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Ano 1 - Edição 45 - Santa Rosa de Viterbo, 29 de novembro de 2013

No Natal, todo mundo fica solidário, diz cidadã

João de Bem recebe título de Cidadão Benemérito em Minas

Amigo Secreto Projeto Guri

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Esse caipira fica aperreado com a situação Página 9

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Criticar carro com som todos querem, há muitas coisas em nossa cidade que deixam a desejar. Cadê a área de lazer que o prefeito prometeu? Já se passaram quantos meses e nada ainda. Página 11

Bazar Beneficente pela saúde de Ana Júlia

Convidamos a todos para o Bazar Beneficente, que será realizado, em favor de Ana Júlia Divino, hospitalizada em Ribeirão Preto, O Bazar será realizado no dia 1 de dezembro de 2013, domingo, das 10 horas até as 17 horas, com peças de vestuário novas e semi-novas, com preço único de 10,00. Rua Angelo Alonso, 238 - Jardim das Flores, esquina com Avenida Fiuta (Estradão). Contamos com sua presença, divulgação e colaboração.

Cinema no Bairro foi sucesso

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Falta de educação, lamentamos

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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013


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Opinião do Cidadão

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No Natal, todo mundo fica solidário, diz cidadã Curtiram:

Tio Dani, Jose Roberto, Gilberto Torres, Eveline Rose, Marcelo Benjamin Sordi, Thamara Gratão, Sirlene Pereira, Rita Martani, Mayara Teixeira Santos, Cristian Castro, Marilza Teixeira da Silva, Lethicia Orlando, Jaqueline de Bem

Comentaram:

Andrea Rose Moraes Acho muito louvável essa campanha que estão anunciando na rua Natal Solidário, mas acho uma maneira de tapar o sol com a peneira, pedir é fácil, um pacote de arroz aqui, um litro de leite ali, o difícil é manter isso, apenas no Natal não resolve o problema, ameniza a dor de alguém que não tem o que comer, mas não resolve, o povo precisa de emprego bom, de salário digno pra poder comprar o que comer, o que vestir, o que há de melhor para sua família. Não acho errado, muito pelo contrario, essas campanhas ajudam o povo, mas é triste ver os outros 364 dias com sofrimento e angustia de não poder dar o que um filho pede, o nosso povo precisa de escola, para que tenhamos bons profissionais, trabalho para dar orgulho ao pai de família, e políticos menos corruptos para tudo funcionar... Em 2014 não quero copa do mundo aqui, quero mais dignidade para este povo sofrido. Quero ver se na copa alguém vai se lembrar de ajudar algum coitadinho com uma cesta básica, se vai existir alguma palavra além de gol na garganta de algum brasileiro, se alguém irá notar a presença de um pedinte na rua sem medo de ser assaltado. É galera, no Natal todo mundo fica solidário...

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Jose Roberto  Concordo em gênero, número e grau. Essas campanhas são atenuantes na situação de muitas famílias, mas só no período natalino. Precisamos de políticas públicas voltadas à educação, ao emprego, ao empreendedorismo. Creio que ninguém goste de ficar eternamente na dependência de bondade alheia. Se queremos mudar o país, precisamos começar mudando nossas cidades, e sempre para melhor. Sei que existem muitos que são a favor de “deixar como está”, mas muitos são favoráveis às mudanças que beneficiem o maior número de pessoas possíveis. Eu sou uma delas.

Ana L.Rodrix  Infelizmente, este é nosso BRASIL. Andrea R.Moraes  É gente, e esse é nosso Brasil, e nossa cidade esta nas mãos de pessoas que olham apenas para o próprio umbigo, não estão nem ai pra nada, fazem as coisas “apenas para o inglês ver”, se importam com a população apenas até a pagina 2, vem nas nossas portas em época de eleição com promessas e lindas palavras, passa a campanha nem na sua cara olham, cheios de pompa tomam posse de seu cargo e se tornam o “Eu sou mais Eu” saem falando sobre família, educação, responsabilidades e cidadania e nem sabem o que isso quer dizer na realidade, perdem o respeito assim ganham a campanha. Perdem as diretrizes do que é moral e as vezes passam por cima de tudo, até de suas famílias. E como saber quem é o menos mentiroso e hipócrita nesta historia? Se alguém souber a resposta me avisa porque a coisa ta feia! Jose Roberto  O que precisamos é menos políticos na administração e mais administradores na política.

