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jornal

Porto Alegre - Agosto 2010 - Ano XI - Número 91

Sincopeças-RS apóia ações dos lojistas da Azenha Página 6

Antônio Carlos Bento foi palestrante convidado da entidade

Sindicato e GMA se mobilizam pela manutenção preventiva Página 4

A comunicação visual como uma aliada das vendas Páginas 8 e 9

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SINCOPEÇAS-RS DIRETORIA GESTÃO 2010/2014 PRESIDENTE Gerson Nunes Lopes 1º VICE-PRESIDENTE Rogério Luiz Zaffari 2º VICE-PRESIDENTE Jorge Eleres Paim de Moraes 3º VICE-PRESIDENTE Alexandre Belmonte dos Santos DIRETOR DE FINANÇAS E PATRIMÔNIO Luiz Alberto Rigo VICE-DIRETOR DE FINANÇAS E PATRIMÔNIO Tino Piccoli DIRETOR ADMINISTRATIVO Elson Hoffmann VICE-DIRETOR ADMINISTRATIVO Marcelino Klein DIRETOR DE RELAÇÕES DO TRABALHO Luiz Silvan S. Paim DIRETOR SOCIAL E COMUNICAÇÃO Wanderley R. de Souza DIRETOR DE AUTOPEÇAS Marco Antônio Vieira Machado DIRETOR DE MOTOPEÇAS Antélio Marafon DIRETOR DE VEÍCULOS USADOS Luciano Perlin Müller DIRETOR REGIÃO SUL Sérgio Leonardo Ferreira João DIRETOR REGIÃO CENTRAL Alexandre Gay de Lima DIRETOR REGIÃO GRANDE PORTO ALEGRE Milton Gomes Ribeiro DIRETOR REGIÃO SERRA Júlio César Chaves DIRETORES SUPLENTES José Pacífico da Fontoura Neubauer, Clóvis Ebert, Nilton Renato Possa, Eduardo Feijó de Oliveira, Paulo Edilton Paim de Moraes, Antonio Carlos Gonçalves e Cleomar Luís Morés CONSELHO FISCAL EFETIVOS Telmo Ribeiro Sobrinho, Antonio Carlos Santos Ribeiro e Daniel Arend SUPLENTES Jorge Benjamin Eckert, Alexandre Batista Meditsch e Gerson Luiz Pires Aguirre DELEGADOS Representantes junto à Fecomércio-RS, e respectivos suplentes, para mandato no período de 02 de abril de 2010 a 31 de março de 2014. DELEGADOS REPRESENTANTES EFETIVOS Gerson Nunes Lopes e Rogério Luiz Zaffari DELEGADOS REPRESENTANTES SUPLENTES Luiz Alberto Rigo e Milton Gomes Ribeiro Sede Social Av. Paraná, 2435, 1º and, Porto Alegre/RS, CEP 90240-602 Fone (51) 3222-5577 / FAX (51) 3222-5456 Site: www.sincopecas-rs.com.br E-mail: sincopecas-rs@sincopecas-rs.com.br SIVEICRED Fundada em 24 de novembro de 1999 CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Luiz Alberto Rigo, Antonio Carlos Gonçalves, Nilton Renato Possa, Milton Gomes Ribeiro, Eurico Luiz Ramos Spengler, Flavio Castilhos, Jorge Eleres Paim de Moraes e Hilda Pereira de Sant Anna SUPLENTES Nelson Stefani DIRETORIA EXECUTIVA Luiz Alberto Rigo - Diretor Presidente Gerson Nunes Lopes - Diretor Administrativo CONSELHO FISCAL - Efetivos Veni Dolejal Goulart, Jane Costa Medeiros Machado e Suzelei Izaguirre CONSELHO FISCAL - Suplentes José Pacífico da Fontoura Neubauer, José Domingos De Sordi e João Bernardo Pires Zamperette

