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Você esta recebendo o Almanaque da CIPÓ – Comunicação Interativa. Nosso desejo é, além de compartilhar uma trajetória, agregar novos aliados na busca de soluções mais sustentáveis para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. Neste material você encontrará uma breve descrição das experiências em andamento, além de propostas de alguns projetos e consultorias que oferecemos nas áreas de cultura, educação e comunicação, frutos de mais de uma década de experiência. É com grande satisfação que o convidamos a conhecer nosso trabalho. Melina Silveira e Luciano Simões Núcleo de Desenvolvimento Institucional


MISSÃO: Criar oportunidades para o pleno desenvolvimento e a participação social, cultural e política de crianças, adolescentes e jovens, por meio da democratização da comunicação e da educação. Breve histórico

A CIPÓ – Comunicação Interativa foi fundada em 1999 por comunicadoras que tinham um sonho: transformar a vida de jovens de classes populares por meio da educação pela comunicação. O desejo era que essa moçada ampliasse a sua visão da realidade, tivesse ouvidos bem abertos, colocasse a boca no trombone e participasse ativamente de sua comunidade. Foi então que subvertemos a tradicional imagem dos três macaquinhos que não falam, não ouvem e não veem e nos oferecemos como um “cipó” para ajudá-los a alcançar galhos cada vez mais altos, mantendo todos os sentidos em alerta e bem abertos.


transformar a vida de jovens de classes populares por meio da educação pela comunicação. Ao longo destes anos, realizamos diversos projetos que promoveram a formação direta de crianças, adolescentes e jovens, bem como a capacitação de atores sociais estratégicos para o seu desenvolvimento, como educadores, comunicadores, conselheiros tutelares e de direitos e representantes de organizações voltadas para o público infanto-juvenil. Também mobilizamos e apoiamos escolas, veículos de comunicação, universidades e empresas, com o intuito de qualificar sua ação em prol das novas gerações. As iniciativas implementadas foram monitoradas, aperfeiçoadas, avaliadas e sistematizadas, gerando tecnologias sociais que estão sendo disseminadas para que outras pessoas e instituições possam utilizálas, ampliando a abrangência dos impactos.


Crianças, adolescentes e jovens Educadores sensibilizados

FOR MA ÇÃO

Atores sociais

8.210 1.963 3.195 214 289 170 127 09 474 396 3.326

Conselheiros de direitos e tutelares Comunicadores

MO BI LI ZA ÇÃO

Escolas

Veículos de comunicação

Universidades

PRO DU ÇÃO

Empresas

Produtos de mídia com jovens Materiais para comunicadores

Síntese de


112 33 09 04 02 1.041 06 07 04

Monitoramentos de políticas públicas realizados

Ações de incidência promovidas Redes fortalecidas Conselhos de direito e 04 fóruns acompanhados e/ou fortalecidos Conselhos Casa Brasil acompanhados

Resultados 1999- 2010

Jovens inseridos no trabalho

Metodologias

Pesquisas

Guias de pautas e fontes

A ÇÃO POLÍ TICA IN SER ÇÃO SIS TE MA TI ZA ÇÃO


Prêmios Institucionais e dos Projetos da CIPÓ Os desafios enfrentados pela CIPÓ para a construção de suas tecnologias sociais têm como alavancas a dedicação e o preparo da equipe técnica, o valioso apoio dos parceiros e o retorno da comunidade, cujas manifestações de reconhecimento reforçam o compromisso e as convicções da instituição.

• Certificado de Boas Práticas, pela atuação destacada nas ações do Pacto Estadual “Um mundo para a Criança e o Adolescente do Semiárido” (2011). • Vencedora do Prêmio ARede 2010, na categoria de capacitação e formação, na modalidade setor privado, em parceria com Oi Futuro (2010). • Vencedora do Prêmio África Brasil (2008). • Vencedora do Prêmio Top Social/Bahia, em Parceria com o Oi Futuro (2007). • Finalista do Prêmio Empreendedores Sociais Visionaris Ubs (2007). • Vencedora do Prêmio Parcerias Nordeste, em parceria com o Instituto Unibanco (2005). • Vencedora do Prêmio Top Social/Bahia, em parceria com o Oi Futuro (2005). • Finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologias Sociais (2003). • Finalista do Prêmio Itaú-Unicef (2003). • Prêmio Empreendedor Social Ashoka-McKinsey (2001).


Prêmios dos Jovens Participantes e Egressos dos Projetos

• Vencedor do prêmio SESC TV Festival Internacional de Curta-metragem de São Paulo, com o vídeo “Carlos”, direção de Mariana Dornelas e Udimila Oliveira (2010). • Vencedor do Concurso Jovens Empreendedores (CJE) - Subúrbio Ferroviário de Salvador (2010), pelo grupo CG Photografia, composto por egressos da Oi Kabum! Salvador. • Um dos 20 Finalistas do Festival Claro Curtas, com o vídeo “Sétimo Dia”, de criação coletiva da turma de vídeo (2009-2010) da Oi Kabum! Salvador (2009). • Vencedor do prêmio jovem realizador Vito Diniz, no Festival Nacional 5 minutos, com o vídeo “Rodando a Moenda”, direção de Sara Oliveira e Liliane Sena (2009). • Vencedor do Prêmio SESC TV, no Festival Internacional de Curtametragem de São Paulo, com o vídeo “Cidade de Plástico”, direção coletiva da turma de vídeo (2007-2008) da Oi Kabum!Salvador (2008). • Vencedor do Prêmio de voto popular de Melhor Videoclipe, na 4ª Mostra Baiana de Videoclipes, com o vídeo “Favela é desse Jeito”, criação coletiva da turma de vídeo (2007-2008) da Oi Kabum! Salvador (2008). • Menção honrosa do júri oficial do Festival Kolibri (Bolívia) ao vídeo “Baleiros”, direção de Marcelo Arjones (2008). • Vídeo Vencedor do Prêmio TV Cultura de São Paulo, com o título “Traços e Laços”, direção de Lia Matos, João Rodrigo e Meg Medeiros (2007). • Prêmio Seleção da Programadora Brasil, projeto da ANCINE, do vídeo “Seu Aloísio e o Mar”, direção de Meg Medeiros (2007).


Direito à Comunicação Educação pela Comunicação Comunicação para o Desenvolvimento Direito à Cultura

Direito à Comunicação

A comunicação faz parte dos direitos humanos fundamentais e deve ser garantida pelo Estado em seus quatro pilares: (1) acesso universal aos produtos e veículos de comunicação; (2) produção de conteúdo em diversos suportes midiáticos, permitindo o direito de voz e expressão; (3) difusão das informações e conhecimentos gerados, e (4) reconhecimento como forma de valorização e identificação social e cultural dos grupos e indivíduos produtores de informações e conhecimentos.

