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CONTEÚDO Introdução ..................................................................................................................... 4 Apresentação da CERCINA ............................................................................................. 4 Visão ........................................................................................................................... 5 Missão ........................................................................................................................ 5 Valores ........................................................................................................................ 6 O Centro de Formação e Reabilitação Professional da CERCINA (CFRP) ......................... 6 A Missão do CFRP........................................................................................................ 7 Os Objetivos do CFRP .................................................................................................. 7 As Atividades são: ....................................................................................................... 7 A Equipa ...................................................................................................................... 8 Informações sobre a ação de formação ......................................................................... 9 Componentes da Formação ........................................................................................ 9 Horário de Formação .................................................................................................. 9 Formação em sala .................................................................................................... 9 Formação em contexto de Trabalho ........................................................................ 9 Formação Inicial Dupla Certificação - Percurso Formativo B ..................................... 10 Formação Inicial - Percurso Formativo C ................................................................... 11 Formação Contínua ................................................................................................... 12 Critérios de avaliação ................................................................................................... 12 RECURSOS ................................................................................................................. 13 Algumas Regras fundamentais ..................................................................................... 13 Direitos dos/as Formandos/as .................................................................................. 13 Página 2 de 17


Deveres dos/as Formandos/as .................................................................................. 13 Perguntas e respostas .................................................................................................. 15 Contatos....................................................................................................................... 16 Outros contatos ........................................................................................................ 16 Notas ........................................................................................................................... 17

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INTRODUÇÃO O Manual do/a formando/a é um documento que contém informações necessárias para todos os formandos admitidos na Unidade de Formação Profissional da CERCINA. Este documento dá informações sobre a CERCINA, o que é o Centro de Formação e Reabilitação Profissional como é o seu funcionamento e quem são as pessoas que aqui trabalham. Contém ainda informações acerca dos direitos e deveres dos formandos e dos compromissos que queremos estabelecer com eles ao longo da formação profissional.

APRESENTAÇÃO DA CERCINA A CERCINA tem como princípio orientador a promoção da inclusão educativa, ocupacional, comunitária, profissional e laboral de pessoas em situação de desfavorecimento, com especial incidência em pessoas com deficiência, através da prestação de serviços integrados e personalizados de reabilitação e readaptação com qualidade e valor, ajustados às necessidades e às expetativas dos clientes. Desde a sua constituição que a CERCINA tem vindo a alargar o seu âmbito de ação. Os seus principais objetivos são: • Apoiar grupos vulneráveis, em especial crianças, jovens e adultos com deficiência, visando a defesa dos seus direitos individuais, de pessoa e de cidadania. • Apoiar a pessoa com deficiência, com incapacidade ou desfavorecida, através da educação, reabilitação, formação, valorização e integração pessoal, social e profissional; • Apoiar as famílias socialmente desfavorecidas com vista à melhoria da sua qualidade de vida e inserção socioeconómica; • Promover a educação, formação, qualificação e integração profissional do cidadão, em especial a pessoa com deficiência; • Desenvolver programas de apoio direcionados para grupos alvo socialmente desfavorecidos; • Dirigir a intervenção para o indivíduo e para o contexto em que está integrado, tendo como referência o Modelo Ambiental, trabalhando para além do indivíduo, tendo em conta a comunidade e o contexto social. Ao longo dos anos a CERCINA tem vindo a alargar a sua intervenção através de diferentes respostas sociais. Página 4 de 17


Atualmente oferecemos os seguintes serviços: • CFRP - Centro de Formação e Reabilitação Profissional; • CRI - Centro de Recursos para a Inclusão; Intervenção terapêutica no espaço escola dos/as alunos/as abrangidos pelo DecretoLei 3/2008 • CQ – Centro Qualifica Formação Modular Certificada - diversas áreas RVCC – Escolar e Profissional • CAO - Centro de Atividades Ocupacionais Apoiar pessoas jovens e adultas com deficiência grave e profunda, em atividades de ocupação útil, trabalho ocupacional e habilitação e reabilitação funcional, numa perspetiva de desenvolvimento e aprendizagem ao longo da vida • GIP – Gabinete de Inserção Profissional Apoiar a inserção profissional das pessoas inscritas no Centro de Emprego de Alcobaça e Nazaré • CAAAO - Centro de Atividades Aquáticas Adaptadas do Oeste Promover e Dinamizar 7 modalidades Aquáticas Adaptadas (vela Access, canoagem, natação, bodyboard, Surf, mergulho e velejar no veleiro Andy CAP) pessoas com deficiência e/ou incapacidade temporária ou permanente ou que exerçam atividades ligadas ao setor da pesca da região Oeste. • Lar Residencial Acolher pessoas jovens e adultas com deficiência grave e profunda de forma. • Residência Autónoma Acolher pessoas jovens e adultas com deficiência com capacidade de viver autonomamente, mediante apoio mínimo.

