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Jornal da Manhã

ijuí, 20 de agosto de 2013

Kia Soul: o Crossover urbano com aspecto de minivan O utilitário esportivo foi eleito pelo segundo ano o melhor da categoria »3

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NOVIDADE

MANUTENÇÃO

Lançamento do novo Santana, da Volkswagen,é adiado no país »4

Cuidados com calibragem e balanceamento podem aumentar vida últil dos pneus »6

APOSTA Yamaha confirma lançamento e divulga imagem de sua primeira moto 150 »5

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Ijuí, 20 de agosto de 2013

Artigo

Quer voltar a ter uma moto? Cuidado

Um dos perfis que começa a aparecer nas estatísticas do comprador de moto é do exmotociclista, na faixa de 40 a 50 anos, que já teve moto no passado e decidiu voltar à ativa. Normalmente a história se repete: teve moto na juventude, casou, nasceram os filhos e por pressão vendeu a moto. Passados 15 a 20 anos o amor acabou, os filhos cresceram e o resto de dinheiro que o advogado dela deixou na conta já tem um destino certo: comprar uma moto de novo. Como a sensatez é uma característica humana em extinção, o ex-motociclista resolve escolher o que existe de mais rápido, caro ou pesado. E aí começam os problemas. É da natureza masculina querer exibir um brinquedo maior do que o do amigo e isso provoca várias distorções. Durante o período que o ex-motociclista ficou parado (ou casado) as motos evoluíram muito em desempenho, especialmente na eletrônica e nos pneus. Hoje uma moto esportiva de alto desempe-

É da natureza masculina querer exibir um brinquedo maior do que o do amigo e isso provoca várias distorções. pag 2.indd 2

nho tem mais potência do que uma moto de Grande Prêmio dos anos 90. E como em toda evolução é preciso entender e saber usar. Na verdade, o mais sensato seria começar por um degrau mais baixo, por exemplo. Se a vontade é ter uma moto de quatro cilindros para matar as saudades dos velhos escapes 4 em 1, o mais aconselhável é escolher uma moto de 600cc na categoria sport-touring ou naked (sem carenagem). São motos de bom desempenho, fáceis de pilotar e que representam a porta de entrada para as superesportivas. Já no caso das custom, também é comum ver exageros. Pessoas que compram motos de quase 300 kg, motor de 1.600cc, mas que mal conseguem contornar uma manobra em baixa velocidade. Nesta categoria também existem opções mais leves e fáceis de pilotar que atendem perfeitamente quem está retornando ao mundo das motos. Assim é também com a ca-

tegoria preferida dos "tios" aventureiros, as big-trail, motos acima de 1.000 cc feitas para asfalto e estradas de terra. Como são as mais confortáveis, geralmente são escolhidas para longas viagens, com muita bagagem ou até com a (nova) acompanhante na garupa. A atitude mais sensata é começar também na categoria de 600/650cc, porque já apresentam um bom nível de conforto e desempenho, sem o exagero do peso nem da altura. Mesmo para quem nunca teve moto e decide comprar depois dos 40, a principal dica é esquecer as pequenas utilitárias de 125/150cc. Uma moto de 250cc tem praticamente o mesmo peso e desempenho, porém os freios, pneus e suspensões são mais eficientes e seguros. Começar gradualmente é a melhor forma de garantir o futuro sobre duas rodas. E se o curso de formação normal da moto-escola não foi suficiente para dar a devida instrução e sensação de segurança, não se deixe intimidar pelos amigos mais experientes na tentativa de acompanhá-los nos passeios. Mostre que não chegou a esta idade à toa e se inscreva em um dos vários cursos de pilotagem. Não existe ingenuidade maior do que tentar aprender a pilotar por meios próprios. Em muitas atividades pessoais e profissionais existem casos bem sucedidos de pessoas autodidatas, mas quando é a vida que está em jogo, errar no processo de experiência pode custar muito caro! Jornalista, instrutor de pilotagem e ministra o Curso SpeedMaster de Pilotagem com apoio de Honda, Pirelli, Tutto e Shoei.

MONTADORAS QUEREM IPI ZERO PARA CARROS HÍBRIDOS E ELÉTRICOS Inovação, conteúdo local e eficiência energética são os pontos que justificam a criação do Inovar-Auto, programa do governo que visa o fortalecimento da indústria automobilística nacional. E são os argumentos da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ao pedir incentivos para a comercialização de veículos híbridos e elétricos. O foco da nova frente é a retirada total do IPI - o Imposto sobre Produtos Industrializados - desses veículos classificados como "especiais".A desoneração seria a primeira fase, segundo a entidade, para tornar viável a importação e a comercialização dos produtos por conta de custos e preços. Ela considera a cota de 450 unidades por montadora.Para as fabricantes, com o estímulo à importação será possível fazer com que os consumidores conheçam e testem as novas tecnologias. Se aceitas pelo mercado, será viável, então, promover a produção local.

