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EXPEDIENTE Presidente

Wilmar Jardim de Carvalho

O LOJISTA Editor

1o Vice-presidente

Marcos Aurélio Rodovalho

Allan Peixoto Jornalista

2o Vice-presidente

João Itagiba Nunes Júnior

Luzilene Almeida Agências de Conteúdo e Imagens

DIRETORES Diretora Secretária

Ernesta Maria de Alcântara

Agência Brasil/EBC Agência Estado Reuters Brasil Getty Images Shutterstock

Diretor Secretário Adjunto

Orival Rodrigues Jardim Diretor Financeiro

Olívio Porto Lima Diretor Financeiro Adjunto

João Batista de Souza

Fotos

ASCOM / CDL Contato

comercial@cdlanapolis.com.br

Diretor Social

Venceslau Bizinoto Diretor Comercial

Ian Moreira Silva Diretor de Patrimônio

Enival Ferreira de Souza

Diagramação

Fusão Publicidade Tiragem

2.500 exemplares

Diretor Escola do Varejo e Banco de Talentos

Makário Luiz Orozimbo Diretor de Eventos e Promoções

Iraci Custódio Ribeiro

Impressão

Formato Gráfica e Editora

Diretora de Convênios

Maria Dinalva Diretor de Tecnologia da Informação

Adonay Rodrigues de Souza Diretor de Relações Públicas

Air de Vasconcelos Ganzaroli Diretor de SPC

Janilson Dutra Fonseca CONSELHO FISCAL Munir Caixe Reinaldo de Castro Del Fiaco Luiz Pereira da Costa

Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não expressando necessariamente o pensamento da CDL Anápolis.

Rua Conde Afonso Celso, 25 - Centro Anápolis - GO - CEP. 75025-030 Tel. (62) 3328-0008

www.cdlanapolis.com.br


PALAVRA DO PRESIDENTE

UM ANO QUE PASSA E UM ANO QUE VEM

Ao alisarmos todo o ano de 2016, é certo que temos muito o que comemorar. Os desafios foram grandes, mas superados. A crise econômica não nos paralisou, pelo contrário, fez a nossa criatividade e união se expandirem. O brasileiro é mesmo um povo diferenciado. Em situações de risco, se reinventa. Muitas empresas se remodelaram para se manter, por outro lado, muitos negócios foram abertos. A visão empreendedora contribuiu para movimentar a economia. Embora não tenham vindo grandes empresas ou indústrias para a cidade neste ano, podemos avaliar que o em relação a 2015, a situação foi equiparada. Neste ano, a CDL Anápolis trabalhou com veemência, a fim de que todos os nossos compromissos fossem cumpridos. E assim, os nossos associados puderam, mais uma vez, contar com essa casa, que é dedicada aos lojistas de nossa cidade. No próximo ano, continuaremos a oferecer todos os nossos produtos – SPC, CDL Celular, Certificado Digital, Central de Cobranças, CDL Saúde, Cartão de Descontos, Cadastro Positivo e Escola do Varejo – a fim de contribuir, de várias formas, com os nossos associados. Entretanto, 2017 nos exige cautela. O cenário político nacional acende uma luz de emergência. Mas temos que ser otimistas e saber aproveitar as oportunidades. Acreditamos que um trabalho planejado e bem feito terão bons resultados. Anápolis vislumbra e espera boas novidades no próximo ano. A CDL deseja a todos um Feliz Natal e um novo ano de êxito para todos!

Wilmar Jardim de Carvalho

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O LOJISTA


SUMÁRIO EXPEDIENTE 04 O Lojista

PALAVRA DO PRESIDENTE

12.

08

TECNOLOGIA 30 Streaming

EMPREENDEDORISMO 34

As novas perspectivas da economia

Abertura de Empresa

MARKETING 12

PROFISSIONALISMO

Atendimento

Profissionalismo e Ética

EMPREGO 14

FINANCEIRO 42

Contratações Temporárias

Controle Financeiro

SAÚDE 16

PERSPECTIVA 44

Saúde Mental x Doença Mental

Amigo Secreto

ECONOMIA 18

JURÍDICO

Endividado ou Inadimplente?

Direito Imobiliário em Discussão

VAREJO 20

SOCIEDADE 48

11 tendências para vender mais

Economia Colaborativa

CAPA 22

COLUNA 50

Cresce Empreendedorismo

Ser a Diferença

CIDADE 26

ESTRATÉGIA 52

Comerciantes Otimistas

Meu Natal

16. 30.

22. 10

O LOJISTA

52.

38.

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MARKETING

ATENDIMENTO SEU CLIENTE ESTÁ SATISFEITO?

Assim como uma boa propaganda e bons produtos, o atendimento de sua empresa também é importante para sua marca.

Você empresário, já parou pra pensar como seus clientes estão percebendo a sua marca? Qual a impressão que eles têm ao deixar sua loja após uma compra ou não. Como foi seu atendimento, o que gostou e o que desaprovou? Entenda que avaliar tudo isso pode gerar grande força ao seu negócio, pois por muitas vezes se esquecem de que são os clientes que mantem sua empresa, e eles devem SIM, ser muito bem tratados.

Foto: SatisfaçãodeClientes

Em muitos estabelecimentos, o vendedor deixa ali o cliente abandonado, sem dar a devida atenção, às vezes estão em grupos reunidos conversando assuntos alheios ao negocio ou com os olhos fixados em suas pequenas telas de conversação eletrônica. Em certos lugares, fazem discussões desnecessárias de suas vidas na frente dos clientes, às vezes

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O LOJISTA

em tons até exagerados. Tudo isso deve ser observado pelo empresário. Não há mal nenhum em checar uma mensagem ou conversar com seu colega de trabalho, mas atenção ao cliente é fundamental. Também não pode ser aquela atenção demasiada, em que o vendedor persegue o cliente dentro da loja e pergunta de tempos em tempos se ele quer isso ou aquilo. É estar disponível e fazer o possível para que o cliente se sinta à vontade e tenha suas dúvidas sanadas de forma rápida e completa. O vendedor, ou empresário deve entender e saber analisar ali, na hora, cada perfil de cliente a fim de prestar um ótimo atendimento. Para tal, o empresário às vezes precisa “sair” de sua loja e entrar como se fosse um cliente. Sentir o atendimento como seu cliente sente é fundamental para avaliar seu negócio,


“Muitos Apps disponíveis no mercado e de fácil acesso, classificam as empresas e tem campos de comentários, que quando um possível cliente busca informação sobre o negócio, ele já recebe imediatamente em sua tela uma dica sobre o lugar.”

Foto: Raphael Borges

Foto: Fotolia

Júlio César Ramos

Publicitário e Consultor de Marketing

e capturar possíveis erros que estejam acontecendo. O cliente precisa se sentir bem atendido para que tenha lealdade à sua marca, e para isso ele deve ser encantado, mesmo antes de entrar. Uma ferramenta bem utilizada é fazer um cliente oculto, designando uma pessoa de confiança a ser cliente para fazer essa avaliação. Planejar antecipadamente a ação de compra e depois checar como foi o atendimento. Dessa forma, fica mais fácil corrigir os erros identificados. Mais do que nunca, hoje em dia, o cliente tem uma grande poder em suas mãos, ele avalia o seu negócio e não é difícil de ver isso. Muitos Apps disponíveis no mercado e de fácil acesso, classificam as empresas e tem campos de comentários, que quando um possível cliente busca informação sobre o negócio, ele já recebe imediatamente em sua tela uma dica sobre o lugar. Se as experiências são boas, a qualificação da empresa estará em evidencia, assim como também alguma queixa. Portanto, procure sempre saber o que estão falando de sua empresa por aí. Essas informações são muito importantes para melhorar seu atendimento.

Busque também cuidar de todo o processo de visibilidade da sua empresa. Faça um bom trabalho de publicidade e de conhecimento de sua marca. O Palestrante Raphael D’Andrea, co-autor do livro Shopper Marketing destaca que “Os Shoppers são influenciados por variáveis presentes em três ocasiões distintas – em suas próprias casas, quando estão em trânsito, ou quando chegam ao PDV”; classificando o cliente como Shopper, que não é um comprador por ofício e sim, aquele que tem um desejo de compra e está disposto à fazêlo, é aquele que está em busca de algo. Portanto caro empresário, faça uma boa propaganda, dê uma unidade à sua campanha de divulgação, prepare seu negócio para encantar o cliente.


EMPREGO

CONTRATAÇÕES TEMPORÁRIAS

Foto: Prosoft

O desemprego no país aumentou no último trimestre encerrado em outubro deste ano. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no final de novembro, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a taxa de desocupação nesse período foi estimada em 11,8%, ficando acima da taxa do trimestre encerrado em julho de 2016 (11,6%) e superando em 2,9 pontos percentuais a taxa do mesmo trimestre do ano anterior (8,9%). Dados do Sistema Nacional de Empregos (Sine) Anápolis indicam que até o final de novembro deste ano não houve oferta de vagas para empregos temporários. De acordo com a coordenadora do órgão, Fernanda Ribeiro de Oliveira, os empregadores estão tentando manter o quadro de

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O LOJISTA

funcionários existentes. “Esta situação também ocorreu no ano passado, mas pode melhorar a partir da segunda semana de dezembro”, afirmou. Segundo a Coordenadora, em dezembro de 2015, as solicitações para oferta de vagas iniciaram por volta do dia 15, sendo registradas 327 vagas de emprego disponíveis.

