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Procuramos em conjunto o modelo de retiro que nos ajudaria mais a reconhecermos a presença de Jesus em nossas vidas e a integrarmos o encontro com Ele, em nossa vida comunitária e em nossa missão. Finalmente, decidimos que era preferível pensá-lo cada vez que íamos a um retiro. Em todo caso, qualquer que fosse o modelo escolhido, dois eixos espirituais deveriam ser assegurados. Em primeiro lugar, exigimos de nós mesmos o compromisso de termos quotidianamente um tempo suficiente para a oração pessoal, para a reflexão e a leitura. Em seguida, nos engajamos em preservar tempo suficiente para partilhar e dialogar com tranqüilidade, em torno do que Deus nos inspirava, no dia a dia do retiro. Ficou evidente em nossas partilhas que o retiro era, para todos, uma ocasião para aprofundar a vida interior. Mas, também, muitas vezes seria um tempo para lançarmos um olhar sobre a missão do Conselho geral, após mais um ano de atividades. Em suma, podemos dizer que nossos retiros anuais foram momentos fortes de discernimento pessoal, de aprofundamento espiritual e de descanso comunitário no Senhor.

1.3.2 Escuta dos outros a) Acolhida O número de visitantes maristas, em Roma, aumentou nestes últimos anos. A maioria dessas pessoas quer visitar a Casa geral e saudar o Irmão Superior geral. A comunidade da Casa geral se distinguiu por seu excelente espírito de acolhida para todas as categorias de visitantes. Nós lhes expressamos nosso agradecimento e os encorajamos fraternalmente a continuarem assim. Quando estávamos presentes em Roma, nossa comunidade também quis dar uma atenção particular à acolhida e à disponibilidade. Toda a comunidade era convidada a contribuir para que cada visitante, ou grupo de visitantes, se sentisse em casa, de maneira a favorecer uma partilha franca e fraterna. Procurávamos oferecer um testemunho de caridade e ser um sinal da presença de Jesus em nosso meio, para todos aqueles que nos visitavam.

b) Sessões plenárias Nossas sessões plenárias evoluíram bastante. Houve grandes esforços para torná-las mais produtivas, melhor orientadas na direção dos objetivos e menos cansativas. Como lugar de discernimento, de confronto de idéias, elas também manifestaram nossos limites. Foi durante as sessões plenárias que experimentamos, enquanto grupo, nossa tendência a ignorar os conflitos entre nós, ao invés de tentar resolvê-los. Foi também o momento em que experimentamos a nossa dificuldade de nos reservarmos um tempo suficientemente longo para aprofundar a reflexão

Janeiro de 2009

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Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

Informe do Conselho Geral ao 21 Capítulo Geral  

Superior geral e seu conselho ao 21 Capítulo dos Irmãos Maristas

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