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O VE R BO “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” (João 1.1) JANEIRO / 2013

ANO 2

EDIÇÃO Nº 15

COMUNIDADE CRISTÃ MINISTÉRIO ALFENAS

www.ccma.net.br

IGREJA VOCÊ É SEMPRE NOSSO CONVIDADO ESPECIAL

Acontecerá na CCMA em janeiro e fevereiro !! Vários eventos e reuniões para seu crescimento espiritual – Programe-se ... Página 2

overbo.ccma @ yahoo.com.br

VIDA CRISTÃ COLUNA DO CRISTÃO / REFLEXÃO

Características da vida no deserto ... É possível viver vagando pelo deserto e não estar ciente disto? Página 3

NOTÍCIAS ACONTECEU ...

CULTO DA VIRADA

Fotos durante o abençoado Culto da Virada e confraternização. Página 4

Este é o tempo ... “Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de Davi, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade;” Amós 9:11

2013 - Esse é o tempo que Deus nos plantou para levantar, reparar e restaurar. Deus na sua eterna sabedoria e graça nos plantou para essa geração com o propósito de, não apenas fazer a diferença, mas ser a diferença. Você e eu fomos plantados por Deus nesse tempo, nós somos a semente, a resposta de Deus para essa geração, que precisa de frutos de AVIVAMENTO; não espere o AVIVAMENTO você é o AVIVAMENTO; você é a resposta de orações para essa geração. “Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que o que lavra alcançará ao que sega, e o que pisa as uvas ao que lança a semente; e os montes destilarão mosto, e todos os outeiros se derreterão.” Amós 9:13

2013 é o tempo de plantar, regar, colher e desfrutar. Plantar dá trabalho, tem que preparar a terra, arrancar pedras, tocos e mato. Regar também dá trabalho, não é apenas plantar e deixar a natureza fazer o resto, é preciso cuidados especiais com a semente plantada, criar um ambiente em que ela possa crescer e gerar muitos frutos de qualidade. Colher é muito prazeroso e também requer esforço, dedicação, atenção para não colher antes do tempo e ser diligente para não passar do tempo da colheita. Desfrutar é dom de Deus; Deus trabalhou duro por sete dias e desfrutou do seu trabalho no sétimo dia; muitos não têm desfrutado do seu trabalho árduo. Plante, regue, colha, mas também desfrute de todo seu investimento, aprecie. Neste ano de 2013 nosso planejamento anual será: Janeiro a Março: É TEMPO DE PLANTAR ... Abril a Junho: É TEMPO DE REGAR ... Julho a Setembro: É TEMPO DE COLHER ... Outubro a Dezembro: É TEMPO DE DESFRUTAR ... “Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto.” 1 Timóteo 4;15 PR. JAEDER


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Janeiro 2013

O VERBO

Agenda

Janeiro:

C C M A

Fevereiro:

12 – Limpeza do Terreno onde será construído o Templo 13 – Plantio no Terreno onde será construído o Templo 19 – Sessão de Cinema & pipoca – 19h30 21 – Início “Campanha de Daniel - 21 dias de Jejum e Oração”

02 – Batismo 09 a 12 – Acampamento de Carnaval 10 – Ceia do Senhor

CCMA em Células – Reuniões sempre às quartas-feiras ENDEREÇOS DAS CÉLULAS: RESIDÊNCIA DE MÁRCIO E JOSI

RESIDÊNCIA DE NICINHO E JULIANA

Rua Alberto de Oliveira nº 730 – J. S. Carlos - às 19h30 Líderes: Jorge e Rosi

R. Wanderlei de Castro nº 399 – J. América II - às 20h00 Líderes: Fernando e Pollyana

RESIDÊNCIA DE DIVINO E ANA MÁRCIA Rua Jair Furtado nº 70 - Jardim América - às 19h30 Líderes: Pr. Jaeder e Pra. Flávia

RESIDÊNCIA DE ALESSANDRO E DAIANE Rua Barão de Alfenas nº 1661 – Itaparica - às 19h30 Líderes: José Antônio e Estefânia

Semeadura e colheita

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6.7) Quando iniciamos um novo ano, temos novos sonhos e desafios. É tempo de investimento e semeadura. A vida é feita de escolhas e decisões. Se fizermos escolhas erradas e tomarmos a direção errada, nos distanciaremos do alvo de Deus para a nossa vida. Se fizermos uma semeadura errada, no campo errado, faremos também uma colheita errada. A lei da semeadura e da colheita é universal. Colhemos o que semeamos e colhemos mais do que plantamos. Destacaremos alguns princípios para a nossa reflexão.