Outubro é um mês em que o mercado de trabalho começa a se movimentar com as vagas temporárias. Porém, foram realizadas somente 120 contratações. Fernanda ressaltou que a oferta de vagas de emprego é maior na área de serviços e comércio.

Hoje, o quadro de funcionários da Ágape Artigos Religiosos é de 17 funcionários. De acordo com a gerente Maria Eterna, no último trimestre, houve somente uma contratação para substituição de um colaborador. “Agora em dezembro contratamos quatro funcionários temporários”, informou. Maria Eterna disse ainda que no ano passado, neste mesmo período, foram contratados 3 temporários, mas nenhum foi efetivado. Na loja Ri Happy são 15 colaboradores permanentes. Segunda a gerente Elaine Pinheiro, em 2015 foram contratados 13 temporários em outubro, que permaneceram para o mês de dezembro. Destes, três foram efetivados em 2016. “Neste ano as contratações foram iguais a 2015”, afirmou Elaine. (L.A)


SAÚDE

Foto: Exercise Right

SAÚDE MENTAL X

DOENÇA MENTAL A MAIOR PARTE DAS PESSOAS, QUANDO OUVEM FALAR EM “SAÚDE MENTAL” PENSAM EM “DOENÇA MENTAL”. MAS ISSO IMPLICA MUITO MAIS QUE A AUSÊNCIA DE DOENÇAS MENTAIS.

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O LOJISTA


Pessoas mentalmente saudáveis compreendem que ninguém é perfeito, que todos possuem limites e que não se pode ser tudo para todos. Elas vivenciam diariamente uma série de emoções como alegria, amor, satisfação, tristeza, raiva e frustração. São capazes de enfrentar os desafios e as mudanças da vida cotidiana com equilíbrio e sabem procurar ajuda quando têm dificuldades em lidar com conflitos, perturbações, traumas ou transições importantes nos diferentes ciclos da vida. A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, idéias e emoções. Para conseguirmos um crescimento pessoal, onde será refletivo em todas as áreas de nossas vidas, devemos ficar extremamente atentos ao auto-conhecimento e autoanálises, começando por designar um tempo estipulado diário, para nos conhecermos melhor e sabermos quem realmente somos; muitos ficam aprisionados com obsessões e preocupações extremas das dificuldades da vida, e colocam um bloqueio psicológico para melhorias, o natural é que realizamos perguntas a nós mesmos, ex: Quem sou eu? Quais são meus defeitos de caráter? Como irei prontificá-los? Em que eles me atrapalham? Quais são minhas qualidades e o que estou fazendo na minha vida para me transformar em uma pessoa melhor? Nós seres humanos, temos uma facilidade incrível de encontrar defeitos em outras pessoas, nos lugares, na família etc., mas quando se trata de nós mesmos, dificilmente encontramos tempo e disponibilidade para trabalharmos nossas inabilidades, uma mente e consciência limpa, será um passo gigantesco para Saúde Mental. Temos inúmeros dons e com o passar do tempo formamos traços de personalidade construtivas e destrutivas. Já parou para refletir quais foram suas atitudes nos últimos dias? Fez reparações com as

pessoas prejudicadas? Pode ser até mesmo com simples palavras, mas ferimos outras pessoas com nosso jeito de ser, nossa natureza é Divina e pura, defeitos são hábitos criados por nós mesmos. Para se obter uma mente mais saudável eis alguns itens importantíssimos que poderá ajudar e solucionar sua vida: FOCO: Primeiro devemos designar um objetivo, após, se esforce ao máximo para alcançá-lo, sempre preservando seus princípios, muitas mudanças são difíceis de se adaptar, por isso nunca desista, procure intensivamente em prontificar seus defeitos, seja honesto(a) consigo mesmo e para com outras pessoas, tenha serenidade e sabedoria para solucionar adversidades no trabalho, na família e em todas suas atividades. EVITE: As renúncias serão muito importantes para evoluções, então, evite falar e agir por impulso, não ultrapasse seus limites pessoais, não se cobre muito nem busque perfeição em outras pessoas, pois você não é; não seja auto-suficiente, ou seja, existem coisas que sempre dependerá da ajuda do próximo. Acompanhe mas não se aprisione tanto à tecnologia, pois o que está acontecendo frequentemente nos dias de hoje, são pessoas que dão mais atenção e importância ao celular/ Internet do que aos seus filhos, relacionamentos amorosos e trabalho; PROCURE: Ser leal, fiel, ter gratidão as pessoas, amar, frequente ambientes saudáveis, tenha superação e paz com passado, viva intensamente o presente, faça planejamentos em curto, médio e longo prazo e se empenhe para desfrutar um futuro maravilhoso. Somos dependentes do equilíbrio para vencermos cada etapa de nossas vidas; HABILIDADE: Saber lidar com as adversidades da vida pode ser

considerada uma virtude, caso não tenha ainda, saiba que todos nós temos um potencial enorme e que somos capazes de aprendermos a lidar com toda e qualquer frustrações e emoções, pois nem tudo acontecerá da nossa forma, então devemos nos preparar psicologicamente para qualquer eventualidade, caso encontre dificuldades maiores, peça ajuda e partilhe desabafando com pessoas da sua confiança ou até mesmo se necessário busque um profissional da área. FÉ E AÇÃO: Acredite veementemente que dará tudo certo. O mundo gira em ações e nós também, do qual sem nosso mover nunca iremos obter resultados surpreendentes e conquistar a maturidade suficiente. Responsabilidade, Amor Próprio, Perseverança e Continuidade são pré-requisitos para os planos se tornarem reais, e se usarmos a Resiliência, ou seja, aproveitar algo que não deu certo na sua vida como fonte inspiradora e impulsiva para superar e passar por cima dos obstáculos, alcançaremos um autogerenciamento que facilitará nossas ações futuras no decorrer do processo de nossas vidas. Enfim, acessibilidade de se ter uma Saúde Mental é para todos e juntamente com a espiritualidade Divina, ter no mínimo oito horas de sono ao dia, alimentações saudáveis, realizações de atividades físicas e evitando vícios, certamente iremos desfrutar de uma nova maneira de ser, com foco nas conquistas, evitando o que nos faz mal, procurando estar cada vez melhor, tendo habilidade sabendo ser um bom filho(a), esposo(a) e profissional, tendo fé em dias me-lhores e praticando sempre ações positivas iremos encontrar momentos sensacionais e experiências marcantes, onde seremos exemplos à outras pessoas e alcançaremos cada vez mais um crescimento ilimitável. (Josemar Carneiro, empresário e psicoterapêuta - CRT 48878)

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ECONOMIA

ENDIVIDADO OU INADIMPLENTE ? ENTENDA A DIFERENÇA

TER DÍVIDAS É SEMPRE RUIM? Quando feito de forma consciente, o uso do crédito é bastante positivo, e necessário, principalmente na realização de alguns sonhos, quando envolvem bens de maior valor, tais como: comprar uma casa, comprar um carro, trocar sua TV por uma mais moderna. Quando você faz um financiamento, ou usa o seu cartão de crédito, está assu-mindo uma dívida. Portanto, endividado é aquele que tem uma dívida a pagar.

controle e suas contas em dia, mas tem dívida. Neste caso, o crédito tomado de forma consciente e planejada, lhe permite realizar o que deseja.

conta, fatura do cartão ou vencimento do condomínio, por exemplo, isso significa que você está inadimplente: tinha uma dívida a cumprir, um compromisso financeiro, mas não o fez.

Há parcelas em atraso? Por exemplo: se você tem prestações do carro a pagar, ou financiou seu apartamento, você está endividado. Tem os prazos de pagamento sob

Agora, se você deixou de pagar alguma parcela do seu financiamento, ou mesmo perdeu o prazo de alguma

Costuma-se considerar inadimplência as dívidas em atraso por mais de 90 dias. Dívidas mais comuns

Foto: Brasil 247

Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), em sua Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o percentual de famílias que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro aumentou. Dívidas sob controle Para que o consumidor não perca o controle de suas contas, os planejadores financeiros recomendam nunca comprometer mais de 30% da sua renda líquida em financia-

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Foto: SUDAC

mento. Relacione suas dívidas em sua planilha de orçamento, para lembrar sempre que esses compromissos financeiros existem e podem impactar no seu bolso. Controle suas contas! Endividamento e inadimplência recuam em novembro ante outubro, diz CNC Os consumidores brasileiros ficaram menos endividados e inadimplentes na passagem de outubro para novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) mostra que 57,3% das famílias possuíam algum tipo de dívida em novembro contra uma fatia de 57,7% em outubro. O resultado é o menor desde julho de 2012, que também registrou 57,3% de endividados. “As dificuldades de aquisição de crédito, devido às incertezas do cenário

econômico e às elevadas taxas de juros, aliadas à perda do poder de compra por causa do desemprego, fazem com que o consumo fique retraído, reduzindo, consequentemente, o nível de endividamento”, explica o economista da CNC Bruno Fernandes. Já a proporção dos entrevistados que relataram ter dívidas em atraso foi de 23,4% em novembro contra 23,8% em outubro. Na comparação anual, no entanto, houve um aumento: em novembro de 2015, o total era de 22,7%. Dos entrevistados, 9,1% disse não ter como pagar as dívidas e, portanto, seguiriam inadimplentes. A pesquisa considera como dívidas as contas a pagar em cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo, prestação de carro ou seguro. O cartão de crédito permanece no topo da lista de contas a pagar, citado por 77,2% dos entrevistados. Os carnês estão em segundo lugar, com 14,3% de citações. (F.VITÓRIA)


VAREJO

11 TENDÊNCIAS PARA VENDER

MAIS

Foto: Mentalida de Empreendedora

O ano está chegando ao fim. Para muitos empreendedores, 2016 não foi do mais fáceis. Porém as dificuldades podem ser um ótimo incentivo para pensar em caminhos alternativos. Não dá para deixar a inovação de lado e ignorar as demandas que surgem dos clientes. Para quem trabalha no varejo, há sempre muitas novidades no mercado. Quais delas você precisa considerar? E quais as tendências para 2017? Contamos com a ajuda de Carlos Zilli, conselheiro da Imaginarium, e de Fernando Lucena, sócio-diretor da GS&Friedman, para reunir dicas relevantes. Ligue seus radares e não perca tempo: confira nossa lista e saiba no que ficar de olho.