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PALAVRA

DO

PRESIDENTE

Treinamento continuo Por Gerson Nunes Lopes (*) Qual empresário não passa alguns minutos do dia refletindo sobre como motivar seus funcionários, vê-los produzir mais e com satisfação nas atividades que desempenham? Qual gestor não está em constante busca de maiores lucros e melhores desempenhos nos resultados para sua empresa? Pois o Treinamento Contínuo das equipes de trabalho e dos empresários é uma ferramenta estratégica importantíssima para o crescimento e desenvolvimento de empresas. O desenvolvimento dos funcionários e dos empreendedores, frente aos desafios da inovação e da concorrência, deve sempre estar contemplado no plano de melhorias contínuas e investimentos anuais das empresas e, se possível, tornar-se uma rotina. Lendo as linhas anteriores, talvez o empresário possa se questionar se sua equipe de trabalho precisa de cursos, palestras, capacitações constantes na área técnica e comportamental, além de treinamentos motivacionais. Avançando um pouco mais, ele ainda pode perguntar-se: 1. Conheço bem a minha empresa e todos os processos que envolvem as operações? 2. Conheço bem os produtos e serviços que vendo? 3. Verifico o nível de satisfação dos meus clientes com o atendimento que minha equipe fornece? 4. Avalio as necessidades que minha equipe precisa para alcançar os resultados planejados? 5. Mantenho um programa anual de treinamentos para meus funcionários? 6. Os resultados da minha empresa estão a contento ou, quem sabe, poderiam ser melho-

res se a equipe estivesse mais preparada com conhecimentos técnicos e comportamentais? Se você está pensando neste momento sobre as perguntas acima, talvez seja a hora de destinar maior atenção para este assunto: Treinamento Contínuo para sua equipe, incluindo você. O Sincopeças-RS, através da sua diretoria, está preparando novidades na área de educação continuada e conta, para este fim, com apoio de entidades do RS, especialistas em cursos, workshops, palestras, treinamentos técnicos e outras atividades. A intenção é, primeiramente, conhecer as necessidades de treinamento dos empresários e para tal vamos investir tempo em pesquisa e, posteriormente, planejamento de programa macro que visa oportunizar atividades de capacitação para os gestores e funcionários, em todas as regiões do estado. A partir de setembro iniciamos workshops em Porto Alegre e em Santa Maria e entre as temáticas estão motivação, vendas, liderança. Estas cidades servirão de piloto para o programa em concepção. Nestas ações e noutras que estamos preparando, as suas idéias, colega empresário, são fundamentais, pois nos guiam para atendimento das suas necessidades. Dê sua opinião sobre este assunto, sugira, comente! Estamos à disposição em ouvidoria@sincopecas-rs.com.br Um abraço aos colegas empresários e um ótimo mês com excelentes resultados! (*) Presidente Sincopeças-RS

ANIVERSÁRIOS

Parabéns, associados. O SINCOPEÇAS-RS congratula-se com suas empresas associadas que comemoram a data de início de suas atividades no mês de setembro. - Acessórios Para Veículos Belomé – P. Alegre (22 anos) - Auto Center Peças e Acessórios – P. Alegre (31 anos) - Auto Sinos Peças e Acessórios – Novo Hamburgo (23 anos) - Auto Peças Farrapos – P. Alegre (18 anos) - Autopeças Ultracar – P. Alegre (16 anos) - Borrachas Assis Brasil – P. Alegre (30 anos) - Brasdiesel S.A. Com. e Imp. - Caxias do Sul (53 anos) - Casa das Lonas – Porto Alegre (45 anos) - Daiton Lemos de Oliveira – DLO Industrial – P. Alegre (43 anos) - Girando Com. de Peças (Rolemar) – P. Alegre (3 anos) - Inacar Com. e Locadora de Automóveis – Montenegro (25 anos) - Indica Comércio e Distribuição de Autopeças – P. Alegre (11 anos) - Márcio Comércio de Veículos - P. Alegre (18 anos) - Multiauto Comércio de Peças - Lajeado (16 anos) - Palmeiras Auto Peças – Crissiumal (9 anos)