A semeadura exige um tempo de preparação Antes de semear um campo, o agricultor prepara o terreno. Lançar a preciosa semente sem primeiro arar a terra é trabalhar para o desastre. Na parábola de Jesus, o semeador lançou a semente à beira do caminho, no chão batido e sem umidade. A semente não penetrou na terra e, por isso, as aves dos céus vieram e comeram-na. Lançou também a semente no terreno pedregoso, e a semente até nasceu, mas, por falta de umidade, secou. De igual forma, semeou no meio dos espinheiros, e a semente, ao nascer, foi sufocada e, mirrada, não produziu frutos. Apenas a semente que caiu na boa terra frutificou a trinta, a sessenta

e a cem por um. Nós somos os semeadores e também o campo onde a semente é lançada. Precisamos preparar o nosso coração para receber essa divina semente!

A semeadura exige esforço e sacrifício O salmista diz que quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo trazendo os seus feixes. Muitas vezes devemos umedecer o solo duro com as nossas lágrimas. Semear não é coisa fácil; exige preparo, esforço e sacrifício. Para semear, precisamos sair do nosso comodismo. Às vezes, nessa semeadura encontramos toda sorte de resistência. Na parábola do semeador, a semente foi atacada pelos seres espirituais, racionais e irracionais. O diabo, os homens, as aves, os espinhos e as pedras conspiraram contra a semente. O diabo rouba, os homens pisam, as aves arrebatam, os espinhos laceram e as pedras ferem a semente. É por isso que a semeadura, muitas vezes, arranca lágrimas dos nossos olhos. Porém, o semeador não desiste por causa do sacrifício da semeadura; ele sai andando e chorando enquanto semeia, na confiança de que a colheita é certa, abundante e feliz.

A semeadura determina a colheita Colhemos o que semeamos. A colheita é da mesma natureza da semeadura. Aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Quem semeia amizade, colhe afeto. Quem semeia amor, colhe simpatia. Quem semeia bondade, colhe misericórdia. Quem semeia no Espírito, do espírito colhe vida eterna; mas quem semeia na carne, da carne colhe corrupção. Não podemos colher figos de espinheiros. A colheita não é apenas da mesma natureza da semeadura, mas também mais numerosa que a semeadura. Quem muito semeia, com abundância ceifará. Quem semeia ventos, colhe tempestade. A semeadura é apenas um vento, mas a colheita é uma tempestade. Nossas palavras e ações são sementes que se multiplicam parao bem ou para o mal. Precisamos ser criteriosos na escolha das sementes. Que tipo de semente devemos semear em nossa vida, em nossa família e em nossa igreja? Que tipo de semeadura teremos em nossos estudos, em nossos relacionamentos e em nosso trabalho? Como será a nossa semeadura em nossa vida espiritual? Que Deus nos ajude a semearmos com alegria e com abundância no campo certo, usando as sementes certas, para colhermos os frutos certos. Nós somos a lavoura de Deus, e Ele espera de nós muitos frutos, pois é assim que Ele é glorificado! Hernande Lopes


Janeiro 2013

O VERBO

3 Reflexão

Características da vida no deserto (Dt 8.2) 1. Motivação errada no coração Algumas pessoas pensam que estão realizando a obra de Deus, mas estão edificando um monumento para si mesmas. O deserto instiga a manifestação de motivações erradas no nosso coração. O deserto é lugar de sol, assim nos vemos à luz de Deus. É também local de sequidão, todo o que vive na carne é seco, árido, não tem nada para ministrar ao outro. Reconhecendo as motivações erradas poderemos avançar para a Terra Prometida. (Ex.13.3,5). 2. Ausência de Celebração Só podemos celebrar a redenção com revelação vivenciando a plenitude da vida ressurreta. A Páscoa era para ser contada aos filhos. Era a única maneira das crianças compreenderem o propósito de Deus. Muitos pais hoje em dia, não vivem a vida abundante de Deus, vivem no deserto. Talvez seja esse o motivo porque muitos filhos de crentes não se convertem. O Senhor ordenou a celebração de três festas (Ex 23.14-16) todas ligadas ao plantio e a colheita. O deserto não é lugar de festa, mas de tédio. Muitos crentes não conseguem celebrar, certamente por que estão no deserto.

