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Jan/Fev/Mar 2009 - O LOJISTA

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Sumário

Edição com 40 páginas

Editorial................................................................................................................... 5 Reforma de Loja: as vantagens e os custos ........................................................... 6 Alternativas para não sair do mercado publicitário................................................. 8 CDL oferece cursos de qualificação profissional................................................... 10 2ª Festas & Noivas ............................................................................................... 14 “Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing.................................................. 17 A razão do sucesso das vendas diretas no setor de beleza .................................. 18 CDL Celular – inovação em telefonia móvel.......................................................... 20 Um ano de Sicoob Lojicred em Anápolis ............................................................. 25 Dia da Mulher na CDL .......................................................................................... 26 Fórum Empresarial discute futuro do Sebrae em Anápolis................................... 27 A saúde do trabalhador e a importância da prevenção de acidentes .................... 28 50ª Convenção Nacional do Comércio Lojista será realizada em Vitória............... 30 CDL Convênios proporciona qualidade de vida..................................................... 32 A sociedade dentro da CDL . ................................................................................ 34 Outras Notícias..................................................................................................... 36

Articulistas desta edição Rogério Martins: Por favor, me atenda!!!................................................................................ 12 Dalmir Sant’Anna: Como aumentar a competitividade diante da crise econômica? ............... 16 Fabrizio Caldeira: Transferência de crédito de ICMS pelas empresas enquadradas na Lei Geral e o Cálculo da Substituição Tributária Pelas Operações Posteriores......................................... 24 Jucielly Damaceno: Clareamento dental, um grande aliado da beleza! ................................. 38

FUNDADA EM 20 DE SETEMBRO DE 1962

Presidente Wilmar Jardim de Carvalho 1º Vice-presidente Luiz Pereira da Costa Vice-presidentes Olívio Porto Lima João Itagiba Nunes Júnior Orival Rodrigues Jardim Air Ganzarolli Reinaldo de Castro Del Fiaco Diretores Walter Jensen Barbosa João Batista da Silva Wanderley Camargo Iraci Custódio Ribeiro Makário Luiz Orozimbo Alexandre Marques Antunes Maria Edna Sanches Denys Junqueira Maryam Mikhael Francisco Carlos da Silva Elsio Alves Pereira Gerson Sant’Ana Latife Cury de Pina Elmo dos Reis Goulart Marcos Aurélio Rodovalho Conselho Fiscal João Batista de Souza Janilson Dutra Fonseca Antônio Gonçalves

O LOJISTA Jornalista responsável Priscylla Dietz GO 01868 JP Assessoria comercial Francisco Lima Junior Capa, Diagramação e arte Alexandre Campos Cardoso Fotos Divulgação e Equipe CDL Fotolito e impressão Gráfica e Editora Globo

Importante Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não expressando necessariamente o pensamento da CDL de Anápolis Contatos Rua Conde Afonso Celso, nº 25, Centro Anápolis – Goiás CEP: 75025-030 / Telefone: (62) 3328-0008 e-mail: jornalismo@cdlanapolis.com.br site: www.cdlanapolis.com.br

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Tiragem 2.500 exemplares


EDITORIAL CDL Celular: uma aposta que deu certo

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Edvaldo Almeida

esde que o CDL Celular foi lançado, em setembro de 2007, temos acompanhado com muita satisfação todas as conquistas que esse serviço tem alcançado. Como todo início, foi um desafio angariar os primeiros usuários até que houvesse o estabelecimento completo do plano empresarial de telefonia móvel criado pela Consult Consultoria em Telecomunicações em parceria com a CDL de Anápolis. Mas afirmamos com segurança que em nenhum momento pensamos que estávamos errados por apostar nossas fichas no CDL Celular. E hoje, aproximadamente um ano e meio depois da implantação, olhamos para trás orgulhosos por termos feito uma aposta bastante acertada.

“ O CDL Celular nasceu com valores e princípios dos quais não abrimos mão. Optamos por privilegiar o cliente e medidas foram tomadas nesse sentido desde o início da operação do plano. ”

O ponto principal para vislumbrarmos o sucesso do plano foi o envolvimento da Consult, que presta consultoria à CDL de Anápolis na área de telecomunicações desde 2004. O diretor-executivo da empresa, Luis Miguel Mendes, coordenou o trabalho que resultou na elaboração técnica e ideológica do projeto. Para chegar aos elementos finais, o consultor fez, durante oito meses, uma pesquisa detalhada sobre todas as demandas do usuário de telefonia móvel a qual constatou, entre outros pontos, que o consumidor estava muito insatisfeito com o pós-vendas e com a falta de esclarecimento e cumprimento de contratos, especialmente no quesito tarifas. No estudo, foram ouvidos representantes de 50 mil empresas em todo Centro-Oeste. Estrategicamente, a proposta da nova operadora surgiu para atender as necessidades e sanar as deficiências apresentadas pelos entrevistados. O CDL Celular nasceu, portanto, com valores e princípios dos quais não abrimos mão. Optamos por privilegiar o cliente e medidas foram tomadas nesse sentido desde o início da operação do plano. Ouvir o cliente é nossa principal bandeira porque queremos aperfeiçoar nosso serviço tendo em vista a excelência. Por isso, não temos atendimento nos moldes do já conhecido 0800 que, mesmo após as novas regras para call Center, ainda deixa a deseja em diversos pontos. Escolhemos humanizar o serviço montando uma equipe. Medimos também a satisfação do nosso cliente através de pesquisas periódicas feitas por celular, com chamada grátis. Não é a toa que todos os levantamentos elaborados até o momento indicam índices de aprovação variando entre bom e ótimo de causar muita inveja em muitas operadoras de telefonia móvel no Brasil. E não é por acaso também, que o plano já tenha ganhado a adesão de oito CDLs no Estado. Portanto, não deixe de desfrutar desta importante ferramenta de comunicação que se tornou o CDL Celular. Wilmar Jardim de Carvalho Presidente Jan/Fev/Mar 2009 - O LOJISTA

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INVESTIMENTO

Reforma de loja: as vantagens e os custos Optar pela reformulação da estrutura da empresa pode se tornar uma eficiente ferramenta para atração de clientes

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s transtornos existem. Mas, se bem planejada, uma reforma de loja tem o poder de oferecer benefícios diversos ao imóvel comercial reformado, fazendo valer a pena qualquer incômodo passageiro. Além do aspecto renovado que pode proporcionar um ambiente de trabalho mais funcional e agradável para os colaboradores do estabelecimento, o investimento torna-se um dos fatores de atração de clientes, que cada vez mais se manifestam exigentes quanto ao conteúdo e à forma das novidades.

“A reforma dá uma alma nova para a loja, o empresário só tem a ganhar ao promovê-la”, afirma a designer de interiores Helena de Pina

“A reforma dá uma alma nova para a loja, o empresário só tem a ganhar ao promovê-la”, afirma a designer

de interiores, Helena de Pina. Ela explica que o projeto de reforma pode variar desde mudanças simples a mais radicais e que, por isso, o valor do investimento e a duração para a restauração também oscilam. De qualquer forma, Helena de Pina recomenda que o interessado procure ouvir um especialista da área a fim de que seja feito um diagnóstico preciso das necessidades do estabelecimento. “Vemos como está a estrutura do prédio, se o piso está estragado, quais são as cores que combinam com a loja e principalmente qual o perfil do cliente, qual o público-alvo daquele local”, cita. Um empresário que decidiu pela re-

O Lojista consultou, em fevereiro deste ano, dois bancos oficiais que oferecem financiamentos para reforma de imóvel comercial. Confira: Caixa Econômica Federal • O que é: financiamento à Pessoa Jurídica para aquisição de terreno e construção, construção em terreno próprio e ampliação/reforma de imóvel comercial, destinado a compor o imobilizado da proponente, com recursos do SBPE, fora do SFH • A quem se destina: empresas privadas, inclusive as sem fins lucrativos, independentemente do porte de faturamento e empresas públicas, desde que as mesmas comprovem autonomia de gestão orçamentária ou mesmo receitas próprias advindas de suas atividades, sendo que estas empresas deverão ter doze ou mais meses de funcionamento • Condições: Exigências/Proponente: possuir idoneidade cadastral; avaliação do risco de tomador de crédito válida; análise do projeto que aponte a viabilidade da contratação; possuir pelo menos 12 meses de atividade, caso contrário a operação se dará na forma estruturada. Exigências/Imóvel: estar localizado na malha urbana; se desti6

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nar a compor o ativo imobilizado da empresa; possuir matrícula no Registro de Imóvel; estar livre e desembaraçado de ônus; ser aceito como garantia. Obs: A concessão do financiamento é precedida de avaliação do imóvel pela engenharia da CAIXA,consignada em Laudo próprio, e esta avaliação deve ser paga antecipadamente • Garantias: alienação Fiduciária incidente sobre o imóvel; fiança obrigatória dos sócios • Limites: de Avaliação: sem limite. De Financiamento: Mínimo de: R$ 10.000,00; Máximo: de acordo com a capacidade de pagamento e com a política de risco de crédito da CAIXA, definida pela área de risco de crédito. • Prazos: para Ampliação/Reforma- até 12 meses. De amortização para Ampliação/Reforma - até 60 meses • Quota: até 80% do valor de avaliação do imóvel considerado pronto, efetuada pela CAIXA,conforme a seguir: na construção em terreno próprio e reforma e/ou ampliação - O percentual acima é aplicado sobre o menor dos valores entre a avaliação do imóvel

considerado pronto, e ainda: ao valor do orçamento da obra aprovado pela CAIXA; à quota estabelecida pelo SIRIC (Sistema de Risco de Crédito) em função da capacidade de pagamento do proponente. • Sistema de amortização: SAC - Sistema de Amortização Constante • Taxa de juros pós fixada - anual: Nominal: 12,7303%; Efetiva: 13,5000%. Para débito em conta: Nominal: 12,2842%; Efetiva: 13,0000%. Considera-se taxa de juros reduzidos, a taxa de juros decorrente da opção, pelo proponente, de pagamento do encargo mensal mediante débito em conta corrente.

