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Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Plano Formação de 2017/2018

Plano de Formação - 2017/18

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana; Tel/ Fax: 21 452 26 48; Correio eletrónico: cfcascais.secretariado@gmail.com; Site: www.cfcascais.net

e d s e õ ç o A ã ç a m r Fo

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O ano letivo 2017/2018, foi mais um cheio de formações financiadas pelo orçamento de estado e realizadas no âmbito do PNPSE. Deu-se resposta aos Planos de acção estratégica elaborados pelos Agrupamentos

Plano de Formação - 2017/18

Nesta perspectiva as acções realizaram-se na sua grande maioria, nas instalações dos próprios Agrupamentos, possibilitando assim que os docentes que eram da mesma Escola não tivessem de se deslocar às instalações do Centro. Apesar do elevado número de acções no âmbito do PNPSE não descurámos outras iniciativas, e através duma série de parcerias, das quais destacamos a Câmara Municipal de Cascais, fomos ao encontro de outras necessidades dos Professores e Agrupamentos e que não estavam incluídas no âmbito do PNPSE. Destas destacamos a Literacia de Saúde Mental com um número de turmas que abrangeram a maioria dos Agrupamentos de Escolas do nosso Concelho. Não descurámos as ACD e fomos ao encontro de muitos docentes com temáticas importantes, trazendo até nós alguns especialistas que partilharam com os nossos docentes os seus conhecimentos e as suas experiências. Uma ultima palavra para o nosso III Encontro Partilhar Vale a Pena que decorreu no Agrupamento de Carcavelos, que sob o lema de Autonomia, flexibilização e inovação, trouxe até Cascais um conjunto de palestrantes e dinamizadores de workshops de elevada qualidade e que de certeza contribuíram para que em Cascais se trabalhe mais e melhor com os nossos alunos. O próximo ano lectivo não sabemos se terá o financiamento para as acções que queremos continuar a desenvolver, enquanto o mesmo não vem continuaremos a envidar esforços para promover formação para os nossos docentes, através de parcerias com diversas entidades e com formadores que se dispõem a trabalhar conosco de forma graciosa. A ausência de um orçamento limita a concretização de qualquer plano de formação, mas apesar disso continuaremos com a ajuda dos diferentes Agrupamentos a tentar ir ao encontro das necessidades de formação dos professores e a dar a resposta possível. Não esquecemos o pessoal não docente e com a colaboração da CMC, responsável pela formação destes profissionais, iremos continuar a desenvolver formação adequada aos mesmos. Para uma melhor identificação das suas necessidades de formação, iremos lançar um inquérito individual a todos os AO e AT das nossas escolas.

Diretor do Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Direção : José Marcelino

José Marcelino

Coordenação, paginação e arranjo gráfico: Teresa Gonçalves

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Plano Formação de 2017/2018 Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana; Tel/ Fax: 21 452 26 48; Correio eletrónico: cfcascais.secretariado@gmail.com; Site: www.cfcascais.net

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Plano de Formação - 2017/18

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Ações de formação dinamizadas para Docentes incluídas no PNPSE

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

FORMAS DE ENSINAR E APRENDER NA SALA DE AULA NO 3º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO: ESTRATÉGIAS

Formador / Entidade Dinamizadora

Professores do 3º ciclo dos Ensinos Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo Curso de formação / 1 turma / 19 formandos

Calendarização

19, 26 abr./ 3, 10, 17, 24, 31 mai. /7 jun de 2017

 

   

Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo

Conhecimento sobre o funcionamento cerebral que está na base do processo de aprendizagem. • Reconhecerem as singularidades pessoais dos seus alunos como uma realidade incontornável e desenvolvam uma atitude positiva face a estas. • Serem capazes de identificar as singularidades pessoais dos alunos e, em função destas, planificar as práticas letivas e promover estratégias metodológicas que garantam o desenvolvimento do potencial cognitivo de cada aluno. • Capacidade de criar ambientes de aprendizagem estimuladores, livres e participativos que levem em conta a individualidade. • Capacidade de construção de materiais ajustados ao perfil dos seus alunos em que sejam aplicados os conhecimentos adquiridos. • Saberem refletir de forma sistemática sobre as práticas de ensino e aprendizagem e sobre as potencialidades do trabalho colaborativo enquanto prática profissional dos professores. • Serem capazes de criar dinâmicas de trabalho colaborativo na escola que favoreçam a partilha de práticas pedagógicas assente numa diferenciação pedagógica e no desenvolvimento das potencialidades cognitivas de cada aluno.

Conteúdos da ação

25 horas

Aprender e ensinar. (2h) 1.1. A evolução dos conceitos de aprender e de ensinar. 1.2. Relação entre insucesso escolar e indisciplina na sala de aula. 1.3. O trabalho colaborativo entre professores. 2. O cérebro e os processos psíquicos. A neuroplasticidade do cérebro. (3 h) 3. As funções cognitivas superiores: atenção/concentração, memória, pensamento e linguagem (7h) 4. As características individuais dos alunos como base do processo de ensino. (10h) 4.1. A importância da planificação, das metodologias de ensino e das situações de aprendizagem significativas e mobilizadoras, diversificadas em função das diferenças pessoais e culturais 4.2. A seleção das atividades, das tarefas e dos grupos 4.3. A organização da sala de aula 4.4. A gestão da aula e a gestão do tempo 5. O cérebro e as aprendizagens escolares: interpretação de textos, escrita, cálculo e raciocínio matemático. (3 h)

Sugestões

Local Formação

Objetivos a atingir

Carina Bernardo /CFECC e PNPSE

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Destinatários

17/26

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

O DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE E O TRABAHO COLABORATIVO

Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração

     

   

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básicos e Secundário do Agrupamento de Escolas de Cascais Oficina de formação / 1 turma / 20 formandos 10, 24 out./ 14, 28 nov./ 5 dez. de 2017 15 h presenciais / 15 h trabalho autónomo Agrupamento de Escolas de Cascais

Compreender os conceitos de reforma, inovação e mudança; Reconhecer os obstáculos e fatores facilitadores da mudança; Identificar os diferentes tipos de culturas docentes tendo em vista a melhoria da escola; Distinguir entre trabalho cooperativo e trabalho colaborativo; Clarificar o conceito de trabalho colaborativo; Reconhecer a importância da implementação do trabalho colaborativo como propiciador do desenvolvimento profissional docente assim como do desenvolvimento qualitativo da organização-escola; Definir vantagens do trabalho colaborativo; Desenvolver competências de reflexão e análise crítica, de inovação e de investigação em relação aos desafios, processos e comportamentos inerentes ao contexto profissional; Contribuir para a construção “personalizada” do conhecimento sobre a ação, reconhecendo-lhe a natureza dinâmica, flexível, estratégica e contextual; Contribuir para o favorecimento de um clima positivo nas escolas, e de um maior grau de comunicação, abertura e colaboração dos educadores e professores entre si.

Um dos pontos fortes desta ação foi “a partilha e o enriquecimento para o desenvolvimento e melhor aplicação do trabalho colaborativo” Testemunho de docente

Bloco 1 - 15 horas presenciais, onde serão abordados, entre outros, os seguintes temas: I – Estado da Arte II – Cultura(s) docente(s) : 2.1. Escola Reflexiva 2.2. Dimensões da cultura docente 2.3. Cooperação ou colaboração? III - (Boas) práticas de trabalho colaborativo entre professores e educadores Bloco 2 – 15 horas de trabalho autónomo

Sugestões

Objetivos a atingir

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Cláudia Outeiro /CFECC e PNPSE

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

17/30

“Aumentar o número de horas/duração da ação de formação, permitindo uma maior partilha/troca de experiências e conhecimentos no âmbito de trabalho colaborativo”

“Talvez mais atividades práticas em grupo” “O enquadramento teórico era muito fraco. Valeria a pena terse analisado projetos colaborativos e cooperativos para se encontrarem pontos fortes e fracos de ambos” Testemunhos de docentes

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OFICINAS DE DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

João Brilha / CFECC e PNPSE Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Especial do Agrupamento de

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Calendarização

Oficina de formação / 1 turma / 18 Formandos 17, 24, 31 out. / 7, 14, 21 nov. de 2016

Duração

25 h presenciais / 25 h de trabalho autónomo

Local Formação

Agrupamento de Escolas Frei Gonçalo de Azevedo

Produzir os dispositivos pedagógicos necessários para operacionalizar o seu projeto de diferenciação pedagógica;

Transformar práticas pedagógicas;

Refletir sobre as práticas pedagógicas entretanto desenvolvidas;

Construir novos meios processuais ou técnicos numa lógica de diferenciação pedagógica.

Conteúdos da ação

2 - Criação de dispositivos de iniciação/regulação/ avaliação das aprendizagens diferenciadas ; 3 - Produção de dispositivos de diferenciação peda gógica; 4- Avaliação Final.

“Feedback da aplicação da pedagogia diferenciada (posteriormente).”

“Ver a pedagogia diferenciada como uma ferramenta extremamente útil para a minha prática pedagógica.”

Sugestões

Objetivos a atingir

1 - Definição do seu projeto de diferenciação pedagógica;

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

17/31

“As condições da sala de formação que devia ter computadores com acesso à internet para trabalharmos. Devia ter mais horas presenciais para permitir uma maior componente teórica.” “Um conhecimento mais aprofundado do trabalho desenvolvido no pré-escolar e das Orientações Curriculares” Testemunho de docentes

Testemunho de docente

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COMUNICAÇÃO ASSERTIVA COM ADOLESCENTES

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Objetivos a atingir

  

8 out. / 8, 15, 21, 23, 29 nov. / 5 dez. de 2017 25 h

Local Formação

Curso de formação / 1 turmas / 25 formandos

Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

Identificar e caracterizar os elementos intervenientes no processo de comunicação e os diferentes perfis comunicacionais. Desenvolver a comunicação assertiva; Identificar e transpor as barreiras que surgem no processo comunicacional; Adquirir ferramentas essenciais para uma boa comunicação verbal e não verbal, dentro e fora da sala de aula; Realizar os diversos tipos de processamento interno da informação. Aplicar os diferentes tipos de perguntas no processo de comunicação. Aprender a melhorar a conduta verbal através da expressão assertiva.

Conteúdos da ação

Duração

1.

Bases e Processo de Comunicação;

2.

Barreiras à Comunicação;

3.

Perfis Comunicacionais;

4.

Comunicação Assertiva ;

5.

Tipos de Perguntas no Processo de Comunicação

Pontos fortes da ação: “A pertinência dos conteúdos abordados, a comunicação estabelecida pelo e com a formadora, a disponibilidade da formadora, a dinâmica do grupo.” “Partilha de experiências. Organização e preparação dos conteúdos. Capacidade de comunicação. Nível de conhecimento dos conteúdos. Envolvimento dos formandos na acção. Muito bom!”

“Mais tempo para troca de experiências”

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

 

Edite Correia / CFECC e PNPSE Professores dos Ensinos Básico do Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

17/32

“Desenvolver outras temáticas que possam ir ao encontro desta acção (Inteligência emocional e Resiliência)”

“exemplos práticos mais possíveis de resolver pelo próprio professor”

“Aprofundamento de temas abordados” Testemunho de docentes

Testemunho de docentes

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FORMAÇÃO DE E-FORMADORES EM BLEARNING

17/33

Entidade Dinamizadora/ Formador Destinatários

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básicos e Secundário do

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração

Curso de formação / 1 turmas/ 22 Formandos 17, 24, 31 out. / 7, 14, 21, 28 nov. / 5 dez. de 2017 25 h Agrupamento de Escolas de Carcavelos 

Capacitar os participantes a compreenderem características muito próprias de um e-formador;

Compreender como adequar diferentes recursos tendo em conta as circunstâncias próprias e os contextos de elearning;

as

Adquirir ou consolidar conhecimentos técnicos em termos da plataforma Moodle (a mais utilizada em contexto de escola e muito usada numa perspetiva de e-learning);

Conseguir compreender as mais-valias pedagógicas e didáticas que as novas tecnologias podem trazer para educação;

Dar a conhecer algumas ferramentas tecnológicas com diferentes características de forma a se conseguir adequar as ferramentas certas ao contexto certo;

Proporcionar aos participantes a possibilidade a criação de vários recursos e a sua utilização em contexto de e-learning de forma a dar confiança aos participantes e identificar

Conteúdos da ação

       

Mostrar a importância de ferramentas como Moodle, Wordpress e outras, na gestão e funcionamento de uma formação em e-learning (presencial ou distancia); Importância da criatividade e inovação para o sucesso e eficiência destes regimes de formação; Utilização das ferramentas de criação de conteúdos e actividades; Presencial vs a distância; e-tutor (distância); e-moderador - normas e boas práticas; Gestão da motivação; Interatividade e colaboração; Compreender as funções do e-tutor na dinamização e moderação de um curso em e-learning (a distância).

“A“Aduração duraçãodaação. ação.Uma Umaação açãodemasiadamente demasiadamenteinteressante interessantee e pertinente pertinente para para serser contida contida em em tão tão pouco pouco tempo” tempo”

Pontos fortes da ação: “Tomada de conhecimento de várias/novas ferramentas úteis para melhorar estratégias de ensino.” “A grande aplicabilidade e a interação estabelecida com o formador.” “A sua componente prática e amplo campo de ação.” Testemunho de docentes

Sugestões

Objetivos a atingir

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

João Mouro / CFECC e PNPSE

“O“Otempo tempo dada ação ação deveria deveria ser ser ampliado ampliado ou em ou alternativa em alternativa haver uma haver outrauma ação para outra explorar/aprofundar ação para explorar/aprofundar os conhecimentos.” os conhecimentos.” “Acompanhamento futuro dos formandos” “Acompanhamento futuro dos formandos” “(…) Todas as sessões desta formação foram em semanas consecutivas “Mais tempo sem para qualquer aprofundar interrupção, os temas. para Todas se poder as sessões interiorizar desta e praticar formação os assuntos foram abordados em semanas algumas consecutivas sessões deveriam sem qualquer ter pelo menos interrupção, duas semanas para sedepoder intervalo. interiorizar Também e opraticar términoosdaassuntos formação coincidir abordados com o algumas fim do 1.º sessões períododeveriam veio constranger ter peloasmenos sessõesduas finais (mais semanas uma vez de intervalo. por falta Também de tempo). o término Quantoda aoformação horário das coincidir sessões com cominício o fim às do 17.00 1.º foi, período para mim, veio constranger impossível de ascumprir sessõesjáfinais que o meu (mais horário uma escolar vez poriafalta até de às 17.10 tempo). h acrescido “Quanto de ao15horário minutos dasde viagem.” sessões com início às 17.00 foi, para mim, impossível de cumprir já que o meu horário escolar ia até às Testemunho 17.10 h acrescido de docentes de 15 s minutos de viagem.

