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Semestre 2017.2

E S C O L A PA R Q U E I N FA N T I L S U S T E N TÁV E L uma nova proposta pedagógica e arquitetônica Tra ba lho Fina l d e Graduação Cu r s o d e Arqu itetu ra e Ur banismo U n i ve r sid a d e Fed eral da Bahia Al u no: Ped ro C he zzi Or i e nta d o r : M a rcos R odr igues Fe vereiro d e 2018


INTRODUÇÃO

Trabalho Final de Graduação submetido à Universidade Federal da Bahia como parte dos requisitos necessários para a obtenção do Grau de Bacharel em Arquitetura e Urbanismo, desenvolvido pelo aluno Pedro Chezzi, sob orientação do professor Marcos Antônio Rodrigues, no ano de 2018, semestre 2017.2. 02

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


AGRADECIMENTOS

Reconheço o apoio e agradeço a todos os envolvidos no desenvolvimento deste trabalho, que de alguma forma, diretamente ou indiretamente, individualmente ou coletivamente, me auxiliaram na conclusão deste ciclo pessoal. Aos amigos da faculdade, que contribuíram para o meu progresso individual ao longo dos anos de trabalhos coletivos realizados. Aos amigos do trabalho e da área de atuação, que nos momentos do dia a dia contribuíram de pouco a pouco. Ao suporte dado pela minha família, minha mãe Ângela, meu irmão Bernardo, meu tio Artur Carmel, pela minha namorada Elisa Bastos e pelo amigo Silvino Bastos e família. Agradeço principalmente ao corpo acadêmico da faculdade, aos avaliadores, co-orientadores, e demais, pelo feito, especialmente Professor Marcos Antônio Rodrigues pelo papel fundamental na elaboração e orientação deste trabalho. TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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INTRODUÇÃO

“A emoção da ciência traduzida em técnica pelo homem é a mesma comunicada pela obra de arte. Equilíbrio, estrutura, rigor, aquele mundo outro que o homem não conhece, que a arte sugere, do qual o homem tem nostalgia.” Lina Bolbarde 04

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TEMA

(Imagem 01 - Render - Fachada da escola projetada) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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SUMÁRIO

SUMÁRIO

1.0 2.0 3.0

INTRODUÇÃO Justificativa para a escolha do Tema Justificativa para a escolha do equipamento

4.0 4.1 4.2

OBJETIVOS Objetivos Gerais do Trabalho Objetivos específicos

5.0 5.1 5.2

REFERÊNCIAS CONCEITUAIS Centro educacional Carneiro Ribeiro Mansão do Caminho

6.0 6.1 6.2

REFERÊNCIAS PROJETUAIS Edifício Corujas Colégio Positivo Internacional

20 20 22

7.0 7.1 7.2 7.3

LOCAL PARA IMPLANTAÇÃO DO PROJETO Metodologia empregada da seleção O bairro O terreno

8.0 8.1

DIAGNÓSTICO DO TERRENO ESCOLHIDO Suas características

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ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

10 10 11 12 12 12 16 16 18

8.2 8.3 8.4 8.5 8.6

Acessos e Topografia Situação do rio Legislação Incidência de ruído e barulho Estudo térmico e solar

40 41 43 49 50

9.0 9.1 9.2

PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DO EQUIPAMENTO Proposta de fluxos e acessos ao terreno Proposta de intervenção nos rios e na vegetação

54 54 57

9.3 PROPOSTA DE LOCAÇÃO DOS ESPAÇOS PÚBLICOS E DA EDIFICAÇÃO 9.3.1 Proposta para os Espaços públicos

60 60

26 26 30 34

9.4 9.4.1 9.4.2 9.4.3 9.4.4 9.4.5

PROPOSTA DE MATERIAIS E MOBILIÁRIO Mobiliários infantis Bancos e lixeiras Bancos suspensos de uso prolongado Postes e placas Pisos da praça

62 62 62 62 62 62

38 38

9.5 9.6

PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO Programa proposto

72 74


SUMÁRIO

9.7 SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO 9.7.1 Setor Administrativo 9.7.2 Setor de Serviços 9.7.3 Setor de Ensino 9.7.4 Pré-Dimensionamento

78 79 79 80 86

9.8 9.8.1 9.8.2 9.8.3

DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS Edifício Administrativo Edifício de Serviços Edifício de Ensino

90 90 95 98

9.9 MATERIAIS E DETALHES CONSTRUTIVOS 9.9.1 Estrutura 9.9.2 Fechamentos internos 9.9.3 Fechamentos externos 9.9.4 Pavimentação

102 102 104 104 104

9.10 SOLUÇÕES AMBIENTAIS 9.10.1 Soluções gerais do edifício 9.10.2 Soluções para ambientes de baixa permanência 9.10.3 Soluções para ambientes de permanência prolongada 9.10.4 Esquema de soluções ambientais 9.10.5 Telhado verde

106 106 107 107 108 110

9.10.6 Esquema de soluções ambientais dos ambientes internos 9.10.7 Seções esquemáticas com soluçoes ambientais

111 114

10.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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FOLHA TEMA

T E M ÁT I C A , OBJETIVOS E J U S T I F I C AT I VA 08

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


FOLHA TEMA

(Imagem 02 - Render - Fachada da escola projetada) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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INTRODUÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

1. 0 - I N T RO D UÇ ÃO Este trabalho final de graduação foi fruto das minhas experiências vividas em visitas realizadas, durante muitos anos, a orfanatos e casas de amparo, que funcionavam praticamente como creches. Sempre que as visitava, era nítida a falta de estrutura de grande parte desses espaços. A grande maioria das crianças se encontravam ali com a justificativa do abandono da família por não disporem de meios materiais para mantê-las em suas

residências. O mais preocupante é que parte dessas instituições não governamentais não possuem infraestrutura adequada para que essas crianças possam desenvolver suas potencialidades e serem educadas, tanto moralmente quanto intelectualmente. Admitindo-se que a educação é um direito de grande importância para a sociedade, proponho, neste trabalho final, trabalhar com a educação infantil,

utilizando Arquitetura como uma ferramenta capaz de alcançar e concretizar um objetivo maior.

2. 0 - J U S T I F I C ATIVA PAR A A ESCO LHA D O TE MA

Com a presente preocupação quanto ao ensino básico público no Brasil, os equipamentos educacionais têm sido evidenciados como importantes ferramentas. O debate estende-se também à metodologia empregada no ensino em sala de aula, assim como as atividades que a criança exerce durante a sua estadia na escola. Por conta disso, como um dos equipamentos de extrema importância para a educação da criança e do adolescente, a escola assume um papel fundamental no combate ao analfabetismo e à violência. Ela trata, acima de tudo, da formação do cidadão e de todos os valores de educação e socialização que devem ser a ele passados. Este trabalho propõe, portanto, desenvolver a 10

temática educacional através da elaboração do projeto arquitetônico de um equipamento educacional que atenda a crianças e jovens de 3 a 14 anos, adequada a todas as necessidades e atividades infantis como nutrição, recreação, educação e saúde dos usuários, dotado de ambientes que possibilitem estimular o desenvolvimento de suas potencialidades e que proporcionem o crescimento adequado à sua idade e ao seu ritmo individual, em tempo integral. Em paralelo é proposto o desenvolvimento de questões de sustentabilidade e conscientização ambiental que, no entendimento atual contemporâneo, se conectam à realidade de grande parte das metrópoles brasileiras: o combate à poluição

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ambiental e ao desmatamento com base em práticas educacionais, como ferramenta de conscientização. Este trabalho baseou-se em pesquisas realizadas sobre o atual sistema educacional adotado no Brasil, em especial na cidade de Salvador. As pesquisas fizeram uso da coleta de dados relativos à educação na capital baiana, o que possibilitou o conhecimento da realidade atual. Constatou-se o emprego de projetos pedagógicos construtivos e novas metodologias, que consideram a relação entre a Psicologia e a Pedagogia infantis e o estudo do espaço.


INTRODUÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

3 .0 - J UST IFIC ATIVA PAR A A ES CO LHA DO E Q UI PAM E NTO

A proposta de implantação deste equipamento baseia-se em estudos de dados censitários relacionados à educação na cidade de Salvador. Observou-se que ensino infantil soteropolitano carece de espaços que ofereçam, além da educação, a qualificação dos ambientes. A demanda da cidade por ambientes educacionais qualificados é constatada a partir da análise das necessidades sociais existentes no município, especialmente nos bairros mais carentes, onde se verifica que os

índices de analfabetismo ainda são altos, colocando Salvador nas primeiras posições do ranking nacional de crianças analfabetas ou sem acesso adequado a equipamentos educacionais, segundo o IBGE (2010). As pesquisas indicam que os equipamentos existentes na cidade de Salvador não suprem a demanda atual, prinnncipalmente nos bairros mais populosos, e a grande maioria não possui estrutura adequada para o desenvolvimento cognitivo das crianças dentro dos padrões recomendados.

Assim, este trabalho tem por objetivo propor a criação de um ambiente destinado à educação infantil que possibilite ampliar o tempo de permanência da criança na escola para os dois turnos, através de uma arquitetura que disponibilize espaços especialmente projetados para o desenvolvimento de todas as potencialidades da criança.

(Imagem 03 - graficos de crianças fora da escola em Salvador) Fonte: http://www.unicef.org/brazil - acessado em 04.02.2018

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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INTRODUÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

4. 0 - O B J E T I VOS 4. 1 - O B J E T I VOS G ER AIS

Este trabalho visa, como objetivo geral, propor o projeto de uma Escola Parque infantil sustentável, de tempo integral, a ser administrada por uma Organização não Governamental sem fins lucrativos, que mescle uma educação infantil, condizente com as

necessidades para formação e conforto das crianças, com as temáticas de sustentabilidade e meio ambiente, a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) estabelecidos pelo MEC.

4.2 - OB J E TIV O S ESP EC ÍFICO S

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Adoção de técnicas sustentáveis e ambientais no projeto arquitetônico;

Desenvolvimento de uma praça conectada ao equipamento para o uso dos demais usuários do espaço;

Desenvolvimento de projeto arquitetônico de uma Escola Parque que possibilite o alinhamento de atividades pedagógicas e complementares que proporcionem um melhor desenvolvimento da criança e do adolescente;

Proposta de manutenção e conservação de rios e margens através do replantio de áreas desmatadas de matas ciliares e nativas do terreno;

Proposta de emprego de um terreno ocioso para a construção de uma edificação de uso sustentável;

Oferta à população local de vagas de ensino em tempo integral para crianças de 3 a 14 anos.

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INTRODUÇÃO, JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

ESQ UE MA DE O BJE T IV O S P R O P O S TO S N E S T E T R A B A L H O OBJETIVOS GERAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

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ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTÁVEL

ENSINO INFANTIL

NOVAS PROPOSTAS DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS

PROPOSTA DE PRAÇA COM ÁREAS DE LAZER

INSTITUIÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS USO SUSTENTÁVEL EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO

ENSINO E ATIVIDADES EM TEMPO INTEGRAL

NOVAS PROPOSTAS DE METODOLOGIA DE ENSINO

ARQUITETURA ENGAJADA NA SUSTENTABILIDADE

SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE

INCENTIVO À MEIOS DE TRASNPORTE ALTERNATIVOS

(Imagem 04 - esquema de objetivos gerais e específicos)

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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FOLHA TEMA

REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS 14

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


FOLHA TEMA

(Imagem 05 - Render - Fachada da escola projetada) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

5.0 - REF E RÊ NC IAS CO NC EI T UAIS 5.1 - CENTRO EDU C AC IO NAL C A R N E I R O R I B E I R O Localizado no bairro da Liberdade, o Centro Educacional Carneiro Ribeiro foi fundado em 1950 e é a primeira Escola Parque do Brasil. Idealizada por Anísio Teixeira, cujo intuito era recuperar a escola primária oficial, dando-lhe condições para melhorar a qualidade do ensino e ampliar o tempo de permanência da criança no ambiente escolar, a Escola Parque teve o objetivo de melhorar a qualidade da escola primária, além de resolver o problema da criança que era abandonada pela família, durante a metade do dia. Segundo o próprio Anísio, a criança não desempenhava nenhuma função após aquelas desenvolvidas na escola. “No mínimo, as crianças brasileiras, que logram frequentar escolas, estão abandonadas em metade do dia. E este abandono é o bastante para desfazer o que, por acaso, tenha feito a escola na sua sessão matinal ou vespertina.” (A ESCOLA PARQUE DA BAHIA, Experiência pedagógica pioneira no Brasil, livro 11, página 33) Constituído de vários pavilhões, projetada pelo arquiteto Diógenes Rebouças, a primeira Escola 16

Parque do país era organizada espacialmente pelo pavilhão da Escola Parque e pelos pavilhões das Escolas-Classe. A Escola Parque era destinada às atividades educativas, tais como: trabalhos manuais, artes industriais, educação artística, educação física e atividades socializantes. Nas Escolas-Classe eram desenvolvidas as atividades normais ou convencionais das demais escolas, estudando-se Ciências Físicas e Sociais, leitura, escrita e Aritmética. Sobre a importância do professorado, Anísio Teixeira afirmava: “A maior dificuldade da educação primária, que, por sua natureza, é uma educação universal, é a de obter um professor primário que possa atender a todos os requisitos de cultura e aptidão para um ensino tão vasto e tão diversificado. A organização do ensino primário em centro desta complexidade vem, de certo modo, facilitar a tarefa, sobremodo aumentada da escola elementar.” (A ESCOLA PARQUE DA BAHIA, Experiência pedagógica pioneira no Brasil, livro 11, página 33)

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Na visita técnica realizada, pôde-se perceber que as crianças desempenham uma série de atividades complementares que as fazem interagir de forma positiva ao ensino que ali está sendo proposto, possibilitando o florescimento e o cultivo da realidade individual da criança ou do jovem, o seu amadurecimento consciente, além da apreensão do sentido cultural e moral. A infraestrutura do Centro reporta a preocupação à qual são desempenhadas as funções no espaço, pois os ambientes são significativamente amplos, arejados e de volumetria aconchegante. Fatores que podem repercutir positivamente na metodologia empregada ao educando, tornando o ambiente mais propício para o ensino. Apesar do projeto não ter sido implementado por completo, pois faltam algumas Escolas-Classe, a Escola Parque idealizada por Anísio Teixeira teve grande repercussão nacional e internacional e hoje é conhecida entre muitos como um projeto de excelência e de inovação educacional e, portanto, de extrema importância para ser utilizada como referência neste trabalho.


REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

(Imagem 06 - Centro Educaciocal Carneiro Ribeiro)

Fonte: http://www.elfikurten.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 08 - Centro Educaciocal Carneiro Ribeiro)

Fonte: http://www.sites.utexas.edu - acessado em 08.02.2018

(Imagem 07 - Centro Educaciocal Carneiro Ribeiro)

Fonte: http://www.escolaparque.jex.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 9 - Centro Educaciocal Carneiro Ribeiro)

Fonte: http://prod.educacao.ba.gov.br - acessado em 08.02.2018 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

5.2 - MANSÃO DO C AM I NHO Construída numa área de 78.000 m², a Mansão do Caminho está localizada em Salvador nas proximidades de um bairro carente, Pau da Lima. Fundada em 15 de agosto de 1952 pelo líder espírita Divaldo Franco e o seu amigo Nilson de Souza Perfeita, a instituição não visa fins lucrativos e desempenha uma função extremamente importante para as crianças e jovens da região: ocupá-los de forma integral, oferecendo ensino educacional básico e moral, em uma área

extremamente violenta como é o bairro no qual o terreno está inserido. Apesar da Mansão do Caminho não ser reconhecida propriamente como uma Escola Parque, ali as crianças, além do ensino básico, desempenham várias atividades em tempo integral. A instituição chega a atender cerca de 680 crianças por ano, matriculadas nas 3 escolas que lá existem. As crianças e adolescentes, entre 0 e 16 anos, usufruem da infraestrutura de um pequeno bairro

(Imagem 10 - Mansão do Caminho)

Fonte: http://www.mansaodocaminho.com.br - acessado em 08.02.2018 18

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com refeitórios, hospital, escolas, laboratórios técnicos e profissionalizantes, berçários, lavanderia, centro esportivo e padaria, entre outros. Na visita realizada pôde ser observada a dimensão do projeto desenvolvido pelo líder espírita e a obra que o mesmo desenvolve na região, sendo de extrema relevância como referência para o desenvolvimento deste trabalho.

(Imagem 11 - Mansão do Caminho)

Fonte: http://www.mansaodocaminho.com.br - acessado em 08.02.2018


REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

(Imagem 12 - Mansão do Caminho)

Fonte: http://www.mansaodocaminho.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 14 - Mansão do Caminho)

Fonte: http://www.mansaodocaminho.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 13 - Mansão do Caminho)

Fonte: http://joao-ninguem.blogspot.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 15 - Mansão do Caminho)

Fonte: http://www.mansaodocaminho.com.br - acessado em 08.02.2018 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

6.0 - REF E RÊ NC IAS PRO JE T UAIS 6.1 - E DIF ÍCIO CO RU JAS Projetado em 2014 pelo escritório FGMF arquitetos, o Edifício Corujas está localizado na Vila Madalena na cidade de São Paulo. É um edifício de escritórios de diversos tamanhos e formatos. A proposta para essa edificação é a de criar um espaço mais humanizado para o trabalho, indo na contramão dos tradicionais cubos de vidro espelhado localizados em regiões de São Paulo como Avenida Faria Lima ou Avenida Berrini. Por não se tratar de uma escola em si, este projeto foi utilizado apenas como referência arquitetônica por apresentar soluções interessantes para algumas

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questões similares existentes na proposta deste trabalho. A limitação do gabarito do local, de apenas nove metros, exigiu do projeto do edifício uma solução horizontal. O formato do lote implicou no desmembramento do prédio em duas edificações: frontal e posterior. O projeto do Edifício Corujas tem como um dos seus principais pontos relacionados com sua estrutura e soluções ambientais o tetos jardins, grandes panos envidraçados, estudos de ventilação cruzada, reaproveitamento de água, e generosos vãos e varandas pouco convencionais, utilizando

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

a estrutura mista com ênfase no concreto prémoldado, de volumetria aconchegante e bem trabalhada por meio dos espaços criados dentro e entre as edificações. Contudo, por não guardar relação direta com os objetivos do presente trabalho, foram extraídos, deste projeto referência, somente o contexto arquitetônico da edificação.


REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

(Imagem 16 - Edifício Corujas)

Fonte: https://www.archdaily.com.br- acessado em 08.02.2018

(Imagem 18 - Edifício Corujas)

Fonte: https://www.archdaily.com.br- acessado em 08.02.2018

(Imagem 17 - Edifício Corujas)

Fonte: https://www.archdaily.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 19 - Edifício Corujas)

Fonte: https://www.archdaily.com.br - acessado em 08.02.2018 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

6.2 - CO LÉ GIO P O SI T IV O I NT ERN AC I O N A L O Colégio Positivo Internacional, localizado em Curitiba, foi projetado em 2013 pelo escritório de arquitetura MCA Manoel Coelho Arquitetura & Design, sob a coordenação dos arquitetos Manoel Coelho e Antonio Elias Abrão. Com estrutura em concreto e ocupando um terreno com cerca de 5.000 m², o colégio foi implantado dentro do campus da Universidade Positivo, onde estão alocadas as “funções tipo” – salas de aula e laboratórios – e um volume irregular, em estrutura metálica, que abriga as “funções singulares”, tais como biblioteca e administração. O pátio coberto é o elemento principal, articulador dos setores e o grande espaço de convívio dos alunos. O edifício possui pé direito triplo e a permeabilidade visual é explorada, sempre que possível, integrando o microcosmo do colégio ao conjunto da universidade através das peles de

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vidro e, principalmente, dos painéis de vedação em telhas metálicas perfuradas. Os painéis permitem a conexão visual com os espaços externos, ao mesmo tempo em que maximizam a ventilação e a iluminação natural, reforçada também pelo zenital do jardim interno. Um dos principais pontos extraídos deste projeto refere-se à filosofia ambiental da instituição, que busca inspirar os seus alunos, tomando partido de várias estratégias sustentáveis: aproveitamento dos platôs existentes para a implantação do edifício, que minimizaram o impacto e o movimento de terra no local; gestão de resíduos na obra; correta orientação solar com salas voltadas para o Norte; ventilação cruzada; aproveitamento da luz natural através de zenital; proteção solar com brises; seleção de materiais; consumo sustentável de água; reaproveitamento de águas pluviais; eficiência energética; luminárias inteligentes; conforto térmico,

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visual e acústico; e paisagismo com espécies nativas, entre outros. O projeto possui certificação LEED (Leadership in Energy and Enviroonmental Design), concebida e concedida pela ONG americana U.S. Green Building Council (USGBC) de acordo com o atendimento a critérios de racionalização de recursos (energia, água, etc.). O Colégio Positivo Internacional é uma prova concreta de como as práticas educacionais podem estar voltadas também para a conscientização ambiental e contribuir para o aprendizado das crianças e adolescentes.


REFERÊNCIAS CONCEITUAIS E PROJETUAIS

(Imagem 20 - Colégio Positivo Internacional)

Fonte: https://www.archdaily.com.br- acessado em 08.02.2018

(Imagem 22- Colégio Positivo Internacional)

Fonte: https://www.archdaily.com.br- acessado em 08.02.2018

(Imagem 21 - Colégio Positivo Internacional)

Fonte: https://www.archdaily.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 23 - Colégio Positivo Internacional)

Fonte: https://www.archdaily.com.br - acessado em 08.02.2018 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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FOLHA TEMA

DESENVOLVIMENO DO PROJETO; METODOLOGIA EMPREGADA; I M P L A N TAÇ ÃO D O E Q U I PA M E N TO ; 24

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


FOLHA TEMA

(Imagem24 - Render - espaço de convivência da escola parque proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

7.0 - LOC AL PAR A I M PL ANTAÇ ÃO D O P R O J E TO 7.1 - ME TO DO LO G IA EM P REG ADA N A S E L E Ç ÃO O projeto foi desenvolvido a partir da coleta de dados socioeconômicos da cidade de Salvador e da análise de mapas e dados estatísticos disponibilizados pelos órgãos públicos. Buscouse identificar as localidades mais populosas e que possuem maior número de crianças e jovens na faixa etária de 0 a 14 anos. Outro fator importante levado em consideração foi o estudo dos locais com alto índice de violência, pois a educação poderá atuar como um dos fatores redutores. Verifica-se que, através do confronto entre os mapas de áreas mais populosas e da violência em Salvador, a grande maioria das regiões mais populosas do município apresentam índices de violência também muito altos.

(Imagem 25 - mapa de habitantes por hectare - Salvador) Fonte: IBGE2010

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ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


DESE NVOLVIMENTO DO PROJETO

(Imagem 26 - mapa violência de Salvador por bairro) Fonte: SSP-Ba

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

A partir da seleção dessas regiões foi possível sintetizar gráficos com dados censitários dos bairros mais relevantes, que indicaram aspectos importantes ao estudo, como índice de pobreza, analfabetismo e a taxa anual de crescimento da COUTOS população. É notável que osFAZENDA valores apresentados 283.82 HAB/HA dos bairros são muito próximos.

Outro fator macro levado em consideração foi a justificativa conceitual deste projeto, que trata da sustentabilidade e da conscientização ambiental associada à educação infantil. Assim, foram observados dados da LOUOS (Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo) vigente do município e mapeou-se bairros dentro

NOVA SUSSUARANA 249.59 HAB/HA

FAZENDA COUTOS 283.82 HAB/HA

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do contexto ambiental, inseridos ou próximos a importantes áreas de preservação da cidade dentro do contexto ambiental, inseridos ou próximos a importantes áreas de preservação da cidade. Portanto, o bairro São João do Cabrito, SUSSUARANA dentro NOVA dos anteriores apresentados, é o que 249.59 HAB/HA melhor se insere nesse contexto.

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 26.85%

ANALFABETISMO 8.75%

ÍNDICE DE POBREZA 14.58%

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 26.81%

ANALFABETISMO 7.99%

ÍNDICE DE POBREZA 10.47%

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 26.85%

ANALFABETISMO 8.75%

ÍNDICE DE POBREZA 14.58%

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 26.81%

ANALFABETISMO 7.99%

ÍNDICE DE POBREZA 10.47%

SÃO JOÃO DO CABRITO 231.37 HAB/HA

SARAMANDAIA 343.95 HAB/HA

SÃO JOÃO DO CABRITO 231.37 HAB/HA

SARAMANDAIA 343.95 HAB/HA

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 24.48%

ANALFABETISMO 6.50%

ÍNDICE DE POBREZA 12.37%

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 24.48%

ANALFABETISMO 6.50%

ÍNDICE DE POBREZA 12.37%

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

HABITANTES DE 0 A 14 ANOS 27.42%

ANALFABETISMO 10.21%

ÍNDICE DE POBREZA 11.17%

HABITANTES DE ANALFABETISMO ÍNDICE DE POBREZA 0 A 14 ANOS 10.21% (Imagem 27 - Dados censitários dos bairros relevantes da pesquisa - 11.17% Salvador) 27.42% Fonte: IBGE2010


DESENVOLVIMENTO DO PROJETO LEGENDA

REGIÃO METROPOLITANA

VIAS EXISTENTES REGIÃO METROPOLITANA

ÁREA URBANA DE SALVADOR

ÁREA DE PROTEÇÃO DE RECURSOS NATURAIS

BAHIA DE TODOS OS SANTOS

PARQUE URBANO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO MUNICIPAL SARAMANDAIA

SÃO JOÃO DO CABRITO

10 km

FAZENDA COUTOS

5km

NOVA SUSSUARANA

OCEANO ATLÂNTICO

0m

N

(Imagem 28 - Mapa de Áreas Verdes de Salvador) Fonte: LOUOS 2016 - SAVAM

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

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DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

A partir da conclusão dessas informações foi possível direcionar o local o qual o equipamento educacional proposto poderá ser mais eficiente, como princípio norteador. O bairro São João do Cabrito, como dito anteriormente, no subúrbio ferroviário do município, atende todos os quesitos relevantes.

Por consequência, o bairro está inserido em uma ZEIS (Zona Especial de Interesse Social) específica de área de proteção ambiental e próximo de um dos parques mais importantes da cidade de Salvador, que vem sofrendo processo de desmatamento intenso nos últimos anos, o parque São Bartolomeu.

Durante as pesquisas verificou-se também que todos os bairros indicados pelos dados dos órgãos públicos já possuíam Escolas de Educação Infantil. Esse alto índice de procura de vagas ocorre devido à carência de equipamentos de educação infantil nos bairros vizinhos, sobrecarregando as instituições existentes.

A região, diferente dos outros bairros do subúrbio ferroviário de Salvador, teve sua origem ainda no século XIX. Foi palco de importantes acontecimentos históricos durante a independência da Bahia e posteriormente, com a construção da linha férrea, no seu período de auge, trouxe muitos benefícios à população do bairro – como o abastecimento da feira local com mercadorias que vinham do interior, a chegada da iluminação industrial, possibilitados pela instalação de várias fábricas de tecidos, por volta de 1875. Apesar da inegável importância histórica, política e econômica do bairro, São João do Cabrito, assim como Plataforma e outros bairros do subúrbio ferroviário, passam atualmente

por um visível processo de degradação. Sofrem com a falta de infraestrutura adequada e com a ausência do poder público, o que acaba, segundo pesquisadores, relegando o bairro a um mero espaço de escoamento da pobreza da cidade. Por consequência, atualmente São João do Cabrito, deixou de ser uma referência para a cidade e tornou-se um símbolo da decadência física e social que se vivência cotidianamente nos bairros periféricos na capital baiana.

7.2 - O B AIRRO São João do Cabrito, cercado pela orla marítima da Baía de Todos os Santos e pelo conhecido Parque São Bartolomeu – tombado pelo patrimônio histórico da humanidade – é um dos bairros mais antigos do Subúrbio Ferroviário de Salvador, e está situado à margem da Avenida Afrânio Peixoto, conhecida pelo Nome Suburbana. O bairro encontra-se na parte noroeste da cidade, dentro da Bahia de todos Santos. O bairro foi originado de outro, de nome plataforma Plataforma. Segundo alguns historiadores, em 1558, o bairro era uma aldeia jesuítica, a Aldeia de São João, constituída por índios da nação Tupi – os Tupinambá. Esta aldeia situava-se nas Ribeiras de Pirajá e o seu nome foi dado em homenagem a São João Evangelista . 30

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

(Imagem 29 - Enseada São João do Cabrito)

(Imagem 30 - estrada de ferro São João atualmente)

Fonte: http://www.mansaodocaminho.com.br - acessado em 08.02.2018

Fonte: http://salvadorhistoriacidadebaixa.blogspot.com.br - acessado em 08.02.2018

(Imagem 31 - vista aérea São João do Cabrito)

(Imagem 32 - estrada de ferro São João em 1860. Bahia - São Francisco

Fonte:https://outrofoco.wordpress.com- acessado em 08.02.2018

Fonte: https://outrofoco.wordpress.com - acessado em 08.02.2018

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

31


DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

LOC ALIZAÇ ÃO DO BAIRRO NA CIDADE DE SALVADOR LEGENDA

REGIÃO METROPOLITANA

VIAS EXISTENTES REGIÃO METROPOLITANA

ÁREA URBANA DE SALVADOR

ÁREA VERDE EXISTENTE

SUBÚRBIO FERROVIÁRIO SÃO JOÃO DO CABRITO

10 km

BAHIA DE TODOS OS SANTOS

5km

S ALVADOR

OCEANO ATLÂNTICO

(Imagem 33 - Mapa de localização do bairro São João do Cabrito) Fonte: Caminho das águas, 2010, Bacias hidrográficas, Bairros e Fonte

32

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

0m

N


DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

LOC ALIZAÇ ÃO DO BAIRRO NO SUBÚRBIO FERROVIÁRIO C

LEGENDA

RA S

R.

LIMITE DO PARQUE SÃO BARTOLOMEU

AS

CA

BE

LINHA FÉRREA EXISTENTE

EI

D

PARQUE SÃO BARTOLOMEU

PERCURSO DE TRANSPORTE MARÍTIMO

CA THA RINO

VIAS EXISTENTES

F

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RO

RI

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PIRAJÁ

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R.

R.

SÃO JOÃO DO CABRITO

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SUBÚRBIO FERROVIÁRIO

PLATAFORMA

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ÁREA VERDE EXISTENTE

NA

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ALTO DO CABRITO

500 m

-32

4

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0m

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1 KM

J

SÃO JOÃO DO CABRITO

O P EI

ENSEADA DO CABRITO

DE P IR A

XOT

O

BAHIA DE TODOS OS SANTOS

(Imagem 34 - Mapa de situação do bairro São João do Cabrito)

Fonte: Caminho das águas, 2010, Bacias hidrográficas, Bairros e Fontes TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

33


DESENVOLVIMENTO DO PROJETO C

RA S

BE

LINHA FÉRREA LINHA FÉRREA EXISTENTE EXISTENTE

EI

CA

AS

CA

Após mapear as escolas locais, observou-se R. D R. D os terrenos ociosos no bairro, mesmo a localidade possuindo uma densidade urbanística muito grande e, portanto, uma menor disponibilidade de terrenos vazios. Além disso, o intuito maior é de AS

Após a seleção do bairro foi realizado LIMITE DO PARQUE LIMITE DO PARQUE B A Has I A áreas DBEA H TO I Ainstitucionais D ODSE T O D O S o levantamento de todas SÃO BARTOLOMEU SÃO BARTOLOMEU O S S A NO TO S S SANTOS disponíveis, através da análise de mapas, para a PERCURSO DE PERCURSO DE TRANSPORTE escolhaTRANSPORTE do local mais adequado à implantação do MARÍTIMO MARÍTIMO VIAS EXISTENTES VIAS EXISTENTES projeto no bairro.

EI

RA S

BE

C

7.3 - O TE RRENO

conciliar um terceiro fator: A proximidade com o Parque São Bartolomeu, para que se justifique o conceito deste trabalho e para que a escola em si possa funcionar atendendo as demandas de educação ambiental, vislumbrando o parque como

OS

ER

RO

Á VI

RI

OS

PARQUE PARQUE S Ã O B A RSTÃOOL OBM AR E TU O L O M E U

PIRAJÁ PIRAJÁ

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RO

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CA

OS

4

500 m

VIA B Rm 500 DO

N

(Imagem 35 - Mapa de localização de terrenos vazios no bairro São João do Cabrito)

Fonte: Caminho das águas, 2010, Bacias hidrográficas, Bairros e Fontes

34

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

0m

0m

ALTO ALTO D O C ADBOR I CT A OB R I T O

N

RO

RO

DO

D EB AI íTAA PDA EG I PI TEA P A G I P E

R I B E I RRAI B E I R A

32

4

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-32

A

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1 KM

S NA PI

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1 KM

J

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ÂNI AFR

ÂNI AFR A NID AVE BAíA

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O P EI

O P EIX O

E N S E A D AE NDSOE ACDA AB RDI TOOC A B R I T O

ESTIMATIVAESTIMATIVA DE RAIO DEDE RAIO DE ATUAÇÃO DAS ATUAÇÃO ESCOLA DAS ESCOLA

SEIXA

XOT

TO

ESCOLAS MUNICIPAIS ESCOLAS MUNICIPAIS OU ESTADUAIS OU ESTADUAIS EXISTENTESEXISTENTES

S

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S Ã O JSOÃÃOO J O Ã O D O C ADBOR I CT A OB R I T O

R.

TRECHO COM TRECHO COM BANCO DE AREIA BANCO DE AREIA

SEIXA

R.

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R.

F

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R.

BAIRRO SÃOBAIRRO JOÃO DO SÃO JOÃO DO CABRITO CABRITO

R.

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LA

TERRENOS VAZIOS TERRENOS VAZIOS

P L A T APFLOARTM AA FORMA

LA

ÁREA VERDEÁREA VERDE EXISTENTE EXISTENTE

CA THA RINO

CA THA RINO

LEGENDA LEGENDA


C

BE

BE

CA

os terrenos ociosos agora de locais mais remotos e R. D R. D de difícil acesso, levando em consideração as vias de maior importância do Bairro e de maior escoamento. Dessa forma, atendendo os pontos descritos anteriormente, o terreno escolhido AS

uma ferramenta auxiliar em atividades de campo, LIMITE DO PARQUE PARQUE Apelos EO ST O D O S B A H I ABD EH I TA O D Dalunos. queLIMITE de DO fato possa ser realizada SÃO BARTOLOMEU SÃO BARTOLOMEU O S S AONST OSSA N T O S Por PERCURSO fim, porDEse tratar de um equipamento PERCURSO DE TRANSPORTE TRANSPORTE importante de e grande impacto no bairro, foi MARÍTIMO MARÍTIMO VIAS EXISTENTES VIAS EXISTENTES preciso considerar a sua acessibilidade, excluindo

RA S E I RA S

AS

LINHA FÉRREA LINHA FÉRREA EXISTENTE EXISTENTE

EI

CA

C

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

encontra-se próxima ao parque São Bartolomeu e faz parte da bacia do cobre, uma importante bacia da região que desagua na enseada do cabrito.

CA THA RINO

F

S

P A R Q UPEA R Q U E S Ã O B SAÃRO T OBL AORMT EOUL O M E U

P I R APJ IÁR A J Á

S

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OS RIO IÁ OV R R

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CA

1 KM

1 KM 500 m

4

VIA

N

N

(Imagem 36 - Mapa de localização do terreno escolhido no bairro São João do Cabrito)

Fonte: Caminho das águas, 2010, Bacias hidrográficas, Bairros e Fontes TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

35

0m

0m

A L T OA L T O D O CDAOB RCIAT BOR I T O

DO

VIA DO RO

R I B E RI RI BA E I R A

BR -3 500 m 2 4

DE P IR

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-32

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ESTIMATIVA ESTIMATIVA DE RAIO DE DE RAIO DE ATUAÇÃO DAS ESCOLA ATUAÇÃO DAS ESCOLA

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MUNICIPAIS ESCOLASESCOLAS MUNICIPAIS OU ESTADUAIS EXISTENTES OU ESTADUAIS EXISTENTES

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COM TRECHO TRECHO COM BANCO BANCO DE AREIADE AREIA

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R.

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R.

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R.

