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Port . folio

Clรกudia Fernandes 2013 - 2019 Claudiaof94@gmail.com 935064737


CV

2


Cláudia Fernandes Arquiteta Estagiária

perfil Cláudia Sofia Oliveira Fernandes 26 de Dezembro de 1994 (24 anos) L.40, rua Bouça do Pinheiro, Creixomil, Guimarães

contactos 935 064 737 claudiasofiaoli.fernandes@gmail.com https://www.linkedin.com/in/cláudiafernandes/

idiomas Português (Língua Materna) Inglês - Nível intermediário em leitura, com facilidade em escrever pequenos parágrafos. Nível intermediário em conversação.

competências pessoais . Senso de organização e produção; . Autonomia; . Sentido de responsabilidade; . Empenho; . Capacidade analítica e criativa; . Gosto pelo desenho.

Recém-formada em Arquitetura que procurou, ao longo do mestrado, adquirir algumas ambivalências e versatilidade no conhecimento adquirido, através da participação autónoma em concursos, workshops e formações em programas. Procuro colaborar na elaboração de projetos e no acompanhamento de obras de construção e reabilitação e também investir na modelação 3D.

educação e formação 2012 . Escola Secundária Francisco de Holanda Artes Visuais | Média de 16,8 valores

2014 . Workshop “Metamorfoses” Lacaton & Vassal na UMinho 2016 . Participação em Y.A.C. Inspiration Hostel 2016 2017 . Participação em Y.A.C. Castle Resort 2017 2017 . International SummerSchool KU Leuven Faculteit Architectuur

2017 . IV Encontro Internacional sobre Património Industrial e a sua Museologia 2018 . Formação de Revit realizada na Universidade do Minho Nível 1

2019 . Mestrado Integrado em Arquitetura na Universidade do Minho Média de 16 valores

experiência 2018 . Part-time em loja (11 meses)

software Autocad Adobe Photoshop Illustrator InDesign AfterEffects Lightroom

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SketchUP Microsoft Office Showroom Grasshopper Revit


Este portfólio apresenta uma seleção dos projetos académicos realizados durante o Mestrado Integrado na Universidade do Minho. Como base para a sua seleção teve-se em consideração a incidência em diferentes áreas arquitetónicas, formas e métodos construtivos para conseguir demonstrar alguma diversidade e ambivalência na formação académica.

4


Índice

p.6

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães, 2017 Tese de Mestrado

Território

2

p.26

Unlock the Quarter to the City, 2017 Projeto de reativação do Quarteirão da Caldeiroa

Restauro

3

p.36

Convento de Nossa Senhora da Ínsua, 2017 Projeto de reabilitação

4

p.48

Igreja de Nossa Senhora do Carmo, 2016 Levantamento arquitetónico de edifício histórico

5

p.58

Estação Intermodal, 2016 Construção em betão

6

p.68

Gas Station, 2016 Construção em junta seca

7

p.78

Instalações e Iluminação nos Edifícios, 2016 Aplicação de conhecimentos num edifício de habitação coletiva

Construção

5

2013 - 2019

1

Cláudia Fernandes

Tese de Mestrado


6


Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães (Tese de Mestrado)

Cláudia Fernandes

1

Guimarães, Braga, Portugal 2019

7

2013 - 2019

A zona poente da Vila Baixa de Guimarães foi lugar de um grande impacto territorial e sociocultural devido ao forte desenvolvimento industrial ocorrido durante o século XX, originando uma transformação na paisagem e um acentuado confronto entre as lógicas habitacionais, agrícolas e industriais. Nas duas últimas décadas desse século, a deslocalização da indústria e a consequente decadência dos espaços industriais levou ao aparecimento de um território marcado por um declínio demográfico e pelo surgimento de espaços abandonados. Como forma de o reativar, a presente investigação propõe uma leitura e transformação do lugar que considere o seu valor histórico, as sucessivas apropriações, das sucessivas apropriações ou qualidades espaciais de cada espaço abandonado.


Mapeamento e Antigos Usos dos Espaรงos Abandonados

Planta Base

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Á semelhança do que acontece no projeto NoVOID, recorreu-se à divisão dos vazios urbanos de acordo com os antigos usos de cada um, destacando-se três temas: Fabril, Habitacional e Intersticial.

Vazios Habitacionais

Fabril - As fábricas abandonadas são elementos estruturantes no abandono e arruinamento da zona poente da Vila Baixa.

Intersticial - São espaços que aparecem como resultado da difícil articulação entre: o cadastro inicial do território, as lógicas e racionalidades do edificado e da infraestruturação já existentes, e a ocupação industrial sobre os solos agrícolas livres.

9

2013 - 2019

Habitacional - A habitação integra o uso com maior número de espaços abandonados resultantes dos processos de desindustrialização que, com a crescente migração populacional e progressiva debilidade estrutural das habitações tradicionais, contribuíram para a permanência de quarenta e três espaços obsoletos na cidade.

Vazios Intersticiais

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

Vazios Fabris

Com base no conjunto de vazios urbanos anteriormente identificados pelo projeto em questão, foi realizado um exercício de aprofundamento na análise aos vazios, que permitiu ter em consideração algumas das transformações em ocorrência. Como resultado foram adicionados dezoito vazios urbanos, perfazendo um total de 66 espaços abandonados identificados na primeira planta da página anterior.

Cláudia Fernandes

Partilhando muitos dos objetivos do projeto de investigação NoVOID, procurou-se pensar a zona em estudo a partir das suas qualidades, potencial, e acima de tudo, da diversidade dos seus espaços abandonados.


Vazios Fabris

Vazios Habitacionais

Vazios Intersticiais

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Clรกudia Fernandes

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarรฃes

2013 - 2019

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Estruturas do território

Após a identificação de todos os vazios urbanos existentes na zona poente da Vila Baixa, procuraram-se associar os espaços obsoletos a uma forma de interpretar o território, tendo em conta uma zona cheia de marcas, rastos e oportunidades que podem servir como ponto de partida. Assim, teve-se como fundamento a importância da carga histórica na mutabilidade da forma urbana, como modo de “(…) identificar vestígios ainda presentes de processos territorialmente desaparecidos (…)”1 ao longo da sobreposição dos diferentes estruturas do palimpsesto existente. A sua análise veio expor a presença de diferentes estruturas de consolidação territorial sobre as quais se aplicou um fator de decisão na atual fragilidade na existência e na visibilidade dos mesmos.

O Rio e o Quarteirão. Os longos processos de transformação marcados pela construção de novas volumetrias industriais e vias de transporte de mercadorias sobrepuseram-se ao fator tempo, ignorando as lógicas e dinâmicas anteriormente instaladas nestas estruturas. Ainda que estes processos sejam antagónicos à estratégia pretendida, a atuação sobre estes elementos procura reconstruir a sua visibilidade e respeitar a implantação e lógicas de reestruturação que tenham tornado oculta a sua importância.

12


Cláudia Fernandes

Espaços Abandonados Quarteirões Estruturas executadas pelo Homem

Edificado

Sistema Viário Medieval

Rio de Couros Curvas de Nível Estruturas Naturais

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

Sistema Viário Atual

2013 - 2019

O Território é o objeto de uma construção “que se constitui ao longo do tempo através de um fenómeno de acumulação que lhe permite (…) apresentar o lugar como uma entidade determinada pela sobreposição de padrões e sinais de ocupação resultantes de diferentes processos de transformação (…).” LABASTIDA, Marta (2013 b) El Paisaje Proximo. Fragmentos Del Vale do Ave, Guimarães: Universidade do Minho; p.23

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O Rio

O Quarteirão

Enquanto elemento natural contínuo, o rio de Couros surgiu no território como uma estrutura contínua que atravessa toda a zona de intervenção através das cotas mais baixas. Apesar de, atualmente, não ser percetível a quem percorre esta zona, o seu retorno ao espaço público pode ser estabelecido pelo redesenho do traçado e da recuperação de vestígios ocultos no interior dos vazios urbanos.

O Quarteirão reflete no seu interior muitas das dinâmicas e da diversidade de usos existentes na Vila Baixa. Na área em estudo ele não apresenta características constantes. A variabilidade dos usos, da dimensão do edificado e do nível de consolidação faz com que a sua visibilidade seja reduzida e explica a frágil identidade dos seus espaços interiores. Por isso, não apresentam formas nem lógicas definidas, pelo que o seu miolo e limites surgem de processos de acumulação distintos sobre os quais se pretende investigar e intervir.

14


Cláudia Fernandes

Quarteirões Estruturas executadas pelo Homem

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

Rio de Couros

Estruturas Naturais

2013 - 2019

A reativação e revalorização da zona poente da Vila Baixa na presente investigação, parte da recuperação da legibilidade destas duas Estruturas do Território. Para isso recorreu-se à estratificação de analises e estratégias individuais, sendo ambas partes integrantes de uma intervenção conjunta ou como intervenções individuais que podem ser realizadas em tempos distintos.

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Descobrir o Rio de Couros

O surgimento de vazios urbanos provenientes da insalubridade e da desindustrialização, trouxe a possibilidade de reestruturar a forma do rio, tendo como base a recuperação destes lugares abandonados. Esta estratégia revelou a possibilidade de reaver uma estrutura fundamental no crescimento da cidade através da memória, das formas e sistemas antigos utilizados nos espaços vazios. Para se perceberem as potencialidades de cada um destes espaços na reestruturação da estrutura em questão, surge este capítulo como uma investigação detalhada do percurso do rio através da realização de um perfil representativo do seu traçado aparente e oculto na zona em estudo. A partir da identificação das zonas visíveis e invisíveis foi possível concluir que inicialmente se deu valor ao rio enquanto recurso natural mas, com o passar dos anos, e com a entrada da indústria e de edifícios habitacionais e públicos, esta estrutura se tornou secundária nesta zona.

1. Oficina;

2. Fábrica de Curtumes da Madrôa;

1. Oficina Vazio Fabril

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Cláudia Fernandes

4. Estacionamento;

5. Estaleiro.

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

3. Fábrica de Tecidos e Fiação da Madrôa;

2013 - 2019

2. Fábrica de Curtumes da Madrôa; Vazio Fabril

3. Fábrica de Tecidos e Fiação da Madrôa; Vazio Fabril

4. Estacionamento; Vazio Fabril

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5. Estaleiro. Vazio Fabril


1.

2.

4. Axonometrias dos 4 vazios de intervenção

3.

18


1.

2.

3.

4.

19

2013 - 2019

A formulação destas intervenções nem sempre se assemelha e, por isso, foi necessário elaborar duas diferentes estratégias que assentam na possibilidade de tornar o rio visível: uma recuperação aparente que procura recuperar ou revitalizar estruturas para a presença do rio no espaço público, e a interpretação das formas ocultas do rio à superfície aquando da impossibilidade, maioritariamente estrutural, de trazer o rio de volta.

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

A interpretação individual de cada espaço permitiu identificar um conjunto de características específicas capazes de constituir diferentes tipos de intervenção. Em jeito de conclusão foi realizada uma síntese das intervenções no rio, que permitiram a execução de um desenho final e de uma lista de trabalhos individual.

Cláudia Fernandes

Os pilares destas intervenções partem da intenção de criar áreas verdes ou abertas, a fim de reaver a continuidade do rio no espaço público. Para isso deu-se uma análise individual à evolução formal e às memórias de cada espaço, bem como a realização de uma síntese de informação referente a cada vazio, com o intuito de entender as relações existentes com o rio de Couros e assim, preservar o património da cidade.


Descobrir o Rio de Couros

Enquanto unidade compositiva da cidade, o quarteirão mistura, agrupa e desagrupa espaços públicos e privados no que é considerada a “reunião de casas que dão para quatro ruas ou travessas”1. Ainda assim, na área em estudo esta definição nem sempre se aplica, uma vez que as parcelas são compostas por diferentes tipos de edificado que, na sua construção, respeitaram os limites das vias medievais e provocaram significativas variações no tecido urbano.

Com o objetivo de integrar e articular estes lugares com a cidade é realizada uma análise ao interior dos quarteirões definida, em primeiro lugar, pela seleção de quarteirões a excluir da intervenção devido à sua pequena dimensão, à existência de ações de reestruturação recentes e ao uso nas intervenções do capítulo anterior, e em segundo lugar, de acordo com as características de exclusão mencionadas, os restantes quarteirões são remetidos a intervenção. "quarteirão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, acedido em: 02/11/2018, em: https://dicionario. priberam.org/quarteir%C3%A3o. 1

20


Cláudia Fernandes

Como se pode observar na figura 66 foram selecionados três quarteirões para intervir: um quarteirão anexo ao Largo do Toural cuja potencialidade do percurso se prende com a complexidade dos diferentes edifícios percetíveis no interior (1.); um quarteirão resultante de uma divisão territorial realizada em 2012 com a construção do Mercado Municipal de Guimarães, onde se torna evidente a relação entre as fábricas e as habitações (2.); e um quarteirão cuja maior característica é a topografia, por unir uma das cotas mais baixas (175) à cota mais elevada (210), respetivamente a rua das Lameiras e da Liberdade à rua Eduardo Manuel de Almeida.

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães 2013 - 2019

O Declive e a Forma

Por Parcelas Habitacionais Entre a Habitação e a Indústria

21


O Quarteirão

1.

2.

Axonometrias dos 3 vazios de intervenção

22

4.


23

2.

2013 - 2019

Os tipos de estratégia selecionadas pretendem seguir procedimentos simples, como a remoção de limites entre parcelas e a desmatação de vegetação espontânea, para se tornarem em intervenções pouco invasivas e com o acesso a poucos recursos. De um modo conclusivo foi realizado um painel síntese final onde são expostas as representações das intervenções realizadas e clarificados os procedimentos planeados para a realização de cada proposta.

1.

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

Após a análise detalhada de cada quarteirão, do ponto de vista da forma, da problemática e dos vazios neles presentes, sucede-se a definição de uma estratégia individual que parte da seleção de vazios contíguos desde as extremidades de cada quarteirão. “A abertura e possibilidade de utilização dos espaços internos dos quarteirões oferece-se como uma alternativa aos logradouros degradados e mal aproveitados, ou espaços residuais expectantes e sem função, que muitas vezes encontramos no interior (…)” (FERNANDES, 2012: p.20).

Cláudia Fernandes

As intervenções preconizadas têm como denominador comum o estabelecimento de novas possibilidades de percorrer o espaço urbano. Neste capítulo são apresentados e analisados individualmente apresentando-se as características de maior destaque em cada um deles.

4.


Considerações Finais

“Assumindo como ponto de partida que a ruína é o vestígio deixado na paisagem por estas várias formas de movimento, percebe-se que todas as sociedades em todos os tempos históricos terão produzido ruínas.”1

24


25

2013 - 2019

BRITO-HENRIQUES, E., MORGADO, P., CRUZ, D. (2018) “Morfologia da Cidade Perfurada: Padrões Espaciais de Ruínas e Terrenos Vacantes em Cidades Portuguesas”, in Finis. LIII (108), pp.111-133. Acedido em 26/09/2018, p.258; 2 GEHL, Jan (1996) Life Between Buildings: using public space, Copenhagen: Arkitektens Forlag, p.113. 1

Os Vazios Urbanos na zona poente da Vila Baixa de Guimarães

As intervenções realizadas pretendem acrescentar complexidade ao desenho das vias medievais pela criação de limites flexíveis, “(…) zonas de transição que não são completamente privadas nem completamente públicas e poderão funcionar como conectores. Ligações, que tornam mais fácil, tanto física como psicologicamente, para residentes e atividades ir e vir entre os espaços privados e públicos (…)” . Sendo criada uma rede de espaços constituída por vazios urbanos que intercetam duas estruturas deste território: o Rio e o Quarteirão. Ambas foram selecionadas por se encontrarem numa situação de grande fragilidade formal, tendo a sua presença se dissipado e fragmentado ao longo dos anos.

Cláudia Fernandes

Na presente investigação optou-se por respeitar a recente implementação de programas de grande dimensão, inseridos pelo projeto CampUrbis na zona de Couros, assumindo a inexistência de programas fundamentais para instalar na cidade. Por isso, optou-se pela realização de várias intervenções de pequena escala que visam a recuperação de uma parte das perfurações, de uma forma menos previsível e mais pontual, sendo assim apresentadas soluções para a criação de locais de permanência, de produção, de contemplação, mas também de valorização das qualidades arquitetónicas pré-existentes.


