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DENUNCIA Em pleno século XXI, ainda existe tortura no Brasil. Até quando isso continuará existindo?

A escravidão no Brasil

REVISTA

Métodos de Execução

1ª EDIÇÃO

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Sumário Santa Inquisição ............................................... 03 Métodos de execução ................................... 04 curiosidades de Adolf Hitler .............................05 Escravidão .........................................................08 A escravidão no Brasil ......................................08 A escravidão nos tempos modernos .............09 O que é tortura? ...............................................10 O teatro na época da ditadura .......................11 Museu do Suplício .............................................12

EDITORIAL

O museu da tortura O horror da idade média e da inquisição é relembrado em diversos museus espalhados pelo mundo (principalmente na Europa). Os Museus da Tortura e execução são lugares mórbidos e sombrios, que mostram a crueldade de uma época cuja justiça é questionada. Muitos dos executados eram ladrões, adúlteros e principalmente acusados de bruxarias. Colocamos essas matérias não como uma home nagem, mas para entendermos o que as autoridades da época eram capazes de fazer com seres humanos. Uma verdadeira aberração. Se o inferno existe, muita gente dessa época está ardendo lá agora.

Expediente: Instituto Federal Sul-Rio-Grandense curso de Comunicação visual Disciplina de Diagramação Ministrada por: Rafael Arnoni Diagramção, editorial, ilustrções e adapitações de textos: Cilene Gomes 3M3_ 2011 Impressão: Graphos Cópias Fontes: Franklin gothic Medium, Century Gothic, Corporate Black, HP PSG

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Olá!! Nós somos o Zé e a Suíth e estamos aqui para apresentarmos a nossa moradia. Nós vivemos no Museu do Suplício e lá vocês podem encontrar varios de nossos instrumentos de trabalho. Eu Zé sou o torturador do Museu e conheci a Suíth em uma de minhas rotinas de tortura. Desde que a conheci nunca mais a larguei. Eu suíth sou a esposa do Zé, e eu sempre o convenço a fazer tudo que eu quero. Nós somos uma dupla imbativel e amamos o que fazemos . Tenham uma boa leitura!

A “santa” Inquisição… — a “arte” da morte e da tortura

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urante a atuação da Santa Inquisição em toda a Idade Média, a tortura era um recurso utilizado para extrair confissões dos acusados de pequenos delitos, até crimes mais graves. Diversos métodos de tortura foram desenvolvidos ao longo dos anos. Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados àqueles que provavelmente seriam condenados à morte. Além de aparelhos mais sofisticados e de alto custo, utilizava-se também instrumentos simples como tesouras, alicates, garras metálicas que destroçavam seios e mutilavam órgãos genitais, chicotes, instrumentos de carpintaria adaptados, ou apenas barras de ferro aquecidas. Há ainda, instrumentos usados para simples imobilização da vítima. No caso específico da Santa Inquisição, os acusados eram, geralmente, torturados até que admitissem ligações com Satanás e práticas obscenas. Se um acusado denunciasse outras pessoas, poderia ter uma execução menos cruel. Os inquisidores utilizavam-se de diversos recursos para extrair confissões ou “comprovar” que o acusado era feiticeiro. Segundo registos, as vítimas mulheres eram totalmente depiladas pelos torturadores que procuravam um suposto sinal de Satanás, que podia ser uma verruga, uma mancha na pele, mamilos excessivamente enrugados (neste caso, os mamilos representariam a prova de que a bruxa “amamentava” os demónios) etc. Mas este sinal poderia ser invisível aos olhos dos torturadores. Neste caso, o “sinal” seria uma parte insensível do corpo, ou uma parte que se ferida, não verteria sangue. Assim, os torturadores espetavam todo o corpo da vítima usando pregos e lâminas, à procura do suposto sinal. No Liber Sententiarum Inquisitionis (Livro das Sentenças da Inquisição) o padre dominicano Bernardo Guy (Bernardus Guidonis, 1261-1331) descreveu vários métodos para obter confissões dos acusados, inclusive o enfraquecimento das forças físicas do prisioneiro. Dentre os descritos na obra e utilizados comummente, encontra-se tortura física através de aparelhos, como a Virgem de Ferro e a Roda do Despedaçamento; através de humilhação pública, como as Máscaras do Escárnio, além de torturas