Banco do Brasil O BB atua com duas linhas de financiamentos e exige que o proponete seja correntista do Banco do Brasil, com situação cadastral regular. 1. Proger Urbano Empresarial: • Conceito: linha de financiamento de investimentos operacionalizada com


forma e está bastante satisfeito com o resultado alcançado é o proprietário da Belo Piso, Adair Silvério. No segundo semestre de 2008, ele iniciou a implantação das mudanças na empresa dividindo-as em duas etapas: primeiramente a troca do telhado e depois a reformulação completa do escritório e fachada. “Sempre tive vontade de fazer uma reforma, mas estava aguardando o melhor momento financeiro da loja”, diz. Para isso, o empresário optou por um financiamento com duração de cinco anos, oferecido pelo Banco do Brasil (veja Box com opções de linhas crédito). A Belo Piso atua no ramo de persianas, divisórias, laminados e outras há 33 anos e está localizada em uma área de 450 metros quadrados. Adair Silvério avalia que o novo visual deu mais credibilidade à empresa. “Recebemos muitos elogios de nossos clientes e ainda percebemos a chegada de novos consumidores, uma vez que hoje temos uma melhor estrutura para recebêlos”, comemora. recursos do Programa de Geração de Emprego e Renda - PROGER, instituído pelo Ministério do Trabalho e Emprego e mantido com recursos do FAT. Atende microempresa ou empresa de pequeno porte, com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões • Limites da linha: a) PISO: R$ 1 mil; b) TETO: R$ 400 mil por financiado, incluído capital de giro associado, se houver e já computado o saldo devedor das operações de PROGER existentes em todos agentes repassadores dos recursos (Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, BNDES e Banco do Brasil). Financia até 80% do valor do projeto • Prazo: fixado de acordo com a finalidade do empreendimento ou de acordo com o cronograma físico-financeiro da proposta e a capacidade de pagamento do empreendimento, com os seguintes prazos máximos: a) implantação de sistemas de gestão empresarial – investimento sem capital de giro associado - até 18 meses, incluído o período de carência de até 6 meses; b) capital de giro associado até 36 meses, com até 12 meses de carência; c) equipamentos de informática até 24 meses, sem carência;

A Belo Piso ganhou novo visual e garantiu aumento da clientela, conforme atesta o proprietário da empresa, Adair Silvério

d) demais investimentos até 72 meses, incluída a carência de até: I - 2 meses para veículos automotores financiáveis; II - 12 meses para os demais casos • Encargos financeiros: a) em situação de normalidade: I- encargos básicos: Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP= 6,25% a.a.); II - encargos adicionais: juros à taxa nominal de 5,33% ao ano, correspondentes a 5,462% efetivos ao ano; 2. FCO Empresarial: • Conceito: linha de financiamento de investimentos operacionalizada com recursos do FCO (Fundo Constitucional para Financiamento do CentroOeste); Financia, mediante abertura de crédito fixo, com ou sem capital de giro associado, todos os bens e serviços necessários à implantação, ampliação, modernização ou relocalização de empreendimentos dos setores comercial e de serviços na Região Centro-Oeste • Público-alvo: empresários individuais e pessoas jurídicas de direito privado que se dediquem à atividade produtiva nos setores comercial e de serviços, classificados como micro, pequena, média ou grande empresa. Condição

especial: para as micro e pequenas empresas também é admitida a aquisição de insumos e formação de estoques para vendas • Limites: Assistência máxima permitida: R$ 10 milhões por tomador, inclusive quando se tratar de grupo empresarial, limitação também em função do porte do proponente. • Prazos: fixados de acordo com o item a ser financiado, conforme a seguir: Até 12 anos incluindo 3 anos de carência; capital de giro associado: até 3 anos, incluído o período de carência de até 1 ano; Caminhões: até 6 anos, incluído o período de carência de até 2 anos; Aquisição de insumos, matéria-prima e formação de estoques para vendas: até 24 meses, incluído o período de carência de até 06 meses, permitido apenas para micro e pequenas empresas. • Encargos financeiros: De normalidade: taxa de juros prefixada, estabelecida de acordo com o porte da empresa: I- micro: efetivo 6,75% a.a., nominal 6,55% a.a; II - pequeno: efetivo 8,25% a.a., nominal 7,95% a.a; III- médio: efetivo 9,50% a.a., nominal 9,11% a.a; IV- grande: efetivo 10,00% a.a., nominal 9,57% a.a. Jan/Fev/Mar 2009 - O LOJISTA

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MÍDIA

Alternativas para não sair do

mercado publicitário

Em tempos de crise, a primeira providência tomada pela maioria dos empresários de micro e pequenas empresas é se adequar ao período incerto tomando medidas de contenção de despesas. Muitas vezes, o primeiro corte se dá na área de marketing e propaganda. Na entrevista a seguir, o Diretor de Operações da Cannes Publicidade, Zander Campos da Silva Júnior (foto), afirma que esta decisão não é correta e dá dicas de como passar pela crise sem deixar de investir em publicidade, esta ferramenta tão importante para a sobrevivência de empresas de todos os portes.

Revista O Lojista - Como o senhor avalia a participação de micro e pequenos empresários no cenário da publicidade nos últimos anos em Goiás? Cresceu, diminuiu ou se tornou estável?

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Zander Campos da Silva Júnior com muita segmentação, em for- Na minha opinião, o número das matos novos, como celular e mídia micro e pequenas empresas que indoor. Percebemos que os emprese tornaram anunciantes cresceu sários micro e pequenos costumam nos últimos anos. Mas ainda é um escolher o veículo de mídia de cenário tímido, acordo com a “É possível reduzir para que possadisponibilidade mos considerar o investimento do investimenum número estaem marketing to que têm para bilizado. realizar, e de e propaganda, O Lojista - Que alternar os meses ou acordo com o mídias são mais períodos, mas cortar aconselhamenutilizadas hoje to técnico de (a publicidade) é pelos micro e suas agências. retroceder” pequenos emMas às vezes presários goia- Zander Júnior - Diretor de Operações da alguns empreCannes Publicidade nos? Na sua avasários fazem as liação, elas tem sido as mais ade- escolhas à base do “achômetro”; quadas para este tipo de cliente? e o resultado é um só: perder diZander Júnior - Hoje, o sorti- nheiro. mento de tipos de veículos e mídias é bastante amplo, contem- O Lojista - Muitas vezes, diante plando desde os meios tradicionais de uma crise como a que vivemos e de massa até mídias de nicho, atualmente, o micro e o pequeno


empresário deixam de anunciar. O senhor acredita que esta é uma decisão correta a ser tomada? Por quê? Zander Júnior - Não é uma decisão correta. É possível reduzir o investimento, alternar os meses ou períodos, mas cortar é retroceder. Infelizmente, ainda, muitas empresas, nestas circunstâncias de crise econômica, fazem como primeiro corte, o investimento previsto em marketing e propaganda.

Um passo de cada vez

sempre me dizia que a propaganda é a melhor maneira de atrair clientes”. Conselho aceito, frutos já colhidos. Mesmo com a tão falada crise, Ivanda afirma que a clientela tem aumentado, de modo que reflexos do momento econômico mundial ainda não foram sentidos pela empresa.

O Lojista - Que alternativas o senhor sugere para os micro e pequenos empresários continuarem anunciando mesmo com a crise? Zander Júnior - Dentre as sugestões, listo: rever ou renegociar condições comerciais com os fornecedores e veículos, assessorado por sua agência de propaganda; diluir o investimento em prazos maiores; utilizar as ferramentas de baixo custo e disponíveis com muito pouco investimento: website, e-mailmarketing; Aproveitamento de espaço nas postagens/ entregas para anexar folheteria ou mala direta da empresa; utilizar o canal de espera de telefone; fazer permutas de seus serviços com agências, fornecedores e veículos. O Lojista - Que conselho o senhor daria a um micro ou pequeno empresário que deseja iniciar um trabalho de anúncios de seu negócio e não sabe por onde começar?

A empresa já está no mercado há aproximadamente 30 anos, mas o investimento em publicidade é recente. A sócia-proprietária da Marmoraria Rodrimar, Ivanda de Lima, conta que a atenção aos anúncios teve início, de forma mais ostensiva, há apenas três anos. O incentivo veio do irmão, Ailton Domingues da Fonseca, proprietário da Cristal Ótica. “Ele

NPB

Zander Júnior - Escolha uma boa agência de propaganda, para criar uma relação saudável, ética e profissional, que trará grandes resultados para sua empresa. É como escolher um médico de confiança para tratar assuntos de saúde.

A sócio-proprietária da Marmoraria Rodrimar, Ivanda de Lima, afirma que a propaganda atraiu mais clientes para a empresa

Ivanda de Lima diz que o investimento em publicidade fica em torno de 10 a 12% do faturamento mensal da marmoraria, que é uma micro empresa que comercializa mármore, granito e ardósia. Busdoor, muros, lista telefônica, revistas e jornais são os veículos de mídia mais utilizados. Ela não descarta, no entanto, que num futuro próximo invista também em veículos com faixas de preços mais altas, como é o caso do rádio e da televisão. Para ela, o micro ou pequeno empresário que está pensando em começar a fazer propaganda de sua empresa deve avaliar quanto pode destinar do seu orçamento, iniciando com mídias mais baratas até ter condições de contratar as mais caras. “A recomendação que faço para quem está iniciando é dar um passo de cada vez”.

VIDRAÇARIA

CENTRAL ESPELHOS, BOX, MODULADOS E MOLDURAS

Empresa do grupo

Rua 14 de julho, 437, sl. 01 - centro - Anápolis-Go Jan/Fev/Mar 2009CRISTAL - O LOJISTA 9 VIDROS LTDA fone: 62.3324-0909 / fax: 62.3324-0444


OPORTUNIDADE

CDL oferece cursos de qualificação profissional

Escola do Varejo e Escola de Informática da entidade auxiliam empresários e seus colaboradores na busca de mais qualidade no atendimento ao cliente

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m dos fatores determinantes para a sobrevivência de uma empresa é ter uma equipe comercial bem treinada e capaz de atender a razão principal de qualquer negócio: o cliente. De acordo com o livro “Menos pode ser mais”, de Dalmir Sant’Anna, estima-se que o consumidor satisfeito indica o produto/serviço para mais cinco pessoas; em contrapartida, se for mal atendido, ele reclama como no mínimo 25 pessoas! É, de fato, uma comparação a se pensar. Especialmente agora, diante da incógnita crise, nunca foi tão importante investir em treinamento. Pensando nessa necessidade, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis tem em sua sede duas

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importantes ferramentas para profissionalização a custos bastante atrativos: a Escola do Varejo e a Escola de Informática. A Escola do Varejo, como o próprio nome indica, serve de apoio aos empresários e seus colaboradores do comércio varejista. Entre os meses de março e abril deste ano, por exemplo, a Escola agendou três cursos: Qualidade total no Atendimento ao Cliente; Crediário – Análise de Cadastro e Crédito; Vendendo com sucesso!. A seleção dos palestrantes é criteriosamente feita pelo gerente comercial da CDL, Francisco Lima Júnior, a fim de que o aproveitamento seja completo. A entidade também disponibiliza para as empresas inte-

ressadas pacotes de cursos a serem ministrados em datas e locais escolhidos pelas mesmas. A Escola de Informática também enriquece muito a qualificação do profissional, uma vez que lidar com computadores hoje tornouse uma necessidade de inclusão no mercado de trabalho. Além da qualidade já reconhecida do curso de informática da CDL, o custobenefício também é um grande atrativo. Com apenas R$ 90 (que podem ser divididos entre entrada de R$ 30 e duas parcelas de R$ 30), o aluno tem acesso ao pacote de informática básica (Windows XP, Word, Excel, Power Point e Internet) com duração média de três meses.


