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Sábado, 17 de maio de 2014

Edição 66 - Curta Anonossa 2 Fan Page e fique bem informado.

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CORTESIA

Ano 2 - Edição 66 - Santa Rosa de Viterbo, 17 de maio de 2014

Semana que vem tem Final de Semana Cultural e Circuito Cultural

O mundo das arenas perde uma de suas estrelas

7 dicas para abrir anexos de e-mail com segurança De hoje até 26 de maio, na Nova Viterbo Automóveis você compra seu carro com taxas a partir de 0,99% e 1° parcela p/ até 60 dias. Não percam GIGA FEIRÃO WEBMOTORS

O calo, artigo de João de Bem

Nossa região tem turismo rural de alta qualidade

O Turismo Rural está na moda e na nossa Região não é diferente, ou melhor, é muito diferente. Temos, sim, lugares maravilhosos aqui pertinho que os próprios moradores da cidade não conhecem

Ajude a Campanha Bom Prato no HC

Verifique junto ao Comércio local sobre o abaixo-assinado para que o Bom Prato venha para Ribeirão Preto atender os pacientes do Hospital das Clinicas. Mais informações no Posto de Combustíveis Rotatória


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CALO – SUBSTANTIVO E VERBO

Calo substantiva o incômodo no calçado, quando aplicado literalmente. Outro calo diz do comportamento verbal em relação a alguma coisa – fato ou ficção. Lições de língua, em português não é o caso. Mas vamos aos dois - fora da língua! O estrondoso barulho provocado por denúncias com direito a cópias de documentos anexados, contra a administração municipal, parece que ficou no calo verbal. Como fogos de artifícios foi só barulho e clarão momentâneos. Esse calo ou abcesso furunculoso, aparentemente, já foi convenientemente operado a concluir-se pelo andar da carruagem. Acusado e relator inundaram-se em gentilezas: - saíram por aí, em largos sorrisos estampados em cara de pau, comemorando o cale-se sobre o calo abcesso, sem cerimônias. Assim são pessoas na política – como lombrigas no meio nutriente. É só alimentar convenientemente as “bichas” que elas se acomodam e calam os sintomas denunciantes. O problema é que praticamente todo o alimento que deveria sustentar o organismo principal acaba sendo devorado pelos

por João de Bem jotabem@bol.com.br

insaciáveis parasitas. Pior – não há vermífugo que elimine esse tipo de vivente. Durante a semana não se falou mais no assunto que esquentou os ânimos nas discussões da sociedade tirisquenha, aquele que encheu a Câmara de Vereadores naquela segunda-feira. Em oportuna nota de jornal lemos que os nobres edis foram mal assessorados juridicamente - erraram o mecanismo que deveriam acionar para tratar o tumorzinho denunciado pelo ex-assessor. Aloprados, instauraram logo uma Comissão Processante quando o caso deveria ser tratado por uma Comissão Especial de Investigação. Na guerra entre Legislativo e Executivo sobraram valores pagos pela Câmara por publicações oficiais da casa legislativa em um jornal da cidade – segundo apurou-se o espaço foi supervalorizado. Migalhas em núme-

ros, misérias em moralidade. O sistema político como está se assemelha operacionalmente a um conjunto de casas de prostituição – em cada uma e para cada especialidade há um preço. Quanto mais ao norte, especialmente no Centro Oeste, na principal casa prostitucional do país dos bananas, onde escolados profissionais se apresentam o preço para “calar” é maior. Nas casas do interior, como aqui, de beira de estrada – qualquer “merreca” paga a imoralidade “profissional”! E lá vamos nós em direção a Copa. Do saco cheio, sairão bolas verde-amarelas de analfabetos funcionais necessitados de emprego, educação e segurança. Com o “cálice” cantado por Chico gritarão o gol da fantasia seminal! A ressaca pode ficar por muito tempo, maior que prazo de égua!

IGUATEMI AUTO SERVICE LUIZ ANTONIO LTDA LTDA., torna público que recebeu da CETESB a Licença de Operação N° 52001407, válida até 28/04/2019, para Auto posto , sito à AVENIDA INDEPENDÊNCIA, N.º 774 - JD ELDORADO LUIS ANTONIO/SP.


