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Boletim Trimestral Poems from the Portuguese Foi lançado no dia 5 de Janeiro no Centro Nacional de Cultura e no dia 7 de Fevereiro em Londres na Canning House o site www.poemsfromtheportuguese.org, que publica tradução inglesa de poesia escrita neste século por poetas portugueses vivos. Poems from the portuguese é um projecto de diálogo entre a criação e a fruição da poesia, entre os autores e os leitores – através da tradução para a língua inglesa de poetas portugueses, como modo de tornar mais acessível universalmente a poesia portuguesa contemporânea, ou seja, tornar mais viva a sensibilidade e a cultura, através da palavra dos dias de hoje. Esta iniciativa surgiu a partir de uma ideia do Centro Nacional de Cultura e é da responsabilidade de Ana Hudson.

Diário da viagem de 2009 Afonso de Albuquerque e o Golfo Pérsico Na sequência da viagem do ciclo “Os Portugueses ao encontro da sua História” de 2009, em que visitámos o Sultanato de Omã (Mascate, Sur, Nizwa e estreito de Mussandam), o Bahrein, a Jordânia (Petra, deserto de Wadi Rum

Disquiet O Centro Nacional de Cultura acolherá entre 19 de Junho e 1 de Julho aproximadamente sessenta escritores norte­‑americanos em Lisboa para uma Universidade de Verão em que terão ocasião de se encontrar com personalidades da cultura lusófona, nomeadamente escritores; António Lobo Antunes, Richard Zenith, José Eduardo Agualusa, José Luís Peixoto, valter hugo mãe, João Tordo, Fernando Pinto do Amaral, Patrícia Reis, Luísa Costa Gomes, Fernando Pinto do Amaral são alguns dos muitos participantes no programa que inclui leituras, conferências, conversas informais, passeios literários, etc. No âmbito deste programa tem lugar uma homenagem a Alberto de Lacerda (1928-2007), poeta que viveu em Moçambique, Londres e nos Estados Unidos da América.

MECENAS OURO

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e Aqaba) e o Egipto (Cairo e Menphis), será lançado no início de Junho o diário da autoria de Leonor Xavier com desenhos de João Queiroz e com o apoio da Presidência do Conselho de Ministros. (...) A frase “Os Portugueses ao Encontro da Sua História” instalou­‑se full time em mim, o tema “Afonso de Albuquerque e o Golfo Pérsico” alargou­‑me a geografia.(...) (Leonor Xavier)

© Helena Serra

Jantares queirozianos Numa iniciativa inédita, a Fundação Eça de Queiroz, o Círculo Eça de Queiroz, o Grémio Literário e o Centro Nacional de Cultura organizam uma série de cinco jantares com o objectivo de debater o estado de Portugal e o seu papel no mundo político e económico, à luz do maior observador da sociedade portuguesa, Eça de Queiroz, © Pedro Melim e de perceber quanto dos seus pensamentos continuam pertinentes nas atitudes de hoje. Os dois primeiros jantares tiveram lugar em Janeiro e Fevereiro e contaram com a participação de António Barreto, António Vitorino e Marcelo Rebelo de Sousa (“Actualidade Política”) e Guilherme d’Oliveira Martins e Alfredo Campos de Matos (“Os Costumes e a vida social”). O próximo jantar­‑debate terá lugar em Maio sobre o tema “O Brasil e os brasileiros”. Em Junho o tema será “O papel dos media” e em Outubro “Ibéria e Europa”. Inscrições: ttamen@cnc.pt

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Notí Notícias CIAS Nos últimos anos abriram vários Albergues para peregrinos no Caminho do Norte, entre Valença e Porto a que outros se seguirão. Guias de peregrinos que descrevem o Caminho para Santiago pelos Caminhos do Tejo e do Norte foram editados, em Espanha, em França e em Inglaterra e em Portugal. Os dois Caminhos também estão disponíveis em georreferenciação na internet. O número de peregrinos a pé que utilizam estes caminhos, tanto portugueses como estrangeiros, tem registado um significativo aumento.

Cultura solidária Santa Casa da Misericórdia

Colóquio Internacional Sophia de Mello Breyner Andresen Assinalando a doação oficial do espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen à Biblioteca Nacional, teve lugar nos dias 27 e 28 de Janeiro de 2011, nas instalações da Fundação Calouste Gulbenkian, o Colóquio Internacional Sophia de Mello Breyner Andresen, promovido e coordenado por Maria Andresen de Sousa Tavares com o apoio do Centro Nacional de Cultura. O colóquio contou com a participação de investigadores, tradutores e escritores, nacionais e estrangeiros. As comunicações apresentadas estão disponíveis no site do colóquio e serão publicadas em livro: www.coloquiointernacionalsophia demellobreynerandresen.com

Caminhos de Fátima O Projecto Caminhos de Fátima há anos iniciado com o objectivo de sinalizar caminhos para peregrinos que a pé se dirigem a Fátima evitando as estradas de grande tráfego automóvel em favor

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MECENAS PRATA

de caminhos de terra ou, se estes não estiverem acessíveis, pequenas estradas rurais, acaba de dar mais um passo, e neste caso um passo grande: a sinalização do Caminho do Norte que de Valença alcança Fátima passando pelo Porto e Coimbra, entre muitas outras cidades. Assim, ao Caminho do Tejo que liga Lisboa a Fátima ao longo dos seus cerca de 140 quilómetros juntam­‑se agora mais cerca de 300 quilómetros sinalizados com as setas azuis que indicam o sentido de Fátima. Em Valença e Tui começa o Camiño Portugués de Santiago também ele sinalizado, embora apenas com as setas amarelas que, como em toda a Europa, sinalizam os Caminhos de Santiago. Os Caminhos do Tejo e do Norte são, também eles, Caminhos de Santiago estando por isso também sinalizados com setas amarelas pelo que muitos peregrinos que partem de Lisboa para Fátima prosseguem depois para Santiago e, inversamente, peregrinos que de vários pontos da Europa rumam a Santiago prosseguem depois para Fátima. Muito brevemente será sinalizado o Caminho da Nazaré, o caminho da finisterra de Fátima. Seguir­‑se­‑ão o Caminho de Trás­‑os­‑Montes e Beiras e os Caminhos do Sul, do Alentejo e Algarve.

