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Revista Perto de Casa #25

Edição 25 | Ano VI | Distribuição gratuita

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EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO


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Revista Perto de Casa #25

Para criar a capa desta edição, fomos procurar os arquitetos Thiago Valença Ribeiro, Helvio Schobiner e Tibério Valença Ribeiro, que formam a Batatus, e andam rabiscando as casas mais respeitadas e badaladas da cidade. Helvio é da André Lobo Arquitetos, e os irmãos Thiago e Tibério são da Poligonus Arquitetura, parceira da Perto de Casa desde as primeiras edições. Além de proossionais capacitados, respeitados e muito responsáveis, são de uma criatividade impressionante. Aecemos a bela capa feita em comemoração aos seis anos da revista. Ah! Só mais uma curiosidade: os três arquitetos artistas são também das bandas Fiddy (que já saiu na revista em 2008) e Turbotiba e as Bolas de Fogo. Portanto, além dos desenhos, esse trio espalha muita música boa por aí!

Batatus por Batatus Batatus é um experimento ilustrativo que envolve a brodagem, rabiscos nas paredes e rock. Comecei fazendo pequenas intervenções, sozinho, com desenhos simples, tentáculos, texturas e algumas guras. No início, eu tinha a ajuda de Deivis para os preenchimentos, mas, por motivos de trabalho, ele teve que deixar de me acompanhar. Depois disso, criei a fanpage do facebook, em dezembro do ano passado, e chamei meu irmão, Tibério, para ajudar nos preenchimentos, e meu primo, Helvio Schobiner, que desde pirralho desenha comigo. Os trabalhos caram mais rápidos, com mais possibilidades, aanal, agora nos tornamos uma equipe. E isso sempre atrelado aos vídeos de divulgação dos desenhos, geralmente com a trilha sonora do que rolou no decorrer do desenho, quase sempre um rock doido. Resultado: já são 3.000 curtidas no facebook e quase 1.000 no instagram - agenda cheia, abrindo possibilidades para quadros, esculturas e diversos outros objetos rabiscados. Thiago Valença

Lugares já rabiscados por aqui: Mooo Hamburgueria Gourmet Restaurante Mura Orora Maison Andrea Lins Bold Comunicação Casa Comunicação Play Marketing Promocional Maxplural Desenvolvimento Imobiliário Loft Bar Winner Sports Bar La Bamba Eventos (Spirit music hall) IMEPE - Instituto de Música Eletrônica de Pernambuco André Lobo Arquitetos Esquina Arquitetura Casacor 2014 - Espaço Piscina e Jardim E algumas residências

Quem tiver curioso pra ver mais trabalhos, acesse: www.batatus.com instagram: @batatus facebook: /Tbatatus E quem quiser orçar um rabisco bacana para parede, móvel, quadro, frigobar, etc: contato@batatus.com

Thiago Valença, Helvio Schobiner e Tibério Valença no Mura Orora


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Revista Perto de Casa #25

aoooeoooooooo7ooooooooooCássio Cavalcanteeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee ooeooooooooooeoooooooo eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee

de Bernadete Bruto

Horizonte Multifário de Rosa Lia Dinelli

DICAS Difícil mesmo é escolher o sabor! oo aooooooo ooo �oooooo oooo eooo ooooooo oooooooooo ooo ooaooooo ooo oooooooooo eoooooeeooooooooooooooooaee7ooooeooooooooaoooooooooooeoooooooooooaeoooooooo oooooooooooooeooooooooooooooooooooooooeoooooo ooooooooooooo�oooooooooooeoooo7oooooooooooo�ooo�oooaooooooo�eeeoooooooooo ooo aoooo7ooo oo ooooooo ooooooaoeooo ooeeoooooo ooo aeooooo ooooo ooeaooo aoo oooooooooooooooooooooeoooooooooooooo�oooo�oaoeaoooooeooooooooooo�eoooo Empório do Gelato ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

Charme na Torre ooeoooo oooeoo eoo ooooaoo oooooooooo eeoo oo�ooo ooeoooaeooo oooooo ooooo oo ooooooooooooo aooeoooeoooooooooeeooooeoooeooooooeoooeeooooooooooeooeoooooooooaooooooooo ooooooooo7ooooooooooooaooooeooooooooooooooooaoooooooooooooooeo�ooo�eoooo oeaoooooooo�eo�ooo7eo �ooooooeooooooeooooooooooeooeoooooooooeoooooooeooooooeoooooooooooeooooooo oeoooooooooooooooooooeoooooeoooeoooeooeo Constant 77 7777777777777777777777777777777777777777777777777777777

Meu cantinho predileto pede um toque Modelo ooCasa ModelooooooPerto de Casaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aooooo7eooeoooooooooooooooeooooaoooooooeooooooeoao

Concurso Superpai �eoooooooooeooooooooooooooeooo�oaoooooooooooooooooooeoooo7ooooooooeeoooooo eoeoooeooooooooooooooooooeooooaoooooooeooooooeoaoooaooooeooooooooeoeoooo ooooooooooooooooooooaeoooooaoooeooeooooooooeooo�ooo aoooooooooooeoooooooeoooooooooooeoooo�

Revista Perto de Casa #25

É ISSO AÍ!

Querido Diário Peregrino


Revista Perto de Casa #25

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SUMÁRIO

20 Novamente o TDAH Texto do pediatra Fernando Azevedo

09 Bebericando

22 Saúde

Aos exploradores de novos sabores

A triste doença de Parkinson

10 Beleza

24 #penserecife

Que penteado faz a sua cabeça?

Grupo de arquitetos se reúne para desenvolver soluções urbanas

12 Beleza

26 Entrevista

Dicas de Maquiagem

O educador físico Ivo Távora Machado conversa sobre pilates

14 Receita

28 Qual é a sua história?

Viva o São João e suas delícias!