Custo do curso de Informática da CDL: APENAS

R$

90,00

Este valor pode ser dividido da seguinte forma: • Entrada de R$ 30 • Mais duas parcelas de R$ 30 cada

Vantagens: • • • • •

10 alunos por turma Professores altamente capacitados 01 aluno por computador Certificado de Conclusão Material didático incluso (apostila completa e uma unidade de disquete) • Sala Climatizada • Horário nos três turnos (manhã, tarde e noite) • Custo acessível

O que é oferecido no curso de informática: • • • • •

Windows XP Microsoft Word Microsoft Excel Power Point Internet

Duração do curso: 40 horas Tempo médio: três meses

 Para mais informações: Telefone: (62) 3328-0008 Sede da CDL: Rua Conde Afonso Celso, nº 25, Centro, Anápolis-GO

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ARTIGO

POR FAVOR, ME ATENDA!!! sim que encontrei o produto que tanto procurava. Olhei para os lados em busca de um vendedor para me atender, e por incrível que pareça não encontrei. Todos que eu abordava me diziam que estavam ocupados ou me orientavam para procurar outro vendedor; depois de quase duas horas (sim, sou muito paciente) nessa “novela” usei o pouco de dignidade que ainda possuía e fui embora, totalmente frustrado e desiludido.

Rogério Martins Consultor em RH

rogerio.martins@holosconsultoria.org

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empre irei me lembrar de quando estive na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de prestar vestibular, e resolvi aproveitar a viagem para investir minhas economias em um determinado equipamento musical. Acreditava que na grande capital iria encontrar melhores preços e produtos. Ao entrar em uma das melhores lojas do segmento, me veio a certeza de que tinha feito a melhor escolha, tamanha a suntuosidade do local. E lá estava eu naquilo que parecia um sonho,“viajando” pelos imensos corredores da loja, admirando suas magníficas vitrines. Mal sabia eu que o sonho iria se transformar em pesadelo. O dilema teve início as12

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Histórias como essa não são exclusivas de lojas em grandes centros ou de segmentos específicos, infelizmente o relato de episódios de mau atendimento em Anápolis tem se tornado cada vez mais freqüentes. Mas por que isso acontece? O que leva um colaborador que atua diretamente com o consumidor final a praticar atos que contrariam totalmente a filosofia de “encantamento” do cliente? Analisando superficialmente tais questões penso em duas prováveis causas: a primeira é a ausência dos conhecimentos (saber) e das habilidades (saber fazer) necessárias para um atendimento de qualidade. Chamamos isso de competências técnicas. Por mais óbvio que tais competências aparentam ser é essencial que as organizações certifiquem-se que seus colaboradores possuam ao menos uma formação básica. Há uma grande diferença entre “atender” e

“atender bem”, e todo cliente sabe diferenciá-la muito bem. Sempre promova e incentive ações de reciclagem periódicas. A segunda causa seria uma falha na atitude (como fazer), o que chamamos de competências comportamentais, sabe quando você é atendido por alguém totalmente desmotivado que aparenta estar fazendo uma “obrigação” e torcendo para o dia acabar? Não há como ignorar o peso que as competências comportamentais exercem no processo de atendimento. A grande questão aqui são as razões que levam a esse comportamento. Podemos enumerar uma série de causas para esse problema: má remuneração, clima organizacional “pesado”, problemas de liderança etc. Busque identificar o quanto antes qual a “raiz do mal” para traçar a melhor estratégia para saná-lo (o auxílio de um consultor especializado pode facilitar o processo). Todo contato que o cliente realiza com a sua organização gera um processo de atendimento que é crucial para o alcance dos resultados esperados por ambas as partes. Não deixe seus clientes “implorarem” por atendimento. Em qual time você está? O das empresas “Por Favor! Me Atenda!” ou das empresas “Fantástico! Voltarei Sempre!”. Essa decisão influenciará a sua permanência no mercado ou não.


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EVENTO

2ª Festas & Noivas

A feira, que foi sucesso de público e de negócios em 2008, acontece este ano entre os dias 23 e 26 de abril no piso superior do Terminal Rodoviário de Anápolis 16h às 22h. Seguindo a tendência adotada no ano passado, será ofereciNa noite de lançamento da 2ª Festas & Noivas, do um variaAmanda Diniz já deixou reservado o estande do leque de para a loja de sua mãe, Ione dos Santos opções para o público visiuem pretende se ca- tante, que poderá conferir de sar ou fazer qualquer perto desde os tradicionais outra festa em gran- vestidos de noivas até agênde estilo não pode deixar de cias de viagens ou serviços fotográficos, de vídeo e iluvisitar os estandes da 2ª Fesminação. A primeira edição tas & Noivas Anápolis 2009 superou todas as expectati– Feira de Produtos e Servi- vas e foi sucesso de públiços para Noivas, Formaturas co e de negócios, deixando e Festas de Anápolis e Re- todos expositores bastantes gião. O evento será realizado satisfeitos com os resultados entre os dias 23 e 26 de abril, alcançados, especialmente no piso superior do Terminal com o crescimento significaRodoviário de Anápolis, das tivo do número de clientes.

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Na solenidade de lançamento oficial do evento, realizada no dia 03 de fevereiro, já era possível sentir o grande clima de glamour que deve se repetir nessa edição de 2009. Realizada no auditório do Senac, empresários e autoridades assistiram um vídeo de apresentação de dados gerais da feira do ano passado bem como o projeto para a segunda edição. A Orquestra Toccata participou, pela segunda vez, da festa de lançamento e, como no anterior, encantou os presentes com boa música. O Grupo de teatro Xícara da Silva deu um toque final ao evento com muito humor. Na ocasião, também foi dado início à comercialização dos estandes exclusivos para em-


presários de Anápolis que atuam no setor. No noite do lançamento da feira, Amanda Diniz não perdeu tempo e já deixou reservado o estande para a loja de sua mãe, Ione dos Santos. Ela relata que, no ano passado, as duas visitaram a 1ª Festas & Noivas e tiveram uma ótima impressão do segmento em Anápolis. Essa primeira percepção do setor foi o que fez o projeto de abrir uma loja de trajes femininos de gala e fantasia começar a tomar forma definitiva. Cerca de um ano de pois, em fevereiro, foi inaugurada La Pérola, que já estará na 2ª Festas & Noivas, apresentando seus produtos. “Estamos abrindo a loja com chave de ouro!”, comenta Amanda. HISTÓRIA - A 2ª Festas & Noivas conta com o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis, do Governo do Estado de Goiás, Prefeitura de Anápolis, Associação Comercial e Industrial de Anápolis, Sindicato do Comércio Varejista de Anápolis e Sebrae/GO. A história do evento teve início em outubro de 2007, quando uma comissão formada por representantes do setor de festas e

eventos da cidade procurou a CDL, solicitando apoio para o segmento. Reuniões seguintes possibilitaram aos empresários avaliar projetos de empresas anapolinas que realizam eventos. A escolhida para organizar a feira foi a Imagem Produções, dirigida por Sirley Oliveira, que coordenou a primeira edição, realizada em março de 2008, e também será a responsável pela segunda.

ANOTE NA SUA AGENDA!

2ª Festas & Noivas Anápolis 2009 Data - 23 e 26 de abril de 2009 Horário - das 16h às 22h Local – Piso superior do Terminal Rodo-

Como no ano passado, o Seviário de Anápolis brae continuará atuando em Expositores - A Feira contará exclusivamente com a participação de empreduas frentes de apoio aos sários de Anápolis, que atuam nos seexpositores. A primeira está tores de produtos e serviços para festas relacionada com os estandes de casamentos, 15 anos, bodas, recepque serão adquiridos pela insções, formaturas e eventos corporativos. tituição e vendidos aos empreObjetivo - Reunir os profissionais da sários com metade do preço área e mostrar para a população anapolina o melhor em produtos e serviços subsidiado pelo Sebrae. Outro para cerimônias, festas e todo o universo enfoque será o oferecimento que envolve a realização de eventos. de uma palestra aos participantes cujo tema será “Como participar de feiras e exposições”. Em 2008, o evento foi realizado no estacionamento do Brasil Park Shopping, mas este ano será transferido para o piso superior do Terminal Rodoviário Gerente comercial da CDL Anápolis, Francisco Lima, durante discurso na solenidade de lançade Anápolis. mento da 2ª Festas & Noivas

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ARTIGO

Como aumentar a competitividade diante da

crise econômica?

Dalmir Sant’Anna Autor do livro “Menos pode ser Mais” (3ª edição, editora Odorizzi), mágico profissional, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas e Bacharel em Comunicação Social.

