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IMIGRAÇÕES

Imigrantes do Brasil e do mundo!

Política, aquecimento global e muito mais!

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Sumário Novas...........................................................7 Clandestinos nos EUA...............................9 Refugiados do clima...............................11 Haitianos no Brasil..................................13 Cultura de NY...........................................15 Música Para Viajar...................................18 Preconceito nos EUA...............................19 Passagem Secreta...................................21 Mortos na fronteira do México..............22 Fuga de Cérebros...................................23

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Brasileiro é condenado nos EUA por liderar gangue de tráfico humano Um brasileiro de 48 anos foi condenado a 46 meses de prisão nos Estados Unidos sob a acusação de liderar uma gangue internacional de tráfico humano. Nacip Teotônio Pires teria sido responsável pela entrada ilegal no país de centenas de imigrantes, provenientes principalmente dos Estados do Paraná e de Goiás. As pessoas levadas pela gangue incluíam mulheres que eram obrigadas a trabalhar em clubes de striptease ou como prostitutas para pagar a passagem. Pires, que usaria também os apelidos de Zé Maria e Baraso, foi preso em Nova Jersey em junho de 2011 com outros quatro cúmplices, todos brasileiros. Uma sexta integrante da gangue, uma brasileira conhecida apenas como Priscila, está foragida. Segundo a Justiça americana, os seis acusados também estariam ilegalmente nos Estados Unidos. Caminhos De acordo com documentos oficiais do processo contra Pires, ele e seus comparsas teriam agido entre 2008 e 2011 levando imigrantes ilegais a Nova Jersey, Texas e Massachusetts. Eles cobrariam entre 13 mil e 25 mil dólares (de R$ 26,3 mil a R$ 50,6 mil) para levar os imigrantes, dependendo da rota usada e da forma de pagamento antecipado ou em prestações após a chegada aos EUA. Segundo a acusação, o grupo levava os imigrantes usando basicamente dois caminhos. No primeiro, as pessoas eram levadas por via aérea ou marítima a ilhas caribenhas de St. Marteen ou Bahamas e de lá seguiam, também por via aérea ou marítima, para a Flórida ou para Porto Rico. No segundo, elas iam de avião de São Paulo para a Cidade do México ou outro local da América Central, de lá seguiam para abrigos próximos à fronteira e cruzavam para os Estados Unidos a pé. A gangue é acusada também de ameaçar atos de violência contra familiares dos imigrantes no Brasil ou de tomar propriedades dos imigrantes que não pagassem em dia as parcelas da dívida pelo transporte. Muitas mulheres jovens eram obrigadas a trabalhar como

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dançarinas em clubes de strip-tease ou a se prostituírem para pagar suas dívidas. As investigações sobre a gangue, que envolveram grampeamento de telefones celulares pelos quais eles negociavam os transportes, foram iniciadas após a denúncia feita por um dos clientes do grupo.

Tráfico de pessoas: imigração forçada

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Clandestinos nos EUA Os Estados Unidos é um dos países com maiores taxas de imigrantes ilegais. De acordo com estatísticas publicadas no país, já passam de 11 milhões o número de pessoas que vivem ilegalmente no território americano. A principal via utilizada pelos imigrantes é a fronteira com o México, que apesar de oferecem grandes perigos a vida de quem se arrisca na travessia, representa uma porta de entrada para milhares de pessoas que buscam melhores oportunidades de vida em um país diferente. A fronteira Estados Unidos – México, estende-se desde San Diego e Tijuana, até Matamoro e Brownsville, no Texas. Ao longo de 3141 km, os imigrantes passam por uma variedade de terrenos que vão de grandes áreas urbanas até desertos inóspitos, onde muitos deles acabam morrendo por falta de água ou comida. Ainda assim, estimase que 350 milhões de pessoas tentem atravessá-la ilegalmente todo ano, sendo a maioria delas mexicanas. Além dos perigos da natureza, os imigrantes que atravessam a fronteira entregam suas vidas nas mãos de criminosos, os coyotes, pessoas que promovem a travessia ilegal, mas que também fazem tráfico de drogas e armas. Muitas vezes, eles se aproveitam da situação em que os imigrantes se encontram para violentar sexualmente as mulheres, praticar maus tratos e até mesmo matar por motivos banais. Mesmo após passar em segurança por todos esses desafios, os imigrantes ainda terão que contar com a sorte para não serem pegos pela polícia americana. O que é mais intrigante é que muitos desses imigrantes são pessoas com um alto grau de instrução, curso superior e até pós-graduação, mas que arriscam suas vidas em busca de melhores salários, mesmo 9


que seja trabalhando como garçom, empregada doméstica ou camareira. É claro que existem imigrantes clandestinos que vivem bem nos Estados Unidos e já possuem o Green card, visto de permanência legal, no entanto os perigos presentes na fronteira são bem maiores que as chances de melhorar as condições financeiras vivendo como um imigrante ilegal no país.

