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Outubro ‘05

n. 25

Distribuição gratuita www.citeforma.pt gcm@citeforma.pt

05

04

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Mudança de instalações

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05 Necessidades de formação - 2006

04 Responsabilidade social

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Mudar!

Para crescer e desenvolver. Com responsabilidade social, através da formação profissional.

Ministério do Trabalho e Solidariedade Social


NOTÍCIAS

nota editorial Durante alguns meses, a actividade do CITEFORMA será desenvolvida fora das suas instalações da Avenida Marquês de Tomar. É a concretização do há muito esperado e desejado: a melhor adequação dos seus espaços à organização e desenvolvimento das acções de formação. Na procura constante, de garantir uma formação de qualidade, as alterações a efectuar neste período irão ter, certamente, um significativo efeito multiplicador.Porém, no imediato, houve que garantir a continuidade das acções formativas, em espaços adequados e próximos do CITEFORMA. Daí, esta nossa passagem, de curto prazo, pela Avenida Duque d’Ávila, nº. 185 e Av. Marquês de Tomar, nº. 44. No segundo semestre de 2006 retomaremos as instalações do Centro. Será a nova era do CITEFORMA! E, nesse regresso, certamente que:Os formandos e os formadores sentirão motivação redobrada; Os empregadores constatarão das preocupações que o Centro tem para assegurar uma formação de qualidade, respondendo às necessidades do mercado; Os outorgantes do CITEFORMA, o IEFP e o SITESE, terão a garantia de que o Centro passa a dispor de um espaço que lhe permitirá, não só alargar e melhorar as acções que vem desenvolvendo como, também, partilhá-lo para bem da Formação Profissional. Mais do que uma nova “Cara” o CITEFORMA irá apresentar um novo interior. È uma forte aposta, que se espera ser um correcto investimento para o aumento e melhoria das qualificações e competências dos trabalhadores portugueses. Carlos Dias Pais

Presidente do Conselho de Administração do Citeforma

CRVCC

www.igfse.pt

É esta a sigla porque são conhecidos os Centros de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências que realizaram o seu 1º Encontro Nacional de Boas Práticas, em Chaves, no Centro de Formação Profissional daquela cidade de Trás-os-Montes, no passado dia 26 e 27 de Setembro, onde se juntaram mais de uma centena de técnicos para debater toda esta temática e partilhar saberes e experiências entretanto adquiridos.

O Fundo Social Europeu é, em conjunto com o Estado português, uma das principais fontes de financiamento da educação e da formação profissional em Portugal, sendo a entidade que efectua a coordenação e gestão dos meios financeiros afectos aos diferentes programas. Por tudo isto, o Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu (IGFSE) é uma entidade que reúne informação sobre diferentes quadros normativos e legislativos e que, ao mesmo tempo, disponibiliza um conjunto de informação sobre o emprego e a formação profissional a qual pode também receber através de uma newsletter editada pelo IGFSE

Novos cursos Citeforma

A Marinha Grande é uma cidade de fortes tradições no sector da Cristalaria que, por sua vez, constitui uma referência da identidade industrial do nosso país. Não foi por isso de estranhar que, com o objectivo de contribuir para o aumento da qualidade formativa, o Ministro do Trabalho e da Solidariedade, Vieira da Silva, tivesse inaugurado no passado dia 17 de Setembro as novas instalações do Centro de Formação para o Sector da Cristalaria (Crisform), que foi criado com base num protocolo entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Associação Industrial de Cristalaria.

A Tecnologia é um dos eixos de intervenção mais importantes no Citeforma, quer estejamos a falar de qualificação inicial ou de aperfeiçoamento. Já em Outubro, os jovens devem estar atentos ao curso de Técnico de Comunicação Multimédia e ao curso de Tecnologias e Programação de Sistemas de Informação. Consulte o nosso site www.citeforma.pt e obtenha todas as informações que precisa. Ou então, telefone para o 21 7994560.

