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Portf贸lio C谩tia Cunha Mestrado em Arquitectura Porto 12|13


Índice Índice ...........................................................................................I Curriculum ............................................................................... II .

Desenho................................................................................1 - 2 1º ano Arquitectura I .......................................................3 - 8 2º ano Arquitectura II ....................................................9 - 20 3º ano Projecto I ............................................................21 - 30 4º ano Projecto II ...........................................................31 - 36 4º ano Projecto II ...........................................................37 - 44 5º ano Projecto III ..........................................................45 - 52 Dissertação ..............................................................................53

I

Cátia Cunha Portfólio


CURRICULUM VITAE Aptidões e competências pessoais - línguas Português Inglês

Língua nativa Utilizador independente - A1

Aptidões e competências de informáticas Microsoft Office, Corel, Autocad e Autocad 3D, Sketchup, Artlantis studio, Photoshop, In-design.

Principais disciplinas/competências adquiridas Arquitetura/ Projeto, Construções, Edificações, Instalações Térmicas.

Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Contacto(s) e-mail: Nacionalidade Sexo

Cunha, Cátia catiacunha255@gmail.com Portuguesa Feminino

Educação e formação 2012 - 2013 | MESTRADO EM ARQUITECTURA

Cargo Estágio Profissional

Aptidões e competências sociais Espírito de criativo. Espírito de equipa. Capacidade de trabalho e de atingir objectivos. Dinamismo. Facilidade de adaptação a novos softwares. Paciente e amigável.

Cátia Cunha Portfólio

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Cátia Cunha Portfólio

Universidade Lusíada do Porto - Desenho


Universidade Lusíada do Porto - Desenho

Cátia Cunha Portfólio

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Centro de Exposições

I1 - Planta de Localização

O tema proposto para o exercício de Arquitectura I foi a criação de um Centro de Estudos Sobre o Mar, que se mais precisamente junto a Estação de Augusto Nobre. Este programa compreende três espaços distintos: espaço de Exposições, zona de Trabalho, e de Habitação. Considerando como ponto principal o oceano, relacionado-o com o tema proposto. Define-se de seguida os percursos, tanto público, que leva até à Exposição, como percurso privado que encaminha até à habitação. O acesso efectua-se a nascente através do passadiço superior por rampa para a exposição, e por escadas para a habitação. A habitação do vigia tem como intenção criar mais privacidade á medida que se vai descendo, criando a sensação de intimidade, como tal situa-se na cota mais elevada, não rompendo a privacidade desta pelas pessoas que caminham no passadiço inferior.

I2 - Fotografias da maqueta 1/500

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Cátia Cunha Portfólio

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura I

I3 - Esquiço 1º ano


I4 - Fotografia da maqueta 1/500

I5 - Fotografias da maqueta 1/500

I6 - Planta de Implantação

I7 - Corte Transversal (AA)

I7.1 - Corte Longitudinal (DD) Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura I

1º ano

Cátia Cunha Portfólio

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I8 - Fotografias da maqueta 1/500

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Cátia Cunha Portfólio

Quanto ao volume destinado a exposição, a entrada, rompe o edifício com uma rampa que direcciona o publico directamente até a recepção que reencaminha o utilizador para a zona de exposição situada a um nível superior com vista sobre o mar, harmonizando o espaço e tentando criar a sensação de pousar sobre a água. Desta forma e, propositadamente, o acesso feito por rampa em direcção ao mar, reforçando esta ideia, uma vez que desde que se entra no lote até entrar na Exposição tem se um único ponto de visão, o mar. Depois de várias propostas de estudo, a solução final resultou em três espaços/volumes distintos mas unidos, fazendo destes espaços um todo, interligando-os e relacionando-os, buscando pontos de contacto entre estes. A zona de trabalho insere-se no mesmo patamar da habitação e da Exposição. Este volume fica como que camuflado no terreno, abrindo-se para exterior, a todo o comprimento por um rasgo horizontal. Quanto à exposição solar, esta vai buscar as mais valias do poente, voltando-se para o mar. Esta proposta é implantada na mesma cota do passadiço superior, tornando-se quase imperceptível. A cobertura é acessível a partir desta cota e tornando-se num miradouro para o mar.

I9 - Fotografias da maqueta 1/500

I11 - Esquiço

I10 - Fotografias da maqueta 1/200

I12 - Fotografias da maqueta 1/200

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura I

1º ano


I13 - Esquiço

I14 - Perspectiva Explodida

I16 - Planta do Piso -1

I15 - Planta de Cobertura Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura I

1º ano

Cátia Cunha Portfólio

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A

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B

C

I18 - Esquiço

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A

F

E

D

B I19 - Esquiço

I17 - Planta do piso -2

F

H

H

I32 - Planta 1/50

I33 - Corte 1/50 (FF)

F

I34 - Corte 1/50 (HH)

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Cátia Cunha Portfólio

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura I

1º ano

I20 - Esquiço


I21 - Corte (CC)

I26 - Esquiços

I27 - Esquiços I21 - Corte (DD)

I23 - Corte (EE)

I28 - Esquiços

I29 - Esquiços I24 - Corte (FF)

