Page 1

Informativo nº 17

Boletim

Formação ao Centro

Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul

Dezembro 2010


Editorial

FICHA TÉCNICA Directora Ana Paula Vilela

Conselho Editorial Ana Paula Vilela (Directora do CFAE Braga / Sul) •Vítor Barroso Martins (Consultor de Formação) •Manuel Sousa (Assessor Pedagógico)

Conselho Redactorial Ana Paula Vilela

Arranjo Gráfico Manuel Sousa

Secretariado Claudina Pereira•Carlos Rocha

Propriedade Centro de Formação da Associação de Escolas de Braga/Sul

Depósito legal: Nº 131629/99

Impressão: Minhografe

Tiragem: exemplares

Contactos com o Centro de Formação Telefone –

253 611 277 Fax – 253 268 665 Telemóvel – 962 185 702 Email: director@cfae-braga-sul.rcts.pt Página: http://cfae-braga-sul.dmaria.pt/

A História é a Ciência dos Homens, dos Homens no seu tempo Marc Bloch

N

os últimos anos de publicação do Boletim Informativo, Formação ao Centro, é inevitável pensar que, perante as adversidades de uma crise confirmada que se vive a nível político, económico e social no nosso país, este pode ser o último número desta publicação, apesar de ainda nos restarem forças para continuarmos um projecto que tem já longos anos e que para nós, editar mais um número deste Boletim, significa, na senda da afirmação de Marc Bloch, a História dos Homens no seu tempo, isto é, a marca indelével dos trajectos e opções das políticas, neste caso das educativas, registadas e, por isso mesmo, jamais olvidadas. Este ano, fomos mais parcos na diversidade temática da linha editorial a que habituamos os nossos leitores das comunidades educativas das escolas associadas, limitando-nos a fazer desta publicação a forma de mostrarmos o que de melhor fizemos em prol da Formação e da Educação em geral, pugnando por uma total transparência na forma como apresentamos as linhas de actuação, as opções que perseguimos para a formação de 2010, apesar dos constrangimentos financeiros sentidos e que nos obrigaram a contornar problemas e a engendrar soluções para darmos resposta às solicitações crescentes da procura de formação. Esta nova realidade, resultante, por um lado, das novas exigências relacionadas com a avaliação de desempenho docente e a progressão na carreira e, por outro lado, das mudanças significativas nos curricula, principalmente do ensino básico, por exemplo, com as novas exigências dos programas de Português e de Matemática, a par de mudanças expressivas na administração e gestão das escolas, na avaliação do desempenho dos professores, nas escolas TEIP, nas mudanças infligidas pela panóplia de novos normativos que temos sido compelidos a integrar nos diferentes subsistemas de ensino/aprendizagem, obrigaram


os Centros de Formação a oferecer formação em quantidade, quase de forma “esquizofrenizante”, sem podermos perder de vista o rumo, isto é, o primordial objectivo de oferecermos formação de qualidade, apesar dos parcos recursos humanos e financeiros necessários a um MEGA Centro em que nos transformaram. Já lá vai o tempo em que os Centros paulatinamente davam resposta às solicitações de formação dos seus professores associados e até dos professores dos outros centros de formação, como era nosso hábito, com um ritmo de trabalho sempre constante, mas apropriado, com espaços para reflexão, consultorias amadurecidas, mudanças de práticas partilhadas, debatidas, consentidas e problematizadas pelas escolas em consonância com os Centros de Formação. Agora, e apesar de nunca em tempo algum se ter oferecido tanta quantidade de formação, dando resposta às lícitas mas inúmeras solicitações das escolas, aliás como este Boletim comprova, principalmente se comparado com a formação executada em anos anteriores a 2009 (ver anteriores Boletins Informativos onde prestamos sempre conta de tudo o que fizemos de formação formal e não formal), o paradigma da formação mudou radicalmente e já não é a formação financiada que marca o ritmo da formação mas o “engenho” dos Centros em fazerem formação não financiada, para não onerarem as escolas e, muito menos, os professores. Aliás, estes últimos, ainda têm nos normativos legais (Lei de bases e Estatuto da Carreira Docente) os seus direitos consignados. Referimo-nos à gratuitidade da formação, e à formação encarada não só como um direito mas como um dever do professor. E o Centro de formação Braga/Sul não quer ser no futuro apontado de “dedo em riste” como responsável pela perda de mais um direito dos educadores e professores deste país; por isso, tudo tem feito para recorrer aos seus recursos internos, dando assim resposta cabal às dificuldades de financiamento que se fazem sentir. E temos conseguido, com esforço, é certo, mas com muito orgulho do trabalho empreendido, como testemunha este Boletim Informativo, nº 17. Mas são os imperativos vários solicitados pelas escolas e pelo poder central, o uso abusivo do controlo dos Centros e das Escolas através da obsessiva comprovação de tudo o que se faz (em grande e em pequena escala) pela estatística e pelo número, reduzindo os centros a uma autonomia heterogovernada pelo poder central,

parafraseando Licínio Lima, da Universidade do Minho, que, a nosso ver, estão a descaracterizar os Centros e nos levam a escorgitar temerosamente o que afirmamos no primeiro parágrafo – será este o último número do Boletim Informativo? Resistiremos a tantas solicitações e, às vezes, a tantas incongruências nas políticas educativas? E o mais grave é que, por vezes, são os próprios docentes, também eles assoberbados de trabalho, que não nos entendem, ou melhor, não conseguem acompanhar as novas e incontornáveis mudanças vertiginosas nos paradigmas de formação pelos quais os centros estão a passar. A necessidade de actualização dos docentes através da formação, resultantes das mudanças cruciais que se vivem no trabalho das escolas e dos docentes, para já não falar nas horas de formação que é preciso “angariar” para a avaliação de despenho e para a progressão na carreira, a necessidade em dar resposta rápida e eficaz ao simples toque electrónico na caixa do correio de mais um e-mail que nos obriga a cumprir prazos que quase sempre são para “ontem”, está a levarnos para um ritmo aceleradíssimo de trabalho que se começa a duvidar da sua eficácia. A título de exemplo, o último quadro de actividades desenvolvidas pelo CFAE Braga/Sul no ano de 2010 e que é apresentado no final deste Boletim, comprova, em absoluto, o que acabámos de afirmar: depois de uma candidatura ao POPH efectuada em Maio, preparou-se formação PTE em tempo record (de Maio a Junho) e executaram-se, de Julho a Dezembro, vinte e nove acções de Formação, a um ritmo alucinante. Será que, apesar da avaliação das acções pelos formandos ter sido muitíssimo positiva, os resultados de uma hipotética avaliação do impacte da formação redundaria, de igual forma, francamente eficaz, proveitoso para os docentes e de grande aplicabilidade prática? Adquiriram todos os conhecimentos necessários para poderem trabalhar com os quadros interactivos multimédia (QUIM) em 15 horas de formação? E na eventualidade de estarmos a ser muito radicais na nossa análise, e de até haver muitos professores aplicados e atentos que assimilaram todos os conhecimentos na formação que lhes permitiu utilizar em pleno os QUIM, será que agora têm tempo para prepararem as aulas com os novos recursos? Fica aqui o repto para o próprio CFAE Braga/ Sul descortinar a verdade sobre as indagações pelas quais o nosso pensamento vagueou neste editorial e dar dela conhecimento ao público-


alvo deste Boletim Informativo, se para tal tivermos engenho e arte, como diria o nosso querido Camões, e, principalmente, para continuarmos este projecto que é também de todos nós. O nosso lema foi e é, mais do que nunca, propiciarmos uma Formação de qualidade para todos, que possa constituir a alavanca para sair da crise actual, na medida em que promova o desenvolvimento profissional dos educadores e dos professores, o enriquecimento do capital cultural dos cidadãos, a sua capacidade de iniciativa, de criatividade e de compromisso com o bem comum. Por isso e apesar da crise, é fundamental que a Educação e a Formação sejam encaradas como garante do desenvolvimento das pessoas e dos países e, como tal, não devem deixar de ocupar o centro das políticas e constituir uma prioridade do investimento público. A necessidade de tornar mais eficiente o sistema educativo, de racionalizar meios e recursos, não deve prejudicar o investimento continuado e consistente na Educação e na Formação Contínua dos agentes educativos. Cremos e queremos continuar a acreditar numa escola pública de qualidade – esse é o nosso primordial desígnio.

Ana Paula Vilela


Índice Editorial

2

Notícias do Centro

6

O Novo Acordo Ortográfico

6

Cumprimento da Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007, de 18 de Setembro ?

6

Protocolos e Parcerias

7

Legislação relacionada com a formação com interesse para os docentes das escolas associadas

8

Leitura recomendada

11

Formação Realizada em 2010

12

Sistemas de Formação e Certificação em Competências TIC

14

Acções para pessoal docente, no âmbito do Plano PTE, financiadas pelo POPH

15

Avaliação das acções PTE financiadas pelo POPH

16

Formação em Contexto

17

Avaliação das acções não Financiadas pelo POPH

18

Outras respostas formativas

20

Seminário Ibérico

21

Sessão de Esclarecimento

22

Plano de actividades

24

Quadros e gráficos da formação realizada

25


Notícias do Centro

6 Notícias do Centro Ana Paula Vilela O Novo Acordo Ortográfico

A

Resolução do Conselho deMinistros nº 8/2011, de 25 de Janeiro, determinou, em absoluto, a já indelével aplicação do novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa no sistema educativo português para o ano lectivo de 2011/2012 e, a partir de 1 de Janeiro de 2012, ao Governo e a todos os serviços , organismos e entidades na dependência do Governo, bem como à publicação do Diário da República. Urge, por consequência, uma rápida apropriação das novas regras do referido acordo, principalmente por todos aqueles que directamente estão mais implicados na responsabilização pela transmissão/aplicação do novo acordo no subsistema de ensino/ aprendizagem e que envolve, naturalmente, Professores, Assistentes Operacionais e Técnicos, em suma, todos os agentes educativos. Nesse sentido, O Centro de Associação de Escolas Braga/Sul (CFAE Braga/Sul) vai proporcionar diversos encontros nas escolas associadas com o primordial objectivo de propiciar a todos os interessados da comunidade Educativa a apropriação dos novos conhecimentos ortográficos, com a finalidade de reforçar o papel da língua portuguesa como língua de comunicação internacional e garantir uma maior harmonização ortográfica entre os oito países que fazem parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Cumprimento da Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007, de 18 de Setembro ? O primordial objectivo da política educativa do XVII Governo Constitucional reafirma a necessidade em reforçar as qualificações e as competências dos Portugueses como condição imprescindível para a construção da sociedade do conhecimento em Portugal.

Nesse sentido, reitera-se a valorização e modernização da escola, criando as condições físicas que favoreçam o sucesso escolar e educativo dos alunos, consolidando o papel da tecnologias de informação e comunicação (TIC) enquanto ferramenta essencial ao ensino/aprendizagem e aos sistemas de administração e gestão das escolas. Com a Estratégia de Lisboa, a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável, o Plano Tecnológico e o Quadro de Referência Estratégico Nacional 2007-2013, o Governo assume plenamente o compromisso de modernizar tecnologicamente as escolas, aliás como todos nós temos vindo a constatar; de facto, as escolas estão hoje em dia melhor apetrechadas, permitindo a esta escola do futuro garantir a literacia digital a todos os seus agentes. Na Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007, de 18 de Setembro, definiam-se quatro eixos estratégicos chave para modernizar as escolas, a saber: “Tecnologia”, “Conteúdos”, “Formação” e “Investimento e Financiamento”. Com a formação e certificação em competências TIC preconizada na referida Resolução do Conselho de Ministros para educadores e professores, pretende-se dar uma resposta cabal aos principais factores inibidores da modernização em matéria de competências, nomeadamente: “A reduzida utilização das TIC nos métodos de ensino e aprendizagem. A formação de docentes pouco centrada na utilização pedagógica das TIC. A inexistência de mecanismos de certificação e valorização profissional de competências TIC de docentes e alunos.” Na altura estabeleceu-se que 40% dos docentes seriam certificados em 2009 e em 2010, 90% dos docentes usufruiriam já de certificação. Acontece que a formação e a certificação neste âmbito foi apenas possível executar em 2010, altura em que os CFAE tiveram financiamento para esse efeito e só 30% dos professores em 90%, tiveram acesso à formação.


7

Protocolos e Parcerias O CFAE Braga/Sul tem, desde longa data, um protocolo de colaboração com a Universidade do Minho que lhe permitiu usufruir, ao longo dos tempos, do contributo dos melhores formadores da referida instituição universitária, bem como de especialistas de formação que acompanhavam a formação no terreno, davam pareceres sobre o desenvolvimento das acções, procediam â avaliação externa do centro de formação, etc… em troca dos nossos parcos recursos físicos, humanos e disponibilidade em acolher projectos de investigação da Universidade, complementos das licenciaturas do Instituto de Educação e Psicologia no âmbito dos estágios da Licenciatura em Educação, na vertente da Organização e Avaliação da Formação, por exemplo, entre outras iniciativas de comum interesse. Neste ano de 2010, a 3 de Maio, foi celebrado com a Universidade do Minho um protocolo de colaboração comum a todos os CFAE do Norte do País, dando assim cumprimento ao desenvolvimento da qualidade dos planos de acção dos CFAE, de acordo com o disposto no despacho nº18038/2008 do DR, 2º série, nº 128, de 4 de Julho de 2008, garantindo-se, em parceria, a operacionalização e acompanhamento dos planos de acção dos centros de formação e a organização de iniciativas conjuntas e acções de interesse mútuo na área da formação contínua de professores entre ambas as instituições. O CFAE Braga/Sul estabeleceu também um protocolo de colaboração com o Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) no sentido de se executar formação no CFAE Braga/sul no domínio da avaliação das aprendizagens para as disciplinas de Ciências Naturais, História, Inglês e Matemática do ensino básico. Nesse sentido, o GAVE proporcionou formação de formadores, estes últimos indicados pelos Centros de Formação, para que estes replicassem a formação nos respectivos Centros a que estão afectos. O objectivo desta formação visa contribuir para o desenvolvimento de competências profissionais dos

docentes, nomeadamente através da promoção de uma reflexão sobre conceitos fundamentais em avaliação e sobre práticas de avaliação; para além deste desígnio, com esta formação pretende-se a divulgação e aplicação de técnicas de construção de instrumentos de avaliação das aprendizagens, bem como os critérios de classificação e a familiarização com procedimentos a observar na sua aplicação, tendo por base os documentos de suporte à acção, a saber, o Currículo Nacional do Ensino Básico, as Competências Essenciais, os Programas/Orientações Curriculares e a novas e famigeradas Metas de Aprendizagem. O CFAE Braga/Sul comprometeu-se a propiciar os recursos /materiais/equipamentos necessários ao desenvolvimento da acção, disponibilizando os meios adequados para a sua concretização no prazo de dois anos (2010 e 2011). A recente regulamentação da educação sexual em contexto escolar (Lei nº60/2009 de 6 de Agosto e a Portaria 196-A/2010 de 9 de Abril) acabou em definitivo com o desiderato de se considerar se esta deveria ou não ser também da responsabilidade da escola. Conscientes de que o primordial objectivo da escola é a construção de sujeitos livres e responsáveis e que a educação sexual e dos afectos é parte integrante do lato processo da Educação, vimo-nos na eminência de facultar formação aos docentes das nossas escolas associadas, com a celeridade que os normativos impunham. Ora, o Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul, representado por Ana Paula Moreira da Silva Vilela, na qualidade de Directora do respectivo Centro de Formação e Presidente da Comissão Pedagógica que integra, apraz-lhe registar e agraciar a parceria desenvolvida com o Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Norte, representada pela Prof. Doutora Amparo Barreiro, em colaboração com a Direcção Regional de Educação do Norte; o trabalho desenvolvido neste âmbito, nesta instituição, pelas Enfermeiras e Professores(as) envolvidos no âmbito da implementação nas escolas associadas ao Centro de formação do Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar (PRESSE), destinado à formação de professores do ensino básico, foi concebido e

Notícias do Centro

Logo, ainda estamos longe de atingir os objectivos preconizados inicialmente. Mas desta formação (PTE) financiada e realizada daremos conta pormenorizadamente a partir da página 25 deste Boletim Informativo.


Notícias do Centro

8 elaborado por uma equipa multidisciplinar da responsabilidade do Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Norte, em colaboração com a Direcção Regional de Educação do Norte. Conscientes de que para a concretização deste projecto foram gastas muitas horas de trabalho em reuniões e que sem a dedicação e o esforço da supracitada equipa de formadores a concretização deste projecto jamais teria sido possível com a celeridade que se impunha, passamos a relevar as actividades desenvolvidas por estes formadores. Em primeiro lugar, pelo pioneirismo em colaborar numa diligência deste género e desta envergadura, como tivemos oportunidade de apreciar, envolvendo, para tal, sucessivas reuniões, entre as quais com a Coordenadora da Subdelegação Regional de Saúde do Norte, a prestigiada Professora Doutora Amparo Barreiro, a restante equipa do PRESSE (das escolas e dos centros de saúde envolvidos no projecto) e a Comissão Pedagógica do Centro de Formação, de forma a poder viabilizar-se a execução da formação nas escolas aderentes ao programa PRESSE. Nesse sentido, o papel de mediadores desta equipa entre as instituições foi de uma relevância extrema e imprescindível nas negociações encetadas com todos os organismos envolvidos, não se coibindo a equipa a esforços para tornar possível a execução prática do projecto de formação PRESSE inicialmente delineado. As excelentes estratégias e metodologias de formação que a equipa utilizou com os professores, a gestão adequada dos recursos, as capacidades demonstradas de expressividade e facilidade de comunicação que denotaram possuir com os formandos, em suma, as competências científicas e relacionais que comprovaram possuir foram determinantes no sucesso da formação e, fundamentalmente, no cumprimento dos objectivos propostos no projecto PRESSE. A atestar o que acabamos de esclarecer, a excelente avaliação registada pelos formandos em todos os parâmetros dos questionários escritos de avaliação da acção de formação e do formador, construídos para o efeito pelo centro de formação; a empatia e capacidade que geraram de envolvimento dos formandos na

formação, bem como a competência científica, técnica, pedagógica, e organizacional foram os indicadores mais valorizados pelos Professores que classificaram, maioritariamente, a formação de MUITO BOA e EXCELENTE, como aliás se pode comprovar nos Quadros 2 e nos Gráficos 23 a 41 do capítulo que se segue neste Boletim Informativo. Indubitavelmente, a equipa PRESSE demonstrou a sua mestria, empenhamento, profissionalismo ímpar, reconhecido por todos, na condução desta panóplia de turmas de formação que estiveram no terreno. Em suma, esta formação redundou numa mais-valia para os professores porque viram os seus interesses satisfeitos no âmbito do seu desenvolvimento profissional ao terem usufruido da oportunidade de adquirirem uma formação de qualidade, com formadores altamente valorizados nas suas competências, conhecimentos, destrezas e capacidades para gerir as situações mais delicadas do foro da educação para a sexualidade, a par da possibilidade que lhes foi dada (aos docentes) de poderem usufruir de formação creditada, essencial à progressão da carreira e à avaliação de desempenho. Reitero, mais uma vez, o reconhecimento relevante deste projecto e, principalmente, da equipa PRESSE enquanto formadores, pela qualidade e a importância do trabalho realizado, justificando-se, em pleno, também na opinião da Comissão Pedagógica deste Centro de Formação, a continuidade dos projectos de formação desenvolvidos.

Legislação relacionada com a formação com interesse para os docentes das escolas associadas ao CFAE Braga/Sul • 2010-05-24 Determina a continuidade do Programa de Formação Contínua em Matemática para os professores dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico.


