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DIRETORIA Presidente - Waldir de Lemos Comercial Agrícola Jumbo Ltda – Pav. 42 – Boxes 11 e 13 Membros Efetivos - Antonio do Vale Ferreira – 1º Vice-Presidente Casa Kamada de Legumes Ltda – Pav. 32 – Box 31 - Ronaldo Guimarães Nascimento – 2º Vice-Presidente A Flor do Ceasa Ltda – Pav. H – Cabeceira - Agostinho José Carvalho Machado – Gestor Administrativo Frutadada Frutas Ltda – Pav. 32 – Box 14 - José de Souza Leite – Gestor Administrativo Substituto Nova Coqueiro de Alimentos Ltda – Pav. 53 - Orlando Carlos Scarpinelli – Gestor Financeiro Sette Fratelli de Alimentos Ltda – Pav. 24 – Boxes 31 a 36 - Lélio Beja – Gestor Financeiro Substituto Certifica Serviços de Pesagem Ltda – Setor da Balança - José Ferreira Campanha Importadora Tavares Martins – Pav. 32 – Boxes 17/19 - Vitorino Ferreira Coelho Bar e Restaurante Brinco da Princesa – Pav. 32 – Box. 47 - Carlos Alberto R. de Almeida Frutícola Cecifael Ltda – Pav. 43 – Boxes 02/04 - Joaquim Ferreira Coelho Bar e Restaurante Brinco de Ouro Ltda – Pav. 21 – Box 50 - Cácio Kleber Vieira de Souza Frutícola Criston Ltda – Pav. 32 – Box 11 - J. Edmar Rauta J. M.E. Rauta Distribuidora Comercial LTDA - Pav. Trecho M/N Loja 12 - José Humberto Castro Frutícola Raled Ltda – Pav. 33 – Boxes 04/06 - Catherine Ferreira de Souza Rainha do Céu Embalagens Ltda – Pav. F – Boxes 19/20 - Agalhador José Bastos Neto Famba Comércio de Embalagens Ltda – Pav. 73 – Boxes 05/06 - Anderson Tinoco Atacadista de Frutas Cassel Ltda – Pav. H – Boxes 02/02 – A Membros Suplentes - Vicente Ruberval Capistrano Estrela do Ceasa Atacadista Ltda – Pav. C – Boxes 35 a 38 - Ozemauro Lima Silva Olá Plastic Ltda – Pav. 33 – Boxes 48/49 - Altino Monteiro Casa Leonor de Legumes Ltda – Pav. 33 – Boxes 03/05 - Estélio Roberto Marins Goulart Casa Saga de Frutas e Legumes Ltda – Pav. 32 – Box 12 - Sávio Renato Lopes Fonte da Pinha Ltda – Pav. 32 – Box 38 - Arnaldo Alves de Menezes Real Alimentos Ltda – Pav. 32 – Boxes 39 a 45 e 47 - Amador Gonzáles Vilas Cerealista Ceasa Centro Oeste Ltda – Pav. Expansão Norte – Trecho L - Jorge Márcio Pereira Ribeiro Frutícola A. Ribeiro Ltda – Pav. 32 – Boxes 02/04/06 - Mário Teremitsu Nakamura Importadora Nipo Brasileira Ltda – Pav. 31 – Boxes 33 a 46 - Antonio Félix de Figueiredo Neto Distribuidora de Frutas Traviú Ltda – Pav. 32 – Box 20 - Leandro F. Tauil Borges L. T Borges Comércio e Exportadora Ltda – Pav. 42 – Box 30 Conselho Fiscal Membros Efetivos - Adeilton dos Santos Rangel Casa Dina de Legumes Ltda - Pav. 31 - Box 20 - Euclides Muniz de Andrade Neto Citral Comércio de Citrus Ltda - Pav. 32 - Box 22 -José Valeriano de Souza Baixinhos do Milho Alimentos - Pav. 43 - Box 05 Membros Suplentes - Vicente de Jesus Comercio de Legumes e Frutas Irmãos Jesus Ltda - Pav. 42 - Box 10 - Wlademir Alvarenga Toledo Riocam Frutas Ltda - Pav. 32 - Box 26 - Jilvan de Alvarenga Toledo Frutícola Roberval Ltda - Pav. 31- Box 24 DPTO JURÍDICO - Daisy Galhano F. Viana - Tels.: 21-3371-0122 / 9999-7973 7815-9884 - E-mail: assessoriajuridica@acegri.com.br