I30 - Esquiços

I25 - Alçado (BB)

I31 - Esquiços I26 - Alçado (AA) Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura I

1º ano

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Albergue para Invertigadores

I1- Planta de Localização

I2- fotografias da Maqueta 1/200

I3- Planta de Cobertura

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I4- Planta do 2º piso Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

Hoje, mais que nunca, urge a necessidade de reflectir sobre a arte e a criação artística; É também importante perceber em que medida a organização do espaço pode influenciar determinado criador, e consequentemente, a sua produção plástica e conceptual. Outra questão sobre a qual o exercício se debruça, prende-se com o "nomadismo"; fenómeno cada vez mais comum e que nos obriga enquanto criadores a reflectir sobre as múltiplas origens, percursos e culturas que um único edificio deve servir. Para responder em pleno ao que o exercício nos propõe, devemos, antes de mais, pensar num edificio como um elemento capaz de comunicar com utilizadores deslocados das suas raízes, capaz de uma constante readaptação e envolvimento com a cidade e com mundo em constante mutação. O resultado formal da proposta tenta responder a todas estas questões, que constantemente se levantam ao idealizar um espaço de habitação com um carácter tão excepcional. Assim, a transição de espaços, a relação entre interior/exterior e as diferentes vivências que o objecto pode oferecer, foram concebidas para que possa haver uma multiplicidade de leituras e interacção diferenciada no vasto universo de utilizadores temporários.

I5- Planta do 1º piso 2º ano

I6- Planta do rés-do-chão


Primeiras intervenções

I7- Esquiços

I8- Alçado Norte Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

I9- Alçado Sul 2º ano

Cátia Cunha Portfólio

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I10- Corte (AA)

O piso 0 está destinado a uso colectivo, propondo um espaço de trabalho/ convívio onde faz sentido proporcionar reunião, visto ser o momento de transição onde o espaço público próxima-se do espaço privado, funcionando como um filtro que apesar de não negar a cidade detém-na e privatiza-se. Aproximando-nos à escala tipológica, a célula consegue conter espaços com diferentes escalas de intimidade, estando o mais distante no percurso, destinado para o quarto (zona de maior intimidade).

I11- Imagem 3D

A transição da sala para o quarto é efectuada por uma escada com bastante presença no pé direito duplo do espaço mais social e menos intimista, ao ponto da entrada na habitação ser efectuada directamente neste espaço. As zonas de serviços cozinha tentam não perturbar muito a organização e a leitura destes dois momentos referidos. Dada as dimensões ocupadas por apenas um utilizador o espaço deverá ser mutável e deverá ainda conseguir funcionar como espaço reservado à criação artística, bem como, ao debate e à exposição de ideias aos restantes artistas. Insistindo sobre esta intenção, o movimento no interior do edifìcio estaria assegurado, criando um movimento circunstancial visível no exterior, através do volume de acessos verticais.

I12- Imagem 3D

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Cátia Cunha Portfólio

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano


I13- Corte (BB)

I15- Corte (CC)

I14- Planta do ultimo piso (Cobertura)

Consigo descrever a ideia base do exercício na lógica: " pensar global, e agir local" ,como se pode perceber ao longo deste texto e na relação das ideias neste enunciadas com resoluções de carácter mais

I16- Corte (DD)

tectónico, tais como a resolução das empenas e a capacidade de controlo da luz, situações sempre dependentes do local.

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano

Cátia Cunha Portfólio

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Residência de estudantes - O Local

I1- Teatro de S.João

I2- Rua Augusto Rosa

I3- Rua Augusto Rosa

I4- Rua Duque de Loulé

I7- Capela dos Alfaiates

I5- Rua Duque de Loulé

I8- Universidade Lusófona

I6- Rua Duque de Loulé

No âmbito do desenvolvimento urbano da cidade do Porto foi proposto a descoberta de interferência no lugar pela articulação de volumetrias através de módulos habitar.

A intervenção situa-se junto á praça da Batalha e é delimitada pelas Ruas Alexandre Herculano, Duque de Loulé, Rua do Sol e Rua Augusto Rosa.

I7- Imagens da maquete 1/500

I8- Esquiço

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Cátia Cunha Portfólio

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano


Primeiras intervenções

I9- Esquiços Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano

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I10 - Planta de Implantação

A implantação começa então por uma análise aprofundada da malha urbana quase ortogonal que cruza todo o terreno.

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Cátia Cunha Portfólio

Antes de mais foi elementar um estudo para perceber quais as necessidades urbanas de habitação e de altimetrias.O local desenvolve-se numa área de carácter privado, que de Norte a Sul extende-se da cota 88 á cota 97, e outra de carácter público de este a oeste da cota 81 á cota 88.

Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano


I13 - Montagem

Assim os eixos dominantes marcam a multiplicidade de leituras e interacções diferenciadas que conceptualmente agarra um as cotas que suportam todo o terreno.