DEPUTADO PROPÕE PROJETO PARA CONSCIENTIZAÇÃO O deputado estadual Vasques Landim, do Ceará, apresentou um projeto de lei que os concessionários de veículos do estado devem plantar uma árvore para cada unidade vendida. O político entende que são carros, caminhões, ônibus e motos contribuem para grande parte da poluição atmosférica. Pela lei, todos os concessionários são obrigados a relatar o número de veículos vendidos mensalmente e a secretaria de meio ambiente estadual ficará responsável pela definição de qual espécie de árvore deverá ser adquirida e também o local para plantio. O PL está tramitando na Assembleia Legislativa. Caso seja aprovada, ela prevê multa de até 1.000 UFIRs.

GM FARÁ RECALL DE 293 MIL SEDÃS CRUZE POR DEFEITO NO FREIO A General Motors (GM) anunciou na última semana que fará recall de 292.879 veículos Chevrolet Cruze nos Estados Unidos por defeito que pode causar perda da função do assistente de freio em modelos com motor 1.4 e transmissão automática de seis velocidades. A maior fabricante de carros dos Estados Unidos disse que o problema ocorreu em modelos do ano 2011 e 2012 do Cruze. A GM disse que tem conhecimento de 27 colisões, de baixa velocidade, mas sem feridos, associados ao problema.

SUZUKI LANÇA EDIÇÃO ESPECIAL DE ESPORTIVA DE 185,1 CAVALOS A Suzuki revelou, nos Estados Unidos, uma edição especial da esportiva GSX-R 1000 que será restrita a 100 unidades mundialmente. Este modelo é uma homenagem aos 50 anos da empresa nos EUA, país que receberá 50 motos da versão especial. Com motor de 185,1 cavalos de potência, a moto recebeu detalhes especiais no visual e possui placa com numeração de série. O chassi e escape foram cromados, dando um visual mais requintado à moto, enquanto as rodas receberam a coloração azul nos raios. A coloração azul também aparece na corrente da transmissão secundária, no assento e no motor. Sua base mecânica se mantém a mesma, com motor de quatro cilindros e 999 cilindradas.

FORD MUSTANG 2015 PODE SER ATÉ 181 KG MAIS LEVE A nova geração do Ford Mustang pode ser até 181 kg mais leve do que a geração atual. De acordo com o site Edmunds, a montadora teria adotado essa medida visando à redução do consumo de combustível, mas, de um modo geral, teria obtido diversos ganhos de performance. Assim, o peso total do Mustang poderia cair dos atuais 1.587,5 kg para 1.406 kg. Além disso, haverá redução das dimensões do carro: 38 centímetros mais curto e 15 cm mais estreito. Apesar de não haver dados relativos à altura do modelo, sites internacionais indicam que ele também será mais baixo.

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Ijuí, 20 de agosto de 2013

Kia Soul e Kia Sportage entre os melhores Classificada como uma das 10 melhores empresas da indústria automotiva, de acordo com o estudo de qualidade, a Kia Motors, tem, pelo segundo ano consecutivo, o Kia Soul como um dos melhores carros da categoria A JD Power Associados classificou os veículos em destaque entre os de multiuso compacto e CUV subcompacto no ranking Estudo de Qualidade Inicial 2013 (IQS), o Kia Soul e o Kia Sportage aparecem como lideres nos segmentos Veiculo Multiuso Compacto e CUV Subcompacto, respectivamente, no mercado norte-americano. A Kia Motors está entre as dez melhores empresas da indústria automotiva no estudo de qualidade, e trata-se do segundo ano consecutivo que o Kia Soul leva a classificação mais alta da categoria. "A Kia Motors está empenhada em construir veículos que são definidos pelo design inovador, alto desempenho e com qualidades mundiais. O Soul

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e o Sportage são dois veículos que resumem esses atributos", diz Byung Mo Ahn, presidente do grupo e CE0 da Kia Motors America (KMA) e Kia Motors Manufacturing Georgia (KMMG). Ainda de acordo com o presidente, estar entre as dez melhores na indústria reflete como a marca Kia Motors pode seguir para melhorar a experiência com propriedade e qualidade aos seus clientes e avança nos valores de sofisticação em toda a nossa linha de modelos. De acordo com o estudo IQS, a Kia Motors realizou melhorias substanciais com ganhos que superaram a média do setor, o que resultou na melhor pontuação para a marca. O relatório anual analisou respostas de 83.442 en-

Kia Soul é eleito pelo segundo ano consecutivo como um dos melhores da categoria

O aventureiro sul coreano possui apelo esportivo, sem deixar de lado conforto e bom espaço interno

trevistados, cerca de 230 modelos de veículos e atributos em oito categorias, incluindo a experiência de condução, motor e transmissão e uma ampla gama de diagnósticos de problemas de qualidade relatados por proprietários de veículos.