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PALAVRA DO PRESIDENTE

Partindo sem avisar “Os homens são como as moedas; devemos tomá-los pelo seu valor, seja qual for o seu cunho”. Este é um pensamento que roubei do poeta Carlos Drumond de Andrade, que durante anos nos acostumamos a ler nas páginas do Jornal do Brasil, que define bem o universo de pessoas que convivemos todos os dias. Como as moedas, algumas pessoas valem mais e outras valem menos, mas nunca deixam de valer alguma coisa. Mesmo as moedas mais simples que, se juntadas devidamente, poderão servir de alento para comprar alguma coisa de que nós precisamos. Mas aí vem uma outra face da moeda (quem não ouviu essa expressão?), que mostrará o lado escolhido para iniciar a jogada. A moeda decide a escolha do campo, aproveitando esses tempos de Copa do Mundo. Será que torcer pode tornar-se uma ação prejudicial? Será que viver intensamente, trabalhar duro, também pode resultar no mesmo destino: a morte? Mas uma vez vou beber das águas cálidas encontradas nos versos de Drumond para me socorrer contra o destino que nos assusta e nos leva aquelas pessoas com quem aprendemos a convi-

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ver, de quem nos tornamos amigos e parceiros. Vamos lá:

“No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra...” As pedras são as dificuldades

a serem vencidas; anuladas e ultrapassadas com inteligência e astúcia. Mas tudo isso não valerá nada se não houver cumplicidade, união, participação e amizade acima de tudo. Sem isso nenhuma carreira anda, nenhum projeto avança, nenhum sentimento cresce. Acima do interesse comercial deve estar sempre a visão do bem-comum, da amizade e do cuidado com o próximo. Era assim que eu via atuar um homem que nos deixou na última semana de junho, em pleno entusiasmo pelos jogos do Brasil na Copa do Mundo. No dia 29 faleceu o empresário Nilson Ritto, da Nova Rio, parceiro de todas as horas, sempre atento e disposto a participar das nossas ações aqui dentro da Ceasa e que deixará uma lacuna na história de luta da Acegri, para quem a empresa trabalhava desde 2004. Não preciso dizer da sua capacidade de ver o futuro, porque a história da empresa – que faço questão de resumir nesse editorial – já diz tudo. Numa existência de pouco mais de duas décadas, a Nova Rio, com Ritto à frente, foi a primeira empresa de asseio e conservação a obter a certificação ISO 9001 e também

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a manter uma escola de limpeza e um centro de treinamento que prepara e recicla cerca de 300 profissionais/mês. A empresa gerencia o trabalho de 27.500 mil funcionários terceirizados em grandes corporações no Rio de Janeiro (entre elas está a Ceasa, em Irajá, contratada pela Acegri). Neste ano a empresa iniciou uma estratégia de comunicação corporativa com o mote “As coisas não se limpam sozinhas”, mostrando que a empresa líder no segmento, também é competitiva e possui diferenciais importantes para o mercado. Uma ação que tem tudo a ver com a nossa idéia de uma central de abastecimento melhor e de ponta, como nós estamos buscando. É uma pena que homens com esse pensamento e atitudes se vão, partam sem avisar como fizeram outros parceiros da nossa associação, como o ex-presidente da Acegri Adilson Rodrigues da Silva e o conselheiro Osmar da Fonseca, aos quais rendo também as minhas homenagens nessa conversa que tenho todos os meses com vocês. Waldir de Lemos


