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EDITORIAL Presidente

Wilmar Jardim de Carvalho

O LOJISTA Editor

1o Vice-presidente

Marcos Aurélio Rodovalho

Allan Peixoto Jornalista Responsável

2o Vice-presidente

João Itagiba Nunes Júnior

Ivana Lage Consultoria de Marketing

DIRETORES

Júlio Ramos Agências de Conteúdo e Imagens

Diretora Secretária

Ernesta Maria de Alcântara Diretor Secretário Adjunto

Orival Rodrigues Jardim Diretor Financeiro

Olívio Porto Lima Diretor Financeiro Adjunto

João Batista de Souza

Agência Brasil/EBC Agência Estado Reuters Brasil Getty Images Shutterstock Fotos

ASCOM / CDL

Diretor Social

Venceslau Bizinoto Diretor Comercial

Ian Moreira Silva Diretor de Patrimônio

Enival Ferreira de Souza

Contato

comercial@cdlanapolis.com.br Diagramação

Fusão Publicidade

Diretor Escola do Varejo e Banco de Talentos

Makário Luiz Orozimbo Diretor de Eventos e Promoções

Iraci Custódio Ribeiro Diretora de Convênios

Maria Dinalva

Tiragem

2.500 exemplares Impressão

Formato Gráfica e Editora

Diretor de Tecnologia da Informação

Adonay Rodrigues de Souza Diretor de Relações Públicas

Air de Vasconcelos Ganzaroli Diretor de SPC

Janilson Dutra Fonseca CONSELHO FISCAL Munir Caixe Reinaldo de Castro Del Fiaco Luiz Pereira da Costa

Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não expressando necessariamente o pensamento da CDL Anápolis.

Rua Conde Afonso Celso, 25 - Centro Anápolis - GO - CEP. 75025-030 Tel. (62) 3328-0008

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Deficientes auditivos ou de fala: 0800 940 0458 Saiba mais: www.sicoob.com.br

CRÉDITO

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CONSÓRCIOS

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PREVIDÊNCIA


PALAVRA DO PRESIDENTE

AS NOVAS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA

Com maior estabilidade política, novos ares trazem de volta o otimismo entre os empresários lojistas. A economia Brasileira reage, na perspectiva de que um tempo novo virá, onde novamente o setor do comércio brasileiro possa crescer e se fortalecer. Foram tempos difíceis mas muitos encontraram oportunidades e conseguiram se manter firmes, mesmo em meio à crise. A confiança cresce à medida que um novo governo se estabelece, propondo soluções que visam tornar a economia mais estável gerando novamente um cenário favorável para novos investimentos e uma previsão de crescimento realista. A estabilidade econômica ponto primordial para a ascensão do mercado, abre o caminho para as oportunidades. O aquecimento do mercado dará às empresas a chance de voltar a produzir e as vendas nas lojas crescerem. É tempo de agir com estratégia e aproveitar cada oportunidade que o mercado oferece. Os lojistas tem que estar atentos, buscando sempre eliminar os gastos supérfluos, corrigir falhas administrativas e principalmente, devem enxergar as necessidades e desejos do consumidor, oferecendo produtos e serviços de qualidade e prezando pelo melhor atendimento, visando sempre à fidelização do cliente. A dedicação e o trabalho são a resposta, sempre confiantes de que as dificuldades serão superadas. Devemos encarar de frente esta crise e vislumbrar hoje o futuro que podemos conquistar.

Wilmar Jardim de Carvalho Presidente

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O LOJISTA


SUMÁRIO EDITORIAL 04

EMPREENDEDORISMO 34

PALAVRA DO PRESIDENTE

PROFISSIONALISMO

O Lojista

12.

08

Parcerias

Direitos e deveres de um Estagiário

TECNOLOGIA 12

EMPREGO 42

A loja do futuro... Como será?

Entrevista de Emprego

MARKETING 14

PERSPECTIVA 44

Marketing Digital

Economia x Mercado

VAREJO 16

JURÍDICO 46

WhatsApp

Direitos do Consumidor

MERCADO 20

NEGÓCIOS

Fidelização de Clientes

Utilização de Cheques

CAPA 22

CIDADE 50

Vitrine

Black Friday

ECONOMIA 26

ESTRATÉGIA 52

Big Data

Paraolimpíadas, coaching e você

PESQUISA 30 Cartão de Loja ainda é uma opção

16. 34.

22. 10

O LOJISTA

38

As novas perspectivas da economia

52.

38.

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TECNOLOGIA

A LOJA DO FUTURO... COMO SERÁ? EM PRIMEIRO LUGAR, É IMPORTANTE LEMBRAR QUE HAVERÁ LOJA NO FUTURO.

ELAS EXISTIRÃO COMPLEMENTANDO O ESPECTRO DE ALTERNATIVAS. Esse é, aliás, um ponto muito importante nessa análise. As lojas do futuro venderão muito mais soluções, combinação de produtos e serviços, do que simplesmente produtos. Venderão satisfação de desejos e necessidades de forma integrada.

Foto: Factordaily

As lojas do futuro já começam a surgir em alguns projetos inovadores, como a recém lançada loja da Apple em São Francisco, na Califórnia (EUA), que é um híbrido de um espaço para demonstração de produtos, treinamento, prestação de serviços, espaço de eventos, ponto de relacionamento, local para informar-se sobre tecnologia e que até vende os

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O LOJISTA

produtos da marca, ou entrega o que foi comprado no e-commerce. A loja do futuro se apoia em cinco plataformas: A primeira envolve a plataforma tecnológica, que disponibiliza produtos e serviços com total integração com o histórico do relacionamento do consumidor com a marca, envolvendo suas preferências e mútuo conhecimento.

A segunda envolve o design, visando criar ambientes e espaços onde o consumidor viva experiências relevantes e que façam sentido para ele de forma que gere interesse para visitas mais frequentes. Seja para curtir momentos, se informar, buscar informações, passar um tempo testando os produtos ou até mesmo comprar.


Foto: Arquivo Pessoal

Tudo o que envolve a loja do futuro está agora sendo desenhado, pesquisado, testado e proposto, ao mesmo tempo em muitos lugares do mundo, a partir de iniciativas e laboratórios que nascem no próprio varejo...

Marcos Gouvêa de Souza

Especialista em varejo, marketing e distribuição

A terceira plataforma envolve toda a integração do ecossistema do qual a loja é parte, para viabilizar suas funções: um ponto de experiência para o consumidor que gere resultados crescentemente positivos. Para isso, a loja do futuro contará com inúmeros instrumentos de medida e monitoramento de desempenho para permitir em tempo real os necessários ajustes feitos a partir de uma inteligência central ou por empoderados funcionários, ajustando a oferta, os preços e condições aos movimentos de mercado.

A quarta plataforma é a ativação digital no ponto de venda, que integra diversos elementos que visam envolver o cliente próximo, ou na própria loja, para exponenciar sua satisfação e melhorar o resultado da operação. Integram essa plataforma a gestão dinâmica do merchandising visual e dos preços, bem como os elementos de identificação e customização das ofertas. A quinta plataforma, e talvez a mais importante da loja do futuro, é a que envolve as pessoas, que se tornam

ainda mais fundamentais na busca da diferenciação e na oferta de experiências que sejam realmente marcantes e atrativas, para permitir a maximização da satisfação dos clientes e dos resultados da operação. Tudo que envolve a loja do futuro está agora sendo desenhado, pesquisado, testado e proposto, ao mesmo tempo em muitos lugares do mundo, a partir de iniciativas e laboratórios que nascem no próprio varejo, mas também nos fornecedores de produtos, marcas, equipamentos, instalações, serviços e tecnologia para o varejo. Estaremos vivendo um período cada vez mais fértil em novas propostas, para enfrentar o desafio da competição entre canais, especialmente por conta do crescimento dos canais digitais, que trazem consigo todo o apelo da conveniência, informação, comparativo de preços e referências de outros consumidores, elementos que diferenciam e valorizam este canal. Nas lojas, cada vez mais, será necessário oferecer a soma de todos os benefícios de outros canais com o toque e a presença humana.

Foto: Factordaily

O LOJISTA

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MARKETING

MARKETING DIGITAL É ESTRATÉGIA PARA PEQUENAS EMPRESAS?

Foto: Otimizamais

É inevitável a pergunta da maioria dos pequenos empreendedores – o marketing digital serve para o meu negócio? É um investimento alto? Especialistas do setor afirmam que o marketing digital não só é indicado, como também pode ser uma estratégia para o crescimento de seu negócio. Nos dias de hoje, adotar estratégias de marketing on-line é uma realidade e por que não, uma forma de enfrentar este mercado competitivo dos tempos atuais? Não há como fugir desta ferramenta, já que atualmente as pessoas vivem conectadas. Para saber informações de um determinado produto, a maioria dos consumidores faz a busca no que de mais imediato tem acesso – o Smartphone, por exemplo, que hoje predomina nas mãos de consumidores e empresários. É o momento

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O LOJISTA

em que o seu produto pode entrar na concorrência. A internet está por todos os lados, portanto, ignorar esta nova tendência é um erro fatal que pode ameaçar a sua sobrevivência no mercado. A elaboração de uma boa estratégia de marketing digital pode gerar oportunidades no espaço on-line. Não é preciso abandonar as estratégias que já utiliza e que tem dado certo. Mas porque não dar mais uma nova oportunidade de chegar ao seu público de interesse? Ações de marketing digital não necessitam de um investimento caro. É necessário poucos investimentos para construir uma presença digital sólida. Especialistas do setor afirmam que o marketing digital é ainda mais visível, já que em geral, os recursos são menores para a promoção dos produtos e serviços, com alcance em tempo real.