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A SUPERVISÃO EM CONTEXTO DE CONSELHO DE TURMA

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Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário dos Agrupamentos de

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Objetivos a atingir

5, 12 dez. de 2017 / 5, 12, 19, 26, 30 jan. / 1 fev. de 2018 25 h Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Analisar o conceito de Supervisão – discuti-lo e recentrálo no campo da avaliação das práticas e dos processos que se desenvolvem ao nível do conselho de turma Integrar de modo efetivo (não apenas decretado) nas funções do diretor de turma a tarefa de supervisor da ação conjunta e concertada do conselho de turma – planeamento e articulação curricular, relação entre pares, coordenação do plano de turma e monotorização dos processos e dos resultados. Analisar as diferentes possibilidades de construção de materiais e de instrumentos de aferição, de práticas, que permitam ao conselho de turma trabalhar competências diversificadas com um propósito conjunto – a melhoria das aprendizagens dos alunos. Discutir os condicionalismos inerentes ao exercício do cargo de diretor de turma, bem como as formas de os minimizar Compreender a ação supervisão como prática de melhoria educativa que reverte a favor do quadro

Pontos fortes: “Alertou para a importância do desenvolvimento de culturas colaborativas nas escolas. Mostrou formas contemporâneas de perspetivar a supervisão.” “A troca de experiências e boas práticas entre os docentes” Testemunho de docentes

1.

Conteúdos da ação

Local Formação

Curso de formação / 1 turma / 19 Formandos

Sugestões

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Ana Sérgio / CFECC e PNPSE

2. 3. 4. 5. 6.

7. 8.

Exploração do conceito de supervisão – a ação reflexiva e participada.; A supervisão como prática reflexiva, auto e hétero formativa; O papel do diretor de turma como supervisor.; A supervisão como exercício de triangulação; O plano de turma; A construção dos instrumentos de trabalho/registo e a necessária monitorização dos processos e dos resultados; Condicionalismos organizacionais; A supervisão como metodologia de autorregulação ao serviço da melhoria das

“Tornar a formação menos teórica e mais prática em termos de estratégias de ensino/ aprendizagem (respondendo às necessidades dos professores em sala de aula com alunos problemáticos)” “ Sugiro o tratamento destas temáticas numa modalidade de Projeto ou sob a forma de processos de investigaçãoacção.” “Ajudar a implementar a supervisão na escola” “O tempo de formação deveria ser 50 horas” “Deveria ser oficina, para permitir aliar a teoria à prática” Testemunho de docentes

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

AS METAS CURRICULARES (2012) E O PROGRAMA DE MATEMÁTICA DO ENSINO BÁSICO (2013)

17/35

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Professores do Grupo 110 do Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Calendarização

15 h presenciais / 15 h de trabalho autónomo Agrupamento de Escolas de S. João do Estoril

Melhorar a prática pedagógica dos docentes.

Melhorar a aprendizagem da Matemática

Conteúdos da ação

Local Formação

Números e Operações;

Geometria e Medida ;

Organização e Tratamento de Dados:

“Trabalhar com materiais manipuláveis para visualizarmos melhor os conteúdos dados.”

Pontos Fortes: “Aquisição de novos conhecimentos sobre a disciplina da matemática no 1.º ciclo e a elaboração do trabalho de grupo.” “Troca de experiências e relembrar/consolidar conhecimentos adquiridos. Troca de experiências e relembrar/consolidar conhecimentos adquiridos.”

Sugestões

Objetivos a atingir

Oficina de formação / 1 turma / 16 Formandos 11, 18, 25 out. / 8, 15 nov. de 20167

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Alcides Canelas / CFECC e PNPSE

“Fornecimento das fichas de trabalho em formato digital para o e-mail dos formandos para a sua realização prévia e para antecipar o apontamento de eventuais dúvidas na formação.” “Construção de materiais por parte dos formandos.” Partilhar e apresentar os trabalhos finais.”

Testemunho de Docentes

Testemunho de Docentes

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

AS APRENDIZAGENS EM MATEMÁTICA DO 1º CICLO: OS MATERIAIS MANIPULÁVEIS E AS METAS CURRICULARES DO ENSINO BÁSICO

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Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Sandra Canário / CEFCC Professores dos grupo 110 do Agrupamento de Escolas da Cidadela

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Oficina de formação / 1 turma / 18 formandos

Local Formação

25 h presenciais / 25 h de trabalho autónomo Agrupamento de Escolas da Cidadela

Com esta oficina de formação pretende-se contribuir para o desenvolvimento profissional dos professores do 1º ciclo do Ensino Básico; Pretende-se apoiar estes profissionais a construir as soluções para os seus problemas educativos e a implementar actividades de matemática com as crianças com que trabalham, valorizando de modo significativo, flexível e diversificado, as orientações curriculares recentes. Espera-se assim que os formandos ganhem segurança na implementação com os seus alunos de experiências de aprendizagem diversificadas que promovam o desenvolvimento da competência matemática das crianças;

1. 2. 3. 4. 5. 6.

Currículo e Desenvolvimento curricular Evolução histórica dos programas de Matemática do 1º Ciclo; As metas curriculares; Os materiais manipuláveis; Tarefas matemáticas promotoras de desenvolvimento de capacidades; flexão sobre a implementação das tarefas em sala de aula

Pretende-se também que seja mais valorizado o trabalho cooperativo entre professores do mesmo agrupamento, integrando neste a componente reflexiva sobre as atividades realizadas em sala de aula.

“O período de tempo da formação deveria ter sido maior, com as sessões mais espaçadas.”

Pontos Fortes: “Conhecimento de materiais manipuláveis para explorar e abordar os conteúdos de forma lúdica e concreta .”

Sugestões

Objetivos a atingir

15, 22, 29 nov. / 6 dez. de 2017 e 3, 10 jan. de 20178

Conteúdos da ação

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Maior partilha a nível das práticas pedagógicas.”

“Mais tempo para explorar os materiais apresentados.”

“Mais materiais manipuláveis.”

“Trabalhar e manusear materiais que possam ajudar à aquisição de conhecimentos.” Testemunho de Docentes

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

AVALIAÇÃO NOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO: COMO AVALIAR PARA O SUCESSO EDUCATIVO?

17/42

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Anabela Neves / CEFCC e PNPSE Professores dos Ensinos Básico, Secundário e do Ensino Especial do

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Oficina de formação / 1 turma / 22 formandos

Local Formação

Objetivos a atingir

 

  

  

25 h presenciais / 25 h de trabalho autónomo Agrupamento de Escolas da Parede

Refletir sobre os princípios orientadores e as finalidades da avaliação; Consolidar conhecimento sobre as diferentes modalidades de avaliação; Refletir sobre a relevância da avaliação formativa enquanto processo facilitador da regulação do ensino e das aprendizagens; Reconhecer o caráter contínuo e sistemático dos processos da avaliação formativa; Aprofundar os conhecimentos sobre métodos, técnicas e instrumentos de recolha, análise e comunicação de informação; Experimentar, analisar e refletir sobre a adequação desses recursos ao contexto educativo específico; Produzir, testar e ajustar recursos análogos adaptados ao contexto educativo específico; Criar um espaço de partilha/reflexão sobre a aplicação prática desses recursos e na construção dos critérios de avaliação e de classificação; Construir processos de avaliação das aprendizagens no âmbito do plano de turma; Contribuir para a melhoria da qualidade da prática pedagógica dos docentes no âmbito da avaliação; Melhorar o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos.

 

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Definição, finalidades e princípios da avaliação; A avaliação centrada nas aprendizagens dos alunos: Por que se avalia? O que se avalia? Quem avalia? Como se avalia? Quando se avalia? Modalidades de avaliação: diagnóstica, formativa, sumativa ; Estratégias de avaliação, critérios de avaliação e de classificação ; Avaliação formativa: processos, estratégias, frequência e intervenientes; Métodos, técnicas e instrumentos de avaliação formativa ; Planificar, registar, analisar e ajustar as práticas Conceição, experimentação e reflexão, em contexto, de processos de avaliação formativa .

“A planificação do trabalho pratico devia ser iniciada logo nas primeiras sessões, para permitir uma melhor organização do mesmo.”

“Constituiu um espaço de reflexão sobre avaliação apoiado na formadora e nos diversos documentos que nos foram facultados ao longo da formação. Reflexão sobre as várias funções da avaliação e sobre diversos registos de informação e a sua importância” “Nalguns casos, a visão diferenciada e a abordagem sob um novo ponto de vista novo, face às questões avaliativas.” Testemunhos de Docentes

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

28, 30 nov. / 5, 7, 12, 14 dez. de 2017 e 20, 27 fev. de 2018

Conteúdos da ação

Calendarização

“A adesão progressiva de um maior número de docentes da escola.”

“Melhor enquadramento (tempo e grau de exigência) face a todo o outro trabalho letivo e burocrático que é exigido aos professores/as.” “Os textos teóricos poderiam ter sido menos e mais concisos.” Testemunhos de Docentes

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Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana

ESCOLA INCLUSIVA: DIVERSIDADE E DIFERENCIAÇÃO

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

17/47

Elsa Estrela / CEFCC e PNPSE Professores do 1º, 2º e 3º ciclos do Ensino Básico

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Oficina de formação / 1 turma / 20 formandos Calendarização

30 h presenciais / 30 h de trabalho autónomo

Local Formação

Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

“A ação permitiu conhecer estratégias de atuação junto dos alunos que evidenciam problemas comportamentais, entre outros.” “Penso que a oportunidade que a formadora deu aos formandos de partilharem questões da sua prática pedagógica, dando depois dicas e estratégias , para colmatar esses anseios.”

         

Sugestões

-compreender a importância e necessidade de uma escola inclusiva, a única capaz de assegurar a educação plural e plena como um direito humano; -repensar a escola enquanto estrutura de desenvolvimento e equidade; -compreender os conceitos nucleares de Educação Inclusiva, de Diversidade e de Diferenciação; -promover em contexto de trabalho momentos de reflexão conjunta, aberta a todos os agentes educativos interessados, em torno das questões abordadas nesta ação; -desenvolver o espírito de equipa e favorecer o trabalho colaborativo como uma componente fundamental na implementação de um modelo inclusivo; -compreender o alcance da corresponsabilização de todos os agentes educativos pelo atendimento autêntico à diversidade; -identificar barreiras, em contexto de sala de aula, à educação inclusiva e equacionar possibilidades de as remover; -encetar estratégias de diferenciação, em contexto de sala

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

20 nov, 4 dez. de 2017 / 15, 22 jan. 19, 26 fev, 12 mar, 16, 30 abr, 14 mai de 2018

Reflexão conjunta e colaborativa no acompanhamento/enriquecimento/crescimento pessoal e profissional entre pares; Clarificação do conceito de Inclusão e breve contextualização histórica da Educação Inclusiva em Portugal; Clarificação conceptual dos conceitos de diversidade e diferenciação; Esclarecimento acerca da história do currículo e dos seus movimentos epistemológicos; Análise de modelos curriculares; Elaboração de práticas de diferenciação curricular e pedagógica; Elaboração e apresentação de um quadro de estratégias para gerir uma turma diferenciada; Produção de uma planificação para uma aula baseada no nível de preparação; no interesse e/ou no perfil de aprendizagem dos alunos; Criação de um plano de aula que privilegie a diferenciação de conteúdos e/ou de processos e/ou de produtos; Elaboração de um quadro de síntese com estratégias para responder às necessidades de alunos com NEE; Reflexão conjunta e colaborativa no acompanhamento/enriquecimento/crescimento pessoal e profissional entre pares; Implementar estratégias de diferenciação, em contexto de sala de aula, com vista à eliminação de barreiras à aprendizagem e participação de

“Divulgação da formação nos orgãos intermédios da escola de forma a abranger mais professores, sobretudo diretores de turma e professores com horas de trabalho não letivo nos Gabinetes de apoio aos alunos. Seria interessante dar continuidade a este tipo de formação, explorando outras vertentes relacionadas com esta problemática. “Concretização de algumas ideias e projetos discutidos e considerados pertinentes na vida da escola de hoje relacionadas com esta problemática.” “Conteúdos a incidir ainda mais sobre problemáticas ou contexto escolar.” Testemunho de Docentes

Testemunho de Docentes

13


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OFICINA DE DIFERENCIAÇÃO PEDAGÓGICA

18/01

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Professores dos Ensinos Básico, Secundário e do Ensino Especial do Agrupamento de Escolas de Alcabideche

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Calendarização

Oficina de formação / 1 turma / 26 Formandos 16, 18, 23 jan. / 15, 20 Fev. / 15, 20, 22 mar. de 2018

Duração

25 h presenciais / 25 h de trabalho autónomo

Local Formação

Agrupamento de Escolas de Alcabideche

Produzir os dispositivos pedagógicos necessários para

operacionalizar o seu projeto de diferenciação pedagógica; 

Transformar práticas pedagógicas;

Refletir sobre as práticas pedagógicas entretanto desenvolvidas;

Construir novos meios processuais ou técnicos numa lógica de diferenciação pedagógica

Conteúdos da ação

2 - Criação de dispositivos de iniciação/regulação/ avaliação das aprendizagens diferenciadas ; 3 - Produção de dispositivos de diferenciação peda gógica; 4- Avaliação Final.

“A próxima ação poderia ser de maior duração para haver a criação de mais materiais.”

Pontos Fortes: “Aquisição de conhecimentos teóricos e estratégias de ação a implementar junto de alunos considerados como tendo dificuldades de aprendizagem.” “A forma como foi abordado o tema e a dinâmica da ação: informativa, formativa com momentos de reflexão e de partilha de experiências, conhecimentos e questões em pequeno e grande grupo.”

