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Chapa do Sindicato Experiência e renovação para lutar

Fevereiro/2012

Organização de base na defesa dos empregos, salários e direitos

Vote Chapa 1

VOTE

Para defender o Sindicato CHAPA que luta e conquista

O

s metalúrgicos de São José e região são hoje uma referência em todo o país na defesa dos empregos, salários e direitos. Isso é resultado das fortes mobilizações e conquistas da categoria, bem como da postura firme do Sindicato na defesa dos trabalhadores. Para avançar ainda mais nas conquistas, o Sindicato precisa se manter combativo, atuante e independente de governo e patrões. A Chapa 1 tem experiência, representa os metalúrgicos e faz as melhores negociações. Vai unir e avançar na organização da categoria para manter o Sindicato forte e garantir conquistas.

Maiores salários e PLR Com mobilização e a postura firme do Sindicato nas negociações, garantimos maiores salários e PLR. Nas Campanhas Salariais, nos últimos três anos, conquistamos além da reposição da inflação mais 12% de aumento real. Juntamente com os sindicatos de Campinas, Limeira e Santos, fomos à luta para garantir essa conquista, superando, como nos anos anteriores, os acordos de outras bases.

NOVOS INVESTIMENTOS Desmentindo o discurso dos patrões e da Prefeitura que tentam atacar o Sindicato dizendo “que a entidade afugenta empresas”, a região segue sendo um polo de atração de novas fábricas. Levantamento da Fundação Seade revela que os investimentos cresceram 29% em relação a 2009. A região fica atrás apenas da grande São Paulo e a região de Campinas. Só para citar alguns exemplos, temos a montadora Chery, em Jacareí, a autopeças Sany e outras empresas como Haldex e Eltek Valere. Sem contar empresas como a Avibras e Embraer que anunciaram investimentos.

FESTIVAL DOS METALÚRGICOS Sem depender de patrões ou governo, o Sindicato realiza, desde 1998, o Festival dos Metalúrgicos, a maior festa de confraternização da categoria. Custeado com o desconto de 1% da PLR, aprovado em assembleia pelos trabalhadores, o Festival já se tornou uma festa tradicional, que reúne Sindicato, metalúrgicos e familiares. Sorteio de prêmios, show musical e diversão para a criançada são os destaques do evento.

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Emprego sem banco de horas A defesa do emprego foi uma das principais lutas do Sindicato no último período. Foi assim diante dos ataques dos patrões que tentaram jogar a crise nas costas dos trabalhadores. Enquanto centrais como a CTB reduziram salários, aqui mantivemos uma forte resistência e mobilização. Na Schrader mantivemos empregos e direitos. Essa luta deu-se ainda em outros momentos: como nas negociações sobre equiparação salarial na GM, que garantiu a efetivação de temporários; na Avibras, que voltou a recontratar; na luta pela redução da jornada na Embraer, etc.

Aqui não tem imposto sindical Nosso Sindicato não desconta, desde 1999, o Imposto Sindical, cobrado anualmente de todos os trabalhadores brasileiros pelo governo federal. Não concordamos com esse imposto, que equivale a um dia de trabalho, pois ele só serve para tornar os sindicatos e centrais dependentes financeiramente do Estado. Para a CSP-Conlutas são os trabalhadores que devem contribuir voluntariamente com seu Sindicato. Isso garante independência e nos deixa sem rabo preso com patrão ou governo. A Chapa 1 é contra o Imposto Sindical e não vai permitir esse desconto dos metalúrgicos. Já a outra chapa faz o contrário. A CTB defende o Imposto Sindical e, se ganhasse a eleição, os metalúrgicos de São José teriam de novo o desconto de um dia de trabalho, como acontece em todos os sindicatos dirigidos por essa central.

