Page 1

Outubro de 2008 - O LOJISTA

1


2 O LOJISTA - Outubro de 2008


Editorial

A importância do site para sua empresa

Web, e-mail, on-line. Até pouco tempo atrás (isso considerando pouco mais de uma década), essas expressões eram desconhecidas por praticamente todos nós. Hoje, no entanto, se tornaram comuns em nosso vocabulário, fato que acompanhou também uma alteração profunda de nossa relação com o mundo. A internet tornou-se parte da humanidade seja diretamente, através de nosso contato pessoal com o computador, ou indiretamente, a partir de informatização de sistemas que envolvem operações do nosso dia-a-dia, como quando pagamos uma conta. Diante do exposto, fica fácil constatar que a internet é indispensável para o mundo de negócios. O empresário que visa o crescimento de seu empreendimento está atento às possibilidades que possui este valioso meio de comunicação e não deixa de aproveitá-las. A participação de estabelecimentos em sites pode ser maior do que observamos atualmente em Anápolis. Escolhemos este tema para a capa de nossa revista exatamente porque queremos enfatizar a necessidade de se investir em criação de sites, que são peças fundamentais para o desenvolvimento da empresa em diversos níveis, desde a área de marketing e relacionamento com clientes até o incremento real no setor de vendas. Ao contrário do que ocorria no início da popularização da internet, hoje sabemos que estar on-line está ficando cada vez mais democrático. Para viabilizar uma página na internet, há valores acessíveis para todos os portes de empresas. Obviamente, é preciso trabalhar com profissionais especializados na área, uma vez que ninguém deseja arriscar sua credibilidade e investimento no mundo virtual. Por isso, nossa equipe ilustra, em nossa reportagem de capa, os cuidados que se deve ter para evitar dor de cabeça na contratação do serviço e não se arrepender deste que é, com certeza, um negócio do presente e não mais do futuro.

“O empresário deve encarar o site de sua empresa como um investimento que, se bem trabalhado, garantirá retornos bastante satisfatórios”

O site é um diferencial para as empresas que os têm. E num mercado cada vez mais competitivo como o nosso, é essencial acompanhar todas as tendências e novidades. Hoje, sabemos que o acesso à internet e o número de internautas cresce dia após dia no Brasil, fato que favorece, sem dúvida, a formação de um grupo consumidor em potencial. Que ferramenta tem poder maior do que o site para alcançar o mundo do cliente de forma tão rápida, interativa e eficaz? O empresário deve levar isso em conta e encarar o site de sua empresa como um investimento que, se bem trabalhado, garantirá retornos bastante satisfatórios. Wilmar Jardim de Carvalho Presidente Outubro de 2008 - CDL

3


Sumário

Edição com 52 páginas

Editorial................................................................................................................... 3 Uniformes traduzem identidade da marca............................................................... 6 Mérito Lojista: credibilidade e reconhecimento....................................................... 8 Entrevista: Metamorfose Varejista......................................................................... 12 Representação política do varejo é reforçada........................................................ 14 “O que você tem a ver com a corrupção?” é lançada em Anápolis....................... 16 Alertas no SPC inibem mau uso de documentos.................................................... 8 Desempenho da Sicoob Lojicred em Anápolis supera expectativas...................... 19 Compre seu semi novo com segurança................................................................ 20 Colégios selam parceria com Escola de Informática da CDL................................. 22 Financiamento para equipamentos de informática................................................ 23 Portabilidade numérica altera regras da telefonia................................................. 24 Conectado ao cliente............................................................................................. 26 Loja virtual é ferramenta pouco utilizada em Anápolis.......................................... 28 Entrevista: Consultoria - Aliada das empresas...................................................... 30 CDL Odonto.......................................................................................................... 32 Um ano de pesquisas de intenção de compras..................................................... 35 Otimismo no setor industrial de Anápolis............................................................. 36

FUNDADA EM 20 DE SETEMBRO DE 1962

Presidente Wilmar Jardim de Carvalho 1º Vice-presidente Luiz Pereira da Costa Vice-presidentes Olívio Porto Lima João Itagiba Nunes Júnior Orival Rodrigues Jardim Air Ganzarolli Reinaldo de Castro Del Fiaco Diretores Walter Jensen Barbosa João Batista da Silva Wanderley Camargo Iraci Custódio Ribeiro Makário Luiz Orozimbo Alexandre Marques Antunes Maria Edna Sanches Denys Junqueira Maryam Mikhael Francisco Carlos da Silva Elsio Alves Pereira Gerson Sant’Ana Latife Cury de Pina Elmo dos Reis Goulart Marcos Aurélio Rodovalho

Serviços que combatem a inadimplência.............................................................. 38 Crédito para o pequeno......................................................................................... 40 Sem fidelização e com banda larga....................................................................... 42 Variedade de produtos.......................................................................................... 44

Conselho Fiscal João Batista de Souza Janilson Dutra Fonseca Antônio Gonçalves

Monitoramento reforça sistema de alarmes em empresas.................................... 46 Portões Abertos 2008, sucesso de público e organização.................................... 47 Outras Notícias..................................................................................................... 48

Articulistas desta edição Fabrizio Caldeira: Os efeitos do regime de antecipação para as empresas enquadradas na Lei Geral . ................................................................................... 10 Dr. Danúbio A de Oliveira: A importância do plano de saúde ............................. 11 Dr. Augusto Pereira: Parabéns, Anápolis! . ......................................................... 50

Importante Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não expressando necessariamente o pensamento da CDL de Anápolis Contatos Rua Conde Afonso Celso, nº 25, Centro Anápolis – Goiás CEP: 75025-030 / Telefone: (62) 3328-0008 e-mail: jornalismo@cdlanapolis.com.br site: www.cdlanapolis.com.br

4 O LOJISTA - Outubro de 2008

O LOJISTA Jornalista responsável Priscylla Dietz GO 01868 JP Assessoria comercial Rui Marques de Lima Diagramação e arte Alexandre Campos Cardoso Fotos Divulgação e Equipe CDL Colaboração de Magalli Fernandes e Paulo Henrique Capa Wanderson Amaral Fotolito e impressão Gráfica e Editora Globo Tiragem 3.000 exemplares


Outubro de 2008 - O LOJISTA

5


Moda

S

Uniformes traduzem identidade da marca A padronização de vestes dos funcionários serve como ferramenta importante na hora de expressar a maneira como as empresas serão vistas pelo consumidor

A Aparatto, que trabalha com bolsas e calçados de grife, adota estilo sofisticado para as vestes das funcionárias

6 O LOJISTA - Outubro de 2008

Voltada para crianças, a loja Lilica & Tigor busca identificação com seu público através dos uniformes das vendedoras

imples ou clássicos. Preto e branco ou coloridos. Práticos ou sofisticados. A opção pelo estilo do uniforme em esatabelecimentos comerciais que adota qualquer uma dessas características possui um objetivo em comum: traduzir a identidade da sua marca. De acordo com a professora e designer de moda Lavínnia Seabra, cores, silhuetas, detalhes ou simplesmente o acabamento do logotipo estampados nesse tipo de veste têm o poder de expressar a maneira como a loja quer ser vista pelo seu público-alvo. Desta forma, é possível entender a razão de funcionários de uma empresa que vende material relacionado a esportes usarem uniformes na linha esportiva ou ainda assimilar a motivação daqueles trabalhadores que vestem ternos e taillers para passar uma imagem de sofisticação e exclusividade aos seus clientes.

Os vendedores da Savan Calçados querem se mostrar práticos


Não se sabe ao certo desde quando a humanidade utiliza uniformes, mas é fato que a padronização de vestes remonta a épocas antigas. “Desde os povos antigos os serviçais sempre usaram peças iguais e que fugiam das ornamentações ou materiais têxteis mais rebuscados, ou seja, a classe mais abastada sempre estaria se diferenciando ora em adornamentos, pinturas corporais ou tecidos mais nobres”, explica Lavínnia. Mas, independente de uma data exata de ponto de partida histórico, ela atesta que o objetivo do uniforme é a padronização especialmente em organizações, instituições de ensino ou espaços de trabalho. Se a variedade de modelos hoje já é grande, imagine o que não se mudou nos muitos séculos desta invenção. “A

importância da roupa sempre variou ao longo dos tempos, em função da simplicidade ou da valorização do corpo”. Lavínnia Seabra diz que a mudança de padrão do uniforme em uma loja pode acontecer de diversas maneiras, como por exemplo, o desgaste ou a mudança da identidade da marca e de seu público. “Em todos esses dois casos é necessário fazer um trabalho mais aprofundado para que estenda-se até os dias de hoje. Mas seria interessante trocar (o uniforme), pelo menos, uma duas vezes ao ano”. Lavínnia Seabra

Mestre em Cultura Visual – FAV-UFG, graduada no curso de Design de Moda pela FAV-UFG e especialista em Docência Universitária pela Universo. Atua nas áreas de criação e consultorias e dá aulas

Funcionários da Last Station usam uniformes na linha esportiva, área de investimento da empresa

Outubro de 2008 - O LOJISTA

7


Troféu

Mérito Lojista: Credibilidade e Reconhecimento A quarta edição do evento agraciará as empresas mais lembradas pelo consumidor anapolino em 2008. Marcada para o dia 21 de novembro deste ano, a festa de premiação será animada pela Banda Gênese comércio local. O resultado previsto é confirmado pelo sócio-proprietário da concessionária Honda em Anápolis e região, Munir Caixe. “Para nós, é um reconhecimento muito grande, nos sentimos envaidecidos (por causa da premiação). Isso faz com que trabalhemos cada vez mais para continuarmos na liderança”, afirma o representante da CCA Motos, que figurou, nas três últimas edições do Mérito, como líder na categoria concessionária de motos.

O empresário Munir Caixe, da CCA Motos, se alegra com o reconhecimento conferido pelo Mérito Lojista e afirma que a premiação serve de estímulo para continuidade da liderança no mercado

A

Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis divulga, no próximo dia 21 de novembro, o nome das empresas anapolinas mais lembradas pela população em 2008. Nesta data, será entregue o troféu Mérito Lojista durante a já tradicional festa de premiação que, neste ano, será realizada no Stillus Halls. A Banda Gênese será a responsável pela animação da quarta edição do evento, que deverá premiar cerca de 70 estabelecimentos de segmentos diversos da cidade, apontados em uma pesquisa de opinião coordenada pela CDL. O objetivo principal do Mérito Lojista é estimular o empreendedorismo e a qualidade de prestação de serviços no 8 O LOJISTA - Outubro de 2008

Munir Caixe diz que o nome da CDL dá credibilidade à pesquisa divulgada, pois, segundo sua definição, trata-se de uma “entidade master na cidade”. O empresário ainda relata que os resultados de todas as últimas edições foram divulgados na revista Honda, publicação que destaca as ações das lojas da marca e possui circulação nacional e interna, dirigida às 702 concessionárias instaladas hoje no Brasil. “Comemoro essa liderança juntamente como todos os meus auxiliares e parabenizo a diretoria da CDL por esse arrojado projeto e pela beleza da festa de premiação”. Em 2007, a edição do Prêmio Mérito Lojista foi realizada no dia 23 de novembro, no Espaço Lune. Na oca-

sião, 67 empresas dos mais diversos segmentos lojistas foram homenageadas pela CDL de Anápolis. Os escolhidos foram apontados por um estudo coordenado pela Empresa Júnior da UEG. Cerca de 500 pessoas estiveram presentes na solenidade, que reuniu também diversas autoridades como o prefeito de Anápolis, Pedro Sahium, a superintendente regional da Caixa, Marise Fernandes Araújo, e o presidente da FCDL, Agenor Braga e Silva Filho.


Outubro de 2008 - O LOJISTA

9


Artigo

Os efeitos do regime de antecipação para as empresas enquadradas na Lei Geral C

om a recriação do regime da antecipação sobre a farinha de trigo e do arroz por força do Decreto n°. 6.716/08, ficam as empresas enquadradas na Lei Geral, como todas as demais empresas que não estão sob os efeitos deste regime, sujeitas ao pagamento antecipado do ICMS. Este regime de antecipação funciona quase como na substituição tributária pelas operações posteriores, todavia, o diferencial, é que na antecipação, o ICMS antecipado, equivalente ao ICMS Retido, transforma-se em crédito para o adquirente goiano. No entanto, ainda que pese o direito ao crédito previsto no art. 8°, § único do Decreto n°. 6.716/08, concedido, indistintamente, há entendimento da Secretaria de Fazenda do Estado de Goiás, no sentido inverso, o que, a nosso ver, viola, flagrantemente, o art. 13, § 1°, XIII, “g” da LC 123/06. Na apuração do Simples Nacional (imposto que congrega oito tipos de tributos), o contribuinte se-

grega as receitas auferidas no período, como: exportações, saídas com substituição tributária, operações normais, e segrega aludidas receitas para efeito da incidência destes tributos, dentre eles, o ICMS (na LC 123/06). Assim sendo, as receitas que sofreram retenção do ICMS, não serão mais oferecidas à tributação no Simples Nacional. Outrossim, não há previsão para segregação das receitas decorrentes de operações antecipadas, como só acontece com as receitas retidas por substituição tributária, o que faz presumir que as empresas enquadrada na Lei Geral sofreriam dupla tributação, sobre: de um lado, as antecipações - sem o direito ao crédito do ICMS -, e receitas de vendas das mercadorias antecipadas. Assim como contemplado no Decreto n°. 6.682/07, os créditos do ICMS pagos na aquisição de mercadorias relacionadas no Decreto n°. 6.716/08 deveriam ser utilizados para quitação do diferencial de alíquotas ou

Fabrizio Caldeira

Advogado atuante em Direito tributário nos Estados de Goiás, Piauí, Distrito Federal, Minas Gerais, Tocantins e Mato Grosso. Consultor Jurídico tributário. Pós-graduado em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários em Brasília - IBET/BSB e professor do curso de pós graduação da Universidade Luterana do Brasil - ULBRA. Sócio do escritório Balian, Barrios & Caldeira Advogados e Associados e da BBC Consultoria Empresarial. É também Conselheiro do CONPEM/FIEG - Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, através da Associação Goiana dos Supermercados - AGOS, onde também é Assessor jurídico tributário, bem como da presidência do Conselho Regional de Contabilidade - CRC/GO, além de instrutor, seminarista e palestrante em matéria tributária por todo o Estado de Goiás. 10 O LOJISTA - Outubro de 2008

de futuras cobranças do ICMS antecipado na fronteira, já que para efeito de sua cobrança é em tudo equiparado a uma empresa normal. Isso quer dizer que para efeito de cobrança do diferencial de alíquotas, uma empresa que fature R$ 120.000,00 ano, e enquadrada na LC 123/06, receberia o mesmo tratamento de uma empresa que fature R$ 1.200.000.000,00. Ora, em não permitindo que a ME ou EPP tome créditos de ICMS pago nas aquisições de farinha de trigo e de arroz, haverá afronta direta aos princípios da isonomia e o da não-cumulatividade. Se este entendimento prevalecer, certamente as empresas enquadradas na LC 123/06 sofrerão duplo ônus tributário. Não poderão fazer jus ao crédito do ICMS pago antecipadamente, e, por conseqüência, não poderão utilizá-lo para quitação com outros débitos da mesma espécie (diferencial de alíquotas, ICMS antecipado de outras futuras aquisições, e etc.).