Pintura de André Durand

psicológicas como obrigar a vítima a ingerir urina e excrementos. De uma forma geral, as execuções eram realizadas em praças públicas e tornava-se um evento onde nobres e plebeus deliciavam-se com a súplica das torturas e, consequentemente, a execução das vítimas. Actualmente, há dispostos em diversos museus do mundo, ferramentas e aparelhos utilizados para a tortura.

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Métodos de Execução Pau de Arara É originário do costume de se amarrar aves, para a venda, numa vara, onde as mesmas ficam penduradas, para o transporte. Por analogia, o termo ganhou duas acepções distintas. Virou um instrumento de tortura, largamente usado no período ditatorial brasileiro.

Mesa de Evisceração Deitado é preso pelas juntas e eviscerado vivo pelo carrasco. A tortura era executada do seguinte modo: o carrasco abria o estômago com uma lâmina. Então prendia com pequenos ganchos as vísceras e, com uma roda, lentamente puxava os ganchos e as partes presas saíam do corpo até que, após muitas horas, chegasse a morte.

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aventurar em Viena às custas da pensão que recebia por causa do pai. A Academia de Belas Artes de Viena rejeitou sua filiação duas vezes, argumentando que ele tinha mais talento para Arquitetura.

Serrote

4. Hitler foi um soldado que combateu na Primeira Guerra Mundial. Em 1918, já no final da Guerra, Hitler chegou a um hospital de campanha vítima de um ataque com gás mostarda (Sabe quem produzia este gás para os alemães na II Guerra? A Bayer).

Usada principalmente para punir homossexuais, o serrote era uma das formas mais cruéis de execução. Dois executores, cada um e uma extremidade do serrote, literalmente, partiam ao meio o condenado, que preso pelos pés com as pernas entreabertas e de cabeça para baixo, não tinha a menor possibilidade de reação. Devido à posição invertida que garantia a oxigenação do cérebro e continha o sangramento, era comum que a vítima perdesse a consciência apenas quando a lâmina atingia a altura do umbigo.

5. Hitler escreveu um livro chamado Mein Kampf (Minha Luta) que serviu de base ideológica para todas as suas loucuras. Ele queria tanto que seu livro fosse lido que dava cópias dele até como presente de casamento. 6. No dia 20 de abril de 1945, enquanto o exército soviético ia entrando em Berlim, Hitler comemorava seu 56º aniversário no seu abrigo. Um de seus generais mandou distribuir chocolates às tropas em honra ao aniversário do Führer.

Guilhotina Inventada por Ignace Guillotine, a guilhotina é um dos mecanismos mais conhecidos e usados para execuções. A lâmina, presa por uma corda e apoiada entre dois troncos verticais, descia violentamente decapitando o condenado.

Espada e machado As decapitações eram a forma mais comum de execução medieval. A decapitação pela espada, por exigir uma técnica apurada do executor e ser mais suave que outros métodos, era, geralmente, reservada aos nobres. O executor, que apurava sua técnica em animais e espantalhos, ceifava a cabeça da vítima num único golpe horizontal atingindo o pescoço do condenado.

7. Para garantir que o cianureto que tomaria para se matar era eficiente, Hitler fez um teste em sua cachorra. A coitadinha morreu, é claro.