Homens Grandes Comprovação histórica – no tamanho, na força física – ainda é assim o que as estatísticas hoje indicam. Homens grandes são mais requisitados para cargos com maior nível de remuneração. Estudos americanos por João de Bem constatam essa particularijotabem@bol.com.br dade – altos e aparentemente fortes levam vantagem. Historicamente os mais fortes se faziam chefes de tribos primitivas por sua força bruta. A liderança estava no tamanho do sujeito, necessário à época, onde porte físico era arma de defesa e ataque. Ainda melhorna consecução de comida. O instinto do animal humano prevalece nas fêmeas atéhoje.A maioria prefere machos vistosos – altos e fortes – aos de menor tamanho, segundo estatísticas. Talvez por isso a humanidade não avance nas questões inteligentes pertinentes a alma, como a integração humanitária via excelência naraça – ainteligência criativa. Também por isso o homem vive majoritariamente em função do ter –a vida moderna está condicionada a estatísticas – econômicas, financeiras, demográficas, entre muitas. Isso é reflexo do poder compulsivo – quanto maiores e positivos os números da economia de uma nação, maior o poder sobre outros povos. Parece que a vida, para a maioria, tem um único objetivo – o instintivamente primárioter - sob qualquer circunstância. Com esse obsessivo raciocínio não sobra tempo para pensar-se em equacionar o grave problema que aflige a humanidade, com destaque para países subdesenvolvidos, especialmente o Brasil - a desigualdade social.Os políticos a quem delegamos poderes para gerir nossos recursosvivem se digladiando para manter-se no poder – não encontram tempo para planejar soluções sociais. Isolam-se em interesses particulares ou de pequenos grupos, remoem-se em brigas intestinas, criam mecanismos para locupletarem-se distantes da função social abrangente para a qual foram eleitos.O produto da incompetência desses “filhos de Eva” é o crescimento incontrolável da violência desenfreadamotivada pela falta de educação generalizada. A força bruta do Estado não é capaz de neutralizar contingentes deexcluídos“ignorantes” – grandes e pequenos - espalhados nas periferias de grandes cidades. Não é suficientemente forte para erradicar as drogas disseminadas pelo país. O crime organizado já é uma instituição - onde prevalece o primitivo método de dominação – a força.Não necessariamente aplicada por homens grandes, tampouco grandes homens, mas sim por homens “genéricos” fortalecidos na exclusão proporcionada pela falência de instituições gerenciadas por também genéricos humanoides: Anões em civilidade, pequenos em humanidade, fracos em moralidade, vazios de responsabilidade e de senso de justiça!


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Como os crentes serão julgados? “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal.” (2 Coríntios 5:10) Você já deve ter se perguntado como os crentes serão julgados, já que são justificados pela fé e não pelas obras. Jesus disse que aqueles que crerem nele, não comparecerão diante do trono de Deus para serem julgados para salvação ou condenação, mas para serem julgados por suas obras. Veja: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em juízo, mas passou da morte para a vida.” (João 5:24) Sabemos que a salvação é uma questão de fé e não vem através do nosso esforço, mas existem outras recompensas eternas, que dependem da nossa fidelidade “O que planta e o que rega têm um só propósito, e cada um será recompensado de acordo com o seu próprio trabalho.” (1 Co 3.8)   “…sua obra será mostrada, porque o Dia a trará à luz; pois será revelada pelo fogo, que provará a qualidade da obra de cada um.  Se o que alguém construiu permanecer, esse receberá recompensa. Se o que alguém construiu se queimar, esse sofrerá prejuízo; contudo, será salvo como alguém que escapa através do fogo.” (1 Co 3:13-15)   Os crentes são considerados justos em Cristo, mas também serão recompensados pelo bem ou o mal que tiverem feito por meio do corpo de Cristo. Deus espera que as nossas atitudes depois que nascemos de novo, reflitam a Sua glória que está em nós. O que praticarmos nessa vida faz a diferença aqui e no dia que estivermos diante do Senhor. Não precisamos saber os detalhes desse julgamento; apenas precisamos saber que Deus é o juiz mais justo de todos. Somente Deus pode analisar e julgar corretamente todas as questões: dons espirituais, condição cultural, as incertezas da vida e as oportunidades que temos. Por isso o melhor que podemos fazer é temer a Deus e serví-Lo com sinceridade de coração, buscando sempre nos aperfeiçoar na santidade.   Fonte: http://colunas.gospelmais.com.br


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Processo seletivo para seguintes vagas

Recepcionista Vendedor externo Telemarketing As vagas deverão preencher os seguintes requisitos: * Experiência anterior comprovada em carteira * Disponibilidade de horários * Maiores de 20 anos * Ambos os sexos Os interessados deverão enviar currículo para o e-mail

escolaworksheet@gmail.com


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Adriano Goncalves Humberto Filho Bem vindo ao Brasil, onde carro rebaixado e som automotivo é crime e corrupção é arte! Lamentável, queremos nosso espaço pra nossa diversão, nosso lazer! Jean D. de Oliveira O coração fala do que a boca está cheia e nossos profissionais de medicina indo embora, tem pessoas que apagam fogo com canequinha. Som é 2° plano pra tomarmos conta. Muitos cuidam do som que por sinal dizem que esta incomodando, quero ver a hora em que a rua Agostinho Tavares Pereira x Jose Antonio de Oliveira ( Teto ) cau-

Criticar carro com som todos querem, há muitas coisas em nossa cidade que deixam a desejar. Cadê a área de lazer que o prefeito prometeu? Já se passaram quantos meses e nada ainda. sar algum acidente vital. Esse cruzamento fica na entrada do Teto e é a primeira rua que leva ate a igreja local. Está um caos, crianças saindo da escola, caminhão atravessando, carros sem saber o sentido da via. Está feio coisa ali. Por favor, deixem o som dos carros de lado. Vamos nos preocupar com o estado humano primeiro. “Ali está sendo chamado de ‘a boca da morte”. Deus que não permita isso: se acontecer um acidente ali vai da cidade alerta e fantástico, esta extremamente violento, se ficarem ali no coreto (pracinha) verão a coisa feia e carros entrando na contra-mão, carros

