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Ano 01 | N.ยบ 01 | 2017

Revista

Novo posicionamento de mercado: uma empresa preparada para o futuro. Saiba porque a Ciabe estarรก presente em seus novos projetos.

Tem sempre um jeito de fazer a vida melhor. A gente resfria.


Mercapág. 4 do

Capa

pág. 8

Case

pág. 9

Destapág. 10 que

EXPEDIENTE

EDITORIAL

A Revista Ciabe é uma publicação exclusiva da Ciabe, com distribuição digital e impressa. É dirigida a todo o mercado de refrigeração do Brasil e da América Latina. É proibida toda e qualquer reprodução total ou parcial sem autorização prévia direta do Marketing da Ciabe.

É com satisfação que apresentamos a primeira edição da Revista Ciabe! Nosso mais novo meio de comunicação que tem o objetivo de divulgar para você as novidades sobre produtos, notícias do mercado, compatrilhar nossas alegrias através dos cases de sucesso e trocarmos algumas ideias a respeito de assuntos técnicos sobre o mundo da refrigeração. A Ciabe vive um momento de transformação e de novo posicionamento de mercado. Gostaríamos de lhe convidar a fazer parte disso tudo com a gente!

Redação: Frederico Werberich Henrique Reis Julio Kemer Projeto Gráfico e diagramação: Frederico Werberich

Boa leitura!

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Tecnologia é antecipar o futuro com soluções inteligentes para cada aplicação. A Ciabe tem o produto certo para o seu negócio.

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Mercado Entidades setoriais apoiam redução dos HFCs

A eliminação gradual dos hidrofluorcarbonos (HFCs) acertada este mês em Kigali, capital de Ruanda, foi bem recebida pela indústria mundial. Pelo acordo, os países desenvolvidos vão limitar produção e reduzir em 10% o uso de HFCs antes do final de 2019, em relação aos níveis de 2011-2013, e 85% antes de 2036. Na avaliação do presidente e CEO do influente Instituto de Refrigeração, Aquecimento e Ar Condicionado dos EUA (AHRI, em inglês), Stephen Yurek, as datas de congelamento e os níveis de cortes na produção e consumo dessas substâncias prejudiciais ao clima do planeta estabelecidos na emenda ao Protocolo de Montreal são ambiciosos. “Nossa indústria vai cumprir os prazos determinados e continuará a fornecer produtos de qualidade, inovadores e energicamente eficientes para o benefício dos cidadãos do mundo”, garantiu o executivo. “Estamos trabalhando duro nas pesquisas acerca de alternativas aos HFCs que serão usadas pelo setor. Também são muito importantes as iniciativas de educação e formação que terão de ocorrer para garantir a segurança das instalações e a eficiência dos equipamentos contendo esses novos refrigerantes”, acrescentou.

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Por serem inofensivos à camada de ozônio, os HFCs são usados, atualmente, em diversos tipos de produtos e equipamentos, principalmente como substitutos dos clorofluorocarbonos (CFCs) e hidroclorofluorocarbonos (HCFCs) em chillers, bombas de calor, condicionadores de ar, refrigeradores domésticos, câmaras de congelados, sistemas veiculares, instalações de refrigeração comercial e industrial, espumas e aerossóis. Embora eles sejam fluidos refrigerantes eficientes, não inflamáveis e de baixa toxicidade, seu alto potencial de aquecimento global (GWP, na sigla em inglês) motivou a celebração do acordo de Kigali. “Esse era um avanço há muito tempo esperado”, disse Andrea Voigt, da Parceria Europeia para a Energia e o Ambiente (EPEE).