Curiosidades de Adolf Hitler 1. Hitler era austríaco, acredita? Ele nasceu numa cidadezinha chamada Braunau am Inn localizada no norte da Áustria, que na época do nascimento de Hitler fazia parte do Império Áutro-Húngaro. Ele só se tornou cidadão alemão em 1932. 2. Hitler foi um sobrenome gerado pelo erro de um padre. O pai de Hitler era filho ilegítimo e, por isto, não tinha o sobrenome de seu pai. Depois que o avô de Hitler morreu, o pai dele conseguiu que um sacerdote lhe concedesse o reconhecimento da paternidade. Na hora de escrever o nome, trocou Hiedler por Hitler. Daí ficou assim mesmo. 3. Hitler reprovou um ano e deixou a escola aos 16. Sabe por quê? Seu pai queria que ele fosse um tipo de servidor público, Hitler queria ser… adivinha… pintor (não é de parede e sim de quadros). Depois que seu pai morreu, Hitler deixou a escola e foi se

8. Hitler era vegetariano, odiava cigarro, mas era fanático por doces. 9. Em termos amorosos, sua maior paixão foi sua sobrinha, Geil Raubal, uma jovem de seus vinte e poucos anos. Hitler não a deixava sair, restringia sua liberdade até que ela não aguentou, e um dia se matou. Hitler quase pirou. Durante toda a década de 30, Hitler relacionou-se com várias mulheres mas ao final sempre voltava aos braços de Eva Braun, com se casou na vespera de seu suicidio. Eva Braun foi tao fiel a Hitler, que se matou junto com ele. 10. Existem uma infinidade de relatos, depois comprovados pelos medicos soviéticos que fizeram a autópsia em Adolf Hitler, que ele só tinha 1 testiculo ! Era para ser 10 curiosidades, mas lembrei de outra: 11. Hitler se vangloriava de nao receber um só tostao do Estado, já que na epoca ele se recusou a receber o salário que tinha direito como Chanceler alemao. Pura demagogia........ Alem de Hitler utilizar toda a maquina do Estado para viver (comida, viagens e varias casas oficiais), ele recebeu fortunas pelos direitos autorais do seu livro, “Mein Kempf” que vendeu milhoes de copias, já que naquela epoca pegava mal uma familia nao ter um exemplar desse livro em casa !

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A escravidão nos tempos modernos

Escravidão

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o falarmos em escravidão, é difícil não pensar nos portugueses, espanhóis e ingleses que superlotavam os porões de seus navios de negros africanos, colocando-os a venda de forma desumana e cruel por toda a região da América. Apesar de todas estas citações, a escravidão é bem mais antiga do que o tráfico do povo africano. Ela vem desde os primórdios de nossa história, quando os povos vencidos em batalhas eram escravizados por seus conquistadores. Podemos citar como exemplo os hebreus, que foram vendidos como escravos desde os começos da História. Muitas civilizações usaram e dependeram do trabalho escravo para a execução de tarefas mais pesadas e rudimentares. Grécia e Roma foi uma delas, estas detinham um grande número de escravos; contudo, muitos de seus escravos eram bem tratados e tiveram a chance de comprar sua liberdade.

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trabalho escravo, que acontece em carvoarias localizadas na floresta amazônica. A Amazônia brasileira produz o melhor ferro gusa do mundo, usado principalmente na produção de peças automotivas. É um mercado que movimenta 400 milhões de dólares anuais. Vivem lá homens que perderam a liberdade, não recebem salários, dormem em currais, comem como animais, não têm assistência médica e, em muitos casos, são vigiados por pistoleiros autorizados a matar quem tentar

fugir. Esses trabalhadores, em sua maioria, não sabem ler nem escrever. Em geral, esqueceram a data do aniversário. Têm dificuldades de se expressar, sentem medo, vivem acuados e não gostam de falar sobre si mesmos. Quase sempre, não possuem carteira de identidade nem título de eleitor. São como fantasmas, com futuro incerto. As carvoarias da Amazônia são controladas por siderúrgicas. Algumas siderúrgicas são de propriedade de gigantes da economia, com atuação em quase todo o território brasileiro e também no exterior. O grupo Queiroz Galvão é dono da Simasa e da