É comum, ao deparar com algo novo ter “uma certa resistência”, mas é certo também que vale a pena conhecer esta ferramenta para alcançar o objetivo traçado pelo empreendedor ao abrir o seu negócio. Com ela, as empresas podem produzir muito conteúdo e disponibilizar ao seu público alvo todas as informações que queira fornecer, gratuitamente na web. É hora de acabar com este padrão antigo de ação, já que a ferramenta está aí e pode fazer a diferença para o seu negócio. O importante no marketing digital é trabalhar com ações direcionadas, focando o seu produto de forma que venha trazer o resultado esperado. A visibilidade de sua marca no meio digital deve ser bem estruturada, com base no seu setor do comércio, momento em que o lojista deve definir como quer atingir o seu alvo.


VAREJO

Foto: Shutter Stock

WHATSAPP A COMUNICAÇÃO MAIS UTILIZADA ENTRE JOVENS EMPREENDEDORES ATUALMENTE, AS FERRAMENTAS BÁSICAS DOS JOVENS EMPREENDEDORES PARA INTEIRAREM-SE NO MUNDO COMERCIAL SÃO AS REDES SOCIAIS E O WHATSAPP, ONDE TAMBÉM SE RELACIONAM COM OS CLIENTES – SEU PÚBLICO ALVO.

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O LOJISTA


Entretanto, este aplicativo é o principal canal de comunicação segundo pesquisa realizada pelo SPC Brasil e a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL). E este mesmo levantamento apontou que o Facebook e o Instagram vieram depois, mas deixando para trás as ferramentas tradicionais como campanhas publicitárias e email marketing. A internet é incontestavelmente, um dos melhores meios hoje para fortalecer os novos negócios, mas não é a única que tem gerado sucesso do empreendedor para estabelecer um relacionamento estreito com o cliente ou mesmo com outros empresários. Cuidados em relação ao uso De acordo com estudiosos de estratégia Digital e E-commerce, as empresas devem tomar muito cuidado ao adotar novas ferramentas para o atendimento ao cliente. Segundo ela, pode ser que futuramente a ferramenta siga a linha adotada pelo Facebook – dono do aplicativo – permitindo interações comerciais. Uma orientação dada por consultores do setor é a de que as empresas precisam ler com bastante atenção os termos de uso destas ferramentas para não infringirem alguma regra e serem penalizadas por isso. Eles ainda advertem; o empreendimento pode até ser processado caso um consumidor receba spam. Não gostando, ele pode acionar a Justiça e acusar a empresa por contatá-lo de maneira indevida. “Ainda não é hora de olhar o WhatsApp como ferramenta para uso com clientes”; afirmam. Qual o maior motivo da escolha deste aplicativo no relacionamento com clientes?

De acordo com dados da mesma pesquisa, devido à inexperiência de mercado e um baixo capital de giro, muitos jovens empreendedores acabam utilizando ferramentas online e aplicativos por serem opções fáceis, baratas e efetivas, visto que outros canais tradicionais de comunicação com o cliente podem exigir profissionais especializados, orçamento maior e mais tempo dedicado às plataformas. Para a jovem empresária anapolina Larissa Rosa, que faz uso desta ferramenta, disponibilizar o atendimento através do WhatsApp pode ser útil à loja e ao consumidor, visto que serve como apoio na decisão de compra ao solucionar possível dúvidas quanto ao produto de interesse do cliente. Fidelização Para fidelizar o cliente é possível também, usar o WhatsApp formando um banco de dados ao disponibilizar esta ferramenta de contato pela primeira vez com seu cliente. Dica indispensável Não é mais uma novidade ouvir que a cada dia que passa, as pessoas estão se conectando mais através de celulares e outros dispositivos. Assim o empresário deve estar atento com relação ao formato do seu site. O formato mobile é o mais indicado para esta finalidade, já que dá ao cliente a possibilidade de acessar o conteúdo através das redes sociais e também do aplicativo WhatsApp. 11 dicas para usar o Whatsapp para Empresas 1 – Faça Double opt-in, ou seja, pergunte ao cliente se ele permite esse tipo de comunicação e se você pode adicioná-lo na sua lista de contatos. Não faça SPAM!

Quando você manda mensagens para clientes sem autorização, o efeito dessa mensagem pode ser contrário, ou seja, seu cliente pode se irritar por receber mensagens sem autorização. Faça com que seus clientes queiram participar de seus grupos ou listas, para isso, ofereça benefícios exclusivos, por exemplo, acesso irrestrito a profissionais para tirar dúvidas, reservar uma mesa em um restaurante ou ser avisado pela padaria quando o pão estiver pronto. 2 – Tenha um número somente para esse fim e não misture contatos pessoais com clientes ou contatos profissionais da empresa. Você precisa ter um número exclusivo para sua empresa, e um para contatos pessoais. Para seus clientes, você poderá trabalhar em horários específicos, mudando sempre o status de seu Whatsapp quando estiver disponível para atendimento ao público e um horário mais aberto ou alternativo para amigos e familiares. Isso pode influenciar também em ligações, por exemplo, se você recebe uma ligação de um número desconhecido, poderá identificar se é um cliente ou um amigo. 3 – Utilize boas práticas na comunicação e atendimento ao cliente, com linguajar adequado e atenção a erros gramaticais e de digitação. Tome cuidado com sua comunicação, para facilitar, use o WhatsApp web para facilitar sua comunicação com seus clientes. 4 – É preciso agilidade na resposta. O aplicativo presume a instantaneidade da comunicação. Você está usando um aplicativo de comunicação rápida, por isso, seu

O LOJISTA

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cliente não gosta de esperar muito tempo até conseguir uma resposta, pensando assim, se usar o WhatsApp, tente sempre responder o mais rápido possível a comunicação com seu cliente. 5 – Informe o horário em que estará disponível on-line para que não haja reclamações quanto à falta de atendimento. Já vimos reclamações no reclame aqui por uma empresa não atender o cliente às 3h da manhã, para evitar isso, coloque em sua comunicação o horário de atendimento para seus clientes entrarem em contato com você. 6 – Informe também ao cliente que ele deve adicionar o telefone da empresa nos contatos para que a mensagem enviada não seja classificada como SPAM. O cliente precisa adicionar seu número aos contatos dele para que suas mensagens não sejam registradas como SPAM, por isso, voltamos até o tópico 1, o cliente precisa querer receber suas notificações. Para que isso aconteça, você precisa oferecer benefícios, como os já citados. 7 – Seja objetivo, claro e breve nas mensagens. Lembre-se que a maioria das pessoas acessa o WhatsApp pelo celular, com uma tela pequena, a dificuldade de leitura aumenta, por isso, você precisa ser objetivo em sua comunicação. 8 – Crie grupos por afinidades de interesses. Por exemplo, grupos para divulgar eventos, produtos ou novos serviços. É preciso segmentar os grupos no WhatsApp e também gerenciar.

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Não coloque todas as pessoas em um mesmo grupo, é preciso saber quem é cliente, quem não é, quais regiões moram e etc. Divida seus clientes em grupos de afinidade para facilitar a comunicação. 9 – Divulgue apenas um ou dois conteúdos por dia para os participantes não se incomodarem com muitos posts. Faça um calendário de posts para enviar para seus grupos e listas, tome cuidado para não enviar posts demais ou poucos. Para evitar que isso aconteça, você poderá criar critérios de envios, por exemplo, segunda-feira, promoções, terça-feira conteúdo de valor e assim por diante. 10 – Não compartilhe informações pessoais de clientes em grupos. Pense que o grupo é da sua empresa, seus clientes e não de amigos. Por isso, fale de coisas que tenham relação estrita com seu negócio e evite assuntos pessoais como, futebol, política ou religião. 11 – Profissionalize-se para ganhar escala no atendimento. Algumas empresas oferecem soluções para automatizar o atendimento e ajudar na administração do aplicativo. Uma das empresas que você pode utilizar para automatizar sua comunicação é o contactzap: http://www. contactzap.com.br/ Etiqueta no WhatsApp Não é porque você viu, que precisa responder imediatamente. As pessoas precisam entender que nem sempre é possível responder a uma mensagem de imediato.

Visualizá-la não obriga uma resposta. A pessoa pode estar num momento em que não há como digitar, pode querer pensar um pouco mais numa resposta mais adequada, pode ter que consultar outra pessoa sobre o assunto. Há inúmeras possibilidades que podem impedir a resposta, inclusive não querer responder! A dica é manter no status uma mensagem como “respondo assim que possível”, para os contatos saberem da possibilidade de você não responder imediatamente. A mesma regrinha vale para troca de mensagens individuais ou em grupo. Mas se o assunto for urgente, o ideal é fazer um esforço em responder, ainda que o direito de se preservar continue valendo. Insistir na resposta imediata, gravar mensagem de voz cobrando resposta, mandar várias vezes. Tudo isso mostra que a pessoa não sabe se comportar nessa ferramenta. Relações comerciais devem ser tratadas em horário de trabalho. Podem acontecer exceções, mas que elas não virem rotina. Se vai conversar pela primeira vez com a pessoa, lembre-se que provavelmente ela não tem seu contato. Peça licença e se apresente. Ah! Faça isso também em dias úteis ou horários comerciais. Se viu que pessoa não deu moral, não fique insistindo. Haja no WhatsApp como você age no seu dia dia. Seja o mais direto possível e evite aqueles textos gigantes. Ninguém tem muito tempo hoje em dia. Os textos longos somente quando forem bem necessários. Se usarmos com moderação e respeito, tudo funcionará bem. A ferramenta é ótima, depende de quem usa.