DIRECÇÃO Agostinho Castanheira | REDACÇÃO Joaquim Lavadinho | DESIGN Shift design, Lda TIRAGEM 2000 exemplares | COLABORAM NESTA EDIÇÃO Cristina Tavares, Fernando Cordeiro, Lara Nunes, Maria João Catalo, Rogério Pacheco, Susana Gonçalves. PROPRIEDADE CITEFORMA - Centro de Formação Profissional dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Serviços e Novas Tecnologias | MORADA Av. Duque D’ Avila, n.º 185-2ºB . 1050-082 LISBOA | DEPÓSITO LEGAL 139409/99

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OUTUBRO

Novas instalações do Centro de Formação na Marinha Grande

Ficha Técnica


Desenvolvimento

Já mudámos de instalações (provisoriamente). de restauração, para além do acesso ao estacionamento público. Naturalmente que esta mudança, comporta custos que são minimizados por uma gestão económica do espaço em favor de uma modernização tecnológica que, embora em diferentes momentos, tem que ser sempre continuada. É essa a aposta do Centro. Por isso, e em nome de uma gestão criteriosa, optámos por prescindir ao longo destes dez meses, de espaços de bar, de convívio, de gabinetes individualizados, em favor de uma optimização das condições de aprendizagem dos formandos, onde por exemplo se salienta o reequipamento informático com a aquisição de écrans LCD que pemitem não só uma melhoria na definição de imagens, como também melhores condições de relação visual por parte dos formandos, com os equipamentos. Por todo este conjunto de situações, reiniciámos a actividade formativa em Setembro com uma boa afluência por parte de jovens e adultos que procuram os nossos cursos, para uma melhor qualidade de emprego e onde a nossa equipa continua como sempre. Disponível! Para qualificarmos mais e melhor. Esta pequena transição, sem sobressaltos, deve-se também à competência e dedicação dos nossos colaboradores permanentes, como salientou o Director do Centro.

Como estava programado, no dia 1 de Agosto o Citeforma iniciou as obras de remodelação das suas instalações no número 91 da Avenida Marquês de Tomar, em Lisboa, tendo na mesma data efectuado a mudança provisória para a Avenida Duque de Ávila, onde actualmente desenvolve a sua actividade por um período que se estima em cerca de dez meses, prazo previsto para a conclusão das obras. Como nos referiu o Director do Citeforma, Agostinho Castanheira, “houve a preocupação de efectuar a mudança em Agosto, uma vez que é um período onde não há actividades formativas e em que, por outro lado, foi também possível efectuar a instalação logística dos diferentes equipamentos, para além de desenvolvermos uma política de comunicação que minimizasse eventuais disfuncionalidades no acesso às instalações onde actualmente estamos, por parte dos formandos”. Com efeito, em todo este processo houve uma intenção de continuidade na relação com o espaço urbano envolvente, que passou pela proximidade das instalações provisórias em relação à sede do Centro onde estão a ser efectuadas as obras. Esta proximidade, permite que as pessoas mantenham rotinas e funcionalidades a que estavam habituadas, como seja a rede de transportes que é a mesma ou a acessibilidade a serviços

NOVA MORADA: Avenida Duque de Ávila, nº 185 -2º B 1050 – 082 Lisboa

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Responsabilidade Social

Responsabilidade social

Galp Memória A Galp Energia, iniciou em 2004 o projecto “Vidas Galp” em parceria com a Universidade do Minho - Departamento do Museu da Pessoa. O projecto insere-se na política de responsabilidade social que a empresa prossegue em relação aos seus colaboradores e tem um objectivo bastante ambicioso: a criação de um Museu Virtual. Este Museu será baseado essencialmente em histórias de vida dos colaboradores, testemunhos orais dos protagonistas do desenvolvimento da empresa e do seu património cultural onde cada um, pode fazer da sua vivência um acto de partilha. Memórias e saberes estão, deste modo, a ser preservados para que a qualquer momento possam ser transmitidos a todos e particularmente aos novos colaboradores.