Pindaré. O grupo Gerdau controla a Margusa. Simasa e Margusa são acusadas pelo Ministério Público do Trabalho de usarem mão-de-obra escrava em carvoarias ilegais. Esse carvão é usado na produção do ferro gusa exportado aos Estados Unidos para a produção de aço, que por sua vez é matéria prima de automóveis e diversos outros produtos. A Vale do Rio Doce e a Nucor não estão sendo acusadas de envolvimento direto com o trabalho escravo. Contudo, fazem negócios comerciais com empresas envolvidas na exploração de trabalho escravo.

Top 5 da Tortura

Escravidão no Brasil

o Brasil, a escravidão teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros de suas colônias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar. Os comerciantes de escravos vendiam os africanos como se fossem mercadorias aqui no Brasil. O transporte era feito da África para o Brasil nos porões do navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo que os corpos eram lançados ao mar. Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir a religião católica, imposta pelos senhores de engenho, adotar a língua

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Siderúrgicas se beneficiam de trabalho escravo em carvoarias na selva amazônica

portuguesa na comunicação. Mesmo com todas as imposições e restrições, não deixaram a cultura africana se apagar. Escondidos, realizavam seus rituais, praticavam suas festas, mantiveram suas representações artísticas e até desenvolveram uma forma de luta: a capoeira. As mulheres negras também sofreram muito com a escravidão, embora os senhores de engenho utilizassem esta mão-de-obra, principalmente, para trabalhos domésticos. Cozinheiras, arrumadeiras e até mesmo amas de leite foram comuns naqueles tempos da colônia. O negro também reagiu à escravidão, buscando uma vida digna. Foram comuns as revoltas nas fazendas em que grupos de escravos fugiam, formando nas florestas os famosos quilombos.

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O que é Ditadura? Ditadura é um regime político onde os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário estão nas mãos de um único grupo de pessoas exercendo esses poderes de maneira absoluta sobre o povo. Podemos dizer que chega a ser Tirania.

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ditadura viola as leis e regras estipuladas pe la quebra de legitimidade de poder, o tirano revoga a legislação em vigor, sobrepõe regras de acordo com suas conveniências para aumentar esse poder. A intimidação, o desrespeito e o medo à liberdade civil são exemplos para conquistar e manter esse poder. Mas durante o regime militar iniciado em 1964, todas as formas de perseguição são intensificadas, além de outras serem elaboradas. Após a promulgação do AI-5, todo e qualquer veículo de comunicação deveria ter a sua pauta previamente aprovada e sujeita a inspeção local por agentes autorizados. Obviamente, muitos materiais foram censurados. As equipes envolvidas, impossibilitadas de publicar maiores esclarecimentos, tomavam medidas diversas. Algumas publicações impressas simplesmente deixavam trechos inteiros em branco. Outros, publicavam receitas culinárias estranhas, que nunca resultavam no alimento proposto por elas. Além de protestar contra a falta de liberdade de imprensa, tentavase fazer com que a população brasileira passasse a desconfiar das torturas e mortes por motivos políticos, desconhecidas pela maioria. A violência do Estado era notada nos confrontos policiais e em conhecidos que desapareciam, mas, não era possível a muitos imaginar as proporções reais de tudo isso. Aparentemente, o silêncio imposto em relação às torturas era para que 10

