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Como adolescentes criam negócios de sucesso na Nova Zelândia Estudantes na Nova Zelândia: uma em cada quatro escolas no país adota o programa de empreendedorismo estudantil Young Enterprise Scheme. Pag. 5

Inflação para terceira idade é de 0,89% no primeiro trimestre Pag. 11

Seleção de Tite teve Dani Alves em 73% do tempo. Veja opções se ele não for à Copa Pag. 20


Cauê Alexandre Turma: terça feira, 15:30 Profissional administrativo tecnológico Micropro penha Professor Emerson


Editorial

Informar todos os públicos sobre tudo o que ocorre no Mundo atualmente

Eu sou Cauê Alexandre tenho 16 anos estou cursando o ensino médio em São Paulo, nasci no Brasil onde moro até hoje, quando terminar a escola pretendo estudar Agronomia em Santa Catarina, já fiz três anos de espanhol na escola nossa senhora da penha, atualmente estudo inglês e profissional administrativo tecnológico, tenho planos de sair do pais e morar um tempo fora para melhorar em todas as minhas áreas


Sumário JOVENS

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PLANO NACIONAL VISA FORTALECER A PRESENÇA DE JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO

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COMO ADOLESCENTES CRIAM NEGÓCIOS DE SUCESSO NA NOVA ZELÂNDIA

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3° IDADE

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INFLAÇÃO PARA TERCEIRA IDADE É DE 0,89% NO PRIMEIRO TRIMESTRE

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TECNOLOGIA

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PESQUISADORES CRIAM PAPEL QUE DIGITALIZA ANOTAÇÕES DE TINTA, LÁPIS OU DEDOS

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ARTIGO: A TECNOLOGIA NA AGRICULTURA

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SAÚDE

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ATENDIMENTO DE DOENÇA RESPIRATÓRIA CRESCE 30% EM SÃO PAULO

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NO HOSPITAL MUNICIPAL INFANTIL MENINO JESUS, NA REGIÃO CENTRAL DA CIDADE, ESTÃO SENDO ATENDIDAS CERCA DE 3,5 MIL CRIANÇAS POR MÊS

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BAICURU PODE AUMENTAR A FERTILIDADE; VEJA BENEFÍCIOS E PROPRIEDADES

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ESPORTES

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SELEÇÃO DE TITE TEVE DANI ALVES EM 73% DO TEMPO. VEJA OPÇÕES SE ELE NÃO FOR À COPA

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MODA

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ECONOMIA

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GOVERNO REDUZ ESTIMATIVA DE CRESCIMENTO PARA 2,5% EM 2018

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PROJEÇÃO ESTÁ NO RELATÓRIO DE DESPESAS E RECEITAS DO SEGUNDO BIMESTRE, APRESENTADO NESTA TERÇA-FEIRA (22)

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STEPHEN HAWKING

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BIOGRAFIA DE STEPHEN HAWKING

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Jovens Plano Nacional visa fortalecer a presença de jovens no mercado de trabalho Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional aprovou um documento com nove ações para ampliar e fortalecer a aprendizagem profissional no Brasil Plano Nacional de Aprendizagem Profissional tem meta anual de aumentar em 10% o número de jovens aprendizes contratados no país (Getty Images/Reprodução) O Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional aprovou ontem (3) um documento com nove ações para ampliar e fortalecer a aprendizagem profissional no Brasil, principalmente de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. O novo Plano Nacional de Aprendizagem Profissional terá vigência de 2018 a 2022, com a meta anual de aumentar em 10% o número de jovens aprendizes contratados no país. Dentre as ações previstas no plano estão a criação de lei que torna obrigatória a contratação de aprendizes na administração direta; ações para integrar os mais vulneráveis ao mundo do trabalho e a sensibilização do empresariado por meio de seminários, reuniões e campanhas. O documento também propõe estabelecer diretrizes para a oferta de programas de aprendizagem; desenvolver estratégias de benefícios fiscais para estimular a contratação de aprendizes pelas empresas; e o monitoramento dos egressos da aprendizagem e avaliação dos programas pelos aprendizes, empregados e instituições. De acordo com os registros do Ministério do Trabalho da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o Brasil fechou 2017 com 387.167 jovens aprendizes contratados, sendo 203.654 homens e 183.137 mulheres. Do saldo entre admitidos e demitidos, São Paulo foi o estado que mais abriu vagas para jovens de 14 a 24 anos (9.431), seguido por Santa Catarina (2.783), Bahia (2.344), Paraná (1.976), Minas Gerais (1.722) e Mato Grosso (775). Já os setores que mais absorveram essa força de trabalho foram serviços, com saldo positivo de 9.431, representando 42,79% do total; e a indústria, com 6.139 novos contratados, ou 25,23% do resultado global.