A direcção do projecto, que se enquadra no Desenvolvimento Sustentável da Galp Energia é da responsabilidade de Paula Gonzalez, encontrando-se a sua gestão a cargo de Deolinda Pires.

FISCALIDADE Lei n.º 50/2005, de 30 de Agosto Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, o Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, a lei geral tributária e o Regime Complementar do Procedimento de Inspecção Tributária. Oficio-Circulado 20107/2005, de 30 de Agosto - DSIRS Esta instrução da DGCI regulamenta os procedimentos necessários à isenção de rendimentos obtidos por pessoas sujeitas a IRS no âmbito dos acordos de cooperação (artigo 37.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais), isto é que ao abrigo de um contrato escrito, participem na execução de uma acção de cooperação que obedeça a um dos seguintes requisitos: Seja financiada pelo Estado Português, promovida ou executada por uma entidade portuguesa de direito público ou por uma entidade de direito privado de fins não lucrativos em países beneficiários; Seja financiada por um Estado da União Europeia, por uma organização internacional ou por uma agência especializada ou ainda por outra entidade promotora ou executora que suporte a acção com fundos próprios, desde que haja um reconhecimento expresso do estatuto de agente de cooperação por despacho do Ministro dos Negócios Estrangeiros, precedido de parecer do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD); Nas demais situações em que a um cidadão português seja concedida a equiparação a agente de cooperação, por despacho do Ministro dos Negócios Estrangeiros, precedido de parecer do IPAD.

Numa primeira fase foram realizadas entrevistas que representam mais de 200 horas de gravações em áudio e vídeo, e foi feito um trabalho de investigação histórica para contextualização das histórias captadas. Participaram essencialmente antigos trabalhadores, já em situação de reforma, que deram o seu contributo, muitas vezes com testemunhos carregados de emoção por verificarem que o contributo do seu trabalho está, com este projecto, a ser reconhecido. Nas entrevistas realizadas procurouse saber também um pouco da vida pessoal de cada um dos depoentes, de modo, a produzir uma pequena biografia que depois de editada lhes foi oferecida. Este trabalho, deu origem a uma Exposição itinerante, que tem vindo a percorrer as diversas instalações da empresa, para que todos se revejam neste projecto, que pretende ser um factor integrador da cultura da empresa. A Galp Energia, ao identificar e valorizar o seu património identitário, reafirma também que está empenhada em cumprir o seu papel social, tanto em relação à comunidade em geral, como junto dos colaboradores que empenhadamente continuam, com o seu trabalho, a escrever a história da empresa. E porque a história não pára é necessário que, depois deste resgate do passado a actualidade se vá registando e o Museu Virtual deverá ser o local privilegiado para se efectuar esse registo.

Portaria n.º 651/2005, de 12 de Agosto Aprova o modelo declarativo para regularização tributária de elementos patrimoniais colocados no exterior (declaração de regularização tributária) e as respectivas instruções de preenchimento Circular nº 9/2005 – DSIRC, de 11 de Agosto de 2005 Visa obrigar os contribuintes que efectuem donativos e que pretendam obter benefícios fiscais a dispor de: a) Cópia do despacho conjunto que reconhece a qualidade de entidade beneficiária; b) Recibo daquela entidade beneficiária ou documento que justifique a atribuição efectiva do donativo àquela entidade e, caso aplicável, com a menção a que fim, acção ou programa se destina o donativo; c) Documento constante do "Dossier Fiscal" onde se evidencie o cálculo do benefício fiscal (montante do donativo e respectiva majoração), de modo a justificar os valores inscritos no Anexo F da declaração anual. d) Declaração da entidade beneficiária de que o donativo foi concedido sem contrapartidas, Lei n.º 40/2005, de 3 de Agosto Cria o SIFIDE, sistema de incentivos fiscais em investigação e desenvolvimento empresarial. Este incentivo opera por dedução à colecta do IRC de uma percentagem do valor correspondente às despesas com investigação e desenvolvimento não subsidiadas pelo Estado e consideradas elegíveis nos termos do diploma. Fernando Cordeiro