3. Indisciplina e falta de compromisso comDeus – Dt 12.7-8 No deserto, não se semeia nem se colhe nada; logo, podemos afirmar que o crente carnal, que vive no deserto, também não possui fruto nenhum para apresentar a Deus. Isso por que só faz o que lhe parece bom aos próprios olhos. Suas ações poderiam até ser sinceras, mas sem a direção do Espírito Santo (1Co 10.5). 4. Não entram no descanso – Dt 12.9; Hb 4 .9 e 1 0 Enquanto vivermos apenas para fazer aquilo que agrada ao nosso coração, jamais desfrutaremos o descanso do Senhor, razão pela qual somos atribulados por preocupações e ansiedades. Se ainda não temos o descanso do Senhor com certeza é por que ainda vivemos no deserto. 5. Não se apropriam da herança A incredulidade impediu o povo de Israel de conquistar a terra de Canaã (Nm 13.33). A incredulidade é o único motivo que nos impede de desfrutar tudo aquilo que Deus tem para nós em Cristo.

Reflita: Quais as evidências de uma pessoa que está vivendo no deserto? É possível viver vagando pelo deserto e não estar ciente disso? 6. Mente mundana – Nm 11.4-8 O Maná era bom, ao servir o propósito para o qual foi enviado, mas originalmente, sua finalidade não era se tornar a dieta básica dos filhos de Israel durante 40 anos. Deus havia preparado para eles a terra de Canaã, porém, eles preferiram ficar no deserto, sonhando com o Egito. Aqueles que, apesar de redimidos, ainda vivem no deserto, têm o apetite espiritual despertado para as coisas mundanas. O cristão do deserto, invariavelmente, é um homem mundano. Reflita: Você tem experimentado uma variedade de pratos (unção, sinais, prodígios, milagres, maravilhas, dons, etc..) ou apenas o tradicional “feijão com arroz”? O que lhe impede de usufruir do leite, do mel e das delícias de Canaã? Conclusão: Poderíamos citar muitas outras características. No entanto, nos basta a exortação de Paulo em 1Co 10.113. Ele nos orienta a não viver conforme o exemplo de Israel. Quão triste e quão amarga é a vida no deserto!

O namoro é um caminho, não é um fim Aprenda a colocar o namoro na ordem correta de prioridade em sua vida para não atrapalhar sua intimidade com Deus

“N

ão devemos viver em função de um namoro, de um parceiro.” Quando colocamos o namoro como essencial para a vida, nos perdemos e deixamos de priorizar Jesus. O namoro é um caminho; portanto, apenas um pequeno trecho de toda a nossa história. ”Estas três coisas me maravilham; e quatro há que não conheço: O caminho da águia no ar; o caminho da cobra na penha; o caminho do navio no meio do mar; e o caminho do homem com uma virgem.” (Provérbios 30.1819). Esse texto de Salomão trata o namoro como um caminho, observe que ele compara o caminho de um rapaz com uma moça a três outros caminhos. Mas o que esses caminhos têm em comum? O fato de não deixarem rastros. Quando a águia corta o céu não deixa rastro, quando a cobra passa por cima de uma pedra não deixa rastro e quando um navio cruza o mar, também não deixa. Um

rapaz ao andar com uma moça que ainda não é sua esposa, da mesma maneira, não deve deixar rastro. O namoro é o caminho que levará ao casamento; portanto, não é o espaço para defraudação ou intimidade. A única marca que devemos deixar nesse período é a marca de Cristo, a santidade e a pureza de coração. Caminhos existem vários, podemos ir para o fundo do poço, nos perdermos e caminharmos na direção do precipício, mas o sonho de Deus para nossa vida afetiva emocional é que trilhemos o melhor caminho, que é o caminho do verdadeiro amor. Quando Paulo fala sobre o verdadeiro amor, em 1 Coríntios 13, antes ele diz: ”Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.” (1 Coríntios 12.31) Busque viver esse caminho antes, durante e depois de seu namoro.


O VERBO

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Janeiro 2013

Você pode depositar seus dízimos e ofertas no Bradesco Agência 1786 – CC 24.515-1 – CNPJ 15.207.578/0001-90

COMUNIDADE CRISTÃ MINISTÉRIO ALFENAS – “ A Igreja que veio para fazer a diferença” PASTORES:

Pr. Jaeder José Cardoso Bispo Idinê Alves Ferreira Pr. Antônio Carlos Ferreira Pr. Marco Antônio Ventura

CULTOS: DOMINGO – Culto da Família: 19h00 QUINTA-FEIRA – Culto da Vitória: 19h30 SÁBADO – Comunidade Jovem: 19h30

Rua Castro Alves nº 447 - Bairro Itaparica - Alfenas - (35) 8442-6703


15º Informativo Jornal o Verbo - CCMA Ministério Alfenas - Janeiro - 2013