9 • 2010-12-31

Segunda alteração ao Estatuto do Aluno dos Estabelece as regras aplicáveis à avaliação do Ensinos Básico e Secundário, aprovado pela Lei desempenho dos docentes que exercem funções n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, e alterado pela de gestão e administração em estabelecimentos Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro. públicos de educação pré-escolar e de ensino básico e secundário, bem como em centros de • 2010-03-16 formação de associações de escolas. Fixa para o ano escolar 2010-2011 a quota de 130 para a concessão de equiparação a bolseiro.

• 2010-12-03

Atribui as classificações e menções • 2010-04-09 qualitativas aos docentes em regime de mobilidade em serviços e organismos da Regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Administração Pública, avaliados nos termos Agosto, que estabelece o regime de aplicação da do sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública, quando educação sexual em meio escolar. o ciclo de avaliação decorra na sua totalidade naquele regime. • 2010-06-14 Define os critérios de reordenamento da rede escolar.

• 2010-11-24

Determina os procedimentos a adoptar na apreciação intercalar dos docentes em • 2010-06-14 exercício de funções de administração e gestão nos agrupamentos de escolas ou escolas não • 2010-07-14 agrupadas e em exercício de funções de direcção dos centros de formação das associações de Apoio financeiro ao Programa de Expansão e escolas. Desenvolvimento da Educação Pré-Escolar. • 2010-10-22 • 2010-11-16 Estabelece a nível nacional os padrões de Define os procedimentos de criação, desempenho docente. alteração e extinção de agrupamentos de escolas e de estabelecimentos da educação pré-escolar, • 2010-09-23 do ensino básico e do ensino secundário da rede pública do Ministério da Educação. Estabelece os critérios a aplicar na realização da ponderação curricular prevista no n.º 9 • 2010-06-14 do artigo 40.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Define os critérios de reordenamento da rede Ensinos Básico e Secundário. escolar, com vista à escolaridade obrigatória de 12 anos para todos os alunos. • 2010-09-20 • 2010-06-09

Estabelece os procedimentos a adoptar nos casos em que, por força do exercício de cargos Parecer sobre avaliação externa das escolas ou funções, não possa haver lugar a observação (2007-2009).

Notícias do Centro

• 2010-09-02


Notícias do Centro

10 de aulas, necessária à progressão aos 3.º e 5.º escalões e à obtenção das menções de Muito Bom e Excelente. • 2010-09-15 Aprova as fichas de avaliação global do desempenho do pessoal docente. • 2010-06-23 Regulamenta o sistema de avaliação do desempenho do pessoal docente da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e revoga os Decretos Regulamentares n.os 2/2008, de 10 de Janeiro, 11/2008, de 23 de Maio, 1-A/2009, de 5 de Janeiro, e 14/2009, de 21 de Agosto. • 2010-05-05 Avaliação de docentes em regime de mobilidade. • 2010-03-19 Determina os procedimentos a adoptar no âmbito da apreciação intercalar. • 2010-06-23 Procede à décima alteração ao Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril. • 2010-11-17 Procede à identificação de domínios de habilitação para a docência em vários graus de ensino. • 2010-10-11 Reconhece como habilitação profissional para o exercício da função docente os cursos de pós-graduação de especialização em Ensino

da Informática e de Ensino da Economia e Contabilidade, ministrados pelo Instituto da Educação da Universidade de Lisboa. • 2010-03-18 Suspende os processos de adopção de novos manuais escolares nas áreas curriculares disciplinares e disciplinas de Língua Portuguesa dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico. • 2010-01-05 É criada a Comissão de Acompanhamento do Programa Mais Sucesso Escolar. • 2010-10-22 Aprova o programa de formação em competências básicas em cursos de educação e formação de adultos ou em processos de reconhecimento, validação e certificação de competências de nível básico • 2010-10-01 Primeira alteração à Portaria n.º 49/2007, de 8 de Janeiro, que define as regras a que deve obedecer o financiamento público dos cursos profissionais de nível secundário. • 2010-09-06 Regula o sistema de certificação de entidades formadoras previsto no n.º 2 do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro. • 2010-08-03 Aprova os modelos de certificados e diplomas obtidos no âmbito dos processos de qualificação de adultos e estabelece que a emissão daqueles certificados e diplomas deve ser realizada através do Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa.


11

Aprova o modelo da caderneta individual de competências e regula o respectivo conteúdo e o processo de registo no regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 396/2007 de 31 de Dezembro. • 2010-02-24 Regulamenta a atribuição de certificação aos formandos que frequentaram, sem terem concluído, os cursos de educação e formação de adultos. • 2010-07-06 Organização do ano lectivo.

Leitura recomendada O Conselho Nacional de Educação lançou em 2010 um relatório muitíssimo esclarecedor sobre “O Estado da Educação 2010 – Percursos Escolares”, cuja leitura não deve ser descurada por nenhum Educador e /ou Professor. A visão do estado da educação em Portugal é de uma acuidade petrificante quer na análise do período que analisa, recorrendo por vezes a comparações com o estado da educação entre 2000, 2008 e 2010, por comparação quase sempre com o estado da educação na Europa para os mesmos períodos, quer nas recomendações que enceta com um pragmatismo acutilante. Centra-se este relatório nos percursos escolares, enquanto processos que ilustram as trajectórias seguidas pela população escolar portuguesa no acesso aos diferentes níveis e graus de ensino, a promoção da equidade tendo em conta os diferentes grupos sociais de origem e a qualidade das aprendizagens realizadas. No sentido da sua caracterização, consideraram-se as seguintes questões orientadoras: “Como se processou a evolução do acesso aos diferentes níveis de ensino em Portugal? Em que medida a escola portuguesa se abriu e integrou novos públicos? Em que medida respondeu aos problemas colocados pelo acesso de novas camadas da população à escola? Qual a qualidade dos percursos escolares?

Qual a evolução do educação.”

investimento na

Recomendam-se, no final do relatório, os objectvos estratégicos delineados para o período até 2020: (i)Tornar a aprendizagem ao longo da vida e a mobilidade uma realidade, (ii) Melhorar a qualidade e a efcácia da educação e da formação, (iii) Promover a igualdade, a coesão social e a cidadania activa e (iv) Incentivar a criatividade e a inovação, incluindo o espírito empreendedor, a todos os níveis de educação e formação.

Notícias do Centro

• 2010-07-08


Formação 2010

12 Formação Realizada em 2010 Ana Paula Vilela Introdução

“a) As escolas mantêm uma relação desigual com as TIC. É necessário reforçar e actualizar o parque informático na maioria das escolas portuguesas, aumentar a velocidade de ligação à Internet e construir redes de área local e eficientes. b) As TIC necessitam de ser plena e transversalmente integradas nos processos de ensino e de aprendizagem, o que implica reforçar a infra-estrutura informática, bem como desenvolver uma estratégia coerente para

A estratégia de Lisboa e o Programa Educação e Formação 2010 definiram para a Europa um conjunto de linhas de orientação com vista à plena integração dos cidadãos europeus na sociedade do conhecimento. O desenvolvimento de competências em tecnologias da informação e da comunicação (TIC) e a sua integração nos processos de ensino/aprendizagem tornaram-se OBJECTIVOS EUROPEUS E NACIONAIS PARA A MODERNIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Figura.1- Retirada da Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007 de 18 de Setembro . anexo I- PTE objectivos incontornáveis dos sistemas de ensino. Em suma, reconhece-se a mudança significativa resultante da globalização e, no âmbito dos objectivos estratégicos estabelecidos para 2010, a União Europeia propõe-se criar condições para uma efectiva preparação dos cidadãos para a utilização das TIC reconhecendo nessas competências, um factor decisivo de integração na economia europeia. Cientes do longo caminho a percorrer, o estudo de diagnóstico do Ministério da Educação (ME) sobre a modernização tecnológica do sistema de ensino em Portugal concluía na célebre Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007 de 18 de Setembro:

a disponibilização de conteúdos educativos digitais e para a oferta de formação e de certificação de competências TIC dos professores. c) As escolas necessitam de um modelo adequado de digitalização de processos que garanta a eficiência da gestão escolar.” Os problemas identificados exigiam uma resposta rápida e eficaz. Nesse sentido e no quadro da estratégia de Lisboa, o XVII governo Constitucional avança com a proposta ambiciosa de colocar Portugal entre os cinco países europeus mais avançados no que concerne à modernização tecnológica do ensino em 2010, através do Plano Tecnológico da Educação.


13 Ainda de acordo com as principais conclusões do estudo de diagnóstico ao actual estado de modernização tecnológica, chegou-se às seguintes conclusões: Com base no estudo diagnóstico efectuado, foram identificados quatro eixos chave de actuação,

LIMITAÇÕES À MODERNIZAÇÃO TECNOLÓGICA DO ENSINO. PRINCIPAIS CONCLUSÕES

Figura nº 2 – Retirada da Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007 de 18 de Setembro . anexo I- PTE EIXOS DE ACTUAÇÃO DO PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO

Figura nº 3 – Retirada da Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007 de 18 de Setembro . anexoIPTE

Formação 2010

É assim que se assume que a integração das TIC nos processos de ensino/aprendizagem e nos sistemas de gestão da escola é condição essencial para a construção da escola do futuro e para o sucesso escolar das novas gerações de Portugueses.


Formação 2010

14 como se demosntra na figura 3 que apresentamos: “A componente de formação visa o reforço das qualificações e a valorização das competências, ultrapassando os vários factores inibidores da modernização tecnológica do sistema educativo, promovendo a utilização das TIC nos processos de ensino/aprendizagem e na gestão escolar, a formação de docentes centrada na utilização pedagógica das TIC e a existência de mecanismos de certificação de competências TIC.” (Portaria nº 731/2009, de 7 de Julho)

Sistemas de Formação e Certificação em Competências TIC A Portaria nº 731/2009, de 7 de Julho criou o sistema de formação e certificação em competências TIC para docentes proposto pela Resolução do Conselho de Ministros nº 137/2007, de 18 de Setembro, com as alterações efectuadas pela portaria nº 224/2010, de 20 de Abril e consequente republicação do anexo I da Portaria nº 731/2009, de 7 de Julho. A primeira portaria referida, tinha como objectivos e passamos a citar: a) Promover a generalização das competências digitais e das competências pedagógicas com o recurso às TIC dos docentes, com vista à generalização de práticas de ensino mais inovadoras e à melhoria da aprendizagem; b) Disponibilizar aos docentes um sistema articulado e coerente de formação TIC, modular, sequencial, disciplinarmente orientado, facilmente integrável no percurso formativo de cada docente e baseado num referencial de competências em TIC inovador, inspiradoras das melhores práticas internacionais. Na senda da primeira portaria publicada, o Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/Sul (CFAEB/S) realizou um apurado levantamento de necessidades de formação efectuado em 2009 pelas escolas associadas ao Centro, com vista a diagnosticar as necessidades de formação no âmbito do que se propunha para a formação PTE (Competências Digitais de nível 1 e 2) e gerir da melhor forma a panóplia de formação cuja execução, tudo indicava, pertenceria aos Centros

de Formação de Associação de Escolas. Para o efeito, construiram-se instrumentos de registo das preferências e necessidades de fomação dos educadores e professores, resultando estes inquéritos numa espécie de uma pré-inscrição para o PTE. Para além do evidente objectivo desta diligência, tínhamos como propósito obviar a gestão de uma eventual candidatura ao POPH que pudesse aparecer em curto espaço de tempo, como aliás aconteceu com a anterior candidatura – tout court, as nossas intenções eram, acima de tudo, sermos previdentes em relação ao futuro, o qual temíamos que chegasse demasiado cedo. Mau grado nosso, no início do ano de 2010, em reunião agendada em Lisboa pela Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE), foi-nos comunicado que só 30% dos docentes em 90%, fariam formação em PTE, no âmbito das Competências Digitais de nível 2, e apenas um único curso de formação de 15h para cada grupo de recrutamento, dando-se a primazia às acções financiadas dos Quadros Interactivos, dado o recente apetrechamento deste material pevisto em todas as escolas do país. A Formação em Competências Digitais de nível 1 não seria financiada e só seria efectuada se as escolas o reclamassem como necessária. Claro que os educadores e professores não perceberam de imediato que o não cumprimento integral do plano de formação PTE se prendia, já na altura, com as verbas previstas para a medida 3.5 do POPH, que todos sabíamos ser insuficientes para suportar tão grande “empreitada” em termos de formação e que o país também já não estava em condições de suprir os custos de formação, cumprindo os prazos estipulados que se íam desvanecendo no tempo, enquanto se tomavam decisões a conta gota. Foi assim que nos primeiros meses do ano efectuamos, conjuntamente com a colaboração imprescindível das escolas, o levantamento de 30% dos docentes em 90%, por grupo de recrutamento, para podermos responder às solicitações emanadas pela DGRHE de não ultrapassar esse número por centro de formação e por redes de centros de formação. Como se pode calcular, foi difícil alguns centros abdicarem da quota disponível que lhes foi atribuída, tendo também, por essa razão, as negociações entre os diferentes centros das redes


15

Acções para pessoal docente, no âmbito do Plano PTE, financiadas pelo POPH Depois de apresentados em sede da Comissão Pedagógica todos os cálculos efectuados pela rede do Minho para que as escolas não ultrapassassem os 30% dos professores em 90%, por grupo de recrutamento, passou-se à negociação entre as escolas do CFAEB/S que diplomaticamente aprovaram o conjunto de acções a submeter em candidatura a financiamento do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), em Maio de 2010. O plano de formação foi então delineado segundo os imperativos do Ministério da Educação, em consonância com os objectivos estabelecidos no regulamento do POPH, no âmbito da tipologia de intervenção 3.5 – Qualificação de Profissionais do Sector da Educação, do Eixo 3 – Gestão e Aperfeiçoamento Profissional, contemplando formação para todos os grupos de recrutamento e relevando todas as acções de formação como área científico-didáctica. É assim que o CFAE Braga/Sul vê aprovadas pelo POPH um total de 8 acções de formação para Pessoal Docente e 29 turmas; o pessoal não docente não esteve sequer sujeito a candidatura ao POPH. Em termos globais, o Centro divulgou as acções

aprovadas pelo POPH directamente às escolas associadas ao Centro de Formação, através da sua página web e da imprensa regional, cobrindo a área geográfica do Distrito de Braga, cumprindose os imperativos da Lei. Dada a dificuldade em estabelecer critérios de selecção para os formandos, a DGRHE aconselhou os Centros a que pedissem a colaboração às escolas associadas no sentido de serem estas a seleccionar os formandos, enviando ao Centro de Formação listas de nomes de docentes efectivos e suplentes que, depois de contactados pelo Centro de Formação, via e-mail, efectuavam a sua inscrição online, imprimiam a ficha de inscrição, confirmavam a veracidade das suas declarações na referida ficha de inscrição junto dos serviços administrativos do agrupamento de escolas/escola não agrupada e entregavam na Direcção da Escola a qual, por sua vez, fazia chegar ao Centro o rol das fichas de inscrição. Os critérios de selecção dos formandos foram definidos por cada escola/agrupamento de escolas segundo as suas lógicas internas, tendo muitas delas em consideração a capacidade dos formandos replicarem a formação auferida aos outros colegas da escola/agrupamento de escolas. Ficou estipulado que o envio das listas dos formandos compreenderia o período de 14 de Junho a 18 de Junho, dada a urgência em iniciar o plano de formação nos primeiros dias de Julho para que se pudessem cumprir, até final do ano lectivo de 2009/2010, os requisitos da formação necessários a uma grande parte dos docentes do CFAE Braga/Sul, para efeitos de avaliação de desempenho docente ou para progressão da carreira. De realçar e louvar o papel criterioso das escolas associadas ao CFAE na recolha e entrega das inscrições ao Centro de Formação, devidamente seleccionados por grupos de recrutamento, facilitando, assim, o trabalho do Centro e viabilizando os desígnios de celeridade partilhados por todos. Nenhuma escola/agrupamento de escolas solicitou ao CFAEB/S formação no âmbito das Competências Digitais de nível 1, até porque muitos professores perceberam que frequentando dois cursos de formação de nível 2, ficariam certificados para as Competências Digitais de nível 1.

Formação 2010

sido morosas e delicadas. Mas lá se conseguiu o consenso e passou-se à fase seguinte: criar uma bolsa de formadores PTE para a rede do Minho e providenciar a organização da formação em rede, as instalações, os recursos disponíveis, estratégias para agilizar processos, prever e minimizar dificuldades quer às escolas associadas que iriam acolher a formação, quer aos formadores, enfim providenciar os menores detalhes para que tudo corresse na perfeição. Sublinhe-se, a este respeito, a prestimosa colaboração das escolas ao disponibilizarem um professor, designá-lo-emos de professor “tutor” da formação, que teve por missão ser o interlocutor directo entre o Centro de Formação e a escola onde iria decorrer a acção, providenciando/monitorizando os recursos físicos e humanos indispensáveis ao sucesso da execução da formação, ao mesmo tempo que acompanhava e avalizava do decorrer da mesma, transmitindo o seu feedback ao CFAEB/S.


Formação 2010

16 Por outro lado, muitos foram os professores que recorreram ao Portal das escolas para solicitarem a equivalência à certificação de Competências Digitais de nível 1, uma vez que tinham frequentado “acções de formação contínua no domínio das TIC, com aproveitamento, no quadro do regime Jurídico da Formação da Formação Contínua de Professores, e correspondentes a 50 horas, cumpridas no período compreendido entre 1 de Janeiro de 2000 e 31 de Agosto de 2009.”( artigo 8º, da Portaria 731/2009, de 7 de Julho) Outros houve que pediram a mesma certificação por validação de competências associadas ou por validação de competências profissionais de acordo com o artigo 8º, da Portaria 731/2009, de 7 de Julho. Não houve adaptações ou alterações ao plano de formação inicialmente aprovado pelo POPH, decorrente de um eventual Pedido de Alteração da Decisão de Aprovação (PADA) efectuado ao POPH. Logo, foram executadas, tal como se previu inicialmente, 8 acções de formação e 29 turmas para pessoal docente (ver quadro 1). Das 29 turmas efectivamente realizadas todas se integraram na área de Prática e Investigação Pedagógica e Didáctica, relevando todas, segundo a certificação do CCPFC, para efeitos de progressão em carreira dos professores dos diferentes grupos de recrutamento, de acordo com o número 3 do artigo 14º do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, constante do novo estatuto da Carreira Docente (ver quadro 1). Todas as turmas funcionaram de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho CientíficoPedagógico da Formação Contínua e dentro dos parâmetros estabelecidos pelas regras de candidatura a financiamento, respeitando as prioridades definidas pelo ME/POPH. Do total das 29 turmas, foram todas realizadas na modalidade de curso de formação (ver quadro 1), tendo-se executado 15 turmas em Julho e 14 turmas entre Setembro e Dezembro, tal como também se pode verificar no quadro anteriormente referenciado. No total das acções estiveram envolvidos 22 formadores, dos quais 4 pertenciam ao quadro das escolas associadas e os restantes a escolas não associadas ao Centro de Formação. Foram ministradas, neste plano de 2010, 435

horas de formação presencial para docentes. Por turma, a média dos formandos rondou os 21 formandos, tendo-se efectuado pedidos de permissão ao CCPFC para executar a formação, em alguns casos, com o número de formandos superior ao estipulado por turma, para a modalidade de curso de formação, como se pode constatar do quadro 1 em anexo. Em termos de espaços físicos, as acções de formação tiveram lugar em diferentes escolas associadas do Centro. Assim, das 29 turmas realizadas nas escolas associadas, seis ocorreram no Agrupamento de Escolas de Maximinos, três na Escola Secundária Alberto Sampaio, três na EB 2/3 de Mosteiro e Cavado, cinco na EB 2/3 de Lamaçães, duas na EB 2/3 de Nogueira, cinco na EB 2/3 de Celeirós, três na EB 2/3 de Real, uma no na EB 2/3 de Cabreiros e, por último, mais uma na EB 2/3 Frei de Tadim. O perfil sócio-profissional dos 606 docentes que frequentaram a formação pode descrever-se do seguinte modo: - a maioria da população de formandos era constituída por elementos do sexo feminino (65,2%); - salienta-se, por ordem decrescente, a frequência das acções por 178 professores que leccionavam o ensino secundário (29,4%), 150 professores que leccionavam o 3º ciclo do ensino básico (24,8%), 114 que leccionavam o 2º ciclo do ensino básico (18,8%), 101 docentes o 1º ciclo do ensino básico (16,7%) e 42 Educadores da Educação PréEscolar, num total de 6,9%, 21 docentes do ensino especial, na ordem dos 3,5%; - relativamente à situação profissional dos formandos, verifica-se que a esmagadora maioria dos formandos pertencia aos quadros dos agrupamentos – 397 (65,5%); 148 pertencem ao quadro de Escola (24,4); 39 ao quadro de Zona Pedagógica (6,4%) e, por último, 22 contratados (3,6%); - é interessante verificar que a média de idades dos professores que frequentaram a formação ronda os 47,5 anos (ver quadro 1). Do total de 606 formandos que frequentaram a formação, ficaram aprovados 605, tendo sido posteriormente certificados. Regista-se apenas a desistência de 1 formando.