Foi assinado no passado dia 18 de Janeiro um Protocolo entre o CNC e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa que se destina a promover acções de Animação Cultural desenvolvidas por Voluntários que o CNC canaliza para aquela instituição e que vão trabalhar nos Centros de Dia e Lares da Terceira Idade da SCML. Já estão a colaborar connosco vários voluntários, que se disponibilizaram para fazer leitura aos idosos. Este projecto, intitulado “Os Nós e os Laços”, foi apresentado por altura do lançamento do site dedicado a António Alçada Baptista (www.antonioalcadabaptista.org), sendo através deste que todos os interessados em participar nestas acções de voluntariado na área cultural se podem inscrever.

Bolsas Criar Lusofonia Foram recebidas cerca de 30 candidaturas para a edição 2010/2011 das Bolsas Criar Lusofonia, que permitem a escritores e investigadores da língua portuguesa, desenvolver projectos de criação literária em países de língua oficial portuguesa, durante quatro meses. Este concurso é patrocinado pelo Ministério da Cultura através da Direcção­‑Geral do Livro e Bibliotecas. Os resultados desta última edição serão publicados até ao final de Março.

Açoreana - Companhia de Seguros, SA | ANA - Aeroportos de Portugal, SA | Banco Espírito Santo | Caixa Geral de Depósitos | Correio da Manhã (Presslivre) | Diário de Notícias | DID - Doc. Informática Desenv. | Duvídeo | Editorial Verbo | EFACEC Capital SGPS, SA | GalpEnergia | Hoteis Heritage Lisboa Imprensa Nacional - Casa da Moeda | Instituto Nacional de Estatística | Jornal de Notícias | Metropolitano de Lisboa | Mota-Engil | REN - Rede Eléctrica Nacional SIVA | Tabaqueira II, SA | ZON Lusomundo Audiovisuais, SA


Notí Notícias CIAS Goa: passado e presente Por ocasião dos 500 anos de relacionamento Portugal­‑Goa, o Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Expressão Portuguesa da Universidade Católica Portuguesa em colaboração com o Instituto de Estudos Orientais da mesma Universidade, com o Centro de História de Além Mar da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade dos Açores, o Instituto de Etnomusicologia das Universidades Nova de Lisboa, de Aveiro e Técnica de Lisboa e ainda o Instituto de Estudos Asiáticos da AESE, a Casa de Goa, a Associação de Amizade Portugal­‑Índia e o Centro Nacional de Cultura, realizarão um Congresso Internacional em Lisboa, de 26 a 29 de Outubro próximo, subordinado ao tema «Goa: Passado e Presente». O público interessado em participar ou assistir a este evento deverá consultar o site http://www.cham.fcsh.unl.pt/ congressogoa.html.

Avós e netos roma Esta Páscoa, entre 16 e 22 de Abril, um grupo de avós e netos partirá à descoberta de Roma. É a primeira viagem do ciclo “Avós e Netos” que o CNC organiza e que , aproveitando a disponibilidade de mais velhos e mais novos, os leva aos locais das antigas civilizações que foram berço da nossa.

Embaixada de poetas Na sequência da iniciativa que teve lugar em Outubro de 2006, em Macau, é intenção da Fundação Jorge Álvares promover no quarto trimestre do corrente ano, em Xangai, um II Encontro dos Poetas Lusófonos e Chineses. Em Portugal a

organização desta iniciativa ficará a cargo da Fundação Jorge Álvares e do Centro Nacional de Cultura, que escolherá os poetas participantes portugueses.

Sextas mágicas no oriente Na sequência do projecto Sextas­ ‑mágicas em São Roque, que o CNC levou a cabo em 2009/2010 com a colaboração da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e do Museu de São Roque, retomamos em 2011 esta  parceria com mais um “Percurso­‑História” criado pelo CNC com Elsa Serra que vai levar desta feita ao Museu do Oriente cerca de 500 crianças das creches e jardins­ ‑de­‑infância da Santa Casa. Os objectivos centrais mantêm­‑se: promover actividades de leitura integradas em contextos históricos e expressivos mais vastos (oralidade, ilustração, património), sendo a história contada a pedra de suporte. É nossa opção promover a interligação das várias artes para que seja potenciada a expressividade e a criatividade, para que a vivência das várias artes faça parte do quotidiano e permita um melhor desenvolvimento da sensibilidade.

Arte & Peregrinação Há mais de 20 anos que o Centro Nacional de Cultura organiza o ciclo de viagens “Os portugueses ao encontro da sua história”, que procura ir ao encontro dos vestígios deixados pelos portugueses dos séculos XVII e XVIII pelo mundo fora, realizando na actualidade novas formas de relacionamento com base nessa história comum. Trata­‑se de descobrir múltiplas dimensões da herança cultural portuguesa que se perpetuam em países tão diferentes como os que esta exposição, patente no Museu do Oriente entre 7 de Fevereiro e 27 de

Março, ilustrou. Nela se reuniram pela primeira vez as ilustrações de quatro grandes artistas portugueses de gerações diferentes, resultado de algumas destas viagens do Centro Nacional de Cultura  ao Oriente, como sempre registadas nos Diários de Viagem da autoria de um artista plástico e de um escritor. Graça Morais, João Queiroz, José de Guimarães e Bárbara Assis Pacheco acompanharam as Embaixadas Culturais do Centro Nacional de Cultura ao Japão, Indonésia e Índia. Os seus relatos de viagem são a demonstração nítida de que uma crónica gráfica de viagem permite irmos adiante do que se espera, uma vez que, além da narrativa das peregrinações, temos a descrição visual do que se sente num cenário diferente daquele em que vivemos o dia a dia.