Fronteira do México.

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Refugiados do clima Redação Planeta Sustentável 13 de março de 2008 As mudanças climáticas estão afetando muito mais do que se imagina. Além de todas as transformações físicas no clima, a política de imigração dos países também poderá ser alterada. É isso aí. A União Européia se reuniu hoje – e continuará com a conversa até amanhã – para discutir sobre como as alterações no clima podem afetar o continente europeu. Um relatório escrito pelo Alto Representante da União Européia, Javier Solana, e pela comissária de Relações Exteriores, Benita FerreroWaldner, mostra que a imigração provavelmente aumentará por causa dos “refugiados do clima”. Segundo o texto, os países pobres – principalmente os africanos – serão os mais afetados pelas mudanças, o que provocará com que seus moradores se dirijam a outros países. Para se ter uma idéia, acredita-se que até 2050 a África perderia três quartos de suas terras aráveis. Tudo devido ao aumento do nível do mar e à salinização. Preocupados com a imigração, os autores do texto querem que a Europa acrescente as mudanças climáticas na elaboração de suas políticas de relações exteriores e segurança. Alguns países, por exemplo, já querem que o fenômeno seja considerado como razão para justificar a imigração, como é feito em casos de asilo político ou de refugiados de guerra. Em outras palavras, tensões políticas estão previstas para os próximos anos. E não é só em relação às fronteiras e aos novos moradores. O relatório também prevê conflitos com a Rússia pelos recursos minerais do Ártico, que está em rápido degelo. O derretimento das calotas polares está abrindo novas rotas marítimas e de comércio internacional, o que muda a “dinâmica geoestratégica da região”. No encontro, que vai até amanhã, em Bruxelas, os representantes da UE também discutirão sobre metas para reduzir a emissão de CO2. Eles esperam chegar a um consenso de como diminuir os níveis de gás carbônico em 20% até 2020. A idéia é que o acordo seja fechado, pelo menos, até o final do ano, para eles terem uma posição definida para apresentar na conferência da ONU que acontecerá em 2009, quando um novo pacto contra o aquecimento global poderá ser assinado. 11


Aquecimento global: Afetando tudo e todos

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Imigrantes haitianos entram no Brasil após três meses de espera Após três meses de espera em Iñapari, no Peru, um grupo de 245 imigrantes haitianos obteve permissão de entrada no Brasil e começou a cruzar a fronteira nesta terça-feira, informa a Secretaria de Direitos Humanos do Estado do Acre. O plano do governo acriano é de que todos os integrantes do grupo sejam levados até a capital, Rio Branco, no máximo até o próximo domingo. Nesta terça-feira um ônibus da Secretaria da Justiça do Acre levará 30 mulheres e uma criança de seis meses de Iñapari, no Peru, até Brasileia, a cerca de 100 quilômetros da fronteira. Outras oito mulheres e 204 homens serão levados no decorrer da semana. "Daremos prioridade às mulheres, crianças e pessoas doentes. Após darem entrada em seus documentos, eles serão levados ainda hoje para Rio Branco", diz Damião Borges, da Secretaria de Direitos Humanos acriana. Além dos 245 que chegam nos próximos dias, outros 26 imigrantes haitianos que entraram de forma ilegal no Brasil aguardam em Brasileia a autorização do governo federal para emitir documentos. Comemoração e trabalho "Fizemos uma festa ontem à noite. Após tanta calamidade e sofrimento, e a viagem desde o Haiti, deixamos agora nosso agradecimento ao povo do Peru, que nos acolheu e nos deu abrigo e comida, e agora aos brasileiros, onde poderemos trabalhar e ter uma nova vida", disse à BBC Brasil Facius Etienne, o líder do grupo. "Só queremos trabalhar. Trabalhar para ajudar nossas famílias. E agora poderemos fazer isso no Brasil. É um grande prazer ver nossas mulheres arrumando as malas para partirmos. É uma alegria no coração", acrescentou. De acordo com o governo do Acre foi montado um esquema especial em Brasileia para emitir o protocolo que dá entrada no CPF e Carteira de Trabalho do grupo. Em Rio Branco, um alojamento foi montado no Parque de Exposições da cidade, onde os haitianos devem ficar até partirem para outros Estados. 13