16 Automóvel Conhecendo melhor o ABS e o Airbag

18 Seis anos Festa de aniversário com muita emoção

Por Salete Rêgo Barros

29 Recife de antigamente Wilton Carvalho fala sobre os bondes do Recife

30 Perfil do escritor Apresentamos Bernadete Bruto

19 Brincar pra quê?

32 Perfil

Texto da psicanalista Maria do Carmo Camarotti

Conheça Vera Nóbrega

Escolha a melhor ideia:

EDUCAÇÃO! Na volta às aulas escolha o melhor material escolar de marcas conceituadas. E os livros com o mesmo preço da editora. Aproveite e leve o material do seu escritório, inclusive artigos para informática.


esportes

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em tudo para ser uma grande Copa do Mundo no Brasil. Bom, escrevo nesta coluna sobre o que veremos dentro de campo. Não adianta lembrar obras e mobilidade, pois precisaremos de um espaço ainda maior para comentar a respeito dos diversos problemas e do que foi feito de errado nas cidades-sede. No momento, prefiro concentrar as atenções sobre o que veremos em campo com algumas das maiores estrelas do futebol mundial brilhando nos gramados brasileiros. Nomes como Cristiano Ronaldo, Messi, Mario Gotze, Luiz Suarez, Eto’o, Drogba, Pirlo, Iniesta, Lampard, entre tantos outros. Isso sem falar em nossos craques, e toda a expectativa gerada em cima do atacante Neymar. Faço parte dos que acreditam na conquista do hexacampeonato. Antes, não apostava na volta de Luiz Felipe Scolari nem que ele tivesse condições de dar um jeito no time montado, anteriormente, por Mano Menezes. Uma Seleção confusa, taticamente, buscando um jogo com maior posse de bola e troca de passes, que não encaixava com os atletas que temos.

Ao assumir, Felipão mudou o jeito de atuar: a força da equipe estaria na energia e velocidade do grupo, na pressão no campo adversário para roubar a bola e contra-atacar com força, e nos volantes habilidosos e três atacantes, que também ajudam na marcação. Foi o estilo que caiu no gosto do torcedor, e o resultado veio com a conquista da Copa das Confederações, com uma goleada em cima da Espanha no Maracanã. Porém, o caminho para levantar a taça será bem complicado. O grupo não é moleza - Camarões, México e Croácia, nossos primeiros adversários. Passando pela primeira fase, poderemos ter logo nas oitavas de final a Espanha ou a Holanda. E, na sequência, Itália nas quartas, Alemanha na semifinal, e Inglaterra; Argentina ou Portugal na decisão. Conquistado o Mundial diante de todas essas forças, poderemos fazer estátuas para Felipão & Cia. Repetindo o que mostrou a Copa das Confederações, o torcedor participando e jogando junto, o Brasil chega como uma das grandes forças para a Copa do Mundo. Felipão

leva a base vitoriosa da competição, querendo se tornar o primeiro treinador brasileiro a conquistar o Mundial em duas ocasiões. Mas, será preciso quebrar um tabu: nunca uma seleção que conquistou a Copa das Confederações foi campeã mundial no ano seguinte. Que tudo dê certo para a nossa Canarinha. Acredito que chegou a hora do hexa!

Beto Lago Jornalista, editor do Grupo Torcida e comentarista esportivo da CBN Recife

Revista Perto de Casa #25

EU ACREDITO NO HEXA!


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um novo conceito de comida japonesa

Av. Dezessete de Agosto, 1008 Parnamirim - Recife | Fone: 3442.1174


BEBERICANDO

Aos exploradores de novos sabores

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por Juliana Paraíso

Juliana Paraíso Publicitária

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Separamos alguns aqui, para você ir lá, agorinha, experimentar! Dá só uma olhada: Quem adora o filme Sex on the City, vai curtir o drinque Cosmopolitan, preferido da Carry! Imagina só, pedir com as amigas uma jarra de Cosmopolitan, em um bar baseado no NY Concept, que traz um ar cosmopolita e aconchegante? Show, né?

O Apple Collins é um drinque que, com certeza, vai abalar seu mundo! Este é uma mistura de vodca e soda de maçã verde, que é especialmente preparado no Loft.

Apple Colins E, por último, mas não menos importante, o Coco Bamboo. Para quem prefere shots, é uma ótima pedida. Este drinque leva Tequila Silver, suco de abacaxi e xarope de coco. E para dar um toque a mais, acompanha uma fatia de laranja com açúcar de canela e pimenta do reino. É isso aí, pessoal! Se você tem dicas de lugares ou drinques que gostaria de dividir com todo mundo, manda um e-mail para taciana@pertodecasa.rec.br. Vamos adorar sua sugestão!

Coco Bamboo

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esta edição, vamos dar dicas de um lugar especial para bebericar. Com ótimos petiscos e uma carta com mais de quarenta opções de drinques, o Loft Casa Forte oferece uns bem diferentes, além dos tradicionalíssimos Sex on the Beach, Mojito e Dry Martini.


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beleza

Que penteado faz a sua cabeça? por Raphael Targino

Quem nunca perdeu uns minutinhos navegando na web em busca de um penteado ideal para usar em determinada ocasião ou, até mesmo, após definida roupa e maquiagem, se pegou em dúvida sobre qual o melhor penteado para compor o seu visual? Pois é, pensando nisso, vamos passar alguns toques que vão auxiliar na escolha da aparência mais adequada para diferentes tipos de evento.

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Primeiro passo: Qual a sua personalidade? Se a maquiagem serve para embelezar, o penteado vai te dar muitos outros adjetivos. Um rabo de cavalo, por exemplo, modifica completamente a proposta, a depender da região de fixação (na nuca, no centro da cabeça ou no topo). Na nuca, temos um look mais despojado, revelando pessoas mais tímidas; já no centro da cabeça, conseguimos vislumbrar uma atitude mais executiva, mais determinada, de uma mulher que sabe, exatamente, aonde quer chegar; por sua vez, no topo, o rabo de cavalo revela a essência de uma mulher mais cheia de si, mais elegante. No entanto, muito cuidado para não ficar com aparência infantil. Ou seja: o mesmo penteado tem diversas propostas, e cada uma delas deve coincidir com sua personalidade - isso é visagismo. Um bom profissional pode analisar e adequar determinado look ao seu estado de espírito e traços pessoais. Mas você também é capaz de determinar o que acredita que combina ou não consigo mesma.