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ESPORTE E LAZER

Marcelo Benjamin Sordi

Nossa região tem turismo rural de alta qualidade

Sábado, 17 de maio de 2014 O Turismo Rural esta na moda e na nossa Região não é diferente, ou melhor, é muito diferente. Temos, sim, lugares maravilhosos aqui pertinho que os próprios moradores da cidade não conhecem por falta de oportunidade e outros por pura preguiça mesmo. Para quem gosta de uma caminhada pesada uma boa dica é a trilha dos Jipeiros no morro do Haras que também pode ser feita com bicicleta. Apesar do trajeto duro as estradas dão em locais com uma bonita paisagem natural e vai exigir uma dose extra de esforço físico devido ao relevo da trilha. No mirante do morro do Haras a vista é uma das mais belas e podem se enxergar outras cidades e o contorno do Rio Pardo. Um pouco adiante, ao lado da Rodovia Vicinal Petê existe um Cruzeiro no pequeno morro que também oferece uma opção para caminhadas e pedaladas. Seguindo para o rumo de Cajurú também encontramos lugares para nadar e se refrescar, apesar do friozinho atual. Lajão e Lajinha (já no Município de Cajurú) são locais de fácil acesso e diversão garantida. São riachos com piscinas naturais em meio às pedras que da até para a pratica de um Bóia-Cross. Para as outras bandas, o Caminho da Fé, que também corta nosso Município também proporciona algumas dicas para passeio. Na divisa com Tambaú pode-se encontrar algumas Antigas Construções, Pequenas Igrejas, Estações Ferroviárias Abandonadas, acompanhados de ar puro de muito verde.


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5 Na divisa com Tambaú pode-se encontrar algumas Antigas Construções, Pequenas Igrejas, Estações Ferroviárias Abandonadas, acompanhados de ar puro de muito verde.

Lajão e Lajinha (já no Município de Cajurú) são locais de fácil acesso e diversão garantida. São riachos com piscinas naturais em meio às pedras que da até para a pratica de um Bóia-Cross.


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ESPAÇO COUNTRY

"O mundo das arenas perde uma de suas estrelas" Tristeza no Mundo do Rodeio. Esta semana nos deixou o peão em touros Antonio Carlos, o Alemão de São Simão, jovem de 30 anos. Abaixo, uma homenagem de todos nós, amantes do rodeio, ao grande amigo.

Por Ricardo Costa

"E os pulos desta vida nos pegou de surpresa...Uma semana difícil que nos encheu de tristeza Antonio Carlos Sacaranaro é o nome do peão...Que deu o salto mais alto, segura firme Alemão A morte é um desafio para quem ficou pra trás...Acostumar com a ausência de quem gostamos demais Aí vem aquela pergunta: Por que partiu tão cedo?...O adeus ninguém explica, pra nós ainda é segredo Só sei que a porteira bateu e doeu no coração...Olhei no Horizonte e vi partir o peão Aquele velho chapéu e a fivela de prata...Serão o leve remédio dessa saudade que mata A família sofre por ter perdido você ...Os amigos não entendem por que foi acontecer Mas agora meu amigo, temos algo à dizer...

Cada vez que o portão abrir Lembraremos de você O Alemão que fez história e que nasceu pra vencer" por Evandro Junior


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Calça Jeans

Apenas

R$ 69,90

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CULINÁRIA

Colher de Pau Por Cristina Yazbek

https://www.facebook.com/pages/Colher-de-Pau http://cristinayazbek.blogspot.com.br

Batata Recheada

Ingredientes:

5 batatas grandes muito bem higienizadas e secas 1 tomate picado sem sementes 1/2 cebola picada 100 gramas de ervilha (usei fresca) 100 gramas de milho verde (usei fresco) Azeitona preta a gosto Sal Ajinomoto Orégano Creme de ricota light

Modo de preparo:

Para assar as batatas no forno: Envolva as batatas em papel alumínio e leve ao forno por 1 a 1 1/2 hora e meia. Para assar no microondas: Forre com bastante papel toalha o prato e coloque as batatas uma longe da outra (se necessário, faça por partes) por 12 minutos, virando na metade do tempo. Depois envolva as batatas em papel alumínio e deixe descansar por 15 minutos. Enquanto isso prepare o recheio: misture o tomate, cebola, milho, ervilha, azeitona, sal orégano e ajinomoto. Montagem das batatas: Com uma faca  faça uma cavidade, retirando um pouco de polpa com uma colher para colocar o recheio. Coloque o creme de ricota light e espalhe por toda superfície, por cima coloque o recheio e finalize com mais creme de ricota. Leve ao forno até aquecer.