Sugestões

Objetivos a atingir

1 - Definição do seu projeto de diferenciação pedagógica;

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

João Brilha / CEFCC e PNPSE

“Haver mais prática do que teoria.” “Melhorar o material informático de apoio.” Testemunho de Docentes

“Criação de materiais para a aplicar nas turmas.” Testemunho de Docentes

14


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ALTERNATIVA CRIATIVA NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS: MEDIAÇÃO ESCOLAR

18/03

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Mélanie Tavares / CFECC e PNPSE Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e do Ensino Especial do Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 1 turma / 18 Formandos

25 h Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo

1. Clarificar o conceito de Mediação; 2. Identificar os modelos de Mediação Escolar; 3. Identificar os objetivos educativos da Mediação Escolar; 4. Identificar as funções da Mediação Escolar; 5. Conhecer as características de um conflito; 6. Compreender as limitações da Mediação escolar; 7. Reconhecer a importância da mediação em contexto escolar como estratégia de resolução de conflitos; 8. Identificar as características de um mediador; 9. Conhecer as competências éticas e deontológicas de um mediador escolar; 10. Implementar um projeto de Mediação escolar; 11. Identificar o GAAF – Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família como projeto de mediação escolar.

“Penso que a oportunidade que a formadora deu aos formandos de partilharem questões da sua prática pedagógica, dando depois dicas e estratégias , para colmatar esses anseios” “A ação permitiu conhecer estratégias de atuação junto dos alunos que evidenciam problemas comportamentais, entre outros. A ação permitiu conhecer estratégias de atuação junto dos alunos que evidenciam problemas comportamentais, entre outros.”

1. Mediação: O que é?

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

Local Formação

15, 22 mar. / 5, 12, 24 abr. de 2018

Sugestões

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

2. O Conflito e Mediação 3. O Mediador socioeducativo, Ética e Deontologia da mediação 4. Sessão on-line com atividade proposta visando a assimilação dos temas abordados traduzida pela elaboração de uma síntese reflexiva. (2 horas) 5. Implementação de um projeto de Mediação Escolar 6. Sessão on-line com atividade proposta visando a assimilação dos temas abordados traduzida pela elaboração de uma síntese reflexiva.

“Divulgação da formação nos órgãos intermédios da escola de forma a abranger mais professores, sobretudo diretores de turma e professores com horas de trabalho não letivo nos Gabinetes de apoio aos alunos. Seria interessante dar continuidade a este tipo de formação, explorando outras vertentes relacionadas com esta problemática.” “Conteúdos a incidir ainda mais sobre problemáticas letivas ou de contexto escolar” Testemunho de docentes

Testemunho de docentes

15


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A TUTORIA: FUNÇÕES E PERFIS DE PROFESSORES TUTORES

18/04

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração Local Formação

Objetivos a atingir

  

  

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensinos Básico e do Ensino Secundário Oficina de formação / 1 turma / 20 Formandos 11, 18, 25 jan. / 1, 8, 22 fev. / 1, 15 mar. de 2018 25 h presenciais e 25 h de trabalho autónomo Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Implicar a formação no questionamento e na mudança das práticas profissionais dos professores tutores do PIEF; Refletir sobre problemas, temas situações emergentes no decurso da ação tutorial exercida no PIEF e noutros currículos; Identificar as competências dos professores tutores para o desempenho eficaz da sua ação tutorial; Compreender que práticas organizam e concretizam a função tutorial; Perceber que factores condicionam o desenvolvimento da função tutorial nos PIEF e noutros contextos de trabalho; Construir indicadores para a definição de um perfil de professor tutor; Incrementar a cultura democrática e a colegialidade; Consolidar o espírito de grupo, a capacidade para interagir socialmente e para praticar a

Pontes fortes: “Óptima planificação. Excelentes materiais. Excelente relação entre formadores e formandos. Flexibilidade por parte dos formadores e do centro de formação. Bom ambiente.”

Conteúdos da ação

Destinatários

Sofia Graça/ CFECC e PNPSE

Sugestões

Formador / Entidade Dinamizadora

 

    

Caracterização da modalidade de formação e da metodologia utilizada.; Reflexão sobre a metodologia de investigação acção e de formação colaborativa; Reflexão sobre os problemas/necessidades sentidas pelo grupo no âmbito das funções de professor tutor; Elaboração de planos de intervenção tutorial. Operacionalização/Aplicação dos planos de intervenção; Redefinição de planos de intervenção; Identificação de indicadores do perfil do professor tutor; Avaliação da eficácia da acção tutorial de acordo com as representações das expectativas dos formandos.

“Interagir com os formandos dando-lhes tempo para expor os seus pontos de vista; propiciar momentos de debate; recorrer menos a momentos expositivos e utilizar casos práticos em detrimento da teoria.” “Maior enfoque na parte prática e de construção de instrumentos de tutoria.” “A obrigatoriedade da realização de um relatório de cada sessão torna-se exagerado; demasiado tempo dedicado à discussão e pouco tempo atribuído à planificação de materiais.” Testemunhos de Docentes

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A SUPERVISÃO EM CONTEXTO DE CONSELHO DE TURMA

Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração Local Formação

Professores dos Ensinos Básico e Secundário dos Agrupamentos de Curso de formação / 1 turma / 19 Formandos 5, 12 dez. de 2017 / 5, 12, 19, 26, 30 jan. / 1 fev. de 2018 25 h Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Analisar o conceito de Supervisão – discuti-lo e recentrálo no campo da avaliação das práticas e dos processos que se desenvolvem ao nível do conselho de turma Integrar de modo efetivo (não apenas decretado) nas funções do diretor de turma a tarefa de supervisor da ação conjunta e concertada do conselho de turma – planeamento e articulação curricular, relação entre pares, coordenação do plano de turma e monotorização dos processos e dos resultados. Analisar as diferentes possibilidades de construção de materiais e de instrumentos de aferição, de práticas, que permitam ao conselho de turma trabalhar competências diversificadas com um propósito conjunto – a melhoria das aprendizagens dos alunos. Discutir os condicionalismos inerentes ao exercício do cargo de diretor de turma, bem como as formas de os minimizar Compreender a ação supervisiva como prática de melhoria educativa que reverte a favor do quadro

1. 2. 3. 4. 5. 6.

7. 8.

Exploração do conceito de supervisão – a ação reflexiva e participada.; A supervisão como prática reflexiva, auto e hétero formativa; O papel do diretor de turma como supervisor.; A supervisão como exercício de triangulação; O plano de turma; A construção dos instrumentos de trabalho/registo e a necessária monitorização dos processos e dos resultados; Condicionalismos organizacionais; A supervisão como metodologia de autorregulação ao serviço da melhoria das

“Modalidade da formação: Sugiro o tratamento destas temáticas numa modalidade de Projeto ou sob a forma de processos de investigação-acção.”

Pontes fortes: “A troca de experiências e boas práticas entre os docentes “Enquanto espaço de reflexão”

“Alertou para a importância do desenvolvimento de culturas colaborativas nas escolas. Mostrou formas contemporâneas de perspetivar a supervisão.” Testemunho de Docentes

Sugestões

Objetivos a atingir

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Ana Sérgio / CFECC e PNPSE

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

18/05

“Proporcionar mais tempo para analisar as situações” “Ajudar a implementar a supervisão na escola” “O tempo para se conseguir refletir melhor sobre todos os assuntos.” “Deveria ser oficina, para permitir aliar a teoria à prática” “O tempo de formação deveria ser 50 horas” Testemunho de Docentes

17


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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PREVENIR A INDISCIPLINA ESCOLAR NO ÂMBITO DE UM PLANO DE AÇÃO PARA A PROMOÇÃO DO SUCESSO EDUCATIVO 18/06

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração Local Formação

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas de Alcabideche Curso de formação / 1 turma / 19 Formandos 2, 4, 16, 18, 30 mai. / 1 jun. de 2018 25 h Agrupamento de Escolas de Alcabideche

Conteúdos da ação

Uma ação no âmbito da temática proposta procura implicar os agentes educativos numa formação em que desenvolvimento profissional e pessoal se conjuguem, mobilizando o seu dinamismo e potencial criativo para o desenvolvimento de metodologias e de técnicas de apoio ao processo de ensino/aprendizagem, na sala de aula e na escola, designadamente em matéria de gestão dos problemas de comportamento dos alunos

2. Fatores condicionantes da (in)disciplina centrados no professor; 3. Identificação do aluno perturbador/multidesafiador; 4. Princípios de organização e gestão da sala de aula; 5. Processo construtivo da disciplina; 6. Processo construtivo da disciplina

Sugestões

Objetivos a atingir

1. O professor perante a mudança social;

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Cláudia Outeiro / CFECC e PNPSE

18


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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

EDUCAÇÃO PARA OS MÉDIA

18/08

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

18, 25 jan. / 1, 15, 22 fev. / 1, 15, 22 mar. de 2018

Duração

25 h presenciais e 25 h de trabalho autónomo

 

Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

Promover a formação em educação para os media de um conjunto de formadores ligados aos diferentes centros de formação dos agrupamentos escolares; Habilitar esses formadores a elaborar ações de formação que capacitem os docentes interessados para a implementação do Referencial de Educação para os Media em vigor, seja enquanto área autónoma do currículo, seja como dimensão transversal às diferentes disciplinas; Perceber a relevância dos diferentes media, nos seus diversos formatos e suportes, na vida dos cidadãos e em particular dos alunos, bem como na vida das escolas e das famílias; Compreender e problematizar a(s) definição(ões) de literacia para os media bem como de outros conceitos com ele relacionados; Desenvolver conhecimentos, competências e estratégias para uma análise e utilização crítica dos media, novos e tradicionais; Promover métodos e técnicas que habilitem a abordagem dos media em contexto escolar; Tomar consciência da relevância da compreensão do mundo atual bem como de uma formação para a leitura crítica do papel do jornalismo e das notícias; Promover ambientes de melhor comunicação e informação nas instituições educativas, nomeadamente através da elaboração de projetos de meios de comunicação escolares.

1.

Conteúdos da ação

Curso / 2 turmas / Turma A : 31 formandos e Turma B: 27 formandos

2. 3. 4. 5.

Literacia para os Media: conceitos e linhas de desenvolvimento; O Referencial de Educação para os Media; Compreender e intervir no mundo actual; Aspetos pedagógico-didáticos da Educação para os Media; Avaliação dos planos dos formandos e da ação.

“Na formação dos grupos de trabalho seria mais interessante uma maior diversidade dos formandos em representação das suas áreas disciplinares.” “Intercalar algumas sessões presenciais ao longo do tempo destinado ao trabalho autónomo.”

Pontos fortes: “Ganhar consciencialização do Referencial de Educação para os média , num contexto de Cidadania, no que concerne à adoção de comportamentos e atitudes adequados, no saber estar "online". Possibilitou orientações de como lidar com os média “no processo do desenvolvimento da criança, em idade Pré escolar.”

Sugestões

Objetivos a atingir

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

Calendarização

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

José Nogueira / CFECC e PNPSE

“Os diversos trabalhos e comentários realizados ao longo das sessões deveriam estar sempre acessíveis, de modo a promover o debate e a discussão entre os formandos.” “Deveria ser dado mais tempo para realizar a atividade prática” “Melhorar a comunicação e a troca de experiências entre os formandos.” Testemunhos de docentes

Testemunho de docente

19


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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

APTIDÃO FÍSICA, SUCESSO ESCOLAR, SAÚDE E RENDIMENTO DESPORTIVO PLATARFORMA FIT ESCOLA

-

18/13 Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Calendarização

 

13 jan. / 24 fev. de 2018

Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Identificar e descrever a aptidão física relacionada com o rendimento escolar, a saúde e com o rendimento desportivo; Identificar e descrever as complicações de saúde associadas ao comportamento sedentário e à inaptidão física; Categorizar a população escolar de acordo com a sua aptidão física; Conhecer e explicar o nível desejável nos diferentes aspetos da aptidão física relacionados com a saúde; C Conhecer e explicar os comportamentos sedentários dos alunos na escola e fora da escola (depois da escola) de forma a promover a aptidão física e funcional através dos estilos de vida saudáveis (atividade física e alimentação/dieta); Conhecer e explicar o nível desejável nos diferentes aspetos da aptidão física para que os encarregados de educação promovam um estilo

    

Reflexão sobre a experiência decorrente com a avaliação da aptidão física até ao momento presente; Fundamentação sobre a necessidade de monitorizar e aconselhar a melhoria da aptidão física; Desenvolvimento da literacia na promoção da saúde através da atividade física; Avaliação da aprendizagem e avaliação para a aprendizagem; Componente de Trabalho Autónomo; Planificação do trabalho a desenvolver no âmbito desta Oficina; Exploração e aplicação da plataforma FITescola a utilizar nas respectivas escolas e

“A modalidade on-line não é a que melhor se adequa à minha forma de trabalhar.”

Pontos fortes: “Pertinência face aos programas. “ “Pertinência face aos programas.”

Sugestões

Objetivos a atingir

Oficina de formação / 1 turma / 8 Formandos

Conteúdos da ação

Professores dos grupos 260 e 620

15 h presenciais e 15h de trabalho autónomo

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

Vasco Gonçalves / CFECC, CMC e PNPSE

“Operacionalização da plataforma.” “Acesso à internet”

Testemunho de docentes

Testemunhos de Docentes

20


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

AUTONOMIA E FLEXIBILIDADE CURRICULAR APRENDIZAGEM BASEADA EM METODOLOGIA DE PROJETO

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

 

20 nov./ 4 dez. de 2017 e 15 jan./ 26 fev./ 12 mar./ 16, 30 Abr./ 14 mai. 25 h presenciais e 25 h de trabalho autónomo Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

Desenvolver uma conceção de currículo assente em processos de gestão flexível; Promover em contexto de trabalho momentos de reflexão conjunta, aberta a todos os agentes educativos interessados, em torno das questões abordadas nesta ação; Desenvolver o espírito de equipa e favorecer o trabalho colaborativo como uma componente fundamental na implementação de um projeto; Identificar barreiras, em contexto de sala de aula, à implementação da metodologia de trabalho de projeto; Encetar estratégias de diferenciação, em contexto de sala de aula, com vista à eliminação de barreiras à aprendizagem e participação de todos os alunos; (Re) Perspetivar as suas práticas conduzindo a novas formas de interação em sala de aula, de desenvolvimento do currículo centrado no aluno e de modelos de avaliação.

     

Organização da oficina Partilha e reflexão sobre a implementação do projeto de AFC na escola Reconceptualização dos projetos Medidas de politica educativa ao nível do currículo nacional Reconceptualização dos projetos Princípios orientadores de práticas integradas de gestão flexível do currículo: - Metodologia de trabalho de projeto - Monotorização de projetos - Coordenação de projetos e reflexão sobre dificuldades

emergentes e estratégias para as ultrapassar Métodos e técnicas de avaliação no contexto do trabalho colaborativo trabalho de projeto

“A próxima ser menos teórica e acompanhar mais os projetos em curso.”