Jornal falado [ 12 de Abril | 18h30 ]

de homero a sophia Com: Helena Langrouva

[ 17 de Maio | 18h30 ]

centenário do turismo em portugal – A escrita de viagens Com: Jorge Mangorrinha

[ 15 de Junho | 18h30 ]

homenagem a manuel rio de carvalho Com: Fernando António Baptista Pereira

Todas as sessões terão lugar no CNC, com entrada livre.

As Mulheres no início do século xx

No dia 26 de Maio terá lugar na Fundação Calouste Gulbenkian uma conferência por Ana Vicente dedicada ao tema “As Mulheres no início do século XX”. Para mais informações, consulte o nosso site: www.cnc.pt.

ASSOCIAÇÕES MEMBRO APAI - Associação Portuguesa de Arqueologia Industrial | ASC - Amigos do São Carlos | ATL - Associação de Turismo de Lisboa |

Associação de Valorização do Chiado | FESPAC - Federação Portuguesa das Associação e Sociedades Científicas | Fundação Passos Canavarro - Arte, Ciência e Democracia | Ofícios do Património e da Reabilitação Urbana | SEDES - Associação para o Desenvolvimento Económico e Social | SLP - Sociedade da Língua Portuguesa

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Notí Notícias CIAS Educação artística

_9 de Novembro

No ano em que se comemoram 140 anos da realização das «Conferências do Casino» (Primavera de 1871), impulsionadas pelo poeta e ensaísta Antero de Quental, o Clube Unesco de Educação Artística  e o Centro Nacional de Cultura propõe a realização, durante o ano de 2011, de um ciclo de palestras dedicado ao tema A Literatura – uma arte entre as artes, organizado por Ana Marques Gastão e António Carlos Cortez. Todas as sessões terão lugar na Galeria Fernando Pessoa do CNC e são de entrada livre.

Conferência de encerramento

_6 de Abril Sessão inaugural Guilherme d’Oliveira Martins, Ana Pereira Caldas Conferências de abertura

 Tema A: O Escritor no Atelier do Artista Mário Avelar

 Tema B: Arte, Mito e Escrita: Continentes em Interacção António Bracinha Vieira _4 de Maio

 Tema A: O Alfabeto da Dança: o Corpo, a Respiração e a Palavra Ana Marques Gastão

 Tema B: O Papel da Dança na Educação Wanda Ribeiro da Silva

_8 de Junho

 Tema: Reinventar o Humanismo no Tempo da Tecnologia – a via da educação artística Guilherme d’Oliveira Martins e Luís Filipe Barreto

Balanço Literário da Década O ciclo Balanço Literário da Década no Mundo Lusófono, organizado em parceria com a rede PNETLiteratura prossegue na Galeria do CNC com as seguintes sessões de entrada livre: _31 de Março | O papel da crítica literária José Mário Silva _12 de Maio | O romance brasileiro Maria Aparecida Ribeiro _26 de Maio | A Literatura na África lusófona | Ana Paula Tavares _30 de Junho | O acordo ortográfico e a literatura no espaço lusófono Vasco Graça Moura _29 de Setembro | A ilusão (da) crítica: os estudos literários africanos e a ordem eurocêntrica | Inocência Mata

 Tema B: A Importância da Leitura na Educação Artística Fernando Pinto do Amaral

_12 de Outubro  Tema A: Ver a Escrita: Literatura, Cinema e Educação Artística Clara Rowland

 Tema B: O Teatro: a Fala, o Gesto, a Percepção – A Máscara e o Texto Eugénia Vasques

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OUTROS APOIOS

_27 de Agosto de 2011 (Sábado)

Lisboa | Kuala Lumpur  (ou Singapura) _28 de Agosto

Kuala Lumpur | Malaca _29 de Agosto | Malaca _30 de Agosto | Malaca | Bali

_27 de Outubro | O mundo editorial na primeira década do século | Jorge­‑Reis Sá

_31 de Agosto | Bali

_24 de Novembro | Mesa redonda final (três convidados a anunciar)

_2 de Setembro | Flores

 Tema A: Educar pela Poesia António Carlos Cortez

O ciclo de viagens “Os portugueses ao encontro da sua História” conseguiu um lugar distinto no meio do Turismo Cultural.  Em 2011, entre 27 de Agosto e 10 de Setembro, organizamos uma viagem a Malaca no âmbito das comemorações dos 500 anos da chegada dos portugueses, para ir ao encontro da herança portuguesa aí presente. Esta viagem estender­‑se­‑á também à Indonésia, nomeadamente às Ilhas Molucas onde visitaremos Ambon, Ternate, Tidore e Makassar. Caso esteja interessado em receber mais informações, por favor contacte Helena Serra pelo 21 346 67 22 ou por e­‑mail para o hserra@cnc.pt.

