lhe seguro, meu anjo. Eu sempre vou lhe segurar.” A dor e a degradação de minhas memórias foram lavadas sob a reverência altruísta da atenção paciente de Gideon. Mais do que água e sabão, era seu toque que me libertou do pesadelo. Eu me virei para sua insistência e olhei para ele agachado diante de mim, suas mãos deslizando em minhas panturrilhas, seu corpo numa espantosa exibição de músculos tensos flexionados. Tocando em sua mandíbula, eu inclinei a sua cabeça para cima. "Você pode ser tão bom para mim, Gideon," eu disse-lhe em voz baixa. "Eu não sei como eu poderia esquecer isso. Mesmo por um minuto. " Seu peito se expandiu em uma respiração rápida e profunda. Ele se levantou, com suas mãos deslizando pelas minhas coxas, até que se segurou em mim novamente. Seus lábios tocaram os meus suavemente. Levemente. "Eu sei que hoje foi um dia completamente fodido. Merda. . . a semana toda foi. Foi difícil para mim também." "Eu sei." Eu o abracei, apertando minha bochecha de seu coração. Ele era tão sólido e forte. Eu amava o jeito que eu me sentia quando estava em seus braços.


Ele já estava grosso e duro entre nós, mas cresceu ainda mais assim que lhe abracei. "Eva. . . " Ele limpou a garganta. "Deixe-me terminar, meu anjo." Mordi seu queixo com meus dentes e estendi a mão para apertar sua bunda perfeita, puxando-o mais contra mim. “Porque não começa logo com isso?” “Não era exatamente isso que eu estava querendo.” Como se fosse possível terminar de outro jeito quando nos dois estávamos nus e deslizando nossas mãos um no outro. Gideon podia colocar sua mão na parte de baixo das minhas costas enquanto estávamos caminhando e me fazer tão necessitada, como se ele tivesse colocado sua mão entre minhas pernas. "Bem. . . revisitar e rever, especialista. " As mãos de Gideon subiram e seguraram os lados da minha garganta, os seus polegares abaixo do meu queixo o empurraram para cima. Sua fisionomia era distante e antes que ele pudesse me dizer o porquê de não ser uma boa idéia fazer amor agora, eu peguei o pau dele em minhas mãos. Ele resmungou, empurrando seus quadris. "Eva. . . " "Seria uma pena perder isso." "Eu não posso estragar isso com você." Seus olhos eram escuros como safiras. "Se você se apavorar enquanto eu estiver lhe tocando, eu perderia minha cabeça." "Gideon, por favor" "Eu digo quando." O comando de sua voz era inconfundível. Meu aperto afrouxou automaticamente. Ele deu um passo para trás e se afastou, sua mão caindo com um punho para seu pênis. Eu me mexi inquieta, minha atenção concentrada para o que a mão hábil e seus dedos longos e elegantes estavam fazendo. Como a distância entre nós aumentou, eu comecei a sentir-me doente, o meu corpo respondendo pela perda do seu. A languidez aquecida tinha insuflado com seu toque que se transformou em um calor lento, como se tivesse depositado um fogo que tinha sido subitamente atiçado. "Vê algo que gosta?" Ele ronronou, masturbando-se. Espantada que ele tivesse me insultado depois de me negar o que queria, olhei para ele. . . e perdi meu fôlego. Gideon estava ardendo também. Eu não conseguia pensar em outra palavra para descrevê-lo. Ele me olhava com as pálpebras pesadas como se quisesse me comer viva. Sua língua deslizou sedutoramente ao longo da linha de seus lábios, como se estivesse me provando. Quando ele pegou a curva cheia inferior do seu lábio entre os dentes, eu poderia jurar que estava sentindo-o entre as minhas pernas. Eu conhecia aquele olhar muito bem. . . eu sabia o que vinha depois. . . sabia como ele poderia ser selvagem quando ele me queria tanto. Era um olhar que gritava SEXO. Sexo duro, profundo, sem fim, alucinante. Ele estava do outro lado do meu chuveiro, seus pés plantados no chão, seu corpo flexionado movendo-se ritmicamente enquanto acariciava seu pau bonito com longos e lentos golpes. Eu nunca tinha visto nada tão descaradamente sexual ou ousadamente masculino. "Oh, meu Deus", eu respirei, rebitadas. "Você é tão gostoso." O brilho em seus olhos sabia o que ele fazia comigo. Sua mão livre deslizou lentamente até seu abdômen rígido e apertou seu peitoral, fazendo-me ciúmes. "Você pode gozar enquanto me observa?"


A percepção me atingiu. Ele estava com medo de me tocar sexualmente logo após meu pesadelo, assustado no que poderia acontecer conosco se ele me incitasse. Mas ele estava disposto a me oferecer um espetáculo – para me inspirar – então eu poderia me tocar. A onda de emoção que senti naquele momento foi devastadora. Gratidão e afeto, desejo e ternura. "Eu te amo, Gideon." Seus olhos fecharam com força, como se as palavras foram demais para ele ouvi-las. Quando se abriram de novo, a força do seu desejo enviou um arrepio de excitação em mim. "Me mostre. " A cabeça larga de seu pênis estava envolta em sua palma. Ele apertou, trazendo cor para seu rosto e me fazendo pressionar minhas coxas juntas. Seu polegar esfregado sobre a auréola plana de seu mamilo. Uma vez. Duas vezes. Ele gemia um som agressivo de prazer que me deixou salivando. A água que batia nas minhas costas e o vapor em ondas que deslizava entre nós só contribuíram para o erotismo de um cenário que ele presenteava. Sua mão acelerou, deslizando ritmicamente de cima e para baixo. Ele era tão longo e grosso. Inegavelmente viril. Incapaz de suportar a dor de meus mamilos apertados, segurei os meus seios e os apertei. "Isso, meu anjo. Mostre-me o que eu faço você sentir. " Houve um momento em que eu me perguntava se eu conseguiria. Não fazia muito tempo que eu estava com vergonha de falar sobre o meu vibrador com Gideon cara-a-cara. "Olhe para mim, Eva." Ele segurou suas bolas em uma mão e seu pau no outro. Completamente desinibido, o que era muito excitante. "Eu não quero gozar sem você. Preciso de você comigo. " Eu queria ser tão estimulante para ele. Eu queria que ele estivesse tão estimulado e necessitado como eu me sentia. Eu queria que meu corpo – meu desejo – pudesse ser gravado em seu cérebro da mesma forma que a imagem dele seria gravada em mim. Com os meus olhos colados nos dele, minhas mãos deslizavam sobre meu corpo. Eu observava seus movimentos. . . ouvi quando ele pegou fôlego para respirar. . . usando suas pistas conhecidas para deixalo louco. Era, de alguma forma, tão íntimo como quando ele estava dentro de mim, talvez mais porque estávamos abertos e exibidos. Totalmente à mostra. Nosso prazer refletido em cada um de nós. Ele começou a me contar o que ele queria naquela voz rouca de um deus do sexo: Puxe os mamilos, anjo. . . Se Toque – você está molhada? Empurre os dedos dentro de você. . . Sinta como você é apertada? Um pequeno paraíso quente, apertado para o meu pau. . . Você é tão linda. . . Tão sexy. Eu estou tão duro que dói. . . Veja o que você faz comigo? Eu vou gozar tão forte para você. . . "Gideon". Eu engoli em seco, meus dedos massageando meu clitóris em círculos rápidos, meus quadris movendo-se contra meu toque. "Estou perto, assim como você", disse ele com voz rouca, sua mão punhetando seu pau com uma velocidade brutal e violenta em sua corrida para o orgasmo. Na primeira contração do meu centro, eu gritei com minhas pernas tremendo. A palma de minha mão bateu contra o material de vidro para me equilibrar, com um clímax de roubar a força dos meus músculos. Gideon estava em mim em um segundo, agarrando meu quadril de uma forma que transmitia ganância e posse, flexionando os dedos com agitação inquieta. "Eva", ele rosnou, como a primeira explosão do seu grosso e quente sêmen que atingiu minha barriga. "Porra". Curvado sobre mim, seus dentes afundou no ponto sensível entre meu ombro e pescoço, uma mordida indolor que transmitiu a brutalidade de seu prazer. Seus gemidos vibraram contra mim e ele gozou violentamente, jorrando repetidamente contra meu estômago.


*** Era um pouco depois das seis da manhã quando saí do meu quarto. Eu estava acordada por um tempo, observando o sono de Gideon. Era um prazer raro, porque eu mal conseguia acordar antes dele. Eu poderia olhar para ele sem quaisquer preocupações de que ele ficaria desconfortável. Eu passei pelo corredor até que cheguei no piso expansivo da sala de estar. Era ridículo que Cary e eu vivia no Upper West Side em um apartamento grande o suficiente para uma família, mas há muito tempo aprendi a escolher minhas batalhas em se tratando de discutir com a minha mãe e padrasto por minha segurança. Não havia nenhuma maneira de discutir sem que eles pesquisassem sobre o lugar e a segurança, assim como em relação ao porteiro e recepção, mas eu poderia explorar a minha cooperação nos arranjos da minha vida conseguindo vencê-los facilmente em outros pontos. Eu estava na cozinha, esperando o café ficar pronto, quando Cary se juntou a mim. Ele estava surpreendente em um moleton cinza da Universidade de San Diego, com o cabelo castanho despenteado pelo sono e a barba de um dia ao longo de seu queixo quadrado. "Bom dia, garota", ele murmurou, pressionando um beijo na minha testa assim que passou por mim. "Acordou cedo." "Olha quem está falando." Ele pegou duas canecas do armário e em seguida tirou o creme da geladeira. Ele os trouxeaté a bancada e me estudou. "Como você está?" "Estou bem. De verdade." Insisti quando ele me lançou um olhar cético. "Gideon tomou conta de mim." "Ok. Para começar, se isso é verdade, porque então ele foi a razão de você ter se estressado o suficiente para ter um pesadelo?" Enchi as canecas para nós dois, adicionando açúcar no meu e creme para nós dois. Assim, eu lhe contei sobre Corinne e o jantar em Waldorf, depois sobre o argumento que eu tive com Gideon sobre a aparição dela no Edifício Crossfire. Cary estava com o quadril apoiado no balcão, com as pernas cruzadas no tornozelo e um braço coçando seu toráx. Ele tomou um gole de café. "Não há explicação, não é?" Eu balancei a cabeça, sentindo o peso do silêncio de Gideon. "E quanto a você? Como você está? " "Então já vai mudar de assunto?" "O que mais há para dizer? É um lado da estória." "Você já parou para pensar que ele sempre poderá ter segredos?" Franzindo a testa, eu abaixei minha caneca. "O que você quer dizer?" "Eu quero dizer que ele é o filho de 28 anos de idade de um suicida vigarista do esquema Ponzi1, que é dono de um grande pedaço de Manhattan." Ele tinha uma sobrancelha arqueada para cima em desafio. "Pense nisso. Podem ser eles mutuamente exclusivos? " Baixando o meu olhar para a minha caneca, tomei um gole e não confessei que me perguntava a mesma coisa uma ou duas vezes. A extensão da fortuna e do império de Gideon era vacilante, especialmente considerando sua idade. "Eu não consigo ver Gideon fraudando as pessoas, não quando é mais que um desafio para conseguir o que ele legitimamente tem." 1

Um esquema Ponzi é uma sofisticada operação fraudulenta de investimento do tipo esquema em pirâmide que envolve o pagamento de rendimentos anormalmente altos ("lucros") aos investidores, às custas do dinheiro pago pelos investidores que chegarem posteriormente, em vez da receita gerada por qualquer negócio real.


"Com todos os segredos que ele tem, você pode ter certeza se você o conhece bem o suficiente para fazer esse julgamento?" Pensei no homem que tinha passado a noite comigo e senti um alívio de como eu estava certa sobre a minha resposta, pelo menos naquele momento. "Sim". "Tudo bem, então." Cary encolheu os ombros. "Eu conversei com o Dr. Travis ontem." Meus pensamentos imediatamente desviaram-se para em outra direção, com a menção de nosso terapeuta em San Diego. "É mesmo?" "É. Eu realmente me fodi na outra noite. " De um jeito agitado, ele pegou sua longa franja e colocou para trás de seu rosto, eu sabia que ele estava se referindo a orgia que eu vi acontecendo. "Cross quebrou o nariz de Ian e feriu o lábio dele", ele disse, lembrando-me de como violentamente Gideon respondeu ao amigo de Cary. . .que rudemente me propôs a participar. "Eu vi Ian ontem e parece que ele foi atingido no rosto com um tijolo. Ele estava perguntando sobre quem bateu nele, para que ele pudesse prestar queixa." "Oh". Meus pulmões se apertaram durante dois batimentos cardíacos. "Oh, merda." "Eu sei. O bilionário mais ação judicial igual a um montão de dólares. Que diabos eu estava pensando?" Cary fechou os olhos e esfregou-os. "Eu disse a ele que não sabia quem era seu parceiro. Disse que talvez fosse um cara que você pegou e arrastou para casa. Cross o pegou rapidamente, então Ian não viu quem era." "As duas meninas que estavam com vocês deram uma boa olhada Gideon," eu disse séria. "Ela fugiram por aquela porta", Cary apontou para a porta da sala de estar, como se ela ainda pudesse recordar do barulho da batida ao fecha-la – "como se fossem morcegos do inferno. Elas não foram para emergência com a gente e nenhum de nós sabe quem eram. Se Ian não se encontrar com elas novamente estamos bem." Eu notava o tremor em minha barriga, sentindo-me instável novamente. "Vou ficar de olho na situação", ele me assegurou. "A noite toda foi um grande toque de despertar e, falando disso na terapia, tive alguma perspectiva. Depois, fui ver Trey. Para me desculpar. " Ouvir o nome de Trey me deixou triste. Eu esperava que relação dele com o estudante de veterinária fosse funcionar, mas Cary havia sabotado isso. Como é habitual. "Como foi?" Ele deu de ombros novamente, mas o movimento foi estranho. "Eu o feri na outra noite, porque eu sou um idiota. Então eu o feri de novo ontem tentando fazer o certo." "Você contou tudo?" Eu estendi minha mão para ele e apertei a sua quando o toquei. "As coisas esfriaram de vez. Como gelo. Ele quer que eu seja gay, mas eu não sou." Era doloroso ouvir que alguém queria que Cary fosse diferente do que ele era, porque ele sempre tinha sido assim para ele. Eu não conseguia entender o porquê. Para mim, ele era maravilhoso como é. "Eu sinto muito, Cary." "Eu também, porque ele é um grande cara. Eu não sou pronto para o estresse e as exigências de uma relação complicada agora. Estou trabalhando muito. E não sou suficientemente estável ainda para ser fodido na cabeça." Seus lábios estavam franzidos. "Você poderia pensar sobre isso também. Acabamos de nos mudar para cá. Nós dois ainda temos algumas coisas para resolver."


Eu balancei a cabeça entendendo aonde ele queria chegar e não discordando dele, mas estava resoluta na minha decisão de ver o meu relacionamento com Gideon crescer. "Você falou com Tatiana também?" "Não preciso." Seu polegar roçou meus dedos antes dele me soltar. "Ela é fácil." Bufando, tomei um grande gole de meu café morno. "Não dessa forma", ele repreendeu, dando-me um sorriso malicioso. "Eu quero dizer que ela não espera qualquer coisa ou faz qualquer tipo de demanda. Enquanto eu comparecer e ela tiver orgasmos na mesma quantidade que eu, está tudo certo. Na verdade, estou bem com ela e não apenas porque ela sabe dar um incrível boquete. É relaxante estar com alguém que apenas quer se divertir e não causar estresse." "Gideon me conhece. Ele entende e tenta contornar os meus problemas. Ele está trabalhando para isso da mesma forma, Cary. Não é fácil para ele também." "Você acha que Cross teve uma rapidinha com a ex?", Ele perguntou sem rodeios. "Não." "Você tem certeza?" Sorvendo uma respiração profunda, tomei um gole fortificante e admiti: "Na maioria das vezes. Eu acho que sou a única a fazer isso com ele agora. É bem ardente com a gente, sabe? Mas a sua ex tem alguma espécie de força para segurá-lo. Ele diz que é culpa, mas isso não explica o seu fascínio por morenas." "Isso explica porque você perdeu a paciência e bateu nele – o fato dela estar perto lhe consome. E ele ainda não vai contar o que está acontecendo. Isso soa saudável para você?" Não era. Eu sabia disso. E odiava. "Nós vimos o Dr. Petersen noite passada." Suas sobrancelhas se levantaram. "Como foi?" "Ele não nos disse para fugi muito longe um do outro o mais rápido possível." "E se ele disser? Você vai ouvi-lo?" "Eu não vou cair fora quando as coisas ficarem difíceis agora. Sério, Cary" – Eu o encarei – "estou realmente à frente disso tudo que eu não posso segurar nenhuma onda?" "Garota, Cross é um tsunami". "Rá!" Eu ri incapaz de segurar. Cary podia me fazer sorrir quando estava triste. "Para dizer a verdade, se eu não resolver isso com Gideon, tenho dúvidas se vai funciona com outra pessoa." "Essa é sua auto-estima falando merda." "Ele sabe o que eu carrego comigo." "Certo." Minhas sobrancelhas se ergueram. "Certo?" Isso foi muito fácil. "Não estou certo. Mas eu vou lidar com isso." Ele agarrou minha mão. "Vamos lá. Vamos arrumar este cabelo." Eu sorri agradecida. "Você é o melhor." Ele bateu seu quadril no meu. "E não vou deixar você esquecer isso."


“Até onde a morte nos levar,” Cary disse, “Essa é uma bonita ostentação.” Eu balancei minha cabeça enquanto o precedia Cary na entrada da cabine principal do jato privativo de Gideon. “Você não vai morrer. Voar é mais seguro que dirigir um carro.” “E você não acha que a indústria aérea paga para a liberação dessas estatísticas?” Parando para bater no ombro no Cary e dando uma risada, olhei para o interior incrivelmente luxuoso e me senti um pouco temerosa. Eu tinha visto a minha quota de aviões particulares ao longo dos anos, mas, como de costume, Gideon foi a limites que poucos podiam pagar para ir. A cabine era espaçosa, com um corredor central largo. A paleta de cores usada era neutra com toques de chocolate e azul gelo. Assentos giratórios foram posicionados na esquerda e um sofá a direita Deep, assentos giratórios com mesas foram posicionados à esquerda, enquanto um sofá seccional sentou-se no direito. Cada cadeira tinha um console de entreterimento privativo posicionado ao lado. Eu sabia que o quarto se encontrava no fundo do avião e sem dúvida um banheiro luxuoso, ou dois. Um comissário de bordo pegou minha mochila e a de Cary, então gesticulou para que nós nos acomodássemos em uma cadeira que estavam em volta de uma mesa."Sr. Cross tem chegada prevista para daqui a 10 minutos disse ele. "Enquanto isso, posso servir-lhe algo para beber?" “Água para mim, por favor.” Eu olhei em meu relógio. Acabava de passer das sete e meia. “Bloody Mary,” Cary ordenou, “se vocês tiverem.” O comissário sorriu. “Nós temos tudo.” Cary notou meu olhar. "O quê? "O QUE? Eu não jantei. O suco de tomate vai me segurar mais um pouco, até que a hora que formos comer, e que o álcool vai ajudar o DRAMIM funcionar mais rápido."


“Eu não disse nada,” Eu protestei. Eu voltei o olhar para fora da janela, para o céu do anoitecer. E meus pensamentos se voltam para Gideon, como de costume. Ele tinha sido tranquilo durante todo o dia, começando quando ele acordou. O passeio para o trabalho tinha sido feito em silêncio, e quando o meu dia terminou às cinco, ele chamou apenas para me dizer que Angus me levaria para casa sozinho, em seguida, eu deveria seguir com Cary para o aeroporto onde ele nos encontraria. Eu optei por ir para casa andando, já que eu não tinha ido a academia na noite anterior e não tinha tempo para ir antes do voo. Angus me advertiu que Gideon não gostaria que eu recusasse o carro, mesmo que tivesse feito isso de forma educada e com razão. Eu acredito que Angus achou que eu estava chateada por ele ter levado Corinne para algum lugar. Fiquei triste ao assumir que uma pequena parte de mim esperava realmente que ele se sentisse mal com isso. A maior parte de mim odiava como eu poderia sentir coisas assim, tão fúteis e pequenas. Enquanto eu andava pelo Central Park, tomando um caminho sinuoso através das árvores altas, eu determinei que não ia ser pequena em relação a nenhum homem. Nem mesmo Gideon, eu não ia deixar que a minha frustação com ele me impedisse de ter um bom final de semana em Las Vegas com meu melhor amigo. Na metade do caminho para minha casa, eu parei e retornei, indo para a cobertura de Gideon, sobre a Quinta Avenida. Me perguntei se ele estava lá, arrumando a mala e planejando o seu final de semana sem mim. Ou se ele ainda estava no trabalho, encerrando negócios urgentes da semana. “Uh-oh,” Cary cantarolou, quando a aeromoça retornou com as nossas bebidas. “Você tem que ver.” “Ver o que?” "O olhar do inferno sobre rodas." Ele bateu com o copo, alto e magro contra o lado do meu copo. "Quer falar sobre isso?"


Eu estava prestes a responder quando Gideon entrou no avião. Ele parecia sombrio e carregava uma maleta em uma mão e uma mochila na outra. Depois de passar a mochila para o comissário, ele parou por mim e Cary, dando ao meu amigo um aceno superficial antes de passar a parte de trás de seus dedos na minha bochecha. O simples toque passou por mim como uma onda de eletricidade. Então ele se foi, entrando em uma cabine na parte de trás e fechando a porta. Eu fiz uma carranca. “Ele é um temperamental maldito”. "E seriamente quente. terno. . . . ". "

O

que

ele

faz

para

que

o

A maioria dos fatos faz o homem. Gideon vestido com um terno de três peças, deveria ser ilegal. "Não me distraia com a aparência:" Eu reclamei. "Dê-lhe um garantido."

boquete.

Isso

melhora

o

humor,

é

"Falou como um homem." "Você esperava algo diferente?" Cary pegou a garrafa de vidro gelado que guardava o exceso de água que não coube em meu copo de cristal. "Olha isso." Ele me mostrou o rótulo, que estava marcado com Cross Torres e Cassino. "Isso sim é ostentar". Meus lábios baleias."

se

entortaram

ironicamente."Para

as

"O que?" “Altos jogadores de cassimo. Os que não não piscam porque perdem cem mil ou mais em uma virada de cartas. Eles ganham várias bonificações para se sentiram atraídos, suites, viajens para lá e para cá, jantares. O segundo marido da minha mãe era uma baleia, uma das razões pelas quais ela o deixou. “


Ele balançou a cabeça para mim. “Que merdas você sabe. Então empresa?” “Um dos cinco,” a frutas e queijos. "Jesus", Cary condenados."

aeromoça

murmurou.

esse

disse, "Isso

é

o

jato

retornando é

uma

da com

frota

Eu vi quando ele pegou sua cartela de Dramim do bolso e tomou um comprimido com seu Bloody Mary. “Quer um?” ele perguntou batendo a cartela sobre a mesa “Não. Obrigado." “Você vai lidar com o Sr. Quente e “Não tenho certeza. Eu posso ler meu e-reader.” Ele acenou com a cabeça. “Provavelmente é mais seguro para sua sanidade mental.” Trinta minutos mais tarde, Cary estava roncando levemente em seu assento totalmente reclinado, suas orelhas cobertas com fones de ouvido com cancelamento de ruído. Eu o assisti por um longo minuto, apreciando a vista, tranquilo e descontraído, as marcas rasas ao redor da boca amolecida pelo sono. Então eu me levantei e fui para a cabine que eu tinha visto Gideon desaparecer mais cedo. Eu pensei em bater, então me vi contra ela. Ele estava fechando-me em outro lugar, eu não estava indo para dar-lhe a oportunidade de fazer isso agora. Ele olhou para cima quando eu entrei, seu rosto não mostrou nenhuma surpresa pela minha entrada abrupta. Ele sentou-se na mesa, escutando a mulher que falava com ele através de um video por satelite. Seu paletó estava pendurado na parte de trás da cadeira e sua gravata estava solta. Depois de um rápido olhar para mim, ele voltou a sua conversa. Eu comecei a tirar a roupa. A parte superior do meu


tronco primeiro, seguido por minhas sandálias e calça jeans. A mulher continuou a falar, usou as palavras preocupações e discrepâncias, mas os olhos de Gideon estavam em mim, quente e ávido. Minha parte superior do tanque saiu primeiro, seguido por minhas sandálias e calça jeans. A mulher continuou a falar, citando "preocupações" e "discrepâncias", mas os olhos de Gideão estavam em mim-quente e ávido. ”Resolveremos isso de manhã Alisson”. Ele apertou um botão no telhado e o monitor ficou escuro antes do meu sutiã cair em sua cabeça. “Sou eu que tenho TPM,” Eu disse, “mas você é o que tem oscilação de humor.” Ele tirou meu sutiã de sua cabeça e recostou-se na cadeira, cruzando os braços e movimentando os dedos. "E você está fazendo em um striptease para melhorar meu humor?" "Ha! "Ha! “ Homens são tão previsíveis. Cary sugeriu que eu chupasse você para te fazer feliz.” “NAO ..... não vou ficar excitado. Isso não vai acontecer." Passei meus polegares no cós da minha calcinha e balancei para trás em meus calcanhares. Eu tinha que lhe dar pontos por manter seus olhos nos meus e não em meus seios. "Eu acho que você me deve. Durante Muito tempo, MUITO TEMPO eu estive sendo uma namorada excepcionalmente compreensiva sob essas circunstâncias, você não acha? " Ele arqueou sua sobrancelha. "Quero dizer, eu gostaria de ver o que você faria," eu continuei, "se você viesse até a minha casa e visse um ex-namorado saindo e ainda colocando a camisa dentro das calças. E quando você entrasse, encontrasse minha cama dessarrumada e eu refrescada por um banho A mandíbula Gideon apertou. "Nenhum de nós quer ver o


que eu faria." "Então, estamos ambos concordam que eu tenho sido muito, muito compreensiva em circunstâncias extraordinárias." Eu cruzei meus braços, sabendo que iria mostrar os atrativos que ele amava. "Você deixou muito claro o que faria para me punir. O que você faria para me recompensar? " "É a minha escolha?" Ele demorou a tornar a abrir seus olhos. Eu sorri."Não” Ele colocou meu sutiã em seu teclado e levantou-se da cadeira em um movimento único e gracioso. "Então essa é a sua recompensa, anjo. O que você quer? " “Pra começar, eu quero que você pare de ser tão malhumorado "Mal-humorado?" Seus lábios se contraíram com um sorriso reprimido. "Bem, eu acordei sem você, e agora vou enfrentar mais duas manhãs do mesmo sentimento". Coloquei meus braços esticados nas laterais do meu corpo e fui até ele, coloquei as palmas das minhas mãos contra seu peito largo. “Isso é realmente tudo o que está acontecendo?" "Eva". Ele era um homem forte e poderoso fisicamente, e ainda podia me tocar com tal reverência. Eu abaixei a cabeça, sabendo que alguma coisa na minha voz tinha me dado distância. Ele era muito perspicaz. Colocando meu queixo em suas mãos, Gideon inclinou a cabeça para trás e procurou meu rosto. "Fale comigo". "Eu me sinto como se você estivesse se afastando."


Um grunido baixo retumbou no ar entre nós. "Eu tenho muita coisa na minha mente. Isso não significa que eu não estou pensando em você." "Gideon, eu sinto que há uma distância entre nós que não estava lá antes. " Suas mãos deslizaram para o meu pescoço, e minha barriga. "Não há distância. Você me pegou pelo pescoço, Eva ". Ele me abraçou e pude sentir meu corpo junto ao seu "Você não consegue perceber isso?" Inspirei o ar rápido e firme. A agitação estimulou meu coração, uma resposta física ao medo que veio inteiramente de dentro e não de Gideon, que eu tinha certeza que nunca iria me prejudicar fisicamente ou me colocar em perigo. "Às vezes", disse ele com voz rouca, seu olhar era tão intenso que queimava em meu corpo. Eu mal posso respirar." Eu poderia ter me partido se não fosse pelo olhar, que revelou tal anseio e tumulto. Ele estava me fazendo sentir a mesma perda de potência, o mesmo sentimento de ser dependente de outra pessoa para cada respiração que eu dava. Então eu fiz o oposto do planejado. Inclinei a cabeça em direção as minhas costas, eu me rendi, e os arrepios de medo me deixaram em uma corrida. Eu estava aprendendo que Gideon estava certo sobre o meu desejo de deixar o controle para ele. Se o fizer, acalmo algo dentro de mim, alguma necessidade que eu não tinha percebido que eu possuía. Houve uma longa pausa, preenchida apenas por sua respiração. Senti-o em guerra com suas emoções, e me perguntei porque ele estava tão conflitante. Ele lançou a tensão com uma expiração profunda. "O que você precisa, Eva?" "Você, um quilômetro de altura." Suas mãos deslizavam sobre meus ombros e ele me apertou, então acariciou o comprimento dos meus


braços. Seus dedos ligados com os meus e ele fez carinho em nossas mãos ao mesmo tempo. "O que há com você, o sexo, e os meios de transporte?" "Vou te ter de qualquer maneira que eu possa pegar," eu disse a ele, repetindo o que ele me disse uma vez. "Provavelmente, já vai ser o próximo final de semana quando eu estiver pronta de novo, graças ao meu periodo.” "Foda-se". "Essa é a idéia." Alcançando seu casaco, ele o envolveu em torno de mim e me levou para fora da cabine. * * * *** "Oh, Deus." Minhas mãos fisted as folhas abaixo de mim, minhas costas arqueando quando Gideon prendeu meus quadris na cama e vibrou a língua em meu clitóris. Minha pele estava coberta em um brilho fino de suor minha visão ficou turva quando meu interior se preparava violentamente para o orgasmo. Meu pulso estava vibrando, correndo em equilibrio com o zumbido constante de motores a jato. Eu tinha gozado duas vezes, tanto com a visão de cabeça morena entre as minhas pernas, a partir de boca perversamente talentosa. Minha calcinha arruinada, literalmente rasgada por seu aperto, e ainda estava completamente vestido.

sua sua foi ele

"Eu estou pronta." Eu empurrei meus dedos em seu cabelo, sentindo a umidade nas raízes. Sua restrição estava lhe custando. Ele sempre foi tão cuidadoso comigo, tomando o tempo para ter certeza de que eu estava molhada antes de me preencher com seu pênis, muito grosso. "Eu vou decidir quando estiver pronto." "Eu quero você dentro de.." O avião balançou, de repente, em seguida, caiu, deixando-me sem peso, mas para a sucção da boca de Gideon. "Gideon!"


Eu tremia por outro orgasmo, arqueando meu corpo com a necessidade de senti-lo em mim. Através do rugido do sangue em meus ouvidos, ouvi uma voz fazer um anúncio sobre o sistema de comunicações, mas eu não poderia registrar as palavras. "Você está tão sensível agora." Gideon levantou a cabeça e lambeu os lábios. "Você está gozando como uma louca." Engoli em seco. “Eu demoraria mais se você estivesse dentro de mim.” "Eu vou manter isso em mente." "Não importa se eu ficar um pouco dolorida agora", argumentei. "Eu vou ter dias para se recuperar." Algo despertou nas profundezas levantou-se. "Não, Eva".

do

seu

olhar.

Ele

Minha sensação pós orgasmo desapareceu devido a frieza em sua voz. Impulsionando-me em meus cotovelos eu o assisti começar a descascar em seus movimentos rápidos e economicamente graciosos. “Minha escolha.", eu lembrei. Em pouco tempo ele tirou o colete, gravata e abotoaduras. Sua voz era muito fria, mesmo quando ele perguntou: "Você quer realmente jogar essa carta, anjo?" "Se isso é o que é preciso." "Vai demorar mais do que isso para me magoar de propósito." Retirou sua camisa e sua calça mais lentamente, um striptease que era muito mais sedutor do que o meu. "Para nós, a dor e o prazer são mutuamente exclusivos." "Eu não quis dizer" "Eu sei o que você quis dizer." Ele se esticou empurrando sua cueca boxer para baixo, em seguida, ajoelhou-se ao pé da cama e se arrastou na minha direção como uma pantera elegante à espreita. "Você


sente dor sem meu pênis dentro de você. Você vai dizer alguma coisa para me ter lá." "Sim." Ele pairava sobre mim, seu cabelo caindo em uma cortina escura ao redor de seu rosto, seu corpo grande lançando uma sombra sobre o meu. Inclinando a cabeça, ele baixou a boca e levemente traçou uma linha no encontro dos meus lábios com a ponta da sua língua. "Você têm vontade. Você se sente vazia sem ele. " "Sim, maldito seja." Segurei seus quadris, me impulssionando para cima para tentar sentir seu corpo contra o meu. Eu nunca me senti mais perto dele do que quando estávamos fazendo amor, e eu precisava dessa proximidade agora, precisava sentir como se estivesse tudo bem antes de nós passarmos o fim de semana sem o outro. Ele se estabeleceu entre as minhas pernas, sua ereção deitado duro e quente entre os lábios do meu sexo. "Dói-lhe um pouco quando eu a penetro com todo o meu pênis, você tem uma boceta um pouco apertada se eu penetrar você em cheio... Às vezes eu perco o controle e ficar difícil, e não há nenhuma segurança para isso, também. Mas você nunca me pede para te machucar deliberadamente. Eu não posso. " "Eu quero você", eu respirei, esfregando meu sexo molhado descaradamente ao longo do comprimento aquecido de seu pênis. "Ainda não." Ele se moveu, mechendo os quadris para encontrar-me com a cabeça larga de seu pênis. Ele empurrou suavemente contra mim, abrindo-me, penetrando apenas com a ponta do comprimento. Eu me contorcia contra o ajuste apertado, meu corpo resistindo. "Você não está pronto ainda." "Foda-me. . . . . apenas me fode! " Ele estendeu a mão e agarrou meu quadril, devido minhas tentativas frenéticas para me tornar mais dele. "Você está inchada." Eu lutei contra a sua espera. Minhas unhas cravaram


nas curvas de sua bunda e o puxei contra mim. Eu não me importava que ele poderia me machucar. Se eu não o sentir em mim eu ia perder minha mente. "Dê-me isso." Gideon deslizou sua mão em meu cabelo, puxando para manter-me onde ele me queria. "Olhe para mim." "Gideon!" Eu parei no comando de sua voz, olhei para ele, frustrada, enquanoo eu assistia a uma lenta, mudança progressiva em seu rosto bonito. Seus traços apertados primeiro, como se fosse de dor. Sua testa molhada. Seus lábios se separaram com um suspiro, seu peito trabalhando com respirações ofegantes. Um tic começou em sua mandíbula, os músculos tinham violentos espasmos. Sua pele ficou quente, queimando-me. Mas o que mais me hipnotizou, foram seus penetrantes olhos azuis e a vulnerabilidade inconfuindível que se dissipou como fumaça. Meu pulso acelerou em resposta à mudança dele. O colchão mecheu quando ele forçou os pés na estrura, seu corpo se preparando "Eva". Ele empurrou, então, começaram a chegar, jorrando quente em mim. Seu gemido prazeroso vibrou contra mim, seu pênis me penetrando através da inundação repentina de sêmen para fora, fundo dentro de mim. "Ah. "Ah ..... Cristo." Todo o tempo ele olhou para mim, me mostrando seu rosto quando ele geralmente se esconde na curva do meu pescoço. Eu vi o que ele queria me ver. . . . . o ponto que ele queria fazer. Não havia nada entre nós. Rolando seus quadris, ele eliminou o resto de seu orgasmo, esvaziando-se dentro de mim, lubrificando-me assim, não haveria dor ou resistência. Ele soltou meu quadril e me balançar para cima, deixe-me buscar a pressão perfeita em meu clitóris. Com os olhos ainda em mim, ele por trás do meu corpo reivindicou meus pulsos. Um de cada vez, ele levantou os braços sobre a minha cabeça, restringindo-me.


Fixada ao colchão por sua aderência, o seu peso, e sua ereção incansável, eu estava completamente à sua mercê. Ele começou a empurrar, acariciando-me através das paredes tremendo meu sexo com o comprimento de seu pênis grande. Alegando mim. Possuindo mim. "Crossfire", ele palavra segura.

sussurrou,

lembrando-me

da

minha

Eu gemia com meu sexo tremendo no clímax, apertando e apertando, penetrando-me com avidez. "Sente isso?" A língua de Gideon traçou a concha do meu ouvido, sua respiração com rajadas úmidas. "Você me pegou pelo pescoço e pelas bolas. Onde está a distância anjo,? " Pelas próximas três horas, não havia nenhuma. * * * *** O gerente do hotel abriu as portas duplas da nossa suíte e Cary deu um assobio longo e baixo. "Claro que sim", disse ele, me empurrando para o quarto com uma mão no meu cotovelo. "Olha o tamanho deste lugar. Você poderia fazer piruetas aqui. " Ele estava certo, mas eu teria que esperar até amanhã para provar isso. Minhas pernas ainda estavam bambas devido a satisfação no Clube Milhas de altura Diretamente na frente de nós estava uma vista deslumbrante da Faixa de Vegas à noite. As janelas iam do chão ao teto, um canto foi preenchido com um piano. "Por que há sempre pianos em suites da alta sociedade?" Cary perguntou, levantando a tampa e tocando uma música rápida nas teclas. Dei de ombros e olhei para o gerente, mas ela já tinha se afastado, seus sapatos moveram-se silenciosamente sobre o espesso tapete branco. A suíte foi decorado no que eu chamaria de chique anos cinquenta em Hollywood. A lareira foi construída com


pedra cinza áspera e decorada com uma obra de arte que se assemelhava a uma calota com raios que saiam do centro. Os sofás eram verdes com pernas de madeira. Tudo tinha uma vibe retrô que era ao mesmo tempo fascinante e convidativo. Foi demais. Eu esperava um bom quarto, mas não a suíte presidencial. Eu estava prestes a recusar quando Cary me presenteou com um grande sorriso e dois polegares para cima. Não tendo força de vontade para recusar a sua alegria, eu desisti e esperava que não estivesse privando Gideon de uma reserva mais rentável. "Ainda quer um cheeseburger?" Eu perguntei a ele, estendendo a mão para o serviço de quarto no console de mesa atrás do sofá. "E uma cerveja. Peça dois. " Cary seguiu o gerente até um quarto no lado esquerdo da área de estar, e eu peguei o telefon vintage rotativo para fazer nosso pedido. Trinta minutos mais tarde, eu estava refrescada por um banho rápido e vestindo pijama, comendo frango Alfredo, de pernas cruzadas sobre o tapete da area comum. Cary através de seu hambúrguer olhava para mim com olhos felizes em seu lugar no lado oposto da mesa de café. "Você nunca come essa enorme pilha de carboidratos", observou entre mordidas. "O meu período está vindo." "Tenho certeza que o exercício caminho até aqui também ajudou." Apertei os olhos para estava desmaiado."

ele

"Como

que

você

você

teve

sabe?

no

Você

"O raciocínio dedutivo, menina. Quando fui dormir, você parecia irritada. Quando acordei, você parecia que tinha acabado de fumar um baseado muito forte. " "Como era o olhar de Gideon?"


"Ele parecia inferno."

o

mesmo

mal-humor

quente

como

o

Eu esfaqueei meu macarrão com meu garfo. "Isso não é justo." "Quem se importa?" Ele fez um gesto em torno de nós. "Olha como ele coloca você para cima." "Eu não preciso de um pai de açúcar, Cary." Ele mastigava uma batata frita. "Você já pensou sobre o que mais você precisa? Você tem seu tempo acesso a tudo o que possui. Isso não é ruim. " "Não", eu concordei, girando o garfo. Eu sabia de muitos casamentos da minha mãe para homens poderosos que a obtenção de seu tempo era a coisa mais importante de tudo, porque, para eles, foi realmente a coisa mais valiosa em suas vidas. "Não é ruim. Não é apenas o suficiente. " * * * *** "Isto sim que é vida", Cary disse, enquanto estava deitado como um deus em uma espreguiçadeira à beira da piscina. Ele usava paleta de pálidos verde e tons escuros o que causou um volume extraordinariamente grande de mulheres andando ao no nosso lado da piscina. "A única coisa que falta é um mojito. Tenho que ter álcool para celebrar." Minha boca se curvou. Eu estava tomando sol na espreguiçadeira ao lado dele, aproveitando o calor seco e salpicos ocasionais de água. Celebrar era habitual para Cary, algo que eu sempre considerei muito charmoso. "O que estamos comemorando?" "Verão". "Tudo bem, então." Sentei-me e deslizei minhas pernas para fora da espreguiçadeira, amarrando minha saida de banho em torno de meus quadris. Meu cabelo ainda estava úmido devido um mergulho na piscina mais cedo, então coloquei clipe de lagosta para prender o cabelo no alto da minha cabeça. O sol escaldante era maravilhoso em minha pele e fazia eu me sentir bem,


um beijo sensual que foi suficiente para me fazer menos consciente sobre a água que eu estava retendo graças ao meu periodo. Dirigi-me ao bar da piscina, olhava as espreguiçadeiras e cabanas através da tonalidade roxa do meu óculos de sol. A área estava lotada de visitantes, muitos dos quais eram atraentes. Um casal em particular chamou minha atenção, porque me lembrou de mim e de Gideon. A loira estava de bruços com o rosto apoiado em suas mãoes e suas pernas chutando alegremente. Ele era muito gostoso, de cabelo escuro, estendido sobre a cadeira ao lado dela, com a cabeça apoiada em uma das mãos, enquanto os dedos da outra mão acariciavam para cima e para baixo a coluna vertebral da loira. Ela me pegou olhando e seu sorriso desapareceu instantaneamente. Eu não podia ver seus olhos, mas eu sabia que ela estava olhando para mim. Com um sorriso, eu desviei o olhar, sabendo exatamente como ela se sentia em encontrar outra mulher verificando seu homem. Eu encontrei um espaço vazio no bar e fiz um gesto para o garçom para que ele soubesse que eu estava pronta para pedir. Climatizadores fixados no teto resfriaram minha pele e me atrairam para deslizar sobre um banquinho de bar, de repente desocupado enquanto eu esperava. "O que você está bebendo?" Virando a cabeça, olhei para o homem que tinha falado comigo. "Nada ainda, mas estou pensando em um mojito." "Deixe-me comprar um." Ele sorriu, revelando dentes perfeitamente brancos, mas um pouco tortos. Ele estendeu a mão para mim, um movimento que trouxe a minha atenção para os braços bem definidos. "Daniel". Eu coloquei conhecê-lo.”

minha

mão

na

sua.

"Eva.

Prazer

em

Ele cruzou os braços sobre o balcão e se inclinou. "O que a traz para Las Vegas? Negócios ou prazer? "


"Um pouco dos dois. Você?" Daniel tinha uma tatuagem interessante escrita em uma língua estrangeira em seu bíceps direito, e eu a admirava. Ele não era tradicionalmente de boa aparência, mas tinha confiança e equilíbrio, duas coisas que achei mais atraente em um homem do que apenas suas características físicas. "Trabalho". Eu dou uma olhada na sunga. "Eu tenho o trabalho errado." "Eu vendo" “I sell..” "Desculpe-me". Nós dois olhamos para a mulher que se intrometeu na nossa conversa. Ela era uma morena baixa vestida com uma camisa polo bordada com seu nome, Sheila e ao lado Towers Cross e Cassino. O fone de ouvido em sua orelha e do cinto de utilidades ao redor da cintura a proporcionou confiança. "Senhorita Tramell." Ela me cumprimentou com um aceno de cabeça. Minhas sobrancelhas se levantaram."Sim? "Há um garçom que pode anotar seu pedido por sua cabana". "Legal, obrigado. Mas eu não me importo de esperar aqui." “Excuse me.” Quando eu não me movi, Sheila voltou sua atenção para Daniel. "Se vocêp assar para o outro lado do bar senhor, o barman vai ver que suas proximas bebidas vão ser por conta da casa.” Ele deu um aceno superficial, depois sorriu vitoriosamente para mim. "Eu estou bem aqui também, obrigado." "Eu lamento em ter que insistir."


"O que?" Seu sorriso se transformou em uma carranca. "Por quê?" Eu pisquei para Sheila percebendo que aquilo era apenas a fiscalização de Gideon. E ele pensou que poderia controlar o que eu fazia a partir de uma distância. Sheila me olhou de volta, seu rosto impassível. "Eu vou levar você de volta para sua cabana, Miss Tramell." Por um minuto, pensei em fazer o seu dia um inferno, talvez pegando Daniel e beijando-o sem sentimento só para enviar uma mensagem para o meu namorado arrogante, mas consegui conter meu temperamento. Ela estava apenas fazendo o que ela foi paga para fazer. Seu chefe, que precisava de um chute na bunda. "Desculpe, Daniel," eu disse, corando de vergonha. Eu me senti como uma criança repreendida o que realmente me incomodava. "Foi um prazer conhecer você." Ele deu de ombros. “Se você mudar de idéia . . “ Eu senti o olhar de Sheila nas minhas costas eu voltava para a minha espreguiçadeira. De eu enfrentei ela. "Então, está é a única vez está instruída a entrar em cena? Ou você lista de situações? "

enquanto repente, que você tem uma

Ela hesitou por um momento, então suspirou. Eu só podia imaginar o que ela deve pensar de mim, a peça bonita loira de bunda que não se podia confiar para estar for a se misturando em público. "Há uma lista." "É claro que há." Gideon não deixa nada ao acaso. Gostaria de saber quando ele trabalhou na lista, se ele a organizou apenas quando eu mencionei Vegas ou se ele a tinha na mão. Talvez fosse uma lista que tinha criado enquanto ele estava com outras mulheres. Talvez ele tivesse escrito para Corinne. Quanto mais eu pensava nisso, mais nervosa eu ficava. “INACREDITÁVEL”, eu reclamei com Cary quando ela ficou a uma distância discreta, como se essa ação por si só fosse suficiente para me fazer esquecer que ela


estava me vigiando. "Eu tenho uma babá." "O que?" "O que?" Eu disse a ele o que aconteceu e vi sua mandíbula apertar. "Isso é loucura, Eva," ele estalou. “Merda. Ele tem que aprender que as relações não funcionam dessa forma. E depois de toda a porcaria que ele me deu sobre a confiança." Eu desmaiei na minha espreguiçadeira. "Quanto ele confia em mim, se ele tem que ter alguém me perseguindo e mandando estranhos embora? " "Eu estou triste com isso, Eva". Cary se sentou e balançou as pernas para o lado de sua cadeira. "Isso não é certo." “Você acha que eu não sei disso? E porque uma mulher? Nada contra o meu gênero e trabalhos difíceis. Eu estou apenas querendo saber se ele espera que ela siga-me em salas de senhoras ou simplesmente não confia em um cara para me vigiar. " "Você está falando sério? Por que diabos você está tomando sol em vez de mastigar-lhe um novo?" A idéia que eu estava pensando estava totalmente formada em minha mente. "Eu estou planejando." "Oh?" Sua boca se curvou em um sorriso malicioso. "Diga-me." Peguei meu smartphone da mesa com tampo de mosaico entre nós e movimentei meus contatos até que encontrei Benjamin Clancy, meu guarda-costas contratado pelo meu padrasto. "Ei, Clancy. É Eva, "Cumprimentei-o respondeu após o primeiro toque.

quando

ele

Os olhos de Cary se arregalaram. "Ooh. . . .” Levantei da cadeira e avisei. “Eu vou lá em cima.” Cary acenou com a cabeça."Está tudo bem", disse, em


resposta à pergunta estivesse dentro do vários passos atrás "Escute, eu tenho um

de Clancy. Eu esperei até que quarto, sabia que Sheila estava de mim e ainda do lado de fora. favor a pedir."

* * * *** Eu tinha acabado de terminar minha ligação com Clancy quando vi o identificador de chamada e atendi com um exuberante: "Oi, papai!" Ele riu. "Como está a minha menina?" "Causando problemas e gostando." Eu abro o minha saida de banho e me sento em uma cadeira na sala de jantar. "Como você está?" "Evitando problemas e ocasionalmente, me divertindo." Victor Reyes era um policial de rua da Califórnia e por isso que eu tinha escolhido para participar SDSU. Minha mãe tinha passado por uma fase difícil com o marido número três e eu estava em uma fase rebelde, fazendo minha vida um inferno próprio enquanto eu tentava esquecer o que Nathan tinha feito comigo por tanto tempo. Sair da redoma sufocante da minha mãe tinha sido uma das melhores decisões que eu já tomei. O amor em silêncio inabalável de meu pai para mim, seu único filho, tinha mudado a minha vida. Ele me deu a muito necessária liberdade, dentro de limites claramente definidos e organizados para eu ver o Dr. Travis, o que levou ao início da minha longa jornada de recuperação e minha amizade com Cary. “Eu sinto sua falta.” Eu disse a ele. Eu amo minha mãe e sei que ela me ama, mas minha relação com meu pai é muito mais fácil do que a minha relação com ela. "Você pode ficar feliz com a minha notícia então. Eu posso sair e vê-la em cerca de duas semanas. "Oh meu Deus, pai. Eu adoraria vê-lo!" "Vai ser uma viagem curta. Vou chegar na quinta-feira de olho vermelho e voar de novo na noite de domingo.


" "Estou muito feliz! Yay! Yay! Eu vou fazer planos. Nós vamos ter uma explosão. " A risada suave do meu pai enviou calor, fluindo através de mim. "Eu estou indo para ver você, e não Nova York. Não vou louco com qualquer passeio ou de qualquer coisa. " "Não se preocupe. Vou me certificar de que teremos muito tempo de inatividade. E você vai conhecer Gideon." Apenas o pensamento dos dois juntos a minha barriga treme. "Gideon Cross? Você disse que nada estava acontecendo nada" "É." Eu franziu o nariz. "Nós estávamos com problemas na época, pensei que tinham acabado. "

uns

Houve uma pausa."É sério?" Fiz uma pausa, também. Meu pai era um observador treinado, ele ia ver imediatamente que Gideon e eu temos tensão sexual entre nós, e também de outra forma. "Sim. "Sim. Ele não é sempre fácil. É um monte de trabalho, eu estou com muito trabalho, mas nós dois estamos fazendo um esforço." "Será que ele gostar de você, Eva?" A voz do meu pai era rude e muito séria. "Eu não me importo quanto dinheiro ele tem, você não tem nada a provar para ele." "Não é assim!" Eu olhei para os meus dedos se contorcendo percebi que o encontro seria mais complicado do que apenas um pai protetor sendo apresentado para o novo namorado de sua filha. Meu pai teve problemas com homens ricos, graças à minha mãe. "Você vai ver como é quando você encontrá-lo." "Tudo bem." Ceticismo colorido em sua voz. "Realmente, pai." Eu não poderia reclamar da sua preocupação, uma vez que tinha sido minha corrida auto destrutiva com caras não-tão-bons para mim que o levaram a encontrar o Dr. Travis. Ele especialmente teve problemas com um vocalista para quem eu tinha


sido pouco mais do que uma groupie e um tatuador quem meu pai teve mais trabalho para encontrá-lo enquanto obtinha um boquete, e não de mim, enquanto dirigia "Gideon é bom para mim" "Eu vou manter uma mente aberta, ok? E eu vou enviar um e-mail com uma cópia do meu itinerário e reserve do voo. Como está tudo no trabalho? " "Nós começamos a trabalhar em blueberry com sabor de café."

uma

campanha

para

Outra pausa."Você está brincando." Eu ri. “Deseje-nos sorte para tentar vender isso! E eu vou guardar alguns para você experimentar” "Eu pensei que você me amava." "Com todo o meu coração. Como está indo sua vida amorosa? Seu encontro, como foi? " “E ..... não foi ruim." Bufando, eu perguntei, "Você vai vê-la novamente?" "Esse é o plano até agora." "Você é uma fonte de informações, papai." Ele riu de novo e ouvi sua cadeira favorita rangido quando ele se mecheu. Você realmente não quer saber sobre a vida de seu velho amor." "Verdade". Apesar de eu às vezes me perguntar se sua relação tinha sido assim com a minha mãe. Ele tinha sido o menino Latino do lado errado das trilhas, e ela tinha sido a debutante dourada com cifrões nos olhos azuis. Imaginei que devia estar muito quente entre eles. Nós conversamos por mais alguns minutos, ambos animado para nos vermos outra vez. Eu esperava que ele não iria se afastar depois que me mudei para longe quando terminei a faculdade, por isso que eu tinha feito isso uma necessidade de ter uma chamada semanal, aos sábados. Vindo me visitar tão cedo


ajudou a aliviar essa preocupação. Eu só desligou quando Cary entrou, lindo a cada passo como o modelo que ele era. "Ainda tramando?", Perguntou ele. Eu estava. "Tudo feito. Esse foi o meu pai. Ele está vindo para Nova York na próxima semana." "Sério? Legal isso” Nós dois fomos para a cozinha, Cary pegou duas cervejas no refrigerador. Eu tinha notado anteriormente que uma série de itens e produtos que eu uso em casa tinham sido colocados na suíte. Gostaria de saber se Gideon era apenas observador ou se ele tinha encontrado essas informação de outra forma. Reconhecer os limites entre nós era muito difícil para ele, como evidenciado por seus guardas cuidando de mim. "Quando foi a última vez que seus pais estavam no mesmo estado juntos?" Cary perguntou, erguendo as tampas das garrafas com um abridor de garrafa. "Vamos falar da mesma cidade." Ah, Deus. . . . . "Eu não tenho certeza. Antes de eu nascer? "Eu tomei um gole na cerveja que ele me entregou. "Eu não estou pensando em colocá-los juntos." "Aqui está a melhor em planos." Ele bateu com o pescoço de nossas cervejas juntos. "Falando nisso, eu estava considerando um rolo rápido com uma garota que conheci na piscina, mas eu vim aqui em vez disso. Achei que você e eu poderiamos apenas passar o tempo juntos. " "Estou honrada," eu disse secamente. "Eu ia voltar lá para baixo." "Muito quente lá fora. O sol é brutal. " "É o mesmo sol que temos em Nova York, não é?" "Espertinha." Seus olhos verdes brilhavam. "Que tal tomar banho e sair para almoçar em algum lugar? Por minha conta. "


"Claro. Mas eu não posso dizer que Sheila não vai insistir na perseguição." "Foda-se ela e seu chefe. O que há com as pessoas ricas e as questões de controle? " "Eles ficam ricos porque assumiram o controle." "Qualquer que seja. Prefiro o nosso tipo de louco, nós praticamente só ferraramos com nós mesmos." Ele atravessou um braço sobre o peito e inclinou-se para o balcão. "Você vai me colocar dentro desse plano?" "Depende." "Por quê?" Eu sorri e comecei a recuar em direção ao meu quarto. "Prepare-se. Eu vou falar sobre isso durante o almoço.

 


Capítulo 6

Eu tinha acabado de arrumar minha mala para a viagem de volta para casa, quando eu ouvi o som inconfundível da voz de Gideon vindo da sala de estar da suite. A adrenalina começou a correr em minhas veias. Gideon ainda não tinha dito uma palavara sobre o que eu tinha feito, enquanto conversarvamos na noite anterior, depois que eu cheguei com Cary da boate e mais uma vez essa manhã, quando eu acordei. Fingir ignorância era desesperador, confirmei com Clandy se ele tinha conseguido fazer o que combinamos, ele me disse que tudo corria como o planejado. Com os pés descalços, eu abri a porta da minha suíte, ainda a tempo de ver Cary saindo de nossa suíte presidencial muito grande para nós dois. Gideon estava sozinho na pequena recepção dos quartos, com o olhar fixo, como se esperasse que eu fosse sair a qualquer momento. Ele estava usando uma calça jeans larga e uma camiseta preta, eu me perdi olhando para ele. “Oi, anjo.” Os dedos da minha mão direita brincavam com o material da minha calça preta de yoga. “Oi, Ace.” Seus bonitos lábios se perderam em uma fina linha por um momento. “Existe algum motivo


por traz desse carinho?” "Bem. . . . .você é um frio em tudo que você faz e esse apelido é o nome de um personagem ficticio por quem eu tenho uma queda. Você me lembra ele algumas vezes.” “Eu não tenho certeza se gosto da idéia de você ter uma queda por alguém além de mim, ficticio ou não.” “Você vai ter que supercar isso.” Ele balançou sua cabeça e recomeçou. “Eu Como eu vou superar o lutador de sumô que você colocou para me vigiar?” Eu mordi o interior da minha bochecha para não rir. Eu não tinha sido específica sobre a aparência quando eu tinha para Clancy providenciar alguém que ele conhecia na área de Phoenix para proteger Gideon da mesma forma que Sheila estava me protegendo. Eu só pedi por um homem e forneci uma lista relativamente pequena de coisas para ele interceder. "Onde Cary foi?" “Para o andar de baixo para brincar com o crédito que eu providenciei para ele.” “Nós não estamos indo embora agora?” Devagar ele diminuiu a distância que existia entre nós. Havia perigo na forma como ele andava para mim. Eu percebi isso em seus olhos, eu poderia até ficar preocupada, se ele não estivesse andando em minha direção desse jeito tão sensual.


“Você está mestruada?” Eu balancei a cabeça. “Sendo assim, eu vou ter que entrar em sua boca.” Eu corei, minhas sobrancelhas se levantaram. “Isso é sério?” “Oh, sim.” Sua boca se curvou. “Não se preocupe, anjo. Eu vou cuidar de você primeiro.” Ele avançou em minha direção e me levantou, seguindo para o quarto e nos colocando sobre a cama. Eu engasguei quando sua boca estava na minha em um beijo profundo e voraz. Eu fui possuída por sua paixão e pela sensação de ser amada, seu corpo me pressionando sobre a cama. Ele tem um cheiro tão bom. Sua pele estava quente. “Eu senti sua falta,” Eu gemi, enrolando meus braços e pernas em volta de seu corpo “Mesmo você me irritando muito algumas vezes. Gideon rosnou. “Você é a irritada e mais irritante conheci.”

mulher mais que eu já

“Yeah, bem, você me irritou. Eu não sou uma posse sua. Você não pode…” “Sim, você é.” Ele beliscou minha orelha com seus dentes, causando uma dor aguda que me fez chorar. “e sim, eu posso.”


“Então você também é, e eu também posso.” “E você me mostrou isso. Você tem alguma idéia de como é dificil fazer negócios quando niguém pode chegar a 3 pés de você?” Eu congelei, eu fiz essa regra dos 3 pés para ser aplicada apenas com as mulheres. “Porque alguem precisaria ficar tão perto de você?” "Para apontar as áreas de interesse em esquemas de design espalhados na minha frente e ao meu lado e para caber dentro do alcance da câmera de uma teleconferência coisas que você fez muito difícil." Ele levantou a cabeça e olhou para mim, "Eu estava trabalhando, você estava se divertindo" “Eu não ligo, se é bom pra mim, é bom pra você.” Mas eu secretamente pedi desculpas a Gideon por ter colocado-o nesse inconveniente. Inclinando-se, ele me pegou pela parte de trás da coxa e puxou minhas pernas separando-as. "Você não vai conseguir 100% de igualdade nessa relação.” “O inferno que eu não vou.” Seus quadris se aconchegaram entre minhas pernas, no espaço que ele abriu. Ele balançou seu corpo, e passou a cabeça de seu pênis sobre meu sexo. “Você não vai” ele repetiu e colocou sua mão em meus cabelos, puxando-os para me manter no lugar.