Pontos fortes: “A partilha de experiência com a posterior análise das situações. A articulação do que se foi trabalhando ao longo da formação com a situação concreta da sala de aula.” “Aprendizagem sobre alternativas de lecionação dos conteúdos” “Permitiu acompanhar de forma partilhada um trabalho para o qual tinha muitas incertezas”

Sugestões

Objetivos a atingir

Oficina de formação / 1 turma / 16 Formandos

Conteúdos da ação

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

Manuela Ricardo / CFECC e PNPSE Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e da Educação Especial do Agrupamento de Escolas Ibn Mucana

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Calendarização

18/22

“Esta oficina deveria ter mais horas de formação para se refletir sobre resultados da aplicação da flexibilidade curricular.” “Deveria ter continuação para poder acompanhar as turmas que estão este segundo ano no projeto.” “Planificação atempada das atividades; reformulação de muita da nossa prática letiva; propiciar recursos materiais e tecnológicos inerentes ao trabalho de projeto.” Testemunho de Docentes

Testemunho de Docentes

21


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS E AS TIC

18/27

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Ana Rosa Gonçalves / CFECC e PNPSE Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Oficina de formação / 1 turma / 19 Formandos

Local Formação

Objetivos a atingir

 

50 h Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo

Adoção de práticas que levem ao envolvimento dos alunos em trabalho com as TIC; Adoção de uma postura de professor que apoio os alunos na construção do saber através das tecnologias; Adoção de uma atitude reflexiva de avaliação dos resultados obtidos e de planeamento de acções futuras absorvendo as mais valias conseguidas; Prolongamento dos momentos de aprendizagem no tempo e no espaço com a disponibilização online dos recursos educativos; Integração de ferramentas de comunicação e interação à distância de ensino aprendizagem.

A plataforma Moodle (ferramentas de arquivo e de comunicação)

Modelo F@R (Visão/Plano/Prática/Interação/Reflexão) Google + (edição de texto; apresentações; questionários; folhas de cálculo) WIX / Audacity / Goanimate /Tiras BD / Movie maker/ Blogger Modelo TPACK (Tecnologia/Pedagogia/Conteúdos) Modelo SAMR (Uso ou Integração da Tecnologia) Tipologia de Projetos (Conceitos e exemplos)

Sugestões

Metodologia de Projeto (Fundamentos e exemplos)

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

18, 20, 25, 27 jun. / 2, 4, 9, 11 jul. de 2018

Conteúdos da ação

Calendarização

22


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PARA O DESENVOLVIMENTO DUMA ESCOLA INCLUSIVA

18/31

Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração

Objetivos a atingir

Local Formação

Professores das equipas multidisciplinares dos agrupamentos de escolas Curso de formação / 1 turma / 23 Formandos 28, 29 Jun. / 3, 6, 11, 12 jul. de 2018

25 h Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Capacitar docentes para a formação e sua replicação sobre a implementação do novo enquadramento legal da educação inclusiva

Enquadramento concetual da educação inclusiva

Os Direitos - famílias e crianças

Desenho universal para a aprendizagem

O trabalho em equipa multidisciplinar

Enquadramento legal da educação inclusiva

Conceitos, princípios-chave e definições operacionais

Recursos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Determinação da necessidade de suportes à aprendizagem e à inclusão

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Carla Hábil / CFECC , DGE e PNPSE

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

23


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Plano Formação de 2017/2018

Plano de Formação - 2017/18

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, -

Ações de formação dinamizadas para Docentes em parceria

24


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

17/37

BIBLIOTECA ESCOLAR E CURRÍCULO

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Carlos Pinheiro / CEFCC e RBE Professores Bibliotecários

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 1 turma / 19 formandos

25 h presenciais Diversas bibliotecas escolares do Concelho

1. Entender as linhas de ação e as diferentes literacias do quadro estratégico do Programa da Rede de Bibliotecas Escolares 2014-2020, perspetivando a sua integração no percurso formativo dos alunos e nas actividades curriculares de forma a produzir alterações no processo ensino-aprendizagem; 2. Entender a mudança, identificando pontos críticos chave: a abordagem construtivista do conhecimento; a integração de recursos no processo de ensino-aprendizagem; a aprendizagem baseada em problemas; o trabalho de projecto; 3. Entender a missão da Biblioteca Escolar e o seu trabalho neste contexto; 4. Formar para as literacias da leitura, dos média e da informação, capacitando os formandos para o uso efectivo e crítico dos recursos existentes na Biblioteca Escolar e/ou outros espaços físicos ou virtuais; 5. Desenvolver competências associadas ao uso da Internet e dos dispositivos que medeiam o acesso à informação; 6. Compreender o processo de pesquisa e de construção do conhecimento baseado no uso de recursos de informação, reflectindo sobre as vantagens do desenvolvimento das literacias no processo de ensino-aprendizagem. 7. Reconhecer o valor da definição de uma estratégia comum e integradora a nível da Escola/ Agrupamento para o uso da informação.

Pontos fortes: “Proporcionar novos pontos de vista sobre o envolvimento da BE com os currículos.” “Consolidar conhecimentos, treinar competências e interiorizar documentos recentes.”

1.

O quadro estratégico do programa da rede de bibliotecas escolares 2014/2020; Biblioteca escolar; Exploração dos recursos físicos e digitais ou outros; Utilização integradora de dispositivos ou equipamentos que permitam o acesso e produção de informação; Referencial “aprender com a biblioteca escolar” ; A construção de uma escola promotora de literacias e competente no uso.

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

Local Formação

26 out, 23 nov. de 2017/ 18 jan, 22 fev, 15 mar, 26 abr, 24 mai, 5 jul de 2018

2. 3.

Sugestões

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

"Repetição"/ mais treino em alguns documentos para maior interiorização.”

4.

5. 6.

“Maior ligação a situações práticas.” “O aprofundamento do tema.” Testemunho de docentes

“Desenvolver/melhorar estratégias de ensino. Melhorar a comunicação com os alunos. Refletir sobre a prática.” Testemunho de docentes

25


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

O DESENVOLVIMENTO CURRICULAR EM ARTES: METODOLOGIA E PRÁTICAS

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

17/38

Diversos/ CEFCC e DGE Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Agrupamento de Escolas de

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 1 turma / 19 formandos

25 h presenciais Agrupamento de Escolas de Cascais

Objetivos a atingir

Ao nível educativo as mudanças que se pretendem atingir são:     

• Abordagem sistemática da prática destas áreas em contexto escolar • A Arte vista como uma área do conhecimento tal como as outras apresentadas no Currículo • A articulação efectiva entre a escola e as Instituições Culturais • A aprendizagem dos conceitos das diferentes áreas • A arte vista de acordo com três dimensões interdependentes: fruição contemplação: interpretação - reflexão e experimentação - criação. • Experienciar conceitos de cada área e escolha dos temas pelas crianças

Pontos fortes: “A troca de experiências e a forma clara com que cada formador apresentou a sua planificação.” “Esta Formação foi muito útil para a minha prática pedagógica.” “A formação promoveu conhecimentos e envolvimento ativo entre todos os colegas que participaram.”

Conteúdos da ação

Local Formação

24 out., 7, 14, nov. 5 dez. de 2017 / 16, 30 jan., 27 fev., 13 mar. de 2018

Sugestões

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

    

O conceito de Arte ao longo dos tempos. Componente Artes Plásticas Componente Música Componente Dança Componente Expressão Dramática/Teatro

“O local da realização das sessões e a duração das mesmas. Seria benéfico, para a consolidação efetiva de conhecimentos, que as sessões não fossem tão extensas (3 horas), mas mais regulares (semanais, em vez de quinzenais).” “As instalações deveriam estar mais bem preparadas a nível de tecnologia.” “Material de suporte aos conteúdos abordados. Com a escassez de tempo torna-se limitado para nós explorarmos toda a bibliografia disponível .” Testemunho de docentes

Testemunho de docentes

26


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA GLOBAL

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

17/40

Princesa Peixoto / CEFCC e CMC Educadores de Infância e Professores do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Oficina de formação / 1 turma / 15 formandos 8, 15, 22, 29 nov. / 6 dez. de 2017 e 10, 17, 24, 31 jan. / 7 fev. de 2018

Duração

25 h presenciais / 25 h de trabalho autónomo

Local Formação

Escola Secundária S. João do Estoril e outras

Pontes Fortes: “Ser uma formação que permite colocar em pratica com os alunos tudo o que se aprende e ver que os alunos aderem com gosto e até pedem muitas das atividades realizadas.”

Unidade 1 - Educação para a Cidadania Global:

Conteúdos da ação

Pretende-se com a oficina de formação:  Capacitação relevante ao nível de novas práticas, metodologias e abordagens para a concepção e implementação de actividades e projectos de Educação para a Cidadania Global no pré-escolar.  Promover o diálogo e a capacitação de educadores para a implementação de actividades e projectos educativos.  Promover a apropriação, participação, partilha e autonomia na concepção de projectos educativos.  Promover práticas de desenvolvimento de projectos em Educação para a Cidadania Global em contexto de escola e de sala de aula.  Promover a experimentação, o debate e o diálogo para a construção conjunta do conhecimento (Formação Cooperada).  Edição de Manual Pedagógico de Trabalho com reflexões, análises, experiências e propostas de trabalho que traduza os principais conhecimentos e competências em Educação para a Cidadania Global.

conceitos e temas relacionados/ o papel do educador Unidade 2 - Educação para a Cidadania Global: o método enquanto conteúdo e meta/ o projecto e a Comunidade escolar Unidade 3 - Educação para a Cidadania Global: análise de boas práticas / metodologia de projecto Unidade 4 - Educação para a Cidadania Global: o projecto escolar / avaliação,

Sugestões

Objetivos a atingir Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“O horário ser mais pós laboral a partir das 17h.” “Na minha opinião a formação deveria ter um horário mais intensivo, não deixando prolongar-se por tantos meses.” Testemunhos de docentes

“Essencialmente prática e enriquecedora do ponto de vista pessoal e profissional.” “partilha de conhecimentos e visita aos diferentes estabelecimentos de ensino.” Testemunhos de docentes

27


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

GERIR O CURRICULO NA EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR: PLANEAMENTO E AVALIAÇÃO NA PERSPETIVA DAS OCEPE 2016

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

17/41

Liliana Marques / CEFCC e CMC Educadores de Infância

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Oficina de formação / 1 turma / 16 formandos

Duração Local Formação

21, 28 nov. / 12 dez. de 2017 e 9, 23 jan. /6, 20 fev. /6 mar. de 2018 25 h presenciais / 25 h de trabalho autónomo Centro de formação de Escolas do Concelho de Cascais

 

 

Promover a melhoria de práticas de planeamento e avaliação como suporte da intencionalidade educativa na gestão do currículo. Apropriar-se da perspetiva formativa da avaliação proposta nas OCEPE. Conhecer e utilizar diversos meios e instrumentos de recolha de informação como suporte do planeamento e da avaliação. Saber construir um plano de avaliação adequado ao seu contexto e exequível. Utilizar a informação recolhida para regular o desenvolvimento do currículo e partilhar essa informação com os intervenientes no processo educativo (famílias, outros profissionais, comunidade).

Conteúdos da ação

suas implicações na gestão do currículo; 2. Gestão do currículo e intencionalidade educativa; 3. Observar/registar documentar para planear e avaliar; 4. Planear e avaliar – um processo participativo; 5. A comunicação do processo e dos efeitos.

“Esta ação deveria ser realizada em todos os Agrupamentos, para abranger um maior número de participantes.” “Dividir a ação em duas partes para os próximos formandos.”

Pontos fortes: “A partilha e troca de experiências entre os formandos e a disponibilidade das formadoras.” “Ter como formadoras as autoras das OCEPES” Testemunhos de docentes

Sugestões

Objetivos a atingir

1. Fundamentos e princípios da pedagogia da infância e

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Dar a todos os formandos a mesma oportunidade de apresentar as suas dúvidas e os seu trabalho. Dar maior feedback aos trabalhos enviados por e-mail. “ “Adequar à intervenção precoce/NEE.” “as partilhas serem sempre em grande grupo, não existir momentos em que as formadoras estão a ver o trabalho de uma pessoa e a comentá-lo…” Testemunhos de docentes

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Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

17/43

Ricardo Gusmão / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 12 formandos

Objetivos a atingir

16 h presenciais Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

Pontos fontes: “Os conteúdos programáticos ajudam a minha atividade profissional. Estar mais atenta a determinados comportamentos dos alunos e refletir sobre os mesmos.” “Tema atualizado e de total relevância para a aplicação no âmbito escolar. Abertura para a participação e troca de experiências durante a formação.” Testemunho de docente

Conteúdos da ação

Local Formação

7, 8, 9 nova. de 2017

Sugestões

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

“Considero que esta formação para 14 horas teve um trabalho final demasiado extenso e muito espaçado em tempo (3 meses depois do seu término) face ao período presencial do curso. Também senti falta de documentação de estudo dos primeiros temas para relembrar/confirmar/completar apontamentos tirados e retirar dúvidas.” “Os questionários de avaliação foram demasiado extensos e nem sempre apropriados para a classe docente, dado terem aspetos muito técnicos. “ “Estudo de todos os módulos de forma presencial.” “Os testes realizados deviam ser logo a seguir ao final da formação.”

29


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

17/44

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Ricardo Gusmão / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 15 formandos

Local Formação

Objetivos a atingir

22, 25 nov. de 2017 16 h presenciais Agrupamento de Escolas da Parede

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

Conteúdos da ação

Duração

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

Pontos fortes: “A necessidade de entender as consequências das pressões sócio emocionais que desestabiliza a maioria dos jovens em idade escolar” “Competências e disponibilidade das formadoras para responder às diferentes solicitações.” “O tema foi muito interessante e adequado as necessidades formativas dos docentes.” Testemunhos de docentes

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Os conteúdos correspondentes ao e-learning gostaria que tivessem sido abordados pelas formadora. Não vi qualquer sentido ser online.” “Prolongar a duração da ação.” “Tempo, permitir trabalho em equipa.”