Artigo

A importância do plano de saúde P

esquisa realizada recentemente evidenciou que no Brasil existem algumas prioridades para as pessoas e, dentre elas, estão segurança, educação e plano de saúde. Atualmente a assistência médica no Brasil ocorre em quatro níveis: 1)Sistema Único de Saúde (SUS); 2) Filantrópicas; 3)Planos de Saúde e 4) Particular. O atendimento através do Sistema Único de Saúde (SUS) e pelas filantrópicas na maioria das vezes deixa muito a desejar, com o usuário tendo dificuldades enormes já no primeiro acesso, para marcar uma consulta. Quando se consegue a consulta está apenas começando o calvário que a pessoa tem que seguir. Os exames solicitados pelo médico dificilmente são feitos se não se pagar pelos mesmos. Tente fazer uma Tomografia Computadorizada ou Ressonância Nuclear Magnética pelo SUS e veja a dificuldade enorme para se conseguir. Depois

de muitas idas e vindas às vezes (se der muita sorte) consegue marcar o exame para daqui a muitos e muitos dias. Se o tratamento exigir internação, principalmente nos casos mais complicados que necessitam de cirurgia, dificilmente será feita através do SUS, embora seja um direito de todos os brasileiros, pois se paga muitos impostos, porém sem o devido retorno. Quem já passou por isto sabe muito bem do que estou falando. Já tive pacientes, com caso de câncer que foram a óbitos, tentando durante meses agendarem uma consulta nas nossas entidades ditas filantrópicas, como a Associação de combate ao Câncer em Goiás. Se não tiver dinheiro para pagar ou um plano de saúde não consegue nem mesmo uma simples consulta, a não ser que fiquem meses na fila. E tem casos que não podem esperar meses e morrem antes.

O atendimento a saúde em caráter particular é muito caro e poucos são aqueles que têm condições financeiras para tal, principalmente a maioria dos trabalhadores brasileiros. A melhor alternativa para a assistência médica para os trabalhadores é o plano de saúde, pois através de planos coletivos consegue-se com a contribuição de pequenos valores per capta, promover assistência para a comunidade de trabalhadores. É bom para os trabalhadores, pois traz a tranqüilidade de se sentir seguro no momento do infortúnio da doença. É bom para as empresas, pois o investimento no plano de saúde para os seus colaboradores e familiares é compensado com o aumento de produtividade e na retenção de talentos na organização.

Dr. Danúbio A. de Oliveira

Médico Gastroenterologista e Presidente da Unimed Anápolis

Outubro de 2008 - O LOJISTA

11


Entrevista

Metamorfose varejista Por onde quer que se passe em Anápolis, especialmente no seu quadrilátero central, é possível perceber novas marcas. Trata-se de um sinal de que o perfil do ramo varejista da cidade está em franca mudança. O consumidor anapolino está “na mira” das grandes e médias redes do varejo que, ao longo dos últimos anos, têm instalado filiais no município. Diante disso, é impossível não se perguntar: por que tanto interesse por Anápolis? A reportagem de O Lojista conversou com o pesquisador e professor do Departamento de Ciências Econômicas da UEG, Marcelo José Moreira, que responde esse questionamento, explicando quais as causas e os reflexos dessa alteração do cenário do comércio local. tudo, do ponto de vista do varejo, é importante porque dá a entender que se o emprego está crescendo, a massa salarial também está aumentando na cidade e, com isso, você cria um potencial de consumo importantíssimo. O Lojista - A cidade está preparada para receber tantas lojas?

“A vinda das cadeias do varejo só mostra que Anápolis tende a crescer”, avalia o pesquisador e professor Marcelo Moreira Revista O Lojista – Como explicar o recente interesse das grandes e médias redes do varejo em Anápolis? Marcelo José Moreira - Anápolis tem se destacado nos últimos seis, sete anos na geração de empregos, no aumento da massa salarial e como local de atração para investimentos de indústrias, inclusive transnacionais, como é o caso da Hyundai. Então isso

12 O LOJISTA - Outubro de 2008

Moreira - Há uma discussão de que faltam trabalhadores qualificados para esse segmento dada a própria estrutura da cidade, constituída por um lado pelo setor atacadista que exige um perfil de trabalhador mais operacional e técnico e por outro lado também entra o DAIA que também exige um perfil mais técnico-científico. Anápolis concentra, juntamente com Goiânia e região metropolitana, esse perfil de trabalhadores técnico-científicos, então quando essas empresas do varejo vêm para Anápolis, elas querem um trabalhador voltado para o atendimento à população, para a lógica do consumo dessa população. Se não há estrutura de oferta nesse sentido aí pode surgir uma limitação, mas também é uma limitação que, do ponto de vista dessas grandes empresas, pode ser resolvida

facilmente com apoio de segmentos específicos para isso como, por exemplo, do próprio Senac, que já atua de modo a providenciar um estoque de trabalhadores para que, em algum momento quando a limitação acontecer, ofereça um estoque mínimo para atender a demanda. O Lojista - Em linhas gerais, quais os reflexos positivos dessa tendência? Moreira - O primeiro, de imediato, é a questão de geração de emprego (para o varejo). Garantindo mais empregos no setor, também haverá aumento da massa salarial. Isso é ótimo, porque apesar de a característica do setor não ser de salários altos, mas trabalha numa linha de médio salário, de até 4 salários mínimos, a sua grande maioria na faixa de dois a três salários mínimos, isso já impulsiona uma determinada camada do segmento que vai alimentá-lo, ou seja, os próprios funcionários vão alimentar a cadeia do varejo. Uma outra vantagem da vinda dessa cadeia é a idéia da logística, da idéia da importância que a cidade tem para captar segmentos que estão potencialmente ligados a esse segmento


Daniel Bispo Santana

Crescimento comercial incrementa movimento no Centro de Anápolis varejista. Agora a população não vai mais fazer compras em Goiânia e vai ficar em Anápolis, pois há as grandes cadeias de lojas para oferecer mercadorias mais baratas. Isso vai ser bom porque vai aumentar a concorrência, dentro da cadeia, e vai favorecer o consumidor. Por outro lado, o consumidor ficando na cidade, esse aumento de fluxos de famílias circulando pelo Centro vai aumentar outros segmentos da cadeia, como alimentos e de serviços pessoais, por exemplo. Além disso, temos a articulação de que Anápolis está no centro de desenvolvimento regional e está se desenvolvendo sozinha. Nesse sentido, as empresas vêm para cá confiando nesse potencial de crescimento e de organização da sociedade e dos municípios ao redor. O Lojista – E quais os pontos negativos? Moreira - As empresas que já estavam instaladas aqui vão sofrer realmente um choque de novidade em relação àquilo que vem e que é comum à população de grandes centros, pois isso leva a população local a querer homogenizar

o consumo. Por um lado, isso é bom porque aumenta concorrência e então essas pequenas cadeias que estão aqui há muito tempo, que cresceram na cidade terão que se preparar para esse novo objeto que está aí, propondo novidades e exigindo uma nova forma de consumo. Por outro lado, a concorrência também pode levar a uma possível diminuição no número das empresas que já estão instaladas na cidade e, aí sim, pode haver o problema de desemprego, de desestruturação dos fluxos do local, da organização do Centro da cidade. Quando se fecha uma loja o que se vai fazer naquele espaço? Então há todo um problema estético e sócio-econômico que pode causar danos à sociedade por conta da própria concorrência. Agora, nada disso pode acontecer também porque se essa sociedade está acostumada com o local, de consumir perto da sua casa, de fazer uma caderneta, de fazer uma nota promissória, que faz parte do costume local, a vinda dessas grandes cadeias pode não surtir muito efeito no sistema. Também temos que pensar nessa questão de geração de fluxos. Essas lojas vão se instalar onde? E aí nós

precisaríamos organizar, por exemplo, o trânsito na cidade, principalmente o transporte coletivo. O Lojista - Qual o futuro dessa tendência? É de crescimento ou desaquecimento? Por quê? Moreira - A vinda dessas cadeias só mostra que Anápolis tende a crescer. Se existe um limite, eu não sei. Anápolis está se consolidando realmente como um centro de atração de investimentos para diversos segmentos, como o varejo e a indústria. E você junta isso tudo ao potencial de formação que nós temos em termos da instalação do Cefet, que está chegando, de faculdades e universidades, que é de amplo crescimento. Na verdade, a vinda dessas grandes empresas só mostra que os próprios empresários estão prevendo anos e anos de potencial de crescimento para Anápolis porque eles não viriam para cá se, a médio e longo prazo, esse crescimento não fosse sustentável do ponto de vista da manutenção da renda.

Outubro de 2008 - O LOJISTA

13


Movimento lojista

Representação política do varejo é reforçada Lançada no dia 04 de junho deste ano, a Frente Parlamentar Mista dos Dirigentes Lojistas vai defender projetos de interesse do setor varejista brasileiro no Congresso Nacional varejo brasileiro ganhou um importante reforço em sua atuação política nacional no dia 4 de junho deste ano, data em que foi lançada oficialmente a Frente Parlamentar Mista dos Dirigentes Lojistas, em solenidade realizada na Câmara dos Deputados. Trata-se de uma iniciativa que confere aos varejistas legítima representação no Congresso Nacional em defesa de projetos de interesse de um dos mais importantes setores da economia que emprega mais de cinco milhões de pessoas no país, segundo dados da CNDL. Até o fechamento desta edição, a Frente já contava com a participação de 212 deputados federais e 33 senadores. Em razão de seu cargo, o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB/ RN), não pôde formalizar seu apoio, mas assumiu publicamente que é favorável à articulação. A Frente Parlamentar Mista do Comércio Varejista é presidida pelo deputado federal Paulo Bornhausen (DEM/SC), autor da idéia de criação da mesma. O vice-presidente é o senador e presidente nacional do Sebrae, Aldemir Santana (DEM/DF). A CNDL, que representa 27 Federações, 1.500 CDLs e 800 mil pontosde-venda, está diretamente engajada

CNDL

O

À esquerda, Roque Pellizzaro Junior (presidente da CNDL); senador Aldemir Santana (DEM-DF), vice-presidente da Frente; deputado federal Paulo Bornhausen (DEM-SC), presidente da Frente

com o processo. Bornhausen explica que a primeira medida tomada pela Frente foi mapear todos os projetos em tramitação no Senado e na Câmara dos Deputados, de interesse do varejo. Os parlamentares envolvidos com a causa firmaram compromisso com questões estruturais do setor como regulamentação dos meios

eletrônicos de pagamento (cartões de débito e crédito), aprovação da lei do cheque e implantação do cadastro de crédito positivo. O deputado federal catarinense acredita que, com a nova representação, os lojistas, comerciantes e profissionais do setor de serviços


REPERCUSSÃO - Tanto Bornhausen quanto Pellizzaaro estão satisfeitos com a boa receptividade que a Frente tem causado no meio político e empresarial. “A repercussão foi positiva desde o início, considerando a representatividade do movimento lojista nacional. Isso, aliado à credibilidade dos parlamentares que deram início à articulação, tornou o processo legítimo e vigoroso”, diz o presi-

dente da CNDL. O deputado federal afirma que, além de funcionar dentro do Congresso Nacional, a Frente vai percorrer todo o país, trocando informações, idéias e sugestões. A partir de se-

tembro, será também distribuído, mensalmente, o Boletim da Frente, em que será informada a programação de atividades e ainda de atos que acontecem em Brasília que seja do interesse do setor varejista.

Agência Senado

poderão se posicionar frente aos poderes Executivo e Legislativo numa relação mais equilibrada. “Quando a Frente encaminha uma solicitação, uma demanda, defende um projeto, são 245 parlamentares, de todo país, que estão falando. É um peso político que não pode ser ignorado ou subestimado”, avalia. O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Júnior, acrescenta que o propósito não é fazer lobby corporativista, “mas a defesa de questões essenciais para a geração de emprego, renda e oportunidades de empreender”.

O presidente do Senado, Garibaldi Alves, discursa no lançamento da Frente, aplaudido pelo deputado Paulo Bornhausen e pelo presidente da CNDL, Roque Pelizzaro

Outubro de 2008 - O LOJISTA

15


Campanha

“O que você tem a ver com a corrupção?” é lançada em Anápolis O evento, realizado no dia 22 de setembro no auditório do Fórum, reuniu diversas lideranças locais oi lançada em Anápolis, no último F dia 22 de setembro, a campanha “O que você tem a ver com a corrup-

O coral infanto-juvenil do Sesc Anápolis fez apresentação no lançamento da campanha “O que você tem a ver com a corrupção?”