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Formação

Que contexto (necessidades)

de formação para 2006? Um plano de formação deve ser sustentado por um diagnóstico de necessidades de formação. É essa a prática corrente do Citeforma que em diferentes momentos tem utilizado várias metodologias, em função dos públicos – alvo, mas também das experiências que vai acumulando neste domínio, posicionando-se sempre no chamado “terciário” das empresas. Para o próximo ano, a aposta no diagnóstico foi de ordem quantitativa, no caso da formação inicial, mas também de ordem qualitativa, em especial no caso da formação contínua. Quer para uns casos, quer para outros, e atendendo ao actual estádio de desenvolvimento da formação profissional, o Citeforma optou essencialmente por recorrer a interlocutores privilegiados, quer fossem do lado empresarial, quer do lado dos trabalhadores através dos seus representantes sindicais, provenientes do Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços (Sitese). Foi deste modo, que tivemos profissionais de empresas como a Brisa ou a empresa Ferreira e Magalhães (sector da construção civil e turismo) ou a Ecoestudo (empresa de contabilidade e estudos económicos), entre outras entidades e pessoas que nos deram o privilégio de com elas partilhar do seu conhecimento e que permitiram, no passado dia 6 de Julho, a realização de um Painel de Especialistas (com técnicos e formadores do Citeforma, com quadros e empresários e com dirigentes e técnicos do Sitese) que debateu e validou o trabalho prévio efectuado, o qual podemos sistematizar em três momentos: o contexto do sector terciário actual, o que precisamos saber para enfrentar estas contingências e como se posicionarão as respostas da formação.

TENDÊNCIAS DE EVOLUÇÃO DO SECTOR TERCIÁRIO - Aumento da complexidade nos processos de trabalho, por via do aumento das variáveis imateriais; - Desenvolvimento de sistemas “open source”, com articulação entre os vários sistemas informáticos; - Aumento da mobilidade entre funções e tarefas; - Aumento crescente do domínio da comunicação e das tic’s e da sua relação com variáveis organizacionais;

COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS - Identificar o contexto empresarial em que se trabalha; - Sabermos interagir numa organização; - Termos facilidade em comunicarmos as nossas opiniões, de forma eficaz ; - Sabermos línguas; - Fazermos bem “à primeira”; - Integrarmos tecnologia com organização;

GESTÃO DA FORMAÇÃO - Maior desenvolvimento das modalidades de formação à distância; - Constituição de grupos mais homogéneos em formação; - Desenvolvimento de seminários e outros encontros de curta duração; - Aposta na actualização permanente de formadores;

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Oportunidades

Conquistar um emprego com Especialização Tecnológica o estagiário se encontra”, assinalou Pedro Malta. Por outro lado, os cursos de Especialização Tecnológica, são também uma forma de qualificar, sobretudo jovens, que pretendem uma inserção profissional no mercado de trabalho. E de facto, como nos disse Isabel Diogo, do Gabinete de Psicologia do Centro, que apoia a colocação dos jovens, estão inseridos nas empresas nove jovens, oito dos quais nas empresas, onde realizaram os estágios. Estão neste caso, empresas como a Datinfor, a PT Multimédia, a Sinfic ou Fundações como a CEBI, em Alverca. Para os restantes formandos continuam a ser desenvolvidos contactos no sentido de obter a sua empregabilidade, como nos referiu a responsável pelo Gabinete de psicologia, o que evidencia a preocupação do Centro com a articulação da formação com o emprego, numa altura em que o desemprego juvenil é elevado.