Mechendo seus quadris, massageando meu clitoris hipersensível. O ziper de seu jeans estava perfeitamente posicionado para agitar meu sempre latente desejo por ele. Sentia pontadas em meu sangue. “Pare com isso, eu não consigo pensar quando você faz isso.” “Não pens, apenas escute Eva. Quem eu sou e o que eu construí me faz isso. Você conhece isso porque você sabe como é viver com riqueza e toda atenção.” “O rapaz do bar não era uma ameaça.” “Isso é discutível.” A irritação queimou em mim. A perceptível falta de confiança me sufocava, muito disso porque ele não confiava em mim para falar os segredos que ele mantinha e mesmo assim eu lidava com isso. “Sai de cima de mim.” “Eu sou confortável aqui.” Ele forçou seus quadris, roçando seu corpo no meu. “Eu estou chateada com você.” “Eu posso ver.” Ele não parou de se mover. “Isso não a fez me parar” Empurrei seus quadris, mas ele era muito pesado para que consiguisse move-lo. "Eu não posso quando eu estou furiosa!" "Prove". Ele é tão presunsoço, o que me faz ficar com mais raiva. Como eu não podia virar minha cabeça, eu fechei meus olhos,


empurrando-o. Ele não se importou, continuou se movendo sobre mim, as roupas entre nossos corpos e a falta de penetração me fizeram ficar ainda mais consciente da fluidez elegante de seu corpo. O homem sabia como me foder. Gideon não apenas movia seu grande pênis para dentro e para fora de uma mulher. Ele movia-se explorando o atrito, os ângulos e a profundidade da penetração. As nuances de sua habilidade se perderam quando eu estava me contorcendo sob ele e focada apenas nas sensações que ele criava no meu corpo. Mas eu sentia todos eles agora. Eu lutei contra o prazer,mas eu não pude conter o gemido. “Isso anjo.” Ele sussurrou. “Sinte o quanto eu sou duro para você? Sinte o que você faz comigo?” “Não use o sexo para me punir,” Eu reclamei, meus saltos cravando no colchão. Ele se acalmou por um momento e sua boca chupava a pele sobre a minha garganta, seu corpo se movia como se ele estivesse estivesse transando sobre as roupas “Eu não sou louco, anjo.” "Seja o que for. Você está me punindo.” “E você está me deixando insano. Você sabe o que aconteceu quando eu percebi o que você fez?”


Eu olhei para ele com os olhos semicerrados "O que?" “Eu fiquei duro, muito excitado.” Meu olhos abriram um pouco mais. “Inconvenientemente e em público.” Ele segurou meu seio com a mão e seu polegar passando sobre a ponta dura por meu mamilo. “Eu tive que dar um fim a reuniã enquanto eu esperava ele abaixar. Isso acontece comigo quando você me desafia, Eva.” Sua voz ficou mais baixa e se tornou um suspiro, respingando pecado e sexo. “Isso me faz querer transar com você. Por um longo, muito longo tempo.” “Deus” Meu quadris foram levantando, uma necessidade se criava no centro de mim. “E como eu não podia.” ele sussurrou, “Eu vou fazer você gozar assim, e depois eu vou assistir você me retornar esse favor com sua boca.” Um gemido escapou, estava com água na boca devido a promessa de agradá-lo dessa maneira. Ele sempre foi tão preocupado em me satisfazer quando nós fizemos amor. A única vez que ele realmente deixou ir focado em seu próprio prazer foi quando fui em cima dele.... "Isso", ele murmurou, "continue a esfregar sua boceta contra mim assim. Cristo, você é tão quente. " "Gideon". Minhas mãos foram deslizando por suas costas e nádegas flexionando-o, meu


corpo arqueando no dele. Eu soltei um longo e arrastado gemido, quebrando a tensão em uma onda de alívio. Sua boca cobriu a minha, sugando-me entre os gemidos que eu fazia, eu tremia debaixo dele, puxei seu cabelo e o beijei em retorno Ele nos rolou, e ficou embaixo de mim, suas mãos abriram o botão de sua calça e abriu o ziper. “Agora, Eva.” Eu desci da cama, tão ansiosos para saboreá-lo como ele ficava para fazer o mesmo comigo. No momento em que ele empurrou sua cueca boxer para baixo, eu tinha o seu pênis em minhas mãos, meus lábios fluiram sobra seu comprimento. Gemendo, Gideon pegou um travesseiro e o colocou sob sua cabeça. Meu olhar encontrou o seu e eu puxei-o mais profundo. "Sim", ele sussurrou, os dedos de sua mão direita mechiam no meu cabelo. "Chupa duro e rápido, eu quero gozar." Eu senti o cheiro dele, sentindo a maciez acetinada de sua carne aquecida na minha língua. Então eu levei ele até o seu pedido. Eu o empurrei até a parte de trás da minha garganta, em seguida, voltei até o inicio. Mais e mais. Mais e Mais. Mantendo sucção e velocidade, gananciosa para o seu orgasmo como ele era pra o meu, estimulada pelos sons que ele fazia a visão


de seus dedos agarrando com força no edredom. Seus quadris se agitando, sua mão em meu cabelo guiando meu ritmo. "Ah, meu Deus." Ele me olhou com olhos escuros e quentes. "Eu amo o jeito que você me chupa. Como se você nunca fosse ter o suficiente. " Eu não tinha. Eu acho que jamais teria. Seu prazer significa muito para mim, porque era real. Para ele, o sexo sempre foi encenado e metódico. Ele não conseguia segurar comigo porque ele me queria além da razão. Dois dias sem mim era como uma. . . . . desfeita. Enquando eu o chupava o tocava com meu punho, sentindo as veias grossas pulsando sob a pele lisa. Um som áspero saiu de sua garganta e calor salgado jorrava na minha língua. Ele estava perto, o rosto vermelho e seus lábios se separaram com respirações ofegantes. Suor se depositava minha testa. Minha excitação montado juntamente com a sua. Ele estava completamente à minha mercê, perto irracional com a necessidade de clímax, murmurando coisas imundas sensuais sobre o que ele ia fazer para mim na próxima vez que ele me foder. "É isso aí, meu anjo. chupa. . . . . fazemme vir para você. "Seu pescoço arqueado, sua respiração explodindo de seus pulmões. "Foda-me". Ele gozou, assim como eu tinha, duro e brutal. Sêmen explodiu a partir da ponta do seu pênis em uma corrida, grosso quente que


eu me esforçava para engolir. Ele rosnou o meu nome, seus quadris bombeando para cima em minha boca a trabalhar, tendo o que ele precisava de mim, dando-me tudo o que tinha, até que ele foi esvaziado. Então ele se enrolou em mim, me puxando para um abraço apertado que me prendeu ao seu peito arfando. Por um longo momento ele só me segurou. Eu escutei seus batimentos cardiacos voltaram ritmo normal, junto com a sua respiração Finalmente, ele falou com os lábios em meu cabelo. “Eu precisava disso. Obrigado. " Eu sorri e o apertei junto a mim. “O prazer é meu, ace.” “Eu senti sua falta,” ele disse carinhosamente, com seus lábios pressionando minha sobrancelha. “Eu sou louco por você, e não somente para isso.” “Eu sei.” Nós precisavamos disso - a proximidade física, o toque frenético, a pressa em liberar o orgasmo. Selvagens, emoções muito fortes nos afetam quando estamos juntos.

"Meu pai está vindo próxima semana."

para

me

visitar

na

Ele se acalmou. Erguendo a cabeça, ele olhou para mim com ironia. "Você tem que me dizer isso, enquanto meu pau ainda está saindo?"


Eu ri. "Peguei abaixadas?"

você

com

suas

calças

"Inferno." Ele apertou seus lábios na minha testa, em seguida, rolou para suas costas e endireitou suas roupas. "Você tem alguma idéia de como você deseja que o primeiro encontro seja? Jantar fora ou em casa? Sua casa ou na minha? " "Eu vou cozinhar, na minha casa." Eu me levanto, então tento desamassar minha camisa. Ele acenou com a cabeça, mas sua expressão mudou. Meu amante, saciado, grato de um momento antes foi substituído pelo homem de rosto sombrio que tem aparecido com mais freqüência ultimamente. "Você prefere perguntei.

algo

diferente?",

eu

"Não. É um bom plano é o que eu teria sugerido. Ele vai se sentir confortável lá." "Você vai?" "Sim." Ele apoiou a cabeça na mão e olhou para mim, arrumando o cabelo que caia em meu rosto. "Eu prefiro não deixa-lo desconfortável com meu dinheiro. Se podemos fazer com que se sinta melhor." Eu respirei fundo."Eu não tinha pensado nisso, apenas pensei que eu ia ser melhor fazer bagunça na minha cozinha e não na sua.


Mas você está certo. Vai ficar tudo bem, Gideon, quando ele perceber coo você se sente sobre mim, ele vai ver que é bom nós estarmos juntos." "Eu só ligo para o que ele acha porque ele afeta o modo como você se sente. Se ele não gostar de mim, isso por mudra alguma coisa entre nós…" “Você é o único que pode fazer isso.” Ele deu um breve aceno com a cabeça, o que não me fez sentir-me melhor sobre o que ele estava sentindo. Vários homens ficam nervosos em conhecer os pais da namorada, mas Gideon não era como os outros homens. Ele não vacila. Normalmente. Eu queria que quando conhecesse meu pai ele estivesse solto e fácil em torno de si e não tenso e defensivo. Eu mudei de assunto. "Deu tudo certo em Phoenix?” "Sim. Um dos gerentes do projeto observou algumas anomalias em contabilidade, e ele estava certo em me fazer observar mais profundamente esse aspecto. Desfalque não é algo que eu tolero." Estremeci, pensando no pai de Gideon, que tinha enganado investidores em milhões antes de se matar. "Qual é o projeto?" “Um resort de golf.”


“Boates, resorts, quartos luxuosos, vodka, cassinos . . . . . com uma rede de academias dá para manter o padrão de vida tão alto? "Eu sabia desde o check-out do website das Indústrias Cross, que Gideon também está envolvido com software e jogos de divisões, e um crescimento de plataformas de mídia social para jovens profissionais urbanos. "Você é um deus do prazer em mais de uma maneira." “Como você conseguiu ficar tão rico?” Eu viajei para a lembrança de Cary insinuando sobre como Gideon conseguiu ficar tão rico mesmo com a pouco idade. “As pessoas gostam de se divertir, e elas pagam por esse privilégio.” “Não era sobre isso que eu me referia. Como você começou com as Industrias Cross? Onde você arrumou capital para fazer as coisas acontecerem?” Seus olhos se tornaram especulativos. “Onde você acha que eu consegui?” “Eu não tenho honestamente.

idéia.”

Eu

respondi

“Blackjack.” Eu pisquei. “Jogando? Você está brincando? " “Não.” Ele sorriu e passou seus braços ao redor do meu corpor.


Mas eu não consegui ver Gideon como um jorgador. Eu aprendi, graças ao terceiro marido de minha mãe, que um jogador     pode   ser   muito desagradável, que isso causa total falta de controle. Eu simplesmente não podia ver alguém tão rigidamente controlado como Gideon encontrar algo interessante sobre algo que dependente da sorte e do acaso. Então ele me bateu. “Você conta as cartas?” “Quando eu jogava", ele concordou. "Eu não faço mais. E os contatos que fiz sobre as mesas de baralho, eram apenas instrumentos para o dinheiro que eu fiz." Eu tentei absorver a informação, eu lutei por isso, então deixei o pensamento por um momento. “Me lembre de não jogar cartas com você.” “Strip poker poderia ser divertido.” "Para você". Ele estendeu a mão e apertou meu traseiro. “E para você. Você sabe como me deixar sem roupa.” Lancei um olhar apontado para o meu corpo totalmente vestido. "Isso quando eu estou nua." Gideon sorriu e seus olhos brilharam, deslumbrante e totalmente sem remorso. "Você ainda joga?"


"Todos os dias, mas só nos negócios e com você." "Comigo? Com o nosso relacionamento? " Seu olhar era suave em meu rosto, cheio de uma ternura o que fez a minha garganta apertada. "Você é o maior risco que eu já tive." Seus lábios apertaram suavemente os meus. "E a maior recompensa." * * * *** Quando eu comecei a trabalhar na segunda de manhã, senti que as coisas estavam finalmente voltando para o seu ritmo natural de pré-Corinne. Gideon e eu estávamos lidando com meu periodo menstrual, o que nunca tinha sido um problema para nenhum de nós, em qualquer relacionamento anterior que tivemos, mas agora estava, porque o sexo era como ele me mostrava como estava se sentindo. Ele podia dizer com o seu corpo o que ele não podia com palavras, e meu desejo por ele era como eu provava a minha fé em nós, algo que ele precisava para se sentir ligado a mim. Eu podia falar pra ele, repetidas vezes que o amo, e eu sabia que ele sentia cada vez que eu falava, mas ele precisava de uma total entrega do meu corpo — o que era uma total demonstração de confiança devido o meu – para realmente acreditar nisso. Como ele me disse uma vez, ele havia sido o


receptor de muitos ‘eu amo você’ ao longo dos anos, mas ele nunca acreditou neles, porque não tinham sido ditos com verdade, confiança e honestidade. As palavras pouco significavam para ele, era por isso que ele se recusava a dizer para mim. Eu tentei não deixar ele perceber como me machucava saber que ele não me diria isso. Acho que esse é um sacrificio que eu vou ter que fazer para estar com ele “Bom dia, Eva Eu levantei minha cabeça, ainda em minha mesa, e vi Mark em pé em frente a minha pequena baia. Ele tinha um sorriso torto de vencedor. "Hey. Eu estou pronto para começar quando você estiver.” “Café primeiro. Voce gostaria de um pouco mais?” Agarrando minha caneca vazia que estava em cima da minha mesa. "Pode apostar". Nós fomos para a sala de descanso. “Você parece estar bronzeada.” Mark disse, olhando para mim. “Yeah, Eu tomei um pouco de sol no final de semana. Foi bom ser preguiçosa e não fazer nada. Atualmente isso é o que eu mais gosto de fazer, menstruada.” “Eu estou com inveja. Steven não consegue ficar sentado por muito tempo. Ele sempre me arrasta para algum lugar para fazer


alguma coisa.” “Meu companheiro de quarto é do mesmo jeito, é cansativo ver ele sempre correndo para fazer alguma coisa.” “Oh, antes que eu me esqueça.” Ele fez um gesto para eu entrar na sala de descanso primeiro. "Shawna quer que você entre em contato. Ela tem ingressos para o show de uma banda de rock. Eu acho que ela quer convidar você." Lembrei da garçonete ruiva atraente que tinha conhecido na semana anterior. Ela era irmã de Steven, e Steven era o parceiro de longa data de Mark. Os dois se conheceram na faculdade e ficaram juntos desde então. Eu gostava de Steven de verdade e tinha quase certeza que ia gostar de Shawna também. "Tudo ok Eu tive todos os de Mark,

pra você se eu me aproximar dela?" que pedir, porque ela era, para intentos e propósitos, irmã-de-lei e ele era meu chefe.

"É claro. Não estranho.”

se

preocupe.

Não

vai

ser

“Tudo bem.” Eu sorri, e fiquei esperançosa em adicionar outra amiga a minha nova vida em Nova "Obrigada." “Me agradeça com uma xícara de café” ele disse, pegando uma caneca de dentro do armário. “O seu é muito melhor do que o meu.” Eu atirei-lhe um olhar. “Meu pai usa essa desculpa.”


“Deve ser verdade então...” "Deve ser a desculpa masculina padrão", eu respondi. "Como você e Steven fazem café?" "Nós não Starbucks moramos."

fazemos." Ele sorriu. "Há um na esquina perto de onde

"Eu tenho certeza que há uma maneira de chamar isto de trapaça, mas eu não tenho bastante cafeína para pensar sobre isso ainda." Eu passei sua caneca cheia para ele. "O que provavelmente significa que eu não deveria compartilhar a idéia de que só veio para mim." "Vá em frente. Se ele realmente é uma porcaria, eu posso usar isso contra você para sempre. " “Graças Gee.." Eu segurei minha caneca entre as mãos. "Será que podemos trabalhar para comercializar o café como o chá de mirtilo? Você sabe, o café em uma xícara de chá e pires de chita com um bolinho e um pouco de creme cremoso no fundo? Dê-lhe um grande final, tipo lanche no meio da tarde? Um lanche inglês fabulosamente bonito para saborear com ele? " Os lábios de Mark franziram enquanto ele pensava sobre isso. "Eu acho que eu gosto. Vamos correr e começar a criação”


* * * *** “Porque você não me disse que estava indo para Las Vegas?” Suspirei interiormente para a voz cheia de ansiedade e irritação de minha mãe. Eu mal tinha retornado a minha bunda para a minha cadeira, quando o telefone tocou. Eu suspeitava que se eu verificasse meu correio de voz, eu encontraria uma ou duas mensagens dela. "Oi, mãe. Sinto muito. Eu planejava convidar você para um almoço e recuperar o atraso. " “Eu amo Las Vegas.” “Você ama?” Eu acreditava que ela odiasse qualquer coisa que remotamente lembrasse jogo. “Eu não sabia disso.” “Saberia se tivesse me perguntado.” Havia mágoa em sua voz sussurrada o que me fez estremecer. "Sinto muito, mãe", eu disse de novo, tendo aprendido quando ainda era uma criança, que para ela desculpar eu deveria seguir um longo caminho de desculpas repetidas. "Eu precisava passar algum tempo sem fazer nada com Cary. Nós podemos falar sobre uma futura viagem a Las Vegas, se você quiser de ir algum dia. " “Isso não seria divertido? Eu gostaria de fazer coisas divertidas com você Eva.” “Eu gostaria também.” Meus olhos seguiram para a foto de minha mãe com Staton. Ela é uma mulher bonita, irradia vulnerabilidade


e sensualidade. A vulnerabilidade era verdaderia — minha mãe era uma mulher frágil de várias maneiras — mas ela era uma devoradoura de homens. Os homens não tiravam vantagens de minha mãe; ela andou por cima de todos eles. “Você tem planos para o almoço? Eu poderia fazer uma reserva e ir encontrar você.” “Eu poderia levar uma colega de trabalho?” Megumi tinha me convidado para o almoço, como eu não pude ir, prometi que a levaria com uma data marcada, justamente hoje.” “Oh, eu adoria conhecer as pessoas com quem você trabalha!” Minha boca se curvou, devido a uma verdadeira afeição. Minha mãe vivia me deixando louca, mas no final do dia, seus grandes defeitos aconteciam porque ela me amava demais. Combinado com suas neuroses criam uma falha enorme, mas isso era motivado pelas melhores intenções. "Tudo bem. Venha nos buscar ao meio dia, e lembre-se, nós só temos uma hora, então tem que ser em um lugar perto e rápido.” “Eu vou cuidar disso. Eu estou tão animada, vejo você mais tarde.” * * * *** Megumi e minha mãe foram para o outro imediatamente. Eu reconheci o olhar sonhador familiar no rosto de Megumi quando elas se conheceram, porque eu já tinha visto tantas vezes ao longo dos anos.


Monica Stanton era uma mulher deslumbrante, o tipo de beleza clássica que ninguém poderia deixar de olhar, porque não podiam acreditar que alguém poderia ser tão perfeito. Além disso, a cor púrpura da poltrona que ela ela tinha escolhido para se sentar, criou um cenário lindo para seus cabelos dourados e olhos azuis. Minha mãe ficou muito contente pelo senso moda Megumi tinha. Enquanto minhas escolhas de roupa se inclinavam para o mais tradicional e pronto para vestir, Megumi era favorecida por combinações únicas e cores, bem como a decoração do elegante café perto do Rockefeller Center que minha mãe tinha nos levado para almoçar. O lugar me lembrava de Alice no país das maravilhas, The place reminded me of Alice in Wonderland, com seu ouro e jóias e tons de veludos usados em móveis exclusivamente moldados. A Megumi estava sentada emu ma cadeira com uma exagerada curva, enquanto a de minha mãe tinha gárgulas nos pés. "Eu ainda estou tentando descobrir o que há de errado com ele", Megumi continuou. "Eu estava procurando…Quero dizer, um cara que não fosse um grande safado em um encontros às cegas. " "Não acredito que seja um completo safado," minha mãe protestou. "Tenho certeza que ele está se perguntando como ele teve sorte com você." "Obrigado!"

Megumi

sorriu

para

mim.

"Ele


estava muito sensual. Não chegava a um Gideon Cross, mas quente do mesmo jeito. " “Falando nele, como vai Gideon?” Eu não tomei a pergunta da minha mãe de forma superficial. Ela estava consciente de que Gideon sabia sobre o abuso que tinha sofrido quando criança, e ela tinha recebido a noticia de forma não agradável. Foi a maior vergonha para ela, perceber que não sabia o que estava acontecendo sob seu próprio teto, e sua culpa era enorme, bem como inteiramente injusta. Ela não sabia porque eu tinha escondido. Nathan me fazia ter medo do que aconteceria se eu contasse para alguém. Ainda assim, minha mãe estava ansiosa em saber de Gideon. Eu esperava que ela em breve percebesse que Gideon não tem nada contra ela. “Ele está trabalhando muito,” Eu respondi. “Você sabe como é isso, eu roubei muito do seu tempo desde que começamos a sair, e ele está pagando por isso agora.” “Você vale a pena.” Eu tomei um grande gole de água quando senti um desejo quase irresistível de dizer a ela que o meu pai estava vindo me visitar. Ela seria um aliada em convencê-lo do carinho que Gideon tem por mim, mas que era uma razão egoísta. Eu não tinha idéia de como ela reagiria ao fato de Victor estar em Nova York, mas era muito provavel, ela ficar angustiada, e faria de vida de todos um inferno. Quaisquer que sejam suas razões, ela preferiu não ter nenhum contato com ele.


Eu não podia ignorar como ela tinha conseguido evitar ver ou falar com ele desde que me tornei capaz o suficiente para se comunicar com ele diretamente. “I vi uma foto do Cary na lateral de um ônibus ontem.” Ela disse. “Sério?” Eu fiquei animada. "Onde?" “Na Broadway. Uma propaganda de jeans, eu acho que era isso.” “Eu vi um também,” Megumi disse. “Não que eu tenha prestado atenção no que ele vestia. Aquele homem é quente.” A conversa me fez rir. Minha mãe era adepta da ação de admirar um homem. Essa é uma das muitas razões para eles a adorarem – ela fez com que se sintam bons – Meguni ia além dela no quesito apreciar um homem. “Ele vai começar a ser reconhecido nas ruas.” Eu disse, agradecida que ele seja o assunto dos tabloids e não eu. As fofocas de que a namorada de Gideon Cross vive com um modelo sexy não foram boas. “Claro,” minha mãe disse “Você não duvidou que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde não é ?” “Eu sempre acreditei.” Eu disse. "Por causa dele. É um fato triste que os modelos masculinos não fazer tanto sucesso ou trabalham com tanta frequencia como as mulheres fazem." Apesar de eu acreditar que Cary ia romper isso de alguma forma.


Emocionalmente, ele não poderia esperar por outra coisa. Ele aprendeu a colocar tanto valor em sua aparência que eu não acho que ele se permitiria falhar. Foi um dos meus mais profundos temores, de que sua escolha de carreira iria voltar para assombrá-lo de forma que nenhum de nós poderia suportar. Minha mãe tomou um pequeno gole de sua Pellegrino. O café especializado em artigos do cacau, mas ela teve o cuidado de não desperdiçar sua atribuição diária de calorias por refeição. Eu era menos cautelosa. Eu tinha pedido uma sopa e combinado com um sanduíche e uma sobremesa que iam me custar pelo menos uma hora extra na esteira mais tarde. Usei como desculpa o fato de eu estar no meu periodo menstrual, que na minha opnião era uma zona de chocolate. "Então," Monica sorriu para Megumi, "você vai estar vendo seu encontro cega de novo?" "Eu espero que sim." "Querida, não deixe ao acaso!" Como minha mãe começou a distribuir sua sabedoria no que diz respeito à gestão dos homens, eu me sentei e assisti o show. Ela tinha a firme convicção de que toda mulher merecia ter um homem rico louco ela, e pela primeira vez desde sempre, ela não estava concentrando seus esforços de marketing em mim. Enquanto eu estava preocupado sobre como meu pai e Gideon iria se conhecer, eu não tinha preocupações sobre os sentimentos


da minha mãe sobre o assunto. Nós duas achavamos que eu estava com o cara certo para mim, embora por razões diferentes. "Adorei sua mãe", disse Megumi, quando Mônica se abaixou em um banheiro feminino para refrescar-se antes de sairmos." E você olha como ela, sorte sua. Como eu me sentiria mal, como se sente de ter uma mãe que é mais quente do que você ? " Rindo, eu disse a ela: "Eu vou ter que arrastá-la junto com a gente de novo. Isso funcionou muito bem. " "Eu gostaria disso." Quando chegou a hora de ir, eu olhei para o carro de Clancy esperando na calçada por nós e percebi que queria andar um pouco na tentativa de elimonar um pouco meu almoço antes de eu voltar para o trabalho. "Eu acho que eu vou andando de volta", disselhes. "Eu comi demais. Vocês duas vão sem mim. " “Eu vou com você,” Megumi disse. “Eu poderia me hidratar com um pouco do ar quente, o ar comprimido do escritório faz minha pele secar.” "Eu vou, também," a minha mãe ofereceu. Olhei seus saltos delicados com ceticismo, mas, novamente, minha mãe não usava nada, exceto calcanhares. Voltamos

para

o

Crossfire

no

ritmo

de


passos padrão para Manhattan, que foi algo muito rápido, firme e com propósito. Enquanto normalmente desviavamos em torno de obstáculos humanos que eram parte do processo, hoje isso não foi um problema com a minha mãe na liderança. Homens se desviavam para o lado para olhar para ela, depois a acompanhavam com os olhos. Em seu simples vestido sexy na cor azul gelo, ela parecia fria e refrescante no calor húmido. Tínhamos acabado de virar a esquina para chegar ao Crossfire, quando ela deu uma parada abrupta que fez com que Megumi e eu batessemos na traseira dela. Ela cambaleou para frente, balançando e eu mal peguei em seu braço antes que ela vacilasse ainda mais. Eu olhei para o chão para ver o que tinha prendido minha mãe ali, mas quando eu não vi nada eu olhei para ela. Ela estava olhando para o Crossfire em transe. "Jesus, mãe", eu lhe tirei do fluxo de pedestres. "Você está branca como um lençol. É o calor? Você se sente tonta? " "O que?" Sua mão foi para sua garganta. Seu olhar dilatado permaneceram fixos para o Crossfire. Virando a cabeça, eu segui sua linha de visão, tentando ver o que foi que a deixou assim. "O que vocês duass estão olhando?" Megumi perguntou, franzindo a testa para baixo da


rua. "Sra. Stanton." Clancy perguntou, tendo abandonado o carro que ele estava dirigindo a uma distância segura, mas discreta atrás de nós. "Está tudo bem?" "Você viu?", Ela começou, olhando para ele com a sua pergunta. "Ver o quê?" Eu exigi, quando sua cabeça se levantou, seu olhar treinado observou o comprimento da rua. O centro do seu foco me fez arrepiar. "Deixe-me levar as três pelo resto caminho", Clancy disse calmamente.

do

A entrada do Crossfire estava literalmente, do outro lado da rua, mas algo no tom Clancy não admitia discussão. Todos entraram no carro, minha mãe foi para banco da frente. "O que foi aquilo?" Megumi perguntou depois que tinhamos sido entregues e estavamos no interior fresco do edifício "Sua mãe olhou como se tivesse visto um fantasma." "Eu não tenho idéia." Mas eu me senti mal. Algo que minha mãe tinha medo. E isso ia me deixar louca, até que eu descobrisse o que era.  


Capítulo 7

Minhas costas bateram no tatame com força suficiente para expulsar o ar dos meus pulmões. Atordoada, eu pisquei para o teto, tentando recuperar o fôlego. A cara de Parker Smith entrou em foco. – Você está desperdiçando meu tempo. Se você vai estar aqui, esteja aqui. Cem por cento. Não um milhão de milhas de distância em sua cabeça, em algum lugar. Eu agarrei a mão que ele estendeu para mim, e ele me puxou para os meus pés. Em torno de nós, mais uma dúzia de estudantes de Krav Maga de Parker davam duro no trabalho. O estúdio baseado no Brooklyn estava vivo com o barulho e atividade. Ele estava certo. Meus pensamentos ainda estavam presos na minha mãe e na maneira bizarra ela reagiu quando voltamos para o Crossfire depois do almoço. – Desculpe, - eu murmurei. – Eu tenho algo em minha mente. Ele se movia como um raio, me derrubando em um joelho, depois alvejando o meu ombro com rápidas bofetadas ardidas. "Você acha que um atacante vai esperar até que você esteja alerta e pronta antes que ele venha atrás de você? " Agachei-me, obrigando-me a me concentrar. Parker agachou também, seus olhos castanhos duros e vigilantes. Sua cabeça raspada e pele café com leite brilhavam sob a iluminação fluorescente. O estúdio era um armazém convertido, que havia sido deixado rústico tanto por razões econômicos quanto por atmosfera. Minha mãe e padrasto eram paranóicos o suficiente para fazer Clancy acompanhar-me para as minhas aulas. O bairro estava atualmente passando por revitalização, que eu achava que era encorajador, mas eles pensaram que era preocupante. Quando Parker avançou para mim de novo, eu o bloqueei. A marcação foi rápida e furiosa, então, eu empurrei todos os outros pensamentos de lado até mais tarde, quando eu estivesse em casa. Quando Gideon chegou cerca de uma hora depois, ele me encontrou na banheira cercada por velas perfumadas de baunilha. Despiu-se para se juntar a mim, apesar de seu cabelo úmido dizer que ele já havia tomado banho após passar um tempo com o seu treinador pessoal. Eu o assisti despindo-se, olhar cravado. O jogo de músculos sob a pele e a inerente graciosidade na forma como ele se despiu enviou uma deliciosa sensação de contentamento deslizando através de mim.


Ele subiu na banheira profunda oval atrás de mim, suas longas pernas deslizando em cada lado das minhas. Seus braços em volta de mim, e então ele me surpreendeu ao me levantar e me puxar para trás, de modo que eu estava sentada em seu colo e minhas pernas estavam sobre as dele. – Se apoie em mim, meu anjo, - ele murmurou.– Eu preciso sentir você. Eu suspirei com prazer, afundando na dureza de seu corpo poderoso quando ele me embalou. Meus músculos doloridos suavizaram em sinal de rendição, ansiosa como sempre em tornar-me completamente flexível ao seu toque. Eu amava momentos como este, em que o mundo e os nossos gatilhos emocionais estavam longe. Momentos em que eu sentia o amor que ele não podia declarar para mim. – Imergindo mais contusões? - , ele perguntou, com o rosto pressionado no meu. – Minha culpa. Minha cabeça não estava no jogo. – Pensando em mim? - Ele ronronou, esfregando contra a minha orelha. – Eu gostaria. Ele fez uma pausa, depois mudou de marcha. – Diga-me o que está incomodando você. Eu amei como facilmente ele pode ler-me, então, revi e revisitei sua abordagem na mosca. Eu tentava ser mais adaptável a ele. Realmente, flexibilidade era um requisito de uma relação entre duas pessoas de alta manutenção. Ligando os meus dedos com os dele, eu disse a ele sobre a reação estranha da minha mãe depois do almoço. – Eu quase esperava virar e ver o meu pai ou algo assim. Eu estava pensando. . . Você tem câmeras de segurança que cobrem a frente do edifício, não é? – É claro. Eu vou olhar. – É uma janela de 10 minutos de tempo, no máximo. Eu só quero ver se consigo descobrir o que aconteceu. – Considere feito. Inclinei a cabeça para trás e beijei sua mandíbula. – Obrigado. Seus lábios pressionados em cima do meu ombro. – Anjo, não há nada que eu não faria por você. – Incluindo a falar sobre o seu passado? - Eu me senti tensa e mentalmente me chutei. – Não exatamente neste segundo, - apressei-me a acrescentar, – mas em algum momento. Só me diga que chegaremos lá. – Almoce comigo amanhã. No meu escritório. – Você vai falar sobre isso, então?


Gideon exalou duramente. – Eva. Eu virei o rosto e liberei-o, desapontada com a sua evasão. Alcançando as bordas da banheira, eu me preparava para sair e me afastar do homem que de alguma forma me fez sentir mais ligada a outro ser humano do que eu já tinha sido, ainda que impossivelmente distante também. Estar com ele fodeu com a minha cabeça, me fez duvidar das mesmas coisas que eu tinha certeza apenas momentos antes. Enxaguei-me de novo. – Eu estou pronta, - eu murmurei, soprando a vela mais próxima. A fumaça se enrolou e se afastou, tão intangível como a minha compreensão sobre o homem que eu amava. – Eu vou sair. – Não. - Ele segurou meus seios, restringindo-me. A água batia em torno de nós, tão agitada como eu estava. – Me solte, Gideon. - Eu peguei seus pulsos para puxar as mãos. Ele enterrou seu rosto no meu pescoço, se segurando obstinadamente. – Nós vamos chegar lá. Ok? Só – Nós vamos chegar lá. Eu desinflei, sentindo pouco do triunfo eu esperava sentir quando eu perguntei antes e antecipei sua resposta. – Podemos dar um descanso esta noite? - Perguntou ele rispidamente, ainda agarrado apertado. – Dar um descanso a tudo mais? Eu só quero estar com você, tudo bem? Pedir algo para jantar, ver televisão, segurá-la enquanto eu durmo. Podemos fazer isso? Percebendo que algo estava seriamente estranho, me virei para ele. – O que há de errado? – Eu só quero um tempo com você. Meus olhos ardiam com as lágrimas. Havia mais que ele não estava dizendo a mim, tanto mais. Nosso relacionamento estava rapidamente se tornando um campo minado de palavras não ditas e segredos não compartilhados. – Ok. – Eu preciso, Eva. Você e eu, sem drama. - Seus dedos molhados passando em toda a minha bochecha. – Dê-me isso. Por favor. Então me dê um beijo. Virando-me, eu montei seus quadris e segurei seu rosto em minhas mãos. Eu dobrei minha cabeça para encontrar a abordagem perfeita e pressionei meus lábios nos dele. Comecei suave e lento, lambendo e sugando. Eu puxei o lábio inferior, em seguida, persuadindo-o a esquecer os nossos problemas com provocativas pancadas de minha língua ao longo dele. – Beije-me, porra, - ele rosnou, suas mãos escorregando em minha espinha e amassando inquietas. – Beije-me como você me ama.


– Eu amo, - eu prometi, respirando as palavras para ele. – Eu não posso evitar. – Anjo. - Empurrando as mãos no meu cabelo úmido, ele me segurou como ele queria que eu fizesse e me beijou sem sentido. *** Depois do jantar, Gideon trabalhou na cama, apoiando as costas contra a minha cabeceira e seu laptop em uma mesa de colo. Eu deitada na cama de barriga, de frente para a TV e chutando meus pés no ar. – Você conhece cada linha neste filme? - ele perguntou, seduzindome a tirar minha atenção de Ghostbusters1 para olhar para ele. Ele usava cueca boxer preta e nada mais. Eu adorava que eu pudesse vê-lo dessa forma, relaxado, confortável, íntimo. Gostaria de saber se Corinne já tinha visto esse ponto de vista. Se era assim, eu podia imaginar o desespero dela para ver de novo, porque eu estava desesperada em não perder o privilégio. – Talvez, - eu concedi. – E você tem de dizer todas em voz alta? – Tem um problema com isso, ás? – Não. - diversão iluminou seus olhos e curvou sua boca. – Quantas vezes você já viu isso? – Um zilhão de vezes. - Eu me curvei e levantei sobre as mãos e os joelhos. – Quer mais? Uma sobrancelha escura se elevou. – Você é o KeyMaster2? - Eu ronronei, rastejando para a frente. – Anjo, quando você está me olhando assim, eu sou tudo o que você quer que eu seja. Eu olhei para ele sob as pálpebras abaixadas e respirei, – Você quer esse corpo? Sorrindo, ele colocou sua mesa de lado. – Todo o maldito tempo. Escarranchando suas pernas, escalei seu torso. Eu passei meus braços ao redor de seus ombros e resmunguei: – Beije-me, subcriatura. – Não é assim que aquela fala vai. E o que aconteceu com o deus do prazer? Agora eu sou uma subcriatura? Eu pressionei minha fenda contra o cume duro de seu pênis e rolei meus quadris. – Você é o que eu quero que você seja, se lembra?

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Gostbusters é um filme de 1984 – Os caça-fantasmas em português. Keymaster – um demônio do filme Gostbusters que podia abrir o portal.


Gideon apertou minhas costelas e inclinou a cabeça para trás. – E o que é isso? – Meu. - Eu belisquei sua garganta com os dentes. – Todo meu. *** Eu não conseguia respirar. Tentei gritar, mas algo bloqueou meu nariz. . . cobriu minha boca. Um gemido agudo era o único som a escapar, meus frenéticos pedidos de ajuda presos dentro da minha mente. Saia de mim. Pare com isso! Não me toque. Oh, Deus. . . por favor, não faça isso comigo. Onde estava Mamãe? Ma-mãe! A mão de Nathan cobriu minha boca, esmagou meus lábios. O peso do seu corpo pressionado em cima de mim, esmagando a cabeça no travesseiro. Quanto mais eu lutava, mais animado que ele se tornava. Ofegante como o animal que era, ele pulou em mim, mais e mais. . . tentando enfiar-se dentro de mim. Minha calcinha estava no caminho, me protegendo da dor dilacerante que eu vivi muitas vezes para contar. Como se tivesse lido minha mente, ele rosnou em meu ouvido: – Você não sentiu dor ainda. Mas você vai. Eu congelei. Consciência me atingiu como um balde de água gelada. Eu conhecia aquela voz. Gideon . Não! Meu sangue rugia nos meus ouvidos. Doença se espalhou através do meu intestino. Bile inundou minha boca. Era pior, muito pior, quando a pessoa que tenta estuprar você era alguém que você confiava com tudo o que tinha. Medo e fúria misturados em uma corrida potente. Em um momento de lucidez, ouvi as ordens gritadas de Parker. Lembrei-me do básico. Eu ataquei o homem que eu amava, o homem cujos pesadelos se misturavam com os meus da forma mais terrível. Nós dois sobreviventes de abuso sexual, mas em meus sonhos eu era ainda uma vítima. No dele, ele se tornou o agressor, violentamente determinado a infligir a mesma agonia e humilhação em seu atacante como ele mesmo havia sofrido. Meus dedos enrijecidos bateram na garganta de Gideon. Ele recuou com uma maldição e se deslocou, e eu bati meu joelho entre suas pernas. Dobrado, ele se afastou de mim. Eu rolei para fora da cama e caí no chão com um baque. Cambaleando em meus pés, me joguei em direção à porta para o corredor. – Eva, - ele engasgou, acordado e consciente do que ele quase fez para mim em seu sono. – Deus. Eva. Espere!


Eu pulei a porta e corri para a sala de estar. Encontrei um canto escuro, eu me enrolei em uma bola e me esforcei para respirar, meu choro ecoando pelo apartamento. Eu pressionei meus lábios no meu joelho quando a luz veio do meu quarto e não me movi ou emiti um som quando Gideon entrou na sala de estar uma eternidade depois. – Eva? Jesus. Você está bem? Será que eu. . . te machuquei? Parassonia sexual atípica foi o que o Dr. Petersen chamou, uma manifestação do profundo trauma psicológico de Gideon . Chamei-o inferno. E nós dois presos nele. Sua linguagem corporal quebrou meu coração. Seu porte normalmente orgulhoso estava pesado com a derrota, os ombros caídos e de cabeça baixa. Ele estava vestido e carregando sua mala. Ele parou no balcão de café da manhã. Eu abri minha boca para falar, então eu ouvi um tilintar metálico contra a bancada de pedra. Eu o tinha parado da última vez, eu o tinha feito ficar. Desta vez, eu não tenho isso em mim. Desta vez, eu queria que ele fosse. O mau audível som da trava da fechadura da porta da frente reverberou através de mim. Algo dentro de mim morreu. Pânico tomou conta. Eu o perdi no momento em que ele se foi. Eu não queria que ele ficasse. Eu não quero que ele vá. Eu não sei quanto tempo eu sentei lá no canto antes de eu encontrar a força para ficar em pé e ir para o sofá. Eu vagamente registrei que o amanhecer estava iluminando o céu noturno quando ouvi o som distante do toque do telefone celular toque Cary. Pouco tempo depois, ele veio correndo para a sala de estar. –Eva! - Ele estava em cima de mim em um minuto, agachando-se diante de mim com as mãos nos joelhos. – Até onde ele foi? Eu pisquei para ele. – O que? – Cross ligou. Disse que ele tinha tido outro pesadelo. – Não aconteceu nada. Eu senti o rolar quente de uma lágrima no meu rosto. – Você parece como se algo aconteceu. Você parece. . . Eu segurei seus pulsos quando ele se levantou com uma maldição. – Eu estou bem. – Merda, Eva. Eu nunca vi você deste jeito. Eu não aguento mais. Ele se sentou ao meu lado e me puxou para seu ombro. – Chega. Se afaste dele. – Eu não posso tomar essa decisão agora.


– O que você está esperando? - Ele me forçou para trás para olhar para mim. – Você vai esperar muito tempo e então esta não será apenas mais um relacionamento ruim, vai ser um que fode você permanentemente. – Se eu desistir dele, ele não vai ter ninguém. Eu não posso. – Isso não é problema seu. Eva. . . Porra. Não é de sua responsabilidade salvá-lo. – É-Você não entende. - Eu passei meus braços em torno dele. Enterrandomeu rosto em seu ombro, eu chorei. – Ele está me salvando. *** Eu vomitei quando eu encontrei a chave de Gideon para o meu apartamento deitada no balcão. Eu mal consegui chegar à pia. Quando meu estômago estava vazio, fiquei com dor tão angustiante que era paralisante. Agarrei-me à beira do balcão, ofegante e suando, chorando tanto que eu perguntei como eu suportaria isso por mais cinco minutos, para não falar do resto do dia. O resto da minha vida. A última vez que Gideon tinha devolvido minhas chaves para mim, nós ficamos separados por quatro dias. Era impossível não pensar que repetindo o gesto significava uma ruptura mais permanente. O que eu tinha feito? Por que eu não o deive? Falei com ele? O fiz ficar? Meu smartphone sinalizou um texto de entrada. Eu tropecei para minha bolsa e tirei-o para fora, rezando para que fosse Gideon . Ele conversou com Cary três vezes já, mas ele ainda não entrou em contato comigo. Quando eu vi o nome dele na tela, uma dor, doce e afiada perfurou meu peito. Estou trabalhando de casa hoje, sua mensagem dizia. Angus estará te esperando em frente para dar-lhe uma carona para trabalhar. Meu estômago apertou novamente com medo. Tinha sido uma semana tremendamente difícil para nós dois. Eu poderia entender por que ele tinha apenas desistido. Mas esse entendimento estava envolvido em um medo visceral, roendo tão frio e insidioso, que arrepios varreram meus braços. Meus dedos tremiam quando eu mandei uma mensagem para ele de volta: Eu vou te ver hoje à noite? Houve uma longa pausa, tempo suficiente para que eu estivesse prestes a pedir uma resposta sim ou não quando ele mandou: Não conte com isso. Eu tenho o meu encontro com o Dr. Petersen e um monte de trabalho a fazer.


Apertei ainda mais meu telefone. Levei três tentativas antes de ser capaz de digitar: eu quero ver você. Durante muito tempo, o meu telefone permaneceu em silêncio. Eu estava me dirigindo ao meu telefone fixo perto do pânico quando ele respondeu: Eu vou ver o que posso fazer. Oh Deus. . . Lágrimas tornaram difícil enxergar as letras. Ele estava terminando. Eu sabia isso no fundo do meu coração. Não corra. Eu não estou. Pareceu uma eternidade antes que ele respondesse: Você deveria. Eu doentiamente debati se deveria ligar depois disso, mas eu não fiz. Eu não podia. Eu tinha ido por esse caminho muitas vezes. Eu sabia que poderia facilmente cair no velho auto-destrutivo padrão para lidar com dor incômoda. Iria me matar perder Gideon, mas eu estaria definitivamente morta se eu me perdesse. Eu tinha que aguentar. Passar. Sobreviver. Um passo de cada vez. E assim eu subi na traseira do Bentley como supostamente deveria, e enquanto o rosto sombrio de Angus só me fez mais preocupada, eu tranquei tudo e deslizei para o modo de auto-preservação piloto automático que me permitiria passar pelas horas seguintes. Meu dia passou em um borrão. Eu trabalhei duro e focada em meu trabalho, usando-o para me impedir de ficar louca, mas meu coração não estava nele. Eu passei a minha hora de almoço executando uma incumbência, incapaz de tolerar o pensamento de comer ou de fazer conversa fiada. Depois que meu turno acabou, eu quase deisiti de minha aula de Krav Maga, mas aguentei e dei uma quantidade similar de foco para os treinos, como eu tinha dado ao meu trabalho. Eu tinha que seguir em frente, mesmo se eu estavesse indo em uma direção que eu não podia suportar percorrer. – Melhor, - disse Parker, durante um intervalo. – Você ainda está fora, mas você está melhor do que na noite passada. Eu balancei a cabeça e enxuguei o suor do meu rosto com uma toalha. Eu comecei as aulas de Parker apenas como uma alternativa mais intensa para as minhas visitas habituais ao ginásio, mas a noite passada tinha me mostrado que a segurança pessoal era mais do que apenas um benefício colateral conveniente. As tatuagens tribais que uniam seus bíceps flexionaram quando ele ergueu uma garrafa de água aos lábios. Porque ele era canhoto, sua aliança de casamento simples de ouro atraiu a luz e meu olho. Lembrei-me do anel de promessa na minha mão direita e eu olhei para ele. Lembrei-me de quando Gideon o tinha dado a mim e como ele disse que os diamantes incrustados no Xs enlaçados em ouro eram representativos dele me "segurando". Gostaria de saber se ele ainda pensava dessa forma, se ele ainda pensava que valia a pena tentar. Deus sabia que eu pensava.


– Pronto? - Parker perguntou, jogando a garrafa vazia na lixeira. – Manda ver. Ele sorriu. – Lá está ela. Parker ainda me forçou mais, mas não foi por falta de tentativas da minha parte. Eu o acompanhei em cada passo do caminho, descarregando minha frustração com o exercício, bom e saudável. As poucas vitórias que eu consegui obter estimularam a minha determinação de lutar por meu relacionamento rochoso, também. Eu estava disposta a colocar tempo e esforço para estar lá para Gideon , para ser uma pessoa melhor e mais forte para que pudéssemos ultrapassar dos nossos problemas. E eu ia dizer a ele, quer ele quisesse ouvi-lo ou não. Quando a minha hora acabou, eu limpei e acenei adeus aos meus colegas de classe e, em seguida, empurrei a trava da porta de saída e saí para o ainda quente ar da noite. Clancy já tinha trazido o carro para a porta e estava encostado no para-choque em uma pose que só um idiota iria pensar que era casual. Apesar do calor, usava uma jaqueta, que escondia sua arma. – Está tudo bem? - Ele ajeitou para abrir a porta para mim. Desde que eu o conheci, ele mantinha seu cabelo loiro escuro em um corte militar. Isso contrtibuia para a impressão de ele ser um homem muito sombrio. – Estou trabalhando nisso. - Deslizando no banco de trás, eu disse a Clancy para me deixar na casa de Gideon. Eu tinha minha própria chave e eu estava preparada para usá-la. Numa parte da minha mente, eu me perguntei se Gideon tinha ido ver o Dr. Petersen para a sua consulta ou se ele tinha abandonado. Ele concordou em terapia individual só por minha causa. Se eu não fosse mais parte da equação, ele poderia não ver qualquer razão para fazer o esforço. Eu entrei no lobby do discreto e elegante edifício do apartamento de Gideon e me apresentei na recepção. Não foi até que eu estivesse sozinha em seu elevador privativo que os nervos realmente me bateram. Ele me colocou na sua lista de aprovados semanas antes, um gesto que significava muito mais para ele e para mim do que para os outros, porque a casa de Gideon era seu santuário, um lugar que ele permitiu poucos visitantes. Eu era a única amante que ele já tinha entretido lá e a única pessoa, além de sua equipe de casa, que tinha a chave. Ontem eu não teria duvidado em ser bem-vinda, mas agora. . . Saí em um pequeno hall de entrada decorado com azulejos de xadrez de mármore e um console antigo tendo um arranjo enorme de lírios brancos. Antes que eu desbloqueasse a porta da frente, eu respirei fundo, preparando-me para como fosse encontrá-lo. Da vez anterior que ele me atacou em seu sono, ele tinha se quebrado. Eu não podia evitar, mas temia


o que a segunda vez tinha feito a ele. Eu estava com medo de que sua parassonia pudesse ser a cunha que nos afastasse. Mas no momento em que entrei em seu apartamento, eu sabia que ele não estava em casa. A energia que zumbia através de um espaço quando ele o ocupava estava marcadamente ausente. Luzes que eram ativadas por movimento acenderam quando entrei na sala de estar ampla, e eu me forcei a me estabelecer como se eu pertencesse ali. Meu quarto ficava logo no corredor e fui até ele, parando no limiar para absorver a estranheza de ver meu quarto replicado na casa de Gideon. A duplicação era estranha, da cor das paredes ao mobiliário e tecidos, mas sua existência era mais do que um pouco enervante. Gideon tinha criado como meu quarto seguro, um lugar para eu correr para quando precisasse de algum espaço. Eu acho que eu estava correndo para ele agora, de certa forma, usando-o em vez do quarto dele. Depositando minha sacola de treino e minha bolsa em cima da cama, tomei banho e coloquei uma das camisetas das Indústrias Cross que Gideon tinha reservado para mim. Eu tentei não pensar sobre por que ele ainda não estava em casa. Eu acabara de servir uma taça de vinho e ligor a televisão da sala quando meu smartphone tocou. – Olá? Eu respondi, não familiarizada com o número no identificador de chamadas sem nome. – Eva? É Shawna. – Oh, hey, Shawna. - Eu tentei não soar desapontado. – Eu espero que não seja tarde demais para ligar. Eu olhei para a tela do meu telefone, notando que eram quase nove horas. Ciúme misturado com a minha preocupação. Onde ele estava? – Não se preocupe. Estou apenas assistindo TV. – Desculpe, eu perdi sua chamada ontem à noite. Eu sei que está em cima da hora, mas eu queria ver se você estava a fim de ir a um concerto do Six-Ninths na sexta-feira. – Um concerto do que? – Six-Ninths. Você ainda não ouviu falar deles? Eles eram indie3 até final do ano passado. Eu os tenho acompanhado por um tempo e eles deram prioridade a suas listas de e-mail, então eu comprei entradas. A coisa é, todo mundo que eu conheço gosta de hip-hop e pop dance. Não quer dizer que você é minha última esperança, mas. . . bem, você é minha última esperança. Diga-me que gosta de rock alternativo. – Eu gosto de rock alternativo. - Meu telefone tocou. Chamada. Quando eu vi que era Cary, eu deixei ir para o correio de voz. Eu não achei

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Indie – abreviatura de independentes em inglês, se aplica nas artes aos grupos e artistas que ainda estão fora da cena pop.


que eu estaria no telefone com Shawna muito tempo e eu poderia chamá-lo de volta. – Como eu sei disso?- Ela riu. - Eu tenho quatro ingressos, se você tem alguém que você gostaria de trazer. Nos encontramos às seis? Comemos algo primeiro? O show começa às nove. Gideon entrou exatamente quando eu respondi: – Você tem um encontro. Ele ficou apenas dentro da porta, com sua jaqueta atirada sobre um braço, o botão superior de sua camisa aberto, e uma maleta na mão. Sua máscara estava no lugar, mostrando nenhuma emoção em me encontrar esparramada no sofá de sua sala, com sua camiseta e com um copo de seu vinho em sua mesa e sua televisão ligada. Ele me olhou da cabeça até o pé, mas nada cintilou em seus lindos olhos. De repente, me senti estranha e indesejável. – Eu retorno a você sobre o outro ingresso: - Eu disse a Shawna, sentando-me lentamente, de modo que eu não perdesse nada dele. – Obrigada por pensar em mim. – Estou feliz que você venha! Nós vamos ter um grande momento. Combinamos de nos falar no dia seguinte e desligamos. Nesse ínterim, Gideon abaixou sua pasta e jogou o paletó sobre o braço de uma das cadeiras douradas que ladeavam as extremidades da mesa de café de vidro. – Há quanto tempo você está aqui? - , Perguntou ele, arrancando o nó frouxo da gravata. Eu levantei. Minhas mãos ficaram úmidas com o pensamento de que ele poderia me expulsar. – Não muito. – Você já comeu? Eu balancei a cabeça. Eu não tinha sido capaz de comer muito durante todo o dia. Eu atravessei a sessão com Parker por cortesia de uma bebida de proteína que eu peguei durante a minha hora de almoço. – Peça alguma coisa. - Ele passou por mim em direção ao corredor. Os menus estão na gaveta da cozinha pelo refrigerador. Eu vou tomar um ducha rápida. – Você quer alguma coisa? - Eu perguntei para suas costas. Ele não parou ou olhou para mim. – Sim. Eu não comi, também. Eu finalmente decidi por uma delicatessen local ostentando sopa de tomate orgânico e baguetes frescas, imaginando que meu estômago poderia talvez lidar com isso, quando meu telefone tocou de novo. – Ei, Cary, - eu respondi, desejando que eu estivesse em casa com ele e não prestes a enfrentar uma separação dolorosa.


– Ei, Cross esteve aqui procurando por você. Eu disse-lhe para ir para o inferno e ficar lá. – Cary. - Eu suspirei. Eu não podia culpá-lo, eu faria a mesma coisa para ele. – Obrigado por me avisar. – Onde está você? – Na casa dele, esperando por ele. Ele acabou de chegar. Eu provavelmente vou estar em casa mais cedo do que mais tarde. – Você está chutando-o para a calçada? – Eu acho que está na agenda dele. Ele exalou audivelmente. – Eu sei que não é o que você está pronta para fazer, mas é o melhor. Você deve ligar para o Dr. Travis ASAP 4. Converse com ele. Ele vai ajudar você a colocar as coisas em perspectiva. Eu tive que engolir passado o caroço na minha garganta. – Estou-Sim. Talvez. – Você está bem? – Terminar cara-a-cara tem dignidade, pelo menos. Isso é alguma coisa. Meu telefone foi tirado de minha mão. Gideon sustentou meu olhar quando ele disse, – Good-bye, Cary, então desligou meu telefone e colocou-o sobre o balcão. Seu cabelo estava molhado e ele usava pijama preto que pendia baixo em seus quadris. A visão dele me bateu duro, lembrando-me de tudo o que eu estava perdendo quando eu o perdi-a antecipação sem fôlego e o desejo, o conforto e a intimidade, a sensação efêmera de correção que fazia tudo valer a pena. – Quem é o encontro, - questionou. – Hein? Oh. Shawna – a cunhada de Marcos tem ingressos para o concerto de sexta-feira. – Você já descobriu o que você quer comer? Eu balancei a cabeça, puxando a bainha da minha camisa para minhas coxas porque eu me sentia auto-consciente. – Traga-me um copo do que for que você está bebendo. - Ele chegou perto de mim e pegou o menu que eu deixei no balcão. – Eu vou pedir. O que você quer? Foi um alívio me mover até o armário que continha os copos de vinho. – Sopa. Pão crocante. Enquanto eu tirei a rolha da garrafa de merlot que eu tinha deixado no balcão, ouvi-o chamar a delicatessen e falar naquela voz firme e rouca dele, que eu amei desde o momento que eu ouvi pela primeira vez. Ele 4

ASAP – as soon as possible – assim que possível.


ordenou a sopa de tomate e macarrão de galinha, o que causou um aperto doloroso no peito. Sem ser dito, ele ordenou o que eu queria. Esta foi outra das muitas coisas fortuitas que sempre me fizeram sentir como se estivéssemos destinados a acabar no mesmo lugar, em conjunto, se pudéssemos chegar tão longe. Passei-lhe o copo que eu servi para ele e vi como ele tomou um gole. Ele parecia cansado, e eu perguntei se ele tinha ficado acordado a noite toda, como eu fiquei. Abaixou a taça, ele lambeu o traço persistente de vinho em seus lábios. – Eu fui para sua casa procurando por você. Espero que Cary tenha dito a você. Eu esfreguei a dor dolorosa no peito. – Eu sinto muito. . . sobre isso e - Fiz um gesto com o que eu estava vestindo. – Droga. Eu não planejei isso muito bem. Inclinou-se de volta para o balcão e cruzou um tornozelo sobre o outro. – Vá em frente. – Achei que você estaria em casa. Eu deveria ter chamado primeiro. Quando você não estava aqui, eu devia ter esperado uma outra oportunidade, em vez de fazer-me em casa. - Eu esfreguei em meus olhos ardendo. – Eu estou. . . confusa sobre o que está acontecendo. Eu não estou pensando direito. Seu peito expandido em uma respiração profunda. – Se você está esperando que eu termine com você, você pode parar de esperar. Eu agarrei para a ilha da cozinha para me equilibrar. É isso? Isso é o fim? – Eu não posso fazer isso, - afirmou categoricamente. – Eu não posso nem dizer que eu vou deixar você ir, se é por isso que estamos aqui. O quê? Eu fiz uma careta em confusão. – Você deixou sua chave na minha casa. – Eu quero de volta. – Gideon. Meus olhos fecharam e lágrimas escorreram pela minha bochecha.– Você é um idiota. Eu fui embora, movendo-me em direção ao meu quarto com um passo rápido e um pouco ondulante que não tinha nada a ver com a pequena quantidade de vinho que eu bebera. Eu mal tinha chegado à porta do meu quarto quando ele agarrou meu cotovelo. – Eu não vou seguir você lá dentro, disse rispidamente, com a cabeça inclinada para chegar ao meu ouvido. - Eu prometo isso. Mas eu estou pedindo para você ficar e falar comigo. Pelo menos ouvir. Você veio todo este caminho.


– Eu tenho algo para você. - Foi difícil para mim fazer as palavras passarem pela minha garganta apertada. Ele me soltou e eu corri para a minha bolsa. Quando eu o enfrentei, eu perguntei, – Você estava terminando comigo quando você deixou a chave no meu balcão? Ele encheu a porta. Suas mãos foram estendidas acima de seus ombros, seus dedos brancos da força com que ele agarrou o quadro, como se ele estivesse fisicamente restringindo-se de me seguir. A pose exibia seu corpo muito bem, definindo todos os músculos, permitindo que o cós com cordão de suas calças se apegassem a seus ossos do quadril. Eu o queria com cada respiração que eu dava. – Eu não estava pensando muito à frente, - admitiu. – Eu só queria que você se sentisse segura. Meu aperto se aprofundou em torno do objeto na minha mão. – Você rasgou o meu coração, Gideon. Você não tem idéia do que ver aquela chave ali fez comigo. Quanto isso me machuca. Não tem idéia. Seus olhos bem fechados e sua cabeça baixa. – Eu não estava pensando claramente. Eu pensei que estava fazendo a coisa certa. – Foda-se. Foda-se o seu cavalheirismo maldito ou o que diabos você acha que foi. Não faça isso de novo. - Minha voz adquiriu uma borda. – Eu estou dizendo a você agora e eu quero realmente dizer como eu nunca quis nada antes, se você me devolver as minhas chaves, estamos terminados. Não há volta a partir daí. Você entendeu? – Eu entendo, sim. Eu não tenho certeza que você entende. Minha respiração me deixou em uma exalação trêmula. Eu me aproximei dele. – Dê-me a sua mão. Sua mão esquerda ficou no batente da porta, mas a sua direita abaixou e estendeu em minha direção. – Eu nunca lhe dei a chave de minha casa, você apenas tomou. - Eu coloquei a mão dele entre as minhas, colocando meu presente em sua palma. – Eu estou dando a você agora. Recuando, eu o liberei, observando como ele olhou para o brilhante chaveiro monogramado com a chave do meu apartamento nele. Foi a melhor maneira que eu poderia pensar em mostrar a ele que pertencia a ele e que foi dado livremente. Sua mão formou um punho, fechando-se firmemente em torno de meu presente. Depois de um longo minuto, ele olhou para mim e eu vi as lágrimas que molhavam seu rosto. – Não, - eu sussurrei, meu coração ainda mais quebrado. Eu coloquei seu rosto em minhas mãos, meus dedos roçando sobre as maçãs do rosto. – Por favor. . . não.