I11 - Alçado da rua Augusto Rosa (CC)

I12 - Alçado da rua Duque de Loulé (DD) Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

I14 - Esquiços 2º ano

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I17 - Alçado em 3D Albergue

Unidade mínima de habitar para 2 a 3 estudantes Unidade mínima de habitar para 1 estudante Serviços - Cantina - Espaço de exposição e espaços colectivos: . recepção e orientação de utentes . espaço para reunião de grupo . instalações sanitarias . posto de administração . posto de gestão . arrumos Atelier e Oficinas de arte Volumes de acessos

I18 - Planta de divisão de espaços

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Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano

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Estes corpos distribuem-se insistindo na mutabilidade de sensações entre cheios e vazios. Em que os cheios reflectem a capacidade de abrigo sustentável para o homem, e os vazios retratam o respirar sensorial dos indivíduos que usufruem deste espaço. A nível de hierarquia e harmonia nasce um volume que se desenvolve altimetricamente entre a cota 81 e 88,unificando o terreno de Oeste a Este. Este volume faz com que o equilíbrio das formas e das funções seja permanente e que se diferencie da envolvente de acordo com as suas cerceas. O volume referindo suporta a zona de atelier e galerias de artes, que é intercetado a oeste na Rua Augusto Rosa pelo espaço de exposição, recepção e comercio. É rematando finalmente pela fachada principal do terreno através de um corpo que tem uma carácter mais pública e que é direccionado, essencialmente para profissionais liberais. A este na rua Duque de Loulé o refeitório proporciona uma entrada de carácter privado. O volume remete-nos assim a uma circulação pública horizontal. Existe uma forte ligação entre o interior e exterior, e uma adaptação à cidade a nível de cotas onde é explanado a preocupação do equilíbrio entre as formas dos edifícios.

I15 - Corte transversal (AA)

I16 -Corte longitudinal (BB)

A residência é constituída por 4 corpos que se estendem de Norte a Sul agarrando de forma a dignificar o que chamamos de filtro de união de um espaço. Corpos que se repartem consoante as necessidades de acessibilidade a nível altimétrico, e se interligam através de percursos aéreos.

I19 - Imagem 3D

I20 - Imagem 3D

A

A

B

B

I22 - Corte AA

I21 - Planta da célula tipo Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

I23 - Corte BB 2º ano

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A

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Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano


A

B C

I24 - Planta do 2º piso

I28 - Fotografias da maqueta 1/500

I25 - Corte 1/200 (AA)

I29 - Planta do esquema 3D I26- Corte 1/200 (BB)

I30 - Alçados do edifício tipo

I27 - Corte 1/200 (CC) Universidade Lusíada do Porto - Arquitectura II

2º ano

Cátia Cunha Portfólio

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Habitação Unifamiliar e Plurifamiliar

Hoje, mais que nunca, surge a necessidade de reflectir sobre a cidade,o que nos permite observar as suas incríveis dinâmicas, criar expectativas, projectando gestos acertados para resolução dos seus problemas e para continuar a sua evolução de forma consciente, sustentável, saudável, agradável. A cidade do Porto propõem-nos continuamente este tipo de reflexão e fá-lo de uma forma incomparável, ao apresentar nos uma multiplicidade de contextos arquitectónicos. Concretizar ideias que não foram suficientemente reflectidas e amadurecidas, pode suscitar um crescimento desordenado e desagradável, tornando-se um lacuna na

I2- Planta de vedes

I1- Fotos aéreas

I4- Fotos do local

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Cátia Cunha Portfólio

Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano


I7- LOG ID Apartment houses in the haldenstrasse(Biel, Swizerland)1993

reconvenção qualitativa da cidade. A proposta ocupa lugar num vale nas imediações da cidade do Porto, entre encostas de um pequeno aglomerado de habitações rústicas. O rio Douro perfila-se no horizonte e a toda a sua extensão a Av. D. Pedro V, onde existem edifícios de grande escala, entre eles o Museu dos Eléctricos do Porto e, do lado contrário, habitações rústicas e familiares.

I8- Spiltterwerk Complex red tree Frog (Burmos, Autria)

Este projecto no vale de Massarelos, e surge em continuidade com a encosta, ocupando os sopés da sua morfologia, organizando os seus longos volumes sobre terrenos de uma antiga fabrica.

I3- Fotomontagens

N

I5- Maqueta

I9- Planta de implantação

I6- Maqueta Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano

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A proposta procura também, o seu lugar e a sua imagem no contexto urbano, percebendo qual é o patamar que deve ocupar hierarquicamente na relação com a cidade. Para além de manter e integrar pedaços de memória, e de encontrar a sua justa posição numa escala maior, o projecto pretende colmatar problemas, da já referida construção desordenada, procurando resolver empenas, desníveis, entre outras relações com a envolvente. Na abordagem a um antigo contexto industrial, deve-se te em conta que muita da identidade do lugar passa pela sua memória e, evidentemente reflectida nas peças edificadas. A apesar do seu estado de ruína, tem presente o poder de influênciar os gestos mais conscientes de preservação e integração no lugar. I11- Fotomontagens

I12- Corte (AA)

C A

C

B

A B

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Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano


I10- Alçado

A um sentido inevitável de um conflito de escalas a que a implantação massiva de um novo uso influi sobre a morfologia da encosta. Neste caso, como haveria uma deformidade da encosta, propõem-se criar uma relação de conformidade e continuidade entre os sopés. A manipulação do espaço é o elemento mediador obedecendo às tipologias do lugar, mantendo o enquadramento, e diluindo o impacto visual da edificação. O verde natural da paisagem será assimilado com as edificações ,ajardinando certos espaços a fim de que sensação visual seja agradável. Parte do espaço reservado a esta construção será destinado a um jardim público, com espaços de lazer e descanso.