Testemunhos de docentes

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS SÓCIO-EMOCIONAIS E DE HÁBITOS DE VIDA SAUDÁVEL NO 2º CICLO/3ª CICLO (2º ANO)

17/45

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Calendarização

Local Formação

Objetivos a atingir

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

Professores dos 2º e 3º ciclos Oficina de formação / 1 turma / 14 Formandos 15 nov. de 2017 e 10 jan. / 7 fev. /7 mar. /18 Abr. de 2018

25 h presenciais e 25h de trabalho autónomo Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola. - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde. - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas. - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

Conteúdos da ação

Destinatários

Marta Costa / CFECC, CMC e Prevenir

     

Conceitos Chave na Prevenção Gestão/ Regulação Emocional. Tomada de Decisão. Adolescência e Pressão dos Pares. Educação Sexual. Prevenção do Consumo de Drogas.

Sugestões

Formador / Entidade Dinamizadora

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Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

17/46

Ricardo Gusmão / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 18 formandos

Local Formação

Objetivos a atingir

27, 28, 29 nov. de 2017 16 h presenciais Agrupamento de Escolas de Alcabideche

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

Conteúdos da ação

Duração

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

Pontos fortes: “A questão da saúde mental nas escolas tem ainda um tratamento insuficiente nas escolas. Esta ação veio preencher, em parte, essa lacuna.” “Simpatia da formadora e as intervenções dos formandos que tornou mais ativas as sessões proporcionando momentos de partilha de experiências” Testemunhos de Docentes

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Menos teoria, não se pretende uma aprendizagem tão profunda sobre as doenças mentais, mas sim, perante situações muito concretas com as quais os professores se deparam, serem apresentadas soluções passiveis da escola poder aplicar.” “Os momentos de avaliação, apresentados pelo formador, devem ser próximos do término da ação; devem ser escolhidas datas que não colidam com períodos de avaliação dos alunos (nomeadamente durante as reuniões de avaliação de final de período, só alteraram ) e os conteúdos devem corresponder ao número de horas de formação.” “Envolver mais os formandos. Levar os formandos a participar mais ativamente nos temas.” Testemunhos de docentes

32


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

HORTA BIOLÓGICA - PRÍNCIPIOS PRA A INSTALAÇÃO DE UMA HORTA NA ESCOLA

18/09

Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração

Objetivos a atingir

Local Formação

Educadores de Infância, Professores dos Ensino Básico e Secundário Curso de formação / 1 turma / 12 Formandos 10, 20, 24 jan /3, 7, 24 fev /7, 10 mar de 2018

25 h presenciais Sala da Adroana e Horta Comunitária do Bº de S. João

Os formandos devem ser capazes, no final da formação, de conceber, instalar e manter uma horta na escola em regime de agricultura biológica.

      

 

O Modo de Produção Biológico A instalação da Horta (Lavoura e plantação) Solo e Fertilidade A Manutenção da Horta (Rega, Sementeira, Sacha, Monda, Amontoa), Construção do Compostor V A Rega Construção de um sistema de rega, Construção de estruturas de apoio às culturas (Latadas, Redes, Estufins) As principais Famílias de Hortícolas I Construção de estruturas de apoio às culturas (Latadas, Redes, Estufins), A Manutenção da Horta (Rega, Sementeira, Sacha, Monda, Amontoa) As principais Famílias de Hortícolas II Construção de estruturas de apoio às culturas (Latadas, Redes, Estufins), a Manutenção da Horta (Rega, Sementeira, Sacha, Monda, Amontoa) Estrutura Ecológica e Sanidade Vegetal Identificação de Pragas e Auxiliares, Caldas

Sugestões

 

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

André Miguel / CFECC e CMC

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

33


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

CURSO DE FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA/BASIC GYM (BRINCAR À GINÁSTICA )

18/10

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Professores do 1º ciclo e dos grupos 260 e 620

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Local Formação

   

9, 10, 16, 17 de mar. de 2018

25 h Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo

Saber estruturar os conteúdos técnicos baseados nos Padrões Motores Gímnicos (PMG’s) e suas regras mecânicas do movimento, como base transversal da ginástica; Adaptar as particularidades do desenvolvimento da criança, nas faixas etárias de intervenção, à abordagem jogada dos 3 F’s da Ginástica (Fun, Fitness, Fundamentals); Saber demonstrar técnicas de base/partes/detalhes dos elementos; Saber preparar, organizar e aplicar a estrutura e conteúdos da aula, conforme a faixa etária; Saber intervir e coordenar a intervenção dos 6 aos 9 anos e dos 9 aos 12/17; Dominar a metodologia de formação inicial dos padrões de movimentos gímnicos (PMG’s)

              

Então, Quer Ser Treinador… Filosofia Educacional FUN (Jogos – Teórica/Prática) FITNESS (Capacidade Física) Origens da Ginástica FUNDAMENTOS (Padrões Motores Gímnicos ) Posições Estacionárias (Prática) Ensino e Aprendizagem (Teórica) Recepções (Prática) Saltos (Prática) Locomoções (Prática) Rotações e Balanços (Prática) Manipulações de Aparelhos Portáteis (Prática) Como organizar as aulas (Teórica) Como organizar as aulas (Prática

Pontos fortes: “Mais formações do género para abranger um maior numero de participantes.”

“Uma perspetiva diferente e esclarecedora sobre a ginástica de base.” “Grande relevância para a prática pedagógica na escola.”

Testemunhos de docentes

Sugestões

Objetivos a atingir

Curso de formação / 1 turma / 11 Formandos

Conteúdos da ação

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Paulo Barata / CFECC e CMC

“A meu ver, o único ponto a melhorar prende-se com a distribuição da carga horária. Podia-se ter estendido a formação por mais 1 fim de semana evitando assim, que fosse tão puxada a nível físico, pois sendo uma ação com uma componente muito prática, torna-se violento no final de uma semana de trabalho ter a formação à sexta feira e depois o sábado o dia todo.” Testemunhos de docentes

34


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

CURSO DE FUNDAMENTOS DA GINÁSTICA/BASIC GYM (BRINCAR À GINÁSTICA )

18/11

Destinatários Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração Local Formação

Objetivos a atingir

   

Professores do 1º ciclo e dos grupos 260 e 620 Curso de formação / 1 turma / 14 Formandos 19, 20, 22, 23, 24 jan. de 2018

25 h Escola Básica Pereira Coutinho

Saber estruturar os conteúdos técnicos baseados nos Padrões Motores Gímnicos (PMG’s) e suas regras mecânicas do movimento, como base transversal da ginástica; Adaptar as particularidades do desenvolvimento da criança, nas faixas etárias de intervenção, à abordagem jogada dos 3 F’s da Ginástica (Fun, Fitness, Fundamentals); Saber demonstrar técnicas de base/partes/detalhes dos elementos; Saber preparar, organizar e aplicar a estrutura e conteúdos da aula, conforme a faixa etária; Saber intervir e coordenar a intervenção dos 6 aos 9 anos e dos 9 aos 12/17; Dominar a metodologia de formação inicial dos padrões de movimentos gímnicos (PMG’s)

              

Então, Quer Ser Treinador… Filosofia Educacional FUN (Jogos – Teórica/Prática) FITNESS (Capacidade Física) Origens da Ginástica FUNDAMENTOS (Padrões Motores Gímnicos ) Posições Estacionárias (Prática) Ensino e Aprendizagem (Teórica) Recepções (Prática) Saltos (Prática) Locomoções (Prática) Rotações e Balanços (Prática) Manipulações de Aparelhos Portáteis (Prática) Como organizar as aulas (Teórica) Como organizar as aulas (Prática

Pontos fortes: “O seu carácter prático e a possibilidade de troca experiências; esclarecimento de dúvidas e aplicação prática dos conteúdos.” “A experiências do formador e vivências pessoais com atletas foi muito enriquecedor.” Testemunhos de Docentes

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Paulo Barata / CFECC e CMC

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

“Deveria haver, nos mesmos moldes, uma continuação desta formação.” “Melhorar o horário - ser mais ao final do dia, fora do horário letivo escolar.” “O material existente para o decorrer da ação.” Testemunhos de docentes

35


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

18/14

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Ana Teixeira / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 30 formandos

Local Formação

16 h presenciais Escola Secundária de Alvide

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

Pontos fortes: “Mais troca de experiências entre os formandos e entre formandos e formadora.”

“Horário, espaço físico onde a ação ocorreu e a disponibilidade da formadora para esclarecer as dúvidas colocadas, bem como a aquisição de novos conceitos.” “Temática da saúde mental com muita relevância para os professores, estratégias abordadas.” “Melhor compreensão do que poderá estar por trás de alguns comportamentos exibidos por alunos e professores.” Testemunhos de docentes

“Maior número de atividades práticas.”

Sugestões

Objetivos a atingir

17, 24, 31 jan. / 1 fev. de 2018

Conteúdos da ação

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Maior envolvimento dos docentes com situações reais do seu conhecimento.” “Duração da ação deveria ser maior, tendo em conta a programação dos conteúdos.” “Desenvolver a abordagem da temática através de perspectivas mais preventivas e pragmáticas.” Testemunhos de docentes

36


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

18/15 18/20

Ana Teixeira / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 2 turma / Turma A: 13 formandos e Turma B: 12 formandos

Local Formação

16 h presenciais Escola Secundária da Cidadela

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

“Maior tempo para pôr em prática algumas das dinâmica.”

Pontos fortes: “Novos conhecimentos, diferentes perspetivas, promoção de diferentes abordagens profissionais e pessoais aos desafios e problemas, melhoria da comunicação e maior autoconhecimento.” “A troca de experiências e a possibilidade de conhecer outros pontos de vista sobre os mesmo assunto foram benéficas; a dinamização de algumas atividades de natureza mais prática como complemento da componente teórica da ação.”

Sugestões

Objetivos a atingir

Turma A: 13, 27 jan. de 2018

Conteúdos da ação

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Pensar a tipologia da ação e as horas programadas para a ação (Oficina +presenciais e horas efetivas de trabalho em casa) = 25 horas (os formandos necessitam de horas para ler, com calma, e assimilar as matérias, que são interessantes, para trabalhar nelas e usá-las no futuro.)” “A distribuição dos temas pelas sessões de modo a permitir mais tempo para reflexão pessoal.” “Talvez incluir na ação a componente do oficina com os alunos.” “O tempo da formação não estava adequado para a quantidade de conteúdos.” Testemunhos de docentes

“A importância do tema; a forma como decorreu; o esclarecimento pessoal das questões abordadas; a relevância na melhoria das práticas letivas” Testemunhos de docentes 37


Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais Registo de Acreditação: CCPFC/ENT-AE-1201/14

Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

18/16

Ana Teixeira / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 24 formandos

Local Formação

16 h presenciais Escola Secundária da Ibn Mucana

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

Pontos fortes: “Pertinência do tema, qualidade técnica das formadoras, qualidade dos materiais pedagógicos, qualidade pedagógica das formadoras. A melhor ação de formação que fiz nos últimos anos.” “1.Tema tratado de na perspetiva neurológica e não psicológica como é habitual na formação docente 2. Corresponder a uma necessidade de formação real dos docentes .” Testemunhos de docentes

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

“Propor outra formação com mais sessões e com menor duração ou fazer outra ação de formação para aprofundar os conhecimentos.”

Sugestões

Objetivos a atingir

24, 28 fev. de 2018

Conteúdos da ação

Duração

Avaliação glob:al da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

“Maior frequência deste tipo de formação. Na minha opinião " Literacia... faz-se com conhecimentos académicos, com aplicação no quotidiano, com debate, troca de experiências e avaliação do trabalho feito". “Mais tempo para explorar situações concretas.”

“ Testemunhos de docentes

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18/17

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Ana Teixeira / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Calendarização

16, 18 jan. de 2018

Duração

16 h presenciais

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

“Realização de novos encontros sobre estas temáticas ou relacionadas. Troca de informação e análises de casos tipo / estratégias possíveis a articular em diferentes situações em aula com os jovens. “

Pontos fortes: “Foi a capacidade de me envolver e me educar sobre a problemática da educação mental , aprofundado alguns dados e retirando alguns mitos.” “Sensibilização face a vários problemas de comportamento e/ ou psicológicos que os alunos podem evidenciar e a promoção de competências que ajudem a prevenir alguns destes problemas.” Testemunho de docentes

Sugestões

Objetivos a atingir

Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo

Conteúdos da ação

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 16 formandos

“A ação poderia ser seguida de uma oficina.”

“A formação em contexto de sala de aula.” “O número de horas disponibilizadas e atribuídas para esta Ação.” Testemunho de docentes

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18/18

PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL NA ESCOLA...

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Ana Teixeira / CEFCC e CMC Professores do 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário

Calendarização

6, 10 jan. de 2018

Duração

16 h presenciais

Objetivos a atingir

Escola Básica de Cascais (Pereira Coutinho)

Fornecer os conhecimentos e as perícias necessárias aos formandos para serem formadores de professores na área da Promoção da Saúde Mental na Escola; - Aumentar a literacia em saúde mental nas escolas, contribuindo para a implementação precoce de estratégias preventivas e para a referenciação para os serviços de saúde; - Dotar os professores de informação fidedigna, baseada na melhor evidência científica, para a abordagem da avaliação do risco de suicídio, incluindo o reconhecimento e referenciação da depressão em instituições educativas; - Dotar de ferramentas, materiais, instrumentos e linhas orientadoras de boas práticas e agilizar a implementação local ao nível dos sistemas de saúde e educação.

Conteúdos da ação

Local Formação

          

Saúde e Doença Mental; Prevalência das Perturbações Mentais em Jovens; Estigma associado às Doenças Mentais; Alterações do conteúdo do pensamento; Psicose; Perturbações do Humor – Depressão e Perturbação Bipolar; Suicídio Juvenil; Perturbações de Ansiedade; Consumo de álcool e drogas; Bullying; Intervenções de Ajuda e referenciação para serviços de saúde.

Pontos fortes: “Temática atual e útil para o dia a dia profissional docente.”

“Indicação de estratégias, para as diferentes situações.”

“Desmistificação de alguns estigmas; abordagem de vários géneros de saúde mental; confronto com a realidade escolar. “

“Deveriam ser disponibilizadas mais horas para a abordagem do tema acima referido.”

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de Formação / 1 turma / 14formandos

“Ser apenas durante a semana, em horário pós aulas (e não aos sábados).” “Tornar a ação um pouco mais prática.”