Gideon me apanhou, seus lábios pressionando os meus. – Eu não sei como ir embora. – Shh. – Eu vou te machucar. Eu já estou machucando. Você merece alguém melhor – – Cale-se, Gideon. - Eu o escalei e envolvi minhas pernas em volta de sua cintura, segurando-o. – Cary me contou como você parecia. . . - Ele começou a tremer violentamente. – Você não vê o que eu estou fazendo com você. Estou quebrando você, Eva– Isso não é verdade. Ele caiu de joelhos no chão, segurando-me firmemente. – Eu estou prendendo você a isso. Você não vê agora, mas você sabia desde o começo - Você sabia o que eu poderia fazer com você, mas eu não iria deixá-la correr. – Eu não estou correndo mais. Você me fez mais forte. Você me deu uma razão para me esforçar mais. – Deus. - Seus olhos estavam assombrados. Ele sentou-se, esticando as pernas para fora, puxando-me mais perto. – Nós estamos tão fodidos, e eu manejei tudo errado. Nós vamos matar um ao outro assim. Nós vamos nos afastar tanto até que não reste nada. – Cale-se. Eu não quero ouvir mais nada dessas merdas. Você foi ao Dr. Petersen? Sua cabeça caiu para trás contra a parede e os olhos fechados. – Sim, caramba. – Disse a ele sobre a noite passada? – Sim. - Sua mandíbula se apertou. – E ele disse a mesma coisa que ele começou na semana passada. Que estamos aprofundando muito. Nós estamos afogando o outro. Ele acha que precisamos nos segurar, namorar platonicamente, dormir separadamente, passar mais tempo junto com os outros e menos tempo sozinho. Seria melhor, pensei. Melhor para a nossa sanidade, melhor para as nossas chances. – Espero que ele tenha um plano B. Gideon abriu os olhos e olhou para o meu rosto carrancudo.– Isso é o que eu disse. Mais uma vez. – Então, nós estamos fodidos. Todo relacionamento tem problemas. Ele bufou. – Sério, - eu insisti. – Vamos dormir separadamente. Isso é algo que eu deixei ir longe demais.


– Camas separadas ou apartamentos separados? – As camas. Isso é tudo que eu posso suportar. – Tudo bem. - Eu suspirei e descansei minha cabeça em seu ombro, tão grata que ele estava em meus braços novamente e que estávamos juntos. –Eu posso lidar. Por agora. Sua garganta engoliu rígido. – Quando eu cheguei em casa e encontrei você aqui - Seus braços se apertaram em torno de mim. – Deus, Eva. Pensei que Cary estava mentindo sobre você não estar em casa, que você simplesmente não queria me ver. Então eu pensei que você poderia estar fora. . . seguir em frente. – Você não é tão fácil de superar, Gideon.- Eu não pensava que jamais pudesse superará-lo. Ele estava no meu sangue. Arrumei para que ele pudesse ver meu rosto. Ele colocou sua mão sobre o coração, a mão com a chave. – Obrigado por isso. – Não a devolva, - eu avisei novamente. – Não lamente dá-la para mim. - Ele apertou sua testa na minha. Eu senti o calor de sua respiração na minha pele e pensei que ele poderia ter sussurrado algo, mas eu não peguei se ele o fez. Não importava. Nós estávamos juntos. Após um longo dia terrível, nada mais era importante.


Chapter

Capítulo 8

O som da porta do meu quarto abrindo fez com que eu acordasse do meu sonho esquecido, mas foi o aroma do café que realmente me acordou. Eu me remechi, mas mantive meus olhos fechados, enquanto o sentimento de antecipção me preenchia. Gideon se sentou ao lado da minha cama e um pouco depois ele começou a passar seu polegar em minha bochecha. “Como você dormiu?” "Eu senti sua falta. Esse café que eu estou sentindo o cheiro, é pra mim? “Se você estiver bem.” Meus olhos se abriram. “Mas você gosta de mim mal.” Seu sorriso me deixava louca, ele já estava vestido em seu terno perfeito e parecia muito melhor pela manhã do que na noite anterior. “Eu gosto de você mal junto comigo, me fale sobre esse show na sexta feira. “É uma banda chamada Six-Ninths, é tudo que eu sei, você quer ir?” “Isso não é uma opção, onde você for, eu vou.” Minhas sobrancelhas se levantou."É mesmo? E se eu não tivesse perguntando?” Ele segurou minha mão e gentilmente passou os dedos em meu anel de compromisso. “Você não iria.” “Como é?” Eu arrumei meu cabelo para traz. Notei seu olhar no seu rosto lindo demais, e me sentei. “Me dê esse café, eu quero estar com cafeína no organismo quando eu for chutar seu traseiro. Gideon sorriu e esfregou a caneca com café. “Não me olhe desse jeito.” Eu briguei. “Eu não estou feliz de você me dizer que eu não posso ir em algum lugar.”


“Nós estavamos falando especificamente de um show de rock, eu não disse que você não iria, apenas que você não iria sem mim, sinto muito se você não gosta disso, mas assim que vai ser.” “Quem disse que é rock? Talvez seja música clássica. Ou celta. Ou pop” “Six-Ninths tem um contrato com a gravadora Vidal.” “Oh.” A gravadora Vidal é dirigida pelo padrasto de Gideon, Sr. Christopher Vidal, mas Gideon tinha uma parte do controle. Eu gostaria de saber como um garoto cresce e consegue a empresa da família do seu padrasto. Qualquer que fosse o motivo eu sabia que isso tinha influência no fato de o meio irmão de Gideon, Christopher Jr. o odiar tanto. “Eu vi vídeos do show dessa banda,” ele disse secamente. “Eu não deixar você se arriscar indo a algo assim sozinha.” Eu tomei um grande gole de café. “Eu entendo isso, mas você não pode mandar em mim.” “Eu não posso? Shh.” Ele colocou seu dedo nos meus lábios. “Não discuta. Eu não sou um tirano. Eu me preocupo com você, e você deveria ser sensível para perceber isso.” Eu empurrei sua mão para longe. “sensível,” eu falei em tom irônico, “enquanto você decide o que é melhor pra mim?” "É claro." “Isso é besteira.” Ele se levantou. situação que nem show na sexta, e argumentar sobre

“Não vamos brigar por causa de uma existe. Você me convidou para ir no eu disse que vou. Não tem o que isso.”

Coloquei meu café sobre meu criado mudo, eu coloquei os lençois para o lado e me levantei. “Eu sou capaz de viver a minha vida Gideon, e eu tenho que viver, ou isso não vai funcionar.”


“E eu tenho ser eu mesmo, eu não sou o único que precisa fazer concessões.” Isso me atingiu. Ele não estava errado, eu esperava que ele me desse espaço, mas ele tinha que ser compreendido como ele era. Eu tinha que enteder o fato que ele tinha necessidades também. “E se eu quiser sair para uma noite de garotas em uma boate?” Ele segurou meu queixo em suas mãos e beijou minha testa. “Você pode pegar a limosine e ir em alguma boate que seja minha.” “E você terá seus seguranças me espionando?” “Mantendo você sob vigilância,” ele corrigiu, seus lábios beijavam minha sobracelha, “Isso é tão terrivel assim pra você anjo? É tão dificil aceitar que eu odeio tirar meus olhos de você?” “Não retorne isso para mim.” Ele inclinou a cabeça para tras e me olhou com olhos frios e determinados. “Você precisa entender que mesmo você pegando a limosine e estando em uma boate minha, eu vou ficar louco até a hora que você chegar em casa. Se você não pode ficar nervosa por causa da minha necessidade de protege-la, isso faz parte de um relacionamento, dar e receber. Eu rosnei. “Como você consegue fazer algo irracional parecer completamente racional?” “É um dom.” Com minhas mãos tensas eu agarrei seu quadril, “Eu preciso de mais café para lidar com esse dom, ace” * * * ***

Tinha se tornado rotina, na quarta feira, eu, Mark e seu companheiro Steven sairmos para almoçar. Quando Mark e eu chegamos no pequeno restaurante italiano encontramos Steven e Shawna esperando por nós, eu


fiquei realmente feliz. Mark e eu tinhamos uma relação muito profissional, mas de alguma forma, nós conseguimos torna-la pessoal também e isso significava muito para mim. “Eu estou com inveja do seu bronzeado,” Shawna disse, vestida casualmente, com calça jeans e uma regata que ganhava um toque lindo com um lenço. “O sol só me deixa vermelha e me mais sardas.” “Mas você tem um cabelo lindo, que combina com suas sardas,” Eu pontuei, admirando o tom vemelho escuro.” Steven passou a mão pelo cabelo, que era exatamente da mesma cor do da irmã, e sorriu. “Tem que fazer algum sacrificio para ser tão sexy.” “Como você saberia?” Shawna empurrou o irmão com os ombros, seu esforço não o moveu nem um centímetro, ela era magra e delicada, enquanto ele era robusto e bem estruturado. Eu sabia, por meio de conversas com Mark que seu parceiro fazia grande parte do serviço na sua própria empresa de construção, o que explicava seus musculos e o tamanho de suas mãos. Nós entramos no restaurante e sentamos em uma ótima mesa, graça a reserva que eu fiz quando Mark me convidou para o almoço. O local era pequeno, mas muito charmoso. A luz do sol entrava pelas janelas que ocupavam todo o pé direito do local, o cheiro da comida era tentador o que me deixou com água na boca. “Eu estou tão empolgada para sexta.” Os olhos azuis de Shawna brilharam pela antecipação. “Yeah, ela vai levar você,” Steven me disse secamente, “e não o seu irmão mais velho. “Não comece uma cena,” ela falou de volta. “Você odeia multidões.” “Eu só preciso do meu espaço pessoal, só isso.” Shawna rolou os olhos. “Você não pode ser um boxeador em todo lugar.” A conversa sobre multidão me fez pensar em Gideon e sua necessidade de proteger. “Você se importa se eu


levar o rapaz que eu estou saindo?” Eu perguntei. “Ou isso seria muito estraga prazeres?” "Nem um pouco. Ele não tem um amigo que gostaria de ir?” “Shawna.” Mark estava claramente shocaco e desaprovava a pergunta. “E o Doug?” “O que tem ele? Você não me deixou terminar.” Ela olhou pra mim e explicou, “Doug é meu namorado, ele está na Sicilia fazendo um curso de culinária durante o verão. Ele é chef.” “Legal,” Eu disse. “Eu acho legal homens que cozinham.” “Oh, sim.” Ela sorriu, e então olhou para Mark. “Ele tem seu lugar guardado, e ele sabe disso, se seu amigo tiver um amigo, que esteja de acordo em ocupar o espaço vazio, sem nenhuma possibilidade de envolvimento no futuro.” Eu imediatamente pensei em Cary e sorri. Hoje, mais tarde, depois de Gideon e eu passarmos um tempo com o nosso personal trainer e voltarmos para o seu apartamento, eu mudei de idéia. Depois de tentar sem sucesso, ler um livro sentada no sofá, eu levantei e fui em direção ao escritório de Gideon. Eu o encontrei carrancudo, olhando para o que estava fazendo, seus dedos flutuavam sobre o teclado. O brilho do monitor e do quadro iluminado que guardava fotos nossas eram as únicas fontes de iluminação na sala, o que deixou o ambiente entregue as sombras. Ele estava sentado na penumbra, sem camisa e lindo, sozinho e poderoso, auto suficiente. Sempre que ele estava trabalhando, parecia solitário e inacessível. Eu me sentia abandonada só de olhar para ele. A combinação entre distância fisica causada pelo meu periodo menstrual e a decisão de Gideon de dormir separadamente mecheu com as minhas mais profundas inseguranças, me fez querer me esforçar mais para manter sua atenção focada em mim. O fato de ele passar o tempo todo trabalhando ao


invés de passar seu tempo comigo não devia me irritar, eu sabia como ele estava ocupado, mas mesmo assim eu me sentia abandonada e carente, ele me disse que eu estava regredindo para padrões familiares ruins. O fato era que Gideon e eu, eramos as melhores e as piores coisas que já aconteceram com cada um de nós. Ele olhou para cima e fixou seu olhar em minha direção. Vi seu foco mudar do trabalho para mim. “Eu estou deixando você de lado anjo?” ele perguntou, inclinando-se para tras na cadeira. Eu corei, desejando que ele não fosse capaz de me ler tão bem. “Me desculpe interromper.” “Você sempre deve me procurar quando precisar de alguma coisa.” Empurrando seu teclado, ele bateu no espaço vazio em sua mesa, bem a sua frente, e puxou sua cadeira um pouco para tras. “Venha, sente-se aqui.“ Uma emoção correu através de mim. A thrill rushed through me. Eu corri, sem fazer nenhum esforço para esconder minha ansiedade. Eu pulei sentada em sua mesa, e sorri largamente quando ele puxou sua cadeira para preencher o espaço entre as minhas pernas. Apoiando seus braços em minhas coxas, ele me abraçou passando os braços em volta do meu quadril e disse, “Eu deveria ter explicado a você, eu estou tentando adiantar todo meu trabalho para que nós possamos tirar o final de semana de folga.” “Jura?” Eu empurrei meus dedos entre seu cabelo. “Eu quero você só para mim um pouco. Eu realmente preciso foder por um longo tempo, talvez durante todo o final de semana.” Ele fechou os olhos quando eu o toquei. “Eu realmente sinto falta de estar dentro de você.” “Você está sempre dentro de mim,” Eu sussurei. Sua boca se curvou devagar e ele sorriu quando abriu os olhos. “Você está me deixando duro.”


“Qual a novidade?” “Tudo.” Eu fiz uma careta. “Eu tenho que terminar isso,” ele disse. “Mas agora, você veio aqui para?” Eu hesitei, ainda presa ao seu comentário enigmático. “Eva.” Sua voz firme me fez recuperar o foco. “O que você precisa?” “Um encontro paraShawna. Uh . Uh. . . . . não um encontro de verdade. Shawna tem um namorado, mas ele está fora do país. Só vai ser melhor se formos ao show em quatro. “Você não quer convidar Cary?” “Eu pensei nele primeiro, mas Shawna é minha amiga. Pensei que você poderia trazer alguém, só para manter o show mais dinâmico.” "Tudo bem. Eu vou ver quem está livre.” Eu percebi que não esperava que ele realmente fosse atender meu pedido. Alguns dos meus pensamentos devem ter transparecido em meu rosto, porque ele me perguntou, “Tem mais alguma coisa?” "Eu. . . .” Como eu digo o que eu estou pensando sem com que ele sinta vontade de chutar o meu traseiro? Eu balancei a cabeça. “Não, não é nada.” “Eva.” Sua voz era severa. "Diga". “É estupido.” “Eu não estou pedindo.” Uma corrente elétrica atravessou meu corpo, sempre acontecia isso quando ele me dava uma ordem desse jeito.


“Eu só pensei em você em encontros com os amigos do trabalho, deixando algumas mulheres loucas.” Dizer essa última parte foi muito dificil. Por mais que eu tentasse não ter ciúmes das mulheres em seu passado, eu não conseguia. “Você acha que eu não tenho amigos de verdade?” “Você nunca me apresentou nenhum deles.” Eu disse emburrada, segurando e brincando com minha blusa. "Ah. . . .” Sua diversão pareceu profunda, seus olhos brilhavam enquanto ele sorria. “Você é meu pequeno segredo sexy (sexy little secret). Vai saber o que eu estava pensando quando eu deixei que tirassem aquela nossa foto, do beijo, em público. “Bem.” Meu olhar se moveu para a montagem na parede, onde várias fotos nossas estavam arrumadas, fotos que já estiveram por dias nos sites de fofoca. “Quando você coloca desse jeito... " Gideon rio, e o som de sua risada fez com que um jato de prazer circulasse em meu corpo. “Eu vou apresentar você para alguns de meus amgigos quando nós sairmos de novo.” “Oh.” Eu presumi enntão que todos que eu conheci nos eventos em que nós estivemos eram apenas parceiros de negócios. “Mas manter você somente para mim não é uma má idéia.” Eu lancei para ele um olhar para ele e usei o mesmo argumento que eu usei quando ele não queria me deixar ir para Las Vegas porque queria que eu ficasse com ele em Phoenix. “Porque você não pode ficar sem nada para fazer, pelado, esperando para transar? “Onde está a diversão nisso?” Eu bati em seus ombros e ele me puxou para o seu colo rindo. Eu não podia acreditar como ele ficava de bom humor quando eu estava em seu colo. Quando olhei em seu


monitor, tudo que eu vi foi uma planilha, que me fez atravessar o olhar na tela, para um e-mail que estava sendo escrito, mas havia alguma coisa de diferente nele, e eu gostei disso. “Seria um prazer,” ele murmurou, com os lábios em meu pescoço,“enganar meu tesão enquanto você está no seu período está me deixando louco.” Meu sexo clamou, só de imaginar a cena em minha mente “Você está me deixando excitada.” “Ótimo. Eu gosto de você desse jeito.” “Assim, eu murmurei, “minha fantasia é você olhando para o relógio esperando eu chegar.” “Parece possível para mim.” Eu belisquei sua mandíbula com os dentes. Ele rosnou. “Você quer brincar pesado anjo?” “Eu quero saber qual sua fantasia.” Gideon me arrumou em seu colo e passou os braços ao redor de mim, em um abraço carinhoso. “Você.” “É mehor mesmo.” Ele sorriu. “Em um swing.” "Hein?" “Sexo swing, Eva. Sua bunda linda em um banco, com os pés nos estribos, com as pernas abertas, sua buceta molhada e perfeita em espera. "Ele esfregou círculos sedutores na minhas costas. "Totalmente à minha mercê e incapaz de fazer qualquer coisa, mas conseguindo todo o prazer que eu posso te dar. Você adoraria. " Eu imaginei ele em pé entra minhas pernas, sem roupa, brilhando devido ao suor espalhado em seu corpo, seus bíceps e peitorais flexionados enquanto ele me balançava para frente e para trás, deslizando-me para dentro e para fora o seu pênis bonito. "Você quer me impotente."


“Eu quero você aprisionada. E não por. Eu quero você presa a mim por dentro. “Gideon—” “Eu não faria nada que você não pudesse aguentar,” Ele prometeu, seus olhos brilhavam quentes na pouca luz. “Mas eu levaria você ao extremo.” Eu estremeci, excitada e apavorada de abrir mão do controle que eu tenho sobre mim. "Por quê?" “Porque você quer ser minha e eu quero possuir vocêBecause you want to be mine and I want to possess you. Nós vamos chegar lá.” Suas mãos passaram por debaixo da minha blusa e ele pegou meus seios, seus dedos rolavam e apertavam meu mamilo, acordando meu corpo. “Você já fez isso antes? Eu perguntei sem ar. “Swing?” Ele ficou de cara fechada. “Não me faça perguntas como essa.” Oh Deus. “Eu só...—” Sua boca selou a minha, ele beliscou meu lábio inferior, e sua lingua logo estava em minha boca, me prendendo, ele me queria como ar, ele puxou meu cabelo. A dominação do ato era inegável. O desejjo surgiu em mim, eu precisava dele, eu não podia me controlar ou lutar contra isso Eu choraminguei, meu peito doendo com o pensamento dele gastando muito tempo e esforço para obter prazer de alguém. A mão de Gideon estava entre as minhas pernas e segurou meu sexo. Eu o empurrei, surpresa com sua agressividade. Ele fez um som baixo de confiança e massageou-me, esfregando minha carne tenra com a habilidade perfeita. Ele parou o beijo, movendo o braço para as minhas costas e levou o meu peito à sua boca. Ele mordeu meu mamilo através do atecido, em seguida, colocou seus lábios em torno do pico de dor, sugando tão fortemente senti o principio de um orgasmo. Meu cérebro estava tendo um curto circuito com o desejo bombeado através de mim. Seus dedos deslizaram sob a borda da minha calcinha para tocar meu clitóris,


a sensação da minha pela contra a sua pele era tudo que eu precisava. "Gideon..” Ele levantou a cabeça e me observou, com olhos sombrios, gozando para ele. Eu chorei, e tremores correram por todo meu corpo, a liberação da tensão, depois de dias de privação, quase foi demais para mim. Mas ele ainda não tinha parado, ele acariciou meu clitoris até eu gozar mais uma vez, violentos tremores rasgavam meu corpo, eu fechei minhas pernas para que ele parasse com suas investidas. Quando ele puxou a mão, eu cedi, destruída e respirando pesadamente. Eu me enrolei com ele, meu rosto colado em sua garganta, meus braços envolvendo seu pescoço. Meu coração parecia que tinha inchado no peito. Tudo o que eu sentia por ele, todo o tormento sumiu e o amor tomou conta de mim. Eu arranhava ele, tentando me aproximar. "Shh." Ele me segurou mais apertado, até que ficou difícil respirar. "Você questiona tudo, e isso me deixa louco." “Eu odeio isso,” Eu sussurei. “Eu não deveria fazer tanto isso. Não é saudável.” “É ai que você está errada.” Seu coração batia forte sob minha orelha. “E eu assumo a responsabilidade por isso, eu tomei a liderança em alguns aspectos e a deixei a frente em outros, isso a deixou confuse e preocupada. Sinto muito por isso anjo, vai ser mais fácil daqui pra frente.” Eu me inclinei para trás para que eu pudesse ver o seu rosto. Minha respiração falhou quando nossos olhos se encontraram e ele me olhou com firmeza. Eu compreendi a diferença, havia serenidade e calma sobre ele. Percebi que esses sentimentos se instalaram em mim também. Minha respiração desacelerou e normalizou, minha ansiedade diminuiu. “Assim é melhor.” Ele beijou minha testa. “Eu ia esperar até o final de semana para falar sobre isso, mas agora me parece bom. Nós vamos fazer um acordo. Uma vez que você me conhece, não pode voltar atras,


entendeu?” Eu engoli em seco. “Eu estou tentando.” “Você sabe como eu sou. Você já viu o pior de mim. Noite passada, você disse que me queria de qualquer jeito.” Ele esperou minha confirmação. “Aqui é onde eu fodo tudo. Eu não confio em você para tomar essa decisão por você mesma, e eu não deveria, por isso eu tenho estado tão preocupado. Seus passado me assusta Eva. Nathan indiretamente estava levando Gideon para longe de mim e isso era doloroso, eu abracei forte os meus joelhos. “Não dê a ele esse poder.” “Eu não dou. E você tem que perceber que existe mais de uma resposta para tudo. Quem disse que você precisa de mim? Quem disse que você não é saudável? Não foi você. Você não é feliz, porque está se prendendo ao passado.” “Homens não...” “Foda-se isso. Nenhum de nós é normal. E tudo bem. Desligue essa voz em sua cabeça que a está prendendo. Confie em mim para saber o que você precisa, mesmo quando você achar que não. E eu vou confiar em você para estar comigo apesar dos meus defeitos. Você entendeu?” Eu mordi meu lábio inferior para tentar ocultar o tremor e acenti. “Você não me parece convincente,” ele disse docemente. “Eu tenho medo de me perder em você Gideon. Eu estou assustada, vou perde uma parte de mim que eu tive muito trabalho para te-la de volta.” “Eu nunca deixaria isso acontecer,” ele prometeu “O que eu quero para nós é que possamos nos sentir seguros. O que nós temos não deveria nos sugar tanto assim. Deveria ser como uma rocha sólida, segura.” Meus olhos ardiam com as lágrimas só de imaginar isso. “Eu quero isso,” Eu sussurrei."Muito".


“Eu vou dar isso a você anjo,” Gideon inclinou sua cabeça e me beijou. “Eu vou dar isso para nós. E você vai ficar comigo.” * * * ***

“As coisas parecem estar melhores essa semana” Dr. Petersen disse quando Gideon e eu chegamos para o nosso compromisso de quinta a noite, nossa terapia. Nós nos sentamos lado a lado dessa vez, de mãos dadas. Gideon fazia cariho em meu pescoço e eu olhei para ele sorrindo, feliz pelo contado. Dr. Petersen abriu o arquivo do nosso caso em seu tablet e se sentou, confortavelmente em seu lugar. “Tem alguma coisa em particular que vocês gostariam de falar?” “Terça feira foi difícil,” eu disse baixinho. “Imagino que sim. Vamos falar sobre a noite de segunda. Você pode me dizer o que aconteceu Eva?” Eu falei para ele como foi acordar de meu próprio pesadelo e perceber que eu estava presa a Gideon, eu fiquei junto a ele durante toda a noite e no dia seguinte também. “Agora vocês estão dormindo separados? Dr. Petersen perguntou. "Sim". “Seus pesadelos”—ele olhou para mim—“com que frequencia você tem?” “Raramente. Antes de Gideon, faziam quase dois anos desde o ultimo.” Eu o vi baixar a cabeça e digitar rapidamente. Alguma coisa me deixou ansiosa. “Eu o amo,” Eu soltei. Gideon enrijeceu ao meu lado. Dr. Petersen levantou a cabeça e me observou. Ele olhou para Gideon e depois olhou de novo para mim.


“Eu não duvido disso. O que a fez dizer isso Eva?” Dei de ombros sem jeito, sentia o olhar de Gideon em meu perfil. “Ela quer sua aprovação,” Gideon disse severamente. Suas palavras me arranharam como uma lixa. “Isso é verdade?” Dr. Petersen me perguntou. "Não." “O inferno que não.” Gideon disse com a voz grossa. “Não é,” Eu argumentei, eu precisava que ele dissesse em voz alta para que eu pudesse entender. “IEu só. . . . . Isso é só a verdade. É como eu me sinto.” Eu olhei para o Dr. Petersen. “Nós temos que fazer isso funcionar. Nós vamos fazer isso funcionar,” Eu estava estressada. “Eu só preciso saber que você se sente como eu. Eu preciso saber se você entende que falhar não é uma opção.” “Eva.” Ele sorriu docemente. “Você e Gideon tem muito para trabalhar, mas isso certamente não é insuperável.” Minha respiração saiu como uma onde de alívio. “Eu o amo,” Eu disse mais uma vez, com um aceno decidido. Gideon ficou em pé, e puxou minha mão. “Se você nos der licença por um minuto Doutor. Confusa e um pouco preocupada, eu o segui para a recepção vazia. A recepcionista do Dr. Petersen já tinha ido para casa, nós eramos seus últimos pacientes do dia. Eu sabia por causa do tratamento da minha mãe, que essas consultas eram bem mais caras, e estava grata que Gideon estava disposto a pagar não uma, mas duas vezes na semana. A porta fechou atras de nós e eu olhei para ele. “Gideon, eu juro que não é...—” “Shiu.” Ele segurou meu rosto com as suas mãoes e me beijou, sua boca se movia docemente porém com


urgência sobre a minha. Assustada, levou o tempo de duas batidas de meu coração para que deslizasse minhas mãos para dentro de sua jaqueta e abraça-se seu corpo. Quando sua lingua chegou ao fundo da minha boca, um gemido escapou do meu peito. Ele deu um pulo para tras e eu olhei para ele, via o mesmo lindo homem de negócios de quando eu o vi pela primeira vez, mas agora, eu olhava em seus olhos... Meu corpo queimava. O poder e a intensidade do nosso desejo era abrasador. Seus dedos passearam carinhosamente em minha orelha e deslizaram para minhas bochechas, descendo para meu pescoço. His fingertips brushed over my temples, across my cheeks, down to my throat.    Ele levantou meu queixo e pressionou seus lábios suavemente contra os meus. Ele não disse nada, e nem precisava. Eu o tinha. Ele segurou minha mão e me levou de volta para dentro.  


Capítulo 9 Corri através das catracas de segurança do Crossfire e sorriu quando vi Cary me esperando no saguão. "Ei, você". Cumprimentei-o, admirando como ele conseguiu fazer jeans desgastado e uma camiseta com decote em V parecer caro. "Ei, estranha". Ele estendeu a mão para mim e saimos do prédio pela porta lateral de mãos dadas. "Você parece feliz." O calor do meio-dia dia me afetou como uma barreira física. "Ugh. Está quente como o inferno. Vamos escolher algum lugar perto. Está afim de tacos?" "Claro, sim." Levei-o para o pequeno restaurante mexicano que Megumi tinha me apresentado a tratei de não deixá-lo ver o quão culpado sua saudação me fez sentir. Eu não estava em casa há alguns dias e Gideon estava planejando uma viagem durante o fim de semana, o que significava que seria mais alguns dias antes de eu sair com Cary novamente. Foi um alívio quando ele concordou em me encontrar para o almoço. Eu não queria ficar muito tempo sem saber dele e ter certeza que ele estava bem. "Tem algum plano para esta noite?" Eu perguntei, depois de fazer nosso pedido. "Um dos fotógrafos com quem trabalhei vai fazer uma festa de aniversário hoje à noite. Pensei em passar lá um pouco e ver como está." Ele balançou para trás em seus calcanhares enquanto esperamos nossos tacos e nossas margaritas sem alcool. "Você ainda está pensando em sair com a irmã de seu chefe"? Vocês querem vir comigo? " "Cunhada," eu corrigi. "E ela tem ingressos para um show. Sou sua última esperança, disse ela, mas mesmo se eu não fosse, eu acho que vai ser divertido. Pelo menos eu espero que sim. Nunca ouvi falar da banda, então eu só estou esperando que eles não sejam um saco ". "Quem é? " "Six-Ninths. Conhece?" Seus olhos se arregalaram. "Six-Ninths? Sério? Eles são bons. Você vai gostar deles." Peguei nossas bebidas do balcão e deixei a bandeja com os nossos pratos para ele carregar. "Você já ouviu falar deles e Shawna é uma grande fã. Onde eu estava? "Sob Cross *(Cruz) e a sua espada. Você vai levá-lo com você?" "Sim". Corri para pegar uma mesa que dois empresários desocuparam. Eu não falei ao Cary sob a condição de Gideon de que eu não poderia ir sem ele. Eu sabia que ele não ia entender, o que me fez pensar no por que eu o aceitaria ir tão facilmente como eu fiz. Geralmente, Cary e eu concordamos com coisas assim.


"Não é possível ver Cross curta rock alternativo." Cary se afundou na cadeira em frente a mim. "Será que ele sabe o quanto você gosta? Especialmente de músicos?" Mostrei a língua para ele. "Eu não acredito que você vai falar disso. É uma história antiga." "Então? Brett era gostoso. Já pensou sobre ele?" "Com vergonha". Peguei um dos tacos de carne assada. "Então eu não tentar." "Ele era um cara decente", disse Cary antes de tomar um gole de margarita com gelo "Eu não estou dizendo que ele não era. Ele só não foi bom para mim." Só de pensar que naquele tempo da minha vida, me fez querer me contorcer de vergonha. Brett Kline era gostoso e tinha uma voz que me deixava molhada só de ouvir, mas ele também foi um dos principais exemplos de uma escolha infeliz na minha vida amorosa anteriormente sórdida. "Continuando ... Você falou com Trey ultimamente?" O sorriso de Cary desapareceu. "Esta manhã." Eu esperei pacientemente. Finalmente, ele suspirou. "Eu sinto falta dele, de conversar com ele. Ele é tão fodidamente inteligente, sabe? Como você. Ele vai para a festa comigo esta noite." "Como amigos? Ou como um encontro?" "Estes são realmente bom." Ele mastigou um pedaço de um de seus tacos antes de responder. "Nós devemos ir como amigos, mas você sabe que eu provavelmente vou estragar isso e trepar com ele. Pedi-lhe para me encontrar lá e voltar para casa de lá, assim não ficamos sozinhos, mas sempre posso fodê-lo no banheiro ou um armário de manutenção maldito. Eu não tenho controle e ele não consegue dizer não para mim. " Fiquei chateada com seu tom de deboche. "Eu sei o que é isso", eu lembrei-lhe suavemente. Que tinha sido eu uma vez. Eu estava tão desesperada para me sentir conectado com alguém. "Por que você não ... você sabe .... resolve isso antes. Talvez isso vai ajudar." Um lento sorriso travesso se espalhou pelo seu rosto bonito. "Posso pedir pra você gravar essa mensagem no meu correio de voz?" Eu joguei meu guardanapo amassado nele ele. Ele o pegou com uma risada. "Você pode ser tão puritana às vezes. Eu amo isso." "Eu te amo. E eu quero que você seja feliz." Levantando as minhas mãos, ele a beijou. "Eu estou trabalhando nisso, garota." "Eu estou aqui se precisar de mim, mesmo que eu não esteja em casa."


"Eu sei." Ele apertou minha mão antes de soltá-la. "Eu vou ter muita coisa pra fazer na próxima semana. Tenho que ficar pronto para a visita do meu pai." Mordi um pedaço do meu taco e meus pés sapatearam felizes com o sabor delicioso. "Eu queria lhe perguntar sobre a sexta-feira, eu tenho que trabalhar, então se você estiver por perto, você ficar de olho nele, eu vou estocar a comida que ele gosta e deixá-lo alguns mapas da cidade, mas.? - - " "Não tem problema." Cary piscou para uma loira bonita que passava. "Ele vai estar em boas mãos." "Quer ver um show com nós enquanto ele está na cidade?" "Eva, querida, eu estou sempre pronto para sair com você. Apenas deixe-me saber onde e quando, e vamos deixar as coisas claras, tanto quanto possível." "Oh!" Eu disse mastigando e engolindo. "Mamãe me disse que viu a sua caneca bonita na lateral de um ônibus no outro dia." Ele sorriu. "Eu sei. Ela enviou uma foto que ela tirou com seu telefone. Impressionante, né?" "Além do mais. Nós precisamos comemorar." Eu disse, roubando sua linha de assinatura. "Claro que sim". *** "Uau!" Shawna parou na calçada fora do seu complexo de apartamentos no Brooklyn e ficou boquiaberta com a limusine em marcha lenta na rua. "Você todos saíram." "Eu não," eu disse secamente, verificando seu apertado shorts vermelhos e a camiseta Six-Ninths estrategicamente cortada. Seu cabelo brilhante tinha sido puxado para cima e amarrado, e seus lábios estavam pintados para combinar com seus shorts. Ela estava linda e pronta para a festa, e me senti aliviada na minha escolha de roupas, saia plissada de couro preto ultra curta, regata branca com nervuras, e vermelho cereja nos olhos. Gideon, que estava de costas para nós enquanto conversava com Angus, virou-se, e eu fiquei muda, como a primeira vez que o vi depois de ter tomado um banho. Ele usava calça jeans largas pretas e uma camiseta preta lisa com botas pretas, e de alguma forma fez a combinação ocasional com um olhar sexy pra caralho, eu queria pular no seu colo. Como ele parecia obscuro e perigoso em um terno, estava tão lindo que era de dar água na boca. "Puta merda, diga-me que é para mim", Shawna sussurrou, agarrando meu pulso como se fosse um torno. "Ei, você tem o seu. Esse é meu." E isso me deu uma emoção enorme para dizer isso. Minha para reclamar, tocar, beijar. E, mais tarde te foder até à exaustão. Ah, sim ... Ela riu quando eu balançava na ponta dos pés em antecipação. "Tudo bem. Vou me contentar com uma introdução".


Eu fiz as honras, então esperou ela saltar para dentro da limusine primeiro. Eu estava prestes a subir atrás dela quando senti a mão de Gideon deslizar debaixo da minha saia para apertar a minha bunda. Ele apertou e cochichou no meu ouvido, "Certifique-se de que eu estou atrás de você quando você se curvar, anjo, ou eu vou dar uma surra nessa bunda bonita." Virando a cabeça, eu me inclinei meu rosto contra o seu. "Meu período acabou." Ele resmungou, apertando a ponta dos dedos na carne do meu quadril. "Por que você não me disse antes?" "Gratificação adiada, Ace," eu disse a ele, usando uma frase que ele uma vez me atormentou. Eu estava rindo de sua maldição quando eu cair sobre o banco ao lado de Shawna. Angus deslizou atrás do volante e partimos, abrimos uma garrafa de Armand de Brignac no caminho. No momento em que partimos para Tableau One, uma nova quentura tinha uma linha saudável na frente e música enérgica saindo para a rua, a combinação de champanhe e olhar quente Gideon para a barra da minha saia quase indecente, me fez me sentir tonta. Shawna deslizou para a frente no banco e olhou com os olhos arregalados através dos vidros fumados. "Doug tentou nos trazer aqui antes de sair, mas a lista de espera é de dois meses. Você pode andar para cima, mas a espera pode levar horas e não há garantia de que você vai se sentar." A porta da limusine abriu e Angus a ajudou a sair, e depois eu. Gideon se juntou a nós, tomando meu braço como se estivéssemos vestido para uma festa de gala e não um show de rock. Nós fomos escoltado para dentro tão rapidamente, com o gerente de ser tão efusivo um nada acolhedor, que eu olhei para Gideon e perguntei, um dos seus? "Sim, em parceria." Eu só suspirei, aceitando o inevitável. "E o seu amigo vai ao nosso encontro para o jantar?" Gideon fez um gesto com um aceno fácil do queixo. "Ele já está aqui." Eu segui o seu olhar para o homem atraente usando calça jeans esportivas e uma camiseta dos SixNinths. O cavalheiro estava agindo como o ponto focal de uma fotocópia com duas mulheres bonitas de cada lado. Ele sorriu largo para a pessoa empunhando uma câmera do smartphone, em seguida, acenou para Gideon e desculpar-se. "Oh, meu Deus". Shawna saltou sobre seus pés. "Esse é Arnoldo Ricci! Ele é dono deste lugar. E ele tem um show no Food Network!" Gideon me liberou para bater palmas com Arnoldo e dar as mãos no ritual de amigos próximos do sexo masculino. "Arnoldo, minha namorada, Eva Tramell." Eu estendi minha mão e Arnoldo agarrou, puxou-me para mais perto, e beijou-me na boca. "Para trás", Gideon me agarrou, me puxando para trás.


Arnoldo sorriu, seus olhos escuros brilhando com humor. "E quem é essa visão?" perguntou ele, voltando-se para Shawna e levantando sua mão aos lábios. "Shawna, este será o seu acompanhante, Arnoldo Ricci, se ele conseguir sobreviver ao jantar." Gideon atirou em seu amigo um olhar de advertência. "Arnoldo, Shawna Ellison." Ela praticamente brilhava. "Meu namorado é um grande fã seu. Eu também sou. Ele fez a sua receita lasanha uma vez e Estava.De.Morrer". Gideon disse que seu homem está na Sicília agora. "A voz de Arnoldo foi temperado com um sotaque delicioso." Espero que você faça consiga tempo para me visitar com ele lá. " Meu olhar se lançou a Gideon, sabendo muito bem que eu nunca tinha dado a ele muita informação sobre o namorado de Shawna. Ele olhou para mim com um olhar de inocência simulada e um sorriso quase imperceptível. Eu balancei a cabeça, exasperada, mas eu não podia negar que esta seria uma noite que Shawna nunca iria esquecer. A hora seguinte passou voando regada de excelente comida e um bom vinho. Eu estava saboreando meu drink extraordinário com raspeberries quando eu pego Arnoldo me olhando com um sorriso largo. "Bellissima", elogiou. "Sempre uma alegria ver uma mulher com um apetite saudável." Eu corei, levemente envergonhada. Eu não poderia negar, eu amo alimentos. Gideon colocou seu braço ao longo das costas da minha cadeira e brincou com o cabelo na minha nuca. Sua outra mão levantou uma taça de vinho tinto à boca e quando ele lambeu os lábios, eu sabia que ele estava pensando em mim, me provar. Seu desejo estava carregado no ar entre nós. Eu estava sendo enfeitiçada durante todo o jantar. Alcançando debaixo da toalha, eu peguei seu pênis através de seu jeans e apertei. Ele passou de semi duro para duro que nem pedra instantaneamente, mas ele não demonstrou nenhum sinal de excitação. Eu não conseguia ajudar, mas via isso como um desafio. Comecei a acariciar o comprimento rígido dele com meu dedo, o cuidado de manter os meus movimentos lentos e fáceis de evitar a detecção. Para minha alegria, Gideon continuou a conversa sem problemas em sua voz ou expressão. Seu controle me excitou,me fez mais ousada. Cheguei ao botão da braguilha, ligado com o pensamento de liberá-lo e acariciá-lo pele na pele. Gideon tomou outro gole de vinho com prazer, em seguida, abaixou seu copo de vinho. "Só você, Arnoldo", ele disse secamente, em resposta a algo que seu amigo tinha dito. Meu pulso foi pego enquanto eu puxava o botão de cima da calça jeans. Ele levou minha mão aos lábios, o gesto que pareceu ser uma demonstração de afeto. O estreitamento rápida de seus dentes no meu dedo me pegou de surpresa e me fez ofegar.


Arnoldo sorriu, era o sorriso de cumplicidade e um pouco de zombaria de um bacharel deu a outro que foi apanhado por uma mulher. Ele disse algo em italiano. Gideon respondeu, sua pronúncia fluindo sexy, seu tom irônico. Arnoldo jogou a cabeça para trás e riu. Eu me contorci na cadeira. Eu adorava ver Gideon assim, relaxado e se divertindo. Ele olhou para o meu prato de sobremesa vazia, então para mim. "Pronto para ir?" "Oh, sim." Eu estava morrendo de vontade de ver como o resto da noite iria terminar, quantos outros lados de Gideon eu iria descobrir. Porque eu amei esse lado do homem, tanto quanto eu amei o poderoso empresário de terno e amante dominante na minha cama e a criança que não conseguia esconder a sua lágrima e companheiro que me deu colo quando eu chorei. Ele era tão complexo e ainda um grande mistério pra mim. Eu mal entendia quem ele era. O que não me impediu de ir mais a fundo. *** "Esses caras são bons!" Shawna gritou, no início da quinta música. Que deixamos nossos lugares após o terceiro, o nosso caminho através de uma multidão se contorcendo para a grade que separava a sala de estar da frente do palco. Gideon me cercava, prendendo seu braço me em ambos os lados meus, com as mãos agarradas. O público pressionou em torno de nós, coletivamente empurrando pra frente, mas eu estava amortecido por seu corpo, assim como Shawna foi por Arnoldo ao nosso lado. Eu tinha certeza de Gideon poderia ter conseguido lugares melhores, mas eu não tinha que falar para ele como que Shawna conseguiu os ingressos exclusivos para fã e o fato de que ela nos convidou significava seus assentos eram nossa única opção. Eu o amava por entender e aceitar. Virando a cabeça, olhei para ele. "É esta banda com Vidal, também?" "Não, mas eu gosto deles." Eu estava feliz que ele estava curtindo o show. Levantei os braços no ar, gritei, sentindo bombeada pela energia da multidão e a batida da música. Eu dancei dentro do círculo dos braços Gideon, meu suor encharcava meu corpo, meu sangue fervia. Quando o show acabou, as pessoas começaram a preparar o palco, montando equipamento da SixNinths. Feliz com a noite, para a alegria, para a grandiosidade de ir a loucura com o homem que eu amava, eu virei e joguei meus braços em torno de Gideon e o beijei com desejo. Ele me levantou e envolveu minhas pernas em volta de sua cintura, beijando-me violentamente. Ele estava se apertando forte contra mim e urgente mim, atraindo a multidão em torno de nós a gritar e assoviar coisas que iam desde "Arranjem um quarto" para "Fode ela, cara!" mas eu não me importei e nem Gideon, que parecia tão envolvido pela loucura sensual como eu estava. Sua mão em minha bunda me balançou em sua ereção, enquanto a outra segurou no meu cabelo,


colocando-me onde ele me queria e ele me beijou, como se ele não pudesse parar, como se estivesse morrendo de mim. Nossas bocas abertas deslizaram desesperadamente uma na outra. Ele me lambia de maneira profunda e rápida, fodendo minha boca, fazendo amor com ela. Eu o bebia, lambendo e saboreando, gemendo sob sua necessidade insaciável. Ele chupou na minha língua, o círculo de seus lábios deslizando ao longo dela. Era demais. Eu estava excitada e ansiando seu pênis, quase frenética com a necessidade de senti-lo me enchendo. "Você vai me fazer gozar", ele rosnou, antes puxando meu lábio inferior com os dentes. Eu estava tão na dele e a ferocidade de sua paixão por mim que eu mal registrei quando Six-Ninths começou. Não notei até que os vocais me colocou subitamente de volta para onde estava. Eu endureci, minha mente procurando o caminho através da névoa de desejo de processar o que estava ouvindo. Eu conhecia a música. Meus olhos se abriram quando Gideon me puxou de volta. Por cima do ombro, vi um cartaz erguido no ar. BRETT KLINE é meu! E ME COME, Brett! E o meu favorito, BRETT, EU VOU TE BATER COM FORÇA! Inferno. Quais eram as chances? E Cary sabia, é claro. Ele sabia e não tinha me avisado. Provavelmente pensou que eu ficaria histérica por descobrir por acaso. Minhas pernas amoleceram,os fãs frenéticos com o formato de seu corpo. Virei-me para encarar o palco, sentindo minha barriga revirando. Com certeza, era Brett Kline no microfone, sua profunda, poderosa, a voz sexy-como o inferno-cantando para as milhares de pessoas que tinham vindo para vê-lo cantar. Seu cabelo curto e espetado foi colorido com a platina, o seu corpo magro vestido com calças cargo verde-oliva e uma regata preta. Era impossível ver de onde eu estava, mas eu sabia que seus olhos eram de um verde esmeralda brilhante, seu rosto era lindo e áspero, e seu sorriso matador revelou uma simples covinha que levou as mulheres loucas. Levando meus olhos para longe dele, eu olhei para os outros membros da banda, reconhecendo todos eles. Eles não se chamavam Six-Ninths, em San Diego, embora, eles se chamavam Soul Captive então, e eu me pergunto o que levou à mudança de nome. "Bom, não é?" Gideon perguntou com a boca ao meu ouvido para que eu pudesse ouvi-lo. Ele tinha uma mão no corrimão e a outra na minha cintura, me mantendo apertada contra ele, como ele se mexia para a música. A combinação de seu corpo e voz de Brett fez coisas insanas para o meu sexo já em fúria. Fechei os olhos, concentrando-me sobre o homem atrás de mim e do único calafrio que senti ao ouvir Brett cantar. A música pulsava em minhas veias, trazendo de volta memórias - algumas boas e outras ruins. Eu balançava nos braços de Gideon, o desejo batendo por mim. Eu estava dolorosamente ciente de sua fome. Ele mandava como ondas de calor, afundando-me, fazendo-me desejar-lhe até que a distância física entre nós era dolorosa. Agarrando a mão que ele tinha pressionado plana contra o meu estômago, guiei-a para baixo.


"Eva". Sua voz era áspera com luxúria. Eu estava empurrando-o durante toda a noite, desde o momento que eu disse a ele meu período acabou, a masturbação debaixo da mesa do restaurante, para o beijo escaldante no intervalo. Ele segurou minha coxa nua e apertou. "Abre". Eu coloquei o meu pé esquerdo na parte inferior da grade. Minha cabeça caiu para trás contra seu ombro e um batimento cardíaco rápido, sua mão estava debaixo da minha saia. Sua língua traçou a concha do meu ouvido, sua respiração difícil e rápida. Eu senti ele gemer tanto, quando ele descobriu como eu estava molhada. Uma música seguida da outra e Gideon esfregou-me através da virilha de meus shorts, movendose em círculos, em seguida, verticalmente através do short. Meus quadril rolou em seu toque, no aperto, minha bunda esfregando em sua ereção dura. Eu ia gozar ali, centímetros de distância de dezenas de pessoas, porque era isso que Gideon faz comigo. Foi assim que ele insanamente me excitou. Nada importava quando suas mãos estavam em mim, sua atenção completamente fascinado para mim. "É isso aí, meu anjo. Seus dedos empurraram minha calcinha de lado e ele afundou dois dentro de mim." Eu vou foder essa boceta linda por dias. " Com corpos nos pressionando em toda a nossa volta, a música batendo sobre nós, e privacidade concedida apenas por distração, Gideon deslizou seus dedos profundamente em meu sexo molhado e ficou lá. A penetração sólido, imóvel levou-me ao delírio. Eu desci meus quadris em sua mão, trabalhando para o orgasmo que eu queria desesperadamente. A música acabou e as luzes se apagaram. Encharcada na escuridão, a multidão rugiu. Antecipação ponderado o público, a construção até o dedilhar das cordas da guitarra quebrou a pesada expectativa. Gritos soavam, em seguida, os isqueiros se acenderam, transformando o mar de pessoas em milhares de pontos de luzes. Um foco de luz subiu ao palco, revelando Brett sentado em um banquinho de bar, sem camisa e brilhando de suor. Seu peito era duro e definido, seus abdômen enrijecia com o músculo. Ele abaixou a altura do microfone e os piercings em seus mamilos brilhavam com seus movimentos. As mulheres na platéia gritavam, incluindo Shawna, que pulou no lugar e deu um assobio ensurdecedor. Eu compreendi tudo. Sentado ali como estava, com os pés nos degraus da cadeira e seus braços musculosos cobertos de tatuagens preto e cinza, Brett estava insanamente sexy e extremamente fodido. Por seis meses, quase quatro anos atrás eu me acabava para tê-lo nu cada chance que eu poderia, tão encantada com ele e desesperada para ser amada. Os dedos de Gideon começaram a deslizar para dentro e para fora de mim. O baixo começou a tocar, Brett começou a cantar uma música que eu nunca tinha ouvido antes, a voz baixa e com alma, um cristal em palavras claras. Ele tinha a voz de um anjo caído. Hipnotizante. Sedutor. E pra completar um rosto e um corpo que melhorava a tentação.


Menina de ouro, você está lá. Eu estou cantando para a multidão, a música é alta. Eu estou cantando para a multidão, a música é alta. Eu estou vivendo o meu sonho, andar alto, Mas eu vejo você lá, a luz do sol em seu cabelo, E eu estou pronto para ir, desesperado para voar. Menina de ouro, você está lá. Dançando para a multidão, a música é alta. Eu te quero tanto. Eu não posso olhar para longe Mais tarde, você vai cair de joelhos. Você vai ficar, por favor. E então você vai, é apenas seu corpo que eu conheço. Menina de ouro, onde você vai? Você não está lá, com a luz do sol em seu cabelo. Eu poderia tê-la no bar ou na parte de trás do meu carro, Mas nunca o seu coração. Eu estou caindo aos pedaços. Eu vou cair de joelhos. Eu lhe imploro. Por favor. Por favor, não vá. Há muito mais que eu quero saber. Eva, por favor. Eu estou de joelhos. Menina de ouro, onde você vai? Eu estou cantando para a multidão, a música é alta. E você não está lá, com a luz do sol em seu cabelo. Eva, por favor. Eu estou de joelhos. Tudo ficou escuro. Um longo momento se passou, como a música desapareceu. Em seguida, as luzes voltaram e a bateria explodiu com o som. As chamas se apagou e a multidão foi à loucura. Mas eu estava perdida com o que eu ouvia, o aperto no meu peito, e uma moleza que me fez cambalear. "Essa música," Gideon rosnou em meu ouvido, seus dedos me fodendo com força ", me faz pensar em você."


Sua palma pressionado em meu clitóris e massageando, e eu culminou em uma corrida que me levou pela tempestade. As lágrimas vieram aos meus olhos. Eu gritei, agitando os braços. Agarrando a grade na minha frente, eu segurei e deixe pulsar prazer incontrolável em mim. *** Quando o show acabou, tudo o que eu podia pensar era em pegar um telefone e ligar para o Cary. Enquanto esperamos para a multidão sair, me inclinei contra Gideon, atraindo o apoio da força de seus braços em volta de mim. "Você está bem?" , ele perguntou, passando as mãos de cima a baixo minhas costas. "Eu estou bem", eu menti. Honestamente, eu não sabia como eu estava me sentindo. Não deveria me importar que Brett escreveu uma música sobre mim e que pintou uma luz diferente sobre a nossa história de amigos de foda. Eu estava apaixonada por outra pessoa. "Eu quero ir também", ele murmurou. "Estou morrendo de vontade de entrar em você, meu anjo. Mal consigo pensar direito." Forcei minhas mãos nos bolsos de trás da calça jeans. "Então, vamos sair daqui." "Eu tenho acesso aos bastidores." Ele beijou a ponta do meu nariz quando eu me inclinei para trás para olhar para ele. "Não temos que contar pra eles, se você preferir sair daqui." Eu fiquei seriamente abalada por um momento. Afinal, a noite tinha sido ótima, graças a Gideon. Mas eu sabia que ia me incomodar mais tarde, se eu negasse Shawna e Arnoldo - que também era um fã dos Six-Ninths - algo que eles se lembrariam para o resto de suas vidas. E eu estaria mentindo se eu não admitir para mim mesmo que eu queria olhar Brett de perto. Eu não queria que ele me visse, mas eu queria vê-lo. "Não. Vamos levá-los para lá." Gideon agarrou a minha mão e falou com os nossos amigos, cujo entusiasmo com a notícia me deu a desculpa de dizer que eu tinha feito exclusivamente para eles. Nós fomos em direção ao palco, em seguida, para o lado dele, onde Gideon falou com o homem enorme atuando como segurança. Quando o cara falou no microfone do seu fone de ouvido, Gideon tirou seu celular e disse Angus para trazer a limusine para a saída de trás. Enquanto ele falava, seus olhos encontraram os meus. O calor neles e a promessa de prazer me tirou o fôlego. "Você é o cara", Shawna disse, olhando Gideon com um olhar de reverência. Não era um olhar predatório, era apenas uma apreciativo. "Eu não posso acreditar que esta noite. Devo-lhe uma." Ela me puxou para um abraço rápido e apertado. "Obrigado." Eu a abracei de volta. "Obrigado por me convidar." Um homem alto e esguio com listras azuis no cabelo e óculos de armação preta à moda aproximou de nós. "Mr.Cross", ele cumprimentou Gideon, estendendo a mão. "Eu não sabia que você estaria aqui esta noite." Gideon apertou a mão do homem. "Eu não disse a você", ele respondeu suavemente, apertandolhe a mão.


Eu o peguei e ele me puxou para a frente, me apresentar para Robert Phillips, gerente Six-Ninths ". Shawna e Arnoldo foram apresentados, em seguida, e fomos levados de volta através dos corredores, onde o movimento era grande e a bagunça era alta. De repente eu não queria mais ver Brett. Era tão fácil esquecer como ele tinha estado entre nós, enquanto eu estava ouvindo ele cantar. Era tão fácil esquecer depois de ouvir a música que ele havia escrito. Esse tempo no meu passado era algo que eu estava longe de ter orgulho. "A banda está logo aqui." Robert estava dizendo, apontando para uma porta aberta a partir do qual a música e gargalhadas soavam. "Eles vão ficar felizes em conhecer você." Meus pés travaram de repente e Gideon fez uma pausa, olhando para mim com uma careta. Me levantei sob os dedos dos pés e sussurrei: "Eu não estou muito interessada em conhecê-los. Se você não se importa, eu vou ao banheiro e depois para a limusine." "Você pode esperar alguns minutos e eu vou com você?" "Eu vou ficar bem. Não se preocupe comigo." Ele tocou na minha testa. "Você está se sentindo bem? Você está molhada." "Estou me sentindo ótima. Vou mostrar exatamente como me sinto assim que chegarmos em casa." O truque deu certo. Sua carranca desapareceu e sua boca se curvou. "Vou apressar isto, então." Ele olhou para Robert Phillps e gesticulou para Arnoldo e Shawna. "Você pode levá-los? Eu preciso de um minuto." "Gideon, realmente ...." Eu protestei. "Eu estou levando você lá." Eu conhecia esse tom. Deixei que ele me acompanhar os 20 metros para o banheiro. "Eu posso seguir a partir daqui, ace." "Eu vou esperar." "Então, nós nunca vamos sair daqui. Vá fazer suas coisas. Vou ficar bem." Ele me deu um olhar muito paciente. "Eva, eu não vou te sozinha." "Eu posso controlar. Sério. A saída é logo ali." Eu apontei o corredor até as portas abertas duplas abaixo de um sinal de saída iluminada. Funcionários já estavam transportando os equipamentos para fora. "Angus está bem lá fora, não é?" Gideon se inclinou seu ombro na parede e cruzou os braços. Eu joguei as minhas mãos. "Tudo bem. Bem. Faça do seu jeito". "Você está aprendendo, meu anjo." ele disse com um sorriso.


Murmurando baixinho, eu fui para o banheiro e fui me arrumar. Como eu melavei na pia, eu olhei para o espelho e fiz uma careta. Eu tinha olhos de guaxinim de suor tão intenso e os olhos estavam escuros e dilatados. "O que ele vê em você?" Eu me perguntei ironicamente, pensando em quão incrível ele ainda parecia. Tão quente e suado como estava, ele parecia nada pior para o desgaste, enquanto eu estava úmida e mole. Mas mais do que o meu exterior, era meus sentimentos pessoais que eu estava pensando. Eu não conseguia afastá-los. Não enquanto Brett estava no mesmo edifício com a gente. Eu esfreguei um papel toalha umedecido quadrado sob os meus olhos para me livrar das manchas em preto, depois voltei para o salão. Gideon esperou alguns metros de distância, conversando com o Robert, ou mais precisamente, ao ouvi-lo. O gerente da banda ficou claramente animado com alguma coisa. Gideon me viu e levantou a mão para me fazer esperar um minuto, mas eu não queria correr o risco. Fiz um gesto do corredor, na saída, então me virou e dirigi dessa forma antes que ele pudesse me parar. Corri passando a porta da sala verde, arriscando um olhar rápido para dentro para ver Shawna rindo com uma cerveja na mão. A sala estava lotada e barulhenta, e ela parecia que estava se divertindo. Eu fiz a minha fuga com um suspiro de alívio, sentindo-me 10 vezes mais leve no momento em que o deixei. Vendo Angus em pé ao lado de limusine de Gideon, do outro lado da linha de ônibus, eu acenei e parti em direção a ele. Olhando para trás na noite, eu estava atormentada pela forma desinibida de Gideon. Ele com certeza não tinha sido o homem que tinha usado aquisições como linguagem para me levar pra cama. Eu não podia esperar para levá-lo nu. Uma explosão de chamas na escuridão à minha direita me assustou, eu sacudi a um impasse e observei Brett Kline levantar um fósforo acender para o cigarro de cravo pendurado de seus lábios. Como ele estava nas sombras para o lado da saída, a luz bruxuleante da chama acariciou seu rosto e me jogou de volta no tempo por um longo minuto. Ele olhou para cima, me pegou em seu olhar, e congelou. Olhamos um para o outro. Meu coração bateu em um ritmo louco, uma combinação de excitação e apreensão. Ele despertou, de repente, sacudindo o fósforo que queimou seus dedos. Me virei , lutando para manter um ritmo casual como eu fiz um caminho mais curto para Angus e da limusine. "Ei! Espere", Brett gritou. Eu ouvi seus passos se aproximando em uma corrida, e adrenalina subiu através de mim. Um funcionário estava empurrando um carrinho de mão plana carregado com equipamento pesado e eu corri em volta dele, usando-o como cobertura entre dois ônibus. Eu pressionei minhas costas contra a lateral de um deles, de pé entre dois compartimentos de carga


abertos. Eu me encolhi para as sombras, sentindo-me como uma covarde, mas sabendo que eu não tinha nada a dizer para Brett. Eu não era mais a pessoa q ele conhecia. Eu o vi correr. Eu decidi esperar, dar-lhe tempo para olhar e desistir. Eu estava super atenta a passagem do tempo,pelo fato de que Gideon estaria me procurando em breve. "Eva". Eu vacilei com o som do meu nome. Virando a cabeça, eu achei Brett aproximando do outro lado. Enquanto eu estava olhando para a direita, ele veio da esquerda. "É você", disse ele asperamente. Ele jogou o cigarro de cravo no chão e esmagou com sua bota. Eu me ouvi dizer algo familiar. "Você deveria parar de fumar." "Então você continua me dizendo." ele se aproximou com cautela. "Você viu o show?" Eu balancei a cabeça e afastou-me do ônibus; "Foi incrível Vocês são muito bons. Eu estou feliz por você..." Ele dava um passo pra frente para cada um que eu dava para trás. "Eu estava esperando te encontrar assim, em um dos shows. Tinha uma centena de ideais diferentes sobre como ele poderia ser, se eu visse você em um". Eu não sabia o que dizer sobre isso. A tensão entre nós era tanta que era difícil respirar. A atração ainda estava lá. Não foi nada parecido com o que eu senti com Gideon. Nada mais do que uma sombra, mas estava lá, no entanto. Voltei para trás para fora no aberto, onde tinha movimento e havia muita gente em torno da aparelhagem. "Por que você está fugindo?" , perguntou ele. Na luz de uma lâmpada de estacionamento, o vi claramente, ele estava ainda mais bonito do que antes. "Eu não posso ...." Eu engoli. "Não há nada a dizer." "Mentira". A intensidade de seu olhar queimou através de mim. "Você parou de aparecer. Não disse uma palavra, apenas parou desapareceu. Porquê?" Eu senti um nó no estômago. O que eu ia dizer? Eu finalmente cresci e decidi que eu merecia mais do que ser um das muitas garotas que você fodia em um banheiro entre os shows? "Por que, Eva? Nós tínhamos alguma coisa acontecendo e você simplesmente desapareceu." Virando a cabeça, olhei para Gideon ou Angus. Ninguem à vista. A limusine estava sozinha. "Foi há muito tempo atrás." Brett se lançou para a frente e me pegou pelos braços, me assustando brevemente com o movimento repentino agressivo. Se não estivéssemos tão perto de outras pessoas, eu poderia ter entrado pânico.