_1 de Setembro | Bali | Flores

_3 de Setembro | Flores | Ambon _4 de Setembro | Ambon

Os portugueses ao encontro da sua história MALACA 2011 Malaca e Indonésia (Bali, Flores, Ternate, Tidore, Ambon, Macassar)

_5 de Setembro | Ambon | Ternate _6 de Setembro | Ternate _7 de Setembro

Ternate | Tidore | Ternate _8 de Setembro

Entre 27 de Agosto e 10 de Setembro Guia: Prof. Luís Filipe Thomaz Parceria: Centro de Estudos dos Povos

Ternate | Ujung Pandang (Makassar)

e Culturas de Expressão Portuguesa (CEPCEP)

_10 de Setembro

_9 de Setembro | Ujung Pandang

Ujung Pandang | Singapura | Lisboa


CENTENÁRIO DO

TURISMO EM

2.º Trimestre 2011 [1] Exposição “Sophia de Mello Breyner Andresen – Uma vida de poeta” Biblioteca Nacional

PORTUGAL

1911-2011

passeios de domingo Passeios de Domingo construída no local onde outrora existiu o convento de Santa Apolónia, que foi adquirido em 1852 pela Companhia Real dos Caminhos­‑de­‑Ferro. É um edifício grandioso, de linhas sóbrias e de grande harmonia estético­ ‑decorativa, destacando­‑se os painéis de azulejos e as estruturas em ferro e vidro.

Sábado, 9 de Abril

A partir da doação do espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen à Biblioteca Nacional, Paula Morão e Teresa Amado organizaram esta exposição por convite de Maria Andresen de Sousa Tavares, responsável pelo espólio. Maria Andresen de Sousa Tavares vai acompanhar­‑nos e contar­‑nos a história de alguns destes documentos. Trata­‑se de manuscritos de correspondência entre Sophia e família ou amigos, de poesia e de prosa, versões acabadas e outras de trabalho em curso ou simplesmente começadas; além destes documentos, indicativos da diversidade e da qualidade do acervo, a exposição contém, por um lado, primeiras edições e uma escolha de edições ilustradas e, por outro lado, peças de artistas plásticos e de fotógrafos oferecidas a Sophia pelos seus autores e que em muitos casos ilustraram edições de livros seus. Guia: Maria Andresen de Sousa Tavares Horário: 10h Duração: manhã Limite: 20 pessoas Local de Encontro: Biblioteca Nacional

Campo Grande, 83

[2] Estação de Santa Apolónia Sábado, 16 de Abril

Situada na zona ribeirinha, bem perto do típico bairro de Alfama, na freguesia de São Vicente de Fora, a Estação de Caminhos­‑de­‑Ferro de Santa Apolónia é a mais antiga estação da cidade, ponto de partida para destinos nacionais e internacionais. Inaugurada em 1 de Maio de 1865, a estação de um só andar, está

Guia: CP/REFER Horário: 10h Duração: manhã Limite: 25 pessoas Local de Encontro: Átrio da Estação

de Santa Apolónia (junto às bilheteiras)

[3] Reconstituição 3D da cidade em 1755 Museu da Cidade Domingo, 17 de Abril

A reconstituição, em três dimensões, da cidade em 1755, tem por base uma das obras mais emblemáticas do Museu da Cidade, a Maqueta de grandes dimensões, executada entre os anos de 1955 e 1959 por Ticiano Violante para a exposição Reconstrução da Cidade depois do terramoto de 1755. Com recurso à visualização da cidade em 3D, à reconstituição de 23 pontos notáveis que documentam, na 1ª metade do séc. XVIII, algumas ruas, praças, igrejas, conventos, edifícios públicos e palácios, muitos deles desaparecidos ou alterados na sequência do terramoto de 1755, complementadas com a reconstituição virtual de percursos que estabeleciam diferentes circuitos na cidade, será agora possível conhecer melhor a Lisboa barroca.

[4] Centro de Investigação Fundação Champalimaud Sábado, 30 de Abril

A Fundação Champalimaud apoia investigação em áreas de ponta. Tem como prioridade estimular descobertas que beneficiem as pessoas, bem como patrocinar novos padrões de conhecimento. O Centro de Investigação Champalimaud concretiza o objectivo da Fundação de construir um centro de investigação científica multidisciplinar, translacional e de referência no campo da biomedicina. Este Centro garantirá todas as condições para que investigadores e académicos, nacionais e estrangeiros, desenvolvam projectos de excelência nas áreas das neurociências e da oncologia. Os jardins e restantes áreas públicas ocupam uma parte substancial do espaço disponível. Jardins panorâmicos com uma grande variedade de árvores e áreas verdes, um anfiteatro ao ar livre para a realização de espectáculos musicais, sessões científicas ou artísticas – tudo isto tendo como pano de fundo a água e o Tejo – estão à disposição da cidade.

Guia: Fundação Champalimaud Horário: 10h Duração: manhã Limite: 20 pessoas Local de Encontro: Champalimaud

Centre for the Unknown – Av. Brasília (junto à DocaPesca)

[5] Vida e obra de Mário Dionísio Sábado, 7 de Maio

Guia: José Sarmento de Matos Horário: 11h Duração: manhã Limite: 35 pessoas Local de Encontro: Museu da Cidade

Campo Grande, 245

Poeta, ensaísta, pintor, contista, romancista, pintor de novo e finalmente, por ordem de entrada na cena intelectual lisboeta (e Coimbrã) nos anos quarenta neo­‑realistas, Mário Dionísio foi o que foi,

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Passeios de Domingo

e tomou as posições criativas e polémicas que tomou, por razões de vocação e de íntima responsabilidade de humanista que, no conjunto da sua obra e a distância já histórica, se define. Definindo­‑se também na sua própria personalidade de firmeza de posições, em tolerância que os anos naturalmente lhe trouxeram. José­‑Augusto França in «Não há Morte nem Príncipio»

Depois do sucesso da visita do 1º trimestre em que ficámos a conhecer este centro cultural, voltamos à Casa da Achada para melhor conhecermos a vida e obra de Mário Dionísio, através da exposição biobliográfica que aí está patente desde 25 de Abril.