O procurador-geral de Justiça do Estado de Goiás, Eduardo Abdon Moura, participou da solenidade em Anápolis 16 CDL - Outubro de 2008

ção?”. A solenidade foi realizada no auditório do Fórum da cidade e teve a participação de lideranças locais e de membros da comunidade anapolina. O projeto tem o objetivo de conscientizar toda a sociedade, especialmente crianças e adolescentes, sobre o valor da honestidade e transparência das atitudes do cidadão comum. O Conselho Nacional de Procuradores-Gerais de Justiça institucionalizou a campanha, em conjunto com a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público. A CDL de Anápolis é parceira desta iniciativa. Sob coordenação do Ministério Público, o movimento foi lançado oficialmente em Goiás no dia 16 de junho deste ano, três meses após o lançamento nacional, em Brasília. Em Anápolis, assim como em boa parte de outras comarcas do interior goiano (cerca de 75% delas), os eventos que representaram o marco inicial em cada localidade foram realizados ao longo do dia 22 de setembro. De acordo com o procurador-geral de Justiça do Estado de Goiás, Eduardo Abdon Moura, a data foi propositalmente escolhida por ser o Dia Estadual de Mobilização pela Garantia dos Direitos do Cidadão. Conforme dados da assessoria de comunicação do MP de Goiás, a campanha nasceu de um projeto do promotor de justiça Afonso Ghizzo, de Santa Catarina, cujo intuito é trabalhar a conscientização ética da população sobre a importância das pequenas condutas do dia-a-dia na consolidação dos valores morais de toda uma sociedade. Por meio de ações como a distribuição de cartilhas e apresentação de vídeos em escolas, o MP quer estimular crianças e adolescentes a construir, em longo prazo, um Brasil mais justo e sério.


Outubro de 2008 - O LOJISTA

17


Proteção

Alertas no SPC inibem mau uso de documentos A CDL oferece serviço gratuito que serve de aviso em todo sistema SPC Brasil sobre roubo, furto, perda e extravio de identificações pessoais e cheques

Recepção do SPC, que fica na CDL, é o local onde são feitos os alertas

A

Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis é uma importante aliada de pessoas que sofrem perda, extravio, roubo e furto de documentos e cheques. Na recepção do SPC, que fica na sede da CDL, é possível fazer o chamado alerta. O procedimento nada mais é do que um aviso registrado em todo sistema SPC Brasil informando tudo aquilo que foi perdido, extraviado, roubado ou furtado. Com isso, os consumidores afetados por estes problemas lançam mão de um recurso que os protege contra uso indevido de seu nome uma vez que não é impossível que pessoas de má-fé se passem por outras tendo posse de seus documentos.

A primeira medida a ser tomada quando se é vítima de furto e roubo de documentos e cheques é registrar boletim de ocorrência na delegacia de polícia. Depois disso, é preciso se dirigir tão logo possível à CDL para informar sobre o B.O., com xerox do mesmo em mãos que ficará arquivado na entidade. É de praxe que, no próprio distrito policial, a vinda à CDL para tal fim já seja recomendada. Na entidade, será fornecida a solicitação de requerimento em que a pessoa autoriza o registro do alerta no SPC Brasil. O serviço é gratuito e engloba inclusive quem já sofreu estelionatos e quer evitar novos golpes.

As delegacias não fazem boletim de ocorrência de perda e extravio de documentos. Para esse caso, a CDL oferece uma alternativa ao consumidor que deseja fazer o alerta. Para isso, é necessário que a pessoa faça uma declaração, em que deve constar o reconhecimento de firma em cartório. Foi o que fez o estivador A.A.S., que pediu para que não fosse identificado na reportagem. Ele acredita ter esquecido o CPF em um orelhão no último dia 16 de agosto. Depois de constatar a perda do documento, dirigiu-se a uma agência dos Correios onde foi informado sobre o alerta da CDL. Entrevistado pela reportagem de O Lojista na recepção do SPC, o estivador elogiou o serviço dizendo que o mesmo é “bom” pelo fato de evitar “problemas com o nome”. Sem o boletim de ocorrência ou a declaração de perda em mãos, o lojista pode se negar a concretizar vendas (que não sejam na modalidade à vista) ao consumidor que acionou o serviço de alerta na CDL. Caso os documentos sejam recuperados, é possível retirar o alerta, bastando que a pessoa interessada compareça novamente à recepção do SPC, apresentando o que foi encontrado e fazendo a solicitação de cancelamento.

Onde fazer alertas no sistema SPC Brasil acerca de perda, extravio, roubo e furto de documentos e cheques: Câmara de Dirigentes de Anápolis - CDL Rua Conde Afonso Celso, 25, Centro Anápolis – Goiás (62) 3328-0008 18 O LOJISTA - Outubro de 2008


Crescimento

Desempenho da Sicoob Lojicred em Anápolis supera expectativas

A cooperativa de crédito funciona no prédio da CDL desde abril deste ano e atende empresários de todos os ramos e entidades sem fins lucrativos. As operações de crédito já somam R$ 400 mil “Estamos bastante otimistas, pois nosso desempenho supera as melhores expectativas”. A afirmação é do presidente da Sicoob Lojicred, Geraldo Moreira, e se refere ao Posto de Atendimento Cooperativo (PAC) instalado em Anápolis desde o dia 10 de abril deste ano. Os números não o deixam mentir. De acordo com o balanço da cooperativa de crédito, até o último dia 31 de agosto, o PAC já contabilizava mais de 60 contas iniciadas (conta corrente e conta poupança) e captação de depósitos na faixa de R$ 170 mil. As operações de crédito, entre descontos de recebíveis, empréstimos e financiamentos já somavam cerca de R$ 400 mil. A cooperativa de crédito atende empresários do comércio, indústria, serviços e entidades sem fins lucrativos. Ela garante aces-

so a serviços bancários com juros menores que os de mercado, isenção de manutenção de conta corrente, participação nos lucros (sobras) e maior rentabilidade nas aplicações. “Trouxemos para os associados da Sicoob Lojicred e da CDL de Anápolis um diferencial positivo de atendimento em serviços bancários, em que predominam a agilidade e a presteza”, acrescenta. Moreira diz que o apoio da CDL de Anápolis, que sedia o posto, está sendo fundamental para o crescimento alcançado. “Com certeza, em Anápolis, nosso desenvolvimento será rápido e teremos muita cooperação e crescimento solidário”. A Sicoob Lojicred teve início em agosto de 2001 em Goiânia, com o apoio da CDL goianiense. Hoje, além da capital goiana, a cooperativa de crédito está presente em

Inhumas, Anápolis e Trindade. O patrimônio líquido é de aproximadamente R$ 5 milhões. Para fazer parte da Lojicred, o interessado deve preencher os requisitos do estatuto da cooperativa e investir uma cota mínima para abertura da conta. Para pessoa jurídica, o valor mínimo é de R$ 1,5 mil e, para pessoa física, é de R$ 1 mil. Em ambos os casos, é exigido o pagamento de 50% de entrada e o restante pode ser quitado em 12 parcelas.

Sicoob Lojicred em Anápolis Endereço: Sede da CDL – Rua Conde Afonso Celso, nº 25, Centro Telefone: (62) 3328-0050

Outubro de 2008 - O LOJISTA

19


Carros

Compre seu semi-novo com segurança Profissionais do setor de veículos dão dicas de como tornar seguras as transações comerciais que envolvem esse tipo de produto. CDL oferece SPC Auto para aqueles que desejam ter uma segurança a mais na hora da compra mercado automobilístico brasileiro está aquecido e tem batido recorO des de venda ano após ano. O setor está fortalecido especialmente devido à flexibilização das regras de concessão de crédito e financiamentos de veículos e pela melhoria de renda da população. No caso de Anápolis, além disso, o incremento das vendas foi facilitado com as recentes instalações de novas concessionárias na cidade. Estão hoje representadas a maioria das marcas vendidas no país, o que confere mais comodidade ao consumidor anapolino que antes tinha que se deslocar para Goiânia para efetuar a compra sobre produto antes não disponível no município. Com o interesse crescente de candidatos à compra, deve-se levar em consideração alguns cuidados antes de fechar negócio especialmente no que se refere à compra de um carro semi-novo. Por isso, a reportagem de O Lojista entrevistou profissionais da área para dar dicas de como evitar prejuízos na hora de adquirir o veículo. O primeiro ponto a ser observado pelo interessado é a procedência do carro, afirmam os sócios-proprietários da Anápolis Automóveis, Alcides Ribeiro Mundim e José Antônio Carnielo. Nisso, inclui pesquisa sobre qualquer tipo de restrição, como multas e ilegalidades em geral, junto a órgãos como Detran. Para quem deseja comprar seu seminovo em lojas, eles recomendam que seja averiguado se os estabelecimentos são confiáveis, fato em que vale a pena ter referência. “Geralmente os nossos clientes chegam à nossa loja por indicação de outros clientes”, atesta Alcides. Saber de quem ou de qual estabeleci-

20 O LOJISTA - Outubro de 2008

mento se está comprando é fundamental para uma compra bem sucedida. O gerente geral da filial anapolina da Citroën Liberte, Ernani Neto, diz que é preciso fazer pesquisas e comparações de preços do veículo pretendido e desconfiar de valores muito atrativos. “É comum encontrar vendedores oferecendo grandes oportunidades de negócio em função de problemas de saúde, dívidas e outros, o que muitas vezes pode significar sérios problemas com o veículo e/ou sua origem”. Evitar fazer negócios à noite, finais de semana e feriados também é importante uma vez que não há possibilidade de realizar as consultas necessárias. MECÂNICA – Na Anápolis Automóveis, os proprietários geralmente vendem o veículo que foi adquirido de outra pessoa. Além dos cuidados com a procedência do carro, Alcides Mundim conta que existe um mecânico, terceirizado pela loja, que avalia todos os detalhes do produto. “É preciso olhar o estado de conservação do carro, qual o nível da economia em relação ao combustível”. Essa medida, no entanto, n ã o impede que o

candidato a cliente final também vá ao mecânico de sua confiança para fazer uma avaliação particular. Ernani Neto complementa dizendo que a existência do manual de propriedade devidamente preenchido e

com registro de todas as revisões periódicas realizadas por um concessionário autorizado da marca é um fator que deve ser considerado na hora da compra. “Isso não só atesta que o veículo foi inspecionado e revisado periodicamente segundo as orientações do fabricante, como garante a veracidade da quilometragem registrada no velocímetro”. O gerente geral da filial anapolina da Citroën Liberte acrescenta que, quando a negociação é feita por revenda ou concessionária, o consumidor deve exigir recibo de todos os pagamentos, nota fiscal de compra (cujo fornecimento é obrigação do vendedor/empresa) e um certificado ou documento com informações claras sobre a cobertura e as condições da garantia. Em qualquer situação, a transferência do veículo deve ser feita imediatamente após a compra. “Exija ainda uma ‘Declaração de Responsabilidade’ do proprietário anterior, por todas as dívidas, multas, impostos e outras responsabilidades cíveis e/ou criminais que existam ou possa vir incidir sobre o veículo, envolvendo fatos ocorridos até a data da venda”, aconselha o gerente da Citroen.


O cuidado em averiguar a procedência do veículo é fundamental para o sucesso da compra, afirmam os sócios-proprietários da Anápolis Automóveis, Alcides Ribeiro Mundim e José Antônio Carnielo

Saiba mais sobre o SPC Auto, a ferramenta oferecida pela CDL para dar mais segurança na hora da compra do carro Quando utilizar

Sempre que for necessário: · Confrontar e identificar a legitimidade do proprietário · Confirmar os dados do veículo: - Placa, Chassi, nº de motor, ano de fabricação etc. - Restrições (alienação tributária, administrativa ou judicial); - Situação do veículo em relação ao pagamento do Seguro Obrigatório; - Ocorrências de Roubo/Furto; - Débitos de Multa e IPVA; - GRAVAMES (ex: alienação fiduciária, arrendamento mercantil-leasing etc.).

A quem se destina · Comércio de veículos: - Concessionárias de veículos - Agências de automóveis · Transações fiduciárias envolvendo veículos: - Banco de Montadores - Financeiras

O gerente geral da filial anapolina da Citroën Liberte, Ernani Neto, diz que é preciso fazer pesquisas e comparações de preços e desconfiar de valores muito atrativos

Formas de apresentação · Nacional – por Renavam · Nacional – por Chassi · Nacional – por Placa · Nacional – por Motor · Nacional – por Caixa de Câmbio · DPVAT – por Chassi · GRAVAME – por Chassi · Roubo e furto – por Placa · Roubo e Furto – por Chassi · Estadual – por Placa · Estadual – por Chassi · Nacional + DPVAT + GRAVAME – por Chassi

· Prestadoras de serviços do setor automobilístico: - Seguradoras - Peças e Acessórios - Despachantes · Empresas do Varejo e outros segmentos: - Como ferramenta para informações de apoio e/ou garantia na concessão de crédito · Público em geral

Fonte: SPC Brasil

Outubro de 2008 - O LOJISTA

21


Convênio

Colégios selam parceria com Escola de Informática da CDL Colégios Objetivo, José Ludovico de Almeida e Antesina Santana são os novos parceiros da CDL para a inclusão digital epois de sindicatos e associações de classe, a CDL de AnápoD lis investiu em convênios com colégios da cidade para a Escola de Informática da entidade. O Colégio Objetivo, o Colégio Estadual

José Ludovico de Almeida e o Colégio Estadual Antesina Santana são os novos parceiros da CDL na inclusão de seus alunos e respectivos familiares. Além da qualidade já reconhecida do curso de informática da CDL, o custo-benefício também é um grande atrativo. Com apenas R$ 70 (que podem ser divididos entre entrada de R$ 30 e duas parcelas de R$ 20), o aluno tem acesso ao pacote de informática básica (Windows XP, Word, Excel, Power Point e Internet) com duração média de três meses. O diretor do Colégio Objetivo e do Eadcon Anápolis, Rober Alves de Oliveira, avaliou a credibilidade da CDL como fundamental para que a parceria entre a entidade classista e a unidade de ensino fosse concretizada. Ele elogia também o convênio especialmente no que diz respeito à acessibilidade à Escola de Informática, em termos financeiros. Atualmente o Objetivo possui o laboratório de informática ao qual todos os alunos têm acesso, mas não há aulas específicas A marca da CDL foi fundamental para que o Colégio Objetivo para que os estudantes aprendam a operacionalizar os programas em firmasse parceria com a entidade classista, afirma o diretor computadores, lacuna que agora poderá ser preenchida através da da unidade de ensino em Anápolis, Rober Alves parceria com a CDL.