"Você me deve uma explicação", ele exigiu. "Não é ---" Ele me beijou. Ele tinha mais suaves lábios, e ele o selou sobre a minha boca e me beijou. No momento em que eu percebi o que estava acontecendo, ele me apertou em seu braços e eu não podia ir embora. Não foi possível afastá-lo. E por um breve espaço de tempo que eu não queria. Eu até o beijou de volta, porque a atração ainda estava lá e acalmou alguma coisa que estava machucando dentro de mim e pensar que eu poderia ter sido mais do que um pedaço de bunda pra ele. Ele tinha gosto de cravo, cheirava sedutoramente como um trabalhador do sexo masculino, e pegou minha boca com toda a paixão de uma alma criativa. Ele era familiar, de certa forma, muito íntimo. Mas, no final, não importa que ele tem para mim ainda. Não importava que tínhamos uma história dolorosa, como foi para mim. Não importava que eu estava lisonjeada e afetada pelas letras que ele tinha escrito, que, após seis meses de vê-lo desfrutar de outras mulheres enquanto me largava em qualquer lugar, era em mim que ele pensava enquanto estava cantando para as mulheres da plateia. Nada disso importava, porque eu estava loucamente apaixonada por Gideon Cross, e ele era o que eu precisava. Eu escapei com um suspiro ------ e encarei Gideon correndo em minha direção, sua velocidade desmarcada quando ele colidiu com Brett e levou-o ao chão.


Capítulo 10 Eu tropecei para trás com o impacto, quase caindo. Os dois homens bateu o asfalto com um ruído surdo. Alguém gritou. Uma mulher gritou. Eu não podia fazer nada. Eu estava congelada e silenciosa, emoções torcendo por mim em um emaranhado frenético. Gideão derrotou Brett pegou pelo pescoço e agredido suas costelas com uma série incessante de golpes. Ele era como uma máquina, silencioso e impagável. Brett grunhiu com cada impacto brutal e lutou para se libertar. "Cruz! Dio mio.” Chorei quando Arnoldo apareceu. Ele saltou para frente, atingindo por Gideão, apenas um paço de Brett puxou para o lado e os dois homens rolaram. Companheiros da banda de Brett empurrada pela multidão crescente em torno da frente dos ônibus, preparado para briga... Até que viu que Brett estava lutando com o homem com dinheiro por trás de sua gravadora. "Kline, você fudeu a cabeça!" Darrin, o baterista, agarrou seu próprio cabelo em ambos os punhos. "O que diabos você está fazendo?" Brett libertou-se, balançou a seus pés, e abordou Gideon na lateral de um ônibus. Gideon entrelaçou as mãos e martelado devolta a Brett como um lutador, forçando Brett a dar uma distância. Pressionando pela vantagem, Gideon atacou com um chute e seguiu com um soco-relâmpago para o intestino. Brett girou seus bíceps poderosos juntaram com o punho, mas Gideon abaixou rapidamente e revidou com um soco no queixo que bateu a cabeça de Brett de volta. Jesus. Gideon não faze um som, não quando ele bateu para fora e não quando Brett conseguiu um ataque direto a sua mandíbula. A intensidade da calma de sua fúria foi de arrepiar. Eu podia sentir a raiva se bom bombardeado em cima dele, vi em seus olhos, mas ele permaneceu controlado e estranhamente metódico. Ele tinha se desconectado de alguma forma, se retirou para um lugar onde pudesse observar objetivamente o seu corpo fazendo sérios danos à outra pessoa. Eu tinha causado isso. Eu tinha virado o homem caloroso perversamente lúdico que tinha me encantou toda a noite para o lutador, frio assassino na frente de mim. "Srta. Tramell." Angus agarrou meu cotovelo. Eu olhei para ele desesperadamente. "Você tem que parar." "Por favor, volte para a limusine." "O que?" Eu olhei e vi o sangue escorrendo do nariz Brett. Ninguém foi intervir. "Você está louco?"


"Precisamos levar a senhorita Ellison para casa. Ela é o seu convidado, você precisa estar com ela.” Brett girou e quando Gideon fintou para o lado, Brett bateu o outro punho para a frente, cravando Gideon no ombro e enviando-o para trás alguns passos. Peguei Angus pelos braços. “Qual é o problema com você?! Vá detê-los!" Seu olho azul se suavizou. "Ele sabe quando parar, Eva.” "Você está brincando comigo?" Ele olhou por cima do ombro. "Sr. Ricci, se você, por favor.” A próxima coisa que eu sabia, eu estava pendurada no ombro de Arnoldo indo para a limusine. Levantando minha cabeça, eu vi o círculo de espectadores próximos com a minha ausência, bloqueando minha visão. Eu gritei a minha frustração e bati nas costas de Arnoldo, mas isso não o intimidou. Subiu direto para a parte de trás da limusine comigo, e quando Shawna pulou em um momento posterior, Angus fechou a porta como se tudo estivesse totalmente e merdamente normal. "O que diabos você está fazendo?" Eu bati em Arnoldo, lutando com a maçaneta da porta, como a limusine saiu sem problemas em movimento. Não abria e não importa o que eu fiz, eu não poderia obtê-lo para desbloquear. "Ele é seu amigo! Você só vai deixá-lo assim?” "Ele é seu namorado." A neutralidade calma na voz de Arnoldo cortoume profundamente. "E você é o único que o deixou assim." Eu caí de volta para o banco, meu estômago revirando e minhas palmas úmidas. Gideon ... "Você é a Eva na canção 'Golden', não é?" Shawna perguntou em voz baixa, de sua posição no banco oposto. Arnoldo começou obviamente surpreso com a ligação. "Eu me pergunto se Gideon" Ele suspirou. "É claro que ele sabe." "Isso foi há muito tempo!" Eu disse defensivamente. "Não o suficiente, aparentemente," ele apontou. Desesperado para obter a Gideão, eu não podia ficar parado. Meus pés proveitado, meu corpo lutando contra inquietação tão intensa que eu senti como se rastejando para fora da minha pele. Eu tinha machucado o homem que eu amava e por meio dele, outro homem que tinha feito nada mais do que ser ele mesmo. E eu não tinha uma boa explicação para isso. Olhando para trás, eu não tinha ideia do que tinha vindo em cima de mim. Por que eu não o afastei mais cedo? Por que eu tinha beijado Brett volta? E o que Gideão vai fazer sobre isso?


O pensamento de que ele poderia acabar comigo desencadeou pânico esmagador. Eu estava doente de preocupação. Ele estava machucado? Deus ... O pensamento de Gideon com dor comeram-me como ácido. Ele estava em apuros? Ele havia lutado com Brett. Minhas mãos úmidas foram quando me lembrei de notícias de Cary que seu amigo de foda também queria prestar queixa de assalto. A vida de Gideão estava fora de controle por minha causa. Em algum momento ele iria perceber que eu não valia a pena. Olhei para Shawna. Ela estava olhando para fora da janela, pensativa. Eu acabei com noite incrível. E Arnoldo, também. "Eu sinto muito." Eu suspirei miseravelmente. "Eu estraguei tudo." Ela olhou para mim e encolheu os ombros e deu um sorriso simpático que fez minha garganta queimar. "Não. Eu tive um grande momento. Espero que resolva as coisas para melhor." A melhor coisa para mim era Gideão. Se eu tivesse dito isso? E se eu tivesse jogado fora a coisa mais importante na minha vida sobre uma estranha viagem de cabeça, inexplicável? Eu ainda sentia a boca de Brett na minha. Esfreguei os meus lábios, desejando que eu pudesse apagar a última meia hora da minha vida tão facilmente. Minha ansiedade tornou-se como que levou uma eternidade para ir para casa Shawna. Saí e lhe deu um abraço na calçada em frente de seu prédio. "Eu sinto muito,” eu disse de novo, tanto para antes e depois, porque eu estava morrendo de vontade de chegar a Gideon onde quer que estivesse, e eu estava com medo minha impaciência mostrou. Eu não tinha certeza que eu já tinha perdoado Angus ou Arnoldo para me levar quando e como eles fizeram. Arnoldo abraçou Shawna e disse-lhe que ela e Doug tinham uma reserva permanente para Tableau. Em qualquer momento. Eu suavizei um pouco para ele. Ele havia tomado conta dela a noite toda. Subimos de volta para a limusine e partiu para o restaurante. Eu me enrolei em um canto escuro do assento e chorei em silêncio, incapaz de conter a enxurrada de desespero esmagador mim. Quando chegamos no restaurante, eu usei a minha parte superior da palma para secar meu rosto. Arnoldo me impediu de sair. "Seja gentil com ele,” repreendeu, olhando fixamente para meu rosto. "Eu nunca vi o jeito que ele está com você. Eu não posso dizer que você é digna dele, mas você pode fazê-lo feliz. Não brinque com a sua cabeça.”


Eu não podia falar após o nó na garganta, então eu balancei a cabeça, esperando que ele pudesse ver nos meus olhos o quanto Gideon significava para mim. Tudo. Arnoldo desapareceu no restaurante. Antes de Angus fechou a porta, deslizou para a frente no banco. "Onde ele está? Eu preciso vê-lo. Por favor.” "Ele ligou." O rosto de Angus era tipo, o que me fez começar a chorar de novo. "Eu vou levar você para ele agora." "Ele está bem?" "Eu não sei." Eu me empurrei de volta no assento, sentindo-me fisicamente doente. Eu mal prestei a atenção para onde estávamos indo, o meu único pensamento é que eu precisava explicar. Eu precisava contar a Gideão que eu amava que eu nunca o deixarei, ele ainda tem a mim, que ele era o único homem que eu queria o único homem que faz o meu sangue fervilhar. Eventualmente, o carro diminuiu e eu olhei para fora, percebendo que tinha voltado para o anfiteatro. Enquanto eu olhava pela janela, procurando por ele, a porta atrás de mim se abriu, assustandome, e eu procurei ao redor para ver Gideon entrando e ele sentou-se no banco de frente para mim. Eu balancei em direção a ele. "Gideon" "Não.” Sua voz batido com raiva, me enviando recuando e caindo na minha traseira. A limusine começou a andar, empurrando-me. Chorando, eu vi tomar um copo de licor de laranja no bar e atirá-lo de volta. Esperei no assoalho, meu estômago revolto com medo e dor. Ele tornou a encher o copo antes de fechar o bar e se deixar cair para trás em sua cadeira. Eu queria perguntar se estava bem ou se Brett estava gravemente ferido. Eu queria perguntar para Gideon, se ele foi ferido. Mas eu não podia. Eu não sabia se ele iria ver as perguntas de forma errada e assumir que minha preocupação com Brett significava mais do que ele fez. Seu rosto estava impassível, os olhos duros como safiras. "O que ele é para você?" Eu enxuguei as lágrimas escorrendo pelo meu rosto. "Um erro.” "Antes? Ou agora?” "Ambos.” Seus lábios se curvaram em um sorriso de escárnio. "Você sempre beija seus erros como esse?" Meu peito arfava enquanto eu tentava conter a necessidade de soluçar. Eu balancei a cabeça violentamente. "Você quer que ele?” Perguntou ele com força, antes de tomar outra bebida. "Não,” eu sussurrei.


"Eu só quero você. Eu te amo, Gideon. Tanto que dói.” Seus olhos fechados e sua cabeça caíu para trás. Aproveitei a oportunidade para chegar mais perto, a necessidade de superar a distância física entre nós, pelo menos. “Você veio para mim quando eu tinha meus dedos dentro de você, Eva? Ou foi por causa de sua música maldita? " Oh meu Deus ... Como ele poderia duvidar? Fiz-lhe duvidar. Eu fiz isso. "Você. Você é a única pessoa que pode chegar a mim assim. Faz esquecer-se de onde eu sou. Faça isso para que eu não me importe com quem está por perto ou o que está acontecendo enquanto você está me tocando.” "Não é o que aconteceu quando ele beijou você?" Olhos de Gideon abriu e focado em mim. "Ele teve o pau em você. Ele a fodeu ... “ Eu me encolhi longe da amargura horrível em seu tom de voz, a sordidez vicioso. Eu sabia como ele se sentia. Como as imagens mentais podem picar e garra até que você sentiu como se estivesse ficando louco. Em minha mente, ele e Corinne tinha fodido dezenas de vezes, enquanto eu observava em fúria, doente com ciúmes. Ele se endireitou de repente, inclinando-se para esfregar seu polegar aproximadamente em meus lábios. "Ele teve sua boca." Eu peguei o copo e bebeu o que restava nele, odiando o gosto áspero e queimando queimadura. Engoli pela força de vontade. Meu estômago agitou, protestando. O calor do álcool expandiuse de meu intestino. Gideon caiu de volta no assento, com o braço jogado em seu rosto. Eu sabia que ele ainda estava me vendo beijar Brett. Sabia que estava comendo um buraco em sua mente. Deixei cair o copo no chão, eu subiu entre as pernas e me atrapalhei com a braguilha o botão. Ele pegou meus dedos em um punho de ferro, mas manteve os olhos cobertos com o antebraço. "O que diabos você está fazendo?" "Vem na minha boca,” eu implorei. "Lave-o fora." Houve uma longa pausa. Ele sentou-se ali, completamente imóvel, exceto para a elevação de cargas pesadas e queda de seu peito. "Por favor, Gideon." Com murmurou de maldição, ele me soltou, sua mão caindo molemente para o seu lado. "Faça isso." Corri para chegar a ele, meu pulso batendo com o pensamento de que ele poderia mudar de ideia e me negar ... que ele pode decidir que ele foi


feito comigo. A única ajuda que ele me deu foi um elevador momentânea de seus quadris, para que eu pudesse arrancar seus jeans e cuecas boxer fora do caminho. Então seu pênis grande e bonito estava em minhas mãos. Minha boca. Eu gemia com o gosto dele, na suavidade e acetinada de sua pele, com o cheiro dele. Eu acariciou minha bochecha contra sua virilha e as bolas, querendo seu perfume em cima de mim, me marcando como sua. Minha língua seguiu as veias grossas que percorrem o comprimento dele, lambendo-o de cima a baixo. Eu ouvi os dentes moer quando eu chupei com desejo, gemidos de desculpas e felicidade vibram na minha garganta. Partiu meu coração que ele era tão silencioso, meu amante vocal que sempre falou sujo para mim. Sempre me disse o que ele queria e precisava ... como é bom saber como ele se sentia quando eu fiz amor com ele. Ele estava segurando-se para trás, negando-me a satisfação de saber que eu lhe agrado. Bombeamento da raiz grossa com meu punho, eu ordenhava ele, chupando a coroa de pelúcia, atraindo sua pré-cumi ate a ponta onde eu poderia lamber com minha língua. Suas coxas molhadas, sua respiração veio feroz. Eu o senti apertado e eu fui selvagem, minha boca rabalhando tão duro que meu queixo doía. Sua espinha endireitou, erguendo a cabeça do assento apenas para bater para trás como o primeiro surto de esperma explodiu na minha boca. Eu choraminguei seu sabor inflamar os meus sentidos, me fazendo desejar mais. Eu engoli convulsivamente, minhas mãos puxando e esfregando em seu pênis latejante para atrair mais de seu sêmen, rica e cremosa na minha língua. Seu corpo tremia como ele veio por longos minutos, enchendo minha boca até que ele derramou fora dos lados dos meus lábios. Ele não fez nenhum som, como estranhamente silenciosa como tinha sido durante a luta. Eu teria sugado por horas. Eu queria, mas ele colocou as duas mãos sobre os meus ombros e me colocou longe. Eu olhei para o rosto dele dilacerado e lindo, vi seus olhos brilhando na penumbra. Ele tocou meus lábios com o polegar, manchando seu sêmen sobre e ao redor das curvas inchadas. "Deslize sua boceta apertada em torno de mim,” ele ordenou com voz rouca. Eu tenho mais para dar." Trêmula e assustada por seu afastamento, eu retirei minha calcinha short. "Tire tudo. Tudo, exceto as botas. " Fiz o que ele disse, o meu corpo acelerou com seu comando. Eu faria qualquer coisa que ele queria. Gostaria de provar para ele que eu era seu e só seu.


Eu expiei, no entanto, ele precisava de mim para que ele soubesse que eu o amava. Eu descompactei minha saia e empurrou-a, em seguida, retirei minha blusa sobre a minha cabeça e joguei no banco oposto. Seguido do meu sutiã. Quando montou nele, Gideon pegou meus quadris e olhou para mim. "Você está molhada?" "Sim.” "Acontece quando eu chupo o meu pau." Meus mamilos endureceram ainda mais. Virou-me, também. "Sempre.” "Por que você o beijou?" A mudança abrupta no tópico me bateu forte. Meu lábio inferior tremeu. "Eu não sei." Ele me soltou, atingindo-se e sobre os ombros com as duas mãos para agarrar os lados do encosto de cabeça. Seus bíceps incharam com a pose. Eu estava excitada com a visão, como eu estava por tudo sobre ele. Eu queria ver seu peito nu brilhando de suor, seus braços apertando e flexionando enquanto ele bombeava seu pau em mim. Lambi os lábios, sentindo o gosto dele. "Tire a camisa." Seu olhar se estreitou. "Isso não é para você." Eu acalmou, meu coração disparado no peito. Ele estava usando o sexo contra mim. Na limusine onde tínhamos feito pela primeira vez o amor, na mesma posição que eu... "Você está me punindo." "Você merece.” Não importava que ele estivesse certo. Se eu tivesse ganhado, então ele tinha certeza do meu amor. Segurei a parte superior do encosto para me equilibrar e envolvi os dedos da outra mão ao redor de seu pênis. Ele ainda estava duro, ainda pulsando. Um músculo se contraiu em seu pescoço enquanto eu acariciava-lhe em meu punho. Coloquei a ponta do penis largura entre os lábios da minha fenda, esfregando-lhe para frente e para trás, revestindo com a esperteza do meu desejo. Meu olhar nunca deixou o seu. Eu assisti como eu nos provoquei, procurando por qualquer sinal do amante apaixonado que eu adorava. Ele não estava lá. Um estranho furioso olhou de volta para mim, me desafiando, provocando-me com o seu desprendimento. Eu deixei o impulso de espessura primeira polegadas dentro de mim, espalhando aberto. Então eu bati meu quadril para baixo, gritando quando ele perfurou-me profundamente e estendeu-me quase insuportável. "Jesus. Foda-se!" ele mordeu fora, estremecendo.


"Maldição.” Sua explosão descontrolada me incentivou. Cravando meus joelhos no banco, eu deslizei minhas mãos uma de cada lado, e levantou, tirando-lhe, meu sexo tremor agarrando firmemente. Eu empurrei de volta para baixo, o deslizar mais fácil agora que ele estava molhado de mim. Quando minhas nádegas bateram em suas coxas Eu encontrei seus músculos duros como pedra, seu corpo dizendo a mentira, ele não foi indiferente. Eu levantei de novo, lentamente, fazendo-nos sentir tanto a cada nuance do atrito delicioso. Quando eu empurrei de volta para baixo, eu tentei ser o mais erótico possível com ele, mas a sensação de plenitude, a conexão aquecida, era muito requintado de se conter. Eu gemia, e ele passou sem parar, seus quadris se movendo em um círculo delicioso pouco antes que pudesse se conter. "Você é tão bom,” eu sussurrei, acariciando seu pau furioso com o meu sexo, ávido dolorido. Deslizando para cima e para baixo. "Você é tudo que eu preciso, Gideon.Tudo o que eu quero. Você foi feito para mim. " "Você se esqueceu ? ele mordeu fora, os dedos de sua mão branca na parte de trás do assento. Eu me perguntei se ele estava apenas segurando ou fisicamente contendo-se de chegar em mim. "Nunca. Eu nunca poderia esquecer. Você é uma parte de mim. " "Diga-me por que você beijou." "Eu não sei." Eu descansei minha testa úmida contra o dele, sentindo as lágrimas queimando atrás de meus olhos. "Deus, Gideon. Eu juro que não sei. " "Então cala a boca e me fazer vir." Se ele bateu no meu rosto, ele não poderia ter me machucado mais. Arrumei e inclinei-me para longe dele. "Foda-se.” "Agora você está começando a ter ideia." Lágrima quente deslizou pelo meu rosto. "Não me trate como uma prostituta." "Eva.” Sua voz era baixa e rouca, cheia de aviso, mas seus olhos eram escuros e desolados. Cheio de dor que combinava com o meu. "Você quer parar, você sabe o que dizer." Crossfire. Com uma palavra que eu poderia inequivocamente, irrefutavelmente colocar um fim a essa agonia. Mas eu não poderia usálo agora. Apenas o fato de que ele trouxe a minha palavra de segurança me disse que estava me testando. Empurrando-me. Ele tinha uma ordem, e se eu desistir agora, eu nunca saberia o que era. Chegar atrás de mim, eu definir minhas mãos sobre os joelhos. Eu arqueei minhas costas e arrastou meu sexo encharcado ao longo do comprimento rígido de seu pênis, em seguida, bateu de volta para baixo.


Eu ajustei o ângulo, levantou e caiu novamente, ofegando com a sensação dele. Louco como o inferno ou não, o meu corpo adora o seu. Adorei a sensação dele, o senso de retidão que estava lá, apesar da raiva e mágoa. Sua respiração estava alimentando fora de seus pulmões com cada mergulho de meus quadris. Seu corpo estava quente, tão quente, irradiando calor como um forno. Eu bombeado meus quadris. Para cima e para baixo. Tomando o prazer que ele se recusou a me dar. Minhas coxas, nádegas, barriga e núcleo apertado com cada subida e descida, da raiz às pontas. Ele relaxou quando eu deixei cair, deixei cair de profundidade. Eu o comi com tudo que eu tinha, batendo-me em seu pênis. Sua respiração sibilou entre os dentes cerrados. Então, ele estava chegando duro, jorrando dentro de mim tão ferozmente senti cada explosão escaldante de sêmen como um impulso separado. Eu gritei, amando a sensação de que, perseguindo um orgasmo que iria destruir-me. Eu estava ferida com tanta força, meu corpo desesperado para liberação após agradá-lo duas vezes. Mas ele mudou-se, agarrando-me pela cintura e restringindo os meus movimentos, mantendo-se profundamente como ele bombeado me completa. Eu sufoquei um grito quando eu percebi que ele estava deliberadamente me impedindo de chegar ao orgasmo. "Diga-me por que, Eva," ele rosnou. "Por quê?" "Eu não sei!" Eu gritei, tentando mover meus quadris em cima dele, batendo os ombros com os punhos. Segurando-me preso à sua pélvis e cheio de seu pênis, Gideon empurrou para seus pés e tudo mudou. Ele tirou de mim, virou-me a cara dele, então se inclinou me sobre a borda do assento com meus joelhos no piso. Com uma mão nas minhas costas, me segurando, ele segurou meu sexo e esfregou, massageando seu sêmen na minha fenda. Ele se espalhar ao redor. Meus quadris em círculos, procurando que pouco perfeito de pressão para me tirar ...da agonia da falta do orgasmo. Ele manteve isso de mim. Deliberadamente. O bater no meu clitóris e o aperto necessitados de meu orgasmo estavam me deixando louco, meu corpo faminto para a liberação. Ele empurrou dois dedos em mim e as minhas unhas cravaram no assento de couro preto. Ele dedo-me fodeu de lazer, deslizando preguiçosamente dentro e fora, mantendo-me no limite. "Gideon,” eu soluçava, os tecidos sensíveis dentro de mim ondulando avidamente em torno dele. Eu estava revestida de suor, mal conseguindo respirar. Comecei a orar para que o carro parasse, para alcançarmos o nosso destino, prendendo a respiração na expectativa desesperada de fuga.


Mas nunca a limusine pararia. Ele continuou dirigindo e dirigir, e eu estava contido tão completamente que eu não podia levantar-me o suficiente para ver onde estávamos. Ele dobrado sobre as costas, seu pau deitado dentro da costura da minha bunda. "Diga -me por que, Eva," ele sussurrou em meu ouvido. "Você sabia que eu estaria vindo atrás de você ... que eu ia te encontrar ..." Meus olhos bem fechados, minhas mãos apertando em punhos. "Eu.Não. Sei. Maldito seja! Eu não me conheço!" Seus dedos se soltou e foi empurrando seu pau em mim. Meu sexo se abriu em torno da dureza delicioso, sugando-o mais profundo. Ouvi sua respiração pegar um gemido abafado, e então ele estava me levando. Eu chorei com o prazer, todo o meu corpo tremendo com prazer como ele fodeu-me completamente, a cabeça larga de seu pênis lindo esfregando e puxando, os nervos hiperestimulação. A pressão construída e construída, cerveja como uma tempestade ... "Sim,” eu ofeguei esticado com antecipação. Ele se retirou primeira do meu sexo e me deixou pendurado no precipício novamente. Eu gritei com a frustração, lutando para levantar-me e longe do amante que iria se tornar a fonte de tormento insuportável. Ele sussurrou em meu ouvido como o próprio diabo. “Diga-me por que, Eva. Você está pensando nele agora? Você está desejando que fosse seu pênis dentro de você? Desejando que forasse seu pênis fodendo sua boceta perfeita? " Eu gritei novamente. "Eu te odeio! Você é um filho, sádico egoísta de um- " Ele estava em mim de novo, enchendo-me, acariciando ritmicamente em meu sexo tremendo. Incapaz de suportar mais um minuto, eu me esforcei para alcançar meu clitóris com os dedos, sabendo que um único golpe teria vindo me violentamente. "Não." Gideon pegou meus pulsos e segurou minhas mãos no assento, as coxas entre a minha própria, mantendo as pernas bem abertas para que ele pudesse afundar profunda. Mais e mais. O ritmo de suas estocadas firmes e implacáveis. Eu estava me debatendo, gritando, perdendo minha mente. Ele podia fazer-me vir com apenas seu pênis, me dando um orgasmo vaginal intensa apenas a partir da equitação no ângulo direito, esfregando a ponta grossa e outra qualquer lugar que eu precisasse que ele, um lugar aleatório dentro de mim sabia instintivamente cada vez que ele tinha -me.


"Eu odeio você,” eu soluçava lágrimas de frustração molhando meu rosto e no banco debaixo da minha bochecha. Curvando-me, ele ofegou em meu ouvido: "Diz-me porque, Eva.” Fúria ferveu dentro de mim e vomitei as palavras ásperas. "Porque você mereceu! Porque você deve saber o que se sente! Quão ruim que e é dói, você egocêntrico idiota!” Ele acalmou. Senti sua respiração alçada dele. Meu sangue rugia nos meus ouvidos, tão alto que no começo eu pensei que eu estava imaginando sua voz delirante amolecida e com ternura. "Anjo.” Seus lábios roçaram meu ombro, suas mãos soltando meus pulsos para deslizar por baixo de mim e meu copo cheio, seios pesados. "Meu anjo, teimoso e bonita.Finalmente, chegamos à verdade. " Gideon me levantou, me endireitou. Exausta, minha cabeça pendeu contra seu ombro, minhas lágrimas escorrendo no meu peito. Eu não tinha mais nada para lutar com, apenas capaz de choramingar quando ele rolou um mamilo dolorido entre as pontas dos dedos e chegou entre as minhas pernas abertas. Seus quadris começaram a estocada, seu pênis bombeando para cima, para mim como ele beliscou os lábios do meu sexo ao redor do meu clitóris latejante e esfregou. Eu vim com um grito rouco de seu nome, todo o meu corpo convulsionando em tremores ferozes como o alívio explodiu através de mim. O orgasmo dura para sempre e Gideão foi incansável, estendendo meu prazer com as investidas perfeitas Eu estava tão frenética por mais cedo. Quando eu finalmente entrei em colapso em seus braços, ofegante e encharcado de suor, ele levantoume com atenção dele e me colocou longitudinalmente no banco. Despedaçado, cobri o rosto com as mãos, incapaz de parar quando ele empurrou minhas coxas e colocou a boca em mim. Eu estava encharcado com seu sêmen e ele não se importava, lambendo e sugando meu clitóris até que eu vim de novo. E novamente. Minhas costas arqueadas com cada orgasmo, minha respiração ofegante de meus pulmões. Eu perdi a conta de quantas vezes eu entrei em clímax depois que eles começaram a rolar para o outro, coroando e minguante como a maré. Tentei enrolar longe dele, mas ele se endireitou e puxou a camisa, e subiu em cima de mim com um joelho no assento e a outra perna estendida no chão. Ele colocou as mãos na janela acima da minha cabeça, colocando seu corpo em exposição como ele se recusou a fazer antes. Eu empurrei ele. "Não! Eu não aguento mais. "


"Eu sei." Seus braços apertados quando ele deslizou para dentro de mim, com os olhos no meu rosto quando ele empurrou com cuidado através dos tecidos inchados. "Eu só quero estar dentro de você." Meu pescoço arqueado como ele deslizou mais fundo, um som baixo escapou-me porque me senti muito bem. Eu ainda desejava possuí-lo e de ser possuída por ele. Eu sabia que sempre seria assim. Inclinando a cabeça, ele pressionou seus lábios na minha testa. "Você é tudo que eu quero, Eva. Não há ninguém mais. Nunca haverá ninguém. " "Gideon.” Ele entendeu como eu não tinha sofrido, a noite tinha caído distante por causa do meu ciúme e da necessidade profunda que eu tinha que fazer ele se sentir por si mesmo. Ele me beijou suavemente, com reverência, apagando toda a memória de qualquer outra pessoa lábios nos meus. *** "Anjo.” Voz de Gideão era uma grosa quente no meu ouvido. "Acorde." Eu gemi, apertando os olhos fechados apertados e enterrando meu rosto mais profundo em seu pescoço. "Deixe-me sozinha, viciado em sexo que você." Sua risada silenciosa me sacudiu. Ele apertou um beijo duro na minha testa e mexeu debaixo de mim. "Nós estamos aqui." Um olho aberto, eu o vi colocar a camisa de volta. Ele nunca tinha saído de sua calça jeans. Eu percebi que o sol estava La fora. Sentei-me e olhei para fora das janelas, ofegante, quando eu vi o oceano. Nós tínhamos parado no posto de gasolina uma vez, mas eu não tinha sido capaz de me orientar ou descobrir onde estávamos. Gideão recusou-se a dizer-me quando eu perguntei, dizendo apenas que foi uma surpresa. "Onde estamos?" Eu respirei, emocionada com a visão do sol subindo sobre a água. Tinha que ser solidamente em manhã. Talvez até meio da manhã. "Carolina do Norte. Levante os braços.” Obedeci automaticamente, e ele deslizou minha blusa sobre a minha cabeça. "Eu preciso do meu sutiã,” eu murmurei, quando eu podia vê-lo novamente. "Ninguém está aqui para ver você, mas eu e você vamos direto para a banheira."


"Quanto tempo nós fomos dirigindo?" "Quase dez horas." Gideon deslizou minha saia até as minhas pernas e puxar para cima o zíper. "Vamos." Ele saiu em primeiro lugar, em seguida, estendeu a mão para mim. A brisa, salgados bateu no meu rosto, me fazendo acordar. A onda rítmica do oceano aterrado-me para o momento e de onde estávamos. Angus estava longe de ser visto, o que foi um alívio, já que eu estava muito consciente da minha falta de roupas íntimas. "Angus dirigiu a noite toda?" "Nós mudamos os motoristas quando paramos para abastecer." Eu olhei para o meu pulso e Gideão gaguejou, assombrado, ele estava olhando para mim. A sombra de uma contusão marcado sua mandíbula e cheguei até a tocar, meu peito doendo quando ele aninhou em minha palma. "Você se machucou em outro lugar?" Eu perguntei, sentindo-se tão emocionalmente cru, após a longa noite que tivemos. Ele pegou meu pulso e puxou minha mão para pressionar plana sobre seu coração. "Aqui.” Meu amor ... Tinha sido duro com ele, também. "Eu sinto muito." "Eu também" Ele beijou meus dedos, então ligados nossas mãos e me levou até a casa. A porta estava aberta e ele caminhou para a direita. Uma cesta de arame estava em um console perto da porta, segurando uma garrafa de vinho e duas taças atadas com fita. Uma chave caiu na minha mão. "Nós não vamos precisar disso." Ele pegou a chave de mim e colocou no aparador. "Para os próximos dois dias, nós vamos ser eremitas juntos." Um zumbido de prazer me aqueceu por dentro, seguido por mais de um temor de que um homem como Gideon Cruz poderá desfrutar de minha companhia, tanto que ele não precisa de mais ninguém. "Vamos lá,” disse ele, puxando-me para as escadas. "Nós vamos invadir o vinho mais tarde.", "É. Café primeiro. " Olhei a decoração da casa. Era rústico contemporâneo no exterior e moderno no interior. As paredes foram pintadas de branco brilhante e decorado com enormes conchas em preto-e-branco. A mobília era branco e a maioria das peças acessórias eram de vidro e metal. Teria sido gritante se não fosse a belíssima vista para o oceano e a cor


introduzido nos tapetes que cobrem o piso de madeira e a coletânea de livros de capa dura que enchiam as estantes. Quando chegamos ao andar de cima, senti uma vibração de felicidade. A suíte master era um espaço totalmente aberto, com apenas duas colunas de suporte. Buquês de rosas brancas, tulipas brancas e lírios brancos cobriam praticamente qualquer superfície plana, e alguns até estavam no chão em áreas estratégicas. A cama enorme e coberto de cetim branco, o que me fez pensar em uma suíte nupcial, uma impressão reforçada pela foto em preto-e-branco de um lenço ou véu transparente soprando na brisa que paira sobre a cabeceira da cama. Olhei para Gideão. "Você já esteve aqui antes?" Ele estendeu a mão e libertou meu rabo de cavalo, agora torto. "No. Que razão teria para vir aqui? " Direito. Ele não ficou com as mulheres em qualquer lugar, mas somente na sua suíte do hotel que ele aparentemente ainda tinha. Meus olhos fechados, cansado como ele correu os dedos pelos cabelos soltos do meu cabelo. Eu não tinha a energia para me irritar com isso. "Tire a roupa, meu anjo. Vou começar o banho. " Ele se virou. Abri os olhos e agarrei pela camisa. Eu não sabia o que dizer, eu só não quero que ele vá. Ele entendeu, porque ele me pegou. "Eu não vou a lugar nenhum, Eva.” Gideão segurou meu queixo nas mãos e olhou em meus olhos, me mostrando a intensidade e foco. "Se você quisesse, não seria o suficiente para me deixar ir. Eu quero muito de você. Eu quero você comigo, na minha vida, na minha cama. Se eu puder ter isso, nada mais importa. Eu não sou orgulhoso demais para levar o que eu posso começar." Eu balançava para ele, atraído por sua necessidade obsessiva e insaciável que reflete a profundidade da minha necessidade por ele. Minha mão fixaram no algodão de sua camiseta. "Anjo,” ele respirou, baixando a cabeça para pressionar seu rosto ao meu. "Você não pode me deixar ir, também." Ele me pegou em seus braços e me levou para o banheiro com ele.


Capítulo 11

Eu reclinei com meus olhos fechados, minhas costas embaladas contra o peito de Gideon, ouvindo o som da água batendo enquanto suas mãos deslizavam preguiçosamente sobre mim na banheira antiga. Ele tinha lavado meu cabelo e depois meu corpo, me acariciando, me mimando. Eu sabia que ele estava tentando fazer as pazes pela noite anterior e pelo método que ele usou para me fazer ver a verdade – a verdade que ele evidentemente conhecia, mas que precisava de mim para conseguir enxergar. Como ele podia me conhecer tão bem... melhor do que eu mesma?

"Conte-me sobre ele," ele murmurou, seus braços em torno da minha cintura.

Eu respirei fundo. Eu estava esperando que ele perguntasse sobre Brett. Eu conhecia Gideon bem, também. "Primeiro, me diga que ele está bem." Houve uma pausa antes que ele respondesse. "Não há danos permanentes. Você se importaria caso houvesse?" "É claro que eu me importaria." Eu ouvi seus dentes rangendo. "Eu queria saber sobre vocês dois," ele exigiu com firmeza. "Não."

"Eva..."

"Não use esse tom comigo, Gideon. Eu estou cansada de ser um livro aberto pra você enquanto você esconde todos os seus segredos." Minha cabeça rolou para o lado então minha bochecha estava pressionada contra seu peito úmido. "Se tudo o que eu tiver de você for seu corpo, eu aceito. Mas eu não posso te dar mais em troca." "Você quer dizer que não quer. Vamos ser –"

"Eu não posso." Eu me afastei dele, me virando para poder encará-lo. "Olhe o que isso está fazendo comigo! Eu te machuquei ontem à noite. Intencionalmente. Mesmo sem perceber, porque o ressentimento está me corroendo, mesmo quando eu estou me convencendo de que eu posso viver com tudo o que você não está me contando."

Sentando-se, ele abriu os braços. "Estou completamente aberto para você, Eva! Você está fazendo soar como se você não me conhecesse... que tudo o que temos é sexo... quando você me conhece melhor do que ninguém."

"Vamos falar daquilo que eu não sei. Por que você é dono de tanto na Vidal Records? Por que você odeia a casa da sua família? Por que você é tão distante de seus pais? O que há entre você e o Dr. Terrence Lucas? Pra onde você tinha ido na outra noite, quando eu tive aquele pesadelo? O que há por trás de seus pesadelos? Por que –" "Chega!" ele cortou, enfiando as mãos por seu cabelo molhado.


Eu me sentei novamente, observando e esperando enquanto ele claramente lutava com ele mesmo. "Você deve saber que você pode me dizer qualquer coisa", eu disse suavemente. "Posso?" Ele me perfurou com seu olhar. "Você ainda não viu o suficiente do passado até agora? O quanto de merda eu posso despejar em você, antes que você fuja como o inferno?"

Estendendo meus braços pela borda da banheira, eu inclinei minha cabeça para trás e fechei meus olhos. "Ok, então. Seremos apenas amigos de foda que se lamentam para um terapeuta, uma vez por semana. Bom saber." "Eu transei com ela," ele cuspiu. "Então. Você se sente melhor?"

Eu levantei muito rápido, água se derramando sobre a borda da banheira. Meu estômago apertado. "Você transou com Corinne?"

"Não, porra." Seu rosto estava vermelho. "Com a esposa de Lucas."

"Oh..." Eu me lembrei da foto dela que eu encontrei em minha pesquisa no Google. "Ela é uma ruiva," eu disse com a voz falhada. "Minha atração por Anne era inteiramente baseada no relacionamento dela com Lucas."

Eu fiz uma careta, confusa. "Então as coisas estavam ferradas entre você entre você e o Dr. Lucas antes de você dormir com a esposa dele? Ou por causa disso?"

Gideon apoiou seu cotovelo no lado da banheira e esfregou seu rosto. "Ele me afastou de minha família. Eu retribuí o favor." "Você os fez terminar?"

"Eu terminei com ela." Ele exalou asperamente. "Ela chegou até mim como uma arrecadadora de fundos. Eu a afastei até que eu descobri quem ela era. Eu sabia que trepar com ela mataria Lucas quando ele soubesse, a oportunidade estava lá, então eu aproveitei. Era pra ser somente uma vez, mas Anne me contatou no dia seguinte. E porque isso o feriria ainda mais, saber que ela não tinha tido o suficiente, eu deixei ir adiante. Quando ela estava pronta para deixa-lo por mim, eu a mandei de volta para o marido." Eu olhei para ele, notando o seu embaraço desafiante. Ele faria tudo de novo, mas ele estava com vergonha do que tinha feito. "Diga alguma coisa!", ele estalou. "Ela pensa que você a amava?"

"Não. Foda-se. Eu sou um imbecil por pegar a esposa de outro homem, mas eu não prometi nada a ela. Eu estava fodendo Lucas através dela, eu não esperava que ela se tornasse um efeito colateral. Eu não teria deixado chegar até esse ponto, se eu soubesse." "Gideon." Eu suspirei e balancei a cabeça.

"O quê?" Ele estava praticamente enfurecido, com uma energia ansiosa e impaciente. "Por que você disse meu nome desse jeito?"


"Porque você é ridiculamente estúpido para um cara tão inteligente. Você estava dormindo com ela regularmente e não esperava que ela se apaixonasse por você?" "Jesus." Sua cabeça caiu para trás com um gemido. "Isso de novo não."

Então ele se endireitou abruptamente. "Na verdade, quer saber? Você continua pensando que eu sou um presente de Deus para as mulheres, meu anjo. É melhor para mim se você acreditar que eu sou melhor que você pode ter."

Eu respinguei água nele. A facilidade com que ele dispensou seu apelo era outra coisa em que eu me espelhava. Nós sabíamos nossos pontos fortes e jogávamos com nossas qualidades. Mas não conseguimos ver o que nos fazia únicos o bastante para que alguém realmente nos amasse.

Gideon pulou para frente e pegou minhas mãos. "Agora, me diga o que diabos você teve com Brett Kline." "Você não me disse o que o Dr. Lucas fez para te deixar puto." "Sim, eu disse."

"Não os detalhes," eu argumente.

"É a sua vez de falar. Ponha tudo pra fora."

Levei muito tempo para conseguir reunir as palavras. Nenhum cara queria uma puta em recuperação como sua namorada. Mas Gideon esperou pacientemente. Obstinadamente. Eu sabia que ele não ia me deixar sair da banheira, até que eu contasse a ele sobre Brett.

"Eu não era nada além de uma foda conveniente para Brett," eu confessei com pressa, querendo acabar logo com aquilo "e eu me propus a isso – saindo do meu normal por isso – porque naquela época da minha vida, sexo era a única maneira que eu conhecia de me sentir amada." "Ele escreveu uma canção de amor sobre você, Eva."

Eu olhei para longe. "A verdade não daria uma boa balada, daria?" "Você o amava?"

"Eu – Não." Eu olhei para Gideon quando ele exalou audivelmente, como se ele estivesse prendendo a respiração. "Eu tive uma paixão por ele e por como ele cantava, mas foi totalmente superficial. Eu nunca cheguei a conhecê-lo de verdade." Seu corpo inteiro estava visivelmente relaxado. "Ele foi parte de uma... fase? Foi isso?"

Eu concordei e tentei puxar minhas mãos, livrando-as das dele, desejando que eu pudesse superar meus sentimentos de vergonha. Eu não culpei Brett ou qualquer um dos caras que tinha vagado pela minha vida desde então. Eu não tinha ninguém para culpar além de mim mesma.

"Venha cá." Gideon me pegou pela cintura e puxou-me para perto, comprimindo-me contra seu peito novamente. Seu abraço era o sentimento mais maravilhoso do mundo.

Suas mãos percorreram o comprimento da minha coluna, me acariciando. "Eu não vou mentir. Eu quero dar uma surra dos diabos em qualquer homem que tenha tido você – seria inteligente


da sua parte mantê-los bem longe de mim – mas nada no seu passado vai mudar o que eu sinto por você. E Deus sabe que eu não sou nenhum santo."

"Eu gostaria de poder fazer isso desaparecer," eu sussurrei. "Eu não gosto de me lembrar da garota que eu costumava ser." Ele descansou seu queixo no topo da minha cabeça. "Eu entendo. Não importa por quanto tempo eu passasse no chuveiro depois de estar com Anne, nunca era tempo suficiente para me sentir limpo." Eu apertei meus braços em torno de sua cintura, dando conforto e aceitação. E agradecidamente aceitando os dois, em troca. ***

O roupão de seda branca que eu encontrei pendurado no armário era lindo. Era forrado com o mais suave veludo e bordado com fios prateados nos punhos. Eu o adorei, o que era bom já que parecia ser a única peça de roupa pra mim na casa toda. Eu assisti Gideon puxar um par de calças de pijama de seda preta e amarrar o cordão. "Por que você tem roupas e eu tenho um roupão?"

Ele olhou para mim através de uma mecha de cabelo escuro que cobria sua a testa. "Porque eu sou a pessoa que organizou tudo?" "Demônio."

"Só facilita para mim, para que eu mantenha suas necessidades sexuais insaciáveis ."

"Minhas necessidades insaciáveis?" Fui para o banheiro para tirar a toalha da minha cabeça. "Eu me lembro claramente de implorar para ser deixada sozinha na noite passada. Ou foi esta manhã, depois de uma noitada?" Ele ocupou a passagem da porta atrás de mim. "Você vai implorar novamente hoje à noite, também. Eu vou fazer o café." No espelho, eu o observei se afastar e vi a contusão escurecida do seu lado. Estava para baixo em suas costas, onde eu não tinha tido a chance de vê-lo antes. Girei ao redor. "Gideon! Você está machucado. Me deixe ver." "Eu estou bem." Ele estava no meio da escada antes que eu pudesse detê-lo. "Não demore muito."

A culpa me invadiu e uma vontade terrível de chorar. Minha mão tremia enquanto eu corria um pente de dentes largos através do meu cabelo úmido. O banheiro tinha sido abastecido com meus artigos de higiene habituais, demonstrando mais uma vez como Gideon era cuidadoso e atento, o que só enfatizava meus déficits. Eu estava fazendo a sua vida um inferno. Depois de tudo que ele já tinha sofrido, meus problemas eram a última coisa com as quais ele precisava lidar.


Eu desci as escadas para o primeiro andar e encontrei-me incapaz de me juntar Gideon na cozinha. Eu precisava de um minuto para me recompor e fazer uma cara feliz. Eu não queria estragar o fim de semana para ele, também.

Eu passei pela porta balcão que levava para o deck. O rugido da arrebentação e a picante névoa salgada me atingiram logo que saí. A bainha de meu roupão ondulou gentilmente com a brisa do mar resfriando-me de uma forma que eu achei revigorante.

Respirando fundo, agarrei o corrimão e fechei os olhos, tentando encontrar a paz que eu precisava para que Gideon não se preocupasse. Meu problema era eu, e não queria preocupá-lo com algo que ele não podia mudar. Somente eu podia fazer de mim uma pessoa mais forte, e eu precisava, se eu quisesse fazê-lo feliz e oferecer-lhe a segurança que ele tão desesperadamente queria de mim.

A porta se abriu atrás de mim, e eu respirei fundo antes de virar para encará-lo com um sorriso. Gideon saiu com duas canecas fumegantes presas em uma mão, uma cheia de café preto e a outra com o mais leve café com leite, meio-e-meio. Eu sabia que tinha sido feito perfeitamente para os meus gostos e estava delicioso, porque Gideon sabia exatamente do que eu gostava. Não porque eu disse a ele, mas porque ele prestava atenção em tudo sobre mim. "Pare de se debater," ordenou severamente, pondo as canecas no corrimão.

Eu suspirei. É claro que eu não podia esconder o meu humor dele com apenas um sorriso. Ele viu diretamente através de mim. Ele pegou meu rosto entre as mãos e olhou para mim. "O que está feito, está feito. Esqueça isso."

Eu me estiquei e corri a ponta dos meus dedos sobre o lugar onde eu tinha visto a contusão.

"Isso tinha que acontecer", disse ele secamente. "Não. Cale a boca e me escute. Eu pensei que eu entendia seus sentimentos pela Corinne, e, francamente, eu pensei que você simplesmente não ia lidar bem com isso. Mas eu não tinha ideia. Eu era um idiota egocêntrico."

"Eu não estou lidando bem com isso. Eu a odeio, porra. Eu não posso pensar nela sem me sentir violenta".

"Eu entendo agora. Eu não entendia antes." Sua boca torceu com tristeza. "Às vezes é preciso algo drástico para me sacudir. Felizmente, você sempre foi muito boa em conseguir a minha atenção."

"Não tente me provocar com isso, Gideon. Você poderia ter se machucado seriamente por minha causa."

Ele me pegou pela cintura quando eu teria se virou. "Eu estava seriamente ferido por sua causa. Vendo-a nos braços de outro cara, beijando ele..." Seus olhos se tornaram quentes e escuros. "Isso me destruiu, Eva. Me cortou e me fez sangrar. Eu chutei a bunda dele em autodefesa."

"Meu Deus," eu suspirei, devastada por sua honestidade brutal. "Gideon."

"Eu estou com nojo de mim mesmo por não ter sido mais compreensivo sobre Corinne. Se um beijo poderia me fazer sentir assim..." Ele passou os braços apertados em volta de mim, um


braço passando por meus quadris, enquanto o outro passou pela minha volta para que ele pudesse agarrar a parte de trás da minha cabeça. Capturando-me. "Se você tivesse me traído", disse ele com voz rouca, "isso me mataria."

Virando minha cabeça, eu pressionei meus lábios em sua garganta. "Aquele beijo estúpido não significou nada. Menos do que nada." Sua mão agarrou meu cabelo e curvou minha cabeça para trás. "Você não entende o que seus beijos significam para mim, Eva, para você dar um assim e chama-lo de estúpido." Gideon abaixou a cabeça e selou sua boca sobre a minha. Tudo começou suavemente, doce e provocante, sua língua acariciando todo meu lábio inferior. Eu abri minha boca, minha língua se movendo para tocar a dele. Ele inclinou a cabeça e lambeu minha boca. Rápida, aquela lambida rasa me despertou um desejo latente.

Eu me estiquei e deslizei meus dedos em seu cabeço úmido, me colocando na ponta dos pés para aprofundar o beijo. Eu gemia quando ele chupava minha língua, apoiando-me fortemente contra ele. Seus lábios se moviam contra os meus, ficando mais úmidos e mais quentes. Nós nos devoramos, ficando mais selvagens até o segundo em que estávamos praticamente fodendo a boca um do outro, copulando apaixonadamente com lábios e línguas e mordidas minúsculas. Eu estava ofegante com a minha fome por ele, meus lábios inclinados sobre os seus, sons carentes se derramando da minha garganta. Seus beijos eram presentes. Ele beijava com tudo o que tinha, com poder e paixão, fome e amor. Ele não se controlava, dando tudo, se entregando.

A excitação dominava sua estrutura poderosa, sua pele acetinada estava áspera, se tornando febrilmente quente. Sua língua mergulhava em minha boca, enredando-se com a minha, sua respiração acelerada misturando-se com o minha própria, preenchendo meus pulmões. Os meus sentidos estavam encharcados dele, do seu sabor e aroma, minha mente girando enquanto eu girava minha cabeça, buscando um gosto mais profundo. Querendo a lamber mais fundo, sugar mais forte. Devorar.

Eu o queria muito.

Suas mãos corriam para cima e para baixo na minha espinha, tremendo e inquietas. Ele gemeu e meu sexo se contraiu em resposta. Puxando o cinto do meu roupão, ele o soltou, abrindo-o s para segurar meus quadris nus em suas mãos. Ele puxou meu lábio inferior, afundando seus dentes nele, sua língua o acariciando. Eu choraminguei, querendo mais, minha boca inchada e sensível. Não importa o quão perto ele estava, nunca era perto o suficiente.

Gideon agarrou minha bunda e me puxou fortemente contra ele, sua ereção como aço quente queimando minha barriga através da seda fina de suas calças. Ele soltou meu lábio e tomou minha boca novamente, enchendo-me com o gosto de seu desejo e necessidade, sua língua me chicoteando como veludo num prazer atormentado.

Um duro tremor o sacudiu e ele rosnou, seus quadris em círculos. Seus dedos beliscaram minha bunda e seu gemido vibrou contra meus lábios. Senti seu pau se empurrar entre nós, então um


calor escaldante se espalhou sobre a minha pele. Ele gozou com um gemido atormentado, encharcando a seda entre nós.

Eu gritei, derretendo e dolorida, tão insanamente despertada pelo conhecimento que eu poderia fazê-lo perder o controle com apenas um beijo.

Seu aperto afrouxou, seus pulmões arfando. "Seus beijos são meus."

"Sim. Gideon..." Eu estava abalada, deixada emocionalmente ferida e aberta pelo momento mais erótico da minha vida. Ele caiu de joelhos e me lambeu até um clímax perturbador. ***

Tomamos banho e dormimos o resto da manhã. Foi tão bom dormir ao lado dele de novo, com minha cabeça apoiada em seu peito, meu braço sobre seu estômago duro como pedra, e minhas pernas enroscadas com as dele.

Quando acordamos pouco depois da uma da tarde, eu estava morrendo de fome. Nós fomos para a cozinha juntos e eu percebi que gostava da aparência moderna ultra austera desse espaço. As portas dos armários revestidas de vidro e o granito combinavam lindamente com a madeira escura. Melhor ainda, a despensa estava totalmente abastecida. Não havia necessidade de sair de casa para qualquer coisa. Nós fomos pelo caminho mais fácil e fizemos sanduíches, que levamos para a sala e comemos com as pernas cruzadas no sofá, de frente um para o outro. Eu estava na metade quando peguei Gideon me olhando com um sorriso.

"O quê?" eu perguntei, dando uma mordida.

"Arnoldo está certo. É engraçado ver você comer." "Cale a boca."

Seu sorriso aumentou. Ele parecia tão despreocupado e feliz que fez meu coração doer.

"Como você achou esse lugar?" Eu perguntei a ele. "Ou como é que Scott o encontrou?"

"Eu o encontrei." Ele empurrou uma batata frita na boca e lambeu o sal de seus lábios, o que achei sexy como o inferno. "Eu queria te levar para uma ilha, onde nada poderia nos incomodar. Aqui é muito perto disso, sem o tempo de viagem. Eu planejei que nós voássemos baixo originalmente."

Eu comi, pensativa, lembrando-me da longa viagem. Tão enlouquecedora quanto a viagem tinha sido, havia algo emocionante n a ideia dele reorganizando nossa agenda só para me foder sem sentido ao longo de horas, usando a minha necessidade dele para me fazer encarar uma verdade que eu havia bloqueado. Imaginando toda a frustração e fúria que deve ter conduzido os seus planos... seus pensamentos focados em libertar toda aquela paixão efervescente no meu corpo, desamparado e disposto...


"Você está com aquele olhar de foda-me em seu rosto," ele observou. "E você me chama de demônio sexual." "Desculpa."

"Não estou me queixando."

Eu voltei meus pensamentos até o início da noite. "Arnoldo não gosta mais de mim."

Uma sobrancelha arqueada. "Você está recebendo um olhar de foda-me e pensando no Arnoldo? Eu tenho que dar uma surra nele agora, também?" "Não. Caramba. Eu usei isso para nos distrair do sexo e porque isso precisa ser falado." Ele deu de ombros. "Eu vou falar com ele."

"Eu acho que eu deveria fazer isso, pelo que isso significa."

Gideon me estudou com aqueles olhos incríveis azuis. "O que você diria?"

"Que ele está certo. Eu não mereço você e fodi com tudo mesmo. Mas eu sou completamente apaixonada por você e gostaria de ter a chance de provar para vocês dois que eu posso ser o que você precisa." "Meu anjo, se eu precisasse mais de você, eu não poderia funcionar." Ele ergueu minha mão até seus lábios para beijar meus dedos. "E eu não me importo com o que ninguém pensa. Nós temos nosso próprio ritmo e isso dá certo pra nós."

"Será que isso dá certo para você?" Eu peguei minha garrafa de chá gelado em cima da mesa do café e tomou um gole. "Eu sei que te deixa exausto. Você sempre acha que é muito forte ou muito doloroso?" "Você tem ideia do quão sugestivo isso parece, certo?" "Oh meu Deus." Eu ri. "Você é terrível."

Seus olhos brilhavam com diversão. "Isso não é o que você costuma dizer." Sacudindo a cabeça, voltei a comer.

"Eu prefiro discutir com você, meu anjo, do que rir com mais ninguém."

Jesus. Levei um minuto para conseguir engolir o último pedaço na minha boca. "Você sabe... Eu te amo loucamente." Ele sorriu. "Sim, eu sei." ***

Depois de termos limpado a bagunça do almoço, eu joguei a esponja na pia e disse: "Eu preciso fazer o meu telefonema de sábado para o meu pai." Gideon sacudiu a cabeça. "Não é possível. Você vai ter que esperar até segunda-feira."


"Hã? Por quê?"

Ele me enjaulou no balcão segurando a borda de cada lado de mim. "Não há telefones."

"Você está falando sério? E o seu telefone celular?" Eu tinha deixado o meu em casa antes de ir para o show, sabendo que eu não tinha lugar para transportá-lo e não ter nenhuma intenção de usá-lo de qualquer maneira.

"Está voltando para Nova Iorque com a limusine. Sem internet, também. Eu tirei o modem e os telefones antes de virmos pra cá."

Eu estava sem fala. Com todas as responsabilidades e compromissos que ele tinha, se desligar durante o final se semana era... inacreditável. "Uau. Quando foi a última vez que você desapareceu da face da Terra desse jeito?" "Hmm... isso seria nunca."

"Deve haver pelo menos meia dúzia de pessoas surtando porque não conseguem saber algo de você." Ele levantou um ombro, se encolhendo de maneira descuidada. "Eles vão lidar com isso."

Prazer surgiu através de mim. "Eu tenho você só para mim?"

"Completamente." Sua boca se curvou num sorriso travesso. "O que você quer fazer comigo, meu anjo?" Eu sorri de volta, extasiadamente feliz. "Tenho certeza de que eu vou pensar em alguma coisa."

***

Nós saímos para uma caminhada na praia.

Enrolei-me num par de calças de pijama de Gideon e coloquei minha camiseta regata branca, os quais eram indecentes, visto que meu sutiã estava voltando para Nova York junto com o telefone celular de Gideon.