Testemunhos de docentes

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DO ABC À WEB: APRENDIZAGEM BASEADA EM CONTEÚDOS DA WEB

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Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Curso de formação / 1 turma / 16 Formandos

Duração

Objetivos a atingir

Local Formação

20, 27 fev. / 6, 13 2o mar. / 10, 17, 24 abr de 2018

25 h Escola Secundária de Carcavelos

Esta oficina em particular visa desenvolver competências de construção e implementação de atividades de aprendizagem baseadas em recursos disponíveis na Web. Procura atingir quatro metas essenciais de formação, das quais parece depender, em grande medida, a transposição destas competências para a prática pedagógica:    

Reconhecer a importância da literacia informática e comunicacional na aprendizagem; Desenvolver atitudes e competências essenciais para a integração curricular da WWW; Planificar e construir atividades de aprendizagem eficazes e significativas para os alunos; Adquirir autoconfiança na utilização escolar deste tipo de atividades e tecnologias.

Conteúdos da ação

Calendarização

 

   

 

Literacia, tecnologia e aprendizagem; Integração curricular da Web – Modelos pedagógicos e análise de exemplos de actividades: Recursos pedagógicos na Web – Pesquisa, avaliação, selecção e utilização de recursos; Actividades de aprendizagem baseadas em conteúdos da Web (ABW); Publicação na WWW – Criação e edição de conteúdos para a Web. Publicação online; Planificação e construção de uma ABW (WebQuest, inquérito orientado ou trabalho de projeto); Avaliação da aprendizagem em ABW Aplicação escolar de ABW – Utilização pedagógica dos recursos produzidos e opinião dos alunos.

Pontos fortes: “Contributo muito prático e eficaz para o desenvolvimento das aprendizagens dos alunos através de recursos da web. Desenvolvimento do trabalho colaborativo entre docentes. Aplicação imediata dos conhecimentos adquiridos na ação no desenvolvimento de uma unidade curricular com alunos do 12.º ano (Poetas Contemporâneos - Criação de uma antologia digital).

“O início da construção webquest própria começado deveria ter da mais cedo.”

Sugestões

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Carlos Olim / CFECC e Agrupamento de Escolas de Carcavelos

“Mais trabalho concreto com as nova ferramentas, inicial, em sala de aula.” “Alargamento do tempo destinado para a sua concretização, a acontecer numa fase menos tardia, talvez antes do início das aulas ou durante o primeiro período letivo.” “Iniciar a ação no 1º período para permitir testar as webquests.” Testemunho de docentes

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HISTÓRIA E PATRIMÓNIO CULTURAL DE CASCAIS

18/21

Formador / Entidade Dinamizadora

Curso de formação / 1 turma / 32 Formandos

Calendarização

1, 3, 15, 20, 21, 22, 24, 26, 28 fev. / 3, 5 mar. de 2018

33 h Centro de Formação de Escolas do concelho e visitas a diversos lugares do

Conhecer as anteriores ocupações do território de Cascais e modos de vida associados, identificando os vestígios que se conservam até aos dias de hoje; Identificar os principais factos, personagens e momentos decisivos da História de Cascais, contextualizando-os, relacionando-os e integrando-os na História de Portugal; Identificar e conhecer o património histórico e cultural do concelho de Cascais e o contexto histórico no qual surgiu; Conhecer as organizações concelhias atuais, tendo como ponto de partida a sua génese e a evolução histórica que determinou a sua realidade actual; Utilizar a formação e os recursos disponibilizados para, de forma autónoma, realizar com os seus alunos, visitas guiadas e Rotas do Património.

Conteúdos da ação

Local Formação

Módulo 1 – Cascais: antes de ser vila - ocupações e modos de vida do território Módulo 2 – Factos e Momentos decisivos para a História de Cascais Módulo 3 – Patrimónios de Cascais Módulo 4 – Fontes para a História Local – Saber pesquisar e gerir recursos disponíveis e sua utilização nas práticas pedagógicas

“ Promoverem a segunda parte da formação com outros pontos de interesse.”

Pontos fortes: “A relação entre a parte teórica e a parte prática, que incluiu visitas em campo.” “Aprofundar conhecimentos sobre a História e Património Local. Inserir esses conhecimentos no currículo, contribuindo para a construção de currículo local que valorize a identidade e a memória coletiva de Cascais.” “A forma como a ação foi estruturada; a disponibilidade/entrega do formador na partilha dos conhecimentos; a intervenção de outros formadores/especialistas nos conteúdos propostos; o horário em que decorreu

Sugestões

Objetivos a atingir

Professores do 1º ciclo e dos grupos 200 e 400

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Destinatários

João Henriques / CFECC e CMC

“Aquando das visitas aos locais poderiam ter sido previstas visitas aos espaços interiores. Alguns espaços só conseguimos visitar do lado exterior.” “Podendo haver dias de formação todas as semanas, não concentrar na mesma semana, 4 dias de formação.” “Possibilidade de criar outras rotas do património históricocultural dada a sua riqueza e variedade no concelho.” “Desenvolverem-se outras ações no âmbito do património local e abrir a formação a outros grupos disciplinares como a Geografia, Educação Visual e Português, por exemplo, no âmbito da flexibilização.”

Testemunhos de docentes

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PROMOÇÃO DE COMPETÊNCIAS SÓCIO-EMOCIONAIS E DE HÁBITOS DE VIDA SAUDÁVEL NO 2º CICLO/3ª CICLO (1º ANO)

18/25

Formador / Entidade Dinamizadora

Oficina de formação / 1 turma / 5 Formandos

Calendarização

17 jan. / 28 fev. / 11 Abr. / 2, 30 mai / 1 jun. de 2018

Duração

25 h presenciais e 25h de trabalho autónomo

  

Ajudar os professores a desenvolver estratégias que visem o ajustamento psicológico dos jovens; Promover Hábitos de Vida Saudáveis, através dos cinco elementos que fazem parte da SAÚDE (Social, Alimentação, estudo, Desporto e higiene); Incentivar a aceitação e o respeito pelos outros; Fomentar o autocontrolo e a disciplina; Potenciar o autoconceito e a autoestima dos jovens, corrigindo os modos de ver a realidade derivados dos padrões cognitivos desadaptativos; Definir estratégias para ajudar os jovens na adaptação ao 2º Ciclo/ 3º Ciclo e aumentar a motivação e o desempenho académico, contribuindo para uma melhoria na qualidade do ensino e nos resultados da aprendizagem escolar; Desenvolver competências sociais para fomentar um relacionamento mais adaptativo e uma comunicação mais eficaz com professores, família e

Conteúdos da ação

Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

1. Conceitos Chave na Prevenção 2. Gestão/ Regulação Emocional. 3. Tomada de Decisão. 4. Adolescência e Pressão dos Pares. 5. Educação Sexual. 6. Prevenção do Consumo de Drogas.

Sugestões

Objetivos a atingir

Professores dos 2º e 3º ciclos

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Destinatários

Marta Costa / CFECC, Juntas de Freguesia de Cascais/Estoril e S.

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

INGLÊS GERAL PARA PROFESSORES - DIDÁTICAS PARA COMUNICAR COM SUCESSO

18/26

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Fátima Gomes / CFECC Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário (excepto grupo 220 e 330)

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 1 turma / 11 Formandos

Duração Local Formação

18, 20, 25, 27 jun / 2, 4, 9, 11 jul de 2018 25 h Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Conhecer os descritores com os diversos níveis de proficiência do quadro comum de referência para as línguas;

Desenvolver estratégias para sentir-se confiante no Inglês de que precisa no dia a dia para os estudos, o trabalho e o lazer;

  

Comunicar com sucesso em Inglês; Melhorar as competências de falar, ouvir, ler e escrever em Inglês.

Conteúdos da ação

 

Os professores terão a oportunidade de praticar Inglês em situações da vida real, através de trabalhos de grupo e de pares (interação); Os professores trabalharão num sistema de níveis de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência (QECR); Os professores terão oportunidade de praticar as quatro competências: falar e ouvir, ler e escrever; Os professores farão exercícios que lhes permita um conhecimento prático de gramática e vocabulário (uso da língua) serão usados materiais didáticos e diversos recursos, nomeadamente uso de recursos audiovisuais da internet para exploração em sala de aula, tais como filmes, sites, canções, jogos;

Sugestões

Objetivos a atingir

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

CRESCER A BRINCAR (4º ANO)

18/28

Formador / Entidade Dinamizadora

Oficina de formação / 1 turma / 14 Formandos

Calendarização

20, 26 mar. / 14, 24 Abr. / 8, 29 mai. / 18 jun de 2018

Duração

25 h presenciais e 25h de trabalho autónomo

Desenvolver estratégias que contribuam para o bem-estar e ajustamento psicológico das crianças;

Aumentar a Diferenciação Emocional, Cognitiva e Comportamental, que é a base para a Alfabetização Emocional;

Promover um bom Autoconceito Autoestima positiva nas crianças;

e

uma

Dotar os professores de instrumentos e metodologias que lhes permitam trabalhar variáveis afetivas (capacidade de operacionalizar variáveis como o “saber-se” e o “saber-estar”).

Conteúdos da ação

Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

1. Conceitos chaves na Prevenção Primária 1.1. Fatores de Proteção 1.2. Fatores de risco 1.3. Resiliência 2. Diferenciação Emocional, Cognitiva e Comportamental 2.1. Alfabetização emocional 2.2. Alfabetização cognitiva 2.3. Gestão e Regulação Emocional 3. Autoconceito 3.1. O que é o Autoconceito 3.2. As várias dimensões do Autoconceito 3.3. Como se desenvolve o Autoconceito 4. Autoestima 4.1. O que é a Autoestima

Sugestões

Objetivos a atingir

Professores do 1º Ciclo

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Destinatários

Marta Costa / CFECC e Prevenir

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

VIAGENS DA FOLHA DE OURO

18/29

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos

Duração Local Formação

Objetivos a atingir

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Calendarização

Professores do dos grupos 240, 530 e 600 Curso de formação / 1 turma / 10 Formandos 12, 13, 14, 16, 17, 19, 20 julho de 2018

25 h Museu Condes Castro Guimarães

Conhecer o processo de douramento, talha dourada, gravado, estofado, esgraflito e acharoado/chinoiserir/japanning;

Dominar a aquisição e a aplicação de conhecimentos sobre as técnicas de douramento, gravado e manutenção; Refletir criticamente sobre a pertinência dos temas abordados e a sua aplicabilidade no contexto da prática docente.

Conteúdos da ação

Destinatários

Laura Feteira / CFECC e CMC

Talha - Breve referencia à talha, douramento e policromia

Talha dourada

Douramento sobre madeira

Técnicas de imitação

Douramento sobre o vidro

Outras aplicações da folha de ouro

Sugestões

Formador / Entidade Dinamizadora

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

INTERVENÇÃO SNOEZELEN

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

18/30

Sofia Isabel Catraio Costa / CEFCC Professores do Ensino Especial

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 1 turma dividida em dois grupos na parte prática / 14 formandos

25 h presenciais Centro de Formação e Escola Básica Pereira Coutinho

Compreender a estrutura conceptual, a importância e o impacto da intervenção e estimulação Snoezelen no ser humano em geral e, em particular, nos casos de défice sensorial. Identificação de metodologias e instrumentos de intervenção específicos para os diferentes casos apresentados em crianças com NEE:

     

conhecer a Teoria de Integração Sensorial em geral e a Estimulação Sensorial Snoezelen em particular; conhecer os seus princípios orientadores de intervenção; conhecer os Equipamentos de Intervenção Snoezelen; compreender o seu funcionamento e aplicação para os diferentes casos de NEE; identificar as necessidades de Intervenção para cada caso ou grupo; definir objetivos gerais e específicos a alcançar, elaborando e estruturando um Guia de Intervenção Snoezelen que oriente o Técnico ou docente e a Equipa relativamente às técnicas utilizadas, observações registadas e alterações sugeridas.

  

Teoria da Integração Sensorial; Benefícios da Intervenção Snoezelen nas crianças e jovens com necessidades educativas especiais; Distúrbio de Integração Sensorial e Transtorno do Processamento Sensorial no desenvolvimento das habilidades funcionais da criança e jovem com NEE; Princípios Orientadores da Intervenção Sensorial Snoezelen: Aplicação prática nas NEE em Sala Snoezelen; Importância e influência das competências pessoais e profissionais do Técnico Snoezelen no desenvolvimento e implementação das técnicas de Intervenção em Sala Snoezelen

“Sugiro que tenhamos mais aulas práticas para dominarmos os aparelhos tecnológicos.” Pontos fortes: “A atualidade da temática; a dinâmica implementada pela formadora ao longo das sessões; a componente prática/experimental.” “A componente eminentemente prática e inovadora.” “construção de material e exploração da sala de estimulação”

Sugestões

Objetivos a atingir

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

7, 14, 21, 28 mar. / 4, 11, 18 abr. / 2 mai. de 2018

Conteúdos da ação

Calendarização

“Mais tempo da formação com situações práticas do dia-a-dia.” “Ter mais momentos de exploração da sala Snoezelen” “Poderíamos ter mais casos exemplo.” “Deveria ser em horário pós letivo.” Testemunhos de docentes

“Diálogo, troca de experiências, aquisição de novos conceitos.” Testemunhos de docentes

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

LEITURAS NA LINHA - 1º ENCONTRO DE BIBLIOTECAS DE CASCAIS

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

18/35

Diversos / CEFCC, RBE, CMC e 2020 Editora Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básicos e Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 138 formandos

Duração

12 h presenciais Casa de Histórias Paula Rego

Divulgar recursos de apoio à leitura e à promoção de literacias; Promover boas práticas de promoção da leitura e da literacia em ambiente escolar;

Sensibilizar os docentes para a importância da leitura como condição de cidadania

Leitura como condição de cidadania;

Formar Leitores do século XXI - desafios para as escolas;

Boas práticas da promoção da leitura e da literacia nas escolas

“Continuar o segundo encontro para o próximo ano letivo; participação de mais comunicadores; mais workshops”

Pontos fortes: “Considero o tema, a organização e as atividades de excelente qualidade.” “Achei o encontro muito bem organizado e com a densidade necessária e adequada ao período do ano em que foi realizado. Gostei de todos os temas tratados e da medida em que foram tratados.” Testemunhos de docentes

Sugestões

Objetivos a atingir

Refletir sobre práticas de promoção da leitura e da literacia em ambiente escolar;

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Local Formação

28 E 29 junho de 2018

Conteúdos da ação

Calendarização

“Gostaria que, num próximo encontro, houvesse opção para o peddy-paper, para quem tem problemas de mobilidade.” “A formação poderia ter uma maior duração. Soube a pouco…” “Mais horas de oficina, para dar possibilidades de se frequentarem duas. Divulgação a todos os formandos dos matérias disponibilidades por todos os formadores.” Testemunhos de docentes

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Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

III ENCONTRO PARTILHAR VALE A PENAAUTONOMIA, FLEXIBILIZAÇÃO E INOVAÇÃO

Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

18/40

Diversos / CEFCC, CMC e Editora Leya Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básicos e Secundário

Modalidade/ nº turmas / N.º formandos Curso de formação / 140 formandos

12 h presenciais Escola Secundária de Carcavelos

Apostar na formação continua enquanto vertente reflexiva do próprio desempenho docente;

Divulgar as boas práticas inovadoras no ensino, implementadas pelas escolas associadas, com impacto nos contextos educativos;

Reconhecer os trabalhos realizados pelas escolas e incentivar a sua continuidade;

Partilhar ideias, práticas e reflexões;

Promover a interdisciplinaridade, de forma a contribuir para o desenvolvimento de projectos mais consistentes e integrados;

Sensibilizar para o desenvolvimento de projectos anuais integrados, criando pontes entre escolas e outras instituições;

Capacitar os docentes para desenvolver, de forma adequada e pró-activa, acções e projectos de intervenção artística, pedagógica e cientifica.