Foto: iStock

NOTAS RÁPIDAS

ARRUMANDO A CASA, QUER DIZER, A LOJA Algumas vezes parece que você mora em sua loja. Você está lá de manhã cedo e vai embora tarde da noite. Na manhã seguinte, você está lá de novo. Por estar tanto tempo na loja (talvez até mais do que em sua própria casa), é difícil vê-la como um cliente a veria. Pense sobre quando você visita alguém. Você percebe coisas sutis ou até mesmo óbvias que o dono não percebe: um quadro pendurado torto na parede, desordem em uma mesa, um casaco dobrado

sobre uma cadeira. O mesmo pode ser verdade para a aparência de sua loja. É tempo de por mãos à obra e “arrumar a casa”. A arrumação da casa é o procedimento no qual a loja inteira sofre um processo físico de limpeza. A mercadoria é espanada e arrumada. Os móveis são lustrados e o chão é encerado. Em algumas lojas isto pode ser tão simples como trocar algumas lâmpadas. Em outras, pode requerer uma pintura nova ou apenas lavar os tapetes. A

arrumação obriga você a enxergar sua loja com “novos” olhos para identificar mudanças necessárias. Mas há um objetivo mais importante para a arrumação da casa. Lembrese: O Gerente de Vendas não consegue usar o seu “chapéu” até que os deveres do Gerente de Operações estejam cumpridos. O estado de sua loja pode ser uma boa indicação de como você é bom em realizar tarefas através dos outros e torná-los responsáveis.


MERCADO

FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES Foto: Arquivei

Se tivéssemos que eleger a maior riqueza dentro de uma empresa, independentemente de seu porte ou segmento, não pensaríamos duas vezes: o cliente fiel. Segundo Steve Denning, autor de The Secret Language of Leadership, empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes, ou no que ele denomina “encantamento de clientes”, garantem um exército de porta-vozes para sua marca. Esses clientes, com seu potencial de engajamento, funcionam como um núcleo de atração para novos compradores, e disseminam a boa imagem da marca. Mais que isso, estima-se que manter um cliente fiel pode ser até cinco vezes mais barato que conquistar um novo, sendo que eles chegam a responder por até 65% de todas as vendas de uma empresa. Mas, afinal, como fidelizar clientes? Entenda neste artigo por que é tão importante investir na fidelização de clientes e confira como fazer isso com cinco dicas essenciais para encantar o comprador.

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Satisfação versus fidelização Ok, sua empresa oferece os melhores produtos e serviços e, por isso, está sempre atraindo novos olhares. Mas saiba que isso não é suficiente. Em um mercado cada vez mais concorrido, não há produto ou serviço bom o bastante que não possa ser copiado e ou melhorado. Mais do que qualidade na entrega, para fidelizar clientes é preciso ultrapassar os limites da satisfação pessoal do comprador. Se, por um lado, um bom produto ou serviço abre portas, atrai o interesse e te coloca na briga de mercado, por outro, ele não é o suficiente para garantir que aquele cliente jamais ceda às tentações da concorrência. Este “encantamento” é um trabalho de médio a longo prazo e que inclui, além da qualidade do que se oferece, uma estratégia capaz de construir um vínculo afetivo entre a marca e o cliente. Veja a seguir 5 dicas para a fidelização de clientes:

1 – Atenda o cliente como ele gostaria de ser atendido Comece encarando o atendimento como um diferencial. Ele é, talvez, o diferencial menos perene dentro de uma empresa, já que “quase” todo o resto pode ser reproduzido pela concorrência. Assim, ter — e manter — um bom atendimento é o primeiro passo para encantar clientes. Mas, afinal, o que é um bom atendimento? Para Steve Denning, o atendimento diferenciado começa quando a equipe de vendas é treinada para atender o cliente como ELE gostaria de ser atendido. Uma boa equipe de vendas não insiste no atendimento (ou produto/serviço) que acha que é o melhor para o cliente. Ela capta os sinais dados pelo futuro comprador e embarca nas suas preferências e necessidades. Até mesmo o tipo de abordagem (mais ou menos agressiva), é definida de acordo com as respostas do cliente. Para isso, além de muita sensibilidade, o vendedor precisa saber calar seus pensamentos, ouvir e se colocar no lugar de quem está comprando.


2 – Direcione o foco para o cliente certo Antes de gastar suas energias tentando abraçar o mundo, saiba que para fidelizar clientes é preciso manter o foco no público certo. Somente direcionando as ações estratégicas de sua empresa para as pessoas certas será possível garantir um atendimento de qualidade. Quem são seus clientes em potencial? Onde eles estão? O que eles estão buscando? O que eles esperam dos seus produtos ou serviços? Saber responder a essas perguntas é fundamental para direcionar sua estratégia de negócio (e de marketing) para o público certo e garantir a fidelização de clientes. Não adianta pensar que é possível oferecer a todos os nichos o melhor atendimento do mercado. Não há produto ou serviço que agrade a todos. 3 – Fidelize clientes com a teoria da pirâmide invertida

Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo, e para ele são destinados os maiores esforços dentro de uma empresa. Abaixo estão os vendedores e todos os que lidam diretamente com o cliente e, por fim, os líderes e gestores, aos quais cabe todo o suporte necessário para sustentação deste sistema. A imagem descrita mostra o papel dos clientes dentro de uma empresa que visa a fidelização: eles são o motivo que justifica todo o trabalho. Aqui o foco não é o produto, nem os processos internos, mas sim o cliente. Vendedores, líderes e gestores se posicionam como o pivô que sustenta toda a estratégia de atendimento. 4 – Para clientes fiéis, dê tratamento VIP Se os clientes fiéis podem responder por até 65% de todo o faturamento de sua empresa, eles merecem, no mínimo, um tratamento diferenciado. Para isso, invista em ações de relacionamento como newsletters

exclusivas, cupons de desconto e vantagens de um clube de fidelidade. Para esse clientes, vale antecipar lançamentos e ofertas e investir em conteúdo personalizado. Lembre-se de que eles são o maior capital de sua empresa. 5 – Monitore, sempre Toda ação voltada para a fidelização de clientes (seja uma campanha de e-mail marketing, ou o lançamento de um conteúdo exclusivo) pode — e deve! — ser monitorada. Para isso, conte com um bom CRM (Customer Relationship Management) e uma equipe focada em resultados. O mo-nitoramento permite a otimização constante de sua estratégia e, a partir dos resultados de cada investida, você pode reunir cada vez mais informações relevantes sobre seu público-alvo, suas preferências de abordagem e necessidades. Encare esse processo como um ciclo virtuoso.


CAPA

VITRINE

Foto: Arquivo Pessoal

ORGANIZAÇÃO, MANUTENÇÃO, CAPRICHO SÃO ALGUNS DETALHES QUE DEVEM SER OBSERVADOS NA HORA DA ELABORAÇÃO DA VITRINE.


Uma das mais importantes formas de se comunicar com o consumidor e de concretizar uma venda, sem dúvida, é a vitrine. Esta ferramenta é ponto primordial para o varejo que não deseja perder seu espaço no mercado atual. O varejista deve ter em mente que vitrine é investimento, e não gasto. É através dela que o empreendedor tem a garantia de um resultado significativo nas vendas, dando atenção à responsabilidade de formação e manutenção da marca e imagem de sua loja. Considerando que a comunicação é arma indispensável para se vender, a vitrine corresponde ao marketing mais imediato que um lojista pode lançar mão para conquistar o consumidor. Planejamento e público-alvo Para a maioria dos vitrinistas, na hora de compor uma boa vitrine, o planejamento é fundamental. “O varejista deve inicialmente avaliar o perfil de seu negócio e o da clientela, para posteriormente definir os objetivos de vendas e o público-alvo”; afirmam. E para decidir os detalhes para a sua montagem é necessário observar a localização de sua loja; se em um shopping, ou em uma área central da cidade. Um perfil mais popular de consumidor pode preferir vitrine com maior quantidade de produtos sem poluir, ao contrário, do público médio que valoriza vitrines mais elaboradas, limpas e com programação visual distinta. Organização, manutenção, capricho são alguns detalhes que devem se observar na hora da elaboração da mesma. A vitrine deve ser um questionamento e uma resposta imediata ao consumidor, pois, tudo ocorre em apenas alguns segundos. É importante ter sempre em mente que o cliente e produto são os focos principais.

