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Serviço de animação e governo: “Lavem os pés uns aos outros”

Ainda assim, as exigências constitucionais do Superior geral são de tal monta, que reclamariam ainda mais auxílio quanto aos serviços de secretaria. Isso implicaria maior número de pessoas no seu escritório. Por um período de dois anos, o Vigário geral teve ajuda em tempo parcial do Irmão Iván Buenfil. Se a colaboração do Vigário com o Superior geral nas tarefas de animação e governo deve ser ainda mais efetiva, será preciso prever algum pessoal para o seu escritório.

b) Vitalidade e sustentabilidade econômica das Unidades administrativas Esta preocupação radica no nosso espírito de família e na solidariedade mútua que este espírito requer para ser real. A solidariedade toma muitas formas no Instituto; a solidariedade financeira não é de somenos importância, tanto entre as Províncias e o Governo geral, como das Províncias entre si. Profundamente ligado a isso é o uso evangélico dos bens e a administração responsável dos recursos que temos. O Ecônomo geral tem crucial função no uso evangélico dos nossos bens, do qual um dos aspetos é a solidariedade financeira dentro do Instituto. Sem a contribuição econômica das Províncias e sem a cuidadosa administração dos investimentos, a Administração geral e algumas Províncias dela dependentes não poderiam funcionar. O Irmão Antonio Martínez Fernández, assistido pelo Irmão Guy Palandre, proveu o Conselho geral com orientação segura e transparente sobre como assegurar a sustentabilidade econômica da Administração geral e do Instituto. Eles próprios foram assistidos com competência pelo Conselho internacional de assuntos econômicos. O Irmão Antonio teve encontros regionais com os ecônomos provinciais, em vista de maior comunhão interna no Instituto e para coordenar melhor o planejamento econômico. 34

Um ano antes do XX Capítulo geral, o Irmão Benito Arbués expressou a sua preocupação quanto ao uso evangélico dos nossos bens. “O uso e administração dos nossos bens repercutem em nossa vida marista. O voto de pobreza não diz respeito somente aos indivíduos, mas possui também uma dimensão coletiva e institucional. É difícil separarmos a pobreza da economia e vice-versa. Na missão de evangelizar os jovens, de preferência aos pobres, a administração dos bens tem uma relação estreita com a vida de pobreza evangélica. E ambos, indivíduos e instituições, devem viver e testemunhar a pobreza que brota das mesmas fontes”. 34

Ir. Benito Arbués, Circular “A propósito de nossos bens”, pág. 129.

O XX Capítulo geral fez disso a sua própria preocupação e pediu que o Conselho geral elaborasse um Plano de discernimento sobre o uso evangélico dos bens e acompanhasse a sua aplicação nas Unidades ad-

Janeiro de 2009

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Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

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