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A CARAVANA, Outubro de 2001

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A CARAVANA O UTUBRO 2001 Fundado em 01/12/1966

NÚMERO 392 – ANO XXXIII http://meuwebsite.com.br/Cenmc

e-mail: cenmc@hotmail.com INFORMATIVO DO CENTRO ESPÍRITA NAIR MONTEZ DE CASTRO Rua Vilela Tavares 173 - Lins Rio de Janeiro/RJ - Telefone 2595-5462

O DOM ESQUECIDO Centralizara-se geral atenção em torno de curiosa palestra referente aos dons com que o Céu aquinhoa as almas, na Terra, quando o Senhor comentou, paciente: - Existiu um homem banhado pela graça do merecimento, que recebeu do Alto a permissão de abeirar-se do Anjo Dispensador dos dons divinos que florescem no mundo. Ante o Ministro Celeste, o mortal venturoso pediu a bênção da Mocidade. Recebeu a concessão, mas, em breve, reconheceu que a juventude poderia ser força e beleza, mas também era inexperiência e fragilidade espiritual, e, já desinteressado, voltou ao Doador Sublime e solicitou-lhe a Riqueza. Conseguiu a abastança e gozou-a, longo tempo: todavia, reparou que a retenção de grandes patrimônios provoca a inveja maligna de muitos. Cansando-se na defesa laboriosa dos próprios bens, procurou o Anjo e rogou-lhe a Liberdade. Viu-se realmente livre. No entanto, foi defrontado por cruéis demônios invisíveis, que lhe perturbaram a caminhada, enchendo-lhe a cabeça de inquietudes e tentações.

Entendeu, porém, mais cedo que esperava, que o mando gera ódio e revolta nos corações preguiçosos e incompreensíveis e, atormentado pelos estiletes ocultos da indisciplina e da discórdia, dirigiu-se ao benfeitor e implorou-lhe a Inteligência. Todavia, na condição de cientista e homem de letras, perdeu o resto de paz que desfrutava. Compreendeu, depressa, que não lhe era possível semear a realidade, de acordo com os seus desejos. Para não ser vítima da reação destruidora dos próprios beneficiados, era compelido a colocar um grão de verdade entre mil flores de fantasia passageira e, longe de acomodar-se à situação, tornou à presença do Anjo e pediu-lhe o Matrimônio Feliz. Satisfeito em seu novo desígnio, reconfortou-se em milagroso ninho doméstico, estabelecendo graciosa família, mas, um dia, apareceu a morte e roubou-lhe a companheira. Angustiado pela viuvez, procurou o Ministro do Eterno e afirmando que se equivocara, mais uma vez, suplicou-lhe a graça da Saúde.

Foi então que o glorioso mensageiro lhe explicou que ele, o candidato à felicidade, se esquecera do maior de todos os dons que pode sustentar um homem no mundo, o Dom da Coragem que produz entusiasmo e bom ânimo para o serviço indispensável de cada dia... Jesus interrompeu-se por alguns minutos; depois, sorrindo ante a pequena assembléia, rematou: - Formosa é a Mocidade, agradável é a Fortuna, admirável é a Liberdade, brilhante é o Poder, respeitável é a Inteligência, santo é o Casamento Venturoso, bendita é a Saúde da carne, mas se o homem não possui Coragem para sobrepor-se aos bens e males da vida humana, a fim de aprender a consolidar-se no caminho para Deus, de pouca utilidade são os dons temporários na experiência transitória. E tomando no colo um dos meninos presentes, indicou-lhe o firmamento estrelado, como a dizer que somente no Alto a felicidade perene das criaturas encontraria a verdadeira pátria.

Recebeu a concessão. Entretanto, logo que se escoaram alguns anos, surgiu a velhice e desfigurou-lhe o corpo, desgastando-o e enrugando-o sem compaixão.

Extenuado, em face do permanente conflito interior em que vivia, retornou ao Celeste Dispensador e suplicou o Poder.