Educação pela Comunicação

Metodologia de ensino-aprendizagem em que o educando participa ativamente da produção de peças de comunicação que, uma vez disseminadas, geram novos processos de educação e/ou de mobilização social.


Comunicação para o Desenvolvimento É o Processo que fortalece o potencial comunicativo de uma determinada comunidade, direcionando-o para a promoção de avanços no âmbito pessoal, social, econômico, cultural, político e ambiental. Baseia-se na crença de que os seres humanos são agentes do seu próprio desenvolvimento e ponto de partida para o desenvolvimento sustentável de sua comunidade.

Direito à Cultura

Faz parte dos direitos fundamentais do ser humano e deve ser garantido nas seguintes dimensões: 1) direito à criação cultural, como trabalho de sensibilidade, imaginação, memória individual e social nas quais indivíduos e grupos possam reconhecer-se como sujeitos da sua própria história e, portanto, como sujeitos culturais; 2) direito a reconhecer-se como sujeito cultural, ao ampliar o conceito de cultura que inclui os modos de vida e construção coletiva de valores num ambiente social e 3) direito à experiência estética e a desenvolver a capacidade de narrar suas próprias histórias e valores de vida.


A CIPÓ é orientada por um Comitê Gestor, formado pelos coordenadores dos quatro núcleos estruturantes das ações da instituição.

Os planejamentos anuais e sua implementação são validados e acompanhados pelos Conselhos Diretivo e Fiscal. A Assembleia Geral é a instância máxima da instituição. Os associados que a integram são responsáveis por eleger os membros do Conselho Diretivo e do Conselho Fiscal, traçar as diretrizes, os planos e os relatórios programáticos e financeiros.


Núcleo de Disseminação

Valida, fundamenta, sistematiza e dissemina referências conceituais e metodológicas geradas pela instituição, com o objetivo de ampliar o impacto de suas ações. Suas atribuições são formar o público externo na metodologia da Educação pela Comunicação, produzir e distribuir materiais didáticos educomunicativos, identificar espaços estratégicos para a difusão de produtos de mídias jovens, provocar e apoiar a instituição na sistematização de suas metodologias e experiências, além de propor interfaces com instituições de formação parceiras. Coordenação: Fernanda Leturiondo

Núcleo de Incidência Política Amplia e torna visível a pauta dos direitos humanos, sobretudo das crianças, adolescentes e jovens, com ênfase no direito à Comunicação e à Educação. Para isso, realiza estudos, monitoramento e análise de produtos midiáticos e também de políticas públicas de Educação e Comunicação; discute, mobiliza, articula e propõe ações, programas e políticas públicas a partir da atuação em espaços de democracia participativa, como Conselhos de Direitos, Redes, Fóruns e Grupos de Trabalho; além de produzir materiais educomunicativos e mobilizadores e produzir planos de comunicação para organizações e movimentos sociais. Coordenação: Daniella Rocha


Núcleo de Formação É responsável pela experimentação das tecnologias sociais, construção de novos conhecimentos visando garantir a continuidade dos processos formativos com adolescentes e jovens. Inclui as ações desenvolvidas nos projetos Agentes de Comunicação para o Desenvolvimento, Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia de Salvador, Estúdio Cipó de Multimeios e Pelourinho Digital. Os processos formativos são baseados na metodologia da Educação pela Comunicação e estão orientados em quatro eixos de formação: educomunicadores, comunicadores comunitários, mobilizadores sociais e/ou produtores de mídia. Coordenação: Juliana Machado, Leandro Villas e Sandra Loureiro.

Núcleo de Desenvolvimento Institucional

Garante as condições necessárias para o cumprimento da missão, em regime de coresponsabilização com o Comitê Gestor, visando à integração, à sustentabilidade políticofinanceira e ao bem-estar da equipe da instituição. Promove apoio Administrativo, Financeiro, Jurídico e de Recursos Humanos a todas as áreas/núcleos para que estes possam realizar suas ações com eficiência e eficácia. É responsável por cuidar da Comunicação Institucional e Mobilização de Recursos, por meio da geração de recursos próprios e busca de parcerias institucionais técnica, financeira e política. Coordenação: Luciano Simões, Melina Silveira.


A CIPÓ, através de seus conceitos, metodologias e programas, atua na Melhoria da Educação e no Direito Humano à Comunicação, tendo as áreas da Cultura, Participação e Trabalho como eixos transversais que perpassam a realização das ações e projetos.


Melhoria da Educação

A CIPÓ articula parcerias com secretarias de educação; mobiliza organizações sociais e incide junto ao Poder Público; capacita professores e alunos para que possam multiplicar e trabalhar os conteúdos curriculares a partir de produção de peças de comunicação escolares e comunitárias; além de realizar e participar de cursos, seminários e eventos de formação.

Direito Humano à Comunicação

A CIPÓ mobiliza atores estratégicos, se articula por meio de redes, fóruns e grupos, produz estudos e pesquisas sobre mídia e realiza ações de incidência política junto ao poder público no sentido de implementar e qualificar políticas públicas democráticas de comunicação. Além disso, apoia a implantação e fortalecimento de centros comunitários de multimídia; capacita comunicadores em comunicação comunitária e técnicas de jornalismo; forma jovens para atuarem como produtores de mídia, educomunicadores ou mobilizadores sociais.


EIXO TRANSVERSAL - Cultura

Utiliza as linguagens da comunicação e o desenvolvimento de práticas educativas para o registro, a visibilidade e a disseminação de conteúdos e estéticas que: • aproximem as políticas de educação e de cultura; • contribuam para a construção de uma cultura democrática. • estimulem a expressão e ação cultural dos jovens de comunidades populares e de movimentos sociais, através da formação em linguagens de comunicação e arte; • estimulem a produção de narrativas e de intervenções estético-políticas; • contribuam com os registros de histórias de vida, da memória social e histórica dos jovens; • contribuam para o acesso a bens e espaços culturais;


EIXO TRANSVERSAL Participação

Evoca a participação dos jovens e da sociedade em geral através da/do: • formação de crianças, adolescentes e jovens para ações de monitoramento e advocacy (busca de apoio para os direitos de uma pessoa ou causa); • atuação em fóruns, redes, conselhos e influência de atores estratégicos no âmbito político, empresarial e social; • estudo e elaboração de propostas de leis, políticas e programas; • estímulo às organizações sociais para que incorporem a participação de crianças e jovens em seus processos decisórios.


EIXO TRANSVERSAL - Trabalho

Atua na área do trabalho transversalmente a partir da: • visualização dos impactos dos programas desenvolvidos pela Instituição; • identificação de possibilidades e mobilização de empresas para inserção de jovens egressos no mundo do trabalho; • formação transversal para o Mundo do Trabalho em todos os projetos da CIPÓ, com ênfase no empreendedorismo e na economia criativa.