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ascer, sobreviver, fortalecer, cooperar e expandir são cinco verbos atuais e imprescindíveis no ambiente de negócios e no mercado corporativo, principalmente quando a meta consiste em crescer de forma robusta para firmar e aumentar a competitividade, ampliando a capacidade de gestão. Líderes empresariais e gestores dos mais diversos segmentos têm adaptado seus planejamentos estratégicos a um cenário de cautela em todas as áreas da economia, em decorrência da quantidade de notícias negativas que a mídia divulga sobre a crise mundial, bem como, os reflexos que uma possível recessão poderá afetar à economia de países emergentes como o Brasil. Observe os dois fatores abaixo e perceba que a crise pode ser a oportunidade de expandir a competitividade da sua empresa. Observe o clima organizacional no seu local de trabalho – Ao chegar a uma loja, observo a ge16

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rente de maneira enérgica, agressiva e grotesca ao lado de uma funcionária, reclamando de algo que ocorreu erroneamente. Permaneço por alguns instantes parado observando a cena. Após a gerente sair, constato que a funcionária ficou triste e abatida com a situação, demonstrando nitidamente, insatisfação e baixa autoestima. Aproximo da funcionária e questiono se a gerente é sempre assim brava e arrogante. Para minha surpresa a resposta foi esta: “O senhor pelo jeito não notou ela brava ainda. Tem dias que ela solta fogo pela boca”. Imediatamente passei a imaginar como deve ser diariamente o clima organizacional desta loja. Certamente os clientes ao contrário de voltar, se afastam cada vez mais. Agora responda: Como você imagina que esta trabalhadora comenta com as colegas (sua rede de relacionamentos) sobre o local onde ela trabalha? Para aumentar a competitividade é necessário observar o clima organizacional e constatar se atitudes como a apresentada anteriormente não ocorrem na sua empresa. Indivíduos com baixa autoestima são mais vulneráveis às influências externas apresentadas pela mídia e conseguem transmitir aos clientes fatos negativos, deixando de explorar fatores relevantes da sua empresa, dos serviços e dos produtos. Avaliar as ações da concorrência – Em um supermercado, na área de hortifruti, ao ser interrogado sobre a ausência de alguns produtos, o funcionário responde: “O senhor não percebeu... Todos os produtos aqui são caros. Barato mesmo o senhor encontrará no outro super-

mercado (citando o nome do concorrente). Lá eles recebem frutas frescas todos os dias”. Imagine para quantos clientes este funcionário falou sobre o concorrente no mesmo dia? Ele demonstrou estar comprometido com a empresa onde trabalha ou evidenciou participar das ações da concorrência? Certamente, o gerente ou o supervisor do supermercado ao apresentar os relatórios de vendas estará justificando os números negativos culpando a crise! Alguns empresários confundem avaliar com copiar as ações da concorrência e desta forma é relevante destacar que uma estratégia de vendas, uma ação de marketing ou ainda a criação de uma publicidade poderá ocorrer de maneira positiva em uma empresa, o que não apresenta garantia certa de que o resultado eficaz, pode ser aplicado na sua organização. Alguns empresários deixam de fortalecer o associativismo e a cooperação com outras empresas, tendo como primícias a concorrência e a competição. Passam a ser profissionais que justificam a queda no volume de vendas a crise, e deixam de observar o clima organizacional no local de trabalho e abandonam o exercício de avaliar as ações da concorrência. Observe que a crise para algumas empresas pode ser um momento especial para avaliar seu desempenho e sua estrutura organizacional diante de um mercado cada vez mais exigente. Diante dos dois fatores apresentados acima responda: O momento é de crise ou de ser mais competitivo?


“Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing

RELACIONAMENTO

A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects. 1 - Ética. Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto. 2 - Opt in. O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão para prosseguir o relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura como quando é procurado. Quando é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do produto ou serviço oferecido. Quando é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in. Se a pessoa não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender que não deseja receber novas mensagens. 3 - Opt out. Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário. 4 - Uso do endereço eletrônico.

Quando houver cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso. 5 - Tamanho dos arquivos. Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio. 6 - Auto-executáveis. Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de

vírus (voluntária ou não). 7 - Relevância. O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância. 8 - Freqüência. Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens. 9 - Política de relacionamento. É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor. Fonte: Comitê Executivo de e-mail marketing

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CRESCIMENTO

A razão do sucesso das vendas diretas no setor de beleza Os profissionais que atuam como revendedores representam a principal base de apoio para um dos segmentos que mais crescem no país

Para Sildete Rocha, a flexibilidade de salário e horário foi o grande atrativo para iniciar atividade como revendedora e executiva de vendas

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venda direta no setor de cosméticos, produtos de higiene e beleza é um segmento da economia brasileira que não para de crescer. Duas grandes companhias consultadas por O Lojista, a Natura e a Avon, exemplificam o sucesso do ramo. Em balanço de 2008 divulgado pela Avon, mundialmente a empresa registra crescimento de 8% em sua receita bruta (5% em moeda local), atingindo a marca recorde de US$10.7 bilhões. No Brasil, o crescimento do último trimestre de 2008 foi de 15% (moeda local), sendo a segunda da corporação em vendas. Com mais de 5.900 colaboradores, a Natura registrou receita bruta de R$ 4,3 bilhões no ano de 2007, um crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior. Além de estratégias bem elaboradas na área de marketing e da qualidade dos produtos, é possível perceber que o segredo está na base da pirâmide dos empreendimentos, formada por revendedores que fazem todo o trabalho de linha de frente junto aos consumidores finais. No 3º trimestre de 2008, a Na18

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tura possuía 804 mil consultoras, sendo 692 mil no Brasil e 112 mil no exterior. A Avon tem, por sua vez, mais de um milhão de revendedores no Brasil e 5,8 milhões no mundo. Mulheres, em sua grande maioria, que procuram trabalhar por conta própria, ter um horário flexível ou uma atividade que garanta renda complementar. A história de Sildete Rocha Oliveira Pio, de 39 anos, ilustra bem essa realidade. Ela assumiu seu primeiro emprego formal aos 18 anos, como secretária na Emater. Foi, posteriormente, auxiliar de serviços gerais da Prefeitura. Apesar destes postos de trabalho, Sildete não sentia satisfação no que fazia. Casada e mãe de três filhos, ela preocupava-se com as necessidades do seu dia a dia como dona de casa. “Eu procurava algo que me proporcionasse flexibilidade de salário e de horário para que eu pudesse também ter tempo para minha família”. Foi então que lhe foi apresentada a primeira oportunidade de trabalhar como revendedora de uma companhia de venda direta ligada à área de produtos de beleza e higiene. Depois de passar um período nela, optou por mudar para a Avon. Hoje, Sildete é executiva de vendas da empresa e, sob sua coordenação, estão 94 revendedoras. Sildete participa das campanhas de incentivo realizadas pela Avon e relata, orgulhosa, todas as premiações que já ganhou através delas, como uma boneca que serve como espécie de troféu devido ao bom desempenho nas vendas. Mensalmente, ela traça metas de lucro e, com o dinheiro conquistado, arca com as despesas da moto, da mensalidade da faculdade de Pedagogia, telefone, internet e gastos gerais com roupas e calçados. As vendas diretas já lhe renderam condições de pagar a motocicleta, de remodelar sua cozinha e de outros itens mais. E é impossível ficar indiferente à presença de Sildete. A sua energia é contagiante e é certamente isso que atrai os muitos clientes que

possui, alguns que inclusive chegam a ir à sua casa para fazer pedidos dos produtos que revende. “Férias? Não sinto falta, pois vendas para mim é diversão”, diz, sorrindo. VANTAGENS E DESVANTAGENS Para fazer parte de uma equipe de venda direta no setor de beleza, não é necessário passar por um processo complicado e muito oneroso. Para se tornar um consultor da Natura, por exemplo, o interessado precisa ser maior de 18 anos ou emancipado por casamento ou juízo; ter um telefone fixo; CPF próprio e Carteira de identidade; comprovante de residência recente; não possuir restrições de crédito no SPC ou Serasa e ser alfabetizado. Depois do cadastramento no site ou via telefone da empresa, é preciso fazer um investimento inicial em um kit completo, no valor de R$ 193,60. A Avon também exige a idade mínima de 18 anos a não restrição de crédito e a compra do kit que pode ser básico (R$ 60,00) ou a Vip (R$ 138,00). Apesar das facilidades e benefícios, é preciso levar em conta que há desvantagens que marcam a forma de trabalho autônomo, como é o fato de o mesmo não ser amparado pela Consolidação das Leis Trabalhistas. Para atender essas necessidades, o governo federal criou uma nova categoria de contribuintes: o microempreendedor individual. Todos os autônomos que tenham receita bruta anual de R$ 36 mil (até R$ 3 mil por mês) podem pagar a Previdência Social com a alíquota reduzida de 20% para 11% sobre o salário mínimo. Assim, é possível usufruir todos os atendimentos prestados pelo INSS, como a aposentadoria por idade, por invalidez, por tempo de contribuição, especial, auxílio-doença, auxílioacidente, auxílio-reclusão, salário-maternidade, salário-família e pensão por morte. A adesão pode ser feita através da Central 135, nos postos do INSS ou no site www.previdencia.gov.br.


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CAPA

CDL Celular

Edvaldo Almeida

inovação em telefonia móvel Menor tarifa do mercado, chamadas grátis entre o grupo e controle total dos custos são algumas das muitas vantagens do plano empresarial criado pela Consult e CDL de Anápolis

“As CDLs que implantaram o CDL Celular estão obtendo ótimos resultados quanto à satisfação de seus associados”, afirma o diretor-executivo da Consult, Luis Miguel Mendes

Os presidentes das CDLs de Anápolis e de Itumbiara assinam o contrato que garantiu o acesso dos itumbiarenses ao CDL Celular

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CDL Celular completou, em março deste ano, um ano e meio de existência. Nesta curta trajetória, o plano de telefonia móvel criado pela Consult Consultoria em parceria com CDL de Anápolis já acumula experiências bastante inovadoras quando se estão em pauta economia e satisfação do cliente com este produto. Já são mais de 400 empresas participantes, totalizando cerca de 4 mil linhas. Entre os exemplos do que faz do CDL Celular uma proposta atrativa, destacam-se a inexigibilidade de fidelização, a tarifa zero entre os usuários do plano, a tarifa fixa, isenção em deslocamentos e o atendimento personalizado pelo qual o consumidor tira suas dúvidas e faz solicitações com equipe treinada e sem burocracia (veja Box). Prova de que o CDL Celular já alcançou credibilidade no mercado é o testemunho dos presidentes de CDLs que estão inter-

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ligadas ao projeto (veja nas próximas páginas). Unanimemente, os representantes das CDLs de Anápolis, Trindade, Inhumas, Goianésia, Mineiros, Rio Verde, Goianésia, Itumbiara e Catalão aprovam e recomendam o serviço. “As CDLs que implantaram o CDL Celular estão obtendo ótimos resultados quanto à satisfação de seus associados, o que significa que a implantação do plano é tão importante quanto manter os filiados satisfeitos com a entidade”, aponta o diretor-executivo da Consult, Luis Miguel Mendes. Já está acertado que a próxima instituição a aderir o plano de telefonia móvel será a Câmara de Dirigentes Lojistas de Jataí. Qualquer CDL no Brasil pode selar parceria com a entidade anapolina para oferecer aos seus associados acesso ao CDL Celular. “Basta entrar em contato com a CDL de Anápolis e solicitar um agendamento de visitas e demonstração

para presidentes, diretores, gerentes e funcionários sobre o fluxo de operação do CDL Celular e suas vantagens”, acrescenta Mendes. No critério adesão como usuário, o mesmo só é fornecido para associados da entidade que desejam redução de custos em telefonia móvel. A CDL anapolina viabiliza a operação às entidades parceiras, tendo em vista que para conseguir os valores propostos com a operadora a primeira teve que atender critérios que muitas CDLs não conseguiriam. O projeto e a marca CDL Celular pertencem à CDL de Anápolis; Luis Miguel Mendes é oficialmente seu autor.