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UR

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ESCOLHIDO TERRENOTERRENO ESCOLHIDO

FO P L A TPALFAOT RAM ARMA

SU

ÁREA VERDE ÁREA VERDE EXISTENTE EXISTENTE

BAIRRO SÃO BAIRRO SÃO JOÃO DOJOÃO DO CABRITOCABRITO

CA THA RINO

L E G E NLDEAG E N D A


FOLHA TEMA

DIAGNÓSTICO DO TERRENO ESCOLHIDO 36

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


FOLHA TEMA

(Imagem 36 - Render - espaço de convivência da escola parque proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

37


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

8.0 - D IAGNÓST ICO DO T ERRENO E S CO L H I D O 8.1 - SUAS C A R AC T ERÍST I C AS Em visitas feitas em campo pôde-se observar que o terreno possui características importantes para o projeto. O Rio do Cobre margeia o terreno quase que por completo e a vegetação existente é praticamente ciliar, de restinga, separando-se em dois importantes biomas: • A vegetação de água salobra, localizada na foz do rio, que apresenta forte presença do

mangue, está concentrada na parte norte do terreno; e • A vegetação ciliar de médio porte, localizada na parte sul do terreno, já apresenta sinais de desmatamento. Outro ponto importante a ser ressaltado é a volumetria das edificações vizinhas, localizadas no entorno do terreno. A grande maioria apresenta

volumetria baixa, de dois a três pavimentos. Além disso, foram observados dois importantes projetos realizados nas margens do terreno: um projeto de intervenção da CONDER e outro do Governo do Estado – o “Minha casa, minha vida”, ilustrados nas imagens.

(Imagem 37 - visita realizada ao terreno - projeto minha casa minha vida) foto realizada em 10.08.2017

38

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

(Imagem 38 - visita realizada ao terreno - Rio existente)

(Imagem 39 - visita realizada ao terreno - quadra exsitente proximo ao lote de estudo)

(Imagem 40 - visita realizada ao terreno - projeto minha casa minha vida)

(Imagem 41 - visita realizada ao terreno - acesso do terreno pela avenida afrânio peixoto)

foto realizada em 10.08.2017

foto realizada em 10.08.2017

foto realizada em 10.08.2017

foto realizada em 10.08.2017

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

39


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

8.2 - ACESSO S E TO PO G R AFI A O terreno atualmente não possui acessos pois é um espaço ocioso e de vegetação extremamente volumosa em alguns trechos. Encontra-se geograficamente em uma área de difícil acesso, na parte posterior da maioria das edificações

O

O

RIT

RIT

CAB

IDENTIFICADAS DE SÍVEIS ACESSOS AO TERRENO

OTO A NID AVE

AVE

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A

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AFR

ÂNI

ÂNI

O P EIX

O P EIX O

RA

EST

EST

100 m

PARADAS DE ÔNIBUS EXISTENTES

POSSÍVEIS ACESSOS DE PEDESTRES AO TERRENO

R

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D

O

CO

ÁREAS IDENTIFICADAS DE POSSÍVEIS ACESSOS AO TERRENO

R

IO

D

O

CO

RUA SÃO BARTOL

OMEU

PARQUE SÃO BARTOLOMEU

50 m

SÍVEIS ACESSOS DE STRES AO TERRENO

ENSEADA SÃO JOÃO DO CABRITO

RUA SÃO BARTOL

OMEU

N

0m

RADAS DE ÔNIBUS EXISTENTES

EDIFICAÇÕES EXISTENTES

E

EDIFICAÇÕES EXISTENTES

VEGETAÇÃO EXISTENTE

BR

VEGETAÇÃO EXISTENTE

ÁREA SUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOS

E

A SUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOS

PERCURSO D’AGUA

BR

RCURSO D’AGUA

TO

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VIAS EXISTENTES

RA

VIAS EXISTENTES

CURVA DE NÍVEL

DA

CURVA DE NÍVEL

LIMITE PARA EDIFICAÇÃO

CAB

LIMITE PARA EDIFICAÇÃO

LIMITE DO TERRENO

DO

TE DO TERRENO

a uma das ruas do entorno, com aproximadamente 1 metro de desnível, acentuando-se nas margens dos rios. Faz parte de um vale e constitui um lote onde ainda não foram feitas movimentações de terra.

LEGENDA

DA

LEGENDA

vizinhas. Será necessário fazer intervenções nas áreas periféricas para que os acessos ao mesmo possam ser viabilizados de maneira funcional. No que se refere à topografia, o terreno escolhido apresenta inclinação quase nula em relação

PARQUE SÃO BARTOLOMEU (Imagem 42 - Mapa de diagnóstico de acessos e topografia no terreno escolhido)

40

mapa produzido pelo autor

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

ENSEADA SÃ DO CAB


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

8 .3 - SI T UAÇ ÃO DO RI O O rio apresenta grande mau cheiro, apesar de não terem sido encontrados detritos ou materiais físicos na água. Acredita-se que a fonte da poluição tenha origem no seu trajeto, a partir da sua nascente dentro do Parque São Bartolomeu. Verificou-se que, antes de chegar ao terreno em estudo, o rio possui

uma pequena barreira para separação de materiais sólidos. Verifica-se a necessidade de uma intervenção no rio que possa tratar sua água e evitar o mau cheiro. Pesquisas com imagens do terreno feitas a partir de 2003 contribuíram para o

(Imagem 43 - visita realizada ao terreno - Rio existente) foto realizada em 10.08.2017

entendimento do seu histórico e indicaram que as intervenções realizadas nas margens interferiram no fluxo do Rio do Cobre e no seu percurso original, assim como na vegetação periférica existente (ciliar) que foi praticamente desmatada.

(Imagem 44 - sivita realizada ao terreno - Rio existente) foto realizada em 10.08.2017

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

41


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

(Imagem 45 - Imagem aérea do terreno em outubro de 2003)

(Imagem 46 - imagem aérea do terreno em novembro de 2008)

(Imagem 47 - imagem aérea do terreno em julho de 2012)

(Imagem 48 - imagem aérea do terreno em julho de 2016)

fonte: googleearth

42

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

fonte: googleearth

fonte: googleearth

fonte: googleearth


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

LEGENDA

8 .4 - L EG I SL AÇ ÃO VIAS EXISTENTES

LEGENDA

REGIÃO METROPOLITANA

VIAS EXISTENTES

Realizou-se o REGIÃO estudo da legislação vigente METROPOLITANA REGIÃO do município, para que os parâmetros construtivos METROPOLITANA ÁREA URBANA e de uso do solo pudessem ser devidamente DE SALVADOR L E G E N DÁREA A URBANA compreendidos. DE SALVADOR BAHIA DE TODOS VERDE da Lei de Segundo osÁREA registros VIASOrdenamento EXISTENTES OS SANTOS EXISTENTE BAHIA DE TODOS e de Ocupação do Uso do Solo e do Plano Diretor ÁREA VERDE OS SANTOS REGIÃO EXISTENTE de DesenvolvimentoSUBÚRBIO Urbano (PDDU), o terreno METROPOLITANA FERROVIÁRIO escolhido localiza-se em uma ZEI IV, que engloba SUBÚRBIO ÁREA URBANA FERROVIÁRIO os bairros do subúrbio ferroviário de Salvador, entre DE SALVADOR ZEIS 4 ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS eles, o Bairro João do Cabrito, definido nesteZEIS 4 INSERIDOSSão EM APA OU APNR ASSENTAMENTOS ÁREA VERDE PRECÁRIOS B A H I A D E T O D O S projeto. INSERIDOS EM APA OU APNR OS SANTOS ZEIS 1 EXISTENTE

REGIÃO METROPOLITANA

REGIÃO METROPOLITANA

ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS

ÁREA URBANA DE SALVADOR

ÁREA VERDE EXISTENTE

ZEIS 3 TERRENOS NÃO UTILIZADOS

BAHIA DE TODOS O S S A NSÃO T OJOÃO S DO

10 km

ZEIS 3 TERRENOS NÃO UTILIZADOS ZEIS 4 VIAS EXISTENTESSÃO JOÃO DO ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS CABRITO INSERIDOS EM APA OU APNR SÃO JOÃO DO REGIÃO CABRITO METROPOLITANA ZEIS 1 ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS

REGIÃO METROPOLITANA

S ALVADOR 5km

ZEIS 3 TERRENOS L E G E NNÃO D A UTILIZADOS

ZEIS 1 ASSENTAMENTOS SUBÚRBIO PRECÁRIOS FERROVIÁRIO

S ALVADOR OCEANO ATLÂNTICO

CABRITO

OCEANO ATLÂNTICO

ZEIS 4 ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS INSERIDOS EM APA OU APNR ZEIS 1 ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS

ZEIS 3 TERRENOS NÃO UTILIZADOS

S ALVADOR

0m

N

SUBÚRBIO FERROVIÁRIO

(Imagem 49 - mapa de zeis de Salvador adaptado - LOUOS 2016) OCEANO ATLÂNTICO

fonte: LOUOS 2016 43 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO


QUADRO 06 PARÂMETROS DE OCUPAÇÃO DO SOLO QUADRO 06 DIAGNÓSTICO DO TERRENO PARÂMETROS DE OCUPAÇÃO DO SOLO QUADRO 06 PARÂMETROS DE OCUPAÇÃO DO SOLO TIPO DE ZONA TIPO DE ZONA

ZONA DE USO

ZONA DE USO ZPR 1 ZPR ZPR 2 ZPR 1 3 TIPO DE ZONA ZONA DE2USO ZPR ZPR ZEIS 1 ZPR 32 ZEIS ZEIS 1 ZEIS ZPR 13 ZEIS 2 ZPR ZPR 24 ZEIS ZEIS 3 ZPR 35 ZEIS1/01 4 ZCMe ZEIS 1 ZEIS1/02 5 ZCMe ZEIS 2 ZCMe 1/01 ZCMe ZEIS ZEIS1/03 3 ZCMe 1/02 ZCMe ZEIS 42 ZCMe ZCMe 1/03 ZCMe ZEIS 5CA ZCMe 12 ZCMu ZCMe 1/01 ZCMu ZCMe - 2CA ZCMu1/02 ZCMe ZCMu 1 ZCLMe ZCLMe ZCMe ZCMe 1/03 ZCMu ZCMu ZCLMu ZCLMu22 ZCMe ZCLMe ZCLMe ZDE -1CA ZCMe ZDE ZCLMu ZCLMu ZDE 21 ZCMu ZCMu ZDE ZUSI ZUSI12 ZCMu ZDE ZDE ZIT ZIT 2 ZCLMe ZCLMe ZUSI ZUSI ZEM ZEM ZCLMu ZCLMu ZIT ZIT ZUE ZDE 1 ZDE ZEM ZEM 1,3,4,6,7,8,9,10,12 ZDE 2 ZUE ZUE ZUEZUSI 2 e 13 ZUSI 1,3,4,6,7,8,9,10,12 ZUEZIT 5 e 11 ZIT ZUE ZUE 2 e 13 ZPAM ZPAM ZEM ZEM ZUEZUSI 5 e 11 ZUSI ZUE ZPAM ZPAM 1,3,4,6,7,8,9,10,12 NOTAS: ZUE • NAZUSI = não se aplica. ZUEZUSI 2 e 13

Coeficiente de Aproveitamento Coeficiente de Aproveitamento CA Mín CAB CAM CA0,10 Mín CAB CAM 1,00 1,00 0,20 2,00 Coeficiente de1,00 Aproveitamento 0,10 1,00 1,00 0,30 1,50 3,00 0,20 1,00 2,00 CA Mín CAB CAM 0,30 1,50 3,00 0,10 0,30 0,20 0,30 0,20 0,30 0,40

1,00 1,50 1,00 1,50 1,00 1,50 2,00

1,00 3,00 2,00 3,00 2,00 3,00 4,00

0,20 0,40 0,20 0,30 0,20 0,40 0,40 0,30 0,40 0,20 0,30 0,20 0,20 0,30 0,20 0,20 0,40 0,20 0,10 0,30 0,20 0,20 0,20 0,10 0,30 0,20 0,20 0,20 0,30 NA 0,10 0,20 0,20 NA

1,00 2,00 1,00 1,50 1,00 2,00 2,00 1,50 2,00 1,00 1,50 1,00 1,00 1,50 1,00 1,00 2,00 1,00 0,50 1,50 1,00 1,00 1,00 0,50 1,50 1,00 1,00 1,00 1,50 0,20 0,50 1,00 1,00 0,20

2,00 4,00 2,00 3,00 2,00 4,00 4,00 3,00 4,00 2,00 3,00 2,00 1,00 3,00 2,00 2,00 4,00 1,00 0,50 3,00 2,00 2,00 2,00 0,50 3,00 1,00 2,00 1,00 2,00 3,00 0,20 0,50 1,00 2,00 0,20

Índice de Ocupação Índice de Máxima Ocupação Máxima (a) Índice de Ocupação (a) Máxima (a) (a) (a)

0,60 (a) 0,60 0,60 0,60 0,60 0,70 0,60 0,60 0,70 0,70 0,70 0,60 0,60 0,70 0,30 0,60 0,60 0,50 0,70 0,30 0,70 0,50 0,70 0,60 0,30 0,50

Índice de Permeabilidade Índice de Mínima Permeabilidade Mínima 0,30 Índice de 0,20 0,30 Permeabilidade Mínima 0,20 (b) 0,30 (b) 0,20

Recuos Mínimos (em metros) Recuos Mínimos (em metros) Frente Laterais Fundo Frente Laterais Fundo 4,00Recuos (c) 1,50 (e) 2,50 (f) Mínimos (em metros) 4,00 (c) Frente

1,50 (e) Laterais

2,50 (f) Fundo

Quota Máxima de terreno por Quota Máxima unidade (m²)de terreno por unidade (m²) NA Quota Máxima de terreno NA por unidade (m²)

(g)

(g)

(g)

NA

4,00 (c) (g)

1,50 (e) (g)

2,50 (f) (g)

NA NA NA 25 NA 25 NA 25 25 NA 25 NA NA 25 NA 25 NA NA 25 NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA

0,20 7,50 1,50 (b) (g) (g)(e) 0,20 7,50 1,50 (e) 0,10 4,00 (c) 0,2 4,00 (c) 1,50 (e) 0,10 4,00 (c) 0,20 4,00 (c) 1,50 (e) 0,20 7,50 0,2 4,00 1,50 (e) 0,20 7,50(c) 1,50 (e) 0,20 4,00 (c) 1,50 (e) 4,00 (c) 0,20 7,50 1,50 (e) 0,10 (c) 0,20 4,00 (d) 1,50 (e) 0,20 4,00 (c) 1,50 (e) 0,2 4,00 (c) 1,50 (e) 0,30 5,00(d) 1,50 (e) (e) 4,00 (c) 0,20 1,50 0,40 5,00 1,50 (e) (e) 0,20 7,50 1,50 0,30as disposições 5,00 1,50 Observar contidas 31 (e) 0,20 4,00 (c) no Art. 1,50 (e) 0,40 5,00 1,50 (e) 0,20as disposições 4,00 (d) no Art. 1,50 Observar contidas 31 (e) Observar as disposições contidas no Art. 32 0,30 5,00 1,50 (e) 0,40as disposições 5,00 1,50 Observar contidas no Art. 32 (e) Observar as Observar as disposições disposições contidas contidas no no Art. Art. 33 31 (h) Observar as disposições contidas no Art. 33 Observar (h) as disposições contidas no Art. 32

2,50 (g)(f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) (f) 2,50 2,50 (f) (f) 2,50 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f) 2,50 (f)