17

Como já tivemos oportunidade de referenciar, executámos 29 turmas PTE, das quais damos conta no Quadro 1, onde se pode verificar o número de horas das acções, formadores acreditados que as orientaram, datas da primeira e da última sessão, número de formandos inscritos, número de formandos por género, média de idades dos mesmos, resultados, total de formandos aprovados por acção de formação. As acções de formação PTE, foram avaliadas através de fichas de avaliação fornecidas pela Direcção Geral dos Recursos Humanos e Educativos (DGRHE) cujos resultados, por parâmetros e itens de avaliação de cada turma, encontram-se disponíveis para consulta no Quadro 3 deste Boletim Informativo. Quanto aos relatórios finais de formadores e formandos optou-se, na quase generalidade das turmas, por aplicar um modelo conceptualizado para o efeito pela rede do Minho, de molde a uniformizar procedimentos. Salvo raríssimas excepções, este modelo não foi aplicado em algumas turmas, por razões imperativas decorrentes da organização da própria formação, tendo, por isso, um ou outro formador optado por aplicar dispositivos de avaliação, em alguns casos consentâneos com a tipologia de relatórios em uso no Centro de formação. O quadro 4 dá-nos conta da avaliação geral das acções por parâmetros de avaliação. Nos gráficos nº 1 até ao gráfico nº 21 é possível fazer-se uma análise detalhada, por parâmetro de avaliação, em cada turma de formação, de molde a poder-se comparar resultados entre as diferentes turmas, das diferentes disciplinas, orientadas por diferentes formadores. Retirando casos de raríssima excepção, a média dos resultados está muito acima dos 4 pontos, na escala e 1 a 5, definida pela DGRHE (em que 1 é fraca, 2 satisfatória, 3 Boa, 4 Muito Boa, 5 Excelente), o que salvaguarda, em absoluto, a qualidade da formação considerada pela maioria dos formandos como Muito Boa e até Excelente. O Gráfico 22 dá conta da avaliação global das acções de formação, verificando-se uma avaliação muitíssimo positiva na generalidade das acções. Assim, em 29 acções de formação tiveram a avaliação de Excelente 18% das acções, de Muito

Bom 72,4%, de Bom 6,9% e de Satisfatória 3,4%. De uma maneira geral, na avaliação qualitativa e nos comentários que os formandos fizeram à formação, em geral penalizam, por ordem crescente, a exiguidade do número de horas de formação presencial (15 horas) face aos que lhes foi exigido, tendo em consideração a modalidade de formação – curso de formação. Nesse sentido, e de forma mais acutilante nas acções de formação dos Quadros Interactivos, as opiniões realçam as inúmeras horas de trabalho que tiveram que investir em casa para produzirem os trabalhos apresentados em contexto de formação ou em forma de exercícios práticos a enviar aos formadores. Outra crítica, menos positiva, mas muito recorrente, foi a altura em que decorreu massivamente a formação: o mês de Julho foi muito criticado, principalmente pelos professores do ensino secundário, se bem que os restantes queixaram-se também dos inúmeros afazeres do final do ano lectivo incompatíveis com a formação intensiva após um final de ano em que se sentiam arrasados; por essas razões, consideraram-na de muito tardia, devendo ter ocorrido no início do ano lectivo; O aprofundamento dos temas é também um aspecto muito criticado uma vez que é visto pelos formandos como demasiado exaustivo, tendo em consideração as parcas horas de formação presencial. Corolariamente, há muitos formandos a referirem a falta de tempo para a concretização e articulação dos conteúdos. A lentidão da Internet e as dificuldades de ligação à mesma, foram outros dos aspectos reiterados por alguns formandos, relativamente a certas escolas associadas onde decorreu a formação.

Formação em Contexto O Quadro 2 dá-nos a indicação das acções de formação executadas no âmbito do plano de formação não formal e que foram requeridas pelas escolas associadas ao CFAE Braga/Sul. Apesar dos parcos recursos do Centro de Formação, conseguimos viabilizar esta formação, em alguns casos, com a ajuda pecuniária das escolas, mas só em raríssimas situações (estão nesta categoria unicamente 8 turmas executadas). A maioria das acções foi executada de forma graciosa pelos

Formação 2010

Avaliação das acções PTE financiadas pelo POPH


Formação 2010

18 formadores existentes nas diferentes escolas, muitos dos quais contratualizaram, dentro do regime de autonomia que as escolas auferem, de algumas contrapartidas que os pudessem ressarcir das muitas horas de investimento na preparação, execução e avaliação da formação. Privilegiou-se, assim, uma formação entre pares, a qual resultou para a maioria das escolas em uma mais-valia apreciável. Por outro lado, conseguimos ofertar muita formação aos professores associados não ultrapassando a letra da Lei, isto é, a consagração da gratuitidade da formação como um direito e um dever dos formandos, cumprindo escrupulosamente as referências legislativas da Lei de Bases do Sistema Educativo e do Estatuto da Carreira Docente (realizamos 19 turmas seguindo o critério descrito). A acção “Promover a Autonomia na Aprendizagem com Recurso às TIC” (referenciada como F5, no Quadro nº 2) foi financiada pelo Ministério da Educação em função do Projecto do Agrupamento de Escolas de André Soares ter sido aprovado pela Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC). De entre este rol de acções de formação, destacamos, pela acualidade e pertinência, as seguintes acções de formação, as quais passamos a elencar. Em estreita colaboração com Universidade do Minho e a pedido de algumas escolas associadas ao CFAE Braga/Sul, realizaram-se mais duas turmas da oficina “Auto-Avaliação de Escola” -Projecto de Avaliação em Rede (PAR), de 25 horas presenciais e 25 horas não presenciais, com início em Setembro e Outubro de 2010, no agrupamento de escolas de Lamaçães, agrupamento associado ao CFAE Braga/Sul. Estas oficinas de formação foram orientadas pela Dr. Maria João Vieira de Freitas, com a colaboração da equipa do PAR, nomeadamente pelos eméritos Doutores Maria Palmira Carlos Alves e José Carlos Benardino de Carvalho Morgado, ambos da Universidade do Minho e com a colaboração do Doutorando Serafim Manuel Teixeira Correia, no âmbito do Projecto PAR. Esta é a terceira edição deste projecto que começou em 2008, também com duas turmas da referida oficina de formação, orientadas

pelo formador Serafim Manuel Teixeira Correia e com a colaboração dos mesmos formadores da Universidade do Minho anteriormente enunciados. Nestas oficinas de formação pretendeu-se abarcar todas as nossas escolas associadas que aderiram ao projecto, com a primordial finalidade de se criar uma comunidade de aprendizagem que desenvolva um dispositivo de auto-avaliação contextualizado, permitindo o desenvolvimento de aprendizagens significativas, úteis, entre outras, à melhoria do processo de desenvolvimento curricular. As escolas que não quiseram aderir inicialmente ao projecto, solicitaram, mais tarde, ao CFAE B/S, uma oficina de formação de curta duração (15h) que os integrasse na problemática da Auto-Avaliação de Escola, a saber “A Construção de Quadros Referenciais para o Desenvolvimento da AutoAvaliação de Escola”. É ainda possível verificar no Quadro nº 2 a relevância que foi dada aos desígnios de formação do Ministério de Educação em áreas consideradas basilares para o desenvolvimento do sistema educativo como, por exemplo, as inúmeras acções que desenvolvemos no âmbito dos novos programas de Matemática para o 1º e 2º ciclos do ensino básico, de acordo com o Despacho8783/2010. Na senda do que temos vindo a afirmar, as acções no âmbito do “Novo Programa de Português do Ensino Básico”, de molde a dotar os docentes de novas competências que os habilitem para a docência da disciplina. O mesmo se pode afirmar em relação às acções de formação no âmbito da educação sexual, também de acordo com a recente legislação que consagra a obrigatoriedade de implementar nas escolas as temáticas que lhe são inerentes, de acordo com a Portaria n.º 196-A/2010, a qual regulamenta a Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto, que estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar. Acções relacionadas com a administração e organização escolar foram também contempladas neste plano de formação não financiado, a saber, formação para Directores e orgãos de administração e gestão escolar, acção D5 “O Papel do Director de Escola/agrupamento de Escolas no Novo Modelo de Administração e Gestão Escolar, introduzidos pelos normativos Legais.” As estruturas de Gestão intermédias também não foram descuradas com a acção D01, “A Construção da Autonomia Escolar: do Projecto Educativo ao


19

Avaliação das acções não Financiadas pelo POPH O quadro nº 5, referente à avaliação das acções do plano não formal e não financiado, dá-nos conta dos aspectos valorizados pelos formandos relativamente aos diferentes parâmetros considerados, numa escala de 1 a 5. Como se pode verificar no referido quadro, maioritariamente os formandos expressam uma opinião positiva na quase totalidade dos parâmetros, exceptuando-se alguns casos pontuais cujas opiniões não são de todo coincidentes, fruto, eventualmente, de dinâmicas menos conseguidas ou de aspectos que têm a ver com a forma como a questão está formulada ou ainda com a especificidade da acção e dos participantes. No que se refere à avaliação das acções, o Centro de Formação continuou a investir nos seus dispositivos de avaliação interna, aplicando dois questionários a formandos (de avaliação da acção e dos formadores) e um questionário a formadores. Para além destes dispositivos, aplicou-se uma ficha individual de auto-avaliação dos formandos relativa à classificação quantitativa esperada para os grandes critérios de avaliação obrigatórios, definidos em reunião da Comissão Pedagógica do Centro de Formação, e para os indicadores negociados entre formador e formandos de acordo com o contexto dos conteúdos da formação. Esta ficha, preenchida pelos docentes/formandos, foi posteriormente complementada com os dados da classificação quantitativa propostos pelo formador aos formandos, acessível para consulta e apreciação quer do Consultor de Formação, quer da própria Comissão Pedagógica do Centro de Formação. Pretendeu-se, assim, continuar a dar resposta aos imperativos do novo Estatuto da Carreira Docente no que diz respeito à obrigatoriedade de avaliar quantitativamente o desempenho dos docentes nas acções de formação frequentadas. Procurou-se ainda recolher a opinião dos formandos relativamente à “consecução dos objectivos” propostos, à “adequação das metodologias” utilizadas (quer na componente teórica quer na componente prática), à “profundidade na abordagem dos conteúdos” da formação, à “participação

dos formandos”, à satisfação relativamente às “expectativas iniciais”, à “contribuição da formação para a melhoria da actividade profissional”, à “aquisição de conhecimentos” e “partilha de experiências”, à “adequação da duração da acção”, da “gestão dos recursos materiais”, da “modalidade da acção” e das “instalações” onde decorreu a formação. Questões do tipo “estímulo à reflexão crítica sobre temas e realidades que os formandos não davam atenção”, “motivação para a inovação” e “investigação”, ajuda ao “desenvolvimento de competências pedagógicas” e “reforço da consciência profissional dos formandos” foram igualmente itens previstos nos instrumentos de avaliação aplicados. Pretendeu-se ainda recolher dados quantitativos e qualitativos relativamente à opinião dos formandos sobre os aspectos mais relevantes (positivos e menos positivos) da acção de formação frequentada, sobre a avaliação global da acção e ainda sugestões diversas para futuras acções de formação. Aos formadores pediu-se também uma avaliação relativamente aos mesmos parâmetros, exceptuando os aspectos que se prendem com a avaliação da competência do formador. Aos formadores e formandos exigiu-se ainda um relatório sobre o desenvolvimento da acção. O quadro 6 apresenta-nos o resultado da avaliação do desempenho dos formadores, efectuada pelos formandos das diferentes acções de formação. Os aspectos avaliados foram a “competência científica” e “pedagógica” dos formadores, a adequação da “metodologia utilizada”, a “clareza, actualização e pertinência” da informação prestada, a adequada “preparação das sessões”, o “clima” criado na formação, a utilização adequada dos “recursos materiais”, a “capacidade de envolvimento dos formandos” na formação e a “motivação para a emergência de novos projectos de aprofundamento” das acções. Ainda no quadro 6, nos casos em que a acção foi orientada por dois formadores, estão registadas as avaliações de forma separada para cada um dos formadores. O CFAE Braga/Sul pretendeu continuar assim a incorporar o parecer de alguns formadores que opinaram no sentido da avaliação ser diferenciada para cada um dos formadores. Verifica-se, pela análise do quadro

Formação 2010

Projecto Curricular”.


Formação 2010

20 6, uma opinião globalmente muito positiva em todos os parâmetros de avaliação dos formadores. Através dos gráficos números 23 a 41 é possível fazer-se uma análise detalhada, por parâmetro de avaliação, em cada turma de formação, de molde a poder-se comparar resultados entre as diferentes turmas, das diferentes disciplinas, orientadas por diferentes formadores. Nesses gráficos, a acção F5 não aparece representada uma vez que, à data de publicação deste Boletim, ainda se encontrava em execução. Sublinhe-se a Excelência da formação patente nestes gráficos através da pontuação auferida pela quase totalidade das acções: 7 acções pontuadas de “Excelente” e 20 de “Muito Bom” . A acção de formação menos valorizada pelos formandos, apenas classificada com “Bom”em alguns dos parâmetros, prendeu-se sobretudo com a exiguidade do número de horas presenciais da Oficina de formação (15 horas) que os formandos consideram insuficientes face às exigências da profundidade das temáticas abordadas, aliás como se constata do gráfico nº 29, referente à “Adequação da Duração da Acção,” como que a colocar o ‘dedo na ferida’, justificando-se assim as restantes pontuações; todavia, a classificação de “Muito Bom” nos restantes parâmetros mostra a satisfação plena dos formandos nesta oficina de formação que não deixaram de manifestar a sua opinião que foi “Muito Boa” mas que, contudo, precisavam de mais formação Relativamente à avaliação global das acções de formação realizadas, mas não financiadas, constatase, através da leitura do Gráfico nº 42, a grande satisfação dos formandos que classificaram as acções de “excelente” (33,3%), “muito boa” (51,9%), “boa” (14,8%), não se confirmando avaliações inferiores. Este gráfico permite ainda sintetizar a informação anterior pela apresentação das médias de cada acção, denotando que, em termos globais, os participantes avaliam as diversas acções de formação entre 3,7 e 4,8. Procurou-se, como já tivemos oportunidade de afirmar, recolher dados qualitativos relativamente à opinião dos formandos sobre os aspectos mais relevantes (positivos e menos positivos) da acção de formação frequentada, através de perguntas claras e abertas constantes do questionário distribuído aos formandos, relativo à avaliação da acção de formação. Os aspectos positivos mais sublinhados

pelos formandos nas acções de formação prendemse, invarialvelmente, com a competência dos formadores, a organização da formação e a aplicabilidade prática dos conceitos, estratégias e recursos passíveis de implementação na sala de aula; a inovação das estratégias/recursos de ensino/ aprendizagem pela utilização de novos recursos pedagógico-didácticos. No tocante aos aspectos menos positivos referidos pelos formandos, salienta-se: - a duração da acção - um pouco curta nalguns casos para a imensidão de conteúdos e trabalhos exigidos, em outros casos excessivamente longa para o período em que decorreu a acção. De uma maneira geral, os formandos valorizaram a formação que frequentaram tendo, insistentemente, manisfestado o seu apreço pela formação em si e pela oportunidade da mesma, referindo a contextualização da formação nas necessidades de formação sentidas pelas escolas e pelos formandos. A corroborar o que acabamos de afirmar, os excelentes trabalhos e recursos pedagógicos didácticos que foram apresentados pelos formandos nas diferentes acções de formação e que, com toda a certeza, vão redundar em uma mais valia para a prática lectiva destes professores e para a aprendizagem dos seus alunos. O quadro 7 que a seguir apresentamos sintetiza, de forma precisa, o número de acções de formação executadas que foram financiadas pelo POPH e/ ou pelo Ministério da Educação, as inúmeras acções que decorreram em contexto de Escola/ agrupamento de Escola e que não foram financiadas e o reduzido número de acções financiado pelas próprias escolas. No total, fizeram formação 1171 formandos, para 1715 horas de formação presencial e não presencial que foram executadas.

Outras respostas formativas LANÇAMENTO DE BOLETIM INFORMATIVO Nº16 E LIVRO SEXUALIDADE E EDUCAÇÃO No dia 18 de Março de 2010, no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, pelas 18 horas, assistiu-se ao lançamento do Boletim Informativo nº 16, Formação ao Centro, e


21

FORMAÇÃO - NÚMERO DE TURMAS EXECUTADAS Financiada Financiada Auto-formação F o r m a ç ã o Formação paga - Total de (O.E / (Escolas) paga pelos d i n a m i z a d a Projectos do ME Turmas POPH) formandos sem encargos

29 Quadro nº 7

8

0

19

do livro“Sexualidade e Educação” que integra a colecção do Centro de Associação de Escolas Braga/Sul Cadernos, Escola e Formação. A sessão de abertura do evento contou com a participação dos responsáveis pela formação da DREN, com particular relevância para a eloquente intervenção da Dr. Conceição Gusmão, principal responsável pelo Gabinete de Formação da DREN, a qual sublinhou o valioso contributo do CFAE Braga/Sul na formação de professores ao longo da sua existência. Passou-se de imediato à apresentação do Boletim Informativo nº 16, Formação ao Centro, a cargo do ilustre Professor Doutor Almerindo Janela Afonso, do Instituto de Educação da Universidade do Minho, o qual relevou a importância desta publicação que tem resistido às vicissitudes dos tempos, destacando, a natural simbiose, sempre presente no Boletim Informativo, entre os teóricos e os práticos da educação, constituindo, na sua opinião, uma mais valia na formação dos educadores e professores. Seguiu-se um pequeno interlúdio preenchido com um sketch teatral, “Mudar é Preciso”(adaptado do texto de “Meninos de Todas as Cores” de Luísa Ducla Soares), a cargo do grupo de teatro do agrupamento de escolas de Lamaçães, encenado pela Drª Helena Gonçalves e que, curiosamente, abordava muitas das temáticas em torno da educação sexual, como que a introduzir a apresentação do livro que se seguiu.