Atormentado e incapaz agora de ausentar-se de casa, o Anjo Amigo veio ao encontro dele e abraçando-o, paternal, indagou que novo Dom pretendia do Alto.

Entrou na posse da nova dádiva e revestiu-se de grande autoridade.

O infeliz declarou-se em falência. Que mais poderia pleitear?

Neio Lúcio, in Jesus no Lar. Psicografado por Francisco C. Xavier

OUÇA A RÁDIO RIO DE JANEIRO - 1400KHz AM - A EMISSORA DOS ESPÍRITAS


A CARAVANA, Outubro de 2001

C E N T R O

E S P Í R I T A

N A I R

M O N T E Z

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C A S T R O

PÁGINA DE REFLEXÃO A SABEDORIA DO MINISTRO Existia, em uma terra distante, um rei e seu primeiro ministro. O rei era justo e bondoso. O primeiro ministro era um homem bom e sábio, e sempre dizia que a felicidade reinava porque existia um Deus bom e justo, que sempre fazia o que era melhor para todos. O rei seguia os passos de sabedoria do seu primeiro ministro que sempre dizia: "tudo que Deus faz é bom..." Essas eram sempre as palavras que faziam com que o rei fosse sensato e bondoso para com os seus súditos. O rei tinha dois passatempos diários. Um deles era trabalhar com madeira, fazendo talhas e esculturas e o outro era cavalgar pela floresta todas as manhãs, em companhia de seu primeiro ministro. Enquanto cavalgavam, os dois conversavam sobre os mistérios da vida. O rei sempre procurava explicações para suas aflições e nessas saídas diárias, em companhia de seu sábio primeiro ministro, ele encontrava conforto para seu coração, muitas vezes cheio de dúvidas e preocupações. Um dia, o rei estava trabalhando em sua oficina, serrando madeira, quando, inesperadamente, a serra decepou seu dedo indicador. Desesperado e aflito, mandou chamar seu primeiro ministro. Tinha esperança de que ele pudesse explicar o motivo pelo qual Deus havia permitido que o acidente acontecesse com ele, uma pessoa boa, justa e honesta. Porém, para surpresa do rei, o primeiro ministro, em vez de confortá-lo com palavras de alento e consolo, limitou-se a repetir o que sempre dizia "tudo que Deus faz é bom". Ao ouvir tamanha afronta, o rei, irado e desconsolado, mandou que os guardas o levassem para a prisão. Depois do acidente, a vida do rei ficou diferente. Não tinha ninguém para conversar e confidenciar pensamentos mas continuava com seus passatempos diários, trabalhando a madeira e cavalgando todas as manhãs, só que agora ia sozinho. Um belo dia, enquanto cavalgava por um recanto mais distante da floresta, foi aprisionado por índios selvagens. Levado para a tribo, amarrado e assustado, a única coisa que o rei poderia fazer era rezar e pedir a Deus que lhe desse proteção e paz. Chegando à tribo, o rei foi surpreendido por uma grande festa. Tambores e chocalhos soavam, índios pintados dançavam em volta de um altar, onde um sacerdote permanecia sentado em completo transe...tudo estava preparado para a grandiosa festa de sacrifício aos Deuses dos índios. A um pequeno movimento do sacerdote, alguns índios aproximaram-se do rei, desamarraram suas mãos e começaram a pintá-lo com cores fortes e berrantes. O sacerdote então aproximou-se e começou a dizer palavras que o rei não compreendia. Enquanto dançava ao redor do altar, o sacerdote observou que o rei não possuía um dos dedos da mão. Irado e frustado, ordenou que o rei fosse libertado, pois um ser incompleto não poderia ser oferecido em sacrifício para os deuses. Após ser libertado, o rei voltou ao castelo. Enquanto caminhava pela floresta, pensava sobre o que havia acontecido: "realmente tudo que Deus faz é bom". Se não tivesse perdido um dedo, teria perdido a vida. Uma questão, porém, ainda perturbava o rei. O que explicaria a permanência do seu fiel primeiro ministro na prisão, durante todo aquele tempo? Seria este Deus justo apenas para o rei e não para seus súditos? Chegando ao castelo, o rei ordenou que o primeiro ministro fosse solto e trazido a sua presença. Afinal, era impossível para ele entender o motivo pelo qual Deus havia sido tão injusto com um homem tão bondoso. Ao vê-lo, o rei contou o que havia acontecido pela manhã e falou: "agora compreendo que perdi um dedo mas em compensação não perdi a minha vida. No entanto, não entendo porque Deus não foi benevolente com você. Como isso pode ter sido bom para você?" O sábio e paciente amigo então lhe respondeu: "vossa alteza se esqueceu que tínhamos o costume de cavalgar juntos todas as manhãs? O que teria acontecido comigo se eu estivesse em sua companhia na floresta hoje? Afinal, eu tenho todos os meus dedos..." Deus faz coisas que, em determinados momentos, não podemos compreender e as julgamos erradas, mas no futuro entenderemos que foram em nosso próprio benefício. E por fim concluiu: "tudo que Deus faz é bom..." (História de autor desconhecido)