0,30 1,50 3,00 NA • Nas ZCMe, ZCMu, ZCLMe NOTAS: ZUE e5ZCLMu e 11 , o recuo frontal 0,20 das edificações 1,00 será dispensado 1,00 em vias cuja calçada seja igual ou maior que 5,00m, conforme disposto no parágrafo 4º do Art. 112 desta lei; NA •O recuo frontal mínimo para Posto de Serviços e Abastecimento de Veículos será de 10,00m, contados a partir do alinhamento de gradil do terreno até o eixo da ilha de bomba; NA = não se aplica. Observar as disposições contidas no Art. 33 ZPAM ZPAM NA 0,20 0,20 NA •O recuo frontal mínimo 10,00m o terreno lindeiro aserá Via dispensado Arterial II que de Pista o Art. 89 desta lei; no parágrafo 4º do Art. 112 desta lei; Nas ZCMe, ZCMu, ZCLMeserá e ZCLMu , oquando recuo frontal das for edificações emnão viasdisponha cuja calçada seja Marginal-PM, igual ou maior que 5,00m, conforme disposto (h)conforme ZUSI ZUSI • Os recuos frontais e laterais para edificação com mais 12m de altura, respeitados os recuos mínimos da zona dedeuso, serão fórmulas contidas nos Artigos 87 O recuo frontal mínimo paraprogressivos Posto de Serviços e Abastecimento de de Veículos será de 10,00m, contados a partir do alinhamento gradil do calculados terreno atésegundo o eixo daasilha de bomba; NOTAS: e• 90, incisofrontal II, respectivamente, desta lei; O recuo mínimo será 10,00m quando o terreno for lindeiro a Via Arterial II que não disponha de Pista Marginal-PM, conforme o Art. 89 desta lei; •• Os NA recuos = não se aplica.lateral frontal, e deprogressivos fundo nos trechos da ABMcom deverão do Art. 105 os desta lei. mínimos da zona de uso, serão calculados segundo as fórmulas contidas nos Artigos 87 frontais e laterais para edificação maisatender de 12m os decritérios altura, respeitados recuos ZCMe, ZCLMe ZCLMu , olei; recuo frontal dasMar edificações dispensado emocupação vias cuja calçada igual atingir ou maior que 5,00m, conforme disposto no que parágrafo Art. 112 destaa lei; •e Nas Nosinciso lotes II, eZCMu, terrenos comeacesso pela Avenida Beira (Codlogserá 2045) o índice de máximaseja poderá 0,70 para terrenos com área maior 250m24ºe do menor ou igual 90, respectivamente, desta 2 •• O frontal para denos Serviços Abastecimento deatender Veículososserá de 10,00m, partir do alinhamento de gradil do terreno até o eixo da ilha de bomba; , ficando omínimo recuo frontal alinhado ao daseedificações existentes. 450m Osrecuo recuos frontal, lateral e dePosto fundo trechos da ABM deverão critérios do Art.contados 105 destaa lei. 2 •• O recuo frontal mínimo será 10,00m quando o terreno for lindeiro a Via Arterial II que não disponha de Pista Marginal-PM, conforme o Art. 89 desta lei; Nos lotes e terrenos com acesso pela Avenida Beira Mar (Codlog 2045) o índice de ocupação máxima poderá atingir 0,70 para terrenos com área maior que 250m e menor ou igual a • Os recuos frontais e laterais progressivos para com mais de 12m de altura, respeitados os recuos mínimos da zona de uso, serão calculados segundo as fórmulas contidas nos Artigos 87 2, ficando 450m o recuo frontal alinhado ao dasedificação edificações existentes. eOBSERVAÇÕES: 90, inciso II, respectivamente, desta lei; • OsPara recuos frontal, lateral e de fundo nos trechos ABM deverão critérios do Art. 105 desta lei.ou superior a 64m² e inferiores a 125m² será igual a 0,70; para terrenos existentes (a) os terrenos existentes com área inferior da a 64m² será igualatender a 0,90;ospara terrenos com área igual •com Nosárea lotesigual e terrenos com aacesso Avenida aBeira Marserá (Codlog índice de ocupação máxima atingir 0,70 para com área maior que 250m2 e menor ou igual a ou superior 125m²pela e inferiores 250m² igual 2045) a 0,60;opara terrenos com área igual poderá ou superior a 250m² seráterrenos igual a 0,50. OBSERVAÇÕES: 2, ficando o recuo frontal alinhado ao das edificações existentes. 450m (b) área inferior a 64m² seráaigual 0,05;igual paraaos terrenos com áreacom igual ou igual superior a 64m² ea inferiores a 125m²aserá igual a 0,10; terrenos com áreaexistentes igual ou (a) Para os terrenos com existentes com área inferior 64m²aserá 0,90; para terrenos área ou superior 64m² e inferiores 125m² será igual para a 0,70; para terrenos NOTAS superior 125m² igualaa125m² 0,15. e inferiores a 250m² será igual a 0,60; para terrenos com área igual ou superior a 250m² será igual a 0,50. com áreaaigual ouserá superior (c) recuo frontal será para o mínimo deigual 2,00m, quando terreno tiver profundidade inferior a 12,00m. (b) O Para os terrenos comreduzido área inferior a 64m² será a 0,05; paraoos terrenos com área igual ou superior a 64m² e inferiores a 125m² será igual a 0,10; para terrenos com área igual ou OBSERVAÇÕES: NOTAS (d) Para os lotes iguais ou maiores superior a 125m² será igual a 0,15. que 10.000m², o recuo frontal mínimo será de 15,00m. (a) Para os terrenos existentes com área inferior a 64m² será igual a 0,90; para terrenos com área igual ou superior (e) Observar as disposições do Art. 90 o desta lei. de 2,00m, quando o terreno tiver profundidade inferior a 12,00m. a 64m² e inferiores a 125m² será igual a 0,70; para terrenos existentes (c) O recuo frontal será reduzido para mínimo com áreaosigual superior a 125m² e inferiores a 250m² será igualmínimo a 0,60;será parade terrenos (f) para osiguais terrenos com profundidade inferior a 12,00m. (d) Isento, Para lotesou ou maiores que 10.000m², o recuo frontal 15,00m.com área igual ou superior a 250m² será igual a 0,50. (b) Para os terrenos com área inferior a 64m² seráinferiores igual a 0,05; para os terrenos com área superior a 64m²a 250m² e inferiores a 125m² igual será a 0,10; para terrenos com área igual ou (g) da aplicação dos terrenos a 250m². Para os terrenos comigual áreaou igual ou superior o recuo frontalserá mínimo igual a 4,00m, o recuo lateral mínimo (e) Isenta-se Observar as disposições dorecuos Art. 90osdesta lei. superior 125m² igualcom ade 0,15. será igualaapara 1,50m e o recuo fundo será igual a 2,50m, observando-se as disposições das letras (c) e (f) desta observação. (f) NOTAS Isento, os será terrenos profundidade inferior a 12,00m. (c) frontal será reduzido para o mínimo deinferiores 2,00m,de quando terreno profundidade inferior 12,00m.a 250m² (h) Derecuo acordo o zoneamento dosos Decretos 23.719 24 deodezembro de 2012 e 23.709 de 21ou deasuperior dezembro de 2012 e Mapa 02 C mínimo do Anexo 2 desta (g) O Isenta-se dacom aplicação dos recuos terrenosnº a 250m². Para os tiver terrenos com área igual o recuo frontal será igual Lei. a 4,00m, o recuo lateral mínimo (d) iguais ou maiores queserá 10.000m², recuo observando-se frontal mínimoas será de 15,00m. seráPara igualosalotes 1,50m e o recuo de fundo igual a o2,50m, disposições das letras (c) e (f) desta observação. (e) Observar as disposições do Art. 90 desta lei. (h) De acordo com o zoneamento dos Decretos nº 23.719 de 24 de dezembro de 2012 e 23.709 de 21 de dezembro de 2012 e Mapa 02 C do Anexo 2 desta Lei. (f) Isento, para os terrenos com profundidade inferior a 12,00m. (g) Isenta-se da aplicação dos recuos os terrenos inferiores a 250m². Para os terrenos com área igual ou superior a 250m² o recuo frontal mínimo será igual a 4,00m, o recuo lateral mínimo será igual a 1,50m e o recuo de fundo será igual a 2,50m, observando-se as disposições das letras (c) e (f) desta observação. (h) De acordo com o zoneamento dos Decretos nº 23.719 de 24SUSTENTÁVEL de dezembro de 2012 e 23.709 de 21 de dezembro de 2012 e Mapa 02 C do Anexo 2 desta Lei. ESCOLA PARQUE INFANTIL

(Imagem 50 - quadro 06 - parâmetros de ocupação do solo)

44

fonte: LOUOS 2016


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

Portanto, diante dos quadros apresentados da LOUOS 2016, foi possível enquadrar o equipamento de acordo com sua categoria e consequentemente com os seus parâmetros construtivos.

De acordo ainda com as referidas tabelas, foi possível definir o número de vagas de veículos para o complexo educacional, que, segundo a LOUOS, será determinado pelo orgão de gestão municipal (SUCOM). Como será mostrado no tópico

de “Programa proposto”, em “proposta do projeto”, foi feito um cálculo para o número de vagas de veículos como sugestão, obedecendo as diretrizes de funcionamento da Escola. Outro fator importante é o do estudo de gabarito na região.

(Imagem 51 - tabela de usos por grupos e subcategorias - LOUOS 2016)

fonte: LOUOS 2016

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

45


DIAGNÓSTICO DO TERRENO LEGENDA VIAS EXISTENTES

REGIÃO METROPOLITANA

REGIÃO METROPOLITANA

ÁREA URBANA DE SALVADOR

ÁREA VERDE EXISTENTE

BAHIA DE TODOS OS SANTOS

SUBÚRBIO FERROVIÁRIO

SÃO JOÃO DO CABRITO

12 METROS

9 METROS

10 km

18 METROS

ÁREA DE PROTEÇÃO RIGOROSA 24 METROS

5km

S ALVADOR OCEANO ATLÂNTICO

(Imagem 52 - mapa de gabarito adaptado de Salvador - LOUOS 2016) fonte: LOUOS 2016

46

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

0m

N


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

De acordo com o mapa de gabarito, percebe-se que o bairro está localizado dentro da zona de gabarito limitada em até 12 metros. Além disso, como já apresentado, uma importante bacia da região (bacia do cobre) está

inseida no terreno escolhido, de forma que foram procurados parâmetros normativos, como no código florestal brasileiro, com o objetivo de identificar diretrizes florestais para o desenvolvimento do projeto e dos espaços publicos.

É exigido no código florestal uma faixa mínima da margem do rio, como área de proteção permanente, sem a possibilidade de implantar construções, como aponta também a resolução do CONAMA, de número 302, de 2002.

(Imagem 53 - resolução do código florestal brasileiro) fonte: código florestal

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

47


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

Na resolução do CONAMA, entretanto, essa área de proteção permanente (APP) poderá ter uma finalidade de uso, desde que seja com o propósito de não alterar a permeabilidade, a tipologia de solo, a tipologia de vegetação e também a topografia

existente. Nessa faixa, portanto, poderão ser utilizadas áreas de uso sustentável, pelo público, possibilitando assim que esses ambientes adiquiram um uso. Nesse sentido, o diagnóstico legislativo

aponta para a possibilidade de intervençao nesses espaços.

(Imagem 54 - resolução CONAMA 302 - 2002) 48

fonte: CONAMA 2002

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

8 .5 - INC IDÊNC IA DE RUÍ D O E B A R U L H O No que concerne ao ruído e ao barulho, foi possível gerar um mapa de acordo com os dados levantados durante as visitas realizadas ao terreno para possibilitar o conhecimento da LEGENDA

dinâmica do som dentro do terreno e em suas áreas periféricas. O mapa aponta que na região central do terreno o ruído é menor. Assim, o equipamento

proposto será mais bem localizado no espaço de menor ruído, portanto, no centro do terreno.

LEGENDA LIMITE DO TERRENO LIMITE DO TERRENO

O

RIT

CAB

TO

TO

ROTAS DE VEÍCULOS DENTRO DO TERRENOROTAS DE VEÍCULOS DENTRO DO TERRENO ROTAS DE PEDESTRES DENTRO DO TERRENO ROTAS DE PEDESTRES DENTRO DO TERRENO POSSÍVEL ÁREA DE LOCAÇÃO DA ESCOLA POSSÍVEL ÁREA DE LOCAÇÃO DA ESCOLA

A

BR

O RI

D

O

CO

OMEU RUA SÃO BARTOL OMEU RUA SÃO BARTOL PARQUE SÃO BARTOLOMEU PARQUE SÃO BARTOLOMEU

50 m

D

CO

N

0m

R

IO

O

E

BR

E

100 m

ENSEADA SÃO JOÃO D O C A B R I TE O NSEADA SÃO JO DO CABRITO

ÁREA DE ALTISSIMA POLUIÇÃO SONORAÁREA DE ALTISSIMA POLUIÇÃO SONORA ÁREA DE ALTA POLUIÇÃO SONORA ÁREA DE ALTA POLUIÇÃO SONORA ÁREA DE BAIXA POLUIÇÃO SONORA ÁREA DE BAIXA POLUIÇÃO SONORA ÁREA DE POLUIÇÃO SONORA QUASE NULAÁREA DE POLUIÇÃO SONORA QUASE NULA

NID

EDIFICAÇÕES EXISTENTES

AVE

NID

A

AFR

AFR

ÂNI

ÂNI

O P EIX O

O P EIX O

DA RA

EST

VEGETAÇÃO EXISTENTE

AVE

EDIFICAÇÕES EXISTENTES

DO

PERCURSO D’AGUA

ÁREA SUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOSÁREA SUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOS VEGETAÇÃO EXISTENTE

O

RIT

CAB

VIAS EXISTENTES

EST

PERCURSO D’AGUA

CURVA DE NÍVEL

DO

VIAS EXISTENTES

DA

CURVA DE NÍVEL

ÁREA PERMITIDA PARA EDIFICAR

RA

ÁREA PERMITIDA PARA EDIFICAR

(Imagem 55 - mapa de ruído e barulho)

mapa elaborado pelo autor 49

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

N


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

8.6 - E STUD O T ÉRM ICO E SO L AR Utilizando a carta bioclimática de Salvador, onde podem ser encontradas informações da direção do sol, assim como a sua incidência durante todo o ano, foi executado o estudo solar no terreno, diagnosticando os fatores de vento, nascente e poente, como na imagem a seguir. Segundo o estudo solar, ficou diagnosticado que as fachadas Leste e Oeste devem ser opacas, pois recebem sol no solstício de verão e inverno. Os ventos predominantes são provenientes do sul e sudeste e por conta disso, para efeito

50

de melhor aproveitamento dos ventos locais, é necessário que as fachadas mais compridas do edifício estejam aproximadamente perpendiculares à essas orientações e que possuam maiores aberturas, em alinhamento com a fachada oposta (Norte) para que o efeito da ventilação cruzada seja viável. Além disso, o estudo aponta ainda que a fachada sul deve possuir proteção solar com menor angulação (mais fechado), pois no solstício de verão ela recebe sol praticamente durante todo o dia. A fachada Norte receberá sol durante todo

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

o solstício de inverno, no decorrer do dia, prescinde de proteção solar, entretanto, com maior angulação (mais aberto), pois no inverno o sol é mais ameno.


DIAGNÓSTICO DO TERRENO

LEGENDA LEGENDA

40% V

LIMITE DO TERRENO LIMITE DO TERRENO

21% O V 30% I O55%30% P I 40% 21% SE

ÁREA PERMITIDA ÁREA PERMITIDA PARA EDIFICAR PARA EDIFICAR

55% P 13% V

48% O V 49% I O26%49% P I 13% 48% S

SE

26% P

S

CURVA DE NÍVEL CURVA DE NÍVEL

S

O P EIX

OTO

TO ÂNI AFR A

100 m

12h

V EDRE I N V N O E R N O

NID

A NID S O L S T Í CS I O O L SDT EÍ C II NO

POSSÍVEL ÁREA DE POSSÍVEL ÁREA DE LOCAÇÃO DA LOCAÇÃO ESCOLA DA ESCOLA

AVE

ROTAS DE PEDESTRES ROTAS DE PEDESTRES DENTRO DO TERRENO DENTRO DO TERRENO

INDICAÇÃO NASCENTE INDICAÇÃO NASCENTE

18h

ÂNI

DA EST

EST

ROTAS DE VEÍCULOS ROTAS DE VEÍCULOS DENTRO DO TERRENO DENTRO DO TERRENO

18h

RA

RA

EDIFICAÇÕES EDIFICAÇÕES EXISTENTES EXISTENTES

DO

6h

DA

6h

CAB

CAB DO

VEGETAÇÃO VEGETAÇÃO EXISTENTE EXISTENTE

12h

RIT

RIT

O

O

ÁREA SUCEPTÍVEL ÁREAÀSUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOS ALAGAMENTOS

12h V E RÃ O

AVE

PERCURSO D’AGUA PERCURSO D’AGUA

SO LS LS TÍ TÍ CI CI O O DE DE V E RÃ O

O P EIX O

SO

AFR

VIAS EXISTENTES VIAS EXISTENTES

12h

S

SE

12h

R

IO

D

O

BR

BR

INDICAÇÃO SOLAR 12h INDICAÇÃO SOLAR

E

E

INDICAÇÃO DE INDICAÇÃO DE VENTOS SUL VENTOS SUL

CO

R

IO

D

O

N

0m

SE

INDICAÇÃO DE INDICAÇÃO DE VENTOS SUDESTE VENTOS SUDESTE

50 m

INDICAÇÃO POENTE INDICAÇÃO POENTE

CO

(Imagem 56 - mapa de estudo térmico e solar)

mapa elaborado pelo autor 51 TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

N


FOLHA TEMA

P R O P O S TA DO PROJETO 52

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


FOLHA TEMA

(Imagem 57 - Render - fachada da escola proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

53


PROPOSTA DO PROJETO

9.0 - PROPOSTA DE IM PL ANTAÇ ÃO D O E Q U I PAM E N TO Dado por início o estudo de implantação do equipamento no terreno, Analisando o diagnóstico concebido e apresentado anteriormente, foram estudadas diretrizes que conduzirão posteriormente a sua locação, desenvolvendo um raciocino de entendimento do seu entorno até a parte central do terreno, justificada pelos pontos a seguir.

9.1 - PROPOSTA DE FLU XO S E AC E S S O AO T E R R E N O Este item avalia as tipologias de acesso, as prioridades a serem dadas e os locais onde deverão ser implantadas. Por se tratar de um equipamento para uso da população local, do bairro e do seu entorno, a prioridade de acesso dada ao projeto foi fundamentada no uso por pedestres, e meios de transportes alternativos, como bicicletas e transporte coletivo, como ônibus. Desta forma, a identificação dos acessos mais importantes considerou as principais vias e as paradas do transporte público local, de modo que o pedestre faça o menor percurso possível. Em alguns casos é proposta a modificação e a criação de novas paradas de ônibus e de faixas de pedestres. 54

Neste projeto, o ingresso de veículos motorizados não terá destaque, tendo em vista que a maior parte dos usuários do equipamento será composta por pedestres. O uso de veículos será considerado como de menor importância, entretanto necessário, principalmente para questões essenciais de funcionamento do equipamento, tais como: carga e descarga de produtos, veículos de empresas prestadoras de serviços diversos e ambulâncias, assim como, veículos de visitantes e dos funcionários da escola. Para que a logística de transporte de mantimentos e demais materiais necessários ao abastecimento do equipamento seja realizada sem prejuízo aos demais acessos e funções, o acesso de

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

serviços deverá ser localizado próximo ao acesso de veículos. Por isso, foi proposto que o ingresso de serviços do equipamento seja localizado na parte Leste do terreno, adjacente ao estacionamento e mais próximo da via. Finaliza-se a proposta no mapa conectandose todos os acessos, de forma que todos possam estar articulados entre si, permitindo maior circulação no terreno e tornando-o mais acessível. O resultado da conexão dos acessos demonstra que a localização do edifício na parte central do terreno será mais bem justificada, posicionando-o próximo a todas as saídas e entradas do lote, como mostrado no mapa a seguir .