Terminou no passado dia 16 de Setembro o curso de especialização tecnológica em “Tecnologias e Programação de Sistemas de Informação”, promovido pelo Citeforma e destinado a pessoas com o ensino secundário, com uma qualificação de nível III e com competências nas áreas das tecnologias da informação e comunicação. Saliente-se que, os 14 formandos que terminaram o curso com aproveitamento obtiveram um Diploma de Especialização Tecnológica (DET), a que corresponde a qualificação profissional de nível IV, podendo em situações particulares possibilitar o acesso a estudos de nível superior. Com 1500 horas, das quais 400 horas com estágio em empresas, o curso diferencia-se de outras modalidades de formação pela sua especificidade, pela possibilidade de ser direccionado a determinadas aplicações. Como nos assinalou, Pedro Malta, coordenador do curso, “ os formandos estão aptos a desenvolver produtos informáticos concretos, como sejam “.net”, desenvolvimento Java, helpdesk ou redes, para além de terem as bases necessárias para aprenderem a desenvolver outros produtos”. Esta especificidade, é também praticada no estágio das empresas. “Em conjunto com os empregadores, e para as 400 horas, é definido o produto a criar em cada empresa onde

HOJE JÁ NÃO EXISTEM GRANDES VOLUMES DE EMPREGO. HOJE, EXISTEM NICHOS DE EMPREGO ASSOCIADOS À TECNOLOGIA E A OUTRAS ÁREAS. AS COLOCAÇÕES DE FORMANDOS EFECTUADAS PELO CITEFORMA, COMPROVAM ESTA REALIDADE

LEGISLAÇÃO LABORAL Decreto-Lei nº 98/2005 – DR 114 – Série I – A de 2005-06-16 do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Define o âmbito de protecção social conferido pelo sistema público de segurança social aos trabalhadores no domicílio. Resolução do Conselho de Ministros nº 109 / 2005 – DR 124 Série I – B de 2005-06-30 Presidência do Conselho de Ministros Aprova um conjunto integrado de medidas relativas à gestão da função pública. Resolução do Conselho de Ministros nº 110/2005 DR 124 Série I-B de 2005-06-30 Presidência do Conselho de Ministros Aprova as orientações e medidas necessárias para reforçar a convergência e a equidade entre os pensionistas da Caixa Geral de Aposentações e os da Segurança Social e a garantir a sustentabilidade dos sistemas de protecção social, bem como medidas tendentes a reforçar a equidade e eficácia do sistema do regime geral da segurança social. Resolução do Conselho de Ministros nº 111/2005. DR 124 Série I – B de 2005-06-30

Presidência do Conselho de Ministros Incumbe os Ministérios das Finanças e do Trabalho e da Solidariedade Social e o Ministério pertinente em razão da matéria de conduzir o processo de avaliação dos regimes especiais que consagram, para determinados grupos de subscritores da Caixa Geral de Aposentações, desvios às regras do Estatuto da Aposentação, por forma a convergirem com o regime geral. Decreto-Lei nº 119/2005 – DR 140 Série I - A de 2005-07-22 Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Quarta alteração ao Decreto – Lei nº 328/93 de 25 de Setembro que revê o regime de segurança social dos trabalhadores independentes. Decreto – Lei nº 125 / 2005 – DR 148 – Série I – A de 2005.08.02 Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Suspende o regime de flexibilização da idade de acesso à pensão de reforma por antecipação, constante do nº 2 do artigo 23º do nº 2 do artigo 26º e dos nºs 1 a 4 do artigo 38º A do Decreto – Lei nº 329/93, de 25 de Setembro, na redacção em vigor, assim como revoga o regime de antecipação da idade da reforma

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para os trabalhadores desempregados, previsto no artigo 13º do Decreto-Lei nº 84/2003, de 24 de Abril. Decreto-Lei nº 146/2005. DR 164 Série I-A de 200508-26 Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Altera o Decreto-Lei nº 28/2004, de 4 de Fevereiro que estabelece o novo regime jurídico de protecção social na eventualidade de doença no âmbito do subsistema previdencial de segurança social. Lei Orgânica nº 3 / 2005. Dr 165 Série I - A de 2005-08-29 Assembleia da República Terceira alteração à Lei Orgânica nº 1/2001 de 14 de Agosto (lei que regula a eleição dos titulares dos orgãos das autarquias locais) Lei nº 45/2005. DR 165 Série I-A de 2005-08-29 Assembleia da República Primeira alteração à Lei nº 13/2003 de 21 de Maio que revoga o rendimento mínimo garantido previsto na Lei nº 19-A/96, de 29 de Junho, e cria o rendimento social de inserção. Rogério Pacheco


“É de cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar”. às crianças, entre outras curiosidades que só a leitura pode satisfazer e onde se inclui um excelente grafismo.

