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EM FEVEREIRO, A DANÇA CONTEMPORÂNEA TEM JÁ UM LUGAR RESERVADO NO CALENDÁRIO VIMARANENSE. Este ano, o GUIdance volta a apresentar-se como o primeiro grande evento da programação cultural da responsabilidade d’ A Oficina. Um evento que abraça a cidade, fruto da existência de novos espaços de apresentação que resultaram do ano de Capital Europeia da Cultura. Os espetáculos dividem-se, assim, pelos auditórios do Centro Cultural Vila Flor, mas também pela Black Box da Fábrica Asa e do CAAA - Centro para os Assuntos da Arte e Arquitetura. Cabe à Australian Dance Theatre as honras de abertura do festival. A conceituada companhia australiana regressa, assim, ao GUIdance depois de ter sido também responsável pelo espetáculo de abertura da 1ª edição. O acompanhamento do percurso artístico das companhias e dos coreógrafos, bem como o apoio à criação artística e à coprodução, assumem-se, de forma reiterada, como pedras basilares da programação GUIdance. Por isso, para além do regresso da Australian Dance Theatre, também a coreógrafa japonesa Kaori Ito volta a marcar presença no GUIdance, assim como Olga Roriz e Victor Hugo Pontes que foi convidado a apresentar novamente “A Ballet Story”, um espetáculo que teve estreia mundial na edição do ano passado do festival e que foi amplamente aclamado pelo público e pela crítica. Porque há obras excecionais que merecem ser repetidas. Porque de obras excecionais se faz o GUIdance. Porque companhias e criadores nacionais e internacionais convivem num programa que celebra, acima de tudo, a dança contemporânea enquanto expressão artística capaz de despertar as mais inúmeras emoções. Também no teatro, em fevereiro, o palco do CCVF acolhe o regresso do encenador Nuno Cardoso com “Porto S. Bento”. A música ganha destaque, este mês, com o concerto do Quinteto Lisboa, um projeto que reúne músicos que dispensam apresentações como João Gil, José Peixoto, Fernando Júdice, María Berasarte e Hélder Moutinho. A programação que acontece no Café Concerto oferece-nos um (novo) olhar sobre o mundo e sobre as paisagens criativas que encontramos na música pop, folk contemporânea e até no jazz. Porque a diversidade possibilita-nos tentar entender o papel dos autores nesta era global e o seu importante contributo para a formação da identidade artística do nosso tempo. José Bastos

Profile for CCVF

Programa do CCVF de Fevereiro 2013  

Programação de fevereiro 2013 do Centro Cultural Vila Flor, Guimarães

Programa do CCVF de Fevereiro 2013  

Programação de fevereiro 2013 do Centro Cultural Vila Flor, Guimarães

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