22 O LOJISTA - Outubro de 2008


Crédito

Financiamento para equipamentos de informática Há mais de um ano, CDL e Banco do Brasil firmaram convênio para o Programa PC Legal, que conta com recursos do FCO Empresarial Desde o dia 25 de junho de 2007, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis e o Banco do Brasil possuem convênio especial que facilita o acesso de filiados da entidade a equipamentos de informática através do Programa PC Legal. Toda linha de crédito utilizada para o financiamento atende empresas de todos os portes e é proveniente do FCO Empresarial. A CDL foi a primeira entidade classista anapolina a formalizar esta parceria com a instituição bancária. A empresa interessada no financiamento deve possuir conta-corrente, cadastro atualizado e limite de crédito vigente e com margem disponível para amparar a operação sugerida. As etapas de cadastro, c/c e limite de crédito devem ser efetuadas previamente ao acolhimento da proposta/ orçamento. É obrigatória a apresentação da CND do INSS e CRF do FGTS. Micro e pequenas empresas com faturamento de até R$ 2,4 milhões podem utilizar como garantia o fundo de aval (FAMPE) mais o item financiado. SAIBA MAIS

· Valores para financiamento O valor máximo das operações é o limite do FCO Empresarial, ou seja, R$ 10.000.000,00. Já o limite de participação do FCO, no empreendimento, é definido em razão do porte do proponente e do município de localização do empreendimento. Para Anápolis, os percentuais* são:

*Para pagamento das prestações em dia, o cliente terá bônus (desconto) adimplência de 15% Prazo máximo para financiamento:

No convênio, definiu-se, para financiamento de equipamentos de informática, o prazo máximo de 24 meses, sem carência. Para outros financiamentos, observar as normas do FCO Fonte: Banco do Brasil

Outubro de 2008 - O LOJISTA

23


Mudança

Portabilidade numérica altera regras da telefonia A possibilidade de trocar de operadora de telefone fixo e celular e manter o número entrou em vigor em setembro deste ano em vários locais do país, incluindo parcela significativa de cidades goianas

T

odo o Brasil estará coberto pela portabilidade nas telefonias móvel e fixa a partir de 1º de março de 2009. A ativação da portabilidade teve início em setembro deste ano e durará sete meses. A portabilidade possibilitará aos usuários do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) e do Serviço Móvel Pessoal (SMP) a mudança de prestadora e a manutenção do número do telefone fixo ou do telefone celular. O Regulamento Geral de Portabilidade foi aprovado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em março de 2007. O documento foi levado à consulta pública em setembro de 2006. Durante os 63 dias da consulta, a Agência coletou quase mil contribuições da sociedade, sendo 180 de usuários, e realizou audiências públicas em Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza e São Paulo. A regra, importante destacar, valerá independente de quantas vezes o usuário solicitar a mudança de prestadora. Na telefonia fixa, a portabilidade será possível dentro da Área Local (município ou

Fique por dentro

24 O LOJISTA - Outubro de 2008

conjunto de localidades com continuidade urbana). No caso do serviço móvel, a manutenção do número será dentro da Área de Registro (mesmo CN). FISCALIZAÇÃO - A identificação das localidades a serem portadas será realizada de acordo com os Códigos Nacionais de Numeração (CN) - que correspondem, popularmente, ao DDD (por exemplo, o 11 para a região metropolitana de São Paulo, e o 61 para o Distrito Federal e Entorno). A fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) acompanhará a implementação da portabilidade em todo o Brasil. A portabilidade é um estímulo à competição, à redução nos preços e à melhoria na qualidade do atendimento ao usuário. A adoção do cronograma - que prevê a ativação comercial de forma gradativa - visa a garantir o funcionamento das redes e das centrais de atendimento das prestadoras, minimizando, assim, os impactos do atendimento das demandas dos usuários. (Texto: Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel)


Outubro de 2008 - O LOJISTA

25


Capa

Conectado ao cliente

A empresa que possui um site estabelece contato privilegiado com seu consumidor, o que pode significar retornos financeiros satisfatórios a médio e longo prazo

O empresário Roberto Pereira Silva comemora o crescimento das vendas de sua loja possibilitado pelo site da empresa

T

er um site tornou-se uma necessidade para as empresas que querem se diferenciar num mercado consumidor cada vez mais exigente e competitivo. Nossa realidade já aponta a formação de um grupo de pessoas que concretizam suas compras direta ou indiretamente pela internet. O número de internautas brasileiros não pára de crescer e o comércio eletrônico já começa a mostrar toda sua força (veja Box e reportagem na página 28). Além disso, uma página na internet garante diversos benefícios a quem investe nela, tais como visibilidade do empreendimento e aperfeiçoamento de canais de relacionamento com os clientes. O empresário Roberto Pereira Silva, de 31 anos, conhece bem os benefícios que um site pode proporcionar aos negócios. Ele é proprietário da Technomusic, especializada em instrumentos musicais e áudio profissional, instalada em Anápolis desde 2000. A empresa tem uma página na internet, criada há três anos para “acompanhar a tendência e se diferenciar no mercado”. No início, os acessos eram poucos, mas hoje já são contabilizadas duas mil visitas mensais, com indicação de crescimento mês a mês.

Os clientes agora não são mais apenas de Anápolis, mas de diversos estados do Brasil. “Já tivemos contato para vendas com pessoas de Piauí, Minas Gerais e São Paulo”, cita o empresário. Mesmo o site da Technomusic não tendo ainda o suporte técnico para o comércio on-line propriamente dito, a estimativa é de que a repercussão de transações comerciais gire em torno de 30% do faturamento total da empresa. Os consumidores vêem os produtos expostos no site e entram em contato através do telefone ou e-mail disponíveis para fazer o pedido e, após o depósito, a entrega é feita via sedex. “O site é um cartão de visitas para os clientes de outras cidades e estados e é esse cartão que dá credibilidade à empresa”. Para que isso ocorra, Roberto considera essencial que a página seja tecnicamente bem construída para que seja passada a segurança para quem faz a compra virtual. CRESCIMENTO – Diante da demanda crescente da internet, o projetista, designer e programador Web Miguel Gonçalves Cardoso Neto compara o estabelecimento que não tem um site com aquele que não possui telefone. “A empresa que não tem uma página na internet já cria um conceito de que ela está atrasada”, afirma. O sócio-proprietário da Minuto Web, Alexandre Cunha, concorda com o colega e enumera fatores que favorecem o crescimento do empreendimento de quem investe no desenvolvimento do site: mensurar resultados relativos aos acessos e trabalhar com esses dados; criar promoções para produtos que estão sendo muito acessados; a extinção de barreiras geográficas e a possibilidade de explorar novos mercados; desenvolvimento de relacionamento cliente/ empresa, possível através de pesquisas online que medem a satisfação do consumidor e do cadastro de e-mails dos clientes, que é a base de uma mala direta virtual, com a vantagem de ser mais prática, rápida e barata. É comum que se espere resultados imediatos para o investimento em um site, mas há regras próprias na internet que podem não garantir lucros a curto prazo. “A internet, assim como ocorre com o mercado, possui um compor-

tamento próprio. Existem certos tipos de resultados que são previsíveis e que, às vezes, levam tempo”, diz Miguel Cardoso. Para dar ainda mais força ao site, é preciso investir na sua publicidade e, para isso, vale a pena lançar mão de outras mídias, como televisão e jornal. A própria internet também tem seus canais de divulgação como campanhas pelo Google, especializado em buscas em geral. Há alternativas mais simples que, se bem feitas, podem dar bons resultados. O empresário Roberto Pereira Silva, por exemplo, divulga o site de sua empresa nos eventos que a Technomusic participa, na fachada e cartões de visita da loja e ainda pela lista telefônica. Ele mantém também uma lista de e-mails cadastrados no site que é utilizada para divulgar promoções e novidades do estabelecimento. O retorno alcançado pelo site pode se dar indiretamente. Alexandre Cunha cita uma estatística que explica como ocorre essa lógica: de 100% das vendas feitas por montadoras de automóveis, 80% delas incluíram clientes que em algum momento anterior à compra passaram pelos sites das indústrias. Isso significa

O empresário Roberto Pereira Silva comemora o crescimento das vendas de sua loja possibilitado pelo site da empresa


que a venda on-line de automóveis pode até ser inexpressiva, mas muitos consumidores não deixaram de visitar os sites das montadoras para ver os modelos, as cores e opções de preços para auxiliá-los na escolha do veículo de sua preferência. “A internet se torna uma ferramenta muito estratégica na divulgação de seus produtos para o cliente”, afirma. MERCADO ANAPOLINO - Alexandre Cunha avalia que a procura por sites por parte de empresas anapolinas ainda tem muito a crescer, especialmente entre as que são ligadas ao varejo. Nesse ponto, diz, as indústrias de Anápolis estão à frente do comércio varejista. Na avaliação de Alexandre, ainda faltam informações aos empresários para que confirmem que o site é algo relativamente simples. “Creio que é até certo ponto cultural porque muitas empresas estão instaladas há dez, vinte anos, e são empresas que nasceram sem internet. E por se tratar de algo relativamente novo, as pessoas às vezes não têm noção do que a internet pode trazer de benefício”. Apesar disso, Alexandre acredita que os empresários anapolinos já estão amadurecendo mais a idéia de se ter um site, tanto que ele percebe que a procura de pessoas interessadas no serviço está crescendo. Miguel Cardoso também é otimista em relação ao mercado anapolino, pois observa que os proprietários de empresas estão começando a visualizar o potencial oferecido pela internet. A única ressalva que ele faz é quanto à necessidade de se frisar que está errada a visão de alguns empresários da cidade de que o site deve ser uma página estática, que serviria apenas para mencionar a parte institucio-

nal da empresa, como sua história. “Página na internet não é isso mais. Hoje, quem acessa um site quer interagir com ele, como por exemplo, colocar um espaço para deixar um comentário”.

Cuidados com o profissional que faz o site Os dois profissionais ligados à internet ouvidos pela reportagem de O Lojista consideram que o ponto de partida inicial para evitar dor de cabeça na hora do desenvolvimento do site é lidar com profissionais gabaritados para fazer o serviço. Nesse contexto, conhecer os trabalhos já feitos por ele no mercado é fundamental. “O maior termômetro para saber a competência do profissional é ver o que ele já fez, pois o portfólio fala por ele”, explica o projetista, designer e programador Web Miguel Gonçalves Cardoso Neto. O sócio-proprietário da Minuto Web, Alexandre Cunha, acrescenta que a formação da pessoa e os cursos já feitos por ela nesta área que demanda atualização contínua também devem ser levados em conta. “Outra coisa importante é que o profissional ofereça suporte para a comunicação e o marketing, pois não basta o site ser tecnicamente bom, ele tem que passar a mensagem (ao público-alvo)”, diz Alexandre. CUSTOS - Alexandre Cunha avisa que é preciso estar atento à questão dos preços, pois o quesito qualidade deve estar acima dos valores, pois, de acordo com ele, não é incomum achar empresários interessados em refazer sites que não tiveram o resultado es-

Alexandre Cunha, sócio-proprietário da Minuto Web, diz que a internet se tornou uma ferramenta muito estratégica na divulgação de produtos da empresa para o seu público-alvo perado por eles. O custo para se fazer uma página na internet varia conforme o tipo de negócio, o nível de complexidade do site e também o que o cliente deseja. Tendo como referência a Minuto Web, que é empresa especializada no ramo, teríamos um universo de R$ 800 a R$ 5 mil para o desenvolvimento do site. Aliado a esse valor, tem-se a necessidade de registro do domínio, que fica em torno de R$ 30 por ano, e o valor cobrado pela hospedagem do site, que varia de R$ 15 a R$ 25 por mês. “O site é uma mídia barata em comparação à televisão e jornal, por exemplo”, atesta Alexandre.

INTERNAUTAS DOMICILIARES ATIVOS* E HORAS NAVEGADAS** - 2008

Outubro de 2008 - O LOJISTA

27


Capa

Loja virtual é ferramenta pouco utilizada em Anápolis

Ainda é pequena a atuação de empresas anapolinas no comércio eletrônico, um dos ramos que mais crescem no Brasil

A

participação de empresas anapolinas no mercado de comércio eletrônico ainda é tímida. Poucos estabelecimentos de Anápolis já optaram por essa linha de investimento, apesar de ser ela a responsável por uma promissora fonte de faturamento no Brasil (veja Box). De acordo com especialistas, a principal alegação para o pouco interesse seria o receio dos empresários em arcar com os custos operacionais para o desenvolvimento do projeto, mesmo com a forte possibilidade de ampliação da receita com

os benefícios que podem ser atingidos a médio e longo prazo. Neste cenário, uma exceção encontrada na cidade é a Champion Saúde Animal. Há pouco mais de um ano, a indústria lançou sua loja virtual e as vendas feitas pela internet já representam, em média, 12% do total realizado. Apesar de avaliar que, em termos de realização de negócios, a comercialização de produtos veterinários através da web Loja ainda é novidade para o pecuarista brasileiro, o gerente de Publicidade da Champion, Wesley Oliveira, está bastante otimista em relação à superação do patamar alcançado hoje. “Posso dizer que com certeza que já tivemos negócios realizados em todos os estados brasileiros”, afirma Wesley, que ainda destaca que boa parte dos consumidores virtuais é de estados da região Sul do país. A decisão de criar a loja virtual, segundo o gerente de Publicidade, partiu da necessidade de oferecer ao cliente o maior meio possível de possibilidades para aquisição dos produtos oferecidos pela marca. A loja virtual é mais uma ferramenta utilizada pela Champion, que se destaca na venda de produtos veterinários pela TV. Os produtos vendidos pela televisão são os mesmos oferecidos pelo site. “Manter a web loja é o mesmo que ter o produto ideal para a

28 O LOJISTA - Outubro de 2008

necessidade do cliente. É preciso não apenas oferecer algo de qualidade, mas também, permitir que o comprador escolha o caminho mais conveniente”, aponta. Wesley Oliveira conta que o maior desafio encontrado pela empresa para adoção do modelo on-line foi encontrar profissionais para implantação dos serviços. Ele reconhecer, no entanto, que hoje essa dificuldade é menor uma vez que cresceu a oferta de pessoas qualificadas para o trabalho em web. A Champion adota o formato de criação e produção interna de toda a sua parte áudio visual. O Departamento de Marketing executa internamente toda a idéia para a apresentação dos produtos na Web Loja. A inserção do material na internet é feita também por profissionais que atuam dentro do estabelecimento. “As alterações acontecem conforme a necessidade de atualização da tabela de preços e a forma de pagamento. Dessa maneira, não ficamos presos a um formato básico de atualização”, acrescenta.