- Rafael Abend Pires (Studio Motos) - P. Alegre (3 anos) - RD Veículos Ltda – P. Alegre (26 anos) - Remot Regulagem Eletrônica de Motores – P. Alegre (19 anos) - RP Com. Imp. Exp. e Dist. de Peças GNV – P. Alegre (8 anos) - Scherer S.A. Comércio de Autopeças – Filial Santo Ângelo (4 anos) - Sulserv Peças e Serviços Ltda – P. Alegre (21 anos) - Testa & Guterres Comércio de Peças Automotivas – P. Alegre (22 anos) - Xico's Comércio de Veículos – P. Alegre (28 anos)

EXPEDIENTE O Jornal do Sincopeças-RS é uma publicação do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos e de Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Rio Grande do Sul Av. Paraná, 2435 São Geraldo - Porto Alegre/RS - Fone (51) 3222-5577 E-mail: redacao@sincopecas-rs.com.br / Site: www.sincopecas-rs.com.br CONSELHO EDITORIAL: Gerson Nunes Lopes, Jorge Eleres Paim de Moraes, Elson Hoffmann e José Neubauer EDITOR EXECUTIVO: Claudio Fontoura - EsporteMotor Consultoria e Eventos / REPORTAGENS: Rosangela Groff IMPRESSÃO: Gráfica Palotti / TIRAGEM E CIRCULAÇÃO: 7.000 exemplares com distribuição gratuita e dirigida

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Representante para o Rio Grande do Sul - Felub Lubrificantes / E-mail: fernando.rs@menzelub.com / (51) 3464-6372

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SINDICATO

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AÇÃO

Palestra pela mobilização em prol da Inspeção Veicular Ocorreu no dia 19 de agosto, no Sincopeças-RS, a palestra “Programa Carro 100%: Balanço de atividades”, realizada pelo Grupo de Manutenção Automotiva (GMA) através do seu coordenador, Antônio Carlos Bento. O evento é mais uma das ações que a diretoria do sindicato promove dentro de uma mobilização pela aprovação da Inspeção Técnica Veicular. O Sincopeças-RS está se empenhando no sentido de desenvolver ações e promover a conscientização dos varejistas, mecânicos e demais profissionais ligados ao setor sobre a necessidade da manutenção preventiva. O evento destacou a questão da garantia da segurança no trânsito. A falta de manutenção é um dos grandes vilões no número de acidentes envolvendo veículos. Os itens de segurança (direção, freios, suspensão, pneus e rodas) quando não estão em boas condições podem colocar em risco a vida de motoristas, ocupantes e terceiros. Por outro lado, o cuidado com o estado dos componentes auto-

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Antônio Carlos Bento, coordenador do GMA

motivos é a forma mais econômica de manter o veículo e é importante também para a valorização do automóvel na hora da revenda. Também garante a melhoria da qualidade do ar que respiramos. Cuidar do carro também é uma ação ecologicamente correta. Veículo mal

conservado polui mais e consome mais combustível. De acordo como coordenador do GMA, o motorista e sua oficina de confiança conhecem as condições do veículo e a forma de dirigibilidade, ou seja, se usa o veículo mais no trânsito urbano, se roda mais nas rodovias. ”Visitar a oficina periodicamente é vital para manter seu veículo sempre em bom estado de segurança”, enfatizou Bento. Se ainda restar alguma dúvida, deve-se seguir as orientações do fabricante do veículo (com relação à periodicidade de manutenção sugerida) que constam do manual do proprietário. Lembrando que o fabricante preconiza manutenções específicas para cada período de tempo de uso e/ou distância percorrida. O GMA aponta outros benefícios da manutenção preventiva: evita multas, falhas mecânicas e panes elétricas inesperadas e permite programação das despesas com o veículo. O Código de Trânsito Brasileiro