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Ijuí, 20 de agosto de 2013

Rodas de ferro não alteram desempenho do veículo Montadoras costumam dar opções de rodas de ferro ou de liga leve para os carros. Mas a dúvida de muitos motoristas é em relação ao modelo mais indicado para o veículo ou até mesmo o mais resistente. Especialistas dizem que a maior diferença notada pelo motorista é mesmo na estética e no preço. As rodas de liga leve geralmente são mais bonitas e mais caras do que as de ferro. Ambas são projetadas para aguentar a rodagem e os solavancos de estradas ruins. As rodas de ferro são mais pesadas, sim, mas essa diferença de peso quase não interfere no desempenho dos veículos, especialmente nos mais populares. As rodas de ferro ou aço são mais resistentes para fortes pancadas. Além de mais fortes contra quebras, em caso de amassados, a recuperação é simples. O aspecto da roda de ferro, porém, costuma ser sempre o mesmo, pois o material usado não permite muita modelagem. Os modelos deste tipo, encontrados

no mercado, costumam usar calotas por cima para mudar a aparência. Já as rodas de liga leve, por usarem compostos fáceis de moldar como alumínio, titânio ou outro metal leve, são geralmente mais bonitas e leves. Elas têm uma variedade enorme de tamanhos e cores e com isso, a preferência do consumidor. Essa facilidade de moldar também tem seu lado negativo. Por ser de um material mais leve, dificilmente uma roda de liga leve amassa, normalmente

Consumidor pode fazer cálculo antes de optar por álcool ou gasolina

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De acordo com o site Automotive Business, a Volkswagen engavetou por tempo indeterminado o lançamento da nova geração do Santana no Brasil. Segundo a publicação, a VW cancelou os pedidos de desenvolvimento de peças para o carro, que poderia ser lançado no País já em 2014. O novo Santana viria ocupar o espaço do segmento de sedãs espaçosos e de custo baixo, ou seja, os

chamados "cheap space", que por aqui são representados por Chevrolet Cobalt, Fiat Gran Siena e Renault Logan. Apesar de existirem vários estudos, outros lançamentos serão feitos antes. "O Santana seria uma subida de nível, é um carro importante, deixou uma longa história no Brasil, mas ainda não está confirmado", afirmou Thomas Schmall, presidente da Volkswagen no Brasil.

Rodas de liga leve possuem maior diversidade de modelos e até cores

ela quebra, impossibilitando o uso. O conserto desse tipo de material está disponível, mas as montadoras não recomendam por questão de segurança. É importante observar o tamanho do aro indicado pela montadora. Em alguns modelos há indicação para rodar com mais de um tamanho de roda. Isso é fundamental. Se um veículo receber rodas de um diâmetro não recomendado pelas fábricas, ele pode ter problemas na suspensão e maior desgaste nos pneus.

Carros flex: qual o combustível mais vantajoso?

A entrada no mercado dos carros flex em 2003 ampliou o poder de escolha do consumidor, permitindo que ele migrasse da gasolina para o etanol, e vice-versa, conforme um ou outro combustível ficasse mais vantajoso para o bolso. No entanto, mesmo com a crescente popularidade dos flex, muitos motoristas ainda

Volkswagen adia fabricação do novo Santana no Brasil

desconhecem quando devem optar pelo etanol e pela gasolina quando chegam aos postos para abastecer. A resposta requer um cálculo bem simples: basta dividir o preço do álcool pelo da gasolina. Se o resultado for igual ou inferior a 0,7, compensa trocar o derivado de petróleo pelo de cana-deaçúcar. Se passar de 0,7, vale

a pena usar a gasolina. Esse cálculo reflete a diferença de desempenho entre um combustível e outro, ou seja, como o etanol exige 30% a mais do motor, para ser vantajoso, o preço dever ser 30% menor que o da gasolina. De acordo com levantamento mensal da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), em fevereiro deste ano, o preço médio do etanol praticado no Brasil era de R$ 1,982, enquanto que a gasolina custava, em média, R$ 2,734 no mesmo período. Dividindo o preço do etanol pelo da gasolina, o resultado é: 0,72. Deste modo, conforme a regra de vantagem e desvantagem, conclui-se que, para o período analisado, a gasolina era mais vantajosa para o bolso do consumidor.