Segundo passo: O que sua maquiagem propõe e que roupa será usada? Pois é, a maquiagem deve “casar” com o penteado. Não fica elegante você optar por uma maquiagem mais despojada e usar um penteado mais clássico, pois as propostas estarão conflitantes. Assim, o penteado deve seguir a linha da maquiagem, das roupas e acessórios escolhidos. Por exemplo, se você optar por um vestido que seja delicadamente trabalhado em renda, o mais recomendado é que a maquiagem tenda para o clássico, e o cabelo mais sóbrio e romântico. Isso inclui desde uma linda trança a um coque limpo e sem grandes variações. Já, se você optar por um vestido mais brilhoso, com paetês, vidrilhos, etc., você pode ousar mais, tanto no make, quanto no hair, com o uso de uma farta modelagem presa à lateral da cabeça ou um coque mais alto ou lateral, com um moicano mais alto, etc. Tudo mixa com o visual mais vanguardista e glamuroso da escolha feita.

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Ter bom senso, se o comprimento, volume e cor do cabelo se adéquam ao penteado escolhido, em todos os detalhes. Pois é, meninas, tudo isso influencia no resultado final. O volume vai determinar até onde você pode dispor de seu cabelo para alcançar um bom resultado. Já o comprimento, vai determinar em que proporção seu cabelo pode ficar preso, ou se o jeito é usá-lo solto. E a cor dos fios, pois é... (até isso, rsrsrs) - os cabelos com trabalhos de iluminação (luzes, mechas, etc.), ou ruivos, destacam mais cada detalhe dos penteados, sendo uma boa opção trabalhar com tranças e mais detalhes no designer escolhido. Contudo, a limpeza do penteado fica comprometida, pois cada frizz fará questão de aparecer. Então, nestes casos, o uso de fixadores de maior intensidade é recomendado, e nunca abrir mão dos cristais de brilho (reparadores de pontas) e ceras para um perfeito acabamento. Muito cuidado com os coques feitos em cabelos com californianas e ombréhair, pois corre o risco de o coque ficar de uma cor e o cabelo de outra, aparentando um aplique mal escolhido. Nestes casos, deve-se optar por uma modelagem, e trabalhar sobre elas é o mais indicado, ou realizar o trabalho do preso, deixando algo solto na franja para demonstrar a continuidade das mechas.

Por fim, os cabelos escuros - estes são bárbaros para penteado, pois a limpeza (aparência livre de frizz) fica perfeita. Ao contrário dos claros, os detalhes ficam mais escondidos, e deverão ser trabalhados de forma sutil, aproveitando o volume e o movimento das mechas do cabelo. Complicado? Nem tanto. Com o tempo, você liga o automático e jamais vai pisar na bola em sua produção. Na dúvida, busque auxílio de um profissional, que poderá fazer todo o trabalho de visagismo necessário, e, logo logo, você já saberá o que combina, ou não, com o seu estilo, embora o mais importante de tudo é você se sentir confortável, aproveitar o evento e se achar lindaaaa a todo momento... Aproveite as dicas, e arrase!

Conheça o trabalho de Raphael: facebook.com/rtbeautyservice

Raphael Targino Maquiador e Hairdesigner

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Terceiro passo: Analise suas características pessoais


BELEZA borboletasnacarteira.com.br / reprodução

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DICAS DE MAQUIAGEM por Carolina Campos

Com a mudança de estação, as cores vibrantes e coloridas dão espaço para as cores mais sóbrias e discretas. Produtos como o BB Cream vêm dominando o mercado. Sendo assim, a tendência é deixar a pele bem natural, com menos aparência de maquiada, e bem cuidada. No inverno, procure usar produtos com cobertura leve e manter a pele iluminada.

Pele natural

+BB Cream

+Maquiagem

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Você encontra o produto em variados preços e marcas na ca o mo to ra ! Fo ca na coor de

Carolina Campos Maquiadora

Fiz esta maquiagem usando as dicas que dei: Pele bem natural, com quase nada de blush. Sombra roxo beringela na pálpebra móvel e o côncavo bem marcado para dar profundidade. Para finalizar, apliquei bastante rímel nos cílios! Na boca, usei um batom nude rosado para não tirar o destaque dos olhos.

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Foto: Iuri Brainer. Modelo: Marília Lima.

Batons mais escuros também estão com tudo nesta estação! Abuse de cores como roxo, vinho, vermelho, cereja e marrom. Para os olhos, aposte em tons chumbo cintilante, dourado, marrom mais escuro e roxo berinjela. O delineador nunca sai de moda. O olho um pouco mais puxado, com o famoso gatinho, continua tendência. Lembrando que para a maquiagem durar mais tempo, é só manter a pele bem hidratada e sempre remover a maquiagem antes de dormir.


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RECEITA

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Olha pro céu meu amor, vê como ele está lindo!

por Taciana Valença

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Receita para uma boa festa junina:

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Festa de São João de verdade tem que ter uma bela fogueira enfeitada com bandeirolas, fogos para a garotada curtir a noite, bebidas e comidas típicas - não poderão faltar o milho para assar na fogueira e um bom forró (se possível, um trio nordestino). Pronto: o arraiá está perfeito! Agora, é procurar aquela roupa de matuto e ir para o arrasta-pé! As brincadeiras também fazem parte da festa. A tradicional quadrilha não pode faltar, e quanto mais improvisada, melhor! Com antecedência procurem determinar quem fará o papel do padre, dos noivos, do delegado e do pai da noiva, para a brincadeira ficar mais divertida. Outra boa ideia para acrescentar às brincadeiras é o Correio Elegante. Você escreve uma mensagem e pede para alguém entregar ao destinatário. Quando a festa for grande, o correio deve ficar num quiosque ou numa mesa, onde os bilhetes serão recebidos por uma pessoa, e entregues por outra - uma brincadeira boa para paquerar! E, para esquentar ainda mais a festa, aqui vão receitas diferenciadas do tradicional quentão e da deliciosa pamonha. Quem vai?

QUENTÃO SOFISTICADO INGREDIENTES: 3 xícaras de cachaça 1 xícara de licor Contreau 3/4 de xícara de açúcar 2 colheres de (sopa) mel 1 xícara e 1/2 de água casca de 2 laranjas casca de um limão 50g de gengibre 2 cravos-da-Índia 1 pau de canela

MODO DE PREPARO: Coloque o açúcar em uma panela e leve ao fogo juntamente com o licor Contreau. Assim que o açúcar estiver totalmente dissolvido, acrescente as cascas de limão e laranja, o gengibre, o mel, os cravos-da-Índia e o pau de canela. Ferva por 4 minutos e acrescente a água. Ferva por mais 5 minutos e acrescente a cachaça. Ferva por mais 10 minutos. Por fim, coe e sirva quente.