“Uma boa dica é evitar trabalhar mais de três ou quatro cores diferentes, para não causar poluição visual”

Vitrine bem elaborada Os resultados positivos são garantidos quando uma vitrine é bem elaborada. De acordo com a maioria dos lojistas anapolinos que se atentou às orientações de seu vitrinista, obteve resultados extremamente positivos em sua loja. E afirmam; “muitos consumidores que ainda não tinham entrado na loja, depois da renovação da sua vitrine passaram a se interessar pelos produtos da loja”. De acordo com estudiosos do setor, uma exposição bem elaborada dos produtos pode ser responsável por algo entre 50% a 75% das vendas. Visual Merchandising Muitos lojistas não tem acesso a informações sobre a área e não sabem exatamente o que uma vitrine pode fazer na imagem de uma empresa – é o que afirmam os profissionais especializados do setor. O vitrinismo, também chamado Visual Merchandising – técnica de mercado que se baseia em seduzir o cliente por meio do apelo visual, cria uma aparência que estimula o consumidor a comprar. Hoje, as pessoas buscam nas compras sensações diferentes, e não apenas a satisfação de suas necessidades pessoais. Um dos maiores especialistas em varejo do mundo, o consultor norte-americano Paco Underhill afirma que o grande desafio do varejo moderno é criar experiências de compra estimulantes para o consumidor, capazes de encantá-lo e fidelizá-lo.

O LOJISTA

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“Basicamente, a vitrine funciona como ponto de encontro entre o consumidor e sua vontade de comprar. Uma vitrine ruim pode atrapalhar os negócios tanto quanto, uma outra bem planejada pode alavancar as vendas”; ressalta. No entanto, com um pouco de criatividade, bom senso e atenção a alguns pontos cruciais, é possível obter excelentes resultados. Pontos fundamentais A iluminação, por exemplo, requer uma atenção cuidadosa e criteriosa, para o realce do produto. Segundo consultores, os dois tipos de iluminação mais usados são a luz pontual, que pode ser concentrada em cada produto que se quer destacar, e ou luz difusa - utilizada para compor o plano de fundo ou o ambiente por inteiro. É recomendado que a quantidade de luz na seja maior do que a luz externa.

Outra característica que deve ser observada é a questão da cor, visto que ela também interfere no humor das pessoas, desanimando ou inspirando uma compra ou ativando um estado emocional. Segundo estudiosos, muitas despertam impulsos de compra sem que o cliente sequer se dê conta disso. Desta maneira, cabe ao vitrinista o bom senso na hora de planejar a vitrine. “Uma boa dica é evitar trabalhar mais de três ou quatro cores diferentes, para não causar poluição visual”; sugerem. Afirmam ainda, que o ideal é harmonizar as cores dos produtos com as do ambiente.

“O mais indicado é escolher um ou dois modelos que mais se identificam com aquele estilista, com aquela marca”.

Seleção de produtos da vitrine

Com relação à distribuição dos produtos, eles são melhores percebidos colocados ligeiramente abaixo da linha de visão do consumidor – 1,60m do piso da vitrine. E nas vitrines maiores o ideal é intercalar expositores de diferentes alturas. Mesmo com todas as dicas que, com certeza, farão a diferença para atrair o consumidor, o lojista deve saber que a partir desse ponto, os vendedores tem papel fundamental para a concretização da venda, e é quando entram a simpatia, a técnica, o treinamento e muito profissionalismo.

Para a maioria dos vitrinistas, apenas os produtos mais estratégicos para a empresa devem ir para a vitrine. Para a sua seleção é necessário levar em conta o perfil da loja. Um erro comum assinalado pelos consultores é usar a vitrine para expor toda uma coleção de determinada grife ou estilista.

“A segunda vez que ele olhar para a vitrine jamais causará o mesmo impacto que a primeira”.

A vida útil da vitrine varia muito. Os especialistas afirmam que não há uma regra, entretanto o lojista deve saber que a exposição de um mesmo visual satura rapidamente o cliente. “A segunda vez que ele olhar para a vitrine jamais causará o mesmo impacto que a primeira”. O conselho é que uma vitrine não fique mais de 15 a 30 dias sem alteração, mas nesse intervalo é recomendável ir trocando produtos.

O visual da loja também influencia? O ambiente interno e o layout da loja também precisam ser trabalhados, além da sedução exercida pela vitrine “A vitrine deve ter uma identidade visual condizente com a identificação corporativa do restante da empresa”. Segundo consultores do Sebrae, o varejista precisa ficar atento a vários fatores, que vão desde a disposição física dos itens que compõem a planta da loja, a organização dos equipamentos, móveis, até a facilidade na circulação dos clientes, pintura, paredes e pisos internos. E advertem; “o ideal mesmo é contratar um profissional especialista, mas nem sempre os lojistas têm recursos”. Neste caso, é importante saber que nem sempre grandes investimentos representam boas ideias.

Foto: Arquivo Pessoal

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O LOJISTA


“Vitrines criativas também podem ser feitas com materiais de baixo custo”; concluem.

Expõe produtos iguais, só mudam nas cores e isso carrega e dificulta na escolha do cliente pelo produto. Tudo varia conforme o público na vitrine.

através do olhar do cliente na vitrine. Então a comunicação visual precisa gerar desejo, satisfação e até mesmo sugerir uma combinação de looks.

Datas Comerciais Aproveite as principais datas do varejo como Carnaval, Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados, Dia das Crianças e Natal para criar decorações temáticas para a sua vitrine. Nessas datas, é importante expor as promoções e descontos. A vitrine de uma loja é o grande chamariz para que um cliente entre no comércio e acabe levando os produtos. Ter uma vitrine bem arrumada e atrativa faz total diferença na hora de vender e isso se chama “Vitrinismo”. O vitrinismo é para passar nova visão e atrair o público, tendo que ser feito numa comunicação mais “acertiva”. Hoje tem vitrine que cometem pequenos erros.

Especialistas ainda ressaltam pontos necessários como ter comunicação efetiva, produtos precificados para que o cliente se sinta mais seguro de entrar na loja. É preciso dar movimento a vitrine, expondo manequins de forma ondulada. Não seguir padrão de alinhamento. Existem dois segredos importantes. Primeiro é conhecer comportamento do seu público durante os dias da semana e durante fim de semana. Segundo é conhecer seu estoque e seus produtos de curva A, B e C. Para saber exatamente o que é mais vendido e o que demora mais tempo para ser vendido. Tendo essas duas informações você consegue montar uma vitrine mais correta. O cliente deve olhar e ter vontade entrar na loja e consumir. Pesquisas indicam que de 60 a 80% de vendas são realizadas Foto: Channel


ECONOMIA

BIG DATA OBTENÇÃO DE INSIGHTS QUE

LEVAM AS MELHORES DECISÕES

Foto: ShutterStock

A quantidade de dados que está sendo criada e armazenada em um nível global só vem crescendo dia a dia. Isso significa que há ainda mais potencial para a compreensão de negócios provenientes destas informações – mesmo que apenas uma pequena porcentagem destes dados é realmente analisada. Como as empresas podem utilizar melhor as informações que fluem para dentro de suas organizações todos os dias?

Invista neste banco de dados de forma inteligente. Os dados estão se tornando cada vez mais valiosos nessa nova economia de dados. Eles são essenciais para o sucesso de seus negócios e mudaram o mercado. As soluções de Big Data da Dell permitem que você não só acompanhe o mercado, mas também o conquiste, por meio de experiências aprimoradas do cliente e operações de negócios. Transforme todos os seus dados em oportunidades de forma rápida e eficiente.


Entre outros pontos de extrema importância do BIG DATA é a descoberta de novos clientes, fluxos de receita e maneiras aprimoradas de fazer negócios.

Entre outros pontos de extrema importância do BIG DATA é a descoberta de novos clientes, fluxos de receita e maneiras aprimoradas de fazer negócios.

pode analisar esses dados ao ponto em que eles chegam e tomar decisões sobre quais dados você deve manter, não manter e quais requerem uma análise posterior mais aprofundada.

Se tornar uma organização mais ágil e conectada com as soluções de Big Data de maneira a capacitar as pessoas certas a tomarem as decisões certas com todos os dados.

Dados de redes sociais

Importância A importância do big data não gira em torno da quantidade de dados que o empresário tem, mas em torno do que ele faz com eles. Estes dados podem ser analisados de qualquer fonte para encontrar respostas que permitam a redução de custos, redução de tempo, desenvolvimento de novos produtos e ofertas otimizadas e decisões mais inteligentes. Com a sua aplicação o empresário pode realizar tarefas relacionadas a negócios, que venham determinar a causa raiz de falhas, problemas e defeitos em tempo quase real de forma a prevenir um comportamento fraudulento antes que eles afetem a organização. Potencial A quantidade de dados que está sendo criada e armazenada em um nível global é quase inconcebível. E esta quantidade só continua aumentando. Isso significa que há ainda mais potencial para extrair insights de negócios provenientes destas informações – mesmo que apenas uma pequena porcentagem destes dados é realmente analisada. Transmissão de dados (streaming) Esta categoria inclui dados que chegam aos seus sistemas de TI a partir de uma rede de dispositivos conectados. Você

Os dados sobre interações sociais são um conjunto cada vez mais atraente de informação, particularmente para marketing, vendas e funções de apoio. São muitas vezes capturados de formas não estruturada ou semi-estruturada, por isso representam um desafio único quando se trata de consumo e análise. Big Data – Pequeno Varejista Ao considerar o pequeno varejista que ainda não automatizou o seu negócio, que não utiliza um computador em sua empresa, sem sistemas sofisticados e apenas planilhas simples é possível anotar todos os produtos que entraram no estoque, quanto, a que preço e quando foram colocados na loja e vendidos, contabilizando as saídas destes produtos, através de rápidos registros diários ou mensais, isto é possível. Com estes dados é possível formatar informações que deixam claros o giro por estoque por produto, a margem de cada um, a necessidade de programar novos pedidos para evitar rupturas e assim por diante. Outra ação importante, por exemplo, é manter sob controle o preço praticado pela concorrência, seja esta de uma grande rede varejista, de um pequeno empreendimento vizinho ou do e-commerce. Enfim, são várias as vantagens desta coleta de dados em sua empresa, contribuindo com a rentabilidade de seu negócio, um maior planejamento e, consequentemente, com o crescimento de seu empreendimento.