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Inglês e Espanhol Manhã - Tarde - Noite

3954.1377 - 99376.6426 Av. Pres.Vargas, 675

Tots - Kids - Teens - Adults


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“Armadilha do destino”: a árdua missão dos profissionais do Direito. Prezados leitores, estava a escrever o artigo desta semana, onde pretendia comentar sobre a Comissão Processante e a lastimável atitude do senhor Prefeito em levar seu assessores para discorrer sobre sua honestidade (fato este que, de minha parte, é inequívoco), quando recebi um e-mail da ilustre procuradora aposentada, hoje advogada, Dra. Luiza Nagib Eluf, que representa bem a árdua missão dos advogados, promotores de justiça e juízes. Recordava de um fato ocorrido quando ainda era Promotora de Justiça Substituta no Fórum Criminal de São Paulo. Na ocasião, um advogado entrou em sua sala dizendo que tinha um assunto sério a tratar. Escreveu: “Era uma sexta-feira do mês de dezembro, o ambiente estava tranqüilo e eu mergulhara nas pilhas de processos, tentando dar cabo do expediente da semana. Ouvi do advogado que seu cliente estava preso, mas era inocente, como todo acusado na opinião do defensor. Mandei que trouxessem o processo do cartório e verifiquei tratar-se de porte de maconha para uso próprio. Naquele tempo, era crime punido com detenção, mas dificilmente alguém ficaria preso em flagrante por ser apenas usuário de drogas. Depois de verificar os autos, percebi a razão da prisão: o sujeito tinha uma vasta folha de antecedentes, contendo furtos, roubos e uso de entorpecentes. No entanto, como frisou o advogado, os crimes apontados haviam ocorrido há nove anos, significando que o réu, aparentemente, tinha mudado de vida. O defensor insistiu que seu cliente estava preso pelo que havia feito no passado longínquo e pelo qual já havia cumprido pena, não pela infração atual, o que não era justo. Consultando novamente os autos, observei que o réu em questão estava acompanhado de outros dois indivíduos no momento do flagrante e que um deles havia assumido, sozinho, a posse do entorpecente. O defensor, então, disparou o argumento final, dizendo que o cliente havia se casado e montado uma pequena mercearia. O negócio iria falir se ele continuasse preso e, além disso, sua esposa estava grávida, ansiosa por passar o Natal em companhia do marido. Perguntou se eu receberia a mulher que, mesmo estando de oito meses, fora até o Fórum, na esperança de falar comigo. Sim, eu

estava disposta a ouvir a esposa, como sempre estive disposta a ouvir quem quer que se julgasse injustiçado ou precisando de orientação. A essas alturas, eu já havia decidido concordar com o pedido de liberdade provisória do réu e aproveitei a presença da esposa para fazê-la se comprometer a zelar pelo bom comportamento do marido. Ela prometeu tudo, é claro, e foi embora esperançosa, enquanto eu redigia minha manifestação nos autos, no sentido de que ele poderia aguardar o julgamento em liberdade. Uma hora depois de eu ter mandado os autos de volta para o cartório, o juiz da Vara entrou na minha sala preocupado, com o processo sob o braço. Ele queria saber porque eu havia concordado em soltar um sujeito com uma vasta folha de antecedentes criminais. Expliquei que, observando bem, os delitos praticados por ele haviam ocorrido há muito tempo, pois o réu passara nove anos sem ter sido apanhado em conduta criminosa. Além disso, os restos de maconha pelos quais fora preso pesavam uma grama e sua propriedade fora assumida pelo outro indivíduo que o acompanhava. O juiz se convenceu. Ponderou que, como eu estava concordando, ele não iria negar o benefício e mandou expedir alvará de soltura. Naquela tarde, fui para casa preocupada, pensando se havia tomado a decisão certa. Se aquele sujeito cometesse qualquer infração, por menor que fosse, eu me sentiria responsável perante a sociedade. Por outro lado, manter o acusado preso, nas circunstâncias em que os fatos ocorreram, não se justificava. O tempo passou e o mês de dezembro terminou. No final de janeiro, um calor infernal, eu estava suando na minha sala, no mesmo Fórum, quando o advogado daquele réu entrou dizendo “a senhora não sabe o que aconteceu”. Gelei na cadeira. Em seguida perguntei “ele cometeu outro crime, doutor?” “Não, não. Ele passou o Natal com a esposa, ficou muito agradecido à senhora, reabriu a mercearia e o negócio estava andando. O filho nasceu, o casal estava feliz”. “Mas então, qual é a novidade?” perguntei. O advogado puxou uma cadeira e sentouse. Pausadamente, disse-me: “Ele morreu na semana passada, foi atropelado por um motociclista quando saía de casa. Se tivesse ficado preso, ainda estaria