Acreditamos no trabalho coletivo como forma de capilarizar, mobilizar e fortalecer os direitos das crianças, adolescentes e jovens. Para isso, nos articulamos em redes, coletivos, fóruns e conselhos, nos quais compartilhamos conhecimentos, a fim de incidir junto ao Poder Público na implementação de políticas públicas qualificadas. A CIPÓ participa do Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente (Fórum DCA), Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Salvador (CMDCA), Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CECA), instâncias ligadas ao Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGD). Temos presença ativa nestes espaços, mobilizando a mídia para uma cobertura mais qualificada do SGD, bem como capacitando os atores do Fórum e Conselhos para o conhecimento e a utilização estratégica da comunicação.


Saiba mais sobre as redes, coletivos, fóruns e conselhos nos quais a CIPÓ atua:

Rede ANDI Brasil

A CIPÓ é uma das organizações fundadoras da Rede ANDI Brasil, formada por 10 organizações brasileiras da área de comunicação e que atua com garantia dos direitos infanto-juvenis por meio da comunicação. Desde 2000, desenvolve uma série de projetos que buscam incidir na agenda da mídia, pautando e qualificando a cobertura sobre o universo infanto-juvenil. Além disso, atua junto a conselhos de direitos e tutelares, organizações e movimentos sociais e outros espaços voltados para a criança e o adolescente. Um destas ações é a produção de conteúdo do Portal Direitos da Criança e do Adolescente, em parceria com o Conanda e a mobilização dos conselheiros de direitos e tutelares para acesso ao Portal e produção de conteúdos.

Rede Sou de Atitude

Articulação nacional formada por adolescentes e jovens de 10 estados brasileiros que atuam no monitoramento das políticas infanto-juvenis e na incidência junto ao poder público para garantia dos diretos da juventude. A Rede foi criada em 2003 pela CIPÓ a partir de um convite da Rede de Monitoramento Amiga da Criança e Adolescente (RMAC).


Rede de Comunicação, Educação e Participação (Rede CEP)

Promove, qualifica e dissemina as metodologias das organizações participantes, como forma de influenciar a sua adoção por políticas públicas dirigidas, prioritariamente, a crianças e jovens de todo o Brasil. A Rede foi constituída em 2004 e hoje reúne dez organizações, um centro de pesquisa e dois colaboradores com vasta experiência nas áreas de Comunicação, Educação e Participação (a chamada educomunicação).

Rede Latino-Americana de Arte para a Transformação Social

Estimula a equidade social entre as populações excluídas do continente latino-americano, por meio da formação artística. Fundada em 1991, é composta atualmente por 70 instituições de diversos países da América Latina que realizam práticas de qualidade na área artística em torno da geração de integração social, cidadania efetiva, promoção dos direitos humanos, interculturalidade e sustentabilidade através da arte.


Rede de Adolescentes e Jovens Comunicadores e Comunicadoras

Insere a juventude na proposição e no monitoramento das políticas públicas de comunicação. Formada por organizações e por movimentos juvenis independentes em diversos estados do país, a Rede tem atuado no fortalecimento das pautas nacionais da democratização da comunicação, inserindo as demandas específicas das juventudes no debate. A Rede nasceu em 2008.

Conselhos de Juventude

Instâncias de democracia participativa envolvendo poder público e sociedade civil para debater políticas públicas voltadas para a juventude. A CIPÓ ocupa a cadeira de Comunicação e Tecnologia do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e do Conselho Estadual de Juventude (Cejuve). Nestes conselhos, contribui para formular, monitorar e propor ações no sentido de qualificar as políticas públicas de comunicação voltadas para a juventude brasileira, além de abrir espaço para a participação juvenil nestas instâncias. Participa da coordenação de comissões nos dois conselhos.


Coletivo de Comunicação da Bahia

Articulação formada por organizações e movimentos sociais baianos que atua pela garantia do direito humano à comunicação por meio de ações de incidência política junto ao Poder Público.

Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania (CCDC)

Órgão que contribui para divulgar e efetivar o Direito à Comunicação, agregando a academia e as organizações sociais em ações de extensão, ensino e pesquisa na área de comunicação, democracia e cidadania. O CCDC é um órgão complementar da Faculdade de Comunicação (Facom), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e conta com as parcerias da CIPÓ, do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, além da Agência Experimental dos estudantes da Facom.


Agenda Bahia do Trabalho Decente

A Agenda promove, de forma intersetorial (Poder Público, empresários e organizações da sociedade civil), debates e ações na área do trabalho, visando à superação da pobreza e à inclusão social. Atualmente, conta com 8 eixos prioritários: Erradicação do Trabalho Escravo, Erradicação do Trabalho Infantil, Segurança e Saúde do Trabalhador, Promoção da Igualdade, Serviço Público, Juventude, Trabalho Doméstico, Empregos Verdes. A CIPÓ tem participado ativamente das discussões referentes aos eixos de Erradicação do Trabalho Infantil e Juventude.

Fórum Baiano de Aprendizagem Profissional (FOBAP)

Neste espaço estão representados o Poder Público (nas 3 esferas), as empresas, as instituições formadoras em Aprendizagem Profissional, os jovens e os Conselhos de Direitos, que buscam soluções frente ao desafio de implementar a Lei da Aprendizagem na Bahia, de forma a contribuir no desenvolvimento da sociedade. O FOBAP foi instituído em janeiro de 2009 e tem como missão estabelecer um espaço de diálogo entre os atores que agem em prol da Aprendizagem Profissional.


Fórum de Arte e Cultura do Subúrbio

Dedica-se à articulação dos grupos culturais da região do Subúrbio Ferroviário de Salvador, das mais variadas linguagens e estilos, para pautar as políticas públicas de cultura voltadas para a região, especialmente garantir gestão participativa, manutenção e fortalecimento do Centro Cultural Plataforma (CCP) - Espaço Cultural da Fundação Cultural do Estado da Bahia, localizado no bairro de Plataforma, no Subúrbio Ferroviário.

Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB)

A Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil nasceu oficialmente em maio de 2010, em Brasília. Reúne hoje mais de 150 representantes de iniciativas culturais de 20 estados brasileiros. É uma grande obra coletiva que pretende estabelecer um canal de comunicação entre os diversos setores da fotografia brasileira, colocando-se como uma legítima representante das iniciativas culturais no âmbito fotográfico, capaz de manter uma interlocução direta com o Ministério da Cultura.