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não sabendo o que fazer em mão simples. Dá uma força ai quem for responsável pelo assunto. Adriano Goncalves Cadê o pessoal da Prefeitura que inventa lugar proibido onde não se tem necessidade como na praça do estrela azul e o sentido esquerda da praça matriz a noite. E deixam rua que o Jean comentou sem sinalização? Hugo Donizete Santa Rosa é assim mesmo, o pessoal daqui só reclama da gente que curte som, mas como disse o Adriano Gonçalves. cadê o espaço? Eu tava na câmara no dia da reunião que fizeram conosco. Só estou esperando uma oportunidade de reclamação pois tem muitas coi-

sas que o pessoal poderia relevar como: passar de carro a tarde na avenida com som alto que tem de mais? Agora se fosse de madrugada ai ficaria quieto pois ninguém é obrigado também. Se cada um que entrasse na prefeitura cumprisse com suas palavras a nossa cidade já estaria muito melhor. Edimar Oliveira  Engraçado, em época de eleição a gente é obrigado a ouvir esses jingles (musicas de campanha eleitoral) de muito mau gosto diga -se de passagem o dia todo em um volume ensurdecedor e não são multados e nem vejo ninguém reclamando. Pau que dá em Chico também não teria que dar em Francisco?

Expediente

Direção Geral Jaqueline Lasarete de Bem (16) 8169.1340 Jornalista Responsável Alexandre Neri Xavier MTB – 26.599 Impresssão Gráfica Primeira Página (16) 3373.7373

Colaboradores João de Bem Felipe Palomares André Nader Eduardo Bertocco Cristina Yazbek Ricardo Costa cidadeemfocosrv@gmail.com

*Cada cidadão é responsável pelo texto que escreve no Grupo Cidade em Foco – Opinião do Cidadão, ciente que pode ser publicado no Jornal impresso. A opinião dos colunistas e dos cidadãos não são necessariamente a opinião do Jornal.

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Direito real de habitação: o que é isso? O direito real de habitação é o direito que tem o cônjuge sobrevivente, independente do regime de bens de seu casamento, de permanecer residindo na morada do casal após o falecimento de seu consorte, desde que aquele imóvel, que era usado para moradia, seja o único bem de natureza residencial a ser inventariado, não havendo limitações temporais ao exercício do direito aqui assegurado, de tal forma que o cônjuge sobrevivente o detém de maneira vitalícia. Trata-se de direito sucessório que deve ser exercido Eduardo D. Vilas Bôas Bertocco pelo seu titular, não havendo a sua Advogado e Consultor Jurídico concretização de forma automática e instantânea. Deve ser requerido pelo seu detentor nos autos do processo de inventário. Após concluído o inventário e registrado o formal de partilha, deve constar expressamente da matrícula do imóvel no Ofício Imobiliário. Não existe direito real de habitação presumido ou tácito, assim como não existe renúncia presumida ou tácita. O fato de não ter sido requerido o direito no feito do inventário não implica em sua configuração, mas também, por outro lado, não implica em sua renúncia. Tanto que pode vir a ser requerido, se o for tempestivamente, mesmo depois de concluído o inventário. Por se tratar de direito real sobre coisa alheia, não há direito se não estiver estabelecido e registrado na matrícula do imóvel. Uma vez estabelecido o direito real de habitação, ele retroage ao momento da morte do autor da herança, de tal forma que, desde o óbito, o titular do direito à habitação já o detinha, mesmo que não tivesse exercido, para que assim se dê o perfeito cumprimento ao Princípio da Saisine. Portanto, ainda que não tenha feito requerimento expresso, desde que esteja a tempo de fazê-lo, poderá o titular do direito real opor o seu direito contra terceiros ou, até mesmo, contra os herdeiros e interessados no inventário e na partilha dos bens. O direito é de moradia e não de usufruto. Logo, o cônjuge sobrevivente pode continuar a residir no imóvel, mas não pode transferir a posse direta do mesmo para outras pessoas, sob qualquer título, seja transferência gratuita ou onerosa. É claro que esta moradia não precisa ser exclusiva do cônjuge sobrevivente sobre o imóvel em questão, poderá ele estar acompanhado de filhos, parentes e, até mesmo, como dita o Novo Código Civil, de um novo companheiro ou esposo. O que importa é que o viúvo ou a viúva ali esteja residindo, mesmo que não tenha mais estado de viuvez. O direito real de habitação hoje se encontra estabelecido no art. 1.831 do Código Civil de 2.002 e, como primeira distinção que se deve fazer em relação à fixação que havia no Código Civil de 1.916, é direito de todo e qualquer cônjuge, casado sob qualquer regime de bens. Antigamente, só o cônjuge casado pelo regime da comunhão universal de bens é que o detinha. Com isto, mesmo aqueles que convolarem núpcias pelo regime da separação bens ou separação obrigatória de bens, assim como aqueles que casarem pelo regime da participação final nos aqüestos, terão direito real de habitação. A nova lei usa o termo “qualquer que seja o regime de bens”. Saliente-se que o art. 1.829, I, do CC, excluí o cônjuge sobrevivente, casado pelo regime da comunhão universal de bens e também aquele casado pelo regime da separação obrigatória de bens, da concorrência com os descendentes, no tocante a titularidade dos bens deixados pelo falecimento do autor da herança. Porém, não os exclui do direito real de habitação. Desta forma, o cônjuge sobrevivente, no novo ordenamento jurídico civil do Brasil, sempre será aquinhoado na sucessão, no mínimo, com o direito real estabelecido no art. 1.831 do Código Civil. O exercício do direito real de habitação não se altera, nem no seu deferimento e nem na sua estrutura de fixação, pelo tipo de herdeiros com os quais o cônjuge está concorrendo na herança. Sejam eles descendentes ou ascendentes, o cônjuge sobrevivente terá sempre o mesmo direito e o exigirá da mesma forma. Jamais há de se falar em concorrência dos colaterais com o cônjuge sobrevivente, no tocante ao direito real de habitação, pois aqueles sempre serão excluídos de todo e qualquer direito sucessório pela existência deste. A única exigência que se faz para o deferimento do direito real é que só exista um imóvel de natureza residencial a ser inventariado. O fato de existir imóvel de veraneio – na praia, na serra ou no campo – não pode excluir do direito do consorte sobrevivo, sobre o imóvel que representava a verdadeira e permanente morada do casal. Ao contrário, também, se a morada do casal não era própria e não faz parte do monte mor partilhável, mas entre os bens a serem divididos existe um único imóvel residencial, que não era usado para moradia do autor da herança e de seu consorte, não haverá direito real de habitação sobre este imóvel que não era habitado pelo cônjuge sobrevivente. Também se existir na herança mais de um imóvel residencial, mesmo que um seja usado para moradia do casal e o outro, ou os outros, seja utilizado em locação residencial, não haverá direito à habitação. Não importa o valor do bem, sobre o qual será exercido o direito real de habitação. Nem importa o tamanho do imóvel que será objeto da garantia. Não se pode, nunca, usar a falácia de que o cônjuge sobrevivente não necessita de um bem daquele tamanho ou daquele valor para morar.