I15- Planta de Implantação

Legenda: I13- Fotomontagens

Percursos pedonais propostos Vias Públicas existentes

Percurso público Percurso semi-público

Vias jardin público (propõem-se uma extensão dos jardins do Palácio de Cristal)

I14- Corte (BB)

I16- Corte (CC) Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano

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Na distribuição desse espaço são propostos percursos pedestres , zonas de recreio e vegetação abundante, com uma aparência idêntica à dos jardins do Palácio de Cristal , uma vez que será uma das vistas disponíveis. O sentido da proposta é a ideia de uma paisagem unificada potenciando áreas reservadas num condomínio semi-fechado. Cada edifício ira conter habitações unifamiliares a oeste e plurifamiliares a este, (desde a tipologia I à IV). Dado esta proposta consistir essencialmente em espaços reservados exigiria dar maior protagonismo a relação com o exterior. Entendemos a necessidade de sociabilidade e desta forma a proposta aposta numa amplificação da relação interior/exterior. As habitações são organizadas sob diferentes tipologias com acesso reservado mas com ligações entre elas. Estas habitações (as unifamiliares) destinam-se essencialmente a agregados familiares ,numerosos ou não, mas com a necessidades de um lar, tais como um espaço exterior, uma área mais ampla e com melhor repartição dos elementos da habitação. As habitações plurifamiliares, a este e à face da rua de D. Pedro V destinam-se essencialmente a faixas etárias mais baixas ou a habitantes "provisórios", ou seja habitantes que se encontram de passagem pela cidade, seja por motivos laborais ou de estudo. Estas habitações dispõem das condições adequadas a este tipo de utilização (agregadas ao facto da óptima localização do terreno, a sua proximidade com pontos importantes da cidade do Porto). O acesso automóvel para qualquer das habitações é no mesmo ponto, sendo um estacionamento conjunto. por sua vez, o estacionamento para os equipamentos ou escritórios é feito à face da rua. Concluindo, a proposta não procura ser impositiva sobre o lugar, sabendo respeita-lo e adapta-lo ao programa que lhe vai ser atribuído, fazendo-o de forma a que a linguagem e o modo de formar sejam coerentes , e que na sua relação com a cidade funcione como uma peça dinâmica, que procura uma utilização publica, bem calibrada com o forte carácter privado da habitação.

Legenda: Cineteatro

Parque

Museu do Peixe

Parque de estacionamento

Infantario

Habitação plurifamiliar

Habitação unifamiliar

Entrada para as habitações plurifamiliar e unifamiliar

Entrada para a habitação unifamiliar

I20- Planta de Piso I18- Corte construtivo AA’

I19- Corte construtivo BB’

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Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano

I26-Fo


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1 2

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I22-Planta do rés do chão

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otos da Maqueta 1/20

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T3 I23-Planta do 1º piso

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I24-Planta do 2º piso

T3 I25-Planta de cobertura

Legenda palntas: 1- hall de entrada 2- arrumos 3- int. sanitárias 4- cozinha 5- sala de jantar 6- sala de estar 7- quarto 8- saleta 9- escritório

I27-Fotos da Maqueta 1/20 Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano

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Inverno Estratégias de Aquecimento ·Promoção dos ganhos solares ·Posicionamento dos espaços interiores ·Protecção dos Ventos dominantes ·Isolamento Térmico

Verão Estratégias de Arrefecimento ·Orientação solar ·Sombreamentos exteriores ·Dimensionamento da área envidraçada ·Factor solar dos vãos envidraçados ·Inércia Térmica forte ·Ventilação Natural cruzada ·Arrefecimento evaporativo

Neste caso angulo do laminado adota apenas duas posições, em dois ângulos previamente estudados, para garantir que o sistema adaptado não falhe e a habitação se torne demasiado quente. Seguindo a tabela do Neufert , de ângulos solares nas estações do ano (I28), optou-se que a lamina protegesse os raios solares até 30 graus. Este ângulo foi pensado para funcionar todo o ano, de Outubro a Fevereiro os raios solares entram através da abertura do laminado, e de Março a Setembro a habitação esta protegida dos raios solares. Para a escolha do ângulo foi tido em conta que em Portugal a partir de Março (com um raio solar de 35 graus de inclinação)

0.18cm 0.71cm

54º I30-Estore e caixa de estore

10º 54º I31- Angulo previsto para proteger os raio solares até 60º (julho)

54º 29º I32- Angulo previsto para proteger os raio solares até 30º (aproximado a Março)

I28- Ângulo dos raio solares nas estações do ano

% 30

% t 25 Ou 20% Fev

I33- Imagem 3D

15 Nov

%

% Jan 10

Ag o

50 %

55 %

I34- Imagem 3D

Ma i

Jun 65% Ju l6 0%

Des 5%

I27- Ventilações

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Cátia Cunha Portfólio

5% r4 b A 0% t4 e S 0% r3 a M

I29-Funcionalidade do ângulo fixo para proteger os raio solares até 30º (aproximado a Março)

Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano

I35- Imagem 3D


I36-Inverno - Estratégias de Aquecimento (corte pela cozinha)

I37-Inverno - Estratégias de Aquecimento (corte pela sala)

I38-Verão -Estratégias de Arrefecimento (corte pela cozinha)

I39-Verão -Estratégias de Arrefecimento (corte pela sala)

o tempo começa a aquecer, que nos encontrámos num pais quente, e que a habitação tem por defeito tendência a ser quente, devido a orientação e inclinação da fachada. Tendo em conta tudo isto, os 35 graus de março, são alterados para 30 graus dando assim uma menor margem de erro, no que se refere ao aquecimento excessivo da habitação. O angulo de 60 graus é utilizado apenas para recolher e possibilitar uma maior entrada de luz no inverno. Como estratégia de arrefecimento, sistema de ventilação inspira-se em sistemas já estudados, procurando o seu conceito e aplicando-o. O alçado norte confere aberturas de 60 cm apenas dedicadas a ventilação, o ar que entra na habitação por essas aberturas, atravessa a habitação sem interrupções saindo no alçado sul, a medida das aberturas de ventilação a norte é metade da medida das aberturas a sul. Estas soluções procuram uma maior eficácia na ventilação. A galeria exterior norte, onde ocorre todo o sistema de ventilação procura apoiar a ventilação com um ambiente mais húmido e verde, para tal a caleira foi retirada e as águas pluviais correm directamente para o solo, assim tandencialmente as plantas crescem mais e a galeria torna-se mais amena (projecto de referência imagem 8). Outra das mais-valias desta estratégia e o facto de não interromper o percurso natural da água, provocando menos danos no meio ambiente em redor. Existe também um pequeno espaço, “um sótão” que tem como principal função dissipar o ar quente, assim alternando as aberturas, do tecto de correr, da ventilação horizontal e ventilação vertical, conseguese “arrefecer” a habitação apenas o desejado. I40- Prespectiva explodida Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano

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S isolamento interior isolamento exterior

I41- Pormenor 1/10

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Os materiais e os sistemas construtivos também tentam ir o mais possível ao encontro de um melhor aproveitamento térmico em toda a habitação. Para tal foi feito um estudo sintetizado das 3 leis da termodinâmica ( 1-“Num sistema isolado a energia interna permanece constante.”, 2-“A entropia do universo aumenta numa transformação espontânea e mantém-se constante numa situação de equilíbrio.”, 3-“A entropia de todos os cristais perfeitos é igual no zero absoluto de temperatura.”)Concluo que para reter e manter a temperatura na habitação é preciso uma bom sistema de isolamento. Propõem-se isolamento pelo exterior, com 60 cm em polietileno expandido moldado – EPS. O sistema das paredes também vai ao encontro de um melhor isolamento, assim o sistema escolhido ( Weber. Therm), procura uma economia acentuada nas necessidades de consumo energético paraaquecimento e arrefecimento dos espaços, aumento da inércia térmica, redução das pontes térmicas, diminuição de risco de

Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

3º ano


N

I42-Corte construtivo

condensação no interior, entre outras. O revestimento exterior das paredes será em argamassa pintada. Todas as paredes no interior, com excepção da parede estrutural das escadas, são revestidas em Pladur de 70 mm com isolamento acústico de 40 mm em fibra de vidro. As paredes em betão no interior também serão revestidas em Pladur 15mm. O pavimento é em soalho em madeira de 0.12mm x 1.20mm, a exceção das zonas de água que é aplicado mosaico. As portas e os armários também em madeira do mesmo tipo. A caixilharia é da Cruzfer, “com comando á distancia ventus F200”, para o alçado norte com uma abertura basculante para facilitar a ventilação. A mesma caixilharia é também um usada na fachada sul, mas sem abertura basculante. O vidro sugerido é da Saint- Golban glass, SGG climaplus 4S, vidro duplo “conforto 4 estações”. Este vidro tem a particularidade de um elevado rendimento no inverno e de protecção no verão, devido ao espaço que separa os dois

vidros estar preenchido com gás de isolamento ou ar desidratado. A protecção solar foi inspirada nos estoiros orientáveis SB200, da cruzfer. Apesar de não representado aconselha-se laje em madeira no 1º piso.