Santa Brígida Jeremoabo

Pedro Alexandre

Coronel João Sá Novo Triunfo Antas Euclides da Cunha Cícero Adustina Dantas Fátima Banzaê Paripiranga Ribeira Heliópolis do Pombal

Escola Interativa Programa de Comunicação para Contribuir com a prevenção e Erradicação das Piores Formas de Trabalho Infantil na Bahia Programa Agentes de Comunicação para o Desenvolvimento Outros projetos

Ribeira do Amparo Cipó Nova Soure

Feira de Santana (Comunidade de Mangabeira)

BAHIA Dias D´Ávila Camaçari Salvador


Oi Kabum! Salvador Pelourinho Digital Sede da CIPÓ Programa Agentes de Comunicação para o Desenvolvimento Observatório de Mídia e Direitos Humanos na Bahia

Plataforma Pau da Lima Lobato

Uruguai

Centro Histórico

Ondina

Rio Vermelho

SALVADOR


Desenvolvemos e executamos nossos projetos através de processos de formação de jovens e professores pela comunicação, disseminando nossas metodologias, além de fortalecermos e articularmos a sociedade civil por meio de análise de mídia e mobilização. Alguns desses projetos são produzidos a partir de pesquisas temáticas da nossa cultura para criação de produtos multimídia.


Escola Interativa

Período: desde 2001 Palavras-chave: escola pública; educação pela comunicação; tecnologias de comunicação. Tem por objetivo impactar positivamente na qualidade do ensinoaprendizagem das escolas públicas em que atua, por meio da metodologia da Educação pela Comunicação. Em parceria com Secretarias de Educação, Universidades e Centros de Formação de Professores, compartilha com educadores e gestores educacionais as práticas de Educação pela Comunicação Escola Interativa, ajudando-os a planejarem ações adequadas ao contexto e demandas de suas escolas. Perfil do público: professores e gestores da educação pública dos municípios. Parceiros atuais:

Saiba mais: http://www.fbb.org.br/portalfbb/tecnologiasocial/detalhartecnologia-22.htm http://www.cipo.org.br/


Ponto de Cultura Cipó Imagens Itinerantes Período: desde fevereiro de 2009 Palavras-chave: participação; cineclube; audiovisual.

Conduzido por jovens egressos de programas da CIPÓ e estudantes universitários, possui o Cineclube Imagens Itinerantes e tem entre suas ações exibições de filmes e vídeos abertas ao público, articuladas a debates ao final das sessões, e mostras itinerantes em comunidades populares de Salvador. Realiza também oficinas para criação de vídeos com alunos do Ensino Básico de escolas públicas da região metropolitana de Salvador, abordando temas que mobilizam as crianças e que estejam identificados com seus universos. Perfil do público: crianças de escolas públicas da cidade de Salvador, nas oficinas de vídeo; familiares, professores e moradores das regiões circunvizinhas aos locais de exibição dos filmes. Parceiros atuais:

Saiba mais: http://www.cipo.org.br

http://www.cultura.gov.br/culturaviva/ponto-de-cultura


Estúdio Cipó de Multimeios

Período: desde outubro de 2010 Palavras-chave: mundo do trabalho; juventude; empreendedorismo; audiovisual. Cria oportunidades para os jovens de programas da CIPÓ no Mundo do Trabalho, ao conceber, planejar e executar trabalhos nas áreas de Fotografia, Artes Visuais, Cinema, Vídeo, Design, Webdesign e Computação Gráfica, em projetos próprios ou de terceiros. Os jovens participam de todo o processo de criação junto com educadores e profissionais de mercado. É um espaço de aprendizagem avançada, aperfeiçoamento técnico e estético dos produtos e de convívio com o mercado. O Estúdio desenvolve Projetos Temáticos concebidos coletivamente, abordando questões de caráter social, cultural e educativo em peças de arte, comunicação e cultura. Realiza também Projetos de Terceiros, demandados por outras instituições e programas. Perfil do público: jovens de comunidades populares de Salvador, alunos e egressos de programas da CIPÓ, a partir de 16 anos de idade. Saiba mais: http://www.cipo.org.br


Pelourinho Digital

Período: desde 2008 Palavras-chave: arte; cultura; comunicação; educação; tecnologia; identidade cultural; patrimônio imaterial. É um centro de formação e produção de mídia, arte e cultura, que integra jovens moradores do Centro Antigo de Salvador e entorno, e busca tornarse uma experiência de referência em resgate e valorização de identidades culturais. Os jovens do projeto participam de formação nas áreas de Webdesign e Design Gráfico, articuladas aos conteúdos transversais de Oficina da Palavra e de Desenvolvimento Pessoal e Social. Ao final da formação, os produtos criados pelos jovens são divulgados em mostras e publicações e disponibilizados na Web em diferentes formatos, tais como, sites, fotografias, vídeos, animações e banners eletrônicos. Perfil do público: jovens de comunidades populares de Salvador da região do Centro Antigo e entorno, com idades entre 16 e 22 anos, estudantes de escolas públicas ou que já tenham concluído o Ensino Médio. Parceiros atuais:

Saiba mais: http://www.cipo.org.br


Programa Agentes de Comunicação para o Desenvolvimento

Período: desde 2008 Palavras-chave: desenvolvimento local; comunicação para o desenvolvimento; comunicação popular; juventude urbana. Forma grupos de jovens para atuarem como agentes de comunicação para o desenvolvimento local. Esses jovens recebem capacitação nas áreas de identidade, desenvolvimento, comunicação e gestão, para atuarem como co-gestores de centros de multimídia comunitária, construindo e implementando novas formas de intervenção social a partir do emprego inteligente e criativo das tecnologias da informação e da comunicação. Em seguida, estes grupos montam planos de ação juvenil, visando à realização de atividades de educação pela comunicação, produção de mídia e mobilização social, com envolvimento direto de outros jovens, e indireto de diversos atores locais. O projeto contribui para que os jovens atuem na promoção do desenvolvimento social, político, econômico, cultural e ambiental de suas comunidades, através das práticas de comunicação. Perfil do público: Adolescentes e Jovens (entre 15 e 24 anos), moradores de comunidades periféricas, provenientes de escola pública, com no mínimo o ensino fundamental completo, preferencialmente afrodescendentes e que tenham alguma experiência com projetos sociais ou comunitários. Parceiros atuais:

Apoiadores: Creche Monsenhor Luigi Giussani; Centro Cultural de Plataforma; Fórum de Cultura e Arte do Subúrbio Ferroviário; Movimento de Cultura Popular do Subúrbio; Associação de Moradores de Plataforma.

Saiba mais: http://www.cipo.org.br


imatge projeto anterior


Observatório de Mídia e Direitos Humanos na Bahia

Período: desde março de 2011 Palavras-chave: direitos humanos; direito à comunicação; mídia. Fortalece e articula a sociedade civil em torno dos direitos humanos e das políticas públicas de comunicação. Investe em duas frentes: (1) criação e manutenção do Observatório de Mídia e Direitos Humanos, responsável por elaborar monitoramentos e análises sobre violação de direitos humanos por produtos midiáticos impressos e eletrônicos; e o encaminhamento dos dados e denúncias para movimentos sociais e órgãos competentes. (2) mobilização da sociedade civil para incidir sobre o Poder Público na elaboração e implementação de políticas públicas de comunicação no estado. Público participante: gestores públicos municipais e estaduais de diversas secretarias, comunicadores, organizações e movimentos sociais e a sociedade em geral. Co-realizadores:

Parceiro atual:

Saiba mais: http://www.cipo.org.br


Programa de Comunicação para Contribuir com a Prevenção e Erradicação das Piores Formas de Trabalho Infantil na Bahia Período: junho de 2010 a setembro de 2011 Palavras-chave: trabalho infantil; comunicação; educação integral.