Estudos estão sendo realizados para o lançamento

GM deixará de produzir Classic em São José dos Campos Classic deixará de ser produzido na fábrica da General Motors de São José dos Campos (SP). O fim da produção do modelo, antes previsto para o fim de 2013, foi antecipado, pois teria ficado “economicamente e financeiramente inviável” para a GM, segundo afirmou Luiz Moan, diretor de assuntos institucionais da fabricante. Até meados de junho eram produzidos em média 150 Classic por dia. Desta maneira, a GM aguarda a entrada de aproximadamente 850 funcionários em um Programa de Demissão Voluntária (PDV), ou então serão dispensados recebendo apenas indenizações previstas em lei. A linha, última que produz automóveis no complexo do Vale do Paraíba, está parada desde 22 de julho devido às férias

coletivas concedidas pela empresa aos funcionários, além de licença remunerada estendida até dia 30 de agosto, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo. Nesse período 178 trabalhadores aderiram ao PDV. "A GM está rasgando um acordo feito em janeiro, exaustivamente negociado entre as partes, na presença de representantes da Prefeitura e dos governos do Estado e Federal", o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos local, Antonio Ferreira de Barros, o Macapá. "Vamos avaliar se recorremos à Justiça, mas na quarta-feira (21) faremos assembleia que definirá novos protestos." O Classic também é produzido em São Caetano do Sul (SP) e na Argentina, vendendo em média 10 mil unidades por mês no Brasil.

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Ijuí, 20 de agosto de 2013

Volkswagen Golf muda no Brasil após 14 anos Importação foi confirmada pela montadora

Nova versão foi apresentada durante première em São Paulo

A tão esperada renovação do Golf para o mercado brasileiro, enfim, está prestes a acontecer. Lançado há um ano no Salão de Paris, o modelo - que está na 7ª geração – será importado da Alemanha em um primeiro momento e desembarca no País em duas versões: Highline e GTI. A marca informou que os valores devem ser divulgados em alguns dias, no entanto, ainda não foi confirmado quando se iniciam as vendas do hatch médio no Brasil. A atualização do Golf era ansiosamente esperada pelos clientes brasileiros que estão há 14 anos apenas com a geração 4 à venda em nosso mercado. Nesse meio tempo, houve uma reestilização caseira do modelo,

em 2007. A justificativa, na época, era que as gerações 5 e 6 do Golf eram muito caras e sofisticadas e teriam preços proibitivos no País. A produção local também esteve fora de cogitação por conta da baixa demanda. Agora, com o acirramento da concorrência e, principalmente, pelo fato de a Volkswagen ambicionar o 1º lugar em vendas mundiais, hoje com a Toyota, o mercado brasileiro voltou a receber a atenção da matriz, que planeja não só produzir o novo Golf no Paraná como também lançar o inédito compacto up! e a nova geração do sedã Santana nos próximos meses. A versão Highline vem equipada com motor 1.4 TSI BlueMotion de 140 cv e será vendida

com opções de transmissão manual de seis velocidades ou automática de dupla embreagem (DSG) com sete velocidades e função “Tiptronic”. Já a versão esportiva GTI vem equipada com um motor 2.0 a gasolina, turboalimentado e com injeção direta, capaz de gerar 220 cv entre 4.500 e 6.200 rpm. Esta versão será oferecida apenas com câmbio automático DSG de seis velocidades. Além do motor mais potente, a versão GTI destaca-se pelas pinças de freios na cor vermelha e lanternas traseiras com iluminação em LED. Para completar o visual esportivo, há rodas de liga leve aro 17 e duas ponteiras de escape, uma de cada lado, com desenho exclusivo.