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Sexta-feira, 29 de Novembro de 2013


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Unidade na diversidade

Terreno próximo a Chácara da Dulce

25 mil

Casa Teto 3 dormitórios

100 mil

Casa Jardim das Flores precisa de reforma

115 mil

Casa Cohab I Troca por imóvel menor valor 3 dorm

Casa Jardim Primavera 2 dormitórios

Casa próximo a rodoviária 3 dormitórios

Casa Av. São Paulo 285 mts terreno

Casa + Edícula com piscina no centro

2 terrenos no Jardim Nova Roma

Troco casa com piscina no Jardim Nova Roma por imóvel com ponto comercial

24.8 alqueires entre Tambaú e Santa Rosa 19 alqueires em cana + reserva

125 mil

160 mil

33 alqueires + sede + barracão + 180 mil pés de eucalipto (1 ano, 2 anos, 4 anos)

Entre Santa Rosa e Tambaú

130 mil

170 mil

160 mil

180 mil

Deus age pela unidade, mas também pelas variedades. Isso pode ser observado na criação. Deus atrai a Si pessoas de todos os ambientes, talentos, temperamentos etc. No mundo humano, a variação humana é freqüentemente considerada um problema a superar. Deus a considera uma oportunidade de fazer uso de todo o espectro humano para levar Sua mensagem ao mundo. O orgulho está no centro da desunião, enquanto a humildade está no centro da reconciliação (Filip. 2:2-8). A gentileza ou mansidão é essencial para a unidade da igreja. Sendo o oposto da auto-afirmação, a mansidão não reage diante das ofensas. Paciência significa resistência diante da aflição, recusa de vingar as injustiças, e não abrir mão da esperança de reparar relacionamentos interrompidos.Suportar uns aos outros envolve o entendimento da outra pessoa e disposição para se perdoarem e aceitar-se mutuamente. Evidentemente, todas essas graças têm suas raízes no amor, e é esta prática ativa do amor que preserva as relações e promove paz e unidade na comunidade cristã e além. Nosso corpo compõe-se de diferentes partes que realizam diferentes funções. Mas tudo para o crescimento e melhoramento do corpo. Como indivíduos, cada um de nós cuida de seus próprios interesses. O eu é nossa prioridade, mas quando nos tornamos cristãos, devemos ter um alvo: glorificar a Deus. Trabalhando juntos para alcançar um alvo, cresceremos. Quando nos tornamos cristãos, Cristo deu significado à nossa vida: Sua glorificação e a edificação de Seu corpo, a igreja. Embora sempre sejamos pessoas diferentes, temos sempre diferentes partes a desempenhar porque estamos trabalhando para alcançar o mesmo alvo. É assim que Cristo pode levarnos à unidade na diversidade. Deus ordenou a unidade do corpo cristão. Um Deus, por meio de um Cristo nos redimiu do pecado, deu-nos uma fé, nos regenerou por um Espírito, nos fez membros de um corpo por meio de um batismo, e nos deu uma esperança eterna. Toda a Divindade está envolvida na unidade da igreja. Esse tema está em harmonia com o espírito da epístola, que freqüentemente enfatiza o papel da Trindade na história da redenção. O livro de Efésios foi escrito por Paulo enquanto era prisioneiro em Roma aguardando julgamento. Ele havia fundado a igreja de Éfeso em sua terceira viagem missionária, três a cinco anos antes. Visto que não podia visitar novamente a igreja de Éfeso, escreveu para eles uma carta a fim de fortalecê-los e confirmá-los na graça de Deus e no evangelho de Cristo, bem como para encorajá-los a realizar suas obras de serviço e santidade em resposta à graça salvadora de Deus. O Espírito Santo promoveu a unidade na igreja formando um corpo, habitando na igreja universal e sendo a esperança da redenção futura. O Filho promoveu a unidade na igreja sendo a cabeça da igreja, o objeto de fé de todos os crentes, e Aquele em quem todos os crentes são identificados. O Pai promoveu a unidade da igreja sendo o Pai de todos, o soberano sobre todos, vivendo através de todos, e habitando em todos os crentes. Fonte: www.eduardoquintella.com.br