PROPOSTA DO PROJETO

LEGENDA LEGENDA

O

RIT

O

RIT

CAB

CAB

POSSÍVEL ÁREA DE LOCAÇÃO DA ESCOLA

PARADA DE ONIBUS EXISTENTE

PARADA DE ONIBUS EXISTENTE

ACESSO PROPOSPO DE PEDESTRES AO TERRENO

ACESSO PROPOSPO DE PEDESTRES AO TERRENO

FAIXA DE PEDESTRES PROPOSTA

FAIXA DE PEDESTRES PROPOSTA

ACESSO DE VEÍCULOS PROPOSTO AO TERRENO

ACESSO DE VEÍCULOS PROPOSTO AO TERRENO

TO NID

NID

A

A

AFR

AFR

ÂNI

ÂNI

EST

E N S E A D A S Ã O J O Ã OE N S E A D A S Ã DO CABRITO DO CAB 100 m

POSSÍVEL ÁREA DE LOCAÇÃO DA ESCOLA

RI

O

D

O

CO

RI

O

D

O

CO

RUA SÃO BARTOL

OMEU OMEU RUA SÃO BARTOL

50 m

ROTAS DE PEDESTRES DENTRO DO TERRENO

N

O RMQEUUE S Ã O B A R T O L O M E U P A R Q U E S Ã O B A R T O PL A

0m

ROTAS DE PEDESTRES DENTRO DO TERRENO

O P EIX O

RA

O P EIX

DA

OTO

DO

DO ROTAS DE VEÍCULOS DENTRO DO TERRENO

AVE

ROTAS DE VEÍCULOS DENTRO DO TERRENO

EDIFICAÇÕES EXISTENTES

AVE

EDIFICAÇÕES EXISTENTES

VEGETAÇÃO EXISTENTE

E

VEGETAÇÃO EXISTENTE

ÁREA SUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOS

BR

ÁREA SUCEPTÍVEL À ALAGAMENTOS

PERCURSO D’AGUA

DA

PERCURSO D’AGUA

VIAS EXISTENTES

RA

VIAS EXISTENTES

CURVA DE NÍVEL

EST

CURVA DE NÍVEL

ÁREA PERMITIDA PARA EDIFICAR

E

ÁREA PERMITIDA PARA EDIFICAR

LIMITE DO TERRENO

BR

LIMITE DO TERRENO

(Imagem 58 - mapa de proposta de acessos ao terreno.

mapa elaborado pelo autor

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

55


PROPOSTA DO PROJETO

Propõe-se, para uso dos pedestres, o emprego de decks de madeira elevados na faixa mais estreita ao Norte, próxima à avenida principal,

CONSERVAÇÃO DO MICRO-CLIMA LOCAL E PERIFÉRICO CONSERVAÇÃO DO MICRO-CLIMA LOCAL E PERIFÉRICO CONSERVAÇÃO DA TEMPERATURA LOCAL E UMIDADE CONSERVAÇÃO DA TEMPERATURA LOCAL E UMIDADE

56

onde há uma vegetação perene, nativa , composta por vegetação de mangue e restinga típicas da região.

CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS LOCAIS CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS LOCAIS CONSERVAÇÃO DAS MARÉS E DO NÍVEL D’AGUA CONSERVAÇÃO DAS MARÉS E DO NÍVEL D’AGUA

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

USO DE MADEIRA RECICLADA

ILUMINAÇÃO EM LED DE BAIXO CONSUMO

USO DE MADEIRA RECICLADA

ILUMINAÇÃO EM LED DE BAIXO CONSUMO

REUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS EMPREGADOS REUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS EMPREGADOS

MAIOR DURABILIDADE COM USO DE POSTES EM ALUMÍNIO MAIOR DURABILIDADE COM USO DE POSTES EM ALUMÍNIO

Esta intervenção tem como objetivo proporcionar o acesso ao lote com um mínimo de interferência.

CONSERVAÇÃO DA VEGETAÇÃO EXISTENTE CONSERVAÇÃO DA VEGETAÇÃO EXISTENTE CONSERVAÇÃO DE ANIMAIS EXISTENTES CONSERVAÇÃO DE ANIMAIS EXISTENTES

(Imagem 59 - esquema de proposta de acessos ao terreno por decks elevados)

Elaborado pelo autor


PROPOSTA DO PROJETO

9 .2 - P RO PO STA DE INT ER V E N Ç ÃO D O R I O E DA V E G E TAÇ ÃO Propõe-se o reflorestamento da mata ciliar em todo o trecho do rio inserido no terreno. Esta intervenção deverá trabalhar com espécies locais ou nativas da região e deverá ser baseada na utilização de três faixas de vegetação: a primeira, de região alagada; a segunda, de transição; e a terceira, de ornamentação. As espécies de área alagada deverão possuir características filtrantes e de grande poder de absorção, como exemplo do Aguapé (Eichhornia) para que possam filtrar metais pesados e demais elementos nocivos presentes na

composição da água do rio. Na faixa de transição, ou parcialmente alagada, mais precisamente a que é susceptível a alagamentos parciais, propõe-se a implantação de espécies de pequeno a médio porte, como exemplo do Papiro (Cyperus papyrus), que filtrem outras impurezas da água, como partículas maiores, e que contribuam para a descontaminação do rio. Na última faixa, a ornamental, é recomendado o uso de espécies nativas de médio e grande porte, com características floreais, como forrações e árvores de copas largas e bem definidas

que proporcionem sombreamento e facilitem a permanência do usuário do espaço. Dessa forma, as três faixas juntas irão compor uma volumetria e altura crescente, interligadas aos diferentes sistemas aos quais as mesmas se propõem: totalmente alagada, parcialmente alagada e área seca, proporcionando a continuidade de uma faixa para a outra, de modo que todas estejam conectadas.

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

57


PROPOSTA DO PROJETO

CONSERVAÇÃO DO ECOSSISTEMA EXISTENTE

CONSERVAÇÃO DE ANIMAIS EXISTENTES

CONSERVAÇÃO DA VEGETAÇÃO EXISTENTE

LIMPEZA DO RIO ATRAVÉS DE PLANTAS DESINTOXICANTES

CONSERVAÇÃO DAS MARÉS E DO NÍVEL D’AGUA

CONSERVAÇÃO DA TEMPERATURA LOCAL E UMIDADE

USO E MANUTENÇÃO DA VEGETAÇÃO PELOS USUÁRIOS

MAIOR DURABILIDADE COM USO DE POSTES EM ALUMÍNIO

CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS LOCAIS

CONSERVAÇÃO DO MICRO-CLIMA LOCAL E PERIFÉRICO

ESPÉCIES NATIVAS PARA UM USO SUSTENTÁVEL

ILUMINAÇÃO EM LED DE BAIXO CONSUMO

MANUTENÇÃO DA VEGETAÇÃO EXISTENTE

USO DE ESPÉCIES QUE CONTRIBUAM PARA A LIMPEZA E DESINTOXICAÇÃO DO RIO, COMO AGUAPÉS (Eichhornia crassipes)

ÁREA SEMI ALAGADA

ÁREA PERMANENTEMENTE ALAGADA

ÁREA EXISTENTE A SER MANTIDA (FORA DO TERRENO)

USO DE ESPÉCIES PARA ÁREAS SEMI ALAGADAS QUE AUXILIEM NA LIMPEZA DO RIO COMO O PAPIRO ANÃO

ÁREA SEMI ALAGADA

USO DE ARBUSTOS COM ALTURA BAIXA QUE PROPRICIEM A TRANSIÇÃO ENTRE AS ÁREAS

ÁREA SECA DE TRANSIÇÃO

USO DE GRAMÍNEAS E FORRAÇÕES DE BAIXA ALTURA, ALÉM DE ÁRVORES DE USO ORNAMENTAL, COM O OBJETIVO DE CRIAR SOMBRAS E CONDIÇÕES IDEAIS PARA A PERMANENCIA DO USUÁRIO NA ÁREA. USO DE BAIXO IMPACTO ATRAVÉS DO EMPREGO DE MATERIAIS PERMEÁVEIS E RECICLÁVEIS

ÁREAS VERDES DE USO SUSTENTÁVEL

ÁREA NÃO EDIFICANTE PROPOSTA ( DENTRO DO TERRENO)

(Imagem 60 - proposta de intervenção ao rio e vegetação - faixas de implantação

elaborado pelo autor

58

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


PROPOSTA DO PROJETO

É também proposta a construção de decks que avancem sobre o rio, com o objetivo de aproximar os usuários a este elemento, CONSERVAÇÃO DO ECOSSISTEMA EXISTENTE

CONSERVAÇÃO DE ANIMAIS EXISTENTES

CONSERVAÇÃO DA VEGETAÇÃO EXISTENTE

possibilitando um contato direto nas atividades relacionadas, tais como estudos de campo. O emprego dos decks, além de proporcionar maior

contato com rio, favorecerá o prolongamento das áreas verdes, sem interferir na implantação das três faixas sugeridas de vegetação.

LIMPEZA DO RIO ATRAVÉS DE PLANTAS DESINTOXICANTES

REUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS EMPREGADOS

CONSERVAÇÃO DA TEMPERATURA LOCAL E UMIDADE

MAIOR DURABILIDADE COM USO DE POSTES EM ALUMÍNIO

CONSERVAÇÃO DAS MARÉS E DO NÍVEL D’AGUA

USO DE MADEIRA RECICLADA NO DECK

CONSERVAÇÃO DO MICRO-CLIMA LOCAL E PERIFÉRICO

ILUMINAÇÃO EM LED DE BAIXO CONSUMO

CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS LOCAIS

USO DE GRAMÍNEAS E FORRAÇÕES DE BAIXA ALTURA, ALÉM DE ÁRVORES DE USO ORNAMENTAL, COM O OBJETIVO DE CRIAR SOMBRAS E CONDIÇÕES IDEAIS PARA A PERMANENCIA DO USUÁRIO NA ÁREA. MANUTENÇÃO DA VEGETAÇÃO EXISTENTE

USO DE ESPÉCIES QUE CONTRIBUAM PARA A LIMPEZA E DESINTOXICAÇÃO DO RIO, COMO AGUAPÉS (Eichhornia crassipes)

ÁREA SEMI ALAGADA

ÁREA PERMANENTEMENTE ALAGADA

ÁREA EXISTENTE A SER MANTIDA (FORA DO TERRENO)

USO DE BAIXO IMPACTO ATRAVÉS DO EMPREGO DE MATERIAIS PERMEÁVEIS E RECICLÁVEIS

ÁREA SEMI ALAGADA

ÁREAS VERDES DE USO SUSTENTÁVEL

ÁREA NÃO EDIFICANTE PROPOSTA ( DENTRO DO TERRENO)

(Imagem 61 - proposta de intervenção ao rio e vegetação - faixas de implantação com decks)

elaborado pelo autor

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

59


PROPOSTA DO PROJETO

9.3 - PROPOSTA DE LO C AÇ ÃO DA E D I F I C AÇ ÃO E D O S E S PAÇO S P Ú B L I COS Considerando-se que a melhor locação para o edifício encontra-se no centro do lote, justificada pelas questões de ruídos, fluxos internos do terreno, estudos solar e dos ventos, volumetria e gabarito, propõe-se que todos os acessos ao edifício sejam constituídos de espaços públicos e que a escola esteja inserida em uma grande praça,

aberta para estes espaços, tornando-a convidativa e conectiva, motivo pelo qual é proposto que o edifício possua mais de uma fachada e acesso. Assim, o limite para o espaço público e privado não será delimitado para que o edifício e a praça façam parte de um único contexto e que se agreguem aos demais usuários deste cenário,

tomando partido de que a criança poderá trabalhar com uma atmosfera psicológica espacial maior e mais livre.

9.3.1 - PRO POSTA PAR A O S ESPAÇO S P Ú B L I CO S Os espaços públicos, por sua vez, desempenharão o papel de protagonista na parte pública do terreno, promovendo intencionalmente a convivência entre os diferentes usuários, de diferentes faixas etárias, a fim de agregá-los em uma atmosfera única. Para tal, o desenho originário da praça teve origem nos esboços inicialmente traçados pelas rotas de pedestres, provenientes da ligação de um acesso a outro, a partir da proposta de acessibilidade para o terreno. Os vazios originados no processo de ligação entre esses pontos de acesso puderam ser mais bem definidos. Esses traçados

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ganharam recortes mais precisos, dando lugar aos canteiros, jardineiras, decks elevados, áreas de lazer e estacionamento. Assim, foram configurados espaços mais embasados, contemplando formas nítidas e paramétricas, que acompanham a configuração do terreno e da topografia. Dentro da praça, foram propostos mobiliários urbanos que contribuirão para a permanência do usuário no espaço, prolongando a sua estadia. Dentro dos espaços da praça, os bancos foram locados abaixo de árvores de copas confortáveis, com o objetivo de proporcionar

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

sombras adequadas para os usuários. Os bicicletários foram locados próximos ao edifício e em pontos chaves de acesso ao terreno, respeitando a logística de uso da bicicleta e das distâncias percorridas pela mesma dentro dos fluxos internos da praça proposta. Os mobiliários infantis, por último, estão locados próximos a locais importantes para a permanência do usuário, em áreas mais protegidas do excesso de luminosidade solar e em espaços que permitam uma segurança maior para crianças brincarem, protegidas por jardineiras e outros elementos constituintes da praça.


PROPOSTA DO PROJETO LEGE LE N GDEAN D A PERCURSO PERCURSO PRINCIPAL PRINCIPAL DE PEDESTRES DE PEDESTRES PERCURSO PERCURSO SECUNDÁRIO SECUNDÁRIO DE PEDESTRES DE PEDESTRES PERCURSO PERCURSO DE VEÍCULOS DE VEÍCULOS ACESSOS ACESSOS DE PEDESRES DE PEDESRES AO TERRENO AO TERRENO ACESSO ACESSO AO AO EQUIPAMENTO EQUIPAMENTO ACESSO ACESSO DE SERVIÇOS DE SERVIÇOS

ÁREAÁREA DE RECEPÇÃO DE RECEPÇÃO DE DE INSUMOS INSUMOS E SERVIÇOS E SERVIÇOS ACESSOS ACESSOS DE VEÍCULOS DE VEÍCULOS AO TERRENO AO TERRENO

(Imagem 62 - desenvolvimento e fluxograma da praça proposta)

elaborado pelo autor

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

61


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

9.4 - PROPOSTA DE MAT ERI AIS E M O B I L I Á R I O S Os materiais trabalhados na praça e nos mobiliários urbanos inseridos nestes espaços públicos foram especificados de acordo com importantes pontos de uso: durabilidade, materiais de menor impacto possível ao local e eficiência. Quanto à durabilidade, os espaços

públicos apresentam geralmente grandes fluxos de pedestres e, por conta disso, materiais resistentes devem ser pensados para suportar usos extremos. Os materiais de menor impacto possível ao local, quando instalados, devem proporcionar a manutenção do clima local, ser reutilizáveis,

duráveis e não comprometer nem o solo, nem a função dos demais materiais. A eficiência dos materiais e mobiliários é resultante dos fatores acima, quando os objetos em questão forem levados às situações extremas de sua funcionalidade.

9.4.1 - M O B IL I ÁRIO S INFANT I S

9. 4. 2 - B A N CO S E L I X E I R A S

9 . 4 . 3 - BA NCOS SUSPE NSOS

Com base nos requisitos apresentados, propõe-se que os mobiliários infantis sejam construídos em estruturas metálicas eficientes em alumínio anodizado , resistentes à oxidação e de estrutura oca, leve, que dêem leveza ao seu desenho.

Propõe-se o emprego de bancos e lixeiras construídos em concreto pré-moldado, visando conferir resistência e durabilidade. Considerandose que o concreto apresenta características de alta inércia térmica, os bancos deverão ter acabamentos em madeira, para que não causem desconforto térmico aos seus usuários.

Os bancos suspensos de uso prolongado deverão ser construídos em madeira tratada e resistente a intempéries. Deverão ser locados em conjunto com vegetações que proporcionem sombra. A madeira trabalha como isolante térmica e, consequentemente, concebe espaços agradáveis de permanência.

9.4.4 - POSTES E PL AC AS

9. 4. 5 - P I S O S DA P R AÇ A

Os postes de iluminação e demais placas de avisos deverão ser desenvolvidos a partir dos mesmos princípios adotados pelos mobiliários infantis. Assim, deverão ser empregadas estruturas de alumínio anodizado, leve e resistente à corrosão. A adoção de iluminação em LED proporcionará menor gasto energético e maior durabilidade.

A praça deverá adotar piso drenante, construído com concreto permeável. Os pisos confeccionados com este material – composto por uma mistura de cimento, agregados graúdos, água e aditivos –, podem absorver mais de 95% de água, apresentam menor variação térmica no decorrer do dia, contribuindo para a manutenção do microclima

62

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

local. Dispensando o emprego de rejunte ou de fixação entre as peças, as placas de concreto são apenas apoiadas no solo previamente aterrado e tratado. Dada a sua alta permeabilidade, esse tipo de piso também dispensa a existência de sistema de dreno, como bueiros e bocas de lobo.


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

Em alguns trechos da praça, com o objetivo de inserir o material trabalhado nos decks elevados e nas passarelas propostas de acesso dentro do terreno, a madeira também será empregada no piso, sob forma de decks simples, tratada e nivelada PAISAGISMO COM ESPÉCIES LOCAIS

com os demais calçamentos dos espaços públicos. Na área de estacionamento, dada a necessidade de emprego de materiais resistentes às manobras de veículos pesados, assim como o seu tráfego, é sugerido o emprego de pisos intertravados

de concreto pré-moldado. Assim, haverá baixo impacto ao microclima local e será garantida a permeabilidade do solo.

USO DA VEGETAÇÃO PARA CONTROLE TÉRMICO

ESPÉCIES COM CRESCIMENTO DE RAÍZES VERTICAIS

ILUMINAÇÃO EM LED DE BAIXO CONSUMO E MAIOR EFICIÊNCIA MAIOR DURABILIDADE COM USO DE POSTES EM ALUMÍNIO

MOBILIÁRIO DE GRANDE DURABILIDADE E DE BAIXA MANUTENÇÃO

PISOS DE ALTA PERMEABILIDADE MELHORIA DO SISTEMA DE DRENAGEM AUXÍLIO NO CONTROLE DA TEMPERATURA E DA EVAPORAÇÃO

PISOS DE GRANDE DURABILIDADE E DE BAIXA MANUTENÇÃO

USO DE MATERIAIS REUTILIZÁVEIS

USO DE MADEIRA RECICLADA NO DECK

REUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS EMPREGADOS

(Imagem 63 - esquema de pavimentação - praça proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

63


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

PAISAGISMO COM ESPÉCIES LOCAIS

USO DA VEGETAÇÃO PARA CONTROLE TÉRMICO

ESPÉCIES COM CRESCIMENTO DE RAÍZES VERTICAIS

USO DE MADEIRA RECICLADA NO DECK

REUTILIZAÇÃO DE MATERIAIS EMPREGADOS

PISOS DE ALTA PERMEABILIDADE MELHORIA DO SISTEMA DE DRENAGEM AUXÍLIO NO CONTROLE DA TEMPERATURA E DA EVAPORAÇÃO

PISOS DE GRANDE DURABILIDADE E DE BAIXA MANUTENÇÃO

USO DE MATERIAIS REUTILIZÁVEIS

(Imagem 64 - esquema de bancos suspensos - praça proposta) 64

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

(Imagem 65 - Mobiliário infantil proposto)

(Imagem 66 - Mobiliário infantil proposto)

(Imagem 67 - Mobiliário infantil proposto)

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

65


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

(Imagem 68 - Render - praça proposta) 66

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

(Imagem 69 - Render - praça proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

67


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

(Imagem 70 - Render - praça proposta) 68

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


PROPOSTA DOS ESPAÇOS PÚBLICOS

(Imagem 71 - Render - praça proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

69


FOLHA TEMA

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

70

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


FOLHA TEMA

(Imagem 72 - Render - espaço de convivência - escola proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

71


PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO

9.5 - PAR TID O ARQ U IT E TÔ NI CO D O E Q U I PAM E N TO A partir da área então delimitada para o desenvolvimento da edificação, proveniente dos estudos anteriores apresentados nos tópicos de diagnóstico do terreno e embasados nas visitas em campo, pôde-se iniciar as definições para o projeto do equipamento em si. Inicialmente foram pensadas formas mais simples e racionais para o carácter plástico do edifício, tendo em vista a justificativa de racionalização dos espaços, do sistema construtivo e de sua funcionalidade. Segundo a Psicologia da percepção do espaço, espaços pequenos causam aflição aos seus frequentadores e podem comprometer, tanto as relações interpessoais quanto o aprendizado do aluno. Assim, o edifício deverá conter áreas abertas e vãos livres com espaços amplos e volumétricos, para que as crianças possam se sentir mais

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confortáveis, já que essa volumetria influenciará positivamente no seu processo de aprendizagem. É proposto o emprego de blocos únicos de altura limitada onde deverão funcionar os setores da escola, definidos através do programa e da setorização propostos. Para cada bloco, ou setor do complexo educacional, faz-se necessária a existência de um acesso independente, que deverá estar conectado ao restante do edifício. Os blocos deverão ser interligados entre si e dispostos conforme detalhado mais adiante. A área de convivência cumprirá justamente esse papel de conexão entre esses blocos únicos, independentes, promovendo o encontro e a socialização das crianças de diferentes idades. Por conta disso, os espaços de convivência possuirão volumetria convidativa e confortável para que as crianças possam usufruir da arquitetura de maneira

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

construtiva. A disposição das fachadas seguirá o raciocínio apresentado no diagnóstico de Estudo Solar (ver item 7.3.7) do terreno, dispondo as fachadas mais delongadas no sentido perpendicular aos ventos predominantes, trabalhando com a opacidade nas fachadas Leste e Oeste, por conta da agressividade da radiação solar nessas fachadas.


PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO

DRIAGRAMA PARTIDO ARQUITETÔNICO

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTÁVEL

ESPAÇOS QUE ESTIMULEM APRENDIZAGEM

PLÁSTICA SIMPLES E RACIONAL

SETORIZAÇÃO DOS ESPAÇOS

GRANDES VÃOS E ESPAÇOS DE GRANDE VOLUMETRIA

ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA

FACHADAS DESENVOLVIDAS ATENDENDO CONFORTO TÉRMICO

SOLUÇÕES AMBIENTAIS SUSTENTÁVEIS

INSTALAÇÕES APARENTES COMO PARTIDO

(Imagem 73 - diagrama do partido arquitetônico) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

73


PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO

9.6 - PROGR AMA P RO PO STO O desenvolvimento do projeto da escola exigiu a realização de pesquisas que indicassem um programa compatível com o conceito tema deste trabalho. Este programa deveria considerar a relação entre a Psicologia Infantil e o estudo do espaço, ser funcional e atender às necessidades de crescimento adequado a cada idade e ao ritmo individual da criança e do adolescente, em tempo integral. Em vista disso, foram inicialmente separados três grandes setores de atuação da escola: Setor de Serviços, Setor Administrativo e Setor de Ensino. O Setor de Serviços será responsável pela realização e prestação dos serviços gerais do equipamento, tais como limpeza, depósitos, central de gás, lavanderia, entre outros. Idealizase que este setor encontre-se próximo ao acesso de serviço de veículos para que a logística de carregamentos, lixo e outros mais, possam ser atendidas sem o comprometimento das demais funções dos outros setores. O Setor de Administrativo deverá ser o responsável por todo o contato da escola com assuntos externos à ela, devendo ser composto 74

por Secretaria, Pedagogia, Atendimento aos pais, Setor Financeiro, Diretoria, Prefeitura do Campus, Biblioteca e Auditório, dentre outros. É sugerido que as áreas de acesso direto de visitantes sejam implementadas neste mesmo setor, pois esses espaços trabalharão com assuntos externos à escola, atendendo prioritariamente a visitantes. Sua localização no acesso principal, delimitará, dessa maneira, o acesso dos visitantes ao equipamento. O último setor, porém o mais importante, será o Setor de Ensino. Neste serão executadas as funções primordiais da escola, devendo ser dotado de salas de aula, laboratórios, espaços para aulas práticas, espaços de convivência, etc. Por ser o mais importante, o bloco deste setor deverá ter a função de condensar todas as atividades relacionadas ao ensino em um mesmo espaço. Desta forma, haverá um controle maior da circulação de alunos no complexo educacional e das funções ali desempenhadas. Será apresentada mais a frente a estimativa da quantidade de alunos e funcionários total do complexo educacional. A partir do número total de usuários do

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

equipamento foi calculado o volume de água necessário ao funcionamento da escola. O número proposto de vagas de veículos para a escola tomou por base a estimativa de que uma pequena parcela dos usuários do equipamento utilizarão veículos próprios. Esta estimativa considera que o equipamento proposto será voltado para a população local, do bairro e de toda a sua parte periférica mais próxima, priorizando do acesso aos pedestres e ao uso meios de transportes coletivos. Salienta-se, ainda, que por se tratarem de alunos – crianças e jovens entre 3 e 14 anos – quase 75% dos usuários não possuirão veículos motorizados. As atividades físicas dos alunos, assim como atividades externas ao equipamento, são propostas a serem realizadas no entorno da escola, como em equipamentos de exercícios existentes nas proximidades da escola. Assim, as aulas de campo poderão acontecer na praça proposta neste projeto, bem como no proprio parque São Bartolomeu, mencionado anteriormente.


PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO

ESCOLA FINANCEIRO

ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

SETOR DE ENSINO

ENSINO INFANTIL

COORDENAÇÃO E ATENDIMENTO

SERVIÇOS ENSINO FUNDAMENTAL PREFEITURA DO CAMPUS

DIRETORIA

LIMPEZA

FORNECIMENTO

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

JARDINAGEM

MANUTENÇÃO

ALIMENTAÇÃO

ÁREA COMUM (ÁREA DE CONVIVÊNCIA)

(Imagem 74 - diagrama do programa proposto) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

75


PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO QUANTITATIVO DE USUÁRIOS DO EQUIPAMENTO POR EDIFÍCIO

QUANTIDADE TOTAL DE USUÁRIOS PREVISTA

EDIFÍCIO 01

16 PESSOAS 14 FUNCIONÁRIOS

10 % VISITANTES

355 PESSOAS

ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

EDIFÍCIO 02

45 PESSOAS

74%

45 FUNCIONÁRIOS ALUNOS

SERVIÇOS

EDIFÍCIO 03

26%

294 PESSOAS 30 FUNCIONÁRIOS

264 ALUNOS

FUNCIONÁRIOS E VISITANTES

SETOR DE ENSINO

ESTIMATIVA DE MEIOS DE LOCOMOÇÃO DOS USUÁRIOS AO EQUIPAMENTO

TRANSPORTES ALTERNATIVOS

74%

264 ALUNOS

TRANSPORTES ALTERNATIVOS

RESTAM

26%

91 FUNCIONÁRIOS E VISITANTES

76

91 PESSOAS

55%

TRANSPORTES PARTICULARES

45%

41 VAGAS PARA VEÍCULOS

(Imagem 75 - diagrama da quantidade de usuários do equipamento, como alunos e funcionários) ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


PARTIDO ARQUITETÔNICO DO EQUIPAMENTO CÁLCULO DE CONSUMO DE ÁGUA DO EQUIPAMENTO EDIFÍCIO 01

CONSUMO DIÁRIO POR PESSOA

2.310 litros 14 FUNCIONÁRIOS

150 L X PESSOA

10 % VISITANTES

ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

EDIFÍCIO 02

CONSUMO DIÁRIO POR PESSOA

6.750 litros 45 FUNCIONÁRIOS

150 L X PESSOA

SERVIÇOS

CONSUMO DIÁRIO POR PESSOA

EDIFÍCIO 03

44.100 litros 30 FUNCIONÁRIOS

150 L X PESSOA

264 ALUNOS

SETOR DE ENSINO

CONSUMO TOTAL

CONSUMO DIÁRIO TOTAL POR PESSOA

RESERVA DE INCÊNDIO

D I A S

53.160 litros

1,25

132.900 litros

RESERVATÓRIOS RESERVATÓRIOS SUPERIORES 1/3

44.300 itros

RESERVATÓRIOS INFERIORES 2/3

88.600 litros

RESERVATÓRIO INFERIOR DE ÁGUA PLUVIAL

44.300 litros

(Imagem 76 - cálculo do consumo de água da escola) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

77


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

9.7 - SE TORIZAÇ ÃO DO EQ U IPAM E N TO Com base nas justificativas anteriormente apresentadas, a setorização do projeto aqui proposto considera que os espaços internos dos setores propostos estejam alinhados entre si, de modo que cada um deles possa desempenhar sua

atividade com maior eficiência. Conforme já evidenciado nos itens apresentados anteriormente, foi dada especial atenção aos acessos a esses espaços. Por conta disso, são propostas circulações verticais únicas,

além das alternativas, que permitam uma única linguagem de acesso e que facilitem o ingresso nos diferentes espaços, de acordo com o públicoalvo da escola.

EDIFÍCIO 01 ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

EDIFÍCIO 02 SERVIÇOS

EDIFÍCIO 03 SETOR DE ENSINO

BLOCO DE CIRCULAÇÃO CIRCULAÇÃO VERTICAL

(Imagem 77 - setorização do equipamento) 78

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

9 .7 .1 - SE TO R ADM INIST R AT I V O (e di f íc io 01)

Conforme explicado anteriormente, visando restringir o acesso dos visitantes aos demais espaços da escola, o Setor Administrativo deverá ser posicionado próximo ao acesso principal. Os setores internos da administração foram distribuídos pelos pavimentos, segundo a hierarquia de acessos a eles. Considerando-se que o auditório é um espaço que poderá ser utilizado por alunos do complexo e por pessoas externas à escola, em palestras e aulas externas, propõe-se a sua locação no pavimento térreo, próximo ao acesso principal. Essa localização permitirá um acesso fácil e independente tanto aos alunos quanto aos

visitantes. Assim, o auditório poderá funcionar de forma independente, em horários diferentes do expediente de funcionamento do equipamento. A biblioteca, por outro lado, apresenta um importante requisito a ser cumprido: o conforto acústico. Assim, foi prevista sua locação no subsolo, de forma autônoma, permitindo que seja aberta ao público externo. Ela deverá possuir acessos independentes do edifício, de modo que, se os demais setores se encontrem fechados, a biblioteca poderá continuar funcionando em horário diferente, e assim, dar suporte ao público do bairro em horários diferenciados. Por último, e menos importante, na

9 .7 .2 - SE TO R DE SER V IÇO (edi fíc io 02)

Os espaços de serviço são considerados os principais para o funcionamento da Escola Parque, pois neles serão executadas funções que visam a manutenção da máquina escolar. Conforme anteriormente esclarecido, este setor será locado propositalmente próximo ao acesso de veículos, de modo a facilitar a logística de transporte e o abastecimento de insumos, além do escoamento do lixo. As áreas de serviços deverão se concentrar

em um único pavimento, pois os seus espaços – depósitos, lavanderia, entre outros –, necessitam estar conectados entre si, para que suas funções sejam atendidas de uma forma mais adequada. Considerando-se que este setor será um grande poluidor sonoro e que, a edificação e sua logística de funcionamento serão independentes dos demais edifícios-setores, propõe-se a sua implantação em um pavimento subterrâneo, em cuja cobertura sejam construídas áreas convivência.

escala de hierarquia dos acessos, estão as tarefas administrativas, propriamente ditas. O arranjo do pavimento a elas destinado considerou o vínculo existente entre as mesmas. É proposto um pavimento com pé direito duplo, para que um único espaço possa condensar todas as atividades do setor. Desta forma, o acesso a este pavimento ficará, primordialmente, restrito aos funcionários da instituição educacional, com exceção de pais e visitantes que necessitem tratar de assuntos administrativos. Esta parte do Setor Administrativo será localizada no último pavimento do bloco Administrativo. Dessa forma, será diminuído o impacto volumétrico no entorno da edificação. É importante destacar que este edifíciosetor esteja conectado aos demais, pois os serviços serão prestados para toda a escola. Nele ainda se encontra o Refeitório Geral e, por conta disso, deverá possuir fácil acesso, interno e externo para que todos os usuários do complexo possam ser assistidos. TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

79


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

9.7.3 -SE TOR DE ENSI NO (e d i fí cio 03) Este edifício-setor desempenhará a principal função da escola: o ensino. Baseada na hierarquia de acessos, a locação das salas foi implantada nos pavimentos de acordo com a faixa etárias dos alunos. As salas de aula para os alunos de menor idade – crianças de 3 a 6 anos, correspondente ao Jardim I, Jardim II e 1º ano –, serão dispostas no pavimento térreo. Assim será prevenida a ocorrência de acidentes com escadas e desníveis, além de facilitar o acesso aos espaços abertos.

80

Considerando-se que parte das atividades dessa faixa etária visa o desenvolvimento tátil e sensorial, as atividades complementares, como artes e esportes físicos, por exemplo, serão alocadas no mesmo pavimento dessas crianças, o que evitará deslocamentos prolongados. As salas de aulas das crianças entre 7 a 14 anos, do 2º ao 9º ano, serão dispostas no primeiro pavimento, pois seus interesses de aprendizado e de convivência são bem diferentes daqueles presentes na faixa anterior e, por conta disso,

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

devem ser separadas das demais. O último pavimento será destinado somente às atividades complementares de ensino, que serão desenvolvidas no turno oposto ao da aula, para as crianças de 7 a 14 anos. Assim, será posicionado o mais próximo possível do pavimento em que as mesmas estudam, de modo a atender aos fundamentos de acesso às atividades e de restrição aos demais usuários.


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

ESCOLA

EDIFÍCIO 01

EDIFÍCIO 02

EDIFÍCIO 03 SERVIÇOS

ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

SETOR DE ENSINO

SUBSOLO

MAIOR DESEMPENHO DE FUNÇÃO

BIBLIOTECA

ALIMENTAÇÃO

FORNECIMENTO

LIMPEZA

MANUTENÇÃO

DEPÓSITO

TÉRREO

JARDINAGEM

AUDITÓRIO

ENFERMARIA

ENSINO INFANTIL

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

1º P A V.

MAIOR DESEMPENHO DE FUNÇÃO

RECEPTIVO E COORDENAÇÃO

FINANCEIRO

PREFEITURA

DIRETORIA

PROFESSORES

ENSINO FUNDAMENTAL MAIOR DESEMPENHO DE FUNÇÃO

2º P A V.

ACESSO PRINCIPAL

MAIOR DESEMPENHO DE FUNÇÃO

ÁREA DE DESCANSO

ESPAÇO PARA REUNIÕES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

(Imagem 78 - esquema de setorização do equipamento por pavimentos) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

81


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

(Imagem 78 - Render - Espaço de convivência - pav. 1 - escola proposta) 82

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

(Imagem 79 - Render - Refeitório - escola proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

83


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

(Imagem 80 - Render - Espaço de convivência entre setores - escola proposta) 84

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


SETORIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

(Imagem 81 - Render - espaço de convivencia no subsolo - escola proposta) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

85


PRÉ-DIMENSIONAMENTO

9.7.4 - PRÉ-D I M ENSI O NAM ENTO PRE-DIMENSIONAMENTO EDIFÍCIO 01

ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

PAVIMENTO

CIRCULAÇÃO EXTERNA

SUBSOLO

104,40 M²

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA BIBLIOTECA

476,00 M²

SANITÁRIOS

55,35 M²

CIRCULAÇÃO

190,00 M²

ESCADA EMERGÊNCIA

15,80 M² TOTAL SUBSOLO

PAVIMENTO

737,15 M²

TÉRREO

AUDITÓRIO

TOTAL 1º PAV.

34,50 M²

AUDIO E APOIO

12,00 M²

ESCADA DE EMERGÊNCIA

15,80 M²

CIRCULAÇÃO DE EMERGÊNCIA

26,50 M² TOTAL SUBSOLO

222,55

P A V I M E N T O 2º SALA DE REUNIÃO

22,90 M²

ESPAÇO PARA DESCANSO

38,35 M²

SALA DE SEGURANÇA / APOIO

24,00 M²

CIRCULAÇÃO

40,00 M²

223,50 M²

FOYER

64,10 M²

TOTAL 2º PAV.