Universidade Lusíada do Porto - Projecto I

I43-Imagem 3D 3º ano

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Urbanização na zona do Aleixo e Escola

I1 - Planta de Urbanismo e localização da escola

Localizado nas imediações da cidade do Porto, no conselho de Lordelo do Ouro, este edifício destina-se a uma escola secundária que cumpre as exigências minuciosas de uma escola para educação vocacional, incluindo as respectivas áreas desportivas e espaços de trabalho pratico. Acomoda, aproximadamente 1500 alunos, com idades a partir dos 14 anos oferecendo um vasto conjunto de recurso incluindo lazer, saúde e conforto. O projecto foi devolvido com o objectivo de realizar um edifício cujo o espaço não so permita a educação, mas também garantisse uma coesão social entre os estudantes. Esta dimensão social é o que a torna distinta e é reforçada com a abertura ao público do seu recinto circundante. Tendo em conta a sua localização, ser num meio habitacional,

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este projecto procurou preservar as pré-existências através da definição de uma forma conceptual objectiva urbana uma elipse - que interagisse e se relacionasse com a paisagem circundante. Essa forma compacta e massiva permite a optimização do planeamento interno da estrutura. Ao introduzir rampas de acesso interior que dão acesso a todos os pisos,o edifício optimiza assim a interacção entre alunos com vários tipos de limitação. Ao ter em conta que é um edifício que se distinta a educação criou-se propositadamente uma grande área de circulação interior com o intuito de quebrar as barreiras e limites de interacção e convivência.

Universidade Lusíada do Porto - Projecto II

4º ano 1


I2 - Fotografia da maqueta 1/500

I2.1 - Fotografia da maqueta 1/500

I4 - Planta de Localização

I3 - Fotografia da maqueta 1/2000

I5 - Planta de Implantação

I5.1 - Maqueta 1/200 I6 - Esquiço

I7 - Alçado de Rua Universidade Lusíada do Porto - Projecto II

4º ano 1

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malha estrutural I8 - Planta da malha estrutural

O edifício foi formatado para que se delimite a si próprio. Daí a sua forma elíptica proporcione circulação contínua interior descartando a necessidade de aceder ao exterior. Uma das grandes preocupações na execução deste projecto é a atenção dada a construção de acessos, através de rampas, para deficientes motores.. Para encurtar os trajectos entre as rampas, existem os acessos verticais (caixa de escadas), que se situam no ponto médio das rampas. É um edifício constituído por quatro pisos, e tendo em conta a sua função são distribuídos por: o rés-do-chão onde se encontra a entrada principal, que dá acesso a um espaço comum de distribuição encaminhando ao refeitório, salas de apóio aos estudantes, salas de aula e ao campo polidesportivo. O primeiro piso dá acesso a biblioteca, salas de aula, e a galeria que permite ver os jogos no polidesportivo. Segundo piso é somente constituído por salas de aula. No terceiro piso existe um acesso directo ao exterior feito pelo estacionamento e é constituído por secretaria, sala de professores, adultos e deficientes motores. O quarto e último piso, abrange unicamente o auditório, também este, com acesso directo ao exterior. A sua forma em elipse proporciona um grande pátio interior que se destina ao recreio da escola , um anfiteatro e campo de jogos. Na sua frente encontra-se uma pequeno parque semi-público que inclui um campo de jogos podendo este ser utilizado pela escola e pela população em geral. Na iluminação da fachada utilizaram-se vidros baixado transmissão de calor e aumentado transmissão de luminosidade. Também a iluminação zenital contribui positivamente para a redução do consumo energético neste edifício. Foram introduzidas aberturas nas fachadas norte e zenitais, fazendo com que tenha circulação de ar atravesse todo o edifício até a fachada sul. A Utilização de forma correcta desta ventilação beneficia o edifício, minimiza a necessidade de ar condicionado. Para obter o máximo rendimento solar, este projecto foi pensado de forma a reduzir o seu consumo excessivo introduzindo uma cobertura com inclinação direccionada a sul, cobertura essa revestida a painéis solares para um maior aproveitamento deste recurso.

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Universidade Lusíada do Porto - Projecto II

4º ano 1


I12 - Planta do 2º Piso

I9 - Planta do 4º ½ Piso

I13 - Planta do 1º Piso

I10 - Planta do 4º Piso

I11 - Planta do 3º Piso

privado semi-público

público pontos de acesso

I14 - Planta do rés-do-chão

I15 - Alçado Frontal Universidade Lusíada do Porto - Projecto II

4º ano 1

Cátia Cunha Portfólio

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i16 - Localização da sala

I17 - Alçado da sala

I18 - Pormenos da sala em corte

I24 - Corte do Edifício

I19 - Pormenos da sala em corte

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4º ano 1


I21 - Alçado Posterior

I22 - Corte pela galeria (norte)

I23- Corte pelas Salas (Sul)

I25 - Corte do Edifício Universidade Lusíada do Porto - Projecto II

4º ano 1

Cátia Cunha Portfólio

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I1 - Fotografia do Local

I2 - Fotografia do Local

I3 - Fotografia do Local

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I4 - Planta de Implantação

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4º ano 2


I5 - Fotografia do Local

I6 - Fotografia do Local

A área interversão situasse entre das margens do rio abrangendo Porto e Gaia. Como principais eixos definidores desta zona destacam-se a Av. Gustavo Eiffel e a Av. D. Afonso Henriques que em conjugação com a ponte D. Luís e a Av. da República traçam um eixo de grande relevância na mobilidade entre as margens do rio, o que reforça a ligação da ponte D. Infante e a Rua das Fontainhas. Nesta área destacam-se os massiços rochosos nas escarpas que delimitam zonas verdes, com que demonstram uma evidente necessidade de renovação. A relação com o rio está presente ao longo de toda a escarpa, sendo esta o recurso natural mais importante para a formação e desenvolvimento urbano e turístico da cidade. Entrepostos do Vinho do Porto promovem o turismo e comercio que valorizam esta zona como património.