Contribui com a prevenção e erradicação do trabalho infantil na Bahia, em especial nos 18 municípios do Território Semiárido Nordeste 2, por meio do uso estratégico da comunicação. Desenvolve análise de mídia sobre a cobertura de trabalho infantil em jornais impressos; mobiliza comunicadores e fontes de informação, capacitando-os para o uso estratégico da comunicação no combate ao trabalho infantil; articula com instâncias como o Pacto do Semiárido, Agenda Bahia de Trabalho Decente e Fórum de Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção do Adolescente Trabalhador (Fetipa); elabora campanha de comunicação para combate ao trabalho infantil. O projeto já realizou um estudo indicando os conceitos sobre trabalho infantil difundidos socialmente pelos jornais e que opinião os veículos ajudam a formar sobre o tema. Perfil do público: gestores públicos municipais e estaduais de diversas secretarias do governo da Bahia, comunicadores, organizações e movimentos sociais e a sociedade. Parceiro:

Saiba mais: http://www.cipo.org.br


Festas Populares de Salvador

PROJETO TEMÁTICO

Período: novembro de 2009 a abril de 2011. Palavras-chave: identidade; festas populares; exposição; educação.

O projeto Festas Populares de Salvador foi desenvolvido por uma equipe de jovens e profissionais, através do núcleo de produção. Durante um ano de intensa pesquisa, foram documentadas, em fotografia e vídeo, 17 festas do calendário de Festas Populares de Salvador. Os jovens descobriram e conviveram com personagens e manifestações culturais significativas e, através dos produtos artísticos multimídia, apresentaram uma releitura das referências históricas e simbólicas da cidade e de seu povo singular. Na atitude de valorizar e difundir este rico patrimônio imaterial, esta instigante produção jovem vem estabelecer pontes entre gerações, saberes, tradições e apontar novas direções. O resultado do processo foi apresentado ao público, através de linguagens e suportes contemporâneos, por meio de exposição multimídia, da publicação de catálogo, de livro de arte, de coletânea educativa e de ações educativas de formação para educadores, enfocando a questão da identidade cultural. Os produtos impressos tiveram ampla distribuição na cidade e a exposição esteve em 03 espaços expositivos de Salvador, contando com 11.300 visitantes. Atualmente, encontra-se em planejamento e negociação com parceiros a realização de Mostras em outros espaços culturais do Brasil e da Bahia Parceiros:

Saiba mais: http://www.cipo.org.br

http://festaspopularesdesalvador.blogspot.com


M

Coletânea Traços e Laços – Memórias do Nordeste de Amaralina PROJETO TEMÁTICO

Período: 2006 Palavras-chave: identidade; memória; patrimônio imaterial; cultura local. O projeto faz um mergulho na história e cultura da região do Nordeste de Amaralina, comunidade popular de Salvador com cerca de 100 mil habitantes, através da produção de uma Coletânea Educativa Multimídia, uma exposição fotográfica e a exibição de um vídeo, todos realizados a partir do olhar de jovens moradores da comunidade. O material reúne cartazes, almanaques, postais, um vídeo e quatro programas de rádio que resgatam a origem da região, contando sobre as lendas e os mitos, as relações de trabalho e a cultura local. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Conselho de Cultura do Nordeste de Amaralina e do Viva Nordeste, da então SETRAS - Secretaria do Trabalho e Ação Social do Estado da Bahia. Saiba mais: http://www.cipo.org.br


Design Popular da Bahia

PROJETO TEMÁTICO

Período: entre 2002 e 2006 Palavras-chave: design popular; pesquisa; identidade; patrimônio imaterial. A pesquisa Design Popular da Bahia foi realizada por 10 profissionais e 80 jovens entre 15 e 19 anos, durante o ano de 2002. Além de Salvador, foram visitados 12 municípios do litoral e Recôncavo Baiano. Este trabalho aconteceu dentro de um programa de formação complementar à escola que promoveu o desenvolvimento pessoal, social e profissional de jovens e adolescentes de comunidades populares em linguagens de comunicação e artes visuais. As peças produzidas em parceria com os jovens foram reunidas na Coletânea Multimídia Cultura da Bahia – Design Popular, que contém um conjunto de cartazes fotográficos, um vídeo documentário, um vídeo ficcional, um site e uma série de revistas em quadrinhos. Distribuído entre educadores de escolas públicas e projetos sócio-educativos, o kit estimula que novas gerações resgatem e valorizem suas raízes e tradições e contribui para processos de formação nas áreas de Arte, Cultura e Cidadania. Estes materiais foram expostos em conjunto com mais de 100 objetos de design popular na Mostra Design Popular da Bahia, exibida em galerias de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Barcelona. Saiba mais: http://www.cipo.org.br


São algumas propostas pensadas pela equipe de profissionais e pelos jovens participantes dos projetos da CIPÓ, a partir de demandas das comunidades e dos grupos sociais com os quais a Instituição convive.


Estas propostas estão brevemente descritas aqui e buscam dialogar com empresas, fundações, Poder Público, agências internacionais e outras organizações da sociedade civil que queiram se associar a algumas delas. Apresentamos a ideia inicial para detalharmos, juntamente com os parceiros, o planejamento e a execução, buscando impacto, abrangência e sustentabilidade dos projetos. Estes projetos se encontram em diferentes etapas de viabilização, sendo que alguns já foram aprovados em Leis de Incentivo ou já contam com financiadores parciais e apoios locais.


Observatório Mídia e Direitos Humanos

Palavras-chave: Observatório de mídia; direitos humanos; Poder Público; organizações sociais. Projeto que visa monitorar e analisar como a mídia cobre os direitos humanos relacionados aos diversos segmentos sociais. Por meio da metodologia de análise de conteúdo e de posicionamento discursivo, o Observatório estuda produtos midiáticos diversos (impressos, programas de TV e rádio, internet), gerando dados que subsidiam as ações dos movimentos e organizações sociais, bem como do Poder Público (judiciário, legislativo e executivo) na luta pela garantia dos direitos humanos. Além disso, o Observatório promove debates, seminários e outros eventos sobre direito à comunicação. O Observatório de Mídia e Direitos Humanos contará com a parceria da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA) e o Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, através do Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania (CCDC), além de especialistas e ativistas nas temáticas a serem trabalhadas.


Observatório Mídia, Infância e Adolescência Palavras-chave: Observatório de mídia; adolescência; ECA; Poder Público; organizações sociais.