1

57

F o r m a n d o sHoras de Formação Abrangidos Presenciais + Não Presenciais

1071

1715

dada aos valores universais, ao apreço pelos traços distintivos da identidade sexual de cada um, despertando-os para as dimensões ética e artística da vida e para a curiosidade e a aventura

Formação 2010

O evento foi então marcado pelo lançamento do livro “Sexualidade e Educação”, da autoria de Judite Zamith Cruz, organizado por Ana Paula Vilela, Directora do CFAE Braga/Sul, e que integra a colecção do Centro de Associação de Escolas Braga/Sul Cadernos, Escola e Formação. A apresentação do livro foi da responsabilidade da Doutora Zélia Caçador Anastácio, também do Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho que relevou a sua importância pelo conjunto de recursos didácticos que ali se apresentam, propiciando-se uma correcta aquisição dos saberes fundamentais sobre a sexualidade, o desenvolvimento harmonioso dos alunos pela abertura que é


Formação 2010

22 da descoberta sistemática - são estes, aliás, os pilares sobre que repousam o sucesso de todo o processo educativo. Neste sentido, destacou o objectivo primordial do livro, o qual pretende fazer a simbiose entre diversas dimensões passíveis de abordagem

na educação sexual, sempre com propósitos pedagógicos e que impliquem também a abordagem de uma outra faceta d a educação sexual: a implícita/inconsciente, a que se agarra ao modo de viver e que decorre do ambiente familiar, da conversa com os amigos, dos contactos sociais, propiciando-se os dois modos de desenvolvimento nas crianças e adolescentes – o cognitivo e o simbólico. Facilita-se ainda o conhecimento da informação disponível através de um CD ROM que contém as imagens desta edição e que podem ser utilizadas de forma interactiva, narrando-se as interpretações que se oferecem para as mesmas. Confia-se assim ao professor a selecção dos materiais mais apropriados a si mesmo, aos alunos, à escola e ao contexto em que se encontra.

Seminário Ibérico O Programa “Onde se Encontra a diferença”, integrado na Semana Dedicada à Pessoa Com

Deficiência, organizado pelo agrupamento de Escolas Oeste da Colina [agora mega agrupamento agregado à escola Secundária de Maximinos e agrupamento de escolas de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP)] e pela Escola Secundária Carlos Amarante realizou-se entre 31 de Maio a 4 de Junho. O leque das vastíssimas e diversificadas actividades marcaram as escolas e a cidade, até porque algumas delas foram integradas na comunidade local. Os responsáveis pelo evento contaram com a colaboração do Centro de Formação de Associação de Escolas Braga/ Sul, o qual organizou e executou um curso de formação com 25horas presenciais, designado “Os Percursos do Aluno em Educação Especial – o ser Criança, Jovem e Adulto”. Das 25 horas da acção de formação faziam parte 7 horas e 30 minutos que estavam integradas no Seminário Ibérico que se realizou no dia 4 de Junho de 2010 e contou com a presença de ilustres convidados como, por exemplo, Mestre Joaquim Herrera da Organización Nacional de Ciegos Españoles (ONCE), Drª Maria Jesus Goméz da (ONCE), Drª Leonor Moniz Pereira da Faculdade de Motricidade Humana (FMH), DRª Sofia Santos (FMH), Prof. Doutora Ana Maria Serrano da Associação Nacional de Intervenção Precoce (ANIP), Psicóloga Sónia Dias do Arupamento vertical Oeste da Colina (AVEOC), Terapeuta Marta Samúdio, Prof. Doutor Moura e Castro, entre outros. O seminário Ibérico redundou em sucesso perentoriamente expresso na avaliação do mesmo, tendo também contribuído para enriquecer o curso de formação supracitado.

Sessão de Esclarecimento O CFAE Braga/Sul colaborou, com o agrupamento de Escolas de Maximinos, na organização de uma sessão de esclarecimento sobre “As Alterações Introduzidas ao Estatuto do Aluno”, a qual decorreu na Escola EB 2/3 de Maximinos no dia 15 de Setembro de 2010, pelas 17 horas. A apresentação da temática ficou a cargo da prestigiada advogada Drª Susana Marques da Costa, a qual pacientemente respondeu de forma esclarecedora a todas as dúvidas de Pais/Encarregados de Educação e Professores suscitadas pelo recente regulamento, tendo a plateia manifestado o seu contentamento pela realização do evento.


23

Formação 2010


das acções de competências em TIC nível 2.

Emissão de cerificados das acções concluídas em 2010 Emissão de certificados

Emissão de certificados de competências em TIC nível 1.

Emissão de Certificados de cometências em TIC Emissão de certificados nível 1 das acções do percurso formativo em competências TIC nível 2.

Relatórios das acções PTE; Avaliação das acções PtE

Levantamento das necessidades de formação dos Professores Lançamento do livro Recolha das escolas Sexualidade e Educação e de Dados do boletim informativo nº16 associadas p a r a formação no âmbito Criação de bolsa Acções de de formadoress do PTE Formação PTE n ã o Seminário Onde se Encontra a diferença f i n a n c i a d a de acordo PTE - 15 acções com o de 15 horas cada quadro nº 2 constante n e s t e Boletim Sessão de Informativo esclarecimento : Estatuto do aluno: PTE - 14 acções de 15 horas cada

Dezembro

Novembro

Outubro

Setembro

Agosto

Julho

Junho

Mai0

Abril

Março

Fevereiro

Janeiro

Formação 2010

24

Plano de Actividades

O Plano de Actividades que a seguir apresentamos mostra, em jeito de síntese, as actividades que o Centro de Formação desenvolveu ao longo do ano de 2010 e que acabamos de esmiuçar neste capítulo relativo à formação realizada. Plano de Actividades 2010


07-Jul-10

última Sess

20

15-Jul-10

19

21

21

20

21

F

18

M

F

M

F

F

M

F

M

M

F

M

F

M

F

18

3

17

3

18

3

6

15

3

16

19

2

15

5

2

total

M

género

43,5

Aprovados

Aprovados 20

47,4

Aprovados

Aprovados

21

20

21

21

19

21

20

47,7

Aprovados

49

Aprovados

Aprovados

50,8

46,0

46,3

Totais

Aprovados

Resultados

45,5

Média de Idades

Formação - 2010

01-Jul-10

12-Jul-10

12-Jul-10

1ª sess

EB 2,3 Celeirós

EB 2,3 Lamaçães

01-Jul-10

14-Jul-10

Local

José Alberto Leite da Silva

20

Formador

C15

07-Jul-10

Designação / Destinatários (GR)

Código

CF

01-Jul-10

15

EB 2,3 Mosteiro e Cávado

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico José Alberto Leite da Silva

E1A C15

CF

15-Jul-10

CF

15

08-Jul-10

15

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico

EB 2,3 Nogueira

14-Jul-10

E1B

José Alberto Leite da Silva

08-Jul-10

CF

EB 2,3 Real

05-Jul-10

Candido José Gomes da Silva Leite

Carla Maria Gonçalves Bezerra Martins Gandra

EB 2,3 Frei Caetano Brandão

21

C15

EB 2,3 Lamaçães

15

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico

José Alberto Leite da Silva

10-Set-10

E1C

C15

06-Set-10

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico

EB 2,3 Frei Caetano Brandão CF

E1D

José Alberto Leite da Silva 15

CF

C15

Carla Maria Gonçalves Bezerra Martins Gandra

Fernanda Maria Lobo Monteiro

C15

C15

C15

15

CF

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico

15

CF

E1E

15

E2

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem da Língua Portuguesa

Duração

E3B

Ensino e Aprendizagem com TIC nas Necessidades Educativas Especiais

Inscritos

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem da Língua Portuguesa

Área / Domínio

E3A

Modalidade

25 ◊ Quadro 1 - Acções de formação financiadas pelo POPH realizadas pelo pessoal docente em 2010


Código

Designação / Destinatários (GR)

E5B

E5A

E4C

E4B

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem da Matemática

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino /Aprendizagem da Matemática

Quadros Interactivos de Multimédia no Ensino/Aprendizagem da Matemática

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Línguas Estrangeiras

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Línguas Estrangeiras

Modalidade

15

15

15

15

15

15

15

CF

CF

CF

CF

CF

CF

CF

15 CF

Duração

Formador

Local

1ª sess

20

21

M

1

3

1

20

19

M

F

F

M

17

5

43,1

50,7

49,3

47,0

49,2

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

última Sess

05-Jul10

09-Jul-10

Maria Fernanda Areal Vaz

F

M

9

12

5

15

7

14

8

13

49,6

17 50,4

EB 2,3 Celeirós

06-Jul-10

06-Set-10

C15

22

M

F

M

F

M

F

M

F

Aprovados

20 F

EB 2,3 Frei Caetano Brandão

02-Set-10

10-Set-10

21

20

21

21

Resultados

51,3

09-Jul-10

EB 2,3 Mosteiro e Cávado

08-Set-10

10-Set-10

C15 Isilda Maria da Silva Pinto

Luis Jorge Parente Viana

EB 2,3 Nogueira

07-Set-10

Isilda Maria da Silva Pinto

Maria Isabel Alves Teixeira Leite

EB 2,3 Real

C15

C15

Maria Isabel Alves Teixeira Leite

14-Jul-10

C15

06-Jul-10

27-Set-10

26-Out-10

EB 2,3 Celeirós

01-Set-10

09-Out-10

EB 2,3 Cabreiros

Esc. Sec. Maximinos Vitor Jaime Ramos Magalhães Monteiro Ana Catarina Gomes Lage Ladeira Simão Ana Catarina Gomes Lage Ladeira Simão

Média de Idades

total

Maria Isabel Alves Teixeira Leite

C15

C15

género

Inscritos

C15

Área / Domínio

Formação - 2010

E5C

Quadros Interactivos Multímédia no Ensino/Aprendizagem das Humanidades e Ciências Sociais

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Línguas Estrangeiras

E6A

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Humanidades e Ciências Sociais

E4A

E6B

26

◊ Quadro 1 - Acções de formação financiadas pelo POPH realizadas pelo pessoal docente em 2010

21

21

20

21

22

21

20

20

Totais


Local

1ª sess

F

17

M

F

F

M

M

F

F

M

M

F

M

F

M

F

13

9

11

10

11

10

9

13

16

5

13

12

12

7

3

total

M

género

50,7

42,5

50,8

40,1

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

20

45,8

Aprovados

Aprovado

Desistiu

50,7

22

21

1

20

22

21

25

19

51,3

Totais

Aprovados

Resultados

50,3

Média de Idades

Formação - 2010

Formador

última Sess

Designação / Destinatários (GR)

Código

David Wilson de Macedo e Moura Azevedo

Carla Alexandra Fernandes Mota

20

C15

08-Jul-10

CF

06-Jul-10

15

EB 2,3 Real

E6C

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Humanidades e Ciências Sociais

10-Set-10

Manuel José Novais Malheiro Figueira de Sousa

Celso Manuel Pereira Lima

22

21

21

22

21

25

19

06-Set-10

12-Jul-10

C15

EB 2/3 Lamaçães

07-Jul-10

30-Set-10

CF

EB 2,3 Tadim

20-Set-10

15

Antonio José Valente Pinto

Esc. Sec. Alberto Sampaio

11-Set-10

E6D

C15

Carlos Justo Machado

02-Set-10

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Humanidades e Ciências Sociais

C15

EB 2,3 Lamaçães

06-Jul-10

Pedro Delmar Rodrigues Pimentel da Cruz

01-Jul-10

C15

CF

CF

Esc. Sec. Maximinos

11-Set-10 Paulo Eduardo de Oliveira Santos Marques Adriano Fernando Ramos Oliveira

Adriano Fernando Ramos Oliveira

14-Set-10

03-Set-10

C15

C15

08-Set-10

Inscritos Esc. Sec. Alberto Sampaio

EB 2,3 Lamaçães

15

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Humanidades e Ciências Sociais 15

CF

CF

CF

Pedro Delmar Rodrigues Pimentel da Cruz

E6E E6F Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Artes e Expressões

15

15

15

C15

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Humanidades e Ciências Sociais

E7A

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Artes e Expressões

CF

E7B

15

E7C

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Artes e Expressões

Área / Domínio

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Artes e Expressões

Modalidade

E7D

Duração

27 ◊ Quadro 1 - Acções de formação financiadas pelo POPH realizadas pelo pessoal docente em 2010


E8C

E8B

E8A

Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Ciências Experimentais

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Ciências Experimentais

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem das Ciências Experimentais

Designação / Destinatários (GR)

15

Código

E9A Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico

23-Set-10

01-Jul-10

05-Jul-10

04-Nov-10

08-Jul-10

última Sess

20

CF

Esc. Sec. Alberto Sampaio

1ª sess

João Manuel Esteves Dias de Andrade

EB 2,3 Frei Caetano Brandão

01-Jul-10

30-Nov-10

CF

Formação - 2010

José Alberto Leite da Silva

Local

C15

Pedro Nuno Moreira Brandão

EB 2,3 Celeirós

02-Nov-10

16-Dez-10

C15

Formador

CF

Vitor Manuel Barroso Martins

EB 2/3 Mosteiro e Cávado

04-Nov-10

CF

Aprovados: 605

Desistentes: 1

21

21

23

21

C15

José Alberto Leite da Silva

EB 2/3 Celeirós

Inscritos

CF

C15

Área / Domínio C15

Modalidade

Formandos: 606

20

15

15

15

E9B

Totais:

Duração

28

◊ Quadro 1 - Acções de formação financiadas pelo POPH realizadas pelo pessoal docente em 2010

F

12

F

M

F

M

F

M

M

13

8

20

3

21

0

0

21

47,4

47,9

42,3

40,0

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Aprovados

Resultados

20

Totais

21

21

23

21

50,1

Média de Idades

Não Aprovados: 0

F

8

total

M

género


Código

D01 D02

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - A Exploração Didática no 1º Ciclo

24-Fev-10

05-Mai-10

última Sess

16

Escola Básica 2,3 Frei 19-Mai-10 Caetano Brandão

Esc. Sec. Maximinos

Colégio Dom Diogo de Sousa

EB 2/3 Mosteiro e Cávado

06-Set-10

21-Mai-10

14-Jul-10

15-Abr-10

29-Nov-10

20-Out-10

22-Jun-10

16-Jul-10

26-Jul-10

08-Jul-10

1ª sess

EB 2/3 André Soares

Colégio D. Diogo de Sousa

18-Out-10

B01

C13

Maria Helena Carvalho Ferreira

Diana Oliveira Santos

Maria do Rosário Pereira Cardoso dos Anjos

Ricardo Filipe Campos Poças

Alexandre Amoedo da Cruz Lourenço

Ricardo Filipe Campos Poças

EB1 S. Lázaro

C05

C05

Laura Alexandra Barreiro

Local

Paulo Manuel Jorge dos Reis

22-Mar-10

OF

D12

15

15

16

30

30

18

20

M

3

F

M

F

M

M

F

M

F

M

F

M

F

M

F

F

M

18

2

17

1

27

3

15

15

9

7

12

3

1

14

7

15

13

total

F

género

46,7

49,6

Aprovado

Aprovado

Aprovado

16

Desistiu

Desistiu

Não Aprovado

45,4

48,8

Aprovado

Aprovado

Aprovado

35,5

39,8

-

Aprovado

-45,2

17

29

29

13

1

2

2

13

15

22

47,3

Totais

Aprovado

Resultados

41,9

Média de Idades

Formação - 2010

D03B Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - Exploração Didáctica no 2º e 3º Ciclos

25

OF

Formador

C03

22-Fev-10

Designação / Destinatários (GR)

CE

EB 2/3 de Celeirós

25 Serafim Manuel Teixeira Correia

08-Jul-10

A Construção da Autonomia Escolar: do Projecto Educativo ao Projecto Curricular

D4 O Papel do Director de Escola/Agrupamento de Escolas no Novo Modelo de Administração e Gestão Escolar, Introduzido pelos Normativos Legais

25

22

B02

14-Abr-10

OF

EB 2/3 Mosteiro e Cávado

15

Ricardo Filipe Campos Poças

OF

C05

25

D5

Os Percursos do Aluno em Educação Especial - O Ser Criança, Jovem e Adulto

A Construção de Quadros Referenciais para o Desenvolvimento da Auto-Avaliação de Escola Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - A Exploração Didáctica no 1º Ciclo

D6

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - A Exploração Didática no 1º Ciclo

D03A

Ricardo Filipe Campos Poças

OF

C05

25

D7

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (1º Ciclo)

CF

OF

F1A

25

25

Inscritos

CF

Área / Domínio

20

Modalidade

Duração

29 ◊ Quadro 2 - Acções de formação não financiadas realizadas pelo pessoal docente em 2010


Código

Formação - 2010

última Sess

1ª sess

14

Local

23-Fev-11

Formador

22-Dez-10

Designação / Destinatários (GR)

EB 2/3 Cabreiros

D12

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

OF

22-Fev-11

25

20-Dez-10

25-Nov-10

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (1º Ciclo)

F1C

EB 2/3 de Cabreiros

19-Out-10

Inscritos

20

20

20

13

D12

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

EB 2/3 de Lamaçães

18-Nov-10

OF

Leonel Lusquinhos

21-Out-10

25

F1D

Actuacção Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (1º Ciclo) D12

EB 2/3 de Celeirós

OF

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclo)

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

25

F2A

D12

OF

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclo)

16-Nov-10

25

F2B

19-Out-10 OF

D12

25

F2C

Área / Domínio

EB 2/3 de Celeirós

Modalidade

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Duração

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclo)

30

◊ Quadro 2 - Acções de formação não financiadas realizadas pelo pessoal docente em 2010

M

1

F

M

M

F

M

F

F

M

4

16

14

6

14

6

5

8

13

total

F

género

49,6

--

--

39,0

44,0

45,2

-

-

-

-

-

-

-

Totais

-

Resultados

46,8

Média de Idades


Código

F2D F2E F2F

Local

1ª sess

21

20

21

21

20

F

14

M

F

F

M

M

F

F

M

M

F

M

F

6

14

18

3

5

16

16

4

4

17

14

4

3

total

M

género

44,9

46,8

42,8

38,6

44,1

46,1

42,1

Média de Idades

Resultados

Totais

Formação - 2010

Formador

última Sess

Designação / Destinatários (GR)

17

Ana Paula Gonçalves Ferreira

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

17-Nov-10

D12

20-Out-10

OF

EB 2/3 Cabreiros

25

19-Nov-10

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

22-Out-10

D12

D12

Sofia Damiana Pires de Jesus

18

EB 2/3 Cabreiros

Inscritos

D12

21-Dez-10

OF

23-Nov10

15-Dez-10

25

E B 2/3 de Tadim

03-Nov10

19-Jan-11

OF

EB 2/3 Mosteiro e Cávado

15-Dez-10

25

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos) Actuação Docente na Educação para a sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. 2º e 3º Ciclos)

"Esc. Sec. Maximinos aximinos"

OF

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

06-Jan-11

25

F2G

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos) D12

25-Nov10

OF

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

EB 2/3 Frei Caetano Brandão

20

F2H

Sandra Maria Martins Duarte Mendes OF

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

D12

25

F2I

06-Dez-10

OF

D12

25

F2J

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

08-Nov10

Área / Domínio

EB 2/3 Frei Caetano Brandão

Modalidade

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Duração

31 ◊ Quadro 2 - Acções de formação não financiadas realizadas pelo pessoal docente em 2010


Código

F2L

Designação / Destinatários (GR)

F4B

F4A

Promover a autonomia na aprendizagem com recurso às TIC

Auto-Avaliação de Escola

Auto-Avaliação de Escola

EB 2/3 de Nogueira

09-Nov10

16-Dez-10

última Sess

21

EB 2/3 André Soares

25-Nov-10

16-Nov-10

29-Jan-11

27-Jan-11

26-Abr-11

1ª sess

Laura Alexandra Barreiro

02-Fev-11

EB 2/3 Mosteiro e Cávado

04-Dez-10

Desistentes:

Colégio D.Diogo de Sousa

Local

D12

27-Out-10

Nelson Manuel Ferreira

José Carvalho de Sousa

José Alves Barroco

Flávia Vieira

Manuel Sousa

Paulo Dias

Lia Raquel Oliveira

Maria Alfredo Moreira

Formador

OF

EB 2/3 de Lamaçães

05-Fev-11

22

Orlando Eduardo Von Doellinger Martins

02-Out-10

C05

D12

Aprovados:

35

31

21

18

15

20

C05

EB 2/3 de Lamaçães

29-Jan-11

OF

Maria João Vieira de Freitas

25-Set-10

24 B02

EB 2/3 de Lamaçães

OF

Maria João Vieira de Freitas

25 B02

OF

CF

CF

25

30 25

Formandos:

C15

Inscritos

CF

Área / Domínio

25

Modalidade

Duração

Formação - 2010

F5

Os Novos Programas de Português do Ensino Básico

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos) O Novo Programa de Português do Ensino Básico - o Desafio de uma Nova Prática Docente.