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PAMONHA SALGADA INGREDIENTES:

12 espigas de milho 1 xícara (chá) de leite 2 colheres (chá) de sal 4 colheres (sopa) de queijo minas curado ralado 1 colher (sopa) de margarina 1/2 colher (chá) de açúcar

Receita/Foto: Adriane comidasereceitas.com.br

MODO DE PREPARO: Retire a palha do milho com cuidado, reservando para embalar a pamonha. Retire o milho da espiga rente ao sabugo com uma faca afiada. Bata no liquidificador, aos poucos, colocando o leite. Passe por uma peneira, apertando bem, e despreze a sobra da peneira. Adicione o sal, o queijo, a margarina, o açúcar e misture com uma colher. Reserve. Limpe bem a palha e cozinhe em água fervente por 10 minutos. Escorra e passe pela água gelada.

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Receita/Foto: Dr. Jagua - etilicos.com

Sobreponha duas palhas de milho em cruz, e com cuidado, encha a cavidade com aproximadamente, 1 xícara de chá do creme reservado. Dobre como se fosse um embrulho, fechando as pontas para dentro. Amarre com um barbante culinário ou uma tira de palha e cozinhe em água fervente por 1 hora. Escorra e sirva morna ou em temperatura ambiente.

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AUTOMÓVEIS

Conhecendo melhor o ABS e o AirBag

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por Sandro Taguchi

A partir de 2014, todo veículo nacional deve vir, de fábrica, com os itens de segurança ABS e AirBag, conforme a Lei nº 11.910 de 18 de março de 2009. Em termos práticos, quais os impactos dessa medida? Muito se falou sobre o aumento de preços que os carros teriam, ao incorporar os itens, especialmente os ditos populares. No final, até mesmo em função da queda nas vendas de veículos novos, a indústria resolveu absorver boa parte dos custos sem, praticamente, haver repasse do preço final para o consumidor, temendo uma retração comercial ainda maior do que a já vivenciada pelo segmento automotivo brasileiro nos últimos tempos. Além disso, como a produção dos sistemas de ABS e AirBag serão bem maiores agora, a tendência é que o custo seja reduzido com o passar do tempo, permitindo à indústria recuperar suas margens mais adiante. Deixando de lado o aspecto preço, você já se perguntou o que a adoção desses itens obrigatórios poderá impactar na vida das pessoas? Sem dúvida, pode-se dizer que os ganhos são enormes e colocam o automóvel brasileiro em um

Sandro Taguchi Mestre em Engenharia de Materiais, Engenheiro Mecânico e Diretor da TAGUCHI Soluções

patamar bem mais elevado neste quesito. O ABS é um sistema de segurança ativa, ou seja, tem a função de reduzir o risco de ocorrência de um acidente. Já o AirBag é um item de segurança passiva, ou seja, não evita o acidente, porém reduz as chances de ferimentos nos passageiros. Em resumo, é um pacote que funciona muito bem ao somar dois aspectos importantes: redução da chance de ocorrência de acidente e, mesmo que ele ocorra, redução dos riscos de ferimentos. Mas qual o papel desses sistemas? A sigla ABS - Anti-lock Brake System -, significa sistema anti-travamento de freios. Ele atua impedindo o travamento das rodas, quando é realizada uma frenagem emergencial, garante a parada do veícu-

lo no menor espaço possível, percorrido, assim como o controle da direção. O AirBag, apesar da tradução direta “bolsa de ar”, na maioria dos carros é um gás específico que infla a bolsa, e não o ar, porém, o importante é saber que o sistema é, basicamente, composto por bolsas resistentes que são infladas rapidamente em caso de colisão (no caso do AirBag obrigatório, para colisões frontais, atendendo ao motorista e passageiro do banco dianteiro). Uma vez infladas, as bolsas protegem as pessoas evitando que se machuquem batendo seus corpos (tórax e cabeça) no volante, tabelier, para-brisas, etc. Por fim, elas murcham, visando facilitar a remoção das pessoas do interior do veículo.


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aniversário Perto de casa

Festa de aniversário com muita emoção!

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Uma retrospectiva dos seis anos da revista e um auditório recheado de carinho, lembranças e emoções. Foi assim o aniversário da Perto de Casa. Amigos, leitores, parceiros e colaboradores fizeram da festa um momento especial e inesquecível. Uma caminhada de luta, mas de muito prazer e descobertas!

Taciana e Vera Maria, que sempre faz questão de comparecer aos nossos encontros

Érika Aroucha e Patrícia Falcão, da gráfica Brascolor, sempre apoiando a Perto de Casa

Socorro Costa nos presenteou com seu depoimento e lindas orquídeas

Hélida Dávila, da Babyhome, também deu seu depoimento

Hélio Monteiro, Dra. Arli Pedrosa, Taciana Valença, Iara Freire e Cristhiane Campos. NACC presente!

Solange Peixoto, grande incentivadora, da Livraria Jaqueira

Cássio Cavalcante, escritor e jornalista, sempre prestigiando a revista

Juliana Melo, Iara Freire, Taciana Valença e Vera Nóbrega

Recebendo o carinho de Myriam Brindeiro, poeta e compositora

A maestrina Ruby Jean comemorou conosco o seu aniversário

Geninha da Rosa Borges nos presenteou com uma divertida performance

Luciana Pinho, da Casa Modelo, Taciana Valença e Bernadete Bruto


Tânia Larmée marcou presença no evento

Felipe Abreu, esposo da editora e grande incentivador da revista

Cleonice Veloso, Taciana Valença, Dulce Albert, Colly Holanda e Leonardo Abreu

Leonardo Abreu, Juliana Paraíso e Dani Vaz, da Chilli Comunicação, e Taciana Valença