Visão Pretendemos ser uma instituição de referência na prestação de serviços de reabilitação e readaptação. Missão Promover a inclusão, visando a satisfação dos clientes, suas famílias e colaboradores.

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Valores Privacidade - respeitar os espaços e tempos adectos à fruição dos clientes Integridade - Respeitar os deveres e os direitos de todas as partes interessadas e as regras organizacionais de conduta; Confidencialidade - Guardar absoluto sigilo de todos os factos e informações relativos à vida da Instituição, designadamente as que respeitam ao direito à privacidade das pessoas, de que tenham conhecimento no exercício das suas funções ou por causa deles; Rigor - O planeamento, a execução e o acompanhamento da ação são cumpridos com exigência, e de forma criteriosa, de acordo com procedimentos legais e padrões éticos. Solidariedade - Os resultados e metas decorrem do trabalho conjunto e de intervenções multidisciplinares, quer entre colaboradores, quer entre parceiros, quer entre outras partes interessadas Responsabilidade - Decidir e atuar em conformidade com a Visão, Missão e Valores da Organização. A responsabilidade diz respeito a todos, sendo inerente às funções de cada um, num contexto de trabalho em equipa. Participação - Envolvimento e coresponsabilização de todos, nas dinâmicas organizacionais e na comunidade.

O CENTRO DE FORMAÇÃO E REABILITAÇÃO PROFESSIONAL DA CERCINA (CFRP)

Certificado pela DGERT (Direção Geral de Emprego e das Relações do Trabalho) e financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo estado português destina-se a dar resposta às com deficiência e/ou incapacidade com idade igual ou superior a 18 anos ou, a título excecional, maiores de 16 anos desde que os estabelecimentos de ensino nos quais os mesmos se encontrem inscritos comprovem a incapacidade para a frequência do mesmo (de acordo com o D.L. 176/2012, de 2 de agosto, que veio regular o regime de matrícula e de frequência no âmbito da escolaridade obrigatória das crianças e jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos).

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A Missão do CFRP É promover a inclusão, visando a satisfação dos clientes, suas famílias e colaboradores através do desenvolvimento de ações de formação e qualificação profissional destinadas a potenciar o acesso ao emprego dos/as formandos/as. Os Objetivos do CFRP • Dotar os formandos de competências básicas nos domínios pessoais, comportamental e organizacional; • Adquirir ou reforçar as competências profissionais, pessoais e sociais tendo em vista a inserção na vida ativa e a adaptabilidade aos diferentes contextos de trabalho ou à ocupação de um posto de trabalho; • Dotar os formandos de competências que lhes permitam o desenvolvimento de atividades práticas e de resolução de problemas inerentes ao exercício de uma determinada profissão ou à ocupação de um posto de trabalho; • Consolidar as competências adquiridas em contexto de formação e adquirir novas competências, através da realização de atividades inerentes ao exercício profissional, com vista a facilitar a futura inserção profissional.

As Atividades são: • Formação profissional inicial dupla certificação (B1/B2) o Operador/a de Jardinagem o Operador/a Gráfico/a de Acabamentos • Formação profissional inicial o Operador/a de Jardinagem o Operador/a Gráfico/a de Acabamentos • Formação contínua o Operador/a de Jardinagem o Operador/a Gráfico/a de Acabamentos

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A Equipa É constituída por pessoas habilitadas e certificadas para a formação, quer na área da gestão da formação, pelo Ministério da Educação, quer na área de formação, pelo IEFP. Nas áreas da formação base (Matemática para a Vida, Linguagem e Comunicação, Cidadania e Empregabilidade e Tecnologias da Informação), os profissionais possuem habilitação própria para a docência, nas respetivas áreas. Os restantes elementos do corpo técnico possuem habilitações e qualificações para o exercício do apoio psicológico, assistência social e educação social.