"Eu morri e fui para o céu," ele pronunciou, examinando minuciosamente o meu peito enquanto passeávamos pela costa, "onde a personificação de todos os sonhos molhados, todas as fantasias sexuais da adolescência, é real e totalmente minha."

Eu bati meu ombro no dele. "Como é que você vai de devastadoramente romântico a grosso no espaço de uma hora?" "Esse é outro dos meus muitos talentos." Seu olhar baixou novamente para as pontas proeminentes de meus mamilos, que estavam duros pela exposição à brisa do oceano. Ele apertou minha mão e deu um exagerado suspiro feliz. "O paraíso com meu anjo. Não existe nada melhor do que isso."

Eu tive que concordar. A praia era bonita de uma maneira mal-humorado e indomável, que me lembrou muito do homem cuja mão eu segurava. Os sons da arrebentação e o grito das gaivotas me encheram de uma sensação única de contentamento. A água estava fria em meus pés


descalços e o vento soprava meu cabelo em meu rosto. Havia muito tempo desde que eu me sentira tão bem, e eu estava grata a Gideon por nos dar este tempo longe, para desfrutarmos um do outro. Nós éramos perfeitos juntos quando estávamos sozinhos. "Você gosta daqui," ele observou.

"Eu sempre adorei estar perto da água. O segundo marido da minha mãe tinha uma casa no lago. Eu me lembro de andar pelas margens desse jeito com ela, pensando em comprar alguma coisa perto da água para mim um dia." Ele soltou minha mão e colocou seu braço em torno de meus ombros. "Então vamos fazer isso. O que você acha desse lugar? Você gosta dele?"

Eu o olhei de relance, amando a visão do vento se filtrando por seus cabelos. "Está à venda?"

Ele olhou para o trecho da praia a nossa frente. "Tudo está à venda pelo preço certo." "Você gosta?"

"O interior é meio frio com todo aquele branco, apesar de gostar do quarto principal do jeito que está. Nós podemos mudar todo o resto. Deixar mais como nós."

"Nós," eu repeti, imaginando o que isso seria. Eu amava seu apartamento com a sua elegância do velho mundo. Eu acho que ele se sentia confortável na minha casa, que era mais tradicional e moderna. A combinação dos dois. . . "Um grande passo, comprarmos um imóvel juntos." "Um passo inevitável," ele corrigiu. "Você disse que o Dr. Petersen fracassar não é uma opção."

"É, eu disse." Andamos mais um pouco em silêncio. Eu tentei descobrir como eu me sentia sobre Gideon querendo ter um vínculo mais tangível entre nós. Eu também queria saber por que ele escolheria termos uma propriedade juntos como o caminho para alcançá-lo. "Então, eu acredito que você gosta daqui, também?" "Eu gosto de praia." Ele penteou seu cabelo para trás, tirando-o do rosto. "Eu tenho uma foto minha e do meu pai fazendo um castelo de areia numa praia."

Foi um milagre que meus passos não tenham vacilado. Gideon oferecia tão pouca informação sobre seu pássaro que, quando ele fazia, era quase como um terremoto. "Eu gostaria de vê-la."

"Ela está com a minha mãe." Nós demos mais alguns passos antes dele dizer "Eu vou pegá-la para você."

"Eu vou com você." Ele não tinha me contato o por que ainda, mas ele me disse uma vez que a casa dos Vidal era um pesadelo para ele. Eu suspeitava que o que quer que fosse a raiz de sua parasonia tinha acontecido lá.

O peito de Gideon se expandiu numa respiração profunda. "Eu posso mandar um entregar pegála." "Tudo bem." Virei a cabeça para beijar os nós dos dedos machucados onde descansavam no meu ombro. "Mas a minha oferta está de pé."


"O que você acha da minha mãe?" ele perguntou de repente.

"Ela é muito bonita. Muito elegante. Ela parece ser muito bondosa." Eu o estudei, vendo os cabelos pretos como tinta de Elizabeth Vidal e seus impressionantes olhos azuis. "Ela também parece amar muito você. Estava nos olhos dela quando ela olhou pra você." Ele continuou olhando para frente. "Ela não me amava o suficiente."

Eu perdi meu fôlego completamente. Porque eu não sabia o que lhe tinha dado esses pesadelos que atormentam, eu me perguntei se talvez fosse porque ela o amava muito. Foi um alívio saber que não era o caso. Foi horrível o suficiente para que seu pai tenha cometido suicídio. Para ser traído por sua mãe, também, pode ser mais do que ele poderia se recuperar. "O quanto é suficiente, Gideon?"

Sua mandíbula se contraiu. Seu peito se expandiu, respirando fundo. "Ela não acreditou em mim"

Eu parei bruscamente e me virei pra ele. "Você disse a ela o que aconteceu com você? Você contou e ela não acreditou em você?" Seu olhar fixo era treinado sobre minha cabeça. "Isso não importa agora. Já faz muito tempo."

"Mentira. É importante. É muito importante." Eu estava furiosa por ele. Furiosa que uma mãe não tivesse feito seu trabalho e ficado ao lado de seu filho. Furiosa que essa criança tenha sido Gideon. "Aposto que dói pra cacete, também."

Seu olhar baixou para o meu rosto. "Olhe pra você. Tão puta e chateada. Eu não devia ter dito nada." "Você devia ter dito alguma coisa antes."

A tensão em seus ombros se aliviou e sua boca se curvou com tristeza. "Eu não lhe disse nada." "Gideon –"

"E é claro que você acredita em mim, meu anjo. Você tem dormido comigo numa cama."

Eu peguei seu rosto em minhas mãos e olhei fixamente em seus olhos. "Eu. Acredite. Em. Você."

Seu rosto se contorceu de dor por uma fração de segundo antes dele me levantar em um abraço de urso. "Eva".

Eu pendurei minhas pernas em volta de sua cintura e passei meus braços ao redor de seus ombros. "Eu acredito em você." ***

Quando voltamos para a casa, Gideon foi até a cozinha para abrir uma garrafa de vinho e eu examinei as estantes da sala, sorrindo quando me deparei com o primeiro livro da série que eu tinha contado a ele, aquele da onde eu tinha tirado seu apelido, Ás.

Nós nos esparramamos no sofá e eu li para ele enquanto ele brincava distraidamente com o meu cabelo. Ele estava em um humor melancólico após a nossa caminhada, sua mente aparentemente


longe de mim. Eu não me ressenti disso. Nós tínhamos dado um ao outro muito pra pensar nos últimos dois dias. Quando a maré subiu de fato, entrou rapidamente sob a casa, o que pareceu incrível e realmente o era. Nós fomos de pressa para o deck e a assistimos ir e vir, transformando a casa numa ilha na arrebentação.

"Vamos fazer s'mores, 1" eu disse enquanto me inclinava sobre a beirada com Gideon enrolado nas minhas costas. "Na lareira portátil do pátio."

Seus dentes pegaram o lóbulo da minha orelha e ele sussurrou: "Eu quero lamber o chocolate derretido pelo seu corpo." Sim, por favor... Eu o provoquei, "Não vai me queimar?"

"Não se eu fizer certo."

Eu virei para encará-lo e ele me levantou e me sentou no corrimão largo. Então ele ficou de pé entre as minhas pernas e me abraçou pelos quadris. Houve uma paz maravilhosa que acompanhou o crepúsculo e ambos nos afundamos nela. Corri minhas mãos pelo seu cabelo, assim como a brisa da noite fazia.

"Você falou com Ireland?" Eu perguntei, pensando em sua meio-irmã, que era tão bonita quanto sua mãe. Eu a conheci em uma festa da Vidal Records, e tornou-se evidente muito rapidamente que estava desejosa de qualquer palavra ou notícia sobre seu irmão mais velho. "Não."

"O que você acha de trazê-la para jantar quando meu pai estiver na cidade?"

A cabeça de Gideon inclinou-se para o lado enquanto ele me observava. "Você quer convidar uma garota 17 anos de idade, para jantar comigo e com seu pai." "Não, eu quero que a sua família conheça a minha família."

"Ela vai ficar entediada."

"Como é que você sabe?" eu desafiei. "Em todo caso, acho que sua irmã venera você como a um herói. Enquanto você estiver prestando atenção a ela, eu tenho certeza que ela vai estar feliz."

"Eva." Ele suspirou claramente exasperado. "Fala sério. Eu não tenho a menor ideia de como entreter uma adolescente."

"Ireland não é uma garota qualquer , ela é –"

"Ela poderia muito bem ser!" Ele me olhou de cara feia. Eu percebi, então. "Você tem medo dela." "Por favor," ele zombou. 1

"Sanduiche" de biscoitos, marshmallows e chocolate, feitos na fogueira.


"Você tem. Ela assusta você." E eu duvidava que isso tivesse algo a ver com a idade de sua irmã ou que ela era uma garota. "O que deu em você?" ele reclamou. "Você está fixada na Ireland. Deixe-a pra lá."

"Ela é a única família que você tem, Gideon." E eu estava disposta a apoiar essa escolha. Seu meio-irmão Christopher era um babaca, e sua mãe não merecia tê-lo em sua vida. "Eu tenho você!"

"Baby." Eu suspirei e enrolei minhas pernas ao redor dele. "Sim, você tem a mim. Mas há espaço para mais pessoas que te amam em sua vida."

"Ela não me ama," ele murmurou. "Ela não me conhece."

"Eu acho que você está errado quanto a isso, mas se não estiver, ela o amaria se o conhecesse. Então deixe que ela te conheça." "Chega. Vamos voltar a falar dos s'mores."

Eu tentei encará-lo, mas foi impossível. Quando ele considerava que um assunto tinha se esgotado, não havia como continuá-lo. Então eu teria que dar a volta nele, ao invés disso.

"Você quer falar de s'mores, ás?" Eu contornei meu lábio inferior com minha língua. "Todo aquele chocolate derretido escorrendo pelos nossos dedos."

O olhar de Gideon se estreitou.

Eu corri meus dedos abertos por seus ombros e os desci para seu peito. "Eu poderia ser persuadida a deixar você esfregar chocolate em mim, toda. Eu também poderia ser persuadida a passar um pouco em você." Ele arqueou a sobrancelha. "Você está tentando me subornar com sexo de novo?" "Eu disse isso?" Eu pisquei inocentemente. "Eu não acho que tenha dito isso."

"Estava implícito. Então vamos ser claros." Sua voz estava perigosamente baixa, seus olhos escureceram enquanto sua mão escorregou por baixo da barra de minha regata e envolveu meu seio nu. "Eu convidarei Ireland para jantar porque isso vai te fazer feliz e isso me faz feliz." "Obrigada," eu disse sem fôlego porque ele tinha começado a puxar ritmadamente meu mamilo, fazendo-me gemer de prazer.

"Eu vou fazer o que diabos eu quiser com chocolate derretido e seu corpo, porque isso vai me agradar e que vai agradar você. Eu digo quando, eu digo como. Repita isso."

"Você disse –" Eu engasguei quando sua boca envolveu meu outro mamilo através do algodão canelado. "Oh, Deus." Ele me beliscou com os dentes. "Termine."

Meu corpo inteiro se contraiu, tão ávido em responder a esse tom autoritário. "Você diz quando. Você diz como."


"Existem coisas com as quais você consegue barganhar, meu anjo, mas seu corpo e sexo não são negociáveis."

Minhas mãos seguravam seu cabelo, uma resposta instintiva a sua implacável e delicioso ordenha de meu mamilo sensível. Eu desisti de tentar entender por que eu o queria no controle. Eu apenas fiz. "O que mais eu posso barganhar? Você tem tudo."

"Seu tempo e atenção são as duas coisas das quais você pode se aproveitar. Eu vou fazer de tudo para tê-los."

Um arrepio passou por mim. "Eu estou molhada para você", eu sussurrei.

Gideon afastou-se da grade, levando-me com ele. "Porque é assim que eu quero você."


Capítulo 12

Gideon e eu chegamos de volta a Manhattan, pouco antes da meia-noite de domingo. Havíamos passado a noite anterior dormindo separados, mas a maior parte do dia juntos na cama principal.Beijando e tocando. Rindo e cochichando. Por acordo silencioso não falamos de coisas dolorosas durante nosso tempo longe um do outro. Nós não ligamos a televisão ou o rádio, porque parecia errado compartilhar nosso tempo com qualquer um. Andamos na praia novamente. Fizemos muito amor, lento e preguiçoso no convés do terceiro andar. Nós jogamos cartas e ele ganhou cada mão. Nós relaxamos e lembramos o que tinhamos encontrado um com no outro que valia a pena lutar. Foi o dia mais perfeito da minha vida. Voltamos para o meu apartamento quando voltamos para a cidade. Gideon abriu a porta para nós, com a chave que eu tinha dado a ele, e nós entramos no espaço escuro tão silenciosamente quanto possível, para não acordar Cary. Gideon deu-me um de seus beijos derretedores de alma e foi para o quarto de hóspedes, e eu me arrastei para a minha solitária cama sem ele. Sentindo falta dele. Gostaria de saber quanto tempo estariamos dormindo separados um do outro. Meses? Anos? Odiando a pensar sobre isso, fechei os olhos e comecei a divagar. A luz acendeu. – Eva. Levante-se. – Gideon entrou na sala e direto para o meu armário, vasculhando minhas roupas. Eu pisquei para ele, observando que ele tinha trocado as calças e colocado uma camisa de botões. – O que há de errado ? – É Cary, - ele disse severamente. – Ele está no hospital. *** Um táxi estava esperando por nós no meio-fio quando saímos de meu prédio. Gideon conduziu-me, em seguida, deslizou ao meu lado. O taxi parecia se afastar muito lentamente. Tudo parecia estar se movendo lentamente. Agarrei a manga de Gideon. – O que aconteceu? – Ele foi atacado na noite de sexta-feira. – Como você sabe? – Sua mãe e Stanton deixaram mensagens no meu celular. – Minha mãe. . . ? - Olhei para ele fixamente. – Por que ela não...?


Não, ela não poderia me chamar. Eu não tinha o meu telefone. Culpa e preocupação me afogaram tornando difícil respirar. – Eva – . Ele colocou o braço em volta dos meus ombros, pedindo-me para descansar minha cabeça contra ele. – Não se preocupe até sabermos mais. – Foi há dias atrás, Gideon. E eu não estava aqui. Lágrimas escorriam pelo meu rosto e não iriam parar, mesmo depois que chegamos ao hospital. Eu mal registrei o exterior do edifício, a minha atenção entorpecida pela dura ansiedade batendo em mim. Agradeci a Deus por Gideon , que era tão calmo e controlado. Um membro da equipe providenciou o número do quarto de Cary, mas sua solicitude terminou ali. Gideon fez alguns telefonemas de meia-noite que me providenciou acesso para ver Cary, apesar de estar bem fora do horário de visita. Gideon tem sido um benfeitor generoso, por vezes, o que não era facilmente descartado ou esquecido. Quando entrei na sala privada de Cary e o vi, meu coração quebrou tão completamente, meus joelhos ficaram fracos. Apenas Gideon me impediu de cair. O homem em quem eu pensava como meu irmão, o melhor amigo que já tive ou nunca teria, estava em silêncio e imóvel na cama. Sua cabeça estava enfaixada e seus olhos enegrecidos. Um dos seus braços foi preso com linhas intravenosas, enquanto o outro estava engessado. Eu não o teria reconhecido, se eu não soubesse quem ele era. Flores cobriam cada superfície plana, bouquets alegres e colorido. Havia balões também, e alguns cartões. Eu sabia que alguns seriam da minha mãe e Stanton, que certamente estavam pagando a assistência de Cary também. Éramos sua família. E todo mundo estava lá para ele, exceto eu. Gideon levou-me mais perto, seu braço apertado na minha cintura para me segurar. Eu estava chorando, as lágrimas fluindo grossas e quentes. Era tudo o que eu poderia fazer para permanecer em silêncio. Ainda assim, Cary deve ter me ouvido ou me sentido. Suas pálpebras tremularam, então abriram. Seus belos olhos verdes estavam injetados e desfocados. Levou um minuto para encontrar-me. Quando ele fez, ele piscou algumas vezes e, em seguida, lágrimas começaram a rolar por suas têmporas. – Cary.– Eu corri para ele e coloquei minha mão na sua. – Eu estou aqui. Ele agarrou-me com tanta força, foi doloroso. – Eva. – Sinto muito ter demorado tanto. Eu não tinha o meu telefone. Eu não tinha idéia. Eu estaria aqui, se eu soubesse. – Tá bem. Você está aqui agora. – Sua garganta trabalhou em para engolir. – Deus. . . tudo dói. – Eu vou conseguir uma enfermeira,– Gideon disse, passando a mão nas minhas costas antes de escorregar silenciosamente para fora do quarto. Eu vi um jarro pequeno e copo com canudo sobre a bandeja deslizante. – Você está com sede?


– Muita. – Posso te sentar? Ou não? – Eu estava com medo de fazer qualquer coisa que lhe causasse dor. – Sim. Usando o controle remoto apoiado perto de sua mão, eu levantei a parte de cima da cama, de modo que ele estivesse reclinado. Então eu trouxe o canudo para seus lábios e o vi beber avidamente. Ele relaxou com um suspiro. – Você é um colírio para olhos sensíveis, menina. – O que diabos aconteceu? – Eu abaixei o copo vazio e agarrei sua mão novamente. – Foda se eu sei.– Sua voz era fraca, quase um sussurro. – Pulou. Com um bastão. – Com um bastão? – Só de pensar me deixava fisicamente doente. A brutalidade dele. A violência. . . – Ele era louco? – É claro, – ele retrucou, uma linha profunda de dor entre as sobrancelhas. Eu recuei meio passo. – Eu sinto muito. – Não, não. Merda. Estou – Seus olhos fechados. – Estou exausto. Só então a enfermeira apareceu vestindo uniforme decorado com animados depressores língua e estetoscópios. Ela era jovem e bonita, com o cabelo escuro e olhos de abrunho1. Ela verificou Cary, tomou sua pressão arterial, então apertou o botão de um controle remoto embrulhado em torno da grade de proteção. – Você pode auto-administrar a cada 30 minutos para a dor– a disse ele. – Basta pressionar este botão. Ele não vai dispensar uma dose, se não é tempo, para que você não tenha que se preocupar sobre estar pressionando-o muitas vezes. – Uma vez já é muitas vezes,– ele murmurou, olhando para mim. Eu entendi a sua relutância, ele tinha uma personalidade facilmente viciosa. Ele viajou rapidamente na estrada da drogadicção antes de eu chutasse algum senso nele. Mas foi um alívio ver as linhas de dor na testa se suavizarem e sua respiração se estabelecer em um profundo ritmo. A enfermeira olhou para mim. – Ele precisa de descansar. Você deve voltar durante o horário de visita. Cary olhou para mim desesperadamente. – Não vá. – Ela não vai a lugar nenhum– , disse Gideon, ao entrar novamente no quarto. – Eu consegui uma cama sobressalente para hoje à noite.

1

Abrunho – fruto da Prunus spinosa – é um tipo de ameixa, de cor negra azulada, cultivada na Europa.


Eu não acho que era possível amar Gideon mais do que eu já amava, mas de alguma forma ele conseguia encontrar maneiras de provar que estava errada. A enfermeira sorriu timidamente para Gideon. – Cary poderia precisar de mais água, - eu disse a ela, assistindo-a afastar seu relutantemente olhar do meu namorado para me olhar. Ela pegou a jarra e saiu da sala. Gideon deu um passo mais perto da cama e falou com Cary. –Diga-me o que aconteceu. Cary suspirou. – Trey e eu saímos sexta-feira, mas ele teve que sair mais cedo para afiançar. Eu o escoltei para pegar um táxi, mas estava uma loucura bem na frente do clube, por isso fomos para a esquina. Ele tinha acabado de sair quando fui atacado na parte de trás da cabeça. Derrubou-me e rapidamente me atacou algumas vezes. Nunca tive a chance de me defender. Minhas mãos começaram a tremer, eo polegar de Cary esfregou suavemente sobre o dorso. – Hey,– ele murmurou. – Ensinou-me. Não enfiar meu pinto na galinha errada. – O que? Eu assisti os olhos de Cary piscarem pesados, e um momento depois ficou claro que ele estava dormindo. Olhei impotente através da cama para Gideon . – Eu vou dar uma olhada nisso – , disse ele. – Saia comigo por um minuto. Eu o segui, meu olhar repetidamente voltando a Cary. Quando a porta se fechou atrás de nós, eu disse: – Deus, Gideon. Ele parece terrível. – Ele foi definitivamente espancado – ele disse severamente. – Ele tem uma fratura de crânio, uma concussão desagradável, três costelas quebradas e um braço quebrado. A lista de lesões foi terrivelmente dolorosa de ouvir. – Eu não entendo por que alguém faria isso. Ele me puxou para perto e pressionou seus lábios na minha testa. – O médico disse que é possível que Cary seja autorizado a sair em um dia ou dois, então eu vou tomar as providências para home care. Eu também vou deixar o seu trabalho avisado de sua ausência, – A agência de Cary precisa saber, – Vou cuidar disso. – Obrigado.– Abracei-o com força. – O que eu faria sem você? – Você nunca vai descobrir. ***


Minha mãe me acordou às nove da manhã seguinte, deslizando aflita no quarto de Cary, logo que começou o horário de visita. Ela me puxou para o corredor, chamando a atenção de todos na área imediata. Era cedo, mas ela parecia incrivelmente atraente em seus Louboutins2 de sola vermelha e um vestido marfim justo e sem mangas. – Eva. Eu não posso acreditar que você passou o fim de semana inteiro sem o seu celular! O que você estava pensando? E se houvesse uma emergência? – Houve uma emergência. – Exatamente!– Ela elevou um braço, uma vez que o outro braço estava dobrado por baixo. – Ninguém pode se aproximar de você ou de Gideon. Ele deixou uma mensagem dizendo que ele ia sumir com você pelo fim de semana, mas ninguém sabia onde você estava. Eu não posso acreditar que ele seja tão irresponsável! O que ele estava pensando? – Obrigada, – eu interrompi, porque ela estava sendo enrolada e repetitiva – por cuidar de Cary. Isso significa muito para mim. – Bem, é claro.– A raiva de minha mãe desacelerou. – Nós o amamos, também, você sabe. Estou devastada que isso aconteceu. – Seu lábio inferior tremeu e ela cavou em sua bolsa um lenço sempre pronto. – A polícia está investigando, – eu perguntei. – Sim, claro, mas eu não sei quanto bem isto vai fazer.– Ela enxugou os cantos de seus olhos. – Eu amo Cary profundamente, mas ele é um ordinário. Eu duvido que ele possa lembrar todas as mulheres e homens com que ele esteve. Lembra-se do leilão de caridade que você assistiu com Gideon? Quando eu te comprei aquele vestido vermelho impressionante? – Sim.– Eu nunca esqueceria. Esta foi a noite quando Gideon e eu fizemos amor pela primeira vez. – Estou certa de que Cary dormiu com uma loira que dançou com aquela noite, enquanto eles estavam lá! Eles desapareceram e quando eles voltaram. . . Bem, eu sei como um homem satisfeito parece. Eu ficaria surpresa se ele sabia o nome dela. Eu lembrei o que Cary havia dito antes de adormecer. – Você acha que este ataque teve algo a ver com alguém que ele dormiu? Minha mãe piscou para mim, parecendo lembrar que eu não sabia de nada. – Foi dito a Cary para manter as mãos longe 'dela' – quem quer que 'ela' seja. Os detectives vão voltar mais tarde hoje para tentar tirar alguns nomes dele. – Jesus– . Esfreguei meus olhos, precisando demais lavar meu rosto e mais ainda de uma xícara de café. – Eles precisam falar com Tatiana Cherlin. – Quem é? 2

Christian Louboutin – designer francês de calçados e bolsas.


– Alguém que Cary tem visto. Eu acho que ela foi chutada ou algo assim. O namorado de Cary pegou-os juntos e ela comeu isso com uma colher. Ela amava ser a causa do drama. Eu esfreguei minha nuca, e então percebi que o arrepio que eu senti foi inteiramente por outra razão. Olhei por cima do ombro e vi Gideon se aproximando, suas longas pernas fechando a distância entre nós com esse passo medido. Vestido para o trabalho em um terno, com um grande copo de café em uma mão e uma pequena sacola preta na outra, ele era exatamente o que eu precisava, exatamente no momento eu precisava dele. – Desculpe-me.– Eu caminhei em direção a Gideon e direto em seus braços. – Hey– , ele me cumprimentou, com os lábios no meu cabelo. – Como você está indo? – Isto é horrível. E sem sentido. – Meus olhos ardiam. – Ele não precisa de outro desastre em sua vida. Ele teve mais que sua parte. – Você também teve, e você está sofrendo junto com ele. – E você está sofrendo também, comigo.– Eu fiquei na ponta dos pés e beijei sua mandíbula, depois recuei. – Obrigado. Ele me entregou o café. – Eu trouxe algumas coisas para você, uma muda de roupa, o seu celular e tablet, coisas de banheiro. Eu sabia que sua consideração tinha um custo, literalmente. Depois de um fim de semana fora, ele deveria estar cavando seu caminho sobre um trabalho que valia uma pequena montanha de milhões, não correr em torno de tomar conta de mim. – Deus. Eu te amo. – Eva!– Exclamação assustada minha mãe me fez estremecer. Ela defendeu reter as palavras eu te amo até a noite de núpcias. – Desculpe, mãe. Não pode evitar isso. Gideon passou os dedos aquecidas pelo café pela minha bochecha. – Gideon– , minha mãe começou, chegando ao nosso lado – , você deve pensar melhor antes de levar Eva embora sem qualquer meio de pedir ajuda. Você sabe melhor. Ela estava claramente se referindo ao meu passado. Eu não sabia por que ela pensava que eu era tão delicada que eu não poderia funcionar por conta própria. Ela era muito mais frágil. Lancei um olhar simpático para o lado de Gideon. Ele estendeu o saco que ele trouxe para mim, o olhar calmo e confiante em seu rosto transmitiu seu total conforto em lidar com a minha mãe. Então eu a deixei a ele. Eu não tenho esta confiança em mim para lidar com ela até eu tome minha cafeína. Eu escorreguei de volta no quarto de Cary e encontrei-o acordado. Apenas a visão dele trouxe lágrimas e fez minha garganta fechar-se apertada. Ele era um


homem tão forte e vibrante, tão cheio de vida e travessuras. Era a pior dor vê-lo parecer tão quebrado. – Hey,– ele murmurou. – Feche o encanamento toda vez que você me olhar. Faz-me sentir como se eu fosse morrer ou algo assim. Inferno. Ele estava certo. Minhas lágrimas não lhe faziam nenhum bem. Ao invés, o que pouco alívio que me traziam colocava mais a carga sobre ele. Eu precisava ser uma amiga melhor do que aquilo. – Eu não posso evitá-lo, – eu disse, fungando. – É uma merda. Alguém chegou antes de mim e chutou seu traseiro antes que eu pudesse. – É mesmo?– Sua carranca desapareceu. – O que eu fiz agora? – Você não me disse sobre Brett e Six-Ninths. – Oh sim. . . – Um pouco de seu velho brilho voltou para seus olhos. – Como ele está? – Ótimo. Muito bom. – Muito quente, mas eu mantive o pensamento para mim mesma. – Apesar de agora, ele pode não parecer muito melhor do que você. Eu disse a ele sobre o beijo e a luta resultante. – Cross o abateu, hein?– Cary balançou a cabeça, em seguida, fez uma careta e parou. – Considerando Brett, precisou coragem, ele é um lutador de bar que ama uma boa luta. – E Gideon é um artista treinado em várias artes marciais.– Comecei a cavar através da sacola que Gideon tinha trazido. – Por que você não me contou que o “Captive Soul” tinha assinado com um grande selo? – Porque você não precisa cair no buraco novamente. Há meninas que podem namorar estrelas do rock, você não é uma delas. Todo esse tempo na estrada, todas aquelas groupies. . . Você iria deixar a si e a ele loucos. – Eu atirei-lhe um olhar. – Estou em total acordo com você. Mas eu estou insultada por você achar que eu ia correr de volta para ele só porque ele progrediu. – Isso não é o motivo. Eu não queria que você ouvisse seu primeiro single se pudesse ser evitado. – 'Golden'? – É. . . – Ele me estudou enquanto eu fui para o banheiro. – O que você pensa disso? – É melhor do que uma canção intitulada – ‘Tapped That3'. – Hah!– Ele esperou até que eu saí de novo com a minha cara lavada e cabelo escovado. – Então. . . você o beijou. – Esse é o começo e o fim da história, – eu disse secamente. – Você já falou com Trey desde sexta-feira?

3

Tapped That – Isso bateu.


– Não. Eles têm meu telefone em algum lugar. Minha carteira, também, eu acho. Quando voltei a mim, eu estava aqui, usando essa – , ele beliscou em sua camisola hospitalar – coisa de loucos. – Eu vou pegar as suas coisas para você.– Larguei meus produtos de higiene pessoal de volta na bolsa, em seguida, fui sentar-me na cadeira ao lado dele com o meu café na mão. – Gideon fez arranjos para você chegar em casa com uma enfermeira particular. – Ooh. . . isso é uma fantasia minha. Você pode ter certeza a enfermeira é quente? E solteira? Minhas sobrancelhas se levantaram. No interior, porém, eu estava tão aliviada ao vê-lo parecendo e soando mais como ele. – Você está se sentindo melhor, obviamente, se você está se sentindo brincalhão. Como foram as coisas com Trey? – Bom. – Ele suspirou. – Eu tinha medo de que a desta não seria sua cena. Esqueci-me que ele conheciia muitas das pessoas já. – Cary e Trey tinham se conhecido em uma sessão de fotos, com Cary modelando e Trey ajudando o fotógrafo por trás da câmera. – Estou feliz que você teve um bom tempo. – É. Ele estava totalmente definido em não fazer sexo. – Então, você tentou. . . depois de dizer que não o faria. – É de mim que estamos falando.– Ele revirou os olhos. – Claro que sim, eu tentei. Ele é quente e muito bom de cama. – E apaixonado por você. – Ele lançou sua respiração reprimida em uma corrida, estremecendo enquanto seu peito expandia. – Ninguém é perfeito. Eu tive que segurar uma risada. – Cary Taylor. Amar você não é um defeito de caráter. – Bem, não é muito inteligente. Eu era um idiota com ele, – ele murmurou, parecendo descontente. – Ele poderia fazer muito melhor. – Essa não é a sua decisão de fazer por ele. – Alguém tem de fazer isso. – E você está voluntariado porque você o ama também.– Minha boca se curvou. – Você não acha que isso incongruente? – Eu não o amo o suficiente.– Todos os traços de leveza foram eliminados de seu rosto, deixando para trás o homem ferido e solitário que eu conhecia muito bem. – Eu não posso ser fiel como ele quer. Só eu e ele. Eu gosto de mulheres. Amo-as, na verdade. Eu estaria cortando metade do que eu sou. Só de pensar nisso faz me ressentir dele. – Você lutou muito para se aceitar,– eu disse suavemente, lembrando aquele tempo com mais que uma pontada de tristeza. – Eu compreendo perfeitamente e não discordo, mas você já tentou falar com Trey sobre isso?


– Sim, eu falei com ele sobre isso. Ele ouviu. – Ele esfregou os dedos sobre a testa. – Eu entendo, eu realmente entendo. Se ele me dissesse que queria foder outro cara enquanto estava saindo comigo, eu iria me incomodar fodidamente. – Mas não se fosse uma mulher? – Não. Eu não sei. Merda. – Seus olhos verdes injetados me imploraram. – Faria alguma diferença para você se Cross estivesse fodendo outro homem? Ou apenas mais uma mulher? A porta se abriu e Gideon entrou, eu segurei seu olhar quando eu disse: – Se o pau de Gideon tocar nada, exceto sua mão ou eu, nós terminaríamos. Suas sobrancelhas se elevaram. – Bem, então. Eu sorri docemente e pisquei. – Oi, ás. – Anjo– . Ele olhou para Cary. – Como você está se sentindo hoje? Os lábios de Cary torceram ironicamente. – Como se eu fui atingido por um ônibus. . . ou um bastão. – Estamos trabalhando para conseguir levar você para casa. Parece que nós podemos fazer isso acontecer até quarta-feira. – Tetas grandes, por favor– , disse Cary. – Ou músculos salientes. Qualquer um serve. Gideon olhou para mim. Eu sorri. – A enfermeira particular. – Ah. – Se for uma mulher, – Cary continuou, – você pode fazê-la usar um desses uniformes de enfermeira branco com o zíper na frente. – Eu só posso imaginar o frenesi da mídia sobre esse processo de assédiosexual,– Gideon disse secamente. – Que tal uma coleção de enfermeiras safadas pornô em vez disso? – Cara– . Cary sorriu largo e pareceu, por um momento, como seu antigo eu. – Você é o homem. Gideon olhou para mim. – Eva. Levantei-me e me inclinei para beijar Cary na bochecha. – Eu volto logo. Nós saímos do quarto e vi minha mãe em conversa com o médico, que parecia deslumbrado por ela. – Eu conversei com Garrity, esta manhã,– Gideon disse, referindo-se a Marcos, meu chefe. – Portanto, não se preocupe com isso. Eu não tinha estado, porque ele disse que ia lidar com isso. – Obrigado. Eu vou ter de ir amanhã. Vou ver se consigo me apossar de Trey, o namorado de Cary. Talvez ele possa ficar enquanto eu estou no trabalho.


– Deixe-me saber se você precisar de alguma ajuda com isso.– Gideon olhou para o relógio. – Você vai querer ficar aqui novamente hoje à noite? – Sim, se isso for possível. Até Cary ir para casa. Ele pegou meu rosto em suas mãos e apertou seus lábios nos meus. – Tudo bem. Eu tenho um monte de trabalho para pôr em dia. Carregue o seu celular para que eu possa chegar até você. Eu ouvi um leve zumbido. Gideon recuou e alcançou um bolso interno do paletó para retirar seu telefone. Ele leu a tela, então disse, – eu tenho que atender isso. Eu falo com você mais tarde. Então ele se foi, caminhando pelo corredor tão rapidamente como tinha chegado. – Ele vai se casar com você– , minha mãe disse, chegando-se ao meu lado. – Você sabe, não é? – Eu não sabia, não. Eu ainda sentia um pouco de brilho de gratidão a cada manhã quando eu acordava e percebia que ainda estávamos juntos. – O que te faz dizer isso? Minha mãe me olhou com seus olhos azuis de bebê. Era um dos raros traços físicos que não compartilhávamos. – Ele assumiu você completamente e assumiu o controle de tudo – Isso é apenas a natureza dele. – Essa é a natureza de todos os homens poderosos, – disse ela, se aproximando para mexer com o meu rabo de cavalo prático. – E ele vai mimá-la, porque ele está fazendo um investimento em você. Você é um trunfo para ele. Você é bonita, bem nascida e bem conectada, e independentemente rica. Você também é apaixonada por ele e ele não consegue tirar os olhos de você. Aposto que ele não pode manter suas mãos longe de você, também. – Mãe, por favor.– Eu não estava mesmo no clima de uma de suas palestras sobre os pontos positivos de capturar e se casar com um homem rico. – Eva Lauren, – ela repreendeu, enfrentando-me diretamente.– Eu não me importo se você vai me ouvir, porque eu sou sua mãe e você tem que ou porque você o ama e não quer perdê-lo, mas você vai ouvir. – Como se eu tivesse uma escolha,– eu murmurei. – Você é um ativo4 agora– , repetiu. – Procure fazer que suas escolhas de vida não faça de você um risco. – Você está falando de Cary?– Raiva afiou minha voz. – Eu estou falando sobre a contusão no maxilar de Gideon! Diga-me que não tem nada a ver com você. Eu corei.

4

No sentido de patrimônio, bem.


Ela estalou a língua. – Eu sabia. Sim, ele é seu amante e você vê um lado íntimo dele que poucos vêem, mas nunca se esqueça que ele também é Gideon Cross. Você tem tudo que é necessário para ser a esposa perfeita para um homem da sua estatura, mas você ainda é substituível, Eva. O que ele está construído não é. Se você comprometer seu império ele vai deixar você. Minha mandíbula se apertou. – Já acabou? Ela correu os dedos sobre minhas sobrancelhas, o olhar perspicaz e avaliador. Eu sabia que ela estava me dando um mini-reforma em sua mente, pensando em maneiras de melhorar o ela me deu desde o nascimento. – Você acha que eu sou uma cavadora de ouro sem coração, mas a minha preocupação é materna, acredite ou não. Eu quero muito desesperadamente que você esteja com um homem que tenha o dinheiro e os meios para protegê-la com tudo o que tem, então eu vou saber que você está segura. E eu quero que você seja com um homem que você ama. – Eu o encontrei, – E eu não posso te dizer como estou excitada. Estou emocionada porque ele é jovem e ainda aberto a correr riscos, então ele pode ser mais indulgente e compreensivo com suas. . . peculiaridades. E ele sabe – , ela sussurrou, seu olhar suavizando e lacrimejando. – Basta ter cuidado. Isso é tudo o que eu estou tentando dizer. Não lhe dê qualquer razão para se afastar de você. – Se ele fizer, isto não seria amor. Seus lábios se curvaram com ironia e ela deu um beijo na minha testa. – Venha agora. Você é minha filha. Você não pode ser tão ingênua. – Eva! Eu virei ao som de meu nome e senti uma onda de alívio ao ver Trey correndo em minha direção. Ele tinha estatura média e era bem musculoso, com cabelo loiro rebelde,olhos castanhos, e um leve ângulo no seu nariz, que me disse que tinha sido quebrado em algum momento. Ele estava vestido com calças jeans desbotadas, desgastadas e uma T-shirt, e fiquei impressionada com o fato de que ele não era o habitual tipo chamativo de Cary. Pela primeira vez, ao que parece, a atração tinha sido mais profunda que sua pele. – Acabei de descobrir, – disse ele, quando ele me alcançou. – Detetives vieram ao meu trabalho esta manhã e me questionaram. Eu não posso acreditar que isso aconteceu na noite de sexta-feira e eu estou descobrindo só agora. Eu não podia suportar seu tom ligeiramente auto acusatório. – Eu mesma só descobri esta manhã a. Eu estava fora da cidade. Depois de uma introdução rápida entre minha mãe e Trey, ela pediu licença para ir sentar com Cary, deixando-me para elaborar sobre as informações que Trey tinha recolhido a partir dos detetives. Trey enfiou as mãos pelo seu cabelo, tornando-o ainda mais confuso. – Isso não teria acontecido se eu tivesse levado comigo quando eu saí.


– Você não pode se culpar por isso. – Quem mais eu posso culpar pelo fato de que ele está transando com a garota de outro cara?– Ele agarrou a parte de trás do seu pescoço. – Eu sou o aquele que não é suficiente para ele. Ele tem a motivação hormanal de um adolescente e eu estou trabalhando ou na escola todo o maldito tempo. Ugh. Informação demais. Foi uma luta para não encolher. Mas eu entendi que Trey provavelmente não tinha mais ninguém com quem se sentia à vontade para discutir sobre Cary. – Ele é bissexual, Trey,– eu disse suavemente, chegando a executar uma mão reconfortante para baixo seus bíceps. – Isso não significa que você seja insuficiente. – Eu não sei como viver com isso. – Consideraria aconselhamento? Vocês dois, eu quero dizer. Ele olhou para mim com os olhos assombrados por um longo minuto, depois os ombros caídos. – Eu não sei. Eu acho que tenho que decidir se eu posso viver com ele trapaceando. Poderia fazê-lo, Eva? Poderia ficar em casa esperando o seu homem, sabendo que ele estava transando em outro lugar? – Não.– Um arrepio gelado percorreu-me as palavras. – Não, eu não poderia. – E eu nem mesmo sei se Cary concordaria com aconselhamento. Ele mantém me afastando. Ele continua me afastando. Ele está comprometido, e então ele não está. Eu quero entrar, Eva, da mesma forma como ele deixa você entrar, mas ele fica me excluindo. – Levei muito tempo para conseguir me conectar com ele. Ele tentou me empurrar para longe com sexo, sempre dando em cima de mim, me provocando. Eu acho que você tomou a decisão certa mantendo platônico na sexta-feira. Cary coloca todo seu valor em sua aparência e apelo sexual. Você precisa mostrar a ele que não é apenas seu corpo que você quer. Trey suspirou e cruzou os braços. – Foi assim que vocês dois se tornaram próximos? Porque você não iria dormir com ele? – Em parte. Principalmente, porque eu sou uma bagunça. Não é tão óbvio agora como era quando nos conhecemos, mas ele sabe que eu não sou perfeita. – Nem eu! Quem é? – Ele acredita que você é melhor que ele, que você merece coisa melhor.– Eu sorri. – Eu. . . bem, eu aposto que parte dele acha que eu o merecia. Que nós merecíamos um ao outro. – Filho da puta louco, – ele murmurou. – Ele é,– eu concordei. – É por isso que nós o amamos, não é? Você quer entrar e vê-lo? Ou você quer ir para casa e pensar sobre ele?


– Não, eu quero vê-lo– . Os ombros Trey rolaram para trás e ele levantou o queixo. – Eu não me importo com o que colocou-o aqui. Eu quero estar com ele enquanto ele está passando por isso. – Fico feliz em ouvir isso.– Liguei meu braço com o dele e levei-o para o quarto de Cary. Entramos ao som de trinado de minha mãe, o riso de menina. Ela se sentou na beira da cama, com Cary sorrindo com adoração para ela. Ela era como uma grande mãe para ele como ela era para mim, e ele a amava muito por isso. Sua própria mãe o odiava, abusou dele, e permitiu que outros abusassem dele. Ele olhou e viu-nos, e as emoções que varreram seu rosto no momento provocaram um aperto no meu peito. Eu ouvi a respiração de Trey prender quando ele obteve sua primeira visão da condição de Cary. Chutei-me por não lhe dizer com antecedência para não cometer o erro de ficar choroso como eu fiquei. Trey limpou a garganta. – Rainha do drama,– disse ele com carinho brusco. – Se você queria flores, devia ter pedido por elas. Isso é demais. – E ineficaz, aparentemente,– Cary voltou com a voz rouca, claramente tentando se recompor. – Eu não vejo nenhuma flor. – Eu vejo uma tonelada.– O olhar de Trey deslizou brevemente pelo outro lado da sala, em seguida, voltou para Cary. – Só queria ver contra quem eu estava competindo, então eu poderia bater minha concorrência. Não havia nenhuma maneira de perder o duplo sentido nessa afirmação. Minha mãe se levantou da cama. Ela se inclinou e beijou a bochecha de Cary. – Vou levar Eva para tomar café da manhã. Vamos ver você em cerca de uma hora mais ou menos. – Me dá um segundo, – disse eu, passando a cama rapidamente, – e eu vou soltar seu cabelo, pessoal. Peguei meu celular e carregador da minha bolsa e pluguei em uma tomada perto da janela. Assim que a tela piscou para a vida, eu mandei uma mensagem de texto rápida em grupo para Shawna e meu pai, dizendo simplesmente: Eu vou ligar mais tarde. Então eu me certifiquei que meu telefone foi silenciado e deixei-o no parapeito da janela. – Pronta? – Minha mãe perguntou. – Como eu nunca vou estar.


Capítulo 13 Eu tive que me levantar antes amanhecer a manhça de terça-feira. Eu deixei uma nota para o Cary onde ele pudesse ver logo que acorda-se, depois peguei um taxi para o nosso lugar. Eu tomei banho, me vesti, fiz café e tentei conversar comigo mesma sentindo que algo estava fora. Eu estava extressada e sofrendo de falta de sono, que sempre conduzia a surtos de deepressão. Eu falei para mim mesma que não tinha nada a fazer com o Gideon, mas o nó no meu estomago dizia diferente Olhando para o relógio, vi que já se passava das oito. Eu tinha que ir em breve, porque Gideon não tinha ligado ou mandado um SMS dizendo que ia me dar uma carona. Já fazia quase 24 horas que não o via ou realmente falasse com ele. A ligação que fiz para ele antes das 9 da noite foi menos que breve. Ele estava no meio de alguma coisa e disse apenas oi e tchau. Eu sabia que ele tinha muito trabalho a fazer. Eu sabia que não podia ressentir por ele pagar pelo tempo longe com trabalho extra. Ele tinha feito muito para me ajudar com a situação do Cary, muito mais do que qualquer um podia ter esperado. Isso estava acima de mim como estava me sentindo com isso. Acabando o café, eu lavei minha caneca, em seguida, pegou minha bolsa e sacola na saída. Minha rua arborizada estava tranquila, mas o resto de Nova York estava bem acordado, sua energia incessante vibrando com uma força tangível. Mulheres com roupas de trabalho finas e homens com ternos riscados tentando chamar taxis (and men in suits tried to

hail taxis that streaked by), antes se contentar com ônibus lotados ou o metrô ao invés. Floes estavam explodindo com cores brilhantes, a visão delas sempre capaz de me animar de manhã, assim como a visão e o cheiro da padaria vizinhança, que estava fazendo um negócio ativo na hora. Eu estava um pouco abaixo da Broadway quando o meu celular tocou. O ligeiro arrepio que passou por mim com a visão do nome de Gideon acelerou meus passos. "Ei, estranho." “Em que diabos vocÊ esta?” Ele instalou Um frisson de desconforto umedecido minha emoção. "Eu estou no meu caminho para o trabalho." "Por quê?" Ele falou com alguém ao fundo, então, "Você está em um táxi?" "Eu estou andando. Eita. Você acordou do lado errado da cama ou o quê? " "Você deveria ter esperado para ser apanhada." "Eu não ouvi de você, e eu não queira chegar atrasada depois de faltar ao trabalho ontem." "Você poderia ter me chamado em vez de apenas ir." Sua voz era baixa e com raiva "Você poderia ter me chamado em vez de apenas decolando." Sua voz era baixa e com raiva Fiquei com raiva, também. "A última vez que eu chamei, você estava muito ocupado para me dar mais do que um minuto de seu tempo". "Eu tenho coisas para cuidar, Eva. Dá um tempo. " "Com certeza. E agora? "Eu desliguei e deixei meu telefone de volta na minha bolsa.


Ele começou a tocar de novo imediatamente e eu ignorei, meu sangue fervia. Quando o Bentley parou ao meu lado, poucos minutos depois, eu continuei andando. Ele seguiu, a janela do passageiro da frente, deslizando para baixo. Angus se inclinou. "Miss Tramell, por favor." Fiz uma pausa, olhando para ele. "Você está sozinho?" "Sim". Com um suspiro, eu entrei no carro. Meu telefone ainda estava tocando sem parar, assim que eu alcancei eu desliguei. Um quarteirão depois, eu ouvi a voz de Gideon que vem através do altofalantes carro. "Você tem ela?" "Sim, senhor", respondeu Angus. A linha desligou O que o inferno se arrastou até sua bunda e morreu?" Eu perguntei, olhando para Angus no espelho retrovisor. "Ele tem muito em sua mente." Fosse o que fosse, com certeza não era eu. Eu não podia acreditar que um idiota que ele estava sendo. Ele tinha sido lacônico ao telefone na noite anterior, muito, mas não rude. Dentro de alguns minutos depois que eu cheguei no trabalho, Mark veio ao meu cubículo. "Estou triste de ouvir sobre seu companheiro de quarto," ele disse, colocando uma xícara de café fresco em minha mesa. "Será que ele vai ficar bem?" "Eventualmente. Cary é forte, ele vai sair dessa "Deixei minhas coisas na última gaveta da minha escrivaninha e pegou a caneca fumegante com gratidão.. "Obrigado. E obrigado por ontem, também. " Seus olhos escuros eram quentes com preocupação. "Eu estou surpreso que você está aqui hoje." "Eu preciso trabalhar." Eu consegui um sorriso, apesar de sentir-se todas as torcidas dentro e doloridos. Nada estava certo no meu mundo quando as coisas não estavam bem entre mim e Gideão. "Me pegue se o que eu perdi."

*** A manhã passou rapidamente. Eu tinha uma lista de acompanhamentos de espera de uma semana antes, e Mark teve um prazo de 1130 para virar um pedido de proposta para um fabricante de artigos promocionais. No momento em que enviou o off RFP, eu estava de volta na ranhura e disposto a esquecer o humor de Gideon manhã. Eu me perguntava se ele teve outro pesadelo e não tinha dormido bem. Eu decidi chamá-lo quando o almoço cheguasse, só no caso. E eu chequei meu email O alerta do Google eu configurar para o nome de Gideon estava esperando por mim. Eu abri o email com a esperança de ter uma idéia do que ele poderia estar trabalhando. A palavra noiva de algumas manchetes saltou para mim. O nó que eu tinha mais cedo no meu estômago voltou, mais apertado do que antes.


Eu cliquei no primeiro link, e me levou a um site de fofoca que tinha fotos do Gideon e Corinne jantando no Tableau Um. Eles se sentaram juntos na janela da frente, sua mão descansando intimamente em seu antebraço. Ele estava vestindo o terno que ele tinha usado no hospital no dia anterior, mas eu verifiquei a data de qualquer maneira, esperando desesperadamente que as fotos fossem velhas, mas não eram. Minhas mãos começaram a suar. Eu me torturado clicando através de todos os links e estudando cada foto que eu encontrei. Ele estava sorrindo, em alguns deles, olhando notavelmente conteúdo para um homem cuja namorada estava em um hospital com seu batida-meio-de-morte melhor amigo. Eu senti vontade de vomitar. Ou gritando. Ou invadindo ao escritório de Gideon e perguntando o que diabos estava acontecendo. Ele tinha sopradome fora quando eu havia chamado ele na noite anterior para ir jantar com sua ex. Eu pulei quando meu telefone de mesa tocou. Eu peguei e rigidamente recitei, "escritório de Mark Garrity, Eva Tramell falando." "Eva". Foi Megumi na recepção, parecendo tão borbulhante como de costume. "Há alguém pedindo para você descer-Brett Kline." Eu sentei lá por um longo minuto, deixando afundar em meu cérebro febril. Eu enviei o resumo alerta para o e-mail de Gideon para que ele soubesse que eu sabia. Então eu disse, "eu vou descer."

*** Eu vi Brett no lobby na hora que eu passei das catracas de segurança. Ele usava calça jeans preta e um seis-nonas T-shirt. Óculos de sol escondeu seus olhos, mas o cabelo espetado com suas pontas clareados estava atraente, como era seu corpo. Brett era alto e musculoso, mais musculoso do que Gideon, que era poderoso, sem qualquer granel. Mãos de Brett saiu dos bolsos quando ele me viu chegando, ele endireitou a postura. "Hey. Olhe para você. " Olhei para o meu vestido de mangas com sua ruching lisonjeiramente e reconhecer que ele nunca tinha me visto vestida. "Eu estou surpresa que você ainda está na cidade." Mais surpreso que ele me olhou de cima, mas eu não disse isso. Fiquei feliz que ele tinha, porque eu estava preocupada com ele. "Nós vendemos a nossa casa em Jones Beach no fim de semana, em seguida, jogamos em Meadowlands na noite passada. Eu fui dos caras, porque eu queria te ver antes de ir para o sul. Eu procurei por você online descobri onde você trabalhava, e apareci. " O bom e velho Google, pensei miseravelmente. "Estou tão feliz que tudo está dando certo para você agora. Você tem tempo para almoçar? " "Sim". Sua resposta veio rapidamente e com fervor, que deu início a um pequeno aviso. Fiquei chateado, muito magoado, e ansioso para retaliar contra Gideon, mas eu não queria enganar Brett. Ainda assim, eu não pude resistir levando-o para o restaurante onde Cary e eu já tinha sido fotografados juntos, na esperança de ser apanhado pelos paparazzi novamente. Isso serviria apra Gideon ver como me senti.


Na corrida de táxi mais, Brett perguntou sobre Cary e não se surpreendeu ao saber que o meu melhor amigo havia se mudado pelo país comigo. "Vocês dois sempre foram inseparáveis", disse ele. "Exceto quando ele estava sendo colocado. Diga a ele que eu disse oi. " "Claro." Eu não mencionou que Cary estava no hospital, porque se sentia muito privado para compartilhar. Não foi até que estávamos sentados no restaurante que Brett tirou a máscaras, de modo que foi a primeira vez que tive um vislumbre do olho roxo, que englobava a área da sobrancelha direita para baixo a sua bochecha. "Jesus", eu respirei, estremecendo. "Eu sinto muito." Ele deu de ombros. "Maquiagem fez desaparecer no palco. E você já me viu com pior. Além disso, eu tenho um par de batidas boas, não foi? " Lembrando-se da contusão no maxilar de Gideão e para trás, eu assenti. "Você fez". "Então. . . "Ele fez uma pausa enquanto o garçom veio e deixado dois copos e uma garrafa de água. "Você está namorando Gideon Cruz". Eu me perguntava por que pergunta sempre me pareceu a aparecer no momento em que eu não tinha certeza de que o relacionamento duraria um minuto. "Nós estamos vendo um ao outro." "É sério?" "Às vezes parece que é", eu disse honestamente. "Você está saindo com alguém?" "Agora não." Levamos algum tempo para ler o menu e colocar nossas ordens. O restaurante foi agitado e barulhento, mal oucia a música de fundo sobre o zumbido de conversa e barulho de pratos da cozinha perto. Nós olhamos sobre a mesa para o outro, medindo um do outro. Eu senti o brevistilo de atração entre nós. Quando ele molhou lábios com a ponta da língua, eu sabia que ele estava ciente disso também. "Por que você escreve 'Golden'", eu perguntei, de repente, incapaz de segurar a minha curiosidade por mais um momento. Eu estava jogando fora como nada grande tanto com Gideon e Cary, mas estava me deixando louca. Brett se sentou em sua cadeira. "Porque eu acho muito sobre você. Eu não consigo parar de pensar em você, na verdade. " "Eu não entendo por que." "Nós estivemos juntos por seis meses, Eva. Isso é o mais longo que eu já estive com alguém. " "Mas nós não estávamos um com o outro", argumentei. Minha voz baixa. "Além de sexualmente". Sua boca diluído. "Eu entendo o que eu era para você, mas isso não significa que eu não me machuquei." Eu olhei para ele por um longo minuto, meu coração batendo muito rápido no meu peito. "Eu sinto como se estivesse drogado ou algo assim. A maneira como eu me lembro, nós ligar depois


dos shows, então você vai sobre seu negócio. E se eu não estava lá para colocar para fora, você pegar alguém. " Ele se inclinou para a frente. "Mentira. Tentei levá-la para sair. Eu estava sempre a pedir-lhe para ficar. " Eu levei um par de rápidos, respirações profundas para me acalmar. Eu mal podia acreditar que agora, quase quatro anos mais tarde, Brett Kline estava falando comigo como se alguma vez o quissese. Nós saímos juntos em público, tendo uma refeição, quase como um encontro. Ele estava mexendo com a minha cabeça, que já estava confuso e disperso por causa de Gideon. "Eu tinha a maior queda por você, Brett. Eu escrevi seu nome com pequenos corações em torno dele como um adolescente apaixonado. Eu queria desesperadamente ser sua namorada. " "Você está brincando comigo?" Ele estendeu a mão e pegou a minha mão. "O que aconteceu, então?" Olhei para onde ele estava distraído girando o anel de Gideon tinha me dado. "Lembra quando fomos para o salão de bilhar?" "É. Como eu poderia esquecer isso? "Ele mordeu o lábio inferior, lembrando claramente como eu tinha ferrado os miolos na parte de trás de seu carro, determinado a ser o melhor lay que tinha tido para ele não se preocupar com outras meninas . "Eu pensei que nós estávamos chegando ao ponto em que ia começar a ver o outro lado de fora do bar, mas você me abandonou do minutos nós entramos." "Eu fui para o banheiro", eu disse baixinho, lembrando-se da dor e constrangimento, como se o incidente tinha acontecido ", e quando eu saí você e Darrin foram na máquina de mudança obtendo alojamento para as mesas. Sua volta foi para mim, para você não me ver. Eu ouvi vocês falando. . . e rindo. " Eu puxei uma respiração profunda e puxou minha mão para longe dele. Para seu crédito, Brett mudou em constrangimento óbvio. "Eu não me lembro exatamente o que foi dito, mas. . . Merda, Eva. Eu tinha vinte e um anos de idade. A banda estava apenas começando a ficar popular. Os pintos estavam por toda parte. " "Eu sei," eu disse secamente. "Eu era um deles." "Eu tinha estado com você algumas vezes até então. Trazendo-lhe ao longo do salão de bilhar fez uma declaração para os caras que as coisas estavam pegando entre nós. "Ele esfregou a testa em um gesto muito familiar. "Eu não tenho coragem para confessar como eu estava sentindo sobre você. Eu fiz isso sobre o sexo, mas que não era verdade. " Eu levantei meu copo e bebi, forçando para baixo o caroço na minha garganta. Sua mão caiu sobre o braço. "Então, eu estraguei tudo com a minha boca grande. É por isso que você fogiu naquela noite. É por isso que você nunca ia a parte alguma comigo de novo. " "Eu estava desesperado, Brett," eu admiti, "mas eu não queria mostrá-lo." O garçom trouxe a nossa comida. Eu me perguntava por que eu tinha pedido algo, eu estava muito inquieto para comer.


Brett começou a cortar em seu bife, atacá-lo realmente. De repente, ele colocou a faca e garfo. "Eu estraguei tudo de volta, mas agora todo mundo sabe o que se passava na minha cabeça no momento. 'Golden' é o nosso maior único. É o que nos assinado com Vidal. " A idéia de encerramento me fez sorrir. "É uma música linda, e sua voz soa incrível quando você cantar. Estou muito feliz que você veio e me viu novamente antes você dirija para fora. Significa muito para mim que nós conversamos por isso. " "E se eu não quiser apenas siga para fora e seguir em frente?" Ele respirou fundo e lançou-o em uma corrida. "Você foi a minha musa dos últimos anos, Eva. por causa de você, eu escrevi o melhor material a banda já teve. " "Isso é muito lisonjiador," eu comecei. "Nós chiamos juntos. Ainda o fazem. Eu sei que você sente. A maneira como você me beijou na outra noite. . . " "Isso foi um erro." Minhas mãos apertaram sob a mesa. Eu não podia lidar com mais drama. Eu não poderia passar outra noite como sexta-feira. "E você precisapensar sobre o fato de que Gideon controla o seu rótulo. Você não quer nenhum atrito lá. " "Foda-se. O que ele vai fazer? "Seus dedos tamborilando na mesa. "Eu quero outra chance com você." Eu balancei a cabeça e peguei minha bolsa. "Isso é impossível. Mesmo se eu não tivesse um namorado, eu não sou a garota certa para o seu estilo de vida, Brett. Estou muito highmaintenance ". "Eu me lembro", disse ele asperamente. "Deus, eu me lembro." Eu corei. "Isso não é o que eu quis dizer." "E isso não é tudo que eu quero. Eu posso estar aqui para você. Olhe para mim agora- a banda esta na estrada, mas você e eu estamos juntos. Eu posso fazer o tempo. Eu quero. " "Não é assim tão fácil." Eu puxei o dinheiro da minha carteira e ele caiu sobre a mesa. "Você não me conhece. Você não tem idéia do que isso significa ter um relacionamento comigo, a quantidade de trabalho que seria necessário. " "Tente me", ele desafiou. "Estou carente e pegajosa e insanamente ciumenta. Eu deixá-lo louco dentro de uma semana. " "Você sempre me levou a loucura. Eu gosto. "Seu sorriso desapareceu. "Pare de correr, Eva. Dême uma chance. " Eu conheci o seu olhar e segurou. "Eu estou apaixonado por Gideon." Suas sobrancelhas se levantaram. Mesmo atingida, seu rosto era de tirar o fôlego. "Eu não acredito em você." "Eu sinto muito. Eu tenho que ir. "Eu empurrei para os meus pés e se mudou para ultrapassá-lo. Ele pegou meu cotovelo. "Eva" "Por favor, não faça uma cena," eu sussurrei, lamentando a minha decisão impetuosa para comer em um lugar popular.