Geraldo Ferraz, coordenador do programa Quartas às Quatro

O apoio de toda família, sempre tão importante

Também tivemos participação musical de Sheila Cohen e Paulo Viola

O delicioso bolo de seis anos

Taciana Valença, Salete Rêgo Barros e Wilton Carvalho

brincar? pra quê? por Maria do Carmo Camarotti

Maria do Carmo Camarotti Psicanalista

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onvidada a escrever sobre algo pertinente à relação pais e filhos, optei por abordar a importância do brincar no desenvolvimento psico-afetivo e cognitivo da criança. O brincar é uma atividade natural e fundamental para o desenvolvimento e estruturação psíquica da criança. Ao brincar, a criança constrói e reconstrói sua realidade interna e externa, expressa seus desejos, angústias, raiva, temores, sejam esses conscientes ou inconscientes. Ela brinca tanto para repetir experiências prazerosas quanto para elaborar o que vivenciou de traumático. Através de

jogos simbólicos, do faz de conta, a criança torna-se dona do script, escolhe, dirige seus personagens e dá novas versões às situações vivenciadas, construindo a sua subjetividade. Os pais têm papel fundamental no desenvolvimento da capacidade lúdica e criativa do filho, seja nos primeiros anos de vida, quando prevalecem os jogos corporais, seja posteriormente, nas brincadeiras de faz de conta ou nos jogos com regras que favorecem o exercício dos limites, o desenvolvimento do pensamento , da atenção e socialização da criança.

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20 Fala, tio fernando!

novamente o tdah por Fernando Azevedo

DR. FERNANDO AZEVEDO Pediatra, Cantor e Cronista

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ecentemente, repassei uma matéria a respeito do assunto. Tratava-se de uma declaração do Prof. Leon Eisenberg, americano, nome respeitadíssimo na ciência psiquiátrica, e que morreu em 2009 de câncer de próstata. Dizia a reportagem que, antes de morrer, ele teria dito que o TDAH doença estabelecida por Eisenberg em 1968 - “era o principal exemplo de doença fictícia”. Refere-se o artigo, também, à sua luxuosa vida, mantida graças à indústria farmacêutica que vendeu toneladas de medicamentos para essa doença. A reportagem é chocante, porque mistura o valor científico do Professor, sua confissão de culpa e a grande soma de dinheiro que ganhou com seus conceitos. Saibam todos que a relação entre médicos, sobretudo os pesquisadores, e laboratórios, existe. A própria revista Der Spiegel afirma que, dos cento e setenta médicos que trabalharam na elaboração do Manual of Mental Disorders, 56% tinham ligações com a indústria farmacêutica. Li vários depoimentos de pacientes e de seus pais, rotulados como TDAH, alguns favoráveis e outros desfavoráveis ao uso da droga. A teoria que admitia ser a doença genética caiu, tendo o Professor declarado, meses antes de morrer, ser o TDAH uma doença psicossocial determinada pela forma como os pais, professores e pessoas ligadas à vida de uma criança a conduzem, e que trabalhar esse comportamento leva muito mais tempo do que prescrever uma pílula. Outra psiquiatra escreve uma coisa interessante: Deixar a criança ser mais Rita Lee (sorrir, cantar) e menos Rita Lina.

Não tenho a menor pretensão de estar contestando diagnósticos, mas não aceito que numa consulta ou num breve tempo, sem um levantamento psicossocial bem feito, uma criança seja condenada a tomar Ritalina para ficar abestalhada. Nos Estados Unidos, chega a 10% a incidência da doença, e isso não pode ser verdade. Defendo ardorosamente o TDPCC (Transtorno de Déficit de Paciência Com Criança). As famílias se desestruturam a olhos vistos; faltam as babás de outrora, que muito ajudaram, com amor, as crianças (a minha morreu recentemente com 92 anos, minha inesquecível Zefa); faltam avós; os colégios não toleram nenhuma criança diferente; os próprios pais não enxergam que os filhos não são iguais e querem estabelecer um padrão único de educação, tornando-se mais prático dar um comprimido para deixar o pirralho quieto. O tratamento surte o efeito desejado e a criança enquadra-se perfeitamente no diagnóstico. Nada disso, o menino está drogado, nada mais que isso, e por quanto tempo? Algumas prescrições de clientes meus deixam o menino “descansar” nos fins de semana e nas férias. O menino tem direito a aporrinhar os outros por dois dias e nas férias? O transtorno existe, mas não é epidêmico nem contagioso. A sociedade como um todo é que está doente - basta ler os jornais e noticiários televisivos no Brasil e no mundo. Gerações destruídas! Surge agora o moderno TOD ou Transtorno Opositor Desafiador. A contestação por parte da criança, a oposição a argumentos, seja em que lugar aconteça, é doença e não um traço de inteligência e personalidade. Fui com certeza um TDAH ou um TOD, não tenho a menor dúvida, pois quem, na minha época, estudou em seis colégios, já viu! O problema é que eu não conseguia me interessar por assuntos desinteressantes, e pulava a janela sem nenhum arrependimento, até hoje. Acho que o colégio, a escola em geral, poderia ser um agradável centro de convivência explorando o conteúdo básico, mas sem a neurotizante busca de resultados de conteúdos inúteis. Não se ouve falar em jogos escolares, em artes em geral, é só competição. O curral não aceita um potrinho irrequieto e não descobre talentos. Querem somente os retratos dos carecas nos jornais e não fazem ideia do estresse pelos quais os jovens passam. A vida é dividida em fases. Felizmente estou na última, mas com o espírito da primeira, “da minha infância querida que os anos não trazem mais”.


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Saúde

A triste doença de

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Parkinson Parkinson O mal de Parkinson é uma doença neurológica que causa tremor, rigidez, lentidão dos movimentos e alteração do equilíbrio. De acordo com o neurocirurgião Dr. Ronaldo Menezes, do Hospital Jayme da Fonte, o Parkinson é uma doença neurológica, sem causa conhecida, que atinge cerca de 2% da população. Estima-se que no Estado de Pernambuco existam aproximadamente 180.000 portadores da doença. Ela acontece quando há a degeneração de neurônios que contêm dopamina (substância química responsável pelos movimentos e por transmitir mensagens entre as células nervosas). A doença se desenvolve, geralmente, entre os 55 e 65 anos de idade, mas também pode ocorrer em adultos jovens. Caso não seja tratado, o mal de Parkinson se agrava com o tempo. O neurocirurgião explica que ainda não existe cura para a doença, mas é possível controlar os sintomas com o devido tratamento, que varia de acordo com o paciente, e