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Unlock the Quarter to the City in Time A Timetable

Cláudia Fernandes

2

Guimarães, Braga, Portugal 2019

Unlock the quarter to the city . A timetable . The title explains the idea, the reason why explains the how. The idea is to connect the quarter to the city, so people can enjoy the richness of the garden. We propose this because we want to open the “muralha” that it’s hiding the garden. To do this we open walls and windows to the floor, allowing the entrance of the public, and giving new uses to the existing buildings.

Trabalho de realizado em inglês com a cooperação de Cláudia Tavares e Greta Mazut.

27

2013 - 2019

To apply our ideas we made a time line that proposes transformations in nine steps, always following the main concept, opening new walls. By only proposing this, this area would create promiscuities spaces between public, private collective and shared, so, to control this we put a program in the factories defining the character of the opening areas.


Cavalinho’s Factory Sections and Photos

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Unlock the Quarter Yearto1 the City in Time A Timetable

Cláudia Tavares | Cláudia Fernandes |Gr A71892 | A70075 | E7903

Cláudia Fernandes

Year 1

First of all the garden is cleaned, revealing all the supporting walls that draw and define spaces.

Clean the Garden 1st month

Open the doors 2nd month

| set the openings and let enter into the ruin.

2013 - 2019

Thereafter the existing gates and windows are opened allowing the entrance of the public in the quarter. With this, on the D. Afonso Henriques avenue, the Cavalinho factory opens to the Vila Flor square, becoming part of this, providing a new look to the garden. In the second volume the inside is released, creating a double height square between arcades, with 1452 square meters of free area where even bicycles can ride.

Unlock the Quarter to the City in Time

Axonometry of the Garden | Present

Intervent on Cavalinho’s Factory 4rd month | clean the spaces | reorganize the interior - pick the spaces to recover;

6th month

| look for a relation with the closest buildings - Vila-Flor Palace; | open porticos to the outside;

9th month

| plan a square capable of interconnect the interior of the block and the D. Afonso Henriques avenue.

Axonometry | Cavalinho’s in relation with the surroundings Axonometry of the Factory Quarter

Year 2 29 Intervent on Arquinho’s Factory

Cavalinho’s Factory


Arquinho’s and Jodimonte’s Factories

Arquinho’s Sections - Diferent stages

Jodimonte’s Factory cleaned

30


Intervent on Cavalinho’s Factory 4rd month | clean the spaces | reorganize the interior - pick the spaces to recover;

6th month

| look for a relation with the closest buildings - Vila-Flor Palace; | open porticos to the outside;

9th month

| plan a square capable of interconnect the interior of the block and the D. Afonso Henriques avenue.

Year 2

Axonometry | Cavalinho’s Factory in relation with the surroundings

Intervent on Arquinho’s Factory 13th month

| clean the spaces; | reorganize the interior - pick the spaces to recover;

16th month

| reorganize the interior - to cover and uncover;

On par with this, the factory more up to north it’s clean and recovered, defining new areas with new uses, it’s implemented the green house. After this work, the doors of the factory in Cães de Pedra street are opened, creating a square in the behind it.

Cláudia Fernandes

Year 2

Cavalinho’s Factory

19th month

| implement the greenhouse.

Intervent on Jodimonte’s Factory

Unlock the Quarter to the City in Time

Axonometry | Arquinho’s Factory in relation with the Market

22nd month

| unblock the way through; | cut the vegetation and clean the space

23rd month

| plan a square for the residente community to the future habitants of the factory and to the people that leave around it.

2013 - 2019

Axonometry | Jodimonte’s Factory with the Habitational Area

Year 3 Intervent on the outside of Minhoto’s Factory 25th month | create permeable spaces that allow the entrance inside the block;

29th month | restructuring the terraces to allow the crossing of the block.

Axonometries of the Quarter Axonometry | Minhoto’s Factory in relation with the Station

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Arquinho’s Factory Areas Total Area: 3255 m2 Ocupied Area: 2945 m 2

Implement Infrastructure

Greenhouse: 790 + 280 + 550 = 1620 m2

Unblock the Garden - Vegetation Cleane


Minhoto’s Factory Sections - Stages

Cavalinho Factory Axonometry

Arquinho Factory Axonometry

Arquinho Factory Section - Final Stage

Cavalinho Factory Section - Final Stage

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Axonometry | Arquinho’s Factory in relation with the Market

Intervent on Jodimonte’s Factory

22nd month

| unblock the way through; | cut the vegetation and clean the space

23rd month

| plan a square for the residente community to the future habitants of the factory and to the people that leave around it.

Year 33 Year

Axonometry | Jodimonte’s Factory with the Habitational Area

Cláudia Fernandes

Intervent on the outside of Minhoto’s Factory 25th month | create permeable spaces that allow the entrance inside the block;

29th month | restructuring the terraces to allow the crossing of the block.

Axonometry

Unlock the Quarter to the City in Time

Axonometry | Minhoto’s Factory in relation with the Station In the end of this phase, we allow people to cross the garden now revealed to the city. Arquinho’s Factory Areas Total Area: 3255 m The program is then placed, Ocupied Area: 2945 m 2 thought in function of the city 2 Greenhouse: 790 + it. 280 + Thus, 550 = 1620 mseveral that surrounds Volume of the kitchen: 250 m2 of the kitchen: 75 m2 several containers Container of Carpentry: 4x10x3m with 400 m2 2 Square: 850 m programs are Corridor: placed on Cavalinho’s 135 m2 Factory – coffee shops, kiosk, bike sharing system – on that would be the continuation of the square of Vila-Flor. In the Arquinho’s Factory the program is related to the tradicional market, the weekly fair and the habitants of the adjacent streets – new families and old people – through the greenhouse, the communitary kitchen and the carpentry. This creates an ambivalent space, propitious to sharing knowledge between generations.

Unblock the Garden - Vegetation Cleane

2

Implement Infrastructure 36th month

|implement infrastructure on Cavalinho’s Factory: coffee shops and “sharing bikes” system; |implement infrastructure Arquinho’s Factory: communitary cantine and a carpintery.

| instalation of a library/study space Communitary Kitchen and Carpentry on that belongs to the University of Minho to support the most recent schools: Product Design, Theater and Visual Arts.

Year 4 33 Implement Docks Student Housing 48th month

2013 - 2019

University of Minho’s Library 38th month

Axonometry | Facilities of Arquinho’s Factory | G

Cavalinho’s Factory Areas

Total Area: 2662 m2 per floor

Measures of the 5 containers: 4m x 10 Terrace: 96 m2 Library: 2020 m2

Within this time is still implemented a library for the University of Minho’s Campus of Couros, which is in current expansion, using one of the floors of the Cavalinho’s Factory for a Axonometry | Facilities on Cavalinho’s Factory | Coffees | library andSharing workspace for university Bike System | Library students.

Cavalinho’s Factory

1570 m2


Minhoto Factory Axonometry

Room Axonometry

Minhoto Factory Final Section

34


Axonometry | Facilities of Arquinho’s Factory | G

Cavalinho’s Factory Areas

University of Minho’s Library 38th month

Total Area: 2662 m2 per floor

Measures of the 5 containers: 4m x 10 Terrace: 96 m2 Library: 2020 m2

| instalation of a library/study space Communitary Kitchen and Carpentry on that belongs to the University of Minho to support the most recent schools: Product Design, Theater and Visual Arts.

Cavalinho’s Factory

Axonometry | Facilities on Cavalinho’s Factory | Coffees | Sharing Bike System | Library

Year 4

Year 4 Implement Docks Student Housing 48th month

|restore the building with the container system inspired on the design of Cattani Architects.

To be Continued

These are the uses and programs that we propose for the Caldeiroa Quarter, relating them with the habitants and facilities that envolve them. However, the city is an element in constant tramutation, allowing that many other transformations and appropriations may be done through the ages.

776 m2

Unlock the Quarter to the City in Time

Final Result of the Quarter

1570 m2

Cláudia Fernandes

Lasty, the latter intervention – implement the dock student housing – on Jodimonte, the most recente and in better conditions factory, becomes the new home for 48 habitants. They will live on individual docks, with 19 m per habitation, inspired on the Cattani Architects for the Cité A Docks Student Housing.

Jodimonte’s Axonometry | Square | Cont

2013 - 2019

Final Axonometry

35


36


Convento de Nossa Senhora da Ínsua Centro de Investigação Marítima

Cláudia Fernandes

3

Caminha, Portugal, 2017

O Forte de Nsa. Sra. da Ínsua encontra-se inserido numa forte proteção militar que se esntende ao longo da costa portuguesa. Este encontra-se implementado num ponto de grande importância para os caminhos de Santigo e, o convento do mesmo nome, numa importante rede conventual Franciscana presente no distrito de Viana do Castelo fundanda em 1392.

37

2013 - 2019

O objetivo primordial do projeto que envolve estes dois elementos foi o de criar um suporte para o aprofundamento de um conhecimento ligado à observação e investigação marítima, que necessariamente exigiu uma constante reformulação e reavaliação. Aliado a este programa, que serviu de base dinamizadora do conjunto conventual, criando claras sinergias entre a ciência e a sociedade, projetou-se um pequeno equipamento residencial para garantir a estadia dos indivíduos necessários ao normal funcionamento do Centro de Investigação.


    Í História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017

PERFIL | Escala 1.10000

SÉC. IV

SÉC. XIV

SÉC. XV/XVI

SÉC. XVII

SÉC. XVIII

SÉC. XXI - 2017

SÉC. XXI

A relação do indivíduo e o mar é um tema central na projeção deste edifício, não apenas por aquilo que é fornecido por esta profícuo condição marítima, mas também e por antítese, pelo inevitável isolamento a que remete. A partir da observação da composição formal existente pretende-se que não sejam adicionadas novas formas ao edificado e que a intervenção se desenvolva por inclusão das formas existentes, acabando por se silenciar o novo programa para se perpetuar as formas mais antigas.

B 1.00

4.00

8.00

8.50

Na aproximação à Ínsua o restauro e a adição de novas instalações tornaram-se quase impercetíveis, deixando-se expor apenas algumas frestas ou perfurações que enunciam a existência de um novo projeto.

9.00

“Desenhar, tirar, extrair uma massa de terra ou pedra, causando uma descontinuidade na conformação original do solo”1

COCCIA, Luigi, 2005, L’architettura del Suolo, Alinea Editrice

Planta de Coberturas

Embarque | A

Transporte : Lancha de desembarque LC

Desembarque | B

Montagem do Estaleiro

Organigrama Concetual

PLANTA DE LOCALIZAÇÃO | Escala 1.10000

12.6

8.90

8.50

8.90

38

8.30

CORTE AA’ | Escala 1.200


SÉC. XVII

SÉC. XVIII

SÉC. XXI - 2017

SÉC. XXI

Monte de Santa Tecla

Cláudia Fernandes Convento de N.sa S.ra da Ínsua

Moledo

2013 - 2019

Organigrama Concetual

Planta de Localização

PLANTA DE LOCALIZAÇÃO | Escala 1.10000

39

8.90

N


“Assenta nesta ilha um antigo convento, igreja, farol e algumas casas rodeadas por uma fortaleza, em forma de estrela, construída em meados do séc. XVII. Desde os tempos mais remotos por aqui existir uma ermida em honra de N.a Senhora (...). Os Portugueses chamavam-lhe N.a S.a da Ínsua (...).” Revista Caminiana

40


Clรกudia Fernandes

Convento de N.sa S.ra da รnsua

2013 - 2019

41


Relação Conventual/Militar

A relação dos objetos conventual e militar assenta numa dicotomia que tem como objetivo estabilizar o estado de degradação de ambos os objetos e manter a imagem atual por meio de uma lógica mais romancista no interior convento, onde se procura manter a ideia de plena ruína, e interventiva nos elementos fortificados.

1. Convento de Nossa Senhora da Ínsua

    Í

História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017



Í 2. Sistema Defensivo História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017 Convento

18H

LEGENDA: Núcleo da Direção Área de Apoio Centro de Investigação Marítima Foyer | Bengaleiro | Auditório Biblioteca Restaurante

A intervenção no edifício de carácter religioso nasceu de um conceito de oposição à fortaleza. Aqui reside a posição de não intervir em prol do valor patrimonial e ORGANIGRAMA FUNCIONAL ORGANIGRAMA DE ACESSOS histórico como respeito às marcas e vestígios deixados pelos tempo.

PLANTA | VERMELHOS E AMARELOS

Diagrama dos Vermelhos e Amarelos

E’

0

3.0

0

4.0

Por essa razão permitiu-se que 18H a pedra obtivessa protagonismo na projeção e definição do interior do convento ao revelar a assemblagem irregular presente nas paredes, 1. “Ao lado da igreja, e capela mor fica outro pedaço de horta, onde se conserva oecruzeiro...” no pavimento nos alçados. Uma opção de LEGENDA: Hotel Residêncial 2. materialização que características da “Outro pedaço de horta, que há maior está àrealça vista Área de Apoio do dormitório. A terra frutifica tudo admiralvelmente(...) queque aqui viveu, desprovida de riquezas como se verificaordem nas parreiras, se dão aqui belamente.” 3. pelo saber espiritual etambém “Em um pedaçoedeorintada horta de fronte da igreja (...) há àrvores de amoreiras, que frutificam abundantemente.” pelo saber empírico da manualidade e da do Real Convento de Santa Maria da Ínsua de Caminha OCUPAÇÃO DAS HORTAS 1. “Ao lado da igreja, e capela mor fica outroOrigem e Progresso resolução de questões pragmáticas do diapedaço de horta, onde se conserva o cruzeiro...” a-dia.

A

12H

+5.00

+6.00

B

D’

7.00

FUNCIONAL

INCIDÊNCIA SOLAR

8.00

A concepção desta linguagem surgiu, ainda, na tentativa de conceber uma linguagem uniforme à praça de arma, continuando a transmitir a imagem de um conjunto de peças que não são perfeitamente completas e rematadas, a ideia de ruína. 8.50

+8.90

3.1.4

+8.90

5.0.0

+9.30

F’

+5.00

2. “Outro pedaço de horta, que há maior está à vista do dormitório. A terra frutifica tudo admiravelmente(...) como se verifica nas parreiras, que se dão aqui belamente.” 8.00

1.5.0

+8.90

+6.00

+8.50

3. “Em um pedaço de horta de fronte da igreja(...) há árvores de amoreiras, que frutificam abundantemente.”

E

1.4.0

1.3.0

1.1.0

1.2.0

+8.90

8.50

8.50

9.00

+9.3

+8.7

+10.0

42

2 2.6

.0

2.2

.0

3.1.3 3.1.2

7.00


   Í    Í História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega |Final | 26|01|2017 História e Ucronia Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017

12H 18H

“Em um pedaço de horta de fronte da igreja (...) há àrvores de amoreiras, que frutificam abundantemente.”

ORGANIGRAMA FUNCIONAL

4.0

Origem e Progresso do Real Convento de Santa Maria da Ínsua de Caminha

INCIDÊNCIA SOLAR

Cláudia Fernandes

0

PLANTA | VERMELHOS3.0E 0AMARELOS

“Outro pedaço de horta, que há maior está à vista do dormitório. A terra frutifica tudo admiralvelmente(...) como se verifica nas parreiras, que se dão aqui belamente.”

OCUPAÇÃO DAS HORTAS

ORGANIGRAMA FUNCIONAL

7H 7H

“Ao lado da igreja, e capela mor fica outro pedaço de horta, onde se conserva o cruzeiro...”

LEGENDA: LEGENDA: Núcleo da Direção Hotel Residêncial Área de ApoioÁrea de Apoio Centro de Investigação Marítima Foyer | Bengaleiro | Auditório Biblioteca Restaurante

PLANTA - VERMELHOS E AMARELOS

12H

18H

INCIDÊNCIA SOLAR

ORGANIGRAMA DE ACESSOS A

E’ 0

3.0

0

4.0

+5.00 +6.00 +5.00

+6.00

B

D’ 7.00

7.00 8.00

8.00

+8.9

+10.0

8.50

+12.3

+11.7

+12.6

8.50

2.