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OPORTUNIDADES E NEGÓCIOS

Como Santa Rosa pode resolver o problema do emprego e melhorar a renda da população? Por Rogério Moscardin Talvez essa seja a grande pergunta que nos fazemos dia a dia. Estudando o assunto que também me intriga, deparei com este texto da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores. Leia e perceba que a solução está em pequenas ações que cabem a nós mesmos. O desafio de gerar emprego e renda e promover o desenvolvimento sustentado As principais pesquisas de opinião realizadas junto a eleitores e cidadãos brasileiros em geral não deixam dúvidas: o maior problema e o grande sonho da população gira em torno do emprego e da renda. As pessoas querem ter a oportunidade de construir um futuro melhor para sua família através do exercício do trabalho honesto e digno. O problema é que este desafio não é um privilégio da sua cidade, do seu estado ou do nosso brasil. o mundo todo passa por um momento de grande dificuldade no que se refere à questão do desemprego e da desigualdade. A globalização da economia e o avanço das novas tecnologias têm provocado profundas transformações no modelo de produção e, conseqüentemente, no modelo de geração de emprego e renda.

A atividade empresarial de hoje é muito diferente do tempo de nossos pais e avós!!! As indústrias estão mudando profundamente: Ontem - grandes empresas que empregavam milhares de trabalhadores com boa qualificação e salários razoáveis. Hoje – indústrias cada vez mais automatizadas, empregando cada vez menos e produzindo cada vez mais. a agricultura está mudando profundamente... Ontem – produção agrícola intensiva no uso de mão de obra, mantendo o homem no campo e proporcionando um padrão de vida sustentável. Hoje – produção altamente mecanizada, “empurrando” o homem do campo para as cidades. até o comércio e o setor de serviços estão mudando profundamente... Ontem – pequenas lojas, atendimento “familiar” e produtos locais. Hoje – grandes redes, atendimento impessoal e produtos globais. Por outro lado, os caminhos adotados no passado pelas cidades para gerar emprego e renda não funcionam mais!!! Antigamente, o “caminho” para tentar desenvolver uma região normalmente envolvia: • atrair uma grande empresa para a região.

• conquistar uma “grande obra ou investimento do governo”, tal como uma estrada, um porto, uma empresa estatal. • “torcer” para que algo aconteça espontaneamente. A dura realidade é que se tornou cada vez mais difícil atrair investimentos de grandes e médias empresas e, mesmo quando isso ocorre, os resultados de geração de emprego e renda não são tão promissores assim. Por outro lado, o governo em geral conta com recursos cada vez mais restritos para fazer investimentos que permitam às cidades atender as demandas dos cidadãos. Mas, então, o que fazer? Não há outra saída: O negócio é achar a solução dentro de casa. As cidades e os países que estão conseguindo “sair do buraco”, do desemprego e da desigualdade são

aqueles que acreditaram nas pequenas empresas, nos projetos cooperativos, no associativismo, na diferenciação, na inovação. A grande tarefa dos prefeitos e vereadores para superarem o desafio da geração de emprego e renda, é estimular e apoiar o desenvolvimento de empreendimentos inovadores e competitivos que consigam competir no mercado local, nacional e, quem sabe, até internacional. É a criação de novos negócios e o fortalecimento dos negócios já existentes que vai possibilitar a geração e manutenção dos empregos, a distribuição da renda e a geração de impostos que permitirão investimentos em áreas prioritárias para a região. Somente desta forma é possível promover um processo realmente sério de desenvolvimento sustentado. O novo caminho é empreender!!! O novo caminho é inovar!!!

Empreender e inovar significa: - Estimular e apoiar a criação de novas empresas. - Preparar as pessoas para atuar em novos segmentos de mercado. - Propor novas formas de aproveitar o potencial e a vocação da região para criação de novos produtos e serviços. - Descobrir meios de manter os jovens e as pessoas criativas e talentosas na cidade de origem, evitando a fuga para grandes centros. - Envolver a comunidade para discutir caminhos para o fortalecimento da economia da região. - Criar um ambiente favorável ao surgimento de idéias criativas que possam gerar novos negócios que promovam o desenvolvimento da região.