“Manter a web loja é o mesmo que ter o produto ideal para a necessidade do cliente. É preciso não apenas oferecer algo de qualidade, mas também, permitir que o comprador escolha o caminho mais conveniente” Wesley Oliveira gerente de Publicidade


Comércio eletrônico fatura R$ 3,8 bi no Brasil no 1º semestre de 2008 O comércio eletrônico no Brasil somou, no primeiro semestre de 2008, um faturamento de R$ 3,8 bilhões, resultado 45% superior ao obtido no mesmo período do ano passado, segundo estudo divulgado no dia 19 de agosto deste ano pela consultoria e-bit. Já o número de consumidores cresceu 42% se comparado a 2007, totalizando 11,5 milhões de pessoas que já compraram pela rede no Brasil. Os dados fazem parte da 18ª edição do estudo "Relatório WebShoppers", realizado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. O gasto médio de cada pessoa também cresceu 9%, pulando de R$ 296 para R$ 324. Entre os produtos mais vendidos pela rede, quatro ganharam destaque: livros, com 17% das vendas, itens de informática, com 12%, produtos de saúde e beleza, que atingiram 10%, e aparelhos eletrônicos, que fecharam o semestre com 7%. Loja virtual da Champion Saúde Animal, empresa instalada em Anápolis

Folha Online

Loja virtual da Champion Saúde Animal, empresa instalada em Anápolis


Entrevista

Consultoria: Aliada das empresas A

s características e demandas atuais do mercado estão evidenciando cada vez mais o papel do consultor de empresa. Responsável por diagnosticar e propor soluções para problemas de organizações em geral, o auxílio desse profissional especializado tem trazido diversos benefícios àqueles que lançam mão de seu trabalho. Para saber mais sobre o tema, a reportagem de O Lojista entrevistou o consultor Marcos David Santos, que fez uma análise sobre os resultados que uma consultoria bem elaborada pode oferecer ao estabelecimento que a busca. Com a experiência de 22 anos de carreira em organizações como ABN AMRO Bank e Grupo Pão de Açúcar, Marcos dá dicas sobre como contratar um bom profissional da área e desmistifica a idéia de que a consultoria se trata de um serviço exclusivo de grandes empresas. “Qualquer empresa, independente de porte e segmento, é candidata potencial à consultoria”, garante. Ele também afirma que o consultor é importante aliado na hora de elaborar estratégias que preparam o gestor e seus colaboradores para enfrentar as exigências de um mercado cada vez mais competitivo.

30 O LOJISTA - Outubro de 2008

Marcos David Santos

22 anos de carreira em organizações como: ABN AMRO Bank, Grupo Pão de açúcar, Programa Alfabetização Solidária, Global Village Telecom Ltda e Banco de Brasília S.A. Experiência em: - Gestão de RH, de Marketing, Estratégica e Administrativa, Consultoria empresarial nas áreas de: RH, Estratégia, Gestão e Marketing e Docência e Coordenação de curso e de estágio supervisionado em faculdades. Graduado em Administração de Empresas com ênfase em Gestão de Pessoas; Pós Graduação: MBA em Marketing pela ESPM; Mestrando em Psicologia Organizacional na Universidade de Brasília.


Revista O Lojista - O que é, em linhas gerais, uma consultoria? Marcos David Santos - A consultoria funciona como o que ocorre com um médico, por exemplo. Às vezes um paciente vai ao médico tratar de um determinado problema que ele tem ou que ele imagina ter e às vezes ele nem sabe que tem. Normalmente o consultor é chamado para tratar de alguns problemas que ocorrem numa empresa, que podem ser na área de tecnologia, de finanças, marketing, RH e outras. Está sendo muito comum também hoje em dia, o empresário procurar a consultoria para que seja feito um diagnóstico geral da empresa, pois ele quer saber como é que a empresa dele está no mercado.

empresas que o consultor passou, ele tenha tido sucesso. Esse consultor pode não ter tido sucesso por vários motivos, pode ser incompetência do dele, que não tenha dado o diagnóstico correto, ou da própria empresa que não aplicou o que o consultor falou. Você não vai encontrar um consultor que fez 100% certo, mas você vai encontrar a grande maioria de profissionais que fazem a coisa certa. A questão a ser feita é: o trabalho que ele fez foi bem feito? Se foi bem feito, ele é um bom consultor. O Lojista - Quanto tempo, em média, dura uma consultoria? Santos - Depende muito do que a pessoa define que quer. Para cada serviço que ela vai pedir, há um tempo determinado. Normalmente o consultor faz uma previsão de tempo, mas já conta com um tempinho a mais pois pode acontecer alguma novidade no meio do caminho. E sempre ocorrem várias novidades no meio do caminho como um problema interno da empresa, uma restrição, a cultura da organização, enfim, às vezes a consultoria vai num ritmo muito bom e o pessoal se empolga porque vê que tem possibilidade de avançar mais... Então, não tem como determinar um tempo exato para a consultoria.

O Lojista - Em que circunstâncias o empresário deve fazer uma consultoria em sua empresa? Santos - Até algum tempo atrás, nós, consultores, éramos muito procurados quando a empresa já estava num estado terminal, num estado crítico, mas hoje tem mudado essa modalidade. Os empresários têm observado que, com as mudanças que estão acontecendo no ambiente de negócios, eles estão entendendo que precisam ter alguém de fora vindo à empresa para trazer novas tecnologias, novas forma de gestão, novos instrumentos dada O que eu observo nas empresas a necessidade de competir constantemente Há também ainda aquelas pessoas que contratam consultores bons que procuram por demandas específicas, como por exemplo, para aumentar vené a mudança de mentalidade, das, diminuir custos ou para criar um departamento. Hoje, no entanto, a demanda que é o mais importante. Se você tem sido bem mais pela necessidade geral, mesmo porque, se eu vou trabalhar numa consegue isso, os procedimentos organização para aumentar vendas, eu vou precisar do RH, pois o processo vai envole processos mudam automaticaver pessoas; vamos precisar também do departamento financeiro, porque necessamente porque foi mudada a mariamente o aumento de vendas vai envolver comissão (aos vendedores). Então o neira de se ver aquele negócio. ideal é trabalhar do geral para o específico e não do específico para o geral.

O Lojista - A consultoria deve ser renovada? Se sim, de quanto em quanto tempo isso deve ocorrer? Santos - O consultor bom é aquele consultor que prepara a empresa para andar com as pernas dela. Existe muita gente no mercado que faz exatamente o oposto. É mais ou menos parecido com o psicólogo que quer que o paciente fique com ele o resto da vida. Considero isso anti profissional porque, como eu disse, o bom consultor na realidade deve preparar aquela empresa para andar com os pés dela. Isso não impede que, depois que o consultor terminou o trabalho, ele possa ir até a empresa para fazer uma avaliação de um determinado ponto, mas não para ficar dentro da empresa. Agora, tem empresas também, por outro lado, que gostam de ter o consultor constantemente, empresas de grande porte, mas aí já são casos específicos.

O Lojista – Existe um perfil específico de empresas que devem lançar mão da consultoria? Santos – Não. Qualquer empresa, independente de porte e segmento, é candidata potencial à consultoria. Eu, por exemplo, tenho feito muitas consultorias para micro e pequenas empresas nos últimos cinco anos. O Lojista - Como fazer uma consultoria com segurança? Santos - A consultoria com segurança depende de algumas coisas. Primeiro, a pessoa que vai solicitar a consultoria precisa saber exatamente o que ela quer. Então antes de tratar com o consultor ela tem que tratar de si mesma, de uma forma bem transparente, bem fria até porque, por exemplo, há alguns empresários que precisam da ajuda, mas não querem admitir. Então ele tem que definir claramente o que ele quer porque senão ele mesmo pode criar problemas para o consultor e para a consultoria em si. Uma segunda coisa passa pela escolha do consultor. É muito importante que antes de escolher o consultor, a pessoa descubra trabalhos que o consultor fez, pedir referências, enfim, fazer um trabalho de análise mesmo. É preciso considerar também a capacitação do consultor, o conhecimento, a formação acadêmica. E uma terceira coisa que é importante também é que quando eu falo para o empresário consultar as empresas, não quer dizer que todas as

O Lojista – Quais benefícios uma consultoria pode trazer à empresa? Santos – Para a grande maioria das empresas que se utilizam de consultoria, a frase é única: “Éramos de um jeito antes, somos de outra maneira agora”. Há muitos casos de empresas que tiveram consultoria ruim, tiveram experiências desagradáveis e não querem mais. Eu acho que é uma bobagem porque se você vai a um médico e é mal atendido, não quer dizer que todos os médicos daquela especialidade são ruins. Às vezes o determinado momento não foi bom. Agora, no geral, o que eu observo nas empresas que contratam consultores bons é a mudança de mentalidade. O mais importante não é mudar procedimentos e processos, o mais importante é você mudar a mente, a maneira de se ver aquele negócio. Se você consegue isso, os procedimentos e processos mudam automaticamente porque a mente da pessoa mudou. Então é isso eu tenho observado em várias consultorias de clientes meus ou de outros consultores, de clientes do Sebrae ou de outras organizações e isso é muito legal.

Outubro de 2008 - O LOJISTA

31


Saúde Bucal

CDL Odonto

Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis possui, desde 2007, parcerias para padronização de custos em serviços odontológicos

N

o início do segundo semestre de 2007, a CDL adotou um serviço específico para beneficiar seus filiados, funcionários e respectivos dependentes interessados em cuidar de sua saúde bucal. Já são mais de doze meses oferecendo uma forma prática e eficiente para acesso a tratamento odontológico de qualidade e sem qualquer

32 O LOJISTA - Outubro de 2008

custo adicional à mensalidade. Como em todos os procedimentos do CDL Convênios, os serviços odontológicos se encontram relacionados em uma tabela padronizada de custos, permitindo que o interessado em determinada área de atuação em Odontologia saiba previamente quanto vai gastar. O CDL Odonto possui parcerias com

profissionais de variadas especialidades odontológicas (veja Box). O serviço nasceu e se sedimentou como uma opção para o atendimento de caráter privado, com a vantagem de oferecer padronização de custos. A referência dos valores são as tabelas adotadas pelo Ipasgo e pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO).


Saiba mais sobre o CDL Odonto: O que é: sistema que oferece, aos associados da CDL, funcionários e respectivos dependentes, tabela padronizada de valores acessíveis em serviços odontológicos. Isso significa que o interessado em determinado procedimento saberá previamente quanto vai gastar com ele. Como funciona: o interessado solicita a guia de atendimento no Departamento de Convênios da CDL. O pagamento do documento é feito diretamente ao prestador do serviço. Contatos*: a relação com o nome dos odontólogos conveniados ao CDL Odonto, bem como suas respectivas especialidades e endereços de clínicas e consultórios, podem ser consultados de três formas: - Pela internet: www.cdlanapolis.com.br - Por telefone: (62) 3328-0008 - Pessoalmente, na sede da CDL: Rua Conde Afonso Celso, nº 25, Centro * Os valores dos procedimentos só podem ser informados por telefone ou pessoalmente

Confira as áreas de atuação disponíveis pelo CDL Odonto: CIRURGIA

ODONTOPEDIATRIA

Dra. Cristiane Santos Dr. Wilson Martinez Júnior Odontocenter

Odontocenter

DENTÍSTICA

Dr. Carlos Gustavo Coelho Garcia Dra. Fabíola Gomes de Oliveira Ebner Dr. Fernando Sérgio Ferreira Buta Dra. Lorena Gomes Vieira Martins Dr. Rogério Alves Dias Dra. Waleska Siqueira Martinez

Dra. Débora Castro Dra. Fabíola Gomes de Oliveira Ebner Dr. Fernando Sergio Ferreira Buta Dra. Jacqueline Alves de O. Pereira Dr. Jorge Saud Anturiano Dra. Kelly Oliveira Rosa Dr. Marcelo Augusto Lopes Odontocenter ENDODONTIA Dra. Cristiane Santos Dra. Daiana Lacerda Mendonça Dr. João Batista de Souza Dr. Marcelo Augusto Lopes Odontocenter

ORTODONTIA

PERIODONTIA Dr. Alessandro Avelar Simões de Lima Dra. Daniella Borges Simões PRÓTESE Dra. Andréa Borges Simões Dr. José Cláudio Borges Rebello Dra. Kelly Oliveira Rosa Dra. Valéria Camargos Sales Souza

IMPLANTODONTIA

RADIOLOGIA BUCAL

Dra. Fernanda Ogata Dr. Wellington Pacheco Martins Dr. Wilson Martinez Júnior

Dra. Janaina Siqueira - Radioluz Dr. José Assuero B. Siqueira – Center Rádio

Outubro de 2008 - O LOJISTA

33


34 O LOJISTA - Outubro de 2008


Estudos

Um ano de pesquisas de intenção de compras Projeto completou, no último dia dos Pais, o primeiro aniversário de implantação

O

Cartaz do Dia dos Pais 2008. A data marcou um ano de implantação do projeto pesquisas de intenção de compras, coordenado pela CDL de Anápolis

projeto que divulga pesquisas de intenção de compras para datas sazonais em Anápolis completou, no Dia dos Pais 2008, um ano de implantação. A Câmara de Dirigentes Lojistas é responsável por tornar públicos os estudos desde agosto de 2007, quando o primeiro foi realizado. O objetivo é traduzir as tendências de compra e do comportamento do consumidor anapolino para os dias comemorativos. Atualmente são fontes as seguintes ocasiões: dia das Mães, dia dos Namorados, dia dos Pais, dia das Crianças, Natal e destinação das duas parcelas do 13º salário.

a sexo, idade, escolaridade, renda familiar e bairro onde mora. Já no espaço destinado propriamente à intenção de compras, os participantes respondem perguntas como “Quem você pretende presentear?”; “O que você pretende presentear?”; “Quanto você pretende gastar?”; “Onde pretende comprar o presente?”; e “Qual a forma de pagamento que irá utilizar?”. Quando o presenteado já é pré-definido como é o caso do dia das Mães, por exemplo, também é montado um perfil de quem vai receber o presente, favorecendo assim a possibilidade de cruzamento de dados mais detalhado.