+8.90

+8.50

+9.30

8.00

1.5.0

+8.90

+8.90

F

5.0.0

8.50

+8.90 +8.50

E

+8.90

1.2.0

1.4.0

1.3.0

1.1.0

2.5.0

8.50 8.50

+8.7

+9.3

+8.5

9.00

+10.0

+10.0

+9.3

+8.5

+8.7

4.1

.3

+10.0

+10.0

2.3

.0

2.6

.0

.2

2.2

3.1.3

4.1

.0

1.

3.1.2

Convento de N.sa S.ra da Ínsua

+12.0

3.1.4

F’

8.50

6.1

.1

4.1

.3

2.1

.5 2.1

.6 2.1

+9

.5

.3

+8

.5

2.6

.0

+9

.3

+8

+8 .5

.5

9.5

+1 0.5

9.00

+13.5

+10.7

+8 .5

+11.4

+11.4

+9.3 +10.5

+9.5

+9.3 +10.5

+9.3

3.1.1

+13.0

2.1.7

+10.5

+9.5

3.1.5

+11.4 +9.3

+12.0

+12.0

8.50

8.00

2.1.2 2.1.3

c

c’

2.1.4

7.5

0

PLANTA DE 2º PISO | Escala 1.200 | N A’

B’

PLANTA DE CHÃO | Escala 1.200 | N 13.50 11.40 10.50

9.30

12.0

8.50

8.90

9.3

10.5

10.0

CORTE CC’ |8.301.200

PAINEL 3

8.50

CORTE BB’ | Escala 1.200

PAINEL 2

43

2013 - 2019

9.5

D

+12.6


 Fortaleza

O Centro de Investigação proposto foi projetado para o interior da infraestrutura do Forte da Ínsua e teve como objetivos a concepção de um espaço interno que História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes reunisse todas as valências necessárias ao centro e a transformação do percurso Entrega Final | 26|01|2017 de ronda. Foi desenhado de modo a que existisse uma relação direta entre os percursos internos e externos para oferecer a altura necessária ao desenvolvimento do

    Í

        Í    

PLANTA - VERMELHOS E AMARELOS

ORGANIGRAMA FUNC

Diagrama Vermelhos e Amarelos

História 0 3.0 História e e Ucronia Ucronia | | Atelier Atelier 1C 1C | | Cláudia Cláudia Fernandes Fernandes .00 4constituir Centro de Inventigação e para um Entrega Final | 26|01|2017 Entrega Final | 26|01|2017



Í percurso exterior ascendente até ao redente, onde se encontra a biblioteca.

18H

+5.00

“Ao lado da igreja, e capela mor fica outro

pedaço de horta, onde se conserva o cruzeiro...” História eLEGENDA: Ucronia 1C |doCláudia Na| Atelier projeção seu Fernandes interior doram Hotel Residêncial “Outro pedaço de horta, que há maior está à vista Área de ApoioFinal | 26|01|2017 Entrega do dormitório. A terra frutifica tudo admiralvelmente(...) adotados os alinhamentos base da formação

como se verifica nas parreiras, que se dão aqui belamente.” 12H

da fortaleza, o que permitiu obter12Huma planta 18H 18H de geometrias mais ou menos regulares e PLANTA - VERMELHOS E AMARELOS OCUPAÇÃO DAS HORTAS ORGANIGRAMA FUNCIONAL capazes de albergar um programa tão extenso. Diagrama Programático . Piso1C 2 | Cláudia Fernandes História e Ucronia | Atelier História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes No interior das cortinas do forte fizeram-se História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Hotel Residêncial; Entrega Final | 26|01|2017 História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017 passar corredores longitudinais que apoiam História Atelier 1C Área| Apoio; Entrega Final | 26|01|2017 História e e Ucronia Ucronia |de Atelier 1C | | Cláudia Cláudia Fernandes Fernandes 18H Entrega Final | 26|01|2017 Entrega Final | 26|01|2017 o acesso aos programas distribuídos ao Entrega Final | 26|01|2017 longo das mesmas, e a partir dos pontos de fusão e término destesINCIDÊNCIA elementos, o SOLAR ORGANIGRAMA FUNCIONAL ORGANIGRAMA DE ACESSOS INCIDÊNCIA SOLAR ORGANIGRAMA FUNCIONAL ORGANIGRAMA DE ACESSOS desenvolvimento de programas de maior 12H dimensão como o auditório e o 12H restaurante, 12H 18H 12H 18H 12H e de maior de 18H privacidade como laboratórios 12H 18H 18H investigação, administração e arrecadações. 18H

          Í            Í    Í

+6.00

“Em um pedaço de horta de fronte da igreja (...) 7H há àrvores de amoreiras, que frutificam abundantemente.” 7H Origem e Progresso do Real Convento de Santa Maria da Ínsua de Caminha

Í

IN

0

3.0

.00

4

LEGENDA: Núcleo da Direção LEGENDA: Área deda Apoio Núcleo Direção Centro Investigação Marítima Área dede Apoio Foyer |de Bengaleiro | Auditório Centro Investigação Marítima Biblioteca Foyer | Bengaleiro | Auditório Restaurante Biblioteca Restaurante

12H

+5.00 +6.00

LEGENDA: Núcleo da Direção Área de Apoio A Centro deAInvestigação Marítima Foyer | Bengaleiro | Auditório Biblioteca Restaurante

E’ E’

7H 7H 7H 7H 7H 7H

+5.00 +5.00

ORGANIGRAMA Diagrama Programático . PisoFUNCIONAL 1 LEGENDA: Núcleo da Direção E’ LEGENDA: Núcleo da Direção; LEGENDA: Área deda Apoio Núcleo Direção Núcleo da Direção LEGENDA: Centro Investigação Marítima Área de Apoio; Área dede Apoio LEGENDA: Área de Apoio Núcleo da Direção | Auditório Foyer |de Bengaleiro Centro Investigação Marítima LEGENDA: Núcleo da Direção Centro de Investigação Marítima Área de Apoio de Marítima; Biblioteca FoyerCentro | Bengaleiro | Investigação Auditório Núcleo da Direção Área de Apoio Foyer |de Bengaleiro | Auditório Centro Investigação Marítima Restaurante Biblioteca Área de Apoio Centro Investigação Marítima . Auditório; Biblioteca FoyerFoyer |de Bengaleiro | Auditório . Bengaleiro Restaurante Centro|de Investigação Marítima Foyer Bengaleiro | Auditório Restaurante Biblioteca FoyerBiblioteca; | Bengaleiro | Auditório Biblioteca Restaurante Biblioteca Restaurante Restaurante Restaurante. ORGANIGRAMA DE ACESSOS

+6.00 PLANTA | VERMELHOS E AMARELOS +6.00

0

3.0

0 4.0

INCIDÊNCIA SOLAR

ORGANIGRAMA DE ACESSOS

7.00

+8

A

+11 8.00

+5.00

+6.00

ORGANIGRAMA DE ACESSOS ORGANIGRAMA DE ACESSOS ORGANIGRAMA DE ACESSOS ORGANIGRAMA DE ACESSOS ORGANIGRAMA DE ACESSOS +12.0

7.00

8.50

7.00

E’ E’ E’

+8.90 +8.50

+5.00

8.00

+5.00 +5.00 +6.00 +5.00 +6.00 +5.00 +6.00 +5.00 +6.00

8.00

8.50

7.00

+8.90 +8.90

+9.30 +9.30 +8.50

1.5.0 8.00

1.1.0 1.1.0

F F

5.0.0

1.5.0

+8.50 +8.90

E E

5.0.0

+10.0

+8.90

+8.7

8.00

+12.6

+9.3

3.1.4

+12.3

44

+8.90 +8.90

+6.00 3.1.4

A A A A A A 8.50

8.50

+6.00

8.00

INCIDÊNCIA SOLAR INCIDÊNCIA SOLAR INCIDÊNCIA SOLAR INCIDÊNCIA SOLAR INCIDÊNCIA SOLAR INCIDÊNCIA SOLAR

+10.0

D’

+10.0

8.50

+8.9

+11.7

+8.5

ORGANIGRAMA FUNCIONAL ORGANIGRAMA FUNCIONAL ORGANIGRAMA FUNCIONAL E’ ORGANIGRAMA FUNCIONAL E’ ORGANIGRAMA FUNCIONAL E’ ORGANIGRAMA FUNCIONAL

B

8.50

1.3.0

1.4.0

1.2.0

+8.90

2.5.0

1.3.0

1.4.0

1.2.0

+8.90

2.5.0

4.1

.3


Í História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017

    Í

12H 7H

18H

História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26|01|2017 LEGENDA: Núcleo da Direção Área de Apoio Centro de Investigação Marítima Foyer | Bengaleiro | Auditório Biblioteca Restaurante

PLANTA | VERMELHOS E AMARELOS

ORGANIGRAMA FUNCIONAL

INCIDÊNCIA SOLAR

ORGANIGRAMA DE ACESSOS A

E’ 0

3.0

0

12H

4.0

18H

7H

+5.00

+6.00

“Ao lado da igreja, e capela mor fica outro pedaço de horta, onde se conserva o cruzeiro...”

B LEGENDA: Hotel Residêncial Área de Apoio

“Outro pedaço de horta, que há maior está à vista do dormitório. A terra frutifica tudo admiralvelmente(...) como se verifica nas parreiras, que se dão aqui belamente.” “Em um pedaço de horta de fronte da igreja (...) há àrvores de amoreiras, que frutificam abundantemente.”

D’

Origem e Progresso do Real Convento de Santa Maria da Ínsua de Caminha

OCUPAÇÃO DAS HORTAS

ORGANIGRAMA FUNCIONAL

Cláudia Fernandes

PLANTA - VERMELHOS E AMARELOS

INCIDÊNCIA SOLAR

0

3.0

0

4.0

7.00

+5.00 +6.00 8.00

8.50

+8.90

+8.90

3.1.4

F’

F

5.0.0

+9.30

8.00

1.5.0 +8.90 +8.50

E

+8.90

1.2.0

1.4.0

1.3.0

1.1.0

2.5.0

8.50

7.00

8.50

9.00

+9.3

+8.7

8.00

+8.5 +10.0

+10.0

+10.0

2.6

2.3

.0

.0 +12.3

+12.0

+12.6

.0

8.50

3.1.3

2.2

3.1.2

+8.90 +8.50

6.1

.1

8.50

2.6

.0 +8.7

.3

+9.3

+9 +8

+8.5

.5

+10.0

9.00

+10.0

4.1

.3

.5

+8

4.1

.2

9.5

D

+9.3 2.1.7

.3

2.1

.5

+10.5

+9.3 4.1

8.00

+10.5

+9.5

3.1.5 8.50

3.1.1

Convento de N.sa S.ra da Ínsua

8.50

+8.9 +11.7

2.1

.6

2.1.2

2.1

+9

2.1.3

.5

.3

+8

c

c’

.5

+8 .5

2.1.4 +1 0.5

9.5

7.5

0

+11.4

+9.3 +13.0

+12.0

+12.0

PLANTA DE CHÃO | Escala 1.200 | N

+10.5

+9.5

+12.6

A’

B’

+11.4 +9.3

12.0

8.90

10.5

10.0

9.3

8.30

8.50

CORTE BB’ | Escala 1.200

PAINEL 2

PLANTA DE 2º PISO | Escala 1.200 | N

13.50 11.40 10.50

9.30 8.50

CORTE CC’ | 1.200

PAINEL 3

45

2013 - 2019

+13.5

+10.7

+11.4


Sucupira

Mármore Piguês

Betão

Mármore Piguês

Betão

Aço da Caixilharia

Pedra do Local

Gesso Cartonado

Aço da Caixilharia

Pedra do Local

Gesso Cartonado

Zinco

Zinco

    Í História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26 |01|2017

Módulo . Quarto de Hotel Residêncial Sucupira

Mármore Piguês

Betão

Aço da Caixilharia

Pedra do Local

Gesso Cartonado

Zinco

MÓDULO | QUARTO DO HOTEL RESIDÊNCIAL | Escala 1.50 i=2%

MÓDULO | QUARTO DO HOTEL RESIDÊNCIAL | Escala 1.50

2

2

3

1

4

5

6

4

2

5

6

1

3

5

1

4

6

2

CD SECTION 8

7

CD SECTION 8

i=2%

9

7

CORTE DO ANTIGO DD’ | Escala 1.20 CORTE DO NOVO EE’ | Escala 1.20 MÓDULO | QUARTO DO HOTEL RESIDÊNCIAL | Escala 1.50 Legenda: Betão | Pedra | Aço | Isolamento | Madeira | Contraplacado Marítimo | Tela pitonada | Geotextil | Gesso Cartonado | Enchimento (Leca, Betonilha) | Betão de Limpeza | Mármore | PVC | Pedra do Chão Reposta 5

9

CORTE DO ANTIGO DD’ | Escala 1.20

3

6

7

CORTE DO NOVO EE’ | Escala 1.20

Madeira | Contraplacado Marítimo | Tela pitonada | Geotextil | Gesso Cartonado | Enchimento (Leca, Betonilha) | Betão de Limpeza | Mármore | PVC | Pedra do Chão Reposta

A estrutura destes espaços foi assegurada com a concretização de paredes de sustentação em betão adjacentes à pedra do muro do Forte. A introdução de luz natural foi conseguida pela extensão dos muros de betão, desenhando frestas como janelas regrais no encontro com a fachada e poços de luz no interior dos baluartes, garantindo a iluminação de todas as CORTE DD’ | 1.200 salas desenhadas no seu interior. A associação da métrica base do forte e dos elementos estruturais não só permitiu o desenvolvimentos e a organização do PAINEL 4 interior, como permitiu CORTE DD’ | 1.200 CORTE EE’ | 1.200 a existência da relação dos elementos de luz natural com os existentes no convento: os poços de4luz com o claustro central, detendo uma função semelhante, assim como a janela PAINEL regral da igreja. 1

2

5

6

1

2

3

6

7

3 4

1

1

2

2

3

6

7

8

2

4

3

5

8.30

4 5

1

1 10.00

10.50

3

9

7

10.00

8

4

5

8.30 9

4

7

5

6

CD SECTION 8

9

CORTE DO ANTIGO DD’ | Escala 1.20

CORTE EE’ | 1.200

7

6

4

2

5

6

3

7

CORTE DO NOVO EE’ | Escala 1.20

Legenda: Betão | Pedra | Aço | Isolamento | Madeira | Contraplacado Marítimo | Tela pitonada | Geotextil | Gesso Cartonado | Enchimento (Leca, Betonilha) | Betão de Limpeza | Mármore | PVC | Pedra do Chão Reposta

46 1

2

5

6

1

2

3

6

7

3 4

10.50

4

10.00 5


Sucupira

Mármore Piguês

Betão

Aço da Caixilharia

Pedra do Local

Gesso Cartonado

Zinco

      Í     Í História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes História e Ucronia | Atelier 1C | Cláudia Fernandes Entrega Final | 26 |01|2017 Entrega Final | 26 |01|2017

Sucupira

Mármore Piguês

Betão

Aço da Caixilharia

Sucupira

Pedra do Local Mármore Piguês

Betão

Gesso Cartonado

Zinco

Aço da Caixilharia

Pedra do Local

Gesso Cartonado

Zinco

Cláudia Fernandes

Pormenores Construtivos do Forte da Ínsua MÓDULO | QUARTO DO HOTEL RESIDÊNCIAL | Escala 1.50 i=2%

2

3

1

4

5

6

4

2

9

5

6

CD SECTION 8

7

Convento de N.sa S.ra da Ínsua

1

7

3

CORTE DO ANTIGO DD’ | Escala 1.20 CORTE DO NOVO EE’ | Escala 1.20 Legenda: MÓDULO | QUARTO DO HOTEL RESIDÊNCIAL Escala|1.50 Betão ||Pedra Aço | Isolamento | Madeira | Contraplacado Marítimo | Tela pitonada | Geotextil | Gesso Cartonado | Enchimento (Leca, Betonilha) | Betão de Limpeza | Mármore | PVC | Pedra do Chão Reposta MÓDULO | QUARTO DO HOTEL RESIDÊNCIAL | Escala 1.50

i=2% i=2%

1

2

5

6

7

8

1

2

3

6

7

3 4

1

2

1

3 1

4

10.50

10.00

2

8.30

3

5

1

9

CORTE DD’ | 1.200

CORTE EE’ | 1.200

PAINEL 4 5

4

6 4

CD SECTION 8

7

5

3

6

5

9

CORTE DO ANTIGO DD’ | Escala 1.207

2

6

CD SECTION

CORTE DO NOVO EE’ |8 Escala 1.20

4

2

5

6

3

7

9

7

Legenda: CORTE DO ANTIGO DD’ | Escala 1.20 NOVO EE’ | Escala 1.20do Chão Reposta Betão | Pedra | Aço | Isolamento | Madeira | Contraplacado Marítimo | Tela pitonada | Geotextil | Gesso Cartonado | Enchimento (Leca, Betonilha) | Betão de CORTE LimpezaDO | Mármore | PVC | Pedra Legenda: Betão | Pedra | Aço | Isolamento | Madeira | Contraplacado Marítimo | Tela pitonada | Geotextil | Gesso Cartonado | Enchimento (Leca, Betonilha) | Betão de Limpeza | Mármore | PVC | Pedra do Chão Reposta

1

2

5

6

1 3

1

2

3

2

4

1 3

2

3

6

7

4

4 10.50

5

10.00

6

4 5

8.30 10.509 7

8

6

7

10.00 5

8.30 9 7

8

CORTE DD’ | 1.200

PAINEL 4

CORTE EE’ | 1.200 CORTE DD’ | 1.200

PAINEL 4

47

CORTE EE’ | 1.200

2013 - 2019

4


48


Igreja de N.a Senhora do Carmo Levantamento rigoroso

Cláudia Fernandes

4

Braga, Portugal, 2016

Trabalho de realizado com a cooperação de André Saraiva, Elsa Lisboa, Rui Gonçalves e Sara Fernandes.