O Fórum Nacional de Aprendizagem Profissional é composto por representes de governo, entidades formadoras, empregados e empregadores, sociedade civil, conselhos e Ministério Público do Trabalho; e apoio técnico da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Como adolescentes criam negócios de sucesso na Nova Zelândia Uma em cada quatro escolas do país participa da iniciativa Young Enterprise Scheme, que faz estudantes desenvolverem empresas em equipe durante um ano Por Mariana Fonseca Estudantes na Nova Zelândia: uma em cada quatro escolas no país adota o programa de empreendedorismo estudantil Young Enterprise Scheme (Young Enterprise Scheme/Divulgação) Wellington, Nova Zelândia – Criar um mínimo produto viável; fazer uma pesquisa de mercado; elaborar uma proposta de marketing; tentar realizar vendas e coletar feedbacks; apresentar sua ideia a possíveis investidores; e realizar um balanço de todo o esforço no final do ano. Se você possui um negócio no Brasil, provavelmente aprendeu essa rotina sozinho, na tentativa e no erro. Do outro lado do mundo, porém, o empreendedorismo faz parte das salas de aula desde cedo, assim como o ensino de habilidades necessárias para se virar no novo mundo do trabalho. Na Nova Zelândia, a maior iniciativa nesse sentido é o YES (The Lion Foundation Young Enterprise Scheme). Uma em cada quatro escolas do país adotam o programa, voltado principalmente para alunos dos três últimos anos da educação secundária neozelandesa. O objetivo é que as startups escolares sigam o exemplo de empreendimentos locais como Rocket Lab e Xero, que concorrem hoje com empreendedores como Elon Musk e organizações como bancos e escritórios de contabilidade. As instituições poderão ver seus estudantes criando negócios revolucionários ou transformando empresas de dentro para fora, como funcionários experientes em empreendedorismo. “Os negócios são a melhor maneira de mudar o mundo, na minha opinião. E ninguém melhor do que os jovens para entender de quais transformações o planeta precisa”, afirma Colin Kennedy, diretor do YES. O caminho do empreendedorismo (e das habilidades do futuro) De fevereiro a dezembro de um ano letivo, alunos de 15 a 17 anos de idade passam por desafios como se dividir em equipes, definir cargos, pensar em ideias de negócio, verificar a demanda de mercado, elaborar uma estratégia de marketing, tentar vender o produto e apresentar a ideia para seleções regionais e nacionais.


Os professores das escolas neozelandesas dividem espaço com tutores do YES, que oferecem aulas focadas na reunião dos grupos e na solução de dúvidas específicas. O programa também faz a ponte com empresas e especialistas para workshops, mentorias e parcerias empresariais. Os alunos possuem isenção de impostos e ganham licenças de softwares financeiros, mas devem abrir uma conta bancária e precisam fazer uma declaração de ganhos da sua empresa ao final do programa. Essa é uma boa maneira de aprender a cuidar financeiramente de seus empreendimentos no futuro, afirma Kennedy. Com a contribuição simbólica de 35 dólares neozelandeses (cerca de 87 reais), os alunos aprendem com quem entende do assunto e possui conexões com o mercado, enquanto as escolas poupam recursos de ensino. Os indicados nacionais podem ganhar 25 mil dólares neozelandeses em prêmios (62 mil reais) e cada membro da equipe vencedora ganha uma bolsa de estudos de 5 mil dólares neozelandeses (12,4 mil reais) na Massey University, em Wellington. Algumas escolas fomentam prêmios regionais, para dar mais incentivo aos seus alunos, enquanto organizações como o Ministério de Negócios, Inovação e Empregabilidade e empresas como a petroleira BP também dão premiações específicas. Equipe da startup OLelei, vencedora do Young Enterprise Scheme 2017 Equipe da startup OLelei, vencedora do Young Enterprise Scheme 2017 Em 2017, mais de 3.500 estudantes em 21 regiões neozelandesas passaram um ano criando 830 companhias e competindo pela melhor ideia de negócio. Após o programa, cerca de 70% dos alunos afirmaram que estavam mais interessados em abrir um negócio no futuro, mas também foram citados benefícios gerais, como o desenvolvimento de habilidades como comunicação, liderança, solução de problemas e trabalho em equipe. O YES afirma desenvolver os estudantes não apenas para se tornarem grandes donos de negócios, mas também para conquistar habilidades essenciais do século 21. Kennedy desenha uma pirâmide dos alunos do YES: na base estão os interessados em empreendedorismo, que ganham microcertificações na área ao participar do programa, enquanto o topo é ocupado pelos “disruptores”, que podem ser encaminhados a programas mais avançados, como Venture Up (Creative HQ) e Velocity (Universidade de Auckland). “Nós sabemos que não existirão muitos disruptores. Por isso, nosso grande objetivo é puxar toda a pirâmide para um nível acima, ajudando os estudantes em qualquer estágio de empreendedorismo em que estejam.” O YES tem como principal patrocinador o Lion Foundation, fundo de caridade que já investiu 850 milhões de dólares neozelandeses ao longo de 30 anos de história (2 bilhões de reais). Cerca de 40% do financiamento da


iniciativa vem do governo, enquanto os 60% restantes vêm de doações de entidades como o Lion e empresas como o banco HSBC. O Young Enterprise Scheme existe há 37 anos e possui programas para alunos ainda mais jovens, ainda que o The Lion Foundation YES seja o que tenha maior adesão. Seus 70 mil alunos associados podem ter participado de programas como o Junior Enterprise Challenge, em que crianças a partir de 9 anos de idade criam e vendem produtos, e o Start-Up, programa de nove semanas em que estudantes a partir de 13 anos de idade aprendem a administrar um negócio. Vale lembrar que os estudantes são protegidos de problemas como assédio e roubos de ideias por meio do Vulnerable Children Act, legislação para proteção dos jovens na Nova Zelândia. 