Guia: Eduarda Dionísio Horário: 11 h Duração: manhã Limite: 30 pessoas Local de Encontro: Rua da Achada, 11

(por detrás da Igreja de São Cristovão)

Tanegashima, até 1639, ano do derradeiro édito de expulsão. Porém, e à semelhança da própria geografia que o fenómeno namban abarca, também elas estão longe de dever ser entendidas como barreiras estanques ou fronteiras temporais limitadas. O projecto expositivo que se apresenta visa, pois, introduzir uma nova abordagem ou contextualização da arte namban numa exposição que é constituída por quatro núcleos diferenciados compostos por um total de aproximadamente 60 peças provenientes de colecções públicas e privadas.

Guia: Museu do Oriente Horário: 10h Duração: manhã Limite: 30 pessoas Local de Encontro: Museu do Oriente

Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte)

[7] Pintores do Sul de França – Côte D’Azur e Provence Quarta a Domingo, 11 a 15 de Maio

[8] Ciclo “As lojas de tradição da Baixa e Chiado” – Baixa Nascente Sábado, 21 de Maio

Este é o segundo de três percursos distintos – às lojas da Baixa poente, do Chiado e da Baixa nascente – sobre a história, arquitectura, decoração e actividade dos estabelecimentos mais emblemáticos e actuais, do que é por excelência e avant­‑la­‑lettre, o primeiro centro comercial da capital. Vamos conhecer as livrarias, os cafés, os antiquários, as retrosarias, as ginjinhas, as farmácias etc, a variedade de profissões, serviços e artigos, os usos e costumes, as praticas do dia­‑a­‑dia, as profissões, as oficinas e os ofícios ainda hoje existentes. De passagem alguns apontamentos sobre a História da cidade e o urbanismo.

Guia: Guilherme Pereira Horário: 10h Duração: manhã Limite: 30 pessoas Local de Encontro: Casa do Alentejo

Rua Portas de Santo Antão, 58

[6] Exposição “Encomendas Namban – Os Portugueses No Japão da Idade Moderna” Museu do Oriente Domingo, 8 de Maio

É um título ambicioso o que foi escolhido para esta exposição. Duplamente ambicioso: porque a cultura material a que se reporta agrupa uma variedade apreciável de tipologias, formas e suportes, e porque aponta para um universo sobre o qual muito pouco se sabe: o da encomenda da arte namban no contexto da presença portuguesa no Japão desde a 2ª metade do século XVI até cerca de 1640. As balizas cronológicas apontadas correspondem à da permanência dos Portugueses em território japonês: de ca.1543, data do desembarque em

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A beleza e o pitoresco da paisagem natural e edificada da Provence e Côte d’Azur, as regiões preferidas dos mais importantes artistas do final do séc. XIX, princípio do séc. XX, são o mote para esta viagem primaveril. Vamos visitar alguns dos principais Museus – Picasso, Renoir, Matisse, Chagall – e também ateliers como o de Paul Cézanne e os Castelos de Baux­‑de­‑Provence.

Guia: Pierre Léglise­‑Costa

Programa completo na recepção do CNC e em www.cnc.pt

[9] Os segredos (dos arredores) de Alcobaça Domingo, 22 de Maio

Alcobaça é sede de concelho formado por 19 freguesias. Possui uma forte tradição histórica aliada ao seu mosteiro cuja Ordem de Cister teve um importante papel no desenvolvimento cultural, social e económico da região. São, precisamente, as freguesias circundantes o objecto do nosso passeio: Cós, Alpedriz, Évora de Alcobaça, Vestiaria e Cela. Em Cós – antiga povoação do couto do Mosteiro de Alcobaça – merece visita o importante Mosteiro do séc. XII, em cujo interior encontramos o altar­‑mor de


passeios de domingo Passeios de Domingo talha dourada, azulejos setecentistas, tectos apainelados e o coro monástico. Alpedriz vem do árabe ABI­‑DRIZ, que significa “povoação do pai do Driz”. Pertenceu à ordem militar de Avis como sede duma Comenda desta Ordem por doação do Rei D. Sancho I (razão pela qual Alpedriz nunca terá pertencido aos Coutos do Mosteiro de Alcobaça). Talvez devido ao facto de ser uma freguesia de que historicamente menos se conhece, existem várias versões em relação à origem de Évora de Alcobaça: uns sustentam que advém dos “Eburon”, povo que viveu na Península Ibérica e outros que defendem que Évora é corrupção de “evro” (erva) que o Cardeal D. Henrique mandava buscar à povoação, para os seus cavalos. O passado de Évora de Alcobaça estará sempre ligado à Ordem de Cister, cujos Abades fundaram o Mosteiro, exercendo a partir daí jurisdição sob uma vasta área em seu redor. De acordo com algumas referências, a etimologia do nome Vestiaria deriva do facto de os ganhos da população terem o destino de fornecer as roupas para o pessoal do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. E assim, ou porque aí se faziam as roupas para os frades da abadia, ou porque os rendimentos que os Monges de Cister obtinham desse local se destinavam às vestes, o nome de Vestiaria estará ligado ao Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça. Em Cela merece visita a Igreja Matriz, de arquitectura revivalista e neo­ ‑manuelina. Destaque para as gárgulas zoomórficas (peixe, cão, galo, porco, papagaio e lobo) e duas gárgulas de representação humana, provenientes da igreja primitiva.