49

2013 - 2019

O presente trabalho tem como finalidade o estudo da Igreja de Nossa Senhora Carmo em Braga, desde o seu surgimento até à atualidade. Para isso foi realizado um estudo bibliográfico e um levantamento pormenorizado em planta e corte de todo o edifício. O levantamento exaustivo veio apoiar a pesquisa e exercer um termo de comparação perante artigos relativos a fases mais antigas da igreja, o que ajudou na descoberta da evolução formal desta igreja.


da “futura casa” foram encontrados problemas “com através da análise da planta final do seu levant REVERSÃO DO MODELO párocovisto de São Joãoexistiam do Souto. Este verificando que não informações em livrosque que 18

edificação dodiretamente convento na freguesia, prejudicava assem a ermida à Igreja do Carmo.o Negociações Urbanas O que paroquiais, suscitou curiosidade, primeiramen dízimos e direitos decidiu embargar a

existência de longa um arco triunfal devidamente REVERSÃO DO obras,MODELO abrindo uma contenda com a ordem assin regu

decoradoFrei no José transepto, contrastante comque a a p do Espirito Santo, para lar.”19 Contudo,

lado oposto,não mais pequena e singela que Negociações Urbanas obras do convento fossem interrompidas “acordou

marcar uma passagem mais que ade anter por meio de um termo jurídico, queprivada os abades Sã sequência de acessos contínuos com dimensões João do Souto pudessem exercer determinadas funçõe scentes umcarmelita. alinhamento, agora inex religiosas dentrovincam da igreja Por outro lado, o desde o arco seriam triunfalobrigados até ao pátio distribuidor religiosos carmelitas a pregarem doi função é intensificada com o acesso 20 à ermida – e E, por meio d sermões anuais na igreja da paróquia.” am a Igreja do Carmo à inicial regra de implanta todos estes entraves, a 22 de outubro de 1655 deu-se cidade: paralela à muralha. transferência da ordem para o novo cenóbio em pro A presença do arco triunfal era ainda ace cissão solene. D. Rodrigo de Moura Telles por um plano de pedra que o precedia e que c Evolução Formal planta séc. XVIII dois sinos. Estes assumiam-se na vertical de singular enquanto que a restante construção s 1692-95 D. Rodrigo de Moura Telles pela altura do arco de triunfo, que se manteve at alidade, dando indícios de que seria essa a altur suposições (corte) da Ermida de Santa Eufémia. Porém, e tendocom em conta o esforço do Prior afi Fre base nestas suposições Através de algumas visitas à Apenas Igreja do José, oque, Templo de Nossa Senhora possivelmente, o alçadodo doCarmo tempoencontro de Frei Carmo e da análise em Espirito planta concluiu-se adversidades que impossibilitaram a sua conclusão Santo era totalmente conformado em pe que os primórdios edifício haviam Nemdeste Frei José do Espirito Santo, queainda faleceem a 16 d como o plano vertical – tendo conta 1692, nem D. José de Menezes, o pre nesta altura, já estava em mauque estado sido associados àfevereiro Ermidaermida, dede Santa Eufémia. corformação de uma praça servação pode dizer-se que seriaem de vigência um tempoatb cede como arcebispo e permanece A existência de um arco triunfal devidamente posterior ao queconcluído. falamos agora – e teria o arco 1695, viram o Templo Contudo, com est 1740 assinalado e decorado no transepto,plano dos sinos comoé vontade último precedido que se dá odoinício da edificação do templo, mar constrastante com uma porta mais pequena corformação de uma praça Esta seria, por isso, a forma como a ca cando um demeados viragem naXVIII, história igreja a Jámação. mais ponto tarde, em do séc. foram da Suposição de Corte da Ermida mostrava nauma antiga Rua do da Lameiro, e singela do realizadas lado oposto, anuncia 1740 algumas negociações terrenos que servi- antecedida apresentar a reversão da de direção capela. para melhorar condições de vida arcebispo e por umas pequeno percurso perpendicular de ace Segundo a Tese de doSara Manuela Correi sequência deram acessos com dimensões de todos os habitantes do convento, incidindo diretapermitia um curto tempo de contemplação, fazen Já mais tarde, em meados do séc. XVIII, foram Rodrigues ser a fonte de informaçã decrescentes que vincam umda alinhamento, mente na parcela daSilva Igreja- eachamos do Convento. realizadas algumas negociações de terrenos querecuada servi(paralelismo) que em esta ligeiramente da mais completa eaparecesse que se assemelha à anális “Albano Belino, «Inscrições e mais Letreiros da Cidade de ram para melhorar as condições de vida do arcebispo e agora inexistente. A sua veracidade é ainda Img. 6 | séc. XVIII tações que limitavam a noroeste. Braga», informa que 1740 o Cabido cedeu aos Car- diretafotográfica realizada à igreja neste momento histórico – de todos os em habitantes do convento, incidindo melitas um pedaço de terra pertença do Praso da Torre confirmada pela associação Igreja Aquando do momento de mente nada parcela dado Igreja e do Convento. edificação da igreja iniciou-se entre 1692entrada e 1695a Velha: e “Albano os Religiosos cederam aoquestões Cabido o Campo foca-se apenas nas espaciais e na in Belino, em «Inscrições e Letreiros da Cidade de Convento Carmo à regra inicial de implantação da 25 depois dadita morte de José do Espirito Santo e ante Novo, junto da Quinta daFrei Torre.” Braga», informa que em 1740 o Cabido cedeu aos Carque isso teve no modelo atual, devido à falta d A água nãopedaço era José suficiente o abastecimencidade de Braga:da paralela à muralha. eleição de D. de para Menezes comdaoTorre romper d melitas um de terra pertença do–Praso mação existente. to do convento e da horta, por isso, tornou-se a principal Velha: portada, e os Religiosos cederam Cabido de o Campo uma nova lançada comao o25intuito “satisfazer causa para uma troca posterior dada qual resultou a con- é simples e Por isso, no interior o espaço Novo, junto da dita Quinta Torre.” 21 Entre 1692 strução e hua 1695esmola deu-se a reversão , que se vira a sul e dire de hum bemfeitor” dedo umechafariz, concedido pelo arcebispo D. águaforma não eraretangular suficiente para o abastecimenaA sua realça o alinhamento Rodrigo de Moura Telles, que conforma uma pequena ciona oomento templo a norte. do convento e da horta, por isso, tornou-se a principal do modelo inicial parato modelo jesuítico de entrada o que remete para um espaço praça nacausa frente da portada queposterior não terá da sido concluída. para umaatroca qual resultou a con?através da abertura Contudo, falta de possibilidades para a edifica onde não existe nível espacial, entr dastrução porta de principal Entretanto, para de canalizarem adiferença, água até à a horta e ao um chafariz, concedido pelo arcebispo D. por completo fez com que esta ficasse apenas pelo introdução do chafariz seria a capela-mor e o corpo da ermida, haven convento foi necessário comprar ao proprietário da Casa Rodrigo de Moura Telles, que conforma uma pequena acesso e da construção de uma capela-mor desta forma até à chegada d Reversão do Modelo permanecendo daalicerces Eira uma parcela do terreno. suposições (planta + alçado) praça na frente da portada não terá e sido ligação direta entre que o orador osconcluída. ouvintes. No ainda bastante modesta. Mais tarde esta Todas estas trocas foram22 importantes quer Entretanto, para canalizarem a água até chegar àpara horta e àaocidade “novo respeito arcebispo Braga" que, após aos materiais e com base no que a igre introdução do chafariz convento foi necessário comprar ao proprietário da Casa obtenção de terrenos que foram adicionados à parcela 23 foi terminada acom duas aberturas laterais “tomou a obra de pedraria á sua conta e conclui-a” atualidade, pensa-se que seria totalmente conf da Eira uma parcela terreno. do convento e da igreja querdo para as alterações realizadeixando por terminar a nova portada. Ou seja, o arceb e a construçãodasdenos umarruamentos cruzeiro nomais alçado estas trocas pois foram importantes quer para comTodas pedra àpróximos, vista, na atual igreja vemos pe levando ao redireca obtenção de terrenos que foram adicionados à parcela cionamento e abertura dede novas ruas. spo decidiu terminar apenas as aberturas nas parede momentos estrutura principal, como os pila frontal, confromando uma praça na sua do convento e da igreja quer para as alterações realizada Ermida, de forma a acelerar a construção está rebocada, de forma a esconder as 25 lateraisrestante das nos arruamentos mais Municipal próximos, levando ao redirecGabinete do Pelouro de Culturanuma da Câmara de Braga – A Igreja nova portada. No interior tornou-se feições ou até do tipo de pedra que fo tornarcionamento igreja apta àsmudança práticas nela exercidas. e Convento doa Carmo. Braga: setembro de 1990 e abertura de novas ruas. planta aproximada do acrescentada modelo em obra, cruz com o decorrer Com esta realizada emdos jeitoanos. de improviso 25 Gabinete do Pelouro de Cultura da Câmara Municipal de Braga – A Igreja grega. Com isto, concluímos que a ordemdo dos Img. 4 | cartografia de 1868 a igreja encontra-se fechada a seguir ao terminar cru e Convento do Carmo. Braga: setembro de 1990 tas se iniciou fiel altura, aos seus princípios depequen simplic zeiro, já realizado nesta e conforma uma Comparativamente a fontes de quais humildade aos associada, praça entre a suposta “nova aparece portada”24 e o que émas rea passar dos anos associados á vontade de afirm informação usuais, comoa livros da cidadeJá no interior ela tornou-se mente sua entrada. num cidade dedo Braga, esse dissipou-se. próxima modelo deconceito cruz grega pois o corp de Braga, a teseplanta explicitada anteriormente, Alçado Frontal e Cruzeiro distribui-se por três corpos com o centro mais elevado as fotografias tiradas na igreja e a análise enaltecendo, desta forma, a centralidade agora impost

de uma planta urbana do séc. XVIII levamnos a especular18 que, fato, o templo SILVA,de Sara Manuela Correia Rodrigues da – Os carmelitas descalços e e a real irmandade de Nossa Senhora do Carmo (1758-1834). Univers que terá sido Braga construído nesta altura, dade do Minho, 2014. Tese de Mestrado, p. 38 não correspondia19 Idem, às intenções iniciais da p. 41 20 Idem, p. 41 ordem. 21 22

Idem, p. 41

Idem, p. 41 Com isto, 23tentamos confrontar a Idem, p. 41 24 informação encontrada Idem, com p. 41 a atual igreja. Nesta existiam, na ligação entre as capelas intercomunicantes e o transepto, partes

Fachada de 1692/95

50


Cláudia Fernandes

de dobradiças antigas que haviam sido retiradas e que confirmam a existência de portas nestes dois locais opostos e provavelmente simétricos numa possível fachada no local destas. A confirmação desta fase de construção evidência a falta de possibilidades da ordem nesta época e enfatiza o a importância que as trocas de terrenos tiveram na obtenção de verbas.

Desta forma, a construção da igreja colocou a fachada no lugar do antigo cruzeiro e estabeleceu um alçado que transparece o conceito da centralidade do interior.

51

2013 - 2019

Esta nova planta enaltece a centralidade do tempo através de uma entrada mais elevada que coloca o ouvinte, após a entrada, imediatamente no cento do tempo levando-o a contemplar, de imediato, a capela-mor com um pé-direito mais baixo e alinhada a eixo com a entrada. Esta nova edificação conta ainda com a construção das capelas intercomunicantes laterais.

Igreja de N.a Senhora do Carmo

Com a análise demonstrada pode dizer-se que as obras do final do séc. XVII marcam um momento importante na história da Igreja. Estas permitiram que a Igreja se destacasse por contrariar a regra de paralelismo com a muralha da cidade e a direção comum a nascente, obtendo uma maior visibilidade quer através da altura que adquiriu, como através do urbanismo, passando a conformar uma pequena praça que reune vários arruamentos do centro da cidade.


quim António de Aguiar, que extingue as ordens religiosas do reino – julgamos que, com este acontecimento, a ordem tenha deixado de ter posse sobre a igreja e, por isso, o avanço desta já havia sido realizado. Nesta altura, tanto o convento como a igreja pertenciam à Fazenda Nacional, tendo sido necessário pedir uma licença ao Governo por parte da Ordem dos Carmelitas Descalços que, apesar da expulsão, tinham intenções de conservar a igreja uma vez que esta ficara desocupada. “O convento e igreja passaram para a alçada da irmandade de Nossa Senhora do Carmo (1758), que partilhava o mesmo espaço com os religiosos, em 1835 por portaria da fazenda nacional. Esta instituição confraternal continuou o culto e assumiu-se como protetora de todo o património espiritual e material deixado pelos religiosos. Em 1838, as instalações foram cedidas à Câmara Municipal e serviram de hospital militar.”29 Em 1861 foi cedida à Câmara parte da cerca do convento para a realização do cemitério da cidade, porém “escolhendo um outro local para o efeito, colocou o terreno em hasta pública”30. Este terreno foi então comprado, “por um senhor de Prado”31 que acabou por adquirir também o convento, onde mais tarde se estabeleceu o Colégio de Dublin, já no séc. XX. Com o passar dos anos a igreja recebeu várias intervenções de conservação na capela-mor, até que, em 1865, iniciaram-se as obras no retábulo atual, sendo dado como terminado com o seu douramento em 1872. Cerca de quinze anos depois foi a vez da fachada que, “sem grande valor artístico”32, foi coberta de azulejos, caindo em desaprumo a 1898.

Img. 8 | 1883-84

27

Supõe-se que entre 1744 e 1800 tenha existido uma segunda fase de construções que terminou o corpo da igreja, unindo o modelo de cruz grega à fachada do Convento da mesma Ordem. Aqui, a igreja sofreu alterações ao nível morfológico, revertendose para o modelo das Igrejas de Nossa Senhora do Carmo, o modelo Jesuítico.