Estudantes em ação Uma das escolas que adota a iniciativa da Young Enterprise Scheme é a Wellington College. Na escola apenas para meninos, todos os estudantes do último ano do ensino médio (o chamado “year 13”) participam do programa como uma forma de obterem créditos para se formarem. A cada ano, duas salas são ocupadas por 30 alunos cada para realizar o programa. A carga horária é de cinco horas por semana (além de pesquisas desenvolvidas fora da escola e trabalhos feitos em casa). Na aula da YES assistida por EXAME, os estudantes tinham de entregar seu MVP (“mínimo produto viável”) ou seu estudo de mercado por meio de textos, infográficos ou vídeos. Eles começaram em fevereiro deste ano e o programa terminará em dezembro. Gavin Miller, coordenador da iniciativa em Wellington, ressaltou como a melhor atividade entregue ganharia 400 dólares neozelandeses (cerca de 1 mil reais). As melhores equipes também ganhariam pontos e estariam mais próximas de serem líderes regionais. Os alunos se dividiram em grupos de cinco ou seis membros e começaram a discutir o andamentos de seus negócios. Um desses grupos fundou a Crôut, empresa que quer aproveitar pães que não são vendidos até o fim da dia para produzir croutons com sabores e sem glúten, por exemplo. Os pacotes seriam vendidos a cafés e restaurantes de Wellington com um preço bem mais atrativo. “Tivemos essa ideia quando pensamos em um negócio que poderia reduzir o desperdício e devolver algo para a sociedade. Além disso, podemos operar em um mercado com pouca competição e oferecer uma proposta com baixo custo e diferenciais de produto”, afirma Luka Licul, estudante que se tornou CEO de sua equipe. Os estudantes Alex Geenty, Sam Edlund, Seth Ward, Tom Bell e Zander Beard completam o time. Porém, o grupo esbarrou em problemas regulatórios ao querer comercializar produtos que foram feitos a partir de ingredientes já expostos ao longo do dia nas padarias. “Não sabemos ainda se de fato é um produto que poderemos vender, nem se trabalharemos com cafés e restaurantes ou direto com consumidores finais. Talvez tenhamos de pivotar nossa ideia.” Segundo Licul, o principal benefício de participar do Young Enterprise é aprender como se organizar e montar um negócio viável a partir dos recursos disponíveis. As aulas dão autonomia às equipes e os alunos planejam seu negócio com antecedência para não se perderem em outras matérias da escola. Os estudantes Zander Beard, Alex Geenty, Luka Licul, Seth Ward e Sam Edlund, do negócio Crôut Os estudantes Zander Beard, Alex Geenty, Luka Licul, Seth Ward e Sam Edlund, do negócio Crôut (Mariana Fonseca/Site EXAME)


Outra equipe na Wellington College é a da Eco Bee, que estruturou ainda mais seu projeto de negócio. Percebendo que a população de abelhas na Nova Zelândia está encolhendo, o que afeta tanto o meio ambiente quanto a sustentabilidade da valiosa indústria de mel no país, que produz o equivalente a 12,3 bilhões de reais por ano, os estudantes desenvolveram um clube de assinatura que entrega potes biodegradáveis com fertilizantes que atraem abelhas e as fazem polinizar e reproduzir. Os estudantes Ben Worthington, Clement Kong, Ethan Yee, Logan Braakhuis, Samuel Wooller e Shashwath Joji tiveram a ideia a partir de uma conferência da Young Enterprise Scheme no ano passado, na qual foram apresentados setores com demandas de mercado latentes. “Nós olhamos para diferentes categorias e problemas com os quais as pessoas se preocupavam e decidimos focar em meio ambiente”, afirma Ethan Yee, que se tornou o CEO da equipe. “Vimos como as pessoas não notam quão sério é o problema com o declínio da população de abelhas, nem tampouco fazem pesquisas em quais são os melhores ingredientes para atraí-las. Queremos oferecer uma solução que poupe custos e tempo para nossos clientes.” O modelo de subscrição, diz Yee, vem tanto pela conveniência de entrega quanto pelo fato de que a receita dos fertilizantes deve mudar a cada estação para continuar atraindo abelhas. Em um mercado comum, os clientes da Eco Bee teriam de vasculhar entre cerca de 50 tipos de fertilizantes diferentes e descobrir qual o mais adequado. Agora, os estudantes estão definindo qual mensalidade cobrarão em seu clube de assinatura e qual será a melhor maneira de atrair consumidores. Uma primeira estratégia de marketing é contatar jardins de infância e escolas do ensino fundamental e fazer competições sobre quem atrai mais abelhas para seus jardins. Isso pode atrair interesse dos pais, que podem replicar a ideia em suas casas e ensinarem as crianças sobre natureza e sustentabilidade. Para os próximos meses, a ideia é desenvolver um site para realizar vendas online do clube. “Antigamente, nós aprendíamos sobre negócios apenas estudando na sala de aula. Agora é algo mais prático. Nós organizamos tudo, pensamos fora da caixa e fazemos acontecer”, diz Yee. Os estudantes Ben Worthington, Shashwath Joji, Clement Kong, Ethan Yee, Samuel Wooller e Logan Braakhuis, do negócio Eco Bee Os estudantes Ben Worthington, Shashwath Joji, Clement Kong, Ethan Yee, Samuel Wooller e Logan Braakhuis, do negócio Eco Bee (Mariana Fonseca/Site EXAME)


Joseph Koshey e Jonathan Tate-Rushworth são, respectivamente, coordenador e professor da matéria de estudos empresariais da Wellington College, que cede seu conteúdo do último ano para os estudantes cursarem o YES há seis anos. Segundo eles, os estudantes aprendem a se comunicar, a solucionar problemas, a trabalharem sob pressão, a apresentar suas ideias a estranhos e a fazer networking. “São atividades nada fáceis para quem tem 17 anos de idade e é muito gratificante ver o desenvolvimento que eles têm ao longo do projeto. Eles

descobrem habilidades que não sabiam existir dentro deles e entendem como a diversidade é essencial, inclusive para fazer um negócio dar certo”, afirma Koshey. Além do aprendizado prático aos estudantes, a iniciativa também poupa recursos para as escolas, que podem investir em outras áreas ou em infraestrutura. “Não poderíamos fazer de forma tão eficiente quanto eles se estivéssemos por conta própria. Eles oferecem, por exemplo, uma grande quantidade de contratos e bons prêmios para os melhores estudantes”, completa Tarte-Rushworth. Ainda não há como saber qual será o futuro dos estudantes do Wellington College no empreendedorismo. Mas, a cada aula, os neozelandeses se aproximam mais de um futuro competidor para Elon Musk.