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Varejo híbrido

Canais alinhados

Segundo Zilli, é um desafio cada vez maior reter os consumidores nos pontos de venda. Por isso, as lojas estão criando ambientes onde é possível encontrar produtos de segmentos diferentes. No mesmo local onde se vendem objetos há também roupas e serviços, por exemplo –todos atendendo o mesmo perfil de consumidor. Fazer essa mistura é um desafio, mas é uma tendência já é observada em lugares como Berlim, onde um café pode ser também loja de roupa e de discos para um público específico, que aprecia determinado estilo de visual, música e alimentação. Outro bom exemplo é a norte-americana Urban Outfitters, que vende roupas, sapatos, acessórios e produtos de beleza.

De acordo com Lucena, o que existe hoje é um omniconsumidor, um consumidor altamente seletivo, que usa bem a tecnologia para tomar a decisão de compra, que pode ser realizada por inúmeros canais. Já não é mais possível separar o mundo físico do digital — as pessoas transitam entre eles com naturalidade –, e os canais não podem ser vistos como concorrentes. Pode ser que a pessoa esteja dentro da sua loja física pesquisando o seu site para comparar preços e ver mais opções de um mesmo produto – como cores e tamanhos, no caso de vestuário. Isso acontece porque as lojas têm limitações de espaço. Já a internet é uma prateleira sem fim.


Também pode ser que o cliente esteja na sua loja por querer testar o produto ao vivo, mesmo que depois ele feche a compra pelo site. Quem não percebeu isso está ficando para trás. A Nike, por exemplo, leva para a loja o seu canal digital e, caso o tênis desejado não esteja em estoque, a compra pode ser feita mesmo assim. “A pessoa compra com a marca. Precisa haver uma consistência nos canais e a boa experiência precisa ser replicada em todos. Tem que ser gostoso comprar na loja e comprar no site”, afirma Lucena. “Para ter um site mal feito, melhor não ter, para não prejudicar a imagem da marca.” Mudanças no ponto de venda O ponto de venda está mudando de função para ser um ponto de relacionamento. A compra pode ser feita ali mesmo, pela internet ou por um revendedor — ela é só uma consequência de todo um processo de relacionamento bem conduzido. Isso não significa que a loja física seja apenas

um showroom. Nas lojas da Apple, por exemplo, os vendedores não são treinados para vender, mas sim para atender, explicar e tirar dúvidas. Eles atuam como facilitadores. Claro que essa mudança no perfil também precisa vir com uma redefinição de função e do sistema de remuneração. Em vez de pagar mais a quem vende mais, é possível remunerar quem traz novos clientes para a loja, quem vende mais para um mesmo cliente e quem recebe mais elogios, por exemplo. Esse tipo de vendedor precisa gostar de gente e gostar de se relacionar. Um outro exemplo interessante de relacionamento em pontos de venda é do grupo de cosméticos Ikesaki, que promove cursos com seus produtos para clientes dentro das lojas. No friction O no friction se caracteriza pelo fim dos intermediários. Os representantes de vendas, por exemplo, estão sendo substituídos pelo acesso direto do cliente no canal digital ou

no contato pelas redes sociais. Nos aeroportos, o uso de totens para check-in dispensa os atendentes. O Uber também é um serviço que elimina o intermediário e conecta diretamente clientes e prestadores de serviço, assim como o aplicativo de delivery iFood ou a plataforma de aluguel de casas Airbnb. Vídeo Todos nós estamos nos tornando produtores de conteúdo em vídeo. Seja pelo YouTube, Facebook, Snapchat ou Instagram, criamos e compartilhamos pequenos filmes. Todo mundo é ator, todo mundo é roteirista. É preciso ficar atento a essa nova maneira de se comunicar. Você precisará abrir esse canal com os clientes, e os clientes vão falar da sua marca por meio dessas plataformas. Assim como o fast fashion, os vídeos têm um ciclo de vida cada vez mais curto. (Endeavor)


CAPA

CRESCE EMPREENDEDORISMO EM ANÁPOLIS

Foto: Editora Lamonica

OS EMPREENDEDORES APOSTARAM NA EXPERIÊNCIA E FIZERAM DA CRISE UMA OPORTUNIDADE PARA NOVOS NEGÓCIOS

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De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), em 2010, o número de empresas atuantes em Anápolis era 8.561 unidades. Em 2014, o número subiu para 9.565. E mesmo em tempo de crise, os empreendedores investiram em Anápolis. Após um período de nove meses, do início do planejamento até a inauguração, os empresários Lander Freitas, advogado, e sua esposa, a administradora Keurry Freitas, e os pais dele, Carlos Freitas e Maria Freitas, abriram em abril de 2014, a Casa X. Esta franquia de casa de festas infantis, a primeira de Goiás, teve um alto investimento. Além da taxa de franquia, foi necessário construir toda a estrutura e equipar o negócio. Com decoração dinâmica, a rede conta com parque de diversões, animadores de festas e buffet completo e possui atrações diferenciadas como o cinema 7D, teatrinho para apresentação de shows e outras. “Vimos uma oportunidade de negócio, já que em Anápolis não tinha uma casa de festa infantil com esta estrutura”, afirma Lander.

Foto: Leonardo Moreira

Para ele, o empreendedor deve saber aproveitar o momento de crise. “Em cada época um segmento está em alta”, observa. Desde 2006, Lander e Keurry e seus sócios, o Engenheiro Regis Lemes e sua esposa, a enfermeira Débora Lemes, trabalham com construção civil. O empresário disse que, nestes dez anos, fizeram mais de 50 obras públicas em todo o Estado. Em Anápolis, ele cita o Planetário Digital, a UPA, creches e escolas. “A obra pública está em baixo,

“O dinheiro de Anápolis não circula aqui. Tentamos trazer coisas boas para cá para que o cliente fique aqui”.

então partimos para outro segmento”, explica o advogado. Pensando nisto, os quatro sócios inauguraram em novembro, o Detroit Steakhouse – uma franquia nacional, criada em 2011 pelo empresário Fábio Marques, de Goiânia. Toda a estrutura, horário de funcionamento, decoração cardápio e local de instalação são definidos pela franquia. Com estrutura para 150 pessoas, instalado na Avenida São Francisco, o restaurante, de ambiente familiar, funciona todos os dias a partir das 11h. “O dinheiro de Anápolis não circula aqui. Tentamos trazer coisas boas para cá para que o cliente fique aqui”, destaca Lander. Para ele, esse é um dos motivos para se investir em vários empreendimentos na cidade. Ele disse ter se surpreendido com a receptividade da população. “Ela entendeu o conceito. Temos qualidade, pratos diversificados, preço competitivo para o mercado. É uma novidade em Anápolis”, comemora. “Para ter sucesso nos negócios é preciso ter coragem de arriscar, espírito empreendedor e vontade de trabalhar”, enfatiza Reges Lemes. Os empresários esperam retorno do investimento no restaurante em até 48 meses. Com a variedade de negócios, Lander afirma que sente a mesma dificuldade em todos: mão de obra qualificada. “Faltam pessoas especializadas no serviço, em todos os segmentos”, avalia. Para o restaurante, foram contratados cerca de 35 funcionários. Todos os funcionários foram treinados e avaliados em Goiânia pela franquia. Na Casa X, todos os funcionários são treinados a cada seis meses.