Eduardo D. Vilas Bôas Bertocco Advogado e Consultor Jurídico

vivo”. Estou chocada com essa morte, até hoje. Quando concordei com a soltura daquele homem tentei avaliar todas as possibilidades relevantes para a sociedade e a Justiça, mas a morte acidental era imprevisível. Mesmo assim, fiquei com a estranha sensação de ter sido usada por forças superiores para que o réu cumprisse seu destino. Tomar decisões não é tarefa fácil.”. Este relato me fez refletir sobre minha incumbência de lutar pela Justiça, pela defesa de meus clientes, o que é, por vezes, infausta, com eterna preocupação de dar razão a quem a tem. Da mesma forma, imagino o tormentoso trabalho dos Promotores e Juízes, que têm de ser imparciais, buscando a verdade real sobre os fatos. Daí a importância da independência funcional e do livre convencimento dos aplicadores do direito. O e-mail é finalizado assim: “Só quem mergulha na causa tem a chance de proferir a melhor decisão e, ainda assim, pode errar.”. Realmente, algumas vezes nos deparamos com “armadilhas do destino”.

Expediente Direção Geral Jaqueline Lasarete de Bem (16) 98169.1340 Jornalista Responsável Alexandre Neri Xavier MTB – 26.599 Impresssão Gráfica Primeira Página (16) 3373.7373 cidadeemfocosrv@gmail.com

Colaboradores André Nader Cecília Pacheco Cristina Yazbek Eduardo Bertocco Felipe Palomares João de Bem Marcelo Sordi Ricardo Costa Rogério Moscardin

Cada cidadão é responsável pelo texto que escreve no Grupo Cidade em Foco Opinião do Cidadão, ciente que pode ser publicado no Jornal impresso. A opinião dos colunistas e dos cidadãos não é necessariamente a opinião do Jornal.


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CARTÓRIOS OS RISCOS ADMINISTRATIVOS E PROCESSUAIS DA DECLARAÇÃO FALSA QUANTO AO VALOR DESPENDIDO NA COMPRA E VENDA

Terreno Centro 465 mts

150 mil

Casa COHAB 3 2 dormitorios

110 mil

Casa av. Rio Branco

220 mil

Dois terrenos juntos no JD. Dom Bosco Venha conferir!

Casa próxima ao Buracanã

365 mil

Casa Rua Alagoas 2 dormitórios

150 mil

Casa Jd Dom Bosco 2 dormitórios

120mil

Csaa com 2 dormitórios Jd. Nova Roma

125 mil

Casa + barracão proximo ao Estrela Azul

190mil

Apartamento 3 dormitórios e uma suite

180 mil

Casa com 3 dorm e uma suite Jd. Nova Roma

200 mil

Casa Luis Gonzaga precisa reforma

60 mil

Por Cecília Pacheco

Conforme escrevi nas duas últimas colunas, o costume social de declarar falsamente em contrato particular ou na escritura pública valor a menor daquele efetivamente negociado pode gerar inúmeras conseqüências, seja no âmbito penal, tributário, administrativo, civil ou processual. Após análise quanto às conseqüências penais, tributárias e civis que fizemos anteriormente, vou falar essa semana de um efeito administrativo e um processual que pode acontecer àqueles que declaram um preço inferior ao efetivamente despendido na negociação. No campo administrativo, a Lei Federal 10.257/2001 em seu artigo 25 e seguintes trata do direito de preempção do Poder Público Municipal na aquisição de áreas delimitadas no plano diretor municipal. Essas áreas podem ser para regularização fundiária, execução de programas e projetos habitacionais de interesse social, implantação de equipamentos comunitários, entre diversos outros. Referido direito confere ao Município a preferência na aquisição das áreas delimitadas pelo valor declarado na escritura pública ou contrato. Na prática isso significa que se vendedor e comprador declararem um valor menor na escritura do que aquele efetivamente negociado, o Município, usando seu direito de preferência, irá adquirir o bem do comprador pelo valor declarado, causando imensos prejuízos ao adquirente. O direito de preferência a ser exercido pelo Município refere-se à alienação onerosa, ou seja, transferências de bem ajustadas por contrato de compra e venda. Quando se tratar de permuta, dação em pagamento, doação, herança e legado não teremos a incidência do direito de preferência municipal. Já no campo processual, pode ser determinada a anulação do negócio jurídico e conseqüentemente da escritura ou contrato de compra e venda, quando existir algum vício no negócio ou se houver embargos de terceiros e a questão precisar ser resolvida em indenização de perdas e danos. Se isso ocorrer, o valor da indenização a ser fixada judicialmente será o valor que foi declarado na escritura, e não o valor real que foi pago na negociação, o que acarretará enormes prejuízos ao comprador que aceitou declarar valor menor do que aquele efetivamente despendido. Assim, atenção e cuidado, como disse anteriormente, muitas vezes o barato poderá sair muito caro!!! Ótima semana a todos e até a próxima. Cecília Pacheco Registradora de Imóveis em Santa Rosa de Viterbo-SP Escreve semanalmente para o Jornal Cidade em Foco