3° idade Inflação para terceira idade é de 0,89% no primeiro trimestre Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade mede a variação da cesta de consumo de famílias compostas por pessoas com mais de 60 anos de idade Por Agência Brasil

Terceira Idade: o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade registrou inflação de 0,89% no primeiro trimestre do ano (Getty Images/Reprodução) O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias compostas por pessoas com mais de 60 anos de idade, registrou inflação de 0,89% no primeiro trimestre do ano. O IPC-3i acumula inflação de 3,30% em 12 meses. A informação foi divulgada hoje (11), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV) A taxa do IPC-3i no primeiro trimestre é inferior ao Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas etárias e que ficou em 1,03%. O acumulado em 12 meses pelo IPC-3i, no entanto, é superior ao IPC-BR (2,76%). O IPC-3i do primeiro trimestre deste ano é inferior ao índice de verificado no último trimestre de 2017. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice acusaram queda em suas taxas de variação nesse período. Efeitos da deflação A principal contribuição partiu do grupo habitação, que passou de 1,21% para 0,07%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi tarifa de eletricidade residencial, com deflação (queda de preços) de 2,05%, no primeiro trimestre, ante 4,14%, no anterior. Contribuíram também para o decréscimo da taxa do IPC-3i os grupos transportes (2,51% para 1,61%), educação, leitura e recreação (1,11% para 0,73%), comunicação (0,20% para -0,13%) e despesas diversas (0,65% para 0,62%).Em contrapartida, tiveram alta os grupos alimentação (0,45% para 1,41%), saúde e cuidados pessoais (1,47% para 1,59%) e vestuário (-0,07% para -0,02%).


Tecnologia Pesquisadores criam papel que digitaliza anotações de tinta, lápis ou dedos Estar na escola ou na faculdade é sinônimo de precisar anotar inúmeros conteúdos importantes para não deixar nada de fora. Porém, convenhamos: passar essas anotações a limpo no computador não é uma tarefa muito bacana, né? Não seria muito mais fácil se fosse possível digitalizar o conteúdo direto da folha em que ele fora anotado? Para ajudar nessa questão, os pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon desenvolveram uma espécie de papel que é sensível ao toque, de modo que as anotações são digitalizadas para o computador no instante em que são feitas. Assim, este tipo especial de papel pode detectar toques tanto de instrumentos de escrita quanto dos dedos, de modo que o processo de digitalização é transformado. À primeira vista, o papel criado parece simplesmente uma folha daquelas que você tem em casa, porém, o diferencial está no material condutor que é aplicado na parte de trás da folha. Os pesquisadores se esforçaram para encontrar um material que fosse barato o suficiente para ser aplicado em um volume de alta produção, de modo, o material utilizado foi carbono em variadas aplicações na folha. Por fim, basta conectar sensores à folha para que o papel se torne sensível ao toque - seja ele de um dedo, de uma caneta, de um lápis ou de uma stylus. "Mas já existem produtos assim", você deve ter pensado. Bom, isso é verdade, mas é aí que está o diferencial do papel feito pelos pesquisadores: neste papel, qualquer conteúdo será digitalizado e, além disso, o custo de produção de cada folha digitalizadora é de menos de 30 centavos! Caso o produto seja feito em larga escala, os pesquisadores acreditam que o preço pode ficar ainda menor. Nada mau, né?

Artigo: A tecnologia na agricultura Não existe qualquer tipo de dúvida que, os desafios postos à agricultura somente serão superados com a adoção de tecnologias modernas. Estas tecnologias deverão garantir a segurança alimentar em perfeita sintonia com a conservação ambiental.


Quando se fala em segurança alimentar está se referindo a disponibilidade de alimentos, produzidos em bases

geração de conhecimento pelas instituições de pesquisa, à mobilidade e conectividade das pessoas. Muitos dos conhecimentos gerados em um centro de pesquisa rapidamente são transformados em tecnologias e incorporados aos sistemas de produção se constituindo em inovação de impacto positivo. Resultados de pesquisa realizada na metade Sul de Mato Grosso do Sul e de São Paulo e na metade Norte do Paraná, pelo Rally da Safra (2017) apontam resultados preocupantes do ponto de vista de tecnologia agrícola. Na amostra realizada, em 83% dos casos, não se constatou a existência de terraços e em 63% dos casos, a semeadura de soja e milho não era realizada em nível. Práticas de controle a erosão como plantio em nível e uso de terraços, são tecnologias muito importantes quando se pensa em sustentabilidade da produção. Estas tecnologias são antigas, de custo relativamente baixo e proporcionam resultados extremamente importantes, pois controlam a erosão dos solos agrícolas, grave problema da agricultura brasileira. Controlar efetivamente a erosão é uma das estratégias para manter o potencial produtivo do solo. Para que a agricultura possa continuar desempenhando o seu papel, produzindo alimentos, fibras e energia, é fundamental a adoção de tecnologias modernas, que assegurem o aumento da produtividade, a redução dos custos de produção e a oferta de alimentos com qualidade.

sustentáveis, onde a qualidade do alimento e como este alimento é produzido é essencial. A qualidade terá cada vez mais peso na hora do consumidor decidir sobre o que ele vai consumir. Também se deve considerar, além da qualidade intrínseca do alimento, a forma como ele foi produzido, ou seja, a rastreabilidade é algo que não é mais fictício. A tecnologia é fundamental para o aumento da produção via aumento da produtividade, e para se fazer a gestão de todos os processos envolvidos com a produção de um produto alimentício. Isto, independente da escala de produção.

As instituições de pesquisa buscam continuamente desenvolver processos e/ou produtos que possam contribuir para a melhoria da produtividade e da qualidade dos alimentos, para a redução dos custos de produção, para o aprimoramento dos processos de gestão. Estes, cada vez mais necessários quando se pensa na melhoria do processo como um todo.

Tecnologia, não deve ser confundida com algo fora da realidade. Na agricultura, a época de semeadura, a quantidade de sementes por unidade de área, a população de plantas, dentre vários outros, são exemplos de itens que interferem na produtividade, na qualidade do produto e no custo de produção. São tecnologias, simples, às vezes de custo zero.