BALANÇO CRISTÃO Que tal realizar um balanço em sua vida? Pense há quanto tempo você ouviu o chamado do cristo, isto é, há quanto tempo você se afirma cristão. Depois, dê uma olhada em sua volta, em sua própria casa. O que você vê? As estantes estão abarrotadas de vozes caladas, livros que a traça devora. Estão ali, parados há tanto tempo que a poeira já se acumula e umas pequeninas teias de aranha aparecem entre uns e outros, só para lhe dar trabalho com a limpeza. Os armários estão entupidos de roupas fora da moda e que você acha que um dia voltarão a ser usadas. As caixas se empilham, guardando botas, sapatos, sandálias que não servem mais em seus pés. Em baús ou armários bem altos estão os agasalhos de inverno abandonados, entregues ao apodrecimento. Os móveis estão cheios de coleções de tantas coisas que você guarda, há tanto tempo que nem se recorda. As farmácias improvisadas estão cheias de medicamentos que aguardam as suas enfermidades, enquanto o prazo de validade expira. Estantes, armários, baús, caixas, pacotes cobertos de pó, mofo, bolor. Comida de traça, esconderijo para pequenos animaizinhos. Tanta coisa parada, sem uso. E tantos a padecer carências. Por isso, dê uma mexida nas estantes. Passe adiante os livros que você não vai ler. Examine o conteúdo e torne-os mensagens de vida. Distribua as roupas usadas, enquanto ainda estão boas, para os que se encontram desnudos, na miséria. Verifique se falta um botão, se há necessidade de refazer uma bainha, costurar um pequeno rasgo. Retoque e faça delas instrumentos da alegria. Selecione os calçados, botas e sandálias. Retifique as solas gastas, providencie uma cola aqui, uma costura ali e oferte a quem anda descalço. Você já aprendeu a respeito do grande número de enfermidades provocadas por pés-no-chão. Imagine quantas crianças terão os seus pezinhos protegidos dos cacos de vidro, das pedras pontiagudas. Quantos pés cansados, não terão mais que suportar o calor das pedras ou do frio da terra úmida. Desapegue-se das velhas lãs e capotes, dando-os aos sofredores. Propicie calor abençoado a corpos quase sem roupa. Conduza os remédios que estão nas prateleiras, esperando que você um dia adoeça, para postos de saúde, hospitais, clínicas comunitárias. Não espere a doença visitar seu corpo. Socorra as criaturas doentes nos bairros pobres, nas estradas esquecidas. Sacuda a poeira. Limpe o bolor. Afugente as traças. Conserve o que tem em movimento. Tudo o mais, distribua, demonstrando que você é senhor e não escravo de coisa alguma. *** Não espere que a dor se adorne de trapos e se apresente ao abandono, para que surja o seu momento de ajudar. Não espere que a miséria desnude corpos sofredores a fim de que você possa oferecer a contribuição do seu socorro. Não aguarde que as pessoas pereçam à falta de medicamentos. Vá ao encontro da dor, da necessidade e ajude com o que tiver. Distribua o que quiser. Atenda as ordens do seu coração de seguidor de Jesus, nosso Mestre.