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Inovação e Conceito Durante 14 anos, a administradora Ana Márcia Rodrigues Catoeira e o esposo Naldo da Silva, trabalharam em Goiânia com uma academia. Nos últimos dois anos, eles idealizaram uma grande academia, “mas não queríamos ser mais uma em Goiânia. Então decidimos investir numa cidade do interior”, lembra Ana Marcia. A administradora conta que pesquisaram algumas cidades e que, um dos fatores determinantes foi a carência de Anápolis por um estabelecimento com o conceito e estrutura que planejaram. “Anápolis tem cerca de 300 academias. Mas não vimos nenhum concorrente direto”, afirma. Então, no final de junho de 2015, venderam a unidade da capital e iniciaram a construção da Hope Academia, no Anashopping. A Hope

abriu com 300 matrículas e, com apenas três meses de funcionamento, já são 700 alunos. Para Ana Márcia, o mais difícil no seu segmento é manter o cliente, por isto, aposta em inúmeras modalidades para fugir da rotina e evitar que o aluno abandone a academia. Ela disse que os professores das aulas coletivas são treinados a cada três meses, e cita algumas modalidades: CXworks, kangoo dance, body pump e body balance, cycling idoor, muay thai. “Propomos aos alunos qualidade de vida e vida saudável. A metodologia Hope é fazer um histórico do aluno e acompanhá-lo para que atinja sua meta. O treino é montado em cima dos resultados”, detalha. Para estruturar a academia numa área de 1.800m² e 150 aparelhos importados com máquinas body tech, foram necessários seis meses, da idealização à inauguração. A administradora ressalta que o ambi-

ente é familiar, por isso não há barulho nos treinos e não é permitindo roupas como mini-tops, mini-shorts e camiseta super-regatas. “Não alugo máquinas, ofereço atendimento. Para nós é importante a felicidade pessoal do aluno. Não trabalhamos com padrão de beleza ou de corpo”, destaca Ana Márcia. Outro detalhe é que a Hope funciona de segundafeira a domingo. Para Ana Márcia, as grandes empresas cresceram pela necessidade e oportunidade de mercado. Com um altíssimo investimento na Academia, a administradora espera o retorno já em março de 2017, com a perspectiva de atingirem 900 alunos. “Acreditamos no nosso potencial de mercado e experiência. Mas se errarmos, começamos de novo”, enfatiza. (L.A)

Foto: Hope Academia

“As grandes empresas cresceram pela necessidade e oportunidade de mercado”.

Propomos aos alunos qualidade de vida e vida saudável. O treino é montado em cima dos resultados. Foto: Hope Academia

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O LOJISTA


Franquias Os formatos e os setores que devem ter destaque no franchising em 2017 refletem, em grande parte, uma realidade de 2016: a crise econômica. Formatos de loja menores e vendas porta a porta são algumas das promessas para o próximo ano. Entre os segmentos mais promissores, destacam-se os de reparos de automóveis e celulares, os produtos voltados para o bem-estar e os negócios que têm a terceira idade como púbico-alvo.

que esta fonte de inspiração está secando, cada vez mais o termo franquia já vem com respostas sugeridas, acompanhado das palavras “barata”; “baixo investimento”; “compre agora”, entre outras ainda mais apelativas.

Cuidado com as Franquias Baratas

Fui pesquisar no Google Trends para verificar se era uma impressão ou se realmente as franquias baratas estavam dominando o mercado, pelo menos nos buscadores da internet. Até 2010 a busca era praticamente irrelevante, e apesar da variação norma de picos para cima e para baixo percebe-se que existe ainda uma tendência de crescimento.

Quando vou escrever um novo post, costumo dar uma espiada no Google para ver se encontro alguma novidade relevante no setor, algum tema que mereça discussão, enfim busco alguma inspiração. Porém informo

Quando o mercado é comprador de alguma coisa, qualquer coisa, certamente vão aparecer pessoas querendo atender esta demanda e assim ganhar algum dinheiro. Nada mais justo, esta é a regra do jogo

mesmo. Agora fique atento para isto: “Muitas vezes pessoas que percebem que uma demanda é muito grande procuram vender qualquer coisa para aproveitar aquele momento, mesmo que o produto não atenda efetivamente as necessidades do comprador.” Assim o objetivo aqui é alertar para que você não caia numa armadilha. Não significa que nenhuma franquia barata possa ser um bom negócio, apesar de poucas, elas existem. Eis alguns motivos para não comprar uma franquia barata: Você recebe o que você paga; Estratégia de ganhar muito, e rápido e sumir; Crescimento rápido gera falta de estrutura se não tiver planejamento; A lógica do uso de recursos de terceiros e Você não quer pagar para ser um vendedor. (Erlon Labatut)


CIDADE

COMERCIANTES OTIMISTAS VENDAS DE NATAL DEVEM

Foto: Zoom

AUMENTAR EM 5% EM RELAÇÃO AO ANO ANTERIOR A pesquisa encomendada pela CDL Anápolis, realizada no período de 18 a 22 de novembro, com uma amostra aleatória de 400 consumidores, demonstrou que a média geral da intenção de gastos com presente de natal é de aproximadamente R$348,00. Outro dado da pesquisa é sobre o tipo de presente que pretende comprar: 43% dos entrevistados vão presentear com itens de vestuário; 21% com calçados e 16% com brinquedos; os demais 20% se

dividem entre artigos eletrônicos, outros tipos de presentes e ainda há os indecisos. Fazendo-se um comparativo entre a média geral de gastos de 2016 com a de 2015, verificase um acréscimo aproximado de 5% entre um ano e outro, passando de aproximadamente R$331,00 em 2015, para R$348,00 em 2016. O resultado da pesquisa vem confirmar que o natal é mesmo uma data importante em que o comércio pode comemorar!


“Trabalhamos o ano todo para fidelizar o cliente. Agora podemos colher os frutos”. Para muitos comerciantes, as datas comemorativas que movimentam a economia garantiram o sustento do negócio neste ano. Para fechar 2016 com saldo positivo, o comércio está apostando nas vendas para o natal, data em que o consumo aumenta em diversos setores da economia.

Já a empresária Kenia Tomaz, proprietária da loja Studio Jeans no Anashopping, está mais cautelosa. Ela acredita que neste ano possa vender cerca de 2,5% a mais do que em 2015. “Muitos consumidores aproveitaram a Black Friday e anteciparam as compras de natal”, explica a administradora.

“Acreditamos que teremos um crescimento de 5% nas vendas neste ano, em relação ao ano passado”, afirma Lorraine Mayer, gerente da loja Arezzo do Brasil Park Shopping. Segundo ela, mesmo com a crise, as vendas neste ano já superaram 2015. Lorraine está otimista. Ela aposta na qualidade e novidade das mercadorias, preços acessíveis e numa vitrine atrativa para conquistar os clientes. “Temos produtos de preços menores para quem quer presentear gastando menos. E pra quem comprar acima de R$ 699,90, damos uma sapatilha de brinde”, destaca a gerente, ressaltando que o brinde é oferecido enquanto houver no estoque.

Entretanto, para atrair os clientes que ainda vão às compras neste fim de ano, Kenia renovou 80% da mercadoria da loja com a “Coleção Alto Verão”. “O mix de produtos masculino e feminino e preços acessíveis são essenciais”, detalha. A empresária também acredita que o visual, a vitrine, são muito importantes. “Vitrine não pode ser testada. A gente expõe o produto e se em dois dias não vende, temos que trocar”, ressalta a empresária.

Para ela, outro meio de atrair os clientes é a promoção do shopping. “Tudo isso contribui para que possamos fazer boas vendas neste ano”, comemora a gerente.

Kenia disse que não teve prejuízo neste período de crise e que, durante todo o ano, trabalhou para fidelizar o cliente. “Agora podemos colher os frutos no natal”, afirma confiante. (L.A)

Foto: Shutterstock

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TECNOLOGIA

Foto: Getty Images

STREAMING

AMAZON PRIME VIDEO, COMPETIDOR DA NETFLIX, CHEGA AO BRASIL O Amazon Prime Video, serviço de streaming de vídeos da Amazon, está chegando ao Brasil. Por aqui, a empresa encontrará concorrência da Netflix, HBO Go (lançado recentemente) entre outros menores, como o brasileiro Looke. No lançamento, a Amazon terá uma assinatura promocional de 2,99 dólares–cerca de 9,99 reais. Esse preço será válido durante os seis primeiros meses. Depois deste período, a assinatura passa a 5,99 dólares, ou cerca de vinte reais. A cobrança em dólares pode ser um pequeno empecilho para alguns consumidores, já que deve exigir um cartão de crédito internacional. A possibilidade de lançamento do serviço havia sido evidenciada por um pronunciamento da empresa há poucas semanas. Será possível acessar o Amazon Prime Video por meio de apps para Android, iPhone e iPad. Alguns modelos de televisões

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Samsung e LG também contam com aplicações. Além disso, é possível acessar o acervo e assistir aos conteúdos por um navegador no primevideo.com. Assinantes poderão assistir a séries originais como The Man in the High Castle, que imagina como os Estados Unidos ficariam caso o Eixo tivesse vencido a Segunda Guerra Mundial. Outra série aclamada exclusiva para assinantes do serviço é Mozart in the Jungle, que já levou o Globo de Ouro de melhor série de comédia ou musical. Além de conteúdos exclusivos, o Amazon Prime Video ainda tem filmes e séries produzidas por outras empresas. O anúncio marca a expansão do serviço ao redor do mundo. A lista de países nos quais o Amazon Prime Video está disponível ficou bastante longa. Essa expansão era necessária caso a Amazon quisesse continuar batendo de frente com a Netflix neste mercado.