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Congresso tem Frente para votar lei das Ceasas Deputados e senadores de diferentes correntes políticas lançaram no dia 1º de julho em Brasília (DF) a Frente Parlamentar em Defesa das Centrais de Abastecimento Interno (FPDCAI), em solenidade que contou com as presenças de dirigentes sindicais e representantes de associações, produtores rurais e comerciantes de 16 estados do país. A Frente recebeu adesão de 280 parlamentares que terão de agora em diante dois desafios: discutir e promover a aprovação do projeto de lei que regulamenta as ceasas de todo o país e que deve ser enviado ao Congresso Nacional no segundo semestre deste ano. A abertura do evento contou com uma mensagem enviada pelo vice-presidente da República, José Alencar, que não pode comparecer, lida no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados. No texto, Alencar ressaltou que a Frente se constituirá em mecanismo para fortalecer as centrais de abastecimento do país. O autor da proposta de criação da Frente, deputado federal Silas Brasileiro (PMDB/ MG), lembrou a necessidade de defesa das Ceasas, que beneficiam, ao longo do sistema, tanto os produtores rurais como comerciantes e consumidores. O deputado ainda destacou alguns benefícios que o anteprojeto de lei específica poderá trazer, como a garantia de mais segurança para os comerciantes investirem e novas possibilidadades de parcerias públicoprivadas (PPPs) nos entrepostos. Já o presidente da Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento (Abracen) e da CeasaMinas, João Alberto Paíxão Lages, citou alguns números do sistema para justificar a necessidade de mais atenção ao setor. Estima-se que os 72 entrepostos do país movimentem ao todo, por ano, cerca de 17 milhões de toneladas com valor comercializado de aproximadamente R$ 17 bilhões, entre hortigranjeiros, cereais, industrializados, pescados e flores, dentre outros produtos complementares. O sistema, de acordo com cálculos, gera

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em torno de 200 mil empregos, congregando 10 mil empresas. Lages destacou também algumas das principais carências das Ceasas, como a necessidade de expansão e revitalização dos mercados atacadistas, a implantação dos conceitos de classificação de produtos, rastreabilidade (identificação de origem) e rotulagem, além da reestruturação de uma rede compartilhada de informações. O presidente da Abracen declarou ainda que o surgimento da Frente e os debates acerca do anteprojeto de lei representam o “prenúncio de um novo tempo, que pode criar os mecanismos para um futuro promissor no abastecimento. De acordo com presidente da Confederação Brasileira das Associações e Sindicatos de Comerciantes em Entrepostos de Abastecimento (Brastece), Virgílio Villefort, várias Ceasas passam por um processo de sucateamento. “É necessário que todos tenham condições de investir nos entrepostos, já que muitas Ceasas estão paradas no tempo”, ressaltou. A Brastece foi umas entidades que atuaram na mobilização dos agentes da Ceasas, junto com a Abracen, para agilizar a conclusão do anteprojeto de lei específica. A elaboração do texto final que será discutido no Congresso Nacional contou com a participação ainda de representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Co-

Waldir de Lemos é cumprimentado pelo deputado Nelson Marquezelli na presença do ex-ministro da Agricultura Reinhold Stephanes

nab) e do Ministério da Agricultura. Entre estes representantes está o presidente da Acegri (Associação Comercial dos Produtres e Usuários da Ceasa Grande Rio), Waldir de Lemos, que participou do lançamento da Frente. Política integrada Segundo o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, José Gerardo Fontelles, a Frente Parlamentar sinaliza a retomada de

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uma visão sistêmica do abastecimento, permitindo a coordenação de uma política nacional integrada para os entrepostos. Até meados da década de 80, lembrou Fontelles , era a União responsável por definir as diretrizes nacionais para o setor, por meio do extinto Sistema Nacional de Abastecimento (Sinac). Durante o Sinac, a União detinha co-participação acionária nas administrações dos entrepostos. Atualmente, com exceção das Ceasas de São Paulo e de Minas Gerais, todos os entrepostos são municipais ou estaduais, como a do Rio de Janeiro. . Participaram também da solenidade de lançamento da Frente o presidente da Conab, Alexandre Magno, o presidente da Associação dos Produtores de Hortifrutigranjeiros das Ceasas de Minas Gerais (Aphcemg), Antônio Lopes, os deputados federais Reinhold Stephanes e Marcos Montes, este último representando o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. O deputado Montes foi escolhido como coordenador político da nova Frente. José Gerardo Fontelles representou na solenidade o ministro da Agricultura, Wagner Rossi.