Segundo dados gerados a partir censo agropecuário do IBGE, em 2006, a tecnologia foi a responsável por quase 70% do crescimento da produção de grãos, enquanto em1996, a tecnologia era a responsável por 50% do aumento da produção de grãos. Esses dados, não deixam a menor dúvida sobre a importância da tecnologia no aumento da produção e, isso se dá fundamentalmente através do aumento da produtividade.

O mundo passa por um momento onde as transformações se dão em velocidade muito alta, isto devido dentre outras coisas à capacidade de

Ao mesmo tempo em que a tecnologia é fundamental para o aumento da produção, é preciso que os usuários tenham conhecimentos para que


possam protegê-las. A vida útil de uma tecnologia pode ser muita curta se esta não for utilizada de forma adequada. No Brasil, de acordo com dados publicados recentemente, vem crescendo o uso de herbicidas em áreas cultivadas com soja resistente ao glifosato. Em comparação ao ano de 2015/2016 houve um crescimento de 55% no uso de herbicidas complementares ao glifosato na cultura da soja no ano de 2016/2017. Esses dados revelam que alguma coisa não está certa. É provável que a tecnologia não está sendo utilizada de forma adequada, o que tem contribuído para o surgimento de espécies de plantas daninhas resistentes a vários herbicidas. A tecnologia é a grande aliada do homem, na produção agrícola. No entanto, para que a tecnologia possa ser utilizada de forma adequada em beneficio do homem, cada vez mais se faz necessário o conhecimento. Somente através do conhecimento seremos capazes de utilizar de forma correta as tecnologias que são disponibilizadas a todo instante. Hoje já temos plantadeiras que são “auto propelidas”, ou seja, não precisam mais do trator para tracioná-las. As sementes, insumo da maior significância estão sendo comercializadas tendo como referencial de mensuração não mais “saco”, mas sim o número de sementes. Poderíamos aqui enumerar centenas de tecnologias, sem esquecer que estamos na era da agricultura digital. Em recente evento realizado em Não-Me-

Toque, no Rio Grande do Sul, sobre agricultura de precisão, temas ligados a agricultura digital tiveram destaque. “Como a transformação digital vai afetar a agricultura?”, esse foi um dos temas do 11º Congresso Brasileiro de Agroinformática (SBIAgro 2017), realizado de 2 a 6 de outubro, na Universidade Estadual de Campinas (SP). Para que possa ser disponibilizado para a população alimentos, fibras e energia em quantidade e com a qualidade exigida, serão necessários sistemas de produção integrados e dinâmicos, fundamentados em ciência e tecnologia, tendo como fundamentos a economia de escopo. Estamos na era da quarta revolução tecnológica na agricultura. “A agricultura 4.0”, com forte conteúdo digital e conectada. Felizmente, temos muitas tecnologias disponíveis e em desenvolvimento. Tecnologias que com certeza irão contribuir para a melhoria de todo o processo de produção agrícola. No entanto, não podemos de forma alguma desconsiderar aquelas tecnologias, tidas como antigas por alguns, mas indispensáveis para assegurar níveis de produtividade dentro dos padrões almejados, especialmente quando estiver em jogo, recursos não renováveis como é solo. Dada as dimensões e as diversidades existentes no Brasil, não podemos deixar de considerar os esforços necessários para que todos, tenham acesso


Saúde Atendimento de doença respiratória cresce 30% em São Paulo No Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, na região central da cidade, estão sendo atendidas cerca de 3,5 mil crianças por mês

Os atendimentos nas unidades de saúde da cidade de São Paulo aumentaram cerca de 30% devido às doenças respiratórias que se desenvolvem no período entre o outono e o inverno, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. A capital paulista registra queda na temperatura e baixa umidade relativa do ar, situação agravada pela poluição atmosférica. No Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, região central da cidade, a procura por atendimento em razão de doenças como bronquite, asma, gripe, resfriado e pneumonia se intensificou. De janeiro a fevereiro, foram atendidas cerca de 3,5 mil crianças por mês. Leia também: vacina quadrivalente deve substituir trivalente Em março e abril, o número supera 5 mil a 6 mil atendimentos. O número de casos devem continuar subindo até o começo de agosto. Segundo a médica Maisa Kairalla, presidente da Sociedade de Geriatria e Gerontologia de São Paulo, além das crianças, idosos estão entre os mais prejudicados pelo aumento do número de casos das doenças respiratórias. “Idoso morre, ou de queda, ou de pneumonia. E a pneumonia é a terceira causa de internação hospitalar no Brasil, sendo que 60% dos internados são idosos”, disse ela. A médica aponta que, mesmo quando o idoso consegue recuperar a capacidade respiratória após o tratamento de uma pneumonia, ele quase sempre sai com a saúde geral pior do que quando deu entrada no hospital. “O melhor é prevenir. Existe vacinação gratuita no postos de saúde contra a influenza, que predispõe à pneumonia bacteriana”, esclarece Maísa. “O idoso acamado demora, depois, seis meses para se recuperar da internação”, disse. Circulação de vírus


Nos dias frios, as doenças respiratórias crescem por causa do ciclo de vida dos vírus e bactérias. Outro fator que contribui para o aumento dessas patologias é que as pessoas permaneçam em ambientes confinados. Saiba mais: Desconhecimento sobre H3N2 é o maior desafio da campanha da gripe Por isso, a orientação é manter sempre os ambientes arejados e limpos. Nos dias secos, utilizar umidificadores de ar ou colocar bacias com água nos cômodos, além tomar bastante água. As principais formas de prevenção incluem lavar as mãos, não fumar e evitar aglomerações. A vacinação contra a gripe reduz a hospitalização e a internação por pneumonias. Balanço de casos A Secretaria da Saúde de São Paulo informa que contabiliza somente casos de gripe grave, caracterizados como Síndrome Respiratórias Aguda Grave, com notificação obrigatória. Em 2018, foram notificados 146 casos no Estado até o momento atribuídos ao vírus Influenza, que causou 25 óbitos. O Centro de Vigilância Epidemiológica monitora a circulação do vírus desde 2011. A campanha de vacinação contra a gripe para grupos considerados vulneráveis, como gestantes, idosos e crianças menores de cinco anos, começou em 23 de abril e já imunizou mais de 2 milhões de pessoas. A vacina está disponível na rede pública.