Presidente da direção Margarida Florência Diretora Técnica Equipa Técnica

Formadores

Margarida Florência

Carlos Fernandes

Paulo Godinho

Ana Júlia

Sandra Lucas

Hugo Almeida

Hugo Almeida Psicólogo

Apoio administrati vo

Apoio Logístico

Sandra Lucas Asssitente Social

Motorista

Pessoal da Higiene, Limpeza e Segurança

Rui Estrela Responsável financeiro

Júlia Delgado Assistente Administrati vo

Filipa Eustáquio Assistente Administrati vo


INFORMAÇÕES SOBRE A AÇÃO DE FORMAÇÃO Componentes da Formação Componentes Formação Para a Integração Formação de Base

Formação Tecnológica Formação Prática em Contexto de Trabalho

Objetivos Dotar os formandos de competências básicas nos domínios pessoal, comportamental e organizacional. Adquirir ou reforçar as competências profissionais, pessoais e sociais tendo em vista a inserção na vida ativa e a adaptabilidade aos diferentes contextos de trabalho ou à ocupação de um posto de trabalho. Dotar os formandos de competências que lhes permitam o desenvolvimento de atividades práticas e de resolução de problemas inerentes ao exercício de uma determinada profissão ou à ocupação de um posto de trabalho. Consolidar as competências adquiridas em contexto de formação e adquirir novas competências, através da realização de atividades inerentes ao exercício profissional, com vista a facilitar a futura inserção profissional.

Horário de Formação Formação em sala Formação

9:00 - 11:00 Intervalo 11:00 - 11:15

Formação

11:00-12:30 Almoço 12:30-13:30

Formação

13:30 – 15:30 Intervalo 15:30-15:45

Formação

15:45 - 17:00

À quarta-feira no período da tarde não se realiza formação em sala. Será o momento para a realização dos trabalhos pedidos para as várias UFCD’s. Os/as formandos/as poderão utilizar na sala de TIC. Formação em contexto de Trabalho Conforme o acordado com entidade recetora de Formação em Contexto de Trabalho.


Formação Inicial Dupla Certificação - Percurso Formativo B A formação concretiza-se através de um percurso formativo que confere habilitação para a qualificação B1/B2, com a duração máxima de 3.600 horas, com base em referenciais de formação adaptados e integrados no CNQ1, com a seguinte estrutura: Áreas de Competências-chave e Duração Componentes Unidades de Formação de Curta máxima Formador/a de Formação Duração (UFCD) (horas) Hugo Almeida

Formação para a Integração

Formação Base

Formação Tecnológica

Portefólio

25

Balanço de Competências/Plano Individual de Formação

50

Igualdade de Oportunidades Procura Ativa de Emprego Legislação Laboral Empreendedorismo Total Formação para a Integração

25 50 25 25 200

Cidadania e Empregabilidade

150

Margarida Florência

Linguagem e Comunicação

150

Matemática para a Vida

150

T.I.C.

150

Ana Júlia Henriques Carlos Fernandes Formador/a a recrutar Paulo Godinho Formador/a recrutar

Total Formação base

600 1600 2

U.F.C.D. Total Formação Tecnológica

3

(apoiada por formador) Sandra Lucas

outro

(apoiada por formador) Sandra Lucas Hugo Almeida Sandra Lucas Hugo Almeida

outro

ou ou

OGA – Paulo Godinho OJ – Carlos Fernandes

1.600 Recurso de apoio à FPCT a recrutar

Formação Prática em Contexto de Trabalho

1.200 Orientador no posto de trabalho

Duração Total

3.600

1

CNQ – Catálogo Nacional de Qualificações Esta carga horária deve ser gerida de forma a respeitar os ritmos de aprendizagem e tendo como referência as durações das UFCD. 3 Quando os destinatários apresentam alterações das funções da visão e da audição poderá ser necessária a inclusão das UFCD de Língua Gestual Portuguesa (150 h) ou Grafia Braille (150 h). Sempre que esta necessidade se verifique, a carga horária das UFCD específicas deve ser considerada na carga horária da componente de formação tecnológica ou da componente de formação prática, ou de ambas, de forma a não ultrapassar a duração máxima. 2

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Formação Inicial - Percurso Formativo C A formação concretiza-se através de um percurso formativo, com a duração máxima de 2.900 horas, com base em referenciais de formação adaptados, baseados no CNQ4 e homologados pelo IEFP, com a seguinte estrutura: Áreas de Competências-chave e Duração Componentes Unidades de Formação de Curta máxima Formador/a de Formação Duração (UFCD) (horas) Hugo Almeida Portefólio

Formação para a Integração

Formação Base

Formação Tecnológica

25

Balanço de Competências/Plano Individual 50 de Formação

(apoiada por formador) Sandra Lucas

outro

(apoiada por formador) Sandra Lucas Hugo Almeida Sandra Lucas Hugo Almeida

outro

Igualdade de Oportunidades Procura Ativa de Emprego Legislação Laboral Empreendedorismo Total Formação para a Integração

25 50 25 25 200

Cidadania e Empregabilidade

150

Margarida Florência

Linguagem e Comunicação

150

Matemática para a Vida

150

T.I.C.