menos pessoas se revoltassem e a situação se tornasse, então, incontrolável. Além de censurar as torturas, muitas outras coisas também não poderiam ser veiculadas. Em 15 de setembro de 1972, o seguinte telegrama exemplificador foi recebido pelo diretor da surcusal de Brasília do jornal O Estado de São Paulo De ordem do senhor ministro da Justiça fica expressamente proibida a publicação de: notícias, comentários, entrevistas ou critérios de qualquer natureza, abertura política ou democratização ou assuntos correlatos, anistia a cassados ou revisão parcial de seus processos, críticas ou comentários ou editoriais desfavoráveis sobre a situação econômico-financeira, ou problema sucessório e suas implicações. As ordens acima transmitidas atingem quaisquer pessoas, inclusive as que já foram ministros de Estado ou ocuparam altas posições ou funções em quaisquer atividades públicas. Fica igualmente proibida pelo senhor ministro da Justiça a entrevista de Roberto Campos. Dessa forma, a imagem de uma estabilidade política e de uma nação que prosperava era mantida. Artistas vinculados à produção musical encontraram como forma de protesto e denúncia compor obras que possuíssem duplo sentido, tentando alertar aos mais atentos, e tentando despistar a atenção dos militares, que geralmente descobriam que a música se tratava de uma crítica a eles. Um dos exemplos mais marcantes e musical do período é a música Cálice, composta por Chico Buarque e Gilberto Gil.

O Teatro na epoca da ditadura Independente de toda a sua pujança e liberdade, o teatro como todas as outras expressões artísticas sofreu um revés que tolheu toda a sua capacidade criadora e motivadora: a censura. Nesta pesquisa abordaremos os efeitos que a ditadura exerceu sobre o teatro no período de 1964-1968.

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teatro conheceu um esple dor que não resistiria à asfixia causada pela censura e pela repressão. Resultava do trabalho realizado, em especial, por dois grupos, o Oficina, em torno de seu diretor José Celso Martinez Corrêa, e o Arena, em torno de Augusto Boal (no exílio a partir de 1969), que se dedicaram a criar uma dramaturgia brasileira e uma nova formação do ator. Escreveram e encenaram com muito sucesso, durante vários anos, originando vocações, peças, espetáculos e revelações de ator. Extremamente engajados, e invocando Brecht como nome tutelar, vincariam a história do teatro no país. Ambos os grupos seriam dizimados pelo AI - 5, Ato Institucional, que deflagrou o terror de Estado e exterminou aquilo que fora o mais importante ensaio de socialização da cultura jamais havido no país . teatro mais artístico refugiou-se em pequenas companhias. Com orçamentos reduzidos e sem muito apelo ao público, ocupavam espaços alternativos, não mais experimentais e, por vez, tentavam, suscitar uma dramaturgia nova. Dentre elas, é necessário

mencionar o Grupo Tapa, que encenou repertório clássico internacional e ocupou o posto de mais premiada companhia do país, Antunes Filho que congregou uma trupe experimental, com oficina de formação de atores, destacando-se pelas notáveis encenações de Nelson Rodrigues, objeto de uma verdadeira descoberta. Gerald Thomas que comandou a Ópera Seca, mais vanguardista, com montagens espetaculares e inovadoras. O teatro de Cacá Rosset, de pendores circenses, que teve entre seus acertos a “Ubu Rei”, de Alfred Jarry, cujo perfil estilístico parece ter marcado as montagens restantes. Os trabalhos de Gabriel Villela que chamavam a atenção de crítica e público, enquanto resistiam heroicamente o Folias D´Arte, a Companhia do Latão, a Companhia São Jorge, Os Parlapatões, entre outros que merecem nosso respeito. Em artigo de Brecht (1966), ele denuncia a arte de tornar a verdade manejável como arma e mostra como reconhecer aqueles em cujas mãos a verdade se torna eficiente, dentro deste contexto retornam os esporos redivivos, e aparecem os “intelectuais institucionais”. 11


Nos localizamos na rua Victor Meirelles nº 59.

venha conferir realmente como tudo aconteceu.

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Venha participar da abertura da exposição “ Carta de Despedida!” Maiores informações: fone: (048) 32220692 ou no site: www.supliciusstar.com.br

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Revista museu de tortura  

Revista criada para projeto do curso de Comunicação Visual

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