ÁREA TOTAL DO EDIFÍCIO:

125,25 M²

1397,25 M²

312,30 M²

P A V I M E N T O 1º SETOR ADMINISTRATIVO

86

348,50 M²

SANITÁRIOS

55,35 M²

ESCADA DE EMERGÊNCIA

15,80 M²

SALA DE ARMÁRIOS E COPA

34,40 M²

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

(Imagem 82 - pre-dimensionamento edificio 01)


PRÉ-DIMENSIONAMENTO

PRE-DIMENSIONAMENTO EDIFÍCIO 02

SERVIÇOS

PAVIMENTO

SUBSOLO

CASA DE GÁS

2,75 M²

CASA DE LIXO

8,25 M²

SALA DE AULA TEORÍCA JARDINAGEM

20,00 M²

DEPÓSITO DE MATERIAIS DE JARDINAGEM

16,00 M²

CIRCULAÇÃO

41,50 M² TOTAL TÉRREO

CENTRAL ELÉTRICA E GERADORES

17,00 M²

ESTOQUE ALIMENTOS

50,15 M²

LAVANDERIA

34,00 M²

COPA FUNCIONÁRIOS

13,00 M²

VESTIÁRIOS FUNCIONÁRIOS

38,00 M²

COZINHA

68,50 M²

DEPÓSITOS

15,30 M²

BUFFET

19,50 M²

NUTRICIONISTA

1º TOTAL PAV. 1º

PAVIMENTO

- - - - M²

2º TOTALPAV. 2º

ÁREA TOTAL DO EDIFÍCIO:

- - - - M²

812,65 M²

7,60 M²

SANITÁRIOS

51,90 M²

REFEITÓRIO

190,00 M²

CIRCULAÇÃO

219,20 M² TOTAL SUBSOLO

PAVIMENTO LABORATÓRIO DE JARDINAGEM

PAVIMENTO

77,50 M²

735,15 M²

TÉRREO 63,00 M²

(Imagem 83 - pré-dimensionamento - edificio 02) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

87


PRÉ-DIMENSIONAMENTO PRE-DIMENSIONAMENTO EDIFÍCIO 03

SALA DOS PROFESSORES

27,20 M²

ESCADA DE EMERGÊNCIA

21,00 M²

DEPÓSITO

SETOR DE ENSINO

PAVIMENTO

TÉRREO

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA

726,00 M²

ALMOXARIFADO

23,00 M²

CASA DE LIXO

4,80 M²

SANITÁRIOS

37,40 M²

ENFERMARIA GERAL

27,20 M²

ESCADA DE EMERGÊNCIA

21,00 M²

DEPÓSITO

8,44 M²

SALA DE AULA 04

67,40 M²

ÁREA DE RECREAÇÃO

94,00 M²

SALA DE AULA 05

67,40 M²

SALA DE AULA 06

67,40 M²

SALA DE AULA 07

67,40 M²

CIRCULAÇÃO

371,00 M² TOTAL PAV. 1º

PAVIMENTO

8,44 M²

SALA DE ARTES

67,40 M²

HALL INTERNO

94,00 M²

SALA DE AULA 01

67,40 M²

SALA DE AULA 02

67,40 M²

SALA DE AULA 03

67,40 M²

VESTIÁRIOS INFANTIS

38,00 M²

SALA DOS PROFESSORES

27,20 M²

ESCADA DE EMERGÊNCIA

21,00 M²

DEPÓSITO

ROUPARIA

5,25 M²

CIRCULAÇÃO

8,44 M²

LABORATÓRIO DE FÍSICA E QUÍMICA

67,40 M²

SALA DE ARTES

67,40 M²

SALA DE INFORMÁTICA

67,40 M²

SALA DE TEATRO

67,40 M²

SALA DE MÚSICA

67,40 M²

SANITÁRIOS

37,40M²

390,00 M² TOTAL TÉRREO

1.644,69 M² CIRCULAÇÃO

PAVIMENTO

SANITÁRIOS

88

828,65 M²

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

371,00 M² TOTALPAV. 2º

37,40 M²

ÁREA TOTAL DO EDIFÍCIO:

802,05 M²

3.265,00 M²

(Imagem 84 - pre-dimensionamento edificio 03)


PRÉ-DIMENSIONAMENTO

EDIFÍCIO 01

ÁREA ADOTADAS

ÁREA TOTAL DA ESCOLA PARQUE ADMINISTRAÇÃO E ACESSO VISITANTES

1397,25 M²

ÁREA TOTAL DO EDIFÍCIO:

ÁREA ADOTADA DO TERRENO

EDIFÍCIO 02 812,65 M²

ÁREA TOTAL DO EDIFÍCIO:

52.800 M² 10.504,00 M²

ÍNDICES LEGISLATIVOS PERMITIDOS PARA O TERRENO INDICE DE PERMEABILIDADE (área permeável mínima)

SERVIÇOS

EDIFÍCIO 03 TOTALTOTAL DE FUNCIONÁRIOS NO EDIFÍCIO ÁREA DO EDIFÍCIO:

TOTAL DE ALUNOS NO EDIFÍCIOM² 3.265,00

ÁREA TOTAL DA ESCOLA:

5.475,00 M²

ÁREA TOTAL DA ESCOLA (CA - PREFEITURA): (excluída áreas não computadas pela prefeitura)

3.500,00 M² 14,09 %

A partir da somatória das áreas de todos os edifícios da escola, é possivel notar que a área que inclui o CA (coeficiente de aproveitamento) (de 14,09%), está inferior ao que é exigido nos parâmetros de uso do solo (20%), apresentado neste trabalho no tópido de legislação, com base na LOUOS.

Para tal, é notaval a grande quantidade de área útil que está sendo projetada para a escola parque, de forma que não justifica-se a exigência de uma porcentagem tão alta (20%) para que projeto não seja caracterizado como subutilizado. Portanto, registra-se a crítica ao elevado indice exigido pelo orgão, ao mesmo tempo que

15%

20% ÁREA CONSTRUÍDA (CA) (excluída áreas não computadas pela prefeitura)

ÍNDICE DE UTILIZAÇÃO (área máxima ocupada no terreno)

SETOR DE ENSINO

ESCOLA PARQUE

ÁREA TOTAL DO TERRENO

50%

(Imagem 85 - pré-dimensionamento - total)

é proposto o ajuste deste valor (para 14.09%) com o objetivo de desenvolver este projeto, justificado pela dimensão do equipamento proposto.

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

89


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

9.8 - DISPO SIÇ ÃO DO S PAV IM ENTO S 9.8.1 - EDIF ÍCIO ADM I NIST R AT IV O

A definição dos espaços internos da Escola da união do programa e da setorização propostos, EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO - PAV. SUBSOLO Parque e de seus diferentes setores é proveniente anteriormente apresentados, em conjunto com o

estudo dos fluxos internos de cada edifício e de cada pavimento, de acordo com a sua função.

EDIFÍCIO DE SERVIÇOS

35 CIRCULAÇÃO VERTICAL (RAMPAS)

37

JARDINEIRA

PRAÇA

36 RECEPÇÃO BIBLIOTECA

CIRCULAÇÃO

BIBLIOTECA P.N.E P.N.E SANITÁRIO

31

SANITÁRIO

ESCADA DE EMERGÊNCIA

JARDINEIRA CIRCULAÇÃO

ACESSO PAV. TERREO

1

CIRCULAÇÃO JARDINEIRA

JARDINEIRA ACESSO À PRAÇA

EDIFÍCIO ADMINISTR ATIVO - PAVIMENTO SUBSOLO PLA N TA E M P E RS P E C T I VA, S E M E S C ALA 90

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

(Imagem 86 - corte em perspectiva - pav subsolo - edifício administrativo)


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO - PAV. TÉRREO

ACESSO PRAÇA PRAÇA

PLATAFORMA P.N.E

PRAÇA

CIRCULAÇÃO VERTICAL

CAMARIM BIBLIOTECA

FOYER PALCO

ACESSO AUDITÓRIO

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA

AUDITÓRIO ÁUDIO - APOIO

BIBLIOTECA

PRAÇA ESCADA DE EMERGÊNCIA ACESSO AO PAV. 1 E SUBSOLO

SAÍDA DE EMERGÊNCIA SANITÁRIOS SAÍDA PRAÇA

ACESSO À BIBLIOTECA

(Imagem 87 - corte em perspectiva - pav. terreo - edifício administrativo)

ACESSO PRINCIPAL À ESCOLA

PRAÇA

EDIFÍCIO ADMINISTR ATIVO - PAVIMENTO TERREO P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

91


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO - PAVIMENTO 1

PLATAFORMA P.N.E PRAÇA

CIRCULAÇÃO VERTICAL

PRAÇA

PASSARELAS ÁREA DE CONVIVENCIA

PREFEITURA DO CAMPUS DIRETORIA ACESSO SALA REUNIÃO

PLOTAGEM

P.N.E SANITÁRIOS

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA

ACESSO À BIBLIOTECA

EDIFÍCIO ADMINISTR ATIVO - PAVIMENTO 1 PLA N TA E M P E RS P E C T I VA, S E M E S C ALA

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

P.N.E SANITÁRIOS

ESCADA DE EMERGÊNCIA

ACESSO AO PAV. 2 E TÉRREO PASSARELAS

CIRCULAÇÃO

SAÍDA PRAÇA

92

SECRETARIA APOIO

FINANCEIRO

COPA E ALMOXARIFADO

ACESSO PAV. 2

PEDAGÓGICO

ACESSO PRINCIPAL À ESCOLA

PRAÇA

(Imagem 88 - corte em perspectiva - pav 1 - edifício administrativo)


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO - PAVIMENTO 2

PLATAFORMA P.N.E CIRCULAÇÃO VERTICAL

PASSARELAS

ÁREA DE CONVIVENCIA

SALA REUNIÃO

ACESSO PAV.1

SALA DE SEGURANÇA / APOIO

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA ACESSO AO PAV. 1

PASSARELAS

SAÍDA PRAÇA

ACESSO À BIBLIOTECA

(Imagem 89 - corte em perspectiva - pav. 2 - edifício administrativo)

ACESSO PRINCIPAL À ESCOLA

PRAÇA

EDIFÍCIO ADMINISTR ATIVO - PAVIMENTO 2 P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

93


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO - COBERTURA

CLARABÓIAS

ACESSO TELHADO

TELHADO VERDE

PASSARELA METÁLICA

TELHADO VERDE SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

CLARABÓIAS

SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

RESERVATÓRIOS SUPERIORES PLACAS SOLARES

SAÍDA PRAÇA

ACESSO À BIBLIOTECA

EDIFÍCIO ADMINISTR ATIVO - COBER TUR A PLA N TA E M P E RS P E C T I VA, S E M E S C ALA 94

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

ACESSO PRINCIPAL À ESCOLA

PRAÇA

(Imagem 90 - corte em perspectiva - cobertura - edifício administrativo)


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

9 . 8 . 2 - E D I F Í CI O D E SE R V I ÇOS EDIFÍCIO DE SERVIÇO - PAV. SUBSOLO

13 PLATAFORMA P.N.E JARDEINEIRA

CIRCULAÇÃO DE SERVIÇOS TRIAGEM VESTIÁRIO

VESTIÁRIO

ARMÁRIOS ACESSO DE SERVIÇOS

TRIAGEM

COPA

ROUPARIA

ACESSO AO PAV. TÉRREO

NUTRIÇÃO LAVAGEM

DEPÓSITO ALIMENTO

PREPARO

JARDEINEIRA BUFFET

DEPÓSITO ALIMENTO

PREPARO

DEPÓSITO ALIMENTO

REFEITÓRIO

COZINHA

APOIO

DEPÓSITO ALIMENTO

SANITÁRIO

SANITÁRIO SANITÁRIO

DEPÓSITO LAVANDERIA TRIAGEM

CIRCULAÇÃO VERTICAL

DEPÓSITO

CASA DO LIXO

ACESSO PRAÇA

CIRCULAÇÃO DE SERVIÇOS

GERADORES

ACESSO AO PAV. TÉRREO

ACESSO DE SERVIÇOS

PRAÇA

(Imagem 91 - corte em perspectiva - pav. subsolo - edifício de serviços)

EDIFÍCIO DE SER VIÇOS - PAVIMENTO SUBSOLO P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

95


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO DE SERVIÇO - PAV. TÉRREO

PLATAFORMA P.N.E CIRCULAÇÃO DE ENSINO

LABORATÓRIO JARDINAGEM PRAÇA ACESSO PRAÇA

DEPÓSITOS ÁREA DE CONVIVÊNCIA

REFEITÓRIO

ACESSO AO PAV. SUBSOLO

CIRCULAÇÃO VERTICAL

SALA DE AULA TEÓRICA JARDINAGEM

ACESSO AO PAV. SUBSOLO E PAV. 1

ACESSO DE SERVIÇOS

PRAÇA

EDIFÍCIO DE SER VIÇOS - PAVIMENTO TÉRREO PLA N TA E M P E RS P E C T I VA, S E M E S C ALA 96

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

(Imagem 92 - corte em perspectiva - pav. terreo - edifício de serviços)


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO DE SERVIÇO - COBERTURA

PLATAFORMA P.N.E

ACESSO TELHADO

PASSARELA METÁLICA CLARABÓIA

PRAÇA

TELHADO VERDE SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ACESSO DE SERVIÇOS

ACESSO AO PAV. 2 E PAV. TERREO

PRAÇA

(Imagem 93 - corte em perspectiva - cobertura - edifício de serviços)

EDIFÍCIO DE SER VIÇOS - COBER TUR A P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

97


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAV. TÉRREO

9.8.3 - EDIF ÍCI O DE ENSI NO

PLATAFORMA P.N.E

ACESSO À ESCOLA

PRAÇA

CIRCULAÇÃO DE ENSINO SANITÁRIOS P.N.E

ENFERMARIA GERAL

P.N.E DEPÓSITO

ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA SANITÁRIOS

HALL INTERNO LABORATÓRIO DE ARTES

SALA DE AULA 01 1ª SÉRIE

VESTIÁRIO INFANTIL ROUPARIA

ESCADA DE EMERGÊNCIA

VESTIÁRIO INFANTIL SALA DE AULA 02 JARDIM 1

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

ACESSO PAV. 1 SALA DE AULA 03 JARDIM 2

PRAÇA

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO TÉRREO

PLANTA PLA NEM TAPERSPECTIVA E M P E RS PSEM E C ESCALA T I VA, S E M

98

E S C ALA

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

(Imagem 94 - corte em perspectiva - pav. terreo - edifício de ensino)


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO 1

PLATAFORMA P.N.E

CIRCULAÇÃO DE ENSINO PRAÇA ACESSO PASSARELA À ESCOLA

SANITÁRIOS SALA DOS PROFESSORES

P.N.E P.N.E

SANITÁRIOS ESPAÇO DE ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA CONVIVÊNCIA

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

SANITÁRIOS

P.N.E ESCADA DE P.N.E EMERGÊNCIA

SANITÁRIOS

SALA DE AULA 04 ENFERMARIA 2ª E 6ª SÉRIE DEPÓSITOGERAL

CENTRAL DE AR

ESCADA DE EMERGÊNCIA

LABORATÓRIO DE ARTES

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

SALA DE AULA 05 3ª E 7ª SÉRIE

HALL INTERNO VESTIÁRIO ESPAÇO DE INFANTIL CONVIVÊNCIA ROUPARIA

SALA DE AULA 01 1 SÉRIE

SALA DE AULA 06 4ª E 8ª SÉRIE

SALA DE AULA 02 JARDIM 1

ACESSO PAV. 1

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

PRAÇA

(Imagem 95 - corte em perspectiva - pav. 1 - edifício de ensino)

VESTIÁRIO INFANTIL

ACESSO PAV. 2

PRAÇA

SALA DE AULA 07 5ª E 9ª SÉRIE SALA DE AULA 03 JARDIM 2

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO 1 P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

99


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO 2

PLATAFORMA P.N.E

ACESSO PAV. 1 PASSARELA PASSARELA

ESPAÇO DE ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA CONVIVÊNCIA

SANITÁRIOS

SALA DOS PROFESSORES P.N.E SALA 08 SALA 09 SANITÁRIOS LABORATÓRIO LABORATÓRIO P.N.E SALA DOS FÍSICA E QUÍMICA INFORMÁTICA P.N.E PROFESSORES DEPÓSTIO ESCADA DE P.N.E EMERGÊNCIA SANITÁRIOS SALA DE AULA 05 SALA DE AULA 04 SANITÁRIOS ENFERMARIA 3ª E 7ª SÉRIE 2ª E 6ª SÉRIE GERAL CENTRAL P.N.E DE AR ESCADA DE LABORATÓRIO SALA DE AULA 01 P.N.E SANITÁRIOS EMERGÊNCIA DE ARTES 1 SÉRIE CENTRAL CIRCULAÇÃO DE ENSINO DE AR ESCADA DE

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

PRAÇA

ACESSO À ESCOLA

SANITÁRIOS

EMERGÊNCIA

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

CIRCULAÇÃO DE ENSINO PASSARELA HALL INTERNO VESTIÁRIO ESPAÇO DE INFANTIL CONVIVÊNCIA ROUPARIA VESTIÁRIO INFANTIL

ACESSO PAV. 2

SALA DE AULA 02 JARDIM 1

ACESSO PAV. 1

PRAÇA

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO 2 PLA N TA E M P E RS P E C T I VA, S E M E S C ALA 100

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

SALA 10 LABORATÓRIO TEATRO SALA DE AULA 06 4ª E 8ª SÉRIE

SALA 11 LABORATÓRIO MÚSICA SALA DE AULA 07 5ª E 9ª SÉRIE SALA DE AULA 03 JARDIM 2

CIRCULAÇÃO DE ENSINO

(Imagem 96 - corte em perspectiva - pav. 2 - edifício de ensino)


DISPOSIÇÃO DOS PAVIMENTOS

EDIFÍCIO DE ENSINO - COBERTURA

PASSARELA METÁLICA CLARABÓIA CLARABÓIA RESERVATÓRIOS SUPERIORES

PASSARELA METÁLICA

TELHADO VERDE

ACESSO TELHADO

SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

PRAÇA

(Imagem 97 - corte em perspectiva - cobertura - edifício de ensino)

EDIFÍCIO DE ENSINO - COBER TUR A P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

101


MATERIAIS E DETALHES CONSTRUTIVOS

9.9 - MATERIAIS E DE TAL HES CON S T R U T I V O S A materialidade escolhida para ser utilizada neste projeto baseia-se na justificativa do contexto para o qual é proposta a Escola Parque. O conceito deste projeto, desenvolvido com base na sustentabilidade, justifica a

implementação dO sistema de construção enxuta (lean construction), que propõe uma melhor organização do processo, eliminando a mão-deobra ociosa e otimizando os recursos disponíveis, evitando ao máximo o desperdício e maximizando

a produção através do uso de sistemas modulados, pré-moldados e montáveis. Isso refletirá em toda a construção, desde o sistema estrutural proposto até os fechamentos externos, pisos e acabamentos, descritos a seguir.

sistema de sustentação da escola, implementada através de vigas e pilares capazes de vencer grandes vãos livres com uma esbeltez maior, de desenho mais leve, tendo como outras características um menor tempo de fabricação e de montagem. Além

de reciclável, a estrutura metálica possui uma maior confiabilidade pelo fato de se composta por material único e homogêneo, com limites de escoamento, ruptura e módulo de elasticidade bem definidos.

9.9.1 - ESTRUT U R A Visando desenvolver o complexo educacional com ambientes amplos e volumosos e considerando o emprego de materiais que possam uniformizar e racionalizar a sua construção, é proposto o emprego de estrutura metálica para o

(Imagem 98 - exemplo de estrutura metálica montada) Fonte: http://www.acoplano.com.br - acessado em 08.02.2018.

102

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


MATERIAIS E DETALHES CONSTRUTIVOS

Associada ao sistema de sustentação metálica, propõe-se a utilização de lajes prémoldadas alveolares, de rápida instalação e

fabricação, além do baixo custo. A junção entre esses dois sistemas permitirá que a execução dos edifícios-setores seja feita de forma

rápida e prática com o aproveitamento máximo dos materiais, com o mínimo de perda.

(Imagem 100 - esquema laje alveolar e estrutura metálica.) Fonte: https://i.pinimg.com - acessado em 08.02.2018.