Guia: Anísio Franco Horário: 9h Duração: dia inteiro Limite: 45 pessoas Local de Encontro: Entrecampos (em

frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25) Transporte; almoço

[10] Terras da Ordem do Hospital Sábado, 28 de Maio

Presente em Portugal desde o início do século XII, a Ordem dos Cavaleiros Hospitalários desempenhou um importante papel ao longo da história de Portugal. Fundando a sua primeira casa no Mosteiro de Leça, rapidamente a Ordem do Hospital obteve diversos domínios e comendas em todo o país. Dessa época subsiste um importante património cultural que testemunha a importância da acção desta ordem religiosa e militar em diversos momentos da história. A divulgação e valorização do património cultural referente à presença da Ordem do Hospital em Portugal, do ponto de vista científico assim como turístico é uma das finalidades deste passeio a Crato, Flor da Rosa e Estremoz. Guia: Maria José Ferro Tavares Horário: 9h Duração: dia inteiro Limite: 45 pessoas Local de Encontro: Entrecampos (em

frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25) Transporte; almoço

[11] Museu de Arte Popular Domingo, 29 de Maio

O edifício do Museu de Arte Popular beneficiou das acções de requalificação e reabilitação da frente ribeirinha de Lisboa em curso, mantendo a sua concepção original de espaço dedicado à cultura popular e prosseguindo com as atribuições nas áreas da museologia, da investigação e da acção cultural, respeitando­‑se o seu passado histórico e a identidade que o espaço, fundado na década de 1940, ganhou ao longo dos anos. Pretende­‑se, também, que o Museu de Arte Popular seja um espaço direccionado para contextualizar a história da arte popular portuguesa, perspectivando­‑se, nos dias de hoje, a recolha, a conservação, a

inventariação e a divulgação de testemunhos significativos da cultura popular portuguesa, nos âmbitos histórico, artístico e etnológico, bem como a preservação e valorização das tecnologias tradicionais, através do apoio e da divulgação de actividades artesanais representativas das diversas regiões do País. Guia: Andreia Galvão Directora Horário: 10h Duração: manhã Limite: 35 pessoas Local de Encontro: Museu de Arte

Popular – Av. Brasília

[12] Terras de Basto Cabeceiras | Celorico | Mondim Sábado e Domingo, 4 e 5 de Junho

Na margem direita do rio Tâmega, situa­‑se o concelho de Cabeceiras de Basto cujo povoamento remonta a épocas pré­ ‑românicas, dada a quantidade de vestígios castrenses e construções dolménicas. Na sede do concelho, o imponente mosteiro de São Miguel de Refojos é anterior à nacionalidade, ainda que a actual construção seja de finais do séc. XVII. Celorico confina com as regiões do Douro e de Trás­‑os­ ‑Montes e encontra­‑se rodeado por cadeias montanhosas, das quais se salientam as serras do Marão, Alvão e Cabreira. O castelo medieval de Arnóia, nos arredores da sede de concelho, é um das jóias do património local. Mondim de Basto tem boa parte do seu território ocupado por zonas montanhosas integradas nas serras do Alvão e do Marão. O seu ex­‑libris é o monte cónico coroado pelo santuário da Senhora da Graça. Como por todas as Terras de Basto a paisagem rural é muito marcada pelos solares nobres, cujas torres e longas fachadas ameadas se avistam desde muito longe. Guia: Anísio Franco Horário: 7h15 (o comboio parte às 8h) Duração: fim de semana Limite: 45 pessoas Local de Encontro: Santa Apolónia

átrio junto às bilheteiras Transporte; alojamento; 3 refeições

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Passeios de Domingo

[13] Quinta da Regaleira Sábado, 18 de Junho

Situada em pleno Centro Histórico de Sintra, classificado Património Mundial pela UNESCO, a Quinta da Regaleira é um lugar com espírito próprio. Edificado nos primórdios do Século XX, ao sabor do ideário romântico, este fascinante conjunto de construções, nascendo abruptadamente no meio da floresta luxuriante, é o resultado da concretização dos sonhos mito­‑mágicos do seu proprietário, António Augusto Carvalho Monteiro (1848­‑1920), aliados ao talento do arquitecto­‑cenógrafo italiano Luigi Manini (1848­‑1936). A imaginação destas duas personalidades invulgares concebeu, por um lado, o somatório revivalista das mais variadas correntes artísticas – com particular destaque para o gótico, o manuelino e a renascença – e, por outro, a glorificação da história nacional influenciada pelas tradições míticas e esotéricas. Guia: João Rodil Horário: 10h Duração: manhã Limite: 45 pessoas Local de Encontro: Entrecampos (em

frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25) Transporte

[14] Torres Vedras Domingo, 19 de Junho

Palco de importantes acontecimentos, Torres Vedras é hoje uma cidade em franca expansão económica e comercial, mas mantém bem viva a memória e os lugares que ajudaram a escrever parte da História de Portugal. Foi nestas terras que D. João I decidiu avançar para a conquista de Ceuta e que as tropas luso­‑inglesas lutaram contra as invasões napoleónicas, apoiadas por uma importante rede de fortificações – a Linha de Torres – considerada um dos mais eficazes sistemas de defesa militar. A Quinta das Lapas foi construída entre finais do séc. XVII e inícios do séc. XVIII, num estilo barroco bem patente quer na moldura das janelas, quer no uso de frontões e fogaréus.

O portão nobre, setecentista, ostenta pedra de armas. Já o Convento do Varatojo, de finais do século XV, sofreu bastantes acrescentos ao longo dos séculos. Fundado em 1470, por voto e devoção do rei D. Afonso V, da primitiva traça conserva a fachada e a porta. A capela­‑mor é o espaço mais rico da Igreja quer pela sua abóbada de berço com caixotões, como pelo forro de azulejos do século XVIII com cenas da vida de Sto. António, emoldurados por largas cercaduras. No Convento, há ainda a realçar a Capela de N.ª Senhora do Sobreiro, construída em 1777. Guia: Anísio Franco Horário: 9h Duração: dia inteiro Limite: 45 pessoas Local de Encontro: Entrecampos (em

frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25) Transporte; almoço

[15] Convento do Carmo – A história do edifício Sábado, 25 de Junho

O monumento, edificado no século XIV, ergue­‑se no Monte do Carmo, com cabeceira em posição destacada, sobranceira ao Rossio e fronteira ao Castelo de S. Jorge. Começou por ser um convento carmelita. Hoje, é sede da Associação dos Arqueólogos Portugueses e também museu arqueológico. Nas obras do convento trabalharam os artíficies Lourenço Gonçalves, Estêvão Vasques, Lourenço Afonso e João Lourenço e alguns operários de origem judaica, como Judas Acarron e Benjamim Zagas. Das antigas dependências conventuais subsiste o claustro, de planta rectangular, o refeitório, hoje dividido em dois pisos, a sacristia, de planta rectangular e coberta por cruzaria de ogivas, e uma torre sineira robusta. O convento foi mandado construir em 1389 pelo Condestável D. Nuno Álvares Pereira, em terrenos adquiridos ao almirante Pessanha e à irmã do Condestável, D. Beatriz. O solo arenoso e a escarpa instável levaram ao desmoronamento dos alicerces por duas vezes, obrigando D. Nuno a dizer