SILVA, Sara Manuela Correia Rodrigues da – Os carmelitas descalços em Braga e a real irmandade de Nossa Senhora do Carmo (1758-1834). Universidade do Minho, 2014. Tese de Mestrado, p. 43 28 Idem, p. 42 29 Idem, p. 42 30 Idem, p. 43 31 Idem, p. 43 32 Idem, p. 43

FACHADA O avanço volumétrico que a igreja sofreu

Modelo Jesuítico

fez com que o carácter da planta se alterasse: Conclusão do Modelo a centralidade incutida anteriormente desapareceu e a planta tornou-se longitudinal correspondendo, agora, à planta jesuítica. Após a sua conclusão, já com a realização dos retábulos, ficou a ser conhecida como uma das “mais interessantes igrejas de Braga, pela sua beleza e simplicidade”1. As Fachadas

Fachada de 1800

42

A fachada do século XIX era constituída por uma decoração subtil e elegante colocada de forma controlada e com a função de transparecer a organização interna e as alturas praticadas no seu interior. Contudo, em 1906 ameaça ruína e em 1907 é apresentado o projeto do arquiteto Em 1906 a fachada da igreja ameaça ruína e, por razão, em 1907 é apresentado o projeto do Arquitebracarenso João deessa Moura Coutinho e Eça to bracarense João de Moura Coutinho e Eça que perque permanece atémanece aos diasatédeaos hoje. diasEste de hoje. O projeto da nova projeto vem alterar a entrada na igreja ao fachada altera, novamente, a volumetria da igreja. Juntamente a esta é acrescentado acrescentar um endonártex. Pode dizero endonártex – elemento abobadado, inserido no interior se que a construção deste elemento não do edifício, transversalmente à nave. Pode dizer-se que constitui anulou a existênciaeste da acrescento outra fachada mas, uma colagem sob o existente, deixando que o alçado anterior permaneça na definição ao invés, veio sobrepôr-se à existente como sagrado. da entrada para o espaço Acreditamos que esta fachada tenha tido como uma colagem.

“Colagem”

principais influências a fachada de 1692/95, ao retomar a presença da torre sineira como elemento principal do Ainda assima adoção das características alçado – no centro – e a fachada da segunda metade do atuais fizeram comséculo que a igreja XVIII. adquirisse Esta última é tomada como referência quanto à sobriedade um carácter autero e impessoal que cooperaque apresenta ao conjugar os elementos clássicos com os alinhamentos verticais. com a tentativa de destaqueAnaadoção cidade edas não características faz com que a igreja adquira um aspeto austero e, de certa forma impcom os princípios da Ordem. essoal, pois coopera antes com a tentativa de destaque na cidade, que agora se concretiza por completo, ao tornar a igreja na mais alta da cidade de Braga, do que 1 SILVA, Sara Manuela Correia Rodrigues da – Os carmelicom a representação da ordem. tas descalços em Braga e a real irmandade de Nossa Senhora do Carmo (1758-1834). Universidade1907 do Minho, 2014. Tese de Mestrado, p.42

52

Com isto, a atual fachada “desenvolve-se em trono, com quatro registos separados por cornijas duplas, rematando os primeiros dois por platibandas com imagens veneradas pela Ordem e correspondendo os outros dois à torre sineira. O primeiro registo, de três corpos separados por duplas pilastras, tem três portas de arco pleno, sendo o central, maior, de acesso à igreja e os laterais ao convento. O segundo registo tem ao


1907 Cláudia Fernandes Igreja de N.a Senhora do Carmo

“(...)desenvolve-se em trono, com quatro registos separados por cornijas duplas, rematando os primeiros dois por platibandas com imagens veneradas pela Ordem e correspondendo os outros dois à torre sineira. O primeiro registo, de três corpos separados por duplas pilastras, tem três portas de arco pleno, sendo o central, maior, de acesso à igreja e os laterais ao convento. O segundo registo tem ao centro uma rosácea e, entre as pilastras, dois florões. A torre tem no primeiro registo dois janelões, encimados por cornija dupla com relógio, e no segundo as sineiras de arco pleno, rematando numa pequena cúpula, pináculos, lantemim e imagem da Senhora do Carmo.”2

2013 - 2019

Alçado Atual

EA André Saraiva 70879 | Cláudia Fernandes 70075 | Elsa Lisboa 72345 | Rui G in: http://www.carmelitas.pt/site/conventos/ braga_index.php

53


Desenhos Rigorosos*(p.45)

Planta Inferior

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO da ermida a moura coutinho

Planta do 1ยบ Piso

54


Cláudia Fernandes

Alçado Principal

Corte Transversal

Igreja de N.a Senhora do Carmo 2013 - 2019

Corte Longitudinal

EAUM | História da Arquitetura III | 201 André Saraiva 70879 | Cláudia Fernandes 70075 | Elsa Lisboa 72345 | Rui Gonçalves 73337 | Sara Fernandes 70

Corte Longitudinal com vista para as capelas intercomunicants

55


Planta Inferior

Planta Superior

EAUM | História da Arquitetura III | 2015.16 André Saraiva 70879 | Cláudia Fernandes 70075 | Elsa Lisboa 72345 | Rui Gonçalves 73337 | Sara Fernandes 70812

Planta do 2º Piso

56


Cláudia Fernandes

JA DE NOSSA SENHORA DO CARMO da ermida a moura coutinho

Igreja de N.a Senhora do Carmo 2013 - 2019

Corte Transversal

Corte Transversal no Transepto

*Estes são alguns dos desenhos do levantamento realizado in situ através do sistema de triangulação com fita métrica e lazer.

57


58


Estação Intermodal

Cláudia Fernandes

5 Guimarães, Braga, Portugal 2016

Neste sentido, o edifício surge da tentativa de desenvolver vários volumes longitudinais, relativos a diferentes programas, que garantissem, à priori, a interligação de ambas as vias de ligação dos dois tipos de cidade.

ÁBALOS, I. Atlas pintoresco, Vol. 1: el observatorio. Barcelona: Gustavo Gili, 2008. KOOLHAAS, R. S, M, L, XL. New York: Monacelli,1995. ZUMTHOR, P. Atmosferas. Barcelona: Gustavo Gili, 2006.

59

2013 - 2019

A elaboração deste projeto teve como principal objetivo potencializar as capacidades da Estação de Comboios pré-existente e reforçar o carácter infraestrutural da cidade, tendo em vista o crescimento turístico da cidade. A sua localização numa zona de transição entre o tecido consolidado da cidade e a periferia vem ainda expôr a possibilidade de instigar a expansão da cidade a Sul e trazer a possibilidade de transformar o tecido rural em urbano.


+200 +215

+205

+205

+210 +205 +205

B'

+200

B

+20

5.5

+20

5

A definição volumétrica foi iniciada com base numa sessão de apresentação dos Planos Urbanos da CMG1 onde foi demonstrada a possível expansão da cidade a Sul da zona de intervenção. Assim, a partir de uma torção que acompanha a sua topografia tentou-se beneficiar de direções urbanas futuras a Este do terreno em estudo, apresentando o próprio edifício como movimento inicial para acolher a chegada destes novos espaços. Desta forma é apresentada uma nova frente urbana à av. Dom João IV que trás consigo a implementação de novas zonas de acesso viário ao interior da Estação, a existência de espaços híbridos constituídos pela fusão da rua com o espaço de embarque e a introdução da ciclovia (atualmente construída) nestes novos fluxos pedonais.

+205

A Forma

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:500

N

A

+195

Perfil Longitudinal AA'

CMG - Câmara Municipal de Guimarães

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

C'

70075

+195

1

+205

+195

EAUM

Projeto V

Perfil Transversal BB'

60


+195

Estação Intermodal de Guimarães

+195

V

+205

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:500

Escala 1:500

61

V

N

N

A

Perfil Longitudinal AA'

27 de Janeiro de 2016

27 de Janeiro de 2016 Perfil Longitudinal AA'

+195

+195

A

Perfil Norte

Cláudia Fernandes

Cláudia Fernandes

70075

70075

C'

B'

B'

+200

+200

5.5

+20

5 +20

5 +20

+205

+205

+205

+205

+210 +210

5.5

+215

+215

+205 +205

+20

+205 +205

B

+200 +200

+197 +197

B

2013 - 2019

Perfil Transversal BB'

Estação Intermodal

+195

Perfil Transversal BB'

N

Cláudia Fernandes

+205

+205

+195

+205

+197.5 +197.5

+197

+197

C'

+197

+197

Perfil Longitudinal CC'

Perfil Longitudinal CC'

Planta de Coberturas

A'

A'

C

C

1/7

1/7


Articulação Programática

A divisão programática parte de um núcleo distribuidor de fácil acesso a partir do exterior e das zonas de embarque. Por essa razão foi distribuído pelos dois pisos existentes, cuja ligação é constituída por uma escada central acompanhada por 6m de vão que permitem a conexão espacial. Para dividir ambos os tipos de estação presentes no conceito deste edifício, os dois tipos de transporte foram colocados em dois pisos distintos: no 1º piso a Estação Ferroviária e no 2º a Estação de Camionagem. Esta divisão permitiu a construção de dois terminais, a separação clara de bilheteiras e a projeção do estacionamento de automóveis em semelhança ao de camionagem. Ainda assim, a planta de chão constitiu o piso com uma maior quantidade de programas. Este facto deveu-se à vontade de tornar a zona de restauração num programa autónomo ao propósito do edifício. Desta forma garantiu-se o funcionamento de cafés e do restaurante quando encerrada a estação e, também, que o ambiente e os cheiros provenientes da estação chegassem em menor quantidade aos locais de refeição. V4

V3

V1

V2

V5

V9

210

V10

V8

V7

V6

205

V12

V11

V413

202

195

195 Alçado Oeste

Corte Transversal AA'

210

205 202

195 Corte Transversal BB'

Corte Transversal

V15

V14

V18

V19

202

V17

V16

V20 V21

62

210

V22 V25

V24

195 Alçado Sul

V23

205

210


B'

Cláudia Fernandes

A'

H1

5

20

+

H2

7.2.1 H3

H7

7.2.7 8.4 C

H4

7.2.7 H5 H8

7.2.6

8.3 7.2.5

8.5

8.2

H6

7.2.4 8.1

7.2.3

5

+20 H9

7.2.2

H10

H11

2.1

2.1

05

+2

05

5

+2

5

20

+

7.1

+205

H12

+205

Estação Intermodal

1.3

3

1.2

1.5 1.1

+205

+205

02

+2

Planta Piso 1 1.1. Átrio; 1.2. Sala de Espera; 1.3. Bilheteiras; 1.5. Balcão de Informações; 2.1. Inst. Sanitárias; 3. Plat. de embarque ferroviário; 5. Parque de Estacionamento; 7.1. C A Legenda: 1.1 - Átrio; 1.2 - Sala de Espera; 1.3 - Bilheteiras;1.5 - Balcão de Informações; 2.1 - Instalações Sanitárias; 3 - Plataforma de Embarque Ferroviário; 5 -Parque de Estacionamento; 7.1 - Comércio; 7.2 - Restauração; 8.1 - Instalações AVAC; 8.2 - Insfraestruturas Elétricas e Redes de Informações; 8.3 - Recolha de Resíduos ;8.4 - Arrecadação; 8.5 - Oficina

C'

B

Comércio; 7.2. Restauração; 8.1. Inst. AVAC; 8.2. Infraestruturas Electr. e Redes de Informações; 8.3. Recolha de Resíduos; 8.4. Arrecadação; 8.5. Oficina. EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:200 - Planta de Cota 206

N

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

5

20

+

2013 - 2019

+21

0

+210

4

+2 05

5

20

+

+2

10

1.2

+2

10

+210

4.1

4.1

4.1

4.1

+2 05

1.4

2.1 2.2 2.3 2.1

6.5

6.4.2

6.4.1

6.5

02

6.1.2

+2

6.2

6.2

6.2

+205

6.3

6.4.1

6.1.1

6.2

Planta Piso 2 1.2. Sala de Espera; 1.4. Balcões de Agências de Transporte; 2.2. Sala de Bagagens; 2.3. Sala de Perdidos e Achados; 4. Cais de embarque rodoviário; 4.4. Legenda: 1.2 - Sala de Espera; 1.4 - Balcões de Agências de Transporte; 2.2 - Sala de Bagagens; 2.3 - Sala de Perdidos e Achados; 4 - Cais de Embarque Rodoviário; 4.1 - Concessionários de Cais/Escritório; 6.1.1 - Gabinete da Direção; 6.1.2 - Contabilidade e Secretariado; 6.2 - Escritórios de Empresas de Transporte; 6.3 - Gabinetes de monitorização tráfego ferroviário/ rodoviário ; 6.4 - Área de Pessoal; 6.5 - Sanitários EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:200 - Planta de Cota 210.5

N

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

Concessionários de Cais/ Escritório; 6.1.1. Gabinete da direção; 6.1.2. contabilidade e secretariado; 6.2. Escritórios de Empresas de Transporte; 6.3. Gabinetes de monitorização tráfego ferroviário/rodoviário; 6.4. Área de Pessoal; 6.5. Sanitários.

N

63


O Alçado

Em torno de todo o programa surge um estilo brutalista marcado pela presença de grandes paredes em betão interrompidas pela transparência dos lugares de transição. Pretendia-se criar uma dissemelhança entre os espaços de relação com o interior e os espaços públicos do exterior, contribuindo para uma maior fluídez em horas de maior afluência, tornando também o exterior autónomo do que acontece no interior da Estação Intermodal. V4

V3

V1

V2

210

V9

210

V10

V8

V7

V5

V6

205

205

V12

V11

V413

202

195

195 Alçado Oeste

195

195 Alçado Oeste

Corte Transversal AA'

210

205 205 202

195

195

Alçado Norte

Alçado Sul

195

195

Corte Transversal BB'

Alçado Sul

V15

V14

V18

202

V19

V17

V16

V20

210

210

V21

205 V22 V25

195

V24

205

V23

195 Alçado Este

195

195

Corte Longitudinal CC'

Alçado Este

Corte Longitudinal na escada principal 4/7

EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:200 - Cortes e Alçados

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

64


Cláudia Fernandes Estação Intermodal 2013 - 2019

210

205

195

195 Alçado Oeste

Corte Transversal em ambos os cais de embarque

65

205


Pormenores Construtivos

Pedra

Terra Veg.

V25

V24

V23

V22

V10

V8

V7

V6

Vx

V11

V12

V13

Projeto V

Azulejo

Corte Longitudinal CC'

Enchimentos

Estação Intermodal de Guimarães

Isolamento

Tijolo

Pedra

Terra Veg.

Escala 1:10 - Pormenores Construtivos Verticais e Horizontais

Mármore

Gesso Cartonado

27 de Janeiro de 2016

Ferro

Cláudia Fernandes

Tela Pitonada

70075

V14

V15

H1

H2

H3

V17

V16

Vx

H4

H5

H6

V19

V20

V21

Vx

H7

H8

H9

V25

V24

V23

V22

H10

H11

H12

V7

V6

V12

V13

Tela Pitonada

Vx

V18

V18

Ferro

V21

V5

V5

Cláudia Fernandes

V20

Vx

Vx

Gesso Cartonado

V19

Vx

V4

Mármore

Vx

V9

V3

27 de Janeiro de 2016

V16

V4

Corte Longitudinal CC'

Pormenores Construtivos Verticais e Horizontais

V17

V3

Betão

Tijolo

V15

V2

Corte Transversal AA'

EAUM

V14

V1

Planta de Cota 206

A Estrutura

70075

5/7

O sistema de paredes longitudinais desenhado para o alçado foi transferido para a estrutura, o que lhe garantiu uma duplicidade. A partir da pormenorização da estação adquiriuse rigidez à pele do edifício o que permitiu que esta obtivesse uma função estrutural. Nos espaços exteriores, como os cais de embarque e o estacionamento reduziram-se as paredes a pilares que se prolongam pelo espaço. 66


ro de 2016

V1

V2

210

Alçado Exterior

H1

H2 V1

V1 V1

V2 205

V3

Alçado Exterior

Alçado Exterior

Alçado Interior V1

Planta

H1

H3

H2

V2 H1

H2

V2

210

V2

Alçado Exterior

Alçado Exterior

Corte

H3 205

Perspetiva

V3

Alçado Exterior

Cláudia Fernandes

70075

Alçado Exterior

Alçado Interior

7/7

Cláudia Fernandes

V1

Planta

H1

Planta

H2

V3

Perspetiva

EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Exterior

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

V2

V1

H1

H2

H3

H1

H2 V2

V1

EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Interior

Perspetiva

Perspetiva

27 de Janeiro de 2016

H1

H3

Cláudia Fernandes

70075

EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Exterior

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

H2

H1

H2

210

V2

Alçado Exterior

Alçado Exterior

Corte

Estação Intermodal

205

V3

Alçado Exterior

Alçado Exterior

Alçado Interior

V1

Planta

Planta

V2

H1

H2

H3

V1

V1

Perspetiva

H1

H2 V2

EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Interior

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

Perspetiva

EAUM

H3

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Exterior

Cláudia Fernandes

70075

H2

H1

H2

210

V2

Alçado Exterior

27 de Janeiro de 2016

2013 - 2019

H1

Projeto V

205

V3

Alçado Exterior

Alçado Exterior

Corte

Vão Exterior

Alçado Exterior

Alçado Interior

Vão Interior Planta

Planta V4

V3

V1

V2

H1

H2 Perspetiva

EAUM

Projeto V

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Exterior

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

V5 V9

210

V10

V8

V7

V6

205

V12

V11

V413

202

Corte Transversal H1

H2

195

H3

Perspetiva

EAUM

Projeto V

195 Alçado Oeste

Corte Transversal AA'

Estação Intermodal de Guimarães

Escala 1:2 - Pormenores Construtivos - Vão Interior

27 de Janeiro de 2016

Cláudia Fernandes

70075

67

6/7


A

163

C 164

162

165

161

160

165

B

Planta de Coberturas

Legenda de Tramas: Localização

EAUM

- Espaço Verde;

- Passadiços/Soalho;

- Calçada Pré-existente;

- Asfalto

Projeto VI "a bomba"

68

N

Entrega Final

Planta de Piso Legenda de Espaços: 1 - Loja; 2 - Instalações san


Gas Station

Cláudia Fernandes

6 Portonovo, Sanxenxo, Espanha 2017

A projeção deste posto de abastecimento de combustível foi iniciada pela seleção e representação de um terreno, cujos principais critérios de seleção foram: se encontrar situado na proximidade de vias de circulação rodoviária e apresentar uma topografia sensivelmente plana.