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prevê a implantação da inspeção em itens de segurança e o assunto está em tramitação no Congresso Nacional. A Inspeção Técnica Veicular já existe em quase 50 países de todos os continentes com resultados que demonstram a eficácia da medida com redução significativa de acidentes de trânsito. De acordo com o Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), são 26 veículos quebrados a cada hora nas ruas e avenidas de São Paulo. E, a maioria dessas panes poderia ser evitada se o motorista fizesse regularmente a revisão do carro. Hoje, o motorista só leva o automóvel para fazer manutenção quando o mesmo já apresenta algum defeito e, assim, o transtorno e a despesa são muito maiores. Além de mais segura, a manutenção preventiva é 30% mais barata do que a corretiva, aponta o sindicato paulista que apresenta o resultado de um estudo realizado em todo o país: 30% dos acidentes de trânsito são provocados por algum problema mecânico. O Brasil é um dos poucos países que possui uma frota circulante expressiva, que hoje tem mais de 28 milhões de unidades, e ainda não implantou a Inspeção Técnica Veicular que avalia mais 300 itens de segurança, ruídos e emissões. Para não ir muito longe, e dar exemplos bem sucedidos dos países chamados de desenvolvidos, a Costa Rica, com a implantação da Inspeção Técnica Veicular, conseguiu enquadrar a fatalidade dos acidentes de trânsito em níveis europeus, ou seja, 2,8 mortes a cada 10.000 acidentes. O Brasil ostenta a triste marca de 12,4 mortes a cada 10.000 acidentes.


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VAREJO

Sincopeças-RS age contra “prestadores de serviço” clandestinos

Fotos: Jornal Sincopeças/RS

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Sincopeças-RS intensificou ações para tentar resolver o problema que atinge as empresas localizadas no bairro Azenha, em Porto Alegre: pessoas que oferecem serviços e peças no meio da rua. Esse grupo aborda os clientes que descem dos carros, oferecendo produtos, muitas vezes de procedência indefinida, sem garantias e nem documentos fiscais. De acordo com o SincopeçasRS, essas pessoas constrangem os consumidores e apresentam-se como funcionários de uma das lojas da Azenha. Sua atuação ocorre geralmente na região entre a avenida Ipiranga e a rua Professor Freitas de Castro. Eles fazem o conserto dos carros à beira do meiofio das vias, numa operação que pode acabar prejudicando o motorista financeiramente e causando danos técnicos nos veículos. Para o sindicato, os “profissionais” clandestinos não só interferem nos negócios das empresas estabelecidas naquele bairro, que investem em uma série de cuidados no fornecimento de produtos e serviços que oferecem, além de ter custos e impostos para manter a atividade, mas, principalmente, lesam o consumidor, atingindo seus direitos mais básicos. A ação destes indivíduos também pode resultar na penalização

Atuação do grupo ocorre geralmente na região entre a avenida Ipiranga e a rua Freitas de Castro, na Azenha

do motorista, já que é considerada uma infração, conforme o artigo 179 do Código de Trânsito Brasileiro. O artigo estabelece que “fazer ou deixar que se faça reparo em veículo em via pública” resulta em multa para o motorista e remoção do automóvel. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) também colocou placas nos postes da região que alertam sobre a proibi-

Placas de advertência foram colocadas nos postes pela EPTC

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ção destes consertos realizados na rua. Em relação a esses grupos clandestinos não há uma solução legal para resolver o problema. A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) fiscaliza essa atividade e, quando flagra a atuação do grupo, retém suas ferramentas de trabalho. Também a Brigada Militar age para conter estes trabalhos ilegais. O Sincopeças-RS considera que esse serviço ilícito se mantém porque o público é desinformado e acaba sendo enganado por estes “profissionais de rua”, que chegam até a apresentarem-se com jalecos para passarem como funcionários das lojas. O grupo, que pode chegar a cerca de 20 pessoas, atua em turnos variados e exerce preços bem acima dos praticados nas empresas comerciais. Procurado por empresários da Azenha, o sindicato, juntamente com assessora jurídica do Sincopeças-RS, Dra. Guiomar Lins da Silveira, foi ao Ministério Público, no mês de julho, buscar uma alternativa para resolver o problema. Encaminhados à Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor,