No relatório “desencadeando o empreendedorismo: o poder das empresas a serviço dos pobres”, preparado recentemente pela comissão para o setor privado e desenvolvimento, o secretário geral das nações unidas propôs dois grandes desafios: como desencadear o potencial do setor privado e do empreendedorismo em países em desenvolvimento e como o setor privado pode ser encorajado no combate à pobreza? O relatório enfatiza o papel das “pequenas empresas como criadoras de emprego, representando sementes para a inovação e o empreendedorismo”. Não tem segredo! O caminho mais rápido e seguro para promover a qualidade de vida da população é criar condições para que os pequenos negócios floresçam e se fortaleçam na região, promovendo o desenvolvimento com respeito ao meio ambiente. Para isso, é necessário ser criativo, ser empreendedor, ser inovador.


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ESPAÇO CULTURAL

Amigo Secreto Projeto Guri Na última 4ª-feira (27/11) aconteceu, no Centro Cultural, a Confraternização do Projeto Guri. Houve um grande Amigo Secreto onde ao invés da tradicional troca de presentes, foram trocados livros, visando incentivar o hábito da leitura. Os pequenos músicos levaram livros de vários autores, com várias histórias legais. Antes de pegar o papel com o nome do seu amigo

secreto, cada aluno deveria falar o título e contar a história do livro para todos, o interessante foi que as crianças realmente haviam lido, era algo notável devido à explicação de cada uma. O clima de alegria predominou no local. Após o Amigo Secreto houve uma Confraternização dos alunos, dos professores e da Coordenadora do Projeto Guri juntamente com os funcionários do Centro .

Cinema no Bairro foi realizado com sucesso de público Aconteceu na última 6ª feira (22/11), na “Praçaúde Municipal” (Quadra do Estrela Azul) o Projeto Cinema no Bairro, com a exibição do filme Madagascar 3 – Os Procurados. Cerca de 500 pessoas, entre adultos e crianças, prestigiaram o evento. Inicialmente a exibição seria feita em frente ao Centro Cultural, porém, devido à chuva, foi transferida para a Praçaúde onde, no final, se mostrou um local muito bom para eventos desse porte. As crianças se divertiram muito com o filme. Ao decorrer do Cinema foram distribuídos 800 algo-

dões-doces e 600 pipocas. Antes de a exibição começar, houve uma apresenta-

ção de Capoeira dos alunos do Centro Cultural e Centro Cultural L.U.A. do

Professor Clodoaldo Martins, em comemoração ao Dia da Consciência Negra.

No rumo da paz Se você retirar a sombra de tristeza que lhe cobre o olhar, observará que o Sol e o Tempo renasceram, hoje, a fim de que você possa refazer-se e recomeçar. Não se sabe de ninguém que houvesse conseguido a restauração ou o êxito em clima de desabafo. Sorrir atraindo dedicações e possibilidades ou mostrar a face agoniada da irritação, suscitando adversários ou problemas, dependerá sempre de você mesmo. Ódio e medo, inveja ou ciúme, desespero ou ressentimento desajustam a mente, e a mente desequilibrada envenena o corpo. Procure ver o melhor dos outros e dê aos outros o melhor de você, porque o pessimismo jamais edifica. Você receberá auxílio e assistência na medida exata das suas prestações de serviço ao próximo, recebendo ainda, por acréscimo, valiosas bonificações da Providência Divina. Recordemos que situar-nos nas dificuldades dos outros, de modo a senti-las como se fossem nossas, para auxiliar aos outros, sem exigência ou compensação, é a maneira mais justa de garantir a paz. Lembremo-nos sempre de que a criatura humana, seja qual for a condição em se encontre, conquanto as imperfeições ou fraquezas que ainda carregue, é um anjo em formação, caindo às vezes para levantar-se e aprender as lições do Bem com mais segurança. E, segundo as leis de evolução, toda a criatura, a fim de burilar-se, é chamada a esforço máximo, no qual a dificuldade e o sofrimento estão incluídos por ingredientes de progresso e sublimação. Por isso mesmo, em quaisquer ocasiões, seja de alegria ou inquietação, fracasso ou refazimento, se aspiramos a seguir para as vanguardas de elevação e felicidade, amor e luz, só nos resta uma solução: trabalhar. ANDRÉ LUIZ (Do livro “Astronautas do Além”, 9, GEEM) O link abaixo contém a relação de livros publicados por Chico Xavier e suas respectivas editoras: http://www.institutoandreluiz.org/chicoxavier_rel_livros.html


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João de Bem recebe título de Cidadão Benemérito em Minas Gerais