F6

Como Actuar em Caso de Emergência na Escola - Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida

F3

F7 Totais:

32

◊ Quadro 2 - Acções de formação não financiadas realizadas pelo pessoal docente em 2010

18

F

M

F

M

M

F

F

M

F

M

F

16

4

7

8

6

12

20

1

6

25

29

6

46,1

-

-

45,6

46,1

43,9

44,2

38,6

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

Totais

-

Resultados

45,0

Média de Idades

Não Aprovados:

M

3

F

total

M

género


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH

33 E1E E2 E3A E3B

Quadros Interac- Quadros InteracEnsino e Apren- Ensino e Aprendizativos Multimédia tivos Multimédia dizagem com TIC gem com TIC na no Ensino/Apren- no Ensino/Apren- nas Necessidades Educação Pré-Escodizagem da Língua dizagem da Língua Educativas Espe- lar e no 1º Ciclo do Ensino Básico Portuguesa Portuguesa ciais

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

1

0

0

0

9

11

0

0

0

2

14

3

0

0

9

11

1

0

0

17

4

0

0

0

11

9

0

0

0

4

14

2

0

0

8

12

1

0

0

16

5

0

0

0

11

9

0

0

0

6

12

2

0

0

10 10

1

0

0

17

4

0

0

0

11

7

2

0

0

4

14

1

0

0

9

11

1

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

11

10

0

0

0

4

6

10

0

0

5

13

2

0

0

6

9

6

0

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

7

11

3

0

0

7

7

5

0

0

5

13

1

1

0

6

12

3

0

0

O equipamento informático foi adequado

21

0

0

0

0

19

1

0

0

0

11

9

0

0

0

18

2

1

0

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

19

2

0

0

0

9

11

0

0

0

4

12

4

0

0

5

7

9

0

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

14

7

0

0

0

9

11

0

0

0

5

13

2

0

0

5

9

7

0

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

11

9

1

0

0

11

9

0

0

0

6

13

1

0

0

6

12

3

0

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

Formação - 2010

Concordância

Os obOs trabalA metodojectivos hos práticos logia foi propostos propostos adequada foram apresenaos parcumpritaram ticipantes dos coerência

Concordância Total

20


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH

34

E1D

E1C

E1B

E1A

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

Ensino e Aprendiza- Ensino e Aprendiza- Ensino e Aprendiza- Ensino e Aprendizagem com TIC na gem com TIC na gem com TIC na gem com TIC na Educação Pré-Esco- Educação Pré-Esco- Educação Pré-Esco- Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do lar e no 1º Ciclo do lar e no 1º Ciclo do lar e no 1º Ciclo do Ensino Básico Ensino Básico Ensino Básico Ensino Básico

8

10

0

0

0

18

2

0

0

0

11

6

3

0

0

6

11

2

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

7

11

0

0

0

18

2

0

0

0

7

10

3

0

0

8

9

1

1

0

A metodologia foi adequada aos participantes

9

9

0

0

0

15

5

0

0

0

10

7

3

0

0

9

8

2

0

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

5

12

1

0

0

10

8

2

0

0

8

3

9

0

0

8

9

2

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

5

9

2

2

0

1

8

5

4

2

3

9

5

2

1

2

10

3

3

1

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

5

5

6

0

2

2

6

5

5

2

7

7

5

1

0

6

8

3

2

0

O equipamento informático foi adequado

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

1

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

16

4

4

5

1

7

11

11

1

7

3

2

0

0

0

0

0

0

0

0

18

9

11

11

2

9

5

5

0

2

4

4

0

0

0

0

0

0

0

0

19

5

7

7

1

7

7

9

0

7

6

4

0

1

0

0

0

0

0

0

17

5

7

5

2

9

8

8

0

3

2

4

0

1

2

2


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH

35

E5A

E4C

E4B

E4A

Quadros Interactivos de Multimédia no Ensino/ Aprendizagem da Matemática

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Línguas Estrangeiras

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Línguas Estrangeiras

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Línguas Estrangeiras

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

2

1

0

0

5

13

3

0

0

12

5

0

0

0

3

11

4

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

14

6

1

0

0

6

12

2

1

0

14

3

0

0

0

10

5

4

0

0

A metodologia foi adequada aos participantes

20

0

1

0

0

8

11

1

1

0

17

1

0

0

0

10

5

2

2

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

13

7

0

0

0

8

9

4

0

0

7

7

1

2

0

6

8

3

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

2

15

2

2

0

8

10

1

2

0

1

3

5

8

0

5

9

3

0

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

9

9

3

0

0

4

10

4

0

0

1

3

8

5

0

5

9

3

0

2

O equipamento informático foi adequado

2

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

2

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

18

16

13

7

2

4

7

12

1

1

1

2

0

0

0

0

0

0

0

0

16

13

9

8

5

5

9

10

1

3

3

3

0

0

0

0

0

0

0

0

18

10

7

9

0

7

10

9

0

0

1

0

0

1

0

0

0

0

0

0

4

18

8

7

7

1

5

7

3

1

2

4

4

0

3

2

Formação - 2010

Concordância Total

18


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH

36

E6B

E6A

Quadros InterQuadros Interactivos Multiméactivos Multímédia no Ensino/ dia no Ensino/ Aprendizagem das Aprendizagem das Humanidades e Humanidades e Ciências Sociais Ciências Sociais

E5B

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/ Aprendizagem da Matemática

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino /Aprendizagem da Matemática

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

5

12

3

0

18

1

0

0

0

15

6

0

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

0

0

2

19

2

0

0

1

17

3

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

0

2

10

7

2

17

2

0

0

0

13

6

2

0

0

A metodologia foi adequada aos participantes

0

0

0

0

15

6

0

0

0

1

3

8

5

1

15

4

0

0

0

11

9

1

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

5

9

6

0

0

8

10

1

0

0

9

9

3

0

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

6

4

5

2

2

16

3

0

0

0

9

10

2

0

0

O equipamento informático foi adequado

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

0

0

2

11

8

19

0

0

2

14

5

0

0

0

1

11

9

4

0

0

2

2

17

13

0

3

3

8

7

2

0

2

4

9

5

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

0

1

1

16

3

0

0

1

16

4

Formação - 2010

E5C

1

4

4

3

9

4

6

6

6

8

10

10

2

1

1

1

2

1

0

0

19

15

15

13

0

4

4

5

0

0

0

1

0

0

0

0

0

0

0

0

15

16

13

8

6

5

8

13

0

0

0

0

0

0

0

0


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH E7D

E7C

E7B

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Artes e Expressões

Quadros Interactivos Multimédia no Ensino/Aprendizagem das Artes e Expressões

37

E7A

Quadros Interac- Quadros Interactivos Multimédia tivos Multimédia no Ensino/Apren- no Ensino/Aprendizagem das Artes dizagem das Artes e Expressões e Expressões

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

12

6

0

0

3

12

4

0

0

8

6

3

0

0

4

12

0

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

1

10 10

0

0

11

7

3

0

0

7

7

2

1

0

2

12

1

1

0

A metodologia foi adequada aos participantes

4

8

7

2

0

10

8

3

0

0

8

5

4

0

0

2

8

1

0

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

2

14

4

1

0

8

10

2

1

0

8

4

4

1

0

4

10

2

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

11

9

1

0

0

8

6

4

2

0

7

7

2

1

0

6

10

0

0

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

13

4

3

1

0

6

11

4

0

0

7

6

4

0

0

7

8

0

0

0

O equipamento informático foi adequado

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

15

3

1

2

4

9

15

15

2

7

5

3

0

2

1

1

0

0

0

0

18

9

4

4

2

5

7

9

1

4

8

7

0

2

1

0

0

1

1

1

7

5

4

5

7

9

10

9

3

3

3

3

0

0

0

0

0

0

0

0

1

5

5

7

10

9

9

8

4

1

1

0

1

1

1

1

Formação - 2010

Concordância Total

3


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH

38

E6F

E6E

E6D

E6C

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

Quadros InterQuadros InterQuadros InterQuadros Interactivos Multiméactivos Multiméactivos Multimé- activos Multimédia no Ensino/ dia no Ensino/ dia no Ensino/ dia no Ensino/ Aprendizagem das Aprendizagem das Aprendizagem das Aprendizagem das Humanidades e Humanidades e Humanidades e Humanidades e Ciências Sociais Ciências Sociais Ciências Sociais Ciências Sociais

2

9

7

1

0

14

6

0

0

0

6

9

2

0

0

15

5

0

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

4

10

4

0

1

15

5

0

0

0

9

7

1

0

0

13

6

1

0

0

A metodologia foi adequada aos participantes

5

12

2

0

0

17

3

0

0

0

8

8

1

0

0

18

2

0

0

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

6

8

3

2

0

16

4

0

0

0

7

8

0

1

0

13

7

0

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

7

9

2

1

0

3

11

4

2

0

8

8

1

0

0

0

10

6

4

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

13

5

1

0

0

10

8

2

0

0

12

4

0

0

1

7

9

3

0

0

O equipamento informático foi adequado

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

11

4

3

3

6

8

13

9

2

6

5

6

0

1

0

1

0

0

1

0

18

14

13

13

1

5

6

6

1

1

1

1

0

0

0

0

0

0

0

0

13

7

5

9

4

6

8

7

0

3

3

1

0

1

1

0

0

0

0

0

20

19

16

15

0

1

3

4

0

0

1

1

0

0

0

0


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH E9A

E8C

E8B

39

E8A

Ensino e ApreQuadros InterQuadros InterQuadros Interacndizagem com activos Multimé- activos Multimétivos Multimédia TIC na Educação dia no Ensino/ dia no Ensino/ no Ensino/AprenPré-Escolar e no Aprendizagem das Aprendizagem das dizagem das Ciên1º Ciclo do Ensino Ciências ExperiCiências Expericias Experimentais Básico mentais mentais Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

6

0

0

0

16

5

0

0

0

14

6

1

0

0

17

3

0

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

15

5

0

0

0

16

5

1

0

0

12

8

0

1

0

15

5

0

0

0

A metodologia foi adequada aos participantes

17

3

0

0

0

19

1

2

0

0

16

4

1

0

0

16

4

0

0

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

14

5

1

0

0

11

8

2

0

0

14

6

1

0

0

15

5

0

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

11

9

0

0

0

12

7

0

1

0

9

11

1

0

0

9

7

0

1

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

10

9

1

0

0

17

2

0

0

0

12

5

0

3

1

13

4

3

1

0

O equipamento informático foi adequado

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

19

8

6

8

1

11

13

9

0

1

0

3

0

0

1

0

0

0

0

0

20

16

11

13

1

5

10

8

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

18

8

7

2

10

11

14 16

1

2

2

1

0

0

1

0

0

1

0

0

19

7

7

4

1

10

11

13

2

1

2

3

0

1

0

0

Formação - 2010

Concordância Total

14


Quadro 3 - Avaliação geral das acções financiadas pelo POPH

40

E9B Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1º Ciclo do Ensino Básico Discordância

Formação - 2010

Sem Opinião

5

0

0

0

Os objectivos propostos foram cumpridos

15

5

0

0

0

A metodologia foi adequada aos participantes

Discordância Total

Concordância

Concordância Total 15

15

5

0

0

0

Os trabalhos práticos propostos apresentaram coerência

14

6

0

0

0

A gestão dos recursos foi adequada

10

10

0

0

0

O espaço em que decorreu a acção foi adequado

10

4

6

0

0

O equipamento informático foi adequado

0

Relação do(s) formador(es) com o grupo de formandos

0

A acção de formação veio ao encontro das minhas necessidades de formação

0

As competências adequiridas vão ter impacto na minha actividade profissional

0

Após esta formação irei utilizar mais as TIC nos processos de ensino/aprendizagem

19

12

12

12

1

6

7

7

0

2

1

1

0

0

0

0


41 ◊ Formação financiada pelo P0PH: ◊ Gráfico 1 ◊ Gráfico 2 ◊

4,2

E1A

4,3

E1A

4,4

E1B

4,2

E1B

4,9

E1C

4,9

E1C

4,4

E1D

4,4

E1D

4,4

E1E

4,3

E1E

3,9

E2

4,1

E2

4,5

E3A

4,6

E3A

E4A

4,3

E4A

3,9

4,7

E4B

4,8

E4B

E4C

4,1

E4C

4,1

E5A

4,6

E5A

4,8 4,7

E5B

E6A

2,6

E6A

4,1

E6B

4,0

E6B

4,8

E6C

4,6

E6C

Adequação da metodoloia

E5B

4,5

3,1

Consecução dos objectivos

Formação - 2010

5,0

E3B

4,8

E3B

4,2

E6D

4,5

E6D

4,7

E6E

4,8

E6E

3,6

E6F

3,8

E6F

4,3

E7B

4,3

E7B

4,2

E7A

3,9

E7A

3,9

E7C

4,4

E7C

3,9

E7D

3,6

E7D

4,9

E8A

4,8

E8A

4,6

E8B

4,5

E8B

4,7

E8C

E9A

4,8

E9A

4,7

E9B

4,8

E9B

4,8

4,8

E8C


◊ Gráfico 3 ◊ Gráfico 4

42

4,4

E1A

4,3

E1A

4,4

E1B

4,0

E1B

4,8

E1C

4,4

E1C

4,5

E1D

4,2

E1D

4,4

E1E

4,4

E1E

4,2

E2

4,2

E2

4,6

E3A

4,5

E3A

4,8

E3B

4,8

E3B

4,2

E4A

4,2

E4A

4,9

E4B

4,1

E4B

4,2

E4C

4,2

E4C

4,9

E5A

4,7

E5A

E6A

2,9

4,1

E6B

E6B

4,0

Gestão dos recursos

E6A

2,9

E6C

4,7

E6C

4,9

Coerência dos trabalhos práticos

4,7

E5B

4,5

E5B

Formação - 2010

◊ Formação financiada pelo P0PH:

4,4

E6D

4,3

E6D

4,9

E6E

4,8

E6E

4,2

4,1

4,2

4,3

4,2

E7C

4,1

E7C

E7B

4,1

E7B

E7A

E7A

E6F

3,9

E6F

3,7

E7D

3,8

E7D

4,8

E8A

4,8

E8A

4,8

4,9

4,8

E9B

4,7

4,7

E9A

4,7

E9B

E8C

4,4

E8C

E9A

E8B

4,6

E8B


◊ Formação financiada pelo P0PH:

43 ◊

◊ Gráfico 5 ◊ Gráfico 6

3,5

E1A

3,9

E1A

3,6

E1B

4,0

E1B

3,1

E1C

3,1

E1C

3,9

E1D

3,6

E1D

4,0

E1E

4,1

E1E

4,2

E2

4,1

E2

4,5

E3B

4,2

E3B

4,1

E4A

3,8

E4A

E4B

3,0

E4B

2,8

E4C

4,0

E4C

4,1 3,8

E5A

4,3

E5A

4,3

4,3

E5B

4,0

E6A

E6A

3,5

3,9

E6B

E6B

3,9

E6C

E6C

4,2

Adequação do equipamento

E5B

3,3

E6D

4,5

E6D

4,4

Adequação do local da realização da formação

Formação - 2010

3,7

E3A

4,1

E3A

3,8

E6E

4,4

E6E

4,2

E6F

4,6

E6F

4,4

E7A

4,5

E7A

4,2

E7B

4,2

E7B

4,0

E7C

4,1

E7C

4,5

4,4

4,4

E8B

4,1

E8B

4,4

E8A

4,4

E8A

E7D

E7D

4,5

4,6

E9B

4,5

E9B

4,2

E9A

E9A

4,5

E8C

4,9

E8C


◊ Gráfico 7 ◊ Gráfico 8

44

4,9

5,0

3,8

E1B

3,8

E1B

E1A

E1A

4,9

E1C

4,4

E1C

4,8 4,8

3,8

E1E

3,8

E1E

E1D

E1D

4,6

E2

4,0

E2

5,0

E3A

4,5

E3A

5,0

E3B

4,9

E3B

3,4

E4A

4,9

E4A

5,0

E4B

4,4

E4B

4,7

E4C

4,5

E4C

4,8

E5A

E6A

3,3

E6B

4,7

E6C

5,0

Relação do formador com os formandos

4,7

E5B

4,8

E5B

E6A

3,5

E6B

4,4

5,0

E6C

4,8

E6D

E6D

4,1

Adequação da acção às necessidades de formação

4,7

E5A

Formação - 2010

◊ Formação financiada pelo P0PH:

4,9

E6E

4,7

E6E

4,5

E6F

3,8

E6F

3,7

E7A

4,1

E7A

4,2

E7B

4,1

E7B

4,8

E7C

3,9

E7C

4,6

E7D

3,6

E7D

4,8

4,8

4,1

E8B

4,2

E8B

E8A

E8A

5,0

5,0

E9B

5,0

E9B

4,5

E9A

E9A

4,4

E8C

4,8

E8C


◊ Formação financiada pelo P0PH:

45 ◊ Gráfico 9 ◊ ◊ Gráfico 10

4,1

E1A

3,8

E1A

4,1

E1B

4,2

E1B

4,4

E1C

4,4

E1C

4,1

E1D

4,2

E1D

3,9

E1E

4,1

E1E

4,2

E2

4,3

E2

4,7

E3B

4,5

E3B

E4A

4,0

E4A

3,7

E4B

4,5

E4B

4,3

E4C

4,2

E4C

4,3

4,2

E5A

E6A

3,6

E6B

4,1

E6C

4,8

Impacto na actividade profissional 4,6

E5B

4,4

E5B

E6A

3,6

E6B

4,3

4,7

E6C

4,0

E6D

E6D

4,5

Incremento na utilização das TIC no ensino/aprendizagem

E5A

4,6

Formação - 2010

4,5

E3A

4,6

E3A

4,6

E6E

4,6

E6E

3,8

E6F

3,7

E6F

4,1

E7A

4,3

E7A

4,1

E7B

4,1

E7B

3,6

E7C

3,7

E7C

3,7

E7D

3,9

E7D

4,3

E8A

4,1

E8A

4,1

E8B

4,4

E8B

4,5

E8C

4,6

E8C

4,2

E9A

4,3

E9A

4,6

E9B

4,6

E9B


◊ Gráfico 11 ◊ Gráfico 12

46

4,2

E1A

4,1

E1A

4,2

E1B

4,1

E1B

4,9

E1C

4,2

E1C

4,3

E1D

3,9

E1D

4,4

E1E

4,0

E1E

4,1

E2

3,9

E2

4,8

E3A

4,0

E3A

5,0

E3B

4,3

E3B

4,2

E4A

3,0

E4A

4,8

E4B

4,5

E4B

4,3

E4C

3,7

E4C

4,9

E5A

4,6

E5A

E6A

3,1

E6B

4,1

E6C

4,9

Adequação dos conteúdos

4,8

E5B

E6A

2,5

E6B

3,7

E6C

4,3

Aprofundamento dos temas 4,4

E5B

Formação - 2010

◊ Formação financiada pelo P0PH:

4,5

E6D

4,2

E6D

4,7

E6E

4,2

E6E

4,1

4,1

3,6

E7A

3,6

E7A

E6F

E6F

4,2

E7B

3,8

E7B

4,4

E7C

3,9

E7C

4,0

E7D

3,3

E7D

4,9

E8A

4,5

E8A

E8B

4,7

4,3

E8C

4,7

E9A

4,7

E9B

4,7

E9A

E9B

4,3

4,3

E8C

4,2

E8B


◊ Formação financiada pelo P0PH:

47 ◊ Gráfico 13 ◊ ◊ Gráfico 14

4,3

E1A

4,5

E1A

4,3

E1B

4,8

E1B

4,7

E1C

5,0

E1C

4,3

E1D

4,8

E1D

4,5

E1E

4,6

E1E

4,1

E2

4,3

E2

4,6

E3A

5,0

E3A

E4A

4,9

E4A

3,7

4,7

E4B

5,0

E4B

E4C

4,5

E4C

4,2

4,7 4,7

E5B

5,0

E5B

E6A

E6A

3,3

4,1

E6B

E6B

4,6

4,7

E6C

5,0

E6C

4,4

E6D

E6D

4,7

Domínio dos Conteúdos por parte do formador

E5A

5,0

E5A

2,9

Concretização da articulação dos conteúdos

Formação - 2010

4,9

E3B

5,0

E3B

4,6

E6E

5,0

E6E

4,0

E6F

4,6

E6F

3,9

3,9

4,4

E7B

4,4

E7B

E7A

E7A

4,2

E7C

4,9

E7C

4,0

E7D

4,7

E7D

4,9

E8A

4,9

E8A

4,5

E8B

4,8

E8B

4,6

4,8

4,6

5,0

E9B

5,0

E9B

E9A

5,0

E9A

E8C

E8C


◊ Gráfico 15 ◊ Gráfico 16

48

4,5

E1A

4,6

E1A

4,8

E1B

4,7

E1B

4,9

E1C

4,7

E1C

4,7

E1D

4,7

E1D

4,7

E1E

4,7

E1E

4,3

E2

4,4

E2

4,9

E3A

4,9

E3A

5,0

E3B

5,0

E3B

4,7

E4A

4,4

E4A

5,0

E4B

4,9

E4B

4,4

E4C

4,4

E4C

4,9

4,8

E5B

E6A

E6A

3,1

4,5

E6B

E6B

4,4

4,9

E6C

E6C

4,6

Adaptação do discurso aos destinatários

E5B

3,3

E6D

4,6

E6D

4,6

Clareza e assertividade da linguagem utilizada

4,9

E5A

4,8

E5A

Formação - 2010

◊ Formação financiada pelo P0PH:

4,9

E6E

4,9

E6E

4,3

E6F

4,3

E6F

4,1

E7A

4,1

E7A

4,4

E7B

4,3

E7B

4,7

E7C

4,5

E7C

4,6

E7D

4,2

E7D

5,0

E8A

5,0

E8A

4,9

E9B

5,0

4,8

E9A

4,8

E8C

E8B

5,0

4,7

4,9

4,8

E9B

E8C

E9A

E8B


◊ Formação financiada pelo P0PH:

49 ◊ Gráfico 17 ◊ ◊ Gráfico 18

4,5

E1A

4,1

E1A

4,7

E1B

4,0

E1B

4,7

E1C

4,5

E1C

4,7

E1D

4,1

E1D

4,7

E1E

4,4

E1E

4,5

E2

4,0

E2

4,9

E3A

4,2

E3A

4,6

E4A

3,0

E4A

5,0

E4B

3,9

E4B

E4C

4,4

E4C

4,3

4,7

E5A

4,5

E5A

4,7

4,5

E5B

E6A

E6A

3,3

4,6

E6B

E6B

4,3

4,8

E6C

E6C

4,4

Oportunidade da Divulgação/informação

E5B

3,1

E6D

4,2

E6D

4,5

Capacidade de esclarecimento das dúvidas surgidas

Formação - 2010

5,0

E3B

4,8

E3B

4,8

E6E

4,3

E6E

4,4

E6F

4,1

E6F

4,0

E7B

3,9

E7B

3,8

E7A

4,2

E7A

4,7

E7C

3,4

E7C

4,4

E7D

3,7

E7D

4,9

E8A

4,0

E8A

E8B

4,7

E8C

4,7

4,6

E9A

5,0

E9B

5,0

E9B

4,7

4,5

E9A

4,2

E8C

E8B


3,9

4,3 4,0 3,8 3,8

4,6 4,1

4,3 3,7

Ajuste da calendarização

3,9

4,3

3,2

E6D

3,3 2,8

3,6

E6E

3,6

E6F

3,9

E7A

3,4

E7B

3,5

E7C

2,8

E7D

4,1

3,6

3,9

E8B

4,3

E8A

4,4

E8B

E6D

4,1

E8A

E6C

4,0

E7D

E6B

4,2

E7C

E6A

3,9

E7B

E5B

4,5 4,0

E6F

E5A

4,6

E6C

E4C

4,6

E6B

E4B

E5B

3,6

E3B

2,4

E4A

4,4

E6E

Eficiência do atendimento aos formandos

4,3

E5A

E3B

5,0 4,6

4,3

E4C

E3A

4,4

E4B

E2

E2

E1E

E1E

E1D

E1D

E1C

E1C

3,9

E1A

E1B

E1B

E1A

4,7 4,3

4,4

E8C

4,6

4,6

E9A

4,5

4,6

E9B

4,9

E9B

4,3

E9A

4,4

E8C

4,3

E7A

3,6

E6A

3,5

E4A

◊ Gráfico 19 ◊ Gráfico 20

50

4,4

E3A

Formação - 2010

◊ Formação financiada pelo P0PH:


◊ Formação financiada pelo P0PH:

5 4,5 4 3,5 3

2

2,5

1,5 1 0,5 0

3,8

4,0

4,4

4,1

5,0

4,8

E3B

E3B

2,8

3,2

E4A

3,9

4,5

E4B

E4B

4,2

3,7

E4C

E4C

4,5

4,0

E5A

E5A

2,3

E6A

4,2

3,8

E6B

4,4

4,5

E6C

E6C

4,2

4,0

E6D

4,1

4,1

E6E

4,4

E6F

E6F

3,3

E6E

4,2

4,2

E7A

E7B

3,8

E7B

3,8

E7A

3,8

3,8

E7C

4,0

3,5

E7D

4,5

E8A

4,6

E8A

3,9

4,8

4,0

E8C

4,1

E8B

4,6

4,6

E9A

E9B

4,4

E9B

4,5

E9A

Adequação do material entregue

4,5 3,4

E6B

Apreciação Global

4,3

E5B

E5B

E6D

Formação - 2010

4,3

E3A

E3A

E8C

3,9

E2

3,7

E2

E8B

4,2

4,1

E1E

E1E

E7D

3,4

3,8

E1D

E7C

4,4

E1C

E1C

E6A

4,0

E1B

E1B

E4A

4,1

E1A

E1A

E1D

51 ◊ Gráfico 21 ◊ Gráfico 22◊


Avaliação

5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5

3,0

4,0

5,0

6,0

0,0

Avaliação

52

2,0

1,0

0,0

4,4

D01

4,8

D01

3,8

D02

3,7

D02

4,7

D03A

4,4

D03A

4,5

D03B

4,5

D03B

4,0

D4

4,2

D4

4,2

D5

4,0

D5

4,3

D6

4,1

D6

4,8

D7

4,7

D7

4,5

F1A

4,7

F1A

4,3

F1C

4,6

F1C

4,4

F1D

4,1

F2B

4,2

4,5

F2D Acções

F2C

4,0

Consecução dos objectivos

4,3

F2A

F2A

4,0

F2B

4,4

4,4

F2D Acções

F2C

4,1

4,4

F2E

F2E

4,3

4,1

F2F

4,1

F2F

Profundidade na abordagem dos conteúdos

F1D

Formação - 2010

◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 23 ◊ Gráfico 24

4,7

F2G

4,4

F2G

4,5

F2H

4,5

F2H

4,5

F2I

4,4

F2I

4,1

F2J

4,0

F2J

4,5

F2L

4,4

F2L

4,5

F3

4,4

F3

4,2

F4A

4,1

F4A

4,3

F4B

4,3

F4B

0,0

F5

0,0

F5

4,1

F6

4,0

F6

4,7

F7

4,7

F7


53 ◊ Gráfico 25 ◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 26

Avaliação Avaliação

6,0

5,0

4,0

3,0

2,0

1,0

0,0

6,0

5,0

4,0

3,0

2,0

1,0

0,0

4,5

D01

4,4

D01

3,7

D02

3,6

D02

4,8

D03A

4,9

D03A

4,5

D03B

4,6

D03B

3,9

D4

4,4

D4

4,4

D5

4,1

D5

4,7

D7

4,6

D7

4,8

F1A

4,7

F1A

F1C

4,6

F1C

4,6

F1D

4,3

4,2

F2A

F2A

4,2

4,5

F2B

F2B

4,4

4,2

4,6

F2D Acções

F2C

F2C

4,0

4,8

F2D

4,5

F2E

F2E

4,3

4,5

F2F

F2F

4,1

Adequação da Metodologia- Componente Prática

F1D

4,1

Adequação da Metodologia- Componente Teórica

Formação - 2010

4,4

D6

4,3

D6

Acções

4,5

F2G

4,5

F2G

4,8

F2I

4,7

F2H

4,7

F2I

4,7

F2H

4,4

F2J

4,2

F2J

4,5

F3

4,5

F2L

4,5

F3

4,4

F2L

4,3

F4B

4,4

F4A

4,4

F4B

4,4

F4A

0,0

F5

0,0

F5

4,2

F6

4,3

F6

4,6

F7

4,6

F7


Avaliação Avaliação

6,0

5,0

4,0

3,0

2,0

1,0

0,0

5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0

54

4,5

D01

4,1

D01

4,2

D02

2,8

D02

4,7

D03A

4,6

D03A

4,6

D03B

4,4

D03B

4,4

D4

4,2

D4

4,2

D5

3,8

D5

4,2

D6

4,0

D6

4,7

D7

4,6

D7

4,3

F1A

4,4

F1A

4,5

F1C

3,9

F1C

4,5

4,1

F2A

F2B

F2B

3,9

4,0

4,5

F2D Acções

F2C

4,1

F2D Acções

F2C

3,8

4,5

F2E

F2E

4,2

Adequação da Duração da Acção

F2A

4,1

Adequação da Gestão de Recursos Materiais

4,3

F1D

3,6

F1D

Formação - 2010

◊ Gráfico 27 ◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 28

4,4

F2F

4,1

F2F

4,5

F2G

4,2

F2G

4,8

F2H

4,4

F2H

4,8

F2I

4,2

F2I

4,3

F2J

3,5

F2J

4,6

F2L

4,4

F2L

4,5

F3

4,3

F3

4,3

F4A

3,8

F4A

4,3

F4B

3,8

F4B

0,0

F5

0,0

F5

F6

4,2

F7

4,5

4,2

F7

4,2

F6


55 ◊ Gráfico 29 ◊ Formação financiada pelo P0PH: ◊ Gráfico 30 ◊

Avaliação Avaliação

6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0

6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0

4,1

D01

4,3

D01

3,5

D02

3,9

D02

4,2 3,8

D03A D03B

4,8 4,6

D03A D03B

5,0

D4

4,1

D4

4,0

D5

4,2

D5

4,7

D7

4,6

D7

F1A

4,4

F1A

3,8

F1C

4,3

F1C

3,6

F1D

4,1

4,0

F2B

4,2 3,9

F2D Acções

F2C

4,3

F2E

Adequação das Instalações

3,9

F2A

4,4

F2A

F2B

3,9

4,2

F2D Acções

F2C

4,1

F2E

4,4

Adequação da Modalidade da Formação

F1D

3,7

Formação - 2010

4,1

D6

4,3

D6

3,8

F2F

4,2

F2F

4,4

F2G

4,4

F2G

4,5

F2H

4,8

F2H

4,4

F2I

4,4

F2I

4,1

F2J

4,1

F2J

4,7

F2L

4,7

F2L

4,6

F3

4,9

F3

3,7

F4B

3,5

F4A

4,3

F4B

4,3

F4A

0,0

F5

0,0

F5

4,0

F6

4,4

F6

4,5

F7

4,7

F7


Avaliação Avaliação

6,0 5,0

4,0 3,0 2,0

1,0 0,0

6,0

5,0 4,0

3,0

2,0 1,0

0,0

56

4,5

D01

4,4

D01

4,2

D02

4,0

D02

4,9 4,5

4,3

D03A D03B

4,5

D03A D03B

4,2

D4

4,6

D4

4,5

D5

4,4

D5

4,5

D6

4,3

D6

4,6

D7

4,5

D7

4,9

F1A

4,2

F1A

4,8

F1C

4,1

F2A

4,5

F2B

4,6

4,8

F2D Acções

F2C

4,6

F2E

4,6

F2F

4,5

Satisfação em Relação às Formas de Comunicação

4,6

F1D

F1D

4,2

F2A

4,3

F2B

4,3

4,5

F2D Acções

F2C

4,2

F2E

4,4

F2F

4,1

Satisfação em Relação á Aquisição de Conhecimentos

F1C

Formação - 2010

◊ Gráfico 31 ◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 32

4,8

F2G

4,6

F2G

F2I

4,9

F2H

4,8

4,5

F2I

4,5

F2H

4,5

F2J

4,1

F2J

4,6

F2L

4,6

F2L

4,7

F3

4,8

F3

4,4

F4A

4,4

F4A

4,5

F4B

4,5

F4B

0,0

F5

0,0

F5

4,5

F6

4,6

F6

4,8

F7

4,7

F7


Avaliação Avaliação 0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

3,5

4,0

4,5

5,0

0,0

1,0

2,0

3,0

4,0

5,0

6,0

57 ◊ Gráfico 33 ◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 34

4,3

D01

4,5

D01

4,0

D02

4,0

D02

4,8 4,4

4,5

D03A D03B

4,7

D03A D03B

4,7

D4

4,2

D4

4,5

D5

4,3

D5

4,6

4,4

D7

F1A

4,4

F1A

F1D

4,2

F2A

4,1

F2B

4,4

4,4

F2D Acções

F2C

4,4

F2E

4,5

F2F

4,2

F2G

4,2

Partilha de Experiências e Reflexões Enriquecedoras com Colegas

4,3

F1C

F1C

4,1

F1D

4,3

F2A

3,9

F2B

4,2

F2C

4,2

F2D

4,4

4,4

F2E

F2F

4,3

F2G

4,3

4,6

F2H

F2H

4,4

Estimulou a Reflexão Crítica sobre Temas e Realidades a que não Era Dada Atenção

D7

4,5

Formação - 2010

4,1

D6

4,3

D6

Acções

4,5

F2I

4,6

F2I

4,3

F2J

4,0

F2J

4,6

F2L

4,7

F2L

4,6

F3

4,3

F3

4,2

F4A

4,2

F4A

4,5

F4B

4,6

F4B

0,0

F5

0,0

F5

F6

4,6

F6

4,6

F7

4,6

F7

4,6


Avaliação Avaliação

6,0

5,0

4,0

3,0

2,0

1,0

0,0

5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0

58

4,4

D01

4,4

D01

3,7

D02

3,7

D02

4,8 4,4

4,4

D03A D03B

4,7

D03A D03B

4,0

D4

4,0

D4

3,8

D5

3,7

D5

4,2

D6

4,1

D6

4,6

D7

4,2

D7

4,4

F1A

4,1

F1A

4,1

F1C

4,0

F1D

F1D

4,2

3,9

F2B

4,1

4,2

F2D Acções

F2C

4,0

Motivou para a Inovação

F2A

F2A

4,0

4,2

F2B

4,2

F2D Acções

F2C

3,8

4,4

F2E

4,3

F2E

3,9

F2F

F2F

3,9

4,3

F2G

F2G

4,4

Ajudou a Desenvolver Competências Pedagógicas Profissionais

4,1

F1C

Formação - 2010

◊ Gráfico 35 ◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 36

4,5

F2H

4,2

F2H

4,5

F2I

4,5

F2I

3,8

F2J

4,1

F2J

4,4

F2L

4,4

F2L

4,4

F3

4,3

F3

4,2

F4A

4,0

F4A

4,3

F4B

3,8

F4B

0,0

F5

0,0

F5

4,8

F6

4,7

F6

4,3

F7

4,4

F7


◊ Gráfico 38 0,0

1,0

2,0

3,0

4,0

5,0

6,0

0,0

0,5

1,0

1,5

2,0

2,5

3,0

3,5

4,0

4,5

5,0

59 Avaliação Avaliação

◊ Gráfico 37 ◊ Formação Financiada pelo POPH

4,2

D01

4,5

D01

3,7

D02

3,6

D02

4,4 4,1

D03A D03B

4,8 4,2

D03A D03B

4,2

D4

4,4

D4

4,0

D5

4,4

D5

4,5

D7

4,2

D7

F1A

4,2

F1A

4,1

F1C

4,1

F1C

3,9

F1D

4,1

4,1

F2B

3,8

4,3

F2D Acções

F2C

4,2

F2E

Motivou para a Investigação

3,8

F2A

F2A

3,9

F2B

4,1

4,2

F2D Acções

F2C

3,9

F2E

4,2

3,9

F2F

F2F

3,9

Reforçou a Consciência Profissional dos Formandos

F1D

3,9

Formação - 2010

4,0

D6

4,2

D6

4,1

F2G

4,3

F2G

4,0

F2H

4,2

F2H

4,4

F2I

4,4

F2I

3,9

F2J

4,1

F2J

4,5

F2L

4,6

F2L

4,2

F3

3,9

F3

4,4

F4A

4,3

F4A

4,1

F4B

4,0

F4B

0,0

F5

0,0

F5

4,7

F6

4,8

F6

4,3

F7

4,6

F7


6,0

5,0

4,0

3,0

2,0

1,0

0,0

5,0 4,5 4,0 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0

60

4,0

D01

4,3

D01

4,0

D02

3,8

D02

4,7 4,4

D03A D03B

4,6 4,3

D03A D03B

4,7

D4

3,9

D4

4,1

D5

4,3

D5

4,3

D6

4,1

D6

4,6

D7

4,6

D7

4,6

F1A

4,3

F1A

F1D

3,9

F2A

4,3

F2B

4,4 4,2

F2D Acções

F2C

4,2

F2E

4,4

F2F

4,3

F2G

4,4

Participação Activa dos Formandos nas Actividades Formativas

4,4

F1C

4,4

F1D

4,3

F2A

F2B

4,1

4,3

F2D Acções

F2C

4,3

F2E

4,3

F2F

3,9

F2G

4,5

Satisfação em Relação às Expectativas Iniciais dos Formandos

4,3

F1C

Formação - 2010

Avaliação

Avaliação

◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 39 ◊ Gráfico 40

4,6

F2I

4,5

F2H

4,7

F2I

4,6

F2H

4,1

F2J

4,1

F2J

4,8

F2L

4,4

F2L

4,3

F3

4,5

F3

4,2

F4A

4,3

F4A

4,5

F4B

4,2

F4B

0,0

F5

0,0

F5

F6

4,6

F7

4,6

4,7

F7

4,8

F6


Avaliação

5,0 4,5

4,8 4,3

4,5 4,3 4,2

4,2

4,3 4,2 4,2

F2C

4,5

F2D

4,3

F2E

3,9

F2F

4,5

F2G

4,7

F2H

4,6

F2I

4,1

F2J

4,6

F2L

4,5

F3

F4A

4,1

F4A

F4B

4,2

F4B

F5

0,0

F5

F6

4,7

F6

F7

Contribuição para a Melhoria da Actividade Profissional dos Formandos

4,2

F2B

F3

Formação - 2010

4,2

F2A

F2A

4,3

F1D

F1D

4,0

F1C

F1C

4,5

F1A

F1A

4,0

D7

D7

3,5

D6

D6

3,0

D5

D5

2,5

D4

D4

2,0

D03A D03B

D03B

1,5

D02

D03A

1,0

D01

D02

0,5 0,0 Acções

Avaliação Global

F2L

5

F2J

4,5

F2I

4

F2H

3,5

F2G

3

F2F

2,5

F2E

2

F2D

1,5

F2C

1

F2B

0,5 0

D01

61 ◊ Gráfico 41 ◊ Formação Financiada pelo POPH ◊ Gráfico 42

4,6

F7


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E1C

E1B

E1A

José Alberto Leite da Silva

José Alberto Leite da Silva

José Alberto Leite da Silva

José Alberto Leite da Silva

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

E1D

6

12

0

0

0

17

3

0

0

0

8

8

4

0

0

7

9

2

1

0

Os conteúdos foram adequados

2

13

3

0

0

7

10

3

0

0

4

13

3

0

0

5

11

2

1

0

Houve Aprofundamento dos temas

7

10

1

0

0

14

6

0

0

0

9

8

3

0

0

10

6

2

1

0

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

15

3

0

0

0

19

1

0

0

0

15

5

0

0

0

11

6

2

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

13

5

0

0

0

18

2

0

0

0

15

5

0

0

0

11

7

0

1

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

13

5

0

0

0

14

6

0

0

0

15

4

1

0

0

13

5

1

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

12

6

0

0

0

14

6

0

0

0

13

7

0

0

0

11

7

0

1

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

7

6

4

1

0

12

5

3

0

0

7

8

6

0

0

5

10

4

0

0

A divulgação/informação foi oportuna

4

8

1

10 4

9

7

1

9

0

0

0

0

0

1

8

15

9

3

11 5

3

2

4

0

0

0

0

0

0

5

7

6

9

11

7

4

2

6

2

0

0

0

0

0

3

11

8

12 3

6

6

1

3

1

1

2

0

0

0

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

62


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E3B

E3A

Carla Maria Carla Maria Gonçalves Bezerra Gonçalves Bezerra Martins Gandra Martins Gandra