As pesquisas contêm pontos diversos que proporcionam um cenário abrangente do mercado para a intenção de compras para a data avaliada. Inicialmente, os entrevistados respondem a uma seção sócio-econômica que aborda questões referentes

Em média os resultados são divulgados com 10 dias de antecedência aos dias comemorativos. O prazo de aplicação e divulgação do estudo é considerado ideal porque apenas na proximidade da data é que a pesquisa conseguirá traduzir com maior fideli-

dade a real intenção de compra por parte das pessoas. Para cada pesquisa são aplicados 400 questionários cuja margem de erro é de 5% para mais ou para menos. O método escolhido é de amostragem por conglomerado (efetuada em locais de grande circulação de consumidores) associada à amostragem estratificada (realizada em diferentes bairros da cidade). A primeira pesquisa de intenção de compras (dia dos Pais 2007) encomendada pela CDL foi realizada pela Faculdade do Instituto Brasil (Fibra). Da segunda (dia das Crianças 2007) até a do dia dos Namorados 2008, os levantamentos ficaram a cargo da Empresa Júnior da Universidade Estadual de Goiás (UEG). A partir o dia dos Pais deste ano, a Escola do Varejo da CDL assumiu os estudos, que agora são diretamente coordenados pelo responsável pelo departamento, Francisco Lima Júnior. Outubro de 2008 - O LOJISTA

35


Desenvolvimento

Otimismo no setor industrial de Anápolis A indústria anapolina vive dias de expectativa devido aos anúncios das instalações da ZPE e da Zona Franca de Manaus e do aumento de produção da Caoa/Hyundai tagem de veículos. “O perfil diversificado é bom porque a economia não fica sustentada apenas em um pilar”, avalia o secretário.

A projeção do titular da Seplan, Oton Nascimento Júnior, para o setor industrial anapolino é de geração de emprego e renda

A

indústria anapolina passa por um momento ímpar em sua história e 2008 já está registrado como importante período de contribuição para o atual contexto do setor. Trata-se de um ano em que foram promovidos diversos acontecimentos que, num futuro próximo, espera-se dar um impulso novo para o desenvolvimento industrial ainda mais significativo no município. São exemplos dessa nova etapa de conquistas os anúncios das instalações da Zona de Processamento de Exportação (ZPE), do entreposto da Zona Franca de Manaus e da expansão da montadora Caoa/ Hyundai através da fabricação do esportivo Tucson. “Anápolis passa por um desenvolvimento (da indústria) só comparado com a chegada da estrada de ferro, em 1935”, compara o presidente da Associação Comercial e Industrial 36 O LOJISTA - Outubro de 2008

de Anápolis (Acia), Ubiratan da Silva Lopes. O momento de otimismo, de acordo com o líder classista, se deve à vinda de grandes indústrias para a cidade em um processo desencadeado desde 2000 por empresários que vislumbraram o potencial do local, especialmente por sua posição logística estratégica. “De oito anos para cá, cerca de 73 empresas se instalaram no nosso distrito agroindustrial, com destaque para a Hyundai, em 2007. O DAIA possuía 3.200 funcionários, hoje eles são 12.000”. Para o titular da Secretaria do Planejamento e Desenvolvimento de Goiás (Seplan), Oton Nascimento Júnior, outra característica que soma ao sucesso do DAIA deve-se à sua variedade de atuação. Hoje a representação industrial compreende desde o ramo farmoquímico até o agronegócio e a mon-

EXPECTATIVA - Tanto Oton Nascimento como Ubiratan da Silva são bastante otimistas ao falar sobre o desempenho industrial anapolino nos próximos anos. O representante da Seplan aposta suas fichas em uma grande transformação a partir dos resultados que serão colhidos quando o entreposto da Zona Franca de Manaus for instalado na cidade, que deverá ser favorecida pela consolidação da Plataforma Logística Multimodal. A inauguração da Ferrovia Norte Sul, prevista para 2010, e a implantação do projeto da ZPE serão também importantes fatores que fundamentam a projeção de crescimento feita pelo secretário. Para ele, em breve teremos em Anápolis um cenário favorável à geração de emprego e renda e criação de novas empresas. Todos os detalhes descritos por Oton Nascimento são ratificados pelo presidente da Acia. Ele acrescenta que o desenvolvimento industrial já observado tem gerado reflexos positivos também no comércio e setor de serviços. Ubiratan afirma que não tem dúvida quanto ao potencial do desempenho da indústria nos próximos anos, mas destaca que os empresários esperam que o novo gestor escolhido para gerenciar a prefeitura a partir de 2009 tenha projetos eficazes para o município. “Anápolis precisa de muitos serviços, especialmente de infra-estrutura, para receber o contingente de executivos e funcionários que chegarão à cidade com a vinda de novas empresas”.


Inauguração da Estação de ferro, no ano de 1935. Para o presidente da Acia, o otimismo com o desenvolvimento industrial em Anápolis só pode ser comparado àquele momento Fatos de 2008 que explicam o otimismo no setor industrial anapolino: • Zona de Processamento de Exportação (ZPE) Anápolis foi oficialmente apresentada como área de implantação de uma ZPE na cidade, em solenidade realizada no dia 14 de maio deste ano. As ZPEs funcionam como distritos industriais que abrigam empresas com atuação em exportação e que operam com liberdade cambial e apoio de incentivos tributários federais e estaduais. • CAOA/Hyundai Foi assinado, no último dia 9 de maio, protocolo que viabilizará a produção do esportivo Tucson na fábrica instalada em Anápolis. Com investimentos na ordem de mais de R$ 300 milhões, a fabricação terá início entre dezembro deste ano a janeiro de 2009, ocasião em que serão abertos 600 novos postos de trabalho na cidade. • Entreposto da Zona Franca de Manaus No dia 17 de julho de 2008, foi assinado o protocolo de intenções pelos governadores de Goiás, Alcides Rodrigues, e do Amazonas, Carlos Eduardo Braga, para instalação do entreposto. O pólo de distribuição de produtos fabricados em Manaus será implantado na Plataforma Logística Multimodal de Goiás e receberá inicialmente R$ 1 bilhão de investimentos em infraestrutura.

O presidente da Acia, Ubiratan da Silva Lopes, diz que o atual desenvolvimento industrial se deve à vinda de grandes indústrias para Anápolis nos últimos oito anos

Outubro de 2008 - O LOJISTA

37


Dívidas

Serviços que combatem a inadimplência CDL de Anápolis possui dois departamentos estratégicos que garantem melhor resultados em cobranças e acordos com inadimplentes: Central de Cobranças e 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem

A

Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Anápolis oferece dois excelentes serviços para combate à inadimplência em geral (veja box). Por meio da Central de Cobranças e da 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem, os credores lançam mão de estratégias eficazes contra esse problema do qual certamente nenhuma empresa pode se orgulhar de estar isenta. A Central de Cobranças foi instalada na CDL em janeiro de 2006. Coordenada por Reginaldo José da Costa, a equipe conta ainda com as auxiliares de cobrança Carinn Ferraz e Ana Cláudia Maia Damasceno e com os cobradores Edson Luiz Cabral, Divino Ferreira e Marcelo Félix Rezende. Este departamento da CDL atende exclusivamente associados da entidade interessados em transferir para o mesmo a responsabilidade de cobrar os débitos de seus clientes através de três modalidades (telefone, carta e cobrança externa). A Ducal Calçados utiliza os serviços da Central de Cobranças desde o segundo

38 O LOJISTA - Outubro de 2008

semestre de 2006. De acordo com a encarregada de crédito da empresa, Martha Martins Silva, a Ducal está satisfeita com o trabalho, pois os débitos da loja que são repassados ao departamento da CDL estão sendo recebidos, dentro do possível. “A equipe (da Central) é muito atenciosa (com o lojista)”, completa. PROCESSO - Em abril de 2006, foi inaugurada a 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Anápolis, que fica no prédio da CDL. A advogada Louise Ramiro da Costa é a conciliadora árbitra e é auxiliada pelas estagiárias de Direito Jocasta de Amorim Pescara e Regilane Vieira da Silva. O processo inicia quando o reclamante entra em contato com a 2ª Corte munido de toda documentação necessária para comprovação do débito, tais como cheques, notas promissórias e contratos. Com a xerox dos documentos em mãos, é elaborada a ação de cobrança, que fica pronta em até três dias. São recolhidas as custas processuais por parte do reclamante. A audiência é marcada para 15 dias após o recolhimento das custas. É neste perío do que o oficial intima o

reclamado para que a audiência seja realizada. Em mais de 90% dos casos, o impasse é resolvido logo na primeira instância, ou seja, através da Conciliação. Em raras vezes, é lançada mão da etapa seguinte, a de Arbitragem. Nesse caso, não há mais custas com oficial porque a segunda audiência é marcada com os presentes durante a primeira. É importante frisar ainda que o reclamante tem as custas processuais ressarcidas pelo reclamado, ao firmar o acordo. A diretora da Educação Infantil Gente Miúda/Ensino Fundamental Crescer, Elza Maria de Faria Batista, conta que tomou conhecimento da 2ª Corte através da visita de um dos consultores da CDL que resultou na filiação da instituição de ensino à entidade em outubro de 2007. “Estávamos em um momento que procurávamos uma solução imediata e paliativa para amenizar a inadimplência na escola”. Elza Maria afirma que a maioria das ações propostas foram bem sucedidas. Ela acrescenta que observou que, quanto mais cedo o cadastro do inadimplente é encaminhado para os serviços de proteção ao crédito e a cobrança é iniciada, aumenta a probabilidade de recebimento, acordo e renegociação. A recomendação da 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem é de que o reclamante tenha sempre em mãos a cláusula compromissória em que as partes assinam quando firmam o contrato de serviço o sucesso das ações é ainda mais garantido. A cláusula é fornecida pela própria Corte.


CONFIRA! •

Central de Cobranças da CDL - O serviço: Oferece serviços na área de cobranças em geral apenas para associados da CDL. São três as modalidades de cobrança: telefone, carta e cobrador externo. - Vantagens: É um serviço mantido pela CDL e tem bons resultados. - Custos: O associado não tem qualquer ônus. É repassado para a loja o valor principal do débito.

Equipe da Central de Cobrança da CDL

2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Anápolis - O serviço: A Corte é regida pela lei 9.306/97, a qual possibilita propositura de ação de cobrança para que o credor resgate os débitos que considerava perdidos. A audiência é marcada 15 dias depois de feita a propositura. Pode ser utilizada tanto por associados quanto não-associados da CDL. - Vantagens: Oferece ações com Justiça mais célere, barata e menos burocrática. Em mais de 90% dos casos, os processos são resolvidos na primeira audiência. Para que o sucesso seja mais garantido, é importante que o credor tenha em mãos a cláusula compromissória em que as partes assinam quando firmam o contrato de serviço.

Equipe da 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Anápolis, que funciona na CDL

- Custos: Associados da CDL: custas processuais de R$ 60 mais deslocamento do oficial de Justiça para levar a intimação ao devedor, que custa R$ 20 Não-associados da CDL: R$ 80 pelas custas processuais e R$ 20 pelo deslocamento do oficial de Justiça

Anote! Para obter mais informações sobre a Central de Cobranças da CDL e a 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem de Anápolis, ligue: (62) 3328-0008 Outubro de 2008 - O LOJISTA

39


Dinheiro

Crédito para o pequeno GoiásFomento possui linhas de financiamento específicas para esse segmento do setor produtivo goiano

A

José Eugênio Menezes - coordenador de atendimento do posto do GoiásFomento em Anápolis

Anote! Posto de Atendimento da Goiás Fomento em Anápolis Endereço: Rua Manoel D’Abadia, nº 335, Centro (prédio da Acia) Telefone: (62) 3324-5563

Agência GoiásFomento já ofereceu financiamentos na ordem de R$ 155 milhões para micro, pequenas e médias empresas de 222 municípios goianos desde o início de sua operação até agosto de 2008. A Agência está presente em todo Estado, através de parcerias com prefeituras, CDLs, associações comerciais e outros. Dentro deste contexto de atuação, Anápolis possui posição privilegiada, pois é a única cidade do interior a sediar um posto de atendimento, fruto da articulação de empresários anapolinos representados pela ACIA e CDL, com apoio do governo estadual. O coordenador de atendimento do posto em Anápolis, José Eugênio Menezes, explica que o primeiro passo para se conseguir o crédito é ter firma juridicamente constituída há mais de um ano para que se possa alcançar um patamar de financiamento maior. “Isso não quer dizer que uma empresa que abriu há três meses, por exemplo, não poderá ter financiamento. Ela poderá, mas será limitado ao máximo de R$ 10 mil”. A restrição se deve a estatísticas, que levam em conta a taxa de sobrevivência das micro e pequenas empresas,

repassadas pelo Banco Central a instituições financeiras que trabalham para esse segmento. Um dado repassado pelo BC é de que de cada dez empresas desse perfil abertas no Brasil, 60% delas fecham antes de completar um ano de funcionamento. Outro dado que é levado em consideração na hora da concessão do crédito é o cumprimento de obrigações fiscais e cadastrais. Não são possíveis financiamentos a empresas com restrições no SPC, Serasa e Receitas federal, estadual e municipal. Os critérios são estabelecidos pelo Banco Central e são os norteadores da atuação da GoiásFomento. José Eugênio relata que o empresário que procura a GoiásFomento é o que está interessado no crescimento de seu negócio. Segundo ele, a busca por recursos é mais comum quando é feito o preparo das empresas para as datas sazonais instituídas calendário brasileiro de atividades festivas, como Dia das Mães e Natal. “A GoiásFomento foi criada para atender o pequeno empreendedor para que ele possa crescer, sair do anonimato e mostrar o seu produto”, afirma o coordenador.