"Logo na semana que vem virão a Rio Branco representantes de empresas de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Eles têm interesse em contratar os imigrantes em setores como construção civil, indústria e hotelaria. Eles só sairão do Acre com CPF, Carteira de Trabalho nas mãos e um emprego", indica Damião Borges. Ele acrescenta que os 26 ilegais devem se juntar ao grupo tão logo recebam autorização, totalizando 271 haitianos em condições de viver e trabalhar no Brasil. Recentemente o secretário nacional de Justiça, Paulo Abrão, afirmou que o governo regularizará ainda os 363 haitianos que estão em Tabatinga (AM), à espera de vistos. "Todos receberão carteira de trabalho temporária e assistência das secretarias Estaduais de Justiça do Acre e Amazonas para colocação no mercado", completou. Mudanças Conforme mostrou reportagem da BBC Brasil, o grupo em Iñapari estava a caminho do Brasil quando, em 12 de janeiro, o governo mudou os procedimentos migratórios para haitianos e passou a barrar nas fronteiras os que não tivessem vistos. Já os haitianos em Tabatinga entraram no país pouco antes da mudança, mas dependem de regularização para buscar trabalho em outras regiões do país. Barrados há 77 dias, haitianos dormem em praça no Peru à espera de decisão do Brasil

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Cultura em Nova Iorque Estados Unidos Nova Iorque é uma cidade impressionante, onde encontramos uma impressionante diversidade cultural. A mistura de culturas latinas e anglosaxónicas, africanas e aborígenas, caribenhas, asiáticas...que se dao na cidade, propiciam também uma não menos impressionante mescla de perfis culturais e de possibilidades. Nova Iorque conta com um amplo leque de possibilidade de Museus, Galerias de Arte, Cinemas, Teatros como os de Brooklyn, salas de concerto, etc...

Nova Iorque é o berço de grande parte dos movimentos culturais que teve todo o país, seja na literatura, na música, na pintura...boa parte tiveram nesta cidade o seu nascimento e posterior desenvolvimento, dando por exemplo o jazz, género de música que teve o seu epicentro a meados do Século XX nesta cidade, para não falar que no Bronx, por exemplo, teve lugar o nascimento do rap e do hip hop. Os punks também tiveram nos anos 70 o seu espaço nesta cidade, com grupos como os Strokes, Scissos Sisters...o cinema também teve a sua importância ao divulgar esta cidade. Fonte: http://new-york.costasur.com/pt/cultura.html

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Música para viajar É difícil encontrar alguém que não goste de viajar, ou de música, então, quando se mistura os dois, é impossível reclamar. Pensando nisso, montamos uma playlist de músicas para relaxar, cantar e aproveitar a paisagem da janela do carro.

Elephant gun- Beirut Santa fé- Beirut Nantes- Beirut Under Control- The Strokes Razorblade- The Strokes Is this It- The Strokes Stuck On The Puzzle- Alex Turner You Are A Tourist- Death Cab For Cutie Come Back Home- Two Door Cinema Club True Love Way- Kings Of Leon Belive- The Bravery Some Nights- FUN! Bohemian Raphsody – QUEEN Radio GaGa- QUEEN Under Pressure- QUEEN feat. David Bowie

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Obama: ainda há preconceito racial nos EUA Primeiro presidente americano negro diz que outras minorias também são discriminadas, e que educação é a saída Em suas referências mais diretas à questão racial dos Estados Unidos desde que chegou no poder, o presidente americano, Barack Obama, afirmou ontem que os negros de seu país ainda sofrem discriminação. Porém, Obama afirmou que isso não é motivo para que os jovens negros não se empenhem em seus estudos, e que é possível vencer, chegando até onde ele próprio está hoje. Além disso, o presidente lembrou que outras minorias do país também sofrem preconceito, e que a luta para acabar com este tipo de atitude deve ser nacional. - Não tenham dúvida: a dor da discriminação ainda é sentida nos Estados Unidos - disse Obama, o primeiro presidente negro do país. Ela é sentida por mulheres negras que recebem menos realizando o mesmo trabalho que colegas de cor e gênero diferentes. Por hispânicos, que acabam se sentindo intrusos em seu próprio país. Por muçulmanos americanos que são vistos com suspeita somente por se ajoelharem para rezar. Por nossos irmãos e irmãs gays, que ainda são ridicularizados, ainda são atacados, ainda têm seus direitos negados. O discurso foi feito para comemorar os cem anos da fundação da Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor (NAACP, na sigla em inglês), entidade histórica que liderou o movimento para a conquista dos direitos civis dos negros nos EUA. Obama afirmou que só atingiu a Presidência dos Estados Unidos devido a figuras históricas da NAACP, como W.E.B. DuBois e Thurgood Marshall.