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OUTRA CHAPA QUER MUDAR PARA PIOR O nosso Sindicato tem se mantido na luta e é isso que os patrões, o governo e as centrais pelegas querem mudar. As empresas, obviamente, não querem um sindicato combativo e que defende os trabalhadores como o nosso. Eles querem fazer aqui o mesmo que fazem nas outras bases. Os membros da outra chapa são os mesmos que, na última eleição, estiveram nas chapas da CUT e da Força Sindical, sempre ausentes das lutas. Agora, mudaram para a CTB. Enquanto nós queremos organizar e melhorar o Sindicato, a tal mudança que eles defendem é para pior. Veja as comparações abaixo entre as montadoras dirigidas pela CSP-Conlutas e pela CTB:

Fiat / CTB

GM / CSP-Conlutas

Empregos - 15.930

Empregos - 22.909

Produção - 757.418

Produção - 651.051

PLR 2011 - R$ 4.741,50 (1ª parc. R$ 3.008/ 2ª parc. R$ 1.733,50)

PLR 2011 - R$ 11.268,40 (1ª parc. R$ 5.800 / 2ª parc. R$ 5.468,40)

Piso salarial produção - R$ 1.155,55 (5,25/hora)

Piso salarial da produção - R$ 2.772,64

Manuseio/Manutenção/Almoxarifado - terceirizado

Manuseio - sem terceirização, piso R$ 1.659,80

Jornada de trabalho - 44 horas semanais

Jornada de trabalho - 40 horas semanais

Banco de Horas - POSSUI

Banco de Horas - NÃO TEM

Acidentados e lesionados - estabilidade 1 ano

Acidentados e lesionados - estabilidade até a aposentadoria

Nº de Sindicalizados - 180 sócios

Nº de Sindicalizados - cerca de 8 mil sócios

Sindicato fraco: é isso o que a GM e as empresas querem pra reduzir direitos

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comparação entre a situação dos trabalhadores da Fiat, em Betim/MG, sindicato dirigido pela CTB, e os metalúrgicos da GM, em nossa base, dão um bom exemplo de como a outra chapa atua e o que ela quer fazer em São José e região. Apesar de ser uma das plantas mais antigas do país, as condições de trabalho na Fiat são semelhantes às condições reinantes hoje na China. Como ocorre naquele país, na Fiat, os trabalhadores são submetidos a condições de semi-escravidão. Produzem mais, ganham menos e são superexplorados. Têm jornada de 44h e um dos menores salários do país. Na Fiat não há nenhuma atividade sindical. O Sindica-

to ligado à CTB não consegue realizar nem assembleias na fábrica, e tem apenas 180 sócios em uma empresa com quase 16 mil operários. Os operários da Fiat ganham a metade do salário que se ganha na GM de São José e a PLR representa cerca de 40% do valor pago em São José. Se a CTB não consegue lutar pelos direitos dos operários da Fiat por que quer dirigir o Sindicato dos Metalúrgicos de São José? A verdade é que querem fazer aqui o mesmo que fazem lá: rebaixar salário, aumentar a jornada e piorar as condições de trabalho dos operários, em acordo com a patronal. Não é a toa que as empresas querem “mudança “ na direção do Sindicato. Querem mudar para pior, é claro.

Com a CSP-Conlutas, o Sindicato é combativo e está na luta por empregos, salários e direitos

Para o Sindicato continuar no caminho certo, defendendo os trabalhadores

Vote CHAPA 1

Participe da eleição, dias 29/2 e 1/3

GM DEMITE A CONTA-GOTAS PARA AJUDAR OUTRA CHAPA Em toda eleição do Sindicato é a mesma coisa. Os patrões tentam de tudo para atacar a CSP-Conlutas e influenciar os metalúrgicos, com o objetivo de colocar na direção da entidade uma chapa mais dócil, que depois reduza os direitos dos trabalhadores. É o que a GM está fazendo nesse momento. Com demissões

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a conta-gotas e pressão sobre os trabalhadores, a empresa tenta culpar o Sindicato e desgastar a atual diretoria e a Chapa 1. Para isso, impõe um terrorismo total na fábrica. Se nega a negociar com o Sindicato e passa até por cima das leis do país e do Acordo Coletivo no caso dos lesionados, mesmo sabendo que depois terá de

reintegrar todos de novo. Mas essa armadilha não cola. Os metalúrgicos estão mobilizados e sabem que só com luta e organização vão enfrentar a reestruturação produtiva na empresa. Os metalúrgicos sabem que é votando na Chapa 1 que manterão um Sindicato combativo e atuante para defender suas reivindicações.

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