FINANCIAMENTOS EM ANÁPOLIS Quadro Resumo - (Até 31/08/2008) LINHAS DE CRÉDITO Recursos Próprios Créditos Produtivos Funmineral TOTAL

CONTATOS

VALOR (R$)

394 94 5 493

7.772.900 809.626 771.564 9.354.290

PROGRAMA PRODUZIR EM ANÁPOLIS Quadro Resumo - (Até 31/08/2008) Empresas Contratadas

82

Empregos projetados Investimentos fixos Financiamento de incentivos ficais

16.697 R$ 769,5 milhões R$ 9,8 bilhões Fonte: Goiásfomento

40 O LOJISTA - Outubro de 2008


Outubro de 2008 - O LOJISTA

41


Novidades

Sem fidelização e com banda larga O CDL Celular não exige mais que o cliente se fidelize. Para o acesso à internet pela tecnologia 3G, há duas opções de velocidade, com preços vantajosos plano adquirindo apenas um chip, poderá optar por pagar o valor do chip no ato da adesão ou quando do cancelamento. A regra de fidelização para a banda larga é a mesma.

Os presidentes da CDL de Inhumas e de Anápolis, Edson Marques e Wilmar de Carvalho, respectivamente, estão satisfeitos com os resultados do CDL Celular

O

CDL Celular tem duas grandes novidades. Agora, no plano empresarial de telefonia criado pela CDL de Anápolis em parceria com a Consult Consultoria não exige mais fidelização e oferece também banda larga móvel. Se no momento da adesão, o interessado optar por ter um celular grátis, será preciso que ele forneça um aparelho similar, novo, sem uso, caso deseje cancelar o seu plano antes de 24 meses. Se, no entanto, queira desistir da linha após esse período, não será necessário devolver um aparelho. Se aderir ao 42 O LOJISTA - Outubro de 2008

O grande diferencial do plano de banda larga é que é possível levar sua internet para onde for, pois o acesso é feito através de um mini modem que deve ser conectado a um computador ou notebook através de porta USB. No CDL Celular, existem duas opções de velocidade, que são: 500 k (R$ 79,00) e 1 MB (R$ 119,00), ambos com acesso ilimitado. Em qualquer um dos planos, o assinante do serviço leva gratuitamente o modem. As diferenças em relação ao que é oferecido pelas operadoras de telefonia fixa são basicamente as seguintes: não são necessários provedor e linha telefônica; não há pagamento de assinatura da linha; não se resume a um endereço, ou seja, possibilita navegar pela web, receber ou enviar e-mails de qualquer local que possua sinal de celular. PESQUISA – A oferta de mais serviços de qualidade gera satisfação entre os usuários. E, de satisfação, o cliente CDL Celular entende bem. É o que a aponta o segundo levantamento feito para avaliação do plano empresarial de telefonia móvel. A pesquisa foi realizada no período que compreendeu a segunda quinzena de julho e a primeira de agosto. O contato com os entrevistados

foi feito por celular, com chamada grátis. Representantes de 82 empresas anapolinas, que englobam um universo de cerca de 600 linhas, responderam ao questionário. De acordo com o diretor-executivo da Consult, Luis Miguel Mendes, a pesquisa indicou que o associado está conhecendo melhor o CDL Celular e, com isso, o índice de respostas inválidas diminuiu consideravelmente, chegando quase a zero. “Em contrapartida, a aprovação do serviço Tarifa Zero foi apontada como excelente pela maioria dos entrevistados, e são estes os que se deram conta da redução de custos que obtiveram”. A idéia é fazer pesquisas desta natureza pelo menos duas vezes ao ano a fim de traçar as ações a serem desenvolvidas pela equipe do CDL Celular. “Ninguém melhor que o próprio usuário para nos dizer que direção tomar em relação à qualidade do serviço e atendimento, preços e inovações”, diz Luis Mendes. Um exemplo que indica essa realidade foi a mudança de avaliação dos clientes, na comparação entre a primeira e a segunda pesquisa, referente à qualidade dos aparelhos oferecidos pelo plano. “Fomos sinalizados de que tínhamos uma marca e modelo que não atenderam às expectativas e então providenciamos a troca e agora já não houve essa insatisfação”.


Em Inhumas, expectativa de 600 linhas do CDL Celular até final do ano O CDL Celular foi apresentado aos associados da CDL de Inhumas no dia 12 de março deste ano. “Naquela oportunidade nós vimos o CDL celular de uma forma, achamos que seria bom, mas foi além da nossa expectativa”, diz o presidente da entidade classista, Edson Marques Ribeiro. Hoje já são mais de 300 linhas contratadas e todo o trabalho está sendo voltado para se atingir o patamar mínimo de 600 até o final de 2008. Edson Marques aponta, como principais resultados promovidos pelo CDL Celular, a redução de custos, a geração de negócios e a interatividade entre os associados. “A receptividade está sendo boa. Estamos em plena ascensão”. O líder classista acrescenta que a credibilidade da CDL de Anápolis e da Consult Consultoria em Telecomunicações, idealizadoras e parceiras do projeto, foi “determinante” para a adesão da CDL de Inhumas ao plano empresarial de telefonia móvel.

2% 4%

34%

4%

1 ANO Em setembro deste ano, o CDL Celular completou 1 ano de implantação. Quase 1.000 usuários já falam entre si de graça, além de aproveitarem os demais benefícios oferecidos pelo melhor plano de telefonia móvel de Goiás

Vantagens do CDL Celular: • Chamadas grátis entre o grupo • Controle total dos custos • Isenção de adicional de chamada e deslocamento • Menor tarifa do mercado Tarifa Zero Contato com a equipe CDL Celular • Telefone: (62) 3328-0008 • E-mail: cdl@cdlcelular.com.br

TARIFA ZERO

56%

Excelente Bom Regular Ruim Não Opinaram

Resultado da segunda pesquisa de satisfação feita pela equipe do CDL Celular, referente à tarifa zero Outubro de 2008 - O LOJISTA

43


Serviços

Variedade de produtos A CDL de Anápolis oferece opções do SPC Brasil que atendem necessidades específicas de seu associado

O

associado da Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis tem acesso a produtos bastante diversificados na hora de fazer uma consulta ao Serviço Proteção ao Crédito (veja Box). As informações cadastrais fornecidas pela entidade, acessadas através do banco de dados SPC Brasil, referem-se tanto a pessoas físicas quanto jurídicas e visam atender necessidades específicas de seus filiados a custos acessíveis. De acordo com a gerente do SPC, Déa Lúcia Jorge Barbosa, no ato de filiação, o novo associado recebe todas as orientações referentes às modalidades. Déa Lúcia explica ainda que, quando há novos funcionários na empresa ligada à entidade, o empresário pode enviá-los à CDL para que lhes seja oferecido um treinamento sobre como utilizar o SPC, ensinando a fazer registros, cancelamentos e consultas. Para isso, basta agendar a visita através do telefone (62) 3328-0018. Entre as opções mais acessadas atualmente pelos associados da CDL de Anápolis estão o SPC “puro” (engloba apenas crediário) e o SPC Mix (que, além do crediário, faz consulta a cheques – Banco Central) por estarem mais ligadas às necessidades do dia-a-dia do lojista. A consulta mais recentemente oferecida pela CDL de Anápolis foi o SPC Busca. A receptividade à novidade foi grande e, devido à grande divulgação feita CDL local, o SPC ligado a Anápolis ficou em segundo lugar no ranking nacional de consultas a essa modalidade do SPC Brasil. A informação foi divulgada no último Seminário Nacional de SPC’s, realizado em março deste ano.

44 O LOJISTA - Outubro de 2008

A gerente do SPC, Déa Lúcia Jorge, diz que a CDL oferece treinamento sobre a operação do sistema a novos funcionários de empresas associadas

Confira todos os produtos do SPC Brasil oferecidos pela CDL Anápolis a seus associados: Confirme PF e PJ • O que são? Confirme PF: permite a confirmação dos dados cadastrais do consumidor a partir do CPF do consultado Confirme PJ: permite a confirmação dos dados cadastrais das empresas, mediante o CNPJ • Qual o benefício? É ideal para evitar fraudes • Quando utilizar? Para confirmar a legitimidade do proponente; localizar endereço e fone para entrega de mercadorias e correspondências; para localizar pessoas por meio de dados de endereço


SPC

• •

O que é? Excelente produto destinado à pessoa física que, por meio da simples digitação do CPF, informa registros de inadimplência em contratos, carnês, duplicatas, mensalidades, anuidades, condomínios, financiamentos, cartões de crédito, empréstimos, entre outras, que são incluídas pelos associados de todos os segmentos de mercado, tais como varejo, bancos, financeiras, supermercados, postos de gasolina, factorings, dentre outros Qual o benefício? Favorece a análise e verificação de risco de liquidez e previne a inadimplência na concessão de crédito Quando utilizar? Na análise básica e verificação de risco de liquidez e inadimplência na concessão de crédito

Só Cheque • O que é? Podendo ser utilizado para pesquisar dados tanto de Pessoa Física quanto de Pessoa Jurídica, o produto disponibiliza o cadastro de cheque sem fundo do Banco Central + confirmação do consumidor, após a inserção do CPF ou CNPJ • Qual o benefício? Solução de baixo custo para verificação de inadimplência com cheques sem fundos (campanhas de marketing, tiragem de processo de crédito). É ideal para empresas que fazem operações de venda com cheques de valores baixos • Quando utilizar? Nos processos de avaliação prévia de emitentes de cheques sem fundos (campanhas de marketing, triagem de processo de crédito) SPCheque Analítica e SPCheque Sintética • O que é? Solução que apresenta cheques sem fundo (BACEN), contra-ordem (roubados, sustados e extraviados), contumácia pelo motivo 21 e Cheque Lojista, após o preenchimento com os dados da pessoa física (CPF) ou da pessoa jurídica (CNPJ). Versão analítica – apresenta as informações detalhadas Versão Sintética – apresenta informações do Cheque Analítica de maneira resumida • Qual o benefício? Acusa qualquer problema que o cheque venha a apresentar • Quando utilizar? Nas operações com recebimento de cheques de qualquer segmento de mercado SPC Mix •

O que é? União da consulta de SPC, ou SPC Jurídico com a SPCheque Analítica. Também disponível na versão pré-paga e é ideal para consultas de pessoa física e jurídica Quais os benefícios? Ideal para ser utilizado na venda com cheques de valores mais altos, assim como em consultas para crediário mais detalhada. Nas operações gerais, com recebimento de cheques ou crediário Quando utilizar? Nas operações com recebimento de cheques em que há risco de inadimplência ou concessão de crédito

SPC Top Física • O que é? Produto que contempla além das informações do SPC Mix as restrições de protestos para o consumidor consultado. Pesquisa completa sobre Pessoa Física • Qual o benefício? Permite consulta ao cheque, sendo o produto mais abrangente quando se tratar de alto risco na venda ou na concessão de crédito • Quando utilizar? Quando for necessária análise completa de risco de liquidez e inadimplência, inclusive, no caso de pagamento com cheque(s), permite a consulta simultânea ao mesmo

SPC Jurídico • O que é? Solução que traz informações de registro de inadimplência igual ao SPC sendo que para empresas (Pessoa Jurídica), acrescentando informações de protestos • Quais os benefícios? Confirma a legitimidade da empresa proponente (evitar ações fraudulentas); localiza endereço e telefone para entrega de mercadorias e correspondências; na localização de empresas dos dados de endereço e telefone (ações de cobrança, marketing e vendas) • Quando utilizar? Na análise e verificação de risco de liquidez e inadimplência na concessão de crédito para empresas SPC Top Jurídica • O que é? Pesquisa completa sobre a Pessoa Física que abrange dados da empresa e permite consultar os sócios sem custo adicional para documento CPF (SPC Top Física) ou CNPJ (SPC Master Jurídico) • Qual o benefício? A partir de um custo único independente da quantidade de documentos, apresenta a análise completa de risco de liquidez e inadimplência de empresas e do quadro societário • Quando utilizar? Quando for necessária análise completa de risco de liquidez e inadimplência de empresas e do quadro societário, por um custo único independente da quantidade de documentos (CPF ou CNPJ dos sócios), inclusive, no caso de pagamento com cheque (s), permite a consulta simultânea ao mesmo SPC Master Jurídica • O que é? Pesquisa completa sobre a Pessoa Jurídica que carrega uma gama maior de informações, além das restrições existentes no SPC Jurídico que é a informação de ações • Qual o benefício? Faz SPC Top Física de todos os sócios sem custos adicionais • Quando utilizar? Quando for necessária análise completa de risco de liquidez e inadimplência SPC Auto • O que é? Grupo de produtos desenvolvidos para obter informações referentes a veículos automotores com abrangência nacional, oriundas do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavan) e das bases estaduais (Detrans) • Quando utilizar? Confirmar dados de veículos; identificar veículo(s) em propriedade de Pessoas Físicas e empresas; verificar a existência de restrições, multas, IPVA, seguro obrigatório; verificar a existência e/ou detalhamento de ocorrências de roubo/furto; verificar a existência e detalhes (entradas e baixas) de Gravames (ex: alienação fiduciária, arrendamento mercantil-leasing etc) (Para mais informações sobre o SPC Auto, leia reportagem das páginas 20 e 21) SPC Busca • O que é? Trata-se de uma consulta que permite aos seus usuários identificarem o número do CPF de consumidores a partir da digitação do nome completo ou partes dele • Qual o benefício? Entidades: Aumento do portfólio de serviços e, conseqüente aumento na carteira de associados; fidelização de associados; nova fonte de receita; aumento da competitividade no mercado Associados: Cadastro de clientes mais completos e atualizados; identificação de consumidores; novos inadimplentes; elevação na carteira de clientes; elevação na recuperação de crédito Outubro de 2008 - O LOJISTA

45


Segurança

Monitoramento reforça sistema de alarmes em empresas A segurança eletrônica monitorada é uma das melhores alternativas quando o assunto é proteção ao patrimônio do empresário