O LOJISTA

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PESQUISA

UMA OPÇÃO

UMA ALTERNATIVA AO CARTÃO DE CRÉDITO E OUTRAS MODALIDADES FINANCEIRAS DISPONÍVEIS Dos consumidores, hoje, 44,5% possuem esse tipo de cartão. A principal motivação para o terem adquirido é de poderem fazer mais compras, escolhido por 38,1%. É o que aponta o levantamento realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Segundo a pesquisa, 46,9% adquiriram essa modalidade de pagamento após receberem uma oferta do varejista e 38,8% fizeram a solicitação nas lojas. Os dados ainda apontam que, no momento que adquiriu o cartão, três em cada dez (29,9%) usuários não analisaram as tarifas ou juros cobrados. Já 40,0% não sabem dizer o número de parcelas ainda não pagas de compras realizadas com o cartão de loja - entre os que sabem, a média é de três parcelas. O descontrole financeiro de alguns brasileiros com o uso do cartão de loja é confirmado quando se observa

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O LOJISTA

que 25,7% dos que o utilizaram já ficaram com o nome sujo em algum momento pelo não pagamento das faturas, sendo que 6,4% ainda estão negativados.

ou carnê não souberam responder quantas parcelas de compras realizadas no crediário ou carnê possuem. Entre os que sabem, a média de quatro parcelas.

Crediário ou carnê

Em relação à inadimplência no uso do crediário ou carnê, 32,7% dos entrevistados que possuem essas modalidades já ficaram com o nome sujo pelo não pagamento e 5,9% ainda estão negativados.

Outras modalidades analisadas pela pesquisa do SPC Brasil e da CNDL são o crediário e o carnê. Cerca de 29,9% ainda utilizam essas formas de pagamento, sendo que 48% possui em média 1,7 carnês ou crediário atualmente. A contratação do serviço foi feita principalmente por meio da solicitação à loja (58,5%) e as principais motivações para ter esse tipo de serviço é poder comprar mais (42,3%) e realizar um sonho de consumo (20,2%). Assim como com o cartão de loja, parte significante dos entrevistados (20,8%) não analisou as tarifas e/ou juros cobrados, principalmente por causa de falta de interesse. Quase quatro em cada dez consumidores que têm crediário

Produtos mais comprados O levantamento mostrou que o cartão de loja, o crediário e o carnê são utilizados, principalmente, para compras de roupas (75,0%), calçados (64,0%) e eletrodomésticos (34,3%). Sendo que 17,6% fazem compras parceladas através destes meios ao menos uma vez por mês. Questionados sobre as principais vantagens das três modalidades, a maior parte dos consumidores cita a possibilidade de parcelar suas

Foto: Shutterstock

CARTÃO DE LOJA AINDA É


compras (28,5%) e a segurança de não precisar andar com dinheiro ou cheque (15,3%). A pesquisa revelou ainda que, para 66,8% dos entrevistados, essas modalidades de crédito são instrumentos positivos. Principalmente, por possibilitar a aquisição de produtos de uma forma mais fácil (31,0%). Juros mais baixos O cartão de loja ainda tem a vantagem de ter normalmente juros mais baixos do que os praticados pelos cartões de crédito em caso de inadimplência, o que atrai os consumidores mais prudentes. Há uma cautela no consumidor de tentar evitar modalidades com juros muito elevados. Os juros (no cartão

de loja) são mais baixos, é o mesmo que atrasar e pagar multa de um pagamento de escola ou curso de inglês. Até o crédito consignado é mais caro. Embora o uso do cartão de loja tenha aumentado no último ano, a fatia de inadimplentes nessa modalidade de crédito recuou. Segundo dados da SPC, o cartão de loja era a origem de 6% da inadimplência em junho deste ano, ante uma fatia de 9% do total de inadimplentes em junho de 2015. A principal razão para a tomada de crédito pelo consumidor ainda é a falta de dinheiro para pagamento à vista O consumidor ainda não presta tanta atenção nos juros quanto poderia prestar.


NOTAS RÁPIDAS

CONEXÃO 020

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL EM ANÁPOLIS Você que é pai, jovem, educador, pastor, ou líder, vem aí a Conferência Internacional Conexão 020. Palestras e Workshops com temas atuais, que trarão soluções para os novos desafios enfrentados pela igreja, pelos jovens e pela família. Presença confirmada de líderes e diversas áreas de atuação vindos de diferentes locais do mundo, voltados para a conscientização e o treinamento de famílias, igrejas e

educadores cristãos. Dentre estes, podemos destacar Widodo Krisman, da Disney Interactive, que trabalha nessa empresa criando mídia interativa. Widodo vai compartilhar estratégias que pais e líderes de crianças e adolescentes podem usar para conectar-se com essa geração, como alcançá-los e construir relacionamentos usando mídia social, tecnologia e entendendo o mundo digital.

A conferência que acontecerá nos dias 28 e 29 de Outubro, na UniEvangélica, fornecerá um currículo de 10 semanas para que todos os participantes coloquem em prática todo o conhecimento aprendido, balanceando trabalho, ministério e família. Para mais informações e inscrições on-line, acesse o site: www.conexao020.org/conferencia 2016.


EMPREENDEDORISMO

PARCERIAS VOCÊ SABE

COMO FAZER?

As dificuldades não tardam a aparecer quando trabalhamos diretamente com outras pessoas. Problemas estes que são dos mais variados tipos e naturezas. Devido a eles, ocasionalmente pensamos que trabalhar sozinho poderia ser mais proveitoso e menos estressante. É aqui que faz bem lembrar da citação famosa do escritor inglês John Donne – “Nenhum homem é uma ilha”. Por mais importantes que sejam os momentos de foco individual no qual trabalhamos sobre algo que exige grande concentração, é preciso lembrar que não temos todas as respostas e que há problemas que não conseguimos resolver porque, sozinhos, limitamos as soluções possíveis. Criando redes de parcerias é possível expandir nossas possibilidades, tão necessárias nesse período de crise econômica. Quando somos empreendedores, a ideia de trabalhar em parceria com outros nos causa certa desconfiança. É uma reação quase natural, já que abrimos nosso negócio com todo o esforço e muitas noites de pouco sono e, evidentemente, não queremos correr riscos desnecessários. No entanto, tão natural quanto esta resistência é a capacidade do homem fazer um juízo a respeito de uma situação real, se ela é de fato útil e positiva ou se ela levará a lugar nenhum.


Foto: Shutterstock


As bases para uma boa parceria Antes de tudo, toda parceria serve para resolver ao mesmo tempo dois problemas: um problema seu e outro do seu parceiro. Se não houver interesse de ambos a parceria simplesmente não vai pra frente e se torna exploração. Em segundo lugar, é preciso criar bases para a confiança. Se você conhece o seu parceiro, fica mais fácil. Se não conhece, é preciso criar mecanismos para que a transparência seja tal que vocês se sintam tranquilos com a ação do outro. Isso significa três atividades: Foto: Acom

Pesquisar o passado do seu parceiro, suas credenciais e referências; Ter o mais claro possível os termos da parceria e as ações envolvidas – por escrito melhor; Conseguir verificar se as ações envolvidas estão sendo realizadas da forma correta e esperada. Com estes aspectos mais claros é possível praticar a confiança, com base em uma avaliação concreta na transparência e nas ações realizadas. Assim fica mais fácil superar as dificuldades de confiança e será possível criar boas parcerias com as pessoas ao seu redor. Dicas para fechar as melhores parcerias O sucesso de um negócio geralmente exige parceria com outras pessoas e empresas para fazer as coisas acontecerem. Algumas parcerias são formais, como a cadeia de fornecimento de terceiros, enquanto outros são menos formais, como quando os vendedores de empresas diferentes fazem uma parceria para fecharem juntos um serviço. Portanto é do interesse de todo empreendedor saber

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como fazer que suas parcerias tanto formais, quanto informais sejam saudáveis e feliz, o que provavelmente vai resultar no sucesso mútuo. Pensando nisso, aqui segue um processo de alguns passos para conseguir isso, de acordo com Ed Rigsbee, autor de The Art of Partnering. Prepare-se para abrir mão de algum controle É uma tendência natural que os empreendedores procurem controlar o seu destino. No entanto, a parceria sempre envolve sempre o risco de ficar vulnerável às falhas de seu parceiro. No mínimo, uma parceria requer que você compartilhe conhecimento – com o seu próprio limite pessoal e os pontos fracos de sua empresa – que pode fazer com que você se sinta menos confortável por revelar. Compreenda fraquezas

suas

forças

e

Antes que você possa considerar uma parceria, você deve primeiro entender o que você e a sua empresa trazem para o relacionamento e para a parceria e com isso, aonde


exatamente você precisará de ajuda de algum parceiro e se realmente precisará. A maneira mais fácil de fazer isso é criar uma análise de SWOT (forças, fraquezas oportunidades e ameaças). Se você for verdadeiramente honesto, você será capaz de identificar as áreas onde você pode ser capaz de ajudar um parceiro, bem como as áreas onde você pode precisar de ajuda. Selecione o parceiro certo Procure indivíduos ou empresas que têm pontos fortes, onde você tem fraquezas e vice-versa. Por exemplo, se você tem bons produtos mas possui pouca de vendas, você pode olhar para uma empresa que tem produtos medíocres, mas uma história de sucesso em vendas. Também é importante avaliar a vontade da outra parte e a sua dis-

posição psicológica para uma parceria. Só porque uma outra empresa tem capacidade que você precisa, isso não é garantia de que eles estão prontos para ajudar você.

possível uma parceria. A regra de ouro aqui é ser o tipo de parceiro que você gostaria de ter como parceiro.