FORD, E. R. - The Details of Modern Architecture. Cambridge: MIT, 1990. FORD, E. R. - The Details of Modern Architecture: 1928 to 1988. Cambridge: MIT, 1996. BLASER, W. – Mies van der Rohe: The Art of Structure. Basel: Birkhäuser, 1993.

69

2013 - 2019

Para isso foi selecionado um espaço na marginal de Portonovo, um espaço verde situado na transição entre a via pública e a praia. Este encontra-se na rua de ligação entre a praia de Silgar (bandeira azul) e o centro da cidade, localiza-se, por isso, num lugar de rápido acesso a serviços do quotidiano, a uma zona habitacional de uma certa dimensão e a espaços de turismo local.


O Urbano e o Rural

161

Alçado Oeste

161

A implantação deste objeto partiu da hipótese de projetar um lugar que permitisse olhar o envolvente de uma forma desimpedida. Afastado da zona mais árborea a norte, localizado a cerca de vinte metros da praia e sem se colocar de forma adjacente ao percurso pedonal da marginal, este objeto desproveu-se de quaisquer relações diretas, apresentando-se como através de diferentes pálas que convergem para o interior do edifício e possibilitam dois tipos de uso do espaço.

160.25

Alçado Sul

161

Alçado Este EAUM

Alçado Este Projeto VI "a bomba"

23 de Junho de 2016

Entrega Final

Escala 1:50

Cláudia Fernandes 70075

4/8

De uma forma mais funcional demonstra a zona de abastecimento virada para a marginal e para um ambiente mais florestal, ainda que existam vislumbres da praia, e de um modo mais contemplativo, através da articulação com os percursos pedonais em madeira préexistentes, surge um percurso lateral que concede a utilização do interior da loja e também da esplanada direcionada ao mar.

161

Perfil 1

Perfil Oeste

Perfil 2

Espaço Público Envolvente

161

162

Para que a Gás Station se tornasse num objeto articulado com o sistema viário da cidade optou-se pela colocação da zona de saída numa rotunda do envolvente permitindo a inversão da marcha para o centro da cidade e a ligação com outras praias. 161

160

Perfil 3

Em torno da via de ligação deu-se continuidade ao desenho do espaço público já iniciado: articularam-se novos passadiços e colocou-se mobiliário urbano. 161

Perfil 4 EAUM

Projeto VI "a bomba"

Entrega Final

23 de Junho de 2016

70

Escalas 1:200

Cláudia Fernandes 70075

2/8


Cláudia Fernandes

162.5

162

161.5

A

2 3 4 5

6 7 8

Gas Station

9 10

B

11

1

C

D

5

E

4 F

3 1 6

2

G

H

161

I

7

160.5

2013 - 2019

161

Alçado Norte

A

B

C

D

F

E

G

160

160

Planta de Piso

Planta de chão

Legenda de Espaços: 1 - Loja; 2 - Instalações sanitárias públicas; 3 - Escritório; 4 - Sala de funcionários; 5 - Vestiário; 6 - Armazém; 7 - Esplanada

23 de Junho de 2016

Escalas 1:200 N

Cláudia Fernandes 70075

1/8

161

Corte Transversal AA'

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

161

Corte Longitudinal BB' EAUM

Corte AA’

Projeto VI "a bomba"

Entrega Final

23 de Junho de 2016

71

Alçados Cortes

Cláudia Fernandes 70075

5/8


Distribuição Programática

O edifício tornou-se numa barreira espacial entre os dois espaços projetados. Assim, por meio de dois corpos que se estendem através de uma volumetria contínua, com uma largurade seis metros e trinta centímetros, o programa foi colocado de uma forma sequêncial, tendo em consideração um jogo de visibilidades e invisibilidades, zonas translúcidas (públicas) e zonas opacas (de maior privacidade), respetivamente. No primeiro volume projetaram-se a Sala de Funcionários (4.) e o Vestiário (5.), e no segundo volume a Loja (1.), as Instalações Sanitárias Públicas (2.), o Escritório (3.), o Armazém (6.) e a Esplanada (7.).

161

Alçado Norte

A

B

C

D

F

E

G

161

Corte Transversal AA'

1

2

Corte BB’

3

4

6

7

8

9

10

11

72

161

Corte Longitudinal BB' EAUM

5

Projeto VI "a bomba"

Entrega Final

23 de Junho de 2016

Alçados Cortes

Cláudia Fernandes 70075

5/8


Final

C

B

A

4

5

A

23 de Junho de 2016

6

A

Cláudia Fernandes

3

A

Escalas 1.1000 | 1:50 N

A

161

A'

A

1

Gas Station

A

2

Cláudia Fernandes 70075

A

2013 - 2019

A

C'

B'

3/8

4/8

Cláudia Fernandes 70075

Escala 1:50

73

Alçado Este

23 de Junho de 2016

Entrega Final

Projeto VI "a bomba"

EAUM

Planta de Piso Legenda de Espaços: 1 - Loja; 2 - Instalações sanitárias públicas; 3 - Escritório; 4 - Sala de funcionários; 5 - Vestiário; 6 - Armazém; 7- Esplanada

Alçado Oeste

Planta de chão

161

161

Alçado Sul

160.25

Alçado Sul

161


Materialidade

Tencionava-se que o edifício se fundisse com a paisagem verde envolvente que se estendia até à Punta do Bicaño (ver página X), por essa razão materializou-se a cobertura com chapas de cobre oxidado, tornando a sua tonalidade semelhante ao que o envolvia. Sendo a cobertura um elemento de grande força em toda a sua forma, o restante edifício foi composto por Aço nas estruturas e em Viroc nos elementos opacos, devido às suas propriedades relativamente a ambientes húmidos.

Planta de Coberturas

Legenda dede Tramas: - Espaço Verde; Planta Coberturas

EAUM

74

- Passadiços/Soalho;

- Calçada Pré-existente;

- Asfalto

Projeto VI "a bomb


Cláudia Fernandes

162

161.5

Gas Station 1

C

D

E

2013 - 2019

ba"

162.5

F

G

161

160.5

160

Planta de Piso

Legenda de Espaços: 1 - Loja; 2 - Instalações sanitárias públicas; 3

Entrega Final

23 de Junho de 2016

75


Pormenores Construtivos

PV 1

PV 2

PV3

PV 4

PV 5

PV6

PV7

PV8

PV9

PV10

PV 11

PV 1 PV3

PV 2

PV7 PV 4

PV 8

PV 5

PV 6

PV 9

PV 10 PV11

Corte CC'

Legenda de Materiais:

- Aรงo;

- Viroc;

- Isolamento (XPS);

- Mรกrmore

Projeto VI "a bomba"

EAUM

PH 1

- MDF;

PH 2

PH 3

Entrega Final

23 de Jun

PH 4

PV3

PH1 PH2 PH5 PH3 PH 9 PH 5

PH 6

PH 7

PH 8

PH4

PH6

PH7

PH10

PH11

PH8

PH12

PH14

PH16

PH15

PH 9

PH 11

PH 10

PH 12

PH20 PH13

PV7

PH19 PH17 PH18

76 PH 13 PV 11

PH 14

PH 15

PH 16


V1

H1

H2

V1 Corte

Alçado Interior

V1 V2 Corte

Alçado Exterior

Alçado Interior

V1

H1 H1

H2

V1

H2

Planta

V2 Corte

Alçado Exterior

Alçado Interior

V2 Alçado Exterior

Alçado Interior

Corte

H2 H1

H2

V2

Cláudia Fernandes

V2

V1

Planta

Planta

Axonometria

Axonometria

Projeto VI "a bomba"

Projeto VI "a bomba"

EAUM

23 de Junho de 2016

Entrega Final

Entrega Final

Escalas 1:20 | 1:5 Pormenores Construtivos - Vão Exterior

H1

23 de Junho de 2016

Escalas 1:20 | 1:5 Pormenores Construtivos - Vão Interior

Cláudia Fernandes 70075

Cláudia Fernandes 70075

8/8

7/8

H2

H1

H2

V2

V1

V1

Axonometria

Axonometria

Projeto VI "a bomba"

EAUM

23 de Junho de 2016

Entrega Final

Escalas 1:20 | 1:5 Pormenores Construtivos - Vão Exterior

Projeto VI "a bomba"

EAUM

H1

H1

Cláudia Fernandes 70075

7/8

23 de Junho de 2016

Entrega Final

H2

H2

V2 Corte

Alçado Exterior

Alçado Interior

V2 Alçado Exterior

Alçado Interior

Corte

PV 1

H1

PV 2

PH 1

PV3

Gas Station

V1

Planta Planta

H2 V2

H1

H2

PH 5 V1

V1

Axonometria

Projeto VI "a bomba"

EAUM

23 de Junho de 2016

Entrega Final

Escalas 1:20 | 1:5 Pormenores Construtivos - Vão Exterior

Projeto VI "a bomba"

EAUM

Axonometria

23 de Junho

H2

H1

H2

PH 9

PV 4

PV 5

PV6

PV7

V2

V2

Alçado Exterior

Alçado Exterior

2013 - 2019

H1

Cláudia Fernandes 70075

Entrega Final

Corte

Corte

Alçado Interior

Vão Exterior

Alçado Interior

Vão Interior

Planta

PH 13 PV8

PV9

PV10

PV 11

Planta

PV 1 PV3

PV 2

PV7 PV 4

PV 8

PV 5

PV 6

PV 9

PV 10

Legenda de Materiais:

PH17

H1

Corte CC'

- Aço;

- Viroc;

Corte

- Isolamento (XPS);

EAUM

PV11

H2

- MDF;

- Mármore

Projeto VI "a bomba"

Entrega Final

H1

23 de Junho de 2016

H2

Axonometria

EAUM

Projeto VI "a bomba"

77

Entrega Final

23 de Junho de 2016

Escalas 1:20 | 1:5 Pormenores Construtivos -

Axonometria


Planta Tipo

78


Instalações e Iluminação dos Edifícios Aplicação de conhecimentos num edifício de habitação coletiva

Cláudia Fernandes

7

2016

Este trabalho consistiu na abordagem de um projeto realizado em anos anteriores, com o intuio de implementar a instalação de todas as redes necessárias para que o conjunto do edificado funcione na sua plenitude.

Trabalho de realizado com a cooperação de Alexandre Pontes, Natália Paste e Olavo Franco.

79

2013 - 2019

O projeto selecionado doi desenvolvido no 2º ano da Licenciatura e consiste na conceção de um edifício de habitação multifamiliar juntamente a um restaurante e um Hotel, onde o conceito potencializava a construção em altura, tentando se tornar num marco na paisagem da cidade de Guimarães.


com Alterações Alterações no no Projeto Projeto com Plantas com Alterações no Projeto Arquitetura

Para responder às exigências do programa projetaram-se dois volumes autónomos interligados no seu embasamento. Assim, na mesma base estrutural definiram-se os acessos e todo o expaço exterior de chegada. Optou-se por dividir três apartamentos por piso, sendo que cada piso foi dotado de um espaço exterior coletivo, procurando-se responder às questões relacionadas com o conforto, iluminação Planta Tipo do Hotel natural e ventilação dos corredores de acesso.

Planta Tipo do do Hotel Hotel Planta Planta do Tipo Hotel

A composição vertical constituiuse primeiramente com a distribuição dos cento e vinte e seis apartamentos, seguidos pelos pisos relativos ao hotel, tendo no último piso o restaurante, que obtém uma vista priveligiada sobre a cidade.

Planta do 1º Piso do Apartamento – Planta do Apartamento – Piso Piso 11 Planta do Apartamento

Planta do Apartamento – Piso 1

Estrutura Para a concretização deste edifício foi utilizada uma estrutura em cogumelo onde o núcleo central dos ascensores retém a principal função estrutural. Este centro suporta uma primeira laje mais espessa (1,4metros de espessura) que alberga cargas de um conjunto de pilares e vigas que garantem o seu desenvolvimento em altura.

Planta do 2ºdo PisoApartamento do Apartamento Planta

Planta do do Apartamento Apartamento –– Piso Piso 22 Planta 80

– Piso 2


que a pressão seja distribuída uniformemente pelos fogos. Para o hotel e restaurante é necessário traçar uma ligação á rede pública de abastecimento independente. Uma vez que estes se encontram no topo do edifício, é essencial uma solução de alimentação direta com o uso de um elemento sobrepressor. Em ambos os casos a ligação com a rede pública de abastecimento é feita pelo parque de estacionamento, sendo que aqui se centra uma área técnica de acesso e manutenção das bombas de água. Já no piso de entrada é posicionado um contador que faça a leitura dos usos dos espaços comuns do edifício.

Instalação e Equipamentos e Abastecimento de Águas

Cláudia Fernandes Instalações e Iluminação dos Edifícios

Apartamento Corte de Sistema Misto de Alimentação do Abastecimento de Água

Assume-se que em Guimarães o sistema público de distribuição de água apresenta condições adequadas de abastecimento, ou seja, o caudal e a pressão da rede pública são regulares. Desta forma procura-se fazer a ligação com a rede de abastecimento que acompanha a Av. D. João IV.

Hotel e Restaurante Para o hotel e restaurante é necessário traçar uma ligação á rede pública de abastecimento independente. Uma vez que estes se encontram no topo do edifício, é essencial uma solução de alimentação direta com o uso de um elemento sobrepressor.

81

6 2013 - 2019

Uma vez que se estuda uma estrutura edificada multifamiliar, com vinte pisos de apart., entende-se que o mais adequado para um melhor funcionamento é a utilização de uma solução mista de alimentação: alimentação direta da rede de abastecimento para os primeiros pisos e nos restantes pisos a alimentação com apoio de um elemento sobrepessor, para a pressão seja distribuida uniformemente pelos fogos.