• Sem fidelização No CDL Celular, você não fica fidelizado. Altere seu plano quantas vezes forem necessárias • Tarifa Zero Fale de graça e sem limite com todos usuários do plano contratado • Tarifa fixa Tarifa única para ligações locais e tarifa única para ligações interurbanas • Valores Decida quanto quer pagar e não haverá cobrança excedente • Deslocamento Viaje por todo país sem cobrança de taxas adicionais

• Segurança Defina quanto seus colaboradores, familiares e amigos podem consumir e fique tranquilo • Atendimento Existe uma equipe pronta para lhe atender, seja pessoalmente ou por telefone, tudo sem complicações • Interurbanos Economize até 60% em suas ligações de longa distância • Aparelhos grátis Após contratar seu plano, receba gratuitamente os aparelhos celulares ou modens para conexão com a internet

• Web Conta Total transparência sobre seus gastos, você acompanha de forma on line, através da web, o quanto cada uma de suas linhas está gastando, com detalhamento por tipo de ligação • Banda Larga 3G O grande diferencial do plano de banda larga é que é possível levar sua internet para onde for, pois o acesso é feito através de um mini modem que deve ser conectado a um computador ou notebook através de porta USB. No CDL Celular, a velocidade é de 1 MB com acesso ilimitado. O assinante do serviço leva gratuitamente o modem.

O projeto CDL Celular possui registro como se fosse uma obra literária, o que concede à CDL Anápolis a propriedade sobre o mesmo. A marca CDL Celular também possui registro junto ao órgão competente que é o INPI. 1 - AUTOR: Luis Miguel Braga Mendes OBRA: “A REDE DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA” REGISTRO: 452.585 de 16/02/2009 LIVRO: 850 FOLHA: 245 Obs: Registro Vitalício 2 – INPI – 901262358 – Marca Registrada

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Enquete

O CDL Celular já está disponível a associados de oito Câmaras de Dirigentes Lojistas do interior de Goiás. Por telefone, a reportagem de O Lojista ouviu os presidentes das entidades participantes para saber qual é a avaliação deles sobre o plano empresarial de telefonia móvel. Confira: “Um serviço inovador e ousado que proporciona redução de custos com telefonia móvel. Além da economia, o CDL Celular se diferencia pelo excelente atendimento ao cliente, razão maior de sua elaboração” Wilmar Jardim de Carvalho Presidente da CDL Anápolis

“O CDL Celular é um produto que trouxe soluções inovadoras para os lojistas associados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rio Verde. É 100% confiável. É 100% CDL”. Fernando Ramos Jayme Presidente da CDL Rio Verde “O CDL Celular representou um grande benefício para nossos associados, especialmente quanto à economia nas contas de telefonia móvel. Para a CDL, houve um fator muito importante a ser mencionado que foi a adesão de um número expressivo de novas empresas ao nosso quadro de sócios para obter o direito de adquirir o CDL Celular. É importante ressaltar que há várias empresas aguardando o fim de seus contratos com tempo de fidelidade (com outras operadoras) para aderir ao CDL Celular”. Noé Ferreira de Oliveira Presidente da CDL Mineiros

“Novo conceito em telefonia móvel empresarial” Gladstone Barbosa Presidente da CDL Itumbiara

“O CDL Celular é mais uma ferramenta para atender cada vez mais os nossos associados. O diferencial do plano é que os empresários poderão falar mais e pagar menos, contando com benefícios como tarifa zero e sem limite entre usuários do plano, tarifa única para ligações locais e também para ligações interurbanas, sem a obrigatoriedade da fidelização. Em nossa CDL, já contamos com vários usuários”. César Alberto Safatle Presidente da ACIC-CDL de Catalão 22

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“Com o CDL Celular em parceria com as CDL’s ficou mais fácil, ágil e econômico mantermos nossas comunicações tão necessárias. Com este plano, eu tenho no bolso em um único aparelho móvel, um meio prático e barato de falar até mesmo com um telefone fixo por um preço bem abaixo do que se fosse feito de fixo para fixo, gerando assim, comodidade e economia, duas coisas necessárias para gestores de empresas, seja ela de que segmento for. Outra grande característica deste plano que devemos destacar é o fato de falarmos a custo zero com pessoas que aderiram ao mesmo”. João Neurivaldo Gomes Presidente da CDL Goianésia “O CDL Celular é realmente um plano muito bom que veio para estreitar as relações com os nossos associados e diminuir os gastos com telefonia” Jânio Carlos Fernandes Magalhães Presidente da CDL Trindade

“O CDL Celular trouxe para os associados o benefício da economia com qualidade no atendimento. Além disso, criou entre os filiados uma rede de comunicação, gerando mais negócios. É com a maior satisfação que a diretoria da CDL oferece este benefício para os seus associados” Edson Marques Presidente da CDL Inhumas

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ARTIGO Transferência de crédito de ICMS pelas empresas enquadradas na Lei Geral e o Cálculo da Substituição Tributária Pelas Operações Posteriores

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inalizamos no último dia 20/03/2009 o prazo para enquadramento no Regime Tributário Diferenciado aplicável à Microempresa e à Empresa de Pequeno Porte a que se refere a Lei Complementar nº. 123/06. Aludido regime sofreu profundas modificações, que, no geral, trouxe vários benefícios aos empresários do setor. A principal modificação foi a possibilidade das empresas enquadradas neste regime de tributação, transferirem crédito de ICMS para as empresas não optantes do Regime. Os créditos passíveis de transferência equivalem ao que a ME ou EPP pagou no mês imediatamente anterior ao das operações. Todavia, para que as empresas não optantes façam jus aos créditos de ICMS, é fundamental que as empresas optantes do regime informem no documento fiscal a alíquota passível de transferência, nos termos que prescreve o art. 2º-A da Resolução CGSN nº 10/2007, modificada pela Res CGSN nº 53/2008.

Fabrizio Caldeira Landim Advogado, com pós graduação em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários em Brasília - IBET/BSB. Professor no curso de pós graduação da Universidade Luterana do Brasil – ULBRA e da Faculdade Araguaia. Sócio do escritório Balian, Barrios & Caldeira Advogados e Associados e da BBC Consultoria Empresarial. É também Conselheiro do COMPEM/FIEG – Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, através da Associação Goiana dos Supermercados – AGOS, além de instrutor, seminarista e palestrante em matéria tributária por todo o Estado de Goiás. 24

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Os créditos só são aproveitáveis para empresas que adquirirem mercadorias para comercialização ou industrialização (art. 23, § 1º da LC 123/06). Neste caso, as prestadoras de serviços de transporte rodoviário de cargas, por exemplo, não transferem crédito de ICMS, ainda que sejam contribuintes do ICMS. Outra importante modificação fora a vedação expressa de cobrança, pelos Estados, de margem de valor agregado nas antecipações de mercadorias adquiridas de outra unidade federada. Assim, as empresas enquadradas na Lei Geral, localizadas em Goiás, quando adquirirem mercadorias, tais como, arroz e farinha de trigo, de outras unidades federadas, não sofrerão cobrança de margem de valor agregado, pela Fazenda Pública de Goiás (art. 13, § 1º, XIII, “g”, item ‘2’ da LC 123/06), apenas a cobrança do diferencial de alíquotas. No que tange ao regime da substituição tributária pelas operações posteriores (antecipação com encerramento da tributação), não há

grandes modificações, a não ser o fato e de que as empresas enquadradas na Lei Geral, caso sejam substitutas tributárias pelas operações posteriores, deverão, deduzir para efeito de cobrança do ICMS substituição, uma alíquota fictícia equivalente à 7% (Resolução CGSN nº. 51/2008, art. 3º, § 9º, II). Este mecanismo de retenção não consta na LC 123/06 (atualizada pela LC 128/08). Este sistema está previsto em sede de Resolução do Comitê Gestor da Micro e Pequena Empresa. Tal previsão vem apenas abrandar o regime de cálculo da retenção para as empresas enquadradas na Lei Geral, pois, caso fosse aplicado as regras recém criadas, considerando o desconto do que a ME ou EPP paga no Sistema, a retenção seria ainda maior, tornando estas empresas que operam com mercadorias sujeitas à substituição tributária (em Goiás, apenas mercadorias sujeitas à substituição em âmbito nacional, como: cerveja, água mineral, lâmpadas, reatores, tintas, penumáticos e etc), ainda mais inviáveis, comercialmente falando. Para abrandar estas e outras situações indesejáveis que ainda remanescem no sistema da Lei Geral, foi autorizado aos Estados, concederem créditos presumidos aos estabelecimentos não optantes do regime, o que permitiria corrigir duas distorções, a saber: 1. possibilidade de transferência de crédito de ICMS maior que o previsto no art. 23, § 1º da LC 123/06, e; 2. possibilidade das empresas enquadradas na Lei Geral, se igualarem, pelo menos, aos estabelecimentos não optantes, para efeito de retenção do ICMS, nos casos em que assumirem a condição de substitutas tributárias pelas operações posteriores. No demais, o Congresso Nacional, no que tange aos incentivos fiscais, deu ampla autonomia aos Estados para concederem incentivos fiscais ao setor, tudo, imaginamos, com o intuito de corrigir eventuais distorções ainda constantes no Sistema da Lei Geral.