Por outro lado, para se manter neste mercado competitivo, a Netflix liberou o sistema para fazer download de séries e filmes da plataforma para assistir quando não estiverem conectados à rede. Por enquanto restrita apenas a algumas produções originais da empresa e outras atrações selecionadas, a funcionalidade renova a estratégia da empresa para se expandir sua base de assinantes globais. Para realizar os downloads, os usuários têm de atualizar o aplicativo para a última versão, já disponível nas lojas oficiais dos sistemas operacionais Android e iOS. Após a atualização, o aplicativo ganha uma área com filmes e séries “disponíveis para download”. Nela, é possível encontrar algumas produções originais da plataforma, como Orange is the New Black e Narcos, série protagonizada pelo ator brasileiro Wagner Moura.


Também estão disponíveis filmes como Um Corpo Que Cai e Pulp Fiction – Tempo de Violência e séries de emissoras americanas, como Breaking Bad e Mad Men. Para baixar, basta clicar e esperar – é preciso ter espaço de armazenamento disponível no smartphone, no entanto. “Há mais [filmes e séries] a caminho”, afirmou a empresa Netflix por meio de comunicado. Qualquer um dos planos oferecidos pela plataforma, que variam de R$ 22,90 a R$ 29,90, possuem a nova funcionalidade. “O Netflix tem um bom serviço, mas não pode achar que descobriu a roda e ficar estagnado. É preciso avançar contra a concorrência”, diz Vicente, do ITS-Rio. (Victor Caputo)

Foto: Flourish Creative


NOTAS RÁPIDAS

BLACK FRIDAY EDIÇÃO ANAPOLINA FOI UM SUCESSO A Black Friday aterrissou em Anápolis no dia 25 de novembro de 2016. Na ocasião, o evento reuniu aproximadamente 81 lojas do varejo. Assim como acontece lá fora, a nossa Black Friday também foi realizada na última sexta-feira do mês de novembro. Desde 2014 a CDL Anápolis incentiva o comércio Anápolino a realizar esta ação e as vendas sempre batem recordes.

Black Friday: curiosidades em torno do nome Black Friday, traduzindo para o português é Sexta-feira negra. A tradução é um tanto nebulosa e gera certa estranheza, mas há várias histórias sobre sua origem. Olha só... A mais antiga delas vem do século XIX, onde Black Friday foi o termo escolhido após duas instituições financeiras dos EUA, terem falido no mesmo dia, em uma sexta-feira,

em plena corrida do ouro. Há também quem diga que Black Friday foi o nome dado por policiais da Filadélfia, nos anos 60, para apelidar o caos no trânsito após o feriado do Dia de Ação de Graças. Os comerciantes na época foram resistentes com relação ao nome e até tentaram muda-lo para “Big Friday”, o que não convenceu. Black Friday caiu no gosto popular e virou sinônimo de pechincha, oferta e economia.


EMPREENDEDORISMO

ABERTURA DE EMPRESA TIRE SUAS DÚVIDAS PRÁTICAS

ANTES DE ABRIR A SUA MICROEMPRESA

Uma pesquisa divulgada realizada pelo GEM – Global Entrepreunership Monitor – revelou que estamos empreendendo cada vez mais. Atualmente, de cada dez pessoas na fase adulta, quatro – 39,3% – possuem ou pretendem abrir empresa em breve. Esse dado é o maior dos últimos doze anos e quase o dobro do que tínhamos em 2002 – 20,9%. No entanto, nem tudo são flores! Do total de empreendedores, 44% empreendeu por necessidade. Ou seja, quase a metade dos empresários brasileiros abriu sua empresa não por vontade própria, por ter enxergado novas oportunidades ou algo assim. Essa imensidão de gente resolveu abrir o negócio próprio simplesmente por falta de opção! Trabalhadores que perderam seus empregos com a crise, outros que já estavam desempregados e não conseguiram se recolocar no mercado, além daqueles que estão iniciando a vida profissional e não conseguem oportunidades no atual cenário compõem esse mar de empreendedores. Empreender, em qualquer circunstância, não é fácil! Quando se empreende por obrigação, as coisas tendem a se tornar ainda mais difíceis, portanto, é preciso tomar muito cuidado na hora de abrir a sua empresa.

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O LOJISTA


Foto: .CRCPI


Uma empresa é como um filho: requer planejamento, preparo e dedicação dos pais. Infelizmente, a maioria das pessoas deixa de observar esses aspectos, achando que depois tudo se resolve. Mas, será que se resolve? Segundo dados do IBGE, atualmente metade das empresas sobrevivem após o quarto ano de vida. Você consegue perceber a magnitude desses números? Após apenas quatro anos, de cada 100 empresas que abriram as portas, mais de 50 – 52,5% – estarão de portas fechadas… Definitivamente. Para fugir da perversa estatística, é necessário que se tome algumas providências: Estudar detalhadamente o seu ramo de atividade; Conhecer bem o seu público-alvo; Analisar a melhor localização para o seu ponto comercial – se for o caso de ter um; Definir as estratégias de marketing e vendas; Planejar e cuidar muito bem das finanças da empresa. Parece muita coisa? Pois tem bem mais! Aqui listei apenas uma pequena amostra do que devemos levar em consideração na hora de abrir uma empresa e iniciar um negócio. Não estou falando isso para desestimulá-lo, caro leitor. Lido diariamente com empresários que possuem ou estão abrindo o seu negócio e espero que você também consiga realizar este importante feito. Entretanto, sinto-me na obrigação de alertá-lo quanto aos riscos dessa empreitada. Não para que você fuja deles, mas para que você se prepare para abrir um negócio de sucesso e não tenha seu sonho de ter um negócio próprio transformado em um pesadelo. Empreender não é uma ciência exata! Por melhor que seja seu plane-

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O LOJISTA

Foto: Fotolia

jamento, por maior que seja seu preparo e dedicação, ainda assim pode ser que a coisa não dê certo. Mas, vá por mim, as chances de dar errado nesse caso são muito, muito menores. Então, já que se trata de probabilidades, melhor tê-las a nosso favor, não é verdade? (Samuel Magalhães) Quer abrir uma microempresa? Fique por dentro questões como necessidade de contador, custos, impostos e tipos de empresa. Contador - O Sebrae recomenda a contratação de um contador desde o princípio do processo. Ele irá orientá-lo ao longo de todo os passos da abertura da empresa. Além disso, a inscrição estadual da empresa só pode ser feita por meio de um contador. Ou seja: é uma figura fundamental para o sucesso do processo de formalização do seu negócio. Custos e impostos Gastos - Além do custo do contador, o custo médio para a abertura de uma empresa varia de estado para estado. Assim, o gasto pode variar entre R$ 30,00 a R$ 200,00. Após abrir a empresa,


os custos iniciais são: aluguel, gastos com água e energia, telefone, honorários do contador, impostos e os custos como o funcionário se houver contratação de imediato. Tributos - A micro empresa estará enquadrada no Simples Nacional, que é uma forma simplificada e englobada de recolhimento de tributos e contribuições, tendo como base de apuração a receita bruta. A alíquota vai variar de 4% até 17,42%. É importante você saber também que uma ME de serviço, comércio e indústria pagam impostos dife-rentes. A de serviço paga o ISS; a de comércio, o ICMS; e a indústria o IPI. Consulte as tabelas do Simples Nacional na Resolução do CGSN de 201 e verifique em que faixa de tributação sua empresa se encontra. Modalidades de empresa Empresa de Responsabilidade Limitada (Eireli) - A pessoa física que exerce atividade econômica sem sócios pode abrir uma Eireli. A principal diferença é que em caso de dívidas, o patrimônio pessoal do empresário não será usado para o cumprimento das obrigações. Resumindo, há uma separação dos bens pessoais dos da empresa. O capital social mínimo exigido é de 100 salários mínimos.

Sociedade limitada - Para se abrir uma sociedade limitada é necessário ter pelo menos um sócio. Em caso de dívidas, os sócios responderão também com seus bens pessoais, dentro da sua parcela na sociedade. Por exemplo: se há dois sócios e cada um deles responde com 50% na sociedade, em caso de dívidas, eles dividirão ao meio a responsabilidade de pagamento. Empresário individual - Assim como na Eireli, a pessoa física não precisa de sócios para abrir a sua empresa. Porém, em caso de dívidas, seus bens privados serão usados para os devidos pagamentos aos credores. Isso também vale para dívidas pessoais, em que bens da empresa podem ser usados para quitá-las. Se o empresário for casado em comunhão de bens, os bens do seu cônjuge também podem servir como pagamento. Processo de formalização O tempo para a abertura da sua empresa irá variar de acordo com o estado no qual ela se encontra. Nos que já disponibilizam uma entrada única de documentos para abertura de empresa, o processo dura em média de 5 a 15 dias consecutivos. Naqueles que ainda não têm essa entrada, o tempo para a abertura pode variar entre 15 a 30 dias. (SEBRAE)


PROFISSIONALISMO

PROFISSIONALISMO E ÉTICA: A CHAVE PARA O SUCESSO VOCÊ CONCORDA QUE SER UM PROFISSIONAL E SER UM PROFISSIONAL COMPETENTE SÃO DUAS COISAS TOTALMENTE DIFERENTES?