Telemóveis de contacto no dia dos Passeios: 96

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que se os alicerces caíssem de novo haviam de ser de bronze. No dia 1 de Novembro de 1755, grande parte do convento ruiu com o terramoto, tendo recebido posteriormente obras de beneficiação e restauro. Guia: Célia Pereira Conservadora do Museu Horário: 10h Duração: manhã Limite: 35 pessoas Local de Encontro: Museu Arqueológico do Carmo Largo do Carmo

[16] Os segredos da Nazaré Domingo, 26 de Junho

Aninhada à beira mar, numa enseada entre o promontório do Sítio e os montes da Pederneira, a Nazaré é sede de concelho composto por 3 freguesias. Terra de pescadores, onde as varinas usam, tradicionalmente, sete saias, a sua origem é relativamente recente, pois até ao século XVII o mar cobria toda a zona do actual povoamento. A sua história está aliada à conhecida lenda de D. Fuas Roupinho, a quem se deve a construção da Ermida da Memória, da qual se pode usufruir, ainda hoje, um panorama soberbo sobre o mar. Merece ainda visita o Museu Museu de Arte Sacra Reitor Luís Nesi que expõe peças resultantes de ofertas à Virgem, destacando­‑se uma colecção de mantos de Nossa Senhora. A Igreja da Misericórdia da Pederneira, de estilo maneirista, em cujo interior encontramos azulejos seiscentistas figurando a Nossa Senhora da Misericórdia, e Igreja de São Gião, que alguns autores caracterizam como visigótica, situando a sua provável construção no séc. VII, são outros pontos de interesse. Guia: Anísio Franco Horário: 9h30 Duração: dia inteiro Limite: 45 pessoas Local de Encontro: Entrecampos (em

frente ao edifício da Câmara Municipal de Lisboa – Campo Grande, 25) Transporte; almoço

527 18 77 / 96 691 19 97 / 96 908 25 66


Cursos Livres

2º Trimestre 2011 [I] Artes Plásticas e Literatura

[II] O novo Acordo Ortográfico

Uma vez que a escrita é uma Arte e as outras artes são atravessadas pela Literatura, revela­‑se pertinente a realização deste curso que viajará nos caminhos na leitura comparada com artistas que cultivaram harmoniosamente as duas artes. Ao longo das sessões, veremos como, tanto através da literatura como através da pintura, os artistas nos proporcionam o desvendamento de si mesmos e a compreensão da sua arte e do seu tempo. Pretende­‑se aprofundar o conhecimento e a compreensão da cena literária e pictórica contemporânea, por um lado, e analisar algumas obras de artistas que ocupam uma posição importante na formação da modernidade literária e estética, por outro. Pretende­‑se ainda promover a interdisciplinaridade, a partilha de saberes e actividades de enriquecimento pessoal e profissional. 1ª sessão | Introdução. A “exfrasis”. 2ª sessão | A intersecção da linguagem literária e da linguagem pictórica em artistas anglo­‑saxónicos: William Blake, John Banville e Philip Roth 3ª sessão | A intersecção da linguagem literária e da linguagem pictórica em artistas portugueses: Almada Negreiros 4ª sessão | António Pedro 5ª sessão | Saul Dias/Julio 6ª sessão | Mário Cesariny 7ª sessão | Júlio Pomar 8ª sessão | Paula Rego. Encerramento do curso.

No dia 12 de Outubro de 1990, foi aprovado em Lisboa o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, pela Academia das Ciências de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e pelas delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. O então designado “Acordo de 1990” está em vigor no Brasil desde Janeiro de 2009 e em Portugal desde Maio de 2009, com um período de transição de seis anos. Este curso sobre o novo Acordo Ortográfico pretende fornecer as ferramentas necessárias para que os formandos possam conhecer e dominar as principais alterações ortográficas face ao Acordo anterior, de modo a aperfeiçoarem as suas competências no domínio da expressão escrita. Este curso tem um carácter eminentemente teórico-prático, estando subjacente todo um conjunto de orientações e esclarecimentos teóricos que necessariamente antecedem a realização de actividades. Coordenação: Ciberdúvidas da Língua

[III] História da pintura Modos de ver e de representar o Mundo e o Homem – Pintura de Retrato e de Géneros nos séculos xviii e xix 1.1. Os grandes retratistas ingleses do séc. XVIII – Thomas Gainsborough e Joshua Reynolds 1.2. O retrato em França entre as tendências neoclássica e romântica: David, Ingres, Delacroix e Géricault 1.3. O realismo psicológico dos retratos de Goya 1.4. A evolução do retrato em França, do Realismo ao Fauvismo: Daumier, Courbet, Manet, Monet, Renoir, Mary Cassatt, Degas, Van Gogh, Gauguin, Cézanne, Redon e Matisse 1.5. Os retratos deformados dos Expressionistas: Ensor, Kirchner, Kokoschka Coordenação: Adélia Caldas Horário: segundas­‑feiras;

das 18h30 às 20h00 Duração: 8 sessões (6 teóricas/ 2 visitas) início 2 de Maio (visitas nos dias 20 e 27 de Junho – às 15h)