Considerada um dos integrantes do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes (SGD), estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a mídia tem um papel fundamental na proteção e garantia de direitos deste segmento social. Faz-se necessário, no entanto, o desenvolvimento de um sistema de mídia que promova os direitos e proteja de forma específica esse público, considerado como prioridade absoluta, conforme determinação do ECA. O Observatório propõe o monitoramento da produção midiática sobre este público, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto a comunicadores.


Observatório Mídia e Juventude

Palavras-chave: Observatório de mídia; juventude; Poder Público; organizações sociais. Representando cerca de 50 milhões da população brasileira, os jovens são uma constante nas produções midiáticas. No entanto, a abordagem a eles conferida pela mídia muitas vezes reforça dois estereótipos: do consumo e do problema/ dano, desfavorecendo um olhar mais plural e compatível com as identidades juvenis, inclusive estabelecidas pelo Plano Nacional de Juventude. O Observatório propõe o monitoramento da produção midiática sobre este público, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto a comunicadores.


Observatório Mídia, Consumo e Infância

Palavras-chave: Observatório de mídia; infância; ECA; consumo; Poder Público; organizações sociais. O debate acerca do direito à comunicação e à cultura para as crianças envolve uma série de elementos, como a proteção à sua imagem, condição vulnerável, a proibição da indução ao consumo e a necessidade de uma produção midiática e publicitária comprometida com os valores e direitos garantidos por lei. O Observatório propõe o monitoramento da produção publicitária voltada para este público, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto às agências e profissionais de publicidade.


Observatório Mídia e Gênero

Palavras-chave: Observatório de mídia; gênero, mulher; desigualdade; identidade; violência; Poder Público; organizações sociais. Apesar dos avanços já registrados na área, a desigualdade, a violência e a inequidade entre os gêneros ainda são uma realidade enfrentada por grande parte das mulheres brasileiras. A mídia, como mediadora da realidade, tem um papel importante neste contexto, podendo contribuir para garantir os direitos das mulheres, ou, em alguns casos, para reforçar as desigualdades. O Observatório propõe o monitoramento da produção midiática sobre esta área, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto a comunicadores.


Observatório Mídia e Raça

Palavras-chave: Observatório de mídia; raça; racismo; identidade; Poder Público; organizações sociais. A imagem dos negros na mídia é motivo de discussões e reflexões por parte de diversos movimentos e organizações sociais, que a consideram estereotipada, reforçando o racismo e a discriminação. Tal estereótipo confina o público negro às editorias policiais, com pouca cobertura sobre seus direitos, identidade e condições sociopolíticas de forma mais ampla. O Observatório propõe o monitoramento da produção midiática sobre esta área, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto a comunicadores.


Observatório Mídia e Orientação Afetivo-Sexual

Palavras-chave: Observatório de mídia; LGBT; homofobia; identidade; Poder Público; organizações sociais. Os direitos civis do público LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e travestis são motivo de muitas lutas e ativismo por parte dos movimentos e organizações sociais. Porém, pouco visibilizados pela mídia, que muitas vezes reforça determinados estereótipos, sem se aprofundar numa cobertura mais voltada aos direitos humanos e combate à homofobia e à discriminação. O Observatório propõe o monitoramento da produção midiática sobre esta área, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto a comunicadores.


Observatório Mídia e Deficiência

Palavras-chave: Observatório de mídia; deficiência; acesso; Poder Público; organizações sociais. O Brasil é signatário, desde 2008, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que estabelece uma série de direitos para este público, inclusive na área da comunicação. Tal direito deve ser garantido tanto na cobertura feita pelos veículos sobre este público quanto na acessibilidade à comunicação (direito de acessar as informações em suportes específicos). O Observatório propõe o monitoramento da produção midiática sobre esta área, oferecendo subsídios para a atuação de movimentos sociais e do Poder Público, bem como para a realização de ações de mobilização e qualificação sobre o tema junto a comunicadores.


Dois de Julho: Resistência e Identidade Popular na Bahia

Palavras-chave: identidade; cultura popular; história; cultura afro-brasileira; cultura indígena; patrimônio imaterial. O Dois de Julho é uma das mais significativas festas populares do calendário baiano, que comemora a Independência da Bahia (1823) e é considerada como a verdadeira consolidação da libertação brasileira do domínio português. O projeto tem por objetivo contribuir com a Lei 11.645/08 que visa inserir os conteúdos de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena no currículo das escolas brasileiras, envolvendo jovens de comunidades populares de Salvador, a partir da produção de um livro didático sobre o Dois de Julho, uma coletânea multimídia e um site, contendo produtos de comunicação. Além da formação de professores, através de oficinas educativas, para utilização dos materiais.


Design Popular: Inventos, Sabedorias e Estratégias de Sobrevivência

Palavras-chave: design popular; direito à cultura; cultura popular; criatividade. Os designers populares vivem em situação de exclusão e criam estratégias de sobrevivência com alto nível de inventividade, eficiência, dinamismo e senso estético. Os objetos destinam-se à solução de questões de várias naturezas, apresentam ricas respostas para problemas funcionais e são construídos geralmente pelo engenhoso agrupamento de materiais e peças descartadas pela indústria de consumo. A ideia do projeto é realizar pesquisa para registrar e dar visibilidade à produção em Design Popular nas ruas e feiras de Salvador e do Recôncavo Baiano, e assim produzir produtos comunicacionais como livro, coletânea educativa em DVD, site e exposição, com oficinas de capacitação para educadores.


Festas Populares – Etapa II

Palavras-chave: patrimônio imaterial; exposição multimídia; itinerância; cultura popular. Para valorizar e difundir este rico patrimônio imaterial, a segunda etapa do projeto Festas Populares tem por objetivo disseminar a pesquisa e documentação fotográfica e audiovisual de 17 festas do calendário de Festas Populares de Salvador entre 2009 e 2010. Para que mais pessoas conheçam e valorizem estas manifestações culturais será feita a itinerância da exposição em outros estados e países, criação de website e de um livro.


Mulheres do Diário

Palavras-chave: gênero; identidade; valorização; multimídia; audiovisual; internet. Em um mundo ainda dominado por valores masculinos, onde a luta pela sobrevivência é baseada na produção em massa e na aceleração tecnológica, dentro de uma consciência competitiva, o projeto Mulheres do Diário se propõe a abrir espaço para a disseminação de valores femininos, colaborando para gerar um clima de equilíbrio na sociedade. Para tanto, apostamos no poder dos meios de comunicação para gerar uma valorização desse modo de ser e estar no mundo, através da produção e veiculação de 08 documentários para TV, 16 programas de rádio, um blog sobre, para e feito por mulheres adolescentes e jovens, e um livro de fotos com depoimentos. Produtos que integrarão uma coletânea educativa multimídia que será destinada, principalmente, a professores do ensino público e comunitário e à veiculação na grande mídia.