Conferências com os seguintes temas e oradores: 





“Entre boas e más práticas: Avaliar e Aprender” com José David Justino, Presidente do Conselho Nacional de Educação; “A Utilização de Recursos Tecnológicos na Educação em Ciências” com Pedro rocha dos Reis, do Instituto de Educação, Universidade Lisboa; “Inovar a Partir da Experiência” com Sara Bahia, da Faculdade de Psicologia, da Universidade de Lisboa .

Conjunto de painéis, com apresentação de diversos projectos agrupados tematicamente.

Workshops dinamizados por agentes educativos, em que os participantes puderam experienciar

“Alguns convidados deveriam ter tido mais tempo para a sua apresentação. “

Pontos fortes: “A boa organização e estrutura dos paneis e workshops temáticos, bem como, a metodologia da estruturada da ação, a variedade da temática dos paneis, a pertinência da partilha de boas práticas foram alguns dos aspetos positivos (…) A gestão por parte dos formadores, a aplicação prática dos saberes, aliada a uma adequada dinâmica pedagógica, constituíram um verdadeiro enriquecimento, com claras implicações na vida quotidiana da escola.” Testemunhos de docente

Sugestões

Objetivos a atingir

Local Formação

Avaliação global da ação

Plano de Formação - 2017/18

Duração

5 e 6 de julho de 2018

Conteúdos da ação

Calendarização

“A formação poderia durar pelo menos mais um dia, de modo a serem apresentados mais projetos implementados em escolas e de modo a podermos participar em mais um workshop.” “Algumas comunicações deviam ter sido acompanhadas de opiniões de trabalho interno nas escolas, além de uso de novas estratégias em sala de aula, a saber: entrada pelos conteúdos, entrada pela aprendizagem, entrada pela experiência e entrada pelo projecto.” “Continuar a promover estes encontros.” / “Parabéns!”

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Plano Formação de 2017/2018 Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, -

ÃO ATENÇ E D E DÉFIC

DADE/ I V I T A R E HIPE D O Ã Ç RURBA T R E P OM

ÇAS C

CRIAN

FEEDBACK E FEED FORWARD

ED

UC AÇ ÃO

PO S

ITI VA

Plano de Formação - 2017/18

AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Ações de formação dinamizadas para Docentes

ESCOLA INCLUSIVA

O ÇÃ A C

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CR I PA AR C RA ON AP DIÇ RE ND ÕES ER DE A L SU ER CES E A SO ES CR EV O V I ER T A P I C TI R A P ENTO CAIS M A Ç S OR DE CA M E V JO XI X C. É S NO AS I C ÊN I C E CA I ÁT M TE A M

Curta duração

S

CONFLITO E D O Ã T S E RTIVA E G E S S A O Ã AÇ COMUNIC

50


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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

FEEDBACK E FEEDFORWARD: FERRAMENTAS DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL Formador / Entidade Dinamizadora Sofia Pereira / CFECC e DGE Destinatários Modalidade/ N.º Formandos

Professores dos Ensinos Básico e Secundário do Agrupamento de Escolas de Carcavelos Conferência + Workshop/ Turma I: 31 formandos e Turma II: 31 formandos 11 de set. de 2017 /turma I das 9H00 às 12H30 e turma II das 14 H00

Calendarização

    

Reconhecer o feedback como uma ferramenta essencial na comunicação com os alunos; Distinguir Feedback de apreciação geral; Distinguir Feedback de Feedforward; Identificar estratégias adequadas de transmitir Feedback; Reconhecer o Feedforward como uma estratégia basilar no contacto com os estudantes; Enumerar as características do Feedforward

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

3 horas / Escola Secundária de Carcavelos

    

O feedback no desenvolvimento educacional; Feedback versus apreciação geral; Feedback e Feedforward: Conceitos e distinções; Feedback: Estratégias facilitadoras; Feedforward: Processo , técnicas e boas práticas.

CRIAR CONDIÇÕES DE SUCESSO PARA APRENDER A LER E A ESCREVER Formador / Entidade Dinamizadora Encarnação da Silva e Mariana Pinto / CFECC E DGE Destinatários Modalidade/ N.º Formandos

Professores das bibliotecas Escolares do 1º Ciclo Conferência + workshop/ 34formandos 4 de dez. de 2017

Calendarização

Princípios orientadores do ensino da leitura e da escrita.

Criar condições de sucesso para a aprendizagem da leitura e da escrita: –Rotinas –Contextos promotores da aprendizagem da leitura e da escrita –Desenvolvimento da consciência fonológica e lexical –Treino sistemático das diferentes estratégias de leitura

4 horas / Auditório da Escola Secundária S. João do Estoril

Conteúdos da ação

Duração / Local Formação

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

     

O que é a decifração /Pilares em que deve assentar o ensino da decifração / Vias de aprendizagem da decifração; Leitura /Objetivo final da leitura /Modelos de leitura; Ajudar a construir um projeto pessoal de leitor e escritor; Envolvimento das famílias; Processo de de alfabetização; Implementação de rotinas; Escrita Antes de aprender a escrever /Consciência Fonológica /Desenvolvimento da conhecimento lexical.

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

CRIAR CONDIÇÕES DE SUCESSO PARA APRENDER A LER E A ESCREVER Formador / Entidade Dinamizadora Encarnação da Silva e Mariana Pinto / CFECC e DGE

Modalidade/ N.º Formandos Calendarização

Objetivos a atingir

Princípios orientadores do ensino da leitura e da escrita.

Criar condições de sucesso para a aprendizagem da leitura e da escrita: –Rotinas –Contextos promotores da aprendizagem da leitura e da escrita –Desenvolvimento da consciência fonológica e lexical –Treino sistemático das diferentes estratégias de leitura

Conferência + workshop/ 31 formandos 11 de dez. de 2017 4 horas / Auditório da Escola Secundária Fernando Lopes Graça

     

O que é a decifração /Pilares em que deve assentar o ensino da decifração / Vias de aprendizagem da decifração; Leitura /Objetivo final da leitura /Modelos de leitura; Ajudar a construir um projeto pessoal de leitor e escritor; Envolvimento das famílias; Processo de alfabetização; Implementação de rotinas; Escrita Antes de aprender a escrever /Consciência Fonológica /Desenvolvimento da conhecimento lexical.

EDUCAÇÃO POSITIVA PARA PROFESSORES - MODULO 2 Formador / Entidade Dinamizadora Patrícia Sarmento / CFECC e CMC Destinatários

Workshop / 11 formandos

Calendarização

4 e 8 de janeiro de 2017

Conhecer modelos da Psicologia Positiva que contribuem para uma Educação Positiva e exemplos do seu uso em contexto escolar. Realizar exercícios e práticas que levem à descoberta pessoal e uso das forças de caráter e ao bem-estar e florescimento. Experienciar o benefício da realização desses exercícios e práticas.

6 horas / Cento de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Conteúdos da ação

Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e

Modalidade/ N.º Formandos

Duração / Local Formação

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

Professores das bibliotecas Escolares do 1º Ciclo

Conteúdos da ação

Destinatários

Módulo 1: Psicologia Positiva na Educação; Mentalidade Fixa vs. Mentalidade de Crescimento; Virtudes e Forças de carácter.

Módulo 2: Bem-estar e Florescimento: Desenvolvimento aplicações do modelo P.E.R.M.A

e

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

ENSINO POR INVESTIGAÇÃO NA APRENDIZAGEM DAS CIÊNCIAS NO SÉC. XXI Formador / Entidade Dinamizadora Mónica Baptista / CFECC e DGE Destinatários

Professores dos grupos 110, 23, 510

Modalidade/ N.º Formandos

Conferência + Workshop/ 38 formandos 8 mar. de 2018

Calendarização

Permitir aos professores uma maior familiarização com as atuais recomendações para o ensino das Ciências, proporcionado situações de trabalho em Inquiri Based Science Education (ensino por investigação), tendo em vista a promoção do sucesso escolar dos aluno .

Tarefas de investigação no ensino das ciências: discussão do seu significado e potencialidades;

Desafios para os professores e alunos durante a realização de tarefas de investigação na sala de aula;

Contributo das tarefas de investigação para aprendizagem de conceitos científicos e para desenvolvimento de competências transversais

Conteúdos da ação

Prática pedagógica e didática na docência, designadamente a formação no domínio da organização e gestão da sala de aula

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

4 horas / Auditório da Escola Secundária Frei Gonçalo de Azevedo

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MATEMÁTICA NO SÉC. XXI - COMO PROMOVER PERCURSOS DE SUCESSO?

Destinatários Modalidade/ N.º Formandos Calendarização Duração / Local Formação

A conferência tem um duplo objetivo sensibilizar para a importância de adequar o ensino da Matemática às necessidades da sociedade atual, considerando que a aprendizagem da Matemática é um direito de todos/as, e apresentar estratégias de ensino que promovem o sucesso de todas as crianças em Matemática, baseado na compreensão conceptual e fluência procedimental e no desenvolvimento de capacidades de resolução de problemas e raciocínio matemático, apostando na criação duma predisposição favorável e confiante relativamente à Matemática por parte das crianças.

Margarida Rodrigues, Ana Rodrigues Maria Veloso e Cristina Loureiro Professores do grupo 110 Conferência / 59 formandos 17 jan. de 2018 4 horas / Escola Secundária de Carcavelos

Conteúdos da ação

Formador / Entidade

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

Práticas de ensino que promovem o sucesso na aprendizagem da Matemática, em particular, na aprendizagem dos números e operações no 1.º e 2.º anos;

Tarefas, estratégias e representações adequadas para trabalhar com os alunos numa perspetiva de desenvolvimento do sentido de número e operações;

Estratégias de promoção de discurso significativo na aula e questões pertinentes que o suportam.

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E GESTÃO DE CONFLITOS Formador / Entidade Dinamizadora Alexandra Santos / CFECC e Agrupamento de Escolas da Cidadela

Modalidade/ N.º Formandos

Professores do 3º Ciclo do Ensino Básico e Se Workshop/ Grupo 1 :12 formandos e Grupo 2: 9 formandos 24, 31 janeiro de 2018

Calendarização

Capacitar para o autodiagnóstico dos estilos pessoais e influência na relação com o Outro;

- Incentivar a autoconfiança nos docentes;

- Treinar competências comunicacionais e de assertividade;

- Melhorar a capacidade para a gestão de conflitos.

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

6 horas / Escola Básica e Secundária da Cidadela

Comunicação assertiva e técnicas de gestão de conflitos – sua eficácia na relação com os outros (estudantes e pares) ;

Técnicas de expressão da comunicação

OS DESAFIOS DA CRIANÇA COM PERTURBAÇÃO DE HIPERATIVIDADE/ DÉFICE DE ATENÇÃO Formador / Entidade Dinamizadora Filipe Miguel Silva e Cláudia Rocha Silva / CFECC e Agrupamento de

Modalidade/ N.º Formandos Calendarização Duração / Local Formação

   

- Reconhecer a importância da atenção como função executiva; - Identificar como sinal de alarme os sintomas da PHDA; - Reconhecer o modelo de intervenção multimodal na PHDA; - Analisar situações-problema e selecionar estratégias práticas a aplicar no contexto escolar: - Estratégias de estimulação da atenção - Estratégias de organização e planeamento; - Estratégias de gestão do comportamento / capacidade de autorregulação

Professores do Agrupamento de Escolas da Alapraia Ação de curta duração / 40 formandos 31 janeiro de 2018 4 horas / Biblioteca da escola sede do Ag. de Escola da Alaparia

Conteúdos da ação

Destinatários

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

Conteúdos da ação

Destinatários

Conceito e descrição das funções executivas; - Sintomas e formas de apresentação da PHDA; - Prevalência da PHDA e variação com o género; - Etiologia e fisiopatologia sumária da PHDA (origem neurológica); - Modelo de intervenção multimodal na PHDA; - Comorbilidades mais frequentes; - Desafios mais frequentes no contexto escolar (casos práticos); - Estratégias de estimulação da atenção; - Estratégias de organização e planeamento; - Estratégias de gestão do comportamento / capacidade de autorregulação; - Métodos e estratégias de ensino diferenciadas na leituraescrita e na matemática; - Medidas de Educação Especial.