Yamaha confirma sua primeira moto 150 flex A Yamaha confirmou na sexta-feira, dia 16, que irá lançar no Brasil uma inédita moto flex de 150 cilindradas da marca, com injeção eletrônica, ainda sem nome definido. O anúncio ocorreu dias após a Honda renovar a linha CG no país. Além disso, a Yamaha aproveitou para divulgar as primeiras imagens do novo modelo. Apesar de não serem totalmente nítidas, as fotos mostram um modelo urbano mais requintado que a atual YBR 125, que brigará com as CGs 150 Titan e Fan. Na semana passada, foram publicados que os modelos YBR 150 e XTZ 150, inéditos mundialmente, haviam chegado ao Brasil este ano importados do Japão. Consultada, a Yamaha não confirmou que os dois modelos serão vendidos no país, mas pelas características urbanas do modelo da foto, esta é provável YBR 150. As primeiras unidades chegaram do país asiático para testes e homologação no país, para, em uma segunda fase,

serem produzidas no país, como confirmou a Yamaha. De acordo com informações obtidas junto a Receita Federal, a YBR 150 possui motor monocilíndrico de 149,3 cilindradas do tipo 4 tempos. Sua potência máxima é de 12,97 cavalos e a moto possui sistema flex, que pode rodar com gasolina e álcool – ou ambos. É a estreia deste sistema nas motos de 150 cilindradas da Yamaha - por enquanto, só a Fazer 250 é bicombustível. O peso da YBR 150 é de 118 kg e as medidas das rodas são de 18 polegadas. Sua irmã off-road XTZ 150, que compartilha grande parte de componentes, traz o mesmo motor, mas o peso é de 121 kg e a roda dianteira é de 19 polegadas, enquanto a traseira tem 17 polegadas. De acordo com pesquisas informais em algumas concessionárias os vendedores já falam abertamente da YBR 150 que deve custar cerca de R$ 7.500.

Foto divulgada não mostra muitos detalhes da nova moto

Amortex: tratamento vip para o seu carro A Amortex está há cinco anos no mercado de suspensões de rosca e fixa, buscando dar um visual mais confortável, estável e com um melhor funcionamento ao veículo, sem comprometer o conforto e a parte estrutural do carro. Com tratamento diferenciado aos clientes e serviço de qualidade, a empresa, visando ampliar seus horizontes, tornou-se Amortex – Mecânica e Suspensões, passando a atuar também no ramo da mecânica em geral: suspensão, freios, embreagem, limpeza de bicos e motor. A Amortex ampliou seu atendimento para um novo endereço, estando situada agora na Rua Frederico Prauchner, 24,

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no bairro Assis Brasil (próximo ao Cemitério Municipal). O novo telefone da empresa é 55 3332 2144. Na Amortex – Mecânica e

Suspensões você encontra carros rebaixados com qualidade, exclusividade, conforto, e totalmente revisados. Na Amortex o serviço é completo.

A Amortex disponibiliza de mão de obra qualficada e modernos equipamentos

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Ijuí, 20 de agosto de 2013

PREVENÇÃO

Cuidados com pneus podem evitar acidentes O uso inteligente dos pneus em veículos pesados depende tanto de sua manutenção do próprio pneu quanto da manutenção preventiva de todo o veículo. Além da calibração semanal, do rodízio de rodas e de evitar a direção agressiva e a sobrecarga, a manutenção preventiva do veículo faz com que os pneus se desgastem de maneira regular e mais lenta, preservando também a carcaça, o que garante um melhor índice de recapagem. Um item básico, mas extremamente importante para a segurança de qualquer veículo, sem dúvidas é o pneu. Por isso, é imprescindível tomar alguns cuidados para aumentar sua durabilidade e garantir maior segurança aos ocupantes do automóvel, outros motoristas e pedestres. A tecnologia implantada no desenvolvimento dos pneus, provavelmente será danificada caso eles não estejam calibrados. Sem a pressão adequada, os pneus ficarão comprometidos, pois a estabilidade diminui, o que faz com que o motorista perca a capacidade de manejo do carro. Além disso, o veículo tende a consumir mais combustível do que o normal. Por exemplo, se ele roda habi-

Calibragem é um dos primeiros passos para a manutenção dos pneus

tualmente com 30 libras e o condutor deixa-o com 20% a menos, o automóvel perderá cerca de 3% de economia de combustível, 30% da vida útil dos pneus e ainda, a segurança ficará comprometida, principalmente na estrada. Por isso, a recomendação dos especialistas é que seja feita a calibragem a cada 15 dias, inclusive no estepe. É importante também sempre estar atento aos furos, pregos, válvulas que não funcionam direito, rodas amassadas entre outros fatores, para que estes não comprometam o seu desempenho. Outra forma de aumentar a durabilidade dos pneus é organizando um rodízio entre eles. Esse procedimento deve

ser realizado a cada 10 mil quilômetros rodados e eles devem ser calibrados logo após a mudança de posição. Também é preciso verificar a existência de furos ou cortes a cada três meses, e caso haja um desgaste irregular, pode ser a necessidade de alinhar e calibrar o veículo. Entretanto, tudo o que é demais é prejudicial. Assim sendo, o excesso de pressão não é recomendado pois, quando isso ocorre, o pneu tem contato com o solo apenas por meio central da banda de rodagem, causando um desgaste mais rápido do que o normal, fazendo com que o automóvel percorra maiores distâncias na hora de realizar a frenagem.