150

Ana Júlia Henriques Carlos Fernandes Formador/a recrutar Paulo Godinho Formador/a recrutar

Total Formação base

600

U.F.C.D.

1600 5

Total Formação Tecnológica

1.600

6

ou ou

OGA – Paulo Godinho OJ – Carlos Fernandes Recurso de apoio à FPCT a recrutar

Formação Prática em Contexto de Trabalho

500 Orientador no posto de trabalho

Duração Total

2.900

4

CNQ – Catálogo Nacional de Qualificações Esta carga horária deve ser gerida de forma a respeitar os ritmos de aprendizagem e tendo como referência as durações das UFCD. 6 Quando os destinatários apresentam alterações das funções da visão e da audição poderá ser necessária a inclusão das UFCD de Língua Gestual Portuguesa (150 h) ou Grafia Braille (150 h). Sempre que esta necessidade se verifique, a carga horária das UFCD específicas deve ser considerada na carga horária da componente de formação tecnológica ou da componente de formação prática, ou de ambas, de forma a não ultrapassar a duração máxima. 5

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Formação Contínua Módulos de acordo com o CNQ7 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação dependerá do definido por cada formador no início de cada ano civil. Contudo a avaliação (para os referenciais de formação propostos) será realizada através de: ▪ exposições orais (processo de realização/pesquisa, suportes e apresentação), ▪ trabalhos individuais e de grupo (processo de realização/pesquisa com componente oral e escrita/multimédia), ▪ fichas de trabalho individuais sobre várias temáticas dos referenciais, ▪ fichas de visionamento de filmes/documentários e relatórios de visionamento de filmes/documentários. Todos os elementos de avaliação acima propostos serão realizados em conformidade com orientações específicas criadas para os mesmos. Estes documentos orientadores para a realização dos elementos de avaliação da disciplina, serão apresentados em aula a todos/as os/as formandos/as. (Os referidos documentos serão também entregues em suporte papel - a todos/as os/as formandos/as no início da ação de formação e encontram-se ainda em permanência na pasta de cada UFCD que se encontra no gabinete da Diretora Técnica. Os elementos de avaliação indicados serão classificados em conformidade com os critérios específicos e percentagens (0 a 20 valores) ou designação qualitativa (Muito Insuficiente a Muito Bom) exarados em grelhas próprias (criadas para esta disciplina) e dadas a conhecer a todos os/as formandos/as antes da realização do respetivo elemento de avaliação. Em conformidade com as normas/orientações (legislação específica interna e externa) a classificação dos elementos de avaliação é sempre qualitativa e traduz-se no seguinte: ➢ ➢ ➢ ➢ ➢

7

Muito insuficiente (0 a 3,9); Insuficiente (4 a 9,9); Suficiente (10 a 13,9%); Bom (14 a 17,9) e Muito Bom (18 a 20).

CNQ – Catálogo Nacional de Qualificações

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RECURSOS Documentos escritos e multimédia (diaporamas, PowerPoint, vídeos, documentários, filmes, etc.) disponibilizados em formato de papel ou via email, Internet (portais, websites, redes, blogues), documentos de investigação propostos pelo/a formador/a, periódicos sugeridos ou trazidos para a aula pelo/a formador/a e os/as formandos/as (jornais, revistas), fotocópias, quadro, projetor, PC's, indicação de Web grafia e bibliografia. ALGUMAS REGRAS FUNDAMENTAIS Direitos dos/as Formandos/as O/A formando/a em os seguintes direitos caso cumpra com as suas obrigações: a) Participar no processo formativo de acordo com os programas estabelecidos, desenvolvendo as atividades de aprendizagem integradas no respetivo perfil de formação; b) Ser integrado num ambiente de formação ajustado ao perfil profissional visado, no que se refere a condições de higiene, segurança e saúde; c) Beneficiar de acompanhamento psicopedagógico, social e técnico-profissional; d) Receber pontualmente os apoios e benefícios sociais e / ou financeiros nos termos da legislação em vigor e descriminados no contrato de formação, no caso de ações de formação financiadas pelo FSE; e) Receber no final da formação um certificado comprovativo da frequência ou aproveitamento; f) Beneficiar de um seguro contra acidentes ocorridos durante e por causa da formação, na modalidade de acidentes pessoais. Deveres dos/as Formandos/as 1. Constituem deveres do Formando: a) Frequentar com assiduidade e pontualidade as atividades formativas de acordo com horário definido em cronograma (em anexo), tendo em vista a aquisição das competências visadas; b) Tratar com urbanidade os representantes e trabalhadores da entidade formadora, os formadores e demais participantes com quem se relacione durante e por causa da formação; Página 13 de 17