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Nova Lei reforçará as associações nas Ceasas Tarimbado empresário e presidente de uma associação comercial nas Ceasas de Irajá, no Rio, e Colubandê, em São Gonçalo, Região Metropolitana fluminense, Waldir de Lemos ficou satisfeito com o que viu em Brasília, durante a instalação da Frente Parlamentar que lutará para a votação do projeto de lei que regulamenta todas as centrais de abastecimento do país.” Agora sim poderemos fazer com que nossas ceasas fiquem no mesmo nível das centrais que encontramos na Europa”, frisa. Dentre as inovações que irão acontecer com a implantação da nova lei, o dirigente destaca o fato das associações ficarem fortalecidas, contribuindo ainda mais para o engrandecimento dos entrepostos. Jornal - O que o senhor sentiu e qual foi a sua avaliação? Waldir de Lemos - O que eu senti é que realmente estava havendo um grande interesse de deputados federais de todos os estados, que assinaram a criação da Frente Parlamentar. Uma coisa que foi feita com muita rapidez.Conseguimos 280 assinaturas no documento, quando o mínimo era de 260 para instalar a Frente. Este montante foi conseguido logo e até no dia do lançamento, em Brasília, apareceu polític o s e o f e r e c e n d o p a r a a s sinar e ajudar para que o projeto de l e i f o s s e a p r o v a d o a nível de Câmara e Senado (a lei, caso aprovada, seguirá para que o presidente Lula possa sanciona-la).

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Representantes do setor posam para foto histórica em Brasília

Em termos diretos, o que essa lei traz de benefício, na sua opinião? Significa que, com essa lei, todas as ceasas do Brasil terão uma regulamentação específica e igual para todas. Outra coisa importante que destaco: as associações das ceasas, de todos os estados, ficarão reforçadas com essa nova lei. É porque ela cria condições para que essas entidades contem com uma parcela da arrecadação das centrais, dinheiro que possibilitará que elas se estruturem e possam cobrar mais dos governos dos seus estados. Então, eu acho que o grande beneficiado foi o produtor, o comerciante e principalmente a população porque terá

uma ceasa limpa e organizada a nível de centrais da Europa. O sistema adotado para instalação das centrais de abastecimento no Brasil seguiu um modelo espanhol; mas só o modelo, porque quando a gente visita as centrais européias vemos uma limpeza exemplar e um atendimento completamente diferente do que temos no Brasil. O que representa essa percentual que as associações receberão? Eu sou um dos dois representantes na comissão que o Ministério da Agricultura criou para construir o projeto de lei. Essa questão do percentual que irá para as associações ainda está

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em estudo por que cada caso é um caso, e cada ceasa terá uma parcela diferenciada. As associações do Norte e Nordeste do país tinham dificuldade de comparecer a reuniões em outros estados porque não contavam com uma receita que permitisse isso. Um ou outro presidente de associação participava mas bancando do próprio bolso o custo da viagem; e isso, com a nova lei que será aprovada, não vai mais acontecer. As associações das ceasas terão uma autonomia para poder administrar o interesse dos comerciantes com mais recursos. E o importante é que elas tenham uma participação mais ativa nas administrações das ceasas.