Baicuru pode aumentar a fertilidade; veja benefícios e propriedades A planta ajuda a aliviar cólicas, aumentar a fertilidade feminina e a tratar problemas bucais, como aftas Informar erro Você conhece os benefícios e propriedades do Baicuru? Essa planta nativa do Brasil é considerada uma erva com grande potencial medicinal, além de ser uma opção sempre levada em conta pela indústria farmacêutica devido aos seus nutrientes positivos para a saúde. Conheça mais sobre o Baicuru. De nome científico Statice brasiliensis, essa erva é uma das 320 espécies de plantas da família das Plumbaginaceae, e é totalmente originária do Brasil, encontrada no sul do país, especialmente no estado do Rio Grande do Sul. Conhecida também pelos nomes de “guaicuru” e “alecrim do pântano”, é uma planta litorânea, encontrada muitas vezes inclusive enterrada na areia da praia e até encoberta pelo mar. As partes que são usadas dessa erva são a raiz e as folhas, que trazem inúmeros favorecimentos à saúde. Entenda um pouco sobre essas propriedades e benefícios do Baicuru.


Propriedades presentes no Baicuru O baicuru é uma planta rica em propriedades medicinais. Entre as principais qualidades acionadas pelas ingestão dessas propriedades estão a ação anti-inflamatória, bactericida e adstringente. Essa capacidade de atuar com estes efeitos dão ao baicuru um lugar de renome na farmacologia brasileira, sendo ingrediente de vários remédios que atuam em diversos problemas de saúde. Entre os princípios ativos presentes no baicuru, podemos listar os sulfatos, cloritos e fosfatos de sódio, potássio, magnésio e cálcio. Benefícios do Baicuru para a saúde Auxilia a fertilidade feminina Esse benefício do baicuru não é comprovado cientificamente, mas há muitos relatos de mulheres que conseguiram engravidar após o uso dessa planta. É muito fácil encontrar na internet depoimentos de mulheres que tinham dificuldade de fertilização e foram beneficiadas pelo baicuru. Contudo, a medicina não ignora esse potencial. Ainda que haja dúvidas sobre como essa capacidade se manifesta, o baicuru já é usado em vários remédios de fertilização feminina. Por não ter contraindicações, ele pode ser usado tranquilamente durante o período fértil. Entretanto, é indicado que não seja consumido no início da gravidez. Os relatos afirmam que o aumento da fertilidade é observado após um mês de uso diário do baicuru. Ajuda a tratar aftas e ferimentos na boca A boca é uma área muito sensível do corpo humano. Qualquer alteração nas paredes internas das bochechas, na língua, dentes e gengivas pode causar muita dor e incômodo. O baicuru possui efeito medicinal no combate a aftas e ferimentos na boca, devido ao seu potencial antiinflamatório e antibactericida. Além disso, ajuda na cicatrização desse tipo de problema. Alivia e previne cólicas


Esse também é um dos usos mais comuns do baicuru. Seus ativos são capazes de diminuir dores causadas por cólicas (dismenorreia) que acometem a mulher antes e durante o período de menstruação. Para ter esse efeito melhorado, é necessário fazer o uso constante do baicuru. Dessa forma, além de prevenir que cólicas muito fortes aconteçam, ingerir o chá durante as dores pode proporcionar bastante alívio. Auxilia no controle da diabetes O chá do baicuru também é recomendado para pessoa diabéticas, uma vez que a infusão natural das folhas ajuda no controle dos picos de glicemia(açúcar no sangue). Relatos de pessoas diabéticas afirmam que o uso regular o chá de baicuru torna mais fácil o controle da diabetes, além de servir também na prevenção da diabetes tipo 2. Previne e alivia dores de úlcera O baicuru também ajuda no alívio de dores causadas por úlcera. Na verdade, seu poder adstringente junto a outras propriedades é capaz de aliviar dores de ferimentos em todo o sistema digestivo, incluindo boca, garganta, esôfago e estômago. Além desse benefício, o uso regular do chá de baicuru ajuda a diminuir o risco de desenvolvimento de úlceras e aftas. Combate o corrimento vaginal O corrimento vaginal é um problema bastante incômodo para as mulheres. Entre os benefícios do baicuru é possível encontrar também propriedades que ajudam a regular a menstruação e combater o corrimento. Características do baicuru

Essa planta litorânea é encontrada muitas vezes enterrada na areia da praia (Foto: Reprodução | UFRGS/ CS Fior)


