Page 86

2.5 Cada ano, quando solicitamos das Províncias contribuições financeiras para as despesas ordinárias da Administração geral, assim como para os fundos de solidariedade, é nossa obrigação ser responsáveis e transparentes em nossas operações financeiras. Na procura de fundos externos, essa transparência é ainda mais essencial. Sabemos também que os governos de muitos países estão sendo cada vez mais exigentes na prestação de contas por parte das entidades religiosas. Para este fim, procuramos dar cumprimento ao mandato do Capitulo geral, utilizando a assessoria de uma auditoria externa37. Houve progressos. Tivemos de fazer face a alguns desafios não pequenos: encontrar auditores experientes na complexidade financeira de organização religiosa internacional, que tomassem padrões internacionalmente reconhecidos de auditoria e os soubessem adaptar à nossa situação, estabelecendo métodos de contabilidade interna próprios para satisfazerem as exigências dos auditores. Depois de considerável trabalho, mais especialmente do Irmão Guy, pudemos editar um Manual de procedimentos, para reestruturar as nossas contas segundo as exigências dos nossos auditores. Estamos agora preparando o nosso relatório anual, pautando-o por esses critérios. A execução desta nossa visão do Instituto e a nossa determinação de ver cada Unidade administrativa vital e viável, ao menos financeiramente, não teria sido possível sem o generoso apoio financeiro das Províncias. Muitas vezes, batemos às suas portas solicitando sua ajuda e recebemos generosa resposta, embora algumas com ressalvas. Apreciamos as críticas que recebemos, pedindo mais informação sobre a nossa visão e planos. De igual modo, reconhecemos com gratidão a generosidade daquelas Províncias que, com Distritos delas dependentes, souberam apoiar planos em favor do futuro de tais Distritos.

2.5.3 Orientações para o futuro 37

Atas do XX Capítulo Geral, cap. III.6.4.1

Antes de pormenorizar umas poucas linhas específicas de ação, parecenos importante relacionar certos elementos contextuais chave. ■ O Conselho geral é responsável pela animação e governo do Instituto. ■ Esta responsabilidade se exerce de modo corresponsável com os Provinciais, cujo acompanhamento é prioridade essencial do Conselho geral. A responsabilidade de cada nível de liderança é respeitada de acordo com o princípio de subsidiariedade. ■ O objetivo fundamental é a vitalidade da nossa vida e missão. ■ Os meios empregados pelo Conselho geral devem conter o abaixo especificado:

84

• Relatório do Conselho Geral

Profile for Hermanos maristas

Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

Advertisement