pode ser feito com medicamentos que aumentam os níveis de dopamina no cérebro: fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, apoio psicológico ou até mesmo com intervenção cirúrgica, afirma Dr. Ronaldo. A cirurgia é uma opção para pacientes que apresentam um quadro avançado da doença. Existem dois tipos de cirurgia: cirurgias ablativas (Palidotomia), técnica que consiste em fazer uma pequena lesão cerebral, minimamente invasiva, que alivia os sintomas da doença; estimulação cerebral profunda (DBS), procedimento que introduz eletrodos que emitem sinais elétricos para a região cerebral responsável pelo controle dos sintomas motores, acoplados a um gerador de pulsos implantado sob a pele, tal como um marca-passo

cardíaco, explica o neurocirurgião, que é especialista neste tipo de cirurgia pela USP. Os sintomas são suaves, no início, e incluem movimentos diminuídos, posição inclinada, tremores nos membros em repouso ou ao erguer braço e perna, dificuldade para começar ou continuar um movimento, tremores que desaparecem durante o movimento, falta de equilíbrio, dores musculares, entre outros que se agravam sem o tratamento. É importante procurar o médico ao perceber os primeiros sinais da doença. O Ministério da Saúde disponibiliza, através do SUS (Sistema Único de Saúde), os medicamentos necessários e, eventualmente, o tratamento cirúrgico para o tratamento da Doença de Parkinson.


Lubienska inicia turma para crianças com um ano A experiência de 45 anos em Educação Infantil, a regulamentação da lei dos empregados domésticos e a crescente procura dos pais levou o Lubienska Centro Educacional a abrir, em 2014, uma turma para crianças com um ano de idade e que já andam. As atividades acontecem das 8h às 12h e englobam estímulos ao desenvolvimento psicomotor, afetivo, cognitivo e linguístico dos alunos, através de ações como brincadeiras educativas, contação de histórias, oficina de música e exercícios voltados para a descoberta dos movimentos. Nesse novo espaço, as particularidades de cada criança são observadas de perto e respeitadas, assim como seus diferentes ritmos biológicos. O intuito é ajudar os pequenos a construir a autonomia, criar uma auto-imagem positiva e aprender a conviver. Como as etapas de aprendizado nesta faixa etária exigem atenção redobrada, cada turma recebe oito alunos. Mais informações pelo 3312.1444.


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#penserecife não é um conjunto de escritórios de arquitetura. É um grupo de cidadãos, todos arquitetos e urbanistas, insatisfeitos com os rumos do planejamento urbano de nossa cidade. Nossa ferramenta é o nosso ofício! O cantor faz música de protesto, o pintor expõe suas angústias e filosofias numa tela e nós mostramos nossas ideias em projetos de arquitetura e urbanismo! Não queremos tomar o contrato de ninguém. Queremos, como cidadãos, participar da discussão da cidade que desejamos. E o nosso estudo para o Cais José Estelita é só o primeiro de muitos! O #penserecife continuará pensando em outras áreas da cidade, jogando ideias para discussão e mostrando que há várias harmonias possíveis. Estamos só começando... O #penserecife hoje é: Antonio Neto, Bruno Calazans, Fox Figueiredo, Isis Figueirôa, Manoela Pires, Melina Motta, Pedro Jessen, Raissa Mattoso, Renata Paraíso, Thiago Valença, Tibério Valença. Chega aí! Vamos fazer juntos! A propriedade pode ser privada, mas a cidade é coletiva e nós queremos discuti-la. Ainda não sabemos qual a melhor solução para o Cais José Estelita, mas sabemos que a proposta atual está longe. E nós queremos propor! Não pretendemos criar uma verdade, não temos a fórmula mágica. Observem, critiquem e façam as suas também! Vamos construir juntos! O principal conceito desse projeto é mostrar que há várias soluções possíveis que conjuguem os interesses financeiros e imobiliários sem prejuízo aos interesses urbanos. Não há uma po-

larização antagônica. Há, sim, um radicalismo de origem egoísta e preguiçosa, das empresas do ramo imobiliário, associado a uma exacerbada conivência, impotência e preguiça do setor público, resultando em um sistema fadado ao fortalecimento privado em detrimento da qualidade pública. O nosso projeto é a representação de que esse modelo, vigente por uma acomodação geral, está ultrapassado. Não há vilões nem heróis. A iniciativa privada é necessária, mas o interesse público tem de prevalecer. O nosso ponto de partida foi a resolução do lote como um equipamento metropolitano, que extrapole seus limites e atraia uma concentração de pessoas heterogêneas em diferentes períodos do dia. Além disso, partimos do princípio da utilização deste empreendimento para revitalização de áreas degradadas do Centro da cidade, como as Avenidas Sul e Dantas Barreto, assim como buscamos uma revitalização de estruturas existentes e abandonadas, preservando a história e trazendo novos usos, incorporando-as ao empreendimento. É natural e saudável, que você se identifique, ou não, com nossas soluções. Queremos o debate! Queremos que a população enxergue que há muitas outras respostas para a questão do Estelita. E que, por saber disso, cobre melhores proposições. Queremos aumentar o vocabulário de soluções urbanas do cidadão que não é urbanista, para que ele não se contente com propagandas enganosas. Este estudo não almeja ser a solução final, apenas quer ajudar na construção de uma consciência urbana que deve existir no cidadão comum e, principalmente, no poder público.

Pense, discuta e veja os detalhes do projeto em penserecife.tumblr.com


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ENTREVISTA

Foto: Deborah Ghelman

Perto de Casa entrevista Ivo Távora Machado (graduado em Educação Física, em 2009, pela Universidade Salgado de Oliveira em Educação Física). Fez a formação no método Pilates em 2006 pela D&D Pilates. Há quanto tempo você dá aula de Pilates? - Há oito anos venho atuando com o Pilates, sendo que há três anos inaugurei um estúdio próprio - o Recife Pilates.