Possui raiz subcilíndrica e longa com casca de tonalidade marrom fibrosa e granular. Sua flor lembra a flor da saxifraga, pequenina e em grandes quantidades por planta; de tonalidade que varia do branco ao lilás. As flores também possuem sabor e ação adstringente. Apesar de ser uma planta brasileira, ela pode ser encontrada atualmente também em países próximos, como Argentina, Uruguai e Paraguai. A planta também foi levada para os EUA, mas seu cultivo por lá é bastante pequeno e incomum. A planta, encontrada de forma abundante, independente da época, sendo necessário apenas que seja cultivada nos locais certos e no clima ideal. Seu cultivo é considerado fácil e simples. Receita do chá de baicuru Ingredientes 2 colheres de sopa de raízes ou folhas de baicuru frescas (se estiverem secas, usar metade); 1 xícara de água. Modo de preparo O modo de preparo do chá de baicuru é muito simples e fácil. Basta colocar uma xícara de água pura para ferver e adicionar as folhas ou raízes quando o líquido entrar em ebulição. Deixe em fervura por 10 minutos com a tampa fechada. Em seguida, coe e beba. Para o uso regular, o recomendado é tomar o chá 1 ou 2 vezes por dia. Na segunda opção, esperar o intervalo de 12 horas entre um consumo e outro. Outras maneiras de consumir o baicuru Você pode optar também por ingerir as cápsulas de baicuru, que são encontradas em lojas de medicamentos naturais e farmácias de manipulação. Essa opção vale mais para quem não gosta de chá, mas é importante frisar que as pílulas de baicuru são um pouco mais caras. No caso das cápsulas, o recomendável é ingerir uma pílula de 30g todo dia antes das principais refeições. Ingerir antes do almoço e jantar já pode ser suficiente também. Você pode solicitar também o extrato de baicuru em farmácias de manipulação. É a versão líquida das cápsulas, e essas podem ser misturadas a um copo de água para o consumo. A quantidade de gotas é definida pelo laboratório, tendo como base a composição. Em caso de dúvida, procure um especialista Caso você tenha interesse no uso do baicuru, principalmente com o objetivo de aumentar a fertilidade, mas ainda tem dúvidas, procure um médico especialista. É muito importante principalmente se a intenção for consumir os benefícios dessa planta através de cápsulas ou extrato. Além de indicar a melhor maneira de usar – e potencializar os efeitos – o médico pode definir combinações que favorecem a saúde e os objetivos de cada pessoa.


Esportes Seleção de Tite teve Dani Alves em 73% do tempo. Veja opções se ele não for à Copa Lateral-direito dominou setor na preparação, e sua lesão cria missão mais árdua de Tite a caminho da Rússia: achar um caminho sem ele

Sob comando de Tite, a seleção brasileira já disputou 1.795 minutos de futebol. Daniel Alves participou de 1.311, equivalente a 73% do tempo de jogo. Mais do que mera estatística, o número indica como a lateral direita da equipe tem um dono, e o quanto a lesão em seu joelho direito, que pode tirá-lo da Copa do Mundo, é um enorme empecilho para a comissão técnica. Durante a vitória do PSG por 2 a 0 sobre o Les Herbiers, o 38º título de sua carreira, Daniel Alves machucou o joelho. Os médicos do clube falam em desinserção do ligamento cruzado anterior. É um tipo de rompimento. Uma entorse acompanha o problema, e só daqui a três semanas, de acordo com os franceses, será possível avaliar se uma cirurgia é necessária. Daniel Alves PSG Les Herbiers Copa da França (Foto: Damien Meyer/AFP)

Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira, vai aproveitar sua ida a Paris para acompanhar e evolução de Neymar e examinar

também o lateraldireito, nesta quintafeira. Se Tite não puder convocá-lo na próxima segunda-feira, quando anunciará os 23 escolhidos para a Copa do Mundo, terá de entregar a lateral direita a algum de pouquíssimo tempo de ação. Fagner (Corinthians), Danilo (Manchester City) e Rafinha (Bayern de Munique) disputavam a vaga de reserva de Daniel Alves na lista. Se o titular não for convocado, eles brigarão por dois lugares. Fagner (28 anos): atuou por 272 minutos com Tite, 15,1% do tempo total de jogo. Foi titular no amistoso contra a Colômbia, em que só jogadores de clubes brasileiros foram convocados, e em outras duas partidas: Paraguai (eliminatórias) e Argentina (amistoso). Oscilações na campanha do Corinthians, ano passado, colocaram outros lateraisdireitos na disputa, mas o conhecimento tático que ele tem da linha defensiva de Tite, desde quando trabalharam juntos na equipe paulista, é um ponto importante a seu favor.


Danilo (26 anos): atuou por 97 minutos com Tite, 5,4% do tempo total de jogo. Entrou em campo apenas na vitória por 3 a 1 sobre o Japão, quando deu uma assistência para Gabriel Jesus. Em boa parte da temporada, atuou pela esquerda no Manchester City. Nos jogos mais importantes, o preferido de Pep Guardiola para o lado direito foi o inglês Kyle Walker. Tem na altura (1,84) e na versatilidade trunfos para ir à Copa. Rafinha (32 anos): atuou por 115 minutos com Tite, 6,4% do tempo total de jogo. Participou de dois jogos com Tite, os amistosos diante de Argentina (entrou no 2º tempo) e Austrália (titular). Em seu clube, o Bayern de Munique, foi lateral-esquerdo em vários jogos. Na sua posição de origem prevalece o alemão Kimmich. Os sete anos na equipe, uma das mais poderosas da Europa, é um argumento para sua convocação. Fagner, à esquerda, é quem mais jogou depois de Dani Alves (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag.Corinthians)

A diferença de tempo de jogo entre Daniel Alves e seus possíveis substitutos reflete a larga vantagem técnica do veterano na visão da comissão técnica. Isso não ocorre em todas as posições. No lado esquerdo, por exemplo, o favorito Marcelo esteve em campo em 50,5% do tempo de jogo da Seleção com Tite, e os dois candidatos à segunda vaga foram bem mais testados: Filipe Luís atuou em 26,2% do tempo, e Alex Sandro em 17,8%. Um equilíbrio que dá ao técnico noção exata do que cada um pode entregar individual e coletivamente. É isso que ele terá de descobrir nas primeiras semanas de treinamento na Granja Comary, das quais Daniel Alves não participará, independentemente de ser convocado ou não, em razão do prazo de recuperação da lesão no joelho. Adaptar um jogador ao funcionamento da equipe e avaliar como ele pode contribuir, tendo como referência um líder vitorioso de 35 anos como é o lateral-direito do PSG, passou a ser a principal missão de Tite e seus auxiliares. Jogos do brasil 3 de junho Cro x bra

Jogos do brasil 10 de junho Aut x bra

Jogos do brasil Jogos do brasil 11 de junho 17 de junho Início da Bra x suí preparação