Mercado Entidades setoriais apoiam redução dos HFCs

Agora, temos de fazer com que esse pacto seja implementado e garantir que a eficiência energética seja levada em consideração nesse processo. Isso porque essa transição tecnológica para os gases de baixo GWP precisa estar de mãos dadas com a alta eficiência energética, se quisermos levar a sério a redução das emissões globais de dióxido de carbono (Co2)”, ressaltou. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, os níveis de CO2 na a t m o s fe r a s u p e r a r a m , n o a n o passado, a marca de 400 partes por milhão (ppm), inaugurando uma nova era na realidade climática. Além disso, de acordo com a entidade, sua concentração permanecerá acima de 400 ppm durante 2016 e não cairá abaixo desse patamar por “muitas gerações”.

frigoríficos mais ambientalmente corretos, como hidrocarbonetos, CO2, amônia e hidrofluorolefinas (HFOs). Antes da reunião de Kigali, a entidade ratificou a sua concordância com a proposta realizada na reunião do Grupo de Trabalho Ozônio, e acatou o congelamento das importações em 2025, tomando como referência a média dos anos de 2021 a 2023. Durante o encontro, porém, ficou definido que a linha base será de 2020 a 2022.

Cenário nacional Segundo a emenda ao Protocolo de Montreal aprovada recentemente, os países em desenvolvimento, incluindo a China – o maior produtor e consumidor desses gases – deverão congelar o consumo de HFCs em 2024 e começar a fazer cortes em 2029. De acordo com a Associação Brasileira de Refrigeração, Ar C o n d i c i o n a d o , Ve n t i l a ç ã o e Aquecimento (Abrava), os hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) e HFCs, que representam mais de 95% do mercado nacional, serão substituídos por outros fluidos

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Mercado Entidades setoriais apoiam redução dos HFCs

“O Brasil está seguindo os caminhos do Protocolo de Montreal, cumprindo as metas estabelecidas desde o início com os CFCs e HCFCs, e não vai ser diferente agora”, salientou o presidente da Abrava, Arnaldo Basile, em comunicado distribuído à imprensa. Na visão da associação, os prazos estabelecidos para o controle dos HFCs proporcionam tempo hábil para orientar o setor e usuários finais sobre as novas tecnologias que já vêm sendo implantadas no País. “É importante ressaltar que, no Brasil, os HFCs são responsáveis por menos de 0,5% do efeito estufa, e que eventos como queimadas e emissões de CO2 por veículos têm peso mais considerável [no inventário nacional de gases de efeito estufa]”, disse. De acordo com Basile, a Abrava realiza, sistematicamente, eventos técnicos para profissionais do setor, com o objetivo de orientar o mercado sobre a importância das boas práticas de manutenção, instalação e operação de sistemas e equipamentos de climatização e refrigeração, assim como o manuseio, armazenagem, recolhimento, reciclagem, regeneração, reutilização e transporte adequado de fluidos refrigerantes.

Fonte: http://blogdofrio.com.br/ entidades-setoriais-hfc-kigali/

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O PRODUTO CERTO PARA O SEU NEGÓCIO

REFRIGERAÇÃO COMERCIAL LANÇAMENTO

EVAPORADOR DE AR FORÇADO BAIXO PERFIL

Novo site!

www.ciabe.com.br


Capa Novo posicionamento de mercado: uma empresa preparada para o futuro.

O aumento da população urbana e as demandas da vida moderna são dois fatores chaves para o desenvolvimento no setor de refrigeração. Para acompanhar os novos hábitos e padrões da população, existe a necessidade de desenvolver cada vez mais formas de comodidade e praticidade. No setor de refrigeração essas melhorias são aplicadas em diversos pontos. A América Latina tem ótimas perspectivas, em função de novas necessidades de uso da refrigeração. O crescimento das atividades comerciais envolvendo produtos alimentícios que necessitam de refrigeração é a principal causa dessa demanda maior. A Ciabe vem acompanhando todas essas mudanças no mundo da refrigeração. São trinta anos de mercado fabricando aletados, trocadores de calor e produtos para a refrigeração comercial e industrial que garantem o melhor desempenho e qualidade de forma sustentável. Localizada em Caxias do Sul no Rio Grande do Sul, a Ciabe (Companhia Brasileira de Evaporadores, conta com um parque fabril de 3.500m². Possui toda a infra-estrutura necessária para oferecer aos seus clientes a eficiência, tecnologia e suporte para atender as demandas de mercado.