Junto ao núcleo estrutural de cada piso é definido um armário técnico que permite o fácil acesso às tubagens.No interior de cada apartamento o sistema PEX é o mais adequado, devido a condicionantes do projeto de arquitetura, permitindo encaminhar a canalização pelo pavimentos Junto ao núcleo estrutural centralizado é definido um armário técnico por piso que permite dos corredores de acesso. o fácil acesso às tubagens para sua manutenção e a colocação dos contadores em zona comum, que servem cada apartamento. Como opção de projeto de arquitetura, cada piso de entrada nos fogos é dotado de um Com o uso de espaço polietileno reticulado (PEX) é adequado para as redes A água fria serve, numa primeira estância, o termoacumulador elétrico e sistema de apoio exterior comum e como tal, deve haver uma atenção especial para a colocação de um ponto para que estes aqueçam a água, em seguida, a canalização de água quente e água fria seguem de água exterior de uso comum, para a lavagem e qualquer outra necessidade deste espaço. O de distribuição de água fria e quente. Faz-se chegar a rede ao interior traçados idênticos, capazes de servir: consumo deste ponto de água é considerado comum, como tal, deve ser contabilizado pelo contador A cozinha, onde é indispensável um ponto de água para o lava-loiças e a colocação de do condomínio. do apartamento, canaliza-se a água pelo teto falso que cobre o quarto, outros dois pontos de água previstos para máquina de lavar loiça e máquina de lavar roupa. No interior e devido a algumas condicionantes com o projeto de arquitetura, o uso do As instalações sanitárias que servem o apartamento devem ser desde logo equipadas com sistema PEX é o mais adequado para fazer chegarcoerência a água ao apartamento, que é necessário quarto de banho e cozinha. Mantendo uma comuma osvezespaços dispositivos de apoio, são necessários pontos de água para o lavatório, o duche e para o autoclismo. que a écanalização se encaminhe pelo pavimento dos corredores de acesso. Com o uso de polietileno Para um melhor funcionamento de toda a rede individual de abastecimento e porque comuns dosanitária. edifício, dentro deredescasa um armário apoio a a reticulado (PEX) é adequado para as de distribuição de água fria de e quente. Faz-seéchegar obrigatório, são colocadas válvulas de seccionamento no início de cada divisão Caso haja também uma fuga de água, torna-se possível impedir a circulação de água na divisão sanitária, redemas ao interior do apartamento, canaliza-se a água pelo teto falso que cobre o quarto, quarto de permitindo que a rede continue em pleno funcionamento em todo o apartamento. solução que define desenho deuma arquitetura e espaços apoiacomuns as necessidades banhooe cozinha. Mantendo coerência com os do edifício, também dentro de casa um armário de apoio é a solução que define o desenho de arquitetura e apoia as da rede de abastecimento. necessidades da rede de abastecimento. Assim, os dispositivos de apoio, válvulas e tubagens são albergados por este armário.

Planta Tipo do Apartamento – 1º Piso

Planta Tipo do Apartamento – 2º Piso

Por fim no hotel e no restaurante, que necessitam de um sistema de alimentação independente às residências, ou seja, um sistema de alimentação privativo. São explorados os traçados da rede de abastecimento e de aquecimento das águas sanitárias de forma idêntica ao resto do edifício. Por certo, a melhor solução de alimentação seria a de alimentação direta com elemento sobrepressor, para que este, seja capaz de bombear a água para os últimos pisos do edificado. Mantem-se a canalização junto ao núcleo estrutural no armário de apoio. Aqui, no espaços do corredor de acesso a canalização é embutida no tecto falso fazendo-se chegar ás divisões sanitárias de cada quarto de hotel. O contador que serve o hotel é colocado no primeiro piso de quartos, a par com o termoacumulador elétrico e sistema de apoio capazes de aquecer a água fria de abastecimento.

Planta Tipo do 2º Piso do Apartamento Planta Tipo do 1º Piso do Apartamento

No restaurante, a rede de abastecimento irá fazer um percurso idêntico, para as divisões sanitárias, no entanto é necessária uma especial atenção aos equipamentos que uma cozinha industrial exige.

7

8

No hotel e no restaurante é aplicado um sistema de alimentação privativo. A melhor solução de alimentação é a direta com o elemento sobrepressor assim, nos espaços de corredor de acesso a canalização é colocada junto ao núcleo estrutural no armário de apoio, onde se torna embutida no teto falso, fazendo-se chegar às divisões sanitárias de cada quarto de hotel.

Planta Tipo do Hotel

No restaurante a rede de abastecimento ira fazer um percurso idêntico para as divisões sanitárias, no entanto é necessária uma especial atenção aos equipamentos que uma cozinha industrial exige.

9

Planta Tipo do Restaurante

82


INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUAS SANITÁRIAS

Instalação e Equipamentos de Aquecimento Solar de Águas Sanitárias

A par do traçado da rede de abastecimento de água, é fundamental e indispensável pensar a rede de aquecimento solar de águas sanitárias. Depois de compreender as características desta rede procura-se aplicá-la segundo as necessidades do edifício. Uma vez que se aborda uma vasta quantidade de fogos, entende-se que estes devem ser dotados de alguma autonomia. Para tal, a proposta que se apresenta parte da aplicação de um sistema de coletores centralizados. O sistema que se emprega consiste no aquecimento da rede de água a partir da luz solar obtida através da instalação de um campo de coletores comuns a todos os habitantes, na cobertura do edifício. Por sua vez, estes servem depósitos individuais de apoio, ou seja, depósitos de armazenamento que, através do fluido de transferência de calor, proveniente dos coletores, irá aquecer a água fria da rede de abastecimento de cada fogo.

TE+SA

Cláudia Fernandes

Uma vez que se aborda uma vasta quantidade de fogos, entende-se que estes devem ser dotados de alguma autonomia. Para tal, a proposta que se apresenta parte da aplicação de um sistema de coletores centralizados. Este consiste no aquecimento da rede de água a partir da luz solar obtida através da instalação de um campo de coletores comuns a todos os habitantes, na cobertura do edifício. Por sua vez, estes servem depósitos individuais de apoio. Assume-se que todo o sistema de apoio aos coletores solares seja distribuído de forma TE+SA

TE+SA

TE+SA

quente e que a garantia da qualidade da água seja assegurada por cada fogo. Para além de um depósito acumulador de água quente até que esta seja necessária para consumo, deve existir um apoio energético para assegurar o bom funcionamento da rede em períodos de menor insolação. É fundamental assegurar espaço para a colocação de equipamentos convencionais de apoio: caldeiras, termoacumuladores ou resistências elétricas.

11

Instalações e Iluminação dos Edifícios

Corte do Abastecimento SolarSolar Térmico Corte do por Abastecimento Térmico individual cada apartamento, para que cada um seja autónomo de fazer a contagem de água

Opções de Integração de Instalação de Energia solar VANTAGENS/INCONVENIENTES

TOTALMENTE CENTRALIZADO

CENTRALIZADO C/APOIOS INDIVIDUAIS MÉDIO

MAIOR

TOTALMENTE INDIVIDUAL (MONOBLOCOS) MAIOR

MENOR

MENOR

S.C.+DEPÓSITO

S.C.+DEPÓSITO

NÃO

NÃO

INDIVIDUAL

INDIVIDUAL

TOTAL

TOTAL

O hotel e restaurante são dotados de coletores privados, ou seja a integração da instalação de energia solar é definida de forma totalmente individual. A colocação dos equipamentos de apoio é assegurada de igual forma, um armário de apoio que alberga os equipamentos e a canalização. Desta forma é assegurado um bom funcionamento das especialidades e um trabalho de arquitetura bem conseguido.2

Assume-se que todo o sistema de apoio aos coletores solares seja distribuído de forma individual por cada apartamento assim, para além de um depósito acumulador de água quente, deve existir um apoio energético para assegurar o bom funcionamento da rede em períodos de menos insolação. O hotel e restaurante são dotados de coletores privados, ou seja a integração da instalação de energia solar é definida de forma totalmente individual. A colocação dos equipamentos de apoio é assegurada de igual forma, um armário de apoio que alberga os equipamentos e a canalização.

2

83

ver planta de rede de abastecimento de água e de rede de aquecimento solar de águas sanitárias. 12

2013 - 2019

CUSTO DE INSTALAÇÃO MENOR DO SISTEMA POUPANÇA ENERGÉTICA NA MELHOR MÉDIO EXPLORAÇÃO OCUPAÇÃO DE ESPAÇO DA NENHUM S.C. HABITAÇÃO PELO S.C.* CONTAGEM DE ÁGUA QUENTE SIM SIM PELO CONDOMINIO GARANTIA DE QUALIDADE DE CONDOMINIO CONDOMINIO ÁGUA ASSEGURADA POR AUTONOMIA RELATIVAMENTE AO NENHUMA MÉDIA CONDOMINIO *S.C.- Sistema Convencional de aquecimento de água quente sanitária

COLETORES CENTRALIZDOS


Instalação e Equipamentos de Drenagem de Águas Residuais

Topo do Edifício

No restaurante é encontrada a última boca de limpeza desta rede que faz a ligação entre o sistema de drenagem e a tubagem de ventilação primária, ou seja, a partir daqui os tubos prolongam-se até á cobertura para que estes façam uma ventilação própria. Ao chegar á cobertura da cabine dos elevadores os tubos são prolongados mais 0,40 centímetros que acima da cabine De modo sequencial, para poderem libertar o ar que expelem sem qualquer obstáculo, apresentando ainda uma estrutura que permite que a água das chuvas não se infiltre na tubagem.por forquilhas.

Desenvolvimento Vertical

Base do Edifício

a água transita para os tubos de queda, unidos ao ramal de descarga

Tendo em conta a dimensão do edifício – tem uma altura superior a 35 metros e descargas

Ao atingir o último piso o alinhamento vertical superiores que se prolonga por todo o edifício a 700 litros por hora –, este traçado conta com o apoio de ventilação secundária desde sofre uma torção feita através de duas bocas de limpeza que, tal como no topo, é realizada num a sua base, ao topo. Deste modo, o troço vertical é constituído por dois traçados que se desenvolvem momento fulcral para a manutenção de todo o traçado.

em simultâneo, garantindo que cada tubo de ventilação sirva dois tubos queda de seis em seis pisos Legenda: nas casas-de-banho 1-Caixa de Pavimentoe de três em três pisos na cozinha – o correspondente ao número de tubos de Coletor Predial queda2-de cada uma das frações. Assim, a manutenção da rede é feita de individualmente a cada 3- Caixa de Reunião tubo através galerias técnicas projetadas, não interferindo com a arquitetura. de seccionamento 4 – Válvuladas

Corte transversal

5 – Caixa do Ramal de Ligação 6 – Ramal de Ligação 7 – Coletor Público

1º Piso

2º Piso

INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE DRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS 7. 1.

2.

3.

4.

6. Análise do Local e Implementação de5. Alinhamentos Verticais

3º Piso

Para a conceção do Sistema de Drenagem, realizou-se uma análise ao local para perceber Exemplo ilustrativo

Corte Transversal

Pormenor dostubos de queda, respetivamente, 1º piso, 2º piso e 3º piso.

Aqui a rede prossegue para a entrada do edifício e drena toda a água que seja usada na selocal. existiam as condições para a sua implementação. Monitorizou-se uma avaliação às lavagem do interior deste Na garagem – último piso –pretendidas é drenada apenas a água utilizada para Node águas prolongamento deste traçado pelo a lavagem da cabine dos elevadores e de todadrenagem a restante é drenada pelado redelocal Aqui condições pública e aopluviais. seu posicionamento relativamente ao edifício, para edifícioao existem momentos excecionais onde se dão curvas de concordância: no piso da entrada a tubagem é inserida em seis câmaras de inspeção – o corresponde númerodois de colunas de que exista um alinhamento de ligação. Sabendo que existe um coletor público em cada uma das drenagem – para manutenção na base do edifício. Por conseguinte, estaseinterligam-se entre si piso e principal no penúltimo (restaurante). Têm como objetivo servir a arquitetura respeitando a seguem para a câmara do ramal de ligação comum ás duas redes de drenagem – rede predial de o coletor público com uma cota inferior – ruas que ladeiam o terreno de implantação escolhemos estrutura concedida. drenagem de águas residuais domésticas e rede predial de drenagem de águas pluviais.

Ramada - para assim obter deste uma drenagem residual gravítica. ParaRuaodabom funcionamento sistema foram colocados seis alinhamentos retos Assim, estes troços iniciam o seu percurso junto aos elevadores e realizam uma torção no Após esta perceção houve uma preocupação em interligar e coordenar os sistemas prediais verticais com vários tubos de empara galerias adjacentes à estrutura do deste edifício pisoqueda de entrada acompanhar a estrutura em cogumelo local (armários e, assim, se alinharem com de drenagem com a arquitetura para perceber quais seriam os alinhamentos verticais que as respetivas divisões. Seguem esse alinhamento retilíneo até ao restaurante onde fazem uma torção técnicos no interior das habitações). Em cada alinhamento vertical foram disponibilizados permitiriam a passagem dos tubos de queda. Estes elementos foram previstos na conceção do de retorno ao alinhamento. Desta forma, no topo do edifício há uma união de toda as infraestruturas projeto, não na dimensão necessária por essa razão, tiveram uma grandea influência na das águas três tubos demas queda para a drenagem dase,dos casas-de-banho, garantindo separação junto às cabines elevadores. mudança do projeto inicial. De forma a garantir a sua passagem houve a preocupação de alinhar em contadas a sua exceção naAconcessão da rede é necessário colocar saponáceas e negras, trêsas para aTendo drenagem cozinhas. quantidade implementada tem uma boca de as paredes do hotel e com habitações multifamiliares 18 para permitir que um único alinhamento limpeza emoscada um destes locais para que possa existir uma fácil manutenção em caso de avaria. sobrefacilitar todo o edificado servisse dispositivos necessários. como vertical objetivo o escoamento e não sobrecarregar nenhum dos tubos, sendo que Atravésdois destas mudanças asseguramos dos tubos de queda por galerias cada tubo serve pisos consecutivos dea 3passagem em 3 pisos. adjacentes á estrutura do edifício – colocados em armários técnicos no interior das habitações – o que se torna num fator positivo na sua conceção, pois sendo um local facilmente acessível a manutenção, limpeza ou vistoria são mais simples.

TQ10 TV7 TQ11 TV8 TQ15 TV10

TQ12

TQ13 TQ14TV9

Exemplo 1

Exemplo 2 TQ18 TV12 TQ17 TV11 TQ16

TQ19 TQ24 TV13 TV16 TQ20 TQ23 TV14 TV15 TQ21 TQ22

TQ27

TQ9 TV6

TQ8

TV18 TQ26

TV17 TQ25

17

TV5 TQ7

TQ3 TQ4 TV2 TV3 TQ2 TQ5 TV1 TV4 TQ6 TQ1

Planta Tipo de Tubos de Queda e Tubos de Ventilação Secundária Localização

84

13


Organização Organização no no Hotel Hotel TV7 TQ10 TQ11 TQ10 TQ12 TV8 TQ11TV7 TQ12 TV8 TQ13 TV9TQ14 TQ13 TV9 TQ15 TQ14TV10 TV10 TQ15

CP CP

CP CP

No No Hotel, Hotel, localizado localizado no no topo topo do do edifício, edifício, aa drenagem drenagem éé realizada realizada àà semelhança semelhança do do que que acontece acontece nas nas casas-de-banho casas-de-banho das das habitações habitações por por seguirem seguirem oo alinhamento alinhamento ee terem terem uma uma simples simples distribuição distribuição do do espaço, espaço, oo que que permite permite uma uma fácil fácil aplicação aplicação da da rede rede de de drenagem drenagem sem sem sobreposições sobreposições no no traçado. traçado.

TQ18 TQ18 TV12 TV12 TQ17 TQ17 TV11 TV11 TQ16 TQ16

Assim Assim oo traçado traçado desenvolve-se desenvolve-se através através da da descarga descarga do do autoclismo autoclismo diretamente diretamente ao ao tubo tubo de de queda, queda, para para não não haverem haverem mistura mistura com com as as águas águas saponáceas. saponáceas. EE estas estas últimas últimas seguem seguem pelo pelo ramal ramal de de descarga descarga até até àà caixa caixa de de pavimento, pavimento, permitindo permitindo uma uma fácil fácil manutenção manutenção destes destes dispositivos. dispositivos. Por Por fim fim vão vão ter ter ao ao traçado traçado vertical vertical dos dos tubos tubos de de queda. queda.