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Bella Casa Acabamentos

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CULTURA

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“Semana que vem tem Final de Semana Cultural e Circuito Cultural”

A partir de quarta-feira tem Semana Cultural. Confira a programação na página 21


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CULTURA Acontecerá na próxima semana, juntamente com a Quermesse de Santa Rita, na Praça do Estrela Azul, um final de semana dedicado a algumas das expressões culturais de nossa cidade.   Na Quarta-feira (21), a Banda Renato Massaro, dirigida pelo maestro Pedro, se apresentará as 20 horas.   Na Quinta-feira (22), a Famusa, que possui sua Sede no  Centro Cultural LUA e é dirigida por Macelino Massaro , estará acompanhando a prossição de Santa Rita de Cássia, que sairá da Quadra Coberta as por volta das  21 horas, com destino a Praça do Estrela Azul.   Na Sexta-feira (23), é a vez dos alunos do Grupo de Capoeira do Centro Cultural, dirigidos pelo Mestre Clodoaldo, apresentarem toda a sua técnica para o público que estiver na Quermesse.   No Sábado (24), a Fundação Cultural, através do Programa Circuito Cultural Paulista, apresenta o espetáculo “Nacho Rey”. Espetáculo Circense cômico de grande qualidade artística, onde o palhaço vai mesclando ao longo da apresentação malabarismo, acrobacias e shows de equilíbrio. Uma atração imperdível, não só para crianças mas para toda a família. Apresentação será as 19:45 horas.    Também no Sábado, a Banda Juvenil de Santa Rosa de Viterbo, comandada pelo Maestro Maurílio de Oliveira Jr, abrilhantará o jantar dos presentes na Quermesse com uma apresentação dentro da Quadra onde estará acontecendo o evento, as 20:30 horas 

RESPOSTAS DE DEUS Eis algumas das respostas de Deus, nos fundamentos da vida, através da Misericórdia Perfeita: o bem ao mal; o amor ao ódio; luz às trevas; equilíbrio à perturbação; socorro à necessidade; trabalho à inércia; alegria à tristeza; esquecimento às ofensas; coragem ao desânimo; fé à descrença; paz à discórdia; renovação ao desgaste; esperança ao desalento; recomeço ao fracasso; consolo ao sofrimento; justiça à crueldade; reparação aos erros; conhecimento à ignorância; bênção à maldição; amparo ao desvalimento; verdade à ilusão; silêncio aos agravos; companhia à solidão; remédio à enfermidade; e sempre mais vida nos processos da morte. Efetivamente, podemos afirmar que Deus está sempre ao nosso lado, mas pelas respostas de Deus, no campo da vida, ser-nos-á possível medir sempre as dimensões de nossa permanência pessoal ao lado de Deus. Instituto André Luiz