João Gregório de Bem

O empresário, João de Bem, colunista deste periódico, recebe nessa sextafeira o título de Cidadão Benemérito, na Câmara Municipal, em Cataguases, Minas Gerais. O Titulo Cidadão Benemérito é dado aquele digno de honras, merecedor de reconhecimento por serviços importantes ou por procedimentos notáveis prestados à sociedade. João de Bem, hoje empresário, que trabalha em fábrica de papel há quase 50 anos, respeitado no meio e a frente da empresa Cataguases de Papel desde 1994, muitas vezes enfrentando crises ao longo dos últimos anos, foi reconhecido não só pelos funcionários, mas pela Câmara Municipal de Ca-

taguases, cidade de Minas Gerais onde está estabelecida a empresa. A solução para o ultimo problema vivenciado somente começou a tomar forma, após os funcionários elegerem Jorge Abrita, aposentado da empresa para negociar em nome da categoria e exigirem o retorno do diretor da fábrica, João Gregório de Bem, que vivenciou os principais problemas da Cataguases de Papel e sempre deteve a confiança dos trabalhadores. A fábrica, que ficou parada quase três meses, retomou as atividades, aliviando a situação dos trabalhadores, que já estavam sem trabalhar e receber a algum tempo. João de Bem e Jorge Abrita receberam todo apoio dos funcionários no sentido de encontrar uma solução para a retomada da produção da empresa. Alberto Costa Filho, fornecedor de aparas de papel para a Cataguases de Papel, que é proprietário da Sucateira Vale do Aço, em Ipatinga, assumiu a direção da Cataguases de Papel e João de Bem, também diretor, lhe dá o suporte técnico necessário além de ser o

Indústria Cataguases de Papel responsável pela operação industrial da fábrica. “Nosso objetivo é que as máquinas não parem nunca mais de funcionar”, disse João de Bem. A Cataguases de Papel emprega cerca de 300 trabalhadores e outros quase mil

indiretamente. João de Bem agradece o reconhecimento de todos e finaliza dizendo que se sente responsável por todas as famílias que dependem da fábrica. “É uma missão, vamos cumprindo a cada dia”, finaliza o diretor.

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Opinião do Cidadão

Falta de educação, lamentam cidadãos Fabiano Lopes Maria Clara Araújo É, realmente são os alunos que fazem a escola! Luis Arnaldo Dobrew Absurdo! Realmente faltou educação aí. Fabiano Lopes Acabaram as aulas, e pra comemorar jogaram papeis de caderno tudo na rua, E ainda tem umas mulheres limpando a nojeira que fizeram. Lamentável. Dany Abaque Fazem isso e ainda acham bonito, legal ... Falta educação moral e ambiental! Primavera Clube Esses são aqueles que um dia irão tocar esse país!!! Com certeza quem fez essa maravilha é daqueles que escrevem: fasso, intendeu, nóis, vamu que adora um dia sem aula!!!! O meu Deus, o que será o fim disso!!! Luis Arnaldo Dobrew No ano passado tive que limpar em frente a minha casa porque moro perto do conde, pareceu dia de eleição, espero que não aconteça isso novamente, além de tudo é triste, são folhas em branco e até livros, um absurdo mesmo! Amine Oliveira Foi falta de educação,

não precisavam fazer isso , mas quando é Panfleto de eleição ninguém posta nada falando da educação ambiental? Dany Abaque Eu já vi vários comentários a respeito disso em época de eleição sim , o que ocorre é que sempre se comenta mas as pessoas que tem este tipo de atitude dificilmente mudam seus hábitos. Maicon Silva É não é nem questão de postar em redes sociais porque acho que isso vai da cabeça de cada um, todo mundo sabe o que faz mesmo fazendo errado, mas ninguém para pra pensar o mal que pode causar a cidade. Isso é realmente desnecessário. Jaqueline de Bem Nas eleições é um “relaxo” mesmo. Já vi comentários em páginas do face. É que este grupo não existia, se existisse poderíamos ver o mar de “santinhos”. Enfim, falta de educação geral. Dany Abaque A cidade e ao meio ambiente. Quando as pessoas pararem para pensar nisso pode ser tarde demais. Educação Ambiental é um processo por meio dos qual o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade

de vida e sua sustentabilidade. Só que as pessoas insistem em pensar individualmente.

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Jose Roberto Creio que três pilares sustentam o convívio em sociedade: educação, informação e bom senso... quem faz esse tipo de ato está com sérias dificuldades nos três. Jaqueline de Bem Pais e mães sensatos vão dar o corretivo em casa. Maria Clara Araújo Bom, acho que todo tipo de reclamação é bem vinda,tanto de panfletos de eleição,quanto de apostilas rasgadas! Ainda creio que as apostilas são muito pior,pelo simples fato dos alunos estudarem de graça, e retribuírem desta forma.Os panfletos em eleições sempre estiveram presentes,pois creio que é uma forma de propagar o candidato,mas,não retiro a opinião de que ambos são falta de respeito e bom senso.

Graziela B. Palmeiro Essa nova geração, como dizem, é mesmo muito diferente, na minha época. Guardavamos com carinho os cadernos e livros dos anos terminados. Hoje vemos tudo espalhado pelas ruas da cidade. Essa será a nova geração de cidadãos, sem respeito

e sem educação e depois ainda querem cobrar das autoridades. Espero que os pais queiram saber de seus filhos onde estão suas apostilas. Fica a dica. Gabriela Dias Pois é, infelizmente essa nova geração não tem recebido educação am-

biental em casa, a escola é de fato um pilar de sustentação e ensina desde o pré infantil a ter uma mente sustentável, mas quando o futuro cidadão não tem apoio e nem incentivo para dar continuidade ao que é ensinado na escola ai tudo aquilo que foi pregado vai por terra.