(Imagem 99 - esquema laje alveolar e estrutura metálica.) Fonte: https://i.pinimg.com - acessado em 08.02.2018.

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

103


MATERIAIS E DETALHES CONSTRUTIVOS

9.9.2 - F E CHAM ENTO S I NT ERNO S Seguindo o conceito de construção enxuta, propõe-se o emprego do sistema de paredes em drywall – que consiste em uma estrutura metálica com placas de gesso fixadas em ambos os lados. Esse método possui inúmeras vantagens em relação às paredes de alvenaria –

construídas com tijolo e cimento. A praticidade de sua instalação e remoção, moduladas nas estruturas metálicas, permite que não haja desperdício de material e que todo o processo seja racionalizado, viabilizando preenchimentos acústicos e a instalação simplificada de sistemas

hidráulicos, elétricos, entre outros. Outro ponto a ser levado em consideração é a leveza da estrutura quando comparada às paredes tradicionais de alvenaria, que geralmente são mais pesadas e por conta disso exercem um peso maior ao pavimento.

Visando garantir a eficiência térmica do edifício, diminuindo consideravelmente sua temperatura interna, é proposto o emprego de fechamentos externos específicos para as fachadas que sofram maior agressividade de radiação solar – apresentadas no estudo térmico do terreno (ver item 8.3.7). Desta forma, nas fachadas poentes e

nascentes, deverão ser utilizados o próprio material estrutural – concreto armado – em conjunto com placas de EPS (poliestireno expandido) na sua parte interna. Nas outras fachadas deverão ser utilizadas jardineiras suspensas criando um jardim vertical com o mesmo propósito de diminuição da incidência solar.

de pisos em mantas vinílicas. Além de antialérgico, este revestimento tem alta durabilidade e oferece segurança aos usuários, pois evita acidentes, é antiderrapante, sendo considerado ideal para escolas e áreas frequentadas por crianças. O piso ainda contribui para o conforto térmico e acústico e sua instalação é simples e rápida, sem

desperdícios.

9.9.3 - F E CHAM ENTO S EX T ERNO S Os fechamentos externos deverão ser trabalhados em materiais translúcidos (vidros em geral), com proteções solares metálicas ou madeiradas para que haja um aproveitamento máximo da iluminação natural – porém de forma controlada – e, consequentemente, proporcione uma redução significativa de iluminação artificial.

9.9.4 - PAVIM ENTAÇ ÃO Devido ao alto fluxo de usuários, os pisos externos, que compreendem as áreas de convivência da escola, deverão adotar pisos cimentados, por serem resistentes e de baixa manutenção. Nas áreas comuns – corredores, passarelas e demais espaços da escola–, é proposto o emprego 104

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


MATERIAIS E DETALHES CONSTRUTIVOS

(Imagem 101 esquema fechamanento em drywall) Fonte: http://www.ckdivisorias.com.br acessado em 08.02.2018.

(Imagem 102 - exemplo de parede verde adotada) Fonte: http://ecotelhado.com.br - acessado em 08.02.2018.

(Imagem 103 - exemplo de piso em manta vinílica aplicadol) Fonte: http://www.bmplay.com.br - acessado em 08.02.2018.

(Imagem 104 - exemplo de piso cimentado)

Fonte: http://potorokaconcrete.com - acessado em 08.02.2018. TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

105


SOL UÇÕES AMBIENTAIS

9.10 - SO LUÇÕES AM BIENTAI S 9.10.1 - SO LUÇÕ ES G ER AI S DO E D I F Í C I O Conforme apontado no Estudo térmico e solar, realizado durante o diagnóstico do terreno (ver item 8.3.7), foi proposto que as fachadas mais longas, situadas no setor de ensino, tenham paredes verdes, localizadas em lados opostos. Dessa forma, a incidência da radiação solar será reduzida. Além disso, o ar quente que cruza o edifício, proveniente da área externa, será umidificado, melhorando a sensação térmica interna. Nos espaços de convivência e comuns do edifício, foram projetadas claraboias com iluminação zenital, inclinadas, para que o sol não

106

incida no ambiente de forma agressiva, trazendo iluminação natural para os espaços, sem a necessidade de luz artificial na maior parte do dia. Na cobertura são propostos tetos jardins, ou jardineiras em piso elevado, pré-moldadas em PVC resistente, elevadas do piso, onde correrá água em excesso proveniente das chuvas e da irrigação. O teto verde funcionará como um elemento a mais no processo de resfriamento do edifício, diminuindo consideravelmente o efeito de aquecimento do teto, não só pelas plantas e substratos úmidos, mas também pela camada de

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

ar que se concentra entre a laje e o sistema. Visando proporcionar luminosidade e ventilação natural ao pavimento subsolo, são propostos recuos, implementados por meio de jardineiras projetadas no pavimento, no encontro com as contenções, produzindo o efeito chaminé. As águas pluviais deverão ser reutilizadas como águas cinzas para as atividades que não precisem do tratamento de água, tais como descarga de vasos sanitários e irrigação.


SOLUÇÕES AMBIENTAIS

9 .1 0 .2 - SO LU ÇÕ ES PAR A AM B I E N T E S D E B A I XA P E R MA N Ê N C I A Nos ambientes de baixa frequência, como banheiros, a ventilação e a iluminação devem ser naturais, de forma que não sejam acumulados odores desagradáveis. O uso da iluminação artificial deverá ser o menor possível. Com base nisso, é proposto que os banheiros tenham ventilação

cruzada permanente e iluminação natural, através do uso de brises. Todos os banheiros serão locados próximos à fachada (quando houver ventilação e iluminação indireta) ou diretamente na fachada, nos locais onde houver ventilação e iluminação direta.

Esse mesmo princípio se aplica também nas áreas de serviço, como, por exemplo, a lavanderia, que emite altas temperaturas, provenientes das máquinas de lavar, e pelo forte odor dos produtos de limpeza.

9 .1 0 .3 - SO LU ÇÕ ES PAR A AM B I E N T E S D E P E R MA N Ê N C I A P R O LONGA DA Nos ambientes de uso prolongado, como salas de aula, biblioteca, entre outros, é proposto o emprego de iluminação natural controlada, através de brises externos, e de ventilação cruzada, utilizando esquadrias implementadas em extremidades opostas. Em ambientes internos de volumetria maior, como no caso do Setor Administrativo,

que possui uma quantidade menor de brises externos, as esquadrias internas ainda contarão com o sistema de automação de persianas, que controlarão a iluminação natural e artificial no ambiente, de acordo com a quantidade luz que o receptor captar. Nas paredes internas, que dividem os espaços entre as salas de aula, por exemplo, as divisórias de

drywall trabalharão com o sistema de isolamento acústico, trabalhado com lãs de vidro dentro dos módulos estruturais da parede. Nos auditórios, outros tratamentos acústicos deverão ser aplicados, como carpetes, placas, forros, entre outros.

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

107


SOL UÇÕES AMBIENTAIS 12h

9.10.4 - ESQ U EMA DE SO LU ÇÕ ES AM B I E N TA I S LEGENDA INDICAÇÃO DE VENTOS PREDOMINANTES

18h

INDICAÇÃO SOLAR

12h

PROPOSTA DE PROTEÇÃO SOLAR

01

PROPOSTA DE TELHADO VERDE PARA AMENIZAR TEMPERATURAS

02

PROPOSTA DE APROVEITAMENTO DA ILUMINAÇÃO NATURAL

03

PROPOSTA DE APROVEITAMENTO DOS VENTOS LOCAIS

04

PLACAS SOLARES PARA CAPTAÇÃO DE ENERGIA LIMPA

05

04

VENTILAÇÃO CRUZADA

03

05

02

CLARABÓIAS FACHADAS NASCENTE

01

6h

VENTILAÇÃO CRUZADA

N

(Imagem 105 - esquema térmico nas fachadas nascentes) 108

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


12h LEGENDA INDICAÇÃO DE VENTOS PREDOMINANTES INDICAÇÃO SOLAR

12h

PROPOSTA DE PROTEÇÃO SOLAR

01

PROPOSTA DE TELHADO VERDE PARA AMENIZAR TEMPERATURAS

02

PROPOSTA DE APROVEITAMENTO DA ILUMINAÇÃO NATURAL

03

PROPOSTA DE APROVEITAMENTO DOS VENTOS LOCAIS

04

PLACAS SOLARES PARA CAPTAÇÃO DE ENERGIA LIMPA

05

6h VENTILAÇÃO CRUZADA

05

03 02

CLARABÓIAS

01

FACHADAS POENTES

04

VENTILAÇÃO CRUZADA

N 18h

(Imagem 106 - esquema térmico nas fachadas poentes) TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

109


SOL UÇÕES AMBIENTAIS

9.10.5 - TELHADO V ERDE

(Imagem 108 - esquema de funcionamento do telhado verde com piso elevado) Fonte: http://blog.feiraconstruir.com - acessado em 10.01.2018

(Imagem 107 - instalação telhado verde com piso elevado)

Fonte: http://institutocidadejardim.com.br- acessado em 10.01.2018.

(Imagem 109 - esquema em perspectiva do telhado verde com piso elevado) Fonte: http://architetandoverde.blogspot.com.br- acessado em 10.01.2018

110

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL


SOLUÇÕES AMBIENTAIS

9 .1 0 .6 - ESQ U EMA DE SOLU ÇÕ E S AM B I E N TA I S D O S AM B I E N T E S I NT E RNOS EDIFÍCIO ADMINISTRATIVO - PAVIMENTO 2

ILUMINAÇÃO NATURAL POENTE VENTILAÇÃO CRUZADA BRISES

ÁREA DE CONVIVENCIA

ADIMINISTRAÇÃO

SALA REUNIÃO

BRISES

SALA / APOIO SEGURANÇA

BRISES

VENTILAÇÃO CRUZADA ILUMINAÇÃO NATURAL NASCENTE

(Imagem 110 - corte em perspectiva - pav 1 - edifício administrativo) PLANTA EM PERSPECTIVA SEM ESCALA

EDIFÍCIO ADMINISTR ATIVO - PAVIMENTO 1 P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

111


SOL UÇÕES AMBIENTAIS

EDIFÍCIO DE SERVIÇO - PAV. TÉRREO

ILUMINAÇÃO NATURAL POENTE

EFEITO CHAMINÉ EXAUSTÃO AR QUENTE

BRISES

LABORATÓRIO JARDINAGEM DEPÓSITOS REFEITÓRIO

VENTILAÇÃO CRUZADA

JARDINEIRAS SUSPENSAS

SALA DE AULA TEÓRICA JARDINAGEM

BRISES

BRISES

RAMPAS DE ACESSO

ILUMINAÇÃO NATURAL NASCENTE

EDIFÍCIO DE SER VIÇOS - PAVIMENTO TÉRREO PLA N TA E M P E RS P E C T I VA, S E M E S C ALA

PLANTA EM PERSPECTIVA SEM ESCALA

112

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

(Imagem 112 - corte em perspectiva - pav. terreo - edifício de serviços)


SOLUÇÕES AMBIENTAIS

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO 1

ILUMINAÇÃO NATURAL POENTE

AR QUENTE PAREDE VERDE POROSA SANITÁRIOS P.N.E

SALA DOS PROFESSORES

P.N.E

SALA DE AULA 04 2ª E 6ª SÉRIE

SALA DE AULA 05 3ª E 7ª SÉRIE ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA

SANITÁRIOS

SALA DE AULA 06 4ª E 8ª SÉRIE

PAREDE VERDE POROSA

SALA DE AULA 07 5ª E 9ª SÉRIE

VENTILAÇÃO CRUZADA

ILUMINAÇÃO NATURAL NASCENTE

PLANTA EM PERSPECTIVA SEM ESCALA

(Imagem 113 - corte em perspectiva - pav 1 - edifício de ensino)

VENTILAÇÃO CRUZADA

EDIFÍCIO DE ENSINO - PAVIMENTO 1 P L AN TA E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

113


SOL UÇÕES AMBIENTAIS

9.10 .7 -ESQUEMÁTICO SE ÇÕES ESQ- EDIFÍCIO U EMÁT IADMINISTRATIVO C AS CO M S O LU ÇÕ E S AM B I E N TA I S CORTE

ONDAS INFRAVERMELHAS REFLETIDAS E ABSORVIDAS PELA VEGETAÇÃO ILUMINAÇÃO NATURAL

RADIAÇÃO SOLAR

TELHADO VERDE EM SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

TEMPERATURA AMENA ABSORVIDA PELA LAJE

ILUMINAÇÃO NATURAL CONTROLADA

PÉ DIREITO MAIS ALTO PERMITE MAIOR FLUXO DE VENTO

CONTROLE DA ILUMINAÇÃO SOLAR

VENTILAÇÃO CRUZADA

VENTILAÇÃO CRUZADA

ADMINISTRAÇÃO

ADMINISTRAÇÃO

ILUMINAÇÃO NATURAL CONTROLADA PRAÇA

CONTROLE DA ILUMINAÇÃO SOLAR COM O USO DE BRISES

VENTILAÇÃO CRUZADA

CIRCULAÇÃO

CORTE ESQUEMÁTICO SEM ESCALA

EDIFÍCIO ADIMINISTR ATIVO

S EÇ ÃO E S Q U E MÁTIC A E M PE RS PE C T I VA, S E M E S C AL A 114

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

BIBLIOTECA

ÁREA DE CONVIVÊNCIA

(Imagem 114 - corte esquemático de soluções térmicas e de ventilação)


SOLUÇÕES AMBIENTAIS

CORTE ESQUEMÁTICO - EDIFÍCIO DE SERVIÇO

ILUMINAÇÃO NATURAL RADIAÇÃO SOLAR

ONDAS INFRAVERMELHAS REFLETIDAS E ABSORVIDAS PELA VEGETAÇÃO

ILUMINAÇÃO NATURAL TELHADO VERDE EM SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

CLARABÓIAS

TEMPERATURA AMENA ABSORVIDA PELA LAJE

CONTROLE DA ILUMINAÇÃO SOLAR ANTEPARO

JARDINEIRA

EFEITO CHAMINÉ

CIRCULAÇÃO

VENTILAÇÃO CRUZADA CONTROLE DA ILUMINAÇÃO SOLAR COM O USO DE BRISES

JARDINEIRA

CIRCULAÇÃO DE SERVIÇO

REFEITÓRIO

ÁREA DE CONVIVÊNCIA

CORTE ESQUEMÁTICO SEM ESCALA

(Imagem 115 - corte esquemático de soluções térmicas e de ventilação)

EDIFÍCIO DE SER VIÇOS

SE Ç ÃO E SQ U E MÁT IC A E M P E R SP E C T IVA, SE M E SC AL A TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

115


SOL UÇÕES AMBIENTAIS

CORTE ESQUEMÁTICO - EDIFÍCIO DE ENSINO

ONDAS INFRAVERMELHAS REFLETIDAS E ABSORVIDAS PELA VEGETAÇÃO

ILUMINAÇÃO NATURAL

TELHADO VERDE EM SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

CLARABÓIAS

RADIAÇÃO SOLAR

TELHADO VERDE EM SISTEMA DE PISO ELEVADO COM JARDINEIRAS

TEMPERATURA AMENA ABSORVIDA PELA LAJE CONTROLE DA ILUMINAÇÃO SOLAR

AR FRESCO

AR QUENTE

AR QUENTE

PAREDE VERDE POROSA

AR FRESCO CIRCULAÇAO DE ENSINO

CIRCULAÇAO DE ENSINO VENTILAÇÃO CRUZADA

AR FRESCO

CIRCULAÇAO DE ENSINO

PAREDE VERDE POROSA

ANTEPARO

CIRCULAÇAO DE ENSINO

ÁREA ÚMIDA

ÁREA ÚMIDA

VENTILAÇÃO CRUZADA

HALL INTERNO

CORTE ESQUEMÁTICO SEM ESCALA

EDIFÍCIO DE EN SINO

S EÇ ÃO E S Q U E MÁTIC A E M PE RS PE C T I VA, S E M E SC AL A 116

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

(Imagem 116 - corte esquemático de soluções térmicas e de ventilação)


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1 0 .0 - REFERÊNC I AS BI BL I O G R Á F I C A S SALVADOR. Elisabeth Santos. Universidade Federal da Bahia (Org.). O Caminho das Águas em Salvador: Bacias hidrográficas, bairros e fontes. 2010. Parceria com o Governo do Estado da Bahia. Disponível em: <http://www.meioambiente.ba.gov.br/arquivos/ File/Publicacoes/Livros/caminhodasaguas.pdf>. Acesso em: 08 fev. 2018

SALVADOR. Governo da Bahia. Informs. Painel de Informações: Dados socio economicos do município de Salvador por Bairros e PrefeituraBairro. 2016. Elaborado pela CONDER. Disponível em: <http://www.informs.conder.ba.gov.br/wpcontent/uploads/2016/10/1_INFORMS_Painel_de_ Informacoes_2016.pdf>. Acesso em: 08 fev. 2018.

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IBGE. Censo demográfico de 2010. Salvador: IBGE, 2010. TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

117


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ABRAMOVAY, M., KRAMER, S. O rei está nu: um debate sobre as funções da pré-escola. Cadernos Cedes (São Paulo), n.9, p.27-38, 1991

Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria da Educação Fundamental. Critérios para o atendimento em creches que respeite os direitos fundamentais das crianças. Brasília, DF: MEC/SEF/ Coedi, 1997.

Ministério da Educação (MEC) – Brasília/DF www.mec.gov.br Acesso em: 10 de fev. 2018.

118

ESCOLA PARQUE INFANTIL SUSTENTÁVEL

Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) – São Paulo/ SP www.cenpec.org.br Acesso em: 11 de agosto 2017.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Teixeira, A. Pequena introdução à filosofia da educação. A escola progressiva ou a transformação da escola. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2007. Teixeira, A. “Centro Educacional Carneiro Ribeiro”. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro: INEP, Vol. 31, No. 73, Janeiro/Março 1959. Teixeira, A. “A Escola Parque da Bahia”. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro: INEP, Vol. 47, No. 106, Abril/Junho 1967

TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO

119

EPIS - Escola Parque Infantil Sustentável  

Trabalho Final de Graduação Desenvolvido por Pedro Chezzi, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia, no ano de 2018.

EPIS - Escola Parque Infantil Sustentável  

Trabalho Final de Graduação Desenvolvido por Pedro Chezzi, na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia, no ano de 2018.

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