Manutenção correta dos filtros mantém bom funcionamento do motor O desempenho do motor, assim como a otimização no consumo de combustível e, principalmente, sua maior durabilidade, dependem da manutenção correta dos filtros do ar e óleo dos veículos, tanto leves quanto pesados. O filtro do ar tem como função separar e eliminar as partículas contidas no ar aspirado pelo motor e cuidar para que somente ar limpo entre na câmara de combustão, evitando desgaste excessivo nas partes móveis do motor como pistão, anéis, bielas, camisa etc.

Para veículos de passeio, a troca do filtro do ar deve ser realizada entre 10 mil e 15 mil quilômetros, de acordo com recomendação do fabricante de motores, ou no máximo após um ano de uso, para que o papel do filtro não perca suas propriedades de filtragem. Já no caso dos pesados, o período de troca é determinado pelo indicador de restrição do veículo, instalado próximo à saída de ar limpo da carcaça do filtro.Um filtro muito sujo pode aumentar em até 20% o consumo de combustível.

Troca dos filtros otimiza o consumo de combustível

Cuidado com freios deve ser redobrado em motocicletas Quem acredita no ditado que “moto foi feita para correr, não para brecar” está redondamente enganado. Assim como o motor, o sistema de freios é um componente essencial para a motocicleta. Além de ter duas rodas a menos que os carros, as motocicletas têm pouca área de atrito entre os pneus e o chão, tornando a frenagem mais complexa. Mas o que fazer para garantir o bom funcionamento do sistema de freios? O que realmente faz a motocicleta parar é a superfície em que o pneu está em contato. Nada adianta um freio potente se a moto está rodando em uma pista lisa feita sabão. A moto não irá parar e as chances de uma queda são grandes.

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Em motos antigas ou de baixa cilindrada, o sistema de freio utilizado é a tambor. Sua manutenção é mais barata, porém sofrem mais em condições adversas como chuva e freios mal regulados. Há o mito de que os freios a tambor são ineficazes. Mas se bem regulados funcionam tão bem quanto o sistema a disco. No caso de entrar água dentro do tambor, as lonas podem acumular sujeira e gerar ruídos durante a frenagem. Também há o risco de vitrificação da lona, ou seja: a lona perde a aspereza necessária para entrar em atrito com o cubo da roda, diminuindo o poder de frenagem. Para reverter essa situação, basta lixar as lonas com uma lixa de ferro

para voltarem a ficar ásperas. O trabalho pode ser feito em casa ou na oficina. Os freios a disco, utilizados em motos mais potentes, são compostos basicamente por pastilhas, pistão, fluido de freio e disco. Seu funcionamento é hidráulico. Ou seja, ao acionar o manete ou o pedal, o fluido de freio se move em direção a pastilha e “empurra” o pistão; esse, por sua vez move a pastilha para entrar em contato com o disco. Para manter o correto funcionamento dos freios, uma das principais recomendações é verificar e ajustar a folga dos manetes e pedais. Além disso é importante também verificar o nível de fluido de freio em motos com freio a disco.

O fluído de freio é vital para o funcionamento dos freios a disco

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Ijuí, 20 de agosto de 2013

10 costumes do motorista que acabam mais rápido com o carro Caminhos esburacados, defeitos de fábrica e combustíveis adulterados são grandes responsáveis por manutenções frequentes e, muitas vezes, estão fora do controle do motorista. Porém, a falta de manutenção preventiva e a forma como você conduz seu carro podem acabar mais rápido com o veículo. Para alguns motoristas pode parecer óbvio, mas o volume de reparos nas oficinas comprova que alguns vícios continuam frequentes e, muitas vezes, são difíceis de serem abandonados. Veja 10 desses erros: • Andar com combustível na reserva - Isso queima a bomba de combustível por superaquecimento. A bomba fica alojada dentro do tanque. Um dos motivos disso é para que o próprio combustível retire o excesso de calor gerado pelo motor elétrico que está dentro da bomba. Se você costuma andar com o combustível na

reserva, essa troca de calor não ocorre e superaquecimentos frequentes acabam diminuindo a vida útil da bomba.

carro for blindado. Afinal, os 200 kg da blindagem seriam o mesmo que carregar três pessoas com você diariamente.