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Falta de consenso motivou a retirada d projeto que criminaliza a homofobia da pauta de votações da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Por André Nader Apresentado pelo deputado Paulo Paim (PT-RS), o texto substitutivo do PLC 122/2006 já sofreu diversas modificações, inclusive a remoção da palavra “homofobia”. Na quarta-feira (20), uma forte presença da bancada evangélica e de representantes de diversas Igrejas impediram a primeira votação do texto. Segundo Paim, a retirada do projeto é para buscar um novo consenso. No entanto, a pedido de grupos religiosos, o deputado já havia, por exemplo, modificado o artigo que torna crime “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”, ressaltando a importância em se resguardar “o respeito devido aos espaços religiosos”. Porém, as modificações não foram suficientes para os setores religiosos. “Um dos argumentos que ouvi aqui hoje foi de que uma celebração religiosa pode ser realizada em um ginásio de esporte, que não é um templo. Nesse caso, como é que fica? Eles querem que fique mais clara essa questão”, explicou Paim à Agência Senado, justificando a retirada do projeto para nova analise. Apesar do adiamento da votação, a senadora Ana Rita (PT-ES) se mostrou confiante de que a aprovação do projeto aconteça ainda este ano. “É importante que os líderes partidários se empenhem. Não gostaríamos de deixar isso para o ano que vem, até porque houve debate intenso sobre esse assunto. É matéria que, do nosso ponto de vista, contempla perfeitamente todos os setores discriminados”, declarou. O PLC 122/2006 é um claro exemplo de como a política brasileira é lenta . O projeto, que foi criado pela deputada Iara Bernardi (PT-SP), chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados. No entanto, já tramita no Senado há sete anos. Antes de o deputado Paulo Paim se tornar relator e também modificar o texto, o projeto já havia sofrido alterações da então senadora Fátima Cleide, que tentou, também sem sucesso, buscar um consenso por parte da bancada evangélica.


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CULINÁRIA

Colher de Pau Por Cristina Yazbek

https://www.facebook.com/pages/Colher-de-Pau http://cristinayazbek.blogspot.com.br

Pizza de liquidificador

Ingredientes: Massa:  1 xícara (chá) de farinha de trigo  ½ xícara (chá) de óleo  1 xícara (chá) de leite  1 colher (café) de sal  3 ovos  1 colher (sopa) de fermento em pó  Cobertura: Molho de tomate à gosto 1 cebola  azeite  Orégano  150 g de mussarela  2 colheres (sopa) de manjericão

Modo de Preparo:

No copo do liquidificador coloque o leite, o óleo, sal ovos, farinha e o fermento. Bata para se agregarem.  Coloque a massa obtida em uma assadeira redonda própria para pizza, untada e polvilhada.  Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por cerca de 10 minutos. A seguir, distribua o molho de tomate e o recheio a gosto.  Cubra com mussarela ralada.  Decore com rodelas de tomate, cebola e polvilhe folhas de manjericão e orégano.  Regue com azeite.  Leve ao forno por 5 a 10 minutos. 


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INFORMÁTICA

Grandes do e-commerce no país viram Shopping Virtual Por Adriana Tempesta Grandes empresas do varejo online estão transformando suas plataformas de vendas em shoppings virtuais que oferecem produtos de terceiros, em busca de maiores ganhos e de uma posição de destaque no ecommerce brasileiro. Esse ambiente, conhecido como marketplace, foi adotado neste mês pelo Submarino da B2W, seguindo os passos do norte-americana Walmart e do Extra, do Grupo Pão de Açúcar. Na prática, a plataforma permite aos consumi-

dores comprar artigos de diferentes varejistas usando um mesmo carrinho em um único portal, como faz a gigante norte-americana Amazon.com. Apoiando-se na oferta de terceiros, o Walmart. com estima aumento de 60 por cento nas vendas de Natal este ano sobre igual período de 2012. A empresa também prevê ter em janeiro de 2014 16 vezes mais produtos à venda do que os ofertados atualmente no site. “O futuro está em atender da melhor maneira possível. O varejo que vai ganhar essa briga é o que estará do lado do consumidor para o que ele quiser comprar”, afirmou Flávio

Dias presidente do Walmart.com no Brasil. A companhia quer as-

sumir a dianteira do setor em três anos, e o aumento do sortimento será um

dos principais pilares para quintuplicar as vendas até lá, disse Dias. Hoje o

Walmart.com está entre os cinco maiores do país, de acordo com especialistas.


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SOCIAIS Lau, sempre arrasando no look. Lindo de viver!

Ana Claudia Argeri, na Praia da Enseada, no Guarujá com as amigas

Já em clima de Natal, Dr. Rodolfo e sua bela família.

Rodrigo Leigo, de boa no Acarajé Rei! Querendo saber o que a baiana tem!


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