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Abaixo Assinado

Junte-se a nós e vamos lutar por esta causa

BOM PRATO no HC /CAMPUS (Ribeirão Preto) A instalação do BOM PRATO NO HC/CAMPUS, em Ribeirão Preto, é uma reivindicação antiga de toda a região. Até agora, nenhuma resposta positiva do Governo Estadual para implantar o restaurante no hospital. Idosos, crianças, gente de todas idades e cidades buscam tratamento no HC/Campus. A lanchonete de lá é terceirizada e cada marmitex custa R$ 10,00. São mais de 300 cidades que diariamente levam pacientes ao HC. Mas é preciso dar opção de alimentação acessível. Por isso, a região de Ribeirão Preto está envolvida nesta causa. Queremos seu apoio para levar esse pedido ao Governador Geraldo Alckmin. A comida do Bom Prato é excelente e custa apenas 1 real. O abaixo assinado estará disponível em diversos comércios da cidade, não fique de fora assine e confira também pela pagina do facebook https://www.facebook.com/BomPratoHC


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Já se passou um ano. Um ano depois do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aproPor André Nader var a Resolução Nº 175, que impede os cartórios brasileiros de se recusarem a converter uniões estáveis homoafetivas em casamento civil, ao menos mil casamentos homoafetivos foram celebrados no país nos últimos 12 meses. O maior número de uniões ocorreu em São Paulo, onde somente na capital foram celebrados 701 casamentos, segundo levantamento da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). A Resolução entrou em vigor no dia 16 de maio do ano passado. De acordo com o levantamento realizado pela Associação de Registradores da Cidade de São Paulo, o mês de outubro liderou a realização dessas celebrações com 90 cerimônias, seguido pelo mês de novembro, com 80 casamentos, maio, com 73, e agosto, com 71. Abril, com 57 casamentos, fecha a lista dos cinco meses com mais realizações. Na avaliação do conselheiro Guilherme Calmon, a edição da Resolução nº 175 pelo CNJ foi importante para equilibrar as decisões dos tribunais em relação ao casamento gay, cessando a disparidade de entendimentos em relação a esse tema. “Dos 27 estados, 15 não se manifestavam em relação ao assunto e 12 já haviam editado normas favoráveis a esse tipo de união. Analisamos os casos e julgamos que estavam corretos aqueles que entendiam a legalidade do casamento civil entre uniões homoafetivas”, explicou Calmon. Em Rio Branco, foram celebrados apenas dois casamentos civis homoafetivos. Para o conselheiro do CNJ, o baixo quórum de pedidos de casamentos homoafetivos em determinadas regiões brasileiras está relacionada ao preconceito da população. “Essa é uma questão complexa. Estamos falando de uma sociedade muito heterogênea há pais que chegam a banir os filhos que assumem sua homossexualidade”, disse. Antes da publicação da resolução do CNJ, a conversão da união estável em casamento já vinha ocorrendo em algumas localidades. Segundo levantamento da Associação de Notários e Registradores do Brasil (Anoreg-BR), só no ano passado cerca de 1.200 casais do mesmo sexo registraram suas uniões em cartórios de 13 capitais. Direitos - Casamento e união estável geram diferentes direitos. Em uma união estável, parceiros só adquirem direito à divisão de bens após período mínimo de convivência. No casamento, o direito é imediato, ainda que o enlace tenha terminado horas depois. O casamento também modifica o status civil dos envolvidos para casado já a união estável não gera modificação no status civil.


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OPORTUNIDADES E NEGÓCIOS Sim meu amigo, considerando o ano atual, estagnado diante do marasmo econômico e em ponto morto por causa das eleições e da expectativa do impacto (político e econômico) da copa, o próximo (2015) será o ano dos ajustes difíceis. Por Rogério Moscardin

Feliz 2016! Caro leitor, por favor não me jogue pedras, é evidente que não quero atrasar a sua vida em dois anos, mas a realidade precisa ser encarada. E de frente. Contudo, caso não esteja acompanhando as análises econômicas (praticamente unânimes) e os prognósticos de alguns destacados representantes da classe empreendedora brasileira, eu mesmo afirmo com segurança: provavelmente não enfrentaremos nenhum vendaval, mas certamente atravessaremos uma boa ventania antes de nos depararmos com um ano novinho em folha, onde poderemos avançar com segurança.