E2

E1E

Fernanda Maria Lobo Monteiro e Candido José Gomes da Silva Leite

José Alberto Leite da Silva

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

0

0

0

15

5

0

0

0

4

14

2

0

0

9

11

1

0

0

Os conteúdos foram adequados

7

14

0

0

0

4

12

4

0

0

4

9

7

0

0

4

14

3

0

0

Houve Aprofundamento dos temas

18

3

0

0

0

12

8

0

0

0

4

14

2

0

0

11

9

1

0

0

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

20

1

0

0

0

19

1

0

0

0

7

12

1

0

0

14

6

1

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

21

0

0

0

0

17

3

0

0

0

8

10

2

0

0

16

4

1

0

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

20

1

0

0

0

18

2

0

0

0

8

11

1

0

0

15

5

1

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

20

1

0

0

0

18

2

0

0

0

9

11

0

0

0

15

5

1

0

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

17

4

0

0

0

5

14

1

0

0

2

14

2

0

0

7

12

0

0

0

A divulgação/informação foi oportuna

14 5

21

0

21 0

2

0

0

0

0

0

0

0

0

1

9

5

13 6

10

1

11 4

0

0

0

0

0

0

1

6

2

13 3

11

1

13 3

1

0

0

0

0

0

4

7

6

8

11

3

1

11 2

4

0

0

0

0

0

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

Formação - 2010

Concordância Total

21

63


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E4C

E4B

E4A

Maria Isabel Alves Teixeira Leite

Maria Fernanda Areal Vaz e Luis Jorge Parente Viana

Isilda Maria da Silva Pinto

Isilda Maria da Silva Pinto

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

E5A

19

2

0

0

0

9

7

4

0

0

14

4

0

0

0

10

4

3

2

0

Os conteúdos foram adequados

13

7

1

0

0

5

6

6

3

0

10

7

1

0

0

1

9

2

4

4

Houve Aprofundamento dos temas

16

4

1

0

0

8

9

2

1

0

12

6

0

0

0

6

5

7

1

1

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

21

0

0

0

0

11

8

1

0

0

18

0

0

0

0

18

1

1

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

20

0

1

0

0

11

5

3

0

0

18

0

0

0

0

14

6

0

0

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

17

3

1

0

0

10

6

3

0

0

17

1

0

0

0

10

8

2

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

17

2

2

0

0

10

6

4

0

0

18

0

0

0

0

12

7

1

0

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

14

6

2

0

0

13

3

5

0

0

6

4

7

0

0

4

5

1

9

2

A divulgação/informação foi oportuna

8

8

13 0

12

12 7

1

2

1

0

0

0

0

0

7

13

10 5

2

11 4

6

6

0

0

0

0

0

0

3

11

3

4

6

7

6

1

5

5

0

0

0

0

0

1

2

1

4

5

7

4

10

5

5

0

0

7

0

6

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

64


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E6B

E6A

E5C

E5B

Vitor Jaime Ramos Vitor Jaime Ramos Magalhães Mon- Magalhães MonMaria Isabel Alves Maria Isabel Alves teiro e Ana Catateiro e Ana CataTeixeira Leite Teixeira Leite rina Gomes Lage rina Gomes Lage Ladeira Simão Ladeira Simão Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

16

1

0

0

2

2

12

2

1

16

5

0

0

0

16

5

0

0

0

Os conteúdos foram adequados

2

11

7

1

0

0

3

7

8

3

10 10

1

0

0

10 10

1

0

0

Houve Aprofundamento dos temas

4

14

2

0

0

2

1

10

5

1

14

7

0

0

0

14

7

0

0

0

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

13

7

1

0

0

3

6

7

2

2

20

1

0

0

0

20

1

0

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

11

8

1

0

0

3

4

9

3

1

19

2

0

0

0

19

2

0

0

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

10 10

2

0

0

1

5

9

4

1

17

4

0

0

0

17

4

0

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

14

6

1

0

0

3

3

8

4

2

15

4

1

0

0

15

4

1

0

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

8

11

2

0

0

3

5

7

5

0

11

6

2

0

0

11

6

2

0

0

A divulgação/informação foi oportuna

5

12

4

8

7

6

1

17 0

0

0

0

0

0

0

3

3

2

2

6

5

7

10

4

0

11 1

4

0

0

5

9

9

6

10

4

1

10 0

3

0

0

0

0

0

5

9

9

6

10

4

1

10 0

3

0

0

0

0

0

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

Formação - 2010

Concordância Total

4

65


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E6F

E6D

E6C

Antonio José Valente Pinto

Celso Manuel Pereira Lima e Manuel José Novais Malheiro Figueira de Sousa

David Wilson de Macedo e Moura Azevedo e Carla Alexandra Fernandes Mota

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

Carlos Justo Machado

E6E

6

9

3

1

0

14

6

0

0

0

10

5

2

0

0

18

2

0

0

0

Os conteúdos foram adequados

2

11

2

4

0

6

11

3

0

0

8

6

2

1

0

6

14

0

0

0

Houve Aprofundamento dos temas

5

9

5

0

0

11

9

0

0

0

8

8

0

1

0

13

7

0

0

0

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

13

5

0

1

0

20

0

0

0

0

12

5

0

0

0

20

0

0

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

10

6

1

2

0

17

3

0

0

0

12

4

1

0

0

17

3

0

0

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

12

3

2

2

0

18

2

0

0

0

12

4

1

0

0

13

6

1

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

12

4

2

1

0

16

4

0

0

0

10

6

1

0

0

15

5

0

0

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

5

12

1

1

0

8

9

3

0

0

7

7

3

0

0

9

9

2

0

0

A divulgação/informação foi oportuna

2

6

8

9

7

6

6

5

4

2

1

1

0

0

0

2

6

7

9

7

8

8

7

5

1

0

0

0

0

0

0

10

8

6

5

5

9

2

4

2

0

0

0

0

0

8

11

9

9

9

3

0

10 1

0

0

0

0

0

0

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

66


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E7D

E7C

E7B

E7A

Paulo Eduardo de Paulo Eduardo de Oliveira SanOliveira SanPedro Delmar Ro- Pedro Delmar Rotos Marques e tos Marques e drigues Pimentel drigues Pimentel Adriano Fernando Adriano Fernando da Cruz da Cruz Ramos Oliveira Ramos Oliveira Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

9

4

1

0

13

5

2

1

0

7

6

4

0

0

2

13

1

0

0

Os conteúdos foram adequados

2

6

10

3

0

7

8

3

3

0

4

6

7

0

0

0

11

4

0

1

Houve Aprofundamento dos temas

6

9

5

1

0

10

7

3

1

0

5

6

6

0

0

1

14

0

0

1

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

15

6

0

0

0

18

3

0

0

0

8

8

1

0

0

8

7

1

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

14

6

1

0

0

16

4

1

0

0

8

7

1

0

0

4

11

0

1

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

11

5

4

1

0

13

5

3

0

0

8

5

2

1

0

4

9

1

1

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

11

4

3

0

0

15

5

1

0

0

5

6

4

1

0

3

9

1

1

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

3

10

7

1

0

2

6

11

2

0

3

8

7

0

0

3

13

0

0

0

A divulgação/informação foi oportuna

1

8

7

4

9

6

9

3

7

4

0

0

3

1

0

2

5

4

10 5

11

9

4

8

4

0

0

0

0

0

3

3

6

6

12

7

1

10 2

0

1

0

2

0

0

2

5

4

11 2

9

2

11 1

1

0

0

0

0

0

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

Formação - 2010

Concordância Total

7

67


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E9A

E8C

E8A

Pedro Nuno Moreira Brandão

João Manuel Esteves Dias de Andrade

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

José Alberto Leite Vitor Manuel Barda Silva roso Martins

E8B

14

6

0

0

0

15

5

1

0

0

16

4

1

0

0

18

2

0

0

0

Os conteúdos foram adequados

6

12

2

0

0

9

9

3

0

0

8

11

2

0

0

11

7

2

0

0

Houve Aprofundamento dos temas

15

5

0

0

0

13

7

1

0

0

12

8

0

1

0

18

1

1

0

0

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

19

1

0

0

0

20

1

0

0

0

18

2

1

0

0

19

0

1

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

17

3

0

0

0

13

3

0

0

0

18

2

1

0

0

19

1

0

0

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

18

2

0

0

0

12

5

0

0

0

17

3

1

0

0

19

1

0

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

19

1

0

0

0

14

3

1

0

0

15

5

1

0

0

19

0

1

0

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

12

7

1

0

0

13

6

2

0

0

9

9

2

0

1

6

6

4

1

0

A divulgação/informação foi oportuna

13 6

12

6

13 5

1

2

2

0

0

0

0

0

0

12 6

14

6

15 5

3

1

0

0

0

0

0

0

0

4

7

8

11 6

14

7

0

1

0

0

5

0

0

0

5

10

9

4

3

7

5

4

1

3

0

0

0

0

0

A calendirazão foi ajustada O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

68


◊ Quadro 4- Avaliação geral da acção: Conhecimentos/Conteúdos; Exposição;Organização da acção pelo Centro

E9B José Alberto Leite da Silva Discordância

0

0

0

Os conteúdos foram adequados

9

8

3

0

0

Houve Aprofundamento dos temas

12

8

0

0

0

A articulação dos diferentes conteúdos temáticos foi concretizada

19

1

0

0

0

O formador demonstrou dominar os conteúdos tratados

19

1

0

0

0

A linguagem utilizada foi clara e assertiva

19

1

0

0

0

A adaptação do discurso aos destinatários/ finalidades foi conseguida

19

1

0

0

0

Houve capacidade para esclarecer as dúvidas surgidas

14

5

1

0

0

A divulgação/informação foi oportuna

12

18

12

7

2

8

1

0

0

0

0

0

A calendirazão foi ajustada

0

0

0

O atendimento aos formandos foi eficiente O material entregue respondeu às necessidades

Formação - 2010

Sem Opinião

6

Discordância Total

Concordância

Concordância Total 14

69


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes D7

Discordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - Exploração Didáctica no 2º e 3º Ciclos

Discordância

Os Percursos do Aluno em Educação Especial - O Ser Criança, Jovem e Adulto

O Papel do Director de Escola/Agrupamento de Escolas no Novo Modelo de Administração e Gestão Escolar, Introduzido pelos Normativos Legais

Sem Opinião

D4

Concordância

D5

Concordância Total

Formação - 2010

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - Exploração Didáctica no 1º Ciclo

D6

Concordância Total

70

12

4

0

0

0

11 16

0

1

0

8

15

2

0

0

0

13

0

0

0

Consecução dos Objectivos

11

5

0

0

0

5

22

0

1

0

4

16

5

0

0

3

10

0

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

11

5

0

0

0

13 14

0

1

0

10

14

1

0

0

1

10

2

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

10

6

0

0

0

12 13

3

0

0

6

15

2

1

0

6

6

1

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

11

4

0

0

0

7

20

1

0

0

7

16

2

0

0

5

8

0

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

9

7

0

0

0

8

13

6

1

0

7

8

7

2

0

5

5

3

0

0

Adequação da duração da acção

11

5

0

0

0

8

15

5

0

0

8

10

5

1

0

13

0

0

0

0

Adequação das instalações

10

5

1

0

0

8

19

1

0

0

9

13

3

0

0

3

8

2

0

0

Adequação da modalidade da acção

11

4

1

0

0

15 13

0

0

0

14

9

2

0

0

3

9

1

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

8

8

0

0

0

11 16

2

0

0

10

13

1

0

0

8

5

0

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

10

6

0

0

0

9

16

3

1

0

14

7

3

0

0

10

2

1

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

8

6

2

0

0

11 17

1

0

0

8

14

2

0

0

6

4

3

0

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

10

6

0

0

0

8

20

1

0

0

2

16

6

0

0

2

9

2

0

0

Motivou para a acção

5

9

2

0

0

7

19

3

0

0

2

13

9

0

0

2

9

2

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

8

8

0

0

0

4

22

3

0

0

7

12

4

1

0

3

10

0

0

0

Motivou para a investigação

6

7

3

0

0

9

17

3

0

0

12

10

2

0

0

6

6

1

0

0

Reforçou a consciência profissional dos formandos

10

6

0

0

0

10 18

1

0

0

9

8

7

0

0

10

2

1

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

9

7

0

0

0

7

20

1

1

0

10

12

2

0

0

0

12

1

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

6

9

1

0

0

6

16

2

0

0

12

11

1

0

0

5

6

1

0

0

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes D03B

D03A

D02

D01

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - A Exploração Didática no 1º Ciclo

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - A Exploração Didáctica no 1º Ciclo

A Construção de Quadros Referenciais para o Desenvolvimento da AutoAvaliação de Escola

A Construção da Autonomia Escolar: do Projecto Educativo ao Projecto Curricular

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

6

1

0

0

8

4

0

0

0

0

17

5

0

0

6

9

0

0

0

Consecução dos Objectivos

10

5

2

0

0

5

7

0

0

0

1

13

8

0

0

12

3

0

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

11

3

3

0

0

10

2

0

0

0

2

11

9

0

0

7

8

0

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

11

5

1

0

0

11

1

0

0

0

1

13

7

1

0

6

9

0

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

12

4

1

0

0

8

4

0

0

0

6

14

2

0

0

7

8

0

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

8

8

1

0

0

7

4

0

0

0

0

2

13

7

0

3

10

2

0

0

Adequação da duração da acção

3

7

7

0

0

4

6

2

0

0

2

9

10

1

0

3

11

1

0

0

Adequação das instalações

11

5

1

0

0

10

2

0

0

0

3

14

4

1

0

4

11

0

0

0

Adequação da modalidade da acção

10

6

1

0

0

11

1

0

0

0

7

13

2

0

0

7

8

0

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

7

8

2

0

0

6

6

0

0

0

4

15

3

0

0

6

8

0

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

8

7

2

0

0

10

2

0

0

0

3

15

4

0

0

6

6

2

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

10

6

1

0

0

8

4

0

0

0

5

13

4

0

0

7

7

0

0

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

9

6

2

0

0

10

2

0

0

0

3

10

9

0

0

5

9

0

0

0

Motivou para a acção

8

8

1

0

0

8

4

0

0

0

3

10

8

1

0

6

7

1

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

5

9

3

0

0

7

3

2

0

0

2

11

9

0

0

5

7

2

0

0

Motivou para a investigação

6

9

2

0

0

9

3

0

0

0

3

9

9

1

0

7

7

0

0

0

Reforçou a consciência profissional dos formandos

8

8

1

0

0

9

2

1

0

0

4

15

3

0

0

5

4

5

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

7

8

2

0

0

7

5

0

0

0

1

16

5

0

0

5

8

1

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

7

8

2

0

0

9

3

0

0

0

3

16

3

0

0

7

7

0

0

0

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos

Formação - 2010

Concordância Total

10

71


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes F1D

F1C

F1A

D7

Actuacção Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (1º Ciclo)

Actuacção Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (1º Ciclo)

Actuacção Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (1º Ciclo)