COMEMORAÇÃO

Um ano de Sicoob Lojicred em Anápolis

A cooperativa de crédito funciona no prédio da CDL desde abril de 2008 e atende empresários de todos os ramos e entidades sem fins lucrativos

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fazer parte da Lojio próximo dia cred, o interessado 10 de abril, deve preencher os reserá comemoquisitos do estatuto da rado o primeiro ano cooperativa e investir de instalação do Posto uma cota mínima para de Atendimento Coabertura da conta. operativo (PAC) da Para pessoa jurídica, o Sicoob Lojicred em valor mínimo é de R$ Anápolis. E de fato há 1,5 mil e, para pessoa muito que se comefísica, é de R$ 1 mil. morar. O desempenho Em ambos os casos, é do PAC, que funciona exigido o pagamento na sede da Câmara de de 50% de entrada e o Dirigentes Lojistas, restante pode ser quitem atendido todas as expectativas e, de tado em 12 parcelas. acordo com dados da última assembleia de Público presente na última assembleia de prestação de contas realizada pela prestação de contas cooperativa de crédito no dia 12 de março deste ano realizada pela coopeDia 12.03.09 - Assembleia de rativa de crédito, até o último dia 12 cidos pela cooperativa de crédito. prestação de contas da Sicoob Lojicred de março a captação de depósitos à “O atendimento é o melhor possível,  Números gerais da Cooperativa em Goiás: vista e a prazo alcançou a faixa de não perco tempo, pois não há buroQuantidade de associados: 1066 R$ 228.000,00. As operações de cracia. Faço descontos de cheques, Total de operações de crédito: R$ 7.885.172,00 crédito, entre descontos e recebí- são pagas as duplicatas e ainda teDepósitos à vista R$ 5.060.467,00 Depósitos a prazo (aplicações) R$ veis, empréstimos e financiamentos nho acesso a capital de giro”, cita o 4.100.000,00 já somavam cerca de R$ 590.000,00. empresário. Para ele, que também é Patrimônio Líquido R$ 5.248.256,00 A Sicoob Lojicred atende empresá- correntista de instituições bancárias Sobras do Exercício 2008 no valor de R$ rios do comércio, indústria, serviços da rede convencional, não há dúvi452.000,00 sendo R$ 185.000,00 (sobras a e entidades sem fins lucrativos. Ela da: a Lojicred possui as melhores distribuir) garante acesso a serviços bancários taxas do mercado. “Os bancos só viTotal do Ativo: R$ 13.894.409,00 com juros menores que os de mer- sam lucro, mas a cooperativa tem o Total de passivo: R$ 9.553.803,00 cado, isenção de manutenção de objetivo de ajudar, de cooperar e por  Dados da Lojicred em Anápolis: conta corrente, participação nos lu- causa disso a considero tão imporNúmero de associados: 49 Depósitos à vista: R$ 160.000,00 cros (sobras) e maior rentabilidade tante para o comércio”. Depósitos a prazo (aplicações): R$ 68.000,00 nas aplicações. O sócio-proprietário A Sicoob Lojicred teve início em Total de Operações de Crédito: R$ 590.000,00 da Piso e Cia, Jaime Vitorino da agosto de 2001 em Goiânia, com  Sicoob Lojicred em Anápolis Silva, é cooperado da Lojicred em o apoio da CDL goianiense. Hoje, Endereço: Sede da CDL – Rua Conde Afonso Anápolis praticamente desde o iní- além da capital goiana, a coopeCelso, nº 25, Centro cio de sua operação e não esconde rativa de crédito está presente em Telefone: (62) 3328-0050 a satisfação com os serviços ofere- Inhumas, Anápolis e Trindade. Para

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COMEMORAÇÃO

DIA DA MULHER NA CDL

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á na noite de 07 de março, foi a vez dos diretores da CDL participarem da festa de homenagem às mulheres. Com bela decoração inspirada no tema indiano, com destaque para a cor vermelho e o dourado, e música ao vivo, os membros da diretoria e familiares puderam apreciar ainda uma apresentação de dança do salão. Wilmar de Carvalho fez a abertura do evento e também comandou o sorteio de diversos presentes.

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis promoveu duas programações especiais para comemorar o Dia Internacional da Mulher. A primeira aconteceu no final da tarde do dia 06 de março e envolveu uma homenagem às funcionárias da entidade, na qual o presidente Wilmar Jardim de Carvalho deixou uma mensagem destacando a importância do papel das mulheres na sociedade e na família.

Mulheres que participaram da festa que reuniu a diretoria da entidade para o dia da Mulher

Saiba mais: Origem do Dia Internacional da Mulher

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No dia 8 de março de 1857, operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, como reivindicação pela diminuição da carga horária diária de trabalho, de 16h para 10h. Estas operárias - que recebiam menos de um terço do salário dos homens - foram trancadas no local onde iniciou-se um incêndio. Cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Na Conferência Internacional de Mulheres, realizada na Dinamarca em 1910, ficou decidido, em homenagem àquelas operárias, comemorar o 8 de março como Dia Internacional da Mulher. Esta data, porém, só foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975. Fonte: JC Online


DEBATE

Fórum Empresarial discute futuro do Sebrae em Anápolis M

embros do Fórum Empresarial anapolino e de representantes da diretoria do Sebrae Goiás se reuniram no último dia 12 de março para falar sobre o futuro desta instituição em Anápolis. O debate, ocorrido na sede da CDL, segue a tendência nacional do Sebrae Nacional, que definiu pelo modelo de regionalização da administração. Com as novas mudanças, os empresários goianos não terão que recorrer apenas à Goiânia quando necessitarem de alguma orientação na área de empreendedorismo. Pelo projeto, o Sebrae terá em Goiás cinco escritórios em regiões diferentes do Estado: Anápolis, Rio Verde, Luziânia, Goianésia e São Luis dos Montes Belos. Além disso, haverá 30 agências em mais 30 municípios. O desafio em Anápolis é remodelar

e reestruturar a equipe que já atua na cidade. Até o final de 2009, a meta é instalar os cinco escritórios e mais 12 agências das 30 idealizadas. O diretor-superintendente do Sebrae em Goiás, João Bosco Umbelino, explicou que a base para a instalação de um escritório regional é a parceria entre a instituição, empresários e poder público. Desta forma, o Sebrae disponibilizaria todo mobiliário e apoio logístico de atuação e os empresários e representantes de órgãos públicos ficariam responsáveis por viabilizar um local para instalação do escritório e a contratação de dois funcionários. Para o local, é necessário que nele existam uma recepção, uma sala de atendimento e um ambiente para treinamento com cerca de 40 cadeiras. João Bosco falou ainda que a

escolha das cidades seguiu questões estritamente técnicas. “Nossa proposta é descentralizar a central em Goiânia e promover um equilíbrio de forças do Sebrae no Estado”. Na reunião com os empresários anapolinos, ficou definido que o Fórum Empresarial e os membros do Sebrae marcariam uma data para se reunirem com o prefeito Antônio Roberto Gomide a fim de acertarem como cada parte contribuiria para a consolidação do escritório do Sebrae em Anápolis. A dia escolhido para dar prosseguimento aos trabalhos iniciados na primeira reunião foi 20 de março. O chefe do Executivo municipal se mostrou receptivo ao assunto e afirmou que analisará a proposta de parceria a fim de viabilizá-la. Biola

Membros do Fórum Empresarial de Anápolis e representantes do Sebrae se reuniram na sede da CDL para discutir o futuro do escritório na cidade

O prefeito Antônio Roberto Gomide recebe os empresários em seu gabinete

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ENTREVISTA

A saúde do trabalhador

e a importância da prevenção de acidentes A Medicina do Trabalho tornou-se, ao longo das décadas, uma área de atuação com resultados bastante frutíferos tanto para a vida do empregado quanto do empregador. Sua principal estratégia é a prevenção, como explica, nesta entrevista, dr. Georges Wahib Nader, médico do trabalho que atua em Anápolis. Ele fala da importância de as partes que envolvidas no processo laboral estarem sintonizadas e cientes de que o cumprimento de deveres de ambas é fundamental para a redução das ocorrências de acidentes do trabalho. O médico ainda comenta a realidade anapolina dentro do aspecto ocupacional que, na sua avaliação, tem alcançado bons resultados devido a um conjunto de fatores como o maior número de clínicas e profissionais da área e a eficiência da fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho na cidade.

“Se o empregador cumpre com os seus direitos e deveres e o empregado também, o número de acidentes de trabalho cai”, afirma dr. Georges Wahib Nader

Revista O Lojista – Como é a atuação da medicina para fazer esse trabalho preventivo de acidentes de trabalho? Dr. Georges Wahib Nader – Existe um trabalho que fazemos que se chama Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional no qual descrevemos o que a empresa deve fazer para evitar acidentes de 28

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trabalho. Então esse programa mostra qual a periodicidade dos exames que os funcionários devem fazer, dependendo de cada profissão, ele especifica se é um raio-x de tórax, uma audiometria, um exame de sangue. Em casos específicos, o médico do trabalho orienta o empregado a procurar o especialista de cada área. Então quando problema é de audição pede-se um parecer de um otorrino; se o risco é de postura ou LER (lesão por esforço repetitivo), orienta-se procurar um ortopedista e um neurologista. O Lojista – De que forma o senhor tem observado a questão da frequencia de ocorrências de acidentes de trabalho? Dr. Georges - A função da medicina do traba-

lho é evitar acidentes de trabalho. E realmente temos visto que o número de ocorrências está diminuindo porque temos trabalhado muito com a orientação porque se há um problema dessa natureza vai ser ruim tanto para a empresa, que terá o funcionário com atestado ou licença médica, como também para o empregado e para o governo federal quando o INSS tem que cobrir a licença. O Lojista - Pela sua experiência, o senhor acredita que a culpa de um acidente de trabalho


está sendo atualmente mais do empregador ou do empregado?

dos casos de acidentes trabalho a culpa é dos empregados.