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o Sincopeças-RS foi recebido pela procuradora Têmis Limberger, que se mostrou disposta a tentar achar uma saída para a questão. A procuradoria estuda a possibilidade de formatar uma cartilha para orientar lojistas e consumidores sobre o assunto. No mesmo mês, em visita à Smic, o sindicato reuniu-se com o secretário Valter Nagelstein, que manteve a posição de colaborar efetivamente na fiscalização desses grupos. Da mesma forma, a EPTC, através de seu diretor-geral Vanderlei Capelari, comprometeu-se com o Sincopeças-RS no sentido de atuar contra estas ações infracionárias. O Sincopeças-RS tem ouvido também a Associação Empresarial Nova Azenha (Ana) para formar estratégicas de combate à atuação desses indivíduos, que prejudicam o trabalho varejista e, principalmente, o consumidor. No dia 19 de agosto, empresários reuniram-se no sindicato para tratar sobre o assunto e programaram para setembro mais um encontro com a participação de lojistas e a possibilidade da presença de órgãos como Smic e EPTC.


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VAREJO

Layout da loja interfere no processo de venda Jornal Sincopeças/RS

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processo de venda, captação e fidelização do cliente no setor de autopeças não é diferente dos outros segmentos do varejo, quando o assunto é a comunicação visual da loja. Diversos pontos de venda automotivos já buscam padronizações de layouts e projetos estéticos novos com o objetivo de conquistar o consumidor e oferecer a ele segurança e credibilidade na aquisição do produto ou serviço procurado. No entanto, profissionais do setor classificam essa ferramenta de comercialização como um item que divide espaços com outros fatores determinantes na concretização dos negócios. Para o diretor de Marketing da Freudenberg, do Grupo NOK, Luiz Freitas, qualquer tipo de melhoria direcionada às vendas pode influir na captação do cliente. “A melhor condição de atendimento, onde o

produto está melhor exposto, mais bem organizado, é um fator que ganha destaque no serviço e no comércio”, descreve Freitas. Para ele, porém, tudo deve ser focado no perfil do consumidor, atingindo a expectativa do público alvo. “Fachadas, vitrines e displays são importantes no processo de venda, assim como a qualificação do vendedor, que deve conhecer o produto e defender as marcas de qualidade”, aponta o diretor de Marketing. No entanto, Freitas não considera as inovações de layout das lojas um fator determinante no crescimento dos negócios. Para o executivo, é mais importante buscar um tipo de padrão de atendimento e apresentação dos produtos. “Claro que uma loja que dá conforto e tem uma estética rebuscada é apreciada pelo cliente, mas não é só isso que traz o nível de segurança final ao consumidor”, enfatiza.

Apresentação dos produtos e padrão de atendimento são importantes

Mudanças de comportamento de consumo ditam as regras Na opinião de Thiago Alves, da Action Consultoria Empresarial Ltda., com as modificações no comportamento de consumo na reposição automotiva, presentes nos últimos anos, a estética da loja torna-se uma exigência para o consumidor, um retrato da organização e da comunicação da empresa com seus clientes. A fachada e o ambiente interno da loja são os primeiros fatores observados pelos clientes e podem de-

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finir a sua opinião em relação aos produtos e serviços. “Precisamos estar atentos às mudanças de comportamento de consumo e adaptar o varejo a estas tendências, entregando para os consumidores qualidade e atendimento superior. Uma loja atratividade estética é tão importante e perceptível aos olhos dos clientes quanto aos produtos e serviços comercializados”, salienta Alves. Para ele, os con-

sumidores apresentam capacidade critica de avaliação no ponto de venda, e definem o seu fornecedor através de um conjunto de variáveis: organização, disposição dos produtos, higiene e limpeza, iluminação, acesso aos produtos, entre outros. Atualmente, os médios e pequenos varejos passaram a se preocupar e entender melhor a importância de uma estrutura física estruturada e acolhedora. Segundo Alves,

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as lojas pertencentes às redes aplicaram uma padronização visual e conceitual e obtiveram resultados positivos. “Podemos afirmar que ambientes confortáveis, organizados e empáticos com as necessidades do consumidor oferecem qualidade superior e despertam maior interesse deste público”, reitera. Conforme o executivo, a maior atratividade nestes ambientes proporcionam para o lojista negócios mais rentáveis.


Sincopeças - Agosto