Construir um consenso sobre a parceria

Parcerias de sucesso – especialmente as formalizadas por contratos – requerem confiança entre os parceiros. A melhor maneira de aumentar o nível de confiança em uma parceria é sempre oferecer um pouco mais do que você prometeu entregar.

Uma vez que a ideia sobre a parceria foi lançada, bote para fora um acordo de trabalho de quem vai fazer o que e quando. Construa um plano de ação para lidar com qualquer oportunidade que você está pretendendo prosseguir. Se é uma parceria formal e você vai precisar de um contrato, é claro. No entanto, se a parceria é informal, você ainda deve criar um esboço escrito descrevendo detalhadamente as ações da atividade, as expectativas e responsabilidade de cada parceiro. A ética entre os parceiros é o que faz

Vá além de seus compromissos

Para usar uma analogia fora do mundo dos negócios, os melhores casamentos são caracterizados não apenas por ambas as partes cumprindo seus compromissos mínimos, mas ativamente fazendo extras em uma base diária para fazer a outra pessoa feliz. Se a parceria se desenvolver em problemas, não ceda à raiva ou frustração.


PROFISSIONALISMO

DIREITOS E DEVERES DE UM ESTAGIÁRIO POUCAS PESSOAS SABEM, MAS UM ESTAGIÁRIO, ASSIM COMO UM PROFISSIONAL JÁ FORMADO, TAMBÉM TEM SEUS DIREITOS E DEVERES DENTRO DE UMA EMPRESA.

Foto: Wix

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O LOJISTA

A lei 11.788/2008 regula o Estágio no Brasil e visa proteger o estagiário e seu aprendizado. O estágio tem, por finalidade, dar aos estudantes a formação profissional na área em que almeja se formar. Sendo assim, a lei tem como principais pontos: •

Carga horária de 6 horas por dia. 30 horas semanais;

A cada período de 12 meses trabalhado, tem direito a recesso remunerado. Terá direito a proporcionalidade se trabalhar menos de 1 ano na mesma empresa;

Não tem direito ao pagamento de 1/3 constitucional sobre o recesso e nem ao 13º salário;

Quando houver rescisão de contrato, independentemente das partes de que deram causa, o recesso deverá ser pago integral ou proporcional;

Contrato de estágio terá duração máxima de 2 anos com a mesma empresa;

O valor da bolsa auxílio é definida pelas partes, não havendo limitação de valor na lei;

Auxílio transporte e seguro de vida são obrigatórios, e não há previsão de desconto;

Faltas e ausências não justificadas poderão ser descontadas do valor da bolsa auxílio;

A empresa contratante deverá ter um supervisor para o estágio. Este profissional deverá ser responsável por, no máximo, 10 estagiários;

Termo de compromisso de estágio e seguro de acidente pessoais são obrigatórios;


Foto: Escola Aberta

A bolsa auxílio não tem incidência de encargos, como INSS e FGTS Entretanto, se a bolsa auxílio atingir o teto para tributação de Imposto de Renda na fonte, o imposto será descontado do estagiário e repassado para Receita Federal do Brasil.

Na questão de benefícios, a empresa não é obrigada a conceder os mes-

mos que concede aos funcionários. Mas, por deliberalidade, ela poderá oferecer, como assistência médica e refeição, por exemplo, e não há previsão legal de descontos nestes benefícios. Vale frisar que o estágio não tem vínculo empregatício, ou seja, o estagiário não é regido pela CLT. Entretanto, se o estágio não tiver termo

de compromisso assinado pela instituição de ensino, pela empresa contratante e pelo próprio estudante, o estágio perde o efeito. O contrato poderá ser reconhecido como contrato de trabalho regido pela CLT por prazo indeterminado. Se você cursa alguma graduação e está a procura por um estágio na área, veja algumas dicas:


O período de estágio é um momento muito importante nas carreiras. Infelizmente quando você está na faculdade ninguém ensina como ser um bom estagiário, e isso é muito ruim, porque, a partir do momento que você for contratado, o empregador vai exigir que você tenha atitudes de um profissional. Pensando nisso, a especialista em recursos humanos da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, Jessica Levco, selecionou algumas dicas para ajudar quem está entrando no mercado de trabalho a se tornar grandes profissionais. Segundo ela, essas dicas podem transformar o aluno em um excelente estagiário. Ajude os outros Independentemente da sua função, o estagiário que está disposto a ajudar qualquer um a fazer qualquer coisa,

mesmo que algo simples. Isso é bem visto não só pelo chefe, como também pelos colegas de trabalho. Não reclame do horário Mesmo que já esteja determinado em seu contrato de estágio o seu horário de trabalho, não fique nervoso quando o seu chefe pedir que você fique um pouco a mais no trabalho. Você não deve encarar isso como um abuso e sim como um tempo extra para aprender. Procure alguém para se espelhar Se não tiver certeza de como deve agir no seu primeiro trabalho, a solução pode ser encontrar alguém que seja muito elogiado para ser uma espécie de “modelo” no trabalho. Observe quem é a pessoa referência no local e aprenda com ela.

Absorva o Máximo Tomar a iniciativa de aprender o máximo que puder sobre a empresa que você está trabalhando é uma ótima opção para os estagiários que pretendem fazer do seu estágio um período de aprendizado. Aprenda novas habilidades nas redes sociais Se você está ligado nas redes sociais já deve saber o como elas são importantes para a divulgação de uma empresa. Para isso, você precisa estar disposto a se adaptar às novas mídias. Mantenha-se focado no trabalho Sabemos que o ambiente de trabalho é um mundo completamente novo e diferente, porém você deve


Foto: Leroy Merlin

Ao ser preparado, você vai se sentir mais confiante para o estágio. Comece o seu primeiro dia com uma compreensão geral da empresa. Isso vai fazer você parecer mais confiante.

ter em mente que será avaliado pelo seu trabalho e não pela decoração do seu local de trabalho. Não basta ser um estagiário... Seja o estagiário Especialmente se o seu escritório tem um monte de estagiários, procure não se acomodar e faça por merecer, só assim você será notado.

Desafie-se Tente desafiar a si mesmo, fazendo algo que você nunca fez. Observe seus colegas de trabalho e chefes para aprender a desenvolver mais habilidades. Essas habilidades vão enriquecer sua carreira profissional, tornando-o mais atraente para futuros empregadores.

Use roupas apropriadas

Tenha controle sobre seu desempenho

Você ficaria surpreso com quantas pessoas ignoram esse conselho clichê. Para trabalhar procure roupas menos extravagantes e mais clássicas, nada supera o bom e velho social.

Para o benefício de futuros pedidos de emprego, comece a se manter informado de fatos e números específicos sobre o seu desempenho. Isso vai impressionar futuros empregadores.

Converse com outras pessoas e seja Educado

Peça feedback

Não se isole em seu cubo durante todo o dia, o trabalho fica mais divertido quando conversamos com os colegas que sentam ao seu lado. No ambiente corporativo é muito importante que você mantenha um bom relacionamento com todos.

O feedback é muito importante, pois mostra o que o empregador está achando do seu trabalho. “Esse feedback também vai ajudar a descobrir seus pontos fortes e o que você precisa melhorar. Identificado o seu problema, não perca tempo em mudar seu comportamento.


EMPREGO

ENTREVISTA DE EMPREGO Foto: Minha Atitude

Existem muitas perguntas feitas nas entrevistas de emprego que parecem um tanto quanto clichês. Não importa qual ramo você trabalha, a vaga disponível ou até o perfil da empresa, o selecionador, de uma forma ou de outra, vai recorrer a alguns pontos chave para conhecer você de uma maneira melhor e avaliar se os seus valores estão alinhados com os da organização. Apesar das perguntas serem muito parecidas nos processos seletivos, ainda não existe uma resposta formada para elas. Portanto, seja o mais honesto possível, assim terá mais chances de encontrar no mercado de trabalho uma vaga que pareça com você e que encaixe com o seu perfil.