Nada mais natural, depois da euforia dos últimos anos, e das bobagens governamentais que desestabilizaram o processo econômico, o dever de casa grita para ser feito. E então, caso sejamos bem sucedidos nos ajustes e sortudos diante das políticas do novo governo que virá (seja ele encabeçado por quem quer que seja), teremos um 2016 mais interessante. Convenhamos já era hora. Sendo assim, e conscientes de que dois anos passam muito rápido, e é claro, sem deixar de lado as oportunidades que todas as fases difíceis também nos trazem - principalmente para empresas pequenas com grande participação de mercado para se conquistar – listamos abaixo alguns cuidados e precauções para enfrentarmos a ventania que se aproxima. 1. Não deixe de investir, é nessa

hora, onde os ativos se depreciam em valor que se aproveita para apostar no futuro (isso sem dúvida funciona melhor, caso você tenha tomado o cuidado em manter alguma liquidez de recursos); 2. Separe claramente o que é investimento de custeio (gastos correntes). Isso é fundamental para uma gestão financeira eficiente – que por si só é essencial em qualquer época, mas nas fases difíceis torna-se vital; 3. Controle os custos com rigor. Em épocas de trovoadas, não se gasta com o que não é necessário (por isso você separou o custeio do investimento, lembra?). Um bom caminho é combater hábitos de consumo desnecessários. A velha e rasgada pergunta sempre será útil: “Nós precisamos mesmo disso?”;

o seu coração. Sim, descarte colaboradores incompetentes. Simples assim. É duro? Sim, mas quem disse que não seria em algum momento? 6. Ajuste o seu planejamento. Observe se ele não está muito distante do cotidiano operacional (a frente de batalha), e corte as costumeiras gorduras retóricas. E a propósito, aproveite para nunca mais permitir que retornem ao documento. Este precisa ser levado a sério e operado como um instrumento de gestão constante.

7. Se sentir necessidade, calibre o posicionamento do seu negócio. Ajuste linhas de produtos e serviços e avalie criticamente a política de preços. Caso conclua que existe a necessidade de mudanças muitos fortes, implemente-as. Essa é a hora. Lembre-se, você precisa sobreviver ao desembarque para 4. Fuja das soluções e cosméticas atingir a praia em 2016. e das modinhas de gestão. A hora é de assertividade, objetividade, 8. Mantenha o ânimo e não desista dos seus sonhos. Esta eficiência e boas métricas; não será a última crise que 5. Deixe um pouquinho de lado enfrentará. Siga em frente, sem essa chatice da ditadura do esquecer do aprendizado que politicamente correto e endureça ela vai gerar.


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INFORMÁTICA

7 dicas para abrir anexos de e-mail com segurança Adriana Tempesta mensagem. A forma mais utilizada por cibercriminosos para chegar às vítimas é mandar um e-mail com anexo perigoso para que a pessoa abra e infecte o computador. Abaixo você confere algumas dicas que podem te ajudar a se prevenir dessas ciladas: 

1) Não abra anexos que você não está esperando, mesmo que pareça vir de um amigo. Entre em contato com o remetente para verificar a fonte da

4)  Use um serviço de e-mail que verifique automaticamente se os anexos de e-mail têm um vírus no nível de servidor, antes que as mensagens sejam encaminhadas para o seu computador.

2)  Certifique-se de que o firewall do seu computador está ativado e instale as atualizações em seu sistema operacional. Se você usar um roteador para uma rede doméstica sem fio, certifique-se de 5) Verifique se seu serviço de e-mail que o dispositivo tenha também um tem uma opção que abre todas as mensagens ou faz os downloads firewall ativo. automaticamente e mantenha a 3) Instale um programa de segurança opção desativada. de alta qualidade e analise o seu computador regularmente para 6)  Verifique regularmente o site ajudar a identificar e desativar do seu provedor de e-mail para atualizações de software e alertas de anexos maliciosos.

segurança. 7)  Uma das melhores maneiras de verificar a segurança de anexos de e-mail é confiar em seu próprio senso comum. Espere antes de clicar em um anexo. Verifique o remetente. Palavras estranhas e sequências de números são indícios de que o anexo pode ser maligno. Se você estiver executando um sistema operacional Windows, verifique a extensão do arquivo. Se a extensão é um arquivo executável como a “.exe», não abra o arquivo.


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SOCIAIS

A mais nova fisioterapeuta de nossa cidade, Isadora Verdú, dedica-se a nossa cidade e investe na Saúde local com o bem equipado consultório FISIOBEM

Equipe da Libélula, Tribal, Alto Astral e Estilo Country! Lá vem a Júlia!!

Aos recém casados Vânia e Manu, muitas felcidades! Ana Paula e Marcelo , da Sorveteria Itapolitana , presentes na festança!

E o herdeiro da Visual Mídia completa 10 aninhos. Parabéns Murilo!!!


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Edição 66 - Ano 2

Sábado, 17 de maio de 2014

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