O

sistema de alarmes em estabelecimentos comerciais ganha reforço especial quando sua adoção está aliada ao sistema de monitoramento 24 horas. Enquanto no primeiro caso, há apenas sensores que, quando acionados, emitem sons de alerta, o segundo complementa a eficiência das sirenes uma vez que elas também possibilitam que a empresa de segurança contratada seja avisada e envie uma equipe especializada a fim de averiguar a causa da alteração registrada. “O sistema de segurança eletrônica monitorada apresenta índices de 98% de eficiência, na maioria dos casos impedindo o furto ou, na pior das hipóteses, minimizando suas conseqüências e prejuízos”, afirma o gerente comercial do Grupo Tecnoseg em Anápolis, Marcelo Martins. O representante da empresa do ramo de segurança privada explica que um dos principais benefícios oferecidos pelo monitoramento 24 horas é a tranqüilidade proporcionada ao cliente, especialmente no que diz respeito à sua integridade física. A questão abordada por Martins se resume ao fato de que algumas pessoas utilizam discadores que, no caso de acionamento dos alarmes, discam para o telefone celular. O grande risco, na sua avaliação, acontece quando a pessoa verifica por conta própria o motivo da chamada telefônica. “É muito comum meliantes provocarem o disparo do sistema de alarme e se esconderem, esperando que o usuário vá ao local averiguar”, diz. “Sozinho, na maioria das vezes, à noite e sem a menor chance de defesa, ele torna-se presa fácil”. A mesma exposição não ocorre se a tentativa de invasão ao imóvel for combatida por uma equipe preparada para possíveis confrontos, equipados com coletes à prova de bala e com acompanhamento via rádio da central

46 O LOJISTA - Outubro de 2008

de monitoramento. Marcelo Martins diz que as equipes de segurança eletrônica são parceiras da Polícia Militar, pois sempre que há indícios de situações que exijam a intervenção policial, a PM é acionada e atende aos chamados prontamente. Ele ressalva, no entanto, que é preciso delinear com cuidado as diferentes atuações. Ao contrário do que ocorre com a corporação militar, as empresas de monitoramento não podem agir em vias públicas, não efetuam investigações, perseguições e prisões de suspeitos de crimes, ou seja, sua atuação resume-se à proteção do patrimônio do cliente. CUIDADOS - Quem deseja utilizar este tipo de serviço precisa estar atento a algumas recomendações. Primeiro, de acordo com o gerente comercial da Tecnoseg, é necessário procurar empresas regularmente es-

tabelecidas, com registro na Polícia Federal, com funcionários habilitados e registrados, dentro os quais um responsável técnico avalizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA). “A eficiência dos sistemas de segurança eletrônica está diretamente ligada à qualidade dos equipamentos, seu uso e instalação correta, respeitando os diversos modelos existentes e suas aplicações”. Segundo Marcelo Martins, o valor cobrado pelo sistema eletrônico de monitoramento é acessível a diversas camadas da sociedade e varia conforme o tamanho do sistema, grau de risco, distância, quantidade de imóveis. Existe a opção de adquirir o equipamento (central de alarmes e sensores) pagando o monitoramento e pronta resposta 24 horas, ou de locar o mesmo (escolha que faz com que haja acréscimo ao valor mensal pago devido à taxa de locação).


Base Aérea

Portões Abertos 2008, sucesso de público e organização Além das tradicionais apresentações aéreas, o evento trouxe ao público atrações como o Salão de Tecnologias e a Feipet

C

erca de 80 mil pessoas compareceram ao Portões Abertos 2008, realizado nos dias 6 e 7 de setembro, conforme dados divulgados pela Base Aérea de Anápolis. O número de visitantes atingiu o esperado, reafirmando a importância desse acontecimento para expositores, público e, principalmente, para a economia da região. O evento é realizado anualmente e tem por objetivo estreitar a relação entre sociedade civil e o corpo militar. A Esquadrilha da Fumaça marcou presença no sábado, levando o público à loucura. Dentre as apresentações aéreas, houve também a participação de Marta Lúcia Bognar, praticante de wingwalker, modalidade esportiva em que o participante fica sobre um pequeno avião monomotor, enquanto o piloto faz acrobacias no ar. No Salão de Tecnologias, empresas nacionais e internacionais mostraram seus produtos, abrindo caminho para os novos negócios. Empresas diversas também estiveram presentes, distribuindo brindes e realizando promoções. Os expositores do Salão dos Empresários I e II atraíram o público com brindes e preços atrativos. Algumas instituições de ensino participaram do evento trazendo estudantes, palestrando e realizando projetos sociais. A Universidade Evangélica, em parceria com a Prefeitura de Anápolis, se disponibilizou a oferecer vacinas contra a rubéola, fazer teste de tipo

sangüíneo e palestrar em relação aos cuidados que as pessoas devem ter com os dentes.

Cães encantam visitantes A Primeira Feira de Produtos e Serviços para Animais de Estimação, FEIPET, também esteve presente nos Portões Abertos, promovida em parceria com o Kennel Club de Goiás. A feira apresentou vários produtos que podem ser usados para enriquecer ou substituir a refeição de cães. Esta exposição reuniu cerca de 300 cães, que competiram pela 60ª, 61ª e 62ª edição do Campeonato Panamericano para Cães de Raça. Mais de cem cães fizeram apresentações no campeonato, dentre estes os

que mais encantaram os visitantes e jurados foram o schnowzer, o bulldog inglês, e rettweiler. No domingo, espécies como colie e labradores deram show em suas apresentações. A presidente do Kennel Club de Goiás, Maria Eliza Rizzini, aprovou o Campeonato Panamericano de Cães de Raça. “Foi um evento que ocorreu sem nenhum incidente, sendo tudo dentro dos conformes. Os juízes gostaram muito da qualidade dos cães”, Para Maria Eliza, a organização do evento foi responsável pela avaliação positiva. “O evento foi muito bem organizado e pudemos contar com o apoio da Base Aérea e da Sirley (Oliveira – diretora da Imagem Produções), organizadora dos Portões Abertos-2008”, destacou. Marco A. Ferreira IMAGEM PRODUÇÕES

Uma das atrações do Portões Abertos 2008 foi a Primeira Feira de Produtos e Serviços para Animais de Estimação (Feipet)

Outubro de 2008 - O LOJISTA

47


Outras Notícias Faiana 2008 atrai 80 mil Cerca de 80 mil pessoas visitaram a 22ª Feira Agroindustrial de Anápolis - FAIANA entre os dias 10 e 14 de setembro. Com entrada gratuita na área de exposições e shows artísticos, a Feira teve recorde de visitantes. O público pôde conferir os serviços e produtos de grandes empresas e instituições de Anápolis. Além das várias empresas e instituições, a FAIANA também teve uma ampla praça de alimentação (com muitas opções de comidas e bebidas), parque de diversões e atrações artísticas. Na abertura oficial da 22ª FAIANA, o público viu de perto a ex-big brother Jaqueline Khoury. No sábado, a noite foi animada com o show “Encontro da Viola”, com as duplas Marco Aurélio e Montenegro, Alex e Bruno, Edson e Alisson, Israel e Rodolfo. Encerrando a feira, os gêmeos Flávio e Gustavo visitaram a área de exposição e premiaram a garota FAIANA 2008. Pela primeira vez, a entrada foi franca para todo o evento que conta com o apoio do Governo de Goiás, Prefeitura de Anápolis e ACIA. (Texto: Luzilene Lopes)

IX Encontro Latino Americano de Líderes

Representantes das CDLs ,da FCDL e Sebrae de Goiás participaram do IX Encontro Latino Americano de Líderes, em São Paulo (SP)

Uma comitiva de membros de CDLs de Goiás participou do maior evento de formação de líderes do Brasil e da América Latina. Realizado entre os dias 26 e 27 de julho deste ano, no Centro de Convenções do Hotel WTC, em São Paulo (SP), o IX Encontro Latino Americano de Líderes teve como tema “A chave do Conhecimento. Além de acesso a todas as palestras com especialistas nacionais e internacionais, os participantes ainda conferiram apresentações do Ballet Bolshoi – Brasil e da Orquestra Sinfônica - Maestro Júlio Medaglia. Entre os palestrantes, estavam os jornalistas Fernando Mitre, Alexandre Garcia e Miriam Leitão, a escritora Lya Luft, o diretor da Votorantim, Samuel de Almeida Lima, o médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor, Augusto Cury.

CDL Anápolis completa 46 anos A Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis completou, no último dia 20 de setembro, 46 anos de fundação. Em 1962, um grupo de lojistas fundou o Serviço de Proteção de Crédito (SPC), que posteriormente originou a CDL anapolina. Ao longo desses anos, a CDL cresceu e se aprimorou em busca da satisfação de seu associado e do fortalecimento da classe empresarial. O SPC foi aperfeiçoado e novas ações e serviços foram criados como a 2ª Corte de Conciliação e Arbitragem, CDL Celular, Convênios, Central de Cobranças, Escola do Varejo, Portal CDL Anápolis, SPCCOM, Prêmio Mérito Lojista, Assessoria Jurídica e Revista O Lojista.

Sede da CDL de Anápolis

48 O LOJISTA - Outubro de 2008


CDL participa do Projeto Cidadania na Praça A CDL de Anápolis participou, como patrocinadora, da sexta edição do projeto Cidadania na Praça, realizada no último dia 20 de setembro, no distrito de Interlândia. O evento é uma das ações sociais da Fundação Frei João Batista Vogel realizada em parceria com diversas instituições e voluntários. São feitos atendimentos à população, ligados à saúde, cidadania e outros. Confira o número de atendimentos do Cidadania na Praça: 1ª edição 2ª edição 3ª edição 4ª edição 5ª edição 6ª edição

Praça Santana Filostro Machado Vila Jaiara Paraíso Pq. Residencial das Flores Distrito de Interlândia

Sebrae investe em empresas de Serviços de Saúde Veterinária e Pet Shops de Anápolis

Aconteceu no último dia 09 de julho, no auditório do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMVGO), em Goiânia/GO, o evento para assinatura do Acordo de Resultados do Projeto Serviços Veterinários e Pet Shops. Estavam presentes e estão comprometidos com o projeto: O SEBRAE em Goiás, CRMV-GO, ANCLIVEPA-BR e ANCLIVEPA-GO, ACASCO, Secretaria Municipal de Saúde (Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia), Prefeitura de Anápolis, Kennel Clube de Goiás, Esco-

1500 1700 2000 1200 2134 Mais de 800 (número parcial até o fechamento da edição)

la de Veterinária/UFG e HVET-Faculdades Objetivo. O objetivo geral do projeto é melhorar o gerenciamento e a lucratividade das empresas público-alvo do projeto - empresas de Serviços de Saúde Veterinária e Pet Shops (com banho e tosa), respeitando critérios técnicos-sanitários e zelando pelo bem-estar animal. As ações contempladas pelo projeto são: Capacitação (empresarial e da mão-de-obra), ações de posse responsável e bem-estar animal, participação em Feiras, Congressos e Eventos, ações de fortalecimento do associativismo no segmento de Pet Shop, dentre outras. A gestão do projeto pelo SEBRAE em Goiás está sob a responsabilidade da Unidade de Projeto em Desenvolvimento do Comércio e Serviços e a gestora designada é Giovana Antônia Cláudio. O momento agora é de cadastrar as empresas público-alvo interessadas. O recurso financeiro para execução do projeto é de R$ 1.320.000,00, distribuído em ações para um horizonte de 2 anos e 6 meses. Mais informações do projeto podem ser obtidas pelo site do SIGEOR no seguinte endereço www.sigeor. sebrae.com.br. É possível visualizar o projeto Serviços Veterinários e Pet Shops, acessando como visitante. Foi criado ainda um e-mail, em que as empresas interessadas em aderir ao projeto, poderão esclarecer suas dúvidas georsebrae@gmail.com. (Fonte: Sebrae Goiás)

Outubro de 2008 - O LOJISTA

49


Artigo

Parabéns, Anápolis! Se a evolução de uma cidade pode ser medida pela força da coletividade, a cidade de Anápolis dá um grande passo nesse sentido. Com a união de quase todos os oftalmologistas, foi adquirido um novo aparelho a laser para correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo, além de possibilitar que os anapolinos com presbiopia (vista cansada após os 40 anos) também voltem a enxergar bem de perto e continuem a ter uma boa visão de longe, sem óculos. Segundo o FDA (Food and Drug Administration), o aparelho Allegretto (fotos), com tecnologia alemã é o laser mais rápido e preciso do mundo. Anápolis é uma das primeiras cidades do Brasil a desfrutar de uma estrutura de profissionais que, unidos, adquiriram conhecimento e técnicas apuradas, tornando-se altamente qualificados para operar com tal excelência. Parabéns, Anápolis! Parabéns aos profissionais da saúde ocular que perceberam a força da união: assumiram a sua responsabilidade no amadurecimento da sociedade, colocando nossa cidade mais uma vez como referência no tratamento dos olhos. O amadurecimento de uma atitude coletiva para o bem de todos é um exemplo que oxalá se multiplique, propiciando à nossa cidade alcançar o mais breve possível a estatura de cidade modelo em todas as áreas de desenvolvimento humano. Dr. Augusto Pereira Oftalmologista – CRM 5892

-Check-up Visual -Estrabismo -Lentes de Contato Dr. Pedro Chaves Canedo

CRM: 1921-GO

Dr. Pedro Paulo Caiado Canedo

50 O LOJISTA - Outubro de 2008

CRM: 10273-GO

-Cirurgias Refrativas -Catarata -Glaucoma

Av. Contorno, 818 - Centro

3943-1144


Outubro de 2008 - O LOJISTA

51


Reduza a conta telefônica

de sua empresa e ainda leve um aparelho celular de GRAÇA. Diga não às indesejáveis surpresas no final do mês. Defina o quanto vai gastar antes mesmo da fatura chegar. Ligue hoje mesmo para a CDL Celular Agente Autorizado Claro Empresas.

(62) 3328 0008 e (62) 9135 9555

52 O LOJISTA - Outubro de 2008

www.claro.com.br ou ligue 1052

Revista O LOJISTA  
Revista O LOJISTA  

SETEMBRO/2008

Advertisement