Portuguesa Horário: quintas­‑feiras

das 18h30 às 20h00 Duração: 10 sessões – início 21 de Abril

Coordenação: Paula Oleiro Horário: quartas­‑feiras; das 18h30 às 20h Duração: 8 sessões

início a 27 de Abril

APOIO

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NÚCLEO do Núcleo do Porto PORTO

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NÚCLEO PORTO


NÚCLEO do Núcleo do Porto PORTO

A Festa na Baixa (FNB) promovida pelo CNC – Núcleo do Porto, tornou­‑se já num evento à escala de toda a baixa da Cidade do Porto desde a primeira edição em 2006. O seu perfil diversificado nas variadas expressões culturais, na proximidade dos cidadãos no seu quotidiano urbano, nas ruas e nas praças, nos cafés e em muitos estabelecimentos culturais e institucionais e, até, comerciais faz da FNB um acontecimento especial que é acolhido e correspondido com extrema simpatia. Se mais não bastasse, a atestá­ ‑lo está o facto de mais de uma centena de entidades aderir cada ano contribuindo na sua especificidade para o programa desde a bebida no bar, à extensão do horário de abertura sem esquecer a cedência de espaços e outros recursos para a execução do programa.

A FNB conta com o colaboração da Câmara Municipal do Porto e da Fundação EDP e o apoio de outros patrocinadores igualmente fieis como a Mota Engil, a EFACEC e a RAR, para além de um conjunto de instituições­‑parceiros de que destacaríamos a Cooperativa Árvore, a Orquestra do Norte, o Cineclube do Porto, a Antiqualha, o Shopping Via Catarina, pelo estacionamento grátis durante os dias da FNB, a CP e a Estação de S.Bento, os cafés Majestic e Guarany, o Café do Piolho, a Igreja dos Clérigos, entre outros, e, neste ano de 2011, com um ênfase particular, as Galerias de Arte e outros espaços da Rua Miguel Bombarda e área envolvente. Na agenda da FNB serão anunciados eventos especificamente promovidos pelo CNC ou por outros actores em ligação

com o CNC ou associados à FNB. Desta forma, para além de um tempo forte de quatro dias de passeios, tertúlias, exposições e muitos e diversificados momentos musicais, a agenda da FNB terá ainda o mérito de remeter para outras oportunidades a explorar quando aprouver. Todos os eventos promovidos pelo CNC Porto serão de entrada livre. Brevemente, enviaremos o programa. A Agenda poderá oportunamente ser visualizada em http://issuu.com/cncporto e as imagens em www.flickr.com/photos/ cncporto. O CNC, na sua história de 65 anos vem procurando estender a sua acção à cidade do Porto. A Festa na Baixa é a sua actividade mais visível.

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SERVIÇOS Serviços 1. Café No Chiado do almoço à ceia, no interior ou na esplanada, um café literário todos os dias das 10h às 2h

2. Galeria Fernando Pessoa

Descobertas n.º2, Ano IV - Nova série DEPÓSITO LEGAL N.º:

282 473/08

125 483

para almoços de negócios, para apresentação de produtos, para jantares de anos, ou para lançamentos de livros, com ou sem “surpresa musical”, com ou sem catering.

N.º REGISTO ERC:

3. Ciber-Chiado

DESIGN:

uma ligação ao mundo num ambiente de requinte português

IMPRESSÃO: Textype, Estrada de Benfica, 212A, 1500-094 Lisboa

de segunda a sexta das 10h30 às 19h00

4. Residência de artistas “apartamentos de charme” no Chiado (mínimo 1 semana máximo 2 meses)

5. Loja Atelier 55 mesmo ao lado do CNC um espaço de acolhimento para turistas, onde pode encontrar as nossas edições e peças únicas, artesanato e mobiliário português

6. Festas-Surpresa uma maneira leve de animar festas, com qualidade, com ou sem catering

7. GRAF – Consultas Grafológicas análises para empresas, para admissão de pessoal análises individuais para orientação

Propriedade / Administração / Redacção: Director:

CNC

Guilherme d’Oliveira Martins

Atelier B2

Tiragem deste n.º: Periodicidade:

3.500 exemplares

3x/ano (Janeiro, Abril e Outubro)

Distribuição Gratuita

CNC Lisboa Rua António Maria Cardoso, n.º 68 | 1249­‑101 Lisboa Tel: +351 213 466 722 | Fax: +351 213 428 250 E-mail: info@cnc.pt Horário de atendimento ao público: 2.ªs a 6.ªs feiras das 10h00 às 19h00 CNC Porto Palacete Viscondes de Balsemão Pça. de Carlos Alberto, n.º 71 | 4050-157 Porto Telemóvel: +351 961 371 760 E-mail: info.porto@cnc.pt | aqfaria@gmail.com

8. Gabinete de Tradução de e para várias línguas, rápido e com qualidade

9. Lisbon Walks passeios a pé, para portugueses e estrangeiros, guiados em várias línguas

Homepage:

www.cnc.pt FACEBOOK: Centro Nacional de Cultura TWItter: www.twitter.com/cncultura Portal e-cultura: www.e-cultura.pt

10. Gincanas para Crianças para escolas e aos Sábados mediante inscrição

O CNC gostaria de entrar em contacto consigo mais vezes. Envie-nos do seu e-mail uma mensagem para lmendes@cnc.pt com o seu nome e número de sócio para que registemos o seu endereço electrónico, ou devolva-nos este boletim por correio ou fax:

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Nome: N.º sócio: Endereço electrónico: Rua António Maria Cardoso, 68 – 1249-101 Lisboa - Fax 213 428 250


Descobertas 2º Trimestre 2011  

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