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PLIÉ, PLIÉ, SAUTÉ Já que por aqui o assunto é sapatilha, bailarinas da vida real contam como é a sua relação com o universo da dança MARINA DROGHETTI, BAILARINA PROFISSIONAL

PAULA BROFMAN, ADVOGADA

BIA PEROTTI, EDITORA DE MODA

“Minha primeira apresentação profissional foi no Museu Rodin, em Paris, aos 23 anos. Lembro de estar nervosa e repassar a coreografia na cabeça muitas vezes. O balé é a minha vida. Estou de partida para meses de treinos intensos na Europa e, assim que retornar, tentarei ingressar em uma companhia de dança em São Paulo, além de trabalhar no meu projeto individual de performances.”

“Apesar de ter feito algumas aulas de balé quando era criança, me apaixonei pela dança recentemente. Brinco que virei bailarina depois de velha. Colocar uma sapatilha nos pés aos 26 anos é mais desafiador porque você acha que não vai conseguir. Mas, aos poucos, os movimentos começam a fluir. Para quem andava sem coragem, já estou até arriscando algumas aulas com sapatilha de ponta.”

“Comecei a dançar aos 4 anos por influência da minha mãe, que achava os movimentos bonitos e delicados, além de bons para a postura. Segui praticando até os 16 anos, quando, já formada, dei aulas para crianças. Lembro da primeira sapatilha de ponta, que comprei sozinha aos 11 anos — me achei muito adulta por isso! Também foram marcantes as aulas que fiz com Ana Botafogo e com Carlinhos de Jesus.”

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AGRADECIMENTO: ESTÚDIO ANACÃ E SOCIEDADE HARMONIA DE TÊNIS

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UM APLICATIVO QUE TRANSFORMA PALAVRAS EM DANÇA

Desenvolvido por um grupo de experts em tipografia, o Dance Writer transforma em movimento corporal qualquer letra que você digitar. Se quiser uma coreografia com passos seguidos, basta escrever uma palavra completa ou uma sequência aleatória de vogais e consoantes. As poses são inspiradas no formato das letras. iPad e iPhone.

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