Continuidade: viária Ligação: entre cidade alta e cidade baixa através de percursos pedonais e viários

Transição: Criando paseios como um ponto médio de

transição entre a cidade construída e o espaço natural

Simetria: de cidade em relação ao Rio Douro. Ligação: viária de acesso ao edificio e a zona de lazer e deporto.

I8 - Planta de estrategia

Integrar: Ambas margems do Douro, criando uma relaçao Gaia/Porto. Promover: habitação. Renovar: os centros Urbanos com equipamentos públicos. Dinamizar: os espaços públicos com zonas de percursos e espaços de lazer/desporto, respectivamente.

Reabilitar: os bairros A cidade demonstra uma evidente necessidade de revitalização a nível de reabilitação de ruínas , na distribuição de vias e acessos, criação se espaços públicos e de lazer a fim de proporcionar uma maior concentração populacional em zonas hoje isoladas, mas com espaços paisagísticos privilegiados. I7 - Fotografia da Maqueta 1/500

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4º ano 2

I9 - Alçado de Rua Cátia Cunha Portfólio 38


Estas medidas que sendo de grande importância para a paisagem histórica da cidade também formarão pontos de referência tecnológicos e culturais de comercio e de turismo favoráveis ao desenvolvimento e crescimento económico da cidade. Dando principal destaque a reabilitação habitacional existente nas escarpas, isoladas devido á difícil acessibilidade, que para contrariar essa tendência propoêm-se criar continuidades viárias, pontos de referência, criando uma simetria de vias contrariando a tendência de desertificação populacional. A regra é interligar locais de cotas baixas com os de cotas mais elevadas, criar uma ponte viária para descongestionar a ponte D. Luís e criar pontos de referência na cidade.

C

C

I10 - Corte (BB)

I11 - Corte (AA)

I12 - Corte (CC)

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4º ano 2


I14 - Planta de Urbanismo

I15 - Imagem 3D

I13 - Planta de cobertura

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I16 - Imagem 3D

4º ano 2

I17 - Corte Transversal Cátia Cunha Portfólio 40


I18 - Planta do 1º +1 piso

I19 - Planta do 1º piso

I12 - Planta do piso 0

simetria interior da box que resolve todas as opções de disposição possíveis utilizando sempre as entradas dos actores pelas duas portas semi-públicas (a roxo). Planos que fecham o espaço semi-público, tornando-o privado. Malha estrutural

I23 - Planta do piso -3

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I24 - Fotografias da maqueta 1/200

4º ano 2


Privado Público Semi-Público

I21 - Planta do piso -1

I22 - Planta do piso -2

I25 - Imagem 3D

I26 - Imagem 3D

I27 - Corte

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4º ano 2

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I29 - Pormenor 1/10

I30 - Imagem 3D

I34 - Corte

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4º ano 2


I28 - Corte 1/50

I31 - Imagem 3D

I33 - Imagem 3D

I32 - Imagem 3D

I35 - Corte

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4º ano 2

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Programa de intervenção: Habitação, Residência de estudantes, Micro impresas, Centro de exposições e itinerantes, comercio, parque de estacionamento, espaços verdes/Praça. Residência de estudantes com a capacidade para 60 estudantes (quartos individuais – 10%, quartos duplos – 60%, triplos – 30%). Comercio, escritórios, praça, adoptar, espaço de exposições, zonas de lazer e estacionamento. Objectivos - Criar percursos directos e de fácil distribuição dinamizando o interior do quarteirão. - Reabilitar habitação em ruína e manter dentro do possível a topografia do terreno, referenciando alguns elementos já existente no terreno (Chaminé). - Comércio e serviços existentes procuram criar um percurso continuo e convidativo ao contorno do quarteirão. - A praça central envolvida pelos percursos pedonais e edifícios incentivam a parar e a vivênciar o local. Procura revitalizar a área. - Existe também uma pequena torre com 8 pisos, que procura equilibrar o terreno com a envolvente, ao mesmo tempo que atrai utilizadores para o quarteirão com o seu aspecto chamativo e impositivo na paisagem. - O centro de exposição procura não só atrair o utilizador, mas também agir como centro cultural. Para este projecto foi-nos proposto criar uma residências de estudantes com todas as condições mínimas incluindo refeitório, lavandaria, biblioteca, sala multimédia, um auditório, habitação topologia T1, T2, T3, comércio, praça, locais de lazer, entre outros, sendo estes os principais. O local de intervenção é situado na cidade do

I7- Planta de implantação

mancha da área publica, a nivel do rés-do-chão

percurso semi-publico

mancha da área privada, habitação e residência

percurso publico

mancha da área publica e semi-publica, comercio, e serviços

entrada privada do edifício

I8- Alçado da Rua da alegria

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5º ano


I9- High Performance Housing Complex for Parisian Students is Woven Into the Urban Fabric Porto, na freguesia de Santo Ildefonso estando limitado pela rua de Santa Catarina, rua da escola Normal, A Rua da Alegria e a rua das 12 casas. Nesta implantação procura-se essencialmente que o terreno ocupado seja pratico e dinâmico com atravessamentos que garantem o seu uso, abrangendo uma passagem pública mais larga e aberta á praça, e uma semi-privada, para uso mais direccionado a habitantes do local, procurando fazer com que as circulações sejam continuas, directas e de fácil acesso.A implantação procura rematar e criar frente de quarteirão. Surge, não só, da tentativa de rematar o terreno, mas também da busca da melhor orientação possível afim de obter uma maior exposição solar e que possa ser aproveitada para iluminação e aquecimento.