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Com profissionais altamente capacitados, a Ciabe investe de forma contínua em aprimoramento e expansão. Além da reestruturação em sua comunicação visual, a empresa vem investindo em contratações de grande impacto visando estabelecer uma nova posição de mercado. Com investimentos em tecnologia para a fabricação de seus produtos, a Ciabe está preparada para atender seus clientes aplicando hoje o que ainda é tendência no futuro desenvolvendo produtos para refrigeração de forma sustentável com eficiência e tecnologia aumentando a competitividade de nossos clientes.


Case Entregando qualidade para mais um cliente Logmaster Logistica Integrada

Através da DMS Engenharia - BA, referência em projetos e instalações frigorificas na região nordeste do Brasil, a Ciabe fez parte de mais uma grande obra. Situada na cidade de Simões Filho na Bahia, a Logmaster ampliou seu centro logístico adquirindo racks da marca DMS e 16 evaporadores e 4 condensadores planos de alta eficiência energética produzidos pela Ciabe. Esta obra beneficiará toda a logística de cargas refrigeradas e congeladas na região. A Ciabe se orgulha em fazer parte de um projeto que faz parte do desenvolvimento e modernização do Nordeste Brasileiro.

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Resfriar Balanceamento de Sistemas Frigoríficos

O balanceamento em um circuito frigorifico é muito importante para garantir o rendimento e a eficiência do sistema, porque garante que o fluido refrigerante evapore por completo no evaporador e condense por completo no condensador. Além da eficiência prejudicada, um desbalanceamento do circuito pode gerar um superaquecimento muito alto, que resulta em altas temperaturas de descarga, diminuindo assim a vida útil do compressor, também pode causar um subresfriamento incorreto, que pode gerar variações grandes de temperatura dentro das câmaras, chegando até a provocar evaporação do fluido refrigerante ainda na linha de líquido antes de chegar à válvula de expansão. Exemplo de como aferir o balanceamento. Consideramos uma câmara frigorífica com evaporadores Ciabe ELG 450 e um condensador Ciabe CLP 800 com compressor de 30HP. Aferindo as pressões – Conjunto Manifold: Conectar o manômetro de baixa pressão na linha de sucção através da válvula schrader e o manômetro de alta pressão na linha de descarga – utilizando a válvula de serviço do compressor. Aferindo as temperaturas – Termômetro digital: Sensor de temperatura de contato, 10

isolados do ambiente para verificar a temperatura das linhas. 1 – Linha de sucção (baixa pressão) 2 – Linha de líquido – após tanque de líquido. 3 – Linha de descarga (alta pressão) 4 – Entrada do ar. 5 – Saída do ar Ligar o sistema e aguardar o tempo de estabilização, geralmente 30 minutos é o suficiente, então fazer as verificações nos instrumentos de medição. Calculo do superaquecimento: Definir a temperatura de evaporação a partir da pressão de baixa e a temperatura de condensação a partir da pressão de alta medidas nos manômetros, utilizando uma régua de pressão e temperatura dos fluidos refrigerantes. Superaquecimento = Temperatura de sução - Temperatura de evaporação. Subresfriamento = Temperatura de condensação - Temperatura da linha de líquido. Cada sistema tem seu balanceamento estipulado no desenvolvimento do projeto, caso tenha perca de rendimento dos equipamentos verifique se o balanceamento está correto. Ficou em dúvida? Mande um e-mail para nós! henrique.reis@ciabe.com.br


Resfriar Balanceamento de Sistemas Frigoríficos

Representação simplificada do controle de líquido refrigerante no evaporador realizado através da válvula de Expansão Termostática.

Líquido em alta pressão

Válvula de expansão termostática

Linha de Líquido

Mistura Líquido mais vapor em baixa pressão Evaporador

Vapor em baixa pressão

‘’X’’

Pressão de Sucção

Temperatura de Sucção

Linha de Sucção

Solicite um orçamento através dos contatos: Segmento de Disribuição:

Segmento de Instaladores:

Segmento de Fabricantes:

Segmento de Supermercados:

paulo.hage@ciabe.com.br

julio.kemer@ciabe.com.br

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Revista ciabe 1° edição 2017