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Barack Obama: Presidente dos EUA, apesar de negro, ainda n達o conseguiu erradicar o preconceito. 20


Dois túneis são encontrados na fronteira entre México e EUA A agência americana de combate às drogas (DEA) informou nessa quinta-feira que dois sofisticados túneis usados para o contrabando de drogas foram encontrados na fronteira entre o México e os Estados Unidos, ambos com pelo menos 135 m de cumprimento e com sistemas de iluminação e ventilação, segundo a AP. Um dos túneis, descoberto na quarta-feira, tinha início embaixo da pia de um banheiro de um armazém em Tijuana, no lado mexicano, mas estava incompleto e não chegou a cruzar a fronteira em direção a San Diego, na Califórnia. O segundo, no entanto, foi achado no sábado em uma loja vazia de um shopping na cidade de San Luis, em Arizona. Segundo o DEA, o túnel tem um nível de sofisticação tipicamente não associado com outros túneis usados para o contrabando de drogas. Ao passo que as autoridades americanas têm reforçado a segurança em terra, túneis têm sido usados com mais frequência pelos traficantes para transportar heroína, maconha e outros tipos de entorpecentes para os Estados Unidos. Mais de 70 passagens foram encontradas na fronteira desde outubro de 2008, ultrapassando o número de descobertas nos seis anos anteriores. Um total de 156 túneis foram encontrados ao longo da fronteira entre os países desde 1990, a maioria deles incompletos.

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Cemitério nos EUA recebe imigrantes 'esquecidos' que morreram cruzando fronteira do México Mais da metade dos cerca de 700 túmulos em Holtville, na Califórnia, são de pessoas sobre as quais nada se sabe. Um cemitério no Estado americano da Califórnia tem centenas de túmulos de imigrantes que não conseguiram completar vivos a travessia da fronteira entre o México e os Estados Unidos, que fica a apenas 15 quilômetros do local. Acredita-se que grande parte destes corpos sejam de pessoas que viajavam ilegalmente em busca do "sonho americano". Apesar de não existirem estatísticas oficiais, acredita-se que algo entre 180 e 280 pessoas morrem por ano tentando fazer a travessia entre o México e os Estados Unidos pela fronteira próxima a Holtville. Questões financeiras diminuíram o uso do cemitério. Muitos dos corpos têm sido cremados, já que cada lote em Holtville custa cerca de US$ 1 mil (mais de R$ 2 mil) aos cofres públicos.

Imigrantes arriscam as vidas em busca de uma vida melhor: Homenagem as vítimas da fronteira do México 22


Fuga de cérebros Quando os mais especializados profissionais de um país são atraídos por trabalhos no estrangeiro, tendo melhor remuneração, benefícios e reconhecimento, em troca de desenvolver pesquisas, tecnologias e outras coisas para o país que o contratou. Vejam bem como é: uma organização, até mesmo o governo, contratar profissionais altamente especializados de outros países é sinal de que há um cenário econômico bastante particular: ou não há qualificação suficiente no país de origem ou se deseja “raptar” os cérebros que têm o poder de promover inovações no mercado. Os Estados Unidos, por exemplo, são grandes atratores de cérebros, mas não é por falta de bons profissionais em seu território; eles desejam os melhores pesquisadores do mundo para que possam desenvolver suas tecnologias e então patenteá-las, tendo quase que monopólio inicial no mercado. É por isso que as inovações “começam” nos EUA; na verdade, muitas delas foram concebidas por indianos, árabes, europeus, que são destacadamente especializados e capacitados. O Vale do Silício é um dos mais famosos centros de tecnologia, localizado na Califórnia, e se estende por várias cidades, como Campbell, Saratoga e Fremont (são 16 no total). Grande parte dos pesquisadores de lá não são americanos. Muitas das empresas que hoje são as maiores do mundo foram desenvolvidas no Silicum Valley, como a Google, a Apple, a NVIDIA Corporation, Hewlet-Packard e nada menos que a Microsoft. O que isso significa para o país que perde esses cérebros? Ele perde um grande potencial de inovações, que serão desenvolvidas por seus trabalhadores, mas para uma outra nação. Calcular o que a economia desse país perde por isso é bastante difícil. O Brasil, embora não seja um grande lançador de cérebros, tem alguns exemplos “cabulosos” para mostrar. Um destaque muito interessante é no setor de cinematografia e produção gráfica. Alguns dos grandes fenômenos de bilheteria tiveram em sua produção brasileiros. Talvez o maior deles: o filme Matrix, considerado uma revolução cinematográfica e copiado 23


pelos filmes que o seguiram. Matrix trouxe muitos produtores brasileiros. Outro exemplo é o desenho computadorizado A Era do Gelo I e II, sucessos de público. Agora pensem: o que essas mentes não seriam capazes de fazer em prol do nosso país? O Brasil pode se lançar como top na disputa internacional em diversas áreas, bastam investimentos e projetos. Atualmente, devido a crise econômica européia, o Brasil tem recebido muitos profissionais desempregados e mais qualificados do que os próprios brasileiros, em alguns casos.

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