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O que é, exatamente, essa prática? - É uma atividade física que une corpo e mente. Através de exercícios de fortalecimento muscular associados a trabalhos de flexibilidade, proporciona o aumento da condição física, melhora na qualidade de vida e maior consciência corporal do praticante. É parecido com a Yoga? - Apesar de utilizarem os mesmos fundamentos de respiração e concentração, são duas atividades distintas. O Pilates tem como foco principal o centro de força, e utiliza equipamentos específicos do método. Quais os benefícios do método? - Seus principais benefícios são o aumento da força e tonicidade muscular, melhora da flexibilidade, maior controle dos movimentos e equilíbrio, favorecendo o bem estar e a qualidade de vida. Qual a idade ideal para começar a praticar? - Não existe uma idade especifica, sendo assim, a partir do momento em que a criança tiver uma consciência dos seus movimentos ela poderá iniciar a atividade. É preciso observar se os profissionais são especializados para o trabalho com crianças, e se dispõem de turmas específicas para elas. Existe alguma contraindicação? - Sim. Alguns tipos de patologias exigem uma liberação médica, como em qualquer outra atividade física. Entre essas, pessoas com osteoporose grave e hipertensão sem controle medicamentoso.

Ivo Távora - recifepilates@gmail.com O Pilates tem os mesmos efeitos da musculação? - Não. No Pilates os exercícios são executados com, no máximo, 10 repetições e de forma lenta, buscando o aumento da força e tonicidade muscular, priorizando a qualidade e não a quantidade dos movimentos. Já na musculação os exercícios são feitos em mais de uma série de 10 a 15 repetições, tendo como objetivos a hipertrofia, definição ou aumento da resistência muscular, dependendo do tipo de treino proposto pelo professor. Qual a diferença entre praticar o Pilates na máquina e na bola? - O Pilates com bola é uma variação mais recente do método, que originalmente era praticado no solo ou nos aparelhos. As aulas com bolas permitem um maior número de participantes por turmas, trazendo benefícios a longo prazo. Já nos aparelhos, o número de alunos se resume a, no máximo, quatro por turma, proporcionando uma maior variedade de exercícios, trazendo benefícios a curto prazo. Qual a duração de uma aula? - As aulas de Pilates têm duração de uma hora. Com que frequência se deve praticar? - Por ser uma atividade que trabalha a musculatura corporal como um todo, a sua prática é indicada em dias alternados, para que haja o descanso e recuperação dos músculos. Sendo assim, o ideal


27 É verdade que o Pilates corrige a má postura? - Sim. Dizemos que o Pilates trabalha os músculos de dentro para fora, por fortalecer toda a musculatura profunda do corpo, além da região abdominal, estabilizando melhor a coluna e proporcionando uma melhor postura.

é fazer três vezes na semana. Entretanto, ainda é possível obter resultados satisfatórios praticando duas vezes por semana. Em quanto tempo começamos a ver alguma diferença em nosso corpo? - Com um mês de atividade já é possível notar uma melhora na flexibilidade. A partir do terceiro mês observa-se o aumento da força e tonicidade muscular, além da diminuição de algumas medidas.

As grávidas podem praticar? - Sim. Para mulheres que não tenham uma gravidez de risco, pode trazer muitos benefícios. Através do fortalecimento muscular, o Pilates ajuda a diminuir as dores na coluna, normalmente sentidas por elas, além de fortalecer bastante a musculatura do assoalho pélvico e adutores de coxa, podendo ajudar no momento do parto, proporcionando uma gestação mais tranquila e saudável.

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O Pilates pode ser indicado para quem tem algum tipo de problema na coluna, como hérnia, por exemplo? - Sim. Por fortalecer a musculatura paravertebral e abdominal, o Pilates favorece o alinhamento postural, estabilização da coluna vertebral e diminuição da compressão da hérnia, provocando o alívio da dor. O Pilates segue duas linhas de atuação: a realizada com educadores físicos tem como objetivo a melhora do condicionamento físico. Nos casos de alguma patologia, deve-se procurar um profissional da área de fisioterapia.


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Qual é a sua história? SALETE RÊGO BARROS

por Salete Rêgo Barros

Editora da Novoestilo Edições do Autor

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o princípio, as histórias eram contadas através de inscrições feitas nas rochas e de narrativa oral. Com a evolução da linguagem e o surgimento dos meios de comunicação, fomos capazes de aprimorar a forma de contar nossas histórias e deixá-las registradas para as futuras gerações. Desde a pré-história, o ser humano internaliza a necessidade de registros impressos. O comprometimento com a verdade são prerrogativas do historiador e do jornalista, entre outros – a eles cabe a narrativa destituída de emoção. Ao ficcionista cabe a criação de histórias – escrevê-las para seduzir o leitor e levá-lo ao êxtase; sensibilizá-lo a ponto de possibilitar a sua identificação com a criação. É quando o ficcional torna-se real. O que deve ser levado em conta na hora da criação? A tecnologia dos algoritmos descobriu que usar verbos ligados à interação – falar, dizer; evitar palavras com conotação negativa – risco, prisão; usar verbos ligados ao pensamento – re-

conhecer, relembrar, e usar construções sintáticas claras, são estratégias que atraem o leitor. Segundo o escritor Gabriel García Márquez, Para que o tema arrebate o leitor, o autor precisa ser arrebatado, primeiro. A melhor história que um autor pode contar é a que mais o apaixona. Um ficcionista deve conhecer e saber resumir a sua história tanto quanto conhece o conto da Chapeuzinho Vermelho. De acordo com o escritor Raimundo Carrero, É tarefa sutil e extremamente artesanal do ficcionista criar estratégias capazes de seduzir o leitor de forma a surpreendê-lo com frequência, enredando-o num mundo de habilidades e de técnicas sem que seja imediatamente reconhecido, mas que provoque o prazer, o delicado e imenso prazer do envolvimento afetuoso do texto. E, mais tarde, a descoberta dessa inacreditável sutileza. Esta é a primeira grande tarefa do escritor: fazer o leitor sentir-se amado, acarinhado, tratado com afeto.