Quando dizemos que um indivíduo age com “profissionalismo”, estamos querendo dizer que este é um profissional competente, certo? Um profissional competente, em geral, é aquele que consegue transmitir confiança rapidamente. Apresentar profissionalismo é ser memorável, respeitável e capacitado. O profissionalismo é, sem dúvidas, a chave para o sucesso na carreira. Mas como ele é demonstrado aos outros? Como saber se estamos agindo com profissionalismo? Os profissionais competentes são respeitados por sua energia, intuição, visão, convicção, humildade, paixão e evidência de aprendizado contínuo. Clientes, pacientes, colegas, empregadores e o público em geral esperam certo comportamento e imagem dos denominados “profissionais competentes”.

Foto: Allbatroz

O profissionalismo é um compromisso de vida para a competência, excelência, valores honráveis, padrões, ética, bom caráter e determinação, entre outras características. É essencial apresentar confiança, liderança e entusiasmo genuíno. A linguagem corporal positiva, o foco nas necessidades do cliente e as atitudes demonstram profissionalismo.

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Foto: Estaciocarreiras

Além disso, o uso de técnicas efetivas de comunicação pode transmitir mensagens que refletem que um profissional é confiável, comprometido e competente. Os comportamentos éticos podem se basear em valores e habilidades. Os valores vêm da integridade. É o uso da ética e de crenças pessoais para fazer a coisa certa, mesmo

que ninguém veja. É ter habilidade de praticar comportamentos éticos diariamente, em todas as situações. As pessoas éticas questionam como seus comportamentos podem afetar os outros e, frequentemente, se preocupam sobre seus acertos. Essas pessoas se questionam regularmente: o que estou fazendo é justo, é honesto e é verdadeiro para a minha estrutura de valores?

O fato de se formar não significa que todo indivíduo deve, imediatamente, começar a praticar como um especialista numa área que não tem familiaridade adequada. O mundo aqui é fora é diferente do mundo teórico. Mesmo para um profissional com anos de formação, é ético aceitar um serviço ou atendimento em área que não está atualizado ou que não tem conhecimento suficiente?


É ético, por exemplo, um gerente de uma Unidade de Alimentação e Nutrição manter-se no cargo quando não está atualizado com procedimentos de prevenção de contaminação alimentar, que pode causar enfermidade ou a morte de clientes vulneráveis? Há conhecimentos e competências diferentes entre iniciantes e profissionais com prática avançada. Quando um profissional não tem conhecimento, desejo ou capacidade de adquirir informação sobre um assunto, ele não deve aceitar um serviço ou atender um cliente sobre aquele tema. Na prática privada, o profissional pode escolher quais pacientes aceitar, desde que não discrimine classes de indivíduos. É principio ético que cada profissional tenha a responsabilidade de reconhecer os limites de sua qualificação. Portanto, faz parte da ética que um profissional assuma responsabilidade de acordo com sua competência e, continuamente, aumente o seu conhecimento e habilidades técnicas. Os profissionais éticos sentem-se obrigados a se manter competentes e a oferecer os melhores serviços possíveis aos clientes, consumidores e sociedade. Felizmente, as qualidades refinadas podem ser aprendidas e internalizadas. Uma maneira de ajudar a incorporar qualidades profissionais é prestar atenção no comportamento de profissionais modelos, e copiá-los. Outra maneira é estar disposto a fazer auto avaliação ou autorreflexão de suas deficiências. E, então, trabalhar para melhorá-las. Outro aspecto importante para o sucesso no trabalho, e também na vida, é a inteligência emocional. Ou seja, a capacidade de reconhecer os nossos próprios sentimentos e os dos outros, a capacidade de motivarmos a nós mesmos, e a habilidade de gerenciar as nossas próprias emoções.

Enfim, com a prática pode vir a confiança de que as escolhas alcançam os padrões éticos pessoais e profissionais. A integridade e a prática ética beneficiam todos os profissionais, apoiam os ideais dos quais as organizações profissionais aspiram, e criam confiança em relação à profissão. O profissional competente e ético deve trabalhar arduamente para que os outros reconheçam a sua capacidade. O resultado é o aumento da demanda e da necessidade de nossos serviços e, por fim, o reconhecimento da sociedade de que somos profissionais respeitados e confiáveis. (Cristina Martins) A falta de profissionalismo pode acabar com sua carreira Que tipo de profissional você é? Você respeita os horários, prazos, colegas e lideranças? Compartilha ideias, é inovador e produtivo? Sabe trabalhar em equipe e lidar com momentos de crise? Reflita e responda sinceramente estas perguntas, pois suas respostas dirão e, muito, sobre seus resultados atuais. Começo fazendo estes importantes questionamentos porque a falta de ética e profissionalismo é um dos problemas que mais tem afetado e prejudicado às empresas e à carreira dos colaboradores. Também é um dos principais responsáveis pelas demissões e pela dificuldade em formar boas equipes. Por isso, acredito verdadeiramente que ter profissionalismo não deve ser visto como um diferencial do colaborador. Em primeiro plano deve ser encarado como uma competência obrigatória para que o próprio profissional consiga conquistar o sucesso que almeja e demonstrar a que veio. Entre os comportamentos antiprofissionais, destaco aqueles do colabora-

dor que – sempre chega atrasado ou falta com frequência, não cumpre os prazos, executa suas demandas de qualquer jeito e espalha boatos e fofocas. Digo isso, porque numa empresa, nosso trabalho, comportamentos, ideias e resultados são os nossos reais cartões de visitas. Assim, quanto melhor é o nosso desempenho, maiores também serão as nossas oportunidades de crescer, mostrar nosso potencial e alcançar novos patamares. Ressalto ainda o daquele que não consegue trabalhar em equipe, que causa transtornos constantes entre as pessoas, sempre rejeita os feedbacks, é desatento, pessimista, improdutivo e ainda fala mal da empresa dos colegas e superiores o tempo todo. Com certeza, com estas atitudes, o profissional está indo na contramão do profissionalismo e destruindo sua carreira. Por isso, se você se reconhece em alguns dos exemplos acima, é hora de rever suas crenças, seu modo de agir e, refletir sobre como tudo isso está prejudicando seus resultados. É importante estar atento a isso, pois nem as empresas e nem seus colaboradores querem ter colegas que agem de forma não negativa e, que só trazem prejuízos ao ambiente organizacional. Assim, a primeira medida a tomar neste processo de autodesenvolvimento é mudar seus comportamentos. Para isso, comece agora mesmo a respeitar os horários e prazos de entrega das tarefas; colabore para o trabalho em equipe, para o bemestar coletivo, evite fazer fofocas, intrigas e criar atritos com seus pares e superiores. (JRM)


Quanto melhor é o nosso desempenho, maiores também serão as nossas oportunidades de crescer, mostrar nosso potencial e alcançar novos patamares.

Foto: Brazip

“Ouse mudar, ouse fazer diferente e o poder lhe será dado. Permita-se! Não basta apenas vestir a camisa da empresa... Vista a camisa, corra pelo campo e faça o gol!”


FINANCEIRO

CONTROLE FINANCEIRO Foto: Blog da Engenharia

Três em cada dez jovens brasileiros não fazem controle financeiro, mostram SPC Brasil e CNDL. Poupança é o tipo de investimento mais escolhido. Valor médio total das dívidas é de R$ 464. Os jovens são uma parte importante da população. Disseminam tendências e influenciam novos comportamentos e padrões de consumo, fazendo a economia rodar e colocar em prática transformações que podem ajudar a melhorar o país. Porém, é preciso entender como esses consumidores cuidam do próprio orçamento e a relação desses brasileiros com a gestão das finanças pessoais. Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que três em cada dez

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jovens (32,2%) não fazem controle sistemático financeiro. Entre esses jovens, 76,4% garantem fazer o controle de cabeça, percentual que aumenta para 83,2% entre os homens e 79,8% na faixa etária de 18 a 24 anos. De acordo com especialistas, esse controle não deve ser tratado como um meio eficiente de manter a organização das contas por estar sujeito a esquecimentos e erros de cálculo. Entre os que não fazem um controle efetivo das finanças, as justificativas mais mencionadas são a falta de hábito e disciplina (22,1%) e o fato de não ter um rendimento fi xo por mês ou não saber exatamente quanto ganha por mês (17,4%). Segundo o educador financeiro do SPC Bra-

sil, José Vignoli, conhecer a real situação das próprias contas, despesas e rendimentos é fundamental para que uma pessoa tenha condições de manter o equilíbrio financeiro. “Este é um comportamento que precisa ser cultivado desde cedo, para que possa prosseguir na vida adulta e, assim, gerar impactos verdadeiramente positivos, duradouros e de longo prazo”. A maioria dos entrevistados, porém, garante fazer um controle financeiro adequado (67,8%), sendo o principal método utilizar um caderno de anotações (32,9%), uma planilha no computador (24,3%) e aplicativos para smartphone (10,6%). A maioria também declara possuir bastante conhecimento em relação


Valor médio das dívidas atrasadas é de R$ 464

água e luz (75,1%), telefone fi xo e/ ou móvel (68,9%) e as parcelas a pagar no cartão de crédito (63,1%). “Em todos esses casos, constatamse percentuais mais expressivos na faixa etária de 25 a 30 anos, o que é natural considerando que nesta faixa, muitos já possuem uma renda maior, sendo mais participativos no orçamento da casa ou iniciam uma vida familiar independente”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