I10- UCSD Unveils Striking New Student Housing Building

I11- Palácio e Convento Nacional de Mafra

I13- Esquiços

I12- Imagem

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5º ano

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mancha da área publica, a nível do rés-do-chão mancha da área privada, habitação e residencia mancha da área publica e semi-publica, comercio, e serviços percurso semi-pùblico percurso pùblico entrada privada do edifício

Neste Projecto, procura-se também desenvolver um sistema de ventilação natural através de aberturas. Este procura não sustentar o edifício, mas também funcionar como uma ajuda aos sistemas de ventilação mecânica, necessitando assim de um menor consumo de energia para sustentà-los. Tendo em grande conta a orientação solar, do edifício será inspirado nos antigos claustros dos mosteiros para que ao posicionar os quartos no alçado principal (sul), os mesmos possam ter vivência para a praça. Neste contexto, surge um problema com o problema a resolver de falta de privacidade em relação ao espaço público, que foi solucionado através da criação de uma praça interior que visa a separação clara entre espaço público e privado. A pala existente no exterior, tem como um dos objectivos criar um percurso coberto para o refeitório visto este estar aberto para a pessoas não residentes.

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Universidade Lusófona do Porto - Projecto III

I14- Imagens 3D 5º ano


sul norte

N

Na tipolologia, deste foi criado um conceito de privacidade dentro de espaços partilhados públicos e privados. Assim, através da desmaterialização do módulo foi criado uma espécie de parede em “L” que cria dois espaços distintos separados por um plano de 90 cm opaco e um vidro de correr, também opaco, que pretende criar mais privacidade e definir o espaço de cada um. As mesas de estudo são movíveis tendo a possibilidade de as colocar consoante a sua necessidade de concentração e privacidade. As camas, são também, rebativeís para a parede proporcionando um melhor aproveitamento e uso do espaço. Mais uma vez tendo em conta a exposição solar do edifícios procurou-se criar uma estrutura de sombreamento que deu origem a uma espécie de “armadura”, que envolve todo o edifício e que consiste resumidamente em dois cabos de aço espaçados em 20 cm que apenas na cobertura no seu espaçamento terá uma rede de aluminio. A malha é bastante estreita a fim de filtrar a intensidade solar, sendo fixas por tripés em titânio com 17 cm de altura, proporcionando áreas de climas mais amenos, ainda sendo mais refrescado por um espelho de água existente no centro da praça do edifício. Universidade Lusófona do Porto - Projecto III

I15- Imagens 3D 5º ano

Cátia Cunha Portfólio

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privado semi-publico publico

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C谩tia Cunha Portf贸lio

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5潞 ano


Universidade Lus贸fona do Porto - Projecto III

5潞 ano

C谩tia Cunha Portf贸lio

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malha estrutural

T3

T2

T1

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C谩tia Cunha Portf贸lio

Universidade Lus贸fona do Porto - Projecto III

5潞 ano


Dissertação «Painéis Solares como Elemento Arquitectónico»

Orientador: Arquitecto José Gigante

O trabalho expõe uma analise que aborda de forma simples os diferentes sistemas e tecnologias solares activas na arquitectura. O primeiro capitulo; “Arquitectura Eficiente Energéticamente” fala-se da eficiência energética na Arquitectura e a sua utilização nos edifícios, aspectos climáticos e potencial energético.

No segundo; “Energia” faz-se uma leve abordagem a definição de energia solar activa e passiva.

“Painéis Solares como Elementos Arquitectónicos” é o terceiro capitulo, no qual é apresentado 12 casos de estudos e respectiva análise.

Conclusão Em contraponto com a aplicação de módulos solares sem qualquer preocupação formal, estes exemplos demonstram como hoje se podem incorporar na arquitectura estes equipamentos de modo integrado e criativo, transformando-os em mais um dos vários sistemas necessários ao bom funcionamento dos edifícios. Os módulos dos painéis solares transformam-se em elementos arquitectónicos que pretendem evitar o desconforto visual e ao mesmo tempo acumular energia limpa. A facilidade de conjugar estes sistemas energéticos com os mais variados tipos de materiais, leva-nos a soluções originais independentemente de serem utilizados materiais tradicionais ou vanguardistas. O aproveitamento da energia solar tem ainda potenciais a serem impulsionadas e dificuldades de utilização a serem ultrapassadas, no entanto, não podemos negar a sua importância tanto na arquitectura do presente, como sobretudo nas soluções futuras para a optimização dos sistemas energéticos integráveis. Universidade Lusófona do Porto - Dissertação

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Portefólio Académico Cátia Cunha  
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