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Jean Jacques Rousseau e o Bom Selvagem. TópicoIII 2º ano E.M Contrato Social- O homem é naturalmente bom, sendo a sociabilização a culpada pela "degeneração" do mesmo. O Contrato Social para Rousseau é um acordo entre indivíduos para se criar uma Sociedade, e só então um Estado, isto é, o Contrato é um Pacto de associação, não de submissão. A primeira forma de sociedade, seria a família que serve de primeiro modelo de sociedade política: o pai representado pelo chefe, os filhos pelo povo .O homem não foi feito para meditar, mas para agir. .homem nasceu livre e por toda a parte vive acorrentado. .As leis são sempre úteis aos que têm posses e nocivas aos que nada têm. .Quanto mais do mundo vi, menos pude moldar-me à sua maneira. .Se é a razão que faz o homem, é o sentimento que o conduz. .Visto que o fundamento da propriedade é a utilidade, onde não houver utilidade não pode existir propriedade. .O povo, por ele próprio, quer sempre o bem, mas, por ele próprio, nem sempre o conhece. .O homem que não conhece a dor, não conhece a ternura da humanidade. .A consciência é a voz da alma, as paixões são a voz do corpo. .O que viveu mais não é aquele que viveu até uma idade avançada, mas aquele que mais sentiu na vida. .A verdade não é a estrada para a riqueza. .É demasiado difícil pensar com nobreza quando pensamos apenas em ganhar a vida. .Sejamos bons e depois seremos felizes. Ninguém recebe o prêmio sem primeiro fazer por isso. .A espécie de felicidade de que preciso não é fazer o que quero, mas não fazer o que não quero. .O dinheiro que temos é o instrumento da liberdade; aquele de que andamos atrás é o da servidão. .Amo-me a mim próprio demasiado para poder odiar seja o que for. .De todos os animais, o homem é aquele a quem mais custa viver em rebanho. .A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. . Não há recompensa possível para quem a tudo renuncia. . Nenhum homem aliena sua liberdade gratuitamente a um outro - tampouco um povo a um indivíduo. A Escravidão não tem sentido.

Jean Jacques Rousseau e o Bom Selvagem. TópicoIII 2º ano E.M Contrato Social-O homem é naturalmente bom, sendo a sociabilização a culpada pela "degeneração" do mesmo. O Contrato Social para Rousseau é um acordo entre indivíduos para se criar uma Sociedade, e só então um Estado, isto é, o Contrato é um Pacto de associação, não de submissão. A primeira forma de sociedade, seria a família que serve como primeiro modelo de sociedade política: o pai representado pelo chefe, os filhos pelo povo .O homem não foi feito para meditar, mas para agir. .homem nasceu livre e por toda a parte vive acorrentado. .As leis são sempre úteis aos que têm posses e nocivas aos que nada têm. .Quanto mais do mundo vi, menos pude moldar-me à sua maneira. .Se é a razão que faz o homem, é o sentimento que o conduz. .Visto que o fundamento da propriedade é a utilidade, onde não houver utilidade não pode existir propriedade. .O povo, por ele próprio, quer sempre o bem, mas, por ele próprio, nem sempre o conhece. .O homem que não conhece a dor, não conhece a ternura da humanidade. .A consciência é a voz da alma, as paixões são a voz do corpo. .O que viveu mais não é aquele que viveu até uma idade avançada, mas aquele que mais sentiu na vida. .A verdade não é a estrada para a riqueza. .É demasiado difícil pensar com nobreza quando pensamos apenas em ganhar a vida. .Sejamos bons e depois seremos felizes. Ninguém recebe o prêmio sem primeiro fazer por isso. .A espécie de felicidade de que preciso não é fazer o que quero, mas não fazer o que não quero. .O dinheiro que temos é o instrumento da liberdade; aquele de que andamos atrás é o da servidão. .Amo-me a mim próprio demasiado para poder odiar seja o que for. .De todos os animais, o homem é aquele a quem mais custa viver em rebanho. .A natureza fez o homem feliz e bom, mas a sociedade deprava-o e torna-o miserável. . Não há recompensa possível para quem a tudo renuncia. . Nenhum homem aliena sua liberdade gratuitamente a um outro - tampouco um povo a um indivíduo. A Escravidão não tem sentido.


Jean Jacques Rousseau e o Bom Selvagem