O levantamento mapeou ainda os principais gastos e despesas mensais assumidos pelos jovens. São eles: gastos com alimentação (65,2), TV a cabo e/ou Internet (50,0%), contas de serviços básicos, como água e luz (39,0%) e gastos com telefonia, fi xa ou móvel (37,4%). A respeito das contas, as mais mencionadas são de internet (80,1%),

Com relação ao pagamento dos compromissos financeiros mensais, grande parte dos jovens ouvidos consegue mantê-los em dia: 84,2% conseguem pagar as contas na maioria das vezes, sendo que 54,8% garantem ainda haver sobra de dinheiro. Para outros 29,4%, as contas são pagas, mas não sobra nenhum valor na maioria das vezes. Em con-

ao seu orçamento pessoal, o que inclui tanto a renda quanto as despesas mensais a pagar: 91,4% garantem saber o valor de suas contas básicas, 85,9% sabem o valor das prestações e financiamentos a pagar nos próximos meses e 76,7% sabem qual será a renda total, considerando o salário, recebimento de aluguéis, entre outros.

trapartida, 10,0% afirmam que nem sempre conseguem pagar as contas e algumas vezes precisam fazer muito esforço para administrar o dinheiro e 5,8% admitem não conseguir pagar as contas. A pesquisa mostra que o valor médio total das dívidas atrasadas é de R$ 464,20. Porém, as dívidas apresentam valores bastante variados e diretamente relacionados ao bem ou serviço adquirido: as contas de telefone fi xo ou celular, por exemplo; já o financiamento da casa própria ultrapassa R$ 2.900,00. Para os jovens que possuem contas em atraso, a principal razão apontada para a falta de pagamento é a diminuição da renda (26,1%) seguida pela perda do emprego (26,0%) e problemas de saúde (8,1%). (CNDL)

Feliz Natal E

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P R Ó S P E R O

A N O

N O V O !


PERSPECTIVA

AMIGO SECRETO 57% DOS CONSUMIDORES VÃO PARTICIPAR

Foto: Beautyvoce

Tradicional brincadeira do mês de dezembro, o ‘amigo secreto’ (ou amigo oculto, dependendo da região do país) fará parte das comemorações neste fim de ano da maior parte dos brasileiros. De acordo com um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) 57,2% dos consumidores pretendem participar desse tipo de confraternização. Dois em cada dez (20,4%) consumidores disseram que irão entrar no jogo para gastar menos. Outros 28,5% o fazem por gostarem da brincadeira, ao passo que, 9,6% sempre participam para não serem vistos como antissociais. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o amigo-secreto é uma opção cada vez mais usada para driblar os efeitos da crise sem abrir mão do ato de presentear. “É uma confraternização coletiva que resolve a obrigação de comprar presentes para várias pessoas, já que cada um se 44

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encarrega de presentear apenas um participante e, no fim, ninguém fica sem presente. Neste tipo de brincadeira, todos presenteiam e saem presentados e é bastante comum estabelecer um limite para o valor a ser gasto”, destaca a economista. Considerando os 42,8% de consumidores que não vão participar de amigo secreto neste fim de ano, a principal justificativa é o receio de ganharem presentes indesejados ou ruins (22,5%), seguido da falta de dinheiro (20,3%). Gasto médio por presente é de R$ 55 Na média, cada consumidor participará de um ou dois amigos secretos no final do ano. Os mais citados são da família (61,1%) e grupos de convivência, como amigos (43,8%) e colegas de trabalho (29,3%). Neste ano, o gasto médio deve ficar em R$ 55,18, o que representa uma queda de 0,5% na comparação


com 2015 (R$51,10), já descontando a inflação acumulada no período. “A estratégia de estipular uma quantia acessível a ser gasta pelos participantes faz com que o foco esteja na criatividade e no desejo de agradar o presenteado, e não necessariamente no valor financeiro”, explica a economista Marcela Kawauti.

a compra de um item mais barato poderá fazer falta. O importante é compreender que o Natal e o ano novo são ocasiões para estar na companhia de amigos e familiares e expressar afeto. Se as finanças estão desorganizadas, a compra de um presente não deve ser algo obrigatório”, oriente Vignoli.

Para o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, o amigo secreto é um meio de facilitar a troca de presentes, mas as pessoas não devem se sentir constrangidas em não participar, caso estejam em situação financeira desconfortável. “O amigo secreto é uma brincadeira acessível a diversos perfis financeiros. Ainda assim, nem todos podem fazer parte. Se a pessoa estiver com o orçamento apertado ou endividada, a prioridade deve ser quitar as contas e manter as despesas em dia, pois mesmo

Metodologia A pesquisa ouviu 600 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal. A margem de erro é de no máximo 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%. (SPC Brasil)


JURÍDICO

DIREITO IMOBILIÁRIO EM DISCUSSÃO

Foto: Inácio Ferreira

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O LOJISTA

O setor imobiliário experimenta de perto os reflexos da crise que atormenta a economia do país. A retração do consumo desemboca nos mais diversos setores da economia e acaba por comprometer os contratos já existentes e aqueles vindouros relacionados com a compra e venda de unidades imobiliárias. Distratos, repactuações contratuais, devoluções e outros questionamentos têm abarrotado as prateleiras do judiciário por todo o país, comprometendo a saúde financeira das empresas e, em alguns casos, até mesmo a continuidade de empreendimentos em andamento.

adquirente quanto ao valor da comissão de corretagem, e definindo pela prescrição trienal para eventual ressarcimento da comissão de corretagem ou serviços de assessoria imobiliária pagos indevidamente, abriu-se espaço para o aprofundamento do debate de questões não menos importantes, como o percentual máximo de retenção em caso de devolução de unidades imobiliárias por iniciativa do comprador, do limite da multa contratual e dos cálculos das penalidades sobre o valor do imóvel ou sobre o valor efetivamente pago.

Com o recente julgado do STJ, reconhecendo a validade da cláusula que transfere ao consumidor o pagamento da comissão de corretagem, desde que haja clareza e transparência e ciência inequívoca do

Há, no entanto, uma tendência natural dos julgados de privilegiar o adquirente - mesmo que tenha sido ele o responsável pela quebra contratual - considerado hipossuficiente, parte mais frágil da relação.


Foto: Mendes

“Distratos, repactuações contratuais, devoluções e outros questionamentos têm abarrotado as prateleiras do judiciário por todo o país.”

O certo é que ao proteger o consumidor inadimplente, o julgador prejudica aquele que arcou com os compromissos assumidos no contrato, comprometendo a viabilidade do empreendimento. O que se verifica, portanto, em alguns casos, é uma inversão sobre a proteção da boa-fé contratual, privilegiando aquele que se vale do mau momento econômico e até mesmo da fragilidade dos instrumentos contratuais, em flagrante afronta aos princípios da boafé objetiva, função social dos contratos e da propriedade.

Uma discussão mais ampla, levando em conta a prevalência dos valores coletivos sobre os individuais, pode redundar em decisões mais maduras e que não comprometam o setor imobiliário, historicamente tão importante para a macroeconomia nacional. (Arinilson Gonçalves Mariano - advogado, especialista em direito empresarial, sócio do escritório Mariano e Montalvão Advogados S/S)


SOCIEDADE

ECONOMIA COLABOR-

ATIVA

ECONOMIA COLABORATIVA E A TRANSFORMAÇÃO NO MUNDO Foto: CAIA

Ao longo dos últimos anos, uma série de empresas totalmente novas e diferentes tem surgido. O que seus modelos de negócio subjacentes têm em comum é que elas operam na economia colaborativa. O cenário econômico global passa por uma transição. Constata-se que está em andamento uma nova prática dos consumidores: o colaborativo. Denota uma reinvenção do modelo tradicional de relacionamento econômico, não somente o que estamos consumindo, mas também a forma com o qual consumimos. O termo “consumo colaborativo” surgiu em torno do ano 2000, simultaneamente ao maior acesso das novas tecnologias pela sociedade, ao crescente aumento da população mundial, à preocupação com a sustentabilidade e o esgotamento de recursos materiais, que inspiraram novas estruturas de negócios. A economia colaborativa pode tomar uma variedade de formas, incluindo

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o uso de tecnologia da informação para conectar indivíduos, corporações e governos com informação que permite a otimização dos recursos através da redistribuição, compartilhamento e reutilização de excesso de capacidade em produtos e serviços. Colaborar, compartilhar ou cooperar não significam agir em favor do coletivo e abrir mão da própria individualidade. Uma importante característica da economia colaborativa é o retorno ao mercado local. Robin Kalin, criador do site Etsy, argumenta que “o artesanato não é uma mania, mas, sim, um ressurgimento”. Etsy se define como uma empresa da comunidade global que conecta empreendedores criativos e compradores à procura de produtos únicos. Mas como tudo isso de fato afeta a nossa vida nas cidades? Amsterdã foi considerada a primeira experiência de cidade colaborativa na Europa. As práticas apresentadas em

Amsterdã foram fruto da união entre empresas e governo que resultou no chamado “Amsterdam Sharing City”. Para eles, uma “cidade inteligente é uma cidade em que a infraestrutura e soluções sociais e tecnológicas facilitam e aceleram o crescimento econômico sustentável. Em nossa cidade a cocriação, os espaços coworking, cooperativismo entre outros termos estão presentes em nosso cotidiano. As plataformas de streaming estão aos poucos ganhando mais mercado e se tornando a forma mais popular de consumo de música atualmente substituindo o mercado tradicional. O carro compartilhado já é uma realidade em algumas cidades brasileiras. A colaboração não é apenas uma tendência e tampouco um ponto reacionário à recessão. É uma onda socioeconômica que está transformando a forma como as empresas pensam sobre suas proposições de valor. A sociedade começa a sair do


transe de consumo em que viveu nos últimos 50 anos e impulsionando pela mudança de valor. As comunidades estão buscando maneiras de tirar mais daquilo que compra ou já possui.