• Passar em lombadas ou valetas na diagonal - Este hábito provoca torção da carroceria do veículo. Estas torções podem causar o rompimento de pontos de solda, gerando estalos e barulhos difíceis de serem diagnosticados. Acabamentos internos de plástico também são vitimas das torções, “ganhando” rangidos indesejáveis. As lombadas, também conhecidas como quebra molas, fazem por merecer o apelido. Desviar delas é perigoso. Para não ter aborrecimentos, passe em baixa velocidade, de preferência perpendicularmente. Carros muito confortáveis, de certa forma, mascaram os efeitos nocivos das lombadas e dos buracos -você não sente, mas os amortecedores, molas, terminais de direção, pivôs pagam a conta, principalmente se seu

• Encostar as rodas na guia - Você acaba causando um pequeno dano no rolamento que, pelo fato de trabalhar com altas rotações, vai gerar ruído e até um possível travamento.

Andar com o combustível na reserva queima a bomba

• Girar o volante com o veículo parado ou com as rodas coladas na guia - Isso sobrecarrega o sistema de direção hidráulica, danificando os retentores e provocando vazamentos de óleo hidráulico. Procure girar o volante sempre com o veículo em movimento. • Descansar o pé na embreagem - Esse costume diminui a vida útil do sistema. Todo mundo está cansado de saber disso, mas acontece de forma inconsciente e esse tipo de reparo é mais comum do que se imagina. Se você tem este vício, cole um adesivo no meio do volante para lembrá-lo de que pode estar com pé no lugar errado. Assim como descansar o pé sobre o pedal, segurar o carro em uma subida, utilizando a embreagem, também reduz em 50% a vida útil das peças que compõem o sistema. • Passar em áreas alagadas - Isso diminui a vida útil dos rolamentos das rodas e dos esticadores de correia, principalmente de veículos mais velhos, que possuem vedadores dos rolamentos danificados pelo tempo ou por uso. A água penetra dentro do rolamento e, no médio prazo, enferruja

Suposto novo Agile surge em site argentino O site Argentina Autoblog publicou nesta quinta-feira, 15 de agosto, uma imagem do que parece ser o novo Agile. O modelo, que será apresentado ainda este ano no Brasil, supostamente teve mudanças na dianteira, que ganhou faróis menores e uma grade parecida com a do Onix. Novas rodas de liga leve também equipam o modelo. Nenhuma mudança significativa teria sido feita na traseira e no exterior - com exceção de um novo volante multifuncional. Na Argentina, o carro agora terá airbag duplo frontal e freios com sistema antitravamento (ABS).

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Por lá, ele continuaria sendo oferecido com o motor 1.4 de oito válvulas, movido apenas a gasolina, com 92 cv. O Agile LS será vendido por 89.590

pesos, enquanto a versão LT sairá por 96.330 pesos. A versão topo-de-linha LTZ custará 105.180 pesos, cerca de R$ 37 mil.

Modelo será lançado ainda neste ano no Brasil

Embora pareça sem importância, o hábito de descansar o pé na embreagem diminui a vida útil do sistema

os componentes internos, gerando ruído. Fuja de áreas alagadas: o sistema elétrico do seu carro também agradece. • Descer a serra desengrenado - Este ato superaquece os freios e, além de promover um desgaste acentuado nas pastilhas, pode gerar o empenamento dos discos de freio quando em contato com água Descer a serra com o câmbio engatado, além de economizar combustível, é mais seguro. • Dar arrancadas e reduzidas intensas - O motor do carro fica apoiado sobre coxins, são elementos que têm a função de absorver os movimentos e vibrações do propulsor. Quando você provoca uma arrancada forte, não percebe, mas acaba por danificá-los. • Usar óleo vencido - Perder a data da troca do óleo diminui a vida útil do motor. É muito comum os motoristas argu-

mentarem que, por exemplo, passaram apenas 1.000 km da quilometragem prevista. Imagine seu motor girando 3.000 rotações por minuto com o óleo vencido. Muitos reclamam que tiveram que retificar seus motores muito cedo: uma das causas é a falta de atenção com o controle das trocas. Procure a especificação certa e a quilometragem de troca no manual do proprietário. • Andar com o carro desalinhado - Além de diminuir a vida útil dos pneus, um carro desalinhado exige muito mais esforço das peças da suspensão dianteira, como bieletas, terminais, pivôs e buchas da barra estabilizadora. Quando o veículo possui direção hidráulica, problemas como excesso de convergência acabam sendo notados apenas quando você já perdeu os dois pneus dianteiros. É mais barato fazer um alinhamento a cada 10.000 km.