"Você não comeu." "Tudo bem. Mas eu não vou desistir. "Ele me soltou. "Eu cometo erros, mas aprendo com eles." Eu me agachei e disse com firmeza: "Não há nenhuma chance. Nenhuma. " Brett esfaqueou o garfo em uma fatia de seu bife. "Prove isso".

*** O Bentley estava esperando na calçada quando saí do restaurante. Angus saiu e abriu a porta traseira para mim. "Como você sabia onde eu estava?" Eu perguntei, perturbado por sua aparência inesperada. Sua resposta foi um sorriso amável e tocar a aba do seu chapéu de chofer. "Isso é assustador, Angus", eu reclamei enquanto eu deslizava para o banco traseiro. "Eu não discordo, Miss Tramell. Eu só estou fazendo o meu trabalho. " Eu mandei uma mensagem Cary na volta volta para o Crossire: Teve almoço com Brett. Ele quer outra chance comigo. Cary respondeu, Quando a chuva cai. . . Dia inteiro = regiamente fodido, eu digitei. Eu quero fazer tudo de novo. Meu telefone tocou. Foi Cary. "Nenem", ele demorou. "Eu quero simpatizar, eu faço, mas o triângulo amoroso é muito delicioso. A estrela do rock determinado e o bilionário possessivo. Rawr ". "Oh Deus. Pendurar-se agora. " "Vejo você esta noite?" "Sim. Por favor, não faça eu me arrepender. "Eu desliguei com som de sua risada, secretamente emocionada ao ouvir o soar tão feliz. Visita de Trey deve ter funcionado maravilhosamente. Angus me deixou na calçada em frente ao Crossfire, e eu corri para fora do calor no lobby legal. Consegui pegar um elevador um pouco antes de as portas se fecharam. Havia meia dúzia de pessoas no elevador comigo, formando dois grupos que conversavam entre si. Eu estava no canto da frente e tentei colocar a minha vida pessoal fora da minha mente. Eu não podia lidar com isso no trabalho. "Ei, nós passamos nosso chão", a menina ao meu lado disse. Eu olhei para a agulha sobre a porta. O cara mais próximo do painel de controle esfaqueou repetidamente em todos os números, mas nenhum deles se iluminou. . . exceto para o para o andar de cima. "Os botões não estão funcionando." Meu pulso acelerou. "Use o telefone de emergência", uma das garotas disse.


O elevador correu para cima e as borboletas no estômago pioraram com cada andar que passava. O elevador finalmente chegou a um ponto de deslizamento na parte superior e as portas se abriram. Gideon estava no limite, seu rosto uma máscara linda impassível. Seus olhos eram brilhantemente azul. . . e frio como gelo. A visão dele me tirou o fôlego. Ninguém no elevador disse uma palavra. Eu não me mexi, rezando as portas se apressasse e fechasse. Gideon alcançado em, agarrou meu cotovelo, e me arrastou para fora. Lutei, furiosa demais para querer alguma coisa a ver com ele. As portas se fecharam atrás de mim e ele me deixou ir. Lutei, furiosa demais para querer qualquer coisa com ele. As portas se fecharam atras de mim e ele me deixou ir. "Seu comportamento hoje tem sido terrível", ele rosnou. "Meu comportamento? E o seu? " Eu atravessei para os botões de chamada e aperte o botão para baixo. Ele não iria ficar iluminado. "Eu estou falando com você, Eva". Eu olhei para as portas de segurança das Indústrias Cross e fiquei aliviado ao ver que a recepcionista ruiva estava longe de sua mesa. "Sério?" Eu enfrentei ele, odiando que eu ainda podia encontrá-lo tão irresistivelmente atraente quando ele estava sendo tão feio. "Engraçado como isso não leva a me realmente aprender qualquer coisa sobre você, como sair com Corinne noite passada." "Você não deveria estar bisbilhotando sobre mim online," ele mordeu fora. "Você está deliberadamente tentando encontrar algo para se preocupar." "Então, suas ações não são o problema?" Eu atirei para trás, sentindo a pressão das lágrimas na parte de trás da minha garganta. "Só eu descobrir o que elas são?" Braços cruzados. "Você precisa confiar em mim, Eva". "Você está fazendo isso impossível! Por que você não me disse que você estava indo jantar com Corinne? " "Porque eu sabia que você não ia gostar." "Mas você fez isso de qualquer maneira." E isso dói. Depois de que nos conversamos no fim de semana. . . depois que ele disse que ele entendia como eu me sentia. . . "E você saiu com Brett Kline sabendo que eu não ia gostar." "O que foi que eu disse? Você está definindo o precedente para como eu lidar com os meus exnamorados ". "Olho por olho? O que mostra uma notável maturidade ". Eu tropecei de volta. Não havia nada a Gideon Eu sabia no homem de frente para mim. Era como se o homem que eu amava tinha desaparecido e o homem de pé na minha frente fosse um total desconhecido no corpo de Gideon. "Você está me fazendo te odiar", sussurrei. "Pare com isso."


Algo passou brevemente sobre o rosto de Gideon, mas ele se foi antes que eu pudesse identificar. Deixei sua linguagem corporal fazer a falar por ele. Ele estava longe de mim, com os ombros rígidos e sua mandíbula apertada. Meu coração sangrou e meu olhar caiu. "Eu não posso estar perto de você agora. Deixe-me ir. " Gideon mudou-se para a outra margem de elevadores e apertou o botão de chamada. De costas para mim e sua atenção na seta indicadora, disse ele, "Angus vai pegar você todas as manhãs. Espere por ele. E eu prefiro que você almoçar em sua mesa. É melhor se você não estiver correndo por aí bem agora. " "Por que não?" "Eu tenho um monte de coisas no meu prato no momento" "Como jantar com Corinne?" “Eu não posso estar preocupado me preocupando com você,” ele continuou, ignorando a minha interrupção. "Eu não acho que estou pedindo demais." Algo estava errado. "Gideon, por que você não vai falar comigo?" Eu estendi a mão e toquei seu ombro, apenas para tê-lo de idiota longe como se eu tivesse queimado. Mais do que qualquer outra coisa, sua rejeição do meu toque me feriu profundamente. "Diga-me o que está acontecendo. Se há um problema " "O problema é que eu não sei de onde diabos você está metade do tempo", ele retrucou, virandose para carranca para mim como as portas do elevador se abriram. "Seu companheiro de quarto esta no hospital. Seu pai está vindo para visitar. Apenas. . . foque nisso. " Entrei no elevador com os olhos queimando. Além de me puxando para fora do elevador quando ele chegou, Gideon não tinha me tocado. Ele não tinha corrido a ponta dos dedos no meu rosto ou fez qualquer tentativa de me beijar. E ele não fez menção de querer me ver mais tarde, pulando para a direita sobre o resto do dia para me dizer sobre Angus esperando por mim na parte da manhã. Eu nunca estive tão confusa. Eu não conseguia descobrir o que estava acontecendo, porque havia subitamente esse abismo enorme entre nós, por que Gideão estava tão tenso e irritado, por que ele não parecia se importar que eu tive um almoço com Brett. Por que ele não parecia se preocupar com nada. As portas começaram a fechar. Confie em mim, Eva. Teria ele respirava essas palavras no segundo antes de as portas fechadas? Ou eu só queria que ele teve?

*** O momento que eu entrei no quarto privado Cary, ele sabia que eu estava correndo em fumaça. Eu tinha sofrido uma dura sessão Krav Maga com Parker, depois parei no meu apartamento apenas o tempo suficiente para tomar um banho e comer um Ramel instantâneo. O choque do sal e carboidratos para o meu sistema depois de um dia sem comida foi mais do que suficiente para esgotar me passado o ponto de não retorno.


"Você está uma merda", disse ele, silenciando a televisão. "Olha quem está falando", eu respondi, sentindo-se muito cru para tomar qualquer crítica. "Eu fui atingido com um taco de beisebol. Qual é a sua desculpa? " Arrumei o travesseiro e cobertor áspero no meu berço, então disse a ele sobre o meu dia do começo ao fim. "E eu não tenho ouvido falar de Gideon, desde então," Eu terminei cansado. "Mesmo Brett entrou em contato comigo depois do almoço. Ele deixou um envelope na mesa de segurança com o seu número de telefone. " Ele também incluiu o dinheiro que deixei no restaurante. "Você vai chamá-lo?" Cary perguntou. "Eu não quero pensar sobre Brett!" Eu esparramei de costas na cama e enfiei minhas mãos pelo meu cabelo. “Eu quero saber o que há de errado com Gideão. Ele teve um transplante de personalidade total nos últimos 36 horas! " "Talvez seja isso." Eu levantei minha cabeça no travesseiro e o vi apontando para algo em sua mesa de cabeceira. Rolar para os meus pés, eu verifiquei-um periódico gay local. "Trey que mais trouxe hoje", disse ele. Imagem de Cary tampado um pedaço de capa cobrindo o ataque, incluindo a especulação de que o ataque poderia ter sido um crime de ódio. Sua situação de vida comigo e com minha emaranhamento romântico com Gideon Cross foram mencionados, não por outro motivo, ao que parece, do que para um soco devassa. "É em seu site, também", acrescentou ele em voz baixa. "Eu acho que alguém na agência fofoca, e espalhou e transformou isso em uma porcaria político de alguém. Honestamente, eu estou tendo um momento difícil imaginar Cross dando uma merda " "Sobre sua orientação sexual? Ele não faz. Ele não é assim. " "Mas as pessoas podem sentir suas PR de forma diferente. Pode ser por isso que ele quer mantêlo sob o radar. E se ele está preocupado que alguém pode ir atrás de você para chegar a mim, isso explica por que ele quer mantê-lo escondido e longe das ruas. " "Por que ele não me disse isso?" Eu definir o papel para baixo. "Por que ele está sendo tão uma picada? Tudo era tão maravilhoso enquanto estávamos fora. Ele foi maravilhoso. Eu pensei que tinha virado uma esquina. Eu ficava pensando que não era nada parecido com o homem que eu conheci, e agora ele é pior. Não é isso. . . Eu não sei. Ele é um milhão de milhas de distância de mim agora. Eu não entendo isso. " "Eu não sou o cara para perguntar, Eva". Cary agarrou a minha mão e apertou. "Ele é o único com as respostas." "Você está certo." Eu fui para a minha bolsa e tirou o meu telefone. "Eu vou estar de volta em um pouco."


Eu fui para a varanda fechada pouco fora da área dos visitantes espera e chamou Gideon. O telefone tocou e tocou, acabou indo para o correio de voz. Tentei sua casa número em vez. Depois do terceiro anel, Gideon respondeu. "Cross", disse ele secamente. "Oi". Houve silêncio para o comprimento de um batimento cardíaco, então, "Espere". Eu ouvi uma porta abrir. O som do telefone mudou-ele se afastou de onde ele tinha estado. "Está tudo bem?", Perguntou ele. "Não." Eu esfreguei os meus olhos cansados. "Eu sinto sua falta." Ele suspirou. "Eu. . . Eu não posso falar agora, Eva ". "Por que não? Eu não entendo por que você está agindo tão frio comigo. Eu fiz algo de errado? "Eu ouvi murmurar e percebeu que ele tinha abafado o receptor para falar com alguém. Uma sensação horrível de traição apertou meu peito, tornando difícil respirar. "Gideon. Quem está em seu lugar com você? " "Eu tenho que ir." "Diga-me quem está lá com você!" "Angus vai estar no hospital às sete. Dormir um pouco, meu anjo. " A linha ficou muda. Eu abaixei minha mão e olhou para o meu telefone, como se pudesse de alguma forma me revelar o que diabos tinha acontecido. Eu fiz isso de volta à sala de Cary, sentiu sobrecarregados e miserável como eu abri a porta. Cary deu uma olhada para mim e suspirou. "Você se parece com o seu cachorro acabou de morrer, menina." A barragem rompeu. Eu comecei a chorar.


Chapter 14 Capítulo 14

Eu quase não dormi a noite. Me movimentava e virava, entrando e saindo do sono. A enfermeira frequentemente visitava Cary para verificar como ele estava, o que também me mantia acordada. Seus exames de sangue e seus movimentos cerebrais evoluiam bem, não havia nada de concreto para me preocupar. Mas eu estava lá, queria ser a primeira pessoa que ele fosse ver quando acordasse, ele precisava de mim, eu tinha que estar presente, com sono ou sem sono. Um pouco antes das seis eu desistir e me levantei da cama. Peguei o meu tablet e teclado sem fio, fui ao refeitório para tomar café. Puxei uma cadeira em uma das mesas e me preparei para escrever um e-mail para Gideon. Todas as vezes que eu conseguia segura-lo eu não era capaz de conseguir com ele me falasse o que pensava. Escrevendo, tudo ia para for a, então teria que ser desse jeito. Manter nossa comunicação aberta constante era a única forma de de nós sobrevivermos como um casal. Eu bebi um gole do meu café e comecei a digitar, comecei agradecendo pela final de semana maravilhoso e dizendo o quando significou para mim. Eu disse a ele que me pareceu que durante a viagem nossa relação tinha dado um passo muito importante e significativo, o que fez a semana seguinte insuportável.— "Eva. Que surpresa agradável! " Virando minha cabeça, eu vi Dr. Terrence Lucas em pé atras de mim segurando um café. Ele estava vestido para o trabalho. “Oi,” Eu disse a ele, esperando esconder minha desconfiança. “Se importa de eu me juntar a você?” ele perguntou, dando a volta.


"Nem um pouco." Eu o observei se sentar em uma cadeira na minha frente, e refresquei minha memória sobre a sua aparência. Seu cabelo era todo branco mas seu rosto não apresentava rugas. Seus olhos tinham uma sombra cinza diferente, ele parecia muito inteligente. O sorriso esbanjava charme. Eu suspeitava que ele era muito popular entre seus pacientes, e a mãe deles. “Deve haver alguma razão especial,” ele começou, “para você estar aqui no hospital fora do horário de visitas.” “Meu compaheiro de quarto está aqui.” Eu não o forneceria nenhuma outra informação voluntariamente. Mas ele perguntou. “Então Gideon Cross distribuiu seu dinheiro para arranjar coisas pra você.” Ele tomou um gole de seu café. “E você está agradecida. Mas, quanto isso vai custar a você?” Eu me afastei, ofendida em nome de Gideon, como ele pode transformar uma generosidade em algo tão ruim. “Porque vocês dois não se gostam tanto assim?” Seus olhos perderam a maciez. “Ele machucou alguem muito proximo a mim.” Sua esposa. Ele me contou..” Eu posso dizer que ele começou com isso. “Mas isso não é o começo, não é ? isso é o resultado.” “Você sabe o que ele fez e ainda está com ele?” Lucas colocou seus cotovelos sobre a mesa. “Ele está fazendo a mesma coisa com você. Você parece exausta e depressiva. Isso é parte de um jogo para ele, você sabe. Ele é profissional em fazer com que mulheres dependam dele como o ar. E depois, ele não suporta mais olhar em seus olhos.” A declaração foi uma descrição dolorosamente precisa da minha realidade atual com Gideão. Meu pulso acelerou. Seu olhar deslizou para a minha garganta, em seguida,


voltou para o meu rosto. Sua boca se curvou em um sorriso zombeteiro. "Você sabe do que eu estou falando. Ele vai continuar jogando com você até que você confiar completamente nele.. Então ele vai se cansar e manda-la embora. “Gideon Cross é um sociopata narcisista.” ele continuou. "Eu acredito que ele é um misógino. Ele usa seu dinheiro para seduzir as mulheres, então as despreza por serem rasas o suficiente para achar a sua riqueza atraente. Ele usa o sexo para controlar, e você nunca sabe com que tipo de humor que você vai estar. Isso é parte do jogo, como você está sempre preparando-se para o pior, sente uma onda de alívio quando ele está em o seu melhor. " “Você não o conhece,” Eu disse com firmeza, me recusando a morder sua isca. “E nem a sua esposa.” “Nem você.” Ele se sentou e tomou seu café, parecendo tão tranquilo quando eu tentava parecer. “Ninguem conhece, ele é um mestre da manipulação e mentiroso. Não o subestime, ele é prerigoso, é capaz de fazer qualquer coisa.” “O fato de você não explicar o motivo do rancor que ele tem por você, me faz pensar que você é o culpado.” "Você não deve fazer suposições. Há algumas coisas que eu não tenho a liberdade de discutir. " “Bem conveniente.” Ele suspirou. “Eu não sou seu adversário, Eva, e Cross não precisa que ninguem lute suas batalhaz. Você não tem que acreditar em mim. Francamente eu sou tão amargurado que eu mesmo não acreditaria se estivesse em seu lugar. Mas você é uma menina nova, bonita e inteligente.” Eu não tinha sido ultimamente, mas era minha responsabilidade para corrigir isso. Ou tentar. “Se você se afastar,” ele continuou, “e prestar atenção no que ele está fazendo com você, como você está se sentindo em relação a você mesma desde que você está com ele, que você está sendo destruída por


esse relacionamento vai perceber, e ai, tire suas próprias conclusões.” Algo tocou e ele puxou seu smartphone do bolso do casaco. "Ah, meu último paciente acaba de chegar no mundo". Ele ficou de pé e olhou para mim, colocou a mão no meu ombro. "Você vai ser a única a se safar. Eu fico contente. " Eu o vi andar rapidamente para fora da lanchonete e deitei no banco no momento que ele desapareceu, cheia de cansaço e confusão. Meu olhar mudou-se para a tela de dormir do meu tablet. Eu não tinha a energia para terminar a minha carta. Me arrumeu e fui me preparar para a chegada de Angus. * * * ***

"Você topa um chinês?" Eu olhei para cimam do layout do anúncio café mirtilo na minha mesa para os olhos castanhos quentes do meu chefe. Eu percebi que era quarta-feira, o dia de ir comer com Steven. Por um segundo, pensei em cair fora e comer na minha mesa, porque eu queria fazer Gideon feliz. Mas, assim como rapidamente lembrei que eu ainda estava tentando construir uma nova vida em Nova York, que incluia fazer amigos e ter planos que existiam fora a vida que eu compartilhava com Gideon. “Sempre disposta para Chinês,” Eu disse. Minha primeira refeição com Mark e Steven tinha sido comida chinesa aqui no escritório, em uma noite em que tinhamos trabalhado depois do expediente e Steven tinha parado para nos alimentar. Mark e eu saímos ao meio dia, e eu me recusei a me sentir culpada por algo que eu gostava tanto. Steven estava esperando por nós no restaurante, sentado em uma mesa redonda com a Susan. "Ei, você." Ele me cumprimentou com um abraço de urso,


em seguida, puxou uma cadeira para mim. Ele me estudou enquato nos sentávamos. "Você está cansada ." Eu suponho que devo realmente estar uma merda, já que todos me diziam isso. "Tem sido uma semana difícil até agora." A garçonete se aproximou e Steven fez o pedido. Quando estávamos sozinhos mais uma vez, Steven disse, “Eu não sabia que seu companheiro de quarto era gay. Você nos disse isso?” “Atualmente, ele é bi.” Eu percebi que Steven, ou alguém que ele conhecia, deve ter visto o mesmo jornal que Cary me mostrou. “Eu não acho que isso exista.” “Como ele se sente?” Mark perguntou, parecendo realmente preocupado. "Melhor. Ele vai voltar para casa hoje.” O que tinha ficado na minha cabeça durante toda a manhã, uma vez que Gideon não me procurou até agora. “Deixe-nos saber se precisar de alguma coisa.”Steven disse, “Nós estaremos aqui pra você.” "Obrigado. Não foi um crime por ódio,” Eu falei. “Eu não sei porque a imprensa disse isso. Eu normalmente respeito os jornalistas. Agora, só aqueles que fazem o trabalho de casa e escrevem coisas verdadeiras.” "Eu tenho certeza que a vida é dificil no centro das atenções da mídia." Steven apertou minha mão sobre a mesa. Ele era um companheiro, brincalhão, mas por baixo da diversão exterior era um homem sólido com um bom coração. "Mas então você tem que esperar po isso quando você está fazendo malabarismos entre estrelas do rock e bilionários". "Steven", disse Mark repreendendo, franzindo a testa. "Ugh." Meu nariz enrugou. "Shawna lhe disse." "É claro que ela disse", disse Steven. "o que ela podia fazer depois de não me convidar para o show. Mas não se preocupe. Ela não é uma fofoqueira. Ela


não vai contar a ninguém mais. " Eu balancei a cabeça, não tendo nenhuma preocupação sobre isso. Shawna era gente boa, mas ainda era constrangedor o meu patrão saber que eu beijei um homem, enquanto namorar outro. "Não que isso não fosse bom para Cross, sentir o gosto do seu próprio veneno", Steven murmurou. Eu fiz uma careta, confusa. Então eu vi o olhar simpático de Mark. Eu percebi o jornal gay não era a única notícia que eles tinha visto. Eles devem ter visto as fotos de Gideão e Corinne, também. Eu senti meu rosto corar com humilhação. "Ele vai sentir o gosto", eu murmurei. "Nem que eu tenha que enfiar goela a baixo.” As sobrancelhas de Steven se levantaram, ele riu e pegou em minha mão. “Pega ele garota.” * * * *** Eu mal tinha acabado de sentar em minha mesa quando o telefone do trabalho tocou. “Escritório de Marl Garrity, Eva—” “Porque é tão dificil para você seguir ordens?” Gideon perguntou friamente. Eu só fiquei sentada, encarando a colagem de fotos que ele me deu, lá nos pareciamos conectados e apaixonados. “Eva?” "Eva?" “O que você quer de mim Gideon? ” Eu perguntei baixo. Ouve um monento de silêncio, então ele suspirou. “Cary vai para casa hoje a tarde, vai ficar sob supervisão do seu médico e uma enfermeira particular. Você deveria estar lá quando ele for para casa.”


“Obrigada.” Outro estranho momento de silêncio na ligação. Finalmente eu perguntei, “é só isso ?” A pergunta teve duplo significado. The question had a double meaning. Gostaria de saber se ele não percebeu ou se nem mesmo se importou “Angus vai levar você em casa.” Com minha voz apertada de tristeza. “Tchau Gideon.” Eu desliguei e voltei ao trabalho. * * * ***

Eu procurei Cary no momento que cheguei em casa. Sua cama tinha sido movida de lado e apoiada verticalmente contra a parede para abrir espaço para uma cama de hospital que ele poderia ajustar à vontade. Ele estava dormindo quando cheguei, sua enfermeira sentada em uma cadeira nova lendo. Foi a mesma enfermeira que eu tinha visto a primeira noite no hospital, a bonita e de aparência exótica que teve problemas para tirar os olhos de Gideão. Gostaria de saber quando ele tinha falado com ela, se ele mesmo falou ou enviado alguém para fazê-lo, e se ela tinha feito pelo dinheiro ou por Gideon ou ambos. O fato é que eu estava cansada demais para preocupar de uma forma ou de outra. Talvez pessoas lá fora, cujo amor pode sobreviver coisa, mas o meu era frágil. Ele precisava alimentado, a fim de prosperar e crescer.

me houvesse a qualquer ser

Tomei um banho longo e quente, em seguida, me arrastei para a cama. Eu puxei meu tablet para o meu colo e tentei continuar a meu e-mail para Gideon. Eu queria expressar meus pensamentos e reservas de uma forma madura e convincente. Eu queria fazer com que fosse fácil para ele entender minhas reações a algumas das coisas que ele fez e disse, para que ele pudesse ver as coisas do meu ponto de vista. No final, eu não tinha energia.


Eu não estou conseguindo mais, eu escrevi, ao contrário, porque se eu continuar, vou implorar. E se você não me conhece bem o suficiente para saber que você está me machucando, uma carta não vai resolver os nossos problemas. Eu estou desesperado por você. Sou um infeliz sem você. Eu lembro do fim de semana, e as horas que passamos juntos, e eu não consigo pensar em nada que eu não faria para ter você assim novamente. Em vez disso, você está gastando tempo com ela, enquanto eu estou sozinho no meu quarto sem você noite. Mesmo sabendo que você esteve com ela, eu quero rastejar de joelhos para você e pedir atenção. Um toque. Um beijo. Uma palavra. Você me deixa fraca. Eu me odeio assim. Eu odeio o fato de eu precisar de você tanto assim. Eu odeio estar tão obcecada por você. Eu odeio que eu te amo. Eva E Eu anexei a um e-mail, com o assunto meus pensamentos sem censura e cliquei em enviar. * * * ***

"Não tenha medo." Acordei com essas três palavras e escuridão total. O colchão desceu quando Gideon sentou ao meu lado, apoiando-se em cima de mim e com os cobertores entre nós, uma barreira que permitiu a minha mente acordar sem medo. A fragrância deliciosa e inconfundível do seu sabonete e shampoo misturado com o aroma de sua pele, acalmando-me, juntamente com a sua voz. "Anjo". Ele beijo a minha boca, seus lábios inclinados sobre a minha. Toquei seu peito com os dedos, sentindo a pele nua. Ele gemeu e se levantou, inclinando-se sobre mim para


que sua boca ficasse ligado a minha enquanto ele puxava os cobertores. Em seguida, ele estava em cima de mim, seu corpo nu e quente ao toque. Sua boca ardente muda na minha garganta, as mãos empurrando a minha camisola para que ele pudesse chegar aos meus seios. Seus lábios cercando meu mamilo e ele chupou, seu peso suportado por um braço sobre o colchão, e sua outra mão empurrando e indo ficar entre as minhas pernas. Ele segurou o meu sexo, seu dedo deslizava sobre o cetim longo da costura da minha fenda. Sua língua cintilou sobre meu mamilo, tornando minha respiração difícil e apertada, os dentes afundando levemente na carne firme. Gideon!" Lágrimas deslizaram sobre as minhas têmporas, a dormência de proteção que eu sentia antes caindo, deixando-me exposta. Eu estava murchando sem ele, o mundo em torno de mim tinha perdido a sua vitalidade, meu corpo doendo devido a separação do seu. Tê-lo comigo. . . . . me tocando. . . . . era como chuva em uma seca. Minha alma desesperada por ele, abrindo ampla para absorver-lo completamente Eu o amava Muito. Seu cabelo fez cócegas na minha pele quando a boca aberta deslizou sobre meu decote, seu peito se expandiu enquanto ele respirava-me, acariciando e inspirando no meu cheiro. Ele capturou a ponta do meu outro seio com sucção, duro de profundidade. O prazer passou por mim, ecoando no aperto do meu sexo contra o seu dedo provocador. Ele desceu do meu tronco, lambendo e mordiscando um caminho através do meu estômago, a amplitude de seus ombros forçando minhas pernas a se abrirem mais, até que seu hálito quente soprou sobre a minha fenda escorregadia. Seu nariz pressionado contra o cetim molhado, acariciando-me. Ele inalou com um gemido. "Eva. Eu tenho fome de você. " Com os dedos impacientes, Gideon empurrou a tecido da minha calcinha de lado e sua boca estava em mim. Ele


me abriu com os polegares, a proteção sobre o meu clitóris latejando. Minhas costas arqueadas, com um grito, todos os meus sentidos dolorosamente sem o benefício de vista. Inclinando a cabeça, me penetrou, fodendo ritmicamente, me provocando tremores. "Oh Deus!" Eu me contorcia com o prazer, meu núcleo apertando e soltando com os formigamentos do primeiro orgasmo. Parecia uma corrida violenta, o suor se depositado em minha pele, meus pulmões queimando enquanto eu lutava para respirar. Seus lábios estavam em torno de minha abertura tremor, sucção, sua língua divina. Ele estava me comendo com muita intensidade, e eu era impotente contra isso. A carne entre as minhas pernas estava tão inchada e sensível, tão vulnerável à sua fome voraz. Eu estava atingindo seu auge novamenta, minhas unhas cravadas nos lençois. Meus olhos se abriram eu não via nada devido a escuridão, ele arrancou minha calcinha me e arrastou. Eu senti a ponta de seu pênis em mim, e então ele penetrou, indo fundo em mim com um grunhido animalesco. Eu gritei, chocada com sua agressividade e excitada por o deixar assim. Gideon ergueu-se, apoiado nos calcanhares, minhas coxas em volta dele. Ele agarrou meus quadris, elevando-os, inclinando-me para o ângulo que ele queria. Ele revirou os quadris, mexendo seu pênis dentro de mim, me puxando para ele até que eu ofeguei devido a dor profunda que eu sentia. Eu tinha tudo dele, cada centímetro, me preenchendo muito cheio e eu adorava. Eu estava vazia por dias, e isso doia.. Ele gemeu meu nome e gozou, jorrando quente e grosso, o calor cremoso espalhando para cima ao longo do seu comprimento, porque não havia espaço dentro de mim. Ele estremeceu violentamente, pingando suor na minha pele, inundando-me. "Para você, Eva," ele engasgou. "Cada gota." Puxando abruptamente, ele me virou com a minha barriga para baixo e puxou meus quadris para cima. Segurei minha cabeceira, meu rosto úmido pressionado em meu travesseiro. Esperei por ele empurrando


novamente para dentro de mim e estremeci quando senti sua respiração contra minhas nádegas. Então eu me assustei violentamente com a sensação dele lambendo ao longo da costura. Ele me excitava com a ponta da língua, estimulando a abertura enrugada do meu traseiro. Um som quebrado me escapou. “Eu não faço sexo anal, Eva.” O anel apertado do músculo flexionado quando eu me lembrava de suas palavras, impotente. Não havia nada na nossa cama, somente nós. Nada pode nos tocar quando estávamos tocando. Gideon apertou tanto o seu rosto, aterrando em mim. Eu estava aberta para ele em todos os sentidos, completamente exposta ao seu beijo enigmático. "Oh!" Eu fiquei tensa. Sua língua estava dentro de mim, empurrando. Meu corpo inteiro começou a tremer, enrolando meus dedos nos lençois, meus pulmões arfando enquanto ele me possuia sem vergonha ou reserva. "Ah. "Ah ..... Deus." Eu levantei em sua boca, dando-me a ele. A afinidade entre nós foi brutal, quase insuportável. Me senti queimada pelo seu desejo, minha pele febril, meu peito tremendo com soluços que eu não conseguia segurar. Ele alcançou debaixo de mim, apertou seus dedos contra o meu clitóris dolorido, esfregando e massageando. Sua língua estava me deixando louca. A preparação do orgasmo dentro de mim foi estimulada por saber de que não havia mais qualquer limites para ele com o meu corpo. Ele faria fazer qualquer coisa que desejar, me usar, para o prazer dele. Enterrando meu rosto no meu travesseiro, eu gritei quando gozei, o êxtase foi muito violento, minhas pernas cederam e eu cai no colchão. Gideon deslizou sobre minhas costas, seu joelho


empurrando minhas pernas. Ele montou em mim, empurrando seu pênis dentro de mim, seus dedos ligados com os meus. Eu ainda estava molhada pelo seu orgasmo e ele balançou contra mim, deslizando para dentro e para fora. "Estou desesperado por você", disse ele com a voz rouca. "Eu sou miserável sem você." Eu fiquei tensa. "Não zombe de mim." "Eu preciso de você tanto quanto você precisa de mim." Ele se aninhou em meu cabelo, me fudendo lentamente e fácil. "Eu sou obcecado por você. Porque você não pode confiar em mim? " Eu apertei meus olhos fechados, lágrimas quentes escapavam. "Eu não entendo você. Você está acabando comigo. " Ele virou a cabeça e os dentes afudaram no topo do meu ombro. Um grunhido de dor retumbou em seu peito e eu o senti chegando, seu pênis empurrando, bombeando-me com seu semem. Sua mandíbula relaxou, me liberou. Ele arqueou, seus quadris ainda ejaculando. "Sua carta me destruiu." "Você não fala comigo. . . . . você não escuta. . . . ". "Eu não posso." Ele gemeu, seus braços me apertaram, então, eu estava completamente à sua mercê. "Eu só. . . . . Tem que ser desta maneira. " "Eu não posso viver assim, Gideon." "Estou sofrendo, também, Eva. Isso está me matando, também. Você não vê isso? " "Não." Eu chorava. "Então pare de pensar. Sinta-me. "Sinta-me. " A noite passou em um borrão. Eu o puni com mãos


gananciosas e dentes, minhas unhas arranhando suas costas, mais suor, pele e músculo até que nos liberavamos da dor prazerosa. Seu desejo era frenético e insaciável, sua necessidade tingida com um desespero que me assustou porque sentia eu me sentia desesperada. Parecia um adeus. "Preciso do seu amor", ele murmurou contra a minha pele. "Preciso de você". Ele tocou-me em todos os lugares. Ele estava constantemente dentro de mim, com seu pênis ou os dedos ou a língua. Meus mamilos duros, por sua sucção. Meu sexo latejava e eu me sentia machucada pelo sexo selvagem e rígido. Minha pele estava irritada. Meu queixo doía enquanto eu chupava seu pau grosso. Minha últimas lembrança eram dele atrás de mim, seu braço eram uma faixa em volta da minha cintura quando ele me penetrou por trás, nós dois dolorido e exausto e ainda assim incapazes de parar. "Não vá embora", eu implorei, depois eu jurei que eu não iria. Quando eu acordei com o meu alarme, tinha ido...


Chapter 15 Capítulo 15

Eu parei no quarto de Cary antes de sair para o trabalho na quinta de manhã. Eu abri um pouco a porta e olhei para o interior do cômodo, quando eu vi que ele estava dormindo, eu sai. “Hey,” ele murmurou, piscando para mim. “Hey.” Eu entrei no quarto. “Como você está se sentindo?” “Eu estou feliz por estar em casa.” Ele esfregou os olhos ainda tonto de sono. “Está tudo bem?” “Sim . "É. . . . . Eu só queria dar uma olhada em você antes de ir para o trabalho, eu vou voltar para casa lá pelas oito, vou pegar o jantar no caminho de volta, então umas sete horas me envie uma mensagem falando o que você está com vontade de comer… - Eu interrompi minha fala com um bocejo. “Que tipo de vitaminas Cross toma?” “Hein?” “Eu sempre estou com tesão, mas eu nunca consegui ficar a noite toda desse jeito, eu fiquei pensando, ele tem que ter terminado agora, e ai, ele começava de novo” Ele uivava de tanto rir. “Está escuro aqui, mas eu sei que você está vermelha.” Eu corei e me levantei. “Você deveria colocar seus fones de ouvido,” Eu murmurei. “Não se estresse por causa disso. Foi bom, assim eu sei que meu equipamento ainda funciona, eu não tinha ficado assim desde antes do ataque. “Eww . . . . . Cross, Cary.” Eu comecei a sair do quarto. “Meu pai está vindo essa noite, tecnicamente


amanhã, o voo chega as 5.” “Você vai buscar ele?” "É claro." Seu sorriso desapareceu. “Você vai se matar nesse ritmo, você não dormiu direito essa semana.” “Eu vou dormir. Te vejo mais tarde.” “Hey,” ele me chamou. “A noite passada, significa que você e Cross estão juntos de novo?” Eu inclinei minha cabeça para dentro do quarto, “Alguma coisa está errada, e ele não vai me dizer nada sobre isso. Eu escrevi uma carta para ele, basicamente, colocando para fora todas as minhas inseguranças e neuroses.” “Nunca mantenha essas coisas escritas, menina.” “Pois é, bem . . . . . tudo isso me fodeu até quase a morte, foi a melhor idéia que eu tive sobre o que seria e o que resolveria o problema. Ele disse que tem que ser desse jeito. Eu nem sei o que isso significa.” Ele acenou com a cabeça. “Você age de acordo com o que você tem,” Eu disse. “Eu acho que eu tenho o sexo.” Isso enviou um arrepio para minha coluna. “O sexo nunca fica fora do seu sistema?” “Possivelmente,” ele concordou carinhosamente. Eu fechei meus olhos e deixei a confirmação passar através de mim. Me alinhei, “Eu tenho que correr, falo com você mais tarde.” * * * *** O problema dos pesadelos, é que você não está preparada para eles. Eles rastejam para cima de você


quando se está vulnerável, destruída, totalmente sem defesas. E eles nem sempre acontecem quando você está dormindo. Me sentei quase agonizando, Mark e falavam sobre os pontos do anúncio dolorosamente eu estava consciente sentado na extremidade da mesa, em com uma camisa branca e gravata.

Sr. Waters, da Vodka Kinsgman, que Gideon estava seu terno preto,

Desde que eu entrei na sala de conferência das Industrias Cross, Gideon tem me ignorado, exceto por um aperto de mão superficial quando o Sr. Waters nos apresentou. O breve toque de sua pele contra a minha enviou descargas de conscientização através de meu sangue, meu corpo imediatamente reconheceu aquele que me proporcionou prazer durante toda a noite. Gideon não pareceu ter registrado o contato da mesma forma que eu, apenas olhou através de mim e disse, “Senhorita Tramell.” O contraste com a ultima vez que estivemos nessa sala é enorme. Ele não era capaz de tirar seus olhos de mim, era focado e decidido, e quando saimos ele me disse que queria me foder e dispensaria qualquer coisa que ficasse em seu caminho. Dessa vez, ele se levantou rápido quando a reunião terminou, apertou a mão de Mark e do Sr. Waters e saiu da sala, apenas com um olhar rápido direcionado para mim. Suas duas diretoras sairam correndo atras dele, ambas atraentes e morenas. Mark me lançou um olhar questionador através da distância que a mesa criava entre nós, eu balancei a cabeça. Eu voltei para minha mesa, trabalhei como uma industria com uma grande meta de produção pelo resto do dia. Durante meu intervalo do almoço, eu me mantive no trabalho e procurei algumas coisas para fazer com meu pai. Eu tinha que decidir entre três opções já que ele queria fazer uma viagem para a ilha Ellis, estava entre o Empire State Building, a Estátua da liberdade, ou a Broadway. Se não fosse por sua vontade, eu queria pular na balsa e olhar a ilha


apenas pela sua costa. Ele ia passar pouco tempo na cidade, eu não queria sobrecarregar nosso tempo juntos com um corre corre de coisa para fazer. No meu último intervalo do dia, eu liguei para o escritório de Gideon. “Oi, Scott,” Eu saudei seu assistente. “Seria possível eu falar com o seu chefe por um minuto?” “Espere um minuto, eu vou verificar.” Eu esperava em ter minha ligação rejeitada, mas depois de algum tempo e fui chamada de volta a linha.” “Sim, Eva?” Eu levei o tempo de uma batida do meu coração para saborear o som de sua voz. “Desculpe incomoda-lo, essa provavelmente é uma pergunta estúpida considerando... mas, você vai vir para o jantar amanhã com meu pai?” “Eu estarei lá,” ele disse rispidamente. “Você vai trazer a Ireland?” Eu fiquei surpresa porque não havia temor em minha voz, considerando o alivio enorme que eu sentia. Houve uma pausa. E então, “Sim.” "Ok". “Eu vou ter uma reunião tarde hoje, então vou encontrar você no Dr. Petersen. Angus vai levar você e depois eu pego um taxi.” “Tudo bem.” Eu me movimentei em minha cadeira, sentia esperança. Iamos continuar a terapia e ele ia conhecer meu pai, isso só poderiam ser bons sinais. Gideon e eu estavamos lutando, e ele não tinha desistido. “Eu vejo você lá então.” * * * *** Angus me deixou fora do escritório do Dr. Petersen faltando quinze para as seis. Eu entrei e Dr.


Pertersen acenou para mim através da porta do seu escritório que estava aberta. Ele se levantou de sua cadeira para me estender a mão. “Como você vai, Eva?” “Eu já estive melhor.” Ele observou meu rosto. “Você parece cansada.” “Todos estão me dizendo isso,” Eu disse secamente. Ele olhou por cima de meus ombros. “Onde está Gideon?” “Ele teve uma reunião tarde, então ele vai vir um pouco mais tarde.” “Tudo bem.” Ele gesticulou para o sofá. “Essa é uma boa oportunidade para nós conversarmos sozinhos. Existe alguma coisa em particular que você gostaria de falar antes que ele chegue?” Eu me sentei no sofá e comecei a falar dos meus sentimentos mais internos, contei a ele sobre a maravilhosa viagem que fizemos para Outer Banks e sobre a bizarra e inesplicável semana desde então. “Eu simplesmente não entendo, sinto como se ele estivesse em apuros, mas não consigo fazer ele se abrir completamente. Ele está me evitando, me cortando emocionalmente, honestamente, estou começando a ficar devastada. Eu também estou preocupada que essa mudança seja por causa de Corinne, toda vez que ele constroi alguma dessas barreiras, é por causa dela.” Eu olhei para os meus dedos, que se torciam. Eles me fizeram lembrar do hábito de minha mãe de torcer lenços, e eu forcei minhas mãos a se comportarem de forma relaxada. "É quase como se ela tivesse algum tipo de algema que ele não consegue se libertar, não importa como ele se sinta sobre mim." Dr. Petersen tirou os olhos de sua digitação, me estudando. "Ele te disse que não ia fazer a sua nomeação na terça-feira?" "Não." A notícia foi dificil para mim. "Ele não disse nada."


"Ele não me disse, também. Eu não diria que é um comportamento típico para ele, certo? " balancei a cabeça. Dr. Petersen cruzou as mãos em seu colo. "Às vezes, um ou ambos vão recuar um pouco. Isso é de se esperar considerando a natureza de seu relacionamento, vocês não devem apenas trabalhar como um casal, mas também como indivíduos para que possam ser um casal. " "Eu não posso lidar com isso." Eu respirei fundo. "Eu não posso fazer isso. Ele está me deixando louca. A carta que enviou. . . . . Foi horrível. Tudo isso é verdade, mas é terrível. Nós tivemos alguns momentos muito bonitos juntos. Ele disse algumas…” Eu tive que parar um minuto, e quando eu continuei, minha voz estava rouca. "Ele disse algumas coisas maravilhosas para mim. Eu não quero perder essas memórias por causa de várias memórias ruins. Eu continuo pensando, se eu não deveria parar enquanto eu estou à frente, mas eu estou perdida aqui porque eu prometi a ele que eu não iria correr mais. Que eu iria me manter ao seu lado e lutar por nós." “Tem alguma coisa que você está fazendo para isso?” “Sim, tem sim. Mas não é fácil, porque algumas coisas que ele faz… . . . . . eu reajo de maneiras que eu aprendi a evitar. Para minha própria sanidade! Em algum ponto você tem que dizer que você deu o seu melhor tiro e não deu certo. Não é mesmo? Dr. Petersen inclinou a cabeça para o lado. "E se você não fizer isso, qual a pior coisa que poderia acontecer?" "Você está me perguntando?" "Sim. O pior cenário.” "Bem. . . .” Eu estiquei meus dedos em minhas pernas. “Ele continua se dirigindo para longe de mim, o que me faz perder todos os sentidos de auto conservação, e nós vamos acabar, com ele voltando a antiga vida que vivia e eu voltando a terapia para tentar colocar


minha cabeça no lugar.” Ele continou a olhar para mim, e alguma coisa em sua vigilante paciência me fez querer continuar falando. “Eu tenho medo que ele não me liberte quando essa hora chegar, e que eu não perceba que essa hora chegou, vou continuar pendurada afundando junto com ele, eu só queria ter a certeza que ele terminaria comigo quando esse momento chegasse.” “Você acredita que isso precisa acontecer?” “Eu não sei, talvez.” Eu direcionei meu olhar para o relógio na parede. “Mas considerando que já são quase sete horas e hoje a noite estivemos só nois dois, parece que sim, vai acontecer.” * * * *** Foi uma loucura para mim o fato de eu não estar surpresa de encontrar o Bentley esperando fora do meu apartamento as 4:45 da manhã. O motorista que saiu de trás do volante não era familiar para mim. Ele era muito mais jovem que Angus, trinta e poucos anos é o meu palpite. Parecia latino, com a pele em tons de caramelo, cabelos e olhos escuros. "Obrigado", eu disse a ele, quando ele contornou a frente do veículo, "mas eu vou pegar um táxi." Ouvindo isso, o porteiro do turno da noite do meu prédio saiu à rua para chamar um taxi para mim. "Sr. Cross disse que eu devo leva-la para La Guardia., disse o motorista. "Você pode dizer o Sr. Cross que eu não estarei exigindo seus serviços de transporte, agora ou no futuro.” Eu entrei no taxi que o porteiro tinha chamado, mas parei e me virei, "E diga a ele que vá se foder, também." Eu deslizei para dentro do taxi, e olhei para frente enquanto ele se afastava. * * * ***


Eu admito algum favoritismo quando digo que meu pai se destaca na multidão, mas isso não torna o fato menos verdadeiro. Quando ele saiu da área de segurança, Victor Reyes chamou atenção. Ele estava com um metro e noventa de altura, em forma e bem construído, e tinha a presença marcante de um homem que usava um distintivo. Seu olhar passeou pela área em torno dele, sempre um policial, mesmo quando ele não estava de serviço. Ele tinha uma bolsa pendurada no ombro e usava calça jeans com uma camisa de botão por dentro. Seu cabelo era escuro e ondulado, os olhos cinzas como os meus. Ele era sério, quente, tipo de menino perigoso, de má fama, e eu tentei imaginá-lo ao lado de beleza perfeita da minha mãe, frágil arrogante. Eu nunca tinha visto os dois juntos, nem mesmo em fotos, e eu realmente queria. Só por uma vez. “Papai!” Eu gritei, acenando. Seu rosto se iluminou quando me viu, e um largo sorriso apareceu em sua boca. "Se não é a minha menina." Ele me pegou em um abraço que fiquei com meus pés balançando acima do piso. "Eu senti sua falta como um louco." Eu comecei a chorar. Estar com ele novamente foi a última gota emocional. "Hey". Ele me balançou. "Porque as lágrimas?" Eu passei meus braços em volta do seu pescoço em um abraço apertado, muito grata por tê-lo comigo, sabendo que todos os outros problemas da minha vida iriam, desaparecer enquanto ele estivesse por perto. "Eu senti muito sua falta também," eu disse, fungando. Pegamos um táxi de volta para o meu apartamento. No passeio, meu pai me perguntou o mesmo tipo de perguntas de que os detetives me fizeram sobre Cary enquanto ele estava no hospital. Tentei mantê-lo distraído com essa discussão quando chegamos do lado de fora do meu prédio, mas não adiantou muito.


Os olhos de águia do meu pai, focaram na saliência de vidro moderna anexado à fachada de tijolos do edifício. Ele olhou para o porteiro, Paul, que tocou a aba do chapéu e abriu a porta para nós. Ele estudou a recepção e o concierge, e balançou-se nos calcanhares, enquanto esperávamos o elevador. Ele não disse nada e manteve seu rosto sem expressão, mas eu sabia que ele estava pensando sobre o quanto meu apartamento deveria custar em uma cidade como Nova York. Quando entramos em meu apartamento, seu olhar varreu o lugar. As janelas grandes, com uma deslumbrante vista da cidade, a televisão de tela plana montada na parede, era apenas um dos muitos eletrônicos top de linha que existiam no lugar. Ele sabia que eu não podia pagar o local por conta própria, sabia que o marido da minha mãe estava fazendo coisas para mim que ele nunca seria capaz de fazer. "A segurança aqui é muito boa", eu disse a ele por meio de explicação. "É impossível passar na recepção se você não está na lista e um residente não pode ser chamado para liberar você." "Isso é bom." "É. Eu não acho que mamãe conseguiria dormir à noite de outra forma." Isso fez com que parte da tensão deixasse seus ombros. "Deixa eu te mostrar onde vai dormir." Levei-o pelo corredor até a suíte do quarto de hóspedes. Ele tinha seu próprio banheiro e mini-bar com frigobar. Eu o vi observando essas coisas antes dele deixar cair sua mochila na cama king-size. "Você está cansado?” Ele olhou para mim. "Eu sei que você está, e você tem que trabalhar hoje, não é? Por que não vamos cochilar um pouco antes de ter que se levantar?" Eu reprimi um bocejo e balancei a cabeça, sabendo que eu poderia usar essas horas para tirar um bom cochilo "Parece bom".


"Acorde-me quando você se levantar", disse ele, revirando os ombros para trás. "Eu vou fazer o café enquanto você está se arruma." "Maravilhoso." Minha voz rouca veio com lágrimas reprimidas. Gideon quase sempre tinha café pronto, esperando por mim nos dias em que ele dormia aqui, porque ele sempre se levantava antes de mim. Eu perdi isso. De alguma forma, eu teria que aprender a viver sem ele. Ficando na ponta dos pés, eu beijei a bochecha do meu pai. "Estou tão feliz que você está aqui, papai." Fechei os olhos e me agarrei firmemente quando ele me abraçou. * * * *** Saí do pequeno mercado com as sacolas cheias de ingredientes para o jantar e franzi a testa ao encontrar Angus parado no meio-fio. Eu recusei o passeio de manhã, e de novo quando eu sai do Crossfire, mesmo assim, eu ainda estava sendo seguida. Ele foi ridículo. Me pergunto, se Gideon não me queria mais como namorada, o seu desejo neurotico por meu corpo ia fazer com que ele me vigiasse para que ninguem mais pudesse me ter, ou seja Brett. Enquanto eu caminhava para casa, eu pensava em ter Brett para jantaar, imaginando Angus ter que ligar para Gideon quando Brett chegasse em meu apartamento. Foi apenas uma fantasia rápida vingativa, já que eu não levaria Brett por esse caminho e ele estava na Flórida. Quando eu entrei no meu apartamento, eu estava no meu primeiro momento de bom humor do dia. Joguei o que comprei para o jantar na cozinha, depois fui encontrar o meu pai. Ele estava pendurado na sala de Cary jogando um video-game. "Woo!" Meu pai gritou. "Ganhei". "Você deveria ter vergonha de si mesmo", Cary disparou de volta ", aproveitando de um inválido."


"Eu estou chorando de rir aqui". Cary olhou para mim na porta e piscou. Eu o amava muito naquele momento, eu não conseguia parar de cruzar com ele e dar um beijo na sua testa machucada. "Obrigado," eu sussurrei. "Agradeça-me com o jantar. Estou morrendo de fome. " "Eu tenho o material para fazer enchiladas." Meu pai olhou para mim, sorrindo, sabendo que eu precisaria de sua ajuda. “Tudo bem pra você?” "Quando estiver pronto", disse ele. "Eu vou tomar um banho." Quarenta e cinco minutos depois o meu pai e eu estávamos na cozinha ralando o queijo comprado em uma loja rotisserie. Na sala de estar, o CD player escorregou para o próximo disco e a voz de Van Morris saiu através dos alto-falantes de som surround. "Ah, sim," meu pai disse, estendendo a mão para a minha mão e me puxando para longe do balcão. "Hum-derum, hum-de-rum moondance," ele cantou, me girando. Eu ri, deliciada. Usando as costas de sua mão contra minhas costas para manter seus dedos gordurosos fora de mim, nós dois cantavamos a música e riamos. Nós estávamos fazendo a nossa segunda apresentação quando notei que duas pessoas estavam no bar. Meu sorriso fugiu e eu tropecei, forçando o meu pai a me segurar. "Você tem dois pés esquerdos?", Brincou ele, com os olhos só de mim. "Eva é uma dançarina maravilhosa," Gideon interveio, com o rosto preso na máscara implacável eu detestava. Meu pai se virou, seu sorriso desaparecendo, também. Gideon deu a volta no bar e entrou na cozinha. Ele estava vestindo um jeans e uma camiseta dos Yankees.


Foi uma escolha adequada, casual para um início de conversa, já que meu pai era um fã dos Yankes. "Eu não tinha percebido que ela era uma cantora boa, também. Gideon Cross ", apresentou-se, estendendo a mão. "Victor Reyes." Meu pai acenou com os dedos brilhantes. "Eu estou um pouco sujo." "Eu não me importo." Encolhendo os ombros, meu pai pegou sua mão e cumprimentou Gideon. Joguei o pano de prato para os homens e fiz meu caminho para a Ireland, que estava positivamente radiante. Seus olhos azuis brilhavam, as faces coradas com prazer. "Estou tão feliz que você pode vir", eu disse, abraçando-a com cuidado. "Você está linda!" "Você que está!" Era uma mentira, mas eu apreciei isso de qualquer maneira. Eu não tinha feito nada em meu rosto ou cabelo após meu banho, porque eu sabia que o meu pai não se importaria e eu não esperava que Gideon fosse aparecer. Afinal, a última vez que eu falei come ele, ele me disse que iria me encontrar no escritório do Dr. Petersen. Ela olhou para o balcão onde eu tinha despejado tudo. "Posso ajudar?" "Claro.É só não contar calorias em sua cabeça." Eu a apresentei para meu pai, que era muito mais simpático com ela do que com Gideon, e então eu a levei para a pia. Em pouco tempo, eu tinha servido as últimas enchiladas, enquanto meu pai colocava as já refrigeradas Dos Equis que Gideon tinha trazido para o refrigerador. Eu nem sequer me preocupei em saber como Gideon sabia que eu estava servindo comida mexicana para o jantar. Eu só queria saber por que ele perdeu tempo vindo aqui, quando foi muito claro


dizendo que tinha outras coisas para fazer. Meu pai foi para seu quarto para tomar banho. Gideon veio por trás de mim e colocou as mãos na minha cintura, seus lábios roçando no meu pescoço. "Eva". Eu fiquei tensa contra o desejo quase irresistível de me apoiar nele. "Não", eu sussurrei. "Eu prefiro não fingir." Sua respiração o deixou enquando passava o rosto pelo meu cabelo. Seus dedos apertados em meus quadris, amassando-me por um momento. Então eu senti o seu telefone vibrar e ele me soltou, se afastando para olhar para a tela. "Desculpe-me", disse ele bruscamente, deixando a cozinha antes de responder. Ireland aproximou e sussurrou: "Obrigado. Eu sei que você fez ele me trazer. " Eu dei um sorriso para ela. "Ninguém pode fazer Gideon fazer qualquer coisa que ele não queira." "Você pode." Ela sacudiu a cabeça, jogando seu cabelo comprido e elegantemente preto por cima do ombro. "Você não o viu olhando você enquanto dançava com seu pai. Seus olhos estavam brilhantes. Eu pensei que ele ia chorar. E no caminho até aqui, no elevador, eu poderia dizer que ele estava totalmente nervoso. " Fiquei olhando para a lata de molho de enchilada em minhas mãos, sentindo meu coração quebrar um pouco mais. "Você está com raiva dele, não é?" A Ireland perguntou. Eu limpei minha garganta. "Algumas pessoas são simplesmente melhores como amigos." "Mas você disse que o ama." "Isso nem sempre é o suficiente." Eu me virei para alcançar o abridor de lata e encontrei Gideon pé do outro lado da ilha, olhando para mim. Eu congelei.


Um músculo de sua mandíbula se contraiu. "Gostaria de uma cerveja?", Perguntou ele rispidamente. Eu balancei a cabeça. Eu poderia ter usado um tiro também. Talvez alguns. "Quer um copo?" "Não." Ele olhou para Ireland, “Você está com sede? Tem soda, água, leite.” "Que tal uma daquelas cervejas?" Ela o olhou de volta, dando um sorriso cativante. "Tente outra vez", disse ele ironicamente. Eu olhei para Ireland, observando como ela brilhava quando Gideon olhava para ela. Eu não podia acreditar que ele não via como ela o amava. Talvez agora ele ainda não perceba, nem sinta, mas estava lá e iria crescer com um pouco de incentivo. Eu esperava que ele fosse trabalhar com isso. Quando Gideon me entregou a cerveja gelada, seus dedos roçaram nos meus. Ele resistiu por um minuto, olhando nos meus olhos. Eu sabia que ele estava pensando na outra noite. Parecia um sonho, como se sua visita nunca. tivesse realmente acontecido. Eu quase podia acreditar que eu tivesse imaginado isso em uma ilusão desesperada, tão desesperada por seu toque e seu amor que eu não poderia viver mais um minuto sem dar um alívio a minha mente mente. Se não fosse a dor persistente dentro de mim, eu não saberia o que era real e o que era apenas uma falsa esperança. Eu puxei a cerveja fora do seu alcance e ele se afastou. Eu não queria dizer que o que temos tinha acabado, mas era certo agora que precisavamos de um tempo um do outro. Gideon precisava descobrir o que estava fazendo, o que ele estava procurando, e se eu tinha algum lugar significativo em sua vida. Porque esta montanha-russa em que estávamos ia me quebrar, e eu não podia deixar isso acontecer. Eu não faria isso.


“Posso ajudar você em alguma coisa?” ele perguntou. Eu respondi sem olhar para ele, porque isso era muito doloroso. “Você pode ver se conseguimos trazer o Cary para fora? Ele está em uma cadeira de rodas.” "Tudo bem." Ele saiu da sala, e eu pude voltar a respirar. Ireland correu ao meu redor. “O que aconteceu com Cary?” “Eu vou te falar sobre isso quando estivermos na mesa. * * * ***

Fiquei surpresa que eu consegui comer. Eu acho que eu estava muito fascinada pelo confronto silencioso entre meu pai e Gideon para perceber que eu estava enchendo minha boca de comida. Em uma das extremidades da mesa, Cary conversava com Ireland, charmoso gargalhando, o que me fazer sorrir. No outro extremo, meu pai sentou-se na cabeceira da mesa, com Gideon à sua esquerda e eu à sua direita. Eles estavam falando. A conversa tinha começado com o beisebol, como eu esperava, então migrou para o golfe. Na superfície, os dois parecia relaxado, mas o ar em torno deles era muito pesado. Notei que Gideon não estava usando o seu relógio caro. Ele tinha planejado cuidadosamente para aparecer o mais "normal" possível. Mas nada que Gideon fizesse do lado de fora poderia mudar quem ele era no interior. Era impossível esconder o que ele era, um macho dominante, um dono de indústrias, um homem de privilégio. Estava em cada gesto que ele fazia, cada palavra que ele falava, cada olhar que ele dava. Assim, ele e meu pai estavam em posição de luta para descobrir quem seria o alfa, e eu suspeitava que eu estava em jogo. Como se alguém estivesse no controle da minha vida além de mim. Ainda assim, eu entendi que o meu pai só tinha


realmente sido autorizado a ser pai nos últimos quatro anos, e ele não estava pronto para desistir. Gideon, no entanto, estava disputando uma posição que eu não estava mais preparada para lhe dar. Mas ele estava usando o anel que eu tinha dado a ele. Tentei não imaginar qualquer coisa sobre isso, mas eu queria esperar. Eu queria acreditar. Nós todos terminamos o prato principal e eu estava me levantando para limpar a mesa e servir a sobremesa, quando o interfone tocou. Eu atendi "Eva? Detetives Graves e Michna estão aqui", a moça da recepção disse. Olhei para Cary, perguntando-me se os detetives haviam descoberto quem o tinha atacado. Eu liberei a entrada deles e corri de volta para a mesa de jantar. Cary olhou para mim com as sobrancelhas levantadas, curiosos. "São os detetives", eu expliquei. "Talvez eles tenham notícia." Foco do meu pai imediatamente mudou. "Eu os deixei entrar" Ireland me ajudou a limpar a sala. Nós estavamos esvaziado os copos na pia quando a campainha tocou. Limpei minhas mãos com um pano de prato e sai para a sala de estar. Os dois detetives que entraram não eram os que eu esperava, porque eles não eram os mesmos que tinham interrogado Cary no hospital na segunda-feira. Gideon apareceu no corredor, guardando seu telefone no bolso. Gostaria de saber quem tinha ligado para ele a noite toda. "Eva Tramell," a detetive feminina disse, entrando em meu apartamento. Ela era uma mulher magra, com um


rosto fino e olhos azuis, que eram a sua melhor característica. Seu cabelo era castanho e encaracolado, rosto limpo de maquiagem. Ela usava calça escura, uma camisa de algodão e uma jaqueta leve, que não escondia o crachá e a arma presa ao seu cinto. "Eu sou Detetive Shelley Graves da NYPD. Este é o meu parceiro Detetive Richard Michna. Lamentamos perturbá-la em uma noite de sexta-feira."      