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Governo isenta pêra e maçã do ICMS Os preços ao consumidor de frutas como a pêra e a maçã começarão a cair a partir deste mês no Rio de Janeiro, graças à decisão tomada pela Secretaria de Fazenda estadual em conceder isenção do valor do ICMS sobre estes produtos, acompanhando uma tendência adotada há anos em todos os estados brasileiros. A resolução da secretaria que incorpora à legislação do estado do Rio de Janeiro o convênio ICMS 94/ 08, que dispõe sobre a isenção

do imposto nas operações com a maçã e a pêra, assinada pelo secretário Renato Augusto Villela, foi publicada no Diário Oficial (D.O.) do dia 7 de junho ( a assinatura se deu no dia 2/6). A decisão do governo fluminense foi bem recebida pelos comerciantes da Ceasa, como faz questão de frisar o presidente da Acegri, Waldir de Lemos, que imediatamente enviou uma circular a todos os permissionários dos mercados de Irajá e Colubandê, comuni-

cando a decisão. “Finalmente o governo do estado reconheceu uma necessidade que nós tínhamos no Rio de Janeiro, para que ficássemos iguais aos outros estados onde a isenção do ICMS é praticada. Isto é resultado de uma luta desenvolvida por nós durante quase dois anos, por que estava havendo uma concorrência desleal dos outros estados para com o nosso. Mas graças a Deus ficou resolvido e agora é ter vida nova”, frisa o dirigente.

Segundo o presidente da Acegri, o imposto sobre as vendas dos dois produtos era todo cobrado no Rio, isto é, depois das frutas deixarem os estados produtores isentas da cobrança. “Aqui era bancado todo o ICMS, quando o normal seria o contrário: vir do estado produtor com a diferença do imposto sendo bancada entre a compra e a venda”, explica Waldir de Lemos, acrescentando que a decisão se refletirá diretamente no bolso do consumidor carioca.

BGA faz almoço de confraternização A Bolsa de Gêneros Alimentícios (BGA), do Rio de Janeiro, homenageou este mês uma das mais novas redes de supermercados do estado: o Supermarket. O evento aconteceu no último dia 17, durante almoço realizado na sede da instituição, situada no Mercado São Sebastião, na Penha, Zona Norte carioca. Entre os participantes, ao ser convidado pelo presidente José de Souza e Silva, estava o presidente da Acegri, Waldir de Lemos, que compôs a mesa de apresentação da homenagem. Segundo Waldir de Lemos, a BGA é uma das mais importantes instituições do estado e uma espécie de co-irmã da Ceasa, sendo a grande responsável pelo equilíbrio dos preços dos cereais. “Na Ceasa atuam comerciantes e na BGA são os representan-

tes das fábricas e indústrias que participam de um pregão de preços. E gostaria de parabenizar a BGA, através do seu presidente, pelo fato de promover esses almoços homenageando os supermercados e mostrando o trabalho desenvolvido por eles. Isso é um incentivo às pessoas que trabalham certo e estão sedo reconhecidas pela Bolsa”, observa o presidente da Acegri. Considerada a maior rede associativa fluminense, o Supermarket, que iniciou suas atividades em janeiro de 2009, tem 82 lojas espalhadas pelo Rio, Niterói, São Gonçalo, Belford Roxo, Duque de Caxias, Japeri, Magé, Nilópolis, Nova Iguaçu, São João do Meriti, Angra dos Reis, Barra do Piraí, Resende, Valença e Volta Redonda.

Confraternização dos funcionários do SuperMarket

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Waldir de Lemos acompanhado do ex-prefeito Antonio de Carvalho e do presidente da BGA, José de Souza e Silva

A festa na BGA teve carater junina

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TELEFONES ÚTEIS Acegri - Gerência Irajá - 3372-0984 / 3371-0122 / Fax 2473-6949 - Segurança - 2473-2221 / Manutenção - 2473-2223 / Bombeiros - 3371-1234 Polícia Militar (9º BPM) - 3399-6610 27ª DP - 3391-1268 - Gerência Colubandê 2601-5994 Ramal 308 / Segurança - Ramal 280 / Manutenção - Ramal 267 / Ceasa - 3371-4944

O CIGARRO ARRUINA O cigarro faz mal à saúde e também pode lhe trazer prejuízos. Evite fumar dentro das lojas e nos espaços do mercado para não provocar incêndios. Ajude-nos nessa campanha.

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