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Claro que algumas recomendações são de extrema importância e podem ajudá-lo na hora que estiver frente a frente com o selecionador, e é sempre nessa hora que o nervosismo e a ansiedade aparecerem. Abaixo, estão algumas perguntas mais frequentes em uma entrevista de emprego: 1. Fale sobre você Não existe uma regra que determine o que você deve falar. Varia muito de entrevistador para entrevistador, cada um tem uma expectativa. No geral, o entrevistador procura saber primeiramente a formação acadêmica do candidato, qual o seu hobby, suas expectativas em relação ao trabalho, seus sonhos etc. A dica é

direcione o discurso para o âmbito profissional. 2. Quais são seus objetivos em curto prazo? O candidato tem que procurar pensar qual é o seu objetivo antes de ir para a entrevista. Dessa forma, ele irá saber se a oportunidade de emprego é ou não interessante para ele. É fundamental que o candidato “entreviste” também a empresa e observe se a proposta é importante para sua carreira. Com tudo isso em mente, basta apenas ser honesto. 3. Quais são seus objetivos em longo prazo? É preciso sempre ter muita clareza, em uma relação que envolve duas


pessoas, é essencial que você deixe claro quais são os seus objetivos na vida profissional. O erro da grande parte dos candidatos é aceitar uma proposta sem saber o que é importante na sua carreira profissional. 4. Como você lida com as pressões do trabalho? O candidato deve procurar dar exemplos que foram vivenciados por ele. Isso dará certa consistência à resposta e também segurança para o entrevistador, ele enxergará que o profissional tem potencial para ocupar determina posição.

a empresa, mas isso não são respostas satisfatórias. O candidato deve mostrar como ele pode colaborar com o desenvolvimento da organização. 6. Como você poderá contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa? Antes de ser questionado pelo entrevistador, o candidato deve fazer essa pergunta a si mesmo. Quais são as expectativas da empresa com relação ao profissional que irá ocupar a vaga que está disponível?

5. Por que devemos contratá-lo? Muitos candidatos dizem que tem interesse em crescer profissionalmente, aprender e de contribuir com

Caso isso não esteja claro, o candidato deverá questionar o selecionador antes que a pergunta seja feita por ele.

7. Quais foram suas maiores realizações profissionais? Mencione exemplos. Procure falar sobre as realizações que foram relevantes em sua vida profissional e que estejam envolvidas com as expectativas ou aos negócios da empresa. 8. Quais são seus pontos fortes? O candidato deverá listar suas principais característica e optar pelo o que considera ser um talento. Perguntese: o que os seus colegas de trabalho diriam de você? Pense em sua rotina profissional e escolha as qualidades que mais o definam no trabalho. Ajudou? Não se esqueça que é importante ser sincero e autêntico ou você corre o risco de não ser aceito.


PERSPECTIVA

ECONOMIA X MERCADO GESTÃO FINANCEIRA

Foto: EAD Plus

É impossível falar de Gestão Financeira sem falar de Economia e Mercado. Seja qual for o mercado, então veja os principais conceitos e pontos necessários para nos auxiliar na compreensão da Gestão Financeira.

de bens. Não havendo o problema da escassez, não faz sentido se falar em desperdício ou em uso irracional dos recursos e na realidade só existiriam os “bens livres”. Bastaria fazer um pedido e, pronto, um carro apareceria de graça.

Em Economia tudo se resume a uma restrição quase que física, a lei da escassez, isto é, produzir o máximo de bens e serviços a partir dos recursos escassos disponíveis a cada sociedade.

Na realidade, ocorre que a escassez dos recursos disponíveis acaba por gerar a escassez dos bens - chamados “bens econômicos”. Por exemplo: as jazidas de minério de ferro são abundantes, porém, o minério pré usinável, as chapas de aço e finalmente o automóvel são bens econômicos escassos. Logo, o conceito de escassez econômica deve ser entendido como a situação gerada pela razão de se produzir bens com recursos limitados, a fim de satisfazer as ilimitadas necessidades humanas.

Se uma quantidade infinita de cada bem pudesse ser produzida, se os desejos humanos pudessem ser completamente satisfeitos, não importaria que uma quantidade excessiva de certo bem fosse de fato produzida. Nem importaria que os recursos disponíveis: trabalho, terra e capital (este deve ser entendido como máquinas, edifícios, matérias-primas etc.) fossem combinados irracionalmente para produção

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Todavia, somente existirá escassez se houver uma procura para a aquisição do bem. Por exemplo: se alguém quiser


adquirir uma roupa de astronauta. É um bem raro, mas não é escasso porque a procura para a aquisição é bastante limitada, ou seja, a oferta deve ser maior que a procura ou como muitos preferem chamar, de demanda. Apenas do grande potencial, muitas empresas criativas morrem no meio do caminho por não darem a devida atenção à gestão financeira e questões administrativas. Se você deseja iniciar uma empresa nesse setor, fique atento às dicas que separamos para que você se dê bem no seu novo empreendimento! É claro que a função de todo empreendimento é dar lucro, mas o mercado criativo é movido pela vontade e paixão dos envolvidos no projeto – e é exatamente

esta paixão a essência da criatividade! Entrar neste mercado focando apenas no dinheiro o fará aceitar propostas comerciais que pouco têm a ver com o seu espírito criativo. Pensar e planejar são mecanismos que irão aproximá-lo do sucesso. Mas, lembre-se: não basta planejar. É preciso fazer acontecer! Afinal, nenhum projeto será bem sucedido se ficar apenas dentro das cabeças e anotações da sua equipe. Empresas de pequeno porte têm acesso ao Simples, um sistema simplificado de pagamento de impostos. No entanto, tais facilidades não isentam o empreendedor de ter uma empresa em situação regular.


JURÍDICO

DIREITOS DO CONSUMIDOR O TROCO É OBRIGATÓRIO

Foto: CMC

O consumidor já está acostumado. Seja nas pequenas lojas de rua ou nas grandes redes varejistas, não importa se o produto é caro ou barato, é comum seu preço terminar com “99 centavos”. R$ 1,99, R$ 9,99, R$ 53,99... No entanto, apesar de estar anunciado o preço quebrado, a cobrança costuma ser arredondada para cima, provavelmente em 99% dos casos. E o problema se estende a trocos de valor superior que, muitas

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vezes, se transformam em balas. Uma prática comercial tolerada, que durante muitos anos vem prejudicando milhares de consumidores, é a do troco ‘sumido’ por falta de moedas de R$ 0,01 (um centavo). Isto pode ser um problema para o comér-cio, mas não deve ser um problema para o consumidor, visto que a res-ponsabilidade pela disponibilização do troco é do fornecedor. No caso da falta de troco – especificamente moedas


preço para o menor valor. Ademais, não é lícito ao fornecedor empurrar as famosas “balinhas” como troco, pois, estará incidindo em prática abusiva, capitulada no art. 39, inciso I, do CDC.

Foto: Arquivo Pessoal

Louise Ramiro da Costa Advogada

O lojista deve estar atento aos detalhes que envolvem as relações de consumo. O ideal seria dispor de uma pequena parcela do seu tempo para analisar situações que, isoladamente, lhe parecem inocente, mas que em proporção coletiva violam o ordenamento jurídico em vigor. Diante da análise proposta neste breve artigo, verifica-se que o con-

Na falta de troco, o preço deve sempre ser arredondado para baixo. Balas e caixas de fósforo não são dinheiro.

de R$ 0,01 (um centavo), por exemplo – a recomendação da Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor é de que o preço seja arredondado, sempre para baixo. A negativa desta recomendação por falta do troco pode configurar prática abusiva do fornecedor. Mesmo que pareça um assunto de pequena relevância, o lojista deve estar atento para não sofrer as sanções impostas no ordenamento jurídico, pois não se trata de uma questão de ínfimo valor ou irrelevante: trata-se do direito do consumidor. O Código de Proteção e Defesa do Consumidor embora não possua nenhum artigo expresso, que discipline o “troco”, tem sua sistemática orientada no sentido de que, o consumidor não pode ser prejudicado nas relações de consumo, permitindo então, que exija o arredondamento do

sumidor, embora não sinta significativamente o impacto da falta dos centavos em seu bolso, a Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor orienta que: “O consumidor deve pagar o preço estabelecido e, se o fornecedor não tiver troco adequado, o valor deve ser arredondado para baixo. Em hipótese alguma o consumidor deve aceitar pagar mais por alguma coisa, apenas porque o fornecedor não dispõe de troco”. O preço é de escolha exclusiva do vendedor, tendo o estabelecimento obrigação de fornecer o troco exato. A não observância desta orientação poderá sujeitar as empresas às medidas sancionadoras dispostas na Lei nº. 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor).