Minissérie Sarnambi

Palavras-chave: jovens; narrativa seriada; produção audiovisual; formação de valores; identidade. Sarnambi é uma minissérie para televisão voltada para o público entre 15 e 29 anos. Apresenta a história de jovens moradores da comunidade de Sarnambi que, ao descobrirem o interesse mútuo em realizar vídeos, resolvem formar uma equipe de produção audiovisual em seu bairro. Enquanto montam uma sede e formalizam o grupo, eles fazem pequenos documentários sobre temas suscitados por seus próprios cotidianos. Esse processo permite que, no decorrer das gravações, encontrem pessoas com as mais diferentes experiências e valores, influenciando na condução de conflitos pessoais enfrentados por cada um deles.


Consultoria em Comunicação:

Planejamento estratégico em comunicação, implementação e acompanhamento de planos de comunicação, desenvolvimento e implementação de estratégias de comunicação.

Consultoria em Educação pela Comunicação:

Conceituação e sistematização de tecnologias sociais, consultoria para organizações que desejam utilizar metodologias educativas desenvolvidas pela CIPÓ, produção e disseminação de materiais educativos e capacitação de atores sociais/educadores para implementá-las.

A CIPÓ – Comunicação Interativa realiza consultorias nas áreas de Comunicação, Educação pela Comunicação


Campanhas e Produtos de Comunicação:

Serviços de criação e produção de peças de comunicação impressas, eletrônicas e audiovisuais, envolvendo a participação de jovens egressos da CIPÓ e educadores, como parte de um processo formativo e profissional avançado.


Alguns Clientes Atendidos

• ABETA • Artemísia • CASA • Cidade Escola Aprendiz • CONDER/SEDUR • Fundação AVINA • Fundação Banco do Brasil • Fundação Odebrecht • GAPA Bahia • GIFE • INCRA • Instituto Algar • Instituto Camargo Correa • Instituto de Hospitalidade • Instituto Pão de Açúcar • Instituto Unibanco • Prefeitura de Camaçari/ Cidade do Saber • Rede ANDI • Rede CEP • Rede Corrente Viva • UNICEF


Ao longo dos anos, desenvolvemos metodologias que foram validadas e sistematizadas e que estão prontas para disseminação em espaços estratégicos, com o objetivo de ampliar o impacto de nossas ações. As metodologias às quais nos dedicamos são:

Educação pela Comunicação

Metodologia de ensino-aprendizagem em que os indivíduos participam ativamente da produção de peças de comunicação que, uma vez disseminadas, geram novos processos de educação e de mobilização social. Tem por objetivo promover o pleno desenvolvimento do educando, de forma a contribuir para que ele se realize no âmbito pessoal, social, político e profissional, pautado na co-responsabilização e em valores éticos e humanitários.


Escola Interativa

Metodologia que utiliza as tecnologias da informação e da comunicação para promover novos processos de ensino-aprendizagem capazes de melhorar a qualidade do ensino formal. Tem por objetivo capacitar gestores e professores multiplicadores para adoção da metodologia em sala de aula, como forma de melhorar a qualidade do ensino nas escolas públicas, e promover uma maior articulação entre as instituições educacionais e a comunidade em que estão inseridas.

Estúdio Aprendiz

Metodologia desenvolvida para a inserção qualificada de jovens no Mundo do Trabalho, através da Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000). O objetivo é promover o desenvolvimento pessoal, social e profissional, favorecendo a aquisição de atitudes, conhecimentos e habilidades que preparem os jovens para se inserirem em empresas privadas de Salvador e Região Metropolitana.

Sou de Atitude

Metodologia que utiliza as tecnologias da informação e da comunicação para permitir a expressão e a participação política e comunitária de crianças, adolescentes e jovens nos processos de decisão de interesse de sua comunidade e o seu envolvimento no monitoramento e incidência das políticas públicas. Tem por objetivos capacitar e empoderar crianças, adolescentes e jovens para que participem ativamente do monitoramento e da incidência sobre leis, políticas, programas e decisões de interesse público; viabilizar a participação de jovens em conferências, movimentos, conselhos e outros espaços de discussão e deliberação de políticas; capacitar atores sociais e educadores para a promoção da participação juvenil; estimular organizações locais a incorporarem a participação de crianças e jovens em seus processos decisórios.


Comunicação para Garantia de Direitos

Metodologia desenvolvida em parceria com a Rede ANDI Brasil, que promove a qualificação da mídia e das organizações sociais para que utilizem a comunicação em prol da garantia dos direitos infanto-juvenis. Objetiva ampliar e qualificar a cobertura da mídia sobre as crianças, adolescentes e jovens de comunidades; capacitar comunicadores, estudantes de comunicação e atores sociais para que utilizem a comunicação como estratégia de garantia de direitos e promoção do desenvolvimento; abrir espaço na mídia para produção de material feito para e com crianças, adolescentes e jovens.

Comunicação para Organizações da Sociedade Civil

Metodologia que utiliza tecnologias da informação e da comunicação para promover o fortalecimento institucional e a ampliação do impacto de organizações e projetos sociais. Tem por objetivo capacitar organizações e projetos sociais para a utilização da comunicação como estratégia de fortalecimento institucional, potencializadora de ações de disseminação e de influência de políticas públicas.


Os projetos e iniciativas da CIPÓ buscam soluções mais sustentáveis para problemas do desenvolvimento social. Apostamos na construção de alianças estratégicas baseados nos seguintes princípios: • Atuação em rede e intersetorialidade das ações entre Poder Público, Sociedade Civil organizada e Iniciativa Privada. • Envolvimento dos parceiros na construção de consensos prévios quanto a expectativas, objetivos, papéis, recursos, estratégias e critérios de avaliação. • Visualização de impactos e avaliação de resultados como elementos fundamentais para o direcionamento das ações de cada projeto. • Construção coletiva, com o público participante e as comunidades, dos processos de formação, gestão, planejamento, acompanhamento e avaliação dos projetos, das parcerias e das alianças. • Paixão pela excelência e pelo aprimoramento contínuo. • Comunicação permanente com os parceiros de forma a construir vínculos com transparência, ética, responsabilidade e confiança. • Planejamento conjunto como forma de estabelecer alianças estratégicas substantivas, construídas a longo prazo, com valores, crenças, pontos de vistas e interesses compartilhados que levem a um posicionamento comum diante de uma determinada realidade. • Reconhecimento público das instituições socialmente comprometidas e de boas práticas sociais.


Parceiros Financiadores

SECRETARIA DE CULTURA SECRETARIA DA FAZENDA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE A POBREZA

Parceiros Estratégicos

Parceiros Rede Andi


O público prioritário da CIPÓ são os adolescentes e jovens, que estudam em escola pública, participam de movimentos ou interessam-se por questões sociais, têm afinidade com a área de comunicação, possuem motivação e espírito de liderança.