Novo Programa de Matemática do Ensino Básico - Exploração Didáctica no 1º Ciclo

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

72

5

9

0

0

0

4

12

0

0

0

9

9

0

0

0

12

4

0

0

0

Consecução dos Objectivos

3

9

2

0

0

10

5

1

0

0

12

6

0

0

0

11

5

0

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

3

10

1

0

0

11

4

1

0

0

14

4

0

0

0

11

5

0

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

4

10

0

0

0

11

4

1

0

0

12

6

0

0

0

10

6

0

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

4

10

0

0

0

8

8

0

0

0

7

10

1

0

0

11

4

0

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

3

6

2

3

0

4

9

1

2

0

9

8

1

0

0

9

7

0

0

0

Adequação da duração da acção

1

8

5

0

0

1

9

4

2

0

1

12

5

0

0

11

5

0

0

0

Adequação das instalações

3

9

2

0

0

7

7

2

0

0

8

10

0

0

0

10

5

1

0

0

Adequação da modalidade da acção

9

5

0

0

0

13

3

0

0

0

16

2

0

0

0

11

4

1

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

3

11

0

0

0

5

8

3

0

0

5

10

2

0

0

8

8

0

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

5

7

2

0

0

4

12

0

0

0

8

9

0

0

0

10

6

0

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

4

10

0

0

0

3

11

2

0

0

8

7

2

0

0

8

6

2

0

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

2

10

2

0

0

3

12

1

0

0

7

10

0

0

0

10

6

0

0

0

Motivou para a acção

3

11

0

0

0

5

8

3

0

0

3

13

1

0

0

5

9

2

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

2

8

4

0

0

4

7

5

0

0

3

13

1

0

0

8

8

0

0

0

Motivou para a investigação

3

9

2

0

0

6

5

5

0

0

5

11

1

0

0

6

7

3

0

0

Reforçou a consciência profissional dos formandos

1

11

2

0

0

7

8

1

0

0

10

7

0

0

0

10

6

0

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

5

9

0

0

0

7

8

0

0

1

5

12

0

0

0

9

7

0

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

4

9

1

0

0

6

8

1

1

0

4

12

1

0

0

6

9

1

0

0

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes F2D

F2C

F2B

F2A

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

7

1

0

0

2

15

3

0

0

6

9

2

0

0

6

13

0

0

0

Consecução dos Objectivos

10

4

3

0

0

4

14

2

0

0

7

9

1

0

0

2

15

2

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

12

4

1

0

0

5

13

2

0

0

10

5

2

0

0

4

15

0

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

13

4

0

0

0

5

9

6

0

0

8

7

2

0

0

7

8

4

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

10

6

1

0

0

4

11

5

0

0

5

8

4

0

0

9

10

0

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

5

10

1

1

0

2

11

7

0

0

3

9

5

0

0

6

10

2

1

0

Adequação da duração da acção

4

8

5

0

0

6

12

2

0

0

3

11

3

0

0

3

12

4

0

0

Adequação das instalações

6

9

1

1

0

5

12

3

0

0

2

13

1

1

0

7

12

0

0

0

Adequação da modalidade da acção

13

4

0

0

0

12

8

0

0

0

12

4

1

0

0

9

10

0

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

10

5

2

0

0

7

9

3

0

0

9

4

4

0

0

6

11

1

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

7

10

0

0

0

8

10

1

0

0

9

6

1

1

0

4

12

2

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

8

7

2

0

0

7

8

4

0

0

9

3

5

0

0

6

5

6

1

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

5

10

2

0

0

6

7

6

0

0

5

9

3

0

0

4

9

4

1

0

Motivou para a acção

6

8

3

0

0

3

10

6

0

0

8

5

4

0

0

4

10

4

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

6

10

1

0

0

4

8

7

0

0

6

7

4

0

0

2

11

5

0

0

Motivou para a investigação

6

9

2

0

0

3

12

3

1

0

7

5

5

0

0

6

7

4

0

1

Reforçou a consciência profissional dos formandos

6

8

3

0

0

8

8

2

1

0

9

6

2

0

0

6

11

1

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

7

8

2

0

0

7

10

2

0

0

7

6

2

2

0

8

8

2

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

8

9

0

0

0

7

9

2

1

0

7

6

4

0

0

6

12

0

0

0

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos

Formação - 2010

Concordância Total

9

73


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes F2H

F2G

F2F

F2E

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

74

9

11

0

0

0

13

6

0

0

0

4

10

3

0

0

9

8

1

0

0

Consecução dos Objectivos

10 10

0

0

0

9

9

1

0

0

3

11

2

0

0

7

10

1

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

13

7

0

0

0

9

10

0

0

0

9

7

1

0

0

9

9

0

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

14

6

0

0

0

9

10

0

0

0

6

6

4

0

0

7

10

1

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

16

4

0

0

0

11

6

2

0

0

9

5

3

0

0

9

9

0

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

8

11

1

0

0

8

7

4

0

0

5

9

2

1

0

5

11

2

0

0

Adequação da duração da acção

12

6

2

0

0

8

11

0

0

0

2

10

4

1

0

7

10

1

0

0

Adequação das instalações

16

3

1

0

0

9

8

2

0

0

6

9

2

0

0

9

8

1

0

0

Adequação da modalidade da acção

18

2

0

0

0

16

3

0

0

0

10

6

1

0

0

11

6

1

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

10

9

0

0

0

13

5

1

0

0

3

12

2

0

0

9

8

1

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

12

7

0

0

0

7

9

3

0

0

7

7

3

0

0

10

7

1

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

8

10

1

0

0

9

6

4

0

0

6

10

1

0

0

9

8

1

0

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

10

8

1

0

0

8

9

2

0

0

3

10

4

0

0

8

9

1

0

0

Motivou para a acção

6

11

1

1

0

9

9

1

0

0

3

10

4

0

0

7

9

2

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

3

13

3

0

0

6

9

4

0

0

4

8

5

0

0

5

11

2

0

0

Motivou para a investigação

4

14

1

0

0

8

9

2

0

0

3

9

5

0

0

6

10

2

0

0

Reforçou a consciência profissional dos formandos

11

7

0

1

0

9

9

1

0

0

8

6

3

0

0

8

9

1

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

13

5

1

0

0

10

8

1

0

0

5

6

6

0

0

8

7

3

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

12

6

0

0

0

10

8

1

0

0

3

10

4

0

0

8

7

3

0

0

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes F3

F2L

F2J

F2I

O Novo Programa de Português do Ensino Básico - o Desafio de uma Nova Prática Docente.

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Actuação Docente na Educação para a Sexualidade na Aplicação do Programa PRESSE. (2º e 3º Ciclos)

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

10

0

0

0

9

11

0

0

0

3

12

2

0

0

10 10

0

0

0

Consecução dos Objectivos

7

12

0

0

0

8

12

0

0

0

5

7

5

0

0

9

10

1

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

9

10

0

0

0

11

8

1

0

0

8

8

1

0

0

15

5

0

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

9

10

0

0

0

9

8

1

0

0

7

6

4

0

0

13

7

0

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

9

10

0

0

0

12

7

0

0

0

6

10

1

0

0

16

3

0

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

8

8

3

0

0

13

2

5

0

0

2

8

5

1

1

8

8

4

0

0

Adequação da duração da acção

11

8

0

0

0

13

7

0

0

0

5

9

3

0

0

9

9

2

0

0

Adequação das instalações

17

2

0

0

0

13

7

0

0

0

5

9

3

0

0

11

6

2

1

0

Adequação da modalidade da acção

14

5

0

0

0

12

8

0

0

0

10

6

1

0

0

15

5

0

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

15

4

0

0

0

11

9

0

0

0

2

12

1

0

0

10 10

0

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

12

7

0

0

0

12

8

0

0

0

5

9

1

0

0

10

9

1

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

6

13

0

0

0

13

7

0

0

0

1

13

1

0

0

14

4

2

0

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

7

12

0

0

0

10

8

2

0

0

1

10

4

0

0

11

8

1

0

0

Motivou para a acção

6

13

0

0

0

10

8

2

0

0

3

10

2

0

0

9

11

0

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

4

14

1

0

0

10 10

0

0

0

3

8

4

0

0

9

10

1

0

0

Motivou para a investigação

6

5

8

0

0

11

9

0

0

0

3

10

2

0

0

9

9

2

0

0

Reforçou a consciência profissional dos formandos

7

11

1

0

0

15

5

0

0

0

3

11

1

0

0

11

9

0

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

9

10

0

0

0

8

11

1

0

0

1

14

0

0

0

13

7

0

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

9

10

0

0

0

12

8

0

0

0

3

11

1

0

0

11

9

0

0

0

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos

Formação - 2010

Concordância

Concordância Total

Concordância Total

9

75


◊ Quadro 5 - Formação não financiada : Avaliação das Acções de Formação pelos participantes

76

F7

F6

F4B

F4A

Como Actuar em Caso de Emergência na Escola - Primeiros Socorros e Suporte Básico de Vida

Os Novos Programas de Português do Ensino Básico

Auto-Avaliação de Escola

Auto-Avaliação de Escola

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

Concordância

Concordância Total

21 11

0

0

0

6

21

2

0

0

4

8

0

0

0

4

14

1

0

0

Consecução dos Objectivos

21 11

0

0

0

3

23

3

0

0

3

9

0

0

0

4

13

2

0

0

Profundidade na abordagem dos conteúdos

20 12

0

0

0

8

18

3

0

0

4

8

0

0

0

8

10

1

0

0

Adequação da metodologia - componente teórica

20 12

0

0

0

10 17

2

0

0

5

7

0

0

0

9

8

2

0

0

Adequação da metodologia - componente prática

16 16

0

0

0

9

17

3

0

0

5

6

1

0

0

9

7

3

0

0

Adequação da gestão de recursos materiais

7

25

0

0

0

9

15

4

0

0

2

7

2

1

0

3

11

4

1

0

Adequação da duração da acção

16 16

0

0

0

8

11

9

0

0

1

6

5

0

0

1

9

7

2

0

Adequação das instalações

21 11

0

0

0

12 17

0

0

0

4

7

1

0

0

8

9

2

0

0

Adequação da modalidade da acção

26

6

0

0

0

15 13

1

0

0

6

6

0

0

0

8

10

1

0

0

Satisfação em relação às forma de comunicação

23

8

0

0

0

12

7

1

0

0

6

5

0

0

0

8

10

1

0

0

Satisfação em relação à aquisição de conhecimentos

18 13

0

0

0

8

3

1

0

0

7

3

1

0

0

4

14

1

0

0

Partilha de experiências e reflexões enriquecedoras com colegas

20 10

1

0

0

15

7

1

0

0

7

4

0

0

0

4

14

1

0

0

Estimulou a reflexão crítica sobre temas e realidades a que não era dada atenção

12 15

4

0

0

17

4

0

0

0

4

6

1

0

0

4

15

0

0

0

Motivou para a acção

13 16

2

0

0

15

6

0

0

0

1

7

3

0

0

4

11

4

0

0

Ajudou a desenvolver cometências pedagógicas profissionais

13 14

4

0

0

16

8

0

0

0

2

8

1

0

0

7

12

0

0

0

Motivou para a investigação

19 12

0

0

0

20

4

0

0

0

3

5

3

0

0

7

10

2

0

0

Reforçou a consciência profissional dos formandos

19 12

0

0

0

14

4

0

0

0

5

6

0

0

0

6

11

2

0

0

Participação activa dos formandos nas actividades formativas

20 11

0

0

0

17

7

0

0

0

2

9

0

0

0

6

12

1

0

0

Satisfação em relação às expectativas iniciais dos formandos

18 13

0

0

0

14

5

0

0

0

2

9

0

0

0

4

14

0

0

1

Contribuição para a melhoria da actividade profissional dos formandos


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes . D4

D03B

D03A

D02

Ricardo Filipe Campos Poças

Ricardo Filipe Campos Poças

Ricardo Filipe Campos Poças

Serafim Manuel Teixeira Correia

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

0

0

0

11

2

0

0

0

12

1

0

0

0

12

6

0

0

0

Competência Científica do Formador

12

1

0

0

0

10

3

0

0

0

13

0

0

0

0

7

10

1

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

12

1

0

0

0

10

3

0

0

0

12

1

0

0

0

10

7

1

0

0

Competência Pedagógica do Formador

6

7

0

0

0

10

3

0

0

0

7

5

0

0

0

5

10

3

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

8

5

0

0

0

11

2

0

0

0

11

2

0

0

0

10

6

1

1

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

6

6

1

0

0

12

1

0

0

0

12

1

0

0

0

7

10

1

0

0

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

13

0

0

0

0

11

1

0

0

0

13

0

0

0

0

9

7

1

1

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

8

5

5

8

0

0

0

0

0

0

11

11

2

2

0

0

0

0

0

0

11

11

2

2

0

0

0

0

0

0

7

7

11

10

0

1

0

0

Formação - 2010

Concordância Total

13

77


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes . D6

D5

D4

Maria Helena Carvalho Ferreira

Diana Oliveira Santos

Maria do Rosário Pereira Cardoso dos Anjos

Alexandre Amoedo da Cruz Lourenço

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

21

6

0

0

0

18 11

0

0

0

17

3

0

0

0

11

2

0

0

0

Competência Científica do Formador

18

9

0

0

0

19 10

0

0

0

15

5

0

0

0

8

5

0

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

20

7

0

0

0

18 11

0

0

0

13

7

0

0

0

9

4

0

0

0

Competência Pedagógica do Formador

17 10

0

0

0

16 13

0

0

0

8

12

0

0

0

2

10

1

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

19

1

0

0

18 11

0

0

0

12

8

0

0

0

6

6

1

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

7

Concordância Total

Concordância Total

Formação - 2010

D6

24

2

1

0

0

23

5

1

0

0

16

4

0

0

0

7

5

1

0

0

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

18

9

0

0

0

20

9

0

0

0

11

9

0

0

0

10

3

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

21

5

16 10

1

1

0

0

0

0

21

7

15 14

1

0

0

0

0

0

12

14

8

5

0

1

0

0

0

0

8

5

4

7

1

1

0

0

78


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes . F1D

F1C

F1A

D7

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Laura Alexandra Barreiro

Ricardo Filipe Campos Poças Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

13

2

0

0

0

Competência Científica do Formador

0

13

2

0

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

0

13

2

0

0

0

Competência Pedagógica do Formador

0

12

3

0

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

0

13

2

0

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

0

0

0

13

2

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

0 0

0

2

0

0

0

0

13

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

12

13

3

2

0

0

0

0

Formação - 2010

Discordância Total

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

2

0

18

0

1

0

0

13

13

2

18

0

0

0

1

13

13

0

0

0

0

0

0

0

3

0

12

2

0

1

0

16

0

17

4

0

0

0

4

10

0

0

0

0

14

11

0

0

0

0

Discordância

0

0

3

0

12

0

0

0

0

0

0

Sem Opinião

4

0

11

3

0

1

0

1

0

1

1

Concordância

14

18

0

15

Discordância Total

0

17

Discordância

0

17

Sem Opinião

2

17

Concordância

13

Concordância Total

Concordância Total

0

0

0

0

0

14

0

0

0

0

3

11

0

0

0

0

0

14

1

0

0

0

0

14

0

0

0

0

14

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

14

79


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes .

80

F2D

F2C

F2B

F2A

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Leonel Lusquinhos Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

16

1

0

0

0

Competência Científica do Formador

0

12

5

0

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

0

14

3

0

0

0

Competência Pedagógica do Formador

0

10

7

0

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

0

Formação - 2010

Discordância Total

15

1

1

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

0

0

0

12

5

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

0

0

1

0

0

16

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

0

0

0

0

0

0

0

0

0

6

0

0

2

13

0

12

0

0

0

6

11

7

7

16

0

0

0

2

15

13

0

0

0

0

0

0

0

8

0

12

4

0

1

0

14

0

17

5

0

0

0

4

13

0

0

0

1

16

15

0

0

0

0

Discordância

0

0

9

0

11

0

0

0

0

0

1

Sem Opinião

11

3

8

9

0

3

0

4

0

2

6

Concordância

14

15

0

9

Discordância Total

0

15

Discordância

0

14

Sem Opinião

6

16

Concordância

14

Concordância Total

Concordância Total

0

0

0

0

1

16

0

0

0

0

5

12

0

0

0

0

4

13

6

0

0

0

4

13

0

0

0

1

16

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

14

12

10

5

6

0

1

0

0


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes . F2G Sofia Damiana Pires de Jesus

Ana Paula Gonçalves Ferreira

Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

13

3

0

0

0

Competência Científica do Formador

0

11

4

1

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

0

11

5

0

0

0

Competência Pedagógica do Formador

0

10

4

2

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

0

13

2

1

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

0

0

0

11

5

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

0 0

0

3

0

0

0

0

13

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

12

12

4

3

0

1

0

0

Formação - 2010

Discordância Total

0

0

0

0

0

0

7

0

0

3

5

0

10

0

0

0

1

17

13

6

14

0

0

0

1

17

12

0

0

0

0

0

0

0

1

0

17

4

0

3

0

13

0

14

2

0

0

0

0

18

0

0

0

2

16

16

0

0

0

0

Discordância

0

0

1

0

17

0

0

0

0

0

0

Sem Opinião

0

7

18

9

0

4

0

2

0

2

3

Concordância

15

10

0

8

Discordância Total

0

13

Discordância

0

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

15

Sem Opinião

0

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

15

Concordância

18

F2E

Concordância Total

Concordância Total

0

0

0

0

1

17

0

0

0

0

2

16

0

0

0

0

0

18

0

0

0

0

0

18

0

0

0

0

18

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

18

F2F

81


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes .

82

F2L

F2J

F2I

F2H

Laura Alexandra Barreiro

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes

Sandra Maria Martins Duarte Mendes Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

16

2

0

0

0

Competência Científica do Formador

0

17

1

0

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

0

18

0

0

0

0

Competência Pedagógica do Formador

0

16

2

0

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

0

Formação - 2010

Discordância Total

16

2

0

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

0

0

0

15

3

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

0

0

1

0

0

17

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

0

0

0

0

0

0

0

0

0

3

3

0

1

5

0

16

0

0

0

4

16

9

4

18

0

0

0

3

17

13

0

0

0

0

0

0

0

5

0

12

2

0

2

0

17

0

17

4

0

0

0

1

19

0

0

0

1

19

13

0

0

0

0

Discordância

0

0

4

0

13

0

0

0

0

0

0

Sem Opinião

8

1

9

7

0

0

0

1

0

0

5

Concordância

12

18

0

12

Discordância Total

0

19

Discordância

0

18

Sem Opinião

6

19

Concordância

11

Concordância Total

Concordância Total

0

0

0

0

4

16

0

0

0

0

6

14

0

0

0

0

3

17

5

0

0

0

2

18

0

0

0

3

17

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

12

17

16

1

2

0

0

0

0


◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes . F6

F4B

F4A

F3

José Alves Barroco

Maria João Vieira de Freitas

Maria João Vieira de Freitas

Orlando Eduardo Von Doellinger Martins Concordância Total

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

0

19

0

0

0

0

Competência Científica do Formador

0

19

0

0

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

0

19

0

0

0

0

Competência Pedagógica do Formador

0

19

0

0

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

0

14

5

0

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

0

0

0

16

3

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

0 0

0

0

0

0

0

0

19

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

19

19

0

0

0

0

0

0

Formação - 2010

Discordância Total

0

1

0

1

0

0

6

0

0

5

3

0

12

0

0

0

10

18

8

2

13

0

0

0

12

16

9

0

0

0

0

0

0

0

2

0

9

6

0

8

0

13

0

11

1

0

0

0

9

19

0

0

0

8

20

10

0

0

0

0

Discordância

0

0

0

1

11

1

0

0

0

0

0

Sem Opinião

2

3

9

10

0

6

0

4

0

4

2

Concordância

9

16

0

8

Discordância Total

0

12

Discordância

0

15

Sem Opinião

1

15

Concordância

10

Concordância Total

Concordância Total

0

0

0

0

10

18

0

0

0

0

13

15

0

0

0

1

8

19

1

0

0

0

10

18

0

0

0

11

17

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

10

83


84

◊ Quadro 6 - Formação Não Financiada: Avaliação dos formandores pelos participantes . F7

F6

Nelson Manuel Ferreira

José Carvalho de Sousa

Concordância

Sem Opinião

Discordância

Discordância Total

Formação - 2010

Concordância Total

Competência Científica do Formador

18 10

0

0

0

Clareza e Pertinência da Informação Prestada

18

9

1

0

0

Competência Pedagógica do Formador

12 15

0

0

0

Adequação da Metodologia Utilizada

0

0

0

5

25

0

0

0

0

4

26

0

0

0

0

3

27

0

0

0

0

2

28

0

0

0

2

28

Discordância Total

Discordância

Sem Opinião

Concordância

Concordância Total

18 10

18

0

0

0

Preparação Sólida das Sessões pelo Formador

9

0

16 12

0

0

0

Utilização Adequada dos Recursos Materiais

0

Capacidade no Envolvimento dos Formandos no seu Processo de Formação

0

Motivação para a Emergência de Novos Projectos de Aprofundamento da Acção

0

0

0

4

26

0

0

0

0

3

27

0

0

0

0

4

26

0

0

0

2

28

17 11

Criação de um Clima de Inter-relações Gerador de Motivação, Confiança e Disponibilidade

16 12

17 10

0

1

0

0


Formação ao Centro Boletim nº17  
Formação ao Centro Boletim nº17  

Boletim Informativo nº17 do Centro de Formação de Agrupamento de Escolas Braga/Sul

Advertisement