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NEGÓCIOS

UTILIZAÇÃO DE CHEQUES CARTÕES DE CRÉDITO NÃO EXTINGUE UTILIZAÇÃO DE CHEQUES Foto: iStock

O cheque foi por muito tempo um dos líderes em negociações no comércio. De acordo com dados do Banco Central e, nos últimos anos foi registrada uma queda de 63%, já as operações com o cartão de crédito e cartão de débito têm apresentado aumento significativo. em 2013 foram mais de 4,49 bilhões de transações com cartão de crédito e 4,13 bilhões no cartão de débito. O cenário atual aponta que os cartões oferecem maior comodidade e agilidade, o que fez os cheques perder espaço para os meios eletrônicos de pagamento, entretanto, sendo uma das modalidades de pagamento mais tradicionais e um dos líderes em negociações no comércio, a sua utilização ainda é comum no país. De acordo com a maioria dos economistas, apesar do forte declínio nas transações com cheques, o Banco Central aponta vida longa para os cheques. Embora os cartões de crédito e débito sejam aceitos na maioria dos estabelecimentos, os

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cheques acabam sendo a solução para compras de maior valor agregado que ultrapasse o limite dos cartões. A economista do SPC Brasil, Luiza Rodrigues ressalta que, apesar de ser menos utilizado nos dias de hoje, o cheque não irá desaparecer como parte da cultura do brasileiro. “É comum a sua utilização como “moeda paralela”, situação na qual o comerciante repassa o cheque que recebeu de um cliente para pagar um fornecedor”; justifica. De acordo com ela, é comum pequenos lojistas oferecerem a opção de pagamentos em cheque, já que no interior do Brasil, ainda há locais que não aceitam pagamentos eletrônicos e o cheque é utilizado mais usualmente. Prevenção De acordo com consultores do setor, os lojistas há vantagens para o lojista o recebimento em cheque, entretanto devem tomar uma série de

cuidados e precauções para evitar a alta da inadimplência, além da ação de estelionatários com fraudes. A maneira mais prática do lojista se prevenir é tendo todas as informações relevantes e o histórico de utilização de cheques de quem o está emitindo. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Anápolis) disponibiliza ferramentas que podem ajudar os empresários neste desafio de vender com maior segurança. O Cadastro Positivo (cadastro de bons pagadores), por exemplo, é uma dessas ferramentas que através do SPC Anápolis disponibiliza aos seus associados um serviço de informação do cliente. Outra ferramenta é o SPC Cheque Analítica que informa sobre as ocorrências de cheques roubados, sem fundos, sustados, cancelados ou extraviados. Com estas ferramentas que auxiliam na redução do índice de inadim-


Optar pela venda no Cartão de Crédito é mesmo a melhor opção para o empreendedor?

plência e aumentam o leque de informações cadastrais disponíveis de quem emite, o associado terá mais segurança, não sendo necessário eliminar uma das mais tradicionais formas de pagamento que, com certeza, garante um número maior de vendas.

Embora o uso de cartões de crédito e débito para pagamentos está cada vez mais comum entre a população brasileira, entretanto, antes de adotar o sistema de pagamento por meios eletrônicos, é preciso ter certeza de que o seu negócio irá se beneficiar dessa decisão; é o que afirma o professor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, Marcelo Nakagawa com mais de 17 anos de experiência no assunto. Segundo ele, as taxas do aluguel das máquinas, a comissão sobre o valor de uma venda e a demora para receber o dinheiro do pagamento realizado por cartões de créditos, por exemplo, podem não ser vantagens para o pequeno empresário.

Por que assegurar que o cheque não sairá do mercado? Nem todas as pessoas possuem o dinheiro para a compra a vista e nem o limite suficiente para realizar uma compra no cartão de crédito, além dos juros cobrados no cartão de crédito quando a compra é parcelada, comprometendo o limite de crédito disponível deste consumidor. Esta é uma das razões da permanência do cheque no mercado. AF_CRA 0004-16 Anúncio Coleta revista CDL – Sabin-19,5x13cm.pdf

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Foto: Fortune

CIDADE

BLACK FRIDAY ANÁPOLIS 25 DE NOVEMBRO...

A Black Friday é uma campanha de vendas que traz descontos reais em produtos de todas as categorias, como smartphones, notebooks, eletrodomésticos, TVs, roupas, calçados, livros e muito mais. A grande vantagem da Black Friday é aproveitar os altos descontos e fazer antecipadamente as compras de Natal. Além da economia, você não passa pelo stress e cansaço de comprar tudo na última hora. Nada como aquela tranquilidade no fim do ano, né? História Assim como nos EUA, o Black Friday Anápolis acontece sempre na última sexta-feira de novembro. Nesse ano, o evento cai no dia 25. Para os varejistas, é o momento de esvaziar os estoques para receber os produtos para as vendas de Natal. Já para os consumidores, é uma ótima oportunidade para comprar barato.

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O LOJISTA

Como um agregador de ofertas estabelecido no comércio local, a CDL Anápolis organizará este ano a terceira edição desta campanha. É uma grande oportunidade para o lojista vender seu estoque que há muito tempo está guardado. A força que esta ação tem ganhado no cidade é surpreendente. Se sua empresa já participou de outras edições da Black Friday, você provavelmente tem dados bem relevantes que podem ser explorados, visando uma otimização de resultados no ano atual. Dados como número de vendas e receita obtida são parâmetros importantes para você traçar metas realistas para esse ano. Enfim, o segredo é utilizar esse histórico para tentar prever ações futuras. Antecipe os anúncios alguns dias antes para você ter menos concorrência durante o período.

Saiba mais Black Friday, ou Sexta-Feira Negra em português, é um termo criado pelo varejo (retalho em português de Portugal) nos Estados Unidos para nomear a ação de vendas anual que acontece na sexta-feira após o feriado de Ação de Graças, que é comemorado na 4ª quintafeira do mês de novembro nos Estados Unidos.


NOTAS RÁPIDAS

Foto: Pedro Prestes

CAMPANHA

OUTUBRO ROSA 2016

O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e compartilhar informações sobre o câncer de mama. A CDL Anápolis através da CDL Mulher aderiu à esta campanha e durante todo mês de outubro promoverá ações de conscientização

pela cidade. Esse é o segundo ano que a CDL Anápolis participa desse movimento. A expectativa é que nos próximos anos toda a comunidade anapolina se mobilize em favor desse movimento de conscientização e pro-pague a campanha do Outubro Rosa. Mulheres com mais de 40 anos devem fazer o exame clínico uma vez por ano com um profissional de saúdel; e mulheres de 50 a 69 anos

também devem fazer uma mamografia a cada dois anos. A detecção precoce aumenta a chance de cura do câncer. Convidamos aos associados e demais empresarios da cidade a estimular os seus funcionários a usarem a fita rosa, símbolo do combate ao câncer de mama. Também, estimulamos os empreendimentos colorirem as vitrines com a cor rosa, luzes rosa, etc.


ESTRATÉGIA

PARAOLIMPÍADAS COACHING E VOCÊ!

Foto: EBC

Estudos comprovam que os empreendedores, donos de negócio e altos executivos são pessoas imbuídas de grande desejo de vencer, são perspicazes, determinados e ousados, que não se contentaram apenas com o que a vida oferece, mas buscaram o que queriam da vida. Essa é a mesma realidade vivenciada pelos atletas Paraolímpicos. No momento em que foi elaborado este artigo, os Jogos Paraolímpicos Rio 2016 entravam no segundo dia de competições e a paulista Verônica Hipólito, 19 anos, velocista, conquistava no dia 9 de setembro a medalha de prata nos 100 metros rasos no atletismo. Ela é recordista mundial dos 200 metros rasos nesta mesma categoria. Aos 12 anos, Verônica foi diagnosticada com um tumor cerebral, na época praticava judô, depois de operada optou pelo atletismo. Com 14 anos sofre um AVC que afetou os movimentos do lado direito do corpo, ainda assim ela não desistiu. Iniciando uma carreira

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O LOJISTA

vitoriosa no atletismo. No facebook ela declara: “Só eu digo o que é impossível para mim”. Será que todos possuem essa determinação para superar limites, ou dificuldades? A determinação é essencial para ser bem-sucedido na vida. Um coach é um profissional que tem habilidade, conhecimento e técnicas para imprimir o espírito de determinação em líderes e equipes. Definindo objetivos, criando metas mensuráveis, atingíveis, viáveis, atraentes e recompensadoras, com tempo estabelecido para realização, para que se alcance o que se idealizou. O coaching é uma ferramenta que trabalha princípios para que uma pessoa se torne resiliente, vença as crenças limitantes que as impedem de prosseguir, ou concluir um projeto, um sonho. É uma metodologia que abre a nossa mente para infinitas possibilidades para o novo.

Que crenças têm limitado você? Atletas e altos executivos têm experimentado o opoio de um coach, um profissional isento de interesse, com quem se pode testar idéias, desenvolver todo seu potencial, direcionando-o para o sucesso no atingimento de suas metas. Sobre Verônica Hipólito A paulista Verônica Hipólito foi um dos grandes destaques do atletismo nas Paraolimpíadas. Com uma medalha de prata nos 100m rasos e uma de bronze nos 400m rasos feminino da classe T38, a paratleta precisou superar diversas adversidades físicas para competir. Uma dessas barreiras, um tumor no cérebro, como ela mesma revelou. Sempre carismática, ela procurou esquecer o problema para disputar os 400m. “Em certo momento, eu até esqueci que tinha. É um tumor na parte da hipófise, não é nada demais. Já retirei uma vez, dá para tratar


com remédio. Acho que não vou passar por cirurgia”, contou a velocista de apenas 20 anos.

Foto: Pedro Prestes

André Andrade

Coach

Verônica também aproveitou a oportunidade e mandou um recado. “Não sei se vocês vão escrever isso. Para todo mundo que está ouvindo ou lendo. Quem disser para vocês que é impossível, não é. Falar o que você pode ou não pode, todo mundo fala. Mas é você quem decide sua vida. Falaram que eu não iria mais correr depois de algumas cirurgias, e eu estou aqui. E quero melhorar as minhas marcas. Se tiver que operar de novo, vou o-perar, e vou voltar a correr... É um bronze que vale ouro pra mim e foi graças a eles. Eu tinha que dar o meu melhor para buscar essa medalha e consegui. Não só por mim, mas por todos que me ajudaram”, encerrou Verônica, a “Magrela”. Fonte: Torcedores


Revista O LOJISTA  
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