TV TQ27 T TQ27

TV7 TQ10 TQ11 TQ12 TV8 TV7 TQ10 TQ13 TV8 TQ11 TQ12 TV9 TQ14 TV10 TQ13 TV9 TQ15 TQ14 TV10 TQ15

CP

Cláudia Fernandes

CP

CP CP

TQ18 TV12 TQ18 TQ17 TV11TV12 TQ17 TQ16 TV11 TQ16 TQ21 TQ22 TV15 TV14 TQ22 TQ20TQ21 TQ23 TV15 TV16 TV13TV14 TQ23 TQ20 TQ24 TQ19 TV16 TV13 TQ24 TQ19

TQ9 TV6 TQ9 TV6TQ8 TV5 TQ8 TQ7 TV5 TQ7

CP

CP

CP

CP

CP

TQ27

TV17 TQ25 TV18 TQ26 TV17 TQ25 TV18 TQ26

CP

CP CP

TQ27

TQ10 TV7 TQ11 TV8

CP

TQ9 TV6

TQ8 TQ9 TV6 TV5 TQ7 TQ8 TV5 TQ7

TQ15 TV10

TQ1 TQ6 TQ1 TQ6 TV1 TV4 TV1 TV4 TQ2 TQ5 TQ2 TQ5 TV2 TV3 TV2 TQ4 TV3 TQ3 TQ3 TQ4

TQ12

TQ13 TQ14TV9

TQ18 TV12 TQ17 TV11 TQ16

TV17 TQ25

CP

TQ18 TV12 TQ17 TV11 TQ16

CP

TQ21 TQ22 TV15 TV14 TQ23 TQ20 TV16 TV13 TQ24 TQ19 TQ19 TQ24 TV13 TV16 TQ20 TQ23 TV14 TV15 TQ21 TQ22

CP

CP

TQ27

TV18 TQ26

TV17 TQ25

Piso Tipo do Hotel

TQ27

Planta Tipo do Quarto de Hotel

Piso Piso Tipo Tipo do do Hotel Hotel

Dispositivos Dispositivos Sanitários Sanitários dos dos quartos quartos

No Hotel a drenagem é realizada à semelhança do quede acontece nas casas-de-banho das de Hotel Hotel habitações por seguirem o alinhamento e terem uma simples distribuição do espaço, o que permite uma fácil aplicação da rede de drenagem sem sobreposições no traçado. Assim o Durante esta ligação a rede é dotadaatravés de câmarasda de inspeção nas mudanças de direção, dediretamente ao tubo de queda, traçado desenvolve-se descarga do autoclismo inclinação, alterações de diâmetro e nas confluências criadas e é também seccionada entre cada não haverem mistura comdeasligação. águasVisto saponáceas. uma das para câmaras de inspeção e a câmara do ramal que esta última Eé estas a caixa últimas seguem pelo ramal de existente junto ao limite da propriedade, é maior e permite a entrada de uma pessoa para a sua descarga até à caixa de pavimento, permitindo uma fácil destes dispositivos. manutenção na ligação com o coletor público que se procede em seguida através de um manutenção tubo TQ9 TV6

TQ9 TV6

TQ8

TQ3 TQ4 TV2 TV3 TQ5 TQ2 TV1 TV4 TQ6 TQ1

TV5 TQ7

%

%

i=2

i=2

TQ1 TQ6 TV1 TV4 TQ2 TQ5 TV2 TV3 TQ3 TQ4

i=2%

CP

TQ8

TV5 TQ7

i=2%

TV18 TQ26

TV17 TQ25

CP

Instalações e Iluminação dos Edifícios

TV18 TQ26

CP

TQ1 TQ6 TV1 TV4 TQ1 TQ2 TQ5TQ6 TV1 TV3 TV4 TV2 TQ2 TQ3 TQ4TQ5 TV2 TV3 TQ3 TQ4

CP

TQ19 TQ24 TV13 TV16 TQ20 TQ23 TV14 TV15 TQ21 TQ22

TQ27

TV7 TQ10 TQ11 TQ12 TV8 TQ13 TV9 TQ14TV10 TQ15

ligado diretamente a esta. PLANTA TIPO DO HOTEL

PLANTA DA HABITAÇÃO - PISO 2

CR1

0.4

i=2%

i=2%

CR4

i=2%

CR3

i=2%

CR

5 CR

i=2%

7

% i=2

TQ24

CR8

i=2%

TQ27 TQ26 TV18

i=2%

CR9

CR10

i=2%

TQ25 TV17

TV14TQ21 TQ22 TV15 TQ23 TV16

i=2%

CR6 CRL1

TQ19 TV13 TQ20

2013 - 2019

15 Na garagem (último piso) 15 é drenada apenas a água utilizada para a lavagem da cabine dos elevadores e toda a restante é drenada pela rede de águas pluviais. Aqui a tubagem é inserida em seis câmaras de inspeção – o corresponde ao número de colunas de drenagem – para manutenção na base do edifício. Por conseguinte, estas interligam-se entre si e seguem para a câmara do ramal de ligação comum ás duas redes de drenagem – rede predial de drenagem de águas residuais domésticas e rede predial de drenagem de águas pluviais.

CR2

PLANTA

CRL2

i=2%

Planta do Piso Térreo

i=2%

PLANTA PISO DE ESTACIONAMENTO

CORTE TRANSVERSAL - ESCALA 1.500

85

i=2%

i=2%

i=2%


INSTALAÇÃO E EQUIPAMENTOS DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS Com base no objeto de estudo, e sabendo que os sistemas de drenagem pública de águas residuais pluviais só são permitidos lançamentos de águas residuais bastante específicas, foram tomadas as medidas necessárias para garantir a total drenagem do edifício em si, como da sua área de implantação. Para tal acontecer, é sabido que apenas as águas provenientes da chuva, da rega, da lavagem dos pátios e parques de estacionamento (no caso de estudo em questão) são permitidos neste tipo de sistema. As águas serão recolhidas na cobertura por caleiras, e conduzidas por ramais de descarga até aosa tubos de queda, embutidos palassistema verticais que ritmam a fachada. Tratando-se de uma Primeiramente, foi verificado existência de nas um de drenagem público, rede forma regular perfeita (quadrado de 20m por 20m), foram colocados 4 tubos de queda de cada pertencente a Vimágua, empresa da detotalidade, Guimarães onde se seinsere overticalmente projeto, de Instalação etubos Equipamentos de Drenagem de Águas Pluviais lado,cidade sendo, na sua 16 de queda que estendem atétratando-se á cota de do edifício pela avenida D.João IV, sendo posteriormente todos eles reunidos numa caixa um sistema de rede pública do tipoentrada então obrigatória separação da deseparativo, retenção de areia esendo conduzidos, através de coletores prediais a com 2% de inclinação,, até drenagem á caixa ramal de ligação. de águas residuais, presentes nas ruas adjacentes à obra, Rua D.João IV a sul, e a norte na Rua da Ramada. Tiradas as ilações necessárias para o projeto da rede de drenagem, optou-se pela Tiradas as ilações necessárias para drenagem gravítica. As águas serão recolhidas a um nível superior ao do arruamento sendo este assim desnecessária um sistema de bombagem pois as águas serão drenadas por ação da sistema optou-se pela drenagem gravidade até ao coletor público da rua da Ramada. gravítica. As águas são recolhidas na TP9

TP10

TP11

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

TP12

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

TP13

TP8

i=0,5%

i=0,5%

i=1%

TP12

i=0,5%

8 Legenda:

TP7

TP13

TP14

i=0,5%

i=0,5% i=1%

i=1%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

TP15

TP6 Este volume é drenado naturalmente para este piso.

i=0,5%

i=0,5% i=1%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

TP16

TP5

i=0,5%

i=0,5% i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

Planta de Coberturas Planta de Coberturas TP4

TP14

cobertura por caleiras e conduzidas por ramais de descarga até aos tubos de . 1-Caixa de Retenção de Areia queda embutidos nas palas verticias que 2- Coletor Predial ritmam os alçados. Tratando-se se de uma 3- Caixa de Reunião 4 – Válvula de seccionamento forma regular perfeita (quadrado de 20m 5 – Caixa do Ramal de Ligação por 20m) foram colocados quatro tubos de 6 – Ramal de Ligação queda em cada lado, totalizando 16 tubos 7 – Coletor Público 8- Caleira de queda estendidos verticalmente atè à 9-Tubo de Queda cota da rua D. João IV. Posteriormente são todos reunidos numa caixa de retenção de 9 areia atéestacionamento, à caixa doa ramal . Relativamente á baseedaconduzidos obra, e do piso de sua rede de de drenagem pluvial foi pensada com a mesma lógica. As lajes terão pequenas inclinações, de 1%, que conduziram até ligação por coletores prediais com 2% de caleiras com grelha, sendo posteriormente ligadas até á caixa ramal de ligação através de caixas de retenção de areia e de coletores prediais. inclinação. i=0,5%

i=0,5%

Corte Explicativo

i=0,5%

TP3

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

TP2

TP1

i=0,5%

Nesta laje, onde as duas torres se encontram, houve uma divisão ao nível da drenagem das águas, isto é, as águas pluviais drenadas provenientes da torre mais a oeste, serão drenadas em conjunto com a água das chuvas (ou da lavagem dos pátios) desse mesmo lado da laje, através de 21 grelhas e de drenos nos espaços verdes, onde serão conduzidas até a uma caixa de retenção de areia. O mesmo acontece com a segunda torre, do lado este do terreno.

i=0,5%

Tratando-se de um sistema independente todos os espaços exteriores são drenados em simultâneo.

TP15

i=2%

i=2%

i=0,5%

1 .

1

i=2%

No piso de estacionamento, foram colocadas então as grelhas e as caixas de retenção de . 7. areia, devidamente espaçadas de 15 metros em 15 metros. Também aqui existe um dreno, com 4 5. 6. 0,5% de inclinação, em volta de toda a estrutura da base do edifício, com caixas nos pontos de . torção. Nesta cota, proveniente da laje superior, chegarão dois tubos de queda, cada um deles referente a uma torre, que serão depois dirigidas até a caixa de reunião, e posteriormente conduzidas até à caixa ramal de ligação e consecutivamente ao sistema de drenagem público. Entre estas duas últimas caixas, uma válvula antirretorno garantirá que as águas pluviais serão drenadas apenas num sentido.

i=2%

i=2%

1

2.

3 .

Rede de Drenagem de Águas Pluviais Dreno

Tubo de Queda

TP1

Ralo de Pavimento Caleira com grelha

Caixa de Retenção de Areia

CA

Caixa de Reunião

CR

No tabuleiro referente à rua D. João IV foi implementada uma inclinação de 1% que permite conduzir a água 20 Tendo em vista as condições de aplicação das tubagens e os fatores económicos, os até às caleiras com grelha, demateriais seguida utilizados serão o ferro galvanizado, nos tubos de queda, ramais de descarga e coletores prediais. direcionadas à caixa do ramal de ligação São na totalidade necessárias 65 caixas de retenção de areia, 34 tubos de queda, 1 caixa através de caixas de retenção de areia e de reunião e 1 caixa de ramal de ligação para garantir a drenagem necessária da obra coletores prediais. Caixa Ramal de Ligação

CRL

TP23

TP22

CA54

i=0,5%

CA40

TP30

TP8

CA53

CA39

CA49

i=0,5%

TP9

CA

38

TP31

CA60

TP10

CA52

TP7

CA47

TP11

CA46

TP12

CA

TP13

i=2

%

CRL

i=2%

CA

1

i=2%

CA36

CA64

TP15

CA35

i=2%

TP2

CA33

TP16

Caixa de Reunião

CA

TP1

Caixa Ramal de Ligação

CA

41

TP3

CA34

Caixa de Retenção de Areia

i=2%

32

LIG

CA2

CA

CA44

CA42

i=2%

TP14

TP4

i=0,5%

i=2%

TP5

31

%

i=0, 5%

CR

TP6

TP32

CA51

i=2%

CR

i=2%

LIGA À CA16

i=0,5%

CA

TP17

CA50

%

CA4

i=2%

TP18

CA57

i=2

CA3

2

TP19

CA58

%

i=2%

i=2%

30

i=2% i=2%

CA

i=2%

CA59

i=0,5%

Caleira com grelha

CA

TP33

Pro ven CA ien te de 32

2%

TP20

Tubo de Queda

Ralo de Pavimento

CA43

i=2%

i=

TP21

Dreno

i=2% CA14

Rede de Drenagem de Águas Pluviais

TP1

i=0 ,5%

%

CA15

CA5

CA10

CA9

i=2

CA7

CA12 CA11

i=2

i=2%

i=2%

CA18

CA17 CA16

TP34

i=0,5%

i=2%

i=2%

CA45

i=0,5%

CA48

i=2%

37

TP1

i=2%

TP29

i=0,5%

TP28

i=2%

CA63

i=2%

TP27

CA55

i=0,5%

i=2%

i=0,5%

i=0,5%

TP26

CA56

CA61

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i=2%

i=2%

i=2%

i=2%

i=2%

i=2%

i=0,5%

CA21 i= 2%

Pro ven CA ien te de 50

i=0,5%

i=0,5%

TP16

CA24

CA22

CA6

i=0,5%

CA23

CA8

CA13

i=0,5%

TP25

TP24

CA19

CA20

i=0,5%

i=0,5%

i=2%

CA29

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

i=0, 5%

i=0,5%

Corte transversal .

i=2

Vál

vula

i=0,5%

Ant

i-Reto

rno

CR

i=2

%

L

Ligaçã

rede

públic

a drena

gem

pluvia

l

No piso de chão foram colocadas grelhas e caixas de retenção de areia de 15 em 15 metros e também um dreno Planta do tabuleiro referente à rua D. João IV com 0,5% de inclinação em torno de todo o edificado. Provenientes do piso superior chegam dois tubos de Planta queda de Coberturas que são conduzidos até à caixa de reunião, posteriormente à caixa ramal de ligação e, por fim, ao sistema de drenagem publico. Entre as duas últimas foi colocada uma válcula antirretorno para garantir que as águas pluviais são drenadas apenas num sentido.

i=0,5%

i=0,5%

CA29

i=2%

Caixa de Reunião

CA15

i=0,5%

CA5

i=2%

CA10

CA9

i=2%

CA14

i=

TP33

Pro ven CA ien te de 32

CA

30

i=2%

i=2%

CA3

CA

2

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i=2%

i=2

%

2%

,5%

Caixa de Retenção de Areia

Caixa Ramal de Ligação

CA7

CA12

CA11

CA27

i=0

Caleira com grelha

CRL

i=0,5%

i=2%

Tubo de Queda Ralo de Pavimento

CR

i=2%

%

TP1

CA

CA18

CA17

CA16

i=2

Dreno

i=2%

Pro ven CA ien te de 50

TP34

Rede de Drenagem de Águas Pluviais

TP12

CA6

CA21 i= 2%

i=2%

i=2%

CA8

CA13

i=2%

i=2%

i=2%

i=0,5%

CA22

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%

i=2

CA19

CA24

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CA23

i=2%

CA20

CA26

i=2%

i=0,5%

i=0,5%

i=0,5%

CA28

i=2%

CA

1

CA

31

CR

%

TP13

i=2

Vál

vula

Ant

i-Reto

rno

CR

i=2 %

L

Ligaçã

rede

públic

a drena

gem

pluvia

l

Planta de chão

23

86

Planta de Estacionamento TP14 Rede de Drenagem de Águas Pluviais Dreno TP1

Tubo de Queda

Nota: Como não existe conhecimento do correto dimensionamento de todas as tubagens, tanto dos tubos de queda como dos coletores prediais, todos eles foram ocultados. Ralo de Pavimento Caleira com grelha

CA

CR

CRL

Caixa de Retenção de Areia Caixa de Reunião

Caixa Ramal de Ligação


Instalação e Equipamentos Mecânicos Sistemas AVAC no Hotel

Cláudia Fernandes

Depois de algum apoio para o entendimento do funcionamento e instalação dos sistemas AVAC, deve-se frisar que os objetivos deste sistema centram-se no conforto térmico, em compensar cargas térmicas de aquecimento e manter a temperatura e humidade dentro dos padrões aceitáveis. Sendo que a arquitetura deve garantir todos estes parâmetros no interior de uma habitação, este sistema foi aplicado apenas no hotel para atingir algumas exigências e para garantir um melhor serviço ao cliente.

Instalações e Iluminação dos Edifícios

Propôs-se a instalação de unidades de equipamento de apoio na cobertura do edifício. Estas canalizam fluído de transferência de calor para dispositivos de apoio implementados no teto falso. Este permite uma transferência de calor para o ar que circula nas condutas, onde é feita a difusão de ar junto à janela desta forma, o local mais propício à perda de calor é reforçado com ar quente. Para que haja uma ventilação adequada, a grelha de insuflação de ar é colocada á entrada do quarto, assim, consegue-se rejuvenescer o ar de um limite do quarto ao outro. Apesar de ser um tipo de difusão com baixa eficiência é a instalação mais adequada para os quartos de hotel com um envidraçado de dimensão considerável.

26

87

2013 - 2019

Planta Tipo do Hotel

Planta Tipo do Hotel


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