Dr. Georges - Difícil dizer, pois a culpa pode vir dos dois. Vou dar um exemplo: uma empresa X tem risco x de ruído, chegando lá o funcionário está com o protetor auricular pendurado no pescoço, apesar de a empresa ter passado para ele o material de proteção. E existem também empresas que não dão nenhuma proteção ou então proteção de baixa qualidade. Hoje em dia é mais difícil ver isso (casos de empresários que negligenciam a segurança no trabalho) uma vez que a fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho é rígida. Até dez anos atrás, eu diria que seria 50% a 50% culpa de cada um (empregado e empregador), mas hoje eu diria que em 80%

O Lojista – E como está a realidade anapolina neste aspecto da saúde ocupacional? Dr. Georges - Mudou muito e isso ocorreu por um conjunto de fatores. Hoje há várias clínicas na área e médicos nessa especialização. Além disso, a fiscalização da Delegacia Regional do Trabalho daqui de Anápolis é eficiente, o que é bom tanto para a empresa como para o empregado. O Lojista – Quais as dicas que o senhor recomenda para o empregado e para o empregador para se ter um ambiente de trabalho mais seguro? Dr. Georges - Respeitar direitos e deveres, as palavras-chave

são essas. Há deveres que todo empregado tem que respeitar, porque existem normas que toda empresa tem e se cada um respeitar aquela parte que lhe toca tudo vai bem. A empresa deve garantir a proteção contra ruído e o empregado deve usá-lo, por exemplo. Existe um formulário em todas as empresas que tem riscos maiores no qual são descritos esses riscos e o empregado, quando contratado, assina documento dizendo que é ciente e que recebeu os materiais de proteção necessários para reduzir os riscos de acidentes de trabalho. Então se o empregador cumpre com os seus direitos e deveres e o empregado também, o número de acidentes de trabalho cai, assim como já está caindo.

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AGENDA Arquivo Prefeitura de Vitória

50ª CONVENCÃO

NACIONAL

DO COMÉRCIO LOJISTA SERÁ REALIZADA EM VITÓRIA Organizadores esperam reunir quatro mil pessoas na capital capixaba durante o evento cujo tema será “Vitória do Varejo”

A

classe lojista brasileira já se movimenta com expectativa para a realização do maior evento do setor: a Convenção Nacional do Comércio Lojista. A 50ª edição do encontro será realizada em Vitória (ES) entre os dias 20 e 23 de setembro deste ano. Além da programação principal, que abrangerá palestrantes de renome nacional, haverá eventos paralelos voltados especialmente para as mulheres e os jovens empreendedores. A expectativa dos organizadores é de que aproximadamente quatro mil pessoas participem do evento. As inscrições já se encontram abertas e possuem preços diferenciados conforme a data de pagamento do valor cobrado (veja box).

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O evento, que é promovido anualmente pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), terá, para esta edição, a organização local da CDL de Vitória e da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Espírito Santo (FCDL). O tema da Convenção será “Vitória do Varejo”. Além do seminário central, que será realizado no período da tarde, haverá também uma programação durante a manhã, com três atrações: o Encontro Nacional da CDL Jovem, uma Feira de Negócios e o Encontro da Mulher Empreendedora. De acordo com dados divulgados pelo site oficial da convenção, o coquetel de lançamento da 50ª

edição aconteceu no dia 6 de março em Vitória, que a sediará pela primeira vez. A cerimônia teve a participação de representantes de todas as entidades lojistas capixabas e diversas autoridades, além dos participantes da 3ª Reunião de FCDLs. Durante o evento foi apresentada a logomarca e o website oficial da Convenção, um vídeo institucional com a participação de autoridades capixabas destacando a importância do encontro, e também informações sobre a programação e a infraestrutura da 50ª Convenção Nacional do Comércio Lojista. A campanha foi ilustrada com paisagens turísticas do Estado e com um símbolo genuinamente capixaba: o beija-flor.


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SAÚDE

CDL CONVÊNIOS proporciona qualidade de vida

Equipe do CDL Convênios presta atendimento a associados, funcionários e respectivos familiares na sede da entidade

C

ontando com uma ampla de rede de conveniados (veja box), a CDL destaca-se por oferecer a seus filiados, colaboradores e respectivos familiares uma tabela padronizada de valores acessíveis em serviços de saúde em geral, como consultas médicas e odontológicas, exames complementares, internações e cirurgias sem qualquer custo adicional à mensalidade do filiado. A padronização permite que o interessado em determinado procedimento saiba previamente quanto vai gastar com ele. Para ser atendido, o usuário terá apenas que solicitar a guia de encaminhamento no Departamento de Convênios da CDL para então fazer o pagamento do documento diretamente ao profissional ou estabelecimento conveniado.

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A Câmara de Dirigentes de Anápolis possui parcerias para padronização de custos em serviços de saúde. Associados, funcionários e respectivos familiares podem usufruir do benefício sem qualquer custo adicional à mensalidade relativa à filiação

Os interessados em usar este importante benefício oferecido pela CDL devem seguir duas orientações básicas: agendar a consulta e outros procedimentos com profissionais conveniados e depois se dirigir ao Departamento de Convênios da entidade para pegar a guia de encaminhamento, que é indispensável para obtenção dos descontos. Os documentos exigidos para primeira utilização do serviço são RG e comprovante que atesta a ligação com a empresa associada (como carteira de trabalho, contracheque).

ção de custos. O CDL Convênios

O serviço nasceu e se sedimentou como uma opção para o atendimento de caráter privado, com a vantagem de oferecer padroniza-

Para os valores do CDL Odonto

foi reformulado em 2005 e, em 2007, ampliou sua rede de parceiros com a criação do CDL Odonto, que atua especificamente com profissionais de variadas especialidades odontológicas.

Todos os

detalhes dos procedimentos estão disponíveis no setor de Convênios. Os valores são pré-fixados. Para consultas, a tabela de referência é a da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). Já exames e outros seguem catálogos diversos. adota-se o que é estabelecido pelo Ipasgo e pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO).


Os números do CDL Convênios:  Guias emitidas desde 2005: ................19.298  Média de guias emitidas por mês: ............. 850  Número de profissionais conveniados: ...... 174  Especialidades atendidas: ............................. 73 Confira quais áreas o departamento de Convênios da CDL atende: CDL ODONTO Cirurgia Dentística Endodontia Implantodontia Odontopediatria Ortodontia Periodontia Prótese Radiologia Bucal CDL SAÚDE Acupuntura Alergologia Anatomia Patológica e Citopatologia Anestesiologia Obstétrica Angiologia Cardiologia Clínica Cardiologia Hemodinâmica - (Cateterismo) Cirurgia do Aparelho Digestivo Cirurgia de Cabeça e Pescoço Cirurgia Cardiovascular Cirurgia Geral Cirurgia Plástica Reparadora E Estética Cirurgia Torácica Cirurgia Vascular Clínica Médica (Clínica Geral) Dermatologia Gastroenterologia Geriatria Ginecologia E Obstetrícia

Hematologia Homeopatia Imunologia Mastologia Medicina Nuclear Medicina do Sono Medicina do Trabalho Neurologia Neuropediatria Nutrição Oftalmologia Ortopedia e Traumatologia Otorrinolaringologia Otorrinopediatria Pediatria Pneumologia Proctologia Radiologia Tratamento da Obesidade Urologia Vacinação Outras Especialidades Estética Fisioterapia Fonoaudiologia Nutricionista Esportivo Psicologia Exames Complementares Análises Clínicas - (Exames Laboratoriais) Anatomia Patológica E Citopatologia Ecocardiografia

Ecodoppler Eletrocardiografia Eletroencefalografia Endoscopia Digestiva/Vídeo Laparoscopia Endoscopia Per Oral Ergometria Densitometria Óssea Mapeamento Cerebral Radiologia Ressonância Nuclear Magnética Tomografia Computadorizada Ultrassonografia Estabelecimentos Hospitalares Clínicas Especializadas Medicina Veterinária Farmácias e Drogarias Planos de Saúde OUTRAS ÁREAS Academias de Ginástica Restaurantes / Churrascarias Locadoras de Vídeo/DVD Ensino Profissionalizante Cursos de Idiomas Estrangeiros Ensino Básico / Fundamental Outros

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REUNIÕES

A sociedade dentro da CDL

Representantes de quatro pastas do novo governo municipal estiveram na entidade para falar sobre os projetos para a nova gestão digo de Posturas para que se proceda uma reformulação do mesmo e que pretende propor a realização de um novo concurso para a Posturas.

Diretor do Procon, Valeriano Abreu (em pé), foi o primeiro a falar aos empresários

A

Câmara de Dirigentes Lojistas de Anápolis iniciou 2009 com reuniões ordinárias que contaram com a presença de novos gestores do município. O objetivo dos encontros foi dar uma oportunidade aos empresários anapolinos de conhecer as propostas que serão implementadas por quatro pastas da administração municipal. Estiveram presentes, de janeiro a fevereiro os novos representantes do Procon Municipal, da Diretoria de Posturas, da Companhia Municipal de Trânsito e Transportes (CMTT) e da Secretaria de Desenvolvimento Urbano Sustentável. Na primeira reunião, realizada no dia 12 de janeiro, o diretor do Procon de Anápolis, Valeriano Abreu, explicou que o órgão continuará tendo como meta a defesa do consumidor, mas que há também uma preocupação quanto aos direitos da classe empresarial. O objetivo é estabelecer parcerias de modo que todos obtenham bons resultados nas relações de consumo. Diante

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disso, o diretor afirmou que antes de aplicar penalidades, o Procon Municipal primeiramente optará por um trabalho mais voltado para orientação aos empresários. No dia 26 de janeiro, foi a vez da nova diretora municipal de Postura, Dra. Carmem Lúcia Falluh Alarcão apresentar os projetos para o setor. O primeiro assunto abordado pela diretora foi a sua intenção de solicitar a transferência da atual sede do órgão para uma área central na cidade. Outro tema disse respeito aos ambulantes. Ela adiantou que estava sendo feito um levantamento e triagem dos vendedores ambulantes na cidade para que as primeiras providências de retirada dos mesmos do Centro sejam tomadas. Sobre este mesmo assunto, disse que será dada uma atenção especial aos ambulantes da Praça Bom Jesus, tendo em vista um projeto parecido com a revitalização implantada na Avenida Xavier de Almeida. Dra. Carmem Lúcia também afirmou que lutará pela revisão do atual Có-

REUNIÃO EM CONJUNTO No dia 09 de fevereiro, a noite foi dividida entre o diretor da CMTT, Ten. PM Edson Peres Dourado, e o secretário de Desenvolvimento Urbano Sustentável, Clodoveu Reis Pereira. O primeiro a falar foi o representante da CMTT que anunciou como uma das primeiras medidas do novo governo a adequação das sinalizações vertical e horizontal das principais vias da cidade. Nesse caso, está sendo estudada a viabilidade da substituição da engrenagem semafórica de Anápolis, que data de 1970. A educação no trânsito também é assunto visado pela Companhia cujo trabalho terá ênfase nas sessenta escolas municipais. Ten. PM Edson Peres Dourado disse que seriam analisados a licitação do transporte coletivo e o plano de mobilidade. O diretor da CMTT falou também sobre a proi-

Lutar por uma nova sede e pela realização de um concurso são algumas das metas da nova diretora de Posturas, dra. Carmem Lúcia


um novo estudo estava sendo feito sobre o assunto o qual verificará a viabilidade ou não da volta do estacionamento.