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

RECURSOS EDUCATIVOS PARA A HISTÓRIA E PATRIMÓNIO CULTURAL LOCAL: EXPLORAÇÃO, EXPERIMENTAÇÃO E PISTAS DE TRABALHO DE SALA DE AULA Formador / Entidade Dinamizadora João Miguel Henriques / CFECC e CMC

Modalidade/ N.º Formandos

Professores dos grupos 110 Workshop/ 6 formandos 17 e 18 janeiro de 2018

Calendarização

Dar a conhecer os recursos já disponíveis e de utilização livre para a integração no currículo escolar de conteúdos de história local;

Apetrechar o docente com o conhecimento e as ferramentas que lhe permitam a exploração e utilização de forma autónoma nas suas práticas letivas dos instrumentos e conteúdos disponíveis em História e Património Cultural Local

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

4 horas / Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

I - Breve apresentação - a organização e os recursos disponíveis para a educação em História e Património Local; II - Unidades curriculares temáticas - Fichas conteúdos e as etapas da história local; III—Recursos online - web site; flickr; historyPin - exploração e experimentação; IV Atividades desenvolvimento

-

perspectivas

e

metodologia

de

TECNOLOGIAS E INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO Formador / Entidade Dinamizadora

Fernando Reis, João Barracho, João Torres, Marisa Afonso, Sara Cardeira, João Mouro/ CFECC

Destinatários Modalidade/ N.º Formandos Calendarização Duração / Local Formação

Docentes do ensino básico e secundário Ação de curta duração/ 8 formandos 18, 23 Abr. /3, 7, 10 maio de 2018 3 horas por sessão / CFECC

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

Conteúdos da ação

Destinatários

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO 1º CICLO DO ENSINO Formador / Entidade Dinamizadora Mário Luís Guimarães / CFECC , Cascais Sports Weekend e CMC Destinatários

Professores dos grupos 110, 260 e 620

Modalidade/ N.º Formandos

Ação de curta duração / 5 formandos 21 abril de 2018

Calendarização

Princípios gerais do currículo, metas de aprendizagem e competências essências;

Critérios e sistemas de avaliação em Educação Física.

Conteúdos da ação

Suscitar a reflexão sobre as práticas de desenvolvimento do currículo da Educação Física no 1º Ciclo do Ensino Básico e a importância das Provas de Aferição neste nível de ensino.

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

3 horas / Biblioteca Casa da Horta

PARA UMA ESCOLA MAIS INCLUSIVA: OPORTUNIDADES E DESAFIOS Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários

Filomena Pereira/ CFECC Direções de escolas, Equipa de Intervenção Precoce e Equipas de Inclusão

Modalidade/ N.º Formandos

Ação de curta duração / 150 formandos 16 julho de 2018

Calendarização

Introdução ao novo paradigma da Educação Inclusiva : 

Analisar o novo enquadramento legal da Educação Inclusiva (D.L. 54, de 6 de julho) e o seu impacto nas práticas educativas. Capacitar docentes para a implementação do novo enquadramento legal (D.L. 54/2018) da educação inclusiva e replicação do mesmo no seu contexto educativo.

3 horas por sessão / Escola Secundária Fernando Lopes Graça

Conteúdos da ação

Duração / Local Formação

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

Enquadramento conceptual e legal da educação inclusiva Diferentes estilos de aprendizagem - Desenho Universal para a aprendizagem Intervenção multinível - Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão Equipa Multidisciplinar - Papel dos docentes Educação Especial Centro de Apoio à Aprendizagem

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO JOVEM DE CASCAIS Formador / Entidade Dinamizadora / CFECC e CMC Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Modalidade/ N.º Formandos

Ação de curta duração / 32 formandos 7, 14, 15, 21, 22, 28 e 19 maio de 2018

Calendarização

Contextualizar o Orçamento Participativo Jovem de Cascais na sua dimensão pedagógica e dos diferentes intervenientes para a sua realização.

Módulo II: Orçamento Participativo: – Enquadramento dos princípios e conceitos subjacentes ao orçamento participativo – o que é um orçamento participativo. – Exploração de alguns orçamentos participativos nacionais e internacionais – reflexão e discussão dos mesmos

Conteúdos da ação

Aprofundar os conceitos de cidadania e participação juvenil na atualidade.

Modulo I: Cidadania e participação juvenil: – Introdução aos conceitos de cidadania e participação – entendimento sobre os conceitos, individual e coletivamente. – Enquadramento dos conceitos através dos modelos teóricos ‘OMEDA’ e ‘CLEAR’. – Exploração da ‘ESCADA’ enquanto instrumento de tipologia da participação juvenil – análise de projetos a partir desta tipologia.

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

24 horas / Diversos Agrupamentos de Escolas

Módulo III: Orçamento Participativo Cascais e OP Jovem Cascais – Orçamento Participativo de Cascais – Regulamento, metodologia e funcionamento. – Orçamento Participativo Jovem de Cascais – princípios pedagógicos subjacentes – o papel da equipa-turma OP na escola, sessões públicas para apresentação de propostas e o papel do moderador nas sessões públicas de participação que se

AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA: DESAFIOS E OPORTUNIDADES Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários Modalidade/ N.º Formandos

António Pedro Duarte e convidados / CFECC e CNAPEF Professores dos Grupos 260 e 620 Ação de curta duração / 53 formandos 28 junho de 2018

Calendarização

Partilha entre professores de práticas de avaliação na disciplina Educação Física, condicionamentos atuais a essas práticas e sugestões para ultrapassar esses condicionamentos, entre outros assuntos relacionadas com a avaliação da Educação Física com referência ao currículo formal da disciplina; Identificar necessidades de desenvolvimento profissional dos professores de Educação Física com vista ao reforço e desenvolvimento de sistemas de avaliação de aprendizagens dos alunos nesta disciplina com carácter eminentemente formativo e com a capacidade de promover e certificar o desenvolvimento do currículo na lógica do Perfil do Aluno à saída dos 12 anos de escolaridade obrigatória.

3 horas / Escola Básica e Secundária de Carcavelos

1. O desafio da avaliação pedagógica na Educação Física -Fátima Saraiva | Professora e Coordenadora do Grupo de Educação Física da ES de Carcavelos

Conteúdos da ação

Duração / Local Formação

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

2. A importância da comunicação no desenvolvimento de processos de avaliação pedagógica na Educação Física. - Diogo Barbosa| Professor e Coordenador do Grupo Educação Física no Externato da Luz, Lisboa 3. As provas de aferição na Educação Física. Desafios e Oportunidades - Hugo Carrilho| Professor e Coordenador do Grupo de Educação Física do AE de Caneças

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

OS DESAFIOS DA CRIANÇA COM PERTURBAÇÃO DE HIPERATIVIDADE Formador / Entidade Dinamizadora Cláudia Rocha Silva/ CFECC e Agrupamento de Escolas da Alapraia Destinatários

Professores dos Ensinos Básicos e Secundário

Modalidade/ N.º Formandos

Ação de curta duração / 40 formandos 24 janeiro de 2018

Calendarização

           

Conceito e descrição das funções executivas; Sintomas e formas de apresentação da PHDA; Prevalência da PHDA e variação de género; Etiologia e fisiopatologia sumária da PHDA; Modelo de intervenção multimodal da PHDA; Comorbilidades mais frequentes; Desafios mais frequentes em contexto; Estratégias de organização e planeamento; Estratégias de gestão do comportamento/ capacidade de auto regulação; Métodos e estratégias de ensino diferenciadas na leituraescrita e na matemática; Medidas de Educação Especial

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

 

Reconhecer a importância da atenção como função executiva; Identificar como sinal de alarme os sintomas da PHDA; Reconhecer o modelo de intervenção multimodal na PHDA; Analisar situações-problema e seleccionar estratégias práticas a aplicar no contexto escolar;

MICROSOFT MINECRAFT PARA EDUCAÇÃO I Formador / Entidade Dinamizadora Destinatários Modalidade/ N.º Formandos

Kyriakos Koursaris/ CFECC e CMC Professores do grupo 110 Ação de curta duração / 32 formandos 14 fev. / 7, 28, 31 mar. de 2018

Calendarização

Familiarização de professores, pais e alunos com as potencialidades do Microsoft Minecraft;

Benefícios que podem advir da utilização desta ferramenta para o desenvolvimento do raciocínio lógico dos alunos e para a sua melhor adequação às do mercado de novas necessidades trabalho;

4 horas / Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Conteúdos da ação

Duração / Local Formação

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

3 horas / Biblioteca da Escola sede do Agr. Es. Alapraia

Conteúdos da ação

Duração / Local Formação

O Microsoft Minecraft como ferramenta de desenvolvimento do raciocínio lógico e base dum curriculum de introdução à programação e robótica (1h); Workshop “Hands-On” sobre a criação de universos virtuais e introdução de automatismos com alunos e professores (2h).

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Plano Formação de 2017/2018 Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana; Tel/ Fax: 21 452 26 48; Correio eletrónico: cfcascais.secretariado@gmail.com; Site: www.cfcascais.net

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PREVENÇÃO DA SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO HUMANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS ESCOLARES

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

FORMAÇÃO INICIAL PARA PESSOAL NÃO DOCENTE Formador / Entidade Dinamizadora António Tavares e Fátima Andrade/ CFECC Destinatários Modalidade/ N.º Formandos

Curso / 3 turmas / 98 formandos

Calendarização

19, 20 nov. 2017 / 4, 5, 6 abr . 2018

1 - Prevenção da Segurança, Higiene e Saúde no trabalho;

3 - Desenvolvimento da Criança e do Adolescente

Modulo 1: Prevenção da Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

Conteúdos da ação

Dotar os Assistentes Operacionais de competências nas seguintes áreas:

14 h horas / Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

Duração / Local Formação

Modulo 3: Inclusão e Desenvolvimento da Criança e do Adolescente

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DOS CONTEÚDOS ÀS PRÁTICAS Destinatários

Modalidade/ N.º Formandos Calendarização Duração / Local Formação

Capacitação dos Assistentes Operacionais na área do Desenvolvimento da criança e do adolescente para o exercício das sua funções em contexto educativo.

Ana Ramos / CFECC, CMC e Fundação Champagnat –Programa CLDS Assistentes Operacionais dos Territórios das Freguesias de

Curso/ 2 turmas / 38 formandos 27 e 29 mar. / 28, 29 Jun. de 2018 14 horas / CFECC

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Assistentes Operacionais

Módulo I: Desenvolvimento da criança e do adolescente Módulo II: Definição, tipologias e estratégias educativas Módulo III: Comunicação e relação pedagógica Módulo IV: Vigilância no recreio; factores de risco e factores de protecção.

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PLANO DE FORMAÇÂO DE AÇÕES DE CURTA DURAÇÃO 2017/2018

INOVAÇÃO E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Formador / Entidade Dinamizadora Encarnação da / CFECC

Modalidade/ N.º Formandos

Ludobibliotecários Curso / 25 formandos 10, 18 jan. / 8, 15 fev. / 15, 22 mar. / 26 Abr. / 3 Mai.

Calendarização

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

Contextualização teórico-+prática de tecnologias na educação, com aplicação na realidade dos espaços lúdicos de cascais.

25 horas / Centro de Formação de Escolas do Concelho de Cascais

   

Módulo I: Gamificação na educação; Módulo II: ScreenCating; Módulo III: Utilização dos telemóveis em contexto educativo; Módulo IV: Segurança na Internet;

COACHING PSICOLÓGICO Destinatários Modalidade/ N.º Formandos Calendarização Duração / Local Formação

   

Desenvolver competências pessoais e profissionais dos psicólogos na escola; Promover a empatia e a escuta ativa entre os técnicos e a população escolar; Conhecer algumas ferramentas do coching que ajudam os coachees a encontrarem soluções; Reconhecer a importância do uso do coaching na escola.

Tiago Lino / CFECC e CMC Psicólogos do Agrupamentos de Escolas do Concelho de Cascais e parceiros da CMC Curso/ 21 formandos 21, 28 de fev. / 10 mar. de 2018 12 horas / CFECC

Conteúdos da ação

Formador / Entidade Dinamizadora

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

Conteúdos da ação

Destinatários

O que é o coa Ching? Como pode ser útil na Escola?

A inteligência emocional a funcionar na escola

Técnicas de coaching psicológico

Ferramentas de coaching psicológico

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Plano de Formação para Pessoal Não-Docente 2017/2018 Escola Sede: Agrupamento de Escolas Matilde Rosa Araújo, - Rua Feliciano Castilho, Penedo 2785-365 S. Domingos de Rana;

CONTABILIDADE CONTINUAÇÃO (SNC-AP) E CONTA DE GERÊNCIA 2017 Formador / Entidade Dinamizadora Anabela Soares Matos / CFECC e CMC Destinatários

Assistentes Técnicos, Coordenadores técnicos e Órgão de direção Curso / Turma 1: 22 participantes ; Turma 2: 21 participantes

Modalidade/ N.º Formandos

Turma 1: 16, 23, 28 fev/ 23, 29 mar. / 11 Abr. 2018 Turma 2: 20, 26, fev./ 14, 26 mar./ 10, 17 Abr. 2018

Calendarização

Dotar os intervenientes da área financeira das escolas de conhecimentos técnicos para que seja entregue a conta de gerência em regime de POC-Educação.

Módulo I: Contabilidade Orçamental

Conteúdos da ação

Dotar os intervenientes da área financeira das escolas de conhecimentos técnicos para que seja implementado o SNC-AP.

Conteúdos da ação

Objetivos a atingir

horas / CFECC

Módulo II: Contabilidade financeira Módulo III: Contabilidade de gestão e encerramento de ano económico Módulo IV: Saldos contabilísticos a transitar Módulo V: Análise de mapas de gerência Módulo VI: Análise de mapas de gerência

HUMANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS ESCOLARES Formador / Entidade Dinamizadora Carlos Neto, Frederico Lopes e Margarida Botelho / CFECC e CMC Destinatários

Ludobibliotecários e Ludotecários

Modalidade/ N.º Formandos

Curso / 29 participantes 3, 10, 17, 24 nov. e 15 dez de 2016 / 5, 12, 19, 26 jan. 2, 9, 16, 23 fev. e 2, 9 mar. de 2017

Calendarização Duração / Local Formação

45 horas / Centro Formação

Sensibilizar para a importância da brincadeira livre e desafiante no bem-estar e desenvolvimento da criança.

Capacitar o assistente operacional enquanto supervisor e facilitador: elaboração de propostas para um recreio amigo da criança (prático).

Conteúdos da ação

-

Objetivos a atingir

Plano de Formação - 2017/18

Duração / Local Formação

• Enquadramento do projeto “Brincar em Cascais” (teórico). • A importância do brincar no desenvolvimento da criança e nas aprendizagens escolares (teórico). • O brincar e a gestão dos recreios escolares: partilha e apreciação de experiências (prático) • Concepção e modelos de funcionamento dos recreios escolares (teórico). • O assistente operacional enquanto supervisor e facilitador: elaboração de propostas para um recreio amigo da criança (prático). • Reflexão conjunta (teórico-prático).

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Profile for CFECC

RELATORIO 2017/2018  

RELATORIO 2017/2018  

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