Jogos do brasil 22 de junho Bra x cos

Jogos do brasil 27 de junho Sér x bra


Moda Na moda evangélica as roupas são mais comportadas: as saias devem ser abaixo dos joelhos, as blusinhas com mangas e os vestidos deve ser sem decotes e de preferência que não sejam transparentes. Esse estilo é adotado nas igrejas não porque é algo imposto, mas por conta que o ambiente é considerado um lugar de adoração e santidade a Deus. Houve uma época em que as mulheres encontravam dificuldades para escolher suas roupas, pois existia uma deficiência muito grande nas variedades que os mercados disponibilizavam para o meio evangélico. Mas graças à evolução da moda em todo o mundo, isso já não é mais um problema e sim uma solução. Hoje é possível observarmos nas vitrines das grandes lojas belos looks de várias cores e tamanhos, tanto para o dia a dia quanto para festas e eventos. Sem contar também com os looks de inverno que tem feito muito sucesso na moda evangélica, por exemplo; as jaquetas, as calças, as botas de cano longo ou curto e as saias longas. Nos dias atuais as mulheres evangélicas não precisam ficar recorrendo ao auxilio das costureiras para dar aquela apertadinha ou afrouxar um pouquinho, os estilistas com suas novas tendências criam estilos tanto para as magrinhas quanto para aquelas mais gordinhas, tudo isso para que elas se sintam cada vez mais bonitas.


Economia Governo reduz estimativa de crescimento para 2,5% em 2018 Projeção está no Relatório de Despesas e Receitas do segundo bimestre, apresentado nesta terça-feira (22) O governo federal modificou a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, para 2,5%, em 2018. A projeção está no Relatório de Despesas e Receitas do segundo bimestre (março e abril), apresentado nesta terça-feira (22). Nos dois primeiros meses do ano, a expectativa de crescimento da economia era de 3%. Com isso, o valor do PIB nominal estimado pelo governo é R$ 6,968 trilhões. Também houve mudanças na projeção da inflação para o ano, medida pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA). Em relação ao primeiro bimestre, quando a inflação estimada pelo governo era de 3,64%, agora a expectativa é que os preços subam, na média, cerca de 3,11%. As projeções do governo se aproximam da estimativa do mercado financeiro, anunciada no início da semana, que também ajustou expectativas para o crescimento do PIB e variação da inflação.

EMPRESAS BRASILEIRAS NO EXTERIOR oceania

america do sul e central

america do norte

11%

europa

africa

2%

2% 9% 42%

20%

14%

oriente médio

ásia


Stephen Hawking

Biografia de Stephen Hawking Stephen Hawking (1942-2018) foi um físico inglês que apesar de paralisado por uma doença degenerativa,

Físico inglês

S

e tornou celebridade por produzir algumas teorias fundamentais da física moderna. Stephen William Hawking, conhecido como Stephen Hawking, nasceu em Oxford, Inglaterra, no dia 8 de janeiro de 1942. Seu pai cursou medicina e sua mãe estudou filosofia, política e economia, ambos na Universidade de Oxford. Com seis anos, já construía trens de brinquedo. Considerado uma criança precoce, os colegas da escola o apelidaram de Einstein. Stephen odiava matemática, porque achava fácil demais. Sua paixão era física e astronomia. Com

17 anos ganhou uma bolsa para estudar física na Universidade de Oxford. Seus colegas eram dois anos mais velhos que ele. Concluído o curso, foi aceito no mestrado da Universidade de Cambridge. Com 21 anos, após uma queda de patins, foi levado ao médico, que o diagnosticou com esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença degenerativa que iria progressivamente paralisar seus músculos, e segundo o médico, o levaria à morte em no máximo três anos. Apesar do diagnóstico devastador, em 1965, Stephen casa-se com Jane Wilde, amiga de uma de suas irmãs. Na festa do casamento já se apoiava em uma bengala, e em 1970, parou de andar e começou a fazer uso de uma cadeira de rodas. Nessa época, já tinha três filhos e era um físico conhecido que trabalhava no Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos. Em 1985, com a saúde bastante agravada por uma pneumonia, durante uma viagem a Suíça, os médicos sugeriram desligar o respirador artificial, mas Jane não aceitou e levou o marido de volta para Cambridge. Submetido a uma traqueostomia,

nunca mais falou. A partir de então, faz uso de um computador, com voz eletrônica, para se comunicar. Em 1988, publicou “Uma Breve História do Tempo”, livro que fala sobre a origem do universo, com ilustrações criativas e texto bem humorado, escrito em linguagem simples, para leigos, Hawking desvenda desde os mistérios da física de partículas até a dinâmica que movimenta centenas de milhões de galáxias por todo o universo. O livro fez o maior sucesso e foi traduzido para mais de 30 idiomas. Em 1995, o casal se divorcia e Hawking vai morar em outro apartamento, com uma de suas enfermeiras, Elaine Mason, com quem se casou. Em 2007, separou-se de Elaine, que foi acusada de maus tratos e agressão. Stephen Hawking escreveu diversas obras, entre elas, “Buracos Negros, Universos Bebês e outros ensaios” (1993), “O Universo Numa Casca de Noz” (2001), “A Teoria de Tudo: A Origem” (2002), “O Grande Projeto” (2010), e o livro de memórias, “Minha Breve História” (2013). Stephen Hawking produziu algumas teorias fundamentais da física moderna. A Mais célebre é o teorema de singularidade. Supõe a existência de um ponto com força gravitacional no centro dos buracos negros capaz de atrair qualquer coisa (similar ao acúmulo de energia infinita que deu início ao Big Bang). Recebeu diversos prêmios, entre eles, o Prêmio Especial de Física Fundamental, de 3 milhões de dólares. Ele foi laureado pela descoberta da radiação dos buracos negros, por sua contribuição à física quântica e seus estudos sobre a origem do universo. Paralisado, em uma cadeira de rodas, só lhe resta o controle dos movimentos da bochecha direita, que usa para se comunicar com a ajuda do computador. Stephen Hawking faleceu em Cambridge, Inglaterra, no dia 14 de março de 2018.


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