Novo Peugeot 208 2014 chega por 40 mil O carro mais esperado da marca Peugeot foi muito bem planejado para o mercado brasileiro. Por conta do grande sucesso do modelo no mercado brasileiro, a marca trará da Franca o 208 GTI, uma versão esportiva do compacto, enquanto as outras versões serão produzidas no complexo da marca em Porto Real, no Rio de Janeiro. O Peugeot 208 chega com 6 versões que vão de cerca de 40 mil reais a 55 mil reais. Os três modelos mais bási-

cos possuem motor 1.4, ar condicionado, travas elétricas, airbags para motorista e passageiro e vidros elétricos dianteiros. Já os 3 modelos mais superiores contam com motor 1.6, computador de bordo, banco de couro, piloto automático e vidros elétricos dianteiro e traseiros, além dos componentes das outras versões. Somente o modelo mais superior possui câmbio automático com 4 marchas, enquanto os outros modelos levam o câmbio manual com 5 marchas.

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Próximo caderno:

Ijuí, 20 de agosto de 2013

VW lançará programa global de usados no Brasil A Volkswagen implantará no Brasil seu programa global de vendas de automóveis usados. Chamado de Das WeltAuto, ele começa a funcionar por aqui em 2014, segundo informações. O programa foi lançado há quatro anos na Alemanha e existe em vários países da Europa e até no México. Por enquanto, ele está sendo testado em algumas lojas de São Paulo. “Os veículos serão oferecidos em uma área exclusiva no showroom, teremos produtos

financeiros, garantia, uma recuperação cosmética, tudo pensando em agregar valor", afirmou Alexandre Abelleira, diretor nacional de vendas da Volkswagen, durante o Congresso da Fenabrave, em São Paulo. Com a implantação deste novo programa, a VW dá o primeiro passo para ampliar sua rede de pós-venda. No Brasil, este setor responde por apenas 13% do faturamento de uma montadora, mas contribui com 32% de lucro no setor. Em

outros mercados, como Europa e Estados Unidos, o pós-venda responde por 18% do faturamento e 65% do lucro total. De acordo com Abelleira, a chegada do programa Das WeltAuto tem como objetivo “acabar com o mito de que revisões custam caro”, algo que “só com a fidelização do cliente isso pode acontecer”. O executivo ainda ressaltou que o proprietário de um usado Volkswagen pode e deve ter um relacionamento próximo com a marca.

Reciclagem virou negócio bilionário para a GM Num mundo onde a pressão sobre os recursos naturais só aumenta e a preocupação com o meio ambiente se traduz em leis cada vez mais rígidas, a gestão adequada do lixo virou assunto estratégico dentro das empresas. E daqueles com potencial de falar alto ao bolso, ou melhor, ao caixa. A General Motors sabe bem disso. No ano passado, a montadora mandou para reciclagem 90 por cento de todos os resíduos gerados no processo de fabricação de seus carros mundo a fora, ao invés de enviá-los para aterros. Os louros foram colhidos: a iniciativa gerou receitas de cerca de R$ 2 bilhões, segundo o último relatório de sustentabilidade da empresa. Tal façanha foi alcançada com a implementação do programa Landfill Free (livre de aterro sanitário, em tradução livre), que visa reduzir a zero o volume de lixo mandado para aterros. A meta é atingir 125 instalações da empresa em todo o mundo até 2020. Falta pouco. Hoje, 106 unidades já reciclam 100% dos resíduos. Na lista entra de tudo - de sucata de aço e borra

de tinta a caixas de papelão e pneus desgastados. Experiência brasileira - A primeira planta brasileira a consquistar o status livre de aterro, em 2012, foi a de Gravataí, no Rio Grande do Sul, de onde saem modelos como o Celta, Onix e Prisma. A unidade atua em duas frentes para reduzir o impacto ambiental de suas operações. Primeiro, busca a redução do desperdício. Somado a isso, desenvolve ações que visem à reciclagem e à reutilização dos materiais. "Uma empresa de manufatura de automóveis gera uma série de resíduos, alguns com valor, como os retalhos da estamparia, que são disputados a tapas, e alguns de pouco valor, como borra de tinta, um resíduo perigoso, com metal pesado", explica Nelson Branco, gerente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da América Latina pela GM. Peças descontinuadas de automóveis, ou que se quebram - um farol por exemplo -, têm plástico, alumínio e fiação em sua composição. Tudo isso pode ser reciclado e por vezes reutilizado na cadeia de consumo.

O novo programa da VW visa ampliar o mercado de pós-venda no Brasil

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20/08/2013 08:21:03

Veiculos 20.08.2013  

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