A frase é de Helena Vaz da Silva e encontra-se no site http://ecultura.sapo.pt, a agenda cultural electrónica do Centro Nacional de Cultura e representa uma forma de estar qualitativamente diferente de encarar o mundo e aquilo porque habitualmente designamos a nossa qualidade de vida. Com efeito a frequência com que tomamos contacto com os actos criativos e que os fruímos, são concerteza preciosos tonificantes para o resto das variáveis que compõem as nossas vidas.

No entanto, se pretende saber o que se passa um pouco por todo o país, pode sempre contactar o Pelouro da Cultura das diferentes Câmaras Municipais, solicitando a respectiva agenda cultural, ou então optar por consultar o site do Centro Nacional de Cultura, onde encontra a programação cultural das várias cidades do país, nos seus diferentes domínios. Numa versão mais restrita quanto aos temas, mas igualmente com informação de qualidade relativamente ao que é apresentado, pode sempre adquirir o Guia do Lazer, editado pelo jornal Público.

Hoje o país tem uma oferta cultural diversa, em particular nos centros urbanos. A dança, o teatro, as exposições, o cinema, os diferentes eventos musicais, entre outras manifestações, fazem parte do quotidiano de muitas cidades, embora a nossa vida colectiva, necessite de ser reorganizada (tempos de trabalho, transportes, ordenamento urbano…), para que todos nós possamos estar mais disponíveis para a fruição das actividades culturais. Porém, estes “obstáculos estruturais”, não servem de desculpa para que adultos, jovens e crianças, não se organizem e partam à descoberta. Afinal no nosso país, há criadores, há manifestações culturais, há equipamentos culturais que nos podem restituir o gosto da contemplação, a serenidade, mas também a convicção de que há vida para além do trabalho, da televisão ou dos actos de consumo mais primários (embora também necessários). Afinal, a cultura em sentido lato, foi sempre o sustentáculo de outros factores de desenvolvimento dos povos. Se tem dúvidas, se não sabe por onde começar, e vive por exemplo em Lisboa, pode optar por consultar a Agenda Cultural de Lisboa, editada pelo Pelouro da Cultura da respectiva Câmara Municipal. A sua edição é mensal e lá vai encontar, a informação sobre actividades, locais e contactos, de áreas tão diversas como a música, a ciência, os monumentos, actividades ao ar livre, restaurantes, livros, actividades dirigidas

- Agenda Cultural da Câmara Municipal de Lisboa Distribuição gratuita (bibliotecas, Centro Cultural de Belém, Fundações,…Juntas de Freguesia…) Contacto: 21 3567800 - Centro Nacional de Cultura - http://ecultura.sapo.pt, Acesso gratuito - Guia do Lazer – À venda nas livrarias e papelarias Preço – 0,80 euros.

