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CONSULTÓRIO ELECTROTÉCNICO 175

revista técnico-profissional

o electricista IXUS, Formação e Consultadoria, Lda.

consultório electrotécnico O “Consultório Electrotécnico” continua a responder às questões sobre Regras Técnicas, ITED e Energias renováveis que nos têm sido colocadas. O e-mail consultoriotecnico@ixus.pt está também disponível no website www.ixus.pt. Aguardamos as vossas questões. Nesta edição publicamos as questões que nos colocaram entre Fevereiro e Abril de 2010.

P1: O cálculo da rede de CATV consiste em obter a atenuação total entre o secundário do RG-CC de CATV e as tomadas de cabo coaxial. Com isto quero dizer que não temos que calcular nenhum nível de sinal nas tomadas, nem colocar nenhum amplificador no RG-CC? Isso é responsabilidade dos operadores? R1: Não, os ensaios têm de ser efectuados na frequências de 60, 90 e 750 MHz. Por esse motivo, pelo menos deverão ser executados os cálculos nessas frequências. P2: A rede de MATV e SMATV é a mesma rede física. Quer dizer isto que os sinais vão pelo mesmo cabo? R2: Não, contudo o manual não proíbe a aplicação de uma rede extra, SMATV, mas é obrigatória a existência de um projecto. P3: A rede ITED deverá ser em estrela, ou em árvore-rama? R3: Se estamos a falar de uma rede MATV ou SMATV o aconselhado será em estrela, contudo o projectista decidirá o melhor tipo de solução a adoptar. No caso de redes CATV é sempre obrigatória uma tipologia em estrela.

R5: Neste caso deverá ser complicado para um engenheiro saber o sinal de recepção num edifício que ainda não se vai construir, contudo será sempre mais fácil dimensionar o sinal necessário e depois efectuar a configuração da cabeça de rede. P6: Para mostrar correctamente os níveis de sinal nas tomadas, é necessário saber o tipo de sinal: analógica e digital, e o tipo de modulação: AM-TV, 64-QAM... Porque cada tipo de sinal terá um nível nas antenas, e necessitará um nível nas tomadas. Para isso é necessário perguntar ou supôr um nível para cada tipo de sinal e para cada frequência? R6: Sim, será isso mesmo. P7: Se não temos em consideração estes factores (pergunta anterior) no cálculo dos níveis de sinal de MATV, o cálculo não serve para nada, ou não é para nada real? R7: É da responsabilidade do projectista a análise da localização do edifício, de forma a adaptá-lo de uma forma correcta ao tipo de emissão. P8: É interessante mostrar os resultados das relações sinal/ruído e sinal/intermodulação? R8: É sempre interessante mostrar, como obrigatório apresentá-los.

P4: Quando é em estrela, deveremos colocar um ou vários repartidores no RG-CC de MATV como tantas saídas como fogos tenha o prédio? R4: Neste caso quando existem dois ou mais fogos, é obrigatória a aplicação da rede MATV. Contudo o projectista deverá garantir que todos os fogos recebem o sinal de igual modo, para isso deverá utilizar repartidores ou mesmo derivadores conforme as diversas situações.

P9: A classe TCD-C-H de cabo coaxial é conseguida só com a utilização de cabos RG-6 e Rg-11? R9: Sim, neste momento deverá ter em atenção o tipo de cabo (características), conforme o manual de ITED menciona.

P5: Para calcular os níveis de sinal de MATV nas tomadas é necessário saber o nível de sinal de recepção nas antenas. O engenheiro deve saber esse valor? Posso perguntar no programa? É o melhor para dimensionar as antenas e configurar a cabeça de rede.

P10: Rede de tubagem? Aqui principalmente a dúvida maior ainda é o preço e os fabricantes das câmaras de visita. R10: Quanto ao preço não podemos ajudar, contudo alertamos que o preço de tabela, nem sempre é o preço final, alguns fabricantes efectuam sempre uma percentagem de desconto.

Consultório electrotécnico  
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Autor: IXUS, Formação e Consultadoria, Lda; Revista: oelectricista/projecto nº32

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