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Equipe de Redação do Momento Espírita, baseado no livro "Legado Kardequiano", caps. 44 e 45.

Nós, do CENMC, modestamente, nos solidarizamos com a dor do povo americano, tendo em vista os atentados terroristas ocorridos no último dia 11 de Setembro. Entretanto, lembramos que é a busca do poder e do dinheiro fácil nos dias de hoje, traduzida nas imposições mundiais americanas, aliada com a falta de Jesus e de Deus no coração dos homens que promovem tamanha insensatez. Que Deus possa ser misericordioso com as famílias que perderam seus entes queridos de forma tão trágica, e que Jesus ilumine o caminho e o pensamento dos grandes dirigentes da humanidade para que se possa fazer cumprir a mensagem que o cristo nos deixou: “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a tí mesmo!”

Participe das atividades da nossa casa. Sua presença é muito importante!


A CARAVANA, outubro de 2001

C. E. Nair Montez de Castro

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LIVRO DO MÊS

COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES ASSISTENCIAIS Distribuição de Alimentos 1º domingo do mês Campanha do Quilo 2º Domingo do mês Sopa de Rua 3º Sábado do mês Sopa das quartas-feiras Todas as quartas-feiras Ambulatório Médico Todas as quartas, às 16:00 horas Segundo ou terceiro sábado, de 09:00 às 12:00 hs Distribuição de Enxovais para Gestantes e Bebês Quinzenal, as segundas-feiras, às 14:00 horas Sala de Costura Todas as segundas-feiras, às 14:00 horas Oficina de Trabalhos Manuais com Assistidos Todos os sábados Distribuição de Leite - Crianças até 3 Anos Todas as segundas-feiras, às 14:00 horas Recolhimento, Prensa e Troca de Latas Horário em aberto Centro de Recreação Teresa de Jesus (pré-escolar) Segundas, quartas e sextas-feiras, às 08:00 horas Distribuição de Roupas e Calçados Usados Todas as segundas-feiras, às 14:00 horas

CAMPANHAS EM ANDAMENTO

• MANTIMENTOS • LEITE EM PÓ

OBRIGADO PELA

Em Lyon, França, nascia em 03/10/1804 Hippolyte Leon Denizart Rivail, conhecido mundialmente como Allan Kardec – Codificador da Doutrina dos Espíritos

NATAL, TEMPO DE BRINQUEDOS! Seres de Luz Quando o amor atingir tua alma a ponto de amares ao próximo como a ti mesmo; Quando a migalha de pão que te cabe for repartida por quantos famintos estiverem a teu lado; Quando o muito para o próximo for o nada para ti, e quando o supérfluo para ti for nada para o próximo; Quando a bondade e a caridade junto ao agressor e exaltado forem a tua resposta aos insultos e agressões; Quando o respeito às opiniões e atos do próximo forem a tua regra de convivência; Quando ao invés de cobrares e exigires ações no bem do próximo trabalhares em dobro por ti e por ele, estarás no caminho da luz. Mas quando tudo isso for tão natural quanto respirar, tão simples como pensar e tão constante como o bater de teu coração, então serás de luz, UM SER DE LUZ! O quando só a ti pertence, pois tens a eternidade. O caminho Jesus te indica desde o início. O agora é o que desejamos para vocês. Psicografia recebida no CENMC.

DÊ SUA SUGESTÃO, TRAGA SUA COLABORAÇÃO, FALE CONOSCO!

COLABORAÇÃO!