Agregar valor em cada nível gera retorno, uma vez que os modelos representam um aumento na maturidade, exigem investimentos e resultam em benefícios para cada nível.

Estamos vivendo um ponto de virada da busca de “o que tem aí para mim?” para “o que tem aí para nós?”.

Esse conceito tem se provado um movimento duradouro, abrangente e revolucionário. Grandes corporações já passaram a adotar estratégias baseadas no compartilhamento em seus principais negócios, como a Toyota, ao alugar carros de concessionárias selecionadas e o Citibank, ao patrocinar um programa de compartilhamento de bicicletas na cidade de Nova York, como já ocorre no Brasil.

(Ariane Delcin Pires) Compartilhar não

centralizar

No coração da economia colaborativa estão empresas e projetos que surgiram a partir de variações do compartilhamento pessoa-parapessoa (peer-to-peer), o chamado O grande aprendizado para as emconsumo colaborativo. Carros, ali- presas é que o relacionamento com mentos, serviços, motos, moradia, os clientes mudou, tudo mudou e ANÚNCIOinformação, INSTITUCIONAL tecnologia, RV--19,5x13cm.pdf 1 10/11/16 18:46 agora é hora de libertar a empresa entre outros bens, podem ser compartilhados. para ganhar o mercado.

vmp8.com

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sim,


Foto: Conhecimento X

COLUNA

SER A DIFERENÇA por Luzilene Almeida

Estamos num período em que se exalta o correto, o legal e honesto. Gritos desesperados pedem por mudanças. Inúmeras passeatas e manifestações ocorrem por uma causa comum. Mas não é nenhuma novidade a aclamação popular. Em outros períodos da história, por todo o mundo, fatos assim foram marcantes. O que causa estranheza é que a luta é por algo que deveria ser natural. Todos os seres humanos deveriam ser tratados igualmente, ter os mesmos direitos e deveres, serem respeitados em sua integridade, independente de suas diferenças. Não é utópico? Mas se pensarmos no propósito da criação Divina, podemos acreditar que é possível, e simples. Ao refletirmos sobre o papel do indivíduo na sociedade, pode-se atribuir a ele diversas funções, relacionadas dire-

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tamente ao grupo em que ele está inserido. Sendo assim, cabe a cada um fazer o que é da sua responsabilidade, pensando no bem estar do coletivo. “Portanto, não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você”. Partindo deste conceito, é possível nortearmos nossas ações a fim de que o todo prevaleça sobre o individual. O que está faltando é essa conscientização, e quando houver, ser colocada em prática. Quando falamos em ser correto, legal e honesto, devemos aplicar a nós mesmos. As virtudes devem ser demonstradas no dia a dia, nas ações básicas das relações. Furar fila, não devolver ou devolver o troco errado, jogar lixo no chão... são maus exemplos. “Todos sabem, mas quem nunca os fez”? E com esta desculpa, passamos por cima, fazemos “vista grossa”.

É preciso iniciar o processo de mudança. Devemos servir ao próximo, dar bons exemplos, fazer o bem, apesar de tudo! Não importa o que o outro fez de errado ou ilegal, ou seja corrupto! Temos que ser a diferença! Devemos fazer a nossa parte e disseminar o bem, o que é bom! Num período em que o cansaço e a indignação tomam conta da maioria das pessoas, é preciso buscar forças e ter esperança. Chegando ao final de mais um ano, é um momento em que devemos refletir. O natal abre as portas dos corações para o amor, caridade, paz... e próximo a um novo ano, renovamos nossos projetos e propósitos. Aproveitemos esses momentos finais para plantarmos em nós a semente da transformação. A conversão é o caminho para que as mudanças aconteçam em nossas vidas, e é uma luz para o próximo. Faça a diferença!


Foto: Fusão Publicidade

NOTAS RÁPIDAS

NATAL DE PRÊMIOS CDL ANÁPOLIS

A campanha Natal de Prêmios idealizada pela CDL Anápolis e realizada juntamente com o comércio varejista da cidade, promete trazer alegria aos futuros ganhadores da promoção. A CDL Anápolis procura em cada edição, possibilidades de inovar e fortalecer laços entre consumidor e comerciante. Veja o que a CDL preparou para o comércio para este fim de ano. Premiação: 1 – Carro – FIAT – Mobi Easy 1.0 Flex; 3 – Motos –

HONDA – CG 125 FAN e 3 – TV’s – PANASONIC – LED 50Ð. Participam dessa promoção quaisquer pessoas físicas, residentes e domiciliadas em território nacional, que realizem compras nas lojas participantes da promoção ao longo do período de participação. A cada compra acima de R$ 50,00 (não cumulativos), o participante receberá 1 (um) cupom para concorrer ao sorteio. O participante deverá responder cor-

retamente, no campo apropriado do cupom, a seguinte pergunta: “Qual a entidade que valoriza o comercio de Anápolis com a campanha Natal de Prêmios?”. Os cupons retirados nos estabelecimentos poderão ser depositados em urnas espalhadas nas lojas participantes. O sorteio será realizado no dia 30 de dezembro, às 10h, na sede da CDL Anápolis. Venha e participe. A campanha conta ainda com o apoio do SICOOB e a aprovação da CAIXA.


ESTRATÉGIA

MEU NATAL OTIMISTA, REALISTA OU PESSIMISTA Foto: Zoom

“Otimista é aquele que faz oportunidades de suas dificuldades. Harry Truman” Eu não poderia concordar mais. A verdade seja dita, os brasileiros estão cansados de todas as más notícias. Precisamos investir mais tempo e energia em otimismo. E você? É pessimista, realista ou otimista? Harvard Business Review, entrevistou 100 líderes empresariais, perguntando-lhes sobre qual deve ser a característica principal de um líder? A resposta unânime foi: Auto-consciência. Empreendedores precisam estar conscientes da realidade e mesmo assim permanecerem positivos diante dos ataques de negatividade. Pesquisas mostram que pessoas positivas vivem mais tempo, ganham mais dinheiro e têm mais amigos. Otimismo vende. O coaching é um meio poderoso para desenvolver crenças libertadoras e positivas, capazes de produzir pro52

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fundas mudanças nos negócios. Se você quer novos resultados, atue de outra maneira, aplique novas crenças: 1. Redefina sua mentalidade, livrese de cada pensamento limitante, o cérebro é como qualquer músculo deve receber exercícios regulares para manter-se afiado. Lembre-se de quem você é. Pense em um momento em que você superou a adversidade em sua carreira. Que forças você usou para superar obstáculos e manter o foco? Como motivou e engajou sua equipe? 2. Transforme preocupação em ação, concentre-se em fazer o melhor trabalho que você pode fazer. A economia de nossa nação sempre foi cíclica e este ciclo vai virar. Se você está buscando trabalho, continue pesquisando. 3. Aprimore suas habilidades, explore novas áreas, desenvolva outro talento, não fique ocioso, estude,

leia. Esteja atento, procure oportunidades para oferecer seus serviços. 4. Revise seu orçamento, há sempre alguma maneira de reduzir os gastos. Não reduza o seu apoio, esteja presente. Tantas instituições sem fins lucrativos enfrentam cortes orçamentários, seu tempo e energia podem ajudá-los a superar seus desafios. Há sempre alguém que não está tão bem como você. 5. Crie elos com seus clientes, estudos realizados nos Estados Unidos apontaram crescimento em milhares de empresas que apostaram no relacionamento com o cliente e na publicidade, mesmo durante a grande crise americana de 2008 e 2009. 6. Identifique as possibilidades profissionais: pode ser um novo produto, um curso, um coach, uma parceria, investir em um treinamento ou em melhorias na empresa. As pessoas podem adotar novas medi-


das de gastos neste fim de ano, teremos substituições, mas o consumo não vai simplesmente desaparecer. Faça mais, melhor, mais rápido, seja competitivo. 7. Comemore suas conquistas, tanto quanto o esforço, a recompensa também precisa ser estabelecida. Conseguiu atingir as metas? Agradeça, festeje, dê-se um presente, faz muito bem à mente. Foto: Pedro Prestes

André Andrade

Coach

8. Incorpore a verdadeira celebração do Natal, ela é maior que árvores, luzes, presépios e trenós, é a festa da graça, da benevolência, da estima, é Deus nos presenteando com o nascimento de Jesus, com a oportunidade para se ter a comunhão restaurada com o Criador, algo que não podemos alcançar pelos nossos próprios esforços. Celebre com a família, com os amigos, com os clientes, com os colegas de trabalho a suprema dádiva de Deus, Jesus.


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