O diretor da CMTT, Ten.PM Edson Peres (à esq.) , e o secretário de Desenvolvimento Urbano Sustentável, Clodoveu Reis (no meio), ouvem as reivindicações dos empresários durante reunião na CDL

bição do estacionamento da Rua Barão do Rio Branco, no Centro de Anápolis, uma vez que muitos lojistas que atuam na via estavam presentes na reunião e cobraram a reversão da decisão. Ele disse que

viu o projeto que foi realizado pela gestão anterior que definiu pela retirada do estacionamento e elogiou o mesmo, afirmando que foi um levantamento bem elaborado. Ele declarou ainda que naquele momento

O secretário de Desenvolvimento Urbano Sustentável, Clodoveu Reis Pereira, iniciou sua participação dizendo que alguns dos objetivos iniciais da pasta são cuidar da limpeza de áreas urbanas com mato, viabilizar os projetos de licitação para asfaltamento de ruas e investir em praças da cidade. Ele falou ainda que estava sendo estudada a colocação de novas lixeiras em Anápolis. A proposta inicial seria uma de estrutura metálica de um metro por 0,50 centímetros. A idéia é que o Poder Público é que futuramente parte do custo das lixeiras fique sob responsabilidade de empresários que, em contrapartida, teriam a marca de seu negócio estampada nelas em forma de propaganda.

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OUTRAS NOTÍCIAS

76º Seminário Nacional de SPCs Uma equipe da CDL de Anápolis composta por

Equipe da CDL de Anápolis que participou do 76º Seminário Nacional de SPCs

seis pessoas participou do 76º Seminário Nacional de SPCs, realizado em Brasília (DF) nos dias 23 e 24 de março deste ano. Os dois gerentes da entidade, Flaviana Pereira e Francisco Lima Júnior, a supervisora do SPC, Déa Lúcia Jorge, e três membros do Departamento Comercial, Kléber Palhão, Samara Borges e Cinthia Goulart ficaram por dentro de todas as novidades do SPC Brasil para que possam repassar os futuros benefícios e adequações do banco de dados para os associados da CDL. Com o tema Tempo de Superação, foram colocados em discussão assuntos como campanhas promocionais de prêmios, mercado de cheques, técnicas de economia, SPC Dados, Cadastro Positivo, a Jurisprudência SPC Decisor, entre outros.

Programa Anápolis Acredita A Prefeitura de Anápolis realizou, no último dia 31 de março, o lançamento do programa Anápolis Acredita. A solenidade, ocorrida no Sesi da Vila Jaiara, apresentou o projeto que visa facilitar o acesso ao crédito a micro e pequenas empresas, formais e informais. Entre os programas apresentados estão:

 Funmineral

(Artesanato Mineral) do Povo (Seplan/GO)  Goiás Fomento (Seplan/GO)  Crédito Produtivo/SIC-GO  Ceape  Banco

Central de Cobranças da CDL A Central de Cobranças da CDL oferece serviços na área de cobranças em geral para associados da entidade. São três as modalidades de ação do setor: telefone; carta e cobrador externo. As vantagens da Central são as seguintes: é mantida pela CDL, alcança bons resultados e o custo é muito baixo. A equipe é coordenada por Reginaldo José da Costa. “A nossa estratégia é localizar a pessoa e tentar fazer a negociação (do débito)”, afirma. Para obter mais informações sobre a Central de Cobranças da CDL, ligue: (62) 3328-0008.

Pague suas contas na Sicoob Lojicred Na Sicoob Lojicred, você paga contas de energia, telefônicas e outras operações com rapidez. A cooperativa de crédito do empresário está instalada na CDL de Anápolis desde abril do ano passado e este serviço de pagamento está disponível para a população em geral. Horário de funcionamento: 9 h às 16h30 Endereço: Rua Conde Afonso Celso, nº 25, Centro 36

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OUTRAS NOTÍCIAS

I Seminário O Futuro Econômico de Anápolis dividida em cinco painéis de debates sobre os seguintes temas: Necessidades e Perspectivas de Expansão do Daia e a Criação do Segundo Distrito Agroindustrial de Anápolis; Plataforma Logística Multimodal de Goiás, Entreposto da Zona O I Seminário O Futuro Econômico de Anápolis foi Franca de Manaus, realizado no auditório da Acia Pátio Empresarial da Valec e Norte-Sul e Zona de A Associação Comercial e IndusProcessamento de Exportação; trial de Anápolis (Acia) e a Rádio São Francisco AM promoveram, Educação Técnica e Profissional de no último dia 26 de março, o I Apoio ao Setor Industrial; AeroSeminário O Futuro Econômico porto de Cargas e suas Influências de Anápolis. A programação foi no Processo de Desenvolvimento Econômico de Anápolis; e Articu-

lações do Comércio para sua Dinamização e Modernização. Estiveram presentes no evento o prefeito de Anápolis Antônio Gomide, o deputado federal Rubens Otoni, dos senadores Lúcia Vânia e Marconi Perillo, do secretário estadual de Indústria e Comércio, Luiz Medeiros, do presidente da Goiásindustrial, Marcos Abrão, da superintendente regional de negócios da Caixa Econômica Federal (CEF), Marise Fernandes, do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Paulo Afonso Ferreira, do superintendente do Porto Seco Centro-Oeste, Edson Tavares, além de empresários, representantes de entidades ligadas ao setor e líderes classistas.

Anápolis discute acessibilidade apoio da CDL, Sincovan e Fieg/Senai.

Fotos: Bayano

O ponto alto do encontro foi a palestra do arquiteto e urbanista Guilherme Takeda, especialista nacionalmente conhecido no setor de acessibilidade. Takeda apresentou de uma Público presente no I Encontro de Acessibilidade forma muito interessante sua visão geral sobre o tema, O I Encontro de Acessibilidade de explicando que tornar um local Anápolis foi realizado no último acessível não é meramente elimidia 18 de fevereiro no auditório nar barreiras arquitetônicas, mas da Fatec Senai Roberto Mange, é também dar dignidade a quem com sucesso de público. O evento passa por ele. Depois de mostrar contou com a presença de auto- exemplos de áreas revitalizadas na ridades locais dos três Poderes e região central de algumas cidades representantes de entidades civis. brasileiras, o arquiteto apresentou Na ocasião, foi feito o lançamento o projeto de acessibilidade para o oficial do projeto piloto para aces- Centro de Anápolis. A presidente sibilidade na cidade e distribuído o do Conselho Estadual dos DireiGuia Prático para a Construção de tos do Deficiente, Teresa Cristina Calçadas. O evento foi uma inicia- Sabbag Cunha, que foi uma das tiva do Sicma, Acia e ABCP, com representantes dos portadores de

necessidade especiais na palestra, avaliou com grande otimismo as ideias e disse estar satisfeita com a iniciativa do encontro. “A nossa dificuldade sempre foi envolver a sociedade para nossa causa e vimos isso aqui hoje (dia do evento)”.

O arquiteto e urbanista Guilherme Takeda apresentou o projeto de acessibilidade para Anápolis

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ARTIGO

Clareamento dental, um grande aliado da beleza!

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mídia tem ressaltado diariamente a importância de ter um sorriso esteticamente agradável, com dentes brancos e saudáveis. A busca por um sorriso bonito deixou de se restringir apenas a ricos e famosos e passou a estar ao alcance de uma boa parte da população. A odontologia brasileira é uma das mais avançadas do mundo levando a popularização dos procedimentos e a queda dos custos dos tratamentos tornando-os cada vez mais acessíveis. E o clareamento dental é um destes procedimentos, que é cada vez mais procurado nos consultórios odontológicos, sendo hoje uma das modalidades estéticas mais realizadas.

Dra Jucielly Damaceno Cirurgiã-Dentista CRO-GO 798

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O Clareamento Dental é uma técnica da Odontologia usada para remover os pigmentos que se acumulam nos dentes ao longo do tempo e manchas decorrentes de diversos fatores. Os dentes podem sofrer alteração de cor devido a fatores externos ou internos. Os fatores externos se resumem na alimentação e nos hábitos, como por exemplo, o hábito de fumar. Já os fatores internos estão ligados às alterações que ocorrem durante a formação do esmalte como, por exemplo, o uso de antibióticos, o excesso de flúor, traumatismo, entre outros. Existem duas formas de clarear os

dentes: através do clareamento a laser feito pelo dentista no consultório e o clareamento “caseiro” indicado e supervisionado pelo dentista, mas feito em casa pelo próprio paciente. Ambos agem da mesma forma no dente, basicamente através da quebra das moléculas de pigmentos causadoras das manchas nos dentes. Com o clareamento a laser, o paciente pode obter resultado na primeira sessão, sendo essa sua grande vantagem. A técnica de clareamento a ser usada deve ser decidida pelo dentista juntamente com o paciente, que deve expor ao profissional o que realmente o incomoda e qual sua expectativa em relação ao resultado do clareamento. O profissional deve deixar claro ao paciente sobre as limitações do clareamento e ainda que cada dente possui o chamado “ponto de saturação”, ou seja, é o máximo de branco que o dente consegue alcançar, sendo esta uma limitação que não depende do dentista ou da técnica usada. Vale ressaltar que nem todo paciente pode ser submetido a um processo de clareamento dental ou ainda não possui indicação para tal procedimento e que o clareamento é apenas um coadjuvante no que diz respeito a um sorriso bonito e harmonioso. Deve ser priorizada a saúde bucal do paciente.


Caro leitor, Queremos saber a sua opinião! Envie suas sugestões e observações sobre esta edição da revista O Lojista para o e-mail: jornalismo@cdlanapolis.com.br ou através do telefone: (62) 3328-0008

CDL Anápolis: referência em serviços seguros, com excelência e credibilidade

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Revista O LOJISTA  
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Março/2009

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