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APONTAMENTO CULTURAL

Agendas culturais


Cursos de Formação

FORMAÇÃO PARA JOVENS INÍCIO

FIM

TECNOLOGIAS E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO

03-10-05

20-09-06

DURAÇÃO 1500

HORÁRIO Laboral

AUDIOVISUAIS E PRODUÇÃO DOS MÉDIA

06-10-05

22-09-06

1500

Laboral

FORMAÇÃO PARA ACTIVOS CURSO

INÍCIO

FIM

DURAÇÃO

PRÁTICAS DE REPORTAGEM EM VÍDEO

15-10-05

26-11-05

42

Sábados

Contabilidade e Fiscalidade

TRIBUTAÇÃO DO CONSUMO

06-10-05

18-11-05

42

Pós- Laboral

AUDITORIA CONTABILÍSTICA E FINANCEIRA

08-10-05

26-11-05

32

Sábados

NORMAS INTERNACIONAIS DE CONTABILIDADE

08-10-05

26-11-05

32

Sábados

TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS

29-10-05

26-11-05

35

Sábados

TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS

28-11-05

13-12-05

35

Pós- Laboral

Electrónica e Automação

TÉCNICOS DE MANUTENÇÃO HARDWARE

01-10-05

12-11-05

49

Sábados

Finanças, Banca e Seguros

CONTROLO E GESTÃO ORÇAMENTAL

22-10-05

12-11-05

30

Sábados

Formação de Formadores

UTILIZAÇÃO DOS AUDIOVISUAIS NA RELAÇÃO PEDAGÓGICA

07-11-05

21-11-05

36

Pós- Laboral

Informática para Técnicos

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA II

03-10-05

24-10-05

60

Pós- Laboral

FORMS (Oracle)

06-10-05

19-10-05

40

Pós- Laboral

PROGRAMAÇÃO EM VISUAL C++ .NET

22-10-05

26-11-05

42

Pós- Laboral

XML E WEB SERVICES

22-10-05

26-11-05

42

Sábados

MICROSOFT SQL/SERVER

22-10-05

26-11-05

42

Sábados

PROGRAMAÇÃO EM JAVA II

22-10-05

26-11-05

42

Sábados

SEGURANÇA DE REDES DE DADOS 

22-10-05

12-11-05

30

Sábados

ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO SO LINUX

22-10-05

10-12-05

42

Sábados

3 D STUDIO VIZ

24-10-05

11-11-05

42

Pós- Laboral

REPORTS (Oracle)

24-10-05

07-11-05

30

Pós- Laboral

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA III

27-10-05

17-11-05

60

Pós- Laboral

INTRODUÇÃO À  ADMINISTRAÇÃO DE BASES DE DADOS

14-11-05

25-11-05

30

Pós- Laboral

PLANEAMENTO E GESTÃO DE PROJECTOS SIG

21-11-05

30-11-05

32

Pós- Laboral

DREAMWEAVER AVANÇADO

21-11-05

12-12-05

42

Pós- Laboral

PROGRAMAÇÃO EM VISUAL BASIC .NET

05-12-05

23-12-05

42

Pós- Laboral

XML E WEB SERVICES

05-12-05

17-10-05

42

Pós- Laboral

MS - ACCESS FUNDAMENTAL

03-10-05

31-10-05

40

Pós- Laboral

MS - EXCEL AVANÇADO - PORTALEGRE

10-10-05

31-10-05

30

Pós- Laboral

MS - ACCESS FUNDAMENTAL

11-10-05

04-11-05

40

Pós- Laboral

APRESENTAÇÕES ELECTRÓNICAS (Power Point)

18-10-05

31-10-05

30

Pós- Laboral

INTERNET E CORREIO ELECTRÓNICO

02-11-05

15-11-05

30

Pós- Laboral

MS - EXCEL FUNDAMENTAL

08-11-05

29-11-05

40

Pós- Laboral

MS - ACCESS AVANÇADO - PORTALEGRE

14-11-05

07-12-05

40

Pós- Laboral

MS - WORD AVANÇADO

16-11-05

29-11-05

30

Pós- Laboral

MS - EXCEL AVANÇADO

30-11-05

15-12-05

30

Pós- Laboral

MS - ACCESS AVANÇADO

16-12-05

30-12-05

30

Pós- Laboral

Línguas e Literaturas Estrangeiras

INGLÊS III - PORTALEGRE

11-10-05

20-04-06

150

Pós- Laboral

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

SEGURANÇA,HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO

08-10-05

03-12-05

36

Sábados

Desenvolvimento Pessoal (Comportamental)

Informática para Utilizadores

Datas previstas, sujeitas a confirmação Formação Co - Financiada pela União Europeia (Fundo Social Europeu)

e pelo Estado Português (Ministério do Trabalho e Solidariedade Social)

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HORÁRIO

Outubro a Dezembro 2005/2006

ÁREA Audiovisuais e Produção dos Média


CITE'IN'FORMA Nº25