Michna era mais velho, mais alto e robusto. Seu cabelo era grisalho, mas ele tinha um rosto forte e olhos escuros. "Olá", eu os cumprimentei. Meu pai fechou a porta, e algo sobre a maneira como ele se portava chamou a atenção de Michna. "Você trabalha?" "Na Califórnia," meu pai confirmou. "Estou visitando Eva, minha filha. O que aconteceu? " "Nós apenas gostaria de fazer algumas perguntas, Senhorita Tramell," Graves disse. Ela olhou para Gideon. "E você, também, o Sr. Cross." "Isso tem algo a ver com o ataque a Cary?", eu perguntei. Ela olhou para ele. "Por que não nos sentamos?" Todos nós fomos para a sala de estar, mas apenas Ireland e eu nos sentamos. Todos os demais permaneceram em pé, e meu pai empurrava a cadeira de rodas de Cary. "Bonito lugar que você tem aqui", disse Michna. "Obrigada." Eu olhei para Cary, perguntando o que diabos estava acontecendo. "Quanto tempo vai ficar na cidade?" O detetive perguntou o meu pai. "Só o fim de semana."


Graves sorriu para mim. "Você vai muito a Califórnia ver seu pai?" "Acabei de me mudar de lá, a alguns meses." "Eu fui para a Disneylândia uma vez, quando eu era criança", disse ela. "Isso foi há um tempo atrás, obviamente. Eu tenho sentido vontade de voltar para lá. " Eu fiz uma careta, não entendendo porque estávamos tendo essa conversa. "Nós só precisamos lhe fazer algumas perguntas", Michna disse, puxando um bloco de notas do bolso de dentro de sua jaqueta. "Nós não queremos atrapalhalos por mais tempo do que precisamos." Graves balançou a cabeça, e olhou para mim. "Pode nos dizer se você está familiarizada com um homem chamado Nathan Barker, Senhorita Tramell?" A sala girou. Cary xingou e se levantou ainda instável em seus pés, deu uns passos para alcançar o assento ao meu lado. Ele pegou a minha mão. "Senhorita Tramell?" Graves tomou um assento no outro extremo. "Ele é seu ex-irmão de criação", Cary estalou. "O que tem isso?" "Quando foi a última vez que viu Barker?" Michna perguntou. Em um tribunal. . . . . Tentei engolir, mas minha boca estava seca como serragem. "Oito anos atrás," eu disse com a voz rouca. "Você sabia que ele estava aqui em Nova York?" Oh Deus. Eu balancei a cabeça violentamente. "Onde vocês querem chegar?" Meu pai perguntou. Eu olhei desesperada para Cary, depois para Gideon. Meu pai não sabia sobre Nathan. Eu não queria que ele soubesse.


Cary apertou minha mão. Gideon nem sequer olhava para mim. "Sr. Cross", disse Graves. "E você?" "E eu?" "Você sabe de Nathan Barker?" Meus olhos imploravam para Gideon não dizer nada na frente do meu pai, mas ele nem olhou para mim. "Você não deveria estar fazendo essa pergunta", respondeu ele, "se você já não sabe a resposta." Meu estômago tremeu. Um tremor violento passou por mim. Ainda assim, Gideon não olhava para mim. Meu cérebro estava tentando processar o que estava acontecendo. . . . . o que significava. . . . . "Existe um motivo para essas perguntas?" Meu pai perguntou. O sangue rugia nos meus ouvidos. Meu coração estava batendo em um ritmo parecido com o terror. O simples pensamento de Nathan estar tão perto foi suficiente para me colocar em pânico. Eu estava ofegante. A sala estava nadando diante de meus olhos. Graves estava me observando como um falcão. "Você pode nos dizer onde você estava ontem, Senhorita Tramell?" "Onde eu estava?" Eu repeti. "Ontem?" "Não responda," meu pai mandou. "Este interrogatório não vai continuar até que saibamos do que se trata." Michna balançou a cabeça, como se tivesse esperando a interrupção. "Nathan Barker foi encontrado morto esta manhã."  


Capitulo 16 Assim que o detetive Michna termina a frase, meu pai corta e pergunta - "O que estamos fazendo aqui?", ele diz severamente. "Se você tiver dúvidas, você pode consultar minha filha sobre contratar um advogado." "E você, Sr. Cross?" O olhar de Michna mudou-se para Gideon. "Você se importaria de nos dizer onde você estava ontem?" Gideon mudou de posição atrás do sofá. "Por que não falar enquanto eu te mostro?" Eu olhei para ele, mas ele ainda não olhava para mim. O que mais fez que ele não quisesse que eu soubesse? Quanto ele estava escondendo de mim? Os dedos de Irlanda estavam entrelaçados com os meus. Cary sentou entre eu e Irlanda, por outro, enquanto o homem que eu amava estava a vários metros de distância e não tinha me olhado em quase meia hora. Senti-me como se uma pedra fria estivesse em meu estômago. O detetive pegou meus números de telefone com Gideon. Eu assisti os três saírem, vi meu pai olhando Gideon com um especulativo olhar difícil. "Talvez ele estivesse comprando-lhe um anel de noivado", sussurrou a Irlanda. "E ele não quer estragar a surpresa." Eu apertei sua mão por ser doce e pensar tão bem de seu irmão. Eu esperava que ele nunca a decepcionasse ou a desiludisse. Da forma que eu já estava desiludida. Gideon


e eu não teríamos nada juntos, se ele não conseguisse ser honesto comigo. Por que ele não me contou sobre Nathan? Liberando Cary e Irlanda, me levantei e fui até a cozinha. Meu pai me seguiu. "Quer me contar o que está acontecendo?", ele perguntou. "Eu não tenho ideia. Isso tudo é novidade para mim." Ele inclinou seu quadril para o balcão e me estudou. "Qual é a história entre você e Barker Nathan? Você ouviu seu nome e olhou como se fosse fugir." Eu comecei a enxaguar os pratos e tirá-los para da máquina de lavar louça. "Ele era um valentão, pai. Isto é tudo. Ele não gostou que seu pai tivesse se casado novamente, e ele, particularmente, não gostou que sua madrasta mais nova já tivesse um filho." "O que Gideon tem haver com ele?" "Essa é uma pergunta muito boa." Então agarrei a borda da pia, abaixei a cabeça e fechei os olhos. Isso era o que tinha levado o problema entre mim e Gideon-Nathan. Eu sabia. "Eva?" As mãos do meu pai estavam em meus ombros e massageavam os rígidos músculos doloridos. "Você está bem?" "Eu-eu estou cansada. Eu não tenho dormido bem." Eu desligo a água e deixo o resto dos pratos onde eles estavam. Fui para o armário onde guardávamos nossas


vitaminas e os medicamentos e tirei dois analgésicos noturnos. Queria um sono profundo e sem sonhos. Eu precisava disso, então eu poderia acordar em condições de descobrir o que eu precisava fazer. Eu olhei para o meu pai. "Você pode cuidar da Irlanda até Gideon estar de volta?" "É claro." Ele beijou minha testa. "Falaremos de manhã". Irlanda encontrou-me antes que eu pudesse encontrá-la. "Você está bem?", Ela perguntou, entrando na cozinha. "Eu vou deitar-me, se você não se importa. Eu sei que é ruim." "Não, está tudo bem." "Realmente, eu sinto muito." Eu a puxei para perto em um abraço. "Nós vamos fazer isso de novo. Talvez um dia de meninas? Ir ao SPA ou ir às compras?” "Claro. Você me chama?" "Eu vou dormir." Eu a soltei e atravessei a sala de estar para chegar ao corredor. A porta da frente se abriu e Gideon entrou, nossos olhares se encontraram, não podia ler nada em sua expressão. Eu desviei o olhar, fui para o meu quarto e tranquei a porta. *** Acordei às nove da manhã seguinte, sentindo-me zonza e mal-humorada, mas já não tão cansada. Eu sabia que


precisava telefonar para Stanton e para minha mãe, mas eu precisava de cafeína em primeiro lugar. Lavei o rosto, escovei os dentes, e me arrastei até a sala de estar. Eu estava quase à porta da cozinha, sentindo o cheiro delicioso do café quando a campainha tocou. Meu coração pulou em um salto. Eu não deixar de ter a reação instintiva de pensar que era Gideon, uma das três pessoas autorizadas a passar a recepção. Mas quando eu abri a porta, vi que era minha mãe. Eu esperava que eu não tivesse parecido muito desapontada, mas eu não acho que ela tenha percebido de qualquer maneira. Ela passou direto por mim em um esvoaçante vestido verde que parecia pintado, e ela arrastou-o, como muito poucas mulheres poderiam, fazer a roupa sexy e elegante tornar-se apropriada para sua idade, além do que ela parecia jovem o suficiente para ser minha irmã. Ela passou um olhar sobre meu moletom confortável e camisola antes de dizer: "Eva. Meu Deus. Você não tem ideia...”. "Nathan está morto." Eu fechei a porta e olhei nervosamente para o corredor no quarto de hóspedes, rezando para que meu pai ainda estivesse no fuso as Costa oeste e continuasse dormindo. "Ah." Ela virou-se e olhou para mim, e eu dei a minha primeira boa olhada nela. Sua boca estava diluída com a preocupação, seus olhos azuis assombrados. "Logo a polícia passará por aqui. Eles acabaram nos deixar."


"Eles estavam aqui na noite passada." Fui para a cozinha direto para a cafeteira. "Por que você não nos chamou? Deveríamos estar com você. Você deveria ter tido um advogado com você, no mínimo." "Foi uma visita muito rápida mãe. Quer um pouco?" Eu levantei a garrafa. "Não, obrigada. Você não deve beber muito dessas coisas. Isso não é bom para você." Eu coloquei a garrafa de volta e abri a geladeira. "Querido Deus, Eva!" minha mãe murmurou, me observando. "Você percebe quantas calorias tem nesse donnut?" Eu coloquei uma garrafa de água na sua frente e voltei para tomar meu café. "Eles estiveram aqui por cerca de 30 minutos e depois saíram. Eu não disse nada sobre Nathan além de que era meu meio-irmão e que eu não o havia visto nenhuma vez em oito anos." "Graças a Deus que você não contou mais." Ela torceu a tampa para abrir a água. Peguei minha caneca. "Vamos para a minha sala de estar." "O quê? Por quê? Você nunca se senta lá dentro." Ela estava certa, mas usá-la ajudaria a prevenir uma briga entre meus pais.


"Mas você gosta", eu apontei. Entramos no meu quarto e fechei a porta atrás de nós, dando um suspiro de alívio. "Eu gosto muito dela," minha mãe disse, virando-se para olhar tudo ao redor. É claro que ela gostava; ela decorou. Eu gostei, também, mas realmente não tenho um uso para ela. Eu pensei em transformá-lo em um quarto adjacente para Gideon, mas tudo pode mudar agora. Ele se afastou de mim, escondendo Nathan e um jantar com Corinne de mim. Eu queria uma explicação, e dependendo do ele dissesse, íamos seguir em frente ou tomaríamos as medidas dolorosas para nos afastarmos um do outro. Minha mãe estava deitada graciosamente na espreguiçadeira, seu olhar descaçava em mim. "Você vai ter que ter muito cuidado com a polícia, Eva. Se eles quiserem falar com você de novo, conversaremos com Richard para que você tenha seus advogados presentes." "Por quê? Eu não entendo por que eu deveria me preocupar com o que dizem ou não dizem. Eu não fiz nada de errado. Eu nem sabia que ele estava na cidade." Eu a vi seu olhar escorregar para longe do meu, e falei em tom firme: "O que está acontecendo, mamãe?" Ela tomou um gole de água antes de falar. "Nathan apareceu no escritório de Richard, na semana passada. Ele queria dois milhões e meio de dólares." Houve um rugido repentino nos meus ouvidos. "O que?"


"Ele queria dinheiro", disse ela rigidamente. "Muito." "Por que diabos ele achava que ele daria?" "Ele tinha fotos, Eva". Seu lábio inferior começou a tremer. "E vídeos. De você." "Oh, meu Deus". Deixei meu café de lado com as mãos trêmulas e me inclinei, colocando minha cabeça entre os joelhos. "Oh Deus, eu vou ficar doente." E Gideon tinha visto Nathan, ele confessou quando respondeu a perguntas dos detetives. E se ele tivesse visto as fotos? Esse pensamento me repugnou...isso explicaria por que ele não me contou. Por que ele estava tão atormentado quando ele veio para a minha cama. Ele poderia ainda me querer, mas ele poderia não ser capaz de viver com as imagens que agora enchiam sua cabeça. Tem que ser assim, ele disse. Um som horrível me escapou. Eu não podia sequer começar a imaginar o que Nathan pode ter fotografado. Eu não queria. Não é de admirar Gideon não conseguiu ficar e olhar para mim. Quando ele tinha feito amor comigo pela última vez, ele estava em completa escuridão, onde ele pudesse me ouvir e cheirar-me e sinto-me, mas não me ver. Eu abafei um grito de dor, mordendo meu antebraço. "Bebê, não!" Minha mãe caiu de joelhos na minha frente, pedindo-me gentilmente para sair da cadeira e ir para chão


onde ela poderia me balançar. "Shh. É o fim. Ele está morto." Eu me enrolei em seu colo, chorando, percebendo que era realmente sobre eu ter perdido Gideon. Ele odeia a si mesmo por se afastar de mim, mas eu entendi por que ele não pode ser capaz de se conter. Se olhar para mim agora o lembrou de seu passado brutal, como ele poderia suportar isso? Como poderia? A mão da minha mãe acariciou o meu cabelo. Eu senti-a chorando, também. "Shh", ela calou-me, com a voz trêmula. "Shh, querida. Eu estou você. Eu vou cuidar de você." Eventualmente havia lágrimas, mas parei de chorar. Eu estava vazia, mas com esse vazio veio nova clareza. Eu não poderia mudar o que tinha acontecido, mas eu poderia fazer o que era necessário para ter certeza de que ninguém que me amava sofreu por isso. Sentei-me e enxuguei os olhos. "Você não deve fazer isso", minha mãe ralhou. "Esfregando os olhos assim vai ficar com rugas." Por alguma razão, eu encontrei na sua preocupação para os meus futuros pés de galinha um riso histérico. Tentei segurá-lo, mas uma risada saiu livre. "Eva Lauren!"


Eu pensei que sua indignação era engraçada também. Eu ri mais um pouco, e quando eu comecei, eu não podia parar. Eu ri até que meus lábios doerem e eu caí. "Ah, pare com isso!" Ela empurrou meu ombro. "Não é engraçado." Eu ri até que consegui espremer algumas lágrimas mais. "Eva, realmente!" Mas ela estava começando a sorrir. Eu ri até que eu não estava rindo tanto que comecei a soluçar de novo, seco e silencioso. Ouvi minha mãe rindo, e que de alguma forma perfeitamente se misturava com a minha dor de instantes atrás. Eu não podia explicar, mas tão horrível e sem esperança quanto eu, minha mãe era uma presença completa, com todas as suas peculiaridades e admoestações que me levaram a insanidade, era só o que eu precisava. Com as mãos no meu estômago, com cólicas respirei profundamente. "Será que ele faria isso?" Eu perguntei em voz baixa. Seu sorriso desapareceu. "Quem? Richard? Organizar o que? O dinheiro? Oh.” Eu esperei. "Não", ela protestou. "Ele não faria isso. Não é assim que sua mente funciona." "Tudo bem. Eu só tinha que saber." Eu não podia ver Stanton fazendo algo assim. Mas Gideon... Eu sabia que


em seus pesadelos o seu desejo de vingança era colorido pela violência. E eu o tinha visto lutar com Brett. A lembrança ficou gravada em minha mente. Gideon era capaz, e com a sua história eu respirei fundo, depois apagou. "Quanto é que a polícia sabe?" "Tudo". Seus olhos estavam macios e úmidos com a culpa. "O sigilo nos registros de Nathan foi quebrado quando ele morreu." "E como é que ele morreu?" "Eles não dizem." "Eu suponho que não é importante. Temos um motivo." Eu passei a mão pelo meu cabelo. "Provavelmente, não importa que nós não tenhamos tido pessoalmente a oportunidade. Você tem um álibi, não é? E Stanton?" "Sim. E você também?" "Sim." Mas eu não sabia sobre Gideon. Não que isso importasse. Ninguém esperaria que homens como Gideon e Stanton fossem sujar as mãos limpando uma bagunça como Nathan. Tivemos mais de um motivo, a chantagem e a vingança por aquilo que ele fez para mim e com meios e recursos, nos deu a oportunidade. *** Escovei meu cabelo de novo e joguei água no meu rosto, o tempo todo pensando em como eu ia conseguir ficar com a minha mãe em meu apartamento sem ser detectada. Quando eu a encontrei ela estava vasculhando o armário


do meu quarto, como sempre preocupada sobre o meu estilo e aparência, eu sabia o que fazer. "Lembre-se da saia eu peguei na Macy´s?" Eu perguntei a ela. "A verde?" "Oh, sim. Muito bonita." "Eu não tenho sido capaz de usá-la, porque eu não posso pensar em alguma blusa que fique bem com ela. Você pode me ajudar a encontrar alguma coisa?" "Eva", disse ela, exasperada. "Você deveria ter criado um estilo pessoal!" "Ajude-me mãe. Já volto." Eu levei a minha caneca de café, para ter um motivo para deixá-la. "Não vá a lugar nenhum." "Para onde eu iria?", respondeu ela, com a voz abafada por ter entrado mais fundo no meu closet. Eu fiz uma verificação rápida da sala de estar e cozinha. Meu pai estava longe de ser visto e sua porta do quarto estava fechada, como estava também a de Cary. Corri de volta para o meu quarto. "Você gosta dessa?", Ela perguntou, segurando uma blusa de seda em tons de champanhe. A combinação era linda e elegante. "Eu amo isso! Você é fantástica! Obrigado. Mas eu tenho certeza que você tem que ir agora, certo? Eu não quero segurar você.”


Minha mãe franziu a testa para mim. "Eu não estou com pressa." "como está Stanton? Isso tem que estar pesando em sua mente. E é um sábado, ele sempre reserva os fins de semana para você. Ele precisa ter um tempo com você." E Deus, eu me sinto terrível por seu stress. Stanton tinha gasto uma grande parte do seu tempo e dinheiro em questões relativas a mim e Nathan ao longo dos quatro anos que tinha sido casado com a minha mãe. Era pedir demais de qualquer um, mas ele veio através de nós. Para o resto da minha vida, eu devo a ele isso por amar muito minha mãe. "Isso está pesando em sua mente, também", argumentou. "Eu quero estar aqui para você, Eva. Eu quero apoiá-la." Minha garganta estava apertada, entendendo que ela estava tentando fazer as pazes para o que tinha acontecido comigo, porque ela era incapaz de perdoar a si mesma. "Está tudo bem", eu disse rouca. "Eu vou ficar bem. E, honestamente, eu me sentiria terrível de mantê-la longe de Stanton depois de tudo que ele fez por nós. Você é a sua recompensa, seu pequeno pedaço do céu no final da uma semana de trabalho sem fim." Seus lábios se curvaram em um sorriso encantador. "Que coisa bonita de dizer." Sim, eu pensava assim, também, e Gideon algumas vezes disse coisas semelhantes a mim.


Parecia impossível que apenas uma semana antes, tínhamos estado na casa de praia, loucos de amor e tomando firmes passos à frente em nosso relacionamento. Mas agora que a confiança foi quebrada, e agora eu sabia o porquê. Eu estava com raiva e mágoa que Gideon tivesse guardado algo tão monumental como Nathan estar em Nova York escondido de mim. Eu estava furiosa por não ter falado comigo sobre o que ele estava pensando e sentindo. Mas eu entendi, também. Ele era um homem que tinha evitado falar sobre coisas pessoais por anos e anos, e nós não estávamos juntos tempo suficiente para que o hábito pudesse mudar sua vida. Eu não podia culpá-lo por ser quem ele era, assim como eu não poderia culpá-lo por decidir que não poderia viver com o que eu era. Com um suspiro, eu fui para junto de minha mãe e a abracei. "Ter você aqui é o que eu precisava, Mama. Chorando e rindo e sentada com você. Nada poderia ser mais perfeito do que isso. Obrigada." "Sério?" Ela me abraçou com força, sentindo-a tão pequena e delicada em meus braços, mesmo que fossemos do mesmo tamanho. "Eu pensei que você estivesse enlouquecendo." Afastei-me e sorri. "Eu acho que eu fiz isso um pouco, mas você me trouxe de volta. E Stanton é um homem bom. Sou grato por tudo que ele fez por nós. Por favor, diga a ele que eu disse isso."


De braços dados eu levei até a porta da frente. Ela me abraçou novamente, suas mãos acariciando as minhas costas. "Ligue-me esta noite e amanhã. Eu quero ter certeza de que você está bem." "Tudo bem." Ela estudou comigo. "E vamos planejar um dia de spa na próxima semana. Se o médico não aprovar que Cary vá, nós traremos os especialistas aqui. Eu acho que todos nós precisaríamos ter um pouco de mimo agora." "Essa é uma maneira muito legal de dizer que parece uma merda." Nós duas estávamos ásperas em torno das bordas, embora ela escondesse muito melhor do que eu. Nathan ainda estava pairando sobre nós como uma nuvem escura, ainda capaz de arruinar vidas e destruir a nossa paz. Mas nós fingíamos que estávamos melhores. Essa foi apenas a maneira que nós fizemos coisas. "Mas você está certa vai ser bom para nós e vai fazer Cary sentir-se muito melhor, mesmo que ele só possa obter uma manicure e pedicuro." "Eu vou fazer os arranjos. Eu não posso esperar!" Minha mãe mostrou seu sorriso megawatt. Que foi o que atingiu meu pai quando abriu a porta da frente. Ele ficou no limiar com as chaves de Cary em sua mão, que foram capturados apenas sobre a deslizar uma na fechadura. Ele estava vestido com seus shorts e sapatos esportivos, encharcado de suor jogou a camisa descuidadamente sobre o ombro. Ainda respirando um pouco de forma rápida e brilhando


de suor sobre a pele bronzeada e os músculos ondulando, Victor Reyes era um pedaço quente de homem. E ele estava olhando para minha mãe de uma forma que era totalmente indecente. Rasgando meu olhar do meu pai para a minha mãe glamorosa, fiquei chocada ao vê-la olhando para o meu pai da mesma forma que ele olhava para ela. De todos os momentos para descobrir que meus pais eram apaixonados um pelo outro, esse era o mais improvável. Bem, eu suspeitava que meu pai estivesse de coração partido sobre a minha mãe, mas eu pensei que ela sentisse vergonha dele, como se ele fosse um grande erro de julgamento em seu passado. "Monica". A voz de meu pai era mais baixa e mais profunda do que eu já ouvira, e muito mais, obviamente, acentuada. "Victor." Minha mãe estava sem fôlego. "O que você está fazendo aqui?" Uma de suas sobrancelhas se levantou. "Visitando a nossa filha." "E agora mãe, você tem que ir", cutuquei dividida entre a novidade de ver meus pais juntos e uma lealdade a Stanton, que era exatamente o que minha mãe precisava. "Eu te ligo mais tarde, mãe."


Meu pai não se moveu por um momento, o olhar deslizando para baixo do comprimento de minha mãe, da cabeça aos pés, em seguida, deslizando de volta novamente. Então, ele tomou uma respiração profunda e afastou. Minha mãe saiu para o corredor e voltou-se para o elevador, e em seguida, no último minuto, ela se virou para trás. Ela colocou a mão sobre o coração do meu pai e levantou-se na ponta dos pés, beijando uma de suas bochechas e depois a outra. "Adeus", ela respirava. Eu a vi andar cambaleante até o elevador e apertar o botão, de costas para nós. Meu pai não desviou o olhar até as portas do elevador se fechar atrás dela. Ele exalou em uma corrida e entrou em meu apartamento. Eu fechei a porta. "Como é que eu não sei que vocês são loucos de amor um com o outro?" O olhar em seus olhos era doloroso para testemunhar. A agonia prima era como uma ferida aberta. "Porque não significa nada." "Eu não acredito nisso. O amor é tudo." "Ele não conquista tudo como eles dizem." Ele bufou. "Você pode ver sua mãe ser a esposa de um policial?" Eu estremeci.


"Certo", ele disse secamente, enxugando a testa com a camisa. "Às vezes o amor não é suficiente. E se isso não for suficiente, o que é bom?" A amargura que ouvi em suas palavras era algo que eu conhecia muito bem a mim mesmo. Eu passei por ele e fui para a cozinha. Meu pai me seguiu. "Você está apaixonada por Gideon Cruz?" "Não é óbvio?" "Ele está apaixonado por você?" Porque eu não tinha energia, eu larguei minha caneca na pia e peguei outra para mim e para o meu pai. "Eu não sei. Eu sei que ele me quer, e às vezes ele precisa de mim. Eu acho que ele faria qualquer coisa que pudesse para mim se eu pedisse, porque eu penetrei sob sua pele um pouco." Mas ele não podia dizer-me que ele me amava. Ele não iria me contar sobre o seu passado. E ele não podia, aparentemente, vive com a evidência de meu passado. "Você tem uma boa cabeça em seus ombros." Puxei grãos de café fora do freezer para fazer uma jarra. "Isso é sério, pai discutível." "Você é honesta com você mesmo. Isso é uma boa característica de ter." Ele me deu um sorriso tenso quando olhei por cima do ombro para ele. "Eu usei o seu tablet


antes para verificar o meu e-mail. Foi na mesa de café. Eu espero que você não se importe." Eu balancei a cabeça. "Sirva-se". "Eu naveguei pela Internet, enquanto eu estava lá. Queria ver o que aparecia sobre Cross". Meu coração se afundou um pouco. "Você não gosta dele." "Eu estou procurando não julgar." A voz do meu pai desapareceu quando ele se mudou para a sala de estar, em seguida, reforçou novamente como ele voltou com meu tablet na mão. Então ele abriu caixa de proteção do tablet e começou a tocar na tela. "Eu tive dificuldade sobre obter algo a respeito dele na noite passada. Eu só queria um pouco mais informações. Eu encontrei algumas fotos de vocês dois juntos, que pareciam promissoras." Ele foi olhar na tela. "Então, eu encontrei outra coisa." Ele virou o comprimido em volta para me encarar. "Você pode explicar isso para mim? É outra irmã dele?" Deixando o café moído para se sentar, eu aproximei meus olhos no artigo, meu pai tinha encontrado na página seis. A imagem era de Gideon e Corinne em algum tipo de coquetel. Ele tinha o braço em volta da cintura, e sua linguagem corporal era familiar e íntima. Ele estava muito próximo a ela, seus lábios quase tocando seu templo. Ela tinha uma bebida na mão e estava rindo. Peguei o tablet e


li a legenda: Gideon Cross, CEO da Cross Industries, e Corinne Giroux no misturador publicidade Vodka Kingsman. Meus dedos tremiam enquanto eu rolava para a parte superior da página e lia o artigo breve, em busca de mais informações. Fui entorpecida quando eu vi que a data tinha sido Quinta-feira, 6-9, em uma das propriedades de Gideão que eu conhecia muito bem. Ele me comeu lá, assim como ele tinha fodido dezenas de mulheres lá. Gideon não ficou para a nossa consulta com o Dr. Petersen e levou Corinne para o hotel foda-pad. Isso era o que ele queria dizer aos detetives que ele não queria que eu ouvisse: Seu álibi era uma noite, talvez toda a noite que passou com outra mulher. Virei o tablet para baixo com mais cuidado do que o necessário, eu soltei a respiração que eu estava segurando. "Essa não é sua irmã." "Eu não penso isso." Eu olhei para ele. "Você poderia me fazer um favor e terminar de fazer o café? Eu tenho um telefonema para fazer." "Claro. Então eu vou tomar um banho." Ele se aproximou e colocou sua mão em cima da minha. "Vamos sair e apagar esta manhã inteira. Parece bom?" "Parece perfeito."


Peguei o telefone fora de sua base e voltei para o meu quarto. Eu bati a discagem rápida para celular Gideon e esperei por ele atender. Três toques mais tarde, ele atendeu. "Cross", disse ele, embora sua tela tenha mostrado que era eu. "Eu realmente não posso falar agora." "Então apenas escute. Eu vou cronometrar um minuto. Um minuto. Um minuto maldito de seu tempo. Você pode me dar isso?" "Eu realmente..." "Será que Nathan mostrou a você fotos minhas?" "Um instante;" "Será que ele?" Eu insisti. "Sim," ele respondeu finalmente. "Você olhou para elas?" Houve uma longa pausa, então, "Sim". Eu suspirei. "Tudo bem. Eu acho que você é um completo idiota por me deixar ir ao consultório do Dr. Petersen, quando você sabia que não iria, porque você estava saindo com outra mulher em meu lugar. Isso é sério, Gideon. E pior, foi um evento Kingsman, também, que deveria ter tido algum valor sentimental para você, considerando que é assim”.


Houve o barulho de uma cadeira sendo empurrada para trás. Corri em desespero para dizer o que precisava ser dito antes que ele desligasse. "Eu acho que você é um covarde por não vir a público e dizer que não estamos mais juntos, especialmente antes de você começar a brincar com outra pessoa." "Eva. Porra." "Mas eu quero que você saiba que, mesmo que a forma como você lidou com isso são muito errados e que você quebrou meu coração em milhões de pedaços minúsculos e eu perdi todo respeito por você, eu não culpo você por como você se sente depois de ver essas fotos de mim. Eu entendo." "Pare". Sua voz era pouco mais que um sussurro, fazendome pensar se Corinne estava com ele até agora. "Eu não quero que você se culpe, ok? Depois do que você e eu passamos, não que eu saiba o que você passou, porque você nunca me disse, mas de qualquer maneira..." Eu suspirei e estremeci. Pior ainda, quando eu abri minha boca novamente, minhas palavras foram banhadas de lágrimas. "Não se culpe. Eu não. Eu só quero que você saiba disso." "Cristo", ele respirou. "Por favor, pare, Eva". "Eu sou isso. Espero que você entenda." Minha mão apertou no meu colo. "Não importa. Tchau".


Eu desliguei o telefone e ele caiu na minha cama. Tirei minhas roupas no caminho para o chuveiro e definir as coisas. Gideon tinha me dado abandonado. Deixei a água tão quente como eu poderia suportá-la e afundou entorpecida para o chão do box. Eu não tinha mais nada.


Capitulo 17 Durante o final de semana, meu pai e eu andamos por toda a cidade. Tenho certeza de que ele comeu em todos os fast food que minha mãe odiaria, no final levamos pizza para casa e dividimos com Cary. Nós fomos até o topo do Empire State Building, que também satisfez a exigência de ver a Estátua da Liberdade. Assistimos uma apresentação de matinê na Broadway. Caminhamos pela Time Square, que estava quente e lotada e com um cheiro terrível, mas havia algumas coisas interessantes e alguns artistas de rua semi-nus. Tirei fotos com meu celular e enviei-os a Cary para que se divertisse. Meu pai ficou impressionado com a presença constante da polícia na cidade e gostou de ver os policiais a cavalo, tanto quanto eu. Pegamos uma carona em torno de Central Park em uma carruagem puxada por cavalos e enfrentamos o metrô juntos. Levei-o ao Rockefeller Center, a Macy´s e ao Crossfire, que ele admitiu ser um impressionante edifício e que ficou entre outros edifícios impressionantes. Mas apesar de tudo, nós estávamos apenas saindo. Principalmente a pé para conversar e estar simplesmente juntos. Eu finalmente descobri como ele conquistou minha mãe. Seu elegante carro esporte havia acabado de furar o pneu e ela entrou na oficina em que ele estava trabalhando. Sua história lembrou-me do velho Billy Joel em "Uptown Girl", e eu disse isso a ele. Meu pai riu e disse que era uma de suas canções favoritas. Ele disse que ainda podia vê-la deslizar de trás do volante do seu carro de brinquedo caro e abalar seu mundo. Ela era a coisa mais linda que ele já tinha visto antes ou depois. . . até eu aparecer. "Você se ressente ela, papai?" "Eu costumava fazer." Ele colocou o braço em volta dos meus ombros. "Eu nunca vou perdoá-la por não lhe dar meu sobrenome quando você nasceu. Mas eu não sou mais louco sobre a coisa de não ter mais dinheiro. Eu nunca seria capaz de fazê-la feliz, a longo prazo, e fui inteligente o suficiente para saber disso." Eu balancei a cabeça, sentindo pena de todos nós. "E realmente", ele suspirou e descansou sua bochecha contra o topo de minha cabeça por um momento, "tanto quanto eu gostaria de poder dar-lhe


todas as coisas que os seus maridos podiam, ainda bem que você está recebendo deles. Eu não sou orgulhoso demais para reconhecer que sua vida é melhor por causa de suas escolhas. E eu não estou chateado com a minha sorte. Eu tenho uma boa vida que me faz feliz e uma filha que me faz muito orgulhoso. Eu me considero um homem rico, porque não há nada neste mundo que eu quero que eu ainda não tenha." Parei de andar e o abracei. "Eu amo você, papai. Estou tão feliz que você esteja aqui." Seus braços me rodearam, e eu pensei que só poderia ser bem eventualmente. Minha mãe e meu pai estavam vivendo suas vidas, sem pensar que eles se amavam. Eu poderia fazê-lo, também. *** Eu caí em depressão depois que meu pai se foi. Os próximos dias se arrastaram. Todo dia eu dizia a mim mesma que eu não estava esperando por algum tipo de contato de Gideon, mas quando eu me arrastava para a cama à noite, eu chorava até dormir porque outro dia havia terminado sem uma palavra dele. As pessoas ao meu redor se preocupavam. Steven e Mark foram muito solícitos na hora do almoço na quarta-feira. Fomos para o restaurante mexicano onde Shawna trabalhava, e os três tentaram me fazer rir e me divertir. Eu o fiz, porque eu adorava passar o tempo com os três e odiava a preocupação que vi em seus olhos, mas havia um buraco dentro de mim que nada podia preencher e uma preocupação sobre a investigação da morte de Nathan. Minha mãe me ligou todos os dias, perguntando se a polícia tinha me procurado de novo, eles não estavam me enchendo porque a polícia entrou em contato com ela ou Stanton naquele dia. Eu me preocupava que estavam circulando em torno Stanton, mas eu tinha que acreditar que, porque o meu padrasto era, obviamente, inocente, não havia nada para encontrar.


Eu me perguntei se eles iriam acabar encontrando alguma coisa. Foi, obviamente, um homicídio ou eles não estariam investigando. Com Nathan sendo novo na cidade, como eles saberiam quem iria querer matá-lo? No fundo da minha mente, eu não pude deixar de pensar que Gideon tinha organizado. Isso tornou mais difícil para mim conseguir pensar sobre ele, porque havia uma parte de mim, a menina que eu tinha sido uma vez, que queria Nathan morto por um longo tempo. Quem é que queria que ele se machucasse como ele me machucaria por anos. Eu perdi minha inocência para ele, assim como a minha virgindade. Eu perdi a minha autoestima e auto respeito. E no final, eu tinha perdido um filho em um aborto espontâneo agonizante quando eu não era mais do que uma criança sozinha. Eu passei por cada minuto um dia de cada vez. Obriguei-me a ir para Parker, para aprender Krav Maga, para assistir TV, para sorrir e rir quando foi apropriado mais especialmente em torno de Cary e para levantar todas as manhãs e enfrentar um novo dia. Tentei ignorar como me sentia morta por dentro. Nada era nítido para mim além da dor que pulsava através de mim como uma dor constante maçante. Eu perdi peso e dormi muito sem me sentir descansada. Na quinta-feira, sexto dia de pós Gideon: Eu deixei uma mensagem com a recepcionista do Dr. Petersen, para deixá-la saber que Gideon e eu não estariamos mais vindo para o nossas sessões. Naquela noite, eu passei com Clancy pelo prédio de Gideon, e deixei o anel que ele havia me dado e a chave do seu apartamento em um envelope lacrado na recepção. Não deixei um bilhete, porque eu havia dito tudo o que tinha a dizer. Na sexta-feira, um dos outros gerentes de contas júnior contratou um assistente, e Mark perguntou se eu podia ajudar o novo contratado a se instalar. Seu nome era Will e eu gostava dele. Ele tinha cabelos escuros encaracolados, que usava cortados rente. Ele tinha costeletas longas e usava óculos de armação quadrada que ficavam muito bem nele. Ele bebia refrigerante em vez de café e ainda estava com sua namorado da escola. Passei boa parte da manhã mostrando-lhe os escritórios. "Você gosta daqui", disse ele. "Eu amo isso aqui.", Sorri.


Sorriu de volta. "Eu estou contente. Eu não tinha certeza no início. Você não parecia muito entusiasmada." "Meu mau. Estou passando por uma separação difícil." Eu tentei encolher os ombros. "É difícil para eu ficar animada sobre alguma coisa agora, até mesmo coisas que eu sou louca. Este trabalho é um deles." "Sinto muito sobre o rompimento", disse ele, os olhos escuros quentes com simpatia. "É. Eu também." Cary estava se sentindo melhor no sábado. Suas costelas ainda estavam enfaixadas e seu braço ainda ficaria ruim por um tempo, mas ele estava andando sozinho e não precisa de enfermeira mais. Minha mãe trouxe uma equipe de beleza para o nosso apartamento e seis mulheres de bata branca de laboratório se espalharam em minha sala de estar. Cary estava no céu. Ele não tinha escrúpulos qualquer sobre desfrutar um dia de spa. Minha mãe parecia cansada, que não era como ela em tudo. Eu sabia que ela estava preocupada com Stanton. E ela também estava pensando sobre meu pai. Parecia impossível para mim que ela não iria, após vê-lo pela primeira vez em quase 25 anos. Seu desejo por ela tinha sido quente e vivo para mim, eu não poderia imaginar como ela deveria estar se sentindo. Quanto a mim, foi ótimo passar o dia em torno de duas pessoas que me amavam e me conhecia bem o suficiente para não trazer Gideon ou me dizer como estava difícil ficar comigo. Minha mãe me trouxe uma caixa de trufas Knipschildt meus favoritos, o que eu saboreei devagar. Foi uma indulgência que ela nunca me repreendeu sobre isso. Mesmo ela concordou que uma mulher tinha direito a chocolate. "O que é que você vai fazer?" Cary me perguntou, olhando para mim com um monte de gosma preta manchada por todo o rosto. Ele estava tendo seu cabelo aparado em seu sexily estilo habitual de disquete, e as unhas dos pés estavam sendo aparadas e lixadas em perfeitos quadrados arredondados. Eu lambia o chocolate dos meus dedos e considerei minha resposta. A última vez que tinha uma dia de spa, eu só concordei por ter um encontro com Gideon. Seria nosso primeiro encontro, e eu sabia que estaria fazendo


sexo. Eu tinha escolhido um pacote desenhado para a sedução, fazendo minha pele macia e perfumada com aromas que supostamente teriam propriedades afrodisíacas. Tudo era diferente agora. De certa forma, eu tive uma segunda chance para fazer as coisas. A investigação sobre a morte de Nathan era uma preocupação para todos nós, mas o fato de que ele se foi da minha vida para sempre me libertou de uma maneira que eu não tinha percebido que eu precisava. Em algum lugar no fundo da minha mente, o medo deve ter sido escondido ali. Foi sempre uma possibilidade de que eu pudesse vê-lo de novo, enquanto ele estava vivo. Agora eu estou livre. Eu também tive uma nova chance de abraçar a minha vida em Nova York de uma maneira que eu não tinha antes. Eu não tinha que prestar contas a ninguém. Eu poderia ir a qualquer lugar com qualquer um. Eu poderia ser ninguém. Quem era Eva Tramell que vivia em Manhattan e teve seu emprego de sonho em uma agência de publicidade? Eu não sei ainda. Até agora, eu havia sido varrida para a órbita de um homem enigmático e incrivelmente poderoso. Eu provavelmente ficaria enrolada em um canto lambendo minhas feridas por muito tempo. Talvez para sempre, porque eu não poderia imaginar que iria me apaixonar de novo como me apaixonei por Gideon. Para melhor ou pior, ele era minha alma gêmea. A outra metade de mim de muitas maneiras, ele era o meu reflexo. "Eva?" Cary cutucou, me estudando. "Eu quero tudo feito", disse decisivamente. "Eu quero um novo corte de cabelo. Algo curto, glamouroso e chique. Eu quero minhas unhas pintadas motor de vermelho fogo. Quero ser uma nova Eva.” As sobrancelhas de Cary ficaram rosa. "Unhas, sim. Cabelo, talvez. Você não deve tomar decisões radicais quando você está fodida por um cara. Elas voltam para assombrá-lo." Levantei meu queixo e declarei: "Eu estou fazendo isso, Cary Taylor. Você pode ajudar ou calar a boca e assistir." "Eva!" Minha mãe praticamente gritou. "Você vai ficar surpreendente! Eu sei que a coisa tem haver com o seu cabelo. Você vai adorar!"


Os lábios de Cary tremeram. "Tudo bem, então, menina. Vamos ver o que Nova Eva parece." *** Nova Eva acabou por ser um sexpot moderno, um pouco nervosa. Minha cabeleira uma vez longa, lisa e loira estava agora na altura dos ombros e o corte em camadas longas, com destaque platina espalhados por tudo e emoldurando meu rosto. Eu tive a minha maquiagem feita, também, para ver que tipo de olhar eu deveria emparelhar com o meu novo penteado, e eu aprendi que cinza esfumaçado para meus olhos era o caminho a seguir, junto com suaves gloss rosa. No final, eu não tinha ido com vermelho para as unhas e escolhi chocolate. Eu realmente gostei. Por enquanto, pelo menos. Eu estava disposta a admitir que poderia ultrapassar essa fase. "Ok, eu vou levá-la para dar uma volta", disse Cary, assobiando. "É claro que você usa rompimentos muito bem." "Vê?" Minha mãe cantou, sorrindo. "Eu te disse! Agora você parece um sofisticado urbano." "É assim que você chama isso?" Eu estudei o meu reflexo no espelho, espantada com a transformação. Eu parecia um pouco mais velha. Definitivamente mais polida. Certamente mais sexy. Ele aumentou o meu espírito para ver alguém olhando para mim, além da mulher de olhos fundos e jovem que eu tenho visto por quase duas semanas. De alguma forma, meu rosto estava mais fino e triste, meus olhos combinavam bem com o estilo mais ousado. Minha mãe insistiu que eu saisse para jantar, uma vez que tudo parecia tão bom. Ela chamou Stanton e disse-lhe para se preparar para uma noite fora, e eu poderia dizer pelo final de sua conversa que ela estava encantando-o com sua excitação feminina. Ela deixou-o escolher o lugar e fazer os arranjos, em seguida, continuou com a minha reforma escolhendo um vestido preto do meu armário. Como eu rejeitei, ela levantou um dos meus vestidos de cocktail de marfim.


"Vá em frente", eu disse a ela, achando divertido e bastante surpreendente que minha mãe poderia estar vestindo as roupas de alguém quase 20 anos mais jovem. Quando terminou, ela foi ao quarto de Cary e ajudou-o ficar pronto. Eu assisti através da porta, como minha mãe se preocupava com ele, falando o tempo todo. Cary ficou lá com um sorriso doce no rosto, seus olhos seguindo-a ao redor da sala com algo parecido com alegria. Suas mãos deslizando sobre seus ombros largos, alisando a roupa e ajudando a vestir a camisa, e então ela habilmente deu o nó da gravata e afastou-se para apreciar sua obra. A manga em seu braço machucado estava desabotoada e enrolada, e seu rosto ainda tinha tons de amarelo e roxo das contusões, mas nada poderia prejudicar o efeito global de Cary Taylor vestido para uma noite fora casualmente elegante. O sorriso da minha mãe iluminou o quarto. "Impressionante Cary. Simplesmente impressionante." "Obrigado." Deu um passo à frente, e o beijou na bochecha. "Quase tão lindo por fora como você é por dentro." Eu o vi piscar e olhar para mim, seus olhos verdes cheios de confusão. Eu me inclinei para o batente da porta e disse: "Alguns de nós podem ver através de você, Cary Taylor. Essa aparência deslumbrante não nos engana. Nós sabemos que você tem um coração grande e belo dentro de você." "Vamos lá!" Minha mãe disse, agarrando ambas as nossas mãos e puxandonos para fora da sala. Quando nós descemos para o lobby, encontramos a espera a limusine de Stanton. Meu padrasto saiu da parte de trás e passou os braços em volta da minha mãe, pressionando um beijo em sua bochecha, porque ele sabia que ela não gostaria de estragar o batom. Stanton era um homem atraente, com cabelo branco de neve e azul denim nos olhos. Seu rosto tinha alguns traços de seus anos, mas ele ainda era um homem muito atraente, em forma e ativo.


"Eva!" Ele me abraçou, também, e beijou meu rosto. "Você está arrebatadora." Eu sorri, não tendo certeza se ser "arrebatadora" significava que parecia que eu estava indo para violentar alguém ou estava esperando para ser violada. Stanton apertou a mão de Cary e deu-lhe um tapa suave no ombro. "É bom vê-lo de volta em seus pés, meu jovem. Você nos deu todo um susto." "Obrigado. Por tudo." "Não, agradeça", Stanton disse, acenando-lhe. "Nunca mais." Minha mãe respirou fundo, em seguida, para deixá-lo fora. Seus olhos brilhavam quando viu Stanton. Ela me pegou olhando para ela e sorriu, e era um sorriso pacífico. Nós terminamos em um clube privado com uma grande banda, dois cantores do sexo masculino e uma excelente mulher. Eles trocaram de frequência ao longo da noite, fornecendo o acompanhamento perfeito para uma refeição à luz de velas servido em uma cabine de veludo de espaldar alto direito, como uma foto clássica da sociedade de Manhattan. Eu não poderia deixar de ter me encantado. Entre o jantar e sobremesa, Cary me pediu para dançar. Nós tínhamos tido aulas de dança formais juntos, por insistência de minha mãe, mas tínhamos que ter calma com as lesões de Cary. Nós basicamente só balançamos no lugar, aproveitando o contentamento que veio para terminar um dia feliz com uma boa refeição compartilhada com os entes queridos. "Olhe para eles", Cary disse, observando Stanton habilmente levar minha mãe ao redor da pista de dança. "Ele é louco por ela." "Sim. E ela é boa para ele. Eles se dão, um ao outro o que eles precisam. " Ele olhou para mim. "Você está pensando sobre o seu pai?" "Um pouco." Eu subi e corri meus dedos pelo cabelo, passando pelos fios mais longos e mais escuros que pareciam seda grossa. "Eu nunca pensei em mim como romântica. Quer dizer, eu gosto de romance e grandes gestos e esse sentimento embriagador que começa quando você está se apaixonando


por alguém. Mas a fantasia do Príncipe Encantado, ou casar com o amor de sua vida não era a minha praia." "Você e eu, menina, estamos muito cansados. Nós só queremos sexo alucinante com alguém que sabe que está fodido e aceita-nos." Minha boca se retorceu ironicamente. "Em algum lugar ao longo do caminho, eu me iludi pensando que Gideon e eu poderiamos ter tudo isso. Que estar apaixonados era tudo que precisávamos. Eu acho que porque eu nunca pensei que eu iria me apaixonar assim, e há o mito de que quando você o faz, você está prestes a viver felizes para sempre. " Cary pressionou seus lábios na minha testa. "Sinto muito, Eva. Eu sei que você está sofrendo. Eu gostaria de poder ajudá-la." "Eu não sei por que nunca me ocorreu apenas encontrar alguém para apensas ser feliz junto comigo." "Pena que não querem bater um ao outro. Nós seriamos perfeito." Eu ri e ele inclinou meu rosto contra seu coração. Quando a música terminou, nos separamos e nos dirigimos para a nossa mesa. Eu senti os dedos circundarem meu pulso e virei minha cabeça Eu encontrei-me olhando nos olhos de Christopher Vidal Jr., irmão de Gideão. "Eu gostaria de ter a próxima dança", disse ele, sua boca se curvou em um sorriso de menino. Não havia sinal do homem malicioso que eu havia testemunhado em um vídeo secreto que Cary teve capturado durante uma festa no jardim da residência de Vidal. Cary se aproximou, me olhando profundamente. Meu primeiro instinto foi o de recusar Christopher, e então eu olhei em volta. "Você está aqui sozinho?" "Será que isso importa?" Ele puxou-me em seus braços. "Você é com quem eu quero dançar. Eu a levo." Ele disse a Cary, arrastando-me. Nós conhecemos assim, com ele me pedindo para dançar. Eu estava no meu primeiro encontro com Gideon, e as coisas já haviam começado a desmoronar naquele ponto.


"Você está fantástica, Eva. Eu amo o seu cabelo." Eu consegui esboçar um sorriso apertado. "Obrigada." "Relaxe", disse ele. "Você é tão rígida. Eu não vou morder." "Desculpe. Só quero ter certeza que eu não vou ofender quem quer que esteja com você aqui." "Apenas meus pais e o agente de um cantor que gostaria de assinar com a gravadora Vidal." "Ah." Meu sorriso se alargou genuinamente. Isso foi exatamente o que eu estava esperando ouvir. Enquanto dançávamos, eu procurei o casal. Eu vi isso como um sinal quando a música terminou e Elizabeth Vidal levantou, pegando meu olho. Afastou-se de sua mesa e eu afastei-me de Christopher, que protestou. "Eu tenho que tomar um ar," eu disse a ele. "Tudo bem. Mas eu insisto em comprar-lhe uma bebida quando você voltar." Fui ao encontro de sua mãe, debatendo se devo ou não sair e dizer a Christopher que eu achava ele um babaca total de proporções épicas. Eu não sabia se Madalena tinha dito a ele sobre o vídeo, e se ela não tivesse, eu percebi que havia provavelmente uma boa razão. Eu esperei por Elizabeth fora do banheiro. Quando ela reapareceu, ela me viu saindo no corredor e sorriu. A mãe de Gideon é uma bela mulher, com cabelo liso preto longo e os mesmos incríveis olhos azuis como seu filho e Irlanda. Olhar para ela fez meu coração doer. Eu perdi Gideon. Foi uma batalha por hora comigo mesmo para não contatá-lo e tomar tudo o que eu poderia receber. "Eva". Ela me cumprimentou com beijos no ar para cada uma de minhas bochechas. "Christopher disse que era você. Eu não reconheci você em primeiro lugar. Você parece tão diferente, com seu cabelo novo. Eu achei adorável." "Obrigada. Eu preciso falar com você. Em particular."


"Oh", ela franziu a testa. "Há algo de errado? É Gideon?" "Vamos." Fiz um gesto mais profundo pelo corredor, em direção à saída de emergência. "O que é isso?" Uma vez que estávamos longe do banheiro, eu disse a ela. "Lembra quando Gideon era uma criança e ele disse que havia sido abusado ou violado?" Seu rosto empalideceu. "Ele te contou sobre isso?" "Não. Mas eu testemunhei seus pesadelos. Seus horríveis, feios e terríveis pesadelos, onde ele implora por piedade." Minha voz estava baixa, mas pulsava com raiva. Era tudo que eu podia fazer para não manter minhas mãos para mim quando ela ficou olhando tanto envergonhado como relutante. "Era seu dever proteger e apoiar a ele!" Seu queixo subiu. "Você não sabe" "Você não é a culpada pelo que aconteceu antes de você." Eu entrei em seu rosto, senti satisfação quando ela deu um passo para trás. "Mas nada que aconteceu depois que ele disse a você é inteiramente culpa sua." "Foda-se", ela cuspiu em mim. "Você não tem ideia do que você está falando. Como se atreve a vir para cima de mim e dizer essas coisas para mim quando você está sem noção!" "Sim, eu ouso. Seu filho está seriamente danificado pelo que aconteceu com ele, e você se recusa a acreditar que ele fez isso um milhão de vezes pior." "Você acha que eu iria tolerar o abuso de meu próprio filho?" Seu rosto estava vermelho de raiva e os olhos muito brilhantes. " Gideon foi examinado por dois pediatras que procuraram algum trauma. Eu fiz tudo o que eu poderia fazer." "Exceto acreditar nele. Que é o que você deveria ter feito como mãe." "Eu sou a mãe de Christopher, também, e ele estava lá. Ele jura que não aconteceu nada. Em quem eu deveria acreditar quando não havia nenhuma prova? Ninguém poderia encontrar qualquer coisa para apoiar reivindicações de Gideon."


"Ele não deveria precisar de prova. Ele era uma criança!" A raiva que eu sentia estava vibrando por mim. Meus punhos estavam cerrados contra a vontade de bater nela. Não apenas para o que Gideon tinha perdido, mas para o que tinham perdido juntos. "Você deveria ficar do lado dele, não importa o que aconteça." "Gideon era um garoto problemático, lutando através da terapia sobre a morte de seu pai, e desesperado por atenção. Você não sabe como ele era então." "Eu sei como ele é agora. Ele é quebrado e doente e não acha que vale a pena alguém ama-lo. E você ajudou a torná-lo dessa maneira." "Vá para o inferno." Ela invadiu. "Eu já estou lá", grito. "E assim é o seu filho." *** Passei todo o domingo sendo a Eva Velha. Trey teve o dia de folga e levou Cary fora para o café da manhã e um filme. Tive o prazer de vê-los juntos, emocionada que os dois estavam tentando. Cary não tinha convidado mais nenhuma das pessoas que ligaram sua cela, e eu perguntei se ele estava repensando suas amizades. Eu suspeitava muitos eram apenas diversão. Tendo todo o apartamento para mim mesma, eu dormi muito, comi comida de baixa qualidade, e nunca me preocupei em mudar de pijama. Eu chorei por Gideon na privacidade do meu quarto, olhando para a colagem de fotos que costumava ter na minha mesa no trabalho. Eu perdi o peso de seu anel no meu dedo e o som de sua voz. Eu perdi a sensação de suas mãos e os lábios em mim e da forma possessiva e terna com que ele tomou conta de mim. Quando segunda chegou, eu deixei o apartamento como a Nova Eva. Com os olhos esfumaçados, lábios cor de rosa, e meu novo saltitante corte em camadas, eu senti que poderia fingir ser alguém para o dia. Alguém que não estava de coração partido, perdido e irritado. Eu vi o Bentley quando eu sai, mas Angus não se incomodou em sair do carro, sabendo que eu não iria aceitar uma carona. Me intrigou que Gideon


teria desperdiçando seu tempo por aí, apenas no caso de eu querer que ele me levasse a algum lugar. Não fazia qualquer sentido, a menos que Gideon estivesse se sentindo culpado. Eu odiava a culpa, que ele me inflingia. Eu gostaria que ele só desistisse e seguisse em frente. Como eu estava tentando fazer. A manhã em Watter Camp & Leaman passou rapidamente, porque eu tinha o novo assistente para ajudar, assim como meu trabalho regular. Eu estava feliz que ele não tinha medo de fazer muitas perguntas, porque ele me manteve ocupada demais para contar os segundos, minutos e horas desde a última vez que eu tinha visto Gideon. "Você está bem, Eva," Mark disse quando entrei pela primeira vez em seu escritório. "Você está fazendo tudo certo?" "Não realmente. Mas eu vou chegar lá." Ele se inclinou para frente, fixando os cotovelos sobre a mesa. "Steven e eu terminamos uma vez, cerca de um ano e meio em nosso relacionamento. Nós tivemos um par de semanas difíceis e decidi que seria mais fácil deixálo ir. Foi foda, terrível", disse ele com veemência. "Eu odiava cada minuto. Levantar todas as manhãs foi um feito monumental e ele estava na mesma forma. Então, de qualquer maneira... se você precisar de alguma coisa..." "Obrigada. A melhor coisa que você pode fazer por mim agora é me manter ocupada. Eu só não quero nenhum tempo para pensar em nada, somente no trabalho." "Eu posso fazer isso." Quando o almoço chegou, Will e eu agarramos Megumi e fomos para uma pizzaria próxima. Megumi encheu-me sobre sua relação crescente, e Will nos contou sobre suas aventuras no Ikea como ele e sua namorada trabalhavam em encher seu apartamento com faça você mesmo o mobiliário. Eu estava feliz e tive o meu dia de spa para falar. "Estamos indo para os Hamptons neste fim de semana", disse Megumi quando voltamos para o Crossfire. "Meu avós tem um lugar lá fora. Como isso é legal." "Muito." Eu passei pelas catracas ao lado dela. "Eu tenho ciúmes você vai ser capaz de fugir do calor."


"Eu sei." "Melhor do que a montagem de móveis," Murmurou, seguindo um grupo de pessoas em um dos elevadores. "Eu não posso esperar até começarmos a fazer." As portas começaram a fechar, e então elas se abriram novamente. Gideon entrou no elevador depois de nós. A energia familiar palpável que sempre corria entre nós bateu e foi difícil. A consciência da presença dele sussurrou na minha espinha me queimado para fora, enviando arrepios em toda a minha pele. O cabelo da minha nuca arrepiou. Megumi olhou para mim, e eu balancei a cabeça. Eu sabia que meu olhar iria diretamente para ele. Eu não podia ter certeza que eu não faria ação estúpida ou desesperada. Eu ansiava-o tão profundamente, e parecia que havia sido há muito tempo desde que ele me segurou. Eu costumava ter o direito de tocá-lo, para alcançar a sua mão, a inclinar-se para ele, para escorrer os meus dedos através de seu do cabelo. Senti uma dor horrível dentro de mim por não estar mais autorizado a fazer essas coisas. Eu tive que morder o lábio para abafar um gemido de agonia por estar tão perto dele novamente. Eu mantive minha cabeça para baixo, mas eu senti os olhos de Gideon em mim. Continuei conversando com meus colegas de trabalho, forçando-me a concentrar-me na discussão de móveis e compromissos necessários para conviver com alguém do sexo oposto. Como o elevador continuou sua ascensão com paragens frequentes, o número de pessoas no elevador diminuiu. Eu estava profundamente sintonizada com Gideon, eu sabia que ele nunca tomou estes elevadores lotados, suspeitando, esperando e rezando que ele só queria me ver, ficar comigo, mesmo que fosse só assim de uma forma terrivelmente impessoal. Quando chegamos ao vigésimo andar, eu respirei fundo e me preparei para sair, odiando a inevitável separação da única coisa no mundo que fezia sentir verdadeiramente viva. As portas se abriram. "Espere".