A CIPÓ utiliza a comunicação para mobilizar e/ou formar atores sociais estratégicos, a fim de que promovam eles próprios a Comunicação para o Desenvolvimento de suas comunidades e criem condições para a garantia de direitos, o desenvolvimento e a participação de crianças, adolescentes e jovens. Estes atores sociais são: • Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente • Conselhos Tutelares • Jornalistas e Comunicadores • Multiplicadores Comunitários • Poder Público (executivo, legislativo, judiciário e Ministério Público) • Profissionais de Educação (espaços formais e não formais) • Empresários • Representantes de organizações da sociedade civil (ONGs, fóruns, igrejas, associações, sindicatos, grupos de jovens) • Agentes culturais, • Professores e estudantes universitários.


Anna Penido - Jornalista (UFBA), Especialista em Direitos Humanos pela (Universidade de Columbia- Nova York) e em Gestão Social para o Desenvolvimento (UFBA). Fundadora da CIPÓ, trabalha há 22 anos na área social integrando equipes da Fundação Odebrecht e do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia e coordenando o escritório do UNICEF em dois estados. Atualmente participa do programa Advanced Leadership Initiative na Universidade de Harvard. André Ferreira Silveira - Engenheiro Químico (UFBA), empresário e Sócio-diretor do Grupo EVA. Experiência de mais de 15 anos com a profissionalização da cultura na Bahia. Elsa de Mattos - Psicóloga (UFBA), Mestre em Psicologia do Desenvolvimento (UFBA). Atuou em projetos sociais por 12 anos a atualmente desenvolve pesquisa sobre adolescência, juventude, transição para a vida adulta e inserção no mundo do trabalho com jovens baianos. Giovandro Marcus Ferreira - Jornalista (UFES), Filósofo (PUC-MG) e Doutor em Comunicação (Université Paris 2). Professor da Faculdade de Comunicação da UFBA e coordena o Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania (CCDC). Isaac Edington - Administrador de empresas, Criador e diretor-presidente do Instituto EcoDesenvolvimento, também responsável pelo portal EcoD, o maior provedor de conteúdos sobre sustentabilidade da internet brasileira. Márcio Meirelles - Diretor teatral, cenógrafo e figurinista, foi um dos responsáveis pela revitalização do Teatro Vila Velha, em Salvador, e criação do Bando de Teatro Olodum. Foi Secretário de Cultura da Bahia entre 2007 e 2010.


Maria Margarida Serrão - Psicóloga (UFRJ) e Psicanalista, é também especialista em Psicologia da comunicação e em dinâmica de grupo. Trabalha como facilitadora de Dinâmica de Grupos, trabalhando com equipes institucionais, educadores, grupos de adolescentes. Co-autora do livro “Aprendendo a Ser e Conviver” (FTD, 1999) Messias Bandeira - Jornalista (UFBA), Mestre e Doutor em Comunicação e Cultura Contemporânea (UFBA). É professor do IHAC da UFBA. É músico e produtor cultural. Atua principalmente nos temas de tecnologias da informação e comunicação, cultura digital e desenvolvimento, indústrias de conteúdo e copyright. Nelson Pretto - Licenciado em Física (UFBA), Mestre em Educação (UFBA) e Doutor em Comunicação (USP). É Professor da Faculdade de Educação da UFBA, pesquisa e trabalha com Comunicação, Educação e Tecnologias. Paulo Coelho - Jornalista (UFBA) e Administrador (FACS), trabalha com publicidade em Salvador há mais de 25 anos e é fundador da Mago Comunicação. Participa ativamente de entidades representativas do mercado de publicidade. Angolano, radicado no Brasil. Tânia Cordeiro - Jornalista (UFBA), Mestre em Comunicação (UNB), é professora de Comunicação na UNEB e coordenadora do Fórum Comunitário de Combate à Violência.


Daniella Rocha

Jornalista (UFG), especialista em Participação e Movimentos Sociais (UFMG). Atua há 16 anos com comunicação social, política, sindical e comunitária.

Fernanda Leturiondo

Pedagoga (UCSAL), especialista em linguagem e literatura. Atua há 19 anos em projetos de educação, arte, comunicação e cultura.

Isabel Gouvêa

Fotógrafa (USP) e Mestre em artes visuais(UFBA). Atua há 36 anos como fotógrafa e 12 anos com trabalhos de arte, educação, comunicação e tecnologia.

Luciano Simões

Administrador (UFBA) e Mestre em Comunicação (UNISINOS). Atua há 17 anos como gestor de projetos socioculturais e de organizações não governamentais.

Melina Silveira

Administradora (UNIFACS), especialista em Gestão de Projetos Sociais. Atua há 12 anos na gestão de organizações não governamentais.


Estes projetos são possíveis graças a todos aqueles que promovem, inspiram, se dedicam, sustentam, legitimam e apoiam nosso trabalho. • Núcleo de Desenvolvimento Institucional Luciano Simões Melina Silveira Antonio Lima Fernanda Pimenta Janusa Carneiro dos Santos Joice Ribeiro Maria Dulce Mário Argollo Nilson Conceição Simone Beatriz Lopes • Núcleo de Disseminação Fernanda Leturiondo Ana Fernanda Souza Ana Flávia Sousa • Núcleo de Incidência Política Daniella Rocha Donminique Azevedo Nilton Lopes Milena Oliveira


• Núcleo de Formação Programa Agentes de Comunicação Para o Desenvolvimento Leandro Vilas verde Alexandre Alves Caren Cristina Bonfim Emilae Sena Eric Reis de Oliveira Everton Nova Israel Rocha Patrícia Sena dos Santos Priscila Mendes Taise Sena Pelourinho Digital Juliana Machado Alberto Santos Karina Rabinovitz Rita Carneiro Tati Pimenta Vinicius Rocha

Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia Isabel Gouvêa Jean Cardoso Sandra Loureiro André Luiz Ferreira Andreia de Souza Conceição Bianca Lessa Cleone Araujo de Almeida Daiane Ferreira Danilo Scaldaferri Débora Freire Eduardo Pitta Elza de Abreu Fábio Farani Fernando Figueiredo Ivânia Tupinambá Ivete Cristina Dantas Jaguaciracira da Silva Santos Karina Rabinovitz Leandro Sena Lucia Manisco Manoel Lázaro da Silva Paulo Sérgio Silva de Jesus Rita Carneiro Sara Oliveira Sidinei Evangelista Muniz Tiago Pimentel Vinícius Rocha


CONTATOS Gestores Daniella Rocha: daniella@cipo.org.br Fernanda Leturiondo: fernanda@cipo.org.br Isabel Gouvêa: isabel@cipo.org.br Luciano Simões: luciano@cipo.org.br Melina Silveira: melina@cipo.org.br Endereço Rua da Paciência, 3784 - Rio Vermelho 41950-080 - Salvador / BA Telefone / fax. +55 71 3503-4477 Site http://www.cipo.org.br



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