GRUPO DE DIVULGAÇÃO: José Carlos, Reinaldo e Marcelo.

Segundas-feiras, das 20:00 às 21:30 hs – José Carlos Quintas-feiras, das 16:00 às 17:30 hs - Reinaldo.


A CARAVANA, outubro de 2001

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PROGRAMAÇÃO DE OUTUBRO DE 2001 • Reunião das Segundas - 20:00 Hs DIA 01 08 15 22 29

TEMA KARDEC E O LIVRO DOS ESPÍRITOS FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO O ESPIRITISMO ONTEM E HOJE NASCER, MORRER, NASCER AINDA...TAL É A LEI A VIDA APÓS A VIDA

• Reunião das Quintas - 14:30 Hs DIA 04 11 18 25

A VIDA APÓS A VIDA O ESPIRITISMO ONTEM E HOJE FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO NASCER, MORRER, NASCER AINDA...TAL É A LEI

• Reunião das Sextas - 20:00 Hs DIA 05 12 19 26

TEMA

A VIDA APÓS A VIDA O ESPIRITISMO ONTEM E HOJE FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO NASCER, MORRER, NASCER AINDA...TAL É A LEI

• Reunião dos Sábados - 15:00 Hs DIA 06 13 20 27

TEMA

TEMA

A VIDA APÓS A VIDA O ESPIRITISMO ONTEM E HOJE FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO NASCER, MORRER, NASCER AINDA...TAL É A LEI Quem pergunta quer saber

Trata de executá-lo bem, que te conservarei ao meu serviço e poderás continuar aspirando à posição superior que te prometi.” Será preciso perguntemos qual dos industriais foi mais humano? Dar-se-á que Deus, que é a clemência mesma, seja mais inexorável do que um homem? Alguma coisa de pungente há na idéia de que a nossa sorte fique para sempre decidida, por efeito de alguns anos de provações, ainda quando de nós não tenha dependido o atingirmos a perfeição, ao passo que eminentemente consoladora é a idéia oposta, que nos permite a esperança. Assim, sem nos pronunciarmos pró ou contra a pluralidade das existências, sem preferirmos uma hipótese a outra, declaramos que, se aos homens fosse dado escolher, ninguém quereria o julgamento sem apelação. Disse um filósofo que, se Deus não existisse, fora mister inventá-lo, para felicidade do gênero humano. Outro tanto se poderia dizer sobre a pluralidade das existências. Mas, conforme atrás ponderamos, Deus não nos pede permissão, nem consulta os nossos gostos. Ou isto é, ou não é. Vejamos de que lado estão as probabilidades e encaremos de outro ponto de vista o assunto, unicamente como estudo filosófico, sempre abstraindo do ensino dos Espíritos. Se não há reencarnação, só há, evidentemente, uma existência corporal. Se a nossa atual existência corpórea é única, a alma de cada homem foi criada por ocasião do seu nascimento, a menos que se admita a anterioridade da alma, caso em que se caberia perguntar o que era ela antes do nascimento e se o estado em que se achava não constituía uma existência sob forma qualquer. Não há meio termo: ou a alma existia, ou não existia antes do corpo. Se existia, qual a sua situação? Tinha, ou não, consciência de si mesma? Se não tinha, é quase como se não existisse. Se tinha individualidade, era progressiva, ou estacionária? Livro dos Espíritos, página 147

C. E. NAIR MONTEZ DE CASTRO Presidente: Sarah Santoro da Costa 1º Vice-Presidente: Léa C. dos Santos 2º Vice-Presidente: José Limeira da Silva Rua Vilela Tavares, 173 - Lins de Vasconcelos C.N.P.J.: 73.956.559/0001-63 Inscrição Estadual: 345.856.00

A Caravana - Outubro 2001  

Informativo mensal do Centro Espírita Nair Montez de Castro

A Caravana - Outubro 2001  

Informativo mensal do Centro Espírita Nair Montez de Castro

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