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Serviço de animação e governo: “Lavem os pés uns aos outros”

África, possam contar com algum fundo, e o fazemos em consulta com os Provinciais e seus Conselhos. A despeito da assistência financeira de muitos anos, a desejada situação ainda está por resolver. Um instrumento de nossa tradição é o estabelecimento de escolas, cuja operação pode produzir superávits, podendo assim auxiliar outras atividades apostólicas e a própria Província. O Secretariado do Uso evangélico dos bens está desempenhando um papel chave na execução de planos para alcançar a sustentabilidade econômica de todas as Províncias. Um desafio semelhante diz respeito à sustentabilidade econômica da própria Administração geral. O XX Capítulo geral determinou que prosseguíssemos no esforço por diminuir os custos da Administração geral36. Vontade não faltou, mas os meios para obtê-lo são 36 Atas do complicados. Descontando aspectos como o movimento dos secretaria- XX Capítulo Geral, dos, encontros de comissões internacionais, projetos especiais como a cap. III.5 e III.6.4.2 Missão ‘ad gentes’ e a reforma de l’Hermitage, as despesas ordinárias da Administração geral se mantiveram praticamente sem aumento durante o nosso mandato. Ficamos muito reconhecidos pela atenção cuidadosa e gerenciamento responsável da parte do administrador da Casa geral, gratos igualmente ao ecônomo da Comunidade, respectivamente os Irmãos Antoni Salat e Javier Ocaranza. Foram as Comissões, Secretariados e Projetos, postos em marcha na realização da nossa visão para a animação do Instituto, que causaram o aumento dos nossos custos anuais. Durante o nosso mandato, aprendemos a ser mais precavidos em termos do orçamento das nossas iniciativas e em procurar fontes externas de financiamento, sempre que possível. Pusemos em marcha estruturas consolidadas de apoio de doações para diversos programas por nós estabelecidos. Mesmo assim, admitimos que muito mais precisa ser feito para assegurar que o planejamento de iniciativas de animação tenha orçamento cuidadoso e fundos adequados. O orçamento responsável começa com o senso de prioridades. Não há limite para boas iniciativas, mas nem tudo pode levar-se a termo. Outro desafio com que lutamos consiste em pôr em marcha um mecanismo de financiamento para as operações da Administração geral, que seja de longo prazo e não mude em poucos anos, seja responsável e justo com aqueles que provêem os fundos da Administração geral, isto é, as Províncias. Os meios tradicionais do per capita são cada vez mais insustentáveis, em face da mudança demográfica e econômica no Instituto, já mencionada antes. Constituímos uma comissão pré-capitular para estudar esta questão do financiamento de longo prazo, tanto do Instituto quanto da Administração geral, para oferecer recomendações ao Capítulo.

Janeiro de 2009

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Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

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