Meus olhos fecharam. Eu fui parada pelo comando suavemente áspero de sua voz. Eu sabia que deveria continuar como se eu não tivesse ouvido. Eu sabia que estava indo para me machucar muito mais se eu lhe desse mais de mim mesma, ainda mais um minuto da minha vida. Mas como poderia eu resistir? Eu nunca tinha sido capaz de fazer isso com Gideon. Eu me afastei para o lado para que meus colegas de trabalho pudessem sair. Steve franziu a testa quando eu não os segui, confuso, mas Megumi puxouo para fora. As portas se fecharam. Mudei-me para o canto, meu coração batendo. Gideon esperou do lado oposto, irradiando expectativa. Como subimos para o andar superior, o meu corpo respondeu a sua necessidade quase tangível. Meus seios incharam e se tornaram pesados, meu sexo cresceu liso e inchado. Eu estava ávida por ele. Necessário. Minha respiração acelerou. Ele não tinha sequer me tocado e eu estava quase ofegante de desejo. O elevador deslizou até parar. Gideon puxou a chave fora do bolso e girou no painel, paraa suspensão do elevador. Então, ele veio até mim. Havia apenas alguns centímetros entre nós. Eu mantive minha cabeça abaixada e olhei para seus olhos brilhantes. Ouvi sua respiração profunda e rápida como a minha. Senti o cheiro sutil do perfume masculino de sua pele, e meu pulso saltou. "Vire-se, Eva". Um arrepio passou por mim com o tom familiar e amado autoritário. Fechando os olhos, eu me virei, então engasguei quando ele imediatamente pressionou contra minhas costas, achatando-me na parede do elevador. Seus dedos ligados com os meus, segurando minhas mãos por meus ombros. "Você é tão bonita", ele respirou, aninhado no meu cabelo. "Dói olhar para você." "Gideon. O que você está fazendo?" Senti sua fome derramando fora dele, envolvendo-me. Seu corpo poderoso era duro e quente, e vibrando com a tensão. Ele estava excitado, seu pau grosso fazia uma pressão firme eu não poderia me impedir de sentir. Eu


queria que ele... Eu queria ele dentro de mim. Me enchendo. Completandome. Eu estava tão vazia sem ele. Ele tomou uma respiração profunda estremecendo. Seus dedos flexionados sem descanso entre as minhas, como se quisesse me tocar em outros lugares, mas conteve-se. Eu senti o anel que eu tinha dado a ele cravar em minha carne. Virei a cabeça para olhar para ele e seu olhar ficou tenso quando eu vi, confuso e agoniado. "Por quê?" Eu sussurrei. "O que você quer de mim? Um orgasmo? Você quer me foder, Gideon? É isso? Explodir sua carga dentro de mim? " Sua respiração falhou em ter essas palavras cruas jogadas de volta em seu rosto. "Não". "Não liga para o que eu sou?" Eu fechei os olhos. "Tudo bem. Basta fazêlo. Mas não coloque um anel no dedo e aja assim é algo que não é bom." "Eu nunca vou tirá-lo. Eu não vou. Vou usá-lo sempre." Sua mão direita me liberou e ele enfiou a mão no bolso. Eu vi como ele deslizou o anel que ele tinha me dado de volta para o meu dedo, e, em seguida, ele levantou minha mão para a boca. Ele beijou-a, em seguida, apertou os lábios, duro, com raiva para o meu templo. "Espere", ele retrucou. Então ele se foi. O elevador começou a descer. Minha mão direita enrolada em um punho e afastou-se da parede, respirando com dificuldade. Esperar. Para quê?


Capítulo 18

Quando sai do elevador no vigésimo andar, eu estava com os olhos secos e determinado. Megumi sibilava me através das portas de segurança. "Está tudo tudo bem? " Eu parei em sua mesa. "Eu não tenho ideia. Que o homem vira minha cabeça totalmente. " Suas sobrancelhas se levantou. "Mantenha-me informada". "Eu deveria escrever um livro," eu murmurei, retomando minha caminhada de volta para o meu cubículo e me perguntando por que diabos todo mundo estava tão interessado na minha vida amorosa. Quando cheguei à minha mesa, eu larguei minha bolsa na gaveta me sentei e liguei para Cary. "Hey," eu disse, quando ele respondeu. "Se você estiver entediado" "Se?" Ele bufou. "Lembre-se das informações que você pesquisou de Gideon? Pode me fazer um desses sobre Dr. Terrence Lucas? " "Tudo bem. Eu conheço esse cara? " "Não. Ele é um pediatra. " Houve uma pausa, e então, "Você está grávida?" "Não! Eita. E se eu estivesse, eu precisaria de um obstetra. " "Ufa. Tudo bem. Soletra o nome para mim. " Eu dei a Cary o que ele precisava, então liguei para o consultório do Dr. Lucas e marquei uma consulta para vê-lo. "Eu não preciso preencher qualquer documento de novo paciente", disse a recepcionista. "Eu só quero uma consulta rápida." Depois disso, liguei para Vidal Records e deixei uma mensagem para Christopher me ligar. Quando Mark voltou do almoço, eu fui lá e bati em sua porta aberta. "Hey. Eu preciso pedir uma hora de manhã para um compromisso. Está tudo bem se eu chegar as dez e ficar até seis?" "Das dez a cinco é esta bom, Eva". Ele me olhou com atenção. "Tudo bem?" "Ficando melhor a cada dia." "Bom". Ele sorriu. "Estou muito feliz de ouvir isso."


Nós mergulhamos de volta ao trabalho, mas os pensamentos em Gideon pesou muito na minha mente. Eu continuei olhando para o meu anel, lembrando o que ele tinha dito quando ele me deu primeiro: Os Xs estão me segurando em você. Esperar. Por ele? Para ele voltar para mim? Por quê? Eu não conseguia entender por que ele terminou desse jeito, então esperar telo- lo de volta. Especialmente com Corinne. Passei o resto da tarde indo ao longo dos últimas semanas, em minha mente, recordando conversas que eu tive com Gideon, coisas que ele disse ou fez, em busca de respostas. Quando saí do Crossfire no final do dia, eu vi o Bentley esperando na frente e acenei para Angus, que sorriu de volta. Eu tive problemas com seu chefe, mas Angus não era o culpado por eles. La fora estava quente e abafado. Infeliz. Eu fui ao Duane Reade na esquina para comprar uma garrafa de água gelada para beber no caminho de casa a pé e um saco de mini chocolates para desfrutar uma vez que tenho a minha aula de Krav Maga. Quando saí da farmácia, Angus estava esperando do lado de fora da porta no meio-fio, me seguindo. Quando me virei para parte de trás em direção ao canto do Crossfire para iniciar a viagem para casa, vi Gideon sair para a rua com Corinne. Sua mão estava na suas costas, levando-a para um elegante Mercedes sedan preto eu reconheci como um dos seus. Ela estava sorrindo. Sua expressão era inescrutável. Horrorizada, eu não podia mover ou desviar o olhar. Eu estava lá no meio da calçada lotada, meu estômago torceu com a tristeza e raiva e um sentimento terrível, terrível de traição. Ele olhou para cima e me viu, congelo no lugar, como eu fiz. O motorista Latino que eu conheci no dia que meu pai chegou abriu a porta traseira e Corinne desapareceu no carro. Gideon permaneceu onde estava, seu olhar preso com o meu. Não havia outro jeito ele sentiu minha falta, levantei minha mão e mostrei o dedo. De repente, fui atingida por um pensamento. Virei as costas para Gideon e voltei ao meu caminho, procurando na minha bolsa o meu telefone. Quando eu encontrei, disquei rapidamente para minha mãe, e quando ela atendeu, eu disse: "Naquele dia, que saímos para almoçar com Megumi, você pirou no caminho de volta para o Crossfire. Você viu, não é? Nathan. Você viu Nathan no Crossfire ". "Sim", ela admitiu. "É por isso que Richard decidiu que seria melhor pagar apenas o que ele queria. Nathan disse que iria ficar longe de você, desde que ele tivesse o dinheiro para sair do país. Por que você esta perguntado? " "Não tinha pensado nisso até agora, Nathan foi a razão pela qual você reagiu daquela maneira." Voltei para frente o edifício e comecei caminhar rapidamente para casa. O Mercedes tinha ido embora, mas meu temperamento estava subindo. "Eu tenho que ir, mãe. Eu te ligo mais tarde. " "Está tudo bem", ela perguntou ansiosamente. "Ainda não, mas estou trabalhando nisso."


"Eu estou aqui pra você, se precisar de mim." Eu suspirei. "Eu sei. Eu estou bem. Eu te amo. " Quando cheguei em casa, Cary estava sentada no sofá com seu laptop em suas coxas e os pés descalços sobre a mesa de café. "Hey," ele chamou, seu olhar ainda em sua tela. Joguei minhas coisas e chutei os sapatos. "Você sabe o quê?" Ele olhou para mim de baixo de uma mecha de cabelo que tinha caído sobre os olhos. "O que?" "Eu pensei que Gideon me deu um fora por causa de Nathan. Estava tudo bem e depois não estava, e logo depois que a polícia estava falando sobre Nathan. Imaginei que uma coisa estava ligada à outra. " "Faz sentido." Ele franziu a testa. "Eu acho". "Mas Nathan estava no Crossfire na segunda-feira antes de você ser atacado. Eu sei que ele estava lá para ver Gideon. Eu sei. Nathan não iria lá para me ver. Não em um lugar como esse, com toda a segurança e pessoas que eu conheço por aí. " Ele se sentou. "Tudo bem. E o que isso quer dizer? " "Isso significa que Gideon estava bem depois de Nathan." Eu joguei minhas mãos. "Ele estava bem a semana toda. Ele estava mais do que bem naquele fim de semana que saímos juntos. Ele estava bem na segunda de manhã, depois voltamos. Então - bam - na segunda a noite ele perdeu a cabeça, caralho, e ficou louco comigo." "Estou acompanhando." "Então o que aconteceu na segunda-feira?" Cary arqueou as sobrancelhas. "Você está me perguntando?" "Grr." Eu peguei meu cabelo em minhas mãos. "Eu estou perguntando pra esse universo do caralho. Deus. Ninguém. O que diabos aconteceu com o meu namorado? " "Eu pensei que nós concordamos que você precisa perguntar a ele." "Eu tenho duas respostas dele: Confie em mim e espera. Hoje ele deu meu anel de volta. "Mostrei a minha mão pra ele. "E ele ainda está usando o que lhe dei. Você tem alguma ideia de como isso é confuso? Eles não são apenas anéis, eles são promessas. Eles são símbolos de posse e compromisso. Por que ele ainda usa o seu? Por que é tão importante para ele que eu use o meu? Será que ele espera seriamente que eu o espere enquanto ele estraga plano de Corinne? " "É isso que você pensa que ele está fazendo? Sério? "


Fechando os olhos, deixei minha cabeça cair para trás. "Não. E eu não posso decidir se isso me faz ingênua ou intencionalmente delirante. " "Esse cara Dr. Lucas tem alguma coisa a ver com isso?" "Não." Eu me endireitei e me juntou a ele no sofá. "Você encontrou alguma coisa?" "Querida menina é difícil, quando eu não sei o que eu estou procurando." "É só um palpite." Eu olhei para sua tela. "O que é isso?" "A transcrição de uma entrevista com Brett, que foi feito ontem, em uma rádio da Flórida." "Oh? Por que você está lendo isso? " "Eu estava ouvindo 'Golden' e decidi fazer uma pesquisa sobre ele, e isso veio à tona." Eu tentei ler, mas meu ângulo era ruim. "O que é que diz?" "Ele foi perguntado se há realmente uma Eva e ele disse que sim, existe, e ele recentemente reencontrou com ela e espera fazer funcionar uma segunda vez." "O quê? De jeito nenhum! " "Sim desta forma." Cary sorriu. " Você sabe qual é o efeito de um homem ferrado caso vocês não consigam atravessar essa merda juntos." Eu empurrei os meus pés. "Qualquer que seja. Eu estou com fome. Quer alguma coisa? " "Se voltou o apetite, isso é um bom sinal." "Tudo está voltando", disse ele. "Como uma vingança." *** Eu estava esperando Angus na calçada na manhã seguinte. Ele parou e Paul, o porteiro do meu prédio, abriu a porta traseira para mim. "Bom dia, Angus", eu cumprimentei ele. "Bom dia, Srta Tramell." Seu olhar encontrou o meu no espelho retrovisor, e ele sorriu. Quando ele começou a se afastar, eu me inclinei para a frente entre os dois bancos da frente. "Você sabe onde Corinne Giroux vive?" Ele olhou para mim. "Sim". Sentei-me de volta. "É onde eu quero ir." *** Corinne morava na esquina de Gideon. Eu estava certo de que não era uma coincidência.


Eu chequei com a recepção e esperei 20 minutos antes de eu ter permissão para ir até o décimo andar. Toquei a campainha de seu apartamento e a porta abriu para revelar uma Corinne corada e despenteada em um robe de seda até o chão preto. Ela estava seriamente linda, com os cabelos sedosos e olhos negros como água marinha, e ela mudou de posição com uma graça ágil que eu admirava. Eu me blindei no meu vestido cinza sem mangas favorito e estava muito contente que eu tinha. Ela me fez sentir completamente caseira. "Eva", disse ela, sem fôlego. "Que uma surpresa." "Sinto muito vim sem ser convidada. Eu só preciso de te perguntar uma coisa bem rápido. " "Oh?" Ela manteve a porta parcialmente fechada e inclinou-se para o batente. "Posso entrar?" Eu pedi firmemente. "Uh." Ela olhou por cima do ombro. "É melhor você não fazer isso." "Isso não me incomoda se você tem companhia eu prometo, isso não vai demorar, mas um minuto." "Eva". Ela lambeu os lábios. "Como posso dizer isso. . . ? " Minhas mãos tremiam e meu estômago estava uma bagunça tremenda, meu cérebro provocando-me com imagens de Gideon nu atrás dela, sua foda matinal interrompida pela exnamorada que não iria obter uma pista. Eu sabia como ele gostava de sexo de manhã. Mas então eu o conhecia bem, ponto final. O conhecia o suficiente para dizer: "Rompa essa merda, Corinne." Seus olhos se arregalaram. Minha boca se curvou ironicamente. "Gideon está apaixonado por mim. Ele não está a fodendo com você. " Ela se recuperou rapidamente. "Ele não está de fodendo com você, ou qualquer uma. Eu gostaria de saber, já que ele está passando todo o seu tempo livre comigo. " Ótimo. Falávamos sobre isso no corredor. "Eu o conheço. Eu nem sempre o compreendo, mas isso é uma história diferente. Eu sei que ele teria dito antecipadamente que você e ele não vai a lugar nenhum, porque ele não gostaria de levar diante. Ele se machucou antes, ele não vai fazer isso de novo ". "Isso tudo é muito fascinante. Será que ele sabe que você está aqui? " "Não, mas você vai dizer a ele. E isso é bom. Eu só quero saber o que você estava fazendo naquele dia no Crossfire que você saiu com o olhar de recém fodida como você faz agora. " Seu sorriso era nítido. "O que você acha que eu estava fazendo?" "Não com Gideon", eu disse de forma decisiva, embora eu estivesse rezando silenciosamente que eu não estivesse fazendo o papel de uma completa idiota. "Você me viu, não é? Do lobby,


você tinha uma visão direta através da rua e me viu chegando. Gideon disse no jantar Waldorf que eu era do tipo ciumenta. Será que você tem um caso com alguém de um dos outros escritórios? Ou você se desarrumou antes sair? " Eu vi a resposta em seu rosto. Foi relâmpago rápido, lá e foi embora, mas eu vi. "Ambas as sugestões são absurdas", disse ela. Eu balancei a cabeça, saboreando um momento de profundo alívio e satisfação. "Ouça. Você nunca vai tê-lo da maneira que quer. E eu sei como isso dói. Eu vivi isso nas duas últimas semanas. Sinto muito por você, estou realmente. " "Foda-se você e sua pena", ela retrucou. "Guarde-a para si mesmo. Eu sou o única que ele está passando o tempo. " "E aí está a sua graça salvadora, Corinne. Se você estiver prestando atenção, você sabe que ele está sofrendo agora. Sendo apenas seu amigo." Eu voltei para os elevadores e falei sobre meu ombro, "Tenha um bom dia." Ela bateu a porta atrás de mim. Quando voltei para o Bentley, disse Angus para me levar para o escritório do Dr. Terrence Lucas. Ele fez uma pausa no ato de fechar a porta e olhou para mim. "Gideon vai ficar muito zangado, Eva ". Eu balancei a cabeça, entendendo o aviso. "Eu vou lidar com isso quando chegar a hora." O prédio que abrigava o consultório particular Dr. Lucas era modesto, mas seus consultórios eram aconchegante e convidativo. A sala de espera estava com painéis em madeira escura e as paredes revestidas com uma mistura de imagens de bebês e crianças. Para o pais tinham revistas que cobriam as mesas e foram devidamente guardado em prateleiras, enquanto a área de jogo dedicada era arrumado e supervisionado. Eu assinei e m sentei, mas eu mal fiquei quando fui chamada de volta pela enfermeira. Fui levada ao consultório do Dr. Lucas, não uma sala de exame, e ele se levantou de sua cadeira quando entrei,rapidamente. "Eva". Ele estendeu a mão e me sacudiu. "Você não tem que marcar uma consulta." Eu consegui um sorriso. "Eu não sabia outra forma de chegar até você." "Sente-se." Sentei, mas ele permaneceu de pé, escolhendo se apoiar para trás contra a escrivaninha e segurando as bordas com as duas mãos. Era uma posição de poder, e eu me perguntava por que sentia a necessidade de usá-lo comigo. "O que eu posso fazer por você?", Perguntou. Ele tinha um ar calmo e confiante e um sorriso largo e aberto. Com sua boa aparência e maneira afável, eu tinha certeza que faria qualquer mãe ter confiança em sua habilidade e integridade.


"Gideon Cross foi um paciente seu, não foi?" Seu rosto fechou imediatamente e ele se endireitou. "Eu não tenho a liberdade de discutir sobre meus pacientes." "Quando você me deu 'liberdade para não discutir' Eu deveria ter ponderado la no hospital." Meus dedos tamborilou no braço. "Você mentiu para mãe dele. Por quê? " Ele voltou para o outro lado de sua mesa, colocando os móveis entre nós. "Ele te disse isso?" "Não. Eu estou aqui para descobrir isso. Hipoteticamente falando, por que você iria mentir sobre os resultados de um exame? " "Eu não faria isso. Você precisa sair. " "Oh, vamos lá." Eu sentei e cruzei as pernas. "Eu esperava mais de você. Onde estão as afirmações de que Gideon é um monstro desalmado dedicado em corromper as mulheres do mundo? " "Eu fiz a minha diligência e avisei." Seu olhar era duro, seu lábio enrolado em um sorriso de escárnio. Ele não era tão bonito mais. "Se você continuar a jogar o sua vida fora, não há nada que eu possa fazer sobre isso. " "Eu vou descobrir isso. Eu só precisava ver seu rosto. Eu tinha que saber se eu estava certa. " "Você não esta. Cross nunca foi meu paciente. " "A mãe dele consultou você. E enquanto você queima seus dias o com o fato de que sua esposa se apaixonou por ele, pensa sobre o que você fez para um criança que precisava de ajuda. "Minha voz tomou uma ponta de raiva e aumentou. Eu não poderia pensar sobre o que tinha acontecido com Gideon, sem querer fazer violência grave a quem contribuiu para a sua dor. Eu descruzei as pernas e me levantei. "O que aconteceu entre ele e sua esposa aconteceu entre dois adultos. O que aconteceu com ele quando criança foi um crime e como você contribuiu para isso é uma farsa. " "Saia". "O prazer é meu." Eu abri a porta e quase corri para Gideon, que estava encostado na parede do lado de fora do consultório. Sua mão envolveu meu braço, mas seu olhar estava no Dr. Lucas, gelado com fúria e ódio. "Fique longe dela", disse ele asperamente. Lucas estava sorrindo cheio de malícia. "Ela veio para mim." O sorriso de volta de Gideon me fez estremecer. "Se você vê-la chegando, eu sugiro que você corra na direção oposta." "Engraçado. Esse é o conselho que eu dei a ela no que diz respeito a você. "


Eu virei e mostrei dedo . Bufando, Gideon pegou minha mão e me puxou de volta para o corredor. " O que há com você dando às pessoas o dedo? "O quê? É um clássico. " "Você não pode simplesmente entrar aqui!" A recepcionista estalou quando passamos do balcão. Ele olhou para ela. "Você pode cancelar a chamada para a segurança, vamos embora." Saímos para o corredor. "Será que Angus esta me bisbilhotando" Eu murmurei, tentando soltar meu braço. "Não. Pare de se contorcer. Todos os carros têm GPS. " "Você é um maluco. Você sabia? " Ele esmurrou o botão do elevador e olhou para mim. "Eu sou? E você? Você está em todo o lugar. Minha mãe. Corinne. Na porra do Lucas. Que porra você está fazendo, Eva? " "Não é da sua conta." Eu levantei meu queixo. "Nós terminamos, lembra?" Sua mandíbula se apertou. Ele ficou lá em seu terno, parecendo tão polido e cortês, irradiava uma energia selvagem febril. O contraste entre o que eu vi quando eu olhei para ele e que eu senti instigada a minha fome. Eu adorava ter o homem dentro do daquele terno. Cada centímetro, delicioso indomável dele. O elevador chegou e entrei. Excitação chiou através de mim. Ele veio atrás de mim. Isso me deixou tão quente. Ele empurrou uma chave de elevador para o controle painel e eu gemi. "Existe alguma coisa que você não possui, em Nova York?" Num instante ele estava com uma mão, no meu cabelo e a outra na minha bunda, sua boca na minha num beijo violento. Ele não perdeu tempo, sua língua empurrando entre a meus lábios, mergulhando profundo e duro. Eu gemia e agarrei sua cintura, empurrando na ponta dos pés para aprofundar o contato. Seus dentes se afundaram em meu lábio inferior com força suficiente para machucar. "Você acha que pode dizer algumas palavras e nós terminamos? Não há fim, Eva ". Ele me comprimiu contra a lateral do elevador. Eu estava presa por seis pés, duas polegadas de macho violentamente excitado. "Sinto sua falta", sussurrei, agarrando sua bunda e pedindo-lhe mais força contra mim. Gideon gemeu. "Angel". Ele estava me beijando: profundos, beijos descaradamente desesperados que fizeram meus dedos enrolar.


"O que você está fazendo?", Ele respirou. "Você está indo ao meu redor, mexendo em tudo." "Eu tenho o tempo em minhas mãos", eu respondi, com falta de ar ", já que eu larguei meu namorado burro". Ele resmungou, ferozmente apaixonado, sua mão no meu cabelo puxando com tanta força que doeu. "Você não pode fazer isso com um beijo, Gideon. Desta vez não." Foi muito difícil deixá-lo ir; quase impossível após as semanas que me tinha sido negado o direito e oportunidade de tocálo. Eu precisava dele. Sua testa pressionada a mina. "Você tem que confiar em mim." Eu coloquei minhas mãos em seu peito e empurrei de volta. Ele me deixou, seu olhar procurando o meu rosto. "Não quando você não falar comigo." Estendi a mão, puxei a chave no painel de controle, e estendi para ele. O elevador começou a descer. "Você me fez passar inferno. De propósito. Me fez sofrer. E não há fim à vista. Eu não sei o que diabos você está fazendo, Ás, mas este Dr. Jekyll e Mr. Hyde* (Citação do livro O Medico e o Monstro escrito pelo autor escocês Robert Louis Stevenson) de merda não vai me convencer. " Sua mão foi para o seu bolso, seus movimentos de lazer e controlado, foi quando ele estava em seu ponto mais perigoso. "Você está completamente incontrolável." "Enquanto estou de roupa. Acostume-se com isso." As portas do elevador se abriu e eu saí. Sua mão foi para a minha costas, e um arrepio passou por mim. Que toque inocente, através das camadas de material, tinha incitado a luxúria em mim desde o primeiro toque". Se você colocar sua mão nas costas de Corinne assim de novo, e eu vou quebrar os seus dedos ". "Você sabe que eu não quero mais ninguém", ele murmurou. "Eu não posso. Estou querendo comer você. " Ambos os Bentley e Mercedes estavam esperando na calçada. O céu escureceu, enquanto eu estava lá dentro, como se estivesse pensando junto com o homem ao meu lado. Havia uma expectativa ponderada no ar, um sinal precoce de uma tempestade de verão e encontro. Parei sob o beiral de entrada e olhei para Gideon. " Mande eles irem juntos. Você e eu precisamos conversar. " "Esse era o plano." Angus tocou a aba do chapéu e deslizou atrás do volante. O outro motorista foi até a Gideon e lhe entregou um conjunto de chaves. "Srta Tramell", disse ele, por meio de saudação. "Eva, este é Raúl".


"Nós nos encontramos de novo", eu disse. "Você passou meu recado da última vez?" Dedos de Gideon flexionado ao meu redor. "Ele passou." Eu sorri. "Obrigado, Raúl." Raúl foi para o lado do passageiro da frente do Bentley, enquanto Gideon me acompanhou até a Mercedes e abriu a porta para mim. Eu senti um pouco de emoção quando ele chegou atrás do volante e ajustou o assento para acomodar suas longas pernas. Ele ligou o motor e nos juntamos ao transito, habilmente e com confiança ele dirige o potente carro através da loucura das ruas de Nova York. "Assistindo você dirigir me faz querer você", eu disse a ele, notando como sua fácil aderência na roda apertada. "Cristo." Ele olhou para mim. "Você tem um fetiche por transporte." "Eu tenho um fetiche por Gideon." Minha voz baixa. "Tem sido semanas." "E eu odeio cada segundo. Isto é um tormento para mim, Eva. Não consigo me concentrar. Eu não consigo dormir. Eu perco a paciência a menor irritação. Estou no inferno sem você. " Eu nunca quis que ele sofresse, mas eu estaria mentindo se eu dissesse que não fazia minha própria miséria melhor sabendo que ele estava sentindo falta de mim tanto quanto eu estava sentindo falta dele. Eu me virei no meu lugar para ele. "Por que está fazendo isso com a gente?" "Eu tive uma oportunidade e aproveitei." Sua mandíbula se firmou. "Esta separação é o preço. Não vai durar para sempre. Eu preciso que você seja paciente. " Eu balancei a cabeça. "Não, Gideon. Eu não posso. Não mais. " "Você não está me deixando. Eu não vou deixar você. " "Eu já sai. Você não vê isso? Eu estou vivendo minha vida e você não está nela. " "Eu estou em todos os sentidos que eu posso estar agora." "Por ter Angus me seguindo? Vamos. Isso não é um relacionamento." Eu me inclinei meu rosto contra o assento. "Não que eu quero de qualquer maneira." "Eva". Ele exalou duramente. "Meu silêncio é o menor de dois males. Eu me sinto como se eu explicasse ou não, eu vou te afastar, mas explicar carrega o maior risco. Você acha que você quer saber, mas se eu te contar, você vai se arrepender. Confie em mim quando eu digo que há alguns aspectos de mim que você não quer ver. " "Você tem que me dar algo com que trabalhar." Eu coloquei a minha mão na coxa e senti o músculo, então se contraiu em resposta ao meu toque. "Eu não tenho nada certo agora. Eu estou vazia ".


Ele colocou sua mão sobre a minha. "Você confia em mim. Apesar de que você vê ao contrário, você veio ao confiar no que você sabe. Isso é enorme, Eva. Para nós dois. Para esse, período. " "Não existe nós." "Pare de dizer isso." "Você queria que a minha confiança cega e você tem isso, mas isso é tudo que eu posso dar. Você compartilhou tão pouco de si mesmo e eu tenho vivido com ele porque eu tinha você. E agora eu não tenho" "Você tem-me", ele protestou. "Não da maneira que eu preciso de você." Eu levantei um ombro e encolhi de modo estranho. "Você me deu o seu corpo e eu fui gananciosa com isso, porque essa é a única forma que você está realmente aberto para mim. E agora eu não tenho isso, e quando eu olho para o que eu tenho, é apenas promessas. Não é o suficiente para mim. Na sua ausência, tudo que eu tenho são um monte de coisas que você não vai me dizer. " Ele olhava para a frente, seu perfil rígido. Eu puxei minha mão debaixo da sua e torci para o outro lado, dando-lhe as costas enquanto eu olhava pela janela para a fervilhante cidade. "Se eu perder você, Eva", disse ele com voz rouca, "eu não tenho nada. Tudo o que eu tenho feito é para que eu não te perca. " "Eu preciso de mais." Eu descansei minha cabeça contra o vidro. "Se eu não posso ter você do lado de fora, eu preciso de você por dentro, mas você nunca me deixou entrar" Nós dirigimos em silêncio, rastejando através do tráfego da manhã. Uma gota de chuva grande atingiu o para-brisas, seguido por outro. "Depois que meu pai morreu", ele disse suavemente, "Eu tinha dificuldade em lidar com as mudanças. Lembro-me que as pessoas gostavam dele, gostava de estar ao redor dele. Ele estava deixando todos ricos, certo? E então, de repente, o mundo virou de cabeça para baixo e todo mundo odiava. Minha mãe, que tinha sido tão feliz o tempo todo, estava chorando sem parar. E ela e meu pai estavam lutando a cada dia. Isso é o que eu mais lembro constantemente gritando e gritando. " Eu olhei para ele, estudando seu perfil de pedra, mas eu não disse nada, com medo de perder o momento. "Ela se casou rápido novamente. Nós nos mudamos para fora da cidade. Ela ficou grávida. Eu nunca sabia quando eu ia correr de alguém que meu pai tinha fodido, e eu levei um monte de merda por ele de outras crianças. De seus pais. Professores. Foi uma grande notícia. Para este dia, as pessoas ainda falam sobre o meu pai e o que ele fez. Eu estava com tanta raiva. De todos. Eu tinha acessos de raiva o tempo todo. Eu quebrava as coisas. " Ele parou em um semáforo, respirando pesadamente. "Depois veio Christopher, eu fiquei pior, e quando ele tinha cinco anos, ele me imitou, jogando um aparelho de jantar e empurrando


seu prato no chão. Minha mãe estava grávida da Ireland, em seguida, ela e Vidal decidiu que era hora de me colocar na terapia. " Lágrimas deslizaram pelo meu rosto no quadro que ele pintou da criança que tinha sido uma vez, com medo e sofrendo e se sentindo como um estranho na nova vida de sua mãe. "Eles vieram para a casa o psiquiatra e um estagiário ela estava supervisionando. Ele começou bem. Ambos foram agradável, atraente, paciente. Pouco depois o psiquiatra estava gastando a maior parte do tempo aconselhando a minha mãe, que estava tendo uma gravidez difícil, além de dois jovens que estavam fora de controle. Fiquei sozinho com ele com mais e mais frequência. " Gideon parou e colocou o carro em um parque. Suas mãos agarraram o volante com nós dos dedos brancos com a força, sua garganta trabalhando. O tamborilar constante da chuva abrandou, deixando-nos sozinhos com nossas verdades dolorosas. "Você não tem que me dizer mais nada," eu sussurrei, desafivelando meu cinto de segurança e estendendo a mão para ele. Toquei seu rosto com os dedos úmidos com minhas lágrimas. Suas narinas em uma respiração forte e abatida. "Ele me fez ir. Cada maldito vez, ele não iria parar até que eu fosse, para que ele pudesse dizer que eu gostei. " Tirei meus sapatos e afastei as suas mãos do volante para que eu pudesse sentar em seu colo e abraçá-lo. Seu domínio sobre mim foi muito doloroso e apertado, mas eu não reclamei. Nós estávamos em uma rua movimentada insanamente, com carros intermináveis estrondo passado de um lado e uma saída de pedestres em outro, mas nenhum de nós se importava. Ele estava tremendo violentamente, como se estivesse chorando incontrolavelmente, mas ele não fez nenhum som e não derramou nenhuma lágrima. O céu chorou por ele, a chuva caindo forte e com raiva, se desmanchando no chão. Segurando sua cabeça com as minhas mãos, eu pressionei meu rosto molhado ao seu. " silêncio, bebê. Eu entendo. Eu sei como é isso, a maneira como eles se vangloriam depois. E a vergonha, confusão e culpa que sentia. Não é culpa sua. Você não queria. Você não apreciou. " "Eu deixei ele me tocar em primeiro lugar", ele sussurrou. "Ele disse que na minha idade. . . hormônios. . . Eu precisava me masturbar e eu ficaria mais calmo. Menos irritado o tempo todo. Ele me tocou, disse que me mostraria como fazer isso direito. Que eu estava fazendo errado " "Gideon, não." Eu me afastei para olhar para ele, imaginando na minha cabeça como seria crescer a partir desse ponto, todas as coisas que foram ditas para fazer parecer como Gideon foi o instigado em seu próprio estupro. "Você era uma criança nas mãos de um adulto que conhecia todos os botões certos para empurrar. Eles querem tornar nossa culpa, para que não tenham culpa de seu crime, mas não é verdade. " Seus olhos estavam enormes e escuros no rosto pálido. Eu pressionei meus lábios suavemente nos dele, provando minhas lágrimas. "Eu te amo. E eu acredito em você. E nada disso foi culpa sua. "


Gideon estavam com as mãos em meu cabelo, me segurando no lugar ele devastou a minha boca com beijos desesperados. "Não me deixe". "Deixar você? Eu vou me casar com você. " Ele respirou fundo. Então ele me puxou para mais perto, suas mãos descuidada e rude como ele deslizavam sobre mim. Uma batida impaciente contra a janela me assustou de surpresa. Um policial em capa de chuva e colete de segurança nos olhou pela janela da frente não corado, franzindo a testa para nós por debaixo da aba do chapéu. "Você tem trinta segundos para seguir em frente ou vou citar a ambos por indecência pública." Envergonhada, o meu rosto em chamas, eu voltei para o meu lugar, em uma queda deselegante. Gideon esperou até que eu colocasse o meu cinto de segurança, em seguida, colocou o carro em movimento, bateu na testa em uma saudação ao oficial, e puxou de volta para o tráfego. Ele pegou minha mão, levou-a aos lábios e beijou meus dedos. "Eu te amo". Eu gelei, meu coração batendo. Juntando os dedos, ele os colocou em sua coxa. Os para-brisas deslizou de lado a lado limpando, o seu ritmo cadenciado competindo com meu pulso. Engolindo em seco, eu sussurrei, "Diga isso de novo." Ele diminuiu a velocidade em um sinal do semáforo. Virou a cabeça, ele olhou para mim. Ele parecia cansado, como se toda a sua energia pulsante de costume tinha sido gasta, e ele estava rodando em fumaça. Mas seus olhos eram quentes e brilhantes, a curva de sua boca amorosa e esperançosa. "Eu te amo. Ainda não a palavra certa, mas eu sei que você quer ouvir. " "Eu preciso ouvir isso", eu concordei suavemente. "Contanto que você entenda a diferença." A luz mudou e ele seguiu em frente. "As pessoas ficam mais amorosas. Eles podem viver sem isso, eles podem seguir em frente. O amor pode ser achado e perdido novamente. Mas isso não vai acontecer para mim. Eu não vou sobreviver a você, Eva ". Minha respiração ficou presa no olhar em seu rosto quando ele olhou para mim. "Eu sou obcecado por você, meu anjo. Viciado em você. Você é tudo que eu sempre quis ou necessário, tudo que eu sempre sonhei. Você é tudo. Eu vivo e respiro você. Para você. " Eu coloquei minha outra mão sobre a nossa já unida. "Há tanta coisa para você lá fora. Você só não sabe disso ainda. " "Eu não preciso de mais nada. Eu saio da cama todas as manhãs e encaro o mundo porque você está nele." Ele virou a esquina e parou na frente do Crossfire atrás do Bentley. Ele


desligou o motor, tirou seu cinto de segurança, e respirou fundo. "Por causa de você, o mundo faz sentido para mim de uma forma que não o fez antes. Eu tenho um lugar agora, com você. " De repente eu entendi porque ele tinha trabalhado tão duro, por que ele estava tão insanamente bem sucedido em uma idade tão jovem. Ele foi conduzido para encontrar seu lugar no mundo, para ser mais do que um estranho. Seus dedos roçou na minha bochecha. Eu tinha perdido aquele toque, meu coração sangrou no sentindo de novo. "Quando você vai voltar para mim?" Eu perguntei em voz baixa. "Assim que eu puder." Inclinando-se para frente, ele pressionou seus lábios nos meus. "Espere".


Capítulo 19

Quando cheguei à minha mesa, eu encontrei uma mensagem de voz de Christopher. Eu debati por um momento se eu deveria continuar a perseguir a verdade. Christopher não era um homem que eu queria convidar a ser mais intimo em minha vida. Mas eu era perseguida pelo olhar que tinha na cara de Gideon quando ele me contou sobre o seu passado, e o som de sua voz, tão rouca de vergonha lembrada e agonia. Eu senti sua dor como a minha. No final, não havia outra escolha. Retornei a ligação de Christopher e convidei para almoçar. “Almoço com uma mulher bonita?" Havia um sorriso em sua voz. "Absolutamente". “Toda vez que você estiver livre esta semana seria ótimo.” “Que tal hoje?", ele sugeriu. "Poderíamos ir naquela delicatesse que você me levou.” “Para mim tudo bem. Meio-dia?” Nós marcamos o horário e eu desliguei assim que Will parou no meu cubículo. Ele deu um olhar de cachorro e disse: "Ajuda?". Eu consegui um sorriso. "Claro.” Às duas horas voou. E o meio-dia chegou, eu desci as escadas e encontrei Christopher esperando no saguão. Seu cabelo ruivo era uma bagunça selvagem e curto, soltando ondas em seus olhos verdes acinzentados que brilhavam. Vestindo calças pretas e uma camisa branca arregaçadas as mangas, ele parecia confiante e atraente. Ele me cumprimentou com seu sorriso de menino, ele me surpreendeu então eu não podia perguntar a ele sobre o que ele disse para sua mãe há muito tempo. Ele era uma criança também, vivendo em uma casa disfuncional. “Estou muito feliz que você me chamou", disse ele. "Mas eu tenho que admitir, estou curioso sobre o por que. Eu estou querendo saber se tem alguma coisa a ver com Gideon voltar com Corinne. " Isso dói. Terrivelmente. Eu puxei em uma respiração profunda, em seguida, solte a minha tensão com ela. Eu sabia. Eu não tinha dúvidas. Mas eu era honesta o suficiente para admitir que eu queria propriedade de Gideon. Eu queria reclamá-lo, possuí-lo, quero que todos saibam que ele era meu. “Por que você o odeia tanto?" Eu perguntei, precedendo-o através das portas giratórias. Um trovão ressoou na distância, mas a chuva tinha cessado, deixando as ruas inundado de água suja. Ele se juntou a mim na calçada e colocou a sua mão na minha costas. Ela enviou um arrepio de repulsa por mim. "Por quê? Você quer mudar de assunto? " "Claro. Por que não?” A hora do almoço acabou eu tinha conseguido uma boa ideia do que alimentou o ódio de Christopher. Tudo que importava era o homem que ele viu no espelho. Gideon mais bonito, mais rico, mais poderoso, mais confiante. . . Apenas mais. E Christopher foi, obviamente, se comeu vivo por ciúme. Suas memórias de Gideon eram matizado pela crença de que Gideon tinha recebido toda a atenção quando criança. Que poderia ter sido verdade, considerando como ele estava preocupado. Pior, a rivalidade entre irmãos teve atravessado em suas vidas profissionais quando as Indústrias Cross adquiriram ações majoritárias na Vidal Records. Eu fiz uma nota mental para perguntar por que Gideon tinha feito isso. Paramos fora do Crossfire nos despedimos. Um táxi passou através de uma poça enorme enviou uma nuvem de espuma de água diretamente para mim. Jurando sob a minha respiração, eu me esquivei e quase tropecei em Christopher. “Eu gostaria de levá-la já há algum tempo, Eva para jantar, talvez? " "Eu vou entrar em contato", eu uso a desculpa. "Meu companheiro de quarto esta realmente doente agora e eu preciso estar perto dele, tanto quanto possível.” “Você tem meu número." Ele sorriu e beijou a palma da minha mão, um gesto que eu tenho certeza que ele pensava que era encantador. "E eu vou manter contato.” Eu fiz o meu caminho através de portas giratórias do Crossfire e me dirigi para as catracas. Um dos guardas de segurança de terno preto no balcão me parou. "Srta Tramell." Ele sorriu. "Você pode vir comigo, por favor?” Curioso, o segui para o escritório de segurança onde eu originalmente tirei meu crachá de


funcionaria quando fui contratada. Ele abriu a porta para mim, e Gideon me esperava lá dentro. Recostando-se na mesa com os braços cruzados, ele parecia bonito e ironicamente divertidos. A porta se fechou atrás de mim e ele suspirou, sacudindo cabeça. “Existem outras pessoas em minha vida que você planeja assediar em meu nome?", Perguntou. “Você está me espionando de novo?”. “Mantenho um olho protetor em você". Eu arquei uma sobrancelha para ele. "E como você sabe se eu assediei ou não?” Seu leve sorriso se alargou. "Porque eu te conheço.” “Bem, eu não perturbei ele. Realmente. Eu não”, eu argumentei quando ele me lançou um olhar de incredulidade. "Eu estava indo, mas então eu não fiz. E por que estamos nesta sala? " "Você está em uma espécie de cruzada, anjo?” Nós estávamos falando em torno de si, e eu não tinha certeza do por que. E eu não me importava, porque algo me pareceu mais significativo. “Você percebe que a sua reação ao meu almoço com Christopher esta muito calma? E assim é para mim em relação há seu tempo gasto com Corinne? Nós dois estamos reagindo totalmente diferente da maneira que teria reagido ha apenas um mês atrás.” Ele ficou diferente. Ele sorriu, e havia algo único sobre isso quente na curva de seus lábios. "Nós confiamos um no outro, Eva. É uma sensação boa, não é? " "Confiar em você não quer dizer que eu estou menos perturbada com o que está acontecendo entre nós. Por que estamos se escondendo neste escritório? " "Negação plausível". Gideon endireitou-se e veio até mim. Colocando meu rosto em suas mãos, ele inclinou a cabeça para trás e me beijou docemente. "Eu te amo". “Você está ficando bom em dizer isso.” Ele passou os dedos pelos meus cabelos novos. "Lembra, naquela noite, quando teve o seu pesadelo e eu estava atrasado? Você perguntou onde eu estava. " "Eu ainda me pergunto.” “Eu estava no hotel, limpando o quarto. Meu abatedouro sexual, como você chamou. Explicando que, enquanto você estava vomitando não parecia ser o momento apropriado". Minha respiração me deixou em uma corrida. Foi um alívio saber onde ele estava. Um alívio ainda maior ao saber que a almofada não foi foda. Seu olhar era suave quando ele olhou para mim. "Eu tinha esquecido completamente sobre ele até que o assunto veio com o Dr. Petersen. Nós dois sabemos que eu nunca vou usá-lo novamente. Minha menina prefere modos de transporte para camas.” Ele sorriu e saiu. Eu olhei atrás dele. O guarda de segurança encheu a porta aberta e eu empurrei de lado meus pensamentos turvos para examinar mais tarde, quando eu tiver tempo para realmente entender onde eles estavam me levando. *** Na caminhada para casa, peguei uma garrafa de espumante de maçã em vez de champanhe. Eu via o Bentley de vez em quando, me acompanhando, sempre pronto para encostar e me pegar. Ela costumava me irritar, porque a conexão persistente representou e aprofundou minha confusão sobre meu rompimento com Gideon. Agora, a visão me fez sorrir. Dr. Petersen tinha razão. Abstinência e algum espaço tinha bloqueado minha mente. De alguma forma, a distância entre mim e Gideon nos fez mais fortes, que nos fez apreciar cada vez mais um ao outro e concedemos mais. Eu o amava mais agora do que eu já amei, e eu me senti assim quando eu estava pensando em sair uma noite só com o meu companheiro de quarto, sem ter ideia do que Gideon era ou que ele poderia esta fazendo. Não importava. Eu sabia que estava em seus pensamentos, em seu coração. Meu telefone tocou e eu puxei-o para fora da minha bolsa. Vendo o nome da minha mãe na tela, eu respondi com "Oi, mãe.” “Eu não entendo o que eles estão procurando", ela se queixou, em tom irritado e choroso. "Eles não vão deixar Richard sozinho. Eles foram para seus escritórios e hoje levou cópias das fitas de segurança. "


"Os detetives?” “Sim. Eles são incansáveis. O que eles querem? " Eu virei à esquina para chegar a minha rua. "Para pegar um assassino. Eles provavelmente só querem ver Nathan indo e vindo. Verificar o tempo ou algo assim. " "Isso é ridículo!” “Sim, também é apenas uma suposição. Não se preocupe. Não há nada para encontrar, porque Stanton é inocente. Tudo vai ficar bem. " "Ele tem sido tão bom quanto a isto, Eva," ela disse suavemente. "Ele é tão bom para mim.” Eu suspirei, ouvindo a súplica em sua voz. "Eu sei mãe. Eu entendi. Ao vela com o papai. Você está onde deveria estar. Ninguém te julga. Estamos todos bem”. Levei até chegar minha porta da frente para acalmá-la, durante o qual eu me perguntava o se os detetives queriam ver se eles tiraram as fitas de segurança do Crossfire, também. A história das minha relação com Gideon poderia ser contada através dos tempos eu estava no lobby das Indústrias Cross com ele. Primeiro propositalmente, e depois sem rodeios afirmando seu desejo. Ele me prendeu na parede de lá, logo depois que eu tinha concordado em sair com ele exclusivamente. E ele rejeitou meu toque nesse dia horrível em que ele pela primeira vez começou a ficar longe de mim. Os detetives veriam tudo isso, se eles olharam para trás distante o suficiente, esses momentos privados e pessoais no tempo. “Me liga se você precisar de mim", eu disse e deixei minha sacola e bolsa fora no bar. "Eu vou estar em casa à noite toda.” Desliguei o telefone, e notei um casaco desconhecido sobre um dos bancos de bar. Eu gritei para Cary: "Querido, cheguei!” Eu coloquei a garrafa de suco de maçã na geladeira e seguiu pelo corredor até o meu quarto para um banho. Eu estava no limite do meu quarto quando a porta de Cary abriu e Tatiana saiu. Meus olhos se arregalaram com a visão de seu traje enfermeira impertinente, vestida com ligas expostas e meias arrastão. “Ei, querida", ela disse, com olhar presunçoso. Ela era surpreendentemente alta em seus saltos, elevando-se sobre mim. Uma modelo de sucesso, Tatiana Cherlin tinha o tipo de rosto e corpo que poderia parar o trânsito. "Cuida dele para mim.” Piscando, eu assisti a loira desaparecer na sala de estar. Eu ouvi a porta da frente fechando pouco tempo depois. Cary apareceu em sua porta, olhando despenteado e corado vestindo apenas sua cueca boxer. Ele inclinou-se para a porta com um sorriso, preguiçoso satisfeito. "Hey". “Ei, mesmo. Parece que você teve um bom dia. " "Claro que sim". Isso me fez sorrir. "Nenhum julgamento aqui, mas eu achei que você e Tatiana terminaram.” “Eu nunca pensei que começou." Ele passou a mão pelo cabelo, despenteado. "Então, ela veio hoje preocupada toda e apologética. Ela estava em Praga e não sabia sobre mim até esta manhã. Ela leu minha mente pervertida e veio de fantasia.” Inclinei-me em minha porta, também. "Acho que ela sabe que você é.” “Acho que ela faz ideia." Ele deu de ombros. "Vamos ver como vai ser. Ela sabe sobre Trey em minha vida e espero mantê-lo lá. Trey, no entanto. . . Eu sei que ele não vai gostar. " Eu senti por ambos os homens. Ele ia ter um monte de comprometimento a sua relação fora trabalho. "Que tal esquecer nossos problemas por uma noite e ter uma maratona de filmes de ação? Eu trouxe champanhe sem álcool.” Suas sobrancelhas se levantaram. "Onde está à diversão nisso?” “Não é possível misturar os remédios com bebida, você sabe", eu disse secamente. “Você não vai para Krav Maga esta noite?” “Eu vou fazer isso amanhã Eu vou fazer isso amanhã. Eu me sinto relaxda como você. Quero me jogar no sofá, e comer pizza com pauzinhos e comida chinesa com meus dedos.”. "Você esta uma menina rebelde." Ele sorriu. "E você conseguiu me convencer." *** Parker bateu o tapete com um grunhido e eu gritava, emocionada com o meu próprio sucesso.


“Sim", eu disse, com um soco leve. Aprender a jogar um cara tão pesado quanto Parker não era pouca coisa. Encontrar o equilíbrio certo para ganhar a alavancagem que eu precisava levara mais tempo do que ele provavelmente deve ter, porque eu tive um momento tão difícil de se concentrar ao longo das duas últimas semanas. Não houve equilíbrio na minha vida, quando minha relação com Gideon estava distorcida. Rindo, Parker estendeu a mão para mim por um lado. Segurei seu braço e puxei os seus pés. “Ótimo. Muito bom”, elogiou. "Você está com todo gás esta noite.” “Obrigado. Quero tentar de novo? " "Dê uma pausa de dez minutos e se hidrata", disse ele. "Eu preciso falar com Jeremy antes ele ir.” Jeremy foi um dos instrutores Parker, um homem gigante que os alunos tinham que trabalhar seu caminho para cima. Eu nunca poderia imaginar ser capaz de me defender um assaltante de seu tamanho, mas eu vi algumas mulheres realmente pequena na classe fazer isso. Peguei minha toalha e minha água e fui em direção a arquibancada de alumínio alinhados contra a parede. Meus passos vacilaram quando vi um dos detetives que tinha ido ao meu apartamento. Detetive Shelley Graves não estava vestida para o trabalho, no entanto. Ela usava um top de esportes e calças combinando com sapatos esportivos, e seu cabelo escuro e crespo foi puxado para trás em um rabo de cavalo. Desde que ela estava entrando no prédio e passou pela porta ela veio pro meu lado da arquibancada, eu me vi caminhando em sua direção. Obriguei-me a parecer indiferente sem sentir nada. “Srta Tramell," ela me cumprimentou. "Gosto de você correndo por aqui. Você esta trabalhando com Parker faz tempo? " "Cerca de um mês. É bom ver você, Detetive. " "Não, não é." Sua boca torceu ironicamente. "Pelo menos você não pensa assim. Ainda. Talvez quando eu disser o que tenho para falar." Eu fiz uma careta, confusa por esse emaranhado de palavras. Ainda assim, uma coisa era clara. "Eu não posso falar com você sem a presença do meu advogado.” Ela abriu os braços. "Estou de folga. Mas de qualquer maneira, você não tem que dizer nada. É eu que vou falar". Graves apontou para as arquibancadas, e eu relutantemente sentei. Eu tinha uma razão muito boa para ser cautelosa. “Que tal ir um pouco mais alto?" Ela subiu ao topo, e eu a segui. Uma vez estávamos lá em cima, ela colocou seus braços sobre os joelhos e olhou para os estudantes abaixo. "Aqui é diferente à noite. Eu costumo pegar as sessões de dia. Eu disse a mim mesmo que quando tiver a chance de ir atrás de você em um dia de folga, para falar com você. Imaginei que as chances eram nulas. E eis que, você esta aqui. Isso deve ser um sinal.” Eu não estava comprando a explicação adicional. "Você não me parece o tipo de acreditar em sinais.” “Você me pegou, mas eu vou fazer uma exceção neste caso." Seus lábios franziram por um momento, como se estivesse pensando muito sobre algo. Então, ela olhou para mim. “Eu acho que o seu namorado matou Nathan Barker.” Eu segurei minha respiração de forma audível. “Eu nunca vou ser capaz de provar isso", disse ela severamente. "Ele é muito inteligente. Muito minucioso. A coisa toda foi precisamente premeditada. O momento Gideon Cross teve a decisão de matar Nathan Barker, teve seus patos em uma fileira. " Eu não podia decidir se eu deveria ficar ou ir quais seria as consequências de qualquer decisão. E nesse momento de indecisão, ela continuou falando. “Eu acredito que começou na segunda-feira depois que seu companheiro de quarto foi atacado. Quando procurou o quarto do hotel onde o corpo de Barker foi descoberto, encontramos fotos. Um monte de fotos de sua, mas as que eu estou falando eram de seu companheiro de quarto. " "Cary?” “Se eu fosse apresentá-lo à ADA para um mandado de prisão, eu diria que Nathan Barker atacou Cary Taylor como uma forma de intimidar e ameaçar Gideon. Meu palpite é que Cross não estava concedendo às demandas e chantagem de Barker.”


Minhas mãos torcidas em minha toalha. Eu não podia suportar a ideia de Cary sofrimento por mim. Graves olhou para mim, seu olhar afiado e plana. Olhos policial. Meu pai os tinha, também. "Nesse ponto, eu acho que Cross percebeu que você estava em perigo mortal. E você sabe o que? Ele estava certo. Eu tinha visto as provas que foram coletadas a partir do quarto de Barker fotos, notas detalhadas de sua programação diária, recortes de notícias. . . mesmo alguns dos seu lixo. Normalmente, quando encontramos esse tipo de coisa, é muito tarde. " "Nathan estava me vigiando?" Apenas o pensamento enviou um tremor violento através de mim. "Ele estava perseguindo você. A chantagem que ele fez em seu padrasto e Cross foram apenas uma escalada e exige isso. Eu acho que Cross estava ficando muito perto de você, e Barker se sentiu ameaçado por seu relacionamento. Acho que ele esperava que Cross se afastaria se ele soubesse sobre seu passado. " Eu segurei a toalha na minha boca, no caso de sentir o enjoo como eu sentia. "Então, aqui está como eu acho que ele morreu." Graves bateu seus dedos juntos, sua atenção aparentemente nos treinos extenuantes abaixo. "Cross corto o fora, começou vendo uma antiga paixão. Que serviu a dois propósitos, que fez Barker relaxar, e limpou para fora motivo Cross. Por que ele iria matar um homem por uma mulher que ele não quer? Colocou- se muito bem, ele não lhe disse. Você reforçou a mentira com suas reações honestas.” Seu pé começou a bater com os dedos, seu corpo magro irradiando energia inquieta. "Cross não iria contratar o serviço. Isso seria estúpido. Ele não quer que a trilha de dinheiro ou de um assassino que poderia delatá-lo. Além disso, isto é pessoal. Você é pessoal. Ele quer que a ameaça vá sem sombra de dúvida. Ele estabelece uma festa de última hora no uma de suas propriedades para sua empresa de vodka. Agora ele tem um álibi sólido. Até a imprensa estava lá para tirar fotos. E ele sabe exatamente onde você está e que seu álibi é sólido, também.” Meus dedos apertou a toalha. Meu Deus. . . Os sons de corpos batendo no tatame, o zumbido de instruções sendo dado, e os gritos triunfantes de estudantes de desbotada em um constante zumbido nos ouvidos. Lá foi uma enxurrada de atividades acontecendo bem na minha frente e meu cérebro não poderia processálo. Eu tinha um senso de recuar para baixo de um túnel sem fim, minha realidade encolhendo a um pequeno ponto negro. Abrindo a garrafa de água, Graves bebeu profundamente, então limpou a boca com as costas da mão. "Eu vou admitir, o partido me derrubou um pouco. Como você quebra um álibi assim? Eu tive que voltar para o hotel três vezes antes que eu soube que houve um incêndio na cozinha naquela noite. Nada grave, mas todo o hotel foi evacuado perto de uma hora. Todos os convidados foram parar na calçada. Cross estava dentro e fora do hotel, fazendo o que um proprietário faz nessas circunstâncias. Eu Conversei com dezenas de funcionários meio que o viram ou falaram com ele em torno do acontecido, mas nenhum deles conseguiu identificar quantas vezes para mim. Todos concordaram que estava caótica. Quem poderia se manter a par de um cara naquela bagunça?” Balancei a cabeça, como se ela tivesse sido direcionando a questão para mim. Ela revirou os ombros para trás. "Eu programei a caminhada do serviço de entrada, onde Cross foi visto conversando com os FDNY para o hotel Barker alguns quarteirões. Quinze minutos em cada sentido. Barker foi morto por uma única facada no peito. Bem no coração. Teria tomado não mais do que um minuto. Não se defendeu do ataque e foi encontrado perto da porta. Meu palpite? Ele abriu a porta para Cross e acabou antes que ele pudesse piscar. E conseguir isso. . . Que hotel é de propriedade da uma subsidiária das Indústrias Cross. E as câmeras de segurança do prédio passou a funcionar as de baixo para uma atualização que esta em obras por vários meses. " "Coincidência", eu disse com a voz rouca. Meu coração estava batendo. Em uma parte distante do meu cérebro, eu registrei que havia uma dúzia de pessoas a poucos metros de distância, vivendo suas vidas sem um indício de que outro ser humano na sala estava lidando com um evento catastrófico. “Claro. Por que não?” Graves deu de ombros, mas seus olhos se distanciaram. Ela sabia. Ela não podia provar, mas ela sabia. "Então, aqui está à coisa: eu poderia continuar a cavar e gastar


tempo com este caso, enquanto há outros na minha mesa. Mas qual é o ponto? Cross não é um perigo para o público. Meu parceiro vai dizer que nunca há problema em fazer a lei com suas próprias mãos. E, na maior parte, eu estou na mesma página. Mas Nathan Barker estava indo para matá-la. Talvez não na próxima semana. Talvez não no próximo ano. Mas algum dia". Ela se levantou e limpou suas calças, pegou sua água e toalha, e ignorou o fato de que eu estava soluçando incontrolavelmente. Gideon. . . Eu apertei a toalha para o rosto, sobrecarregado. “Eu queimei as minhas notas", ela continuou. "Meu parceiro concorda nós batemos num beco sem saída. Ninguém dá a mínima para que Nathan Barker não esteja mais respirando o ar. Até a seu pai me disse que ele considerava seu filho mortos anos atrás". Eu olhei para ela, pisquei para limpar a névoa de lágrimas dos meus olhos. "Eu não sei o que dizer.” “Você terminou com ele no sábado, depois que interrompemos o seu jantar, não é?" Ela assentiu com a cabeça quando eu fiz. "Ele estava na estação, então, deu uma declaração. E saiu da sala, mas eu podia vê-lo através da janela na porta. A única vez que eu vi dor como essa é quando eu estou notificando o parente mais próximo. Para ser honesto, é por isso que eu estou te dizendo isso agora para que você possa voltar para ele. " "Obrigado." Eu nunca iria colocar tanto sentimento, para essa palavra como eu fiz então. Balançando a cabeça, ela começou a caminhar de volta para baixo, parou e se virou, olhando para mim. "Eu não sou aquele que você deveria agradecer." *** De alguma forma, eu acabei no apartamento de Gideon. Eu não me lembro de sair do estúdio de Parker ou dizendo Clancy onde me levar. Eu não me lembro do check-in com a recepção ou andar no elevador. Quando eu me encontrei no vestíbulo privado voltada para porta de Gideon, eu tive que parar um momento, sem saber como eu tinha chegado da arquibancada a esse ponto. Toquei a campainha e esperei. Quando ninguém respondeu, eu cai no chão e recostei contra a porta. Gideon me encontrou lá. As portas do elevador se abriram e elem saiu, parando abruptamente quando me viu. Ele estava vestido com roupas de ginástica e seu cabelo estava ainda úmido de suor. Ele nunca me olhou mais maravilhoso. Ele estava olhando para mim, imóvel, por isso, expliquei: "Eu não tenho mais uma chave". Eu não consegui, porque eu não tinha certeza que minhas pernas me apoiaram. Ele se agachou. "Eva? O que há de errado? " "Encontrei a detetive Graves hoje à noite." Eu engoli passado o nó em minha garganta. "Eles estão largando o caso.” Seu peito expandido em uma respiração profunda. Com esse som, eu sabia. A desolação escura sombreou os belos olhos de Gideon. Ele sabia que eu sabia. A verdade pendurado pesado no ar entre nós, uma coisa quase palpável. Eu mataria por você, daria tudo o que tenho por você. . . Mas eu não vou desistir de você. Gideon caiu de joelhos sobre o mármore frio e duro. Abaixou a cabeça. Esperou. Eu mudei, espelhando sua pose. Eu levantei o queixo. Toquei o rosto dele com as minhas mãos e os meus lábios. Minha gratidão por seu dom sussurrou sobre sua pele: Obrigado. . . Obrigado. . . Obrigado. Ele me pegou para ele, seus braços atados apertadamente em torno de mim. Seu rosto colado na minha garganta. "Para onde vamos a partir daqui?” Eu o segurei. "Onde quer que isso nos levar. Juntos.” ***


Crossfire 2 profundamente sua