Série Língua e Literatura - (sábados, 9h00 às 12h00) Oficina de Textos Dissertativos - Débora e Flávia Suassuna (segundas, 15h00 às 17h00) A Língua Portuguesa como Paixão - Anna Maria César (quintas, 17h00 às 18h30) Oficina de Criação Literária – Raimundo Carrero (quintas, 19h00 às 20h30) Laboratório de Expressão Poética e Oratória - Bernadete Bruto (sábados, 9 às 12h00) Rua Sérgio Magalhães, 54 - Graças Fone: 81 3243-3927 www.culturanordestina.com.br facebook.com/culturanordestinaletras

u e c e t n Aco a d n i l O em

ida que a h l o c a a l m da be a recebera Registro m r u t a u s ruCasa e m plena P a e Perto de , a d in l O al de Gênov no Carnav rais. As queridas o , Zélia dente de M Macedo e sua mãe ema tr e Teixeira d Macedo, foram de ex tão a e d vidar par da Barbosa n o c s o n ao nos delicadeza arote! Pelos seis a iosa elic am especial c speram com uma d e s revista no aaaaa!!! OOb feijoada. Ô


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Bondes no Recife

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Foto: Col. Allen Morrison / reprodução

o século XIX existia uma cocheira na Rua do Brum, no Bairro do Recife, onde ficavam os animais – geralmente burros –, por serem mais resistentes do que os cavalos, para puxar os bondes que saíam da Estação do Brum para diversas localidades, dentre elas Apipucos, Dois Irmãos, Madalena e Estrada do Arraial. Trabalho árduo para os animais. Em certas ladeiras, era necessário que os passageiros descessem para aliviar o trabalho deles. Dependendo da distância, havia burros descansados, em locais estratégicos, à espera do bonde, para fazer a substituição e a viagem prosseguir. Não tardou para que surgisse o trenzinho a vapor da Maxambomba, uma corruptela da expressão inglesa “Machine Pump”, muito usada para denominar motores

movidos à bomba mecânica, para substituir os bondes puxados a burros. No início do século XX, especialmente na década de 1920, os bondes voltaram firmes, agora não mais puxados a burros, mas elétricos. O Recife fervia em modernidade. A Rua Nova era palco dos footings – caminhadas feitas por mulheres bem arrumadas com vestidos longos, saltos, luvas e sombrinhas e que, especialmente às sextas-feiras no final da tarde, embelezavam o centro da cidade. Os homens, por outro lado, não ficavam atrás: bem arrumados, de ternos e chapéus frequentavam os cafés do centro, especialmente o Café Lafayette, na esquina da Rua Primeiro de Março com a Rua do Imperador. Em meio a esse ar moderno do novo Recife que surgia, os bondes elétricos eram fun-

damentais. Os primeiros eram abertos, com estribos; depois, surgiram os fechados, de alumínio. Na década de 1930 ganharam um apelido: Bonde Zepellin, devido à semelhança com o dirigível. A partir daí, os bondes já não eram mais absolutos. Os automóveis particulares começavam a mudar a paisagem urbana do Recife. Não demorou muito para surgirem os ônibus, principalmente da Pernambuco Autoviária, empresa no segmento de transportes. Eram importados, bem equipados com cadeiras colchoadas, som ambiente e regularidade nas chegadas e saídas. Na década de 1950, os bondes perderam seu lugar com a frota sucateada. Apenas a população mais carente passava a utilizar o serviço, que logo entrou em decadência e foi desativado. O último exemplar do bonde encontra-se em exposição no pátio externo do Museu do Homem do Nordeste.

Wilton Carvalho Nutricionista, Pesquisador e Administrador da página do facebook “Recife de Antigamente”

facebook.com /recantigo

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por Wilton Carvalho


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PERFIL DO ESCRITOR

Bernadete Bruto

Revista Perto de Casa #25

por Taciana Valença

Ela é assim: uma pessoa que nos presenteia a cada dia tão somente com o que tem, com o que é. Sorte a nossa por ela ter tantas coisas boas a nos dar. Conheci-a numa apresentação que fez no aniversário da Livraria Ideia Fixa. Desde então, fiquei encantada. Logo depois a entrevistei no Perto de Casa na TV, e também na revista. Existem, graças a Deus, pessoas assim, que agregam, que iluminam e cujo carisma é algo tão natural. Pernambucana do Recife (1958), Bernadete Bruto é metroviária e poeta. Faz parte da União Brasileira de Escritores, da Associação dos Amigos do Museu da Cidade do Recife, e é uma das parceiras da Cultura Nordestina Letras & Artes. Ativa, participa também de vários grupos como A Confraria das Artes, Coração da Mata, Mosaicos do Novo Ciclo, Ciranda das Mulheres e Recife de Antigamente: Histórias e Memórias. Tem três livros de poemas publicados: Pura Impressão (2008), Um Coração que Canta (2011) e Querido Diário Peregrino (2014). Este último em parceria com o agrônomo e fotógrafo paulista Wagner Okasaki (1976), autor das fotos do livro. O lançamento de Querido Diário Peregrino contou com a participação de familiares e muitos amigos, no Museu da Cidade do Recife em 23 de abril deste ano.


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32 PERFIL

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Um Beijo de Livro!

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Quem já ouviu essa alegre saudação nas contações de histórias da Livraria Jaqueira, levante a mão! Ah... Se não levantou foi porque não teve o imenso prazer de conhecer nossa Vera Nóbrega. Lembro-me que a conheci contando histórias numa livraria perto de casa. Naquela época, meus filhos eram pequenos e gostavam muito das suas histórias. Algum tempo depois, reencontrei-a na Livraria Jaqueira. O mesmo sorriso, a mesma empolgação e dinamismo. As crianças continuavam sendo o seu xodó. Ela é dessas pessoas que a gente gosta de encontrar e reencontrar. Feliz e de bem com a vida, continua derretendo-se quando o assunto é livro. Não qualquer livro. Livro que faça a criançada sorrir, imaginar, aprender e se divertir. Esse é o tipo de empurrãozinho, que ela sabe, todos deveriam dar aos seus filhos. Aprende-se a gostar de ler assim, ouvindo histórias. Isso ela sabe fazer como ninguém! Notável essa Vera Nóbrega, não? Bem, o que sei é que essa paixão pela contação foi sempre tão grande que, em abril, exatamente no Dia Internacional do Livro (23), ela lançou a coleção Arca dos Livros, que traz dez livros e um CD com dez canções. A proposta da integração leitura/música foi do educador, compositor e músico Fred Braga, numa parceria que não tinha mesmo como não dar certo. Vera é também psicopedagoga, além de contadora de histórias da Cia. Quantos Contos. Aqui registro minha admiração. Beijo de Revista!

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Perto de Casa 25  

Edição 25 da revista Perto de Casa. Recife, PE

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