c) Guardar lealdade aos representantes da entidade formadora, designadamente, não divulgando ou transmitindo a terceiros informações sobre equipamentos e processos de fabrico de que tome conhecimento por ocasião da ação de formação; d) Utilizar com cuidado e zelar pela conservação dos equipamentos e demais bens que lhe sejam confiados, para efeitos de formação; e) Cumprir as diretivas emanadas pelos órgãos de coordenação e gestão da Entidade Formadora e os regulamentos internos em vigor; f) Cumprir as disposições de segurança, higiene e saúde, determinadas pelas condições de desenvolvimento da formação; g) Responsabilizar-se individualmente e/ou coletivamente por todo e qualquer prejuízo ocasionado, voluntariamente ou por negligência gravosa, nomeadamente, em instalações, máquinas, ferramentas, utensílios ou outro material; h) Responder nos prazos fixados aos inquéritos que lhe forem dirigidos; i) Participar com entusiasmo, motivação e espírito de grupo nas sessões de formação teóricas e práticas, bem como a formação em posto de trabalho; j) Informar a Entidade Formadora sempre que verificarem alterações dos dados inicialmente fornecidos, nomeadamente o da residência; k) Abster-se da prática de todo e qualquer ato de que possa resultar prejuízo ou descrédito para a Entidade Formadora ou para as entidades formadoras; l) Suportar os custos de substituição ou reparação dos equipamentos e materiais utilizados no decurso do processo de formação, sempre que os danos produzidos resultem de comportamento doloso ou gravemente negligente por parte do formando; m) Cumprir os demais deveres emergentes do Contrato de Formação; 2. Constituem deveres especiais dos formandos: a) Não praticar jogos de azar ou fortuna nas instalações da Entidade formadora; b) Não se apresentar nem permanecer nas instalações de formação, estado de embriaguez ou em situação que denote consumo de drogas; c) Não introduzir, guardar ou consumir bebidas alcoólicas, estupefacientes ou outras drogas, nas instalações no Local onde decorre a formação; d) Não se ausentar do local da formação sem autorização de responsáveis do da Entidade Formadora. 3. As violações graves ou reiteradas dos deveres do Formando referidos nos números anteriores são suscetíveis de aplicação de sanções disciplinares e conferem à entidade

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formadora o direito de resolver o Contrato de Formação, cessando imediatamente todos os direitos dele emergente.

PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. Quando chego atrasado a quem devo avisar? Deve avisar o formador ou coordenador. 2. Quando falto, a quem devo entregar a justificação? Deve avisar com antecedência o formador, de que vai faltar e entregar a justificação no dia seguinte à coordenadora. 3. Quando é que eu recebo a minha bolsa de profissionalização? Recebe a Bolsa até ao dia 8 do mês seguinte. 4. Quando me magoo ou necessito de um medicamento o que devo fazer? Deve dirigir-se à responsável pelos primeiros socorros que é a Rosário Gaudêncio / Filipa Eustáquio. 5. O que faço em caso de um colega ter um acidente? a. Mantenha a calma. b. Vá até à vítima e chame por ela, com uma voz firme e afável. Sem tocar na pessoa, tente perceber se está acordada e consciente. c. Caso a pessoa responda e se mostre consciente, faça algumas perguntas. Tente perceber se ela se lembra do que aconteceu, de como se chama ou onde trabalha. d. Grite por ajuda, de modo a não ficar sozinho/a com a vítima. e. Sem perder muito tempo, ligue para o Número Único de Emergência – 112. Siga todas as instruções que dão sobre o que fazer à vítima. Não lhe dê água nem comida e só ajuda a colocá-la noutra posição se autorizarem. f. Por fim, aguarde a chegada da ambulância. Mantenha a conversação com a vítima e, em caso algum, abandone o local deixando-a sozinha.

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CONTATOS

Caminho Real – Alto Romão – Pederneira 2450-060 Nazaré 262 562 595

262 562 596

cercina.cfrp@gmail.com

: www.cercina.pt

Outros contatos

Emergência médica: 112 Hospital Confraria da Nossa Senhora da Nazaré: 262 550 100 Centro de Saúde da Nazaré: 262 569 120/ 262 551 647 Bombeiros Voluntários: 262 561 300 Polícia de Segurança Pública: 262 551 268

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NOTAS

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Manual do Formando 2018  

O Manual do Formando é um documento que contém informações necessárias para todos os formandos admitidos na Unidade de Formação Profissional...

Manual do Formando 2018  

O Manual do Formando é um documento que contém informações necessárias para todos os formandos admitidos na Unidade de Formação Profissional...

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